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em revista Edição 19

Novembro 2017

“Vai ter troco”

A AMARosas participa do Acorda, Rio e protesta contra o aumento do IPTU em uma manifestação que reuniu cerca de trinta associações. O movimento nasceu da indignação da sociedade civil organizada em ver a cidade tão abandonada. Confira.


CO LUNA DO O DI LO N

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Por Odilon Andrade

PASSEIO PELA NOSSA HISTÓRIA AMARosas luta e defende os nossos espaços públicos!

SEGURANÇA, PRESENÇA PERMANENTE NOS NOSSOS PENSAMENTOS.

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ossa história mostra que em nenhum momento a questão da segurança esteve distante dos objetivos da nossa associação! Temos que lamentar o fato de que já não residimos no paraíso que outrora buscamos. Quem pensa que assaltos, roubos, pequenos furtos são coisas novas na área se engana. Em 2 de abril de 2003, em concorrida reunião realizada no condomínio Rosa dos Mares, quando o síndico era o Sr. Alberto Castro Neves, visando atender uma demanda da nossa sociedade, considerando que moradores já haviam experimentado o desconforto de abordagens de todo tipo e, por conseguinte, exigiam providências das nossas autoridades, muito justamente convocamos o comandante do 31º. BPM, tenente-coronel Romão Vilaça, que estava acompanhado pelo subcomandante Cezar Lima. Além disso, contamos também com a presença do representante da Guarda Municipal, o inspetor Andrey. A reunião teve início com um agradecimento ao síndico, Sr. Alberto, pela acolhida aos presentes e um retrospecto sobre os graves problemas que estavam acontecendo no parque foi apresentado, focando na necessidade urgente de uma atuação preventiva por parte do poder público do Estado e do município, no Parque das Rosas.

Diante do exposto, o comandante Vilaça fez um relato sobre suas experiências no comando de outras unidades da Polícia Militar e da sua proposta à frente do comando do 31º. BPM. Disse que com a ajuda da comunidade faria com que o seu efetivo se multiplicasse significativamente.

O subcomandante César Lima informou que providências seriam tomadas para atender às reivindicações da comunidade do Parque das Rosas, dentre as quais a presença imediata de um policial militar, que atuaria das 12h às 22h, juntamente com a Guarda Municipal, na Avenida Mal. Henrique Lott, com maior frequência das patrulhas no quarteirão, atuando pelo sistema de Agenda Comunitária com viaturas e, também o POG – Policiamento Ostensivo Geral (Cosme e Damião). Os condomínios selecionados de comum acordo para controle e registros das respectivas passagens das viaturas foram os seguintes: Rosa do Sol, Rosa da Praia, Long Beach, Casablanca, Rosa dos Mares, Califórnia Park e Liberty Place.

Tudo combinado e acertado, o Parque das Rosas passou a ter a maior segurança pública ostensiva de todos os tempos, até que as rondas começaram a escassear gradativamente, o policiamento “POG” desapareceu do cenário Parque das Rosas e, logicamente, os questionamentos à corporação foram se acumulando e

nada de solução, até que fomos informados que a Agenda Comunitária não mais seria realizada, visto que o novo secretário de Segurança José Mariano Beltrame não concordava com tal projeto, visto que não era cabível à Polícia Militar do Rio de Janeiro prestar serviço para condomínios de gente rica! Durante 4 anos, aproximadamente, o Parque das Rosa viveu momentos de maior tranquilidade do que em qualquer outro tempo!

Agora, o Estado, muito espertamente, chancela um projeto denominado “presente”, Centro Presente, Lapa Presente e outros presentes que já estão sendo apresentados na nossa região, que visam colocar uma segurança um tanto quanto “capenga”, visto que os agentes policiais de folga, aposentados e outros terão limitações no conteúdo das atuações que lhes serão atribuídas. Tudo isso à custa de quem já paga impostos altíssimos, ou seja, o contribuinte. Com isso, os efetivos poderão prestar serviço em outras áreas. Está desse jeito!

