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Belém (PA), janeiro de 2009.

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Núcleo de Estudos em Educação Cientifica, Ambiental e Práticas Sociais – Necaps, faz um balanço muito positivo das atividades desenvolvidas em 2008, especialmente em relação ao número de atividades desenvolvidas e ao alcance das participações, como mostra o quadro abaixo. A análise quantitativa das ações Atividades Mês Participantes desenvolvidas nos revela inserção Seleção de novos estagiários do Necaps Março 181 significativa das atividades realizadas pelo 38 Curso de Especialização em Educação Ambiental Escolar Março Núcleo nos espaços sociais em que atua, o 157 Abril O Dia da Participação que nos permite afirmar que o trabalho está Junho Jornada Interna do Necaps 93 indo num bom caminho, mesmo com as dificuldades encontradas para executá-las. É I Encontro de Educação Inclusiva do Necaps. Mesa Redonda: Junho 42 importante mencionar que no Necaps as Compartilhar Vivências a partir de Múltiplos Olhares ações são realizadas em colaboração entre Junho Festa Junina do Necaps 63 grupos de trabalhos, coordenação e Oficinas, minicursos ministrados por integrantes do Necaps na secretaria, portanto o sucesso alcançado é Agosto 117 Semana Acadêmica do CCSE em primeiro lugar mérito de toda a família Nº de visitantes da Mostra de Poesia ‘‘Meio Ambiente’’ durante a Necapiana. Agosto 58 Semana Acadêmica do CCSE Entretanto, não podemos deixar de 55 agradecer a todas as pessoas que tem Setembro Oficinas Internas do Necaps contribuído direta e indiretamente com esse VIII Jornada Intinerante do Necaps. Escola Honorato Filgueiras 173 Setembro sucesso. Nossa expectativa é que neste ano (Mosqueiro) de 2009 possamos superar nossas próprias I Ciclo de Diálogos Cientificos do Necaps: Trajetórias Científicas. ‘‘O Setembro 36 marcas, não apenas no sentido numérico, Papel da Monitoria na Formação do Pesquisador’’ mas no sentido da qualidade acadêmica. Nº aproximado de visitantes nos trabalhos apresentados no Outubro 60 Para isso, temos que, mais do que nunca, FORPEEXP arregaçar as mangas, trabalhar e viver a 21 Mesa Juventude e Subjetividade: Conflitos, Violência e Não Violência Novembro frase famosa de Mahatma Gandhi que nos Dezembro I Encontro de Educação Ambiental em Contextos Escolares 145 inspira, “Somos a Mudança que Queremos Dezembro Festa de Confraternização do Necaps 60 Ver”.

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Informativo

O Sopro Balanço de Participações em Atividades do Necaps no ano de 2008

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NECAPS Informativo Bimestral do Núcleo de Estudos em Educação Científica, Ambiental e Práticas Sociais-NECAPS/UEPA-Ano II - Nº 2 - Belém (Pa) - janeiro/2009 - Editor:Maria de Jesus da Conceição F. Fonseca

A profª. Dra. Maria de Jesus

I Encontro de Educação Ambiental em Contextos Escolares se encerra com a Implantação de Fórum Permanente

(coordenadora do Necaps) O Núcleo de Estudos em Educação Cientifica, Ambiental e Práticas Sociais - NECAPS realizou nos últimos dias 9, 10, 11 e 12 de dezembro o “I Encontro de Educação Ambiental em contextos escolares”. O evento contou com a participação de educadores, pesquisadores entre outros profissionais. O evento encerrou com a instalação do Fórum Permanete de Educadores Ambientais.

socializa a proposta pedagógica do Núcleo de Estudos em Educação Cientifica, Ambiental e Práticas Sociais - Necaps em construção desde sua implantação na Universidade do Estado do Pará UEPA. Pág. 2

UM ‘‘BORRAR DE FRONTEIRAS’’ ENTRE EDUCAÇÃO, CULTURA E VIDA INDÍGENA

Giza Carla de M. Bandeira - Mestranda em Educação. Estagiária do Necaps.

