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Ă rvores assombradas | Haunted trees


Índice Mensagem da Administração.........................................................................pág. 5 a) Relatório de Gestão Consolidado................................................................pág. Áreas de Negócio Engenharia e Construção...........................................................................pág. Águas e Saneamento................................................................................pág. Energias Renováveis...............................................................................pág. Telecomunicações..................................................................................pág. Enquadramento Macroeconómico......................................................................pág. Quadro Macroeconómico Internacional...............................................................pág. Quadro Macroeconómico Nacional....................................................................pág. Análise Económico-financeira......................................................................pág. Nota final........................................................................................pág.

8 8 9 11 14 15 15 21 24 26

b) Responsabilidade Social Corporativa............................................................pág. Recursos Humanos..................................................................................pág. Segurança, Higiene e Saúde........................................................................pág. I&D e Inovação....................................................................................pág. Sociedade.........................................................................................pág. Ambiente..........................................................................................pág.

27 27 29 30 32 35

c) Informação Financeira Consolidada..............................................................pág. Balanço Consolidado...............................................................................pág. Balanço Consolidado (cont.).......................................................................pág. Demonstração Consolidada dos Resultados por Naturezas.............................................pág. Demonstração Consolidada dos Resultados por Funções...............................................pág. Demonstração Consolidada dos Fluxos de Caixa......................................................pág. Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados Consolidados......................................pág.

37 37 38 40 41 43 44

d) Certificação Legal das Contas Consolidadas.....................................................pág. 73 e) Relatório e Parecer do Fiscal Único............................................................pág. 74 f) Anexo ao Relatório do Conselho de Administração referente ao Exercício de 2008.................pág. 76


Sinais de alarme | Alarm signs


MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO

O balanço de 2008 é positivo. A dst tem crescido e tem diversificado no sentido de não depender de um cliente ou de um sector de actividade. Fizemos a opção, há uns anos, de procurar em que direcção é que as empresas de construção deveriam alinhar. Tentamos antecipar tendências que é o que toda a economia faz há séculos e que a economia da construção, de forma generalizada, faz menos. Nessa procura decidimos pelos produtos e serviços da economia do ambiente. Estava à vista que todos os países, desde os mais civilizados aos dependentes das relações comerciais globais, enfrentariam regras apertadas e até punições para pararem de destruir o planeta. A energia teria de ser repensada quer por via das fontes de geração quer por via do uso racional e disciplinado. Pelo lado das fontes, ter-se-iam de encontrar soluções alternativas aos fósseis e pelo lado do uso, percorrer-se-ia o sentido da eficiência. A água e os serviços a ela associados seriam, do nosso ponto de vista, uma oportunidade sofisticada, diferenciadora e alternativa ao abastecimento de negócio da empresa. Os resíduos, e a distância a percorrer desde a recolha selectiva à reciclagem e reutilização representava, também, um desafio que nos pareceu dever ser perseguido. Estes negócios, por serem negócios sofisticados e de uma relação pública, exigiam das empresas competências novas, mas sobretudo, um estado interno empresarial de ser diferente. Um estado de ser que teria de ser sustentado na procura permanente de conhecimento. Assim nasceu em 2005 a innovation point, a empresa de I&D do grupo, para arrumar e dar coerência à procura de conhecimento. As coisas resultaram. Depois de comprarmos, com dois parceiros, 49% da Agere, empresa de águas e resíduos de Braga, compramos 100% da Aquapor e tornamo-nos o player na área do ambiente. Queremos mais e estamos interna e externamente a trabalhar no sentido de sermos mais fortes, de sermos a empresa de ambiente de Portugal e de sermos uma empresa de referência para trabalhar nos


PALOP e nos países do Magreb. Na energia diversificamos da eólica, onde temos uma posição confortável, para a hídrica, a fotovoltaica e para a eficiência energética. Pelos negócios potenciais da energia entramos na agenda da mobilidade eléctrica que entendemos ser a prazo um negócio estruturante. Daqui a dez anos, as novas condições de mobilidade terão o impacto da internet da última década. Hoje, quando se visita na Web empresas de energia, a dst renováveis está lá por direito mas por estratégia planeada de A a Z. Ainda na procura do que irá acontecer entendemos ler o óbvio. As famílias e as empresas, as pessoas em geral, quererão comunicar mais rápido, a menor preço e com mais qualidade. Por assim pensarmos, entramos no negócio da fibra óptica. Hoje constatamos que nos concursos das redes de nova geração, estamos isolados a concorrer com o incumbente. 2008 foi ainda o ano da reengenharia no grupo com a adopção de um novo sistema de informação completamente absorvido. Foi o ano de estabilização da Cari, empresa que compramos para a área de competência que não tínhamos – reabilitação de património que será, a prazo, a alternativa de abastecimento das empresas do sector da construção. Foi o ano de afirmação da bysteel como uma das empresas mais dinâmicas do sector da metalomecânica e foi o ano de relançamento da dte, empresa de electricidade e AVAC. Estas três unidades terão uma facturação superior a sessenta milhões de euros em 2009. Foi o ano ainda da internacionalização inteligente do grupo. Inteligente porque partiu em grupo para dividir risco e ter músculo financeiro e técnico. O balanço de 2008 é positivo e a prova do mérito da nossa opção estratégica foi a forma como resistimos ao colapso financeiro mundial, protegendo-nos dos estilhaços naturais que existiram arremessados contra as empresas. Neste relatório e contas quisemos sublinhar o caminho que decidimos percorrer, o caminho dos negócios derivados da sustentabilidade, por que entendemos que ter comportamentos ambientalmente correctos é uma oportunidade e uma obrigação. Sublinhamos também os caminhos da velocidade e qualidade de informação – tudo com a fibra que é a nossa marca. Tudo com o bom gosto porque sim. Aos parceiros e colaboradores mil vezes agradecemos, reconhecidos.


M達os ao ar, querida | Hands up, baby


a) RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO

ÁREAS DE NEGÓCIO

Engenharia e Construção A actividade de Engenharia e Construção é nuclear à actividade do grupo e corresponde ao maior volume de facturação no grupo, superando os 119 milhões de Euros, traduzindo-se num aumento superior a 5% face a 2007, isto apesar do parco crescimento da economia portuguesa e, em particular, da crise que se vive no sector da construção onde se verificou uma quebra de produção em 2008. O início do ano de 2008 foi marcado pela concretização de uma reorganização interna da estrutura societária do grupo no que respeita à área de Engenharia e Construção. Foram autonomizadas subáreas de negócio distintas, para desempenharem um papel dinamizador e modernizador, através da procura activa de novos mercados e tecnologias, fomentado o plano de expansão de cada unidade de negócio e, consequentemente, o crescimento desta área de negócio no grupo. A construtora Domingos da Silva Teixeira, S.A., empresa que constitui a génese do grupo, prosseguiu a sua actividade na área da engenharia civil, o que, conjugado com as novas insígnias, como por exemplo a bysteel – empresa que se dedica à produção e montagem de estruturas metálicas – ou com as já existentes, como seja a dte – empresa que se dedica às empreitadas eléctricas de AVAC e hidraúlica – permite ao grupo actuar de forma complementar nas diversas actividades de construção e engenharia. Neste particular destacamos algumas obras como sejam: o Continente de Loulé, a Makro de Aveiro, a Moviflor das Caldas da Rainha, a Central de Biomassa de Constância para a EDP, os parques eólicos no Alto Minho e em Torres Vedras, e ainda as redes de nova geração (fibra óptica) comunitárias do Vale do Minho e do Vale do Lima. É esta complementaridade, aliada à actividade imobiliária, que permite ao grupo oferecer aos seus clientes serviços “chave na mão”, proporcionando-lhes o rigor e a qualidade de um serviço totalmente gerido no grupo. No que respeita às novas marcas resultantes da reorganização ocorrida, de salientar a Bysteel que se encontra patente em várias obras de Norte a Sul de Portugal, das quais se destacam como as mais emblemáticas, pela sua dimensão e impacto, a Ponte Pedonal de Chaves, o Hotel da Quinta da Marinha em Lisboa, a Portucel em Setúbal, bem como um conjunto de lojas Office Centre espalhadas pelo país. O ano de 2008 foi ainda o ano de regresso à normalidade da Cari – empresa que se dedica à edificação, reabilitação, restauro e conservação de edifícios – que se encontrava em situação de insolvência e foi viabilizada pelo grupo dst no final do ano de 2007.


A aquisição desta empresa foi realizada com o objectivo de reforçar as competências globais do grupo nesta área de actividade e tornou possível um aumento do seu volume de facturação em mais de 200%, face ao ano anterior, o que confirma a aposta do grupo quando decidiu pela viabilização daquela empresa, o que, simultaneamente, permitiu salvaguardar mais de 100 postos de trabalho. O grupo dst, em joint-venture, lançou em 2008 um novo projecto que resultou na constituição da sociedade Steelgreen, a qual tem como actividade principal a prestação de serviços de corte e moldagem de varão nervurado, maioritariamente vocacionado para a construção de parques eólicos e outras infra-estruturas relacionadas com energias renováveis. A reacção inicial do mercado foi de relutância relativamente a este produto oferecido pela Steelgreen, que, embora não muito difundido em Portugal, é comummente aceite a nível internacional como vantajoso face aos métodos tradicionais, não obstante originar uma mudança nos métodos construtivos à qual o mercado português ainda não está particularmente receptivo. Ainda assim, a Steelgreen foi ganhando o seu espaço no nicho de mercado onde se encontra instalada – construção de Parques Eólicos – tendo em 2008 sido reconhecida como um player activo e importante no mercado da construção a nível nacional de forma transversal a todos os tipos de construção. No que respeita ao mercado externo, de destacar que o grupo dst através da Way2B, ACE, foi seleccionado pelo Governo Líbio para a concepção/construção de dois Campus Universitários, projectos cujo investimento é de cerca de 305 milhões de euros, o que torna este o maior concurso internacional ganho por empresas portuguesas.

Águas e Saneamento

A actividade de Águas e Saneamento no ano de 2008 fica marcada de forma indiscutível pela aquisição por parte da sociedade Criar Vantagens, Lda., empresa associada do grupo dst, da totalidade do capital da Aquapor – Serviços, S.A.. Desta forma, o grupo dst alargou de forma determinada a sua actuação nesta actividade, posicionando-se como um importante player nacional adicionando novas concessões à que já detinha por via indirecta na Agere – Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga, EM. Após esta operação o grupo dst, indirectamente através das suas associadas, passou a servir em termos de abastecimento de água e de saneamento uma população estimada de 1.101.311 habitantes e de 1.651.945 habitantes, respectivamente. No final de 2008 a facturação total agregada das concessões foi superior a 120 milhões de Euros num total de 445.564 clientes. O contributo para o resultado do grupo é ainda residual, em resultado da aquisição ter ocorrido no final do exercício de 2008 e da contabilização pelo método equivalência patrimonial. No entanto, esta área tem assistido a crescimentos significativos, pelo que o seu contributo para o Resultado Líquido Consolidado irá seguramente assumir maior preponderância. O objectivo para a área de Águas e Saneamento, nomeadamente através da associada Aquapor é conquistar 30% dos concursos a que o grupo se apresentar, diversificar os negócios e apostar na internacionalização. Na área internacional, a estratégia passa por abordar os PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e, no Brasil, procurar parceiros locais para o desenvolvimento das áreas de negócio das águas, à semelhança do que está definido para Portugal.


