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PLATAFORMA

LOGÍSTICA DE VALENÇA WAY2B, ACE anuncia o investimento de 200 milhões de euros na construção e exploração da Plataforma pag. 4

edição 19

RAYLEAGUE

1.ª REDE SOCIAL DEDICADA AO FUTEBOL A NÍVEL MUNDIAL A plataforma conta já com a adesão do S.C. Braga, o S.C. Marítimo, o Leixões S.C. e está a negociar com mais clubes da 1.ª divisão pag.12

Energetic modular technology

MINISTRO DA CULTURA APOIA MECENATO NO MOSTEIRO DE TIBÃES

é a 5.ª empresa certificada a nível nacional

tecnologia inovadora e sustentável reconhecida com vários prémios

dst investe €25 mil para criar linha de produtos de autor

pag. 7

pag. 14

pag. 22

tbetão trimestral / Setembro 2009

NOVA CERTIFICAÇÃO


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José Teixeira ceo do grupo dst

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EDITORIAL Leio a proposta de edição da dstnews e fico surpreendido com o que se passou desde a edição passada a esta. Passaram pouco mais de três meses e no entanto fico com a sensação que se passaram coisas de tamanho maior, bem maior, do que acontece em condições normais no tempo de um pouco mais do que um trimestre. Mas não é só com o tamanho das coisas, ou a quantidade mas ainda com a diversidade de coisas que aconteceram no grupo neste período. Procuro ligações entre tudo o que aconteceu e da diversidade do que aconteceu e vem-me à memória a necessidade da procura da razão de tudo que fazemos. Temos razões para justificar a quantidade e a diversidade do que aconteceu. Estamos a cumprir o nosso plano plurianual focado nos negócios que correrão melhor no futuro. Estamos a cumprir o que antevimos. Continuaremos focados em antecipar tendências e em prever o que será “consumido”. Neste trimestre apressado continuamos a fazer negócios na área do ambiente, das energias renováveis e das telecomunicações de nova geração concorrendo aos concursos das redes regionais do Centro, Sul e Norte. Começamos a executar os primeiros projectos de eficiência energética e aumentamos substantivamente a instalação de micro produção de energia. Iniciamos a construção do protótipo Et3 Energic modular technology – habitação sustentável. Contribuímos para uma alternativa ao projecto do solar foto voltaico da Quimonda Solar. Iniciamos o projecto de mobilidade eléctrica de Guimarães e trabalhamos no sentido de o ver replicado por vários (muitos) municípios. Lançamos, com os nossos sócios da WAY2B,ACE a plataforma logística de Valença porque o mundo quer e precisa de soluções de mobilidade intermodal e inteligentes de cargas com vista à eficiência assente no novo paradigma da economia ambiental. Iniciamos a empreitada na Líbia transaccionando conhecimento e contribuindo para uma das saídas para o sector – a internacionalização com vista à contribuição da inversão da nossa balança de transacções. Continuaremos a procurar os que procuram ser criativos e a incentivar e a valorizar a imaginação dos que trabalham e dos que pretendem trabalhar com a dst. A Innovation Point (empresa de I&D do grupo detida agora a 100% pela dst) lançou o duas redes sociais - Lappiz e Rayleague e continuaremos a fazer de boas ideias coisas empresariais. Tratamos neste pouco mais do que trimestre de abastecer a alma e divertir os nossos trabalhadores. Teatro, literatura e artes mas fitness também. Formamos mais e mais gente das novas oportunidades às pós graduações e tudo fizemos porque sim. Continuamos a querer fazer diverso com muito gosto. Neste pouco mais do que trimestre fizemos um encontro de quadros na Casa da Música, com boas, criativas e imaginativas intervenções e muito boa música e fizemos uma prova radical, non stop, das 8 de sábado às 8 de Domingo que terminou no Pacha de Ofir. O que quero escrever é que não há turbulência mundial que nos encontre menos preparados, comparativamente, e por essa razão é que assim como “não há machado que corte a raiz ao pensamento”, não existe turbulência que vença um grupo empresarial culto, cosmopolita e por consequência muito, mas muito, competitivo e muito, mas muito disponível para travar batalhas difíceis.


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REUNIÃO DE QUADROS ENCONTROS DST COM MÚSICA

dst é empresa culta e depende da inteligência e imaginação colectivas O grupo dst reuniu mais de 150 colaboradores - entre quadros superiores e encar-

inovando é possível criar vantagens competitivas que permitam à empresa obter

regados de 1.ª linha ligados à produção - na Casa da Música no passado dia 20 de

cash-flows", referiu.

Junho no seu encontro anual de recursos humanos.

O administrador da Bysteel - Rodrigo Araújo – por sua vez, salientou que o sucesso

A acção, este ano denominada "Encontros dst com Música" devido ao cariz estrutural

está mais próximo de quem domina e de quem vai à frente. Para este responsável, “As

da cultura na filosofia do grupo, teve como finalidade promover o convívio entre os

empresas têm que assumir o protagonismo que os tempos e os mercados exigem,

colaboradores e estimular a reflexão sobre a empresa, o cenário económico-financei-

através do domínio das suas relações. Para o conseguirem têm que conseguir ganhar

ro actual e outros temas relacionados com as áreas de actividade do grupo dst.

vantagens em três frentes: ser talento, ser global e ser valor”.

O CEO do grupo, José Teixeira, abriu e encerrou os trabalhos, salientando a relevância

Seguiu-se Eduardo Leite, administrador da CARI, que discorreu sobre o tema “Aceitar

da formação contínua e da participação cívica para o alargamento dos horizontes dos

o comum ou quebrar os elos da corrente”.

colaboradores e, consequentemente, para o sucesso da empresa.

Após o almoço e na retoma dos trabalhos, o Director do Parque de Materiais – Paulo

"A dst é uma empresa culta e depende da inteligência e imaginação colectivas, pelo

Filipe – falou sobre os “Paradigmas e Desafios da Função Logística na(s) Organi-

que os seus colaboradores devem depender de aprender sempre mais e serem social

zação(ões)”.

e civicamente responsáveis, através da colaboração com grupos de jovens, escu-

Por sua vez, o director departamento de Produção de Construção Civil I - Ricardo

teiros ou catequistas, associações desportivas e recreativas ou projectos de volun-

Carvalho – falou sobre Liderança na suas variadas formas, destacando os tipos de

tariado, entre muitos outros", referiu.

liderança que encontra na dst.

O mesmo responsável afirmou que a existência de regras é essencial para que se

Antes do encerramento dos trabalhos, Fernando Gouveia - Director do departamento

cultive o conceito de co-responsabilidade numa organização e que o trabalho e a

de Fibra Óptica da dte - apresentou os resultados da empresa neste último ano,

determinação constituem a chave para a inovação.

destacando as obras de maior impacto financeiro.

"É essencial sermos corajosos e encararmos cada dia como o dia D, sendo perma-

O CEO do grupo dst encerrou os trabalhos deixando no ar um sonho: "Gostava que

nentemente rigorosos e inovadores, pois o empreendedorismo exige que vençamos

houvesse uma dependência física face à formação, que é nuclear e inegociável na

medos", sublinhou José Teixeira que não terminou as suas apresentações sem acon-

dst", conclui.

selhar a imensa plateia que o ouvia. "Lutem sempre para superar os vossos limites e

Durante o evento foi ainda possível assistir a um concerto do Quarteto DM, composto

sejam activos no processo de toma-da de decisão: um erro resultante de uma

por voz, piano, bateria e contrabaixo de cordas, bem como desfrutar de uma visita

decisão é tolerável e permite aprender, uma não decisão mata os projectos",

guiada à Casa da Música.

aconselhou.

Dado o sucesso da iniciativa, o grupo espera continuar a repetir os Encontros, subor-

João Matos, administrador da Innovation Point e responsável de inovação do grupo,

dinando-os a temas que evoquem a sua alma artística, como o bailado, a ópera ou a

deu início à sessão, destacando a criatividade como a moeda forte da empresa. "Só

poesia.<


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LOGÍSTICA DE VALENÇA WAY2B, ACE anuncia o investimento de 200 milhões de euros na construção e exploração da Plataforma

4 O Agrupamento Complementar de Empresas WAY2B, ACE do qual a dst faz parte,

"A WAY2B ACE foi uma das empresas que confiaram no desafio lançado pela

anunciou recentemente o investimento de 200 milhões de euros na construção e

Secretaria de Estado para investir em infra-estruturas, assumindo assim o risco do

exploração da Plataforma Logística de Valença, uma das doze projectadas pelo Plano

negócio", afirma José Teixeira, Presidente do Conselho de Administração da WAY2B.

Portugal Logístico. Estrategicamente localizada a meio caminho do Porto e de Vigo,

"O investimento em infra-estruturas é fundamental para a economia portuguesa e

na Galiza, a plataforma vai ficar instalada no lado sul do nó entre a A3, que liga o Porto

será, a prazo, devolvido ao Estado através de impostos, com o valor gerado pela

a Valença, e a Estrada Nacional (EN) 13, próximo do actual parque empresarial do

actividade da plataforma e ainda com a dinamização da economia por efeito de

concelho.

contágio, num momento de fragilidade que está a induzir medo e até alguma

Servida pela A3, pela A28, pelas estradas nacionais 13 e 101 e com ligação à linha

esquizofrenia", acrescenta o mesmo responsável.

ferroviária convencional do Minho, um dos factores considerados como determi-

Na cerimónia de apresentação do projecto, a secretária de Estado dos Transportes

nantes para o seu sucesso a nível de acessos ferroviários prende-se com o facto de o

Ana Paula Vitorino acrescentou também que, para que este conjunto venha a funcio-

traçado da linha de alta velocidade que ligará o Porto a Vigo prever, em Valença, a

nar com sucesso, “é essencial e incontornável” fazer a ligação ferroviária em alta

criação de duas paragens, uma para mercadorias e outra para passageiros.

velocidade entre o Porto e Vigo, na Galiza. Para a governante não se trata de “despe-

Estima-se que esta plataforma venha a servir um mercado local de cerca de 2,4

sismo” porque só esta ligação permitirá dar competitividade ao “o verdadeiro Eixo

milhões de habitantes num raio de cem quilómetros, que concentra 15 por cento do

Atlântico, que não deve acabar no Porto. Começa na Corunha e deve acabar no

PIB industrial nacional e três por cento do espanhol. Vocacionada para dinamizar a

Algarve, onde está localizada mais de 70 por cento da nossa economia”, sublinhou.

economia regional e a captação de fluxos e investimentos industriais, a infra-

Para o Presidente da Câmara de Valença, “A Plataforma Logística de Valença é um

estrutura permitirá alargar o hinterland do porto de Leixões a toda a região do Nor-

dos maiores investimentos realizados, desde sempre, no Alto Minho e terá um efeito

deste da Península Ibérica. Entre as principais funcionalidades deste espaço encon-

indutor na economia regional, potenciando a actividade económica existente e

tram-se uma área logística de multifunções, área ferro-logística especializada, área

captando novos investimentos”. Segundo José Luís Serra a Plataforma Logística de

logística de transformação e clientes únicos, terminal intermodal ferroviário e rodo-

Valença terá um efeito directo na economia regional, através do surgimento de novas

viário e centro de serviços de apoio.

actividades económicas e na criação de emprego em novas áreas, contribuindo,

O projecto, que está dividido em duas fases e começará a ser construído no próximo

assim, para a criação de riqueza na região.

ano, apresenta como principais vantagens:

A Plataforma Logística de Valença con-tribuirá, também, para o desenvolvimento dos

- Centralidade relativamente à euro-região Norte de Portugal Galiza;

actuais sectores de actividade existen-tes na região, na medida em que as

- Excelentes condições de acessibilidade rodo-ferroviária;

respectivas empresas passarão a dispôr de um serviço logístico de proximidade que

- Ampla oferta de infra-estruturas portuárias (Leixões, Viana e Vigo) e aero-portuá-

elevará os níveis de eficácia / eficiência.

rias (Porto, Vigo, Corunha e Santiago de Compostela);

Recorde-se que o Plano Portugal Logístico foi apresentado pelo Governo em Maio de

- Redução dos custos de transferência de mercadorias;

2006 e visa transformar Portugal numa plataforma atlântica para os movimentos

- Entreposto aduaneiro;

internacionais nos mercados ibérico e europeu.

- Eficiência e rastreabilidade do tráfego de mercadorias através da "Janela Única

A criação da WAY2B, ACE, em 2007, pretendeu gerar opções para lidar com crises

Logística".

económicas, encontrando soluções alternativas aos modelos tradicionais de abaste-

Após uma primeira fase, onde serão investidos 105 milhões de euros e gerados 2500

jecto, do qual fazem parte as construtoras dst (Domingos da Silva Teixeira), ABB

cimento das empresas por via de concursos a obras públicas e publicadas. O propostos de trabalho directos e 6 250 indirectos, para além dos 1 200 decorrentes da

(Alexandre Barbosa Borges), Britalar, J. Gomes e Rodrigues & Névoa, aposta forte na

fase de construção, serão, numa segunda fase, acrescentados 78ha à área de ocu-

internacionalização, através da transacção de conhecimento para o exterior e da

pação inicial (57ha), permitindo a criação de mais postos de trabalho.

entrada em negócios em que a partilha de risco constitui um factor diferenciador.<


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5 A Innovation Point, em parceria com a Seegno, desenvolveu o Lappiz, uma plata-

perspectivas. Seja um tema mais político, um workshop que está a ser organizado, ou

forma Web gratuita dirigida aos estudantes do Ensino Superior que pretende aproxi-

o método de avaliação proposto de uma disciplina, é bem-vinda a multiplicidade de

mar os jovens e dinamizar a partilha de conteúdos académicos.

opiniões, a discussão saudável e, se possível, a geração de mais conhecimento pela

O Lappiz é uma ferramenta web colaborativa que permite aos estudantes, em espe-

força da palavra.

cial aos do ensino superior, partilharem conteúdos de âmbito académico.

O objectivo da Innovation Point é criar uma referência no espaço académico informal internacional, prevendo, para os primeiros meses, uma adesão nacional na ordem dos 10 mil utilizadores. Até ao final do ano, e após a divulgação internacional do site via marketing electrónico, a Innovation Point pretende atingir os 100 mil utilizadores, entre público nacional e estrangeiro, estando a ferramenta também disponível em inglês. Além da possibilidade de partilha de notas de estudo, exercícios, relatórios ou exames, o Lappiz conta com a integração de ferramentas como o Facebook, Flickr, Wikipédia e Google Maps. A componente social do Lappiz é uma forma cómoda e divertida dos estudantes estabelecerem novos laços entre amigos e novos colegas. A partir da rede social que construírem no Lappiz podem comunicar facilmente entre si, trocando novas experiências e discutirem até eventuais parcerias de trabalho. Esta ferramenta vai de encontro à tendência social que hoje domina as tecnologias de informação utilizadas por estudantes, oferecendo-lhes um meio conveniente de explorarem novos caminhos no centro do espírito académico. "Não pretendemos ser concorrentes destas soluções, queremos sim explorar as sobreposições de públicos e interesses, criando um produto novo que responde eficazmente à necessidade dos jovens de hoje de partilhar, interagir e, acima de tudo, aprender", destaca João Matos, administrador da Innovation Point. O mesmo responsável refere como principais elementos diferenciadores da plataforma o facto de potenciar uma organização dinâmica, o acompanhamento da actividade de outros estudantes, a gestão de recursos, sistemas de feedback e peer view,

O seu objectivo é puramente educacional, proporcionando aos estudantes um

uploads simultâneos e a atribuição de tags.

acesso universal a todo o tipo de documentos que possam ser interessantes numa

O Lappiz, que está já disponível na web, teve um inves-

determinada área de estudo. Ao ligar a informação, o conhecimento e as instituições

timento inicial de 250 mil euros, e o seu modelo de

de ensino, o Lappiz procura estimular a emergente necessidade de expandir os hori-

rentabilização passa pela inserção de publi-

zontes dos estudantes, que hoje desejam formas mais dinâmicas de enriquecerem o

cidade contextualizada, bem como pela

seu conhecimento e de colaborarem com pares.

oferta de serviços parceiros

A organização estrutural do Lappiz permite aos estudantes localizarem informação

complementares.<

existente em múltiplas instituições de ensino, aproveitando e usufruindo efectivamente de um verdadeiro trabalho em equipa. Estes novos paradigmas do conhecimento também possibilitam o desenvolvimento de novas comunidades ou de grupos ad-hoc, para melhor responderem a questões e a desafios. A plataforma Lappiz é global e integra já, à partida, a possibilidade do membro se registar como oriundo de um total de 7972 universidades de 219 países. Uma das funcionalidades colaborativas do Lappiz consiste nas discussões, onde qualquer estudante pode participar e partilhar a sua opinião. Vários temas podem ser discutidos, independentemente do país, da universidade, do curso ou da disciplina em questão. As discussões são públicas, o que permite a participação de estudantes provenientes de diferentes áreas e originando uma experiência mais rica, com novas


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CONSÓRCIO AVANÇA SÓZINHO dst, EDP, Visabeira, BES, BCP e os angolanos do BPA avançam sózinhos com o projecto Quimonda Solar O consórcio português constituído pelas empresas dst, Visabeira e EDP, pela

Recorde-se que este consórcio decidiu, em Julho, avançar sozinho para um projecto

Sociedade de Capital de Risco Inovcapital e pelos Bancos BPA (Angola), BES e BCP,

solar, depois de falharem as negociações com a CentroSolar para a aquisição da

que estabeleceu no passado dia 5 de Junho um princípio de acordo para a aquisição

Qimonda Solar.

dos activos solares da Qimonda AG (projecto Itarion) e para o financiamento do

José Teixeira, tinha garantido que “apesar da saída do grupo alemão, o consórcio

respectivo projecto, está a trabalhar de forma "coesa e determinada" para arrancar a

português acredita na viabilidade do projecto porque está a ver o mundo a girar no

produção de painéis fotovoltaicos no primeiro semestre de 2010, garantiu José

sentido das renováveis e por isso achamos que vale a pena investir”.