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e modo geral, os indígenas compreendem o universo de maneira distinta de uma sociedade ocidental. Como povos culturalmente diferenciados, os indígenas atribuem nomes a coisas que possuem um sentido em determinado contexto na aldeia, experiências vívidas imbuídas de significados práticos, objetivos. Em qualquer sociedade, o universo é objeto de pensamento, o que dá origem a conhecimentos práticos necessários aos fazeres cotidianos que impulsionam a vida (LÉVI-STRAUSS, 1989). Compreendo, a partir de Lévi-Strauss (op. cit.), que os indígenas consideram útil ou interessante determinada coisa do universo porque a conhece, pois as coisas são utilizadas (fazem parte do sistema cultural) porque são conhecidas. Entre esses povos, os conhecimentos são delineados pela cultura e repassados por meio da tradição. A cultura lida com significados mediados pela tradição de reinventar os gestos culturais por meio dos processos educativos, pois todas as formas de apreensão da realidade, formas que um sujeito aprende e faz dele membro de determinada comunidade constitui processos educativos.

Essa definição de processos educativos relacionados à tradição nos leva ao risco de confundir conceitos muito próximos: educação e cultura. Noção esta, de educação, que ultrapassa os espaços escolares e alcança sociabilidades diversas, numa perspectiva de educação que “borra fronteiras” com a vida em si. Essa idéia desvela uma noção de educação como cultura, para a qual trago os moldes da vivência indígena como referência. Se, por longo período na história do conhecimento, a humanidade pensou a educação apenas em lugares institucionalizados de ensino, hoje se supera esse paradigma de educação com a difusão de conceitos e expressões como “Educação da Cultura”, “Pedagogia do Cotidiano”, “Estudos do Cotidiano e Educação”, etc. Esses termos ganharam visibilidade principalmente a partir do momento em que conhecimentos ditos do cotidiano, outrora taciturnos, passaram a ser relacionados ao termo “senso comum”. Mas não quero tratar do conhecimento indígena como “senso comum”, visto que a esta categoria a ciência parece relegar um bojo de “teorias” menores do que os “grandes achados científicos” - Isso caracterizaria arrogância e um etnocentrismo exacerbado! Os conhecimentos indígenas são práticos, significativos à vida, portanto éticos. O conhecimento do índio não pode ser menor do que aquele saber que encontro na academia, visto que sua ética se fundamenta nas práticas culturais (LEFF, 2003). A ética do conhecimento indígena tem sua base nos sentidos e significados atribuídos às coisas de / em seu contexto, o

que desvela, no caso da América, um perspectivismo ameríndio como construto de uma noção própria de humanidade, diferenciada da noção da sociedade ocidental. Por exemplo, a maioria dos grupos indígenas baseia suas sociabilidades em contações de mitos, histórias jamais postas em dúvida pela comunidade, verdades absolutas. “O uso de estórias é absolutamente pedagógico” (FREIRE, 2004, p. 43). Mas, para os indígenas, não há nisso uma teoria, uma epistemologia, o que há é o mundo como ele é e como é compreendido, portanto “essas culturas são eminentemente pedagógicas” (idem), a educação é intrínseca ao viver, porque o ato de educar para a cultura é totalmente atrelado à própria vida. REFERÊNCIAS: FREIRE, Paulo. Pedagogia da tolerância. São Paulo: Editora UNESP, 2004. LEFF, Enrique. (coord.) A complexidade ambiental. São Paulo: Cortez, 2003. LÉVI-STRAUSS, Claude. O pensamento selvagem. 2ªed. Campinas, SP: Papirus, 1989.

Gilmar de Andrade Ferreira. Graduando do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia - UEPA, monitor da disciplina ‘’Planejamento e Avaliação’’, do CCSE e estágiario do Necaps.

Ivanilde Apoluceno de Oliveira fala sobre o Fórum Mundial de Educação realizado em Belém nos dias 26 e 27 de janeiro, no Hangar.

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Destaque na Produção do Conhecimento Homenageamos a profª. Dra. Josebel Akel Fares (Coordenadora do Grupo de Pesquisa Culturas e Memórias Amazônicas - CUMA) pela sua contribuição a produção do conhecimento em ‘‘Poéticas Amazônicas’’.

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D e s d e a institucionalização do Necaps pelo CONSUN em 2005, e após muita insistência, o Núcleo conseguiu a lotação de dois funcionários e a implantação da secretaria tão esperada.

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LEIA MAIS: Balanço de Participações em Atividades do Necaps no ano de 2008 Necaps faz um balanço muito positivo de suas atividades desenvolvidas em 2008.

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Espaço Discente A mestranda em Educação da UEPA e estagiária do Necaps, Giza de M. Bandeira discute sobre as fronteiras entre Educação, Cultura e Vida Indígena.

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Belém (PA), janeiro de 2009.

