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em revista Edição 12

Abril 2017

Associação renovada Novos diretores e equipe em sintonia e focada em um único objetivo: buscar mais qualidade de vida para o Parque das Rosas.

EDIÇÃO ESPECIAL

A sua revista completa um ano. Nesses doze meses, o morador deu sua opinião, marcou presença e fez bonito. Confira.


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CO LUNA DO O D I LO N

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PASSEIO PELA NOSSA HISTÓRIA AMARosas luta e defende os nossos espaços públicos!

Por Odilon Andrade

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ara darmos uma trégua aos capítulos sobre as obras de recapeamento asfáltico, não podíamos deixar de registrar o grande trabalho que foi realizado na Av. Marechal Henrique Lott, objeto de vários encontros e reuniões com o atual deputado estadual Carlos Osório, que na época era o secretário municipal de Conservação no governo do então prefeito Eduardo Paes. Entretanto, Osório desligou-se do cargo e novas tratativas tiveram início com o novo secretário de Conservação, Marcus Belchior, que nos foi apresentado pelo então subprefeito Tiago Mohamed. Belchior entendeu que nosso pleito era mais do que justo, considerando que o desgaste do asfalto de quase

30 anos gerava grande desconforto para todos que trafegavam pela importante via.

Por fim, em 15 de novembro de 2013, a subprefeitura da Barra enviou um e-mail comunicando que a fresagem do asfalto desgastado começaria, e em seguida, iniciaria o reasfaltamento da Av. Mal. Henrique Lott. Era o início da campanha do governo municipal, “Asfalto Liso”, que contemplaria o reasfaltamento de inúmeras ruas e avenidas do município. Mais uma vez, a AMARosas, na sua luta incessante por melhor qualidade de vida, fazia com que o poder público realizasse no nosso querido Parque das Rosas as obras de que necessitávamos.

Complementando este capítulo da nossa história, registramos a conquista de dois speed table, um em frente à Câmara Comunitária da Barra e o outro na Av. Prefeito Dulcídio Cardoso, em frente ao número 2.920, que proporcionaria mais segurança para a travessia de pedestres em geral e os especiais, a turma da Terceirona, que se reunia no aconchegante parquinho à margem da ciclovia do Canal de Marapendi, e, diga-se de passagem, estão deixando saudades. Mais histórias no próximo número!


AMAROSAS e você ESTÁCIO DE SÁ

Foto: Hilton Ribeiro

Com o fechamento do campus do Parque das Rosas e o término das aulas de natação, a piscina virou um criadouro de mosquito. Muitos moradores procuraram a associação para reclamar, relatando a preocupação com a dengue e outras doenças. Informamos que a piscina foi limpa. Mas, atenção, com as chuvas dos últimos dias é possível que volte a juntar água. Estamos atentos e a saúde pública do município está monitorando o local.

COMLURB A empresa, dentro de suas possibilidades faz a capina uma vez por mês, porém é insuficiente para manter a praça bonita como o morador deseja. Assim, a associação está à procura de uma empresa que se disponha a adotar o espaço. Para quem não sabe, a Fundação Parques e Jardins tem um projeto, desde 1998, que permite que pessoas ou empresas adotem espaços públicos da cidade. Para adotar um espaço público, a empresa interessada deve enviar à Fundação Parques e Jardins uma carta de intenções apontando o lugar em vista, cópias do documento do contrato social, CNPJ e documento de identidade e CPF do representante legal.

EXPEDIENTE

Presidente: Cleo Pagliosa (Rosa dos Mares) | Vice-Presidente: José Ivan Machado Junior (Four Seasons) | Diretor Financeiro: Sylvio João Coutinho de Pinho (Rosa da Barra) Diretores Adjuntos: Rodrigo Jabur Ferreira França (Rosa Viva) e Rodolpho Theil (Rosa da Praia) Conselho fiscal - Presidente: Carlos Alberto Leite de Faria (Liberty Place) | 2º Titular: Odilon de Andrade (Rosa Maior) 3º Titular: Ricardo Jorge Araújo Raed (Four Seasons) 1º Suplente: Ilda Vianna (Rosa da Barra) | 2º Suplente: Paulo Artur Costa (Four Seasons) Cosmopolitan Work Style Av. Jorn. Ricardo Marinho, 360 - Sala 222 Barra da Tijuca, RJ (21) 2143-4582 www.ama-rosas.com.br contato@ama-rosas.com.br