Teixeira, CEO do grupo dst.

De acordo com o mesmo responsável, as “participações ainda estão por decidir mas

"Temos quadros das várias empresas a trabalhar no projecto para manter o

à partida os 49% da Centrosolar vão ser divididos pelos parceiros industriais, ou seja,

calendário previsto de ter o projecto elaborado até ao final do ano. Mesmo durante o

a dst, EDP e Visabeira”.

mês de Agosto houve reuniões", afirmou o responsável máximo da dst.

Sobre o pedido de insolvência da Itarion Solar, o projecto solar detido pela

José Teixeira adiantou ainda que "as reuniões com os parceiros da área industrial

Qimonda e pela CentroSolar, José Teixeira considerou-o "a consequência

(dst, Visabeira e EDP) estão a ser acompanhadas por responsáveis dos bancos que

natural do fim das negociações" do consórcio luso-angolano com a

compõem o consórcio (BPA, BES e BCP)".

CentroSolar.

"Neste momento, estamos a olhar para o mundo para encontrar a tecnologia certa",

"É o resultado natural do fim das negociações (do consórcio) e de não ter

avançou o mesmo responsável, acrescentando que "esta etapa deverá estar

aparecido um outro investidor interessado naquele projecto", acrescentou o

concluída durante o mês de Outubro".

por ta-voz do consórcio, que a 31 de Julho decidiu avançar para o projecto

Segundo José Teixeira, depois da escolha tecnológica, "segue-se a elaboração do

industrial para a montagem e comercialização de painéis solares.

layout" da unidade de produção de painéis fotovoltaicos, que prevê a definição de

As negociações com a CentroSolar previam que o grupo alemão CentroSolar

áreas, do processo produtivo e o recrutamento de mão-de-obra, que, afirmou,

mantivesse a posição no negócio das células fotovoltaicas, ao lado do grupo

"deverá estar concluído até ao final do ano".

com capitais portugueses e angolano, nas novas instalações a serem construí-

"Depois, o início da produção depende se construímos um espaço de raiz ou se

das na Qimonda.

adaptamos instalações", acrescentou o empresário, mostrando-se irredutível sobre a

Com o fracasso das negociações, o projecto alternativo adia o fabrico de células

localização da futura empresa em Vila do Conde. "Estamos a analisar a possibilidade

fotovoltaicas para uma segunda fase, definindo a construção dos painéis como

de ficar nas instalações da Qimonda, mas ficará sempre em Vila do Conde, porque

prioritária, existindo a intenção de "promover um cluster industrial no sector da

existe mão-de-obra qualificada, habituada ao ambiente do micro e do nano",

energia solar".

reforçou.

O Ministério da Economia e da Inovação reiterou que "da parte do Governo,

Numa primeira fase, o projecto da construção da fábrica de painéis fotovoltaicos

nomeadamente através da AICEP, mantém-se toda a disponibilidade para apoiar

representa um investimento de 50 milhões de euros e permitirá criar 200 postos de

o investimento privado neste e noutros projectos na área das energias

trabalho.

renováveis". <

DST SOLAR SELECCIONADA

permite aos munícipes gerar energia a partir de suas casas através de um investimento inicial máximo de 1 000 euros cada e da cedência de posição contratual a uma empresa parceira. As habitações aderentes ao projecto terão um decréscimo de 30 a 40% na factura energética, resultante da instalação de painéis solares térmicos, bem

O grupo dst, através da dst solar, vai instalar painéis fotovoltaicos e

como um rendimento extra decorrente da venda de 25% da energia produzida à EDP,

solares térmicos em Óbidos no seguimento da parceria estabelecida

sendo consignados 75% da venda da energia à empresa que faz o investimento por

em Junho com o município. A iniciativa decorre do projecto "Óbidos Solar", o qual representa um investimento global de 37 milhões de euros e

um período máximo de nove anos. Após os primeiros nove anos, a totalidade da receita obtida com a venda de energia reverterá a favor do munícipe.

visa instalar uma unidade de microprodução em 1 500 habitações do município,

A dst solar empresa do grupo dst que opera no âmbito do solar fotovoltaico, tem uma

democratizando o acesso às energias renováveis.

das principais cotas de instalação de microgeração. "Obtivemos um crescimento

"A entrada neste projecto consolida o reconhecimento da actividade da dst solar e é

bastante significativo em termos de volume de vendas em relação ao segundo

altamente motivadora pela criação de sustentabilidade energética e pelo carácter

semestre de 2008. É nosso objectivo facturar até final deste ano, 28 milhões de

social da iniciativa", refere José Teixeira, CEO do grupo dst. A iniciativa "Óbidos Solar"

euros", conclui o mesmo responsável.<


tbetão NOVA CERTIFICAÇÃO

é a 5.ª certificada a nível nacional O sistema de controlo da produção de betão do grupo dst está, desde o passado mês de Junho, certificado

A certificação foi atribuída a quatro das cinco centrais da tbetão, empresa do grupo que se dedica à

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pela Associação Portuguesa de Certificação (APCER), garantindo assim o cumprimento da Norma NP EN 206-1:2007. produção e fornecimento de betão pronto, e vem responder ao Decreto-Lei 301/2007 de 23 de Agosto que, no artigo 5.º, estabelece que o betão destinado a estruturas ou elementos estruturais para os quais tenha sido especificada a classe de inspecção 3 deve ser proveniente de uma central com o controlo da produção certificado. "Esta certificação permite, num mercado cada vez mais competitivo, demonstrar a capacidade da tbetão em garantir que todos os requisitos de qualidade estão assegurados de acordo com a legislação em vigor e satisfazer, de forma eficaz, todas as partes envolvidas no negócio", afirma Amélia Cerdeira, Directora de qualidade do Grupo. A empresa, que esteve recentemente envolvida nos projectos Petrogal Matosinhos, Variante da Trofa e Parque Eólico da Terra Fria, tinha já implementado um sistema de gestão da qualidade de acordo com a NP EN ISO 9001:2008, estando assim a cumprir parte dos requisitos do controlo da produção de betão. Em Agosto foram realizadas auditorias para certificação do controlo de produção de betão da central de Paradela e para marcação CE da pedreira Roca da Ponteira (Montalegre), aguardando-se entretanto a emissão dos respectivos certificados. A tbetão é também certificada pelas OSHAS 18001, NP 4197:2007, 14001:2004 (apenas na central de Braga) e, desde 2003, pela NP EN ISO 9001:2000, tendo este ano feito a transição para a NP EN ISO 9001:2008. Relembramos que o grupo dst está certificado pela NP EN ISO 9001:2008 no âmbito de: - Concepção, Desenvolvimento e Produção de Betão Pronto; - Concepção, Desenvolvimento, Produção e Aplicação de Betão Betuminoso; - Concepção, Desenvolvimento, Produção e Montagem de Estruturas Metálicas; - Concepção, Desenvolvimento e Fabrico de Produtos de Madeira e Derivados da Madeira e Mobiliário; - Construção Civil e Obras Públicas; - Manutenção a viaturas e equipamentos. O grupo tem também atribuído a marca CE às misturas betuminosas e agregados. É ainda certificado pelas OSHAS e NP 4397 - Higiene e Segurança no Trabalho. No âmbito do ambiente, está certificado pela Norma 14001:2004 no que diz respeito à Produção de Betão Pronto, Fabrico de Produtos de Madeira e Mobiliário, Produção de Estruturas Metálicas, Construção Civil e Obras Públicas e Manutenção de Viaturas e Equipamentos. Possui ainda o registo EMAS nos âmbitos de Fabrico de Produtos de Madeira e Mobiliário, Produção de Estruturas Metálicas e Manutenção de Viaturas e Equipamentos. A empresa eléctrica da dst (dte) está igualmente certificada.<

renováveis COMO?

PORQUÊ?

Crie em casa a sua própria central. Com entrada em vigor do DL 363/2007, já é possível poupar na facturação energética e ainda vender a energia à rede pública.

A dst energias renováveis executa o projecto de central fotovoltaica A instalação paga-se a ela própria em poucos anos, uma vez que a energia produzida é vendida à rede pública e de sistemas de aquecimento solar de águas sanitárias e na sua totalidade e é remunerada a um preço várias faz a instalação “chave na mão” de central fotovoltaica e vezes superior à energia comprada. dos colectores solares para Aquecimento de Águas Sanitárias. Após este período de recuperação do investimento, ainda é possível, durante muitos anos, gerar uma receita mensal. As águas quentes sanitárias serão aquecidas através de colectores solares, havendo consequentemente uma redução muito significativa na factura energética.

COM QUEM?

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MODERNIZAÇÃO DO PARQUE ESCOLAR DO ENSINO SECUNDÁRIO dst realiza obras no valor de 29 M

A dst lidera o consórcio vencedor para a execução da obra de renovação (fases II e III)

As obras, respeitantes às Escolas Secundárias de Fontes Pereira de Melo, no Porto, e

da Escola Secundária José Régio, em Vila do Conde, orçada em 4,2 milhões de euros

de D. Maria II, em Braga, vêm complementar o portfolio da dst e deverão estar con-

e ganhou, também em consórcio, as obras de renovação de uma escola em Braga e

cluídas, respectivamente, em Setembro e Dezembro de 2010.

outra no Porto, referentes à segunda fase do Programa de Modernização das Escolas

"É com orgulho que encaramos o desafio e estamos confiantes na conquista de mais

do Ensino Secundário, orçadas em cerca de € 25M.

empreitadas por estarmos pré-qualificados para todas as obras lançadas pelo pro-

No primeiro caso, o consórcio, que além da dst integra as empresas MRG Engenharia

grama. Além das vantagens do ponto de vista do negócio, este investimento é estru-

e Construção S.A. e Graviner Construções S.A., vai proceder a operações de demoli-

turante para Portugal a curto prazo - por dinamizar um sector que precisa de energia

ção, construção de infra-estruturas interiores e exteriores, instalação eléctrica, mon-

para segurar o emprego - e a médio e longo prazo - por criar melhores condições de

tagem de AVAC (Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado) e arranjos exteriores. A

aprendizagem e pela possibilidade de termos melhores recursos para competir glo-

obra na Escola Secundária José Régio, em Vila do Conde, tem um tempo previsto de

balmente", destaca José Teixeira, CEO do grupo dst.

execução de 240 dias, sendo expectável a inauguração do edifício renovado em

Recorde-se que o Programa de Modernização das Escolas do Ensino Secundário

2010.

arrancou em 2007 e está agora a lançar a segunda fase, que prevê a intervenção em

No segundo caso, além da dst, o consórcio integra as empresas FCC Construcción,

75 escolas, o correspondente a 980 000m², num investimento total de 860 milhões

S.A., Graviner Construções, S.A. e Cari Construtores, S.A. e vai proceder a

de euros.

operações de demolição e de remodelação integral das infra-estruturas eléctricas, de

Na fase final do projecto, com conclusão prevista para 2012, serão intervencionadas

telecomunicações, águas e esgotos, bem como à construção de novos edifícios,

mais 100 escolas, o que representa um investimento adicional de 1,2 mil milhões de

redistribuição dos espaços escolares e arranjos exteriores.

euros, de acordo com informações avançadas pelo Governo.<

A Associação Humanitária Habitat entregou 30.ª Chave A Habitat concluiu no dia 24 de Abril mais um projecto, desta vez, a casa de uma família da

estacionamento, em Braga; a D. Sandra está actualmente desempregada, estudando à noite

freguesia de Palmeira que vivia numa habitação sem o mínimo de condições.

para concluir o 12.º ano de escolaridade e os 2 filhos frequentam a escola.

A dst colaborou, como habitualmente, com a entrega de alguns materiais.

Esta família vive há 10 anos num anexo com cerca de 15m2 , cedido pelos pais da D. Sandra.

A família Rocha é constituída por Emanuel Rocha e Sónia Soares, ambos com 31 anos e pais de

A cozinha é separada do quarto por uma cortina e a casa de banho situa-se no exterior.

dois gémeos — Pedro e Ana. Viviam numa situação precária resultante quer da perda de

Os quatro membros da família dormem no mesmo quarto, tendo ainda a agravante de o filho

emprego do Emanuel, quer da reduzida remuneração da Sónia, costureira por conta de outrém,

sofrer de bronquite asmática.

e que apenas recebe no final do mês, pouco mais de 400 euros. “Depois de ficar desempregado,

Esta família, que chegou até à Habitat através dos serviços sociais da Câmara Municipal de Vila

montei uma pequena oficina aqui em casa, mas muitos dos clientes ficaram a dever. Alguns

Verde, irá ter uma casa de tipologia T3, com 99m². Os projectos de arquitectura e especialidades

ainda hoje me devem. O dinheiro que a minha esposa ganha também não é muito”, argumenta

foram elaborados e oferecidos à família pela Câmara Municipal de Vila Verde.

Emanuel Rocha. A moradia que habitavam era pequena. Tinha apenas uma sala, um quarto e

Este projecto irá ter a duração de 80 dias e contará com a participação de voluntários de 10

uma casa de banho sem condições. “Chovia lá dentro”, acrescenta Sónia. A nova casa, com

equipas internacionais; 3 escolas nacionais e 4 empresas.

uma área de 99m2 é composta por três quartos, uma pequena sala, cozinha e duas casas de

Esta nova habitação irá possibilitar à Família Silva viver numa casa digna onde poderão ter

banho. Esta habitação foi construída por equipas de voluntários dos EUA, França, Suíça, Áustria,

acesso às necessidades básicas, o que nesta altura não acontece.

Espanha e Portugal, que desde Novembro se dedicaram à sua edificação obedecendo a uma planta da Câmara Municipal de Braga. “Hoje é um dia muito feliz. Não tenho palavras para descrever o que sinto. É um motivo para eu

Habitat for Humanity Braga procura famílias para novos projectos de reparações.

prosseguir a vida e lutar mais.”

A Habitat está a aceitar candidaturas para efectuar reparações e reabilitações de casas para

Foram as palavras de Emanuel Rocha quando recebeu a chave do novo lar.

famílias carenciadas no distrito de Braga.

Novo Projecto em Gondiães, Vila Verde

recuperação de casas degradadas; com esta opção pretendemos não só facultar a melhoria da

Com a intenção de chegar a cada vez mais famílias, a Habitat decidiu incidir a sua acção na

O novo projecto da Habitat for Humanity Portugal teve início a 15 de Maio, na freguesia de

qualidade de vida destas famílias como contribuir para a renovação do parque habitacional do

Gondiães, Vila Verde, e vai beneficiar a família Silva.

nosso distrito e a manutenção da população no seu local de origem.

