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Cristina Schumacher | Inglês Urgente! Para Brasileiros - Edição Revista e Atualizada. Copyright© 2013 - Amostra Grátis.


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Prefácio

Segundo blague famosa do poeta Heinrich Heine, “os romanos não teriam tempo de conquistar o mundo se tivessem de estudar latim”. Com o mesmo humor, e com mais pertinência, podemos afirmar que não teríamos tempo de corresponder aos ditames, metas, expectativas, desafios e oportunidades do século XXI se tivéssemos de aprender inglês com as exigências semânticas e culturais com que, tantas vezes, esse idioma é ensinado no Brasil. Cristina A. Schumacher procura desvencilhar a grande língua universal de nosso tempo de seus atributos históricos e regionais – por válidos que sejam. Cristina é a primeira, pelo que sei, a explorar abertamente todas as vantagens e consequências da globalização da língua inglesa, como recurso planetário de comunicação humana – e não mais como expressão ou veículo da cultura anglo-americana, seja a do American way of life, ou a dos arroubos mais sublimes do teatro elisabetano. Orígenes Lessa disse-me, certa vez – talvez como reação ao esnobismo de certos executivos brasileiros da agência americana em que trabalhávamos –, que considerava “sinal de burrice” um adulto aprender a falar com perfeição (inclusive em termos de sotaque) qualquer língua estrangeira. Sem dúvida, o esforço que o indivíduo teria investido para atingir tal perfeição poderia muito bem ter sido empregado para aprender mais outra língua... Como cidadão razoavelmente viajado (conheço 82 países), casado com estrangeira, já rodei um bocado pelos cinco continentes para ter problemas de toda ordem com línguas. Permitam-me informar meus próprios critérios (que, por coincidência, reputo muito eficazes) para aferir se um indivíduo fala ou não determinado idioma – o inglês, por exemplo. Alguém pode afirmar que fala inglês quando é capaz de: 1 transmitir em velocidade normal de conversação qualquer pensamento seu, qualquer opinião, sobre qualquer assunto – e ser naturalmente entendido por pessoas de fala inglesa (erros gramaticais são absolutamente secundários); 2 pegar qualquer jornal ou revista, qualquer publicação do nível cultural que lhe seria compatível em sua língua materna – e entender satisfatoriamente sua leitura (ainda que desconheça um ou outro vocábulo); Cristina Schumacher | Inglês Urgente! Para Brasileiros - Edição Revista e Atualizada. Copyright© 2013 - Amostra Grátis.


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3 ao ouvir, eventualmente, a conversa privada de naturais de países de língua inglesa – britânicos, nova-iorquinos, australianos ou irlandeses – e acompanhar extensivamente todo o diálogo (ainda que perca, aqui ou ali, muitos detalhes). Esse é o inglês de que você, amigo leitor, precisa URGENTEMENTE – se acaso ainda não o tem! E que Cristina A. Schumacher torna disponível para seu aprendizado. O inglês URGENTE – arma da globalização e do novo Milênio! Impres-cindível e imediato. (Que, também, pode lhe garantir a base para, mais tarde, se quiser, vir a se deliciar com a musicalidade intraduzível de infinitas inspirações, como: a crack in the teacup opens a lane to the land of the dead – W. H. Auden. Mas isso já é outra história...)

ROBERTO MENNA BARRETO

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A Autora Autora brasileira de mais de vinte títulos de autoensino de idiomas, Cristina A Schumacher, através de seu profundo interesse, conhecimento e estudos sobre o tema, projetou sistemas e abordagens com foco na consciência da língua – o tornar-se consciente de como funcionam os idiomas. Através deste livro, Inglês Urgente para Brasileiros, um de seus best-sellers, Cristina marcou o início das publicações de autoensino de idiomas no Brasil. Hoje esse nicho editorial soma dezenas de títulos, em diversas editoras nacionais e internacionais. Além de português, língua materna, Cristina fala fluentemente inglês, francês, alemão e espanhol e tem conhecimentos acerca de diversos outros sistemas linguísticos. É coach, tradutora e avaliadora. Em sua empresa, a Alinca Comunicação Internacional, Cristina e sua equipe atuam desde 1997 na área de consultoria para o desenvolvimento de habilidades comunicativas e projetos especiais em línguas estrangeiras, principalmente o inglês, nas empresas.

