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CONSCIENCIOLOGIA E OS CHACRAS


ESTRUTURA DO CORPO ETÉRICO

05.14.1 - INTRODUÇÃO:

ALGUNS clarividentes vêem o Campo Astral ou Emocional mas não percebem o Etérico. Esses psíquicos normalmente não percebem os Chakras no interior do campo emocional, a não ser que tenham sido treinados para isso ou possuam um grande dom clarividente.

Até agora, o avanço nesses níveis de realidade tem se deparado com bastante confusão e malentendidos.

O resultado é uma avalanche de LITERATURA psíquica de qualidade e credibilidade irregular, em que todos afirmam fornecer informações precisas a respeito das dimensões supersensoriais da experiência humana.


A primeira exigência para o desenvolvimento de uma percepção extrasensorial, é reconhecer que essas percepções não se abrem MAGICAMENTE, mas são governados por leis naturais tão preciosas quanto as leis que regem o plano físico.

Os sensitivos que conseguem observar as interações da energia vital com os processos emocionais e mentais poderiam retirar essas interações da esfera subjetiva atuando como “sensores” humanos.

Entretanto, as observações das pessoas dotadas dessas habilidades diferem amplamente quanto a confiabilidade da sua faculdade, bem como à sua clareza, precisão, e aplicabilidade nas situações materiais. Apesar desse problema, precisamos persistir, tendo em vista as promessas que o campo encerra.

Como existem diferentes tipos de percepção extra-sensorial e como todas são filtradas através da mente do percipiente, precisamos então determinar o GRAU do “EFEITO DO OBSERVADOR”. Criar um sistema de verificação e comparação, bem como um vocabulário comum.

Por sua vez a medicina tem evoluído usando recursos puramente físicos, e tem conseguido resultados satisfatórios dentro de suas limitações, tais como: Infravermelho, cristais líquidos, proporcionam um modelo de cor quente denominado termografia, ultra-som, ressonância magnética nuclear, hoje sensores científicos permitem que corpo seja visto a partir de diferentes aspectos.

05.14.2 - ESTRUTURA DO CORPO ETÉRICO:

A função mais importante do corpo etérico é a transferência da energia vital ou da vitalidade do CAMPO UNIVERSAL para o CAMPO INDIVIDUAL (do todo para a unidade) e daí para o corpo físico.

Esse é o meio pelo qual se faz o contato com a energia que sustenta toda a natureza.


O corpo etérico, não carrega a consciência, ele atua como um elo de ligação entre os veículos físico, emocional e mental. Intercalam-se e constituem juntos o EU, a unidade energética consciente. Na verdade os corpos ou VEÍCULOS são instrumentos do eu consciente e possuem tempo determinado, ou seja não são eternos.

Os seres humanos são mantidos neste oceano nutritivo de energias, e de uma forma ainda desconhecida em sua totalidade o corpo etérico vitaliza o corpo físico.

Do pouco que se sabe sobre a estrutura dos veículos sabe-se que o corpo FÍSICO é energia plasmada, condensada num plano único tridimensional ou seja PLANO FÍSICO.

Que o etérico tem quatro camadas da mais densa que começa 1 cm dentro da derme, sutilizando-se a seguir até a mais sutil que interpenetra o corpo astral, como se pode notar o ETÉRICO faz esse contato entre físico e astral.

Por isso o etérico é considerado pelo espiritismo como um produto semimaterial, onde existem as manifestações ectoplasmáticas, inclusive sendo o campo de atuação fundamental das incorporações.

Cada partícula física possui sua contraparte etérica, daí a expressão DUPLA ETÉRICO.

Num determinado sentido o etérico é físico, porque ele tende a desaparecer quando ocorre a morte do corpo físico ou seja ele se desintegra.

Por isso em certas situações pode-se perceber com os olhos físicos A AURA ETÉRICA, uma luz cinza azulada em volta dos corpos, sem precisar ser clarividente ou médium clarividente.

Para Shaffica Karagulla em seu livro OS CHAKRAS e os campos de Energia Humanos o campo etérico está relacionado com a retina do olho, no limiar da visão usual.

- Essa matriz etérica é importante porque está relacionada com o estado de saúde dos indivíduos, pois a qualidade, a sensibilidade e a capacidade de recuperação do corpo físico estão diretamente relacionadas com o caráter de qualidade do corpo etérico.

Para o clarividente que estuda os etérico como Dora Van Gelder Kunz, uma das autoras do livro Os campos de Energia Humana, O CORPO ETÉRICO parece uma teia de linhas de força finas e brilhantes numa pessoa saudável , se projetam formando um ângulo reto com a


superfície da pele. Em cada órgão do corpo físico existe uma constante circulação de energia etérica.

Possuem basicamente duas cores, cinza azulada pálido ou cinza violeta levemente luminoso e tremeluzente, como as ondas de calor sobre a terra em dias quentes. Numa pessoa normal se projeta de 5 a 7 centímetros além do corpo físico desaparecendo gradualmente no oceano circundante. Sua textura pode ser fina ou grosseira, variando de indivíduo para indivíduo.

O que se nota, é que as primeiras camadas 1ª e 2ª estão relacionadas com a vitalidade do corpo físico. Qualquer pessoa pode treinar e ver até a segunda camada, numa parede branca ou cinza ou uma cor pálida, pode-se perceber essa aura etérica, inclusive notar que atrás na NUCA existe uma concentração mais luminosa, que é a atividade cerebral intelectual de uma pessoa, um aluno numa prova concentrado, a luminosidade é intensa porque ele está concentrado.

Mais além existe uma teia sutil de textura extremamente delicada que se limita com o plano astral e esta atua como uma barreira natural entre o corpo etérico e astral além de proteger o indivíduo quanto à abertura prematura da COMUNICAÇÃO entre esse dois níveis (mundos).

Leadbeater descreve essa teia como uma trama apertada, composta por uma única camada de átomos etéricos que separam os chakras situados ao longo do corpo. Ela é na verdade um DISPOSITIVO de proteção, e quando é danificado pode trazer sérios transtornos de ordem mental e até física.

- O alcoolismo pode levar ao DELIRIUM TREMENS, o uso de drogas em excesso ou alucinógenos, podem romper essa proteção, temporariamente, ou definitivamente como em alguns casos de ESQUIZOFRENIA, que danifica definitivamente essa teia de proteção bem no chakra coronário, e causa visões que são distorcidas pelo onirismo, causada pela danificação de células neurônicas, influenciando a capacidade mental de raciocinar ordenadamente.

Existem remédios que diminuem o fluxo mental na região fechando temporariamente essa abertura, mas não curando. Por isso alguns pacientes ficam abobados, fora do contexto, mas sem as visões que os deixam ansiosos e fóbicos.

Num indivíduo saudável existe um relacionamento ordenado e fluxo ritmado entre todos os campos de energia.


Mas note que o medo e a depressão, tendem a reduzir o fluxo de energia, afetam órgãos como os rins, que deixam de funcionar normalmente pelo tempo de ação dessa falta de fluxo no local. Mas o excesso de energia é tão prejudicial quanto à escassez.

Se o fluxo de energia for excessivo demais, ele tende a gastar-se depressa demais, resultando no esgotamento do reservatório de energia do corpo. A tensão exaure energias, que afeta o chakra cardíaco, pode levar a problemas cardíacos e insuficiência renal. Os problemas de nível emocional causam problemas tão complexos que é difícil determinar em qual órgão vital ele irá se manifestar.

Os chakras (centros de usinagem das energias mentais, astrais e etéricas), são capazes de transformar essas energias de nível para nível.

Fonte: Livro OS CHAKRAS e os Campos de Energia Humanos Shafica Karangulla e Dora Van Gelder Kunz

05.14.3 - FUNÇÕES DO CORPO ETÉRICO (pela Teosofia):

1- Receptor de prana;

2- Assimilador de prana;

3- Transmissor de prana.

1- Receptor de prana:

O corpo etérico é negativo ou receptivo para os raios do sol e positivo ou irradiador para o corpo físico denso. Sua segunda função, a assimilativa, está estritamente equilibrada e é interna.

Como foi explicado anteriormente, o corpo etérico absorve as emanações prânicas do sol por meio de centros ou chacras situados principalmente na parte superior do corpo denso, desde os quais passam para o centro denominado baço etérico, contra-parte etérica do baço denso.


O principal centro receptor de prana, na atualidade, está localizado entre os omoplatas, havendo um outro centro um pouco mais acima do plexo solar, que tem permanecido parcialmente inativo, devido aos abusos da chamada civilização. A próxima raça-raiz e cada vez mais a atual (quinta), valorizará a necessidade de expor tais centros aos raios do sol, o que aumentará a vitalidade física e a capacidade de adaptação.

Os centros situados entre os omoplatas, acima do diafragma e o baço formam, se pudéssemos vê-los, um triângulo etérico radiante donde origina-se o impulso para a posterior circulação prânica, que percorrerá todo o sistema corporal etérico. O corpo etérico está realmente formado por uma rede de finos canais, que constituem um sutil cordão trançado - o qual é parte do elo magnético que une os corpos físico e astral, cortando ao retirar-se o corpo etérico do corpo físico denso no momento da morte. Como o chama a Bíblia, o cordão prateado se corta. Isto deu origem à lenda da "irmã fatal que corta o fio da vida com as suas temidas tesouras".

A trama etérica está composta pelo complicado tecido deste cordão vitalizado e, separados dos sete centros da trama (centros sagrados, sendo que o baço freqüentemente é considerado um deles), encontram-se os dois já mencionados, que formam com o baço um triângulo ativo. A trama etérica do sistema solar é análoga e igualmente possui três centros receptores de prana cósmico. A misteriosa franja do firmamento denominada Via Láctea (não é a galáxia) está intimamente relacionada com o prana cósmico, vitalidade ou alimento cósmicos que vitalizam o sistema solar etérico e daí atingem a parte densa desse sistema, mantendo todas as formas em atividade. Esse assunto é muito importante e de grande utilidade e deveria ser alvo de pesquisa dos verdadeiros investigadores científicos.

2- Assimilador de prana:

O processo de assimilação é levado a cabo no triângulo mencionado. O prana, ao penetrar por qualquer desses centros, circula três vezes por todo o triângulo, antes de ser transmitido ao corpo etérico e deste ao corpo denso.

O órgão principal de assimilação é o baço - a contra-parte etérica e o órgão físico denso. A essência vital (prana) procedente do sol (após o processamento pelos Devas Dourados) penetra no baço etérico; neste é submetida a um processo de intensificação ou desvitalização, o que depende do estado de saúde desse órgão. Se o homem está são, a emanação recebida será intensificada pela vibração individual e o grau de vibração (a freqüência) será acelerado antes que o prana passe ao baço denso. Se o estado de saúde não é bom, a vibração do prana diminui e o processo torna-se mais lento.