Diretor Executivo Paulo Roberto Mesquita Diretora Administrativa Rebeca Maia Editora-Chefe Tereza Dalmacio editora@grupocoruja.com Reportagem Aldi Mafra | Guilherme Cosenza Sandro Miranda Estagiária de Jornalismo Katharine Alves Fotografia Lourrayne Lima Estagiário de Fotografia Marcos Alcântara Revisão Laila Silva Direção de arte Rachel Sartori Diagramação Marcília Almeida Design Allan Nascimento Comercial (21) 3471-6799


Foto: Hilton Ribeiro

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DI RE T O RI A

AMAROSAS renovada

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diretoria da associação se reúne rotineiramente para discutir ações para a melhoria da qualidade de vida do Parque das Rosas. No último encontro, além da pauta, ficou registrado o ingresso de mais dois membros na diretoria: Rodrigo Jabur Ferreira França (Rosa Viva) e Rodolpho Theil (Rosa da Praia). Além disso, foi lembrado que a Revista completa um ano de existência.

Sylvio João Coutinho de Pinho, diretor financeiro da AMARosas; Rodrigo Jabur Ferreira França, síndico do Rosa Viva é um dos mais novos diretores da associação; Paulo Artur Costa, representante do Conselho Fiscal; Carlos Alberto Leite de Faria, presidente do Conselho Fiscal; Cleo Pagliosa, presidente da AMARosas e Odilon Andrade, membro do Conselho Fiscal.


DI RE T O RI A

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Carlos Alberto Leite de Faria, presidente do Conselho Fiscal da AMARosas, tem 5 anos de diretoria e avalia a chegada dos novos diretores como excelente: “é uma associação que precisa de renovação. Vale destacar que o nosso trabalho é comunitário e quanto mais a comunidade estiver integrada, maior será o resultado que iremos alcançar. A nossa busca é exatamente o bem-estar comunitário”.

Sylvio João Coutinho de Pinho, diretor financeiro, é morador há 20 anos do Parque das Rosas e faz um balanço da atuação da AMARosas: “eu tenho um histórico profissional voltado para o trabalho em equipe. Aliás, atuei como bancário durante 32 anos. Então, quando comecei na associação, éramos poucas pessoas à frente, e hoje com a chegada de figuras novas, só faz com que a nossa força aumente a cada dia mais. Afinal, não adianta administrar os prédios e não se preocupar com o entorno”.

Rodrigo Jabur Ferreira França chega para somar com a associação: “a minha contribuição será a de ter um olhar mais jovem para o trabalho da associação, avaliar o que vem sendo feito e trazer novas ideias. Vale ressaltar que vamos dar continuidade aos projetos e eu ajudarei como posso. Aliás, nossa comunidade precisa de novos voluntários e pessoas mais participativas para que possamos evoluir”.

Odilon Andrade, membro do Conselho Fiscal da associação, descreve como importante a chegada de duas novas pessoas para a AMARosas: “que cheguem outros! A associação não pode parar. Desde a sua criação, em 1997, nos unimos por termos em comum o inconformismo. Aliás, o Parque das Rosas sempre sofreu com algumas carências, como praças malcuidadas, avenidas esburacadas, Canal de Marapendi horroroso. Por isso, alguém teria que se posicionar e iniciar um trabalho de cobrança perante os órgãos públicos, para que eles se fizessem presentes e mais efetivos nos trabalhos do condomínio”. Cleo Pagliosa, presidente da AMARosas, fez questão de agradecer a parceria de todos até agora, principalmente de Odilon, seu antecessor: “procuramos dar continuidade ao trabalho do Odilon e colocar em prática tudo o que ele nos ensinou. Aqui trabalhamos voluntariamente e seria interessante que o morador reconhecesse o trabalho do grupo, que nada mais é do que seu representante. Estamos todos buscando soluções para os problemas, mas nem sempre eles podem ser resolvidos. Estávamos sentindo a necessidade de renovação e sabemos que temos síndicos jovens com os mais variados tipos de formação, que podem, e muito, agregar ao nosso trabalho”.


Nesta edição comemorativa, fazemos uma pequena retrospectiva. Pinçamos um morador entrevistado de cada número. Gente que ama esse lugar e representa muito bem o Parque das Rosas.