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Sumário

INTRODUÇÃO

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PARTE I

INGLÊS: MITOS E DESCULPAS MITOS E DESCULPAS

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A

3 3

B

Desculpas de alunos 1 Não consigo aprender inglês. 2 Não tenho talento para aprender inglês. Tem gente que nasce com talento para aprender a tocar violão, estudar matemática, e tem gente que tem jeito para inglês. 3 Não gosto de aprender inglês. Odeio inglês. 4 Eu tenho que aprender inglês. 5 Não tenho tempo. 6 Não tenho dinheiro. 7 Não tenho tempo para estudar em casa, fazer o dever. 8 Tenho vergonha de falar inglês. 9 Inglês é muito difícil. Mitos de professores 1 Minha aula é (sempre) ótima. 2 Certos alunos não têm jeito mesmo. Ou Try ceramics! 3 Meu inglês é igual ao de um americano (ou inglês). 4 Estudo inglês há anos e já sei bastante. Ou, Ah, morei nos Estados Unidos um ano.

3 4 4 5 6 6 6 7 8 8 8 9 9

PARTE II

ERROS FREQUENTES DE BRASILEIROS 1

ERROS DE ESTRUTURA

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Omissão de sujeito ou objeto Uso de to be como auxiliar para fazer perguntas e negar no presente

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Omissão de auxiliares em negações e perguntas Acréscimo de for para expressar finalidade Emprego do pronome pessoal em orações subordinadas com ideia de finalidade e seu início sem to Desconhecimento da estrutura usada para indicar “ordens” a outra pessoa Posição equivocada do to be para perguntas em orações relativas Uso de have para expressar existência Desconhecimento da estrutura de frases comparativas Uso excessivo de the Uso de plural nos adjetivos Uso de plural em palavras que não o possuem Esquecimento da existência de plurais irregulares Dificuldade de usar ’s para expressar posses Dificuldade de empregar corretamente this/that-these/those Omissão de one(s) após adjetivos Uso de one como artigo indefinido Uso excessivo de more Desconhecimento do uso de either em negações Desconhecimento do emprego do pronome possessivo Uso equivocado de your para referir-se ao que pertence a ele/ela Confusão entre all e every Confusão entre very e many Emprego equivocado de other e another Uso de more em vez de else Uso equivocado da estrutura para indicar substituição Emprego equivocado de wanna, gonna etc. Omissão do sinal da terceira pessoa do singular Uso da forma do presente para expressar o passado Troca das formas had, have e has entre si Dificuldade de empregar o present perfect Uso equivocado de expressões com use para indicar hábitos Omissão do final ing em verbos após preposições Uso equivocado de to com modais Omissão de to em need e want + verbo Confusão no emprego de in, on, at Desconhecimento do uso de among Uso de from para of “Sempre que” não é expresso com always “Como” pode ser as, such as, like, how O verbo não conjugado exige to D the goal is to learn “Poder”, no infinitivo, não é can Negar no infinitivo ocorre sem don’t Como negar dentro das frases? A diferença entre “por que” e “por causa de” Como expressar generalidades? O uso de artigo com palavras incontáveis O uso de “dizer”, “falar”, “contar” ...

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Sumário

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Pronomes após preposições e como objetos Comparações e intensidades “Cada vez mais” não é expresso com each time Ordem das palavras A posição dos advérbios Verbos após preposições Criando orações subordinadas As preposições após os adjetivos podem não ser as mesmas que em português As preposições após os verbos podem não ser as mesmas que em português Concordando Ordem das palavras

82 84 86 87 88 90 91 93 94 96 97

Respostas dos exercícios

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ERROS DE VOCABULÁRIO A

B

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Cognatos – palavras de mesma raiz em inglês e português, mas com sentidos diferentes A1 Palavras que não significam em inglês aquilo que sua grafia evoca em português A2 Palavras que não significam em inglês apenas aquilo que sua grafia evoca em português Verbos que em inglês têm mais de uma equivalência B1 Ações expressas com uma palavra em português e desdobradas em mais de uma palavra em inglês

121 121 129 133 133

Respostas dos exercícios

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ERROS DE PRONÚNCIA A

B

C D

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Sons que não existem em português padrão A1 [TH] A2 [R] Sons graficamente representados (letras) com valores sonoros diferentes B1 Vogais B2 Contrações B3 [ H ] B4 [ T ] e [ D ] B5 [ CH ] B6 [ L ] B7 Encontros consonantais B8 [ G ] e [ J ] Hábitos articulatório-sonoros assimilados para o inglês C1 Terminações das palavras Exportação de tonicidade D1 Números D2 [ment] D3 –[able] e –[ible] D4 Outras exportações

Respostas e transcrições dos exercícios

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141 141 142 143 143 146 148 148 149 150 150 151 152 152 154 154 155 155 155 156