Estes três centros, parecidos a pratinhos ou pires, têm a mesma forma que os demais e assemelham-se a pequenos vórtices que atraem à sua esfera de influência as correntes que se encontrem a seu alcance.

Os centros podem ser descritos como vórtices giratórios, unidos entre si por um tríplice canal compactamente entretecido, que quase forma um sistema circulatório separado. Este sistema tem seu ponto de saída no lado do baço oposto àquele pelo qual penetra o prana.

O fluido vital circula três vezes por estes três centros e entre eles, antes de passar à periferia do seu pequeno sistema. Depois de circular o prana pelos finos canais entre-laçados, passa por todo o corpo, impregnando-o totalmente com suas emanações, se assim se pode expressar.

Essas emanações saem finalmente do sistema etérico, irradiando-se pela superfície. A essência prânica sai da circunferência do seu "círculo não se passa" temporário como emanante prana humano, que é o mesmo prana recebido anteriormente, porém carregado, durante sua transitória circulação, com a qualidade particular que o indivíduo lhe transmite. A essência sai levando a qualidade individual.

Neste processo temos uma nova analogia de como evadem-se todas as essências de qualquer "círculo não se passa", uma vez terminado seu ciclo.

O tema do corpo etérico é de grande interesse prático. Quando o homem se der conta da sua importância, prestará mais atenção à distribuição do prana no seu corpo e procurará que a sua vitalidade, através dos três centros, não seja entorpecida.

Embora necessariamente o tema tenha de ser tratado de forma superficial e somente possam ser dados esboços e sugestões espaçadas, concluir-se-á todavia que se for estudado detalhadamente o que for passado, surgirá um conhecimento das verdades, cujo conteúdo e qualidade resultará valioso e algo que até agora não foi ensinado.

O lugar que ocupa a envoltura etérica, como separadora ou "círculo não se passa" e sua função como receptora e distribuidora de prana, serão esclarecidos aqui de uma forma muito mais extensa que antes; possivelmente mais adiante o tema será ampliado.

Dos dados tão superficialmente acima tratados deduzem-se duas verdades fundamentais:

Primeiro. O quarto sub-plano etérico do plano físico é a preocupação imediata do:


a - o homem, o microcosmos,

b - o Homem Celestial, o Logos Planetário,

c - o grande Homem dos Céus, o Logos Solar.

Convém aqui lembrar que o quarto sub-plano etérico para os Logos Solar e Planetário é o plano búdico. Assim, os Iniciados que vivem, atuam e trabalham no plano búdico, estão exercendo funções importantíssimas no corpo etérico do nosso Logos Planetário. Essa atuação ocorre a partir da quarta iniciação planetária, a da renúncia, quando o Iniciado começa o domínio, sub-plano a sub-plano, desse plano, não só com referência ao seu corpo búdico como em relação à matéria búdica exterior. Muito mais pode ser dito a esse respeito, contudo esse assunto detalhado ficará para mais tarde.

Quando tiverem um vislumbre, por mais tênue que seja, a respeito da vida, das atividades e responsabilidades nesse plano, sentirão com certeza um ímpeto muito forte para prosseguir nos esforços para alcançar a meta.

Segundo. Na quarta cadeia e quarta ronda (a nossa) é iniciado o estudo do quarto éter que visto como trama separadora - permite a saída ocasional das vibrações correspondentes.

3- Transmissor de prana:

Até agora temos nos referido muito pouco ao tema do fogo, pois o propósito do corpo etérico é levá-lo e distribuí-lo por todo o seu sistema; somente temos tratado dos fatos que poderão despertar o interesse e acentuar a utilidade do veículo prânico (o corpo etérico).

Devemos considerar e recalcar certos fatos, à medida em que estudarmos este círculo estático e seus fogos circulantes. Para maior claridade vamos recapitular brevemente aquilo já exposto:

O Sistema solar recebe prana de fontes cósmicas, por meio de três centros e o redistribui a todas as partes de sua dilatada influência, até os limites da trama etérica solar. Este prana cósmico está colorido pela qualidade do Logos Solar e chega aos mais afastados confins do sistema solar. Poder-se-ia dizer que sua missão consiste em vitalizar o veículo, a expressão material física do Logos Solar.


O Planeta recebe prana do centro solar e o redistribui, por meio de três receptores, a todas as partes de sua esfera influência. Este prana solar está colorido pela qualidade planetária e é absorvido por tudo o que evolui dentro do "círculo não se passa" planetário. Poder-se-ia dizer que sua missão consiste em vitalizar o veículo de expressão material física de qualquer dos sete Homens Celestiais.

O Microcosmos (o homem) recebe prana proveniente do sol, depois de ter compenetrado o veículo etérico planetário, de modo que, além de prana solar, possui a qualidade planetária. Cada planeta é a personificação de um aspecto de Raio e sua qualidade se destaca predominantemente durante toda a sua evolução.

Portanto, prana é calor irradiante, sua vibração (freqüência) e qualidade variam de acordo com a Entidade receptora. Ao passar o prana pelo corpo etérico do homem, é colorido pela sua própria qualidade particular, transmitindo-o a essas vidas menores que formam seu pequeno sistema (seu corpo físico, etérico e denso).

Assim produz-se uma grande interação; todas as partes se mesclam e fundem, dependendo uma da outra e todas recebem, colorem, qualificam e transmitem. Tem lugar assim uma interminável circulação sem princípio concebível e sem possível fim, desde o ponto de vista do homem finito, porque sua origem e fim se acham ocultos na ignota fonte cósmica.

Se existissem em todas as partes perfeitas condições, esta circulação continuaria sem interrupção e seria quase interminável, porem o fim e a limitação são produzidos pela imperfeição, que gradualmente é substituída pela perfeição. Cada ciclo origina-se em outro ciclo ainda não finalizado, cedendo lugar a outra espiral mais elevada; assim sucedem-se períodos de aparente e relativa perfeição, que conduzem a períodos de maior perfeição.

O objetivo deste ciclo maior consiste, como sabemos, em fundir os dois fogos da matéria, latentes e ativos, submergindo-os nos fogos da mente e do espírito (fogos solar e elétrico), até que desapareçam na Chama geral; os fogos da mente e do espírito consomem a matéria e com isso liberam a vida dos veículos que a confinam. O altar terreno é o lugar onde nasce o espírito, quem o libera da mãe (matéria) e é também a entrada para reinos superiores.

Quando o veículo prânico funcionar corretamente nos três grupos, humano, planetário e solar, lograr-se-á a união com o fogo latente. Por esta razão recalca-se a necessidade de construir veículos físicos puros e refinados. Quanto mais refinada e sutil seja a forma, será melhor receptora de prana e oferecerá menos resistência à ascensão de kundalini no devido momento. Email: fernandoguedes@grupoboiadeirorei.com.br


A matéria tosca e os corpos grosseiros e imaturos são uma ameaça para o ocultista; nenhum verdadeiro vidente terá um corpo grosseiro (trata-se do vidente superior e não daquele que o é pelo chacra umbilical).

O perigo de ser desintegrado é muito grande e a ameaça de ser destruído pelo fogo é terrível. Já uma vez, na história (na época lemuriana), a raça e os continentes foram destruídos por meio do fogo. Os Guias da raça, nessa época, aproveitaram tal acontecimento para eliminar a forma inadequada. O fogo latente na matéria (por exemplo, nas erupções vulcânicas) e o fogo irradiante do sistema combinaram-se. O kundalini planetário e a emanação solar entraram em conjunção e teve lugar o trabalho de destruição. Na raça atlantiana (a quarta raça-raiz) houve também uma conjunção de fogos, como conseqüência de uma expansão de consciência do nosso Logos Planetário. O mesmo poderia voltar a acontecer, porém só na matéria do segundo éter e seus efeitos não seriam tão graves devido à sutileza desse éter e ao refinamento comparativamente maior dos veículos.

Observaremos aqui um fato interessante, embora seja um mistério insolúvel para a maioria; as destruições produzidas pelo fogo são parte das provas de fogo de uma iniciação desse Homem Celestial cujo carma está ligado ao de nossa terra.

A destruição de uma parte da trama torna mais fácil a saída; em realidade (visto desde os planos superiores) é um passo adiante e uma expansão. Sua repetição efetua-se no sistema solar em ciclos determinados. No campo da astronomia temos um exemplo atualmente desse aumento dos fogos, no caso da estrela Eta Carinae, que bruscamente teve o seu brilho aumentado enormemente e é alvo de estudos acurados dos astrônomos e astrofísicos. Houve uma expansão de consciência devida a uma iniciação cósmica do Grande Ser que se expressa fisicamente por essa belíssima estrela. Todavia os cientistas não interpretam dessa forma. Ainda falta muito para que os cientistas vejam DEUS manifestando-se na natureza, apesar da lógica perfeita que se observa dentro da imperfeição aparente.

Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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ANOMALIAS NOS CHAKRAS

Chakra Rádico O vidente pode observar perfeitamente a anomalia dos chakra rádico, que tem por objetivo receber inicialmente o kundalini, pode ocasionar doenças no homem. O kundalini é energia do tipo rádio. Ele é captado pelo rádico, sua energia vem do centro da Terra e tem por função canalizar esta para irrigar os demais chakras, chegando até o chakra coronário, localizado no topo da cabeça. Pode acontecer que devido à anomalia do centro de força do rádico, a energia caminha até o centro de coluna e não suba, voltando ao rádico. Ai é um perigo para o iniciado, pois ele se transforma num ser pervertido. A alguns dos casos de pederastia vem deste processo, para qual a medicina clássica não tem cura. Pela forma do chakra rádico, pode-se verificar se a pessoa é devasso sexual ou pederasta em toda a dimensão. É o caso de muitas pessoas que acionam determinado campo oculto e depois sofrem a conseqüência de sua insensatez. O vidente pode ver o chakra rádico distorcido, no plano horizontal; ai é o caso da perversão sexual.

Chakra umbilical Na análise do chakra umbilical sempre há algumas anormalidades na cor. Quando a pessoa é atingida por vibrações negativas, o primeiro lugar a sentir estas vibrações energéticas é o chakra umbilical e o baço. Os órgãos e serem atingidos são fígado e os rins. Na cor verde e amarelado do chakra, nas suas estrias aparecerão as manchas pretas e vermelhas. Há necessidade de interferência de um mestre para neutralizar estas vibrações. Como o chakra umbilical disforme recebendo atuação de seu correspondente astral, a pessoa será acometida por inúmeras doenças, tais como cólicas de fígado, dores nos rins, intestinos, baço, aparelho digestivo, etc. Estando apodrecidas as células do chakras umbilical, a pessoa terá doença incurável, podendo até ser câncer, só podendo ser revertida por atuação divina. O paciente que sofre de leucemia tem o baço e o fígado aumentados, havendo reflexos em outros chakras. A magia negra pode atingir os chakras umbilical e do baço e ser fatal para a pessoa. Essas vibrações nos chakras, se negativas, terão de ser neutralizados por outras positivas - a magia branca. O vidente ou clarividente pode vero centro energético negativo(magia negra) e poderá ser o mesmo neutralizado por outra força e magia branca, isto é, pela luz.