O peito cheio de escurid達o | A true heart full of darkness


Energias Renováveis A actuação do grupo dst no sector de actividade das energias renováveis é desenvolvida através de um conjunto de negócios diversificados em termos tecnológicos - eólica, solar fotovoltaica, solar térmica, hídrica, oceanos, mas também na eficiência energética. As actividades desenvolvidas apresentam, como seria de esperar, etapas de desenvolvimento e maturidade distintas, desde a comercialização no mercado até estudos exploratórios. Na energia eólica, cuja a actividade foi iniciada em meados dos anos 90, tornando o grupo dst quase que pioneiro nesta tecnologia em Portugal, o ano de 2008 ficou marcado pela entrada em funcionamento do Parque Eólico do Alto Minho I, com uma capacidade instalada de 240 MW, ampliando assim a capacidade instalada das empresas associadas do grupo para 294,40 MW. Com a realização de mais este investimento, a potência instalada do grupo dst passou para 68,41 MW. De realçar ainda a participação do grupo dst, através da sociedade dst wind, na Fase C do concurso eólico promovido pelo Ministério da Economia com apresentação de candidaturas e de proposta de contrapartidas regionais aos seguintes lotes: LOTE 1 (Moncorvo) – 50 MW LOTE 2 (Leiria, Ourém, Porto Mós) – 20 MW LOTE 3 (Castelo Branco) – 25 MW LOTE 4 (Macedo Cavaleiros, Mirandela, Valpaços) – 25 MW LOTE 5 (Tábua) – 25 MW Foi ainda apresentada candidatura, sem apresentação de proposta de contrapartidas regionais, aos seguintes lotes (de menor potencia): LOTE 11 (Figueira da Foz) – 5 MW LOTE 13 (Lagos, Aljezur) – 5 MW O grupo dst pretende assim ainda alargar os seus investimentos e reforçar a sua posição no sector da energia eólica, quer a nível nacional e internacional, pelo que tem actualmente em curso processos de avaliação de projectos eólicos. Relativamente à energia solar o grupo dst através da sua participada dstsolar, concretizou, no âmbito da microgeração, cerca de 50 instalações, representado uma quota de mercado de cerca de 10%. Paralelamente, realizaram-se estudos e propostas para instalações de grande dimensão como o projecto de instalação de cerca de 180 sistemas fotovoltaicos em IPSS, e instalações de parques com potências instaladas superiores a 60KW. A dstsolar tem ainda em curso o desenvolvimento de uma unidade de produção de painéis solares fotovoltaicos e de uma unidade de I&D, com o objectivo de desenvolver novos produtos e tecnologias de fabrico. No capítulo da energia hídrica, o grupo dst passou durante o ano de 2008 de uma potência de projecto (PIP e Solicitação de Titulo de Utilização de Recurso Hídrico) de 3,66 MW para uma potência de projecto de 32,47 MW. Este incremento deve-se à aposta clara que a Administração pretende fazer na produção de energia eléctrica a partir de aproveitamentos hídricos, bem como por um enorme trabalho de prospecção do recurso e desenvolvimento de pré-projecto.


No que respeita ao aproveitamento do potencial energético dos Oceanos, o esforço em Investigação e Desenvolvimento está a ser conduzido em parceria. O grupo dst é associado do Instituto para o Desenvolvimento do Conhecimento e da Economia do Mar (IDCEM), entidade criada no ano de 2006 com o objectivo de “promover e apoiar a investigação e o desenvolvimento tecnológico em áreas científicas relacionadas com o mar bem como estimular a inovação nas actividades económicas centradas nos recursos marinhos, fomentando o acesso a serviços tecnológicos e o empreendedorismo”. O IDCEM associa um conjunto de entidades públicas e privadas, de natureza empresarial e associativa, que se dedicam ao exercício de funções de I&D, de formação e de desenvolvimento de actividades comerciais em diferentes sectores da economia marítima. O grupo dst ciente da sua missão, no âmbito da actividade que desenvolve nas energias renováveis e de desenvolvimento sustentável, desenvolveu um produto inovador especialmente vocacionado para as entidades que queiram assumir um papel activo no desenvolvimento de uma cultura ambientalmente sustentável reduzindo a sua factura energética. Assim, em 2008 desenvolveu um novo produto no âmbito da eficiência energética – DST ESCO (Energy Service Company) cujo objectivo e filosofia é desenvolver, financiar e implementar projectos destinados a aumentar a eficiência energética em edifícios e indústrias. A ESCO é remunerada, durante o período de duração do contrato, através da banda de poupança induzida pela implementação das medidas de eficiência energética. A dstsolar conta ainda com uma equipa técnica multidisciplinar habilitada para a emissão de Certificados Energéticos e de Qualidade do Ar Interior. A dst solar iniciou em 2008 a colaboração e prestação de serviços a entidades abrangidas no SGCIE – Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia, no sentido de promover a eficiência energética e minimizar os custos energéticos.


O Homem continua a fingir n達o ouvir | Mankind keep pretending not to hear


Telecomunicações O grupo dst constituiu em 2008 a dstelecom tendo em vista a criação e gestão de uma rede de nova geração, fundada na integração dos tradicionais serviços de telecomunicações – voz, dados em banda larga e imagem. O grupo dst pretende posicionar-se como um importante player enquanto operador de operadores, quer pela cobertura da sua rede quer pela eficiência na gestão das redes. Este modelo, inovador em Portugal, mas que já demonstrou ser o mais eficiente nos países onde já foi desenvolvido, permite com menor investimento global atingir uma maior percentagem de população comparativamente ao tradicional modelo de “operador detentor de rede”, com as inerentes vantagens para o consumidor final em termos de aumento de concorrência e redução de preços. A estratégia adoptada no âmbito deste projecto assume como pressuposto o envolvimento dos Municípios de cada uma das regiões onde a construção das redes de fibra óptica vier a ocorrer, na medida em que tal assegura a verdadeira e efectiva essência de infra-estrutura e operador neutro enquanto detido parcialmente por uma entidade pública, com todas as inerentes vantagens para a população relativamente à disponibilidade e preço dos serviços. Os primeiros passos desta estratégia foram já concretizados em 2008 com a realização de parcerias público privadas, das quais resultou a constituição da MinhoCom para a Comunidade Intermunicipal do Vale do Minho, e da ValiCom para a Comunidade Intermunicipal do Vale do Lima, ambas para a construção e gestão das redes comunitárias de telecomunicações com 11 municípios – Valença, Vila Nova de Cerveira, Monção, Melgaço, Paredes de Coura, Esposende, Viana do Castelo, Ponte Lima, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez e Caminha. As Redes Comunitárias são redes de telecomunicações que têm como objectivo apoiar a construção e desenvolvimento de infra-estruturas de telecomunicações, bem como o surgimento de novos operadores e prestadores de serviços de telecomunicações, em regiões desfavorecidas. Simultaneamente, esta é uma aposta ao combate à info-exclusão e iliteracia digital na medida em que este investimento alavanca a promoção do conhecimento e a qualificação. O desenvolvimento de Redes Comunitárias é justificado em áreas geográficas actualmente não cobertas por infra-estruturas adequadas ou onde não existam incentivos para o desenvolvimento, por parte do mercado, de infra-estruturas que permitam assegurar a existência de efectivas ofertas, economicamente sustentáveis e concorrenciais, de serviços e aplicações avançadas de interesse geral na área geográfica abrangida. Ainda em 2008 foi concluída a construção de 270 km da rede de telecomunicações de fibra óptica ligando em banda larga as comunidades do Vale do Lima e do Vale do Minho. Nos próximos anos o grupo dst alargará os seus investimentos ampliando a rede de nova geração, bem como reforçando a sua posição no sector em função do desenvolvimento dos projectos em curso e que, actualmente, se encontram em fase de análise e avaliação.


ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO

Quadro Macroeconómico Internacional O ano de 2008 findou com a confirmação de que as economias mais importantes do mundo tinham entrado num processo de recessão ou sofrido fortes desacelerações no crescimento, constituindo o culminar de um período de progressiva deterioração dos distintos indicadores de desempenho macroeconómico. A actividade económica mundial vinha já a evidenciar uma tendência de desaceleração desde meados de 2007, na sequência da crise do mercado hipotecário nos EUA, num contexto de subida das taxas de juro, da correcção em baixa nos mercados de habitação e de restrições das concessões de crédito. Ao longo de 2008, a escassez de liquidez das instituições financeiras e a turbulência nos mercados financeiros internacionais parecem ter vindo a intensificar-se em simultâneo, atingindo o pico em Setembro, com os problemas de solvência de diversas instituições financeiras. Esta situação contribuiu significativamente para a deterioração da confiança dos investidores e de todo o sistema bancário, obrigando vários governos a intervir através da nacionalização de bancos, fusões e aquisições entre instituições financeiras e aumentos de capital por parte dos próprios estados. Neste contexto de adversidade, o crescimento da economia mundial abrandou fortemente, caindo para cerca de 3,4 % contra os 5,2 % apresentados em 2007, segundo dados do FMI.

Indicadores Macroeconómicos

2006

2007

2008

PIB: EUA................................ 2,8 UNIÃO EUROPEIA - 27................ 3,1 ZONA EURO - 15..................... 2,9 JAPÃO.............................. 2,0

........2,0 ........2,9 ........2,6 ........2,4

........1,3 ........0,9 ........0,7 .......-0,7

Fonte: GPEARI Finanças Leitura: Variação Percentual

Na Zona Euro, a intensificação da turbulência financeira afectou fortemente a economia, que registou um crescimento de 0,7% em 2008, menos 1,9 p.p. face ao alcançado no ano anterior. Esta desaceleração reflecte fortemente a contracção da procura interna e externa, bem como o abrandamento do investimento. A taxa de desemprego continua em níveis historicamente elevados, mantendo-se 7,6% da população activa em 2008. Em relação à Alemanha, que merece ênfase pelo facto de constituir a maior economia do contexto europeu, com a qual, a generalidade das restantes economias europeias se encontram extremamente interligadas, verifica-se que a taxa de variação do PIB foi, em 2008, de 1,3%.


Asas da escurid達o | Wings of darkness


Todavia, no último trimestre do ano, foi de -1,2%, com perspectivas de virtualmente não se alterar ainda em 2009, pelo que se augura que 2009 será um ano de recessão generalizada tanto nesta economia “motor” da Zona Euro como na maioria das restantes adstritas ao Euro. Nos EUA, o PIB registou um crescimento em 2008 de 1,3%, menos 0,7 p.p. que no ano transacto. O abrandamento económico assentou na retracção da procura interna, assistindo-se ao prosseguimento da queda do investimento, determinada principalmente pela componente residencial, para a qual contribuiu o ajustamento em baixa dos preços nos mercados de habitação. O consumo privado evidenciou uma forte quebra, reflectindo a diminuição do rendimento disponível, o aumento do desemprego e a restrição na concessão de crédito. O crescimento económico ficou a dever-se ao contributo positivo das exportações líquidas, favorecidas pela depreciação do dólar. Indicadores Macroeconómicos

2006

Inflação: EUA...................................... 3,2 UNIÃO EUROPEIA - 27...................... 2,3 ZONA EURO ............................... 2,2 JAPÃO.................................... 0,2 Taxa de Desemprego: EUA...................................... 4,6 UNIÃO EUROPEIA - 27...................... 8,2 ZONA EURO................................ 8,3 JAPÃO.................................... 4,1 Índice de Produção Industrial: EUA...................................... 2,2 UNIÃO EUROPEIA - 27...................... 4,0 ZONA EURO................................ 4,0 JAPÃO.................................... 4,2

2007

2008

........2,8 ........2,4 ........2,1 ........0,1

........3,8 ........3,7 ........3,3 ........1,4

........4,6 ........7,1 ........7,5 ........3,9

........5,8 ........7,0 ........7,6 ........4,0

........1,7 ........3,3 ........3,4 ........2,9

.......-1,8 .......-1,6 .......-1,7 .......-3,3

Fonte: Eurostat Banco de Portugal FED/GPEARI Leitura: Variação Percentual

A pressão inflacionista registou, a partir do Verão, uma moderação em vários países, reflectindo o abrandamento significativo da actividade económica e a descida dos preços das matérias-primas, em particular do petróleo, após o fortíssimo aumento verificado desde 2007. O aumento do risco de crédito e as restrições de liquidez no mercado financeiro, levaram, durante os primeiros nove meses do ano, a uma intensificação da subida das taxas de juro nos mercados monetários da Zona Euro e dos EUA. Face ao agravamento da situação financeira e com o objectivo de travar o aumento dos custos do crédito, o Banco Central Europeu reduziu, no último trimestre, a sua taxa de juro de referência por três vezes, de 4,25% para 2,5%. Para combater a recessão nos EUA, também a Reserva Federal Norte-americana prosseguiu o


ciclo de redução acentuada das taxas de juro, definindo, em Dezembro, uma margem de flutuação da taxa dos Federal Funds entre 0% e 0,25%. Reflectindo os cortes de juro efectuados, as taxas do mercado monetário do Euro prosseguiram uma trajectória de descida. No final de Dezembro, as taxas de juro Euribor para os prazos de 3, 6 e 12 meses situavam-se em 2,89%, 2,97% e 3,05%, respectivamente, traduzindo decréscimos, de cerca de 2,5 p.p. face ao máximo atingido no ano. 2006 Taxas de Juro Referência Zona Euro............................... 3,50 EUA..................................... 5,25 Japão................................... 0,25 Reino Unido............................. 5,00

Taxas de Juro Mercado Monetário

2007 .......4,00 .......4,25 .......0,50 .......5,50

2008 .......2,50 .......0,25 .......0,30 .......2,00

2007

2008

.......3,86 .......4,08 .......4,28 .......4,35 .......4,45

.......3,86 .......4,27 .......4,63 .......4,72 .......4,81

2006

Zona Euro Eonia................................... 2,84 Euribor 1 mês........................... 2,94 Euribor 3 meses......................... 3,08 Euribor 6 meses......................... 3,23 Euribor 12 meses........................ 3,44 EUA Libor 3 meses........................... 5,19 Japão Libor 3 meses........................... 0,30

Fonte: Ministério das Finanças Banco de Portugal Leitura: Percentagem, no final do período

.......5,30 .......2,91 .......0,79 .......0,93

Fonte: Ministério das Finanças Banco de Portugal Leitura: Percentagem

Contrariamente ao observado em 2006 e 2007, a taxa de câmbio do Euro face ao Dólar americano diminuiu no ano de 2008, situando-se nos 1,392 dólares.

