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Relat贸rio Anual | 2008


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Relatório Anual

Grupo Promon O Grupo Promon viveu em 2008 um ano de forte crescimento no volume de atividades em todas as suas áreas de atuação. Bem-posicionado, soube aproveitar as oportunidades geradas pelo ambiente de vigoroso crescimento econômico do Brasil, particularmente até o terceiro trimestre do ano. Nesse contexto, aumentou a demanda por investimentos em infraestrutura, serviços e expansão da capacidade produtiva de indústrias dos mais diversos setores – um ambiente muito favorável para os negócios da Promon. Reconhecida por suas competências técnicas, profissionais e de gerenciamento, e com um portfólio de ofertas bem-estruturado, a companhia fortaleceu a sua carteira de clientes e de contratos.


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Relatório Anual

C

onsiderando o conjunto agregado de seus negócios, o Grupo Promon contabilizou, em 2008, uma receita bruta de R$852,8 milhões. O lucro líquido foi de R$137,8 milhões, já deduzidos R$19,8 milhões para distribuição como participações aos administradores e funcionários. O expressivo lucro líquido registrado em 2008 deve-se aos bons resultados operacionais de todas as empresas do grupo, a resultados financeiros, inclusive cambiais, e a resultados não operacionais advindos da transação realizada com o Logicalis Group, visando à constituição da PromonLogicalis Latin America Limited. Esse lucro proporcionou aos acionistas um retorno da ordem de 117% no período. O Grupo apresenta sólida posição patrimonial e financeira, com patrimônio líquido de R$212,5 milhões no final do exercício. Em 2008 manteve-se fiel à sua estratégia de elevada liquidez e baixo endividamento, que proporciona tranquilidade para enfrentar as turbulências globais. Os investimentos

Receita

Investimentos

Lucro líquido

(valores em milhões de reais)

(valores em milhões de reais)

852,8 549,6

realizados pela Promon em 2008 foram da ordem de R$63 milhões, destinados principalmente à capacitação das equipes, ao desenvolvimento tecnológico e a novos negócios. O ano de 2008 marcou também mais um movimento de transformação da Promon – um exercício ao qual ela se dedica desde que foi criada em 1960, de forma a manterse sintonizada com as exigências de seu tempo. A fim de potencializar a capacidade de capturar oportunidades nos diversos setores em que está presente, iniciou o processo de implantação de uma estrutura organizacional e de governança que confere maior autonomia às entidades que compõem o Grupo. Assim, a Promon S.A., que tradicionalmente exercia, de forma direta, papel de direção em relação aos negócios, passa a ter uma atuação típica de holding. Sob esse guarda-chuva, cada uma das empresas por meio das quais o Grupo desenvolve suas atividades conta com equipes e estruturas gerenciais próprias.

137,8

Desenvolvimento tecnológico

21%

578,4

Capacitação Infraestrutura

54,6

Novos negócios

30,0 2006

2007

2008

Fonte: Demonstrações financeiras

2006

2007

2008

41%

19%

Fonte: Demonstrações financeiras

19% Total: R$63 milhões Fonte: Relatórios gerenciais

Grupo Promon

Fundação Promon de Previdência Social Instituto de Tecnologia Promon

Profissionais Acionistas

Promon S.A.

Instituto Razão Social

PromonLogicalis

Promon Engenharia

Trópico

Promon Novos Negócios


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Relatório Anual

Subsidiária integral da Promon S.A., a Promon Engenharia atua no mercado de engenharia, focando os setores estratégicos de óleo e gás, mineração e metalurgia, energia elétrica, química e petroquímica e meio ambiente. A antiga Promon Tecnologia, dedicada à integração de sistemas no mercado de tecnologia da informação e comunicação, associou-se, em abril de 2008, à companhia de capital britânico Logicalis Group, divisão da Datatec Limited, para criar a PromonLogicalis Latin America Limited. A Promon S.A. passou a deter 30% do capital da nova empresa, mas mantém a responsabilidade integral por sua gestão. Acelera, assim, sua estratégia de atuação regional estabelecendo forte presença na América Latina, na área tecnológica. A Promon S.A. é, ainda, acionista controladora da Trópico, joint venture entre a Promon S.A., que detém 60% de seu capital, a Fundação CPqD (30%) e a Cisco Systems (10%), que atua no desenvolvimento de software e hardware para operadoras de telecomunicações. Fazem parte ainda do Grupo a Fundação Promon de Previdência Social, o Instituto de Tecnologia Promon e o Instituto Razão Social, este em conjunto com dois outros sócios mantenedores – Gerdau e Instituto Camargo Corrêa – e contando com a parceria tecnológica da IBM Brasil. Adicionalmente às atividades tradicionais, em 2008 a Promon S.A. criou a Promon Novos Negócios. Com uma história pontuada por ações empreendedoras, o Grupo decidiu canalizar esforços para essa vocação, a fim de estimular o processo de inovação e desenvolvimento de novos empreendimentos em setores associados à infraestrutura, em que concentra uma gama ampla de conhecimentos e competências. A nova área já estabeleceu parcerias com importantes atores do universo de investimentos e já identifica interessantes oportunidades de atuação. O crescimento dos negócios das empresas do Grupo demandou um aumento expressivo do efetivo em 2008, elevando o contingente de funcionários, no encerramento do

período, a 1.600 profissionais, aqui incluídos cerca de 300 que atuam em outros países da América Latina. Recrutar um grande número de profissionais e, ao mesmo tempo, reter os talentos da casa num momento de mercado aquecido tornaram especialmente desafiadora a gestão de recursos humanos. A Promon foi bem-sucedida nessas tarefas, assim como na de promover a integração dos novos funcionários em um ambiente organizacional alicerçado no conceito de comunidade de profissionais, que compartilha a responsabilidade pelos destinos da companhia e alimenta os princípios, valores e práticas que moldam a sua cultura. A Promon continuou avançando no reconhecimento por seus profissionais e pelo mercado como um excelente lugar para se trabalhar e como uma empresa de referência em gestão de pessoas. Pela 12ª vez consecutiva, obteve posição de destaque nos rankings “As melhores empresas para trabalhar no Brasil”, do Great Place to Work Institute/Época Negócios, e “As melhores empresas para você trabalhar”, do Guia Exame-Você S.A./FIA-USP. Além disso, ficou entre as dez primeiras colocadas entre “Os 50 RHs mais admirados”, da revista Gestão RH. Ano a ano, a Promon vem avançando em sua determinação de fazer do compromisso socioambiental não apenas um conjunto de princípios, valores e regras a serem respeitados, mas um elemento estruturador de seus negócios e atividades, parte integrante de seu planejamento estratégico. Em 2008, novos passos foram dados nessa direção no âmbito dos negócios, por meio de ações realizadas pela Promon Engenharia e pela PromonLogicalis. No âmbito dos investimentos e ações sociais, a Promon priorizou, como em outros anos, projetos e iniciativas na área da educação, por considerar que ela é um nutriente essencial do desenvolvimento da sociedade e do país. Os esforços se expressaram nas atividades do Instituto Razão Social, no apoio


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Relatório Anual

financeiro a projetos de organizações não governamentais (ONGs), como a Ação Comunitária e a Casa do Zezinho, e na mobilização de seus profissionais em ações realizadas no contexto do Programa de Voluntários, tais como a participação em projetos da ONG Junior Achievement voltados à preparação de jovens para o mercado de trabalho. Vale ainda mencionar o envolvimento da Promon na busca pela concretização da principal missão da Fundação Nacional da Qualidade, que é disseminar as melhores práticas de gestão nas organizações brasileiras de qualquer tamanho, públicas e privadas. Entende-se que essas práticas implicam a adoção de um conjunto de princípios que não apenas tornam as organizações mais competitivas, mas também mais integradas a um desenvolvimento harmônico da sociedade e do meio ambiente. Entre outros, o Grupo Promon é signatário do Pacto Global da Organização das Nações Unidas e do Compromisso Todos pela Educação, além de se alinhar com movimentos como o Nossa São Paulo: Outra Cidade. Ele vem evoluindo continuamente em suas práticas, tendo atingido estágio de benchmark em vários dos indicadores do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social. Em 2008, pelo terceiro ano consecutivo, foi destaque no Guia Exame de Sustentabilidade como empresa de referência no tema. Se foram várias as mudanças promovidas ao longo de 2008, permanecem inalterados os elementos que estão na essência da Promon: os princípios e valores que moldam a sua cultura; a competência profissional alicerçada numa equipe altamente qualificada, motivada e comprometida com o futuro do Grupo; o modelo acionário que concentra nas mãos dos próprios profissionais a totalidade das ações da companhia; a sustentabilidade como um elemento definidor da estratégia de negócios; e um espírito aberto e inquieto, característico daqueles que buscam se renovar permanentemente. A busca da excelência, concepção estratégica sempre presente na história da Promon, que a levou à conquista do Prêmio Nacional da Qualidade em 2007, é resultado do processo e do compromisso interno já maduro com a qualidade das soluções que concebe e dos serviços que executa, com a seleção e desenvolvimento de seus profissionais, com a preocupação com sua qualidade de vida, com a constante busca pelos mais elevados padrões técnicos e com o tipo de relacionamento que constrói com seus clientes e parceiros e com a sociedade. Os reflexos da crise global no Brasil serão mais intensos em 2009, revertendo a curva de crescimento da economia e impactando fortemente vários setores em que o Grupo atua. A Promon está atenta a esse cenário, mas tem sólidas razões para encarar o futuro com serenidade. Conta com uma saudável carteira de contratos, que deverá assegurar em 2009 um volume de receitas equivalente ao registrado em 2008. Esse fator, aliado à sua vitalidade, capacidade gerencial e solidez financeira, torna possível o fortalecimento desse projeto aberto, construído em torno da ideia de que é possível fazer negócios de forma ética, participar do desenvolvimento do país, respeitar o meio ambiente, gerar resultados de forma consistente, sem deixar de lado a dimensão humana que representa a própria essência da Promon.


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Promon Engenharia

Um vigoroso crescimento da receita e do efetivo fez de 2008 um ano histórico para a Promon Engenharia. Contratos expressivos e com bom desempenho em praticamente todos os setores de atuação alavancaram a receita em 78%, elevando-a de R$217 milhões em 2007 para R$388 milhões em 2008. O resultado da combinação entre demanda aquecida e oferta de serviços altamente diferenciados teve impacto direto na evolução da carteira de contratos, que fechou o ano no patamar de R$1,6 bilhão, volume mais de 20% superior à estimativa do início do período.


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Relatório Anual

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ano de 2008 também marcou a adoção de novo modelo de organização para a Promon Engenharia. O novo desenho deu à empresa estruturas executivas e gerenciais próprias, como parte das mudanças na estrutura de organização e governança introduzidas pela Promon S.A. O quadro funcional registrou um crescimento significativo, necessário para responder às demandas do mercado, chegando a cerca de 1.000 profissionais ao final de 2008. A empresa também agregou aos seus setores tradicionais de negócios uma nova área dedicada a projetos ambientais, em fase de estruturação e prospecção de oportunidades. Para atender e acompanhar o ritmo acelerado da demanda, privilegiando a qualidade dos serviços ofertados, a Promon Engenharia investiu maciçamente na melhoria de processos e em gestão de pessoas. Recrutar, treinar e manter equipes qualificadas num cenário extremamente competitivo foram alguns dos grandes desafios de 2008. A empresa reafirmou a importância da Gestão do Conhecimento em seus negócios, criando uma diretoria executiva dedicada a esse tema, e introduziu formalmente a disciplina Meio Ambiente em seu portfólio de competências técnicas. O êxito pode ser comprovado pelas pesquisas de satisfação de clientes, nas quais superou as já elevadas médias obtidas em anos anteriores. Óleo e gás Com o mercado em ebulição, ressurgiram com força os contratos de serviços em modelo EPC (engenharia, suprimentos e construção), especialmente no setor de óleo e gás, em que a Petrobras continuou a ter papel preponderante, respondendo por mais de 80% da carteira de contratos e por cerca de 50% de participação na receita de 2008. O primeiro grande destaque do ano foi a assinatura do contrato para a construção de Unidade de Coqueamento Retardado (UCR) da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR). No valor de R$2,5 bilhões, o contrato é um dos mais vultosos da Promon Engenharia, atuando, nesse caso, em consórcio com a construtora Camargo Corrêa. Outros destaques na área foram a continuidade dos trabalhos da Unidade de Hidrotratamento (HDT) da Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP); das Unidades de Hidrodessulfurização (HDS) na Revap e na Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas (RS); e da Unidade de Remoção de Enxofre (URE) na Refinaria de Capuava (Recap), em Mauá (SP). Química e petroquímica No setor químico e petroquímico, foram entregues importantes projetos para clientes tradicionais, como Carbocloro, Polietilenos União e Petroquímica União – as duas últimas sob a estrutura da Quattor, constituída em meados de 2008 pelo Grupo Unipar e a Petrobras. Para a Fosfertil, empresa controlada pelo consórcio Fertifós, formado por um grupo de empresas do setor de fertilizantes, a Promon Engenharia iniciou, em consórcio, a engenharia e orçamentação de projetos para uma ampliação do complexo existente em Uberaba e de uma nova unidade de fertilizantes na cidade de Patrocínio (MG).

Receita (VAC)*

(valores em milhões de reais)

388

274 217

2006

2007

2008

Fonte: Relatórios gerenciais (*) Valor agregado a clientes – computa a receita operacional da empresa e o valor dos fornecimentos sob sua responsabilidade.


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Relatório Anual

O contrato foi firmado, de forma inovadora, em regime de aliança, modalidade diferenciada que possibilita a criação de parcerias mais fortes e duráveis com os clientes, compartilhando decisões, riscos e ganhos advindos de redução nos custos dos investimentos. Ainda na área de indústria de processos, desta vez com foco em biocombustíveis, tiveram continuidade dois contratos significativos com o Grupo Cosan, a maior companhia sucroalcooleira do país. Os projetos envolvem a implantação de uma das novas usinas/destilarias de produção de etanol em Jataí (GO) e a substituição de uma unidade de cogeração da Usina da Barra, em Barra Bonita (SP). As duas iniciativas consideram forte exportação de excedentes de energia elétrica. Energia elétrica Para a Vale, um de seus mais antigos e importantes clientes, a Promon Engenharia executou estudos de viabilidade técnica para projetos de termelétricas a carvão no Espírito Santo e no Ceará. Também prosseguiram as atividades de engenharia e gerenciamento para a Usina Termelétrica de Barcarena (PA), na qual desempenha o papel de adaptar às condições brasileiras equipamentos adquiridos pelo cliente na China, realizando um importante trabalho de adequação das culturas de engenharia e construção dos dois países. Para a execução das tarefas, foram mantidas equipes na China, uma experiência de grande relevância para capacitar a Promon Engenharia na aquisição de equipamentos daquele país. Mineração e metalurgia A Vale é também importante parceira no setor de mineração e metalurgia. A Promon Engenharia concluiu a Expansão 3 da fábrica de alumina da Alunorte, a maior refinaria de alumina do mundo, controlada pela Vale. A Promon tem participado como principal empresa de engenharia no empreendimento desde sua etapa inicial, há vinte anos.


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Relatório Anual

Em dezembro de 2008, foi assinado o contrato de engenharia de processo e infraestrutura para a implantação da Companhia de Alumina do Pará (CAP), cuja capacidade final de produção irá suplantar a da Alunorte. Nesse empreendimento, a Vale também é sócia majoritária. Outros importantes trabalhos para esse cliente incluem os projetos básicos, planejamento e orçamento das expansões da Estrada de Ferro Carajás e dos Terminais Ferroviário e Marítimo de Ponta da Madeira (MA), capacitando o Sistema Norte da Vale para o escoamento de até 230 milhões de toneladas por ano (Mtpa). No setor de siderurgia, a Promon Engenharia concluiu o estudo de pré-viabilidade da Companhia Siderúrgica de Pecém, joint venture entre a Vale e a coreana DongKuk Steel, no Ceará, com previsão de produção de 5 Mtpa de placas, em duas etapas de 2,5 Mtpa cada uma. Adicionalmente, desenvolveu para a Vale o estudo preliminar de viabilidade da implantação e logística da Aços Laminados do Pará (ALPA), em Marabá (PA), para 2,5 Mtpa. Acompanhando o cliente em sua expansão internacional, a Promon Engenharia realizou estudos de viabilidade para a construção de uma unidade de pelotização (produção de pelotas de minério) em Omã, no Oriente Médio.


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PromonLogicalis Latin America A constituição da PromonLogicalis Latin America, em abril de 2008, foi um dos grandes destaques do ano, marcando um passo decisivo na trajetória de expansão internacional da atuação no mercado de tecnologia da informação e comunicação (TIC). Resultado da fusão da Promon Tecnologia com as operações latino-americanas da britânica Logicalis, a nova empresa já nasceu como a maior integradora independente de soluções de TIC na América Latina.