Chakra cardíaco

O chakra cardíaco está relacionado com o coração. Ele tem a cor de ouro, é brilhante, com doze ondulações. Gira no sentido dextrogiro, com o tamanho de cinco centímetro de diâmetro. Quando a pessoa é atingida por vibrações ou magia de um centro emissor negativo, o chakra começa a girar em sentido contrário, e a pessoa é vitima de taquicardia. Somente a magia branca poderá, com base em força mental, neutralizar a vibração, e o centro volta a funcionar normalmente. O fogo pode perfeitamente neutralizar estas vibrações do mal, com orientação do mestre. O ideal é neutralizar na sua origem, para que haja a cura total da pessoa atingida. Às vezes este chakra está todo disforme e a pessoa fica bondosa, quer dar o que é seu e o que pertence ao olheio.

Chakra laríngeo Ele está ligado a duas glândulas, tireóide e paratireóide, que controlam o metabolismo do corpo. O chakra fica no duplo etéreo, na região da garganta. O tamanho dele é cinco centímetros em quando afetado, poderá ficar atrofiado ou dilacerado. As pessoas podem, às vezes, estar com o chakra laríngeo disforme, e neste caso há aumento de tamanho. Ele fica tagarela, não guarda segredo. É o caso das maçon, que saem de sua loja e vão ao restaurante "Pedra Bruta" e ali ficam comentando o que passou na loja, embora tenham jurado silêncio.

Chakra frontal É também chamado de visual ou olho de shiva. O vidente pode ver perfeitamente anomalia no chakra frontal, se a pessoa foi operada da pituitária (sua remoção), pois há quem diga que uma operação desta pode retardar a metástase do corpo.


O desenvolvimento do chakra frontal pode ser orientado por um mestre oculto ou visível. É comum nos mosteiros do Tibete fazer a abertura deste centro de força do discípulo cantando mantras e banhando o lugar na testa com ervas próprias. Às vezes, o iniciado sai do mosteiro e começa ver aura das pessoas e seu duplo etéreo. Já o mestre oculto procede à abertura no seu discípulo usando método lento. É comum o místico, no dia de folga, ser tomado de intensa dor de cabeça, passando três dias assim, e depois ela sumir com que por encanto. É o desenvolvimento do chakra frontal.

Chakra coronário Este chakra fica no alto da cabeça e vibra com rapidez. Tem todas as cores do espectro, prevalecendo o violeta. Na Índia é denominado flor de mil pétalas. O homem, na visão espiritual, se adiantado moralmente, recebe por este chakra todas as emanações de luz divina. No Oriente, nas imagens dos avatares, o chakra coronário aparece como uma protuberância da evolução, ele pode aparecer com dois chifres saindo dos chakras frontais, que são subsidiários. Isso significa que passou a vida praticando a magia negra, e agora está sofrendo o castigo de ter onerado seu carma.

Tela etérea: Efeitos do álcool e do tabagismo A tela etérea pode ser rompida com o efeito do tabagismo, do álcool e de outros psicotrópicos. Esta tela etérea tem a função de proteger o indivíduo contra o assédio de entidades maléficas. Estas substâncias se vitalizam e passam para o plano astral, por intermédio doa chakras, rompendo com isto a tela protetora - etérea - que a natureza mantém fechada contra a comunicação ou influência perturbadora de alguns espíritos. vai ver a sabedoria da Igreja e de outras sociedades esotéricas e exotéricas, ao proibir o uso de bebidas, tabagismo, psicotrópicos, visa a proteção da tela etérea, evitando, assim, o seu atrofiamento. O estudante do ocultismo deve livrar-se do tabagismo, do alcoolismo, de psicotrópicos, e pode, na senda da evolução, esperar que as faculdades psíquicas se atualizem no tempo devido, sempre numa conduta moral inabalável.

Texto Retirado do Livro: Os Chakras - Centros Energéticos

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O SOM E A COR NO CORPO HUMANO

A terapia através da utilização de sons e cores constitui uma das mais fascinantes áreas de estudo da biopsicoenergética. As culturas antigas conheciam muito bem tais processos de interação das energias humanas com as energias sonoras e cromáticas. Hoje, graças aos progressos da eletrônica e de outras ciências tecnológicas, esses fenômenos já são estudados e comprovados em laboratório.

O organismo humano pode ser considerado, estruturalmente, como um conjunto de partes ou elementos mecânicos ressonantes. A condição de ressonância ou de máxima vibração é dada por cada órgão ou parte do corpo de acordo com sua forma específica, tamanho e constituição, ou seja, conforme sua morfologia e histologia. É fenômeno físico facilmente comprovável que, por meio da aplicação de um estímulo adequado e da freqüência concordante, pode-se obter a ressonância singular de um órgão. Pela aplicação de estímulos sucessivos ou contemporâneos pode-se, com o mesmo critério, estabelecer no modo que interesse e na ordem que convenha a ressonância de distintas partes. Tal ressonância será obtida sempre na base dos devidos elementos estimulantes, operantes com a oportuna intensidade, freqüência, fase ou seqüência. Disso tudo pode-se concluir que o corpo humano é, sinteticamente, um possível acorde ou complexo sonoro.

Estabelecido esse conceito, toda disfunção ou alteração orgânica - seja qual for a sua etiologia - comporta conseqüentemente uma alteração na condição de ressonância do órgão (ou dos órgãos) ou zonas respectivas. Tal alteração, segundo o que foi exposto, é factível de ser considerada.

Sob outro ponto de vista, a análise das partes de um organismo dado permite deduzir uma tônica fundamental, emergente da agrupação de ressonâncias a freqüências idênticas ou harmônicas. Este conceito permite esclarecer de forma científica e objetiva o princípio pelo qual se associa o ser humano - e por extensão todo organismo vivo - ao som. Associação que foi geralmente ex-pressada em termos místicos pela cultura do Oriente, e de forma mais ou me-nos empírica pelos tratadistas do Ocidente.

Antes de entrar em maiores detalhes a respeito das correlações entre os vór-tices (chacras) etéricos do corpo humano e os sons e cores, é conveniente fazer uma rápida recapitulação do


que já foi dito nos Cadernos precedentes a respeito desse mesmo corpo etérico, analisado através de percepção extra-sensorial.

Correlações entre sons. cores e os chacras: Previamente, e como detalhe importante, esclarece-se que dentro do éter verificam-se diferentes graus de intensidade, isto é, densidades relativas, como em qualquer outro estado da matéria. No que diz respeito ao corpo etérico humano, ele é composto por quatro camadas de distinta densidade, Porém, mesmo a mais densa dentre essas camadas é mais sutil do que o éter pelo qual se propagam as variedades energéticas de luz, calor e radioondas. Nas zonas de máximos relativos de atividade dentro do corpo etérico, observam-se centros ou localizações energéticas em forma de vórtices, que se correspondem com os máximos relativos antes mencionados para o organismo. De certo modo, os vórtices seriam os órgãos etéricos do ser humano.

Conforme a atividade particular de cada centro ou vórtice, evidenciam-se no mesmo diferentes tonalidades e cores, que dependem da velocidade de giro das partículas etéricas.

Da mesma forma que no organismo, no corpo etérico encontram-se enlaces intervorticianos; com igual similitude e sempre em termos gerais - existem vórtices com funções aferentes, outros com funções eferentes, e mesmo de função dupla. Todos eles se inter-relacionam com as energias externas de seu mesmo plano de Tomando-se como base os vórtices (chacras) magnos do corpo etérico, tem-se que os sons naturais produzem a condição de ressonância; os sustenidos operam uma superexcitação ou "abertura", enquanto que os bemóis operam uma potencialização de tais vórtices.

Cada nota musical natural, seu sustenido e seu bemol do sistema sonoro pitagórico ou oriental, corresponde-se com os vórtices magnos do seguinte modo:

manifestação. Tais energias externas podem ser tanto as de outros seres humanos, do reino animal, mineral, vegetal, energias astrais, etc., como as energias geradas. Entre estas últimas têm-se, por exemplo, as produzidas por aparelhos elétricos e eletrônicos, máquinas, ruídos, vibrações e também os sons produzidos por instrumentos. Também se incluem as radioondas, e a gama das cores em todo seu espectro e faixas adjacentes. Existe uma relação entre os centros energéticos etéricos ou vórtices e os sons da escala musical. As distintas notas da escala musical ativam particularmente determinados vórtices, à maneira de ressonância eletromagnética. Mas não é o sistema "temperado" comumente utilizado (de 12 sons por oitava) o que melhor se adapta à freqüência de ressonância dos distintos vórtices, pelas relações de intervalo derivadas de uma simples progressão geométrica cuja razão é:


O sistema sonoro coerente com as distintas partes ressonantes da singularidade humana é o sistema pitagórico. Num box inserido no Caderno fornecem-se maiores detalhes sobre o sistema ou escala musical pitagórica.

Nota

Relacionada

Relacionado no

com o vórtice

organismo com

Coronário

Glândula pineal

Hipófise

Glândula hipófise

Mi

Cardíaco

Plexo cardíaco

Solar interno

Plexo solar

Sol

Plexo solar Solar médio e externo

Hepático aferente

Si

Sacro

Plexo hepático Plexo sacro (hipogástrico)

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Quanto ao vórtice laríngeo, é aperiódico e principalmente eferente. Ao falar-se da influência de som sobre os vórtices etéricos, já se denuncia a necessidade de um nexo entre essas partes. Com efeito, a observação por percepção extra-sensorial permite notar uma coloração inerente a cada som produzido, por exemplo, por um instrumento.

Por outro lado, operando-se com longitudes de onda em vez de longitudes de corda musical (ou seja, considerando-se cores em lugar de sons), chega-se à geração de novas longitudes de onda ou cores, em toda a gama cromática, tendo-se uma exata coincidência de som-cor, e satisfazendo-se o gráfico exposto na Figura 1, que representa o espectro luminoso conforme as determinações científicas atuais.