Divisas 2006 EUR/USD.............1,317 EUR/JPY.......... 156,930 EUR/GBP.............0,672 EUR/CHF............ 1,607

2007 ......1,472 ....164,930 ......0,733 ......1,655

2008 ......1,392 ....126,140 ......0,953 ......1,485

Fonte: Ministério das Finanças Banco de Portugal Leitura: Paridade das Divisas, no final do período


O êxtase da ignorância | The bliss of ignorance


O aumento da incerteza (sobretudo associada ao sector financeiro) e as expectativas de desaceleração da actividade económica penalizaram fortemente os principais índices accionistas.

Mercados Bolsistas

2006

2007

2008

Dow Jones EURO STOXX 50................21,7 .......16,5 ......-24,6 Nikkei 225.............................30,0 ........5,3 ......-28,4 Standard & Poors 500....................8,6 .......12,6 ......-17,3

Fonte: Ministério das Finanças Banco de Portugal Leitura: Variação Percentual

A elevada volatilidade foi também visível nos mercados de commodities. Na primeira metade do ano, o preço do petróleo exibiu uma forte tendência de subida, atingindo um valor próximo de 150 dólares/barril em Julho. Esta evolução ficou a dever-se à forte procura oriunda dos mercados emergentes, às dificuldades de expansão da oferta global e a um aumento da procura de natureza especulativa. A expectativa de abrandamento da procura e, mais tarde, a probabilidade crescente associada a um cenário de recessão global retiraram o suporte à procura especulativa e contribuíram para uma forte correcção em baixa do preço do barril, que fechou o ano em valores ligeiramente acima de 40 dólares/barril. A mesma tendência de correcção foi observada ao nível das matérias-primas não energéticas, contribuindo, assim, para uma descida significativa da inflação (e das expectativas de inflação) no final do ano.

Matérias-primas

2006

2007

2008

Petróleo Brent USD/Barril (1).........65,14 ......72,55 ......96,42 Bens Agrícolas (2)......................8,8 ........5,0 .......-0,9 Metais (2).............................56,2 .......17,4 .......-8,0

Fonte: Ministério das Finanças Banco de Portugal Leitura: (1) Preço Barril/USD (2) Variação Percentual


Quadro Macroeconómico Nacional

Indicadores Macroeconómicos

2006

2007

2008

Despesa e PIB: Consumo Privado................................ 1,1......1,6......1,6 Consumo Público............................... -1,2......0,0......0,5 FBCF.......................................... -0,7......3,2.....-1,1 Exportações.................................... 9,2......7,5.....-0,5 Importações.................................... 4,6......5,6......2,1 PIBpm.......................................... 1,3......1,9......0,0 Inflação....................................... 3,0......2,4......2,7 Índice de Produção Industrial.................. 2,8......1,7.....-3,5 Índice Volume de Negócios na Indústria......... 7,1.....10,5......2,9 Índice PSI 20................................. 29,9....16,27...-51,29 Taxa de Desemprego............................. 7,7......8,0......7,6

Fonte: Ministério das Finanças Leitura: Variação Percentual, à excepção da Taxa de Desemprego

A actividade económica de Portugal em 2008 foi marcada por desaceleração do crescimento, num contexto de deterioração da conjuntura económica e financeira internacional. Com efeito, o PIB teve uma variação nula em 2008, após um crescimento de 1,9% em 2007, reflectindo, principalmente, o abrandamento do investimento e das exportações, influenciado pelo cenário de deterioração das perspectivas quanto ao crescimento económico interno e externo. A taxa de variação anual do consumo privado manteve-se inalterada, situando-se em 1,6% em 2008. Apesar do crescimento do nível de preços verificado até ao final do terceiro trimestre do ano ter afectado negativamente o rendimento real disponível das famílias, em conjunto com a manutenção das taxas de juro em níveis elevados, o perfil mais nivelado do consumo privado foi sustentado, em grande medida, pelo forte crescimento do crédito ao consumo, traduzindo-se numa nova diminuição da taxa de poupança das famílias. O mercado de trabalho revelou alguma melhoria, verificando-se uma redução da taxa de desemprego para 7,6%. A taxa de inflação, medida pela variação média anual do Índice de Preços no Consumidor, aumentou ligeiramente de 2,4% em 2007 para 2,7% em 2008. Apesar de o nível de preços ter invertido a tendência registada no primeiro semestre, e ter começado a descer, este crescimento estimado é determinado pelo forte aumento dos preços dos bens energéticos durante o Verão.


Um mundo movido a vapor? | A world powered by steam?


O contributo da procura externa líquida para o crescimento do PIB, que tinha sido marginalmente positivo em 2007, foi negativo em 2008, uma vez que o abrandamento das exportações foi acompanhado por desaceleração menos acentuada das importações. A variação negativa das exportações em 2008 explica-se pela deterioração das economias dos principais parceiros comerciais. Por sua vez, o abrandamento das importações encontra-se em linha com o menor dinamismo da procura global. O défice orçamental reduziu-se para 2,2% do PIB, face aos 2,6% de 2007, atingindo o valor mais baixo dos últimos 30 anos. Esta evolução mais favorável ficou a dever-se a um conjunto de factores, nomeadamente, a estabilização da receita fiscal em percentagem do PIB, atribuível ao aumento na eficiência no combate à fraude e evasão; o forte crescimento da receita não fiscal; e à redução da despesa corrente primária em percentagem do PIB. Importa sublinhar que o diferencial face à Zona Euro reduziu substancialmente, prosseguindo a tendência verificada desde 2005. Por seu turno, a dívida pública manteve a tendência de subida, fixando-se em 65,9% do PIB (63,6% em 2007).


ANÁLISE ECONÓMICO-FINANCEIRA

O crescimento que o grupo apresentou no exercício de 2008 reflecte-se nos valores evidenciados por alguns indicadores económicos, financeiros e de rentabilidade, nomeadamente:

Descrição

2008

2007

Indicadores Económicos Valor Acrescentado Bruto*............ 38 742 304,82.....33 751 812,52 EBITDA*.............................. 10 618 716,60......5 949 291,32 Rotação do Activo Fixo..................... 185,03%...........220,38% Rotação do Activo Circulante................ 86,50%...........131,31% Rotação de Existências.......................74,68%............96,28% Indicadores Financeiros Autonomia Financeira.........................28,62%............34,83% Liquidez Geral..............................195,87%...........179,35% Indicadores de Rentabilidade Margem Bruta das Vendas.......................73,0%.............74,1% Rentabilidade das Vendas.....................-0,28%.............2,21% Rentabilidade do Activo Total................-0,10%.............0,98% Rentabilidade dos Capitais Próprios..........-0,36%.............2,81%

* valores em euros

No decurso da actividade desenvolvida em 2008, o grupo dst criou valor acrescentado bruto superior a 38 milhões de Euros e os ganhos gerados pela empresa antes de juros, impostos, amortizações e provisões ultrapassou os 10 milhões de Euros. A rotação do activo fixo demonstra o grau de eficácia de utilização dos activos bastante elevada e que no grupo dst se situa acima dos 100%. O rácio da Autonomia Financeira do grupo dst situou-se em 28,62%, medindo a solvabilidade da empresa através da determinação da proporção dos activos que são financiados com capital próprio. O indicador da Liquidez Geral reflecte a capacidade da empresa em onerar os seus compromissos de curto prazo. Com um valor de 195,87 %, superior a 100%, o grupo dst está plenamente dotado dos meios financeiros para fazer face às suas responsabilidades de curto prazo.


Faz o teu melhor | Do your best


Como se pode constatar no quadro supra, o grupo dst apresentou indicadores de rentabilidade próximo de zero decorrente do resultado líquido consolidado apurado no corrente exercício. No entanto, a rentabilidade das vendas foi superior a 70% denotando a forte eficiência do ponto de vista operacional do grupo dst.

NOTA FINAL

O Conselho de Administração deixa expressa uma palavra de reconhecimento a todos os seus colaboradores e uma de agradecimento a todos quanto, de uma forma ou de outra, cooperaram com a empresa. Agradecimentos especiais ao Fiscal Único, Fornecedores e Entidades Bancárias que muito nos honram com prestimosa relação.

Aos clientes, que pela fidelidade e grau de exigência fazem mais ambiciosa a nossa tarefa e sem os quais nenhum esforço teria sentido. O nosso reconhecimento.

Braga, 15 de Maio de 2009.

O Conselho de Administração

Domingos da Silva Teixeira José Gonçalves Teixeira Avelino Gonçalves Teixeira Joaquim Gonçalves Teixeira Hernâni José Gonçalves Teixeira José Manuel Lello Ribeiro de Almeida Nuno Magalhães Silva Cardoso


b) RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA

A dst prossegue uma política de responsabilidade social baseada em estratégias de sustentabilidade que contemplam a preocupação com o bem-estar colectivo e com os efeitos sociais e ambientais da sua actividade. No âmbito do seu programa alargado de responsabilidade social abrange áreas como a cultura, a educação, a saúde, a segurança, o ambiente e o conhecimento. Este programa é transversal ao grupo e é desenvolvido em contexto externo e interno envolvendo todos os colaboradores, e em linha com os valores do grupo dst: - Ambição; - Paixão; - Lealdade; - Solidariedade; - Bom-gosto; - Coragem; - Respeito; - Rigor;

Recursos Humanos

No ano de 2008 a dst foi distinguida pelo segundo ano consecutivo como uma das melhores empresas para trabalhar em Portugal. Esta distinção vem confirmar a convicção e direcção tomada pelo grupo e tem um valor acrescido por ser uma avaliação independente feita por quem, a par dos clientes, mais conta na dst: pelos colaboradores. No ano de 2008 foi concluído um ciclo de seminários, em parceria com a Escola de Gestão do Porto, destinado a todos os quadros superiores da empresa e que abrangeu temas como a arquitectura, a política, a ética, a responsabilidade individual, a arte, a estética e a liderança que estiveram em debate, sob coordenação do Professor Daniel Bessa. Esta acção foi integrada num plano de formação em gestão de, 270 horas, desenhado à medida para vinte quadros do grupo.


Pรกra o Aquecimento Global | Stop Global Warming


Mais ainda, em 2008 a dst assinou um protocolo com o Centro de Novas Oportunidades da Associação Industrial do Minho, no intuito de incentivar os seus colaboradores a aumentar o seu grau de escolaridade e homologar o 6º, 9º e 12º ano. É com enorme satisfação que o grupo verifica que esta iniciativa está a ser um grande sucesso com cerca de 300 colaboradores inscritos. Em 2008 foi realizada uma análise-diagnóstico das necessidades de formação dos colaboradores do grupo, da qual resultaram cinco vectores primordiais. Destes, assumem particular destaque a formação interna intensiva da ferramenta ERP implementada ao longo do ano de 2008 e da língua inglesa, tendo como objectivo tornar a dst bilingue. No final de 2008, e no universo de empresas participadas em mais de 50%, o grupo contava com 842 colaboradores, dos quais 17% são mulheres e 83% homens, e cerca de 189 quadros superiores.

Segurança, Higiene e Saúde

A IV Convenção de higiene, segurança e saúde no trabalho, realizada em Novembro de 2008, sob o tema “Mais saúde, Mais segurança, Mais dst”, na aula magna da Faculdade de Filosofia, contou com mais de 400 participantes entre colaboradores e convidados. Esta iniciativa anual tem como objectivo a sensibilização, não só do público interno do grupo dst, mas também de parceiros de negócio, para a problemática das matérias de segurança, higiene e saúde no trabalho, em particular, no sector da construção civil em Portugal. Esta convenção contou com a presença de representantes do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e de entidades como a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Mota Engil e o Centro de Formação Profissional da Indústria de Construção Civil e Obras Públicas do Norte (CICCOPN). Para além desta convenção o grupo estimula e apoia o trabalho realizado pelos departamentos de Segurança, Ambiente e Qualidade cuja ênfase está fortemente centrada nas acções de formação e nas acções de saúde preventiva. Ao longo do ano de 2008 foram realizadas 637 acções de formação/sensibilização para colaboradores da dst e 2.213 a colaboradores de sub-empreiteiros. Adicionalmente, ao longo do ano foram ainda efectuadas diversas campanhas de sensibilização por parte do departamento de segurança com o intuito de chamar a atenção, de uma forma diferente, de alguns temas muito importantes para a Segurança e Saúde dos trabalhadores. Foram criados cartazes e panfletos e definida a melhor forma de abordar o tema com os colaboradores. Durante cada mês o tema era tratado pelos técnicos de segurança e, em alguns casos, com a colaboração do departamento de enfermagem. Os seleccionados foram os seguintes: - Janeiro – Consumo de álcool no local de trabalho - Fevereiro – Posturas ergonómicas - Março – Quedas em altura - Abril – Andaimes


- Maio – Protecção solar - Junho – Riscos eléctricos - Setembro – Ruído - Outubro – Cinto de segurança - Novembro – IV – Convenção de segurança - Dezembro – Deixar de fumar.

