Page 1


O pai de Angelique deve uma dívida enorme a um perigoso bilionário. Jace Landon veio cobrá-la. Quando Angelique é vendida ao amigo do seu pai, ela tenta tudo e qualquer coisa para desafiar seu novo dono. Ela será capaz de resistir a sua sensualidade? Ele será capaz de resistir à tentação? O que acontecera com Angelique se seu pai não puder pagar a dívida? O que Jace quer que ela faça para ter de volta a sua liberdade?

REVISORAS:

REVISORSAS


ROSAS E LIVROS http:/ / rosase-book2.blogspot.com.br/


Uma porta bateu ao longe, o som é forte, estou deitada na minha cama à beira do sono. Eu terei um dia agitado amanhã e preciso do meu chamado “sono de beleza”. A casa normalmente estaria em silêncio a esta hora da noite. Estas eram as consequências de viver com nossos pais, a casa são deles e poderiam fazer o que quisessem.


Eu só tinha voltado para casa alguns meses atrás, depois de ter trancado a minha faculdade. Meus pais ainda estavam chateados que eu não tinha terminado meus estudos, mas eu precisava de um tempo para me encontrar e descobrir o que queria fazer. Eles chamaram a minha decisão de imatura e tola. E isso foi algo que eu não poderia contestar. O grito arrastado que enche o ambiente me desperta totalmente. Precisava ver o que estava acontecendo. Saio apressadamente do quarto, meus pés tocam o acolchoado em todo o tapete de pelúcia do corredor. Escuto o som de vozes irritadas brigando enquanto desço a escada em espiral que leva ao andar abaixo. Cabelos escuros e olhos pretos sombrios são a primeira coisa que vejo quando caminho ainda mais para o andar de baixo. Quem era ele? Meu pai falava com um homem misterioso enquanto olhava em torno do canto tentando não ser visto. Tarde demais. O estranho alto virou o rosto levemente para mim e seus olhos correram sobre meu corpo, demorando no meu pijama rosa curto de dormir. Puxei a barra da minha camiseta branca, cobrindo a pequena quantidade de pele exposta acima do cós. Arrepios irromperam desde a minha cabeça ate meus pés sob seu olhar avaliador. Seu queixo talhado apertou quando entrei na sala de estar.


"Angelique, volte para o seu quarto," meu pai gritou. "O que está acontecendo?" Aproximo-me dos dois homens em pé no meio da sala de estar. Meu pai esta com os braços cruzados enquanto o homem misterioso mudou-se para a grande cadeira de couro no canto e sentou-se. Depois ele ri. Os olhos do meu pai correm para ele. "Mr. Landon, o que é tão engraçado? " "Eu não sabia que sua filha tinha voltado da faculdade." "Que diferença isso faz?" Meu pai perguntou, olhando para o homem. "Porra, isso muda tudo." Meu pai se aproximou. "Não merda, nem pensar." A voz do meu pai era severa, a voz com a qual ele costumava repreender-me muitas vezes quando eu era mais jovem. O homem não se intimidou, acenou para ele com um movimento do seu pulso e voltou sua atenção para mim. Seus olhos capturaram os meus. Escuro e insondável, me fascinando e amedrontando de igual maneira. Eu nunca tinha sido encarada assim antes.. A maneira que ele me olhou, lento e avaliador, quase fez meus joelhos virarem gelatina.. Ele era vagamente familiar, mas eu não poderia diz de onde o vira. Acho que tinha visto ele antes com meu pai, mas agora não tinha tanta certeza.