Deste agregado familiar fazem parte quatro pessoas: José Silva (45 anos), Sandra Brito (34

Todas as famílias interessadas poderão candidatar-se dirigindo-se às instalações da Habitat que

anos), Ana Silva (13 anos) e José Pedro (12 anos). O Sr. José trabalha num parque de

se situam na Av. da Liberdade n.º 505, 2.º andar, ou telefonar para 253 204 280.<


DST RENOVÁVEIS

APOSTA NA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA, NAS MINI-HÍDRICAS E NO TURISMO gia, partilhando poupanças e contribuindo para a criação e manutenção de benefícios

espaços confinados, dentro dos quais são ocupantes “passivos”, isto é, desconhe-

económicos e ambientais.

cedores da presença de disfunções na qualidade do ar que respiram e, desconhe-

"Este novo produto vem impulsionar o negócio da dst renováveis, além de contribuir

cedores da forma como é utilizada e gerida a energia primária desses mesmos

para uma política energética nacional mais consciente, o que neste momento nos

espaços.

parece imperativo para que o País cresça de forma sólida e sustentada", destaca José

Com os novos enquadramentos da problemática ambiental os edifícios têm apare-

Teixeira, CEO da empresa.

cido com diversos qualificativos que hoje, em termos energéticos e ambientais,

No âmbito deste novo produto, estamos a lançar novos projectos em várias regiões

poderíamos distribuir em quatro categorias: edifícios saudáveis, que asseguram um

do País. Os mesmos têm um público-alvo muito diversificado, temos clientes esta-

bom ambiente interior, confortável e propício à produtividade; edifícios energeti-

tais, municípios, grande e média hotelaria, instituições sociais, grandes e médias

camente eficientes, onde se incluem desde logo, aqueles com baixo uso de energia;

empresas, etc…

edifícios ambientalmente relevantes, em que todas as actividades e recursos, para

O responsável afirma ainda que a aposta no novo serviço de eficiência energética

além da energia, respeitam os valores e requisitos ambientais; edifícios sustentáveis

prevê a criação de mais postos de trabalho e a sub-contratação de empresas locais

que, para além de serem relevantes em termos ambientais no que se refere às

para execução de determinadas partes dos projectos.

emissões pelas quais são responsáveis, tanto para o ambiente exterior como para o

Com o lançamento da nova solução, a empresa conta atingir, em 2009, um volume de

interior, também respondem positivamente aos critérios mais amplos da sustenta-

negócios na ordem dos 20 milhões de euros.

bilidade, na sua tripla vertente – conservação dos recursos, eficiência económica e

"Queremos ser um dos principais players nacionais no sector da eficiência energé-

integração na dimensão social. Atenta ao preceituado nos Decreto-Lei n.º 78/2006,

tica, sendo também nosso objectivo internacionalizar o projecto, de modo a consti-

de 4 de Abril (Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar

tuirmo-nos enquanto empresa de referência nesta área, a qual nos parece tão essen-

Interior dos Edifícios) – SCE; Decreto-Lei n.º 79/2006, de 4 de Abril (Regulamento

cial na economia actual", conclui José Teixeira.

dos Sistemas Energéticos de Climatização) – RSECE e Decreto-Lei n.º 80/2006, de 4

Recorde-se que a dst renováveis, que conta com uma carteira de 300 clientes, actua

de Abril (Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios)

nos sectores das energias eólica, hídrica e solar (fotovoltaico), enquanto holding

– RCCTE e, atenta aos sinais de uma nova e emergente economia, a dst energias

participada a 100% pelo grupo dst, participando, por sua vez, em duas outras

renováveis participa activamente na procura e na oferta de soluções inovadoras para

empresas: a dst wind, s.a. e a dst solar, s.a.

os seus projectos, parceiros e clientes ao nível da gestão e uso da energia, da qualidade do ar e da construção sustentável.

dst hydro

Certificação Energética, Auditorias Energéticas e Serviços de Gestão de Energia

mento, construção e operação de Pequenas Centrais Hídricas (PCH). Esta actividade

A dst hydro é a mais recente empresa da dst renováveis e actua ao nível do licenciaA actividade da dst renováveis no sector da certificação e auditoria energética tem

está enquadrada pelo DL 226-A/2007, que estabelece o regime jurídico da

vindo a crescer de forma sustentável. Pretendemos ser neste sector uma referência

Titularização dos Recursos Hídricos.

nacional e uma empresa de excelência. O nosso elevado grau de “expertise” e rigor

No âmbito deste novo enquadramento legal deram entrada na ARH Norte cerca de

são determinantes para a realização de trabalhos com elevado grau de qualidade e

450 pedidos, em 2008, e 150 pedidos em 2009.

fiabilidade.

Desde o último trimestre de 2008 a dst hydro instruiu e apresentou à ARH Norte 47

Neste enquadramento, a dst renováveis finalizou as auditorias energéticas à ETA da

processos que correspondem a uma potência total de 71,1 MW.

Ponte do Bico, ETAR de Frossos e Estação Elevatória de Montariol para o cliente/

Pretendemos, no horizonte de uma década, que a dst hydro se afirme no mercado

operador AGERE – Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga EM.

nacional das Pequenas Centrais Hídricas, contribuindo para o reforço e aumento da

Vamos apresentar o relatório final de auditoria do Pavilhão Multiusos de Guimarães,

posição do grupo dst enquanto produtor de energia eléctrica a partir de fontes reno-

Casa da Cultura da Trofa, EB1 da Ribeira (Brito) e EB1 de Santa Luzia, num projecto

váveis, para o crescimento económico da empresa, para sermos actores de uma mu-

lançado pela Agência de Energia e Ambiente do Vale do Ave.

dança de paradigma – diminuir a dependência energética do país - e contribuir para

Concluímos a auditoria energética ao edifício sede do Ministério das Finanças no

minimizar os efeitos das alterações climáticas.

Terreiro do Paço em Lisboa e também ao Centro de Saúde de Beja e Estremoz. Iniciamos em Agosto a auditoria energética ao edifício Paços do Concelho de

PROVERE – MINHO IN

Barcelos, Estádio Cidade de Barcelos, Escola Superior de Tecnologia e Gestão de

Liderado pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho foi constituído um consórcio

Barcelos, Biblioteca Municipal de Barcelos, Pavilhão Campo.

com o objectivo de congregar interesses, meios e concertar as actividades e

Concorremos no passado mês de Julho à realização de auditoria energética ao Cen-

capacidades complementares de 23 municípios, da Entidade Regional de Turismo

tro de Saúde do Carandá (Braga), Centro de Saúde de Fafe, Centro de Saúde de Vizela,

Porto e Norte de Portugal, das associações de desenvolvimento local e de cerca de

Centro de Saúde de Mogadouro e Centro de Saúde de Vila Real.

400 promotores privados – dos quais a dst renováveis faz parte – com vista à

Com o lançamento no mercado nacional de um novo produto que permite avaliar a

submissão de uma candidatura denominada 'Minho IN' ao Quadro de Referência

performance energética de todo o tipo de edifícios – estatais (empresas públicas,

Estratégica Nacional (QREN), congregando projectos num montante de investimento

municípios, agências regionais, etc.), empresas privadas e particulares – e apre-

superior a 500 milhões de euros.

sentar soluções mais eficientes que incrementem os níveis de poupança. Enquanto

A candidatura foi aprovada e o Acto de Acreditação da Estratégia de Eficiência

ESCO (Energy Service Company) – empresa responsável pelo projecto de eficiência

Colectiva PROVERE – MINHO IN aconteceu no passado dia 29 de Julho em Lisboa.

energética e pelos investimentos necessários à sua implementação - a dst reno-

A dst renováveis participa na estratégia colectiva com um projecto de desenvolvi-

váveis procura soluções inovadoras que permitam a redução dos consumos de ener-

mento de uma fileira de biomassa conforto.<

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Os cidadãos das sociedades modernas passam cerca de 90% do seu tempo em

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DST GANHOU EM MAIO CARTEIRA DE OBRAS ACIMA DOS €100M A dst vai encaixar aproximadamente 104,7 milhões de euros com a execução de obras relevantes nos sectores da construção e águas. “Todos estes projectos, apesar de muito diferentes na sua tipologia, são demonstrativos da elasticidade da dst para, em tempos de crise, angariar negócios diversos e de valor. Representam um grande reforço no nosso know-how, nomeadamente na área dos negócios do ambiente que, a par dos negócios das energias renováveis, são uma

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aposta estruturada ”, destaca José Teixeira, CEO do grupo dst.<

Barcelos Futuro – Parceria Público Privada Em consórcio com a ABB, a dst estabeleceu uma parceria público-privada com a Câmara Municipal de Barcelos para a concepção e construção de novas infra-estruturas para

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diversos pontos da autarquia, cujas obras a executar totalizam 54,3 milhões de euros. Entre os edifícios sob a sua responsabilidade incluem-se os seguintes: Centro Escolar de Barcelos; Recuperação do Campo S. José e Parque de Estacionamento; Oficinas Municipais; Complexo Desportivo Carreira; Parque de Campismo e Recreativo de Barcelos; Piscina no Agrupamento de Vila Seca; Piscina no Agrupamento de Via Todos; Piscina no Agrupamento de Vila Cova; Piscina de Martim; Piscina no Agrupamento de Lijó; Complexo Desportivo de Alvelos; Complexo Desportivo de Durrães; Complexo Desportivo de Galegos - S. Martinho; Complexo Desportivo de Milhazes; Complexo Desportivo de Negreiros; Complexo Desportivo de Rio Covo - Santa Eulália; Complexo Desportivo de Roriz; Complexo Desportivo de Tamel - S. Veríssimo; Construção do Edifício de Apoio ao Teatro Gil Vicente e Pavilhão ETG.<

Linha da Trofa A intervenção na Linha da Trofa - sub-empreitada para o consórcio da OPWAY - vai implicar, por sua vez, a construção de um troço de via dupla, electrificação do traçado, construção da Nova Estação da Trofa e do respectivo interface rodo-ferroviário, trabalhos preparativos, terraplanagens, demolições, drenagens, muros de suporte, obras de arte, restabelecimentos rodoviários e caminhos paralelos, infra-estruturas para sinalização e telecomunicações, energia eléctrica e vedação do troço em toda a sua extensão. Esta obra divide-se em duas sub-empreitadas – terraplanagens (5,2 milhões de euros) e muros de suporte em betão armado (2,3 milhões de euros). <

Sector Hidroeléctrico No caso do Bloco de Rega de Alfundão, uma obra no valor de 29 milhões de euros para a dst, pretende-se a preparação de uma infra-estrutura que vai beneficiar uma área total de 4 mil hectares e que se divide em dois sub-blocos. A empreitada, adjudicada pela Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva S.A. (EDIA) localiza-se no concelho de Ferreira do Alentejo e de Alvito, distrito de Beja, e tem por objecto a construção das seguintes obras: - Rede Secundária de rega dos Blocos: Alfundão Alto com 605,70 ha (alta pressão) e Alfundão Baixo com 3407,60 há (baixa pressão), integra a rede de rega o Adutor de Alfundão, com cerca de 4,4km, e o respectivo caminho de acesso com 4,416km; - Estação Elevatória de Alfundão, com 4 grupos electrobombas iguais; 3

- Reservatório de Alfundão, com capacidade de 16dam ; - Rede Viária do Bloco de Rega, com 8 caminhos a intervencionar e com uma extensão de 13,2km; - Rede de Drenagem do aproveitamento hidroagrícola, com limpeza (0,9km) e reperfilamento de vala (1,2km), totalizando 2,1km; - Automação e Telegestão do Sistema. Para este projecto, a dst vai contar com os serviços da espanhola Isolux Ingenieria S.A.<

ETAR do Vale do Sousa Quanto à ETAR do Vale do Sousa, situada no concelho de Lousada e próxima da povoação de Ribeiro, tem como objectivo tratar o efluente doméstico e industrial dos concelhos de Lousada e Felgueiras e, no ano de horizonte do projecto (quando estiver a funcionar na sua plenitude), servirá um total de cerca de 90 mil habitantes. A ETAR será desenvolvida segundo uma plataforma com cotas situadas entre os valores + 166,00 m e + 165,60 m, num terreno cuja área é de 17.182,04 m2 . O projecto de 11 milhões de euros, adjudicado pela Águas do Ave S.A., representa um encaixe de 3,6 milhões de euros para a dst, que formou consórcio com as empresas Conduril e HLC (construção) – tendo como parceiros a Weber (projecto), Noráqua (hidráulica e estruturas) e o Arq. Nuno Sampaio (arquitectura).<

Central de Aproveitamento Hidroeléctrico de Ruivães A Central de Aproveitamento Hidroeléctrico de Ruivães situa-se no rio Saltadouro, na freguesia de Ruivães, concelho de Vieira do Minho. Tem como finalidade a produção de energia eléctrica, com uma potência instalada de 3,6MW. O regime de exploração será do tipo fio de água, com uma queda útil de 177 metros e um caudal de 2,5m3 /s. A dst desenvolverá todos os trabalhos de construção civil deste projecto, incluído os acessos, as drenagens e a consolidação dos terrenos na área do empreendimento, no valor total de 2,9 milhões de euros. A empreitada foi adjudicada pela Hidroerg, Projectos Energéticos Lda. e espera-se a sua conclusão em Setembro de 2010.<


Ponte de Lima Travessias do Rio Lima, Vez e Coura Águas do Minho e Lima, S.A.

Vila Praia de Âncora Braga

Piscinas Municipais de Âncora Caminhaequi, S.A.

Felgueiras Casa das Artes Município de Felgueiras

Escavações e Contenções Periféricas no novo Hospital de Braga NHBRAGA, ACE

Santo Tirso Estudo Geotécnico Esquadra PSP Ministério da Administração Interna

Vila do Conde Escola Secundária José Régio Parque Escolar, EPE

Liberdade Street Fashion JAVERE Imobiliária, S.A.

Paços de Ferreira Ampliação da fábrica do IKEA Sweedwood

Decathlon SPDAD - Decathlon Portugal

Valongo Staples Office Centre OFCEP - Office Centre Portugal, Lda.

Vila Nova de Gaia Gaiart’s Plaza Centrum Consfly

Porto Digital Porto Digital , Operador Neutro de Telecomunicações, S.A. Campo 24 de Agosto Metro do Porto, S.A.

Estarreja Cinfães Parque Eólico de Cinfães ENEOP 3 Parque Eólico de Bustelo ENEOP3

Tensai Tensai, S.A.

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Porto Escola Secundária Fontes Pereira de Melo Parque Escolar, EPE

Parque Eólico de Montalegre ENEOP 3 Parque Eólico de Facho ENEOP 3

Remodelação e Ampliação das Redes de Drenagem de Águas residuais - 41.ª fase Remodelação e Ampliação das Redes de Drenagem de Águas residuais - 50.ª fase Agere Escola Secundária D. Maria II Parque Escolar, EPE

Montalegre

11 Peso da Régua Construção de Hipermercado Modelo Investhome, S.A.

Torres Vedras Construção da Loja Decathlon IMMADORA, actividades imobiliárias, S.A. Parque Eólico de Vale de Galegos ENEOP 3

Amadora Leroy Merlin Brimogal, Lda.

Alfundão Construção de infra-estruturas de Rega, Viárias e de Drenagem do Bloco de Alfundão EDIA - Emp. Desenv. e Infr. do Alqueva, S.A.

PRINCIPAIS OBRAS A DECORRER EM TERRITÓRIO NACIONAL

Setembro é para muitos o regresso ao trabalho e às preocupações diárias. Mas regressar à rotina não deverá impedir as escapadinhas culturais. Continua em cena no teatro municipal Rivoli, no Porto,"A Gaiola das Loucas", um espectáculo divertido de La Féria. A peça tem a música original da montagem da Broadway e conta, além de reconhecidos actores como José Raposo, com um grupo de bailarinos de music-hall ao nível das principais cidades da Europa. Em Braga – Theatro Circo, estará em cena no dia 26 de Setembro, “Os Monólogos da Vagina”, uma peça com Guida Maria, São José Correia e Ana Brito e Cunha, a partilhar histórias ao mesmo tempo comoventes e divertidas. Se prefere serões musicais, o projecto Amália Hoje irá tocar ao vivo, no dia 5 de Outubro no Coliseu dos Recreios – Porto, as canções do disco Amália Hoje. Fazem-se acompanhar da Orquestra Nacional Sinfónica da República Checa e do Coro de vozes que gravou em estúdio as canções pop de Amália. Caso esteja em Lisboa, a musica é outra: graças ao seu impressionante talento como intérprete e pianista, Diana Krall é hoje uma das mais proeminentes artistas de jazz a nível mundial e vai estar no Campo Pequeno, a 10 de Outubro. Já que o musical Mamma Mia! está em alta, que tal ser diferente e ir vê-lo ao Prince of Wales Theatre, em Londres? Aproveite as promoções de viagens low cost e faça inveja aos amigos. Se não gostar de revivalismos, pode sempre visitar o Open Air Theatre, famoso pelas suas representações das obras de Shakespeare, entre as quais a peça “Sonho de uma noite de verão” é uma das mais concorridas. Se preferir, também pode passar a tarde no Regent's Park e jantar na área de piqueniques oferecida pelo teatro.<


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INNOVATION POINT (EMPRESA DE I&D) DO GRUPO DST CRIA 1ª REDE SOCIAL DEDICADA AO FUTEBOL A NÍVEL MUNDIAL

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aumento de exposição por parte dos jogadores no seu país, mas mantém uma estrutura central que lhe permite receber a migração de todos os dados necessários quando se pretende uma abordagem mais global. “Acreditamos que a RAYLEAGUE será o meio de comunicação de excelência, a nível mundial, entre jogadores, treinadores, agentes e clubes, o que a torna bastante atractiva para jovens jogadores, cuja possibilidade de serem encontrados e se tornarem verdadeiras estrelas aumenta exponencialmente”, afirma o mesmo responsável. Totalmente gratuita, a plataforma exigiu à Innovation Point um investimento de 250 mil euros e conta com o Sporting Clube de Braga como primeiro clube associado, clube com quem a empresa possui uma relação de proximidade e com o qual existe uma partilha objectivos.

A PLATAFORMA CONTA JÁ COM A ADESÃO DO S.C. BRAGA, O S.C. MARÍTIMO, O LEIXÕES S.C. E ESTÁ A NEGOCIAR

S.C. MARITIMO da MADEIRA e o LEIXÕES S.C. são mais dois clubes portugueses

COM MAIS CLUBES DA 1.ª DIVISÃO

que, à semelhança do S.C. BRAGA, reconhece mais valias nas áreas da formação e prospecção e partilha objectivos subjacentes à sua criação. De acordo com os

A primeira rede social desportiva dedicada ao futebol, a nível mundial, foi

responsáveis da empresa, estão a decorrer negociações com mais clubes da 1.ª

apresentada pela Innovation Point, a 17 de Julho, no estádio AXA, em Braga, e pode

divisão.

ser visitada em www.rayleague.com.

Até ao final do ano, a RAYLEAGUE, destinada aos jovens entre os 15 e os 30 anos,

Intitulada RAYLEAGUE (The Real Amazing You), a nova plataforma pretende revolu-

bem como a agentes, treinadores e clubes de futebol, pretende alcançar os 400 mil

cionar o processo de prospecção de novos talentos, aumentando as hipóteses de os

utilizadores registados.

jogadores amadores viverem o sonho de se tornarem profissionais de sucesso e de

A nível tecnológico, a plataforma permite a integração com outras redes, como o

os clubes, agentes e treinadores encontrarem jogadores de qualidade.