XIII


XIV

PARTE III

GRAMÁTICA CONCISA 1 2

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The alphabet O alfabeto Numbers Números 2A Cardinal numbers Números cardinais 2B Ordinal numbers Números ordinais Pronouns PRONOMES 3A Personal pronouns Pronomes pessoais 3B Reflexive pronouns Pronomes reflexivos 3C Possessive pronouns Pronomes possessivos 3D Possessive adjectives Adjetivos possessivos 3D Indefinite pronouns Pronomes indefinidos 3G Indefinite adverbs of place Advérbios de lugar indefinidos Countable and uncountable nouns Substantivos contáveis e incontáveis Adjectives and adverbs – comparative and superlative cases Adjetivos e advérbios – casos comparativo e superlativo Uses of gerund and infinitive Usos do gerúndio e do infinitivo 6A Verbos que exigem to + verbo – o segundo verbo é o objeto do primeiro 6B Verbos que exigem to + verbo – o segundo verbo é precedido de um substantivo ou pronome objeto 6C Verbos que exigem to + verbo e adotam as estruturas 4a e 4b, podendo mudar de significado conforme a estrutura 6D Verbos que exigem verbo + -ing 6E Verbos que exigem ou verbo + -ing ou to + verbo, com mínima ou nenhuma alteração de sentido 6F Verbos que exigem verbo + -ing quando o segundo verbo aparece logo após o primeiro e to + verbo quando o segundo verbo é antecedido por um substantivo ou pronome objeto 6G Verbos que exigem infinitivo sem to 6H Ações transformadas em algo de que se fala: infinitivo ou gerúndio The tenses Os tempos verbais 7.1 Resumo dos tempos na voz ativa 7.2 Resumo dos tempos na voz passiva 7.3 Simple tenses Os tempos simples 7.3a Simple present O presente simples 7.3b Simple future O futuro simples 7.3c Simple past O passado simples 7.3d Presente perfect O presente perfeito 7.3e Past perfect O passado perfeito 7.3f Future perfect O futuro perfeito 7.4 Continuous tenses Os tempos contínuos 7.4a Present continuous 7.4b Past continuous 7.4c Future continuous 7.4d Present perfect continuous 7.4e Past perfect continuous Irregular verbs Verbos irregulares

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Sumário

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Auxiliaries Auxiliares Modals Modais 10.1 can 10.2 may 10.3 might (presente e futuro) 10.4 must (presente e futuro) 10.5 should 10.6 could 10.7 would Conditional sentences Frases condicionais Tag questions Perguntas anexadas Building questions A construção de perguntas Relative pronouns Pronomes relativos Some spelling rules Algumas regras ortográficas Some 2 or 3-word verbs or phrasal verbs Alguns verbos de duas ou três palavras ou verbos frasais Some common expressions Algumas expressões comuns

Respostas dos exercícios

195 195 195 196 197 197 198 199 199 201 202 203 207 207 209 217 220

PARTE IV

COMUNICAÇÃO BÁSICA Cumprimentos Greetings Como apresentar-se How to introduce yourself Perguntas e frases básicas Basic questions and sentences Números Numbers Horários e momentos do dia Schedules and times Na loja In a store Transporte Transportation Glossário de futebol Português/Inglês Glossário de futebol Inglês/Português

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XV


Mitos e Desculpas

A

DESCULPAS DE ALUNOS

1

Não consigo aprender inglês.

Clássico. Essa desculpa costuma ser dada como introdução à solicitação de ter aulas, particulares ou não. Todos nós conhecemos ao menos uma história de alguém que não conseguia fazer uma coisa e, pela força da necessidade, magicamente e bem rapidinho (conforme a urgência da necessidade), aprendeu a conseguir. Mas, é claro, deve haver métodos mais suaves para aprender a nadar do que estar se afogando. Aos que usam essa desculpa e tentam, ou, por causa dela, não tentam aprender inglês, quero dizer que ela funciona como uma autossugestão extremamente competente para que você, de fato, não aprenda. Antes de qualquer tentativa, reconheça suas dificuldades para aprender, se é que elas realmente existem, mas jamais diga que não consegue. 2

Não tenho talento para aprender inglês. Tem gente que nasce com talento para aprender a tocar violão, estudar matemática, e tem gente que tem jeito para inglês.