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om a fusão, as operações, antes fortemente concentradas no mercado interno, ganharam dimensão regional. Além do Brasil, a PromonLogicalis tem escritórios na Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai. O realinhamento estratégico e geográfico colocou a empresa em maior sintonia com as exigências dos clientes no mundo globalizado, demandando fornecedores capacitados a atendê-los regionalmente, e não apenas localmente. O êxito da iniciativa refletiu-se nos resultados de 2008. A receita consolidada da América Latina foi de R$712 milhões. Somente no Brasil, a receita registrou crescimento de 120% sobre 2007. No mesmo período, o mercado de TIC teve expansão de 40%. Foi o quinto ano consecutivo em que as operações de TIC da empresa apresentaram crescimento superior ao do mercado. O desempenho traduz o sucesso de um modelo de atuação apoiado em sólidas competências profissionais e parcerias tecnológicas e numa abordagem consultiva que parte de um entendimento do negócio do cliente para conceber e ofertar soluções inovadoras e agregadoras de valor. A ampliação da base de clientes foi expressiva em todas as verticais em que a PromonLogicalis está presente: operadoras de telecomunicações, corporações e instituições públicas e governamentais. Tradicional mercado de atuação da Promon, as operadoras de telefonia fixa, móvel e de TV a cabo continuaram a responder pela maior fatia de contratos. Nas telefonias fixa e móvel, fatores como a acelerada expansão da oferta de serviços 3G (transmissão de voz, dados e imagem em alta velocidade) e a implantação da portabilidade numérica fizeram com que a PromonLogicalis alcançasse em 2008 uma marca histórica: a de agregar à sua carteira de clientes todas as grandes operadoras de

Receita

(valores em milhões de reais)

712 124** 588* 240

2006

267

2007

2008

Fonte: Relatórios gerenciais * Brasil ** Demais países da América Latina


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telecom que atuam no Brasil. Os contratos contemplaram infraestrutura de rede IP, desenvolvimento de soluções e serviços de transmissão de dados em alta velocidade e ofertas multisserviços, gerenciamento de rede e soluções de segurança, entre outros itens. O setor corporativo ampliou consideravelmente sua participação na carteira de clientes da PromonLogicalis, registrando crescimento de 100% pelo quarto ano consecutivo. É uma evolução que traduz a sintonia de suas ofertas e competências com as demandas das organizações por soluções e ferramentas colaborativas, otimização de data centers, virtualização de redes e tecnologias ecoeficientes, alinhadas aos conceitos de green IT, com menor consumo de energia e melhor aproveitamento da infraestrutura de TI. O universo atendido pela PromonLogicalis nesse segmento inclui empresas do setor financeiro, de serviços, infraestrutura, manufatura e construção civil. Adotando uma abordagem vertical, a PromonLogicalis busca entender as necessidades específicas de cada setor de atividade. Com isso, além de desenvolver soluções adequadas às particularidades de cada segmento, pode replicá-las, agilizando e otimizando o atendimento às demandas dos clientes. Entre os projetos de 2008 figuram a remodelação da estrutura do data center da Redecard, empresa processadora de cartões de crédito e débito do grupo Itaú; a oferta de um conjunto de soluções para Pinheiro Neto Advogados, um dos maiores escritórios de advocacia da América Latina, e a realização de serviços de engenharia consultiva em TI para a Vale. Na área da construção civil, o destaque foi o contrato com o consórcio CCPR (Camargo Corrêa e Promon Engenharia), encarregado do projeto e construção da Unidade de Coqueamento Retardado da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR). A PromonLogicalis responde pelo fornecimento de soluções de TIC para suportar a implantação do projeto, incluindo infraestrutura de rede, processamento de dados, segurança, gestão eletrônica de documentos, comunicação de voz, dados e wireless. No segmento de bancos, merecem ênfase as ofertas de WAAS (wide area application service), solução que otimiza a utilização dos recursos de comunicação por meio da definição de níveis de prioridade, e os contratos envolvendo o Centro de Serviços Avançados (CSA), por meio do qual a PromonLogicalis assume integralmente o gerenciamento da rede do cliente. Área em maturação, o setor público gerou contratos importantes assinados no final de 2008, deixando antever boas perspectivas de crescimento. Clientes como a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta) receberão da PromonLogicalis soluções para atualização de data centers, segurança de rede e ferramentas colaborativas. Outro eixo de avanços da PromonLogicalis foi a formalização de novas parcerias tecnológicas. Entre elas estão a Tandberg, fornecedora de soluções de telepresença e videoconferência em alta definição, e a AlterPoint, de soluções de automação, gerenciamento e segurança de redes. Elas reforçam o grupo de parceiros da empresa, que inclui organizações como Cisco, IBM, Arbor, McAfee e VMware, entre outras.


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Novas e importantes certificações foram obtidas pela PromonLogicalis em 2008, entre elas a Cisco Master Security Specialized e a DCNI – Advanced Data Center Networking Infrastructure, concedidas pela Cisco a seus parceiros como reconhecimento pela capacidade de realizar projetos e implementações de soluções de segurança e de infraestrutura de data center, respectivamente. A Cisco, aliás, elegeu a PromonLogicalis como “Parceiro do ano 2008”. Vale citar ainda, entre os reconhecimentos do mercado, a presença como “Destaque em Implementação de Segurança”, “Destaque em Implementação de Telecom” e “Maior em Implementação de Telecom” na edição 2008 do Guia do IDG “100 Maiores de Telecomunicações”. A PromonLogicalis considera que um dos desafios em 2009 será atuar em sintonia com um cenário em que as demandas dos clientes deverão se concentrar em soluções que propiciem retorno mais rápido do investimento e que façam dos recursos tecnológicos um trunfo para as organizações reduzirem seus custos. O fortalecimento da presença na América Latina é outro foco de atenção da empresa para 2009. A ideia é intensificar o posicionamento como um fornecedor regional e avançar num modelo de organização que permita articular competências de suas várias unidades para atender os clientes com as melhores soluções, independentemente do país ou países do continente onde atuem.


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Trópico

Em mais um ano de forte crescimento, a Trópico encerrou 2008 com faturamento de R$209 milhões. O valor é cerca de 115% superior ao de 2007, que, por seu turno, havia aumentado 37% em relação a 2006. A Trópico atua no fornecimento de soluções de acesso, controle, aplicativos e oferta de serviços profissionais para operadoras de telecomunicações. Sua família de equipamentos Vectura foi escolhida como um dos 25 projetos mais inovadores dos últimos dez anos pela pesquisa “O Brasil que Inova”, realizada pelo Monitor Group em parceria com a revista Exame.


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Receita

(valores em milhões de reais)

209

71

2006

97

2007

2008

Fonte: Demonstrações financeiras

M

antendo a tendência de anos anteriores, a Trópico continuou a se destacar num mercado caracterizado pela marcha acelerada dos investimentos em convergência de redes de voz e dados e em redes de próxima geração (NGN – next generation network). Mas foi a portabilidade numérica nas telefonias fixa e celular a grande responsável pelo salto no faturamento da empresa. O início da vigência dessa determinação da Anatel, que permite ao usuário mudar de operadora conservando o mesmo número de telefone, encontrou a Trópico preparada para responder com agilidade e eficiência às necessidades das operadoras. A solução baseada no Vectura Signaling Server (VSI) viabiliza a portabilidade sem necessidade de que as operadoras mudem suas plataformas. Inovadora e competitiva, a solução VSI aplicada à portabilidade gerou para a Trópico faturamento 40% superior ao das previsões orçamentárias. Telefônica, Oi e

GVT foram alguns dos clientes atendidos, tanto em suas redes legadas quanto em redes NGN. Outros destaques do ano foram o fornecimento da solução VIA (Vectura IP Access), de acesso para redes convergentes de voz e dados, voltada especialmente para redes corporativas, e a ampliação da base instalada de VSSs (Vectura Software Switches), para controle de chamadas de voz baseadas no protocolo IP, atendendo clientes como Telefônica, Easytone, Voitel, Rede Networks e Hoje Telecom. Também na Telefônica, a implantação da solução VAS (Vectura Access Server) vem contribuindo para a melhoria do atendimento aos seus clientes, com base em sistema de reconhecimento de voz. Para a Oi, foi implantada a solução VES (Vectura Edge Switch), para ampliação da rede telefônica tradicional. A British Telecom, que atua no Brasil no segmento de redes corporativas, adjudicou à Trópico, em dezembro, contrato para executar serviços gerenciados, respondendo pelo fornecimento, operação e manutenção de equipamentos. A atuação da Trópico no mercado internacional também foi reforçada. Além de realizar avaliações dos mercados de alguns países com características similares às do Brasil, a empresa iniciou testes da solução VSI para a Telefónica da Argentina. Também constituiu a Trópico Colômbia S.A., consolidando a participação da empresa nesse país. Com equipes maiores e mais focadas na realidade do mercado local, será possível atender melhor as necessidades dos clientes e prospectar novas oportunidades de negócios. Alinhada à estratégia de empreendedorismo e inovação do Grupo Promon, a Trópico tornou-se uma das quatro controladoras da WxBR, empresa constituída no primeiro trimestre de 2008 para atuar na oferta de soluções WiMax (banda larga sem fio). No âmbito gerencial, a empresa enfrentou com êxito o desafio da ampliação física da fábrica de Manaus, praticamente dobrando sua área de produção. Para garantir a continuidade na excelência dos produtos e serviços oferecidos e o nível de satisfação dos clientes, atestado em várias pesquisas, investiu, em 2008, R$24 milhões em desenvolvimento tecnológico e planeja investir outros R$29 milhões em 2009.


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Promon Novos Negócios

A tradicional vocação empreendedora da Promon foi reforçada em 2008 com a criação da Promon Novos Negócios. O objetivo é dotar o Grupo de uma estrutura que suporte, de forma sistematizada, as decisões de investimento em empreendimentos ligados às áreas de atuação e de conhecimento em que é reconhecida por sua competência e credibilidade.


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Relatório Anual

A

s atividades da Promon Novos Negócios se desenvolverão em torno de dois eixos principais. Um deles visa à avaliação de cenários e oportunidades para investimentos proprietários em empreendimentos de médio porte nos setores de geração de energia elétrica, tecnologia da informação e comunicação, entre outros. Neles, a Promon será sempre a protagonista, liderando a concepção, implantação e gestão do negócio, ainda que busque coinvestidores para alavancar essas iniciativas. O segundo eixo está alicerçado nas atividades da P2Brasil, joint venture constituída em 2008 entre a Pátria Investimentos, uma das maiores empresas brasileiras em assessoria corporativa e gestão de investimentos diferenciados, e o Grupo Promon. O objetivo da P2Brasil é criar e gerir fundos de investimento. A primeira iniciativa dessa nova empresa é o fundo P2Brasil Infraestrutura, que foca oportunidades de negócio nos subsetores de logística e transporte; óleo e gás; água, saneamento e tratamento de resíduos; e transmissão e distribuição de energia elétrica. Para isso, a P2Brasil conta com a combinação dos sólidos conheci-

mentos e competências dos dois parceiros – em gestão de investimentos, da Pátria, e em gestão de projetos de infraestrutura, da Promon. Administrando ativos de terceiros, a P2Brasil tem governança autônoma, evitando, assim, eventuais conflitos de interesses com os outros negócios do Grupo Promon. O Brasil vive um cenário que exige investimentos em infraestrutura e revitalização para possibilitar a continuidade de seu crescimento econômico. A Promon quer participar ativamente desse momento como empreendedora, valendo-se de suas competências e da credibilidade de que desfruta no mercado. Ainda em 2008, uma das iniciativas em novos negócios foi a aquisição de participação societária na DeepFlex, empresa norte-americana que produz tubos flexíveis para aplicações no mercado de produção e distribuição de óleo e gás. Fabricados em compostos mais leves e resistentes à corrosão, os tubos prestam-se especialmente para atividades offshore, em instalações submarinas, um mercado com grande potencial de crescimento em razão da exploração petrolífera na costa brasileira.


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Relatório Anual

Fundação Promon de Previdência Social A Fundação Promon de Previdência Social (FPPS) não ficou imune ao cenário global desfavorável de 2008, mas seus resultados continuam acima daqueles obtidos pela maioria dos planos abertos disponíveis no mercado. A queda nas bolsas de valores no contexto da crise econômica global fez de 2008 um dos piores anos para os fundos de previdência privada no mundo. No Brasil, os fundos, que nos anos de mercado acionário aquecido haviam acumulado expressivo superávit, tiveram, em 2008, uma rentabilidade nominal média negativa estimada em 1,6%, registrada pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp).


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omo nas demais entidades, esse cenário se refletiu, embora de forma reduzida, nos dois planos administrados pela FPPS: o MultiFlex, do tipo contribuição definida, e o BásicoPlus, de modelo benefício definido. Nesses dois casos, como os recursos são geridos segundo padrões conservadores, com exposição inferior a 18% na carteira de renda variável no início de 2008, os planos não sofreram o impacto integral verificado no restante do mercado. A cota do plano MultiFlex registrou evolução positiva de 3,72% no ano. Embora esse patamar esteja muito acima da rentabilidade negativa de 1,6% citada acima, considerando-se que o INPC foi de 6,48%, o rendimento real do plano ficou negativo em 2,6%. Contudo, quando se contabilizam os ganhos acumulados desde que o plano foi lançado em 2005, os resultados continuam acima daqueles obtidos pela maioria dos planos abertos disponíveis no mercado. O MultiFlex congrega um total de 1.304 participantes, sendo 1.142 funcionários, 142 autopatrocinados e 20 assistidos. Ao final de 2008, seu patrimônio somava R$106 milhões. Implantado há mais de trinta anos, o plano BásicoPlus totaliza 728 participantes – 85 funcionários ativos, 82 autopatrocinados e 561 assistidos. Ele encerrou o ano com ativos no total de R$602 milhões. O passivo atuarial – cifra que estima a valores presentes os compromissos

futuros, tendo em vista a expectativa de vida dos participantes e uma taxa financeira de desconto – é de R$549 milhões. Também aqui os resultados foram afetados pelo rendimento negativo das aplicações de renda variável. O ano de 2008 foi marcado, ainda, pela edição de normas governamentais bastante restritivas quanto aos modelos de custeio dos planos previdenciários. Em consequência, o nível das contribuições para o plano BásicoPlus deverá aumentar consideravelmente em 2009, com reflexos tanto para as empresas do Grupo Promon, enquanto patrocinadoras, quanto para os próprios participantes ativos desse plano. Essa circunstância deverá conduzir a uma reabertura da opção de migração para o plano MultiFlex, no qual as contribuições dos participantes são totalmente voluntárias. Em 2008, a FPPS promoveu a segregação real dos ativos dos dois planos, mas optou por não introduzir políticas de investimento mais fortemente diferenciadas para cada um deles até que se afaste o atual cenário de turbulência. No âmbito institucional, a FPPS manteve sua atuação como representante das empresas patrocinadoras no Conselho de Gestão de Previdência Complementar. Esse órgão, que desempenha funções normativas e recursais, é presidido pelo ministro da Previdência Social e integrado ainda por representantes do governo, dos fundos de pensão e dos participantes.


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Instituto de Tecnologia Promon Entidade sem fins lucrativos criada em 2006, o Instituto de Tecnologia Promon (ITP) deu importantes passos para o amadurecimento das atividades em seus três eixos de atuação: fomento à análise e ao debate sobre tecnologias emergentes, integração com o meio acadêmico e apoio à gestão do conhecimento. As iniciativas relativas a tecnologias emergentes tiveram como foco os segmentos de energia, desenvolvimento sustentável e tecnologia da informação e comunicação – áreas de interesse definidas como prioritárias pelo Grupo Promon.


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alestras e seminários colocaram em discussão a viabilidade e os impactos das novas tecnologias nas cadeias produtivas, intensificando a aproximação entre profissionais do mercado corporativo e do mundo acadêmico. O destaque foi o seminário “Um Desafio à Sustentabilidade – Água versus Energia”, realizado em São Paulo. Integraram a mesa nomes como Dr. Hermes Chipp, Dr. Carlos Afonso Nobre, Dr. José Goldemberg, Dr. Jörg Imberger e Dr. Gilberto Câmara. O evento reuniu cerca de 150 participantes entre executivos, acadêmicos e profissionais da Promon. No ano, foram promovidas ainda palestras sobre “Mudanças Climáticas Globais e Impactos no Brasil”, “Modelagem e Análise do Complexo do Rio Madeira” e “Aplicação da Transmissão CA Segmentada”. No eixo da integração com o meio acadêmico, os esforços do ITP foram direcionados ao programa de estágio para mestrandos. Lançado no final do ano anterior para identificar e contribuir para a formação de talentos em áreas consideradas estratégicas para a Promon, em 2008 o programa concedeu bolsa-auxílio para quatro estudantes selecionados entre cinquenta candidatos. As defesas das dissertações estão previstas para ocorrer a partir de 2009. Ao final do ano, deverá ser realizado novo pro-

cesso de seleção. Paralelamente, o Instituto manteve as atividades de orientação acadêmica e institucional para os profissionais das empresas do Grupo Promon matriculados em programas de pós-graduação de universidades paulistas e fluminenses. Completando o tripé de atuação do ITP, o Programa de Capacitação Interna da Promon Engenharia, lançado em julho de 2008, obteve o apoio do Instituto em seus aspectos metodológicos. A iniciativa representa um marco na gestão do conhecimento do Grupo, através da mobilização de cerca de trinta profissionais especialistas para compilar, estruturar e administrar conhecimentos gerados ou operacionalizados pela empresa. Em 2008 foram produzidos 24 módulos de aula, que podem ser combinados e aplicados em diversos tipos de cursos. Aliando aulas convencionais e aulas com a interação simultânea de alunos e professores por meio de videoconferência, o programa incorpora os mais modernos recursos de educação a distância. O sucesso do piloto realizado em 2008 estimulou a criação de 49 novos módulos ao longo de 2009, que demandarão a dedicação de cerca de setenta especialistas para a sua produção. Os cursos ficarão disponíveis para todos os profissionais da Promon e, futuramente, para clientes.


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Instituto Razão Social O Instituto Razão Social (IRS) é uma instituição sem fins lucrativos que, há seis anos, orienta as suas atividades para a formação de gestores e educadores e para o aperfeiçoamento dos sistemas públicos de ensinoaprendizagem. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) divulgado em 2008 expressa em números o baixo nível da qualidade de ensino no Brasil: apenas 1,2% das escolas atingiram nota igual ou superior a 6, patamar médio dos países desenvolvidos. Apesar do avanço obtido no IDEB nos últimos anos, há, ainda, um longo caminho a ser percorrido, demandando esforços do governo e de todos os setores da sociedade.


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oi essa causa, a da qualidade do ensino público, que inspirou a criação do IRS, tendo o Grupo Promon, Gerdau e Instituto Camargo Corrêa como sócios mantenedores e a IBM como parceira tecnológica. O IRS atua na identificação e otimização de projetos educacionais, mobilizando recursos e parceiros para viabilizá-los e replicá-los por meio da tecnologia da informação. Em 2008, o IRS deu prosseguimento a programas já consolidados e iniciou novas ações. Reforçando a parceria tecnológica com a IBM, o Instituto desenvolveu em 2008, a pedido dessa empresa, o primeiro módulo de um curso sobre água, direcionado para adolescentes da rede pública de ensino. Outra parceria bem-sucedida em 2008 ocorreu com o Grupo Santander, na consultoria dedicada à primeira edição da Rede PEFE, um programa de formação a distância, dirigido a professores de Educação Física, coordenadores pedagógicos e diretores. Em sua primeira edição, a iniciativa abrangeu 44 profissionais do projeto Escola Brasil. Num total de 11.922 acessos em quatro meses, a Rede PEFE levou às escolas participantes uma proposta inovadora e mais inclusiva na área de educação física, que resgata as brincadeiras, o trabalho com o corpo e o movimento como parte das aulas.