1 ano

com voce

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ANI VE RS Á RI O

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m abril de 2016, a AMARosas lançou a Revista AMARosas, que chega à casa do morador. A equipe de reportagem sempre buscou ouvir as pessoas que escolheram essa parte da Barra para morar. Falamos das alegrias de se viver na área mais charmosa do bairro, registramos problemas, corremos atrás do poder público para dar solução às queixas apresentadas e estamos atentos a você.

Teresa Guimarães (Los Angeles) acha excelente e acredita que as pessoas devem dar mais atenção aos produtos orgânicos e ingerir produtos mais saudáveis. Ela tem restrições ao leite e enxerga a alimentação orgânica como uma solução.

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Maria José Grimberg (Rosa da Praia) mora há 30 anos no Parque das Rosas e utiliza o serviço desde que esse começou a operar. “A iniciativa foi maravilhosa, sem contar que o passeio é lindo e gratuito. Essa balsa facilita bastante a locomoção”, afirma.

A Associação Moradores e Amigos do Parque das Rosas amplia a sua comunicação e lança uma revista para toda a comunidade. A ideia é retratar o estilo de vida desse espaço charmoso da Barra da Tijuca e aproximar ainda mais o morador da AMARosas. O presidente da associação, Cleo Pagliosa, recebeu síndicos e amigos da comunidade, entre eles os síndicos dos prédios Palm Springs, Varanda das Rosas, Liberty Place, Los Angeles, Rosa da Barra e Rosa Maior para o lançamento da Revista.


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Renata Mund (Casablanca) é dona de Boss, seu golden serelepe. “É lamentável ver como algumas pessoas não respeitam o espaço dos outros. Quando passeio com meu cachorro, sempre vejo fezes pelas calçadas, onde passam centenas de pessoas diariamente”, relata.

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Para Marcos Ravanini (Califórnia Park), caminhar pela ciclovia do Parque das Rosas é muito saudável: “é uma experiência muito bacana. Aliás, esse é um espaço que nos aproxima da natureza. Sem contar que fazer exercício é uma prática saudável para o corpo e para a mente. Por meio dela liberamos endorfina e espantamos a tristeza”.


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Gilda Baptista Lopes (Rosa dos Mares) não é fã do inverno e, para ela, a chegada da primavera é um alívio: “as flores trazem alegria, os dias ficam mais bonitos, o calor dá uma trégua e o frio também não é rigoroso; há um equilíbrio”.

José Carlos, morador do Liberty Place, conta que sua filha trabalha no centro e pega frequentemente o metrô, fazendo sempre muitos elogios ao transporte: “essa se tornou a melhor opção para chegar ao centro e zona sul”.

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Morador do Rosa do Sol, o casal Paulo e Daniela Lossio tomou conhecimento da existência da associação assim que chegaram no Parque das Rosas, há 10 anos. “Acho muito válido o trabalho da AMARosas e penso que todos os condomínios poderiam se associar. Eu e minha família estamos muito satisfeitos em morar aqui”, explicaram.

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Denise Darzi, moradora do Liberty Place há 24 anos, afirma estar muito satisfeita com o local e não consegue se imaginar morando em outro lugar. Ela desfruta o ambiente fazendo caminhadas diariamente: “é muito bom, porque além de me exercitar, eu consigo manter o contato com a natureza”.

Edição

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as AMARos em revista

É bom viver aqui

das Rosas Moradores do Parque pelo pedaço mais falam do seu amor Confira. charmoso da Barra.

Janeiro 2017

Segurança e metrô da Barra A comun idade se reúne na CCBT para os discuti r dois assunt import antes para toda a região.

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Moradora do Rosa dos Ventos, Neusa Miranda elogia a convivência com os vizinhos, afirmando que há boa relação com todos. O lazer da região também é um atrativo para ela: “a praça, com atividades e exercícios, é uma excelente opção para a terceira idade, além dos muitos cinemas pela região, que eu adoro”. Ela ainda deixa um recado para todos: “neste novo ano que acabou de nascer, desejo que surjam pessoas para mudar a atual situação do país”.

Maria Antonieta Furtado Gonçalves (Rosa do Sol), aos 85 anos, malha todo dia e diz: “tenho a saúde em dia, graças a Deus”. Embora more no Parque das Rosas há 8 anos, ela só conheceu a feira há alguns meses. “Eu acho um pecado ainda existir produtores que utilizem químicas e agrotóxicos para cultivar os alimentos. Os orgânicos são muito gostosos, o queijo, por exemplo é uma delícia”, explica.

