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em revista Edição Edição 25 20 Junho Dezembro 2018 2017

ENTREVISTAS COM AS NOVAS CHEFIAS Administração Regional: Eduardo Ferreira Comlurb: Luiz Carlos de Souza

E MAIS:

Limpeza das ruas do Parque das Rosas e segurança.

Praça General Santander O trabalho da associação junto ao poder público para revitalizar o espaço.


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AMARosas luta e defende os nossos espaços públicos!

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NOLUNA CO NO NODO NO O NO D INO LO N

PASSEIO PELA NOSSA HISTÓRIA INSEGURANÇA PÚBLICA É MAIS UM NICHO DE MERCADO. Por Odilon Andrade

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lamentável e quase conclusivo de que tudo aquilo que tem a ver com as instituições públicas definitivamente não funcionam como deveriam. Se o transporte público por concessão não atende às necessidades da sociedade, abre-se uma brecha para que grupos contratem empresas privadas para fazer o que o Estado ou o município não fazem e, consequentemente, acrescentamos aos impostos que já pagamos mais uma conta por fora. Se as áreas públicas, tais como praças, canteiros centrais nas grandes avenidas e outras áreas do gênero não têm a necessária atenção dos órgãos públicos, as associações ou adotantes acabam por fazer algo para que os espaços não fiquem no abandono e isso se acrescenta às eventuais despesas e impostos que já pagamos. Para transitar nas autoestradas surgem os pedágios caríssimos, como forma de pseudoqualidade, acrescentando aos impostos que já pagamos. Para não alongar, surge a pseudo-salvação do cidadão quanto à possibilidade da garantia ao direito de ir e vir!

Cria-se, a partir de mais essa ausência do Estado, a pseudo-segurança do tipo “Bairro Presente” e outras criatividades, tais como “Luz Azul”, “ACBS” etc. Até mesmo no Parque das Rosas já se discutiu bastante a possibilidade do ingresso no sistema da pseudo-segurança com o Parque das Rosas Presente, que não foi muito além de algumas reuniões, mas que os valores altíssimos para a respectiva implantação não obtiveram unanimidade entre os condomínios residenciais e o comércio local. Seria mais uma despesa significativa na conta dos contribuintes aqui residentes. É bom lembrar que sistemas alternativos de segurança localizada, na realidade, não garantem que, ao colocar nossos pés além dos nossos limites, não sejamos constrangidos. Penso que a sociedade tem mais que lutar pelos seus direitos e fazer valer o quanto paga para os órgãos públicos através dos diversos impostos, taxas, contribuições e outras formas de abalar o orçamento familiar, sem as devidas contrapartidas! Fiquemos atentos!


EXPEDIENTE

PAPO LEGAL Esta seção é assinada pelo defensor público do IV Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, Marcos Lang, também morador do Parque das Rosas. Aqui, ele vai tratar de temas legais, esclarecer dúvidas e colaborar com toda a comunidade. Envie sugestões para marcoslang@ig.com.br.

ANÁLISE PROFUNDA Observamos, nos últimos dias, um Brasil parado. Nossos governos, em todos os níveis, são, na realidade atual, incapazes de governar. Entretanto, não podemos nos acovardar diante de tantos desmandos e deixar nosso país parar. Não sou contra nenhum tipo de manifestação, grevista ou qualquer outra, porém, em minha concepção, jamais deveria existir um movimento que, ao bloquear estradas, venha a colocar em risco o abastecimento de combustível e de alimentos, sem contar o terror causado nos hospitais e também na segurança pública. Mais perplexo fico, quando vejo a quantidade de aproveitadores de plantão existentes em nossa sociedade: primeiro foram os taxistas no Rio de janeiro e depois, os petroleiros. Os taxistas, quando querem, causam um verdadeiro caos em nosso trânsito já caótico; sequer pensam no prejuízo que trazem a todos os cariocas que desejam realizar suas atividades diárias. Ao final, não observamos nenhum tipo de punição aos manifestantes que exorbitam seus direitos.