O Progestão é mais uma novidade na agenda de programas do IRS. Lançado em 2004 pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), o programa tem por objetivo a capacitação das equipes gestoras das escolas públicas e seu conteúdo está sendo estendido, agora, para o formato on-line, de forma a ampliar a acessibilidade e abrangência. Com apoio financeiro da Gerdau, teve início em 2008 a migração do primeiro módulo, em um trabalho conjunto com a direção do Consed e representantes dos estados. Esse trabalho terá continuidade em 2009. O programa Gestão para o Sucesso Escolar (GSE) vem sendo desenvolvido durante os últimos anos pelo IRS com a Fundação Lemann e a Gerdau. Tem por objetivo fortalecer o papel dos diretores de escolas públicas como líderes pedagógicos engajados na melhoria do desempenho do aluno. Em 2008, o programa formou 37 gestores em São Paulo e 43 em Minas Gerais, beneficiando mais de 27.300 alunos. O GSE está sendo também aplicado para dezoito diretores de escolas de Maracanaú, município cearense onde a Gerdau possui uma unidade industrial. O ciclo será encerrado em 2009, totalizando 9.182 alunos beneficiados. Com foco em alfabetização e dirigido a profissionais das secretarias de educação responsáveis pela formação da rede pública de ensino municipal, o programa Além das Letras, parceria com o Instituto Avisa Lá e patrocinado pela Gerdau, também teve continuidade em 2008. Em sua nova edição, mobilizou 407 escolas de 31 municípios, selecionados por novo critério, que privilegia a escolha de cidades com IDEB abaixo da média nacional. Só nesse ano foram beneficiados cerca de 106 mil alunos. Desde 2004, o Além das Letras já chegou a 98 municípios. De acordo com a avaliação realizada em 2008 pela consultoria Casa 7 – Memórias e Aprendizagens da Prática Social, o programa tem cumprido seu objetivo de capacitar as equipes técnicas das secretarias de educação, apontando, ainda, entre os aspectos positivos da iniciativa, a construção de uma metodologia de formação, a elaboração de pautas de trabalho e o planejamento em sala de aula. Com objetivo semelhante ao Além das Letras, mas voltado à educação infantil, o programa Formar em Rede é outro que foi bem avaliado no estudo conduzido pela LabSocial – Consultoria em Desenvolvimento Social. Fruto de parceria com a Gerdau, Promon, Natura, Instituto C&A e Instituto Avisa Lá, o programa estimula a adoção de novas práticas educativas e a criação de espaços destinados ao “brincar”. Lançada no início de 2007 e concluída no final de 2008, a primeira edição atingiu 46.415 alunos de 30 municípios em 13 estados. Oitenta por cento dos professores envolvidos detectaram melhoria na qualidade do espaço e das brincadeiras e 91% dos educadores passaram a valorizar o ato de brincar como uma das principais atividades da infância. Esses bons resultados garantem a continuidade do programa em 2009 em 20 novos municípios. Todos os programas representam ações alinhadas com a proposta de otimizar o investimento social privado, usando a tecnologia para levar a um número crescente de profissionais das escolas públicas os melhores processos de ensino-aprendizagem. São iniciativas que traduzem a crença do Instituto Razão Social: “a educação é a razão do futuro”.


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Profissionais Promon – Abril 2009 Abilio Francisco Alves Junior Abnilson Garcia Bruce Acácia Nunes Castilho Adalberto de Sousa Lima Ader Felicio Pedro Adilson Augusto Peres Adilson Celso Altruda Adilson Delanhese Adilson Netto Adilson Salomão Cavati Júnior Adilson Sant’Anna Adriana do Carmo Cardozo Adriana Paula Gonçalves Azevedo Adriana Rezende de Castro Adriana Sant’Anna Adriana Turth Daniel Adriane Takeda Adriano Nunes da Fontoura Agnaldo de Sá Oliveira Agnaldo Moura Agnaldo Vieira de Oliveira Agostinho Luíz Guimarães Ailson José R. de Siqueira Ailton Viel Alberto da Silva Seguro Alcimar de Carvalho Fischer Alcino Fernandes Serra Filho Aldo Rodrigues Alves Alessandra Moreira Duarte Alessandra Prestes de Cerqueira Alessandra Santos Fernandes Alessandro Barbosa de Oliveira Alessandro Reina Torres Alex Augusto Branco Wanderley Alex de Souza Mendonça Alex Faria Sandoval Alex Guidi Alex Rattes Marques Alexandra Prado Liem Alexandre Baaklini Gomes Coelho Alexandre Borges Alexandre Cesar Pereira de Paula Alexandre da Roza da Silva Alexandre de Almeida Máximo Alexandre de Campos Barros Alexandre de Castro da Cruz Alexandre de Oliveira Martins Alexandre Francisco Alexandre Garcia Santana Alexandre Goncharov Alexandre Lins Pellegrina Alexandre Lopes Valverde Alexandre Murakami Alexandre Otoshi Alexandre Regnani Alexandre Seiiti Arita Alexandro Aparecido Paulino Alexsandro de Souza Alfredo A. F. Guimarães Alice Satiko Sato S. Torres Pinto Alike dos Santos Nucci Aline Onishi Aline Roma Santa Assumpção Aline Severini Pinto Ferreira Allan Castro Cardoso Almir da Silva Guimarães Júnior Aluisio Lopes Junior Alvano de Araujo Tomei Álvaro Bragança Júnior Amália Camillo Avakian Amanda Alexandrini Amanda Carla Silva Amanda Moura Mariano da Silva Ana Beatriz L. de Campos Bicudo Ana Bela Aranyi Gomes Ana Carla Barbosa dos Anjos Ana Carolina Cursino Fukushima Ana Carolina Kliemann Ana Carolina Riekstin Ana Celia Alves Caldas Ana Elisa Gargione Ana Flávia da Silva Barbosa Ana Flávia Nejaim Mesquita Ana Flávia Querido de Souza Ana Justina Ferrugem Ana Karla Machado Almeida de Mello Ana Luiza de Noronha Roque Ana Luiza Lavoura Corrêa Ana Luiza Silva Mattoso Salgado Ana Paula Guimarães Santoro Ana Paula Maciel dos Santos Ana Raquel Calais de Siqueira Anderson Abreu Rodrigues Anderson Marcelus Praxedes Anderson Marques Amatucci Anderson Silva Claro André Alves Ribeiro André Chaves Grachina André de Carvalho Paro André de Lucena Zanco André de Nóbrega Azzini André Fagundes da Rocha Andre Guilherme Ferreira André Guskuma André Hiroshi de O. Nishina André Kalil André Kleiman Arantes André Lessa Mansur André Luis Franceschett André Luís Lapa Trancoso André Luiz Castello Branco André Luiz Posada Restier André Martins de Martini André Natali Schonert André Simões Costa André Valério Lopes Andre Varella Nemirovsky André Zavattieri Caires Andrea Beatriz Ramalho Flores Andrea de Paula Augusto Andréa Guimarães Barroso Mafra Andrea Matsuno Andréa Romano dos Santos Gonzales Andréia Alves Ferreira Andréia de Sousa Lolago Andréia Furlan Andreza Polcelli Godoi Anesio Cardoso Gomes Ferreira Ângela Luiza Bomfim de Oliveira Ângela Maria Leite de Araújo Angela Yuka Katayama Ângelo Antonio Mantovani Anibal Siqueira de Souza Junior Anna Carolina Alvares Cruz Volpon Anna Gabriela Novis Freire Duarte Anna Maria Valente Anne Beatriz Z. Ferreira Annelise Regina N. de Toledo Antônia Cícera Nunes de Moura Antonio Augusto Vellasco Filho Antonio Bernardes Baccaglini Junior Antonio Carlos Costa Batista Antonio Carlos de Oliveira Laus Antonio da Cruz Paula Antônio de Lázaro M. Hirata Antonio Ferreira do Amaral Antonio Francisco Araujo de Oliveira Antônio Henrique de Menezes Neves Antônio José Lins dos Santos Antônio Maurício D. da S. Fortes Antonio Nilson Vieira Sobrinho Antônio Renato de Campos Junior Áquila Moreria Pedrosa Aquilas Silva e Silva Ariovaldo Antonio Leonardi Arley Leal Ribeiro Arlim Ronald Mendes Botão Filho Armando Ayres Moraes Oliveira Armando Eduardo Barbieri Armando Neumann Batista Armando Soares Barboza Neto Arthur Akio Ito Arthur R. Salles Salvestrini Artur Soave Frezza Augusto César Brauns Munhão Ayako Suehiro Ayami Vivas Ottoboni Ayrton Noboru Utiyama Barbara Seixas de Siqueira Beatriz Novaes de Miranda Bellina Moresi Britto Bernardino Nilton do Nascimento Bernardo Daniel Fridman Kessel Bernardo Halpern Doherty Boris Rotter Boris Schorohodoff Brígida Maria Gilly Nardy Bruno César Vaz Bruno Coelho Miguel Bruno Farias Campos Bruno José Lima Ferreira Bruno Lima Vidal Bruno Martins de Carvalho Bruno Miranda Gonçalves Soares Bruno Santana de Faria Bruno Vianna Temple Bruno Wilson Hodge Caio Almeida Sá Moreira de Oliveira Caio Augusto Gardelli Camila de Pina Caldo Camila Fabiana de Mello Henriches Camila Nogueira de Andrade Cândida Samia Vieira da Silva Caren Tie Itagaki Carina A. Pires Amado Carina Chiang Carine Paiva Rezende Carl José Westhoff Carla Aguiar Ponte Carla dos Santos Silva Carla Soldan Carlile Diniz Satiro Carlo Penteado Genzani Carlos Akio Matsumoto Carlos Alberto Angelini Carlos Alberto Centrone Carlos Alberto de G. Filizola Carlos Alberto F. de Paiva Carlos Alberto Moller Pingarilho Carlos Alberto Simionato Junior Carlos Alexandre dos Santos Nogueira Carlos André Alvarenga Costa Carlos Augusto C. Barcellos Carlos Augusto de Souza Carlos Diego G. de Oliveira Carlos Eduardo Barbosa Calegari Carlos Eduardo Campista de Sousa Carlos Eduardo Corrêa Carlos Eduardo da Silva Louvize Carlos Eduardo Dias Carlos Eduardo Dias Moreira Carlos Eduardo Saraiva Carlos Eduardo Tanaka Magrini Carlos Eduardo Vercelino Carlos Frederico Silva Carlos Giovani Giraldeli Carlos Henrique de Carvalho Carlos Henrique Loureiro Zink Carlos Henrique Martins dos Santos Carlos Henriques Ventura do Rosário Oliveira Carlos José Ros de Amorim Carlos M. Siffert de P. Silva Carlos Magno de Jesus Pereira Carlos Renato de Araujo Tavares Cordeiro Carlos Roberto Barros Carlos Roberto Burri Carlos Rodrigo Cordeiro Alves Carlos Sancerni Castel Carlos Thomaz G. Lopes Júnior Carlos Tsutomu Shirota Carolina Andressa Minesio Carolina Honorato dos Santos Carolina Munuera Oliveira Carolina Santoro Friede Carolina Sayaka Umetsu Cassia Bonin Cassio Ricardo de Moura Célia Doki Célio de Souza Barbosa Celso Kiyoshi Honda Celso Tadashi Kuniyoshi César Augusto Adamo César Augusto Vilela César Luís Pessanha Ferreira César Ricardo Grassi Cesar Roberto de O. Brochado Cesar Rogerio Lucusi Christian Andreas Kurzhals Christiane Cabral Vieira Yazigi Christiane Costa da Silva Christiane Regina da Costa Christiano Morette Cícero Fernando Sancho Cícero Gageiro Ferreira Cícero Victor Franco Facciolla Cidio Evangelista Caranhas Cidmar Xavier Elpidio Cintia Priscila Yoshimura Clarice Hiromi Otsuki Clarissa Maciel dos Santos Clarissa Toscano Clarisse Cortes Moreira Claudia Calmon Lemme Claudia Cecilia Ortiz Zamorano Lorente Claudia da Silva Claudia Kazue Shimabukuro Cláudia Mariscal Roberto Alves Claudia Regina G. Formicola Cláudio Fabiano Rosa Cláudio Francisco da Silva Claudio Guimarães de Freitas Cláudio Pereira Cardoso Claudio Pfiszter Claudio Roberto Fernandes Cléber Benedito de B. Cabral Cleison Atala Cleison Caetano dos Santos Cleriston Veiga Silva Novaes Cornélio Nogueira Martins Crebio Melo de Figueiredo Cristiane Aparecida dos Santos Cristiane dos Santos Silveira Cristiane Giacomini Maldonado Cristiane Medeiros de Almeida Cristiane Mieko Sekiguti Cristiane Papaleo Vianna Cristiano Albuquerque Duarte Cristina Belchior Ferraz Cristina Mori Miyata Cristina Naomi Makibara Cristina Sumiko Sato Dalila Mazetto dos Santos Dalva Maciel de Medeiros Damião Fernandes de Barros Dani Everton Azevedo Dias Daniel Dias Gomes de Kerbrie Daniel Domingues Daniel Felipe Müller do Amaral Daniel Ferreira de Lima Daniel Kraft Bulgarelli Daniel Massao Makita Daniel Soares Carreiro Daniel Soliani de Castro Daniel Zanardi de Camargo Daniel Zilberberg Daniela Alves Beraldo Daniela Carina Cartarozzi Silva Daniela Lanziani Katayama Marques Daniele Cristina Silva Ferreira Daniella Adriano Coelho Daniella Antonieta Alves de Sousa Reis Daniella dos Santos Pizzo Daniella Pires Michel da Mota Danielli Lúcia Augusto Danilo Alves de Souza Danilo Bastos Mehler Danilo Cunha de Souza Danilo Inamine Danilo Naman Cardoso Danilo Roma Sella Danilo Sá Vido Danilo Santos Danny Bonini Pariz Davi Ferreira Maciel Fernandes Davi Turques Tavares David Andrade de Souza David Barreto Elío Débora Bechara Vasconcelos Denis Caje Henrique Denis Galindo Ventura Denis Iannucci Junior Denis Sneider Iabrude Denis Venturini Arantes Denise da Costa Denise da Penha Bellini Denise Yamamoto Dennis Messias dos Santos Silva Diego Brito de Carvalho Diego Celso Lopes Ballico Diego de Oliveira Diego Fernandes Ribeiro Diego Henrique de Campos Diego Junca de Gonzaga Balbi Diego Salvaia Dimas da Cunha Dino Miozzo Neto Diogo Pinheiro Teodoro Diogo Ribeiro Mendes Diones Franco de Andrade Dirceu Teixeira Diva Martins Rosas e Silva Doris Chika Ifekaibeya Doris Lam Douglas Lorca Junior Éder de Almeida Sousa Eder de Faria Ederson Moris Junior Edgard Costa Magalhães Edilamar Andrade Rodrigues Edilene Cristiane da Silva Edileuza Lopes Silva Edilson Roberto Signorelli Edinilson Sampaio Gomes Edna Maria da Rocha Barros Ednelson Miranda Ednilson Roberto da Paixão Ednir Jorge Arantes Edson Amatucci Edson Aparecido Borba Edson Freitas Ribeiro Edson Gonçalves dos Santos Edson Justino de Oliveira Edson Pedro Forquesato Edson Porto Fassoni Edson Sakai Edson Suetake Eduardo Aparecido Rabello Eduardo Aparecido Soares Eduardo Beno Heinemann Cohn Eduardo Bittencourt Luz Eduardo Cardoso Freire da Cruz Eduardo Cicero Vieira Borges Jr. Eduardo de Almeida Carlotti Eduardo dos Santos Terra Eduardo Fozzatti Eduardo Fragelli Eduardo Gianasi Junior Eduardo Gurjão Salgado Argento Eduardo Henrique Tessarioli Eduardo Lopes da Cunha Eduardo Marciano Alonso Eduardo Moreira dos Santos Eduardo Salles Cunha Peres Eduardo Shigueo Harada Eduardo Tashiro Eduardo Werneck Vieira Marques Egberto André de Meo Junior Elaine Cristina Goulart Elaine Freitas Santos Elaine Sayuri Kaminagakura Elayne Amorim de O. Bereicoa Elcio Garcia Botelho Eleonora Pereira Nunes Vieira Eliana Campos Pedroso Eliana Cristina Alonso Eliana de Almeida Pereira Eliana Messias da Silva Eliana Miyuki Yagueshita Eliana Rodrigues de Souza Leão Eliane Aparecida Branco Eliane Aparecida da Silva Tavares Elias Pereira Eliete Pereira da Silva Elisabeth Nascimento Silva Elisangela Mendes Vitrio Eliuson Viana Barros Elizabeth Regina de Mello Elton Honorato de Oliveira Elton Pereira Soares Elvis Marques Alves Araujo Emanuel Moreira Avelino Emanuela Pessoa de Araújo Emeli Quaglio Aguiar Emerson Rosa da Silva Emilton Tavares de França Emmerson Maziero Enilson Siqueira Santiago Júnior Eric Brawl Baia Pereira Eric Lazare François Rosenthal Erich Araújo Bastos Erick Jean Rebelo de Lima Erick Robert Heinrich Erico Vecchi Ricci Ericson Dias dos Santos Ernandes Candido Francisco Eurico Marques Evaldo L. de Viveiros Ferreira Fabiana Mara Lopes Barros Santos Fabio Abreu Hashimoto Fábio Alexandre da Silva Sampaio Fábio Alves Carneiro Fabio Antonio Braga Padrão Gomes Fábio Bittencourt Ramos de Oliveira Fabio Cunha Fabio da Silva Machado Fabio Faria Leahy Guerra Fabio Ferreira de Souza Marzionna Fabio Gama de Almeida Fabio José Santana Fabio Leite de Barros Fábio Luís Aguiar Pinto Fabio Luiz Approbato Fábio Medeiros Damasceno Fábio Modesti Orsini de Castro Fabio Montrezor Fábio Pontes Ferreira Fabio Risério Moura de Oliveira Fábio Rodrigues Alves Margarido Fábio Sogumo Fábio Vieira dos Santos Fábio Viva Jardim Fábio Yoshio Miyake Fabricia de Souza Moreira Fatima Regina Pires M. Ramos Felipe Andrade Pires Felipe Carlos Pelegrina Felipe de Araujo Sacramento Jardim Felipe de Lacerda Jordão Felipe Junqueira Penteado Felipe Tavares Nigro Fernanda Dantas Santos Fernanda Fidelis Paschoalino Fernanda Martins Santana Fernanda Salgado Ferreira Fernanda Spada Villar Fernanda Stevanatto Gonçalves Fernando Augusto Bacurau Fernando Buoro Auler Fernando Cesar Britto de Araujo Fernando da Cruz e Silva Fernando Daniel Finger Fernando Ferrari Filho Fernando Figueiredo Santos Fernando Henrique Gines Fernando Luis Sobral Fernando Mandarini Pereira Fernando Mauro da Silva Santos Fernando Ribeiro Fernando Silva de Santana Fernando Yudi Sakamoto Filipe Barbosa Olmos Fládson Ricardo Mendes dos Santos Flávia Chicharo Prata Lisboa Flavia Martins Matos Flávia Oliveira dos Santos Flavia Pinho e Silva Bastos Flávia Regina Munhoz Flaviano Ludovino Leoncini Flávio Eduardo da Cruz Flávio Magalhães dos Reis Flávio Minoru Maruyama Flávio Norberto Marques Flavio Silva Pinto Francine Forte Francisco Carlos Mazoni Francisco Carlos Rufino Francisco Eugênio da S. Telles Francisco Ferraro Neto Francisco Ferreira Segundo Francisco José Hirama Moreira Lopes Ribeiro Francisco José Kiernann Lopez Francisco Raniere Souza Martins Frederico Eiji Kawasaki Frederico Guilherme de Lima Fredi Gouveia de Souza Lins Gabriel de Camargo Souza Gabriel Falcetti Esteca Gabriela Angela Ferreira Gabriela Cavallini Fernandes Gabriela Gaspardo de Souza Gabriela Martins Ferreira Gabriela Santa Cruz Neves Gabriela Tiemi Hattori Geane Aparecida Silva dos Santos George Brito Balby Gerson Alves dos Santos Gerson Coelho Bezerra Gerson Luiz Petterle Gerson Mauch dos Santos Giancarlo Cittadino Gianjosé Santoro Junior Gilberto Ciriaco Costa Neto Gilberto dos Santos Junior Gilberto Garcia Correa Gilberto Pereira da Silva Gilson Antonio Canciani Gilson Galvão Krause Gilson Serra Azul Guimarães Giovanni José Lunardi Giovanni Poggi Uribe Gisele Conde Gisele Koch Giselle Chaves Quaresma Gislenia Oliveira dos Santos Giulio Gatti Glacy Kelly Campos Fernandes Gladson Bernardino Alves Glauber Baptista Gondim Leite Glaucemir de Jesus Magalhães Consentini Gleise da Cunha Borbalan Glória Tereza Corominas Signorelli Ferreira Graciano Argento Amorim Guilherme de Oliveira Feliciano Guilherme de Oliveira Fiorelli Guilherme Henrique Favrin Guilherme Tuche de Almeida Diniz Gustavo Adolpho F. de Oliveira Gustavo Affonso Arnaut P. Lopes Gustavo Alonso Daud Patavino Gustavo Frozel Carnier Gustavo Goncalves dos Santos Gustavo Henrique dos Santos Camargo Gustavo Henrique Moreira Alves Gustavo Henrique Rubin Ferreira Gustavo Perestrelo Rodrigues Gustavo Perilo Roberti Gustavo Smari Guimarães Gustavo Soares Rocha Gutemberg Marques Júnior Hamilton Bacellar Filho Heitor Cavalcante da Silva Helaine Sanches Misael Hélcio Bravo Mosciaro Helcio Ferreira de Souza Chagas Helena Ventura Milidiu Helga Kaltbeitzer Daud Hélio Mazzilli Xavier de Mendonça Hellen Pereira Vitali Heloisa Helena Nogueira Heloisa Ramos de Campos Mello Henrique Barros Riego Henrique de Andrade Marques Henrique Hilsdorf Marotta Herbert José Azevedo Hércules Reis Fragata Hudson Ferreira Batista Júnior Hugo Iha Oyakawa Hugo Oscar Brodskyn Iara Mazzoca Nazario Iara Nomura Baba Igor Rodrigues Souza Ines Pereira de Santana Irene Makie Ogau Iria Lúcia Giampaoli Iris Firmino dos Santos Filho Iron Augusto de Sena Paranhos Isabel Chagas Gomide Isabela Cristine Almada Dibo Isabele Souza Augusto Isabella Foot Guimarães Costallat Israel Alves Rebouças Ivan Cozaciuc Ivan Cruz Furtado Ivan Curvello Martins de Souza Ivan Galvão de Franca Ivo Godoi Junior Izabella Mundim Brito Izaura Cristina Ferreira de Almeida Jacques Henri Gallier Jair Beck Jair Ramos de Almeida Jairo Mandelbaum Jalmiro Rocha Silva Sobrinho James de Souza da Silva Janderly Wagner de Azevedo Janderson Taguchi Jane Bezerra da Silva Janine Silva de Lima Jansen Barroso Alves Jaqueline Borges Jaudete Daltio Jefferson de Souza Alves Rodrigues Jefferson Leandro Anselmo Jesse Martins Macedo Jéssica de Souza Monteiro Jhuli Meire Takahara Joanna de Paiva Areal João A. Gotardi Albanezi João Alberto Silva de Oliveira João Antônio da Silva Neto João Aristeu Avanzini João Augusto Ribeiro Fontoura João Batista de Souza João Carlos Baboni João Carlos Cernach Fass João Carlos dos Reis João Carlos Neves de Oliveira João Carlos Santos Ramos João Ciro Ruchinski João Ernesto Tessarollo Winter João Henrique Ferreira de Freitas João Lazaro Buono João Lucas Costa Ribeiro João Luiz de Freitas João Luiz Juca João Patricio Alves Dias João Ricardo Cury Salloum João Yoshio Makiyama Joaquim Hilário Lima dos Santos Joaquim Ricardo Janini Lopes Jobel Freitas da Silva Jônatas Lima de Araújo Jonne Gomes Queiroz Jorge Alexandre Lagos Leite Jorge da Costa Souza Jorge de Carvalho Ramos Jorge Donato S. do Carmo Jorge Luiz Caruzzo Jorge Luiz Corrêa Pires Jorge Rodrigues Patrício Jorge Shoiti Motoyama Josdeyvi Magalhães Russi José Adilson Franciscatto José Agápito dos Santos Júnior José Alencar de Novais Chaves José Angelo Sciarri Gil José Aparecido de Lisboa José Audeni de Araujo José Carlos Araújo de Mendonça Júnior José Carlos da Silva Lopes José Carlos Dalla Greppe José Carlos Grosso José Carlos Neves José Carlos Pires Felix José Cícero Alencar dos Anjos José Edson de Jesus Ferreira José Eduardo Antonello Marques José Felipe Santos da Silva José Fernando Carniel José Fernando Valor Gonçalves José Francisco de Paula Salles José Glicério Bastos Manhães José Jessé de Oliveira José