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O PI NI Ã O

Polêmica: você é CONTRA OU A 12 FAVOR? Fotos: Hilton Ribeiro

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s árvores são sempre bem-vindas, pois além de deixar o ambiente mais vivo, arejam o ambiente e deixam as cidades humanizadas. Certo? Sim ou não?

Aqui, no Parque das Rosas, há várias amendoeiras e muita gente tem reclamado que essa espécie suja muito as ruas, pois os seus frutos caem com facilidade, danificando carros, e se cair na cabeça de alguém pode causar danos. Elas crescem bastante e as suas raízes quebram as calçadas. Na época de chuvas, as folhas entopem os bueiros e acabam enchendo as ruas.

E você, morador, o que acha? As amendoeiras devem ficar ou não? A reportagem ouviu alguns moradores, mas queremos também ouvir a sua opinião. Escreva para contatoamarosas@gmail.com. A AMARosas tem um projeto desenvolvido pela Fundação Parques e Jardins, chamado “PROJETO MANEJO”, que consiste a cada seis meses substituir as 6 espécies de maior risco, por ipê ou pau-brasil. Porém, apesar de o projeto ter sido desenvolvido pela FPJ, há muita resistência na execução do projeto. Precisamos de uma adesão completa dos moradores para executar o projeto sem agredir o meio ambiente, pois em 5 anos teríamos um Parque das Rosas florido e menos agressivo.

Ana Maria de Carvalho (Rosa da Praia) diz que muitos moradores ficam receosos ao passarem pelas ruas do Parque das Rosas: “ficamos com medo de que caiam na nossa cabeça. Mas temos que pensar que elas já existiam antes de muitos de nós virmos pra cá. É preciso estudar uma solução para essa situação”.

Andrea Foti (Califórnia Park) pensa que uma manutenção regular resolveria não só a questão da segurança, mas também a limpeza do condomínio: “a verdade é que elas sujam muito o chão”.

Cristiane Dias (Long Beach) admite que sua preocupação no que se refere às amendoeiras é a luminosidade das vias: “elas escurecem muito a nossa região, o que traz muita insegurança para nós, moradores. Creio que o que resolveria essa questão seria uma melhor manutenção das árvores”.


O PI NI Ã O

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Victor Filizzola (Rosa Maior) mora há 35 anos no Parque das Rosas e opina que as amendoeiras deveriam ser retiradas das ruas do condomínio: “elas entopem os bueiros, levantam o meio-fio e caem na cabeça das pessoas que passam por aqui. Minha sugestão seria colocar outro tipo de árvore no lugar”.

Reginaldo Luciano (Rosa dos Mares) ressalta: “essa árvore tem muitas folhas e sua raiz é bem extensa, o que acaba danificando as nossas calçadas. Penso que o ideal seria trazer alternativas para que elas não cresçam tanto. Talvez algo também ao redor da raiz poderia controlar o crescimento”.

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Amigo do Parque das Rosas Viver aqui é bom e pode ficar melhor sempre com a sua colaboração. Cuide e proteja o lugar que escolheu para morar.

Por favor, informe para a associação qualquer problema que encontrar nas ruas e avenidas: lâmpada queimada, lixo nas calçadas, buracos na pista. E o estado da ciclovia? Das margens do canal?

Enfim, fotografe, registre e denuncie. Mande as informações por e-mail, que a AMARosas vai buscar a solução junto ao poder público. contato@ama-rosas.com.br

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m abril de 2017, o defensor público Marcos Lang foi eleito síndico do Palm Springs pelos próximos dois anos. A votação foi bastante expressiva – ele recebeu nada menos que 80 votos, contra 19 do outro candidato. A confiança dos moradores tem explicação em dois pontos principais: o projeto contundente apresentado para o condomínio e a insatisfação com a antiga diretoria. No desafio de reconduzir o Palm Springs – e seus 168 apartamentos – aos dias mais gloriosos, quando o local chegou a servir de locação para novelas globais, Marcos Lang

conta com o apoio de Hélio Fernandes, presidente do conselho e síndico entre 2007 e 2009. “Fiz questão que o Hélio viesse, pois nós estamos fazendo um trabalho em conjunto: o síndico junto com os conselheiros”, destaca. Ano passado, Hélio deixou o conselho justamente por não admitir certas atitudes que vinham acontecendo.