No que respeita aos exames e consultas de medicina do trabalho, à semelhança de anos anteriores, foram integralmente realizadas nas instalações do grupo. Os serviços são compostos por 4 enfermeiros, por um médico de trabalho e dois médicos de medicina curativa, estando sempre assegurada a presença de um enfermeiro na empresa. Durante este ano foram executados cerca de 422 exames, sendo 155 exames de admissão. Os serviços de saúde ministraram uma acção de formação a todos os encarregados sobre posturas ergonómicas correctas. A enfermeira deslocou-se a algumas obras e centros de produção, em parceria com os técnicos de segurança, no sentido de alertar os colaboradores para os malefícios das bebidas alcoólicas e os perigos da sua ingestão nos locais e horário de trabalho.

I&D e Inovação

A actividade de Investigação e Desenvolvimento é uma actividade fundamental no grupo e reflectiu-se na criação de uma empresa vocacionada para potenciar, avaliar, produzir e comercializar ideias inovadoras. A innovation point está vocacionada para a criação de novas categorias de produtos, serviços ou modelos de negócio que desafiam os paradigmas estabelecidos e geram acréscimos significativos de valor para os consumidores, para os clientes e para a própria empresa. A Investigação & Desenvolvimento é realizada na empresa ou através de parcerias envolvendo centros de investigação, universidades ou empresas nacionais e internacionais. Na linha das mais recentes tendências internacionais, evoluindo do paradigma da economia do conhecimento para o paradigma da economia da criatividade, o qual tem como competência crítica a criatividade, articulando a investigação e o design na criação de produtos inovadores. O grupo dst, em parceria com a Universidade do Minho, obteve uma menção honrosa na categoria de Investigação e Desenvolvimento nos Green Project Awards. Estes prémios foram atribuídos pela primeira vez a 27 de Novembro de 2008, e consistem num concurso que visa a atribuição de um prémio de reconhecimento de boas práticas, de projectos ambientais e de desenvolvimento sustentável.


Cuidados intensivos | Intensive care


Esta distinção foi dada ao sistema construtivo sustentável misto madeira-vidro, desenvolvido no âmbito de doutoramento em empresa pelo Arq.º José Pequeno, sob orientação do Professor Paulo Cruz. O sistema em questão, entretanto patenteado, materializa-se através de um painel modular polivalente, utilizável como laje ou como parede resistente. Este integra sistemas solares passivos e funções bioclimáticas que, traduzindo-se em eficácia energética, constituem clara inovação ao nível de elementos estruturais pré-fabricados. Em 2008, a innovation point desenvolveu uma plataforma web – www.gasmappers.com – utilizando uma interface única desenvolvida sobre a tecnologia Google Maps, este portal de utilização livre assenta numa navegação intuitiva, através da qual é possível efectuar pesquisas de postos e preços de combustíveis dentro de um dado raio de alcance, numa localização escolhida pelo utilizador e até segundo o tipo de combustível desejado. Ainda em 2008, foi concluído o projecto do Sistema de Informação do ar e ruído da cidade de Braga. Este projecto incluiu a criação de um sistema integrado de gestão e monitorização ambiental a nível do município, (ar e ruído nesta fase) através de uma infra-estrutura móvel que permite a medição da qualidade do ar de forma dinâmica fruto da mobilidade dos sistemas de medição, bem como do levantamento já efectuado do mapa de ruído e da cartografia do concelho. Este sistema integrado incluiu nesta fase a automatização da recolha, tratamento e disponibilização de informação georreferenciada de descritores ambientais sobre a qualidade do ar e os níveis de ruído, fornecendo assim uma actualização on-line ou periódica de informação sobre o estado ambiental do município. No domínio da mobilidade urbana o grupo dst foi pioneiro ao participar na parceria formada com a Câmara Municipal de Guimarães, com o Intelli, com o CEIIA e com a Petrotec tendo em vista o desenvolvimento do projecto Mobi_Guimarães. O projecto tem por objectivo conceber, desenvolver e aplicar na cidade de Guimarães um modelo de mobilidade sustentável, inovador no conceito e nas tecnologias de gestão, no tipo de veículos e no respectivo modelo energético e na perspectiva face à mobilidade, gerida de forma absolutamente integrada, enquanto uma “utility”. Assim, desenvolver-se-á um projecto demonstrador, com base no desenvolvimento e teste de uma frota de veículos eléctricos partilhados, infra-estrutura adequada de uma rede de energia e carregamento e de um sistema de informação que permita gerir a mobilidade na cidade. Este projecto será um grande objectivo para o ano de 2009 e subsequentes.

Sociedade

No âmbito do seu programa alargado de responsabilidade social, a actividade mecenática assume particular relevância no que respeita à educação e à cultura e à sua respectiva divulgação. O grupo dst tem preocupações culturais desde a sua génese, o que o diferencia e lhe traz valor acrescentado. É uma forma de fazer negócios assente numa base cultural forte. Das várias actividades e iniciativas realizadas em 2008 é de salientar as seguintes: - O grupo dst foi o principal mecenas da exposição itinerante da comemoração dos cem anos de Miguel Torga projecto da Direcção Regional de Cultura do Norte;


- Foi o mecenas exclusivo da exposição designada “Terra Longe, Terra Perto – Traços da Emigração Portuguesa”, organizada, em parceria, pelo Museu da Presidência da República e pelo Município de Fafe, através do Museu da Emigração e das Comunidades Portuguesas. A exposição evidenciava, a representação artística da emigração e a expressão cultural e afectiva dos emigrantes e das suas comunidades, sendo o seu espólio cedido por museus públicos e privados, assim como particulares, de todo o país, estando também em exibição interessantes documentos e objectos provenientes do concelho de Fafe, pertença de particulares (com destaque para a Família Leite de Castro), de instituições e empresas ou do próprio Museu da Emigração e das Comunidades. - A 17.ª edição consecutiva da Feira do Livro de Braga, que decorreu de 29 de Março a 13 de Abril, na Grande Nave do Parque de Exposições de Braga contou uma vez mais com o apoio da dst. A Feira, registou mais de 45.000 visitantes, os 15 dias de feira tiveram outros atractivos culturais, com o já habitual programa cultural que contou com a presença de reconhecidos autores nacionais e regionais. Estiveram presentes 223 expositores, entre editores, distribuidores livreiros, livrarias e alfarrabistas. - A XIII edição do Grande Prémio de Literatura dst, iniciativa que se repete anualmente desde 1995, distinguiu em 2008 o livro “Geometria Variável” do poeta Nuno Júdice. A entrega do prémio pecuniário que ascendeu a 15.000€ ocorreu na inauguração da Feira do Livro. - O grupo dst é ainda o principal mecenas da Bienal de Cerveira e da Companhia de Teatro de Braga. - Através da sua associada Ventominho, o grupo dst, reafirmou o propósito de cooperar na dinamização de um projecto cultural adaptado à realidade social e económica da região com enfoque especial no envolvimento das populações a partir da construção de propostas de valor participativo que serão dinamizadas pela companhia de teatro “Comédias do Minho” e pelo projecto pedagógico “Aproximarte”. - O ano de 2008 foi ainda marcado por uma iniciativa inédita. O grupo dst dst promoveu um Simpósio de Escultura a que chamou “Arte na Cidade”. Durante duas semanas (de 22 de Setembro a 3 de Outubro), foram muitos os que tiveram oportunidade de presenciar a realização de quatro esculturas em materiais tão distintos como a madeira, o aço inox e o granito. Esta iniciativa contou com o apoio da Cooperativa Árvore, da Câmara Municipal de Braga e dos Transporte Urbanos de Braga. No final de duas semanas de trabalho intensivo, as esculturas ficaram terminadas, sendo que três delas foram para a sede da dst, em Palmeira, e uma ficou provisoriamente na Av. Central, no centro histórico da cidade de Braga, (a “Árvore do Conhecimento” de Vítor Ribeiro), bem perto do local onde foi esculpida. - O grupo dst prossegue políticas específicas de apoio ao livro e à leitura, no aniversário de cada colaborador é-lhe oferecido um livro. A newsletter do grupo é preparada contando com o contributo activo dos colaboradores que participam através do envio de artigos. Adicionalmente, o grupo promove ainda a leitura através da oferta de livros para bibliotecas escolares e no dia Mundial do Livro. - O grupo estimula fortemente a participação dos seus colaboradores em acções de voluntariado. Em 2008 o destaque vai para as acções do dia da mulher com a Habitat e com o Banco Alimentar contra a Fome, ao qual também o grupo entregou um donativo por ocasião do Natal.


Danos cerebrais | Brain damage


Ambiente

Em Agosto de 2008, na sequência da adesão ao projecto PME-Ambiente, o grupo dst obteve o registo no Sistema Comunitário de Ecogestão e Auditoria (EMAS). A dst associou-se, deste modo, a pouco mais de 4.000 empresas europeias que detêm este instrumento de salvaguarda ambiental. O EMAS é, actualmente, o sistema de gestão ambiental mais credível e robusto do mercado. Tem como principais objectivos a melhoria do desempenho ambiental, a demonstração de conformidade com a legislação ambiental e a comunicação ao público dos resultados ambientais conseguidos. Os requisitos do EMAS, como instrumento voluntário, implicaram a implementação de um sistema de gestão ambiental e a auditoria do sistema, bem como a declaração pública do desempenho ambiental, traduzida na Declaração Ambiental. O registo no EMAS abre caminho para um desenvolvimento sustentável que o grupo dst promove activamente, apostando na consciência e responsabilidade ambiental e procurando soluções eco-eficientes, preventivas e, acima de tudo, orientadas para a construção de um futuro melhor. Este registo significa integrar uma tendência de modernização organizacional, pretendendo o grupo dst continuar este processo com o registo sucessivo das várias actividades e empresas do grupo. Enquanto actividade económica e criadora de valor, o grupo será compatível com a preocupação de preservar e garantir a qualidade de vida das gerações futuras. O grupo manterá este compromisso ético e demonstrará uma atitude responsável face ao uso de recursos naturais e à capacidade de sustentação do planeta. O grupo tem também atribuída a marca CE às misturas betuminosas, agregados e ao seu Departamento de Manutenção por parte da APCER no âmbito da Manutenção e Prestação de Serviços Internos e Externos a Viaturas e Equipamentos. É ainda certificado pelas OSHAS e NP 4397 Higiene e Segurança no Trabalho. No âmbito do ambiente, está certificado pela Norma 14001:2004 no que diz respeito à Produção de Betão Pronto, Transformação de Rochas Ornamentais, Fabrico de Produtos de Madeira e Mobiliário, Produção de Estruturas Metálicas e Manutenção de Viaturas e Equipamentos. A empresa eléctrica da dst (dte) está igualmente certificada. No início do ano de 2008 o grupo dst procedeu à instalação de uma mini-central fotovoltaica protótipo na cobertura das suas instalações com o apoio das suas participadas dstsolar e dte – uma das entidades instaladoras inscritas no SRM (Sistema de Registo de Microprodução) para instalação de Sistemas de Microgeração, no âmbito do DL 363/2007. Assim, desde de Março de 2008 que o grupo consome energia eléctrica produzida a partir de módulos fotovoltaicos. Esta central, que tem uma potência instalada de pico de 3,78 kW, é de dimensão idêntica às que poderão ser licenciadas no âmbito da legislação da microgeração e irá produzir anualmente uma potência de aproximadamente 5100 kWh. Os painéis fotovoltaicos utilizados são de silício monocristalino, estão distribuídos em 7 estruturas de 3 módulos, ao longo de uma das platibandas do edifício dte. A energia eléctrica produzida está a ser injectada directamente numa das fases do Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT).