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Laexson Pereira José Luiz Matioli José Luiz Rossi José Luiz Sant’Anna José Mário de Laurentis José Mauro Rodrigues José Nilson Ferreira José Octavio Lisboa de Alvarenga José Rafael Janini Ortiz José Renato Pereira José Renato Santoro José Roberto Bazzo José Roberto Moreira de Araújo José Roberto Pelegrini Zavagli José Roberto Proença G. da Silva José Roberto Ruschel Siffert José Rodrigo Parreira José Romildo Gurgel C. Lima Filho José Santiago Rodrigues Moure José Tadeu Gomes Guimarães José Vicente Barrella Teixeira José Vicente Teixeira Neto Joséph Michell Medeiros Bezerra Josue Chaves do Prado Jouderson Oliveira Matos Julia Paula Washington Dias Juliana Maria Silva Juliana Mendes Couto Juliane Caligiuri Fernandes Juliane Cristina Cadore Juliano Gomes de Almeida Julio Cesar Casteli Júlio César de Barros Cunha Julio Cesar Martins Júlio César Trevisi Orlandi Júlio César Tufani Julio Ferreira Junior Julio Luiz Bastos Julio Victor Martins de Magalhães Jurandir Lopes Primo Kaio Leandro Lopes Moreira Karin Férrer Thum Karina de Borborema Loureiro Karina Ghion Bestagno Alonso Karina Yuri Tanaka Karine de Fátima Vasconcellos Karla Fernanda Armond de Miranda Karla Mascarenhas Gisbert Karla Monteiro da Silva Kassyus Roberto Rocha de Souza Kátia Cilene Ackermann Katia Cilene Leite Kátia Cristina D’Almeida Serafim Katia Regina Campos Kátia Regina Soares Katya Marion Pereira Keila Teixeira Reis Kellen Fabiane da Silva Pinage Kelly Fonte de Azevedo Klaus Georg Hansen Kleber Lopreto Tomazetti Kleberson Wilker Sena Rodrigues Konstanze Maria Bevilacqua Lara Rolim Schlittler Larisse Maria Romanini Gois Larry Barbosa Favre Laura Altobello Antunes Lea Rachman Leandra Ribeiro de O. e Silva Leandro Benedito Pancieri Leandro Gaona Rodrigues Alves Leandro Ianicelli Marques Leandro José Aguilar Andrijic Malandrin Leandro Rodrigues M. de Marco Leandro Yudi Seki Leonardo Arkader Fragozo Leonardo de Lima Ferreira Leonardo dos Santos Nazareth Leonardo Elias Mariote Leonardo Hideki Ishikiriyama Leonardo Manesco Barban Leonardo Meira Ottolini Leonardo Monteiro Gadelha Leonardo Moraes Puerari Letícia Cristina Cotrin Loro Lígia Ayssami Lígia Senise Ferreira Bussad Lilian Kaiting Chuang Lilian Santos Castro Martins Lilian Torres Katzer Lincoln Edwige da Silva Lisandra Flávia S. Costa de Carvalho Lívia Júlio Pacheco Lourdes Maria R. S. Atanazio Uchôa Lucas de Andrade Lucas Dutra Pinz Lucas Ferraz Benício Castagna Lucas Leal Pinheiro Lucas Nobumichi Yshii Lucélia Aparecida Pupo Lucia de Fatima Cetolo Luciana Bento Luciana Gomes da Silva Luciana Inhari Campos Luciana Miguel de Oliveira Luciana Smith Trotta Leão Luciana Vassão Gaspar Luciano Cesar da Silva Costa Luciano Claro dos Santos Luciano Davoglio Molinari Luciano José Pescarini Luciano Junger de Carvalho Luciano Leite Nobre de Sousa Luciano Roberto Rampazzo Luciano Santiago Rosas Lucilene Sartori Tchian Lucimara Aparecida da Silva Lucio A. Pivoto Luís Augusto Chinaglia Luis Augusto de Carvalho Farias Luís Augusto Teixeira Silva Luís Carlos Moreira Bicalho Luís Celso Pengo Martins Luís Cláudio Coelho Luís Cláudio Marincek Luis Eduardo Sozio Luís Eduardo Sym Cardoso Luís Fernando Zagonel Luis Guilherme de Andrade Rezende Luís Gustavo Finholdt Rocha Luis Henrique de Godoy Luís Minoru Shibata Luís Pascoal da Silva Gama Luiz Antonio Medeiros Sharp Luiz Augusto Vianna Luiz Carlos de Carvalho Marques Luiz Carlos Galvão Luiz Carlos Lopes de Lima Luiz Carlos Monari Luiz Claudio Campos Ribeiro Luiz Ernesto Gemignani Luiz Estevam Granato Luiz Felipe Pizzini Luiz Fernando Nunan Bicalho Luiz Fernando Telles de Souza Luiz Fernando Telles Rudge Luiz Filipe de Almeida T. Faro Luiz Francisco Palmieri Luiz Gonzaga Marinho Brandão Luiz Guilherme Arraes de Alencar Assis Luiz Massayoshi Omatsu Luiz Otávio Guerreiro de Castro Luiz Roberto de O. Campagnon Luiz Roberto Silva Garcia Luiza Maria Barboza Carneiro Luzia Tavares Barbosa Magnus Bardela Magnus Correa Marques Russo Manoel Marcílio Sanches Manoel Rodrigues Justino Filho Marcel Castilho B. de Carvalho Marcela da Silva Marcela de Carvalho Freschi Marcelo Antonio Pereira Marcelo Brasil Calvet Marcelo Carletti Marcelo Carlos Caravieri Marcelo Ciscan Marcelo Costa da Cunha Marcelo da Silva Ramos Marcelo de Almeida Alexandre Marcelo de Andrade Hofer Marcelo Donizete Camilo Marcelo dos Santos Rodrigues Marcelo Erbolato Gabiatti Marcelo Fernandes Gottardo Marcelo Julio Marcelo Malta Domingos Marcelo Marcos Polidoro Marcelo Mateus Duro Marcelo Menegatti Marcelo Monzani Marcelo Pellerano dos Santos Marcelo Pereira Zenerato Marcelo Rigon Marcelo Saraiva de Almeida Marcelo Yamada Araujo Marcia A. Fernandes Kopelman Marcia Cristina Veiga Rocha Marcia Cristina Vicente Márcia de Almeida Vittori Ferreira Márcia Maria Ferraresi Marcia Mendonça Filippo Márcia Regina Condotta Márcia Ruzene Dias Marcio Almeida de Oliveira Márcio André Fleury P. Ribeiro Márcio Aurélio de Paula Antunes Marcio Castellani de Lima Márcio Castilho Márcio Emídio Gavioli Márcio Nieblas Zapater Marcio Soares Gamelleiro Marcio Vinicius Saldanha Vieira Marcio Yudi Sato Márcio Yukio Tsumura Marcionilio Paulino Marco Antônio Argibay Rodriguez Marco Antonio Barreto Ceccarelli Marco Antonio Bérgamo Marco Antonio Coelho Marco Antonio de Bulhões Marcial Marco Antônio de Carvalho Biato Marco Antonio Moreira Sasso Marco Aurelio Bega Marco Aurélio Dias Locatelli Marco Marques da Silva Marcos Ablas Marques Marcos Alexandre de Sousa Marcos Antônio da Silva de Melo Marcos Carneiro Campos Marcos César Bridi Marcos Fernando Rodrigues Marcos Hideki Nakamura Marcos José Pinheiro Marcos Pimenta Marcos Roberto Biazotto Marcos Santana Gomes Marcos Theodoro Simon Siqueira Marcus Dantas Braga Marcus Vinicius Miyagui Margarita Inês de la L. Matheus Mari Mizutani Maria Alice Dias Maria Alice Nazare Dias Maria Aparecida de Souza Peixoto Maria Aparecida dos Santos Novas Maria Cecilia Motta Torres Maria Christina de Mattos Gomes Maria Claudia de Magalhães Lima Seabra Maria Claudia Frazão Mafra Maria Cristina F. Palermo Nonaka Maria Cristina Pereira Coelho Maria Cristina Varalla Mendes Maria de Cássia de Souza Maria de Fátima Lemos Henriches Maria de Fatima M. Takahashi Maria de Fátima Pinto Antônio Maria de Fátima Warchon Dias Maria de Lourdes Marcos Maria Elizabeth Silva Pedro Maria Francisca Canello de Freitas Palombini Maria Imaculada de F. F. Meneguessi Maria Inês de Lima Maria Isabel A. F. Lins de Souza Maria Lúcia da Silva Maria Madalena de O. Ferreira Maria Marta Gallego Maria Tania Ramos Ferreira Maria Teresa Marinho Azevedo Mariana Costa Tomazelli Mariana Lopes C. de Albuquerque Mariana Rocha de M. da Silva Mariana Rodrigues Coutinho Mariana Schmid Blatter Moreira Mariana Yoshioka Marilene de Souza P. da Cunha Marilia Tedeschi Schiavolim Marina Basilio de Almeida Costa Marina Naoum Coroa de Souza Mário de Souza Mario Luis de Carvalho Mário Sérgio de Pina Ribeiro Marisa Keiko Matsuda Nishimaki Maristela Ueta Funari Marlise Campanella Bastos Marta Elizabeth Colin Marta Maria Mota Peixoto Marta Varella Savino Massayuki Kawakita Mateus Zegrini Nassar Garcia Matheus Augusto de Paiva Rolim Matheus Dias de Siqueira Mauricio Carreira Soares Mauricio Ferreira Siqueira Maurício Francisco Casotti Maurício Gomes Norkus Mauricio Kenji Arakaki Maurício Kiyoshi Suga Mauricio Naegele da Cruz Mauricio Sgarbi Goulart Maurício Villa d’Alva Mauro Augusto Aguayo Leiva Mauro Bez Mauro Cesar Pereira Mauro Mosczynski Mauro Rodrigo Mauro Sergio Gomes de Souza Mauro Sérgio Mantovano Max Wendell dos Santos Brandão Mayra Carvalho de Oliveira Michel Silva Daros Michele Daniel Paes Michelle Beatrice Fernandes Michele de Mello Naresse Milena de Oliveira Câmara Milton Lopes Antelo Filho Moacir de Mattos Bianchini Moisés Alves Lopes Moisés Falco Mônica Affonso Ferreira Mation Mônica Aparecida Martins Mônica Correia Vilela Mônica de C. Fernandes Bassoi Monica Jani Drumond de Amorim Mônica Maculevicius Ferreira Monica Maria Melo Mônica Maria Orsolini Monica Renata Costa Burity Mônica Renata Rocha Brasil dos Santos Mônica Ribeiro Marques Mônica Satie Kinchoku Morgana Beluci da Silva Garcia Murilo Dias Camargo Myrian Thereza Reys Bastos Nadia Cristina Silva Kushida Natali Zamproni Feiteira Natalia Carasco Nocentini Natalia Mattos Luiz Natalie Moscardini Borba Gamberini Nathália Gomes de Almeida Neide Aparecida Ferreira Vilela Pereira Nélia de Fatima Leonardo Sousa Nelson Antônio Martins Peres Nelson de Andrade Rocha Nelson Ikeda Newton Rafael Zuppo Nicholas de Picoli Zane Nilceli Gonçalves dos S. Taliassaqui Nilo Cesar Barbosa Junior Nizia Maria Lopes de Souza Norberto Raimundo de Goes Junior Norival Sérgio da Silva Octavio Pieranti Filho Odair José da Silva Olivio Dionisio Junior Oscar Afonso Wong Chan Osmar S. Kawabata Osmundo Juste de Oliveira Osvaldo Alberto Faria Osvaldo Alves de Oliveira Osvaldo Bernardo Neto Oswaldo Boro Otávio Souza Pires Othon Bardela Ovídio Arantes Moreira Pascoal Bracco Patrícia Cavalcanti R. Lopes Patrícia Cohen Patricia Cristina C. Sibinelli Patricia de Carvalho Gemmal Patricia Leal Silva Patricia Maria Moreira Escalera Patrícia Oliveira de Araujo Souza Patrícia Parlato Patrícia Ramos Gaspar Rennó Patricia Regina de Almeida Moreira Patricia Tak Lai Frauches Leung Patricia Vaz Paula Bogar Sylvestre Paula Cunha Lima Giudicelli Paula Hiromi Kimura Prochnow Paulo Accioly Fragelli Paulo Adabo Paulo Alves Paschoal Paulo Antônio Arouca Paulo Corrêa da Silva Meyer Paulo Emilio Moura Bezerra Paulo Hamilton Ximenes Paulo Henrique Andrade Stipp Paulo Henrique Bevilaqua Paulo Hiroshi Koyama Paulo Martinho de A. Sobreira Paulo Roberto Bufacchi Mendes Paulo Roberto Pereira Cezar Paulo Roberto Veronesi Marinho Paulo Salvaia Paulo Sergio Figueiredo Paulo Sérgio Nicory Morais da Silva Pedro Buarque Franzosi Pedro Carmo Ziti Pedro Faveret Signorelli Pedro Marques dos Santos Ventura Pedro Mazzini Parra Pedro Medeiros Cunha Lima Pedro Paulo Vuolo Pedro Pedini Poliana de Oliveira Lopes Priscila Ribeiro Gomes Priscilla da Silva Lopez Priscilla Laurete de Aquino Teles Rachel Lima de Farias Rachel Pereira Barbosa Rafael Augusto Gonzalez Fares Rafael Barcellos Berbert Rafael Carreiro da Silva Rafael Carvalho Faria Andrade Rafael Colombo Cosin Bianchi Thomaz Rafael Domingos da Silva Pina Rafael Eiji Toma Rafael Henrique Leopoldino Rafael Hiromi Yoshihara Rafael Monteiro de Barros Grandis Rafael Moulin Pinheiro Rafael Rodrigues Segond Rafael Selvaggio Vinas Rafael Souza Alves Rafael Tsuji Matsuyama Rafael Vianna Sloboda Rafael Vicentin Estevam Rafael Vieira de Souza Rafael Zorzetti Pereira Raffael Elias Vaz da Silva Ralph Hayashi Xavier Raphael de Lacerda Favilla Raphael Laporta Jacomino Raphael Silva Pinto Freitas Raphaela de Paula Machado Raquel Amaral Schmidt Raquel Cartolari Ortega Raquel Nunes Pina Raquel Vaz Aguiar Raul Antonio Del Fiol Raul Barbosa Santos Rebeca Salamandac Moysés Regina Célia Camilli Regina Elizabeth Lorena Assumpção Regina Lúcia Teruya Konno Regina Tamiko Matsuzawa Penedo Reginaldo Augusto Silva Reginaldo Ladvig Oswaldo Reginaldo Pires Vieira Reinaldo José Teixeira Reinaldo Rocha de Souza Reinaldo Tadao Ishii Renata Aparecida Cajuela Renata Cristina Serrazes Araujo Renata de Almeida Bendela Renata de Avila Keidel Renata de Oliveira Pereira Randi Renata Graciano da Silva Renata Gumerato Aguiar Renata Machado de Oliveira Renata Marine de Moraes Renata Teixeira de Albuquerque Renato Albarello Renato Alves Desmarais Renato Cacure Renato Carlos Crepaldi Renato Maia Beani Renato Pires Grandini Renato Ribeiro Freire Renato Souza Santiago Renato Vieira Arruda Ricardo Aguiar Guimarães Ricardo Alexandre de Oliveira Marçal Ricardo Alexandre Esteves Mendonça Ricardo Alfredo Seabra Ravache Ricardo Alves Parente Ricardo Araujo da Silva Ricardo Craveiro de Azevedo Ricardo de Abreu Sofiatti Ricardo José dos Santos Ricardo Kadlec Ricardo Lorenz Barbosa Ricardo Mecelis Ricardo Meirelles da Silva Ricardo Moreira de A. Bernardo Ricardo Peixoto da Silva Ricardo Pereira Braga Ricardo Ribas Ricardo Takeshi Uemura Ricardo Tasso Rossi Ricardo Teixeira Ricardo Yoshiaki Koki Riccardo Gaetano F. Modica Rita de Cássia Oliveira Menezes Rita de Cassia Tréz Roberson Braznick Roberta Guimarães Bonamigo Roberta Maluf Secco Roberto Alcantara Bravo Roberto Borowski Roberto Carlos Crisostomo Roberto Neves Toledo Roberto Panini Roberto Quintella de Paiva Meira Roberto Rampazzo Robson Aparecido de Souza Rodney de Barros Faria Rodolfo de Melo Rocha Rodolfo Fernandes Ribeiro Rodrigo Alvarenga Caldeira Rodrigo Alves Cupolillo Rodrigo Araújo de F. Oliveira Rodrigo de Oliveira Campos Rodrigo dos Santos Rodrigo Ferreira Passos Rodrigo Fornasier de Sá Moreira Rocha Rodrigo Foschiani Rodrigo Gil Rodrigo Gonçales Rodrigo Goulart Domingues Rodrigo Hiroshi Ruiz Suzuki Rodrigo Kiyoshi Ojima Rodrigo Luiz da Cruz Rodrigo Magalhães de Oliveira Rodrigo Mario Viani Rodrigo Miguel de Oliveira Rodrigo Nunes Pereira Rodrigo Octávio França Fabrini Rodrigo Ramos Vieira Rodrigo Schoneborn Nogueira Rodrigo Seisho Hanashiro Rodrigo Yamashita Roger Gomes Bentes Rogério Alves Rabello Rogério Antonio de Souza Rogerio Cristiano Barbosa Rogério de Carvalho Rogério de C. Silva Grosman Rogério Alvarez Rogerio Dias Pinto Rogério Ferraz Rodrigues Rogério Ghiberti Rogério Hiroshi Ishikawa Rogerio Kamiya de Moraes Rogerio Munuera Fernandes Rogério Novaes D’Elboux Rogério Ribeiro Costa Rogerio Rodrigues Rogério Turatti Romero Mendes Zema Rômulo de Jesus Queiroz Cabral Ronaldo de Mello Castanho Ronaldo Gama Silva Ronaldo José Soares da Silva Ronaldo Nascimento Dantas Ronaldo Werneck de Miranda Rosana B. D. Lafratta di Pasquale Rosana Bretzel Rosana Egydio Rosana Florencio da Silva Rosângela Hipólito dos Santos Rosely Luciano Bezerra Rosemayre Gonçalves Lemos Rosilei Silva Bueno de Godoy Rosimeire Egydio Rozenilda Pereira da Silva Rozinei Faria Rezende Rubens Bracale Rubens Custódio Rubens Rodrigues Filho Rúbia Basso Faria de Oliveira Rui Marcelino Leite Rui Neves Ruth Costa Cavalcanti Sanderson Nogueira Dias Sandra da Silva Mendes Sandra Regina Azzari Sandro Iwakura Sandro Rodrigo Silveira Nolasco Sandro William Cruz Sara Moreira Gomes Saulo de Tarso Chã Frota Moreira Sebastião Moreira de Assis Sebastião Roberto de Paula Sérgio Aparecido Ribeiro Sérgio Augusto Oliveira Pereira Sérgio Bernardes Nunes Sérgio Firmino de Oliveira Junior Sérgio José Ainbinder Sérgio Luiz P. do Nascimento Sérgio Lunardi Lopes Sergio Mendes Neves Sérgio Yoshioka Shigueru Hélio Cavata Shirlene do Nascimento de Morais Shunji Gildo Abe Siddartha Nassif Freire de Souza Sidney Alexander Chan Sidney Lopes Couto Silas Alves Guimarães Júnior Silvana Teruko Mizono Viel Silvia Arantes Santos Silvia Eliana Josefick Martins Silvia Helena Franzolin da Cunha Silvia Maria Aptur Silvia Moraes de Souza Simone Moreira Pereira Simone Sayuri Fujimoto Sampei Sônia Gomes de Almeida Alexandre Sonia Maria Malveira de Castro Stanley Santos de Araújo Stefano Guimarães Giusini Suane de Souza Albuquerque Suzana Matos de Abreu Suzy Pedrosa Angeleas Sylvio Rodrigues da Silva Tadashi Carlos Sakuma Tadeu Fernandes Capella Tales Renato Guerra Tania Luzia Casa de Vito Tatiana Carvalho P. S. Sandoval Tatiane Silva Araújo Teresinha B. de B. Tojal Ramos dos Santos Thaís Almeida de Lima Reis Vieira Thais Cristina Marques Viana Thales Laranjeira Maltese Thalita Vieira Ramos Thays de Almeida Raposo Thiago Araujo Eboli Thiago Arthur Rodrigues Thiago de Tharso Bittencourt Thiago Demarco Puccini Thiago Espallargas Lanconi Thiago Felipe Correali Thiago Henrique de Almeida Barquette Thiago Marcondes Fausto Thiago Menezes de Oliveira Thiago Pereira da Silva Thiago Proença Ferreira Thomas Robert Kiesshau Tiago Marin Carneiro Tiago Octaviano Primini Tirza Cardoso Ferreira Rodrigues Vargas Tomio Torii Tony Chi Yuan Wang Uilson Ruas Pennafiel Urias Bittencourt Netto Vagner Braga Valdeci José da Silva Valeria De Fusco Pereira Valéria Teixeira Lima Valmir Rogério Trovo Valter Luiz Duarte dos Santos Valter Pilares Júnior Valter Schiavetti Vancleires Ribeiro de Souza Vanessa Fernanda Franco de Oliveira Vanessa Gomes da Cunha Vanessa Pacheco Lopes Vanessa Silva Carvalho Venicius Goncalves Pereira Vera Aparecida de Figueiredo Vera Lúcia Hanada Vera Lucia Uva do Amaral Victor Mello Igrejas Victor Pereira de Souza Vinicius Diogo Cover Vinícius Loback Atalla Vinícius Mendonça Alvarenga Vinícius Oliveira de Souza Vinícius Peclat de Castro Vinicius Pinho de Brito Vinicius Santos Silva Vinicius Torres Ferreira do Amaral Virgínia Helena de Moura Vitor da Silva Alves Vitor Doro Reina Viviani de Morais Perez Vivien Winkler Wagner Antonio Defensor Filho Wagner Carlos Prado Wagner Cesar da Silva Wagner da Silva Gabriel Wagner do Amaral Junior Wagner Duarte Martins Wagner Luiz Gouvea Wagner Tirolli Wallace Freire Ferreira Walter Kampfe Walter Norberto Lima Junior Wellington dos Santos Corrêa Wglastonio Leite de Sousa Wilians Lopes Neves William Bertucci Viais William Schindhelm Georg Wilson Masahiro Komido Wilson Vicentin Wladimir Donola Júnior Yara Silvia Rebello Marques Yassuki Takano Yasuaki Ito Yuri Sampaio Zenilda Barbosa Ribeiro