Youtube e o Twitter e é desenvolvida em C#,ASP.Net, base de dados mySQL, sendo

“Constatámos que os clubes não possuíam uma plataforma credível ao seu dispôr

que a interface utiliza Javascript, Flash e algumas funcionalidades implementadas

para facilitar o processo de scouting e que os jogadores não possuíam um espaço

com recurso a AJAX.

onde pudessem promover-se de forma simples, eficaz e adaptada às suas preferên-

Como requisitos mínimos, apenas exige um PC normal e ligação à Internet, sendo

cias”, refere João Matos, Administrador da Innovation Point.

compatível com a grande maioria dos browsers do mercado (iE6 ou superior, safari, Opera, Firefox).

A partir de agora, é possível, através de uma pesquisa avançada de fácil utilização, encontrar jogadores de acordo com a posição e escalão em que jogam, pé preferido,

Criada em 2006, a Innovation Point, start-up tecnológica pertencente ao Grupo dst,

sexo e idade, existindo ainda a possibilidade de orientar a procura consoante a exis-

dedica-se à concepção e lançamento de ideias inovadoras, sendo responsável pelas

tência ou não de vídeos e fotografias no seu perfil.

plataformas alojadas em:

“Estamos perante uma realidade totalmente nova a nível mundial, pois é possível pesquisar milhões de jogadores, de dezenas de nacionalidades, numa única plataforma,

http://gasmappers.com

o que irá propiciar uma verdadeira globalização desportiva”, acrescenta João Matos.

http://lappiz.com/

Disponível em seis línguas, a RAYLEAGUE foi concebida e desenvolvida para se

http://memorialportal.com/

desdobrar em várias plataformas nacionais, permitindo uma melhor filtragem e

http://where-to-invest-in-portugal.com. <


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MAKING OF VIDEO PROMOCIONAL


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TECNOLOGIA INOVADORA E SUSTENTÁVEL RECONHECIDA COM VÁRIOS PRÉMIOS Arq. José Pequeno

A Inovação, Investigação & Desenvolvimento é, hoje em dia, uma componente incon-

industrial, consubstanciada entretanto em vários pedidos de patente nacionais e

tornável na criação de mais-valias estratégicas, especialmente enquanto área gera-

internacionais solicitados perante o Instituto Nacional de Propriedade Industrial para

dora de diferenciação de mercado. Tais diferenciações, de bases eminentemente

protecção de algumas das tecnologias desenvolvidas.

científica e tecnológica, constituem em teoria uma das directrizes principais para a

Dos produtos desenvolvidos pela dst destacam-se os sistemas: Et3 Energetic

revitalização e fortalecimento do tecido económico nacional num contexto crescen-

modular technology e tsquare. Ambos recorrem à tecnologia tglassbond – sistema

temente global. A dst há muito que tem vindo a interpretar internamente esta tendên-

de ligação estrutural colada – como metodologia de união entre estes dois materiais

cia, materializando-a num investimento objectivo em soluções inovadoras no âmbito

utilizados estruturalmente, madeira e vidro.

dos seus ramos de actuação. Neste investimento enquadra-se a aposta em alguns

O sistema Et3 Energetic modular technology tem a particularidade de assumir simul-

doutoramentos, desenvolvidos no seio da empresa e suportados em parceria com a

taneamente carácter energético, estrutural, funcional e estético. Este sistema estru-

Universidade do Minho. É precisamente neste contexto que nasce o desafio do

tural bioclimático e sustentável materializa-se através de um painel modular misto

desenvolvimento de soluções construtivas e estruturais mistas madeira-vidro, en-

madeira-vidro, utilizável como laje e/ou parede resistente. Simultaneamente integra

quadradas no doutoramento do Arq. José Pequeno. Este projecto, que no presente

sistemas solares passivos e activos, que garantem eficácia energética, constituindo

artigo se aborda e apresenta pela primeira vez perante o universo dst, iniciou-se há 4

inovação substancial ao nível de elementos estruturais pré-fabricados. Além da pré-

anos atrás. Desde então tem vindo a ser aprofundado e desenvolvido com o tempo

fabricação, este projecto privilegia a modularidade, a evolutividade habitacional, a

indispensável à sua validação e com sigilo necessário à intenção inicial de protecção

produção em série e a transportabilidade, gerando uma optimização produtiva.


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15 Assumindo-se como pele arquitectónica, reforça a sua importância ambiental no

Todas estas tecnologias e produtos, bem como os seus níveis de segurança, são

desempenho energético da construção, nomeadamente ao nível das transferências

suportados por intensivas e extensas campanhas de ensaios laboratoriais. Por sua

térmicas, circulação de ar e níveis de iluminação natural.

vez, a validação científica desta investigação aplicada tem sido gradualmente sedimentada através da apresentação, exposição e debate em alguns dos mais prestigiados e importantes congressos internacionais associados às temáticas em questão, de que são exemplo: Acção COST E34 Bonding of Timber da União Europeia; Egurtek 2008 Symposium on Timber, em Bilbau; CGC'08 Challenging Glass Conference, em Delft; e GPD'09 Glass Performance Days, em Tampere. De há um ano a esta parte, e após o início de alguma divulgação focalizada e ainda não generalizada, a empresa começa a ver reconhecido publicamente o seu esforço

O tsquare, por seu turno, representa um sistema porticado no qual as vigas e os

no desenvolvimento da estratégia delineada, particularmente através da obtenção de

pilares recorrem à componente estrutural do vidro como factor de diferenciação. Esta

várias distinções importantes, com especial incidência na área da inovação em sus-

particularidade, associada às características de transparência e luminosidade que o

tentabilidade. O produto da investigação da dst destacou-se em várias frentes: 2.º

vidro proporciona, perspectivam novas e inexploradas soluções no futuro da arqui-

Vencedor do Prémio Nacional de Inovação Ambiental 2009 e candidato português ao

tectura.

prémio europeu EEP Award'09, ainda a decorrer; Menção Honrosa nos Green Project Awards'08, categoria de I&D; 1.º Prémio no 1.º workshop ISISE sobre Sustentabilidade e Inovação em engenharia estrutural; Finalista do Schweighofer Prize 2009, o mais importante prémio internacional para inovação em madeira; Préselecção para os 7 projectos finais do Prémio Inovação EDP Richard Branson. Tendo sido ainda um dos destaques da recente Grande Reportagem da TSF sobre Ideias com Futuro.

Estes sistemas, para além de se constituírem como produtos finais a utilizar por qualquer projectista em construções novas ou reabilitação, possibilitaram também a criação de outras marcas dst, nas quais se estabelecem como subprodutos. Tal facto assenta numa estratégia de aproximação ao mercado, que se materializa com o desenvolvimento da lighthouse – habitação modular pré-fabricada e soluções urbanas evolutivas e de construção seca e leve – e da t3unit, torre turística transportável – unidade turística polivalente auto-suficiente, vocacionada para envolventes paisagisticamente apelativas, enquadradas que são num mercado turístico em franca expansão.

A extraordinária recepção que estas soluções têm evidenciado no último ano, ainda que não divulgadas comercialmente, tem vindo a gerar uma procura crescente por estes produtos. Nesse sentido, não apenas como resposta a essas solicitações, mas fundamentalmente como sequência lógica do percurso que tem vindo a ser trilhado, será construído até final do presente ano o primeiro protótipo da torre turística transportável. Contrariamente ao que tem sucedido até agora, prevê-se que as evoluções sejam bem visíveis daqui em diante.<


H1N1 A constante atenção dos meios de comunicação social ao fenómeno da chamada

À luz do conhecimento actual, a maneira mais efi-

gripe A (H1N1) tem vindo a gerar inúmeras informações que resultam, muitas vezes,

caz de combater a gripe, é a prevenção.

em más interpretações e geram ansiedade entre a população.

Neste sentido, o dhs da dst organizou um plano de

É verdade que estamos a viver uma pandemia de gripe – o vírus encontra-se em

acção que inclui várias iniciativas de formação e

circulação em todo o mundo – mas isso não significa que ele seja mais letal do que os

sensibilização, para as questões da prevenção.

restantes vírus da gripe que todos os anos conduzem à morte de milhões de pessoas

Nesse sentido, criou uma série de medidas tanto

por todo o globo.

em obra, como nos escritórios e nas carrinhas que

O dhs da dst elaborou uma campanha com vista a divulgar mensagens que esclare-

transportam pessoal para serem cumpridas por

çam e acalmem todos os seus colaboradores e parceiros, considerando ser esta uma

todos os colaboradores do grupo:

SEGURANÇA

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16

das melhores armas contra a doença. Assim, seguindo as orientações da Direcção Geral da Saúde, a dst elaborou e tem em

- A distribuição, nas carrinhas que servem de

implementação o seu plano de contingência de combate à propagação do vírus da

transporte do pessoal para as obras, de Kit´s cria-

gripe pandémica.

dos especificamente para evitar o contágio, em

Pretende, assim, evitar e reduzir níveis de contágio entre os colaboradores de toda a

situações de existência de colaboradores com

organização, de forma a continuar a assegurar o exercício de toda a actividade.

sintomas de gripe.

O vírus H1N1, é um vírus pandémico, não porque seja perigoso, mas porque se pro-

- Criação em obra de pontos de lavagem das mãos com

paga com muita facilidade e rapidez. Não devemos ter medo, mas encará-lo com

água, sabão e tolhas descartáveis, comportamento que

seriedade e tomar algumas medidas preventivas, tanto em casa como nos nossos

considera mais eficaz na prevenção de contágio. Quando não

locais de trabalho, evitando que ele se propague atingindo níveis elevados.

existe um acesso imediato à água, o dhs distribuiu, em alguns pontos

Nesta medida devemos, seguir algumas indicações que consideramos importantes e

especificamente analisados, dispensadores com uma solução anti-séptica à base de

simples de realizar:

álcool, para desinfectar as mãos. - Aconselha os colaboradores, que se ausentarem do país por motivos de férias, a

1. Lave frequentemente as mãos com água e sabão;

organizarem-se de forma a permanecerem em casa, pelo menos um dia, antes de

É fundamental lavar as mãos com frequência, com água e sabão em abundância,

regressarem ao trabalho. Todos os colaboradores, no dia de regresso ao trabalho,

pelo menos durante 20 segundos, em particular depois de tossir ou espirrar.

deverão contactar o dhs, e ou comparecer no gabinete de enfermagem, para despiste

2. Se tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz com um lenço de papel;

de eventual sintomatologia compatível com a gripe A.

É muito importante, quando tossir ou espirrar, que cubra a boca e o nariz com um

Todos os colaboradores que, de alguma forma, não possam contactar ou compa-

lenço de papel ou com o antebraço, nunca com a mão, evitando desta forma a

recer no gabinete de enfermagem, deverão comparecer junto do apontador da obra,

projecção de vírus para as outras pessoas. De imediato deposite no lixo o lenço

para a qual foram destacados, para preenchimento da Check-list, criada para moni-

utilizado.

torização do estado de saúde dos colaboradores.

3. Se ficar doente permaneça em casa; Se tiver sintomas compatíveis com a gripe A, fique em casa e contacte a linha Saúde

Acreditamos que se estas medidas simples e de fácil acesso a todos forem cum-

24, pelo número 808 24 24 24, e siga as orientações que lhe forem fornecidas.

pridas, vamos reduzir de uma forma bastante expressiva os níveis de contágio.

Estamos certos de que, se estas indicações forem seguidas com toda a responsabili-

Já sabe, a melhor forma de não se contagiar é prevenir-se.<

dade, vamos evitar que o vírus se propague e contagie toda a organização.


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PLANO DE CONTINGÊNCIA Finalidades e Objectivos

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A principal finalidade deste Plano de Contingência é minimizar o impacte da pande-

7. Conter casos humanos esporádicos de gripe de transmissão do vírus; 8. Providenciar a informação essencial à tomada das decisões que fundamentem a

mia, reduzindo de forma substancial o absentismo.

resposta dos serviços de saúde, nos campos da prevenção, contenção e controlo da Os seus principais objectivos gerais são:

gripe;

1. Reduzir a incidência da gripe e contenção de transmissão do vírus da gripe

9. Garantir a comunicação eficaz e célere entre todos os intervenientes na avaliação

pandémica;

de risco, na gestão do risco, na execução das medidas de resposta;

2. Reduzir o índice de absentismo associado à gripe pandémica;

10. Conduzir e facilitar o acesso aos cuidados de saúde adequados aos doentes com gripe pandémica, incluindo o tratamento da doença e das suas complicações e a

3. Minimizar os efeitos negativos sociais e económicos.

administração da vacina específica, quando disponível; Como objectivos de maior especificidade indicam-se os seguintes:

11. Garantir condições de trabalho seguras a todos os colaboradores;

1. Criação de um grupo operativo, com papeis e responsabilidades bem definidas, de

12. Optimizar a gestão dos recursos humanos e materiais;

gestão e implementação do plano de continência;

13. Assegurar o enquadramento legislativo e normativo necessário à execução dos

2. Implementar de uma forma transversal a toda a organização, definida em organi-

planos de contingência aos níveis nacional, regional, local e da instituição;

grama no Anexo I, um plano de divulgação, informação e sensibilização para as

14. Com eclosão de uma pandemia de gripe, assegurar a formação e informação ao

questões da prevenção da propagação do vírus da gripe A, conforme programa de

grupo operativo dst ;

acção definido no Anexo II;

15. Identificar colaboradores e actividades prioritárias, para manterem as empresas

3. Implementar estruturas que permitam uma resposta flexível perante situações de

em funcionamento durante uma pandemia e considerar a recolocação interna de

emergência de saúde desta organização, de acordo com fluxograma de acções em

recursos a fim de manter a actividade;

Anexo III;

16. O grupo Operativo monitorizará a evolução de incidência de contágios, definindo

4. Detectar e identificar precocemente um novo caso de vírus da gripe e activação

e determinando níveis de contágio para aplicação de medidas para cada nível;

dos meios de alerta;

17. Avançar com um plano de vacinação, aos grupos claramente definidos e identifi-

5. Identificar e intervir com celeridade junto dos indivíduos expostos a uma fonte, de

cados como prioritários e mediante a disponibilidade das vacinas no mercado. <

infecção de gripe; 6. Minimizar e reduzir a transmissão e propagação do vírus da gripe na organização e na comunidade;

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A GRIPE A E A GRIPE COMUM

FEBRE

DOR de CABEÇA

CALAFRIOS

CANSAÇO

DOR de GARGANTA

TOSSE

MUCO

DORES MUSCULARES

ARDOR nos OLHOS

GRIPE NORMAL

<39ºc

menor intensidade

esporádico

moderado

fortes

menor intensidade

congestionamento

moderadas

leve

GRIPE A

início súbito a 39ºC

intensa

frequentes

seca e contínua

pouco comum

intensas

intenso

extremo

leve

nasal


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Anexo I

18

Anexo II

Anexo III

FLUXOGRAMA DE ACÇÕES DO PLANO DE CONTINGÊNCIA DO grupo dst EM CASO DE SUSPEITA DE GRIPE A (h1n1)

grupo dst

grupo dst


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19

BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME DST CONTINUA A ALIMENTAR ESTA IDEIA O Banco Alimentar Contra a Fome realizou no mês de Maio, mais uma campanha de

pelas cadeias de distribuição e pelos operadores dos mercados abastecedores.

recolha produtos alimentares. O grupo dst contribuiu mais uma vez para esta inicia-

Em 2008, os 14 Bancos Alimentares Contra a Fome operacionais distribuíram um

tiva através da oferta, por parte da empresa tagregados, de um tapete rolante adapta-

total de 17 500 toneladas de alimentos equivalentes a um valor global estimado su-

do, e usado para a seleccionar os alimentos.

perior a 27 352 milhões de euros).

A campanha decorreu nos moldes tradicionais durante o fim-de-semana de 30 e 31

Em 1992, nasceu em Portugal o primeiro Banco Alimentar Contra a Fome seguindo o

de Maio e os cerca de 2000 voluntários, devidamente identificados, solicitam a parti-

modelo dos "Food Banks" norte americanos, na altura já implantado na Europa, no-

cipação do público à entrada de 39 estabelecimentos comerciais. Os alimentos mais

meadamente em França e na Bélgica.

oferecidos foram leite e arroz.

Estão actualmente em actividade no território nacional 15 Bancos Alimentares, con-

Isabel Varanda, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome de Braga, fez um ba-

gregados na Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares, com o objectivo co-

lanço positivo desta acção de solidariedade. Na zona de actuação do Banco Alimen-

mum de ajudar as pessoas carenciadas, pela doação e partilha.

tar Contra a Fome de Braga foram angariadas 116 toneladas de produtos alimentares,

Existem 282 Bancos Alimentares operacionais na Europa, que em 2008 distribuíram

um número significativo apesar de mais reduzido que o da campanha anterior, reali-

294 500 toneladas de produtos a 4,5 milhões de pessoas, através de 27 000 asso-

zada em Novembro. Nesta operação, a direcção do Banco Alimentar de Braga contou

ciações.

também com um número bastante menor de voluntários, em comparação com a

É muito fácil tornar-se voluntário. Basta chegar ao Banco, inscrever-se e ponto final.

campanha de Novembro. Os bens alimentares foram distribuídos localmente a 1 473

Pode contactar directamente o Banco Alimentar Contra a Fome da sua região. Se

pessoas com carências alimentares comprovadas, através de 26 Instituições de Soli-

pretende obter informações adicionais ou efectuar um donativo, pode fazê-lo via

dariedade Social previamente seleccionadas para o efeito e supervisionadas pelo

internet (http://www.bancoalimentar.pt/). Em braga, o contacto é:

Banco.