É verdade. E ainda bem que é assim. No mundo existem pessoas com as aptidões mais diversificadas, e isso só contribui para que tudo fique mais interessante. Você pode não ter jeito para inglês, só que você dificilmente não terá jeito para comunicar-se. O que pode bem ser seu caso é a resistência a expor-se a ser continuamente corrigido, porque não colocou o “s” na terceira pessoa, ou então porque fez uma pergunta sem usar o “do” etc., ou porque demonstra franco desinteresse em saber o que conversam Mark e Philip em um banco do Central Park, de acordo com o diálogo enfadonho do livro-texto que seu professor ou sua escola de inglês estão ou estavam usando. (Quanto mais compromissos familiares, profissionais, sociais você tem, mais difícil é para você interessar-se pelo que os livros-texto tradicionais trazem, não é?) Também pode ser Cristina Schumacher | Inglês Urgente! Para Brasileiros - Edição Revista e Atualizada. Copyright© 2013 - Amostra Grátis.


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uma resistência que você apresenta a ter de ficar uns dois anos, talvez, indo à aula duas vezes por semana para obter resultados que, diante de suas expectativas, você consideraria minimamente satisfatórios. Em qualquer um dos casos, a resistência não me parece gratuita. Você tem razão em não apreciar esses obstáculos porque, se é profissionalmente ativo, tem uma família, etc., você tem desafios muito claros, que parecem estar sempre na frente dessa “maldita” necessidade de aprender inglês. É fato que, em função da crescente necessidade de conhecer inglês, o mercado desse serviço de ensino está se diversificando muito rapidamente, oferecendo cada vez mais amplas oportunidades de aprendizagem além do convencional the-book-is-on-thetable. Conforme sua urgência para aprender, negocie com sua escola ou professor um caminho de aprendizagem que leve em conta suas necessidades comunicativas, seus objetivos de aprendizagem e sua aptidão – aí sim, seu jeito para aprender. Se você tem jeito para se comunicar, tem jeito para aprender inglês. 3

Não gosto de aprender inglês. Odeio inglês.

Essa desculpa é grave. É grave porque, na linha da autossugestão, é ainda mais poderosa do que “não consigo”. Ao dizer que “não consegue” aprender inglês, você está trabalhando com a premissa da incapacidade; ao dizer que “não gosta”, está aplicando sua vontade para ajudar na autossabotagem. Mas existe uma vantagem aí: a vontade é poderosa. Você passará a gostar de aprender inglês quando vir nesse processo um resultado claro, constante e diretamente relacionado com suas necessidades comunicativas. Quanto mais o conhecimento da língua inglesa revelar a você possibilidades de expandir seus conhecimentos, de crescer profissionalmente, e, sobretudo, quanto mais ela servir para que você se aproxime das coisas de que sempre gostou, maior será seu reconhecimento da utilidade do inglês em sua vida e, por consequência, maior será sua vontade de aprender. O que observo de pessoas que usam essa desculpa para não estudar inglês é que elas primeiro passaram pela desculpa anterior, a do “não consigo”. Aquela, levada às suas previsíveis e já discutidas consequências, conduz a esta. 4

Eu tenho que aprender inglês.

Tirania. Usamos a expressão “ter que” toda hora, para referirmo-nos aos mais diversos compromissos. Usando-a, esquecemos completamente de como estamos nos relacionando com dado compromisso. Ou seja, a obrigação nos rouba o próprio relacionamento com as coisas: você não tem opção, é obrigado. Reconheça: cada vez que você diz que “tem que” aprender inglês, maior fica a distância entre “você” que não providencia a aprendizagem e “você” que “tem que” aprender. A fim de anular essa desculpa, identifique para si mesmo as vantagens de aprender. Mostre ao seu tirano interior que você vai fazer as coisas, entre elas aprender inglês, Cristina Schumacher | Inglês Urgente! Para Brasileiros - Edição Revista e Atualizada. Copyright© 2013 - Amostra Grátis.