"Esta é a minha nova oferta, Sr. Stammer", ele disse, sem tirar os olhos de mim. "Você tem duas semanas para me pagar o dinheiro que me deve. Mas nesse meio tempo, ficarei com sua filha como garantia.” Meus olhos se arregalaram de pavor. "O quê?" Eu disse pasma. "Você é um filho da puta e ainda tem a cara de pau de se dizer meu amigo," meu pai gritou. Sr. Landon estava com o rosto indecifrável. Seu terno caro escuro e sob medida apenas aumentando o pressentimento ruim voando ao redor em minha barriga. “Arrume suas coisas, boneca. Você tem dez minutos.” Confusa, olhei para os olhos mortos e resignados do meu pai. Merda, isso realmente estava acontecer? A cabeça do meu pai baixou em derrota. "Arrume suas malas, Angelique." "Você não pode estar falando sério. O que está acontecendo? " Meus olhos procuraram respostas nos seus, mas sua resposta de boca fechada foi tudo o que recebi. Ele se aproximou de mim, fora do alcance da voz do Sr. Landon. "Faça-o. Você vai ficar com o Sr. Landon. Ele é meu amigo e não vai te machucar.” Ele passou a mão pelos cabelos grisalhos escuros. "Querida, se você não


fizer isto, nós vamos perder a nossa casa. Nós vamos perder tudo. Não é o ideal, mas eu prometo que vou consegui o dinheiro e pagá-lo.” Ele olhou de volta para o homem com olhos escuros. "Jace, se você colocar um dedo sobre ela eu vou te matar." Jace. Ele tinha um nome. Eu tinha ouvido esse nome muitas vezes antes. Era um amigo do meu pai, mas agora parecia que as coisas entre eles tinham mudado. Ele caminha mais perto de mim, seus movimentos seguros e poderosos. Ele era mais velho que eu, mas não muito, creio. Talvez uns trinta e poucos. Ele para na minha frente e inclina a cabeça para baixo. "Vá arrumar suas malas. Agora,” ele sussurra contra meu ouvido. Minhas pernas tremiam quando virei-me e me aproximei da escada. "Jace, quis dizer isso. Coloque um dedo nela ... " "Porra, para de me fazer ameaças que não pode cumprir Sr. Stammer. Não se esqueça de quem sou. " Sua voz era profunda e mortal, exigindo obediência e conseguindo. Meu pai recuou e eu corri para o meu quarto. Diabos, isso não poderia realmente estar acontecendo. Eu tinha que trabalhar nos próximos dias. Como é que ia explicar minha ausência? Os donos da biblioteca local com certeza não gostariam nada, merda não podia ser demitida.


Agora eu era uma garantia? Quanto dinheiro meu pai deve para este homem? Meu pai sempre se envolvia com as pessoas erradas. Muitas vezes me perguntei como ele conseguia tanto dinheiro sendo que seu trabalho nem era lá tão bem remunerado, mas quando fiz esse questionamento minha mãe me mandou manter meu nariz fora do assunto. Este homem iria me machucar? Agarrando uma mochila que tinha desde meu tempo de ensino médio, arrumo alguns itens dentro dela. Quanto tempo teria que ficar com aquele homem? O ódio cresce dentro de mim enquanto tiro meu pijama e visto uma calça de yoga e blusas largas. Decido então que não iria ser uma cativa fácil de lidar, não aceitaria sem lutar o que quer que ele tivesse reservado para mim. Amarro meu cabelo castanho longo em um coque, calço meus ténis e viro-me lentamente ao redor do meu quarto. Será que eu veria este quarto novamente? Não podia acreditar que esta merda estava realmente acontecendo comigo. Que em meus vinte anos de idade, eu seria vendida essencialmente para quitar a divida fodida do meu pai.


Seu sedan preto luxuoso era lindo por dentro, os assentos eram todos de couro legitimo e o ar condicionado no


interior do painel ajudou a diminuir o suor nervoso das palmas das minhas mãos. Afundo meu pequeno corpo no couro macio do assento, querendo desaparecer, enquanto ele dirige através da cidade de Chicago. O Sr. Landon não tinha dito uma palavra desde que deixamos a minha casa. Meu pai me garantiu que esta situação seria temporária, mas as lágrimas ainda escaparam de mim quando nos despedimos. E se ele estivesse errado? Não quero pensar nas consequências que me ocorrerão se meu pai não conseguir pagar a dívida. "Você está com fome?", Pergunta. Eu balanço a cabeça, não querendo conversar com ele. Era um pequeno desafio, inconsequente, mas ele tinha tomado toda a minha liberdade. Não iria dar-lhe mais qualquer coisa de bom grado. "Você terá que falar comigo alguma hora, boneca." O silêncio se estende entre nós enquanto ele dirige rápido pelas próximas ruas vazias. Depois de uma hora da minha mente pensar em todas as terríveis coisas que me aguardavam, finalmente falei "O que você planeja fazer comigo? " Seus olhos encontraram os meus. Parado em um semáforo, o vermelho do mesmo iluminou o seu rosto o fazendo parecer como o próprio diabo encarnado. Ele me