Praça da Faculdade de Filosofia, 16 – r/c , 4710-297 Braga , tlf. 253 679 305

Lembramos que para participar nestas campanhas, basta aceitar um saco do Banco

voluntariosbancoalimentar.braga@gmail.com

Alimentar e nele colocar bens alimentares para partilhar com quem mais precisa. São

A sua contribuição pode ser feita ainda da seguinte forma:

privilegiados os produtos não perecíveis, tais como leite, conservas, azeite, açúcar,

- Donativos em géneros

farinha, bolachas, massas, óleo, etc.

Dádivas nos dias das campanhas recolha de alimentos nos super e hipermercados

Criado o ano passado, o Banco Alimentar Contra a Fome de Braga já distribuiu 178,2

(primeiros fins-de-semana de Maio e Dezembro) ou, em qualquer momento, nos

toneladas de alimentos por 50 instituições sociais do distrito. Beneficiaram desta

armazéns de um dos Bancos Alimentares.

distribuição de alimentos 3 516 pessoas.

- Donativos em dinheiro

A nível nacional:

Os donativos monetários permitem suportar parte das despesas de funcionamento.

Esta campanha do Banco Alimentar Contra a Fome decorreu a nível nacional e foi

Podem ser feitos para a Federação ou para cada um dos Bancos Alimentares regio-

realizada em 1219 superfícies comerciais. Na totalidade, cerca de 23 000 voluntários

nais. Pode efectuar um donativo, pelo correio ou via internet ou recorrendo aos núme-

disponibilizaram tempo durante aquele fim-de-semana para participar na campanha,

ros de telefone indicados, podendo deduzir no IRS.

em tarefas como a recolha dos bens alimentares nos estabelecimentos comerciais, o

O Estado permite que 0,5% do IRS liquidado reverta a favor de uma instituição de

transporte, pesagem e separação dos produtos.

solidariedade social: pode encaminhá-lo para a Federação Portuguesa dos Bancos

Os géneros alimentares recolhidos foram distribuídos por mais de 1 600 Instituições

Alimentares Contra a Fome. Para tal basta que no Modelo 3 – Anexo H – Benefícios

de solidariedade social que os entregarão a cerca de 250 mil pessoas com carências

fiscais e deduções no Quadro 9, campo 902, consignação de 0,5% do Imposto

alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confeccionadas,

Liquidado: Federação Portuguesa dos Banco Alimentares Contra a Fome: NIPC – 504

o que significa que 2,5 por cento da população do país.

335 642

As actividades dos Bancos Alimentares Contra a Fome prolongam-se ao longo de

- Donativos em trabalho

todo o ano. Para além das campanhas de recolha em supermercados, organizadas

As pessoas são o mais valioso capital: neste momento, os Bancos Alimentares são

duas vezes por ano, os Bancos Alimentares Contra a Fome recebem diariamente

compostos por muitos voluntários e alguns – poucos – assalariados que, todos os

excedentes alimentares doados pela indústria agro-alimentar, pelos agricultores,

dias, contribuem de forma preciosa para o funcionamento de todo este processo.<


À CONVERSA COM... Diogo Faria de Oliveira Diogo Faria de Oliveira, 42 anos de idade, é licenciado em Engenharia Civil pelo IST, e tirou os cursos de “Melhoria do Rendimento de Sistemas de Distribuição de Água”, pela Universidade Internacional Menéndez Pelayo, Valência, e de “Executive Management Program” pela Universidade de Stanford, EUA. Desenvolveu a sua actividade profissional no Grupo Águas de Portugal, assumindo funções em Planeamento e Gestão de Projectos. Colaborou na montagem e implementa...is more

ção das primeiras empresas Multimunicipais em Portugal. Dirigiu o projecto de reestruturação do Grupo AdP para o seu figurino actual de gestão por Unidades de Negócio. Actualmente é Administrador da Aquapor, assumindo ainda funções como Presidente em sete das suas empresas participadas.

20 Dados recentes dão conta que, actualmente, cerca de 700 milhões de pessoas no mundo sofrem com a escassez de água, estimando-se que em 2025 este número seja superior a 3 biliões de pessoas. Nos últimos anos, a seca e a escassez de água têm estado na agenda política mundial e a gestão sustentável dos recursos hídricos constitui um dos principais desafios da actualidade. Sendo a Aquapor uma empresa vocacionada para as concessões de abastecimento de água e saneamento de águas residuais que serve mais de 1,3 milhões de habitantes, promove algum tipo de sensibilização sobre estes temas? Sim, em todas as nossas empresas há campanhas de sensibilização e informação para um uso mais racional da água. Mas a actuação da Aquapor vai bem mais além das campanhas de sensibilização. Na verdade, o uso eficiente da água também se faz a montante do consumidor. É através da redução de perdas de água que se capta menos água. Ao reduzir perdas de água estamos realmente a contribuir para uma maior eficácia ambiental, pois reduzimos também o consumo de energia e de reagentes químicos e aumentamos as disponibilidades de água, especialmente importantes em locais onde ela escasseia. Existe ou prevê algum tipo de parceria com entidades, como por exemplo, o Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, com o objectivo de desenvolver políticas de longo prazo para o restabelecimento ou promoção do equilíbrio ambiental que promova, entre outros, o aumento da capacidade de retenção de água nos solos? Não existe uma parceria propriamente dita. O que existe é um conjunto de boas práticas e de apoios comunitários para a progressiva substituição de captações subterrâneas por captações superficiais. Esta autêntica “reforma” na gestão dos recursos hídricos, que se iniciou em meados dos anos 90, tem sido adoptada por praticamente todos os sistemas multimunicipais e também pelas empresas da Aquapor que detinham captações subterrâneas. Por exemplo, na Águas do Planalto substituiu-se 93 poços e furos por uma única barragem que abastece 5 municípios. E em Trancoso (Águas da Teja) fez-se um açude que pôs fim a 24 poços e furos. Existe alguma parceria com institutos de I&D no sentido de potenciar o aproveitamento e tratamento dos recursos com os quais trabalham? A Luságua tem vários projectos que visam uma maior eficiência e racionalização de recursos, com softwares únicos desenvolvidos internamente, como o AGRILAMAS, e promoveu uma parceria com a Universidade Nova para a caracterização e ensaios de compostagem de lamas provenientes da suinicultura. A Águas do Vouga, empresa do Grupo Aquapor que mais investe em I&D, tem vários projectos, dos quais destaco a monitorização da qualidade da água e de pesticidas no rio Vouga.


Manuel Pinho tinha adiantado que estava em curso, em Portugal, o maior progra-

Cascais e Águas do Sado. O investimento já efectuado ascende a 903 mil euros, com

ma de grande hídrica em todo o mundo, com a construção de 10 novas barragens

uma potência instalada de 156 kW. Já em 2009 aquelas empresas pretendem injectar

e o reforço de potência noutras oito. Que influência estas barragens podem ter na

na rede eléctrica nacional 193 mil kW.

actividade da empresa?

Quanto à produção eléctrica através de micro hídricas a Luságua (em consórcio com

Creio que o então Ministro da Economia se referia a um plano de aproveitamento

a Shperaa, empresa do ISQ), celebrou recentemente um acordo de parceria com a

hidroeléctrico com o objectivo de produção de energia verde. No entanto estas barra-

Associação de Municípios do Carvoeiro-Vouga e com a Águas do Vouga, S.A., em-

gens são importantíssimas na regularização de cheias e na retenção de água para

presa do grupo Aquapor.

fazer face a períodos de seca, quer durante os verões quer inter-anualmente.

Este acordo de parceria visa a implementação de um projecto inovador de exploração

A verdade é que, há menos de duas décadas, se julgava que a água era um bem ines-

do potencial energético da rede de abastecimento de água potável, cuja gestão está

gotável e hoje sabemos que ela é escassa e mal distribuída no Planeta. E não se pode

concessionada à empresa Águas do Vouga, S.A. O projecto, que será integralmente

deixar a água doce fugir para o mar sem a aproveitar da melhor maneira. Primeiro há

desenvolvido e financiado pelo Consórcio terá uma potência instalada de 85 kW,

que produzir energia e retê-la no Inverno para a utilizar no Verão.

evitando a emissão de 200 ton. de CO2 por ano. Esta será a primeira instalação de

Existe alguma relação qualidade/preço, ou seja, quem paga tarifas mais elevadas

entrar em serviço em Portugal.

consome água com melhor qualidade? Faz sentido falar de uma tarifa única para

Para além daquele projecto, a Luságua tem em curso diversos estudos sobre a

todo o território nacional?

avaliação do potencial de produção de energia com recurso a fontes hídricas na

Como já disse, a água está muito mal distribuída. As disponibilidades em Trás-os-

generalidade dos sistemas concessionados.

Montes não são as mesmas que no Alentejo ou no Algarve. E por isso o custo de

No que se refere ao biogás, a Luságua já tem 15 anos de experiência. De facto, desde

produção da água também varia muito. Espanha, por exemplo, ponderou durante

1994 que a empresa produz electricidade através do gás libertado pelas lamas da

muitos anos se haveria de recorrer a transvases ou à dessalinização e qualquer das

ETAR de Parada - Maia.

soluções é muito dispendiosa e tem de ser subsidiada, sob pena do preço da água ser

Neste momento nas instalações exploradas pela Luságua são produzidos cerca de

incomportável. E nalguns municípios de países europeus, as tarifas de água no Verão

7.000 kW/dia, o que equivale, em termos médios, a uma produção da ordem de

são mais altas que no Inverno.

11 450 m3 de biogás.

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produção de energia a partir de um sistema de abastecimento de água potável a

21

O preço da água é estabelecido através de um triângulo de três vértices difíceis de equilibrar: num vértice está a sustentabilidade económica – o preço tem de cobrir o

Um dos objectivos estratégicos da Aquapor é a internacionalização, nomeada-

custo de produção. No segundo vértice está a protecção ambiental e a escassez – o

mente através das actividades da Luságua. Que mercados estão em perspectiva e

preço deve desincentivar o desperdício. E no terceiro vértice está o bem essencial à

qual o modelo de negócios que pretendem adoptar?

vida – o preço tem de ser socialmente aceitável. Acho que o caminho correcto é

No domínio internacional, a Luságua já se posicionou na Argélia, onde apresentou

evoluir para uma banda de preços e não para um único preço nacional.

proposta de concepção/construção/exploração para uma ETAR que servirá 100 000 habitantes, em consórcio misto de empresas portuguesas e empresas locais, es-

De que forma as parcerias em Empresas Municipais e Intermunicipais de Capital

tando ainda a estudar os mercados do leste europeu, do norte de África e de Angola.

Misto, podem gerar valor para os municípios e munícipes?

As nossas competências permitem abordar qualquer modelo de gestão, desde as

Essa é uma experiência que a dst já tem através da AGERE e que a Aquapor ainda não

concessões, os projectos de concepção/construção/exploração e prestações de

tem. Ainda assim, acreditamos nesse tipo de parcerias e estamos muito bem posi-

serviços. No entanto, uma análise rentabilidade/risco exclui, numa primeira fase, os

cionados no concurso lançado por Santarém.

projectos de concessão. Nesta primeira fase de internacionalização vamos apostar numa abordagem através

Como explica o crescimento da Aquapor, em mais de 93%, com resultados líqui-

de contratos de prestação de serviços, assistência técnica e de projectos con-

dos superiores em 2 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, relativa-

cepção/construção/exploração.

mente ao ano passado? Há quatro factores principais que explicam a melhoria dos resultados. Em primeiro

Quais os principais problemas que se têm colocado à expansão para estes

lugar, estamos a fazer um importante trabalho na redução de custos. Criámos uma

países?

central de compras que já está dar os primeiros frutos através da renegociação de

Eu entendo que numa primeira fase de internacionalização há que ser cauteloso e

contratos de fornecimento e de serviços.

paciente.

Em segundo lugar, verifica-se uma melhoria do lado dos proveitos. Estamos mais

Cauteloso, porque não se pode cair na tentação de aceitar qualquer projecto que surja

eficientes na angariação de novos clientes e na redução de perdas de facturação co-

só para ter uma “bandeirinha” noutro país. Paciente porque, tratando-se de mercados

merciais, como roubos de água, ligações clandestinas e consumos não conta-

novos, há que identificar oportunidades e clientes, dar a conhecer a empresa e cons-

bilizados.

tituir parcerias sólidas, que permitam uma partilha equilibrada de riscos e de com-

Em terceiro lugar, no ano passado havia um conjunto de custos com a holding AdP-

petências.

Águas de Portugal, que agora já não existem.

A Luságua posicionar-se-á em parceria com agentes locais e em consórcio com em-

E por último, há um factor, um pouco mais intangível, que se prende com o ritmo e

presas portuguesas implantadas nos países em foco.

exigência dos novos accionistas, com maior foco na eficiência e produtividade. Felizmente, a Aquapor e as suas participadas têm uma boa equipa, muito conhecedora do sector, que está a responder muito bem aos desafios dos novos accionistas.

Pretendem levar ainda a Aquapor para novas áreas de negócio, nomeadamente para os processos de tratamento de água por dessalinização. Já existem projectos específicos nesta área?

A Luságua tem vindo a apostar em energias renováveis, como é o caso da ener-

A dessalinização, como outras novas tecnologias, são objecto de acompanhamento

gias hídrica, solar e o bio gás. Como justifica a entrada nesta área e quais os

por parte dos técnicos da Aquapor e da Luságua, que se mantêm actualizados

resultados já obtidos?

através de encontros internacionais específicos, por exemplo em Munique, na

No domínios hídricos e solar, a Luságua está a efectuar o levantamento do potencial

Alemanha.

energético de todas as empresas do Grupo Aquapor e nesta fase está a negociar

Mas neste momento não estamos a desenvolver projectos nessa área, até porque em

parcerias com empresas especializadas. Contudo, o passo que se pretende dar neste

Portugal a única zona onde a dessalinização fazia sentido – no Algarve – o problema

momento já resulta de projectos pioneiros de 831 painéis fotovoltaicos instalados

das disponibilidades de água foi resolvido com uma nova barragem em Odelouca.<

nas empresas Águas da Figueira, Águas de Gondomar, Águas de Alenquer, Águas de


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DST OBTÉM CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL E GESTÃO DA QUALIDADE NO ÂMBITO DA CONSTRUÇÃO CIVIL E OBRAS PÚBLICAS

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MINISTRO DA CULTURA APOIA MECENATO DA DST EM TIBÃES

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL E APOSTA NA QUALIDADE RECONHECIDAS PELA APCER A dst obteve a certificação dos sistemas de gestão ambiental e gestão da qualidade no âmbito da construção civil e obras públicas através da APCER (Associação Portu-guesa de Certificação), garantindo dessa forma o cumprimento da Norma NP EN ISO 14 001:2004 e NP EN ISO 9001:2008. O sistema de gestão ambiental foi implementado de forma integrada com o

DST INVESTE €25 MIL NO MOSTEIRO PARA CRIAR LINHA DE PRODUTOS DE AUTOR REFERENTES À LOCALIDADE

sistema de gestão da qualidade, reflectindo as preocupações da empresa, com o papel de relevo que a preservação do ambiente vem assumindo no sector da Construção Civil.

O grupo dst assinou, a 9 de Setembro, no Mosteiro de S. Martinho de Tibães, em Braga, um protocolo com a Direcção

No campo da qualidade, a dst realça a crescente importância estratégica desta variável no desenvolvimento e evolução do sector.

Regional de Cultura do Norte através do qual oficializa o investimento de 25 mil euros na criação e execução de objectos de autor referentes a imagens da localidade.

“No contexto actual de globalização da economia e do consequente aumento da concorrência, é fundamental para a competitividade das empresas da área da Construção Civil a implementação de Sistemas de Gestão Ambiental e de

O objectivo é, segundo José Teixeira, CEO da dst, criar uma linha

Qualidade que possam ser certificados e reconhecidos internacionalmente”,

de produtos a ser comercializada nos espaços do Mosteiro,

refere José Teixeira, CEO do grupo dst.

dinamizando-o, e apoiar os artistas portugueses dando

Assumindo a responsabilidade que tem na protecção do meio ambiente durante

continuidade ao seu projecto de responsabilidade social.

a execução das diversas obras, a dst procede, de forma sistemática, à

“Queremos que vários artistas tenham a oportunidade de

implementação de Planos de Gestão Ambiental nas suas empreitadas, tendo em

evidenciar a sua criatividade a imaginação e, simultaneamente,

vista a minimização dos impactes negativos que a sua actividade pode provocar.

capacidade de preservação da imagem de Tibães, desafiando

“Nestes tempos de reconhecida crise, dar um passo no sentido da melhoria da

diariamente o seu trabalho”, refere o responsável.

gestão ambiental da empresa representa uma enorme vontade de continuar o caminho rumo à excelência, bem como uma importante ferramenta para dar

A primeira artista escolhida para criar e executar os primeiros

resposta às neces-sidades de um mercado cada vez mais exigente e dinâmico”,

objectos desta linha foi Eugénia Cunha, designer portuense que

salienta Cecília Araújo, directora do departamento de ambiente do grupo.

desenvolve também produtos para a loja da Fundação de Serralves, no Porto.

