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Ano 1 No 4 Dezembro/2011

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o Entrevista

MARCOS MENEZES: “PRECISAMOS DE UMA LEGISLAÇÃO PARA O SETOR DE SEGURANÇA ELETRÔNICA ”

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Security Show

ENCONTRO DE ESPECIALISTAS

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Editorial Ano 1

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Mercados

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o cenário brasileiro de segurança digital sobressaem aos olhos do público as grandes feiras do setor, com seus milhares de metros quadrados sempre ocupados por estandes de empresas nacionais e estrangeiras, que veem nesses encontros a oportunidade de mostrar suas novidades a um enorme e heterogêneo público. Muito além dos números estratosféricos, esses são encontros que servem como termômetro para a movimentação do setor de Security no país. E, como sempre, a temperatura nesses eventos é borbulhante. No entanto, longe de serem considerados menores, os eventos regionais promovidos por empresas de norte a sul do país nos apontam para uma realidade: o mercado de segurança eletrônica está efervescente muito além das grandes capitais. Mesmo em locais mais distantes, como a região Nordeste ou Norte, como no Centro Oeste e na região Sul, o desejo dos profissionais em conhecer mais sobre as novas tecnologias e equipamentos movimenta as pessoas a comparecerem em número aos encontros – sejam aqueles realizados sob os holofotes da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança) como outros que são patrocinados por um conjunto de empresas que buscam discutir as soluções para os problemas particulares que suas regiões apresentam. Esse é o caso do Security Show e do IP Convention, que já chegam a várias edições e se mostram, a cada ano, mais assertivos em seus objetivos, tanto para o debate de segurança como para a formação de um novo público que vislumbra no setor um horizonte repleto de desafios a serem vencidos. Para aqueles que acompanham de perto o mercado de segurança, as iniciativas têm apontado para a única saída disponível para combater a invasão de produtos de baixa qualidade no mercado nacional e os prejuízos milionários que essa prática perversa traz ao consumidor final: o conhecimento. Dessa forma, além desses eventos pontuais, praticamente todas as empresas de segurança têm se preocupado com a qualificação da mão de obra e em oferecer treinamento constante ao seu pessoal e melhores produtos ao consumidor final. Desse anseio resultam treinamentos e workshops que, mesmo sendo peças de um ambiente menor, contribuem muito para fazer do mercado brasileiro um polo que se paute pela qualidade tanto de produtos como também de serviços. Hoje, o consumidor final conhece melhor o mercado e, em muitos casos, sabe o que deseja. Em outros, quando há dúvida sobre qual o melhor equipamento ou sistema a ser instalado, cabe ao técnico e aos engenheiros apontarem ao cliente final a melhor solução. Ao optarem por bons projetos, produtos de procedência conhecida e excelência no atendimento e apoio ao cliente, prestam um inestimável serviço para varrer para fora do Brasil os produtos de baixa qualidade. Ainda há muito que fazer para recuperar todo o estrago semeado por anos a fio de desinformação e desrespeito ao consumidor final. Aos poucos, todos se conscientizam de que sistemas de CFTV de baixa qualidade, que são incapazes de detectar com nitidez uma presença indesejável, não cumprem o papel para o qual foram projetados. E, consequentemente, não servem para nada. Estamos numa fase propícia para reverter esse quadro e colocar de vez o nome do Brasil no rol da excelência e aproveitar esse ambiente favorável é nossa obrigação. Para isso, estudar, buscar informações e a qualidade a todo custo é fundamental. A cada dia que passa mostramos nossa capacidade de absorver conhecimento e renovar o mercado com soluções bem projetadas. Prova de que nossos polos tecnológicos e encontros regionais (considerados erroneamente menores) cumprem seu papel com perfeição.