De acordo com informações e publicações de países tais como a Alemanha Ocidental e a União Soviética, já se estaria pesquisando em laboratório com a finalidade de representar, por procedimentos eletrônicos, a correspondência entre sons e cores da mesma forma como, analiticamente, expõe-se aqui. A demonstração prática de tais inter-relações abriria importantíssimos campos de aplicação. Ela comprovaria objetivamente a componente eletromagnética do som que, pelo seu deslocamento em meio homólogo - o éter em seus distintos planos de densidade - influi no corpo etérico do ser humano como um fato independente da onda acústica, à qual impressiona por via do conduto auditivo.

Tudo o que foi expressado para o som vale da mesma forma para o espectro luminoso, visto que cada longitude de onda comporta um "som eletromagnético"; ou seja, há equivalência entre som e cor, e tudo tende a uma unidade ou síntese de equivalências. Na prática, esse conceito permite a operação com "cores inaudíveis" e "sons invisíveis", de insuspeitável valoração na terapia, e cuja fundamentação, analiticamente, expõe-se aqui.

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Estrutura de uma sonocromoterapia

Como derivação de todo o acima exposto, e de algumas corroborações práticas realizadas, por Livio Vinardi e sua equipe, colocam-se, sinteticamente, os seguintes pontos:

Sonoterapia a) Utilização da série ou sistema sonoro físico-matemático natural (escala, pitagórica ou oriental) por apresenta maiores e mais plenas possibilidades.

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b) Utilização dos sons considerandoos também por sua cor, ou seja, com critério sonocromático.

c) Aplicação de sons isolados conforme a etiologia, síndrome ou natureza da disfunção, com a adequada intensidade, freqüência, forma de onda e também considerando-se a distância. Além disso, com a abertura, colocação da fase, transferência energética e potencialização de cada vórtice.

d) Emprego dos infra e ultra-sons, com o mesmo critério, e como efeito complementar biopsicológico.

e) Aplicação de sons temporariamente sucessivos (meloterapia) para o enlace funcional dos vórtices em questão.

f) Aplicação de sons temporalmente simultâneos (bicordes ou acordes) para a ativação contemporânea de dois ou mais vórtices em casos oportunos.

g) Aplicação de sons relacionados temporalmente (ritmoterapia),

h) Aplicação simultânea de duas ou mais séries de sons relacionados temporalmente (contrapontos terapêuticos).

A estrutura constituída pelos itens acima expostos é que seria, para Vinardi, "rnusicoterapia", ou seja, sucessões sonoras simultâneas especificamente concebidas para uma finalidade terapêutica. É claro que ela pressupõe um devido conhecimento em todos os campos que concorrem para essa finalidade.

Rituais dos povos primitivos e antigos É interessante destacar que, nos cerimoniais dos povos muito primitivos (primitivos no sentido de serem os primeiros, e não de serem atrasados), as ordens sonoras monofônica, bifônica, trifônica, tetrafônica, pentafônica e outras eram basicamente aplicadas com o critério já exposto. As versões que podem ser obtidas atualmente, apesar dos estudos mais profundos, não permitem a menor aproximação à realidade mencionada. De qualquer forma, dar-se-á uma explicação em relação às escalas gregas, por tratar-se de uma cultura mais recente e acessível.


Foi tido sempre como fato inexplicável - mesmo para os musicólogos - o ordenamento sistemático descendente das escalas sonoras fundamentais, ou seja, as séries dórica, frígia e lídia. Observando-se a relação existente entre tais escalas e os vórtices magnos do corpo etérico, esse enigma fica esclarecido, descobrindo-se ao mesmo tempo sua razão lógica.

Por exemplo, tomando-se a escala dórica, que começa e termina com a nota mi, tem-se uma relação direta com o vórtice magno etérico associado ao plexo cardíaco. Executados na sua ordem, os sons dessa série ou escala produzem uma mobilização energética e de transferência por ressonância sucessiva de vórtices adjacentes, começando com o cardíaco para concluir reafirmando-se no mesmo vórtice. É utilizada para educar a parte emocional do ser humano.

Na escala frígia, que começa com ré (nota relacionada com o vórtice magno associado à hipófise), passa-se na sua ordem em forma sucessiva pelos demais vórtices, reafirmando-se no vórtice de partida. É utilizada para desenvolver a parte mental.

A escala lídia, que começa e termina com a nota dó, reafirmando-se no ponto de partida, corresponde-se com o vórtice magno coronário que, por sua vez, está relacionado com a glândula pineal. Essa escala é utilizada para educar e desenvolver a intuição superior.

Tais escalas eram executadas durante as festas gregas e as olimpíadas, sob a forma de tetracordes para enlaces intervorticianos parciais. Tal era o objeto dessas escalas, o seu "aspecto moral", como mencionam os filósofos da época. Mais próximas de nós, as músicas litúrgicas e os cantos gregorianos também encerravam essa intenção.

Terceira organização cerebral independente De forma breve, citar-se-á uma terceira organização cerebral independente, profusamente estudada pela biopsicoenergética de Vinardi, e que é constituída pela coluna vertebral.

Em correspondência com cada espaço ou zona intervertebral verifica-se, sempre pelo método da percepção extrasensorial, um vórtice ou centro energético etérico, Cada zona intervértebrada tem relação com um aspecto particular do conhecimento acessível ao ser humano, e atua à maneira de "arquivo" ou depósito.

A atualização das energias latentes que aí existem é um tema que escapa totalmente ao nível deste curso. Não obstante; na Figura 2 (sons relacionados com a terceira organização cerebral), dão-se os sons (sempre no sistema pitagórico) que podem operar de forma conveniente no aspecto terapêutico. Não são indicados os matizes e figurações rítmicas,


embora eles sejam fundamentais para a obtenção dos efeitos assinalados. Esta deliberada omissão tem o objetivo de evitar manipulações inexpertas.

Elementos idôneos para a estruturação de uma sonocromoterapia objetiva Tudo que foi conceituado e explicado anteriormente pode, em principio, ser estruturado, aplicado e avaliado por meio da utilização coerente e construtiva dos conhecimentos científicos atuais, particularmente a eletrônica e tecnologias associadas. Para o estudo prático desses conceitos, são necessários aparatos e equipamentos tais como: câmaras acústicas e eletromagnéticas de ressonância variável; geradores de audiofreqüência, infra e ultra-sons: geradores de radiofreqüência e microondas; conformadores de ondas; moduladores; laser; modificadores de fase e retardadores; polarizadores de ondas; reatâncias acústicas; circuitos fechados de vídeo-freqüências de cores; películas e diapositivos coloridos com banda associada de sons homólogos; etc. Para a objetivação em laboratório da maioria dos fenômenos citados, pode-se apontar como instrumental científico útil: osciloscópios de raios catódicos; medidores de intensidade de campo; microscópios eletrônicos; galvanômetros; asímetros; medidores de fase; medidores de onda; fotômetros; transdutores de contato; medidores de VU; câmaras infravermelhas e ultravioletas; espectroscópios; abreugrafias cromáticas; analisadores de ondas; etc. Para atingir os fins propostos, toda essa aparelhagem deverá ser arrumada em um laboratório, manipulada por especialistas de múltiplas áreas do conhecimento. Entre elas a medicina, a biologia, a psicologia, as ciências físicomatemáticas, e também a arte, teologia e filosofia. E, naturalmente, com a participação também de energetistas e perceptores extra-sensoriais devidamente treinados.

Todo esse conjunto, acrisolado, é o que preconiza Vinardi como sendo o único possível de intuir, planejar e concretizar os novos aparelhos e equipamentos idôneos para realizar certos parâmetros energéticos como os que são detalhados no presente Caderno.

o perigo das manipulações inexpertas Vinardi costuma estabelecer as diferenças claras que existem entre a sonoterapia e a chamada "musicoterapia". Contudo, o que a biopsicoenergética não tem dúvidas é quanto ao poder do som (que, segundo o modo como é utilizado, pode harmonizar ou dissociar) e às mobilizações energéticas do inconsciente. Por outro lado, o estruturador da BPE chama a atenção para o fato de que, hoje em dia, é comum a apresentação e venda de "sonoterapias" e "cromoterapias" estruturadas sobre princípios hipotéticos e até contraditórios.

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Vinardi adverte contra o perigo dessas mobilizações do inconsciente (que não são outra coisa além de mobilizações de energias biopsicológicas) sem as devidas precauções e conhecimentos. A mobilização de energias e bloqueios cuja natureza, localização e alcance não estão devidamente avaliados pode, em muitos casos, fazer variar a síndrome, sem que se produza uma efetiva catarse. Portanto, tabular terapêuticas sobre tais bases é tarefa aventureira e ilusória.

Os bloqueios mobilizados dessa forma podem, em casos afortunados, desprender-se; mas subsiste o perigo da captação de novas componentes espúrias se não se tomam as precauções consistentes em uma completa assepsia energética. Por outro lado, se não se sabe manipular tais energias liberadas, elas podem alojar-se em outro paciente ou, ainda mais provavelmente, devido à sua contínua e repetida tarefa, no próprio terapeuta.

A arte como forma superior do conhecimento humano A biopsicoenergética reconhece que, a partir do ponto de funcionamento normal das energias biopsicológicas, a arte pode operar plenamente como um agente útil de sublimação energética, para fins evolutivos.

Quando o organismo e sua contraparte etérica se encontram basicamente harmonizados, chega-se ao ponto em que as diversas expressões da arte superior começam a produzir uma adequada ressonância ou resposta na singularidade humana. Antes dessa harmonização, sob certos aspectos, essa ressonância pode até resultar contraproducente.


O fluxo energético contido numa obra-prima da pintura, por exemplo, atua como um acorde dinâmico de alto potencial. já que é o produto de um excelso indivíduo humano, que a elaborou em consonância com seu próprio valor. Pode-se dizer o mesmo da música. Por exemplo, o movimento de vozes de uma obra-prima polifônica, além de refletir a intenção e necessidade expressiva de seu criador, denota também a dinâmica biopsicoenergética do mesmo. No processo da audição desde que a interpretação da obra assuma a altura de uma autêntica recriação na singularidade de quem a recebe -, além do fenômeno acústico-estético, verificam-se contrapontos energéticos entre seus distintos vórtices, com mobilização de um fluxo considerável.

É preciso deixar claro que está-se referindo a obras magnas da arte, e não a qualquer obra, já que há algumas - e muito famosas - que, por sua ação energética dissociante e deletéria, constituem verdadeiras injúrias audiovisuais.

Este é o conceito biopsicoenergético de medir a arte: por seu grau de consciência, e não por seu grau de inconsciência. Para concluir, esclarece-se que tudo que foi dito aqui esteve, sem sombra de dúvida, no patrimônio de outras culturas e épocas; procede-se apenas a uma reiteração, expressada na linguagem atual e no modo mais simples possível; o objetivo deste trabalho é propiciar ao estudioso um desenvolvimento objetivo. E, em última instância, com o caráter de um pequeno aporte que possa concorrer para a colocação do real anel na cadeia entre Conhecimento e Método, ou seja, para uma síntese do Conhecimento Unificado.