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A PROPOSTA PEDAGÓGICA DO NÚCLEO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO CIENTÍFICA, AMBIENTAL E PRÁTICAS SOCIAIS - Necaps

O FÓRUM MUNDIAL DE EDUCAÇÃO EM BELÉM

Profª. Drª. Maria de Jesus da Conceição Ferreira Fonseca Desde sua implantação, o Núcleo de Estudos em Educação Científica, Ambiental e Práticas Sociais (Necaps) tem incentivado a realização de atividades de iniciação científica em contextos formais e nãoformais de educação. Assim, vem trabalhando na consolidação de uma proposta pedagógica que congrega ações de ensino-pesquisa-extensão de forma integrada dirigidas à educação da juventude. O trabalho pedagógico realizado pelo Núcleo toma a realidade local e o interesse por sua compreensão como caminho para ação educativa e a aprendizagem. Busca, portanto, promover formação ampla (social, cultural, econômica, política e ambiental) que impulsione o cidadão a lutar pelos direitos de cidadania e emancipação social sustentado pela compreensão crítica dos conhecimentos científicos e saberes diversos de grupos sociais atuantes em espaços amazônicos. A proposta pedagógica apresenta como pressupostos: a iniciação científica, a indissociabilidade entre teoria e prática, a interdisciplinaridade e a valorização do ambiente. Com tais pressupostos, pretende-se que os participantes dos programas desenvolvidos pelo Núcleo, ampliem sua compreensão sobre a realidade e possam nela intervir, a partir de um processo permanente de reflexão – ação – reflexão. No Necaps cada um e todos são protagonistas da construção coletiva dos sentidos que orientam as práticas educacionais trabalhadas, a partir de temas de ciência, ambiente e saúde. Vivenciar um trabalho educativo, no qual se constrói a unidade na diversidade se constitui um desafio e matéria prima necessária para qualificar o processo de ensinar e aprender. Assim, a rica interação estabelecida nos diversos grupos de trabalho, na qual as vozes são ouvidas e os saberes trocados contribuem para a formação de cidadãos e cidadãs capazes de entender a sociedade em que vivem e instigam seus participantes à realização de ações transformadoras capazes de mudar valores existentes. Nessa vivência, busca-se respeitar o pensar do outro, o compartilhar de idéias e ideais, debater e negociar novos sentidos, elaborar e desenvolver práticas educativas circunscritas nas necessidades dos sujeitos envolvidos e a compreender de forma mais clara o papel social do educador(a). É importante dizer que a proposta educativa do Necaps é uma prática em construção e como tal sujeita a todas as incoerências própria de quem busca construir um caminho.

Informativo

O Sopro

Profª. Drª. Ivanilde Apoluceno de Oliveira – UEPA

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elém foi sede do Fórum Mundial de Educação, realizado nos dias 26 e 27 de janeiro de 2009, no Hangar. Este Fórum se constituiu em uma preparatória para o Fórum Social Mundial, trazendo para discussão os eixos temáticos: Educação, Desenvolvimento, Economia Solidária e Ética Planetária; Educação Cidadã: Inclusão e Diversidade; Educação, Direitos Humanos, Cooperação e Cultura de Paz; Educação, Meio Ambiente e Sustentabilidade; Educação de Jovens e Adultos na Perspectiva da Educação Popular e Educação Emancipatória no contexto da comunicação e das tecnologias. O Fórum Mundial de

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esde a institucionalização do Necaps pelo CONSUN, em 2005, a coordenação do Núcleo buscou junto as instâncias administrativas do CCSE a lotação de pelo menos um técnico-administrativo para responder por sua secretaria acadêmica, órgão previsto na estrutura organizacional, de acordo com o Art. 6º, do seu Regimento. Finalmente, após muita insistência, conseguimos a lotação requerida e com ela implantar a Secretaria tão esperada. Hoje, o Necaps conta com dois funcionários: a Selma Zilda da Silva Lameira Barbosa, responsável por coordenar as atividades inerentes à função de secretária do setor, de acordo com o previsto no Regimento do Núcleo e o Jefferson Robson Araújo de Souza com a função de coordenador das atividades de ensino, pesquisa e extensão. A implantação da Secretaria marca uma nova fase do Necaps, na medida em que o suporte administrativo qualifica as atividades do Conselho Técnico Científico, dos grupos de trabalho, da coordenação, dos