Presidência & CEO Victor Hugo Piiroja e. victor.piiroja@vpgroup.com.br Gerência Geral Marcela Petty e. marcela.petty@vpgroup.com.br Financeiro Rodrigo Oliveira e. rodrigo.oliveira@vpgroup.com.br Atendimento Geral Bruna Oliveira e. bruna.oliveira@vpgroup.com.br Designer Débora Becker e. debora.becker@vpgroup.com.br Web Designer Robson Moulin e. robson.moulin@vpgroup.com.br Sistemas Wander Martins e. wander.martins@vpgroup.com.br Marketing Ironete Soares e. ironete.soares@vpgroup.com.br Editor e Jornalista Responsável Eduardo Boni (MTb: 27819) e. eduardo.boni@vpgroup.com.br Publicidade – Gerente de Contas Christian Visval e. christian.visval@vpgroup.com.br ........................................................................................................... Digital Security Online s. www.digitalsecurity.com.br Tiragem: 20.000 exemplares Impressão - HR Gráfica ...........................................................................................................

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Eduardo Boni Editor

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Proteção e respeito Condomínio na Mooca monta sistema de CFTV IP de alta definição com equipamentos de última geração da Avigilon Por Eduardo Boni

O monitoramento das câmeras Avigilon está presente também na área destinada ao playground

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questão de segurança em condomínios residenciais é uma das que mais preocupa os cidadãos em todo o país. Não é de hoje que, por falta de um sistema eficiente de videomonitoramento, mesmo os edifícios de alto padrão, localizados em áreas nobres das grandes metrópoles sofrem com invasões e roubos, sem que praticamente nada possa ser feito para impedir a ação dos criminosos. Apesar de nunca terem sofrido com algo parecido, os moradores do Mooca Condominium Club – conjunto residencial projetado em duas torres e inaugurado nesse bairro em 2010 – o síndico propôs a criação do Comitê de Segurança formado pelos próprios moradores, ideia prontamente aceita, uma maneira inteligente de zelar pela sua integridade física e sua própria segurança. Entre as decisões tomadas por essa comissão estava a de implementar um sistema de segurança eletrônica no condomínio, o que foi feito este ano pela integradora FCF em parceira com a distribuidora Policom, de São Paulo, um ano após a inauguração do edifício residencial. Depois de um diagnóstico realizado pela Policom São Paulo em

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parceria com a integradora, ficou decidido que a melhor solução seria apostar em um sistema de CFTV IP de alta definição, além da necessidade de adequação da infraestrutura deixada pela construtora, que era insuficiente para atender as necessidades de videomonitoramento de alta definição das câmeras responsáveis pela segurança perimetral, das entradas e das áreas comuns. A ideia foi de André Mendonça Palmuti, o atual síndico do condomínio, que solicitou propostas a empresas especializadas em CFTV. De acordo com ele, as propostas eram muito diferentes entre si, o que tornou difícil o trabalho de escolher o melhor projeto. Entre os projetos apresentados, o da Policom São Paulo foi o vencedor por mostrar de forma clara as diferenças entre os tipos de câmeras disponíveis no mercado. “Nós apresentamos ao cliente filmagens do local comparando a solução Avigilon com algumas soluções analógicas e IPs disponíveis no mercado, o que tornou ainda mais evidente a diferença na qualidade de imagem e dos recursos disponíveis nos equipamentos da marca”, explicou Sandro Gonçalves de Souza, diretor comercial da Policom São Paulo. O executivo da empresa lembra que o fator importante para o

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Ao todo foram instaladas 45 câmeras, que estão dispostas em ambientes como a área de recepção do condomínio.

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Nas áreas externas as câmeras têm iluminadores IR e são protegidas por caixas. Tem padrão IP 66, ideal contra poeira e água

sucesso do empreendimento foi a consciência dos integrantes do Comitê sobre a importância de se investir em um sistema de CFTV de boa qualidade. “Sabemos que na grande maioria dos projetos residenciais o custo sempre é o ponto mais critico, o que acaba forçando a compra de sistemas com qualidade duvidosa. Neste projeto o custo foi um fator importante, mas a exigência por nitidez e qualidade, felizmente, não foi menosprezada”. Para o Comitê de Segurança do Mooca Condominium Club essa foi a melhor solução, conforme lembra Palmuti. “Fizemos a opção com base na qualidade técnica do projeto e, por isso, convidamos a Policom São Paulo a participar do projeto. Dessa forma, obtivemos uma consultoria técnica e diferenciada, inclusive com testes de vídeo da área do condomínio, sem qualquer custo”, ressalta.