Mitos e Desculpas

porque quer enriquecer sua vida, e não porque ele está mandando. Ninguém aguenta ser mandado, ainda que seja por si mesmo. Existe algo a mais por trás dessa ordem velada de obrigação. Quase todos nós, com maior ou menor intensidade, recebemos uma mensagem de fracasso quando éramos jovens. Essa mensagem fica gravada e se faz ouvir cada vez que queremos nos aventurar em algo novo, reproduzindo assim a situação da criança que é constantemente reprimida para aprender a viver socialmente. É desse jeito que a criança vai aos poucos transformando-se em adulto. E junto com ela costuma ficar para trás a coragem de enfrentar o novo, o desconhecido, e até mesmo o ridículo, assim pensam os verdadeiros adultos!, de não saber as coisas. A coragem é trocada por um “melhor não arriscar” ser reprimido de novo. Nessa troca, aprendemos a crer que “não vamos conseguir”, pois de “melhor não arriscar” a “não conseguir” são poucos centímetros de distância psicológica! Ao mesmo tempo em que isso ocorre, somos expostos às maiores exigências de desempenho: as melhores notas na escola, a(o) melhor namorada(o), a roupa mais bonita, o melhor rendimento em algum esporte etc. Aí “não vou conseguir” aprendeu a andar junto com “tenho que”. Que salada. Ambas as mensagens de fracasso e de obrigação ficam no “porão” da nossa personalidade, operando um tripalium com a nossa já tão reduzida e tímida gratificação por vivenciarmos novas experiências e nos aventurarmos em novas tentativas, sobretudo de experiências que já nos frustraram antes, como não raro é o caso para quem aprende inglês. Mande tudo isso para o espaço. Você “tem que” pouquíssimas coisas, como alimentar-se, dormir etc. Tudo o mais são desafios. É você quem decide se eles serão gratificantes ou maçantes. 5

Não tenho tempo.

Outra desculpa clássica. Fica bem em pessoas atribuladas ou, traduzindo, em quase todo mundo que se deu conta de que se tivesse estudado inglês quando tinha mais tempo... Era mais jovem... Etc. Essa desculpa é tão frequentemente dada que eu deveria escrever um livro só sobre ela. Imagine a seguinte situação, tão extrema e exagerada quanto ilustrativa daquilo que quero que você entenda sobre ter ou não ter tempo: sua agenda está lotadíssima, de hoje a daqui a três meses (um exagero, eu sei, mas imagine!). Não tem um almoço sequer durante as próximas semanas que não envolva algum compromisso, social ou outro. E eis que, inadvertidamente, em um coquetel (por exemplo) você conhece alguém bárbaro. Fica encantado(a). Apaixona-se mesmo. Suponha que a paixão seja recíproca: o que acontece com seus 2.001 compromissos dali em diante? Claro que eu não tenho a expectativa de que você se apaixone pela língua inglesa. Apenas desejo que você se dê conta do óbvio: se há alguma coisa que você tem, essa coisa é tempo. Não infinito, como gostamos de pensar, mas todo seu enquanto durar. O que você não tem, mesmo, é a duração desse tempo. Por isso, cada oportunidade de realizar um velho desejo de melhora (no fundo todos queremos qualificar-nos) deve ser não só abraçada, mas beijada e amada, como você faria com sua paixão... Cristina Schumacher | Inglês Urgente! Para Brasileiros - Edição Revista e Atualizada. Copyright© 2013 - Amostra Grátis.

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Não tenho dinheiro.

Puxa vida. É verdade. Quase ninguém tem isso, hoje em dia. Ou será que antigamente também não tinha? Não é um pouco da alma nacional reclamar da falta de dinheiro? Você pode pedir um desconto, procurar um professor particular e ter aulas com alguém para dividir as despesas, comprar um método para aprender sozinho (ainda que essa opção exija uma força de vontade incomum)... A falta de dinheiro é um problema. Não saber inglês é outro. Ter diferentes possibilidades de agir é, em si, uma solução. 7

Não tenho tempo para estudar em casa, fazer o dever.

Concordo com essa desculpa como um fato e não como uma desculpa. Vale aqui o que foi dito para “não tenho tempo”, mas com um ponto a favor de quem o diz: realmente, os temas de casa são coisas difíceis de encaixar, não pelo tempo em si, mas pelo tipo de esforço que exigem. Em geral são lacunas para completar no diálogo de Mark e Philip, em pouco ou em nada apelando para seu interesse genuíno. Talvez, se o dever envolvesse sua atividade profissional, ou fosse parte dela, cada estágio de aprendizagem com um conteúdo equivalente em complexidade e dificuldade, nesse caso o seu tempo para o dever aparecesse, não? 8

Tenho vergonha de falar inglês.