Procederemos a um exemplo de construção de um triângulo pitagárico a partir de uma corda tensa, e em seguida ao desenvolvimento de uma série sonora completa, segundo elaboração de Livio Vinardi (Ver Figura acima).

Partindo de uma corda (ou seja, do famoso monocórdio), Pitágoras efetuava subdivisões parciais, obtendo, em cada caso, sons distintos. Para o uso profano, ele renunciou à subdivisão além da quarta parte. Por causa disso, desenvolveu-se posteriormente a idéia errônea de que consideram-se como relações principais somente a fundamental e a quinta. Mas, repete-se, isso era válido.

apenas para o uso profano, ou seja, para operar enlaces entre dois centros energéticos. Na realidade, efetuando-se uma subdivisão conveniente (por quintas partes da corda), pode-se estabelecer uma relação de longitudes de corda nas proporções 3:4:5, as quais, enlaçadas geometricamente, formam um triângulo retângulo - mais precisamente, o conhecidíssimo triângulo pitagôrico. As longitudes dos lados, por construção, representam sempre longitudes de corda, ou seja, sons.


Construindo-se sobre os distintos lados do triângulo basicamente assim obtido outros triângulos semelhantes (quer dizer, que mantenham sempre a relação 3:4:5), originam-se novas longitudes ou medidas. Representando sempre outras tantas longitudes de corda, tais medidas vão determinando novos sons. Esses sons, transpostos a uma única oitava, produzem a escala pitagórica. Essa escala não é outra coisa senão a escala oriental dos arutis; em quartos de tom, onde se acham diferenciados em frequência os sustenidos e os bemóis, sob um procedimento estrutural claramente físico-matemático natural, e não apenas formulístico.

Para os versados na parte científica estrutural dos sistemas das escalas musicais, será possível apreciar de onde surge a famosa "coma pitagórica", ou seja, o quociente 81/80 que, transposto por quadruplicação (mas mantendo seu tom) dentroda série do exemplo, localizase entre o si natural e o si bemol pitagórico; som de particular interesse relacionado com o vórtice associado ao plexo sacro.

Extraindo-se um denominador comum dessa série, levando-a a números inteiros, sobretudo com um triângulo frígio e seus sustenidos naturais, obtém-se a sucessão de valores de frequências que permitem reconhecer a série de Zarlino.

Lamentavelmente, este excelso sistema foi-se degenerando. apôs estruturações posteriores, atribuídas em princípio a Aristáxenes e a Aristóteles. Seguiu-se, depois, de transformação em transformação das relações interválicas, até se obter como sistematização simplificada a escala "temperada" de 12 sons por oitava. Simplificação que, embora tenha permitido um notável desenvolvimento no aspecto estético, correu em detrimento do aspecto profundo que foi mencionado

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A FUNÇÃO PSICOLÓGICA DOS SETE CHACRAS MAIORES

"À proporção que o ser humano amadurece e os chacras se desenvolvem, cada qual representa os padrões psicológicos que envolvem a vida do indivíduo. Quase todos reagimos a experiências desagradáveis obstruindo o sentimento e detendo grande quantidade do fluxo natural de energia. Isso influi no desenvolvimento e na maturação dos chacras, do que resulta a inibição de uma função psicológica plenamente equilibrada. e uma criança, por exemplo, for rejeitada muitas vezes tentando dar amor a outrem, deixará provavelmente de tentá-lo, e buscará sustar os sentimentos interiores de amor, aos quais responde com atos. Para fazê-lo, terá de suspender o fluxo de energia através do chacra do coração. Quando se interrompe ou desacelera o fluxo de energia que passa por esse chacra, compromete-lhe o desenvolvimento. Por fim, é muito provável que de tudo isso resulte um problema de ordem física. O mesmo processo funciona no caso de todos os chacras. Toda vez que uma pessoa obstrui uma experiência que está tendo, seja ela qual for, obstrui, por sua vez, os seus chacras, os quais se acabam desfigurando. Os chacras ficam “obstruídos”, atravancados de energia estagnada, giram irregularmente, para trás (num movimento contrário ao dos ponteiros do relógio), e até, em caso de doença, ficam severamente distorcidos ou rasgados.


Quando os chacras funcionam normalmente, cada qual está “aberto” e gira na direção dos ponteiros do relógio, a fim de metabolizar as energias necessárias do campo universal. Um giro no sentido dos ponteiros do relógio tira energia do Campo de Energia Universal (CEU) para o chacra, de maneira muito semelhante à da regra da mão direita no eletromagnetismo, segundo a qual um campo magnético mutável em tomo de um fio induzirá uma corrente naquele fio. Segurando o fio com a mão direita, os dedos apontarão na direção do pólo magnético positivo. O polegar, automaticamente, apontará na direção da corrente induzida. Às mesmas regras funcionam no caso dos chacras. Se você mantiver a mão direita sobre um chacra, de maneira que os dedos se enrolem no sentido dos ponteiros do relógio em torno da borda exterior do chacra, seu polegar apontará para o corpo e na direção da “corrente”. Assim classificamos o chacra de “aberto” às energias que entram. Ao contrário, se você enrolar os dedos da mão direita na direção contrária à dos ponteiros do relógio em tomo do chacra, o polegar apontará para fora, na direção do fluxo da corrente. Quando o chacra gira num movimento contrário ao dos ponteiros do relógio, a corrente flui para fora do corpo e, desse modo, interfere no metabolismo. Em outras palavras, as energias necessárias, e que experimentamos como realidade psicológica, não fluem para o chacra quando este gira no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Nessas condições, classificamos o chacra de “fechado” às energias que entram.

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A maioria das pessoas que tenho observado tem três ou quatro chacras que giram na direção contrária à dos ponteiros do relógio em qualquer tempo. De ordinário, eles se abrem cada vez mais em decorrência da terapêutica. Como os chacras não são apenas metabolizadores de energia, mas também dispositivos que sentem a energia, servem para falar-nos sobre o mundo que nos rodeia. Se “fecharmos” os chacras, não permitiremos que entre a informação. Dessa forma, quando fazemos nossos chacras fluírem no sentido oposto ao dos ponteiros do relógio, lançamos nossas energias para fora, para o mundo, sentimos o que é a energia que lançamos para fora e dizemos que é o mundo. Em psicologia, dá-se a isso o nome de projeção. A realidade imaginada que projetamos sobre o mundo relaciona-se com a “imagem” do que supúnhamos fosse o mundo através das nossas experiências infantis e através da mente da criança que éramos então.


Como cada chacra está relacionado com uma função psicológica especifica, o que projetamos através de cada um deles estará dentro da área geral em que cada qual funciona e será muito pessoal para nós, porque a experiência de vida de toda pessoa é única. Assim, medindo o estado dos chacras, podemos determinar nossas atuais questões de vida a longo prazo. John Pierrakos e eu relacionamos a disfunção de cada chacra com um distúrbio psicológico. Qualquer perturbação no chacra, medida pelas técnicas rabdománticas, mostra uma disfunção nessa área de relacionamento psicológico . Desse modo, medindo o estado dos chacras, habilitamo-nos a diagnosticar as necessidades psicológicas do cliente. Também trabalho diretamente com os chacras no intuito de levar a cabo uma mudança psicológica. Inversamente, descobrimos que os padrões psicológicos descritos pelos terapeutas estão ligados ao campo de energia humana em localizações, formas e cores predizíveis A Figura mostra a localização dos sete centros principais de energia dos chacras utilizados para diagnosticar estados psicológicos.

Eles estão divididos em centros mentais, centros de vontade e centros de sentimento.

Para a saúde psicológica, é preciso que os três tipos de chacras, a saber, da razão, da vontade e da emoção, estejam equilibrados e abertos.

Os três chacras da área da cabeça e da garganta governam a razão; os que se localizam na frente do corpo governam as emoções, seus equivalentes nas costas governam a vontade.

VEJA A TABELA dos principais chacras e da sua função psicológica, abaixo.

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TABELA DE CHACRAS MAIORES E FUNÇÃO PSICOLÓGICA ASSOCIADA CENTROS MENTAIS

ASSOCIADOS COM

7 - Centro da Coroa

Integração da personalidade total com a vida e aspectos espirituais da humanidade.

6A - Centro da Testa

Capacidade de visualizar e compreender conceitos mentais.

6B - Executivo Mental Capacidade de por idéias em obras de maneira prática. CENTRO DA VONTADE 5B - Base do Pescoço

Sentido do EU, dentro da sociedade e da nossa profissão.

4B - Entre as Omoplatas

Vontade do EGO, ou vontade dirigida para o mundo exterior.

3B - Centro Diafragmático

Cura, intencionalidade dirigida para nossa saúde.

2B - Centro Sacro

Quantidade de energia sexual.

1 - Centro Coccígeno

Quantidade de energia física, vontade de viver.

CENTROS DO SENTIMENTO 5A - Centro da Garganta

Aceitação e assimilação.

4A - Centro do Coração

Sentimento de AMOR a outros seres humanos, abertura para a vida.

3A - Plexo Solar

Grande prazer e expansividade, sabedoria espiritual e consciência da universalidade da vida. Quem é você dentro do UNIVERSO.

2A - Centro Púbico

Qualidade de amor ao sexo oposto, concessão e recebimento do prazer físico, mental e espiritual.


Email: fernandoguedes@grupoboiadeirorei.com.br Observemos as áreas gerais de funcionamento psicológico de cada chacra. 1 - O primeiro chacra, o centro coccigiano (1): Relaciona-se com a quantidade de energia física e com a vontade de viver na realidade física. Quando a força vital funciona plenamente através desse centro, a pessoa tem muita vontade de viver na realidade física.

Quando a força vital funciona na sua plenitude, por meio dos três chacras inferiores, combinada com um fluxo pujante pelas pernas abaixo, vem com ela uma clara e direta afirmação de potência física.

O cóccix atua como bomba de energia sobre o nível etérico, ajudando a dirigir o fluxo de energia pela espinha, de baixo para cima. A afirmação de potência física, combinada com a vontade de viver, dá ao indivíduo uma “presença” de força e vitalidade. Ele afirma: “Estou aqui agora” e, com efeito, se acha bem fundamentado na realidade física. A “presença” da força e da vitalidade emana dele em forma de energia vital. Ele age amiúde como gerador, ativando os que o rodeiam, recarregando-lhes os sistemas de energia. Possui uma forte vontade de viver. Quando se obstrui ou fecha o centro coccigiano, bloqueia-se a maior parte da vitalidade física da força vital, e a pessoa não produz uma impressão vigorosa no mundo físico. Ela não está “aqui”.