O monitoramento começa na guarita, localizada na entrada do condomínio

A solução Avigilon tornou ainda mais evidente a diferença na qualidade de imagem e dos recursos disponíveis nos equipamentos da marca em relação à concorrência

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Opção pela qualidade O Mooca Condominium Club tem uma área total de quase 39 mil metros. Portanto, garantir a segurança dos moradores e preservar o patrimônio num espaço tão grande não é tarefa das mais fáceis. Para dar conta desse nível de exigência, a FCF Integradora tomou todos os cuidados na instalação. No total são 33 câmeras Avigilon de 1 e 2 Megapixel H264 ONVIF com cabeamento UTP categoria 6. Nas áreas externas câmeras têm iluminadores IR e são protegidas por caixas. Além disso, tem padrão IP 66, o que as protegem de poeira e água. Além das 33 câmeras IP de alta definição o condomínio conta com mais 12 câmeras analógicas, posicionadas nas áreas comuns do condomínio, que abriga 132 apartamentos distribuídos em duas torres – nas quais ainda se encontram toda a área de lazer e as comodidades que fazem do espaço um clube. “Para cobrir toda essa área tivemos a vantagem da aplicação de sistema IP. Com ele pudemos fazer uso das câmeras PoE (Power over Ethernet), que acabaram por minimizar investimento em infraestrutura, por causa da economia energética, já que a alimentação dos equipamentos pode ser feita com energia elétrica enviada via cabo de rede”, explicou Heberty Franclin Silva, diretor do Grupo FCF, que fez toda a instalação do sistema.

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A entrada e saída de veículos é monitorada por modelos IP de 2 megapixels com padrão H.264 ONVIF

Mesmo nas áreas internas do condomínio, é comum a presença das câmeras senta preço competitivo”, explicou o executivo da Policom SP. Para completar a instalação, os switches CISCO 10/100/1000 fazem o gerenciamento da rede cat.6 dedicada ao sistema de CFTV IP instalado. “Esta é a primeira aplicação da tecnologia Avigilon no Brasil em um condomínio residencial. O projeto total levou dois meses para ser concluído e teve um investimento total de R$ 200 mil pelo condomínio”, recorda o gerente comercial da Policom. Além do aspecto técnico, um dos pontos chave para Policom São Paulo e FCF vencerem a concorrência foi o esforço conjunto em viabilizar o pagamento parcelado do projeto.

Qualidade a cada pixel O Mooca Condominium Club está repleto de câmeras dome IP de alta definição. Esses modelos são capazes de captar 30 imagens por segundo em resoluções de 720p e 1080p em 16:9 Ele lembra ainda que, para fazer o atendimento das 12 câmeras analógicas mini dome de 540 linhas estão instaladas nos elevadores e nas garagens. Elas estão conectadas aos encoders da Avigilon, o que proporcionou ganho na qualidade da imagem e permitiu converter o sinal para digital, de forma a permitir que as imagens também sejam armazenadas no NVR (Network Video Recorder) das câmeras IP. Entre as etapas do projeto estavam a construção de uma cerca elétrica, o projeto linear de controle de acesso e CFTV com sistema de gravação em NVR Avigilon de 5 Terabytes. Todo o cabeamento Categoria 6 necessário aos sistemas é da Tyco AMP NetConnect, com todos os pontos certificados com DTX 1.800 da Fluke Networks. Conforme lembra Sandro da Policom SP, esse tipo de cabeamento da TE Connectivity (novo nome da Tyco Electronics) é um dos mais consumidos no país por conta de seu custo-benefício. “Ele foi uma escolha perfeita para este projeto: tem performance técnica excelente, é marca reconhecida e apre-

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Todo o projeto do Mooca Condominium Club foi baseado no conceito de pixel por metro, um formato diferente dos projetos habituais. Ele considera a largura de cada da cena de cada ambiente, enquanto que os projetos convencionais fazem o posicionamento das câmeras levando em conta somente a abrangência das lentes em relação às distâncias a serem cobertas. Como explica Sandro Gonçalves de Souza, um pixel é geralmente considerado como o menor componente de uma imagem digital. E a definição de pixel é dependente muito do contexto no qual a palavra está inserida. “Podemos falar em pixels transportados por sinais eletrônicos, representado por valores digitais, pixels em dispositivos de exibição como monitores ou pixels presentes nos elementos fotossensores de uma câmera digital. De forma prática, o conceito de pixel por metro permite, por exemplo, com 164 pixels por metro, a identificação de uma pessoa ou objeto que ela esteja carregando”. Outro ponto que mereceu atenção durante a fase de diagnóstico e projeto diz respeito à questão estética, para não alterar o projeto arquitetônico. “Nesse aspecto, o design das câmeras Avigilon também ajudaram ao projeto, pois o resultado final foi uma instalação elegante, que contribuiu para manter a arquitetura diferenciada do condomínio”, enfatiza Sandro.