Trazendo a reflexão para nossa seara, Parque das Rosas, o momento não é menos assustador. Estamos assistindo, a cada dia, nosso comércio esvaziar. Basta uma simples caminhada pelo centro comercial Rosas, para observarmos inúmeros estabelecimentos fechando as portas. Estou me reunindo com síndicos e comerciantes da região para tentarmos resgatar o Parque das Rosas antes que seja tarde. Estamos avançando, e em breve levaremos a todos ideias que vêm surgindo ao longo dessas reuniões.

Faço um apelo aos que estão acompanhando essa coluna para fazer uma ANÁLISE PROFUNDA dos tempos que estamos vivendo, a fim de que possamos debater em sociedade, o quanto antes, o que podemos realmente realizar em prol do resgate que deve ser feito no Parque das Rosas.

Presidente: Cleo Pagliosa (Rosa dos Mares) Vice-Presidente: Odilon de Andrade (Rosa Maior) Diretor Financeiro: Sylvio João Coutinho Pinho (Rosa da Barra) Conselho fiscal - Presidente: Carlos Alberto Leite de Faria (Liberty Place) Diretor Jurídico: Marcos Roberto dos Reis Lang (Palm Springs) Diretora Social: Ildamar Nunes Vianna (Rosa da Barra) Conselho Fiscal: Carlos Alberto Leite de Faria (Liberty Place) Rodrigo Jabur Ferreira França (Rosa Viva) | Rodolpho Theil (Rosa da Praia) Suplente: Daniel Ferreira de Almeida (Long Beach – Casa Blanca) Cosmopolitan Work Style Av. Jorn. Ricardo Marinho, 360 - Sala 222 Barra da Tijuca, RJ (21) 2143-4582 www.ama-rosas.com.br contato@ama-rosas.com.br

Diretor Executivo Paulo Roberto Mesquita Diretora Administrativa

Rebeca Maia Editora-Chefe

Tereza Dalmacio editora@grupocoruja.com Reportagem

Aldi Mafra | Debora Monken Estagiária de Jornalismo

Katharine Alves Fotografia

Lourrayne Lima Estagiário de Fotografia

Marcos Alcântara Revisão

Laila Silva Direção de arte

Rachel Sartori Diagramação

Marcília Almeida Design

Allan Nascimento Comercial

(21) 3471-6799

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novo gerente da Comlurb, Luiz Carlos de Souza, foi convidado pela diretoria da AMARosas para ouvir as demandas da população. Presentes na reunião, que ocorreu no início de maio, Carlos Alberto Leite de Faria (presidente do Conselho Fiscal), Odilon Andrade (vice-presidente), Ildamar Nunes Vianna (diretora social) e Cleo Pagliosa (presidente) representaram os moradores do Parque das Rosas.

Na pauta, a limpeza urbana da Barra e principalmente o que diz respeito à atuação da Comlurb no Parque

das Rosas. Durante o encontro, a associação trouxe alguns assuntos que são de total interesse dos moradores, como os cuidados com a Praça Santander e os galhos das árvores à margem do Canal de Marapendi, que prejudicam o ir e vir das pessoas que transitam pelo local.

Há 40 anos na Comlurb, Luisinho, como é chamado, conhece bem a região. Há 12 anos, ele geriu a equipe que trabalhava no bairro, mas foi remanejado para a zona sul. Depois desse tempo fora, agora assume novamente o compromisso de manter a limpeza do bairro em dia e atender as demandas da população.

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CO M LURB

PARCERIA com a comunidade

Ele comentou que a sua prioridade inicialmente é colocar a casa em ordem e reestruturar o planejamento do trabalho: “estamos identificando as insatisfações e atuando em cima delas, dentro dos nossos limites. Faremos o que for possível para manter o Parque das Rosas limpo e conservado. Sobre os galhos da ciclovia, virei com o responsável da Secretaria de Conservação averiguar o local. A respeito da Praça Santander, me comprometo a mandar uma equipe mensalmente para mantê-la limpa e conservada”. Em busca de colaborar com o trabalho da Comlurb, a AMARosas