Evitará a atividade física, estará por baixo em matéria de energia e poderá até ser “enfermiça”. Faltar-lhe-á força física.

2 - O centro púbico (chacra 2A): Relaciona-se com a qualidade do amor ao sexo oposto que a pessoa é capaz de sentir. Estando aberto, facilita a concessão e o recebimento do prazer sexual e físico. Se este centro estiver aberto, a pessoa apreciará o ato sexual e, provavelmente, será orgástica. O orgasmo pleno do corpo, todavia, exige que todos os centros estejam abertos. O centro sacro (chacra 2B) relaciona-se com a quantidade de energia sexual da pessoa. Com o centro aberto, esta sente a sua força sexual. Se ela obstruir o chacra, a força e a potência sexual que tiver, sejam elas quais forem, serão fracas e decepcionantes. Não terá provavelmente muito impulso sexual, tenderá a evitar o ato sexual, negando-lhe a importância e o prazer que proporciona, do que resultará a subnutrição dessa área. Como o orgasmo banha o corpo de energia vital, o corpo deixará de ser alimentado dessa maneira, e não receberá a nutrição psicológica da comunhão e do contato corporal com outrem.

Relação entre os chacras 2A e 2B. Os atos sacros como parceiros do chacra púbico. Nos dois pontos em que o centro frontal e o centro dorsal se juntam, no coração do chacra, na espinha, a força vital manifesta o seu segundo impulso e propósito físico mais poderoso — o do desejo de união sexual. Essa força poderosa rompe as barreiras auto-impostas entre duas pessoas e as deixa mais próximas uma da outra. Desse modo, a sexualidade da pessoa está ligada à sua força vital. (Isso é verdade, naturalmente, em relação a todos os centros: qualquer um deles que seja obstruído também obstrui a força vital na área relacionada.) Como a área pélvica do corpo é a fonte da vitalidade, qualquer centro obstruído nessa área reduz a vitalidade física e sexual. Para a grande maioria da humanidade, a energia sexual atravessa esses dois chacras sexuais e os carrega e descarrega no orgasmo, num movimento que revitaliza e limpa o corpo com um banho de energia, livrando o sistema do corpo da energia bloqueada, dos produtos de refugo e da tensão profunda. O orgasmo sexual é importante para o bem-estar físico.


O mútuo abandono na comunhão profunda, através do dar e do receber no ato sexual, é um dos modos principais que a humanidade tem de liberar a “separabilidade” do ego e experimentar a unidade. Pondo de parte o amor e o respeito a singularidade do parceiro, esta é uma experiência sagrada que coroa os profundos impulsos evolutivos primordiais no nível físico e os profundos anseios espirituais de união com a Divindade. É o casamento entre os aspectos espirituais e físicos de dois seres humanos. Para os que já atingiram essa comunhão e passaram a outras fases ao longo do caminho espiritual, algumas disciplinas espirituais, como o ioga de Kundalini e a tradição tântrica, afirmam que essa descarga já não é necessária ao bem-estar da pessoa. (A maioria dos seres humanos não figura nessa categoria.) Muitas práticas espirituais utilizam a meditação para conter, transformar e redirigir a energia sexual ao longo de diferentes canais de energia, movendo-a ao longo da corrente de força vertical pela espinha acima para ser transformada em energia vibratória mais elevada, empregada na construção dos corpos de energia espiritual superior. Essa prática, muito poderosa e potencialmente perigosa, precisa ser feita sob orientação capaz. Em seu livro Kundalini, Gopi Krishna fala na transformação, dessa maneira, da sua semente física, o esperma, em energia espiritual, ou Kundalini. Muitas práticas espirituais advogam a retenção do esperma, ou semente espiritual, para transformação.

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Obstruções nos chacras 2A e 2B. A obstrução do centro púbico pode resultar na impossibilidade de alcançar o orgasmo, na mulher que é incapaz de se abrir e de receber alimentação sexual do companheiro. Ela provavelmente não conseguirá fazer conexão com a vagina e talvez não goze a penetração, mostrando-se mais inclinada à estimulação do clitóris do que à penetração. Poderá também querer ser sempre o parceiro agressivo no ato sexual, isto é, ficar por cima e iniciar a maioria dos movimentos. A distorção aqui cifra-se em que ela precisa estar sempre no controle. Num estado saudável, ela desejaria ser ativa às vezes e receptiva em outras ocasiões mas, nesse caso, teme inconscientemente os poderes do parceiro. Com desvelo, paciência, carinho e aceitação do companheiro, ela poderá, aos poucos, abrir o chacra púbico para receber e desfrutar a penetração. É preciso também que investigue os sentimentos mais profundos de medo e recusa do parceiro, que acompanham esta sua condição, para encontrar as imagens de onde vêm os sentimentos acima descritos. Não estou querendo dizer que a mulher não deve ser agressiva no ato sexual. Estou me referindo apenas a um tipo de desequilíbrio no dar e no receber. Uma grave obstrução do chacra púbico, no homem, geralmente é acompanhada de orgasmo precoce ou de incapacidade de ereção. O homem tem medo, em algum nível profundo, de entregar toda a sua força sexual e, por isso, a retém.


O fluxo de energia amiúde é interrompido, atravancado ou redirigido para as costas, para fora do chacra sacro, de modo que ele emite a energia, no orgasmo, pelo segundo chacra dorsal, em vez de emiti-la pelo pênis. Essa experiência, às vezes dolorosa, resulta numa aversão ao orgasmo e numa evitação do ato sexual, o que precipita dificuldades em outros níveis com a companheira, como acontece com a mulher não-orgástica. Está visto que, muitas vezes, por meio da lei segundo a qual “o semelhante atrai o semelhante”, essas pessoas se encontram e partilham do problema mútuo. Num número demasiado de vezes, a “pseudo” solução tem sido pôr a culpa no parceiro e sair à procura de outro, o que apenas perpetua a situação, até que o “dono” do problema se reconheça finalmente como tal. Nesse ponto, pode começar o trabalho de desenterrar as imagens ou crenças que foram a origem de tudo. É uma bênção, nesses casos, ter um parceiro que aceita, compreensivo e vigorosamente empenhado, ajudar. Se as duas pessoas, em lugar de se recriminarem mutuamente, admitirem a dificuldade, poderão concentrar-se em dar amor, compreensão e apoio um ao outro e, assim, desenvolver uma nova forma de mutualidade. Esse tipo de crescimento demanda tempo e paciência. Demanda a concessão verdadeira, sem exigir que os seus desejos sejam satisfeitos pela outra pessoa. E, à medida que a confiança e o respeito mútuos crescem, a partir da renúncia às recriminações e da outorga do amor, a sexualidade costuma abrir-se e crescer, numa troca nutritiva. Não é incomum estar fechado um desses centros quando o outro está aberto. Muitas vezes é precisamente assim que os pares de chacras (dianteiro/traseiro) funcionam nas pessoas. O funcionamento será exagerado num deles e reduzido no outro, porque a pessoa não tolera a força de ter ambos os aspectos de um chacra funcionando ao mesmo tempo. Para alguns, por exemplo, é muito difícil sentir uma tremenda força sexual e estar, ao mesmo tempo, muito aberto para dar e receber no ato do amor. A força sexual transmuda-se não raro em fantasia, em vez de permitir que o momento se expanda pela imersão do eu nas profundezas e mistérios pessoais do parceiro ou parceira. Os seres humanos, infinitamente belos e maravilhas complexas, raro permitem a si mesmos vagar desinibidos por essa beleza e maravilha. Os problemas psicológicos que acompanham o desequilíbrio nos chacras 2A e 2B acarretam circunstâncias de vida insatisfatórias.


Por exemplo, quando o centro dorsal é forte numa direção idêntica à dos ponteiros do relógio, a pessoa terá um forte impulso sexual e, provavelmente, uma grande demanda de relações sexuais. O problema está em que a grande quantidade de energia e impulso sexuais não é acompanhada da capacidade de dar e receber sexualmente. Dessa maneira, será muito difícil satisfazer a um impulso forte. Se o centro dorsal estiver forte numa direção contrária à dos ponteiros do relógio, o mesmo será verdade; o impulso, entretanto, também provavelmente será acompanhado de imagens negativas, talvez até de fantasias sexuais violentas. É evidente que isso tornará o impulso ainda mais difícil de satisfazer, e o dono de uma configuração dessa natureza terá de empenhar-se em muita sublimação a fim de evitar totalmente a questão, por envergonhar-se desses sentimentos íntimos. Por outro lado, a pessoa pode ter muitos parceiros sexuais e, nesse caso, perder a possibilidade de uma comunhão profunda entre duas almas no ato sexual. A pessoa pode romper compromissos sexuais ou ser incapaz de assumi-los.

3 - O plexo solar (chacra 3A)


está associado ao grande prazer que deriva do profundo conhecimento do nosso lugar único e ligado dentro do universo. Uma pessoa que tenha aberto o chacra 3A pode erguer os olhos para o céu estrelado, à noite, e sentir que lhe pertence. Está firmemente assentada no seu lugar dentro do universo. E o centro do seu aspecto único de expressão do universo manifesto e disso lhe advém sabedoria espiritual. Se bem que o chacra do plexo solar seja mental, seu funcionamento saudável está diretamente vinculado à vida emocional do individuo. Isso é verdade porque a mente ou os processos mentais servem de reguladores da vida emocional. A compreensão mental das emoções as coloca numa estrutura de ordem e define de maneira aceitável a realidade. Se estiver aberto e funcionar harmoniosamente, o centro terá uma vida emocional profundamente satisfatória, que não o esmagará. Quando, porém, estiver aberto, mas a membrana protetora estendida sobre ele estiver rasgada, terá grandes extremos não controlados de emoções. Poderá sofrer a influência de fontes exteriores, procedentes do astral, que talvez o confundam. Poderá perder-se no universo e nas estrelas.

cabará sentindo dores físicas na área, em virtude de um uso exagerado desse chacra, e poderá acabar padecendo de uma moléstia, como o esgotamento ad-renal. Se estiver fechado, esse centro lhe obstruirá os sentimentos, não lhe permitindo talvez sentir coisa alguma. Ele não se dará conta do significado mais profundo das emoções, que empresta outra dimensão à existência.