Educação oportunizou aos Paraenses tratarem de questões educacionais em nível mundial como também as específicas de sua população ribeirinha, indígena, quilombola, assentados, entre outras. Leonardo Boff, Moacir Gadotti, Marina Silva e Carlos Rodrigues Brandão foram presenças significativas nas mesas de debates. Com 9.500 pessoas inscritas o Fórum mobilizou instituições governamentais, movimentos sociais e educadores/as do Brasil e de diversos países do mundo. A Universidade do Estado do Pará se fez presente no comitê organizador com Tânia Regina Lobato dos Santos, Ivanilde Apoluceno de Oliveira, Nazaré Cristina Carvalho, Sérgio Roberto Moraes Corrêa e João Colares da Mota Neto. O Fórum contou em sua programação com mesas redondas, sessão de pôster, atividades culturais e debate sobre os eixos temáticos, que culminou na sistematização de propostas para subsidiar as políticas públicas e as ações dos movimentos sociais. O Fórum Mundial de Educação foi uma festa de cores, de etnias, e, sobretudo, um espaço intercultural e de confraternização, congregando educadores/as em torno de um objetivo comum: a luta por uma educação pública e de qualidade para todos/as.

pesquisadores e dos estagiários (bolsistas e voluntários). Com a instalação da Secretaria estamos ‘‘arrumando a casa” e nessa arrumação verificamos que muito ainda nos falta: mesas, cadeiras, armários, arquivos, estantes dentre outros materiais. Entretanto, essa é uma nova luta.

? Jefferson Robson Araújo de Souza: funcionário

da UEPA desde 2000, graduando no curso de Oceanografia – UFPA. Coordenador de Projetos do Necaps. ? Selma Zilda da Silva Lameira Barbosa: funcionária da UEPA desde 1988, antiga FAED. graduanda em Licenciatura em Pedagogia – UVA. Responsável pela Secretaria do Necaps.

Informativo

O Sopro

Belém (PA), janeiro de 2009.

I Encontro de Educação Ambiental e m C o n t ex t o s E s c o l a re s s e encerra com a implantação de Fórum Permanente

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om a preocupação de fazer avançar a Educação Ambiental em âmbito escolar e abrir possibilidades de aprimoramento profissional, o Núcleo de Estudos em Educação Científica, Ambiental e Práticas Sociais- Necaps realizou no período de 9 a 12 de dezembro de 2008, de 18:30 às 22h, no auditório do Centro de Ciências Sociais e Educação, o I Encontro de Educação Ambiental em Contextos Escolares. O tema do Encontro intitulado ‘‘ Educação Ambiental na Escola: possibilidades e desafios’’, possibilitou que educadores, pesquisadores, estudantes, dentre outros profissionais, discutissem questões diversas relacionadas à inserção da educação ambiental em âmbito escolar, bem como ações desenvolvidas nos diversos níveis de

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este número, homenageamos a Profª. Dra. Josebel Akel Fares pela sua contribuição à produção do conhecimento em ‘‘poéticas amazônicas’’. A profª. Josebel é Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2003); Mestra em Letras: Teoria Literária pela Universidade Federal do Pará (1997). Atualmente, é professora adjunto da Universidade do Estado do Pará/ Departamento de Artes e Programa de PósGraduação (mestrado) em Educação. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura. Pesquisa principalmente temas ligados à Amazônia, como poéticas orais, cultura, literatura, educação e leitura. Coordena o Grupo de Pesquisa Culturas e Memórias Amazônicas (CUMA- UEPA) e participa do Núcleo de Educação Popular (NEP- UEPA); Centro de Estudos da Oralidade (PUC/SP); Estudos de Narrativas na Amazônia (UFPA), todos filiados ao Diretório dos Grupos de Pesquisa do Brasil (CNPQ). Membro de entidades científicas, tais como a Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Letras e Lingüística (ANPOLL/ GT de Literatura Oral e Popular), a Associação de Pesquisa e Pós Graduação em Educação (ANPED) e a Associação Brasileira de Literatura

ensino, considerando que as experiências em Educação Ambiental vem se multiplicando e hoje tomam novas expressões. A programação diversificada do Encontro (conferência, mesas temáticas, comunicações orais, práxis pedagógicas, atividades culturais e lanche coletivo) agradou os participantes que permaneceram, em sua maioria, até a última atividade da noite. Compreendendo que o enraizamento da Educação Ambiental na escola,