Modelo do controle da Agenda Comunitária


PAPO LEGAL Esta é a nova seção da sua Revista, assinada pelo defensor público do IV Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, Marcos Lang, também morador do Parque das Rosas. Aqui, ele vai tratar de temas legais, esclarecer dúvidas e colaborar com toda a comunidade. Envie sugestões para marcoslang@ig.com.br.

EXPEDIENTE

Presidente: Cleo Pagliosa (Rosa dos Mares) Vice-Presidente: José Ivan Machado Junior (Four Seasons) Diretor Financeiro: Sylvio João Coutinho de Pinho (Rosa da Barra) Conselho fiscal - Presidente: Carlos Alberto Leite de Faria (Liberty Place) | 2º Titular: Odilon de Andrade (Rosa Maior) 3º Titular: Ricardo Jorge Araújo Raed (Four Seasons) 1º Suplente: Ilda Vianna (Rosa da Barra) 2º Suplente: Paulo Artur Costa (Four Seasons) Cosmopolitan Work Style Av. Jorn. Ricardo Marinho, 360 - Sala 222 Barra da Tijuca, RJ (21) 2143-4582 www.ama-rosas.com.br contato@ama-rosas.com.br

BARULHO DO VIZINHO Desde que me tornei síndico do Condomínio Palm Springs, recebi inúmeras reclamações de vizinhos descontentes; tais reclamações vão desde um quadro pendurado num hall social que serve a mais de uma unidade, até o xixi do animal doméstico feito em local indevido. Ao analisar cada questão, sempre tento utilizar o bom senso para que se venha a chegar a uma solução amigável e com o menor desgaste possível, até porque os envolvidos continuarão a conviver no mesmo espaço condominial.

Facilmente nos deparamos com a questão dos barulhos produzidos por um vizinho, desde crianças brincando em seus apartamentos até obras de reforma sendo realizadas. Óbvio que não é nada satisfatório o barulho alheio; acordar, ver televisão, estudar e dormir com barulhos alheios traz enorme desconforto e, não raro, reclamações, que devem ser minimizadas quando não solucionadas.

O grande problema existente é sabermos quando há realmente o uso indevido da propriedade e o que está dentro de uma razoabilidade normal da coexistência entre vizinhos.

Na esfera penal, pode haver a caracterização de uma contravenção, perturbação do trabalho e do sossego alheio ou perturbação da tranquilidade; podendo também caracterizar um crime ambiental, maus-tratos aos animais que acabam causando ruídos excessivos (animais presos em varandas); na verdade, cada caso deve ser analisado individualmente. Já na esfera civil, o barulho excessivo pode gerar danos morais e materiais, haja vista os danos à saúde e à vida do lesado. Neste tipo de ação judicial, o ofendido pode requerer tutela judicial no sentido de que os ruídos venham a cessar de imediato, sob pena de multa ao infrator.

Para finalizar, sempre é bom tentar-se a conciliação, principalmente quando o barulho diverso da normalidade é temporário, como o causado por obra no apartamento vizinho; para isso existe a primeira esfera de mediação que é a administrativa; se não houver acordo entre as partes, aí sim o judiciário deve ser consultado.

Diretor Executivo Paulo Roberto Mesquita Diretora Administrativa

Rebeca Maia Editora-Chefe

Tereza Dalmacio editora@grupocoruja.com Reportagem

Aldi Mafra | Debora Monken Estagiária de Jornalismo

Katharine Alves Fotografia

Lourrayne Lima Estagiário de Fotografia

Marcos Alcântara Revisão

Laila Silva Direção de arte

Rachel Sartori Diagramação

Marcília Almeida Design

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Síndicos e representantes do Paço das Rosas.