Poderá não estar ligado à própria unicidade dentro do universo e ao seu propósito maior. Muitas vezes esse centro funciona como obstáculo entre o coração e a sexualidade. Se ambos estiverem abertos e o plexo solar obstruído, os dois funcionarão separadamente; isto é, o sexo não estará profundamente ligado ao amor, e vice-versa. Os dois se ligam muito bem quando um deles dá tento de sua existência firmemente enraizada no universo físico e da longa linha histórica de seres humanos que serviram para criar o veículo físico que a pessoa possui agora. Nunca devemos subestimar o quão profundamente físico é o ser que cada um de nós representa. O centro do plexo solar é muito importante no que diz respeito ao relacionamento humano. Quando uma criança nasce, subsiste um umbigo etérico entre mãe e filho. Esses cordões representam um relacionamento humano. Toda vez que uma pessoa estabelece relação com outro ser humano, crescem cordões entre os dois chacras 3A. Quanto mais fortes forem as associações entre as duas pessoas, tanto mais fortes e mais numerosos serão os cordões. Nos casos em que a relação está terminando, os cordões vão-se desligando devagar. Também se desenvolvem cordões entre outros chacras de pessoas relacionadas umas com as outras, mas os cordões do terceiro chacra parecem uma reencenação do relacionamento entre o filho e a mãe, e são muito importantes em termos de análise transacional no processo terapêutico. A análise transacional é um método de determinar a natureza da sua interação com outras pessoas. Você interage com elas como uma criança interagiria com um dos pais (filho/pai)? Ou interage como se elas fossem a criança e você o adulto (adulto/criança)? Ou age como adulto? Esse tipo de análise revela muita coisa acerca de suas reações pessoais diante de outras pessoas. A natureza dos cordões do chacra, que você constrói na sua primeira família, será repetida nas relações seguintes, que você construir depois. Quando você é criança, os cordões filho/mãe representam exatamente isso, a relação entre o filho e a mãe. Quando adulto, você, muito provavelmente, cria cordões dependentes filho/mãe entre você e seu companheiro ou companheira. À proporção que se movimenta pela vida e amadurece, você transforma gradativamente os cordões filho/mãe em cordões adulto/adulto.


O centro diafragmático (chacra 3B), localizado atrás do plexo solar, está associado à nossa intenção no tocante à saúde física. Se alguém tiver muito amor à saúde dirigido ao próprio corpo, e intentar mantê-lo saudável, esse centro estará aberto. Também conhecido como Centro da Cura, associa-se à cura espiritual. Diz-se que em alguns curadores o mesmo centro, muito grande e desenvolvido é também um centro da vontade, como o localizado entre as omoplatas, e menor, por via de regra, do que os outros centros da vontade, a não ser em pessoas com capacidades curativas. Esse centro, associado ao centro do plexo solar na parte dianteira do corpo, estará habitualmente aberto se o centro do plexo solar estiver aberto. Se uma pessoa tiver o plexo solar aberto e, por conseguinte, estiver coerente ao seu lugar no universo, admitindo-se que ele se ajuste tão perfeitamente quanto cada haste de relva e os “lírios do campo”, a auto-aceitação dessa pessoa se manifestará, no nível físico, como saúde física. A saúde total — mental, emocional e espiritual — exige que todos os centros estejam abertos e equilibrados. O leitor verá, à medida que passarmos pelas descrições dos chacras, que os aspectos frontais e dorsais de cada um funcionam juntos como um par, e que o equilíbrio entre eles é mais importante do que tentar escancarar apenas um.

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4 - O chacra do coração (chacra 4A) é o centro por cujo intermédio amamos. Através dele flui a energia do nexo com toda a vida. Quanto mais aberto estiver esse centro, tanto maior será a nossa capacidade de amar um círculo de vida cada vez mais amplo. Quando o centro funciona, nós nos amamos, amamos nossos filhos, nossos companheiros, nossas famílias, nossos animais de estimação, nossos amigos, nossos vizinhos, nossos conterrâneos, nossos semelhantes e todas as criaturas da terra. Através desse centro, ligamos cordões aos centros do coração das pessoas com as quais temos uma relação de amor. Isso inclui filhos e pais, assim como amantes e cônjuges. Vocês, provavelmente, já ouviram a expressão “cordões do coração”, referente a esses cordões. Os sentimentos de amor que fluem através do chacra muitas vezes nos trazem lágrimas aos olhos. Depois de experimentarmos esse estado aberto de desejo, compreendemos quanta falta nos fez antes e choramos. Quando o chacra está aberto, a pessoa pode ver todo o individuo dentro do seu semelhante. Pode ver a unicidade, a beleza e a luz interiores em cada individuo, bem como os seus aspectos negativos ou subdesenvolvidos. No estado negativo (fechado), a pessoa tem dificuldade em amar — amar no sentido de dar amor sem nada esperar de volta. O chacra do coração é o mais importante dos que se utilizam no processo curativo. Todas as energias metabolizadas através dos chacras sobem pela corrente de força vertical, atravessando as raízes dos chacras e entram no chacra do coração antes de saírem das mãos ou dos olhos do curador. No processo de cura, o coração transforma as energias do plano da terra em energias espirituais e as energias do plano espiritual em energias do plano da terra para serem usadas pelo paciente.


Isto será mais desenvolvido no capitulo sobre a cura. No meio do caminho entre as omoplatas, o chacra 4B se associa à vontade do ego, ou vontade externa. O centro a partir do qual agimos no mundo físico. Saímos em pós daquilo que desejamos. Se o centro girar no sentido horário, tomaremos uma atitude positiva no tocante à realização de coisas na vida e veremos outras pessoas como sustentáculos das realizações. Teremos experiências para sustentar essa opinião porque as vivemos. Experimentaremos a concordância entre a nossa vontade e a vontade divina. Veremos a vontade dos nossos amigos em harmonia com a nossa. Se você quiser, por exemplo, escrever um livro, imaginará seus amigos ajudando-o e imaginará o livro sendo aceito pelos editores com palavras como estas: “Sim, é exatamente o que estávamos procurando.” Por outro lado, se o centro estiver girando em sentido anti-horário, o oposto será verdadeiro. Suporemos erroneamente que a vontade de Deus e a de outras pessoas se opõem à nossa. As pessoas parecerão estorvos em nossa caminhada para obter o que desejamos ou em nosso afã de realizar alguma coisa. Teremos de passar pelo meio ou por cima delas para conseguir o que desejamos, em lugar de vê-las como se nos estivessem ajudando. Acreditaremos em declarações como: “minha vontade se sobrepõe a sua e minha vontade se sobrepõe à de Deus”. Aqui estão envolvidas crenças arraigadas em relação ao modo com que o universo funciona. Uma imagem do universo como sitio basicamente hostil, onde os agressores fortes sobrevivem, às vezes se reduz a: “se eu não conseguir o que quero, é sinal de que minha sobrevivência final está em jogo”. A pessoa funciona por controle e procura tornar o seu mundo seguro controlando os outros. A solução, para ela, consiste em compreender o modo com que cria um ambiente hostil através da sua agressão e, em seguida, arriscar-se a deixar que tudo vá como vai e verificar se a sobrevivência é possível sem controle. A assunção desse risco conduzirá finalmente a experiências de um universo benigno, abundante e seguro, em que a existência da pessoa é apoiada pelo todo. Em outro caso, o centro pode ser superativo. Pode ter dimensões muito amplas no sentido horário acompanhado de um pequeno chacra do coração na mesma direção ou na direção contrária.


Nesse caso, a vontade da pessoa não é particularmente negativa; é tão-somente usada para cumprir a função que o centro do coração cumpriria. Em lugar de ser capaz de deixar correr, de confiar e amar, isto é, em vez de mandar mais energia pelo chacra do coração (4A), a pessoa a compensa com a sua vontade. Deixa correr mais energia através do aspecto dorsal do chacra 4 entre as omoplatas. E pode estar dizendo veladamente: “Quero seguir o meu caminho sem precisar pensar na sua humanidade.” Essa pessoa funciona mais pela vontade do que pelo amor, ou pelo poder sobre o intimo mais do que pelo poder proveniente do intimo. E a distorção em virtude da qual “possuiríamos” o nosso parceiro, ou parceira, em lugar de sermos seus iguais. 5 - O chacra da garganta (5A), localizado na frente da garganta, associa-se à tomada de responsabilidade pelas nossas necessidades pessoais. O recém-nascido elevado ao peito, mas precisa sugar antes de conseguir a nutrição. O mesmo princípio vigora pelo resto da vida. À proporção que a pessoa amadurece, a satisfação das suas necessidades repousa cada vez mais sobre si mesma. Alcança-se a maturidade e esse chacra funciona apropriadamente quando deixamos de censurar os outros pelas nossas falhas e nos aventuramos a criar o de que precisamos e o que desejamos. O centro mostra também o estado da pessoa no respeitante ao recebimento do que quer que lhe esteja destinado. Se o centro for medido como se fosse contrário ao sentido horário, a pessoa não receberá o que lhe é dado. Isto se associa, em primeiro lugar, a uma imagem do que lhe está destinado. Ou seja, se a pessoa enxerga o mundo como um lugar negativo, geralmente hostil, será cautelosa e alimentará


expectativas negativas a respeito do que a aguarda. Poderá esperar mais hostilidade, violência ou humilhação do que amor e nutrição. Como ela constrói um campo de força negativa com suas expectativas negativas, atrairá para si uma alimentação negativa. Vale dizer, se ela tiver expectativas de violência, terá violência dentro em si mesma e, portanto, a atrairá, consoante a lei segundo a qual o semelhante atrai o semelhante, como ficou explicado no Capitulo 6 sobre a natureza do Campo da Energia Universal. À medida que a pessoa abre o centro da garganta, atrai, pouco a pouco, mais alimentação até poder receber tanta que será capaz de manter o centro da garganta aberto na maior parte do tempo. Nesse ínterim, pode atrair uma alimentação negativa logo após a abertura do centro, por acreditar que é isso o que lhe está reservado. Depois que tiver passado por essa experiência, e se tiver ligado à causa original dentro em si mesma e houver reencontrado a confiança interior, reabrirá o centro da garganta. O processo de abrir e fechar continuará até que todas as concepções errôneas sobre receber ou deixar entrar se transformem em confiança num universo benigno e alimentador. O aspecto de assimilação que ocorre no verso do quinto chacra (5B), ao qual às vezes se da o nome de centro profissional, está associado ao sentido do eu da pessoa dentro da sociedade, da profissão e entre os iguais. Se uma pessoa não se sentir à vontade nessa área da sua vida, o desconforto poderá ser coberto pelo orgulho, que compensa a falta de respeito próprio. O centro localizado na parte posterior do pescoço estará geralmente aberto se a pessoa for bem-sucedida e bem-ajustada ao trabalho e satisfeita com esse trabalho como a sua tarefa na vida. Se ela tiver escolhido uma profissão ao mesmo tempo estimulante e satisfatória e estiver dando o melhor de si no trabalho, este centro estará em pleno florescimento. A pessoa será profissionalmente bem-sucedida e estará recebendo apoio para alimentar-se do universo. A não ser esse o caso, ela se absterá de dar o que tem de melhor. Será mal-sucedida e disfarçará a ausência de sucesso com o orgulho. “Sabe” intimamente que seria “melhor” se pudesse dar o que tem de melhor ou se obtivesse um emprego mais estimulante. Seja como for, nunca faz uma coisa nem outra, e se socorre da defesa do orgulho a fim de evitar o verdadeiro desespero que há por baixo. Sabe que, na verdade, não está vencendo na vida. Desempenhará provavelmente o papel de vitima, declarando que a vida não lhe deu oportunidades para que pudesse desenvolver o seu grande talento.