lança um sorriso malicioso. "Você é minha agora. Farei o que quiser contigo, baby. " Medo e repugnância envolvem-se em torno de mim. "Eu não sou uma prostituta." Ele ri baixinho ante minha declaração, acelerando o carro quando o sinal verde do semáforo abre. "Porra, pareço o tipo de homem que fode prostitutas? " Olho para ele. Com seu terno preto caro, abotoaduras sofisticadas, e relógio rolex prata aparecendo por fora do seu punho, considero todos os tipos de homem no qual seu perfil se encaixaria. "Sim" eu digo baixo. Ele ri novamente e o som rico envia arrepios viajando sobre a minha pele. Virando a cabeça para olhar pela janela, me pergunto para onde ele estaria me levando. Vejo uma estrada escura ladeada por arvores gigantes, e tenho uma misteriosa sensação de que algo ruim estaria para vir. O local lembrou-me dos filmes de terror, quando o assassino entra em uma estrada deserta e inabitável para assassinar a garota estúpida que não tem ideia de que morrera. Exceto, que a garota estúpida, neste caso, sou eu. E isto não é um filme; e sim a merda da vida real. Raiva borbulha dentro de mim quando penso sobre como meu pai teve a coragem de me colocar nesta situação. A única esperança na qual poderia agarrar-me era no fato de que o Sr. Landon era um homem de negócios e queria


dinheiro. Felizmente, meu pai ira encontrar uma maneira de comprar-me de volta. Rio para mim mesma. Comprarme de volta. Como se eu fosse um objeto. Mas merda, nesse momento sou realmente isso. Ele para o carro ao longo do caminho e se vira para mim. "Eu nunca comprei ninguém antes na minha vida." "Até hoje à noite," digo com os dentes cerrados. "Sim, você está correta. Até esta noite. " Cruzo os braços enquanto ele liga novamente o carro e continua a dirigir abaixo da estrada. Quando ele entra em uma curva na estrada, uma bela mansão entra no meu campo de visão. Eu não pude conter o 'ual' que escapou dos meus lábios. A deslumbrante casa de pedra tem vários andares, e vários hequitares de terra cobrem o terreno. As luzes provenientes das numerosas janelas iluminam o impecável gramado do jardim deslumbrante da frente. De algumas janelas abertas consigo ver alguns quartos com obras de arte que revestem as paredes. Ele estaciona e antes de sair do carro, examino tudo ao meu redor. Talvez eu pudesse escapar. Mas era duvidoso. Mesmo se encontrasse uma maneira, eu não saberia para onde ir. Não tinha visto nenhuma outra casa em milhas. Esta propriedade era completamente isolada.


Ele sai, contorna o carro e abri a porta do meu lado, oferecendo sua mão. Ignorando-o, eu saí do carro. Sr. Landon vai ate o banco de traz para pegar a minha mochila quando passo meus braços em volta dos meus ombros tentando me esquentar do ar frio da noite. "Siga-me, Anjo." Eu já tinha sido chamada de anjo por meus amigos e familiares por anos, mas algo sobre a forma como ele disse a palavra fez soar sujo. Como uma promessa de algo sexual. Ele abre a porta da mansão para mim, e passo por ele. Quando a porta de madeira se fecha, a imponência do interior me deixa ofegante. Mas nem a beleza e sofisticação da casa pode acalmar o nervosismo que corre por minhas veias. Eu estou aqui, na casa de um estranho. Basicamente, seria sua escrava pelas próximas semanas? Ou pior ainda, uma escrava sexual? Empurro os pensamentos perturbadores longe enquanto ele me leva por um corredor escuro. "Você vai ficar lá em cima. Tenho vários quartos de hospedes. " Meu medo se acalma um pouco sabendo que não iria ficar em seu quarto. "O que eu vou fazer enquanto estiver aqui? "