Não finjas | Don’t fake


c) Informação Financeira Consolidada Balanço Consolidado 2008 ACTIVO

ACTIVO BRUTO

AMORTIZAÇÕES AJUSTAMENTOS

2007 ACTIVO LÍQUIDO

ACTIVO LÍQUIDO

IMOBILIZADO Imobilizações incorpóreas: Despesas de instalação...................................... 632 Propriedade industrial e outros direitos..................... 87 Diferenças de consolidação.............................. 104 529 104 529

168,28...............582 315,72 ...............49 968,00...................508,82 ...............87 103,80.....................0,00 ..........104 529 582 824,54 103,80 104 666

852,56 ................45 134,90 459,18 .....................0,00 103,80 ...........104 529 103,80 415,54 104 574 238,70

Imobilizações corpóreas: Terrenos e recursos naturais.............................. 9 028 404,18.............1 049 321,13 ............7 979 083,05 .............4 390 462,93 Edifícios e outras construções............................ 6 662 487,61.............1 076 876,75 ............5 585 610,86 .............4 919 275,09 Equipamento básico....................................... 27 925 792,59............21 138 985,85 ............6 786 806,74 .............7 660 881,99 Equipamento transporte.................................... 8 972 853,44.............6 934 342,30 ............2 038 511,14 .............2 036 980,58 Ferramentas e utensílios.................................... 110 184,47................55 709,82 ...............54 474,65 .................2 875,60 Equipamento administrativo................................ 4 649 355,23.............3 291 192,13 ............1 358 163,10 .............1 504 866,72 Outras imobilizações corpóreas.................................. 545,45...................545,45 ....................0,00 .....................0,00 Imobilizações em curso.....................................4 442 204,60.....................0,00 ............4 442 204,60 ................11 155,00 33 546 973,43 28 244 854,14 20 536 497,91 61 791 827,57 Investimentos financeiros: Partes de capital de empresas associadas.................. 8 289 910,78.....................................8 289 910,78 .............9 761 439,53 Empréstimos a empresas associadas........................ 12 077 668,33....................................12 077 668,33 ...............375 480,66 Partes de capital de outras empresas...................... 1 384 714,24.....................................1 384 714,24 ...............146 231,48 Empréstimos a outras empresas............................. 1 590 566,43.....................................1 590 566,43 ................24 939,89 Prestações acessórias a empresas do grupo......................... 0,00.............................................0,00 .....................0,00 Prestações acessórias a outras empresas................... 6 505 361,50.....................................6 505 361,50 .............1 674 361,50 Investimentos em imóveis................................. 10 907 017,20....................................10 907 017,20 .............6 706 226,14 Títulos e outras aplicações financeiras................... 3 679 726,55...............388 770,80 ............3 290 955,75 .............4 133 764,24 44 434 965,03 388 770,80 44 046 194,23 22 822 443,44

CIRCULANTE Existências: Matérias-primas e subsidiárias............................ 3 600 Mercadorias.............................................. 24 884 Produtos e trabalhos em curso............................. 9 495 Produtos acabados........................................... 721 Adiantamentos por conta de vendas......................... 1 845 40 548

876,90.....................................3 600 353,07....................................24 884 806,06.....................................9 495 364,91.......................................721 751,90.....................................1 845 152,84 40 548 0,00

876,90 .............1 392 353,07 ............14 581 806,06 ............12 754 364,91 ...............579 751,90 .............2 145 152,84 31 453

621,95 545,53 516,10 534,62 751,90 970,10

Dívidas de terceiros - m/l prazo Clientes com caução....................................... 2 092 467,93.....................................2 092 467,93 .............2 222 200,29 2 092 467,93 2 092 467,93 0,00 2 222 200,29 Dívidas de terceiros c/ prazo Clientes c/c............................................. 45 806 107,44....................................45 806 107,44 ............44 507 944,27 Clientes títulos a receber................................ 1 072 150,08.....................................1 072 150,08 ................58 792,88 Clientes de cobrança duvidosa............................. 7 812 533,50.............7 307 968,09 .............504 565,41 ...............280 607,86 Estado e outros entes públicos............................ 5 039 251,10.....................................5 039 251,10 .............4 503 831,55 Accionistas (sócios).............................................. 0,00.............................................0,00 .....................0,00 Outros devedores.......................................... 1 688 233,18.....................................1 688 233,18 ...............742 399,00 61 418 275,30 54 110 307,21 50 093 575,56 7 307 968,09 Títulos negociáveis Outros títulos negociáveis...................................335 403,23................21 310,00 .............314 093,23 ...............623 662,00 335 403,23 314 093,23 623 662,00 21 310,00 Depósitos bancários e caixa Depósitos bancários...................................... 32 270 469,74....................................32 270 469,74 ............21 854 915,98 Caixa....................................................... 190 396,69.......................................190 396,69 ................87 485,01 32 460 866,43 32 460 866,43 21 942 400,99 0,00 ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS Acréscimos de proveitos................................... 3 759 725,81.....................................3 759 725,81 ...............368 738,26 Custos diferidos.............................................439 756,94.......................................439 756,94 .............1 366 360,80 4 199 482,75 4 199 482,75 0,00 1 735 099,06 Total de amortizações............................................................ 34 129 797,97 Total de ajustamentos............................................................. 7 718 048,89 Total do activo......................................... 351 810 544,88............41 847 846,86 .........310 682 834,30

.......255 994 088,05


Balanço Consolidado (cont.) CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO

2008

2007

CAPITAL PRÓPRIO

Capital..................................................... 25 000 000,00 ............25 000 000,00 Prémio de emissão acções.................................... 50 000 000,00 ............50 000 000,00 Prestações acessórias................................................ 0,00 .....................0,00 Reservas de reavaliação.............................................. 0,00 .....................0,00 Reservas Reservas legais............................................... 804 200,21 ...............583 200,21 Reservas livres..................................................... 0,00 .....................0,00 Restantes reservas e outros capitais próprio................... 85 968,00 .....................0,00 Resultados transitados.......................................13 350 020,79 ............11 065 549,63 89 240 189,00 86 648 749,84 Resultado líquido do exercício................................ -321 100,48 .............2 505 471,17 Total do capital próprio.................................... 88 919 088,52 ............89 154 221,01 Interesses minoritários......................................... -3 696,04 ................-3 052,51 PASSIVO Provisões Outras provisões............................................... 383 145,16 ...............563 644,58 383 145,16 ...............563 644,58 Dívidas a terceiros - m/l prazo Fornecedores c/c............................................... 528 Fornecedores c/caução.......................................... 864 Dívidas a instituições de crédito MLP...................... 138 610 Fornecedores de imobilizado.................................. 7 447 Estado e outros entes públicos................................. 596 Outros empréstimos obtidos...................................... 22 Outros credores - pessoal....................................... 52 Outros credores.............................................. 4 987 153 111

303,02 ...............555 839,22 ...............525 206,16 ...........102 687 465,14 .............8 587 952,09 ...............652 993,07 ................22 754,96 ................54 978,97 .............4 987 118 072 492,63

193,58 283,49 137,64 087,44 237,09 993,07 231,87 978,97 143,15

Dívidas a terceiros - curto prazo Dívidas a instituições de crédito CP......................... 4 005 935,28 ...............799 421,49 Fornecedores c/c............................................ 31 362 146,56 ............20 030 635,50 Fornecedores - títulos a pagar............................... 4 153 246,28 ...............873 553,05 fornecedores - facturas em conferência....................... 1 346 936,39 ...............313 183,24 Fornecedores de Imobilizado.................................. 3 224 288,47 .............3 149 056,45 Estado e outros entes públicos................................. 441 245,32 ...............198 497,22 Accionistas (sócios)................................................. 0,00 .....................0,00 Outros credores............................................. 17 000 656,69 .............9 883 474,70 42 442 621,65 61 534 454,99 ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS Acréscimos de custos......................................... 4 653 250,87 .............2 668 426,86 Proveitos diferidos.......................................... 2 085 098,17 .............3 096 083,32 5 764 510,18 6 738 349,04 Total de passivo........................................... 221 767 441,82 ...........166 842 919,56 Total do capital próprio e do passivo...................... 310 682 834,30 ...........255 994 088,05


Inspira, expira | Breath in, breath out


Demonstração Consolidada dos Resultados por Naturezas CUSTOS E PERDAS

61

62

641+642 645/9

31 de Dezembro de 2008

31 de Dezembro de 2007

Custo das mercadorias vend. e das mat. consumidas Mercadorias.................................................................951 621,99......................................3 575 860,31 Matérias.................................................................29 331 193,75 ........30 282 815,74................32 818 719,29 ........36 394 579,60 Fornecimento e serviços externos.................................................................54 823 413,14.....................................56 991 668,83 Custos com o pessoal Remunerações.............................................................14 214 967,47.....................................12 092 919,73 Encargos sociais: outros.............................................................3 091 775,38 ........17 306 742,85.................2 706 549,12 ........14 799 468,85

662+663

Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo............................4 235 655,90......................................4 811 818,53

666+667

Ajustamentos.................................................................3 963 582,52......................................1 974 913,28

67

Provisões............................................................................0,00 .........8 199 238,42...................530 145,16 .........7 346 876,97

63

Impostos.......................................................................257 239,14........................................739 883,96

65

Outros custos e perdas operacionais.............................................12 837,48 ...........270 (A)....................................................................................110 882 Juros e custos similares outros............................................................ 11 257 761,25 ........11 257 (C)....................................................................................122 140 Custos e perdas extraordinárias...................................................................1 907 (E)....................................................................................124 047 Imposto sobre rendimento do exercício.............................................................2 300 (G)................................................................................... 126 347 Resultado líquido do exercício incluindo interesses minoritários...................................-321 126 025

(2)

69 86 88

076,62.....................7 892,43 ...........747 776,39 . 286,77....................................116 280 370,64 761,25.................7 622 369,30 .........7 . 048,02....................................123 019,04......................................1 067,06....................................124 306,30......................................2 373,36....................................127 744,00......................................2 629,36 129

622 902 094 996 038 035 504 540

369,30 739,94 221,54 961,48 471,87 433,35 770,69 204,04

PROVEITOS E GANHOS 71

Vendas Produtos..................................................................8 400 247,63.....................................14 005 635,69

72

Prestação de serviços......................................................107 268 021,39 .......115 668 269,02................99 522 362,18 .......113 527 997,87

(3)

Variação da produção............................................................................(3 403 540,11)......................................3 488 920,87

73

Proveitos suplementares........................................................268 574,33.........................................87 671,43

74 75 76 77

Subsídios à exploração Trabalhos para a própria empresa.............................................4 536 642,62........................................305 . 322,39 Outros proveitos operacionais...................................................21 030,92 Reversão de amortizações e ajustamentos........................................174 370,69 .........5 000 618,56.....................7 930,87 ...........400 (B)...................................................................................117 265 347,47....................................117 . 417 Outros juros e proveitos similares outros....................................................................7 745 429,97 .........7 745 429,97.................9 671 142,24 .........9 671 (D)...................................................................................125 010 777,44....................................124 088 Proveitos e ganhos extraordinários................................................................1 014 851,92......................................2 451 (F).................................................................................. 126 025 629,36....................................129 540

(5)

79

RESUMO Resultados operacionais: (B) - (A) Resultados financeiros: (D-B) - (C-A) Resultados correntes: (D) - ( C) Resultados antes dos impostos: (F) - (E) Resultado líquido do exercício incluindo interesses minoritários: (F) - (G) Interesses minoritários Resultado líquido do exercício excluindo interesses minoritários

6 383 060,70 (3 512 331,28) 2 870 729,42 1 978 562,30 (321 744,00) (643,52) (321 100,48)

1 2 3 4 2

924,69 843,43 142,24 985,67 218,37 204,04

137 472,79 048 772,94 186 245,73 543 242,56 504 770,69 (700,47) 2 505 471,17


Demonstração Consolidada dos Resultados por Funções 2008

2007

Vendas e prestações de serviços........................112 264 728,91........117 016 918,74 Custo das vendas e das prestações de serviços.........(96 090 057,87)......(103 779 626,49) Resultados brutos.......................................16 174 671,05.........13 237 292,25 Outros proveitos e ganhos operacionais...................5 701 889,12..........2 844 177,59 Custos de distribuição...................................(871 384,92)..................0,00 Custos administrativos.................................(9 469 755,27).......(10 103 147,02) Outros custos e perdas operacionais....................(5 623 051,96)........(3 551 772,84) Resultados operacionais..................................5 912 368,02..........2 426 549,98 Custo líquido de financiamento.........................(4 422 536,49)..........(148 433,95) Ganhos (perdas) em filiais e associadas..........................0,00..................0,00 Ganhos (perdas) em outros investimentos....................489 374,29..........2 265 827,00 Resultados correntes.....................................1 979 205,82..........4 543 943,03 Imposto sobre os resultados correntes..................(2 300 306,30)........(2 038 471,87) Resultados correntes após impostos.......................(321 100,48)........(2 505 471,16) Interesses minoritários......................................(643,52)..............(700,47) Resultados extraordinários.......................................0,00..................0,00 Impostos sobre os resultados extraordinários.....................0,00..................0,00 Resultados líquidos......................................(321 744,00)..........2 504 770,68 Resultados por acção...........................................(0,01)..................0,10