Parecer haver uma tradição cultural brasileira de que tudo o que é da Europa e dos Estados Unidos é melhor. As pessoas começam a estudar inglês, sentem facilidade, e em alguns casos usam esse conhecimento para ganhar espaço e atenção junto a amigos e em ocasiões sociais. Tentam assim equiparar-se aos “do primeiro mundo”, compartilhando de algo que é de lá e é, portanto, melhor do que daqui. A exibição, o equívoco, são traços do comportamento humano e nada têm a ver com a língua inglesa. Se você tem vergonha de falar, e isso sim é muito comum, deve pensar em algumas coisas que irão contribuir para que essa vergonha desapareça: 1. Estrangeiros que aprendem português também cometem erros. 2. O mundo é um só; nenhuma região é privilegiada. Em termos do seu valor intrínseco, o mundo não se subdivide em “primeiro” ou “terceiro” ou outro. Já pensou em relativizar aquela orientação dos continentes no mapa-múndi? O que, no cosmo, diz que nós ocupamos a parte inferior do mundo? No cosmo nada, mas na cabeça de quem habita o mundo... Essa vergonha exagerada também tem gênese no grau de expectativa que você tem de si mesmo: perfeição. Imagine você, um profissional estabelecido, reconhecido, falando errado! Melhor não falar. E não falar mesmo, deixando de comunicar as suas experiências, visões, deixando, enfim, de fazer as suas contribuições porque não nasceu na parte superior do mapa-múndi, onde tudo é, assim nos é dado crer, perfeito. Cristina Schumacher | Inglês Urgente! Para Brasileiros - Edição Revista e Atualizada. Copyright© 2013 - Amostra Grátis.


Mitos e Desculpas

Querendo aproximar-se sempre do que é ideal você acaba perdendo a oportunidade única que cada situação única oferece. Não tenha vergonha. O preço de tê-la é a sua própria ausência de experiência e, sobretudo nesse caso, comunicação. 9

Inglês é muito difícil.

Discordo. Por três motivos. Motivo 1: Vista como um fim para um estudo em si mesmo, com o detalhamento e a sofisticação de seu conjunto, a língua inglesa é difícil (como, penso eu, qualquer língua o é). Esse nível, porém, não é o das necessidades comunicativas cotidianas. Nessas necessidades o foco está muito mais em simplesmente comunicar. Quanto mais a comunicação ocorrer dentro das regras da língua, melhor, mas não é à regra que servimos, e sim a sermos mutuamente compreendidos. Motivo 2: Para quem aprende uma língua estrangeira, a dificuldade da aprendizagem se mede muito em torno da proximidade ou da distância de parentesco entre a língua materna e a nova língua. Nenhuma língua é, em si, absolutamente difícil ou fácil; depende de que língua fala quem irá aprendê-la. Mesmo que a pessoa fale errado, desrespeitando regras gramaticais específicas da língua estrangeira, a comunicação em si será mais fácil. Exemplo: se você for aprender japonês, deverá, em primeiro lugar, entender que a hierarquia social, na sociedade japonesa, é muito importante. Há formas de tratar as pessoas muitíssimo mais sofisticadas do que os nossos “senhor” versus “você” ou “tu”. Em contrapartida, em japonês, os três modos, seis tempos verbais e suas conjugações para cada uma das seis pessoas do discurso de português são resumidos em duas ou três formas iguais para todas as pessoas, e não há número, nem gênero. Por razões assim é que consideramos o japonês difícil. Para facilitar nossa aprendizagem, o inglês tem muitas semelhanças com o português. Para comprovar isso, observe as numerações de termos equivalentes em inglês e português nas Respostas dos Exercícios dos Erros de Estrutura. Motivo 3: Inglês (esse da comunicação intercultural, cotidiano) é fácil mesmo! Eu não tenho como tornar esse motivo tão convincente como os dois anteriores, porque se trata, aparentemente, de uma questão de opinião. Mas não é. Pense bem: se eu explicar para você que azeite e água não se misturam porque são substâncias de natureza diferente você terá tido uma explicação satisfatória do fenômeno. Se eu lhe disser que as duas substâncias não se misturam porque azeite e água possuem densidades diferentes, sendo densidade o mesmo que massa sobre volume, que as substâncias apresentam duas fases distintas em um sistema heterogêneo, e que a densidade do óleo é de 0,98 grama por centímetro cúbico e a da água, 1 grama por centímetro cúbico, e as ligações entre as moléculas de uma e de outra substância não são complementares etc. etc., acredite-me, eu ainda estarei dizendo que elas não se Cristina Schumacher | Inglês Urgente! Para Brasileiros - Edição Revista e Atualizada. Copyright© 2013 - Amostra Grátis.

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misturam porque são de natureza diferente. O fenômeno é o mesmo. A primeira explicação é para um mero usuário de água e óleo, e a segunda, detalhada e sofisticada, pode ser para alguém que domine a linguagem de um engenheiro químico. Do mesmo modo, uma língua pode ser explicada e usada com níveis de complexidade diferentes, e isso a tornará mais fácil ou mais difícil, porque as possibilidades de uso da língua estão sendo ampliadas ou restringidas. Para brasileiros, a estrutura do inglês é relativamente familiar, e isso encoraja os atalhos e simplificações feitos ao longo do livro. Não, decididamente, inglês não é difícil. B MITOS DE PROFESSORES 1

Minha aula é (sempre) ótima.