Ele para de caminhar e vira-se para mim, seus olhos correm sobre cada polegada do meu corpo. Minha blusa é grande, mas de repente me sinto demasiado consciente dos meus seios fartos marcando o tecido. Seu olhar me deixa nervosa, e passo meus dedos no algodão das minhas calças de yoga. "Eu ainda não decidi, Anjo." Meus olhos se arregalam enquanto tento pensar em todas as possibilidades de coisas que ele poderia querer que eu fizesse. Ele sobe uma enorme escada de madeira e me leva para o andar de cima da casa enorme. Meus olhos tentam absorver tudo de uma vez. Há quadros pendurados nas paredes. Algumas obras de arte famosas das quais não consigo lembrar os nomes. Sua casa me lembrou um museu. Onde eu não poderia tocar em nada. Deus me livre de quebrar alguma dessas coisas valiosas e o valor da mesma ser adicionado à dívida. Eu o sigo ate uma porta branca no final do interminável corredor. Quando ele abre-a e me leva para o quarto, meu queixo cai. O cômodo era enorme e extremamente luxuoso. Uma cama king-size com travesseiros empilhados de todas as formas e tamanhos sobre os lençóis de cetim, estava no centro do ambiente. As portas francesas que


levavam para uma varanda estavam abertas, as cortinas marfim das janelas balançavam contra a brisa do vento.. Pinturas coloridas adornavam as paredes brancas. O quarto era iluminado e alegre. "Espero que esteja do seu agrado." Do meu agrado? Eu estava sendo mantida como prisioneira, e de repente ele se importava acerca se eu gostaria ou não do que quer que fosse? "Bem, prefiro o meu quarto na minha própria casa." Eu movo-me para a cama enquanto ele me observa. "Porra, anjo, não teste a minha paciência." Viro-me e nossos olhos se encontram. Seu olhar duro e dominante se mantem preso aos meus. Eu quebro o contato com seus olhos primeiro e olho para o grande closet no extremo oposto do cômodo. Deixo minha bolsa no chão e olho para os meus tênis. "Sei que é tarde. Vou deixa-la descansar. " "Como quiser." Ele caminha ainda mais perto de mim. O silêncio entre nós é ensurdecedor e estou a poucas polegadas de distancia dele. "Va para cama ", ele comanda. O cheiro da sua deliciosa colônia permeia o ar, e queria tomar uma respiração profunda para aprecia-la um pouco mais. Tinha um cheiro amadeirado e viril de homem. Uma


chama de luxuria indesejada se inflama dentro de mim, e tento empurrar o sentimento a distância, apagá-lo. Este homem não era confiável. Ele é como um lobo e eu sou sua presa. Eu balanço a cabeça e me afasto. Quando ele finalmente saí do quarto, eu caio contra o colchão macio da cama king size. Um sono agitado me toma assim que me aconchego embaixo das cobertas.

*** Na manhã seguinte, acordo devido à luz do sol fluindo para dentro do quarto. Levei um momento para recordar onde estava. Então, lembrei-me da minha situação. Fiquei preocupada por um momento sobre o que aconteceria comigo, e o fato de que esqueci meu telefone celular em casa.. Merda, não queria sair da cama. Ela é tão confortável e luxuosa. A odiava pelo que representava e ainda assim secretamente a amava pela maciez do colchão. Olhando para o relógio antigo pendurado na parede, noto que já eram onze horas da manhã. Deixando escapar um suspiro, relutantemente me levanto do colchão e agarro minha mochila. Depois de tomar um banho e vestir um jeans skinny escuro e um suéter rosa de grandes dimensões, decido sair do quarto.