Em nome da esperanรงa | In the name of hope


Demonstração Consolidada dos Fluxos de Caixa DESCRIÇÃO

2008

2007

ACTIVIDADES OPERACIONAIS Recebimentos de clientes..................................... 104 Pagamentos a fornecedores..................................... 81 Pagamentos ao pessoal......................................... 17 Fluxo gerado pelas operações................................... 4

292 665 725 900

038,54 ......114 540,74 ......104 717,81 .......14 779,99 ........4

555 925 082 451

318,67 200,02 050,69 932,04

(Pagamento)/Recebimento do imposto sobre o rendimento.......... 2 126 899,59 ........2 881 631,43 (Outros pagamentos)/Recebimentos relativos à actividade................... - ..........156 528,65 Fluxo gerado por outras operações.............................. 2 126 899,59 ........3 038 160,08 Recebimentos relacionados com rubricas extraordinárias.................... - ...................Pagamentos relacionados com rubricas extraordinárias...................... - ...................-

FLUXO DAS ACTIVIDADES OPERACIONAIS (1)........................ 2 773 880,40 ........7 490 092,12 ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO Recebimentos provenientes de: Investimentos financeiros................................................. - ...................Imobilizações corpóreas.......................................... 429 181,91 ..........476 067,67 Imobilizações incorpóreas................................................. - ...................Empréstimos concedidos.................................................... - ..........921 736,02 Subsídios ao investimento.......................................... 3 205,50 ...................Juros e proveitos similares................................... 10 230 853,85 ........7 589 305,57 Dividendos....................................................... 526 603,22 ..........318 924,94 9 306 034,20 11 189 844,48 Pagamentos provenientes de: Investimentos financeiros..................................... 22 294 449,94 .......23 745 253,90 Imobilizações corpóreas....................................... 10 487 674,12 ........4 494 023,16 Imobilizações incorpóreas......................................... 48 675,90 ...........33 753,44 Empréstimos conc - ...................edidos.................................................... 32 830 799,96 .......28 273 030,50

FLUXO DAS ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO (2)..................... 21 640 955,48 .......18 966 996,30 ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO Recebimentos provenientes de: Empréstimos obtidos........................................... 40 316 541,43 .......30 959 279,39 Aumentos de capital, prestações acessórias e suplementares................ - ...................Subsídios e doações....................................................... - ...................30 959 279,39 40 316 541,43 Pagamentos provenientes de: Empréstimos obtidos....................................................... - ...................Amortizações de contratos e locação financeira............................ - ...................Juros e custos similares...................................... 11 240 642,62 ........8 074 687,21 8 074 687,21 11 240 642,62

FLUXO DAS ACTIVIDADE DE FINANCIAMENTO (3)..................... 29 075 898,81 .......22 884 592,18 Variação de caixa e seus equivalentes (1) + (2) + (3).......... 1 028 823,73 ........3 572 496,24 Caixa e seus equivalentes no início do período................ 22 566 062,99 .......26 138 559,23 Caixa e seus equivalentes no fim do período................... 32 774 886,72 .......22 566 062,99


ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS De seguida apresenta-se todas as informações relevantes a constar do presente Anexo ao balanço e à demonstração de resultados:

Nota introdutória

O grupo dst foi constituído em 1999, tem sede em Palmeira – Braga sendo a empresa-mãe a DST SGPS, S.A. que tem como objecto social a gestão de participações sociais de outras entidades como forma indirecta do exercício de actividades económicas nos sectores de engenharia e construção, águas e saneamento, energias renováveis, telecomunicações e outros serviços. As demonstrações financeiras consolidadas são apresentadas em euros. As demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas em harmonia com os princípios contabilísticos e normas de consolidação do Plano Oficial de Contabilidade, com as alterações introduzidas pelo decreto-lei 35/2005, de 17 de Fevereiro.


Entristecida | Feeling blue


1. Empresas do grupo incluídas na consolidação pelo método integral As empresas incluídas na consolidação em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, suas sedes sociais e proporção do capital detido directa e indirectamente são as seguintes:

Empresa

Condições de Sede social % Participação % Participação inclusão 2008 2007 Investhome - Construção e Imobiliária, s.a............................ a)............Braga .............100% .............100% Domingos da Silva Teixeira, s.a....................................... a)............Braga .............100% .............100% Domingos da Silva Teixeira - Imobiliária, s.a......................... a)............Braga .............100% .............100% Domingos da Silva teixeira - Empreitadas Eléctricas, s.a.............. a)............Braga .............100% .............100% Investhome - sgps, s.a................................................ a)............Braga .............100% .............100% Fundo de Investimento e Imobiliário HomeInvest........................ a)............Braga .............100% .............100% dst energias renováveis, sgps, s.a.................................... a)............Braga .............100% .............100% dst wind, s.a......................................................... a)............Braga .............100% .............100% bysteel, s.a.......................................................... a)............Braga .............100% ................tmodular, s.a......................................................... a)............Braga .............100% ................tstone, s.a........................................................... a)............Braga .............100% ................tgeotecnia, s.a....................................................... a)............Braga .............100% ................tconcrete, s.a........................................................ a)............Braga .............100% ................tagregados, s.a....................................................... a)............Braga .............100% ................Monte Dourado - Hipermercados e Imobiliária, s.a...................... a)............Braga .............100% .............100% EOL Minho - Energias Renováveis, s.a.................................. a)..Vieira do Minho ..............85% ..............85% CARI - construtores, s.a.............................................. a)........Guimarães .............100% .............100% dstelecom, s.a........................................................ a)............Braga .............100% ................IPPLUS, s.a........................................................... a)............Braga .............100% ................dst solar, s.a........................................................ a)............Braga .............100% ................-

a) as empresas indicadas foram incluídas na consolidação pelo método integral de acordo com o estabelecido na alínea a) do nº1 do Art. 1º do decreto-lei nº 238/91, de 2 de Julho (maioria dos direitos de voto). - empresas constituídas em 2008.


2. Empresas do grupo excluídas de consolidação As empresas excluídas da consolidação em 31 de Dezembro de 2008 e 2007, suas sedes sociais e proporção do capital detido directamente são as seguintes: Empresa

Motivo de exclusão

Sede social

% Participação % Participação 2008 2007 dstpedreiras - Extracção de Inertes, s.a..................... a)...........Luanda.............90%.............90% a) as empresas indicadas foram excluídas da consolidação de acordo com o estabelecido no nº1 do Art. 4º do decreto-lei nº 238/91, de 2 de Julho (irrelevante).

3. Empresas associadas As empresas associadas valorizadas pelo método de equivalência patrimonial, suas sedes e proporção do capital detido directamente são as seguintes: Empresa

Sede social % Participação % Participação 2008 2007 2BPartner - Sociedade Capital de Risco, s.a..................................... Braga ............21% ............21% Caminhaequi, s.a.............................................................. Caminha ..........22,5% ..............Conceito Original Unipessoal, Lda............................................... Braga ............20% ............20% Criarvantagens - Águas e Resíduos, Lda.......................................... Braga ............33% ..............Emasisa - Exploração e Manutenção de Sistemas Ambientais, s.a................... Braga ............33% ............33% EOL Verde - Energia Eólica, s.a............................................. Esposende ............25% ............25% Geswater - Águas e Resíduos, sgps, s.a.......................................... Braga ............33% ............33% Innovation Point - Investigação e Desenvolvimento, s.a.......................... Braga ............50% ............50% MinhoCom - Gestão de Infraestruturas de Telecomunicações, EIM................. Valença ............49% ..............Parque Eólico Alto da Vaca, Lda................................................. Porto ............25% ............25% Steelgreen, s.a................................................................. Braga ............50% ..............ValiCom - Gestão de Infraestruturas de Telecomunicações, EIM........ Arcos de Valdevez ............49% ..............VentoMinho - Energias Renováveis, s.a.*..................................... Esposende .........25,63% .........25,63% WAY2B, sgps, s.a................................................................ Braga ............20% ............20%

- empresas constituídas em 2008. * empresa é detida em 15% com direitos de voto especial e 10,63% com direitos de voto normal.


Tudo o que vai, volta! | What goes around, comes around.


4. Outras empresas associadas As empresas associadas sem aplicação do método de equivalência patrimonial, suas sedes e proporção do capital detido directamente são as seguintes: Empresa

Sede social

% Participação % Participação 2008 2007 Luareias - Extracção e Comércio de Areias, s.a.......... Luanda ...............50%...............50%

Esta empresa foi excluída da consolidação de acordo com o estabelecido no nº 1 do Art. 4º do decreto-lei nº 238/91, de 2 de Julho, ou seja, por ser considerada irrelevante.

5. Empresas incluídas na consolidação pelo método proporcional Empresa

Sede social

% Participação

% Participação

2008 2007 Way2B, ACE.............Braga...............20%..............20% Na sociedade acima referida a gestão é conjunta com mais 4 parceiros, pelo que se considera ser o método de consolidação proporcional aquele que melhor representa o efeito da actividade destas empresas no conjunto das demonstrações financeiras consolidadas do grupo dst.

6. Empresas participadas As empresas participadas são as seguintes: Empresa

Sede social

% Participação % Participação 2008 2007 EEVM - Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho, s.a....................... Anhões...........12,50%...........12,50% Empreendimentos Eólicos da Espiga, s.a.................................. Esposende...........10,63%...........10,63% Empreendimentos Eólicos Cerveirenses, s.a............................... Esposende...........10,63%...........10,63% AGERE - Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga - EM................ Braga...........16,33%...........16,33% Braval - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, s.a.................. Braga...........12,90%...........12,90%


7. Número Médio de Trabalhadores ao Serviço O número médio de trabalhadores durante o exercício de 2008 nas empresas incluídas na consolidação ascende a 836 e tem a seguinte distribuição: Empresa

2008

dst sgps, s.a.........................................................6 Investhome - Construção e Imobiliária, s.a...........................15 Domingos da Silva Teixeira, s.a.....................................422 Domingos da Silva Teixeira - Imobiliária, s.a........................ Domingos da Silva Teixeira - Empreitadas Eléctricas, s.a.............60 Investhome - SGPS, s.a............................................... bysteel, s.a........................................................123 tmodular, s.a........................................................27 tstone, s.a..........................................................18 tgeotecnia, s.a......................................................33 tconcrete, s.a........................................................8 tagregados, s.a......................................................30 CARI - construtores, s.a.............................................87 Fundo de Investimento e Imobiliário HomeInvest................. ......Monte Dourado - Hipermercados e Imobiliária, s.a.............. .......dst energias renováveis, sgps, s.a............................ .......3 dst wind, s.a.................................................. ......1 dst solar, s.a................................................. ......EOL Minho - Energias Renováveis, s.a............................ .....IPPLUS, s.a.................................................... ......WAY2B, ACE........................................................... 3 total 836

8. Não existem casos em que a aplicação das normas de consolidação não seja suficiente para que as demonstrações financeiras consolidadas dêem uma imagem verdadeira e apropriada da situação financeira e dos resultados do conjunto das empresas incluídas na consolidação.


Cuidar | Take care


9. Não foi efectuado qualquer afastamento da aplicação das normas de consolidação feito para se obter a necessária imagem verdadeira e apropriada, pelo que não existem quaisquer efeitos no balanço consolidado e na demonstração consolidada dos resultados.

10. Diferenças de consolidação

a) Diferenças de consolidação incluídas em imobilizações incorpóreas As diferenças de consolidação (“Goodwill”) resultam das diferenças positivas entre o custo de aquisição das partes de capital e a proporção dos respectivos capitais próprios no momento da compra. Em 31 de Dezembro de 2008 e 2007 esta rubrica apresenta a seguinte composição: Diferença de consolidação

Empresa Investhome - Construção e Imobiliária, s.a......... 12 897 Domingos da Silva Teixeira, s.a.....................61 436 Domingos da Silva Teixeira - Imobiliária, s.a........9 646 CARI - Construtores, s.a...............................556 VentoMinho - Energias Renováveis, s.a...............19 992 104 529 total

2008 316,25 722,89 182,58 382,08 500,00 103,80

2007 ..........12 897 ..........61 436 ...........9 646 .............556 ..........19 992 104 529

316,25 722,89 182,58 382,08 500,00 103,80

De acordo com a Norma Internacional de Contabilidade nº 36 – Imparidade de activos, as diferenças de consolidação não são amortizadas mas ajustadas por perdas de imparidade, determinadas anualmente à data do balanço ou sempre que ocorram indícios de uma eventual perda de valor. Qualquer perda de valor, imparidade, é registada no resultado do período e não pode ser revertida subsequentemente.