De acordo com a nova administração, o prédio ficou muito abandonado nos últimos anos. A manutenção era muito precária. Uma das primeiras medidas ao tomar posse foi diminuir o excesso de funcionários, que implicava em uma taxa muito

CO NDO M Í NI O

PALM SPRINGS

alta para os condôminos. Este, no entanto, foi apenas o primeiro passo de muitas ações que precisam ser tomadas.

Casado, pai de dois filhos e morador desde 2011, Marcos Lang revela que não era a sua primeira intenção ser síndico do prédio. Mas o desejo de ajudar falou mais alto. “Sou defensor público no 4º Tribunal de Júri da Capital, tenho a minha agenda bastante concorrida, mas temos que dar a nossa contribuição. É o local onde moro, onde moram meus amigos, meus filhos, e onde eu quero que eles cresçam”, afirmou o tijucano de nascença, que adotou a Barra no coração.

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17 Confira um bate-bola com Marcos Lang: UM BOM LUGAR PARA MORAR: “Aqui nós temos uma boa segurança, um comércio vasto, uma área com diversos bares e restaurantes, teatros, ou seja, tudo próximo. Temos uma estrutura invejável de ônibus, de balsa, fácil acesso ao Village Mall, ao BarraShopping e saída pela Linha Amarela. Agora temos um BRT na porta de casa. Então, eu não quero sair daqui, quero participar ativamente da recuperação do Palm Springs,


PARCERIAS COM OUTROS CONDOMÍNIOS: “Já troquei informações com o pessoal do Liberty e do Califórnia, tenho mantido contato com o pessoal do Four Seasons e do Varandas, para que a gente possa tentar fechar com as mesmas empresas, a fim de baratear custos. Se a gente conseguir negociar juntos com a mesma empresa de educação física, por exemplo, ou de ônibus, balsa e outros, quem sabe a gente não consiga um preço mais interessante para todos?”. MÃOS À OBRA: “Estamos com um projeto para aumentar a academia e melhor alocar os aparelhos. Nos últimos quinze dias também finalizamos o que faltava fazer na quadra, como as traves, que o ex-síndico não deixou pagas. A

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inauguração foi com um futebolzinho entre o nosso time de garotos de 12 anos e o do Califórnia, sob a responsabilidade do professor Claudio, que será contratado para administrar a nossa academia”.

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e até do Parque das Rosas. Quero fazer o que eu puder pela região”.

LAZER PARA AS CRIANÇAS: “A gente está não só focando nessa área da quadra, também compramos um pula-pula para as crianças, porque o ex-síndico deixou o antigo se deteriorar com o tempo,


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deixam seus filhos descerem. Então, a gente também está querendo pensar em uma troca paulatina (de dois em dois) – já que não é possível trocar os seis de uma vez”.

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e já pedimos orçamento para trocar o piso do parquinho e comprar novos brinquedos”.

NOVA FACHADA: “Nós não temos capacidade de mudar ainda a frente toda do prédio, porque é muito grande e foi orçada em R$ 150 mil. Mas nós temos o objetivo de, desde já, trocar pelo menos as cancelas,

para que a gente possa ter o acesso de veículos melhor administrado. NOVOS ELEVADORES: “Outras coisas que estão em petição de miséria no nosso prédio são os elevadores. Nossos elevadores estão completamente obsoletos, e estão enguiçando praticamente todo dia. Isto traz um grande desconforto para os idosos e para os pais que

BOAS PERSPECTIVAS PARA O FUTURO: “É óbvio que a gente não pode, por conta de uma prioridade máxima, esquecer das médias e mínimas. Porém, a gente tem que tentar andar com elas em paralelo. Então, eu peço aos condôminos do Palm Springs que tenham um pouco de calma, que tudo vai acontecer a seu tempo e hora. Na reunião do dia 26 de abril, nós vamos apresentar a previsão orçamentária do próximo ano e também o que já fizemos neste primeiro mês. Eu tenho certeza que vai surpreender muita gente, porque em 15 dias nós já fizemos mais do que os dois últimos síndicos fizeram em quatro anos”.

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Revista AMARosas  

Edição 12

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