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ÃO à impunidade. NÃO ao descaso da Câmara Municipal. NÃO ao aumento do IPTU. NÃO ao abandono que a cidade vive. A sociedade civil organizada está unida, alerta e vai se fazer presente para lutar pelos direitos do cidadão. Com esse espírito de luta foi criado o movimento Acorda, Rio, reunindo cerca de 30 associações de bairros e câmaras comunitárias. No dia 27, domingo, o grupo se reuniu em fren-

te ao Hotel Copacabana Palace. “O movimento nasceu da indignação de todos cariocas e veio para fiscalizar, monitorar e denunciar os abusos e os descasos”, comentou o presidente da AMARosas, Cleo Pagliosa. Com cartazes cheios de fotos dos 31 vereadores que votaram a favor do aumento do imposto predial, os manifestantes gritaram palavras de

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NÃO!

ordem: “vai ter troco e não vamos mais votar em você”. Simbolicamente, esses vereadores foram enterrados na areia da praia. Já o carro de som entoava músicas históricas de protestos de Chico Buarque, Geraldo Vandré, entre outros.


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“Precisamos mostrar a esses vereadores o que é trabalhar para a sociedade. Eles não podem prejudicar a sociedade em benefício próprio. Desta forma, precisam ser chamados a atenção e nós vamos continuar realizando atos como esse. Na próxima eleição, não queremos ver nenhum desses 31 vereadores lá”, disse Delair Drumbrosck, presidente da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca (CCBT).

“Assim como o IPTU, as questões ambientais são sensíveis para a sociedade. A partir do momento que assumimos a responsabilidade de conduzir, de fiscalizar, de orientar quem colocamos para nos representar e em contrapartida vemos os vereadores não cumprindo seu papel, é nosso dever vir pra rua cobrar e exigir que as nossas questões sejam conhecidas. Não é possível que numa cidade como a nossa, que é a vitrine do Brasil, as pessoas não percebam que têm que participar desses movimentos. O Brasil passa por essas dificuldades, principalmente, essa crise ética devido à ausência da sociedade nesses processos de reivindicação”, comentou David Zee, vice-presidente da CCBT.


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Parque das Rosas


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“Pudemos acompanhar de perto o dia a dia da negociata, a troca de cargos para que o prefeito pudesse aprovar esse projeto. Nós entendemos que o vereador não tem que ser da base do governo. Garanto pra você que, a maioria dos eleitores que os colocaram lá não aprovaram o aumento. O objetivo do Acorda, Rio é mostrar para a população que esses 31 vereadores que aprovaram o projeto não merecem o nosso voto. Nós não vamos parar aqui, vamos cobrar até onde tivermos força. Agora lamento que a comunidade do Parque das Rosas não tenha comparecido. Somos quase 15 mil moradores e precisamos nos unir e lutar pelos nossos direitos”, disse Cleo Pagliosa, presidente da AMARosas.

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“Temos que estar presentes em todas as mobilizações e estamos aqui não só para os moradores do Parque das Rosas, mas para toda a sociedade. Não é mais cabível que elejamos representantes que defendam interesses exclusos de um prefeito que não tem se caracterizado como um líder capaz de solucionar os problemas da cidade e ainda convence seus pares na Câmara Municipal a votar em um aumento de IPTU absurdo. Algum desses foram na própria Câmara Comunitária dizer que iam votar a favor da sociedade e acabaram por votar nos interesses do prefeito”, falou Odilon Andrade, vice-presidente da AMARosas.

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“Isso tudo é para movimentar a sociedade, para que ela realmente busque seus direitos. Esses vereadores e prefeito que estão lá não nos representam, acabam não significando nada e apenas trabalhando em prol dos interesses próprios. Infelizmente, muitas pessoas estão acomodadas e dormindo em berço esplêndido. É muito importante que nos façamos presentes em qualquer um desses movimentos. Na hora que fugimos da política, por achá-la nojenta, abrimos espaço para que pessoas assim entrem e façam o que querem”, explicou Carlos Alberto Leite de Faria, diretor da AMARosas.

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“Estamos lutando por uma causa justa e todos precisam participar. Nos próximos eventos, eu espero contar com a presença de mais moradores do Parque das Rosas, pois precisamos ir pra rua cobrar de quem deveria resolver os nossos problemas e que, ao invés disso, se esconde e se aproveita do povo”, informou Ilda Vianna, diretora da AMARosas.