27

Relat贸rio Anual

Balan莽o Social


28

Relatório Anual

PROMON S.A. BAlanço social anual 2008 Segundo modelo adotado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas – IBASE

2008 (em milhares de reais)

2007 (em milhares de reais)

Receita líquida (RL)

713.333

484.106

Resultado operacional (RO)

175.896

45.560

Folha de pagamento bruta (FPB)

167.385

114.109

1. Base de cálculo

2. Indicadores sociais internos

Valor (mil)

% sobre FPB

% sobre RL

Valor (mil)

% sobre FPB

% sobre RL

3.340

2,00%

0,47%

2.440

2,14%

0,50%

44.675

26,69%

6,26%

31.301

27,43%

6,47%

Previdência privada

7.010

4,19%

0,98%

5.030

4,41%

1,04%

Saúde

6.008

3,59%

0,84%

5.401

4,73%

1,12%

Segurança e saúde no trabalho

3.215

1,92%

0,45%

1.919

1,68%

0,40%

279

0,17%

0,04%

130

0,11%

0,03%

0

0,00%

0,00%

0

0,00%

0,00%

4.157

2,48%

0,58%

4.104

3,60%

0,85%

113

0,07%

0,02%

0

0,00%

0,00%

19.834

11,85%

2,78%

15.500

13,58%

3,20%

1.120

0,67%

0,16%

858

0,75%

0,18%

89.751

53,62%

12,58%

66.683

58,44%

13,77%

Valor (mil)

% sobre RO

% sobre RL

Valor (mil)

% sobre RO

% sobre RL

1.273

0,72%

0,18%

1.241

2,72%

0,26%

280

0,16%

0,04%

61

0,13%

0,01%

Saúde e saneamento

5

0,00%

0,00%

0

0,00%

0,00%

Esporte

0

0,00%

0,00%

0

0,00%

0,00%

Combate à fome e segurança alimentar

0

0,00%

0,00%

0

0,00%

0,00%

23

0,01%

0,00%

178

0,39%

0,04%

1.581

0,90%

0,22%

1.479

3,25%

0,31%

Tributos (excluídos encargos sociais)

149.441

84,96%

20,95%

106.517

233,79%

22,00%

Total – Indicadores sociais externos

151.022

85,86%

21,17%

107.996

237,04%

22,31%

Alimentação Encargos sociais compulsórios

Educação Cultura Capacitação e desenvolvimento profissional Creches ou auxílio-creche Participação nos lucros ou resultados Outros Total – Indicadores sociais internos 3. Indicadores sociais externos Educação Cultura

Outros Total das contribuições para a sociedade

4. Indicadores ambientais

Valor (mil)

% sobre RO

% sobre RL

Valor (mil)

% sobre RO

% sobre RL

Investimentos relacionados com a produção/operação da empresa

3.156

1,79%

0,44%

1.357

2,98%

0,28%

Investimentos em programas e/ou projetos externos

50

0,03%

0,01%

0

0,00%

0,00%

3.206

1,82%

0,45%

1.357

2,98%

0,28%

Total dos investimentos em meio ambiente Quanto ao estabelecimento de “metas anuais” para minimizar resíduos, o consumo em geral na produção/operação e aumentar a eficácia na utilização de recursos naturais, a empresa: *

( ) não possui metas ( ) cumpre de 51 a 75%

( ) cumpre de 0 a 50% ( ) cumpre de 76 a 100%

( ) não possui metas ( ) cumpre de 51 a 75%

( ) cumpre de 0 a 50% ( ) cumpre de 76 a 100%

2008

2007

Nº de empregados(as) ao final do período

971

863

Nº de admissões durante o período

347

174

Nº de empregados(as) terceirizados(as)

133

131

5. Indicadores do corpo funcional

Nº de estagiários(as) Nº de empregados(as) acima de 45 anos Nº de mulheres que trabalham na empresa % de cargos de chefia ocupados por mulheres Nº de negros(as) que trabalham na empresa % de cargos de chefia ocupados por negros(as) Nº de pessoas com deficiência ou necessidades especiais

93

83

201

229

356

277

31,00%

28,50%

94

91

6,00%

4,01%

2

1


29

Relatório Anual

PROMON S.A. BAlanço social anual 2008 Segundo modelo adotado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas – IBASE

2008

Metas para 2009

13

13

6. Informações relevantes quanto ao exercício da cidadania empresarial Relação entre a maior e a menor remuneração na empresa

0

Número total de acidentes de trabalho

0

( ) direção

( x ) direção e gerências

( ) todos(as) empregados(as)

Os padrões de segurança e salubridade no ambiente de trabalho foram definidos por:

( ) direção e gerências

( ) todos(as) empregados(as)

Quanto à liberdade sindical, ao direito de negociação coletiva e à representação interna dos(as) trabalhadores(as), a empresa:

( ) não se envolve

A previdência privada contempla:

Os projetos sociais e ambientais desenvolvidos pela empresa foram definidos por:

( ) direção

( x ) direção e gerências

( ) todos(as) empregados(as)

( x ) todos(as) + Cipa

( ) direção e gerências

( ) todos(as) empregados(as)

(x ) todos(as) + Cipa

( ) segue as normas da OIT

( x ) incentiva e segue a OIT

( ) não se envolverá

( ) seguirá as normas da OIT

(x ) incentivará e seguirá a OIT

( ) direção

( ) direção e gerências

( x ) todos(as) empregados(as)

( ) direção

( ) direção e gerências

( x ) todos(as) empregados(as)

A participação dos lucros ou resultados contempla:

( ) direção

( ) direção e gerências

( x ) todos(as) empregados(as)

( ) direção

( ) direção e gerências

( x) todos(as) empregados(as)

Na seleção dos fornecedores, os mesmos padrões éticos e de responsabilidade social e ambiental adotados pela empresa:

( ) não são considerados

(x) são sugeridos

( ) são exigidos

( ) não serão considerados

( x) serão sugeridos

( ) serão exigidos

Quanto à participação de empregados(as) em programas de trabalho voluntário, a empresa:

( ) não se envolve

( ) apoia

( x ) organiza e incentiva

( ) não se envolverá

( ) apoiará

(x ) organizará e incentivará

Número total de reclamações e críticas de consumidores(as):**

na empresa _____________

no Procon ______________

na Justiça ______________

na empresa ______________

no Procon ______________

na Justiça ______________

% de reclamações e críticas atendidas ou solucionadas:**

na empresa ___________%

no Procon ___________%

na Justiça ___________%

na empresa ___________%

no Procon ___________%

na Justiça ___________%

Valor adicionado total a distribuir (em mil R$):

Distribuição do valor adicionado (DVA):

518.577 (2008) 34,4% 34,1% 7,0% 5,0 % 19,6%

governo colaboradores(as) acionistas terceiros retido

308.551 (2007) 41,6% 38,3% 5,9% 10,4 % 3,8%

governo colaboradores(as) acionistas terceiros retido

7. Outras informações 1. Responsável pelas informações: Unidade de Relações Humanas – Telefone (11) 5213-4229. 2. Esta empresa não utiliza mão de obra ou trabalho escravo, não tem envolvimento com prostituição sexual ou exploração de crianças e não está envolvida com corrupção. A empresa valoriza e respeita a diversidade interna e externamente. * Desde 2007 a Promon insere nos projetos desenvolvidos para seus clientes várias soluções relacionadas com a minimização dos impactos ambientais nos canteiros de obras, tais como: – redução do consumo de energia com iluminação e ventilação natural; – redução do consumo de água com soluções mais eficientes de reutilização (circuitos fechados) e captação/utilização de água de chuva; – redução das emissões atmosféricas com processos de filtração; – menor utilização de recursos naturais nas estruturas civis. Outras soluções são definidas nos projetos dos sistemas/equipamentos das unidades industriais, resultando na redução da emissão de efluentes contaminados e das emissões atmosféricas, além da redução do consumo de energia e água. ** O modelo de negócio do Grupo Promon não se enquadra na relação de consumo, por isso fica fora do âmbito de atuação do Procon.