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Monitoramento diferenciado

O movimento e as imagens captadas pelas câmeras são processadas imediatamente e armazenadas por 20 dias, na mesma qualidade em que foram captadas

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om um empreendimento diferenciado para a região, o Mooca Condominium Club inovou com o seu conceito de condomínio-clube. Para garantir que todo o sistema de videomonitoramento funcione corretamente, há uma central de segurança que conta com um rack de 19 polegadas, no qual estão concentrados os switches, o servidor e os encoders da Avigilon que atendem 12 câmeras analógicas. “Para balancear a carga de energia, as caixas com iluminadores IR (Infravermelho) receberam alimentação elétrica via três switches PoE (Power over Ethernet) são modelo Micronet SP6005P4 10/100M de 4 portas, com a função específica de fornecer energia para os iluminadores IR. O software Avigilon Control Center está instalado no servidor de 5 Terabytes e é acessado pelos via rede UTP. A visualização das câmeras é feita através de dois monitores de 22 polegadas. “O software Avigilon Control Center é fácil de operar, totalmente em português e oferece até 36 sinais de vídeo por monitor. A exportação é intuitiva e permite acesso remoto via browser, iPad e iPhone”, explica Sandro.

O coração do sistema inclui um servidor NVR de 5 Terabytes e cabeamento Categoria 6. Switches da CISCO fazem o gerenciamento da rede cat.6 dedicada ao sistema de CFTV.

O software O software Avigilon Control Center é uma plataforma de segurança distribuída em rede preparada para capturar, gerenciar e armazenar vídeo monitoramento multi-megapixel de alta definição, com gerenciamento eficiente de largura de banda e armazenamento. O Avigilon Control Center grava e gerencia áudio e vídeo de toda a linha de câmeras IP 1 a 29 megapixel. Além disto, o sistema pode acomodar câmeras analógicas PTZ, câmeras analógicas convencionais, encoders e câmeras IP de outros fabricantes do mercado. A gravação redundante de múltiplos NVRs permite um espelhamento total ao vivo de todos os vídeos em alta definição. A função fail-over garante gravação ininterrupta se um NVR ficar indisponível. Funções integradas de backup e restauração permitem que os vídeos HD gravados de múltiplas câmeras sejam transferidos de modo seguro de um NVR em um agendamento definido. A gravação redundante de múltiplos NVRs permite um espelhamento total ao vivo de todos os vídeos em alta definição. A função fail-over garante gravação ininterrupta se

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um NVR ficar indisponível. Funções integradas de backup e restauração permitem que os vídeos HD gravados de múltiplas câmeras sejam transferidos de modo seguro de um NVR em um agendamento definido. Aloque mais capacidade de gravação para eventos recentes e compacte gravações antigas para maximizar o aproveitamento, utilizando a função Avigilon HDSM Data Aging. A interface avançada de linha de tempo aliada à diferenciada capacidade de “arraste e zoom” permite controle do vídeo gravado de alta definição, sejam avançando ou retrocedendo com variação de velocidade de até 8x o tempo real. Um sistema de rápida atualização de vídeo gravado permite navegação ágil e intuitiva para identificar eventos chave e mudanças súbitas nos ambientes. Outra vantagem do software está em preservar os investimentos já realizados pelo cliente. “Esse software oferece a oportunidade de construir um sistema híbrido, que permite uma migração financeiramente coerente do analógico para o megapixel. Ele tem uma interface poderosa, intuitiva e fácil de usar, permitindo aos operadores responder e avaliar eventos com eficiência, com o mínimo treinamento”, finalizou.

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Case Avigilon na Digital Security #04  

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