O grupo dst está ainda certificado no âmbito de: - Concepção, Desenvolvimento e Produção de Betão Pronto;

Na cerimónia, que apresentou aos presentes a reabilitação

- Concepção, Desenvolvimento, Produção e Aplicação de Betão Betuminoso;

efectuada no Mosteiro no âmbito da candidatura ao III QCA – 2.ª

- Concepção, Desenvolvimento, Produção e Montagem de Estruturas Metálicas; - Concepção, Desenvolvimento e Fabrico de Produtos de Madeira e Derivados de

fase, esteve ainda presente o ministro da Cultura, José António

Madeira e Mobiliário pela Norma NP EN ISO 9001:2008 e pela Norma NP EN ISO

Pinto Ribeiro.

14001:2004.

Recorde-se que o grupo dst investe continuamente na

No âmbito do ambiente, está também certificado pela Norma 14001:2004 no

promoção da cultura portuguesa, através de iniciativas como a

que diz respeito à Produção de Betão Pronto e Produção de Estruturas Metálicas. Possui ainda o registo EMAS nos âmbitos de Fabrico de Produtos de Madeira e

entrega de um prémio de literatura anual no valor de 15 mil

Mobiliário, Produção de Estruturas Metálicas e Manutenção de Viaturas e

euros, o patrocínio da Feira do Livro de Braga, a organização do I

Equipamentos.

Simpósio de Escultura dst – Arte na Cidade, e mais

A dst é ainda certificada pelas OSHAS 18001:2007 e NP 4397:2008 - Higiene e

recentemente, um protocolo com o Agrupamento de Escolas de

Segurança no Trabalho.

Nogueira (AEN) com o objectivo de promover a excelência no

Tem também atribuída a marca CE às misturas betuminosas e agregados.

ensino e os níveis de literacia.<

A empresa eléctrica da dst (dte) e a empresa de reconstruções / remodelações (CARI) estão igualmente certificadas.<


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“Para além de promovermos diversos workshops e cursos de formação destinados aos nossos colaboradores, consideramos importante investir em iniciativas de carácter recreativo que possam ajudá-los a desenvolver competências de apoio à sua actividade profissional diária”, refere José Teixeira, CEO do grupo dst. Organizados em equipas de 4 e 5 elementos, os participantes começaram o dia com um rally paper que os guiou desde Braga, onde está sediada a empresa, até à Barca do Lago, em Fão, onde desfrutaram de um almoço churrasco, ao qual se seguiram restantes actividades. Durante a tarde, aos jogos tradicionais, canoagem, slide e escalada, modalidades já conhecidas pelos participantes, somaram-se as experiências de cortar o ar a reboque de uma mota de água e em cima de uma bóia. A Bola Zorb, por sua vez, captou a atenção até dos mais reservados. “Muitas vezes, é quando estamos submetidos a situações de grande pressão, que exigem uma resolução imediata, que descobrimos formas inéditas e simples de O grupo dst reuniu, no passado dia 5 de Setembro, no concelho de Esposende, cerca

resolver os problemas”, destaca José Teixeira a propósito dos desafios lançados aos

de 150 colaboradores em torno de várias actividades lúdicas ao ar livre, no âmbito do

participantes durante o trajecto.

seu VIII Encontro Radical. Ao final do dia, os participantes não faltaram à festa na discoteca Pacha, em Ofir, e, Com a iniciativa, realizada anualmente e aberta a todos os colaboradores, o Grupo,

associados ao 17.º aniversário do espaço, jantaram e celebraram até ao dia seguinte,

que possui como core business a construção civil e obras públicas, pretende

naquele que foi o primeiro dia radical das 8h às 8h, non stop.

estimular o trabalho em equipa e desenvolver, simultaneamente, o espírito de

Foram também entregues os prémios para as três melhores equipas e para a equipa

liderança e a entreajuda entre os participantes.

que melhor representou o espírito “fairplay”.<


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DEPARTAMENTO DE HIDRAÚLICA APLICADA UM DESAFIO... Ao promover a criação do Departamento de Hidráulica Aplicada a

Residuais, e Trabalhos Acessórios e Complementares-Contenções, Reforço de Fun-

Administração da dst na pessoa do seu CEO Eng. José Teixeira, “passou” a

dações, Fundações Indirectas, Cut-off-Walls...), concluiu-se que na base de actua-

mensagem de quais seriam as linhas estratégicas do departamento, cujo principal

ção teriam de estar sempre presentes o “Saber” e o “Saber Fazer”. Como vértice

“fio condutor” teria necessariamente de ser o pressuposto do posicionamento da

principal de actuação a “Atitude”, teria necessariamente a relevância extrema.

empresa no sector de actividade de Implementação e Gestão de Sistemas Urbanos de Saneamento Ambiental, como um dos melhores “player’s" a nível nacional, com

Assim ao nível do “SABER” seriam necessários:

valor reconhecido pelo seu know-how, e capacidade de inovação na elaboração de

- Conhecimentos Técnicos de Engenharia, com predominância da Hidráulica (Carac-

processos, quer ao nível do projecto quer ao nível da sistematização e optimização

terizar os sistemas hídricos e conhecer os princípios e directrizes das politicas de

das operações. Esses objectivos seriam evidenciados na melhoria da qualidade do

gestão da água), mas igualmente de Métodos e Técnicas de Construção específicos

produto final, no encurtamento dos prazos de execução e na economia futura da

bem como conhecimentos de Estruturas e Mecânica de Solos.

exploração dos empreendimentos, potenciando a criação de valor económico/finan-

- Conhecimentos de Gestão-Gestão de Operações (Planeamento, Optimização de

ceiro para a empresa.

Processos Construtivos….), Gestão Financeira, Gestão de Recursos Humanos.

A MISSÃO... Para concretização dos objectivos traçados (a curto e médio prazo), e

Ao nível do “SABER FAZER”…

alicerçando-se na escala de valores da dst, procurou definir-se com a objectividade

- Técnicas de Engenharia Hidráulica (Aplicar ferramentas informáticas de simulação

possível, quais seriam as qualidades intrínsecas do corpo técnico do departamento,

hidrológica e de gestão da qualidade da água em diversos meios hídricos; Identificar,

para levar a cabo a incumbência da missão.

formular, analisar, e apresentar soluções, para os “problemas” de gestão dos siste-

Considerando-se que o “leitmotiv” do departamento seria a execução de Obras Hi-

mas urbanos de saneamento ambiental.)

dráulicas (Etar’s, Eta’s, Estações Elevatórias para Abastecimento de Água e Águas

- Métodos e Técnicas de Construção (Identificar a Aplicar as melhores Técnicas em

Residuais, Condutas Gravíticas e Elevatórias de Abastecimento, Colectores de Águas

Escavações e Aterros, Montagem de Tubos, Soldadura, Sistemas de Cofragem, Sistemas de Contenção, Montagem de Equipamentos …).


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Luís Guedes

David Pereira

Artur Mateus

Sistemas de Contenção, Montagem de Equipamentos …).

Nesta altura, cerca de 10 meses após a “criação” do departamento, o corpo técnico é

- Estruturas (Identificar e apresentar soluções para suporte estrutural, de Tubagens,

composto por 3 elementos, prevendo-se o crescimento do mesmo, em função das

Equipamentos e outros Órgãos).

expectativas de adjudicação de diversas empreitadas, com perspectivas de num fu-

- Mecânica de Solos (Identificar e saber aplicar os melhores processos de contenção

turo relativamente próximo, a contribuição do Departamento para o Volume de Negó-

e fundações para instalação de equipamentos e órgãos hidráulicos).

cios da empresa seja na ordem de 50/60 milhões de euros anuais.

- Gestão de Operações-Identificar e promover a implementação dos recursos mais adequados para execução de determinada actividade, utilizar ferramentas de

Encontra-se em execução uma empreitada para as Águas do Minho e Lima S.A., em

planeamento, tendo em vista a minimização de custos em relação aos recursos

que se tentaram implementar e monitorizar diversos processos inovadores com al-

disponíveis e respeitando ou mesmo melhorando a qualidade técnica prevista)

gum sucesso, recebendo por parte do Dono de Obra, algum reconhecimento.

- Gestão Financeira - Aplicar conhecimentos de contabilidade de custos e analítica à

Encontra-se igualmente em fase de preparação uma empreitada para as Águas do

gestão de projectos. Saber utilizar ferramentas informáticas de gestão financeira.

Ave S.A. (Etar do Vale do Sousa), em que o formato de actuação será um pouco

- Gestão de Recursos Humanos-Saber analisar e descrever a Qualificação de Postos

diferenciado, pela especificidade da obra.

de trabalho necessários á execução das actividades. Saber definir e implementar estratégias de Monitorização de Equipas Complexas e comunicar de uma maneira eficaz, encorajando o Feed-Back, a proximidade e a motivação positiva.

Temos consciência das ainda nossas limitações, que eventualmente poderão dificultar a concretização dos objectivos propostos, no entanto fazemos questão de reafirmar como qualidades principais o empenho e a persistência que adicionados, á

Quando à ATITUDE, procura-se que os quadros tenham comprometimento organiza-

procura da constante melhoria em todas as componentes necessárias á concre-

cional, com uma crença forte nos objectivos, competências e valores da empresa e

tização dos empreendimentos, nos poderão posicionar como um dos contributos

do departamento, disponibilidade para exercer esforço considerável em beneficio da

para os factores de sucesso da empresa... Tal como é nossa ambição. <

organização, e forte desejo de continuar como membro organizacional.


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CONVÍVIO DE S. JOÃO No passado dia 22/06/09, o departamento de Logística (“Parque de Materiais”)

“estreitar de relações” entre algumas pessoas de áreas tão distintas, requisito que

organizou a típica sardinhada “S. Joanina” com o propósito de promover o salutar

consideramos fundamental para criar alinhamento com os valores da organização

convívio entre o seu diversificado quadro de pessoal e convidados de outros

dando particular realce ao respeito, à solidariedade, à lealdade e à paixão pela

departamentos/ empresas do grupo dst.

empresa.

O único requisito solicitado aos convidados foi a boa disposição, sendo que os restantes “ingredientes” da festa (música, comes e bebes), o Parque de Materiais tratou.

A todos os que receberam e aceitaram o convite em participar neste convívio o nosso

Não faltaram as “tradicionais” sardinhas, fêveras, pão e bom vinho. Houve música e

obrigado e até para o ano. Prometemos voltar com a mesma determinação.

muita animação.

Um agradecimento especial aos nossos colaboradores que tiveram um papel activo

Este tipo de evento revela-se de uma importância a sublinhar pois proporciona o

na organização e sucesso deste evento.<

EM DIA DE LIBERDADE a dst marchou pela leitura

Liberdade da leitura e do exercício físico foi o lema da marcha que mobilizou, em dia

A marcha “Andar a Ler”, que juntou também familiares de alunos, pôs em prática a

do feriado comemorativo do 35.º aniversário do 25 de Abril, alunos e professores da

máxima “Mente sã em corpo são”. Largas dezenas de pessoas passearam pela ci-

Escola Secundária Sá de Miranda. Sensível à importância da leitura para o enrique-

dade, em etapas pontuadas por momentos de leitura e de exercício físico.

cimento cultural dos cidadãos, a dst marcou presença através da participação de al-

Cumprida a primeira etapa da marcha entre a Escola Sá de Miranda e a colina da

guns colaboradores devidamente identificados.

Cividade, demonstrações de desportos radicais e de Capoeira antecederam o primeiro momento de leitura com recitação de textos de Sá de Miranda, Manuel Alegre, José Gomes Ferreira ou Sophia de Mello Breyner Andersen, no átrio do Museu D. Diogo de Sousa. Momentos de canto e ginástica completaram o primeiro percurso da marcha pela leitura. A Avenida Central foi outro palco para a demonstração das aptidões físicas e culturais dos alunos, num trabalho que envolveu também alguns professores do grupo de Educação Física e a responsável pela implementação na Escola Sá de Miranda do Plano Nacional de Leitura. Recorde-se que dst oferece a todos os colaboradores, por ocasião do seu aniversário, um exemplar de um livro.<


no ensino e combate iliteracia

O grupo dst assinou, no passado dia 30 de Junho, um protocolo com o Agrupamento

terá que fazer uma ficha de leitura que será submetida a avaliação na disciplina de

de Escolas de Nogueira (AEN) com o objectivo de promover a excelência no ensino e

português. Além disso, as escolas terão apoio técnico no desenvolvimento de

os níveis de literacia dos estudantes da região, através de um incentivo de

actividades relacionadas com o ambiente e a eficiência energética, bem como na

aproximadamente 15 mil euros.

edição de uma publicação sobre os resultados das avaliações ao AEN.

"Iremos continuar a investir no apoio à comunidade escolar, pois queremos contribuir

"O nosso sonho é que Portugal fosse visto, do mundo, como um País culto e não seria

para que os futuros profissionais cheguem à empresa qualificados mas cultos,

mau começo todos os alunos, pelo menos do primeiro ciclo ao 12.º ano, receberem

qualidade cuja falta limita, de facto, a competitividade das empresas e de Portugal",

um livro no dia do seu aniversário, oferecido pelas empresas portuguesas que fazem

salienta José Teixeira, CEO do grupo dst.

negócios com o Estado", adiantou José Teixeira.

A empresa vai oferecer dois Prémios, de Excelência e de Mérito, aos alunos que,

Recorde-se que o grupo dst coopera regularmente com outras entidades, através do

respectivamente, se distinguirem pelo excelente aproveitamento escolar ou através

patrocínio da Feira do Livro de Braga, da entrega de um Prémio de Literatura, de

de trabalhos académicos e actividades artísticas, literárias, desportivas, científicas,

âmbito nacional, no valor de 15 mil euros, do apoio a iniciativas da Universidade

entre outras, e por acções meritórias em favor da comunidade.

Católica Portuguesa e Universidade do Minho e da oferta de livros a várias escolas e

Paralelamente, cada aluno vai receber um livro no seu dia de aniversário. Cada aluno

associações, entre várias outras. <

CAMPANHA PELA RECICLAGEM já começou a dar lâmpadas No seguimento da adesão da dst ao Green Cork, programa de reciclagem de rolhas de

industriais no sentido da sustentabilidade, mas, ao associarmo-nos a este projecto,

cortiça desenvolvido pela Quercus, foram já vários os garrafões de rolhas de cortiça

queremos também envolver a comunidade interna numa mudança de

recebidos. Assim, desde o início da campanha e até final do mês de Junho, foram já

comportamento que, nos dias de hoje, nos parece fulcral”, destaca Cecília Araújo,

entregues 90 garrafões nos postos de recolha.

directora do departamento de Ambiente da dst.

O sucesso da campanha tem vindo a ser tal, que contamos até com a participação de

Refira-se que o Green Cork é um programa nacional com o fim de transformar rolhas

uma escola de Guimarães, que prontamente aderiu a esta campanha entregando

usadas noutros produtos e, com o seu esforço de reciclagem, permitir o

diversos garrafões de rolhas.

financiamento de parte do programa “Criar bosques, conservar a biodiversidade”, o

Em troca de cada garrafão foi oferecida uma lâmpada económica.

qual se propõe a plantar árvores da nossa floresta autóctone (carvalhos, azinheiras e

Com esta iniciativa, a dst pretende promover a reciclagem e a preservação ambiental

sobreiros).

e, em simultâneo, sensibilizar os colaboradores para a eficiência energética.

Os pontos de entrega da dst estão ainda operacionais.

“Temos desenvolvido um trabalho contínuo na melhoria dos nossos processos

Contamos com a vossa colaboração. <

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DST INCENTIVA EXCELÊNCIA

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? ? ...is more

Nome: Teresa Araújo

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Cargo: Telefonista/ Recepcionista Escritórios Centrais grupo dst Interesses: Sempre que posso vou caminhar e nesta altura de verão, adoro ir para a praia com a minha família. A leitura é também um dos meus hobbies. Sugestões: Estou a ler um livro muito interessante da Danielle Steel que nos ensina que só se ama uma vez na vida, mas que é uma vez para cada tipo de amor. Chama-se “Uma Vez na Vida” e recomendo a todos para leitura de Verão.

Nome: Margarida Monteiro Cargo: Managing director da dst renováveis Interesses: Aproveito todo o tempo livre para estar com os meus filhos e nas férias gosto de viajar. Já dei a volta ao mundo mas Nova Iorque é a minha cidade de eleição. Sugestão: Recomendo vivamente uma viajem ao Peru: pela cultura, pela gastronomia, pela diversidade paisagística e, especialmente, pelas pessoas.