CO M LURB

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estuda algumas ideias para implantar no condomínio, como manter um contêiner fixo para os funcionários da empresa na Praça da Jornalista Ricardo Marinho. O local, como Luiz explicou, traria benefício para todos, pois economizaria o tempo do deslocamento do funcionário até a empresa para pegar as ferramentas e almoçar. “Nós faremos um estudo para tentar viabilizar o projeto, mas ainda não temos nada definido”, explicou Cleo Pagliosa. O presidente da AMARosas, ciente das dificuldades não só da Comlurb, mas também dos prédios com as recorrentes falhas no sistema de contêineres, ainda questionou o gerente sobre qual é a maneira mais adequada para o descarte do lixo, tendo em vista que alguns prédios do condomínio foram multados recentemente por colocarem sacos de lixo nas

calçadas. “Provavelmente, as multas foram aplicadas pela capacidade de lixo dos sacos. O indicado é que eles tenham até 100 litros, capacidade permitida para que o gari recolha. Aliás, temos que lembrar que os funcionários são seres humanos e é inviável que recolham sacos acima desse volume”, explicou. Por fim, o gerente de limpeza urbana deixou um recado para a população: “a Comlurb é o órgão da prefeitura que faz a limpeza e a destinação final dos resíduos. Então, cabe a sociedade, como um todo, cuidar para que o lixo gerado não seja descartado em via pública, e sim nas nossas lixeiras espalhadas pela cidade. Creio que essa é a maior contribuição que o cidadão carioca pode dar para manter a cidade limpa e conservada. É preciso conscientização!”.


NOTINHAS 10

Caso Estácio nas mídias

Segurança reforçada

No dia 16 de maio, O Globo publicou uma reportagem sobre o abandono do terreno do antigo campus da Estácio de Sá no Parque das Rosas. Não é de hoje que a situação e o estado de abandono do local tiram o sono dos moradores, principalmente no que se refere à piscina, já que em dias de chuva, ela fica cheia de água parada.

Em maio, a Polícia Militar, mais precisamente os policiais do 31º BPM, fez operações na região. Os tenentes Massari, Bruno Machado e Herik, da 1ª, 2ª e 5ª companhias, respectivamente, que contemplam a região de toda a Barra da Tijuca, desencadearam operações e comboio por todo o bairro, dando ênfase, principalmente, nos locais que possuem maior incidência dos indicadores do SIM (Sistema Integrado de Metas). Antes do início da ação foi realizada uma preleção com todo o efetivo envolvido, onde foram passados os tipos de delitos.

O impasse entre a universidade e a construtora já tem dois anos, e diante do cenário atual, a AMARosas, preocupada com o bem-estar da população, com recursos próprios, tomou a iniciativa de limpar os jardins da entrada do imóvel, fazendo a varredura três vezes por semana e, em parceria com a Rioluz, foi colocado um holofote para uma melhor iluminação no ponto que era tomado por moradores de rua. Quando necessário, a associação cobra a limpeza da piscina. Assim como disse em entrevista ao jornal, Cleo, presidente da AMARosas, fez questão de frisar novamente que essa foi uma ação pontual no sentido de dar tranquilidade aos moradores, pois a AMARosas não é proprietária do lugar. A equipe de reportagem da Revista AMARosas continuará acompanhando o caso e mantendo a população do Parque das Rosas atualizada.

Entre as áreas contempladas na operação esteve a Avenida das Américas e vários pontos de sua extensão.

O resultado do trabalho foi que no dia 14 de maio os policiais prenderam um indivíduo dentro do BRT, nas proximidades da Estação Parque das Rosas.


11 Administração regional da Barra No dia 4 de maio, o administrador regional da Barra da Tijuca Eduardo Ferreira, junto com o gerente de Áreas Verdes da Comlurb e o presidente da Associação dos Moradores do Parque das Rosas, Cleo Pagliosa, vistoriou a Praça General Santander.

Comlurb O resultado da reunião com o administrador regional foi um trabalho ágil. No dia 9 de maio, a Comlurb iniciou o processo de retirada das mesas e bancos do canto da Praça das Rosas, para serem recolocadas sob a pérgula do círculo central. O objetivo da ação é retirar o conforto dos frequentadores indesejáveis.