Há que liberar o orgulho e há que sentir e liberar a dor e o desespero também. Nesse centro, desvelaremos outrossim o medo do fracasso que obstrui o impulso de sair para fora e criar o que tão deveras desejamos. Isso também é válido em relação às amizades pessoais e à vida social em geral. Evitando o contato, a pessoa evita igualmente revelar-se e sentir, de um lado, o medo de não ser querida e, de outro, a competição e o orgulho (“sou melhor do que você; você não é suficientemente bom para mim”). Uma vez que os nossos sentimentos de rejeição nascem dentro de nós e depois os projetamos para fora, sobre o outro, evitamos que o outro evite a rejeição. Assumir o risco de procurar conseguir a profissão por que ansiamos, de mover-nos na direção dos contatos que ambicionamos e de revelar nossos sentimentos a respeito são maneiras de liberá-los e, desse modo, abrir o chacra. 6 - O centro da testa (chacra 6A) está associado à capacidade de visualizar e compreender conceitos mentais. Isso inclui os conceitos de realidade, ou o universo da pessoa, ou a maneira com que ela vê o mundo, ou como acha que o mundo provavelmente lhe responderá. Se o centro girar no sentido anti-horário, a pessoa terá conceitos mentais confusos ou imagens acerca da realidade que, sobre não serem verdadeiras, são geralmente negativas. Quem os adota projeta-os no mundo e por eles cria o seu mundo. Se o centro estiver atravancado e fraco, a pessoa terá, de ordinário, obstruídas suas idéias criativas pela simples razão de que a quantidade de energia que atravessa o centro é pequena. Se o centro girar vigorosamente no sentido horário, a pessoa terá a capacidade de gerar idéias fortes, que são negativas. Se isso estiver combinado com um centro executivo que funciona vigorosamente, localizado na base da cabeça (chacra 6B), isso poderá devastar a vida da pessoa.


Durante o processo terapêutico de purificar ou de classificar nossas imagens de crença negativa, quando uma imagem surge no sistema de energia e começa a funcionar de maneira dominante, o centro girará, provavelmente, em sentido anti-horário, ainda que gire, de hábito, no sentido oposto. O processo terapêutico traz a imagem para o primeiro plano e faz que ela se manifeste na vida da pessoa. Com ajuda terapêutica, esta compreenderá e verá claramente a imagem como ela é. O centro, então, virará ao contrário e passará a girar no sentido horário. Por via de regra, o movimento em sentido anti-horário pode ser detectado pelo terapeuta amadurecido em razão da qualidade instável do sentimento que acompanha o movimento nesse sentido. Será manifesto para o terapeuta não ser esse o estado normal das coisas. O chacra, por exemplo, pode até mostrar um movimento caótico, a indicar ao terapeuta que uma questão relativa a um dos conceitos de realidade do cliente lhe está abalando vigorosamente a personalidade.

Na parte dorsal da cabeça, o centro executivo mental (chacra 6B) se associa à implementação das idéias criativas formuladas através do centro da testa. Se o centro executivo da vontade estiver aberto, as idéias da pessoa serão seguidas da ação apropriada para fazê-las materializarem-se no mundo físico. Se não estiver aberto, a pessoa terá dificuldade para aproveitar suas idéias. É especialmente frustrante ter o centro frontal (6A) aberto e o dorsal fechado. A pessoa tem muitas idéias criativas, que nunca parecem funcionar. Existe habitualmente uma desculpa que as acompanha e que põe a culpa no mundo exterior. De ordinário, a pessoa precisa simplesmente exercitar-se na maneira de levar avante, passo a passo, o que deseja realizar. Ao fazer esse trabalho gradativo, muitos sentimentos emergirão. “Não posso suportar uma espera tão longa”; “Não quero assumir a responsabilidade por esse acontecimento”; “Não quero pôr à prova essa idéia na realidade física”; “Não aceito esse longo processo de criação. Quero que tudo aconteça sem tanto trabalho”; “Você faz o trabalho, eu entro com a idéia.” Essa pessoa provavelmente não se exercitou, desde o início, no modo de dar os passos simples no mundo físico para levar a cabo o propósito escolhido, por ser provavelmente avessa a estar na realidade física e na posição de aprendiz.


Por outro lado, se o centro girar no sentido dos ponteiros do relógio e o centro da idéia girar em sentido contrário, teremos uma situação ainda mais inquietante. Ainda que os conceitos básicos da pessoa não estejam na realidade, ela continuará a levar adiante os conceitos distorcidos com certa dose de sucesso. Se você acredita, por exemplo, que este mundo é um lugar detestável, onde “todo mundo procura os seus interesses, de modo que cada qual pega o que quer”, e você tem a capacidade de fazê-lo porque sabe como se haver, ou seja, se a sua vontade executiva está funcionando, você poderá agir como um criminoso. Nesse caso, é provável que o seu coração também esteja atravancado. Sua vida comprovará sua idéia, até certo ponto. Você será bem-sucedido, até certo ponto, até ser apanhado. Ou, com esse tipo de configuração, você tentará fazer que aconteça alguma coisa, o que é simplesmente impossível no mundo físico. Ou você poderá ser o autor do movimento que executa as idéias de outra pessoa, sejam elas quais forem. 7 - O centro da coroa (chacra 7) está associado à conexão da pessoa com sua espiritualidade e a integração de todo o seu ser, físico, emocional, mental e espiritual. Se o centro estiver fechado, a pessoa provavelmente não terá uma conexão experiencial com a sua espiritualidade. Não terá provavelmente o “sentimento cósmico” e não saberá do que estão falando as pessoas quando falam de suas experiências espirituais. Se o centro estiver fechado, a pessoa provavelmente experimentará com freqüência sua espiritualidade de forma muito pessoal, peculiar a ela. Essa não é uma espiritualidade definida pelo dogma nem se relaciona facilmente com palavras. É, antes, um estado de ser, um estado de transcendência da realidade mundana para o infinito. ai além do mundo físico e cria no individuo um sentido de totalidade, de paz e fé, dando um sentido de propósito à sua existência." Mãos de Luz - Barbara Ann Brennan

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CONSCIENCIOLOGIA E OS CHACRAS

A palavra chacra (ou chakra) é sânscrita e significa roda, são núcleos ou campos limitadores de energias que constituem basicamente o holochacra, veículo de energia, dentro do corpo humano, fazendo junção deste com o psicossoma, atuando como ponto de conexão pelos quais a força flui de um veículo da consciência para o outro (VIERA, Waldo – Projeciologia, pag 299). Como dito em postagem anterior, é através do corpo energético que trabalham ciências como a acumputura, a homeopatia, o do-in entre outras tantas consideradas sérias e já comprovadamente eficientes, até mesmo pela medicina convencional. Calcula-se que existam cerca de mais de 88.000 pontos em cada pessoa, mas apenas 30 são considerados suficientemente importantes para receber nomes, e dentro dessa analise clássica vamos abordar os 7 chacras maiores ou magnos pela CONSCIENCIOLOGIA: 1. Coronochacra: Sahasrara, o mais importante, situado na área do sincipúcio no topo da cabeça, relacionado com a glândula pineal, às manifestações de expansão da consciência, elaboração do pensamento e lucidez mentalsomática, os sentimentos mais elevados, a serenidade, o equilíbrio consciencial, as maturidades orgânicas, físicas e psicológicas, sendo o chacra com atuação mais avançada no energossoma. Voltado para cima, ao modo de uma coroa, compõe a auréola luminosa ou a parte superior da aura humana, sendo também chamada de “o lótus das 1.000 pétalas”.

2. Frontochacra: Ajna, glabelar, pineal, “terceiro olho”, centro energético situado entre as sobrancelhas, evidencia relação estreita com o fenômeno da clarividência em todas as suas formas e manifestações.

3. Laringochacra: Vishuda, situado na área da garganta, perto da área de encontro ente a coluna espinhal e a medula oblongada. Ele está relacionado com as manifestações da comunicação consciencial, especialmente através da fala.


4. Cardiochacra: Anahata, situado no tórax sobre o coração, relacionado com a atividade emocional e o funcionamento dos pulmões e do músculo cardíaco. Geralmente apresenta cor amarelada. Tem relação estreita com o psicossoma, o emocionalismo, o romantismo, a infantilidade do adulto (síndrome do infantilismo), o timo, a imaturidade psicológica e as tendências artísticas.

5. Esplenicochacra: Swadhistana, situado sobre a área do baço, relacionado à distribuição de energias vitalizadoras pelos órgãos do corpo humano. Muito importante para a projeção, e o principal utilizado pela mediunidade (diretamente ligado a incorporação).

6. Umbilicochacra: Manipura, situado acima do umbigo, relacionado com a fisiologia e parafisiologia do abdômen, com o subcérebro abdominal e, de acordo com a Parafisiologia, com as reações instintivas. Associada a quinta vértebra lombar, geralmente apresenta cor esverdeada. Tem relação com o plexo solar, por ser a contrapartida extrafísica do sistema nervoso simpático.

7. Sexochacra: ou sexual, Muladhara, posicionado sobre os orgãos genitais humanos, relacionado com a sexualidade e a absorção e distribuição de energias pelo holochacra. Associado aos quatro ossos do cóccix. De formato estelar ou triangular, geralmente apresenta cor avermelhada, comparada com uma flor de 4 pétalas, constitui a sede da Kundalini, fogo serpentino, poder ígneo ou a energia consciencial bruta, no homem (androchacra ou androsexo)e, evidentemente, na mulher (ginochacra ou ginosexo).

Além desses sete, a conscienciologia considera importante: 8. Nucochacra: situado na área da nuca, relacionado às manifestações parapsíquicas e ao acomplamento entre conscins e consciexes. 9. Palmochacra: nome dado aos chacras situados nas palmas das mãos relacionados com a exteriorização e absorção voluntária de energias. 10. Plantochacra: nome dado aos chacras situados sob a planta dos pés, relacionados com a absorção de geoenergias.

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Conscienciologia e os chacras  

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