11. Método de consolidação Os métodos e procedimentos de consolidação foram aplicados de forma consistente de 2007 para 2008.


12. Operações de consolidação Os saldos e transacções inter-grupo, assim como ganhos não realizados em transacções entre empresas do grupo são eliminados. As perdas não realizadas são também eliminadas, excepto se a transacção revelar evidência de imparidade de um bem transferido. As margens incluídas em existências bem como as mais/menos-valias ocorridas nas transacções de imobilizado, realizadas entre empresas do grupo, foram eliminadas, quando materialmente relevantes.

13. Datas de referência da consolidação Todas as demonstrações financeiras das empresas incluídas na consolidação foram elaboradas com referência a 31 de Dezembro de 2008.

14. Alteração do conjunto das empresas incluídas no perímetro As empresas constituídas em 2008 foram as seguintes:

Empresa

Sede Social

bysteel, s.a.......................................................... Braga............ver tmodular, s.a......................................................... Braga............ver tstone, s.a........................................................... Braga............ver tgeotecnia, s.a....................................................... Braga............ver tconcrete, s.a........................................................ Braga............ver tagregados, s.a....................................................... Braga............ver dstelecom, sgps, s.a.................................................. Braga............ver IPPLUS, s.a........................................................... Braga............ver dstsolar, s.a......................................................... Braga............ver Caminhaequi, s.a...................................................... Braga............ver Criarvantagens - Águas e Resíduos, Lda................................ Braga............ver MinhoCom - Gestão de Infraestruturas de Telecomunicações, EIM......... Braga............ver ValiCom - Gestão de Infraestruturas de Telecomunicações, EIM.......... Braga............ver

Motivo nota nota nota nota nota nota nota nota nota nota nota nota nota

1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3


Deixe a verdade entrar | Let the truth come in


15. Critérios de valorimetria diferentes dos definidos para a consolidação Os principais critérios valorimétricos utilizados pelas empresas do grupo foram aplicados de forma consistente entre si e são os que constam da nota 23 deste anexo. Em prol da imagem verdadeira e apropriada que deve presidir à elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a Administração optou por adoptar a Norma Internacional de Contabilidade nº 36 – Imparidade de activos, no que concerne às diferenças de consolidação (“goodwill”) referidas na nota 10, derrogando assim o disposto no capítulo 13 do Plano Oficial de Contabilidade (POC).

16. Não foram efectuados quaisquer ajustamentos excepcionais de valor dos activos feitos exclusivamente para fins fiscais e não eliminados da consolidação.

17. Justificação da amortização do valor da rubrica «Diferenças de consolidação» para além do período de cinco anos. Ver nota 15.

18. Critérios de contabilização das participações nas empresas detentoras. Os investimentos financeiros em empresas do grupo e associadas encontram-se registados ao custo de aquisição nas demonstrações financeiras das detentoras.

19. Não foi adoptada a opção prevista na alínea d1) do n.º 13.6.1 das normas.

20. Foi dado cumprimento ao disposto na alínea f) do n.º 13.6.1 das normas.

21. Não existem compromissos financeiros cuja indicação seja útil para a apreciação da situação financeira da Empresa que não figurem no balanço.


22. Garantias prestadas Em 31 de Dezembro de 2008 as responsabilidades do grupo prestadas a terceiros foram as seguintes: Banco

euro

CGD..................25 BCP...................7 BPI...................7 SANTANDER.............6 BANIF.................1 BES...................1 BBVA..................3 BPN...................1 BARCLAYS..............4 total

459 982 051 217 101 629 463 396 267

649,72 757,68 684,74 267,42 713,40 923,07 832,36 333,18 820,42

58 570 981,99

Na sua maioria as garantias acima referidas destinam-se a garantias técnicas/boa execução de obra.

23. Critérios de valorimetria Os principais critérios valorimétricos utilizados na preparação das referidas demonstrações financeiras foram os seguintes:

a)Imobilizações Incorpóreas As imobilizações incorpóreas, constituídas por despesas com a constituição da sociedade e aumentos de capital, encontram-se registadas ao custo de aquisição. Estas são amortizadas pelo método das quotas constantes e de acordo com as taxas mínimas previstas na legislação fiscal, como segue:

IMOBILIZADO

TAXA ANUAL (%)

Despesas de Instalação........................................ 20% - 33% Propriedade Industrial e Outros Direitos..........................33,33%


Desculpa querida, isto nĂŁo ĂŠ justo | Sorry baby, this is not fair


Adicionalmente, encontra-se registado o Direito de Superfície do terreno sob o qual foi construída a fábrica da dst solar e encontrase a ser amortizado à taxa de 2,06%, correspondendo a 48 anos e 6 meses, ou seja, ao período de vigência do direito de superfície.

b)Diferenças de consolidação (“goodwiil”) As diferenças de consolidação correspondem ao excesso do montante pago sobre o valor atribuível dos activos líquidos adquiridos. As diferenças de consolidação negativas resultantes da primeira consolidação encontram-se relevadas nos capitais próprios. As diferenças de consolidação positivas encontram-se relevadas em rubrica própria do activo. De acordo com a Norma Internacional de Contabilidade nº 36 – Imparidade de activos, as diferenças de consolidação não são amortizadas mas ajustadas por perdas de imparidade, determinadas anualmente à data do balanço ou sempre que ocorram indícios de uma eventual perda de valor. Qualquer perda de valor, imparidade, é registada no resultado do período e não pode ser revertida subsequentemente.

c)Imobilizações corpóreas As imobilizações corpóreas encontram-se registadas ao custo de aquisição (custo histórico), com excepção daquelas que, preenchendo os requisitos estabelecidos no Decreto-Lei n.º 49/91, de 25 de Janeiro e no Decreto-Lei n.º 31/98, de 11 de Fevereiro, foram reavaliadas. Assim, estas últimas encontram-se reflectidas no balanço pelo custo de aquisição reavaliado. As amortizações são calculadas pelo método das quotas constantes e de acordo com a legislação fiscal em vigor, ou seja, a Portaria n.º 737/81, de 29 de Agosto (para os bens que entraram em funcionamento até 1989) e o Decreto-Regulamentar n.º 2/90, de 12 de Janeiro (para os bens que entraram em funcionamento a partir de 1989). A partir de 2008 as aquisições de imobilizado são amortizadas por duodécimos. De seguida, indicam-se as taxas praticadas por rubrica do POC:

IMOBILIZADO

TAXA ANUAL (%)

Edifícios e outras construções............................2 a 10 % Equipamento básico...................................10 a 33,33 % Equipamento de transporte............................ 20 a 33,33 % Equipamento administrativo........................12,50 a 33,33 % Elementos de reduzido valor (< 249,40 euros)..............100,00 %


d)Investimentos financeiros Os investimentos financeiros respeitantes a participações de capital em empresas encontram-se registados ao custo de aquisição.

e)Existências As matérias-primas, matérias subsidiárias e mercadorias encontram-se valorizadas ao custo de aquisição.Relativamente aos produtos e trabalhos em curso, nas obras cujo ciclo de produção é superior a um ano, seguiram-se as normas fiscais, nomeadamente o art.º 19.º do CIRC e a Circular n.º 5/90, de 17 de Janeiro, da Direcção-Geral dos Impostos (DGCI); nas obras cujo ciclo de produção é inferior a um ano e estavam em curso a 31 de Dezembro de 2008, seguiu-se o disposto no art.º 18.º do CIRC e, por analogia, a Circular referida.

f)Acréscimos e Diferimentos O registo das despesas e receitas respeita o princípio da especialização dos exercícios, pelo que os custos e proveitos são reconhecidos como incorridos ou obtidos, independentemente do momento em que são pagos ou recebidos.

g)Ajustamentos de dívidas a receber Os ajustamentos de dívidas a receber do exercício foram calculados conforme o disposto nos art.ºs 34.º e 35.º do Código do Imposto sobre o Rendimentos das Pessoas Colectivas (CIRC).

h)Provisões para outros riscos e encargos As provisões são constituídas pelos valores efectivamente necessários para fazer face a perdas estimadas.

i)Resultados extraordinários Em proveitos extraordinários é contabilizada a parte do subsídio ao investimento correspondente às amortizações do imobilizado correspondentes às aplicações relevantes – relativo a várias candidaturas do IAPMEI, ICPME, entre outros.


As preces de Maria | The prayers of Mary


j)Provisões para outros riscos e encargos As provisões são constituídas pelos valores efectivamente necessários para fazer face a perdas estimadas.

k)Swaps Na contabilização dos swaps, foi considerada a diferença líquida, entre o valor a receber pelo cliente e o valor a pagar ao banco, imputando ao exercício os respectivos proveitos e custos, de acordo com o princípio da especialização do exercício.

l)Interesses minoritários Os montantes de capitais próprios das empresas filiais consolidadas pelo método integral, atribuíveis às acções ou partes detidas por pessoas estranhas às empresas incluídas na consolidação, são inscritos no balanço consolidado na rubrica interesses minoritários.

24. Não existem contas incluídas no balanço e na demonstração dos resultados originariamente expressas em moeda estrangeira

25. Comentário das rubricas «Despesas de instalação» e «Despesas de investigação e de desenvolvimento». A conta de despesas de instalação engloba os encargos com a constituição da sociedade, com as actualizações posteriores ao pacto social, candidaturas ao IAPMEI, com as Certificações da Qualidade e do Ambiente e com licenças de utilização de softwares.

26. Não existem trespasses registados em imobilizado incorpóreo.

27. Movimentos ocorridos nas rubricas do activo imobilizado constantes do balanço consolidado e nas respectivas amortizações e ajustamentos Os movimentos ocorridos durante o exercício findo a 31 de Dezembro de 2008 nas rubricas de imobilizações incorpóreas e imobilizações corpóreas e investimentos financeiros, bem como das respectivas rubricas de amortizações acumuladas, evidenciam-se nos quadros que se seguem:


ACTIVO BRUTO

saldo inicial

aumentos

alienações

transf./abates

Imobilizações Incorpóreas Despesas de Instalação................................... 678 409,19..........46 804,79...................- .............93 045,70 Propriedade Industrial e Outros Direitos.......................... -..........87 968,00...................- .....................Diferenças de Consolidação........................... 104 531 853,59..................-...................- .....................105 210 262,78 134 772,79 93 045,70 Imobilizações Córporeas Terrenos e Recursos Naturais........................... 5 439 784,06.......3 588 620,12...................- .....................Edifícios e Outras Construções......................... 5 851 575,17.........810 912,44...................- .....................Equipamento Básico.................................... 27 723 929,58.......2 418 210,91........2 216 347,90 .....................Equipamento de Transporte.............................. 8 307 599,45.......1 012 269,70..........347 015,71 .....................Ferramentas e Utensílios.................................. 44 624,57..........65 559,90...................- .....................Equipamento Administrativo............................. 4 094 568,07.........554 787,16...................- .....................Outras Imobilizações......................................... 545,45..................-...................- .....................Imobilizações em Curso.................................... 11 155,00.......4 442 204,60...................- .............11 155,00

saldo final

............632 .............87 ........104 531 105 281

168,28 968,00 853,59 989,87

..........9 028 404,18 ..........6 662 487,61 .........27 925 792,59 ..........8 972 853.44 ............110 184,47 ..........4 649 355,23 ................545,45 ..........4 442 204,60

51 473 781,35

12 892 564,83

2 563 363,61

11 155,0

61 791 827,57

saldo inicial

aumentos

alienações

transf./abates

saldo final

AMORTIZAÇÕES E AJUSTAMENTOS

Imobilizações Incorpóreas Despesas de Instalação................................... 633 402,29..........41 958,28...................- .............93 044,85 Propriedade Industrial e Outros Direitos.......................... -.............508,82...................- .....................Diferenças de consolidação........................................ -..................-...................- .....................633 402,29 42 467,10 93 044,85 Imobilizações Córporeas Terrenos e Recursos Naturais............................ 1049 321,13..................-...................- .....................Edifícios e Outras Construções........................... 932 300,09.........144 576,66...................- .....................Equipamento Básico.................................... 20 063 047,16.......2 366 312,28........1 290 373,59 .....................Equipamento de Transporte.............................. 6 270 618,14.........965 619,95..........301 895,79 .....................Ferramentas e Utensílios.................................. 41 748,99..........13 960,83...................- .....................Equipamento Administrativo............................. 2 589 701,88.........701 490,25...................- .....................Outras Imobilizações......................................... 545,45..................-...................- .....................Imobilizações em Curso........................................... -..................- ..................- .....................30 947 282,84

4 191 959,97

1 592 269,38

-

............582 315,72 ................508,82 .....................582 824,54 ..........1 049 321,13 ..........1 076 876,75 .........21 138 985,85 ..........6 934 342,30 .............55 709,82 ..........3 291 192,13 ................545,45 .....................33 546 973,43


O homem Luz | The light man


28. Não existem custos incorridos no exercício de 2008 respeitantes a empréstimos obtidos para financiar imobilizações, durante a construção, que tenham sido capitalizados neste período.