Se você faz exatamente o mesmo tipo de correção em todos os seus alunos (não estou sequer falando das opções de conteúdo mais simplificado para alunos de diferentes capacidades), então você pode estar esmagando a vontade de aprender de alguém. Isso, naturalmente, tornará sua aula ruim para alguns – aqueles que se frustram por não conseguir alcançar o padrão que você está exigindo. Essa é uma questão difícil de resolver, porque em geral temos pessoas com diferentes perfis dentro da mesma classe. O que pode ajudar é a percepção de que, ao contrário do que nos foi ensinado, as pessoas não são todas iguais. Têm pendores diferentes, capacidades variadas. Isso é tão verdadeiro em uma aula de inglês quanto em uma aula de artes ou de matemática ou em uma empresa. 2

Certos alunos não têm jeito mesmo. Ou Try ceramics!

Todos nós já tivemos alunos que foram verdadeiro desafio. Gente com grande dificuldade, que colocou por terra nossas boas intenções e nos fez desistir, ou quase isso. Concordo que há alunos que têm extrema dificuldade. O único problema a esse respeito é a falta de flexibilidade na expectativa que o professor tem quanto ao desempenho dos seus alunos. Algumas pessoas, fatalmente, não conseguirão ir além de um determinado limite, e isso não está certo nem errado. São limites, que também encontraríamos em nossa capacidade se fôssemos postos à prova em outras áreas “para as quais não temos jeito”. É uma crueldade excluir uma pessoa de um processo porque ela não o acompanha de acordo com a expectativa que trazemos, empacotada debaixo do braço. Algum padrão comunicativo esse aluno com dificuldades vai conseguir desenvolver, e o sucesso dele depende muito da flexibilidade de seu professor. Seria adorável se todos tivessem a oportunidade, o tempo, o dinheiro, para acompanhar extensos cursos de inglês com muita prática, informações de toda sorte etc. Seria adorável, pela riqueza da informação, se todos nós estivéssemos capacitados a explicar o fenômeno da água e do óleo que não se misturam como o faz o engenheiro químiCristina Schumacher | Inglês Urgente! Para Brasileiros - Edição Revista e Atualizada. Copyright© 2013 - Amostra Grátis.


Mitos e Desculpas

co... Mas a realidade não é assim. As pessoas estão buscando o conhecimento de inglês muitas vezes até como forma de sobrevivência no mercado de trabalho. Por razões de aptidão pessoal e de objetivos de aprendizagem é preciso, por parte dos professores (assim como dos alunos), realismo nas expectativas de resultados do processo de ensino. É crucial que desenvolvamos a paciência e a flexibilidade para acolher a todos que, esforçando-se, desejam aprender inglês. Talvez precisemos aprender matemática ou física nuclear um dia desses. “Try ceramics” no more. 3

Meu inglês é igual ao de um americano (ou inglês).

Esqueça. Você pode até desenvolver uma pronúncia impecável, mas sua identidade cultural irá, mais cedo ou mais tarde, traí-lo. Espero, com sinceridade, que isso não represente problema algum. 4

Estudo inglês há anos e já sei bastante. Ou, Ah, morei nos Estados Unidos um ano.

É impossível estar pronto com o conhecimento de uma língua. Evidentemente, quanto mais tempo estivermos em contato, mais saberemos. A grande mensagem que o inglês nos dá, ou, para esse fim, qualquer língua que aprendamos, é que tudo é muito dinâmico, e que nunca sabemos tudo. Ficar pensando que já se sabe o bastante pode fechar as portas à aprendizagem de coisas novas. Montamos um pedestal de conhecimento que julgamos alto, e que sempre é de fato muito mais baixo do que pensamos. Pense bem, não foi à toa que Sócrates disse que só sabia que nada sabia. Não seremos nós, professores de inglês, que saberemos que sabemos, não é?

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9


1 Erros de Estrutura

1

OMISSÃO DE SUJEITO OU OBJETO

Inglês

Português

☺ Is full of friends.

My class is full of friends.

Minha aula é cheia de amigos.

Is nice.

It’s nice.

É legal.

I cannot do it but there is

I cannot do it but there is

Não posso fazer isso mas

who can.

someone who can.

há quem faça.

I don’t feel like.

I don’t feel like it.