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Marilda Lopes da Costa, moradora de Copacabana, 80 anos, também insatisfeita com o trabalho dos vereadores, passeava pela orla e aderiu ao movimento: “eles têm que trabalhar para o povo, mas eles só usam o nosso dinheiro para o que não deve. Enquanto têm ajuda de custo exorbitante, nós suamos a camisa para ganhar o pouco que ganhamos”.


Francisco Maliolino (representando a AMASCO) levou a filha, Sofia (3 anos) para o ato realizado na Praia de Copacabana: “vim com ela para que, desde pequena, possa aprender que temos que lutar pelos nossos direitos e exercer a nossa cidadania o tempo inteiro, a vida inteira.

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tenente-coronel Sérgio do Carmo Schalioni passou o comando do 31º Batalhão da Polícia Militar para o tenente-coronel Wagner Mello. A solenidade, realizada no dia 17 de novembro, contou com a presença de oficiais civis e militares, representantes das associações de moradores e comerciais da região da Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes.

“Quando olho para trás, e vejo o 31º de quando cheguei e o 31º de agora, que está sendo entregue ao tenente-coronel, tenho a agradável sensação de dever cumprido”, disse Schalioni, ex-comandante do 31º BPM.

Para o tenente-coronel Mello, será um grande desafio na carreira. Como comandante e morador do Recreio, almeja realizar uma excelente gestão na região. Além de dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo tenente Schalioni, pretende aumentar o policiamento ostensivo em áreas com maior índice de criminalidade. Porém, somente conseguirá implantar se houver verba suficiente e se as viaturas do batalhão estiverem em condições, pois com as viaturas é possível fazer um patrulhamento mais eficaz. A declaração do comandante Mello vem de encontro ao desejo do presidente da AMARosas, Cleo Pagliosa, que esteve presente no evento, e espera que a nova gestão dê prosseguimento ao que foi desenvolvido pelo tenente Schalioni. “Eu acredito que ele vai dar continuidade ao que o Schalioni vem fazendo, sendo que cada um tem a sua particularidade. Apesar dos batalhões e delegacias estarem necessitados de um apoio maior do governo, eles trabalham com que podem. É realmente bastante precário o que eles têm de ajuda aqui. Mas cabe a nós, como sociedade civil organizada, pressionar o governo, para que eles tenham condição de trabalho”, comentou.

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“Estamos preparados para a Operação Verão. O 31º sempre recebeu um efetivo de suporte do CEFAP, e apoio de outras unidades operacionais, tanto da capital quanto das próprias instituições de ensino, o 3º BPB, que é o Batalhão dos Burocratas, ou seja, o pessoal da administração, também vem apoiar, principalmente nos fins de semana, já que há um aumento da população itinerante do Recreio e da Barra, tendo em vista a questão da praia”, explicou o tenente-coronel Mello.

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O tenente-coronel Mello informou também, que a Polícia Militar já está preparada para a operação verão. Segundo ele, neste período, o batalhão recebe o reforço de outras unidades operacionais, já que há um crescimento significativo da população itinerante na Barra e no Recreio, sobretudo nos fins de semana. E ainda respondeu ao administrador regional da Barra, Marco Almeida, que irá priorizar o entorno da Alvorada, por ser uma área com muito movimento, nesta época do ano.


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“COMO COMANDANTE E MORADOR DO RECREIO, ALMEJO REALIZAR UMA EXCELENTE GESTÃO NA REGIÃO. ALÉM DE DAR CONTINUIDADE AO TRABALHO DESENVOLVIDO PELO TENENTE SCHALIONI, PRETENDO AUMENTAR O POLICIAMENTO OSTENSIVO EM ÁREAS COM MAIOR ÍNDICE DE CRIMINALIDADE.” TENENTE-CORONEL MELLO


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GRUPAMENTO DE Busca e Salvamento

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1º GBS do Corpo de Bombeiros está sob novo comando. O tenente-coronel Douglas Henout assumiu o cargo no lugar do coronel Luciano Pacheco Sarmento. “Entrego o comando ao meu grande amigo e subcomandante tenente-coronel Henout, com o sentimento imenso de saudade. Mas com a consciência de dever cumprido, honrando aquilo que estabeleci durante meu comando com meus subordinados, para promover sempre o bem-estar da tropa e instrução do aprimoramento técnico”, disse coronel Luciano.