Nome: Armindo Ribeiro Cargo: CEO dstelecom Interesses: Por ter pouco tempo, ajusto-o às”preferências” dos meus filhos: andar de bicicleta, jogar basquete e assistir ao vivo a um bom jogo de futebol do meu “clube”. Sugiro a todos que deixem 10 minutinhos por dia para si próprios, para meditar. Sugestões: Para quem passar por Lisboa sugiro que retempere “forças” dando um saltinho à Gulbenkian, se não for a tempo de escutar Jazz “razoável”, pelo menos pode apreciar um acervo de arte interessante desde desenhos de Cargaleiro a retratos a óleo de Armando Basto ou simplesmente passear nos bonitos jardins “decorados” de poesia.

Nome: Eva Lopes Cargo: Estafeta Interesses: Quando estou por casa opto por ver televisão e pôr a leitura em dia. Gosto de desporto e pratico natação, há bastantes anos, nas piscinas do S.C. Braga. Também não dispenso um bom passeio e estar com amigos. Sugestão: Gosto bastante do escritor Saramago pelo que, qualquer livro dele será, com certeza, uma boa sugestão de leitura.

A VISITA No passado dia 18 de Fevereiro de 2009, nós os formandos do curso EFA – de

pela Dr.ª Sónia e pela Dr.ª Margarida, para vermos os vários departamentos.

Técnicas Administrativas da Associação Comercial de Braga, fizemos uma visita de

Constatamos ser uma empresa moderna, jovem e empreendedora sendo prática da

estudo às instalações da empresa dst (Domingos da Silva Teixeira), com o objectivo

empresa o mecenato na área da cultura.

de conhecer o seu funcionamento.

Finalmente fomos encaminhados à secção de arquivo. Aqui verificamos o esforço e

Chegados à empresa, ficamos surpreendidos com a dimensão, organização e

dedicação da Dr.ª Sónia Monteiro na gestão e organização do arquivo. Contrastando

estrutura da mesma e da forma afável e profissional com que fomos recebidos por

com tudo isto, verificamos que as condições físicas não correspondem as exigências

alguns elementos ligados aos departamentos: financeiro (Dr.ª Susana Queirós),

normativas que um arquivo requer. Esta visita foi uma mais-valia para o grupo se

arquivo, (Dr.ª Sónia Monteiro) e Marketing (Dr.ª Margarida Pereira) que nos

inteirar da realidade empresarial. E foi para nós uma agradável surpresa, que em

encaminharam para o auditório, onde nos apresentaram a história do grupo “dst”, a

tempos de crise, a “dst” esteja em franco crescimento, criando em nós expectativas

sua cultura e os seus valores, tais como: respeito, rigor, paixão, lealdade, bom gosto,

enquanto futuros Técnicos Administrativos. Agradecemos à “dst” a oportunidade,

solidariedade, coragem, ambição. Foi-nos dada a oportunidade de expormos

disponibilidade e consideração que nos foi proporcionada de forma a atingir os

questões relacionadas com a nossa área de formação. De seguida, fomos guiados

objectivos por nós delineados.<


por Emerson Ribeiro

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Conservo na boca o doce sabor de aconchego, protecção e carinho do seio materno e relembro o seu olhar de ansiedade nas longas noites de vigília, durante minhas enfermidades infantis. Ah... Que saudade do avião de brinquedo da bolinha de gude, do papagaio a bailar no ar, do pião a girar, dos jogos de botão e futebol com amigos, o vento traz o som das minhas travessuras de moleque. Tenho na memória o sorriso, atenção e determinação da minha primeira professora. Sinto-me feliz pela oportunidade do amanhã; mesmo neste caos urbano. Admirar o sorriso de esperança das crianças e de ver nos olhos pensamentos mágicos de cada adolescente que caminha em direcção à escola, e o semblante de sabedoria de cada idoso, feito de dores e alegrias que são evidenciadas em cada ruga. Hoje tenho a certeza de que possuo a consciência necessária para viver nas subtilezas do quotidiano como um verdadeiro aprendiz. Agradeço a todos os amigos e também a meus inimigos, se é que os tenho, companheiros dessa longa viagem.<

JANTARES CONVÍVIO CC1 Com o intuito de responder ao forte repto lançado pela Administração da dst para este

Estes encontros têm também como uma das principais valências darmos as boas

ano de 2009, têm acontecido com a regularidade de cerca de dois meses, jantares de

vindas a colegas recém chegados. Por exemplo, foi o caso dos Senhores Manuel

convívio que contam com a presença de todos os elementos do Departamento CCI

Lemos e Luís Almeida, encarregados que fazem parte dos quadros da Cari, cedidos

(Construção Civil I) - essencialmente engenheiros, encarregados e apontadores -

temporariamente ao CC I.

num total que ronda os 25 elementos. De registar a elevada participação e assiduidade de todos - mesmo dos que têm de se O fortalecimento do espírito de união e de trabalho em equipa e das relações entre a

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Carta de reflexão

deslocar dos pontos mais longínquos do nosso país - o que demonstra a importância

direcção de departamento, a engenharia e os encarregados/apontadores tem servido

destes eventos e faz com que esteja garantida a sua replicação com marcações

de mote a estes momentos de degustação da tradicional gastronomia minhota.

asseguradas já até ao final do corrente ano de 2009.

Divulgar e cultivar os valores que regem a dst, e este departamento de construção em

Bem-haja o CCI!

particular, é outro dos temas prioritários sobre a mesa.

Bem-haja a dst! <


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A ARROGÂNCIA, AI A ARROGÂNCIA…. Depois de um hiato prolongado no que a opinar diz respeito, decidi sair da sombra

O que mais me apoquenta não é o dinheiro, nem os esquemas mas sim a arrogância!

para partilhar algo que me atormenta a alma. Alguns acharão enfadonho, outros

Porquê a arrogância?

poderão achar interessante mas no fundo o que interessa é que ao terminarem a

Permitam-me a expor o meu ponto de vista.

leitura desta humilde opinião talvez compreendam melhor a essência do vosso

A ganância poderia ser culpada pelo actual momento (e não deixa de ser) mas a

carácter.

ganância surge aliada a quê?

Vivemos numa época de crise, com crises grandes, crises pequenas, crises à

À arrogância!

medida, enfim, conforme as necessidades a crise é redimensionada à medida do

Quantas pessoas gananciosas conhecem vocês que não sejam arrogantes?

freguês.

Pela minha parte posso dizer que não conheço nenhuma e tenciono manter-me

Mas não é a crise financeira que me apoquenta, bem pelo contrário, infelizes daqueles

assim.

que baseiam a sua curta e abençoada estadia neste planeta na obtenção de fortunas,

Em parte, ser ganancioso é ter a arrogância de pensar que se tem mais direito que

pobres diabos, ainda não descobriram que fomos colocados neste belíssimo globo

outros de ter mais, sem olhar a meios, sem olhar às consequências.

para o apreciarmos e para nos apreciarmos mutuamente.

Corta-se, risca-se, esfola-se, despede-se, mente-se e para quê?

Mas não.

Olhando ao actual panorama, temos de aplaudir ironicamente os mentores da

Preferimos séculos de guerras, séculos de atropelo intelectual, no fundo o carácter

propagação deste flagelo que é maior que a droga, que as armas, que todos os males

competitivo patente no Homem não lhe permite a imobilidade e com isso eu até posso

genericamente apontados e utilizados para justificar tudo o que vai mal, escondendo

pactuar, afinal a evolução baseou-se na procura constante por mais, no tal espírito

e protegendo os reais culpados: um extracto social que oscila entre o visível e o

competitivo.

invisível, surgindo como arautos da sabedoria e da verdade mas sendo tão falsos e

Se podemos dizer que os sacrifícios feitos até à data foram necessários, pois ainda

perigosos como areia movediça.

somos uma civilização jovem com os nossos 2009 anos (sem contar com o período

Mas nem só nesta categoria se encontra este mal persistente, a passagem de valores

anterior ao nascimento de Cristo) e ainda procuramos compreender melhor o nosso

já começa a mostrar resultados (neste caso em claro decréscimo).

papel na história, o mesmo já não se pode dizer da história recente (consideramos o

Talvez aqueles de vocês que tenham filhos compreendam melhor as dificuldades de

inicio do Séc.XXI), onde temos sido brindados com o pior que o Homem consegue

que vos falo.

maquinar. Incrível como conseguimos utilizar um órgão tão complexo e cheio de

Todos nós já fomos jovens, já tivemos os nossos momentos, os nossos devaneios,

(bom) potencial como é o cérebro humano para engendrar os esquemas mais baixos

traduzindo em miúdos, todos nós já fizemos “trinta por uma linha”.

e sujos que possamos imaginar.

O que se verifica hoje em dia nos escalões mais jovens é uma total anarquia e

Mais uma vez, também não é isso que me apoquenta.

desrespeito pela mais simples das regras e costumes, aqui sim arrogância no seu

“Então que te apoquenta, rapaz?” – perguntam vocês.

esplendor.

Eu respondo, caríssimos.

Rapazes de 12 anos a fumar (neste caso, somente tabaco mas infelizmente já


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por Luís Bastos

acompanhados de outros comportamentos desviantes) e a beber cerveja nos

achas que és um homem só porque deitas fumo pela boca? Aposto que nem sabes o

intervalos da escola, raparigas de tenra idade com uma vida sexual digna de uma

mal que isso te faz, tas ai armado em campeão mas não é por isso que as miúdas te

alternadeira, com a ligeira diferença que a dita alternadeira ainda se protege de todo o

vão gramar, tu e esses cromos deviam era ir para escola para ter um bom futuro, olha

tipo de viroses e “pontapés nas costas”, um total desrespeito por qualquer pessoa,

para mim, queres ser como eu?”

miúdo ou graúdo, estes energúmenos passeiam-se pela rua como se já fossem reis e

Instalou-se aquele silêncio desconfortável de quem está assustado/envergonhado

senhores do mundo, mal sabendo sequer ler ou escrever e queimando a sua preciosa

com a situação mas reparei que as palavras antes proferidas não tinham caído em

saúde em troca de um pseudo estatuto de relevo (tão equivocados que estão).

saco roto, de alguma maneira toda a gente estava a magicar naquilo enquanto fitava

Lá está, se um adulto arrogante é mau, um adolescente arrogante é infinitamente pior!

fixamente a triste e decrépita carcaça do dito bandalho.

Dou-vos um exemplo que recordo como se fosse hoje e talvez aí percebam os valores

Dos que lá estávamos, só um se “perdeu” e nos dias que correm ainda hoje falamos

que se perderam com o tempo.

deste dia, deste “bandalho”, desta lição.

Sendo eu originário da zona da Sé de Braga, tive todas as oportunidades de me tornar

Houvessem mais pessoas assim, atentas e preocupadas com o seu semelhante, e

um bandalho de 1.ª mas como fui educado com bons valores consegui equilibrar

estou a falar de um bandalho (na minha perspectiva já não o é), e se calhar não

toda aquela dureza da rua com o bom senso de quem pensa pela própria cabeça.

seríamos brindados diariamente pelas tristes cenas com que a pequenada nos vai

Mas não escapei às lições da “escola da rua” e talvez tenha sido isso que me ajudou a

proporcionando.

manter os pés no chão e a arrogância fora da vista.

Pior, há quem os aplauda e até já tem idade e juízo para não o fazer.

Passemos então ao pequeno episódio.

Muitos de vocês podem dizer:”Sim e depois?”.

Certo dia, eu e mais meia dúzia de pelintras lá da zona compramos um maço de

Eu só digo:”Obrigado, Mico, aquele calduce foi bem dado.”

cigarros ( naquela altura juntar 100escudos era uma tarefa titânica), passando da

Se fosse um desses miúdos mimados que vemos pavonear-se pelas nossas ruas de

compra para o esconderijo, pois, como muitos de vocês sabem, naquela altura fumar

certeza que não tinha absorvido a lição desta maneira mas felizmente não foi o caso.

aos 14 anos dava direito a uma boa surra de cinto. Obviamente tínhamos de ocultar

Hoje não tenho maus vícios, mau carácter, sinto ser uma pessoa sociável e acima de

os nosso actos mas aquilo que foge à vista de uns é claro como água para outros.

tudo não me acho melhor que ninguém. Acredito fervorosamente na Humanidade e

E não é que, após nos refugiarmos no nosso bunker improvisado, nos aparece um

na sua procura pela felicidade, talvez por isso seja visto como um pobre coitado, um

frequentador da zona, bandalho de créditos firmados, com todos os motivos para ali

ingénuo por acreditar que há coisas melhores que este circo de vaidades que vai

estar menos pelo motivo que veio: para nos dar uma lição.

percorrendo o mundo. Clientela não lhe falta, basta ver o crédito mal parado, ou vocês

Dado que era a 1.ª chaminé da fila, levei semelhante calduce que encaminhou a

acham que uma família com um bolo salarial de 1000€ e com 2 filhos ,p.e., precisa de

minha testa em direcção dos meus joelhos.

ter um Mercedes, uma vivenda, Tv por cabo, 3 telemóveis topo de gama p/ pessoa,

Assustado mas irado perguntei:”E então, o que é que eu fiz?”

roupinha de marca, e férias no estrangeiro de 3 em 3 meses?

A resposta não tardou:”Ó meu palerma, tu e estes cromos têm idade para fumar,

Se isto não é arrogância então o que será? <


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por João Pedro Félix

Este caso, que tinha esmorecido a vontade de escalar o muro de todos aqueles que ponderavam essa hipótese, só lhe dava novo alento. Não só tinha o muro para vencer, como iria ter sucesso onde outros tinham falhado. O muro estendia-se até onde alcançava a vista, tanto em altura como em

não a glória de o ter. Partilhar o conhecimento ou ser conhecido por todos como

comprimento. Dizia-se que não tinha fim, que se estendia pela terra, sobre vales e

aquele que viu o outro lado não eram variáveis incluídas nos seus desejos. Sabia que

montanhas, a toda a extensão do mundo. O seu topo era inalcançável, constava-se, e

não era o primeiro a ter estes pensamentos, nem que seria o último. Sabia também

que roçava o topo do céu. Do outro lado? Do outro lado tinha o nada. Pelo menos era

que, se levasse a cabo o seu desejo de escalar o muro, não seria o primeiro a fazê-lo,

este o conhecimento que passava de pais para filhos. Todos sabiam que do outro lado

esperava era ser o primeiro a fazê-lo com sucesso, algo que nunca antes acontecera.

não tinha nada, sabiam porque lhes tinha sido dito pelos seus pais e a eles pelos pais

Na verdade, as tentativas de escalar o muro tinham-se limitado a uma, pelo menos

deles, e assim sucessivamente desde que havia memória. Mas nem todos aceitavam

naquela parte do mundo. Ninguém sabia de que tamanho era o mundo, nem se tinha

plenamente o muro. Havia muitos que o questionavam. O que fazia ali? Quem o

fim, nem mesmo se havia muitas mais aldeias para além das que eram conhecidas

construíra? Porquê? Perguntas às quais a resposta sempre fora “sempre aí esteve e

por ali. Na verdade, também a curiosidade de saber estas coisas era pouca, ou

sempre estará, o muro é o nada e nada é o muro”. Perguntas que acabavam por se

mesmo nula. Assim, ele partia do princípio que mais ninguém, em nenhuma parte do

apagar em bocas que envelheciam e nascer em bocas jovens, e que, com o passar do

mundo, tinha tentado escalar o muro, excepto aquele caso que viera a conhecer uns

tempo, acabavam-se por apagar, num eterno ciclo de perguntas sem resposta.

anos antes. Algumas gerações atrás, como lhe haviam contado os anciãos da aldeia,

O muro era feito de pedra. Enormes blocos cuidadosamente colocados uns sobre os

um jovem como ele, forte e determinado, tinha decidido escalar o muro. Embora

outros e meticulosamente encaixados teciam uma malha de rocha tão perfeita que

todos lhe tivessem dito que era uma loucura e que era impossível, pois não se

nenhum pedreiro alguma vez fora capaz de a replicar. O muro não tinha fissuras, nem

conseguia ver o topo do muro, nem mesmo saber se o muro tinha topo, ninguém o

falhas, pelo menos nenhuma que alguma vez constasse na memória de alguém, nem

conseguiu demover da sua ideia. A escalada tinha sido iniciada no primeiro dia de

mesmo a memória de alguém ter dito a alguém da existência de fosse o que fosse no

Primavera e, durante algum tempo, os aldeões tinham-se juntado, todos os dias,

muro para além da perfeição da sua construção. A sobreposição dos blocos que o

junto ao muro, para o verem escalar. Quando deixaram de o ver, por já se encontrar

compunham era tão exacta que se tornava impossível de saber qual a sua espessura.

demasiado alto, deixaram de se preocupar e, aos poucos, o caso começou a cair no

Algumas tentativas, algures no passado, tinham sido feitas para o perfurar, mas,

esquecimento, até que, alguns meses depois, o corpo do jovem apareceu junto ao

desses intentos, apenas sobravam algumas marcas na rocha e restos de ferramentas

muro, estilhaçado no chão. Os anciãos da aldeia analisaram o corpo, agora quase

partidas. Aldeias tinham nascido e morrido junto ao muro, gerações sobre gerações

irreconhecível devido à estrema magreza que apresentava, e tinham concluído que a

tinham vivido ao lado dele, e o tempo passara inexoravelmente, mas sem nunca

causa da morte não fora a queda de grande altura, que lhe tinha partido todos os

deixar marcas nas rochas que permaneciam imóveis no seu lugar.

ossos do corpo, mas a fome. O mais provável era que ele tinha morrido durante a

Todos o dias dava um passeio junto ao muro. Gostava do a fazer deixando uma mão

longa queda que dera. Este caso, que tinha esmorecido a vontade de escalar o muro

deslizar sobre a rocha. Sentia a porosidade das pedras e a perfeição do cortes. Não

de todos aqueles que ponderavam essa hipótese, só lhe dava novo alento. Não só

encontrara nunca nenhuma parte que estivesse longe de ser perfeita. Todas as

tinha o muro para vencer, como iria ter sucesso onde outros tinham falhado.

rochas tinham a mesma dimensão, todas estavam cortadas e polidas da mesma

Em posse de todos os dados que a memória das gerações passadas lhe davam,

forma. Os blocos estavam colocados intercaladamente, uns sobre os outros, como

preparou-se, física e mentalmente, para a tarefa que o esperava. Assim como fora

enormes escadas que subiam para o desconhecido. Todos os dias admirava o muro e

feito gerações atrás, também ele iniciou a subida no primeiro dia de Primavera. Tinha

todos os dias sonhava com fazer isso mesmo, subir até ao desconhecido. Ao

encontrado o local de onde o seu predecessor tinha iniciado a escalada e decidira

contrário daqueles que apenas perguntavam o que estaria do outro lado, ele queria

fazê-lo no mesmo sítio, não só num desafio directo ao seu insucesso, como também

ver com os próprios olhos. Não se importava de não voltar, o que procurava era o

para aproveitar as cavilhas de metal que ele tinha deixado encaixadas nas rochas.