Copa do mundo A Copa do Mundo começa no dia 14 de junho e alguns condomínios do Parque das Rosas já estão se preparando para torcer pelo Brasil. É o caso do Rosa da Praia, que no verde e amarelo, já dá o tom da festa!

Solicitação atendida Fica o registro: a piscina do AKXE foi limpa após a intervenção da AMARosas.


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odo mês acontece a reunião do Conselho Comunitário de Segurança (31º CCS). A edição de maio foi realizada no Le Monde e presidida por Ricardo Magalhães. Presentes à mesa: major André Suzano, subcomandante do 1º GBS; Vagner Cavalcante, tenente-coronel e subcomandante do 31º BPM; Wagner Mello, comandante do 31º BPM; Ricardo Magalhães, presidente do 31º CCS; Luiz Igrejas, presidente da AMAR (Associação de Moradores do Jardim Oceânico); Adriana Belém, delegada da 16ª DP; Edilson Correa, superintendente do Recreio, Eduardo Freitas, delegado da 42ª DP; Azaury Alencastro, superintendente da Barra; Felipe Gilaberte, gerente do Le Monde; Michell Olever, supervisor do Itanhangá, Joá e adjacências; e coronel Clarice Antunes, comandante da Guarda Municipal.

Entre muitos assuntos, a possível transferência da sede do grupamento aeromóvel da PM, que hoje fica em Niterói, para a Barra da Tijuca foi destaque. A informação foi dada pela comandante Clarice Antunes, que comentou: “aqui, na Barra, teremos mais estrutura para ajudar a reunião e todo o Rio”.

Mas, o recente caso de estupro em um condomínio da região, que alarmou os moradores e foi notícia na mídia, foi mais um caso de notícia falsa. O caso não ganhou maior proporção, segundo Adriana Belém, delegada da 16ª DP, pelo belo trabalho de investigação da polícia. Eduardo Freitas, delegado da 42ª DP, frisou o que ocorre quando as pessoas propagam notícias como essa: “a mentira ajuda a aumentar o clima de insegurança na cidade;

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31 º CCS

A SEGURANÇA no bairro

muitas pessoas ainda pensam que realmente houve o estupro”.

O comandante do 31º BPM Wagner Melllo também falou sobre os boatos: “muitas pessoas insistem em propagar a insegurança pela cidade, mas agradecemos à Polícia Civil, que tem sido parceira da Polícia Militar. Nós estamos trabalhando conjuntamente. De certa forma, a Polícia Civil vem contribuindo e muito com o nosso trabalho”. Questionado pelos recorrentes casos de violência no Parque das Rosas, o comandante declarou que não se lembra de nenhuma ocorrência registrada na delegacia. Ele comentou os casos de assalto ao restaurante Sano e disse que o caso não chegou ao seu conhecimento. Em relação aos frequentes assaltos às Lojas Americanas, Mello ressalta que o policiamento tem sido intensificado na região: “não podemos fazer policiamento privilegiado. Sempre soubemos dos casos pelos próprios clientes e não pelos estabelecimentos. Nós até solicitamos aos proprietários que avisem à Polícia Militar para que possamos agir e atuar da melhor forma possível. Mas, não podemos deixar uma viatura em frente à loja”.


NO NO NO NO NO NO

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RE VI T ALI Z AÇÃ O

PARQUE E JARDINS Revitalização da praça

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urge uma polêmica quanto à implantação de um Parcão na Praça das Rosas (General Santander). Há algum tempo, a AMARosas cobra do poder público a revitalização da área e um espaço pet para as duas praças: General Santander e da Rua Jornalista Ricardo Marinho.

O presidente Cleo Pagliosa fez questão de dizer que não é verdade que a AMARosas é contra a construção do referido Parcão, desde que posicionado do lado oposto aos brinquedos das crianças. Afinal, é uma questão de segurança e de higiene, como manda a lei (determinações da Fundação Parque e Jardins, publicadas no Diário Oficial, em 2002). Dentro do regulamento, no tópico 1, do artigo 5, está descrito que é terminantemente proibida a circulação de animais nas áreas destinadas a lazer infantil.