Não estou com vontade.

Rained a lot on the beach.

It rained a lot on the beach.

Choveu muito na praia.

Como é... em inglês...

em português

• de um modo geral, estrutura básica em qualquer frase = sujeito + verbo + objeto (+ complementos). • para sujeito ou objeto indefinível, como em Chove, usa-se it: It rains. • it preenche a posição do sujeito e do objeto para atender à estrutura básica indicada. • verbos intransitivos como viajar, travel, ou dormir, sleep, não exigem a presença de it como objeto.

• Frases flexíveis com relação à presença de sujeito e/ou objeto: Chove, Faz frio, Tem quem diga isso, Gosto, É etc. • Omissão de sujeito ou objeto é gramatical e natural.

PARA EVITAR O ERRO

• não comece frases afirmativas ou negativas com o verbo. • procure sempre fazer frases simples e curtas.

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2 Erros de Vocabulário

A

COGNATOS – PALAVRAS DE MESMA RAIZ EM INGLÊS E PORTUGUÊS, MAS COM SENTIDOS DIFERENTES

Com base no que é apresentado neste capítulo, o(a) leitor(a) deve sempre dedicar especial atenção à possível confusão entre palavras de mesma raiz em inglês e português. Observe que em geral há mais de uma forma de exprimir um conceito, seja em inglês ou em português.

É muito comum uma mesma palavra aparecer com função diferente conforme a posição que ocupar na frase; de um modo geral, porém, a ideia transmitida em uma função está também na(s) outra(s). Exemplos: • support: sustentar, apoiar (verbo) She supported her husband while he was having financial difficulties. Ela sustentou seu marido enquanto ele estava tendo dificuldades financeiras. • support: sustento, apoio (substantivo) I’ll give my support to your cause. Darei meu apoio a sua causa. • hope: esperar (verbo) I hope she arrives here on time. Eu espero que ela chegue aqui pontualmente. • hope esperança (substantivo) The first examination results gave me hope for a cure. Os primeiros resultados dos exames deram-me esperança de cura.

A1

Palavras que não significam em inglês aquilo que sua grafia evoca em português

collar não é colar

colar é necklace

collar é gola, colarinho

The beautiful pearl necklace was stolen last night. O belo colar de pérolas foi roubado ontem à noite.

There’s a lipstick stain on the collar of his shirt. Há uma mancha de batom no colarinho de sua camisa.

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3 Erros de Pronúncia Elaborado em parceria com a Fga. Marta Zanettini

Para familiarizar-se com as representações, consulte cada item mais de uma vez. A produção correta de sons em inglês indicada aqui é, simplificadamente, a coordenação dos movimentos dos órgãos da fala (boca, língua, pregas vocais etc.) feita de forma diferente daquela em português.

Agrupamento dos erros Tipo de erro

Motivo

A. SONS QUE NÃO EXISTEM EM PORTUGUÊS

• Não saber produzir

B. SONS GRAFICAMENTE REPRESENTADOS (LETRAS) COM VALORES SONOROS DIFERENTES DO PORTUGUÊS

• as mesmas letras representam sons diferentes em inglês e em português; letras são reconhecidas com um som que não têm em inglês

C. HÁBITOS ARTICULATÓRIO-SONOROS DE • influência do português na hora de articular; o PORTUGUÊS ASSIMILADOS PARA O INGLÊS sotaque D. EXPORTAÇÃO DE TONICIDADE

• manutenção do acento tônico típico de português

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

1) Diferenças entre sons sua produção não necessita da vibração das pregas vocais, sendo formados pelo movimento e o atrito do ar dentro da boca. Surdos

Atentando para não emitir som de vogal (por exemplo, não diga “efe”, diga somente “ffffff”), coloque a mão na garganta para pronunciar alguns desses sons de forma prolongada: /f/ /s/ /x/ D Você não deverá sentir qualquer vibração na garganta. Sua produção necessita da vibração das pregas vocais, do movimento e do atrito do ar na boca. Para fins de comparação, observe o que ocorre com s, f e x quando se tornam sonoros.

Sonoros

Atentando para não emitir som de vogal (por exemplo, não diga “jota”, diga somente “jjjjjj”); coloque a mão na garganta para pronunciar esses sons de forma prolongada: /v/ /z/ /j/ D Observe como agora ocorre a vibração na garganta.

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Inglês Urgente! Para Brasileiros - Edição Revista e Atualizada  

Inglês Urgente! para Brasileiros tem como objetivo atender a alunos de língua inglesa que se deparam com uma série de dúvidas a respeito de...

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