31

Relatório Anual

Demonstrações Financeiras


32

Relatório Anual

PROMON S.A. BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E DE 2007 (Valores expressos em milhares de reais – R$) Controladora

ATIVO

Nota explicativa

Consolidado

2008

2007

2008

2007

CIRCULANTE 1.052

17

2.251

25.890

Aplicações financeiras

4

-

-

149.681

91.465

Valores mobiliários

5

67.719

-

76.163

67.496

1.517

-

150.393

156.557 (4.413)

Disponibilidades

Contas a receber de clientes Provisão para créditos de liquidação duvidosa

-

-

(3.928)

Adiantamentos a fornecedores

-

-

6.462

14.233

Estoques

6

202

-

39.733

32.926

Impostos a recuperar

7

19.509

917

621

41.923

Créditos vinculados a consórcios

-

-

3.744

7.978

Contas a receber por venda de ações

-

3.703

7.652

3.703

-

-

14.067

-

12

35

6.780

5.363

Contas a receber por venda de investimento

8 a)

Outros créditos Despesas antecipadas Total do ativo circulante

-

-

3.473

2.930

71.419

4.376

498.394

423.637

NÃO CIRCULANTE Realizável a longo prazo Imposto de renda e contribuição social diferidos Investimentos

15

-

-

8.369

-

8

213.650

190.727

70.907

312 22.566

Imobilizado

9

-

-

19.163

Intangível

9

-

-

7.586

-

Total do ativo não circulante

213.650

190.727

106.025

22.878

TOTAL DO ATIVO

285.069

195.103

604.419

446.515

Controladora

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Nota explicativa

2008

Consolidado

2007

2008

2007

30.558

CIRCULANTE Empréstimos e financiamentos

10

2.662

2.662

14.079

Partes relacionadas

11

32.385

19.312

13.805

4.788

47

-

38.550

34.363

Fornecedores Custos incorridos a faturar

-

-

74.119

63.157

Encargos sociais a recolher

-

-

24.693

20.133

165

8

17.362

18.406

-

-

60.948

31.697

Impostos a pagar Adiantamentos de clientes Participações a pagar

-

-

12.300

10.036

Dividendos propostos

20.160

10.020

20.160

10.020

-

-

716

802

3.216

2.614

22.263

7.880

58.635

34.616

298.995

231.840

Débitos vinculados a consórcios Outras obrigações a pagar Total do passivo circulante NÃO CIRCULANTE Empréstimos e financiamentos

10

3.733

6.353

3.733

9.948

Provisão para contingências e outras

12

10.200

23.788

60.685

63.664

13.933

30.141

64.418

73.612

-

-

28.505

10.717

80.000

Total do passivo não circulante PARTICIPAÇÃO DOS MINORITÁRIOS PATRIMÔNIO LÍQUIDO

110.000

80.000

110.000

Reserva de capital

8.582

8.213

8.582

8.213

Reserva de lucros

92.487

42.888

92.487

42.888

Capital social

13

2 b)

2.121

-

2.121

-

13

(689)

(755)

(689)

(755)

Total do patrimônio líquido

212.501

130.346

212.501

130.346

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

285.069

195.103

604.419

446.515

Ajustes de avaliação patrimonial Ações em tesouraria

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.


33

Relatório Anual

PROMON S.A. DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E DE 2007 (Valores expressos em milhares de reais – R$, exceto o lucro líquido por ação) Controladora

Nota explicativa

RECEITA OPERACIONAL BRUTA Deduções da receita bruta REceita operacional líquida Custo das vendas e dos serviços prestados Lucro bruto

Consolidado

2008

2007

2008

2007

6.275

-

852.842

578.421

-

-

(139.509)

(94.315)

6.275

-

713.333

484.106

(4.174)

-

(508.942)

(358.429)

2.101

-

204.391

125.677

(658)

(225)

(76.027)

(46.090)

(85)

(39)

(39.701)

(31.197)

9.091

7.270

(4.775)

1.819

-

-

(19.834)

(15.500)

receitas (despesas) operacionais Despesas administrativas Desenvolvimento tecnológico Outras receitas (despesas) líquidas

14

Participações de administradores e funcionários no resultado Resultado de equivalência patrimonial

8

113.291

27.840

5.475

-

Resultado na venda de ativos não circulantes

8

741

-

85.372

-

124.481

34.846

154.901

34.709

(6.252)

(3.042)

(14.095)

(11.543)

318

1.182

17.518

33.068

19.226

(3.035)

17.572

(10.674)

137.773

29.951

175.896

45.560

LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO RESULTADO FINANCEIRO Despesas financeiras Receitas financeiras Variações cambiais líquidas LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA, DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL E DA PARTICIPAÇÃO DOS MINORITÁRIOS Imposto de renda e contribuição social correntes

15

-

-

(29.017)

(12.202)

Imposto de renda e contribuição social diferidos

15

-

-

8.369

-

-

-

(17.475)

(3.407)

137.773

29.951

137.773

29.951

2,88

1,26

Participação dos minoritários LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO

LUCRO LÍQUIDO POR AÇÃO EM CIRCULAÇÃO NO FIM DO EXERCÍCIO – R$ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.


34

Relatório Anual

PROMON S.A. DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (CONTROLADORA) (Valores expressos em milhares de reais – R$, exceto o valor por ação) Reserva de lucros

Reserva de capital

Reserva legal

Ajustes de avaliação patrimonial

Lucros acumulados

Ações em tesouraria

80.000

8.309

4.399

-

-

26.660

(11)

119.357

Constituição de reserva de liquidez (AGO/AGE de 10/04/07)

-

-

-

26.660

-

(26.660)

-

-

Transações com ações próprias

-

(96)

-

-

-

-

(744)

(840)

Lucro líquido do exercício

-

-

-

-

29.951

-

29.951

Constituição da reserva legal

-

-

1.498

-

-

(1.498)

-

-

Dividendos propostos ou pagos ad referendum de AGO (R$0,5916 por ação em circulação)

-

-

-

-

-

(14.114)

-

(14.114)

Juros sobre o capital pagos ad referendum de AGO (R$0,168 por ação em circulação)

-

-

-

-

-

(4.008)

-

(4.008)

Constituição de reserva de liquidez

-

-

-

10.331

-

(10.331)

-

-

80.000

8.213

5.897

36.991

-

-

(755)

130.346

Dividendos pagos (R$0,46 por ação em circulação)

-

-

-

(22.080)

-

-

-

(22.080)

Transações com ações próprias

-

369

-

-

-

2

66

437

-

-

-

-

2.121-

-

-

2.121

-

-

-

-

-

137.773

-

137.773

30.000

-

-

-

-

(30.000)

-

-

Constituição da reserva legal

-

-

6.889

-

-

(6.889)

-

-

Dividendos propostos ou pagos ad referendum de AGO (R$0,672 por ação em circulação)

-

-

-

-

-

(32.256)

-

(32.256)

Nota explicativa

SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2006

Capital social

Reserva de liquidez

Total

Destinações

SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007

Variação cambial de controladas no exterior

2 b)

Lucro líquido do exercício Aumento de capital com a emissão de 24.000.000 de novas ações sem valor nominal a título de bonificação (AGE de 28/05/08)

13

Destinações

Juros sobre o capital pagos ad referendum de AGO (R$0,08 por ação em circulação)

13

-

-

-

-

-

(3.840)

-

(3.840)

Constituição de reserva de liquidez

13

-

-

-

64.790

-

(64.790)

-

-

110.000

8.582

12.786

79.701

2.121

-

(689)

212.501

SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.


35

Relatório Anual

PROMON S.A. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Valores expressos em milhares de reais – R$) Nota explicativa

Controladora

Consolidado

137.773

137.773

FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro líquido do exercício

-

Despesas (receitas) que não representam movimentação de caixa Equivalência patrimonial

8

(113.291)

(5.475)

Depreciações e amortizações

-

5.473

Resultado na venda de ativos não circulantes

-

(85.372)

Provisão para créditos de liquidação duvidosa

-

(485)

Imposto de renda e contribuição social diferidos

-

(8.369)

Participações a pagar

-

2.264

Participação dos minoritários

-

17.475

Reversão de provisão para contingências

(13.669)

(2.979)

Juros, variação monetária e variação cambial – líquidos

(18.642)

(22.681)

(1.480)

4.159

Variação de ativos e passivos operacionais Contas a receber de clientes

-

7.771

Estoques

(202)

(6.807)

Impostos a recuperar

(296)

(22.414)

Adiantamentos a fornecedores

Créditos vinculados a consórcios, líquidos dos débitos

-

4.148

Outros créditos

-

(1.417)

Despesas antecipadas

19

(543)

Fornecedores

47

4.187

Custos incorridos a faturar

-

12.215

Encargos sociais a recolher

-

4.560

157

(1.005)

Adiantamentos de clientes

-

29.963

Outras obrigações a pagar

678

14.383

(8.906)

86.824

Impostos a pagar

Caixa proveniente das (utilizado nas) atividades operacionais FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS

16.349

(41.136)

(31.185)

(62.998)

Aquisição de imobilizado e intangível

-

(13.181)

Recebimento pela venda de ativos não circulantes

-

74.829

Aplicações financeiras e valores mobiliários Aquisição de investimentos

Juros sobre capital e dividendos recebidos Caixa adquirido (*) Caixa líquido proveniente das (utilizado nas) atividades de investimentos

60.715

-

132

-

46.011

(42.486)

(2.700)

(32.794)

-

8.267

Total das aplicações FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Pagamento de empréstimos Empréstimos obtidos Mútuo a pagar a partes relacionadas Transações com ações próprias

10.528

7.787

4.138

(3.514)

-

313

Juros sobre capital e dividendos pagos

(48.036)

(48.036)

Caixa líquido utilizado nas atividades de financiamentos

(36.070)

(67.977)

1.035

(23.639)

17

25.890

1.052

2.251

Participação dos minoritários

Aumentos (redução) do caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício

(*) Refere-se ao caixa das controladas no exterior com características de filiais da Sociedade, as quais estão sendo apresentadas em conjunto com as demonstrações financeiras da Controladora para o exercício findo em 31 de dezembro de 2008. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.


36

Relatório Anual

PROMON S.A. DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007 (Valores expressos em milhares de reais – R$) Controladora

Consolidado

-

25.999

38.114

-

ORIGENS DE RECURSOS Recursos originados das operações (conforme abaixo) Dividendos e juros sobre o capital recebidos de controladas Recursos de terceiros Financiamentos de longo prazo

1.968

1.968

-

27.850

40.082

55.817

Recursos aplicados nas operações (conforme abaixo)

2.096

-

Aumento de capital em controlada

5.003

-

Transferência do realizável a longo prazo para circulante Total das origens APLICAÇÕES DE RECURSOS

Aquisição de ativo imobilizado Transferência do passivo não circulante para o circulante Redução na participação dos minoritários Transações com ações próprias

-

12.769

2.913

10.932

-

437

840

840

Dividendos e juros sobre o capital propostos ou pagos

18.122

18.122

Total das aplicações

28.974

43.100

AUMENTO DO CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO

11.108

12.717

13.897

365.229

REPRESENTADO POR Ativo circulante No início do exercício No fim do exercício

4.376

423.637

(9.521)

58.408

No início do exercício

55.245

186.149

No fim do exercício

34.616

231.840

20.629

(45.691)

11.108

12.717

29.951

29.951

(27.840)

-

-

6.956

-

3.407

28

61

Passivo circulante

AUMENTO DO CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO DEMONSTRATIVO DOS RECURSOS originados DAS (APLICADOS NAS) ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro líquido do exercício Itens que não representam movimentação do capital circulante Resultado de equivalência patrimonial Depreciações e amortizações Participação dos minoritários Variações monetárias de itens a longo prazo Variações cambiais sobre investimentos – líquidas Baixa de ativo não circulante Reversão de provisões para perda na realização de investimentos e contingências Total originado das (aplicado nas) operações As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

3.121

-

(86)

1.519

(7.270)

(15.895)

(2.096)

25.999


37

Relatório Anual

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E DE 2007 (Valores expressos em milhares de reais – R$, exceto quando de outra forma indicado) 1. CONTEXTO OPERACIONAL – A Promon S.A. (“Sociedade”) é a holding operacional do Grupo Promon, que participa de um conjunto de sociedades que oferece ao mercado projetos de engenharia e serviços de implantação de empreendimentos e soluções completas de infraestrutura nos setores de energia elétrica, óleo e gás, química e petroquímica, mineração e metalurgia, meio ambiente e tecnologia da informação e comunicação. O Grupo engloba a Promon Engenharia Ltda. – que atua em engenharia consultiva e contratos do tipo EPC (engenharia, suprimentos e construção), em projetos para os setores de energia, óleo e gás, mineração, metalurgia, química e petroquímica; a PromonLogicalis Latin America Ltd., sociedade constituída no Reino Unido em 2 de maio de 2008, em sociedade com a Logicalis Group Ltd., que passou a combinar as operações de integração de sistemas de telecomunicações e tecnologia da informação conduzidas até aquela data pela Promon Tecnologia Ltda. no Brasil, com as operações da Logicalis Group Ltd. em outros países da América Latina, conforme descrito na nota explicativa nº 8; e a Trópico Sistemas e Telecomunicações S.A. – fornecedora de equipamentos e sistemas de telecomunicações para operadoras.

2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS – Em 28 de dezembro de 2007, foi promulgada a Lei nº 11.638, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2008, que atualizou a legislação societária brasileira para possibilitar o processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes nas normas internacionais de contabilidade (IFRS) e permitir que novas normas e procedimentos contábeis sejam expedidos em consonância com os padrões internacionais de contabilidade. Essa Lei instituiu o Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, encarregado de promover as modificações necessárias nas práticas contábeis adotadas no Brasil, para sua convergência com o IFRS. As demonstrações financeiras são de responsabilidade da Administração da Sociedade e de suas controladas e foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, contemplando todas as modificações nas práticas contábeis introduzidas pela Lei nº 11.638/07, e regulamentadas pelo CPC para o exercício findo em 31 de dezembro de 2008. As demonstrações financeiras, controladora e consolidado, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007, apresentadas de forma conjunta com as demonstrações financeiras de 2008, foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil vigentes até 31 de dezembro de 2007 e, como permitido pelo Pronunciamento Técnico CPC 13 – Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória nº 449/08, não estão sendo reapresentadas com os ajustes para fins de comparação entre os exercícios. As modificações que afetaram a Sociedade e suas controladas podem ser sumariadas como segue: a) Modificação na apresentação das demonstrações financeiras • Substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos pela demonstração dos fluxos de caixa, a qual está sendo apresentada para o exercício findo em 31 de dezembro de 2008. b) Modificação de práticas contábeis, resultando em efeitos nas demonstrações financeiras • Criação de um novo subgrupo de contas, “Ajustes de avaliação patrimonial”, no patrimônio líquido, para permitir o registro de variação cambial sobre investimentos societários no exterior, avaliados pelo método de equivalência patrimonial. O efeito apurado no exercício findo em 31 de dezembro de 2008 foi um ganho de R$2.121, conforme apresentado na demonstração das mutações do patrimônio líquido. • Criação de novo subgrupo de contas, “Intangível”, para registro dos direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Sociedade e de suas controladas ou exercidos com essa finalidade. • Em virtude do Pronunciamento Técnico CPC 02 – Efeitos nas Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis, a Sociedade passou a tratar as controladas no exterior, FIQ Trading, Marketing, Serviços e Consultores Lda. e Promon International, Inc., como filiais, por entender que essas sociedades não desenvolvem suas atividades administrativas e financeiras de forma independente às da Sociedade. Como consequência, em 31 de dezembro de 2008, as demonstrações financeiras dessas controladas no exterior estão sendo apresentadas em conjunto com as demonstrações financeiras da Sociedade. Em 31 de dezembro de 2007, as referidas sociedades estão tratadas por equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da Sociedade.

3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS E CRITÉRIOS DE CONSOLIDAÇÃO

a) Critérios de consolidação – Na consolidação são eliminados os investimentos nas sociedades controladas, os saldos a receber e a pagar e as receitas e despesas decorrentes de transações entre as sociedades. A participação dos acionistas minoritários é destacada nas demonstrações financeiras consolidadas. Os registros contábeis das sociedades consolidadas localizadas no exterior são ajustados segundo as práticas contábeis adotadas no Brasil. As controladas no exterior, cuja moeda funcional difere da moeda de reporte, têm seu balanço patrimonial convertido à taxa de câmbio vigente nas datas dos balanços e as receitas e despesas convertidas à taxa de câmbio média de cada mês. As demonstrações financeiras consolidadas incluem, principalmente, a consolidação integral das seguintes controladas: Promon Engenharia Ltda., Promon Tecnologia e Participações Ltda., Promon Tecnologia Ltda., FIQ US LLC, Trópico Sistemas e Telecomunicações S.A. e Trópico Sistemas e Telecomunicações da Amazônia Ltda. e a consolidação proporcional da controlada em conjunto com a EPC Compra e Venda de Equipamentos Industriais Ltda. Os principais dados das empresas consolidadas estão descritos na nota explicativa nº 8. As demonstrações financeiras da controlada em conjunto com a PromonLogicalis Latin America Ltd. (“PLLAL”) não foram consolidadas proporcionalmente, tendo em vista os seguintes fatores: (i) participação de 30% no capital social detida pela Sociedade, sendo os demais 70% detidos pelo Logicalis Group Ltd.; e (ii) existência de acordos entre os acionistas, que determinam que a Sociedade tem a opção de vender participação detida, a qual, se vendida, reduziria a sua influência e controle na PLLAL. b) Ativos e passivos expressos em moeda estrangeira ou sujeitos à indexação – Os ativos e passivos denominados em moeda estrangeira são convertidos para reais através da utilização das taxas publicadas pelo Banco Central do Brasil – BACEN nas datas dos balanços. Os ativos e passivos em reais e contratualmente sujeitos à indexação são atualizados aplicando-se os índices correspondentes. Os ganhos e as perdas cambiais e as variações monetárias ativas e passivas são reconhecidos no resultado dos exercícios. c) Caixa e equivalentes de caixa – Para fins de preparação da demonstração dos fluxos de caixa, o saldo inclui caixa e saldos em contas correntes bancárias. Nenhuma aplicação financeira foi considerada como equivalente de caixa, tendo em vista que o prazo de vencimento delas é superior a 90 dias da data da aplicação ou não estão sujeitas a um risco significante de mudança de valor. d) Aplicações financeiras – As aplicações financeiras estão registradas: (i) pelo seu valor de mercado ou valor equivalente, quando se tratar de aplicações destinadas à negociação; e (ii) pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão, atualizado conforme disposições legais ou contratuais, ajustado ao valor provável de realização, quando este for inferior, no caso das aplicações em títulos e valores mobiliários mantidas até seu vencimento.