29. Não existe qualquer montante de amortizações e de ajustamentos de valor dos activos compreendidos na consolidação que tenham sido feitos exclusivamente para fins fiscais.

30. Em 31 de Dezembro de 2008 não existem diferenças significativas, que não estejam cobertas pelos ajustamentos constituídos pela Empresa, entre os valores das rubricas do activo circulante calculados de acordo com os critérios valorimétricos adoptados e o respectivo valor de mercado.

31. Não existem elementos do activo circulante que se encontrem registados a um valor inferior ao mais baixo do custo ou do valor de mercado.

32. Movimentos ocorridos nas rubricas do activo circulante Os ajustamentos respeitantes a elementos do activo circulante efectuados no decorrer do exercício de 2008 foram os seguintes:

AJUSTAMENTOS Rubricas

saldo inicial

reforço

reversão

saldo final

Clientes de cobrança duvidosa.................. 3 515 611,90 ........3 963 582,52.......(171 226,33).......7 307 968,09 Títulos e outras aplicações financeiras.......... 507 179,03 ...................-.......(118 408,23).........388 770,80 Outros títulos negociáveis........................ 81 453,00 ...................-........(60 143,00)..........21 310,00 TOTAL

4 104 243,93

3 963 582,52

(349 777,56)

7 718 048,89


33. Não existem dívidas a terceiros que se vença para além de cinco anos.

34. Não existem dívidas a terceiros cobertas por garantias reais prestadas pela Empresa.

35. Não existem diferenças levadas ao activo, entre as importâncias das dívidas a pagar e as correspondentes quantias arrecadadas.

36. Repartição do valor líquido consolidado das vendas e das prestações de serviços As vendas e prestações de serviços efectuadas durante o exercício de 2008, realizadas apenas no mercado interno, distribuem-se em conformidade com o quadro seguinte:

Rubricas

mercado interno

total

Vendas: Mercadorias........................................................... - ...................Produtos acabados, subprodutos,desperdícios e resíduos..... 8 400 247,63 ........8 400 247,63 Total de vendas............................................ 8 400 247,63 ........8 400 247,63 Prestação de Serviços.....................................107 268 021,39.......107 268 021,39 Total geral.............................................. 115 668 269,02.......115 668 269,02

37. Não foram efectuados quaisquer ajustamentos com vista a obter vantagens fiscais.


Ă&#x20AC; espera da servidora | Waiting for the server


38. Impostos sobre os lucros O encargo com o imposto sobre o rendimento é apurado tendo em consideração as disposições do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (CIRC). A empresa adoptou o método do imposto a pagar previsto no POC, não reconhecendo quaisquer efeitos tributários derivados de diferenças temporárias geradoras de impostos diferidos. De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por parte das autoridades competentes durante um período de 4 anos, cinco para a segurança social. Desta forma poderão ainda vir a ser sujeitas a revisão as declarações fiscais dos anos de 2005 a 2008. O Conselho de Administração considera, no entanto, que eventuais correcções resultantes de revisões fiscais, a existirem, não terão um efeito significativo nas demonstrações financeiras da Empresa em 31 de Dezembro de 2008.

39. Remunerações de órgãos sociais As remunerações atribuídas no exercício aos Órgãos Sociais no exercício foram as seguintes: Órgão social

total

Administração.................. 1 016 620,03 Fiscal único...................... 56 160,00 1 072 780,03 Total geral

40. Não existem adiantamentos ou empréstimos concedidos aos membros dos órgãos de administração e de fiscalização da empresa-mãe, por esta ou por uma empresa filial. 41. Reavaliações legais de imobilizações corpóreas As diversas empresas do grupo procederam em exercícios anteriores à reavaliação das suas imobilizações corpóreas ao abrigo dos Decreto-Lei n.º 49/91, de 25 de Janeiro e no Decreto-Lei n.º 31/98, de 11 de Fevereiro.

42. Reavaliações de imobilizações corpóreas Não foram efectuadas reavaliações de imobilizações corpóreas no decorrer do exercício de 2008, pelo que não se procedeu à elaboração do quadro descritivo das reavaliações.


43. Comparabilidade das demonstrações financeiras A comparabilidade das rubricas das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2008 não se encontra materialmente afectada.

44. Demonstração consolidada dos resultados financeiros Os resultados financeiros consolidados são apresentados no quadro que se segue:

Custos e Perdas 681 682 683 684 685 686 687 688

-

2008

2007

Juros suportados................................. 9 648 765,50 ..5 623 541,87 Perdas em empresas do grupo e associados............... 136,33 .............Amortizações de investimentos em imóveis.................... - .............Ajustamentos de aplicações financeiras............. 239 163,15 ....743 688,82 Diferenças de câmbio desfavoráveis................... 8 406,32 .....12 027,76 Descontos de pronto pagamento concedidos............ 21 503,28 .....63 668,47 Perdas na alienação de aplicações de tesouraria.... 388 026,68 .....27 073,64 Outros custos e perdas financeiros................. 951 759,99 ..1 152 368,74 Resultados financeiros........................... 3 512 331,28 ..2 048 772,94 7 745 429,97

Total

9 671 142,24

Proveitos e ganhos 781 782 783 784 785 786 787 788

-

2008

2007

juros obtidos.................................... 5 309 269,85 ..5 877 152,95 Ganhos em empresas do grupo e associadas.................... - .............Rendimentos de imóveis............................. 149 425,32 .....87 968,67 Rendimentos de participações de capital.......... 1 006 874,89 ..2 820 036,99 Diferenças de câmbio favoráveis........................ 196,04 ......1 756,48 Descontos de pronto pagamento obtidos.............. 363 131,77 ....459 960,54 Ganhos nas alienações de aplicações de tesouraria... 12 892,75 ....224 305,52 Reversões e outros proveitos e ganhos financeiros.. 903 639,35 ....199 961,09

7 745 429,97

Total

9 671 142,24

45. Demonstração consolidada dos resultados extraordinários Os resultados extraordinários consolidados são apresentados no quadro que se segue: exercícios

exercícios

2008

2007

-

Donativos........................................... 77 169,40 Dívidas incobráveis........................................ Perdas em existências...................................... Perdas em imobilizações.......................... 1 515 230,76 Multas e penalizações............................... 55 620,48 Aumentos de amortizações................................... Correcções relativas a exercícios anteriores....... 174 799,04 Outros custos e perdas extraordinárias.............. 84 199,36 Resultados extraordinários........................(892 167,12)

...127 957,24 ....90 472,42 ...............360 497,81 ....30 865,84 ...............380 923,71 ...103 504,52 1 356 996,83

Total

1 014 851,92

2 451 218,36

Custos e Perdas 691 692 693 694 695 696 697 698

Proveitos e ganhos

2008

2007

-

Restituição de impostos............................. 59 435,73 Recuperação de dívidas...................................... Ganhos em existências....................................... Ganhos em imobilizações............................ 488 531,14 Benefícios de penalidades contratuais.............. 108 346,54 Redução de provisões........................................ Correcções relativas a exercícios anteriores........ 36 252,52 Outros proveitos e ganhos extraordinários.......... 322 285,99

....................................1 514 927,96 ...814 348,01 ................21 490,06 ...100 452,34

Total

1 014 851,52

2 451 218,37

791 792 793 794 795 796 797 798


Continue em linha | Hold the line


46. Movimento das provisões provisões Rubricas

saldo inicial

reforço

reversão

saldo final

Provisões para outros riscos e encargos...............563 644,58 ...............-.....(180 499,42)..........383 145,16

47. Bens utilizados no regime de locação financeira

BENS EM LOCAÇÃO FINANCEIRA (CURTO PRAZO E MÉDIO E LONGO PRAZO) Rubricas

valor de aquisição

Amortizações acumuladas

Dívida

Valor líquido

<=1ano >1ano total Imobilizações corpóreas: Equipamento básico................. 12 674 080,29 ....6 417 643,25 .....6 256 437,04 ....1 818 381,22 ....3 582 977,87 .....4 102 379,44 Equipamento transporte.............. 3 350 940,48 ....1 812 604,04 .....1 538 336,44 ......660 256,04 ....1 762 323,11 .....1 288 095,91 Equipamento administrativo.......... 1 275 901,99 ......548 441,95 .......727 460,04 ......209 116,88 ......864 780,18 .....1 012 097,76 total

17 300 922,76

8 778 689,24

8 522 233,52

2 687 754,15

6 210 081,16

6 402 573,11

48. Valor global das dívidas que se encontram tituladas, por rubricas do balanço consolidado, quando nele não estiverem evidenciadas.

49. Outras informações 49.1. Movimento ocorrido nos capitais próprios consolidados


Capital próprio

saldo inicial

aumento

diminuições

saldo final

Capital...............................................25 000 000,00..............-................-.......25 000 000,00 Prémio de emissão acções..............................50 000 000,00..............-................-.......50 000 000,00 Prestações acessórias.............................................-..............-................-...................Reservas de reavaliação...........................................-..............-................-...................Reservas Reservas legais.......................................583 200,21.....221 000,00...........................804 200,21 Reservas livres.............................................0,00...........0,00.................................0,00 Restantes reservas e outros capitais próprios...............0,00......85 968,00............................85 968,00 Resultados transitados................................11 065 549,63...2 284 471,16........................13 350 020,79 Subtotal..............................................86 648 749,84...2 591 439,16.............0,00.......89 240 189,00 Resultado líquido do exercício.........................2 505 471,17...................-2 826 571,65.........-321 100,48 Total do capital próprio..............................89 154 221,01...2 591 439,16....-2 826 571,65.......88 919 088,52 Interesses minoritários...................................-3 052,51.........................-643,52..........-36 696,04

49.2 Composição do capital social O capital social é de 25.000.000 euros, totalmente subscrito e realizado, dividido em 5.000.000 acções (5 milhões), denominadas ao portador, com um valor nominal de 5,00 euros.

O Técnico Oficial de Contas Sunana Maria Macedo Queirós

A Administração Domingos da Silva Teixeira José Gonçalves Teixeira Avelino Gonçalves Teixeira Joaquim Gonçalves Teixeira Hernâni José Gonçalves Teixeira José Manuel Lello Ribeiro de Almeida Nuno Magalhães Silva Cardoso


Cuida da Terra como se fosse tua | Take the Earth as yours


d) Certificação Legal das Contas Consolidadas


e) Relatório e parecer do Fiscal Único


Salvem o planeta verde | Save the green planet


f) ANEXO AO RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REFERENTE AO EXERCÍCIO DE 2008

Em cumprimento do estatuído no n.º 5, do artigo 447.º e no n.º 4, do artigo 448.º, ambos do Código das Sociedades Comerciais (CSC), aprovados pelo Decreto-Lei n.º 262/86, de 2 de Setembro, apresentamos, de seguida, a lista de acções abrangidos pelo disposto nesse preceituado:

1 - Os membros do Conselho de Administração abrangido pelo n.º 5 do art.º 447 do CSC, em 31 de Dezembro de 2008, eram titulares das seguintes acções: Domingos da Silva Teixeira detinha: 1.027.894 acções com o valor nominal de cinco euros cada; José Gonçalves Teixeira detinha: 993.334 acções com o valor nominal de cinco euros cada; Joaquim Gonçalves Teixeira detinha: 993.642 acções com o valor nominal de cinco euros cada; Avelino Gonçalves Teixeira detinha: 993.334 acções com o valor nominal de cinco euros cada; Hernâni José Gonçalves Teixeira detinha: 991.796 acções com o valor nominal de cinco euros cada.

2 - Os seguintes accionistas abrangidos pelo disposto no n.º 4 do art.º 448.º do CSC, eram titulares, à data de encerramento do exercício, de pelos menos um décimo do capital em 31 de Dezembro de 2008: Domingos da Silva Teixeira, com 20,56% do capital José Gonçalves Teixeira, com 19,87% do capital; Joaquim Gonçalves Teixeira, com 19,87% do capital; Avelino Gonçalves Teixeira, com 19,87% do capital; Hernâni José Gonçalves Teixeira com 19,83% do capital;

Braga, 15 de Maio de 2008. O Conselho de Administração


R&C 2008 dst sgps  
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