Em parceria com a prefeitura, a associação iniciou o processo de revitalização da praça, deslocando mesas e bancos para debaixo da pérgula do círculo central, tirando o conforto dos maus frequentadores do espaço. Os brinquedos também terão uma melhoria, com novos equipamentos e restauração dos existen-

tes, tornando o espaço digno para as crianças do Parque das Rosas. A praça, apesar de pública, é dos moradores do Parque das Rosas, e é neste sentido que a AMARosas caminha, procurando sempre incentivar o morador com eventos, ginástica, feira orgânica etc.

ASSOCIAÇÃO NA LUTA PELO PARQUE

A AMARosas entende que a Praça das Rosas (Gen. Santander) é o cartão de visitas do Parque das Rosas, e precisava tomar uma atitude quanto à frequência do espaço. Foi solicitado, em maio de 2017, ao então administrador regional Guilherme Braune, um projeto para recolocação das mesas e bancos e a construção de um Parcão (parque para cachorros), no sentido de

DAS ROSAS tirar o conforto dos maus frequentadores, permitindo aos moradores o direito de uso da praça. O projeto 1924000020/2017, aprovado pelo empenho da região administrativa, foi encaminhado para a Secretaria de Conservação para execução. Porém, com os órgãos do município sem recursos, o projeto ficou parado.


RE VI T ALI Z AÇÃ O

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A AMARosas, entendendo a importância do projeto, procurou o atual administrador regional, Eduardo Ferreira, e se propôs uma PPP (parceria pública-privada), onde a AMARosas entraria com os materiais e a Comlurb com a mão de obra. As mesas e bancos já foram em grande parte transferidos, os brinquedos já estão sendo restaurados e foi adquirido um escorrega para somar aos outros equipamentos. Também foi solicitado à Fundação Parques e Jardins um projeto no sentido de criar uma pista de caminhada no interior da praça, permitindo assim mais uma forma de uso para o morador. Na parte cultural, a festa julina está praticamente fechada para os dias 13, 14 e 15 de julho. Há também em estudo mais 2 projetos culturais ainda para 2018.


O

tecnólogo em manutenção industrial Eduardo Ferreira, 35 anos, assume a administração regional da Barra da Tijuca. No serviço público desde 2008, sua última atuação foi como chefe de gabinete da administração regional de Jacarepaguá. Há um pouco mais de 1 mês na região da Barra, a vontade de fazer acontecer é grande. “O convite veio por uma indicação politica do vereador Marcelo Siciliano. Ele precisava de uma pessoa que conhecesse um pouco mais de administração e fizesse tudo funcionar, mesmo com as dificuldades que passamos no município”, contou Eduardo. O pouco à frente da nova função já foi suficiente para o conhecimento das principais demandas: “ainda não consegui ir em todas as associações. Mas nos lugares que já fui, as pessoas me passam preocupação com os moradores de rua, o aumento de ambulantes devido à

crise e, consequentemente, assaltos nessas concentrações. A Barra possui infraestrutura, mas esses são os principais problemas encontrados na região”. Alguns desafios encontrados acabam se tornando empecilhos para a resolução dessas exigências: “o que mais me impede de fazer as coisas andarem é o momento crítico que passamos em relação à prefeitura. Mas isso não é desculpa! Vou trabalhar e arregaçar as mangas. Minha função é ser intermediário da sociedade e do poder público. Faço solicitação para a Guarda Municipal e sigo cobrando para que haja uma resposta”. No Parque das Rosas, algumas questões exigem atenção especial. Representando os moradores, o presidente da associação Cleo Pagliosa se reuniu com o administrador regional para apresentar as solicitações. “Ele me apresentou

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E NT RE VI S T A

NOVO ADMINISTRADOR REGIONAL

uma lista de prioridades. Ao longo desse tempo, conseguimos avançar em dois pontos: a Comlurb voltou a funcionar corretamente e a Guarda Municipal está com efetivo maior na região. A questão do mobiliário da praça facilitava o grande número de moradores de rua, por isso, em parceria com a associação, estamos revitalizando o local e realocado os bancos. Os brinquedos também entrarão em manutenção”, afirmou. Para os leitores da Revista AMARosas, Eduardo deixa um recado: “estou muito feliz com a oportunidade e com muita vontade de promover mudanças. As pessoas terão dificuldade de me encontrar no gabinete, porque quero estar na rua presenciando os acontecimentos. As associações da região podem me enxergar como parceiro, já que vou pedir ajuda e estou aqui para atendê-los. Aqui, nós trabalhamos com carinho e o que pedimos é credibilidade”.