38

Relatório Anual

e) Valores mobiliários – Compostos, basicamente, por aplicações em fundos e títulos públicos, registrados ao custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos até as datas dos balanços, que se aproximam do seu valor de mercado. f) Contas a receber de clientes – Registradas pelos valores efetivos faturados e por medições ocorridas até as datas dos balanços, deduzidas da provisão para créditos de liquidação duvidosa, em montante considerado suficiente pela Administração para fazer face a prováveis perdas na sua realização. g) Estoques – Demonstrados ao custo de produção ou aquisição, inferior ao valor de mercado e, quando necessário, deduzidos de provisão para refletir o provável valor de realização. h) Impostos a recuperar – Representados principalmente por tributos e contribuições federais e estaduais, atualizados a partir do exercício subsequente à sua apuração. i) Investimentos – Os investimentos relevantes da Sociedade em empresas controladas são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. A variação cambial decorrente da tradução das demonstrações financeiras da controlada em conjunto com a PLLAL, cuja moeda funcional difere da moeda de reporte, foi registrada no subgrupo do patrimônio líquido denominado “Ajustes de avaliação patrimonial”, a partir do exercício de 2008. j) Imobilizado – Registrado ao custo de aquisição, deduzido das depreciações, calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas em virtude do prazo estimado de vida útil-econômica dos bens, descritas na nota explicativa nº 9. k) Intangível – Avaliado pelo custo de aquisição, compreende o registro de direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Sociedade e de suas controladas ou exercidos com essa finalidade. Quando aplicável, as amortizações são computadas pelo método linear, tomando-se por base a sua vida útil estimada, conforme demonstrado na nota explicativa nº 9. Nenhum valor é atribuído a marcas e patentes desenvolvidas internamente ou direitos semelhantes. l) Realização de ativos de longa vida útil – A Administração da Sociedade revisa anualmente seus ativos de longa vida útil, utilizados em suas operações, com o objetivo de determinar a necessidade de reconhecimento de uma perda quando eventos ou circunstâncias indicam que estes não serão recuperáveis através das suas atividades operacionais. A redução do valor desses ativos para seus valores estimados de recuperação é efetuada quando as projeções de fluxo de caixa operacional não são suficientes para recuperar o valor contábil desses ativos. A Sociedade e suas controladas não registraram perdas nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2008 e de 2007 em virtude da aplicação dessa prática. m) Provisão para contingências e outras – A Administração, assessorada por seus consultores legais, constitui provisões consideradas suficientes para cobrir prováveis perdas. n) Custos incorridos a faturar, receitas, custos e despesas – Apropriados obedecendo ao regime de competência. Receitas e custos de contratos de longo prazo de empreitada global são apropriados pelo progresso físico do projeto e são provisionados os correspondentes custos incorridos a faturar, os quais serão faturados por fornecedores em período subsequente. Para os processos de industrialização, as receitas e os custos são apropriados quando da entrega do produto. o) Imposto de renda e contribuição social – Calculados de acordo com a legislação em vigor nas datas dos balanços. O imposto de renda e a contribuição social são reconhecidos no resultado do exercício, considerando as diferenças temporárias para o reconhecimento de despesas e receitas para fins contábeis e efeitos tributários. O imposto de renda e a contribuição social diferidos, registrados no ativo realizável a longo prazo, decorrem de despesas apropriadas ao resultado, mas indedutíveis temporariamente, e sobre os saldos de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, tão somente quando há expectativa de realização. p) Estimativas contábeis – A preparação das demonstrações financeiras requer a adoção de estimativas por parte da Administração, impactando certos ativos e passivos, contas a receber e estoques de improvável realização, passivos contingentes e vidas úteis de ativos imobilizados e intangíveis, assim como divulgações sobre contingências ativas e passivas e receitas e despesas nos exercícios demonstrados. Uma vez que o julgamento da Administração envolve estimativas referentes à probabilidade de ocorrência de eventos futuros, os resultados reais podem diferir dessas estimativas. q) Lucro líquido por ação – Calculado com base nas quantidades de ações em circulação da Sociedade nas datas de encerramento dos exercícios.

4. APLICAÇÕES FINANCEIRAS

Consolidado 2008

2007

128.785

77.018

Fundos de Investimentos DI

5.527

-

Fundos de Investimentos Multimercados

5.120

7.393

10.249

-

Fundos de Ações

-

2.826

Fundos de Investimento em Direitos Creditórios – FIDIC

-

2.271

Outras

-

1.957

149.681

91.465

Certificados de Depósitos Bancários – CDBs e operações compromissadas pós-fixadas

Títulos Públicos – Letras Financeiras do Tesouro – LFTs

Total


39

Relatório Anual

5. VALORES MOBILIÁRIOS Controladora

Consolidado

2008

2007

2008

2007

5.010

-

13.454

6.156

Renda fixa

36.775

-

36.775

37.057

Fundos alternativos

30.382

30.382

24.283

Provisão para realização

(4.448)

-

(4.448)

-

Total

67.719

-

76.163

67.496

Mercado monetário

6. ESTOQUES

Controladora

Consolidado

2008

2007

2008

2007

202

-

14.330

16.252

Estoque em poder de terceiros

-

-

1.728

1.728

Material de instalação e montagem

-

-

210

596

Semiacabados

-

-

11.100

5.136

Matérias-primas

-

-

22.565

20.540

Importações em andamento

-

-

-

474

Provisão para realização

-

-

(10.200)

(11.800)

202

-

39.733

32.926

Material para revenda

Total

7. IMPOSTOS A RECUPERAR

Controladora

Consolidado

2008

2007

2008

2007

917

621

34.764

16.266

-

-

6.007

3.032

-

-

1.152

211

917

621

41.923

19.509

Tributos Federais Estaduais Contribuições previdenciárias

Total

Os créditos de tributos e contribuições federais poderão ser utilizados para compensações de débitos, vencidos ou vincendos, administrados pela Receita Federal do Brasil. A realização dos créditos de impostos estaduais ocorre através das transações mercantis da Sociedade e de suas controladas.


40

Relatório Anual

8. INVESTIMENTOS – Os investimentos da controladora e os seus principais dados em 31 de dezembro de 2008 e de 2007 estão assim compostos: Saldos em 31 de dezembro de 2008

Investimentos

2008

Patrimônio líquido

2007

Resultado – exercício findo em 31 de dezembro de 2008

Capital social

Lucro do exercício

Equivalência patrimonial

Participação %

Direta

Consolidada

Empresas controladas 103.215

53.729

114.719

55.546

84.825

84.808

89,97

99,98

75.366

62.045

75.370

2.000

17.165

17.163

99,99

99,99

2.503

50.337

2.745

49.234

3.833

3.833

91,22

99,99

Promon International, Inc.(d)

-

11.873

12.632

2.656

-

-

-

99,99

FIQ Trading, Marketing, Serviços e Consultores Lda. (d)

-

7.718

71.534

33.889

-

-

-

100,00

3.752

-

3.752

-

1.883

1.883

-

100,00

67.490

-

224.968

1.800

10.460

3.138

30,00

30,00

Provisão para ajustes de critérios contábeis (a)

(50.396)

-

-

2.338

-

PTLS Comércio, Exportação e Importação de Equipamentos de Telecomunicações Lda. (b)

-

5.001

-

128

-

201.930

190.703

11.707

-

13

24

11.720

24

213.650

190.727

Promon Engenharia Ltda. (e) Promon Tecnologia e Participações Ltda. Promon Tecnologia Ltda. (e)

FIQ US LLC PromonLogicalis Latin America Ltd. (a)

Total Empresas Controladas

-

-

-

113.291

Outros investimentos DeepFlex Inc. (c) Outros Total Outros Investimentos Total de Investimentos

Os investimentos consolidados em 31 de dezembro de 2008 e de 2007 estão assim compostos:

Consolidado 2008

2007

67.490

-

(50.396)

-

Total

17.094

-

Datatec Limited (a)

41.150

-

DeepFlex Inc. (c)

11.707

-

PromonLogicalis Latin America Ltd. (a) Provisão para ajustes de critérios contábeis (a)

Outros

1.135

491

Provisão para realização

(179)

(179)

70.907

312

Total

(a) Em 2 de maio de 2008, a Sociedade firmou acordo com o Logicalis Group Ltd., através do qual as partes passaram a combinar as operações de integração de sistemas de telecomunicações e tecnologia da informação que eram conduzidas pelas respectivas controladas Promon Tecnologia Ltda. e Logicalis South America Ltd. (“LSAL”), com o objetivo mútuo de reforçar seu posicionamento como provedores de soluções tecnológicas de alto valor agregado para corporações de distintos setores nos principais mercados da América Latina. Como resultado do acordo, a Sociedade passou a deter 30% das ações da PromonLogicalis Latin America Ltd. (“PLLAL”), percentual adquirido com a conferência das cotas da PTLS Comércio, Exportação e Importação de Equipamentos de Telecomunicações Ltda., de propriedade da Sociedade, e da venda da PromonLogicalis Tecnologia S.A., de propriedade da controlada Promon Engenharia Ltda. A PLLAL tem sede no Reino Unido e detém 100% das ações das empresas constituídas na Argentina, Brasil, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai. O valor do investimento na PLLAL, apresentado no balanço patrimonial da controladora e consolidado, é de R$17.094, após provisão constituída para ajustar os registros contábeis da controlada às práticas contábeis adotadas no Brasil. O resultado dessa operação, registrado na rubrica “Resultado na venda de ativos não circulantes” na demonstração de resultado consolidada, foi de R$84.631. Do valor da transação, R$41.150 foram recebidos em dinheiro, R$41.150 foram destinados à aquisição de 6.674.312 ações da Datatec Limited, controladora do Logicalis Group Ltd., pela controlada Promon Engenharia Ltda., e R$14.067 serão recebidos em 2009, registrados no balanço patrimonial consolidado, na rubrica “Contas a receber por venda de investimento”.


41

Relatório Anual

As ações da Datatec Limited são negociadas na Bolsa de Valores de Londres e estavam cotadas a R$4,10 em 31 de dezembro de 2008. Tendo em vista que o acordo firmado entre a Promon Engenharia Ltda. e o Logicalis Group Ltd. prevê compensações à investidora associadas ao comportamento do preço das ações da Datatec Limited nos exercícios de 2009 e 2010, não foi necessária a constituição de provisão para redução a valor de mercado do investimento. As demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2008 da PLLAL não foram auditadas por auditores independentes; porém, as demonstrações financeiras de 28 de fevereiro de 2009, data de encerramento do seu exercício social, serão auditadas pelos mesmos auditores da Sociedade. (b) As cotas da PTLS Comércio, Exportação e Importação de Equipamentos de Telecomunicações Ltda. foram parte da negociação que resultou na aquisição pela Sociedade de 30% das ações da PLLAL, conforme descrito no item (a) anterior. (c) Em 20 de março de 2008, a Sociedade adquiriu como investidora, sem nenhuma obrigação específica de acionista, 5% das ações do capital social da empresa DeepFlex Inc., com sede em Delaware – EUA, que desenvolve e produz dutos flexíveis para o mercado de petróleo e gás. Esse investimento foi registrado pelo custo de aquisição, que não supera o valor de mercado. (d) Essas sociedades não desenvolvem suas atividades administrativas e financeiras de forma independente às da Sociedade. Como consequência, em 31 de dezembro de 2008, as demonstrações financeiras dessas controladas no exterior estão sendo apresentadas em conjunto com as demonstrações financeiras da Sociedade. Em 31 de dezembro de 2007, as referidas sociedades estão tratadas por equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da Sociedade. (e) Em virtude do observado no item (d) anterior, a equivalência patrimonial sobre as participações detidas pela Promon Engenharia Ltda. e Promon Tecnologia Ltda. na FIQ Trading, Marketing, Serviços e Consultores Lda. de 8,85% e 77,36%, respectivamente, foi excluída do patrimônio líquido e do lucro líquido do exercício findo em 31 de dezembro de 2008 dessas sociedades.

9. IMOBILIZADO E INTANGÍVEL Taxa anual de depreciação e amortização – %

Consolidado 2008

2007

Imobilizado 4

2.220

2.220

Equipamentos, móveis e utensílios e instalações

10

28.779

30.168

Computadores e softwares

20

11.115

29.361

Veículos

20

393

209

Outros

20

892

790

Edifícios

Depreciações acumuladas Total – imobilizado

43.399

62.748

(24.236)

(40.182)

19.163

22.566

Intangível Software

20

Amortizações acumuladas

23.858

-

(16.272)

-

7.586

-

Total – intangível

10. EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS Controladora Circulante

BNDES Encargos financeiros – BNDES Total

Não Circulante

2008

2007

2008

2007

2.629

2.629

3.733

6.353

33

33

-

-

2.662

2.662

3.733

6.353

Consolidado Circulante

Não Circulante

2008

2007

2008

2007

6.254

10.658

3.733

9.948

148

67

-

-

FINIMP

3.515

-

-

-

FINAME

4.162

-

-

-

-

19.833

-

-

14.079

30.558

3.733

9.948

BNDES Encargos financeiros – BNDES

Outros empréstimos nacionais Total


42

Relatório Anual

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES – Em 5 de maio de 2005 foi firmado, entre a Sociedade e o BNDES, contrato de financiamento a ser pago em 48 prestações mensais e sucessivas, incidindo sobre este a Taxa de Juros de Longo Prazo – TJLP, acrescida de spread de 4% ao ano, com vencimento final em maio de 2011. O financiamento está garantido por fiança bancária. Os financiamentos obtidos do BNDES pela controlada indireta Trópico Sistemas e Telecomunicações S.A. são vencíveis em até 41 parcelas mensais, com vencimento final em maio de 2009, os quais estão garantidos por fianças bancárias, incidindo sobre estes a TJLP, acrescida de spread de 1,5% a 2% ao ano, vencíveis em parcelas mensais. Financiamento de importações – FINIMP – Refere-se a financiamentos para importações de bens e outras avenças contratados pela controlada indireta Trópico Sistemas e Telecomunicações da Amazônia Ltda., com juros de 7,3% ao ano e garantidos por nota promissória. Fundo de Financiamento para Aquisição de Máquinas e Equipamentos Industriais – FINAME – Refere-se a financiamento para produção de máquinas e equipamentos contratados pela controlada indireta Trópico Sistemas e Telecomunicações da Amazônia Ltda., com juros de 2,65% ao ano acima da TJLP, a ser amortizado em sua totalidade durante o exercício de 2009, com aval de sua controladora Trópico Sistemas e Telecomunicações S.A. Outros empréstimos nacionais – Referem-se a empréstimos de capital de giro tomados em 2007 pela controlada indireta Trópico Sistemas e Telecomunicações S.A., sobre os quais incidiam encargos de 100% a 106% da variação do Certificado de Depósito Interbancário – CDI. Os valores de longo prazo têm os seguintes vencimentos:

Controladora

Consolidado

2008

2007

2008

2007

2009

-

2010

2.629

2.629

-

6.224

2.629

2.629

2.629

2011

1.104

1.095

1.104

1.095

Total

3.733

6.353

3.733

9.948

11. PARTES RELACIONADAS Controladora

Consolidado

2008

2007

2008

2007

Promon Empreendimentos e Participações S.A.

13.795

4.788

13.795

4.788

Promon Engenharia Ltda.

13.715

10.936

-

-

4.841

3.350

-

-

34

238

10

-

Total

32.385

19.312

13.805

4.788

Resultado: Despesa financeira do exercício

(1.233)

(802)

(1.233)

(802)

Passivo circulante

São Luiz Telecomunicações Ltda. Outras

As transações com partes relacionadas referem-se a contratos de mútuos. Os contratos firmados entre a Sociedade e sua controladora Promon Empreendimentos e Participações S.A. não possuem data de vencimento e estão sujeitos a juros de 104% do CDI. Sobre os demais contratos não há incidência de encargos.

12. PROVISÃO PARA CONTINGÊNCIA E OUTRAS

Provisão para contingências fiscais Provisão para contingências trabalhistas Outras provisões Total

Controladora

Consolidado

Não circulante

Não circulante

2008

2007

2008

2007

8.700

18.266

43.335

52.696

-

4.022

14.850

8.388

1.500

1.500

2.500

2.580

10.200

23.788

60.685

63.664

A Sociedade está envolvida em processos judiciais de natureza trabalhista e tributária. A Administração da Sociedade, em conjunto com seus assessores jurídicos externos, entende que essas provisões são suficientes para cobrir prováveis perdas nos referidos processos judiciais. Para aqueles processos judiciais não provisionados, inclusive os processos para os quais a probabilidade de perda é estimada como possível pelos seus assessores jurídicos externos, a Administração entende que não existem perspectivas de perdas relevantes. As contingências em discussão judicial não provisionadas, com exceção daquelas com risco de êxito considerado remoto, referem-se a processos fiscais, que montam a, aproximadamente, R$37.000 (consolidado) em 31 de dezembro de 2008. Não há nenhum processo de valor individual relevante que necessite de divulgação específica.


43

Relatório Anual

Adicionalmente, a controlada indireta Trópico Sistemas e Telecomunicações S.A. discute um processo referente ao recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, em razão de multa regulamentar pela falta de preenchimento de campos obrigatórios em notas fiscais no período de 1997 a 2001, no valor atualizado de R$51.707, para o qual há provisão para contingências no montante de R$8.850. Segundo o parecer dos advogados da referida controlada, não foi necessária a constituição de provisão para contingências sobre o valor restante de R$42.857, para o qual foi apresentada carta de fiança, cujo valor atualizado é de R$43.935.

13. PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital social Em 31 de dezembro de 2008, o capital social é composto por 48.000.000 (24.000.000 em 2007) de ações ordinárias, sem valor nominal, pertencentes a acionistas domiciliados no país. Na Assembleia Geral Extraordinária de 28 de maio de 2008, os acionistas da Sociedade aprovaram o aumento do capital social pelo valor de R$30.000, com a emissão de 24.000.000 de novas ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, a título de bonificação, mediante aproveitamento de parte do resultado líquido apurado no balanço patrimonial levantado em 2 de maio de 2008. Em 31 de dezembro de 2008, havia 119.242 ações em tesouraria, correspondentes a R$689, no valor unitário de R$5,78 (141.717 ações, correspondentes a R$755, no valor unitário de R$5,33 em 2007). Aos acionistas é garantido, estatutariamente, dividendo mínimo obrigatório de 25% do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da Lei das Sociedades por Ações. De acordo com a Lei nº 9.249/95, a Sociedade calculou juros sobre o capital próprio no montante deR$3.840 em 2008 (R$4.008 em 2007), os quais estão sendo apresentados como dedução da rubrica “Lucros acumulados” e foram pagos em 20 de outubro de 2008. Reserva de liquidez A Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária de 10 de abril de 2007 aprovou a criação da reserva de liquidez, destinada a dar flexibilidade à tesouraria da Sociedade na administração do modelo acionário e de outras obrigações de curto prazo que exijam disponibilidade de caixa, inclusive para aquisição pela Sociedade de suas próprias ações, se for necessário. A Diretoria, com aprovação do Conselho de Administração e ad referendum da Assembleia Geral, poderá utilizar o saldo da reserva de liquidez para distribuição de dividendos.

14. OUTRAS RECEITAS (DESPESAS) LÍQUIDAS Controladora

Consolidado

2008

2007

2008

2007

-

11.059

-

11.059

Reversão (constituição) de provisão para contingências ou riscos

13.588

(3.789)

(136)

(5.864)

Provisão para desvalorização de aplicação financeira

(4.448)

-

(4.448)

-

-

-

2.200

-

(49)

-

(2.391)

(3.376)

9.091

7.270

(4.775)

1.819

Reversão de provisão para perda na realização de investimento permanente – Trópico Sistemas e Telecomunicações S.A.

Reversão de provisão para perda de desvalorização de estoques e outros Outras Total

15. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Os montantes relativos ao imposto de renda e à contribuição social diferidos em 31 de dezembro de 2008 estão apresentados a seguir:

Consolidado

Prejuízo fiscal

2.939

Base negativa da contribuição social

1.230

Diferenças temporárias Provisão para contingências Outras Total – ativo não circulante

3.619 581 8.369

O imposto de renda e a contribuição social diferidos foram constituídos somente para os créditos da controlada direta Promon Engenharia Ltda., por esta apresentar expectativa de lucro tributário futuro que permita a sua realização.


44

Relatório Anual

A reconciliação do imposto de renda e da contribuição social registrados no resultado dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2008 e de 2007 é a seguinte:

Controladora

Consolidado

2008

2007

2008

2007

137.773

29.951

175.896

45.560

34%

34%

34%

34%

46.843

10.183

59.805

15.490

(41.409)

(6.411)

(1.862)

-

Benefício com pesquisa e inovação tecnológica – Lei nº 11.196/05

-

-

(4.468)

(2.034)

Lucro da exploração

-

-

(3.250)

-

Lucro líquido do exercício antes do imposto de renda e da contribuição social Alíquota vigente Expectativa da despesa de imposto de renda e da contribuição social, em relação ao lucro contábil antes desses impostos, de acordo com a alíquota vigente Efeito do imposto de renda e da contribuição social sobre: Adições (exclusões) permanentes Resultado de equivalência patrimonial

Controladora

Consolidado

31/12/08

31/12/07

31/12/08

31/12/07

(4.620)

(2.472)

(830)

-

-

-

(17.110)

-

492

63

(687)

1.628

-

-

(8.369)

-

(1.306)

(1.363)

(2.581)

(2.882)

Despesa com imposto de renda e contribuição social registrada no resultado do exercício

-

-

20.648

12.202

Imposto de renda e contribuição social – correntes

-

-

29.017

12.202

Imposto de renda e contribuição social – diferidos

-

-

(8.369)

-

Adições (exclusões) temporárias sem constituição de imposto de renda diferido Constituição (reversão) de provisão Prejuízo fiscal e base negativa compensados, líquidos de geração de prejuízo fiscal no ano Outras Constituição de imposto de renda diferido de anos anteriores Imposto de renda sobre juros sobre capital próprio

16. COBERTURA DE SEGUROS (INFORMAÇÃO NÃO AUDITADA) A Sociedade e suas controladas adotam política de manutenção de seguros em níveis adequados para os riscos envolvidos, segundo avaliação da Administração.

17. FUNDAÇÃO PROMON DE PREVIDÊNCIA SOCIAL As controladas Promon Engenharia Ltda., Promon Tecnologia Ltda. (até abril de 2008) e Trópico Sistemas e Telecomunicações da Amazônia Ltda. são patrocinadoras da Fundação Promon de Previdência Social, uma entidade fechada de previdência privada, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa e financeira. O objetivo principal da Fundação Promon é a concessão de benefícios de aposentadoria complementares aos da Previdência Social oficial a todos os seus participantes. No final de 2008, a Fundação Promon contava com dois planos de benefícios, sendo um de benefício definido – Promon BásicoPlus e um de contribuição definida – Promon MultiFlex. Desde julho de 2005 todos os novos funcionários admitidos pelas patrocinadoras são automaticamente acolhidos no plano Promon MultiFlex. O plano Promon BásicoPlus está em extinção e não aceita a inclusão de novos participantes. A Fundação Promon dispunha, em 31 de dezembro de 2008, de recursos garantidores de R$705.223 (R$710.191 em 2007). O superávit acumulado no montante de R$50.372 (R$131.587 em 2007) foi calculado com base em premissas (como a tábua biométrica AT-2000 e a meta atuarial de Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC mais 5%), apresentando sobra para fazer frente aos compromissos futuros. Durante o exercício de 2008, a contribuição consolidada aportada pelas patrocinadoras foi de R$7.010 (R$5.030 em 2007).

18. PLANO DE SAÚDE O Grupo Promon mantém plano de saúde do tipo autogestão, administrado por empresa especializada, o qual prevê reembolso das despesas médico-hospitalares aos participantes, nos casos de utilização de assistência médica da rede não credenciada. O custo das despesas incorridas e reembolsáveis até dezembro de 2008 foi de, R$5.322 (R$5.362 em 2007).


45

Relatório Anual

19. INSTRUMENTOS FINANCEIROS A Sociedade e suas controladas participam em operações envolvendo os instrumentos financeiros descritos a seguir. Os valores estimados de mercado dos instrumentos financeiros ativos e passivos das controladas em 31 de dezembro de 2008 e de 2007, registrados em contas patrimoniais, não apresentavam valores diferentes dos reconhecidos nas demonstrações financeiras, sendo: a) Risco de concentração bancária A Sociedade e suas controladas desenvolvem relacionamento apenas com instituições financeiras de primeira linha do mercado financeiro, com base em critérios definidos em sua política bancária, que é revisada frequentemente. Para mitigar os riscos inerentes à concentração dos ativos em poucas instituições financeiras, considera-se o limite de 1% do patrimônio líquido do banco como o máximo de exposição a uma determinada instituição financeira. b) Risco de crédito A Administração da Sociedade e de suas controladas monitora o risco de crédito por meio da seleção criteriosa da carteira de clientes, que considera a capacidade de pagamento (análise de crédito), facilitada pelo fato de não ser pulverizada. As controladas registraram provisão para créditos de liquidação duvidosa, no montante de R$3.928 em 31 de dezembro de 2008 (R$4.413 em 2007), para cobrir os eventuais riscos de crédito. c) Risco de flutuação de preços praticados A Sociedade e suas controladas buscam neutralizar o risco de flutuação de preços adotando em seus contratos com clientes fórmulas de reajustes que capturem a variação dos custos de seus principais insumos, repassando aos fornecedores as mesmas condições ajustadas com os clientes. d) Taxa de juros As controladas da Sociedade estão expostas a riscos normais de mercado em decorrência de mudanças nas taxas de juros sobre suas obrigações de longo prazo e suas aplicações financeiras. A única exposição a esse risco existente em seus passivos em 31 de dezembro de 2008 e de 2007 é em relação à TJLP, único indexador dos empréstimos a longo prazo contratados pela controladora e suas controladas. Parte das aplicações financeiras das controladas é mantida em operações vinculadas à variação dos CDIs. Em 31 de dezembro de 2008, as aplicações financeiras consolidadas sujeitas a esse risco representam 53% do total das aplicações financeiras, monitoradas tempestivamente pela Administração. e) Transações com partes relacionadas Os saldos mantidos com partes relacionadas, registrados no passivo circulante, decorrem de contratos de mútuos, conforme mencionado na nota explicativa nº 11. Sobre esses contratos não incidem juros de mercado, exceto o mútuo com a controladora da Sociedade. f) Contratos de derivativos Em 31 de dezembro de 2008, a Sociedade e suas controladas não possuíam contratos de derivativos de qualquer natureza. Contador Adilson Augusto Peres CRC nº 1 PR 022307/T-8

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas e Administradores da Promon S.A. São Paulo – SP 1. Examinamos os balanços patrimoniais, controladora e consolidado, da Promon S.A. e controladas (“Sociedades”), levantados em 31 de dezembro de 2008, e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido (controladora) e dos fluxos de caixa correspondentes ao exercício findo naquela data, elaborados sob a responsabilidade de sua Administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras. 2. Exceto pelo descrito no parágrafo 3 a seguir, nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e os sistemas contábil e de controles internos das Sociedades; (b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados; e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela Administração das Sociedades, bem como da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. 3. Conforme comentado na nota explicativa nº 8, as demonstrações financeiras da controlada em conjunto com a PromonLogicalis Latin America Ltd. (“PLLAL”), sociedade constituída no Reino Unido e na qual a Promon S.A. detém 30% de seu capital a partir de 2 de maio de 2008, não foram auditadas por nós nem por outros auditores independentes. Sendo assim, não nos foi possível concluir quanto à adequação do saldo do investimento nessa sociedade em 31 de dezembro de 2008 e ao resultado positivo de equivalência patrimonial dele decorrente, registrado no resultado do exercício de 2008, que montam, respectivamente, a R$17.094 mil e R$5.376 mil. 4. Em nossa opinião, exceto pelos efeitos que poderiam advir de ajustes às demonstrações financeiras da controlada em conjunto com a PLLAL, caso estas tivessem sido auditadas por auditores independentes, as demonstrações financeiras referidas no parágrafo 1 representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, controladora e consolidado, da Promon S.A. e controladas em 31 de dezembro de 2008, o resultado de suas operações, as mutações do patrimônio líquido (controladora) e os fluxos de caixa correspondentes ao exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 5. Anteriormente, auditamos as demonstrações financeiras, controladora e consolidado, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007, compreendendo o balanço patrimonial e as demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido (controladora) e das origens e aplicações de recursos, sobre os quais emitimos parecer sem ressalva, datado de 17 de março de 2008. Conforme mencionado na nota explicativa nº 2, as práticas contábeis adotadas no Brasil foram alteradas a partir de 1º de janeiro de 2008. As demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007, apresentadas de forma conjunta com as demonstrações financeiras de 2008, foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil , vigentes até 31 de dezembro de 2007 e, como permitido pelo Pronunciamento Técnico CPC 13 – Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória nº 449/08, não estão sendo reapresentadas com os ajustes para fins de comparação entre os exercícios. São Paulo, 19 de março de 2009 DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditores Independentes CRC nº 2 SP 011609/O-8

Maurício Pires de Andrade Resende Contador CRC nº 1 MG 049699/O-2 “T” SP


Promon S.A. Conselho de Administração

Direção-Geral

Novos Negócios

Staff

Luiz Ernesto Gemignani

Luiz Ernesto Gemignani

Ivo Godoi Junior

Heloisa R. de Campos Mello

Carlos M. Siffert

Gilson G. Krause

Maria Cristina Varalla Mendes

Paulo Accioly Fragelli

Ivo Godoi Junior

Milton Lopes Antelo Filho

Luiz Fernando T. Rudge

Luiz Fernando T. Rudge

Newton Rafael Zuppo

Presidente

Co-Presidente Co-Presidente Conselheiro

Diretor-Presidente

Diretor Executivo

Diretor Executivo

Diretora, Jurídico

Diretora, Finanças

Diretor Executivo

Diretor, Coordenação Corporativa

Diretor Executivo e CFO (*)

Diretor, Auditoria

Raul Antonio Del Fiol Conselheiro

Promon Engenharia Ltda.

PromonLogicalis Latin America Limited

Dirigentes

Conselho de Administração

Gilson G. Krause

Hugo O. Brodskyn

Jens Montanana

Eric Lazare F. Rosenthal

Octavio Pieranti Filho

Luiz Ernesto Gemignani

Moisés Falco

Luiz Claudio Campos Ribeiro

Diretor-Presidente

Diretor Executivo, Operações

Diretor Executivo, Gestão do Conhecimento

Diretor Diretor

Diretor, Finanças

Paulo M. A. Sobreira

Presidente (Logicalis)

Luiz Fernando T. Rudge Ivo Godoi Junior

Andrew Miller Ian Cook Mark Rogers Nigel Drakeford-Lewis

Heloisa R. de Campos Mello

Diretor Executivo, Comercial

Dirigentes Álvaro Bragança Júnior

André Luiz Castello Branco

César Roberto de Oliveira Brochado

Guilherme Jorge de M. Velho

Diretor de Projeto Diretor de Projeto

Cícero Gageiro Ferreira Diretor de Projeto

Cícero V. F. Facciolla Diretor de Projeto

Gerson Luiz Petterle Diretor de Projeto

Gilberto G. Correa

Diretor Técnico, Elétrica e Automação

Diretor de Negócios

Luís Eduardo Sym Cardoso

Cássio Ricardo de Moura

Diretor de Negócios

José Rodrigo Parreira

Reginaldo Ladvig Oswaldo

Ivan Cruz Furtado

João A. G. Albanezi

Diretor de Negócios

Luis Eduardo Sozio

Diretor Técnico, Geotecnia

José Octavio L. de Alvarenga Diretor de Negócios

Diretor, Sistemas e Administração

Diretora de Projeto

Mauricio Sgarbi Goulart

Marcia Fernandes Kopelman

Patricia Cristina C. Sibinelli

Diretora, Operações Serviços Profissionais

Rodney de B. Faria

Diretor Técnico, Processos

Sérgio Luiz P. do Nascimento

Herbert J. Azevedo

Diretor, Engenharia Comercial

Marcos Theodoro Simon Siqueira

Antonio A. Vellasco Filho

Diretor, Sistemas de Gestão

Diretor de Projeto

Diretor Executivo, Negócios

Diretor de Negócios

Ivan Cozaciuc

Mauro Cesar Pereira

Diretor de Operações

Diretor de Negócios

Luiza Maria B. Carneiro Diretor de Projeto

Chief Operating Officer, Operações da Argentina

Diretor, Finanças e Administração

José Carlos Dalla Greppe

Jorge Rodrigues Patrício Diretor de Projeto

Diretor-Presidente

Diretora, Relações Humanas e Comunicação

Carlos A. M. Pingarilho Diretor, Ofertas

Luís Minoru Shibata Diretor, Consultoria

Renata de Oliveira P. Randi Diretora de Parcerias e Marketing

Márcio Emídio Gavioli

Diretor Adjunto, Assessoria Tributária

Mário Sérgio de Pina Ribeiro Diretor Adjunto, Tesouraria

Wagner Tirolli

Diretor Adjunto, Controladoria

Diretor de Projeto

Ana Carolina Kliemann Gerente, Jurídico

Lígia Senise Ferreira Bussad Gerente, Sistemas de Gestão

Tânia L. Casa de Vito

Gerente, Relações Humanas

Wilson Vicentin Diretor de Projeto

Trópico Sistemas e Telecomunicações S.A.

Conselho Deliberativo

Conselho de Administração Paulo Accioly Fragelli Presidente do Conselho

Luiz Ernesto Gemignani Luiz Fernando T. Rudge

Fundação Promon de Previdência Social

Heloisa R. de Campos Mello Hélio Marcos M. Graciosa (CPqD) Cláudio Aparecido Violato (CPqD)

Luiz Ernesto Gemignani

Presidente do Conselho

Luiz Fernando T. Rudge Mário Sérgio Martins Fialho

Tamas Makray Vicente Paiva Correia Lima Wagner Tirolli

Paulo Accioly Fragelli Dirigentes Raul Antonio Del Fiol Diretor-Presidente

Manoel Marcilio Sanches Diretor de Negócios

Conselho Fiscal

Diretoria Executiva

Adilson Augusto Peres

Luiz Gonzaga Marinho Brandão

João Carlos Cernach Fass

Olivio Dionisio Júnior Diretor de Operações

Claudio Pfiszter

José Fernando Carniel

Paulo Antonio Arouca

Maria Cristina Varalla Mendes

Diretor de Negócios Diretor Comercial

Gerente, Finanças e Administração

Instituto Razão Social

Instituto de Tecnologia Promon

Conselho Diretor

Francisco de Assis Azevedo (Instituto Camargo Corrêa)

José Paulo Soares Martins

Diretor

Diretora

Diretor de Negócios

Presidente do Conselho

Mário Sérgio de Pina Ribeiro Márcia Fernandes Kopelman

José Rafael Janini Ortiz

Carlos M. Siffert

Diretor-Presidente

Conselho Consultivo Araly Palácios Mullcue Gerente

Paulo Accioly Fragelli Presidente do Conselho

Ricardo Corrêa Oliveira Martins Diretor Executivo

Luiz Ernesto Gemignani Hugo O. Brodskyn

(Gerdau)

(*) CFO – Chief Financial Officer

Composição em 6 de abril de 2009, data da Assembleia Geral de Acionistas da Promon S.A.


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Relatório Anual 2008