“Meu dever é dar prosseguimento ao trabalho do coronel Sarmento, com uma tropa altamente operacional e preparada para os desafios e ocorrências em todo estado”, afirmou o novo comandante Douglas Henout. O presidente da AMARosas, Cleo Pagliosa, prestigiou a solenidade de troca de comando e comentou: “a relação da associação com o GBS é bastante antiga. Quando era presidente do Conselho Comunitário de Segurança, fui o primeiro a trazer o GBS para as reuniões como membros natos e até hoje eles participam. Sou suspeito porque considero que

a tropa de elite do Corpo de Bombeiros é realmente fantástica. A escolha do novo comandante foi perfeita, já que ele está aqui há bastante tempo e tem bastante experiência”.


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ecentemente foi noticiado nos jornais um ataque de abelhas que um grupo sofreu próximo ao Canal de Marapendi. A fim de esclarecer algumas dúvidas para a população da região de como proceder caso tenha uma colmeia perto da sua casa ou na vizinhança, a reportagem foi buscar informação com um especialista, o apicultor Eugênio Lyssei.

Eugênio contou que o desequilíbrio ambiental, ocasionado pela diminuição do predador natural das abelhas, o desenvolvimento da região,

que aproximou a população da natureza, e o período de enxameação, por conta da floração, fez com que surgissem mais colmeias, aumentando a probabilidade de ocorrer um ataque nesta época.

Além desses fatores, o apicultor disse ainda que a falta de manutenção nas margens da lagoa, com lixo e vegetação alta, são uma ameaça a mais para a população, pois antigamente havia limpeza na área e um controle das colmeias, o que não acontece atualmente. Enquanto estávamos conversando, o apicul-

ABE LHAS

COLMEIAS: como lidar para evitar acidentes 22

tor recebeu diversas chamadas para retirada de enxames. Por isso é preciso ficar alerta, para não correr o risco de tomar uma ferroada, pois uma abelha não ataca sem motivo, somente quando se sente ameaçada. “A abelha ataca se houver vibração, barulho estridente ou cheiro forte de algum tipo de perfume ou desodorante que não goste”, explicou. Ele ainda instruiu que caso aconteça um ataque, o melhor a se fazer é correr e se distanciar ao máximo


ABE LHAS

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da colmeia, ou até mesmo se houver algum lugar com água para mergulhar. Ainda recomendou que ninguém tente retirar a colmeia do lugar dela, pois é perigoso. “O ideal é chamar uma pessoa que seja especialista para retirá-la. Nem mesmo os bombeiros são aconselháveis, porque eles normalmente exterminam a colmeia”, disse Eugênio. O apicultor, quando retira as colmeias, as leva primeiramente para um apiário, e depois para produzir o mel que tanto gostamos. Ele ainda esclareceu que a abelha tem um papel fundamental na polinização e no equilíbrio da natureza, por isso a importância de manter o controle das abelhas no meio ambiente sem exterminá-las.

Síndicos e representantes do Paço das Rosas.


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NO T I NHAS

Poder público A Cedae esteve no Parque das Rosas para solucionar um vazamento na Marechal Henrique Lott, em frente ao número 270.

Não foi só a Cedae que visitou o condomínio para fazer reparos, a Rio Luz, dando continuidade ao trabalho de restauração da calçada em frente ao Akxe, instalou um holofote na Dulcídio Cardoso.