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ENCONTRO COM LIDERANÇAS da região

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convite da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) e Acir Barrinha, o presidente da Câmara Federal, o deputado Rodrigo Maia (DEM), se reuniu no dia 3 de maio com lideranças da Barra da Tijuca. Ao todo, cerca de 300 pessoas participaram do encontro, que teve apoio de 14 associações da Barra da Tijuca, entre elas a AMARosas e do vereador Carlos Caiado. A diretoria da AMARosas compareceu e ouviu do deputado seu parecer sobre a intervenção militar e outras questões de

relevância para o bairro.

Ele abriu a reunião falando que não são só os moradores que estão preocupados com a violência do estado do Rio de Janeiro: “essa também é uma preocupação minha. Quando se trata da intervenção, infelizmente percebemos que o valor direcionado a essa estratégia é inferior ao que seria necessário. Não sei se o Governo Federal terá recurso pra isso, e esse que é o problema. Se não houver planejamento e orçamento, fica difícil. Nós temos um custeio da

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segurança no Estado hoje que é 10% do orçamento total, o que em 2009 era 40%. Não adianta pensarmos em uma melhora da segurança se não houver a estrutura mínima de trabalho para os policiais. O que nós queremos saber é quando o dinheiro que já foi liberado chega ao Rio. Essa intervenção parcial certamente gera conflitos e dificuldade. É preciso fazer um trabalho integrado das forças nacionais com as forças de segurança do Estado. Eles precisam utilizar uma estrutura única de inteligência”. Cleo Pagliosa, presidente da AMARosas, aproveitou a explanação de Rodrigo sobre segurança e investimento em educação, e perguntou: “o que o investimento na educação poderia ajudar quando o assunto é morador de rua? Aqui na Barra, na nossa Praça Santander, por exemplo, eles estão por todos os lados”. Maia enfatizou que com a atividade econômica crescendo, há uma maior geração de emprego. Porém, quando se tratam de jovens, ainda existe uma dificuldade na


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busca pelo primeiro emprego. “Temos que pensar numa política para o jovem, pois temos uma grande evasão escolar no ensino médio. Temos que atrair o jovem e fazer com que ele veja no ensino médio meio caminho andado para o futuro, em vez de recorrer ao tráfico de drogas. E claro, a curto prazo, ter políticas sociais efetivas. Infelizmente, em todas as cidades do Brasil temos atrasos das aplicações do fundo nacional de assistência social e por falta de projetos dos municípios, temos muito dinheiro parado, que precisa ser melhor investido”, informou. Já Delair Dumbrosck, presidente da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, questionou Maia sobre as emendas que estão no Congresso sobre o código penal: “essa questão merece discussão e a minha dúvida é como anda isso”. Em resposta, Maia disse: “a emenda sobre a redução de maior idade penal foi aprovada pela câmara em 2015, e agora, com intervenção, não temos condição de votar. Nós estamos tentando mudar o Estatuto da Criança e do Adolescente para, por meio dele, criar um novo cenário para os jovens infratores”. Mas não foi só segurança e educação que entraram na pauta do encontro, transporte e despoluição dos canais e lagoas da Barra da Tijuca também. Quando questionado por Luiz Igrejas, presidente da Associação dos Moradores e Amigos do Jardim Oceânico (AMAR) sobre as obras de continuidade do metrô para a Alvorada e a despoluição dos

canais, Rodrigo enfatizou: “nós não tínhamos outra alternativa se não aderir à recuperação fiscal, e para que consigamos investir nessas questões, deveríamos trazer à pauta a utilização dos royalties e, consequentemente, sua utilização para suprir demandas do transporte, por exemplo. Eu vou apresentar um projeto de lei para que discutamos em que condições esse novo ciclo de royalties que o Rio vai receber pode ser utilizado, ou pode ser preservado”.


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Edição 25

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