Comparada (ABRALIC). Principais Publicações: ? Memórias, cultura é memória. Revista Intermídias.com (Online), v. 8, p. 01-12, 2008. - Memórias de cidades amazônicas: Belém em histórias antigas - In: Maria do Socorro Simões. (Org.) Ensino, Pesquisa e Extensão: reflexões e práticas científico-acadêmicas. BELÉM: EDUFPA, 2008, p.199- 214 ? Representações poéticas das águas amazônicas. Organon (UFRGS), v. 42, p. 213-232, 2007. ? Imagens da matinta perera em contexto amazônico. Boitatá - Revista do GT de Literatura Oral e Popular da ANPOLL, v. 03, p. 01-17, 2007. ? Memória e Arte, itinerários cruzados: notas sobre experiências de pesquisa e extensão no Pão de Santo Antônio. Multiplicações, v. 2, p. 99-104, 2007. ? O Museu do Marajó: viagem, acervo, entrevista com Giovanni Gallo. Revista Cocar, v. 1, p. 69-91, 2007. ? Negritude e Modernidade na Poética de Bruno de Menezes: Anotações de Leitura. Asas da Palavra (UNAMA), v. 10, p. 87-97, 2006. ? Diversidade Cultural: temas e enfoques. (org.) Belém: EDUNAMA, 2006. v. 06. 390 p. ? Noções geográficas para entender a leitura dos espaços encantados. In: Maria do Socorro Simões. (Org.). Revisitando o Marajó: um arquipélago sob a ótica da ciência, educação, cultura e biodiversidade. BELÉM: EDUFPA, 2006,p. 9-176. ? Dos campos de Cachoeira a Belém do Grão Pará. Leitura: Teoria e Prática, Campinas/ SP, v. 23, n. 44, p. 13-25, 2005. ? Imagens da mitopoética amazônica: um memorial das matintas pereras.

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perpassa por ações continuadas e múltiplos atores, os participantes do I Encontro de Educação Ambiental em Contextos Escolares instalaram o Fórum Permanente de Educação Ambiental em ambientes escolares, sob a coordenação do Necaps, se constituindo em mais um espaço catalisador de esforços político e pedagógico em prol da inserção qualificada da Educação Ambiental nos diversos níveis de ensino, especialmente na Amazônia Paraense. A instalação do Fórum causou imensa alegria a todos nós Necapian@s, pela oportunidade de participar de um movimento organizado por docentes de diversas áreas, que buscam dentre outras atividades, promover discussões, reflexões e realização de ações coletivas em prol da inserção qualificada da Educação Ambiental nos diferentes níveis de escolarização. Outro aspecto que nos anima muito é o fato do Fórum favorecer uma articulação concreta entre a Universidade e a Escola Básica, contribuindo para o repensar das práticas formativas do Necaps-CCSE-UEPA.

Comunicação universitária, Universidade do Estado do Pará, v. 6, n. 4, p. 1-20, 2005. ? Dos campos de Cachoeira a Belém do Grão Pará: encontro de vozes em Dalcídio Jurandir. Asas da palavra, Belém: UNAMA, v. 08, n. 17, p. 131-140, 2004. ? Imagens poéticas das águas amazônicas. Asas da palavra, Belém: UNAMA, v. 06, n. 18, p. 17-28, 2004. ? "Os mortos" de James Joyce: cinema e literatura. Asas da palavra, UNAMA / Belém, v. 6, n. 14, p. 107-114, 2003. ? Intertextos do olhar em Jogos Infantis de Haroldo Maranhão. Revista Olhar, São Carlos/ SP, v. 7, p. 35-48, 2003. ? Abre-te Sésamo! Ou por uma poética da oralidade em sala de aula. Asas da Palavra, UNAMA / Belém, v. 7, p. 107-109, 1997. ? Nos guardados da memória. Moara Revista dos Cursos de Pós Graduação em Letras da UFPA, UFPA / Belém, v. 5, p. 1-6, 1995. ? Barcos de papel. Revista Boca de Forno, Livraria Fadas e Duendes/Belém, v. 1, p. 4-4, 1993. ? Texto e pretexto: experiência de educação contextualizada a partir da literatura produzida por autores amazônicos. 2. ed. Belém: CEJUP, 1991. v. 2. 271 p. ? Do texto ao texto: gramática, leitura e criação. Belém: SEDUC/ CEJUP, 1994. v. 2. 252 p. ? Texto e pretexto, experiência de educação contextualizada a partir da literatura produzida por autores paraenses. Belém: SEMEC,1988. v. 4. 268 p. Informativo

O Sopro Editor: -Maria de Jesus da C. Fonseca Coordenação: -Vitor Sousa Cunha Nery Projeto gráfico/Diagramação: -Lídia da Silva Gomes -Waléria de Matos Almeida Revisão: -Fernanda Sousa de Jesus

Tiragem: - 500 GT de Educomunicação: - Gilmar de Andrade Ferreira - Lídia da Silva Gomes - Vitor Sousa Cunha Nery - Waléria de Matos Almeida Impressão: -Gráfica CCSE-UEPA


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