Balsa A parceria entre AMARosas, Comissão de Transportes e Ecobalsas rende frutos. Os alunos da escola Sergio Buarque de Holanda, vizinha ao condomínio, fizeram um passeio de balsas pelo Canal de Marapendi. Além do passeio, os alunos tiveram a oportunidade de entender a importância do meio ambiente na vida dos seres humanos.

Cultura Cerca de 50 moradores do Parque das Rosas tiveram o privilégio de assistirem, gratuitamente, o espetáculo “Cão sem plumas”, de Débora Colker. Para ganhar entradas gratuitas para atividades culturais, se cadastre no e-mail: contato@ama-rosas.com.br.


já desponta

E

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ANO NO VO

2018

m breve será um novo ano e para maioria é impossível olhar pra frente sem ter uma pontinha de esperança de dias melhores, em buscar mudanças e deixar para traz o que não foi bom.

É fato que 2017 foi difícil, mas a proximidade do Réveillon cria uma aura mais iluminada, de abraço forte, de tapa nas costas: quase uma amnésia coletiva. Uns dirão que brasileiro é alienado, outros, que brasileiro sabe viver. Mas há uma terceira opção: precisamos de pausa, para refletir, descansar, relaxar e acreditar em dias melhores. Cada qual com o seu balanço pessoal. Mas há o balanço coletivo, aquele que passa pelo clamor da população. E o presenciamos na mídia, nas ruas e aqui mesmo, no Parque das Rosas.

Beriam Augusta de Carvalho (Rosa dos Ventos) é daquelas que sonha com um 2018 diferente: “2017 foi bom, mas em 2018 não só eu, mas a população, quer que a cambada de Brasília saia e entrem pessoas realmente compromissadas em trazer mais tranquilidade para o povo. Que seja um período em que tenhamos mais segurança e saúde, que é o que realmente importa”.

Antonio Carlos Avelar (Rosa dos Ventos) é militar da Marinha e está na reserva há 5 meses: “em resumo, foi um ano bom, mas depois de 32 anos da minha vida trabalhando, entrei para a reserva. Agora, meu sonho é que em 2018 essa crise passe e eu consiga voltar à ativa como piloto de helicóptero. Gostaria de prestar esse serviço para alguma empresa que tenha contrato com a Petrobras”.

Marco Fiore (Califórnia Park) destaca: “foram meses bons profissionalmente falando, pois consegui alcançar meus objetivos. Já para a nova temporada, penso em trocar de emprego, evoluir profissionalmente e academicamente. Pretendo fazer minha pós em Gestão de Projetos também”.


NO NO NO NO NO NO

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ANO NO VO

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“PARA GANHAR UM ANO NOVO QUE MEREÇA ESTE NOME, VOCÊ, MEU CARO, TEM DE MERECÊ-LO, TEM DE FAZÊ-LO NOVO, EU SEI QUE NÃO É FÁCIL, MAS TENTE, EXPERIMENTE, CONSCIENTE. É DENTRO DE VOCÊ QUE O ANO NOVO COCHILA E ESPERA DESDE SEMPRE.” CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Marina Santiago Costa (Rosa dos Mares) confessa que seu 2017 foi tranquilo: “Não tive grandes emoções. Já para o próximo ano, com as eleições, espero que entrem políticos que não pensem no benefício próprio, mas no comum. Ainda tenho esperança que existam pessoas decentes que possam assumir esses cargos”.

Vânia Guimarães (Liberty) é outra que não reclama de 2017 e conta que dentro de todos os contextos, o que fica são os momentos positivos: “eu prefiro esquecer os negativos. A esperança é que ano que vem seja melhor e que os administradores eleitos cumpram com seus deveres perante a sociedade e a população”.

Roberta Ariadne (Rosa dos Mares), que é natural de Goiás, ressalta que foi um período de mudanças. “Vivo no Rio desde 2016, vim para cá a trabalho. Estou adorando. Pretendo, em 2018, conseguir realizar muito mais. No meio do ano não poderá faltar o tão sonhado título da nossa seleção no mundial de futebol”.


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Revista AMARosas  
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Edição 19

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