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Olhou em volta. Ia jurar que, no momento em que atingira o topo do muro, o dia já tinha dado lugar à noite. No entanto, à sua volta podia ver tudo branco. Mais tarde ou mais cedo, irremediavelmente, as cavilhas iriam-lhe mostrar até que

resto tornou-se irrelevante, no momento em que colocou a mão no muro, após se içar

ponto ele tinha chegado... ou então, saberia que o seu insucesso tinha sido

para uma cavilha, e não sentiu a familiar planura vertical, mas sim um arredondar

duplamente incompleto, ao não atingir o topo do muro e ao não subir mais alto que o

para dentro. Com o ânimo redobrado, colocou mais uma cavilha e, com uma força

primeiro escalador.

que já não sabia ter em si, içou-se lançando o corpo contra o muro. Contrariamente

Os primeiros dias foram os mais difíceis. A passagem de uma vida em plano

ao habitual, não encontrou a resistência da rocha. Tinha encontrado o topo? Era ali

horizontal para plano vertical tinha as suas consequências. A escalada era facilitada

que terminava o muro? Iria finalmente ver o que o esperava do outro lado? Estes

pela herança do malogrado escalador mas, mesmo assim, o esforço era

pensamentos cruzaram-lhe a mente numa fracção de segundos, sendo de imediato

considerável. As primeiras noites foram mal dormidas, mas o tempo e a rotina

substituídos pelo reconhecimento que, na sua ânsia de atingir o topo do muro, se

trouxeram a habituação. Agora vivia o dia-a-dia verticalmente, dormindo, comendo e

tinha içado com tanta força que se tinha desequilibrado e estava a tombar para o outro

realizando todas as outras funções corporais nessa perspectiva. O mundo tornara-se

lado do muro. Sentiu uma superfície arredondada sobre si, o topo do muro era em

apenas uma mancha deixada para trás, agora só existia ele e o muro. A noção do

curva e era muito menos espesso do que alguma vez pensara. Não conseguindo

tempo foi sendo perdida lentamente. Há quanto tempo estava a escalar? Semanas?

segurar o seu ímpeto, tombou de cabeça para o outro lado. Sentiu um aperto no

Meses? Não fazia a mínima ideia. Não sabia se trepava muito ou pouco, ou se trepava

coração e aguardou por se sentir a cair para um final trágico e certo, mas, no lugar

mais nuns dias no que noutros. Tentou contar as pedras que ia deixando para trás

disso, sentiu... nada! Sentia-se como se estivesse parado. No entanto, debaixo dos

para comparar os dias, mas acabava sempre por se perder nos números e nunca

pés não tinha a característica sensação do chão, nem sabia muito bem para que lado

conseguir chegar a nenhuma conclusão.

era “baixo”. Olhou em volta. Ia jurar que, no momento em que atingira o topo do muro,

O dia chegou em que as cavilhas antigas terminavam. Mais nenhum vestígio fosse do

o dia já tinha dado lugar à noite. No entanto, à sua volta podia ver tudo branco. Rodou

que fosse se encontrava naquele ponto do muro, apenas uma última cavilha a

para ver o que o circundava e viu nada, tudo era branco, já nem o muro via. Não

simbolizar o último fôlego de um desconhecido que ele aprendera a respeitar cada vez

conseguia sequer saber se tinha rodado, pois não tinha nenhum ponto de referência.

mais com o passar dos dias. Durante uns minutos repousou, apoiado nesta última

Não podia afirmar que não via nada, porque ele via, só que o que via era nada. Estava

cavilha, como que a despedir-se de um companheiro invisível que o tivesse

no meio de nada e só via nada. Agora entendia o que fora dito de geração em geração.

acompanhado na subida até aquele ponto. Colocando habilmente uma nova cavilha,

“Do outro lado do muro só há nada”. Sempre pensara que o que era dito era que do

reiniciou a subida. Não sabia quanto mais teria que trepar, o topo ainda estava

outro lado do muro não havia nada, a inexistência de coisa alguma, mas estivera

invisível. A verdade era que o céu estava coberto por uma neblina que o impedia, já

sempre enganado. Do outro lado do muro havia o nada, o completo e inexorável

há bastantes dias, de ver para além de uma curta distância, para qualquer um dos

nada... e era no nada que ele estava e lá iria permanecer. Estranhamente, sentiu-se a

lados. Assim, decidiu manter o ritmo de escalada em que tinha ali chegado, sem se

aceitar o nada com facilidade, sentia-se a diluir, a passar a ser parte do nada... Mas

preocupar com a distância que o separaria do topo do muro.

ele não queria ser nada, ele não era parte do nada. Ele era algo! Agora não poderia ser

Dias e noites passaram-se, sempre dentro da mesma monotonia. Apesar da sua

dito que do outro lado do muro só tinha nada, porque ele estava lá! O muro já não era o

gestão de esforço e da adaptação à vida na vertical, que agora se tornara quase

nada, pois ele ocupava o nada! Então, se o muro já não era o nada, o nada também já

natural, o cansaço começava a entranhar no corpo. Receava ter o mesmo fim do seu

não era o muro...

predecessor. Sempre que esses pensamentos afloravam à sua mente, esforçava-se

Voltou a sentir o Sol e o chão, voltou a sentir o vento e a chuva... voltou a sentir, mas

por afastá-los concentrando-se na sua missão.

de forma diferente… tudo era diferente, nada era o mesmo, pois ele agora era o

Não sabia quanto tempo tinha passado desde que iniciara a subida, mas isso e tudo o

muro.<


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PÉS DESCALÇOS

por Raquel Sousa

Numa das minhas visitas à Madeira, uma amiga levou-me a conhecer O Caminho dos Pés Descalços... O Caminho dos Pés descalços, é uma ideia do Eco-Hotel Jardim do Atlântico que fica nos Prazeres, Calheta. Este hotel, reconhecido pelas suas práticas ecológicas, onde já recebeu alguns prémios internacionais fica num lugar privilegiado pelas suas paisagens, calma e ar puro. O Caminho dos Pés Descalços, é um percurso com cerca de 800 metros que como o nome indica, é feito sem os sapatos. É composto por 17 elementos naturais da Ilha da Madeira e Porto Santo, pinhas, madeira, bagas de eucalipto, areão, lama, faúlha, areia preta e amarela, casca de pinheiro, folha de louro, pedras de calhau como também pela relva que compõe todo o percurso. Neste caminho foi realizada também uma reflorestação com cerca de 400 plantas endémicas que teve a colaboração da Direcção Regional de Florestas da Madeira. Esta massagem natural feita pela pressão do nosso corpo em contacto com os elementos é uma experiência única em vários sentidos. Relaxa e é muito divertido. Para o fazer nada mais simples do que ir à recepção do hotel, onde gentilmente são atendidos e recebem uma pequena toalha e uma escova. Não tem qualquer custo e pode ser feito por qualquer pessoa e o horário de funcionamento é das 10h às 12h e das 15h às 18h.<

ção é ignorar o que está a ocorrer e quando damos por isso é tarde demais e estamos já no Quarto da Confusão… a convicção aqui é de que alguém é responsável pelo que aconteceu… alguém que não nós. E, pior que isso, simplesmente não podemos fazer por Rui Alves

A mudança, do ponto de vista pessoal ou organizacional, produz impactos cuja gestão depende de uma boa compreensão dos sinais comportamentais evidenciados por indivíduos e/ou grupos. O psicólogo Sueco Claes Janssen desenvolveu um modelo conhecido por 'Os quatro quartos da mudança', que ajuda a estar atento a esses sinais, através da compreensão da dinâmica inerente a processos de mudança. Ao entrarmos no apartamento com quatro quartos estamos em movimento, de quarto para quarto, na direcção contrária à dos ponteiros do relógio: do contentamento para a negação, da negação para a confusão, da confusão para a renovação. Não passa-mos o mesmo tempo em cada quarto e é possível atravessar

nada porque não está nas nossas mãos. Pelo menos é esse o sentimento que se pode apoderar de nós até que a confusão se dissipe e consigamos reconhecer que talvez seja possível fazer alguma coisa. É nesse momento que nos dirigimos para o Quarto da Renovação onde evoluímos com os erros, aprendendo a olhá-las com a correcta distância, tirando as devidas lições e empenhamo-nos na renovação, isto é, na melhoria do nosso desempenho, na melhoria do desempenho da nossa equipa e implantando as mudanças de forma positiva. E a seguir… o ciclo repete-se em algum momento e damos connosco no Quarto do Contentamento. A renovação só vem depois da confusão. Não é possível renovar a partir da negação. Cabe a cada um de nós encontrar o seu quarto e sair dele de forma a compreender melhor a natureza evolutiva do ser humano.<

alguns quartos rapida-mente.

NO+ contentment

YES+ renewal

pa é completamente imbatível. Este sentimento pode ser muito reconfortante, mas o

Adjustment. My present situation feels good enough as it is. Relaxed,

Creative change. Integration. A sense of »getting it all together«.

effortless self-control, as when riding a bicycle. Attention focused on

Insights, aha-experiences. Feelings freely felt and expressed. Intense

risco de subestimarmos as dificuldades e os obstáculos torna-se maior. Parte-se de

the here & now, no marked self-reflection. »I am OK, you are OK«.

experience of the here & now, with self-reflection: I participate and

Feeling »average« in the sense of not special. Being there.

observe that I am participating. Strong feelings of community. Self-

Quando estamos no Quarto do Contentamento, sentimos uma enorme auto-satisfação e satisfação com a equipa. Sentimos que somos os melhores e que a nossa equi-

uma situação de complacência que se caracteriza por ter estabilidade e equilíbrio. Quando se dá a mudança – produzida ou provocada – ela é interpretada como uma ameaça. Se não actuamos a tempo e de uma forma concertada, começamos a ter resultados menos bons e damos por nós no Quarto da Negação. Recusamo-nos a admitir que os riscos se podem transformar em problemas sérios “connosco isso nunca irá acontecer” e recusamo-nos a tomar as medidas necessárias para evitar consequências maiores. Na gestão da mudança, muitas das vezes, a primeira reac-

confidence. Energy. Radical ideas, a desire to make things happen.

NOdenial Pseudo-adjustment. Self-discipline with focus on completing a certain task or defending a certain pattern or status quo. No clear feelings. I am in control but uptight. The here & now (if experienced at all) feels empty and mechanical. Irritation. Attention concentrated on the task felt to be necessary, on the rules and/or my image in others' eyes, on not to lose face, on tactical considerations, etc.

YESconfusion Maladjustment. Something is or feels wrong here & now, but I do not know what, or what to do to make things right. Tense, negative selfconsciousness with feelings of inferiority and doubts; »self-centered«. Chaos. Dialectical YES/NO-conflicts within and/or without. Feelings in a clinch. A sense of unreality.


Vai um bombeiro à civil a passear e repara que do outro lado da rua está um menino vestido de bombeiro, sentado em cima de um carrinho de bombeiros, a ser puxado por um cão e um gato. Só que o cão tem a coleira ao pescoço, enquanto o gato tem a coleira à volta do sexo. Orgulhoso mas intrigado, aproxima-se: - Olá! Como te chamas? - João. - Olá João! Pelos vistos queres ser bombeiro? - Pois quero! - Sabes eu também sou bombeiro, só que não estou fardado. Foste tu que fizeste a roupa e o carrinho? O Papa, terminada a sua visita a - Fui. Portugal, foi de limusina para o aeroporto. Como nunca - Está tudo muito bem! E como não tens motor tens o cão e o gato tinha conduzido um carro daqueles, perguntou ao motorista se a puxar-te. Muito engenhoso, sim senhor! Mas olha, se poderia conduzir por uns instantes. O motorista atrapalhado, lá disse: - Bem... Acho que sim...! apertares a coleira do gato no mesmo sítio onde E foi para o banco traseiro da limusina enquanto o Papa ia para o volante. apertaste a do cão, vais muito mais depressa! Na auto-estrada A1, acelerou até aos 180 km/hora... 220 km/hora... 250 km/hora... - Pois é, mas assim não tinha sirene!

De imediato as luzes azuis da patrulha da BT da GNR surgiram no espelho. O Papa lá encostou e o agente foi ao seu encontro. Quando se debruçou sobre janela e viu de quem se tratava, disse: - Por favor... Aguarde um momento.... Eu preciso ligar para a central. O agente da BT pegou no rádio e chamou o Chefe, dizendo: - Eu tenho uma pessoa muito importante que conduzia a mais de 250 km/hora na A1 e preciso de saber o que fazer. - É o Cavaco? - Perguntou o chefe. - Não, é ainda mais importante. Para testar a - Não é o Sócrates, é??? personalidade de um - Não, ainda mais importante! alentejano, - Quem é??? Não é o Vítor Constâncio outra vez, pois não? o dono da empresa mandou pagar 500€ a - Não! É ainda mais importante do que esse... mais no salário dele. - Bem, mas então quem é esse VIP??!! - gritou o Chefe já sem paciência. Os dias passam, e o funcionário não diz nada. Ao qual o agente responde: - Eu não tenho bem a certeza, mas acho que deve ser Jesus Cristo, No mês seguinte, o patrão faz o inverso: manda tirar porque o motorista é o Papa!!! 500€.

Nesse mesmo dia, o funcionário entra na sala para falar com ele: - Engenheiro, acho que houve um engano e tiraram-me 500€ do meu salário. - Ah é?! Curioso porque no mês passado eu paguei-lhe 500€ a mais e você não comentou nada! - Pois, mas é que, um erro eu ainda tolero; Agora dois, acho um absurdo!

Palavras-cruzadas* 1

Ah pois é!!!!.... O coração humano produz pressão suficiente para jorrar o sangue para fora do corpo a uma distância de 10 metros. (Uau!) O orgasmo de um porco dura 30 minutos. (Na minha próxima vida, quero ser um porco!)

2

Uma barata pode sobreviver 9 dias sem sua cabeça até morrer de fome. (Bem!!) 5

O louva-deus macho não pode copular enquanto a sua cabeça estiver conectada ao corpo. A fêmea

6

inicia o acto sexual arrancando-lhe a cabeça. (?Querida, cheguei! O que é is…..?) 3

4

A pulga pode saltar até 350 vezes o comprimento do próprio corpo. É como se um homem saltasse a distância de um campo de futebol. (Trinta minutos… Que porco sortudo! ) Alguns leões acasalam até 50 vezes num dia. (Ainda prefiro ser um porco na minha próxima vida… Qualidade é melhor que quantidade!)

1 - Nome dado ao conjunto de trabalhadores da dst

As borboletas sentem o gosto com os pés. (Isso eu sempre quis saber)

2 - Antónimo de cobardia

O músculo mais forte do corpo é a língua.(Hmmmmmmmm…)

3 - Fidelidade e respeito a regras e princípios

Pessoas destras vivem em média 9 anos mais do que as canhotas.(E se a pessoa for ambidestra?)

4 - Ícone da empresa

Elefantes são os únicos animais que não conseguem pular. (E é melhor que seja assim!)

5 - Anseio de alcançar determinados objectivos

O olho de uma avestruz é maior do que o seu cérebro.(Conheço gente assim)

6 - Antónimo de desleixo

Estrelas-do-mar não têm cérebro.(Conheço gente assim também)

solução: 1- família; 2 - coragem; 3 - lealdade; 4 - paixão; 5 - ambição; 6 - rigor

Ursos polares são canhotos.(Se eles começarem a usar o outro lado, viverão mais)

*enviado por Sara Maranho

Seres humanos e golfinhos são as únicas espécies que fazem sexo por prazer. (E aquele porco???)

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o h n i t n ca R iso do

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dst_domingos da silva teixeira, s.a. rua de pitancinhos apartado 208 palmeira 4711-911 braga portugal tlf. 351 253 307 200/1 fax 351 253 307 210 www.dstsgps.com alvará de construção civil n.º 2846

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Newsletter 19 setembro 2009