Desço nas pontas dos pés as escadas e tento encontrar a cozinha depois que o meu estômago ronca. Virando a esquina, meus olhos se arregalam quando vejo o Sr. Landon na cozinha, cozinhando algo. Ele nota minha presença e olha por cima do ombro para mim. "Você está com fome, Anjo?" A forma como ele disse meu nome, rouco e baixo, fez minha cabeça girar. "Sim, um pouco." Ele termina de cozinhar e aponta para uma pequena mesa de madeira, banhada pela luz do sol, a esquerda. Sento na cadeira e ele coloca um prato de ovos e bacon para mim sobre a mesa. Meu estômago ronca de novo. Quando o Sr. Landon senta ao meu lado me sinto nervosa e só consigo empurrar os meus ovos mexidos em torno do prato com o meu garfo. "Coma, Anjo." Sua voz ordena dura enquanto seus olhos não deixam os meus. "Tudo bem." Espeto um pedaço de bacon com meu garfo e trago-o aos meus lábios. Merda, ele cozinha maravilhosamente bem. Depois que eu tomei a mordida, solto um gemido de pura apreciação e o Sr. Landon rosna em sua cadeira ao meu lado. Minha atenção se volta para ele. Tinha imaginado o som? Ele parou de mastigar e esta com os olhos fechados. Com ansiedade espero por ele para abri-los. Quando seus


olhos se abrem, o calor que vejo aquece meu interior. "Tome outra mordida, Anjo." Obedeço e ele tem a mesma reação de antes. Quando eu engulo, seus olhos se abrem e ele inclina-se mais para perto de mim. "Porra, você é deliciosa o suficiente para comer inteira", ele diz contra meu ouvido. Minha coluna endireitou-se na cadeira enquanto tentava não deixar que suas palavras me afetassem. Ele retoma sua posição original e volta a comer sua refeição como se o momento anterior nunca tivesse acontecido. "O que você gostaria de fazer?" Coloco meu garfo para baixo, agarro um guardanapo de linho branco e pressiono-o em meus lábios, e então o encaro por um momento. "Voltar para a minha casa.". Ele ri por um segundo rápido. "Fora de questão. Mais alguma coisa? " Penso sobre isso e, em seguida, digo a única coisa que gosto de fazer. "Posso ler?" Ele me estuda um momento como se o meu pedido o tivesse surpreendido. "Eu tenho uma vasta biblioteca, acho que ira adorar." Depois do almoço, ele me deu um tour pela casa e conheci alguns dos funcionários que trabalhavam lá durante o dia. Ele me apresentou como uma amiga da


família. Ninguém questionara o fato, eles não se importavam. O Sr. Landon fez com que eu mantivesse minha boca fechada sobre o fato de que sou uma prisioneira. Basicamente, ele me ameaçou que se lhe desobedecesse, eu seria punida. Mais tarde, ele me levou para a parte externa da mansão. Ele me acompanhou até um estábulo cheio de lindos cavalos. Um cavalo cinzento bonito espiou por sobre o primeiro portão de metal.. "Essa é Rosebud", ele disse, parando para acariciar o longo nariz do animal. "Porque Rosebud? ", Perguntei. O nome parecia demasiado suave para a égua inquieta atrás do portão. "Porque ela é linda, mas espinhosa como um espinho de rosas '' Ele virou-se para mim. "Como você ". Minha respiração ficou presa. Seus olhos varreram para baixo do meu corpo. "Você também seria se alguém tivesse te sequestrado", digo irritada e Rosebud relincha do seu celeiro. Seus olhos se estreitam e ele se aproxima, chegando por cima do meu ombro. "Essa sua boca ira coloca-la em apuros, Anjo. " Meus olhos se arregalam quando vejo o chicote de couro curto que ele tinha em suas mãos." Porra, acho que você precisa de um pouco de disciplina" "Talvez você precise parar de tomar meninas como forma de pagamento. Há uma coisa chamada banco. "


Ele corre a ponta dos seus dedos sobre o vale dos meus seios. Meus mamilos endurecem ante o leve toque. "Talvez você precise ser domada." O ar ao nosso redor crepita com tensão, e tento ignorar o fato de que meu corpo estava reagindo à maneira como seus olhos estavam demorando-se em meus seios. Ele muda os dedos para baixo do meu estômago e entre as minhas pernas. Engulo em seco enquanto ele acaricia suavemente contra minha buceta. "Talvez uma lição de obediência." Ele para o movimento e pressiona sua ereção enorme sobre o meu clitóris coberto pela roupa. Meu coração bate furioso contra o meu peito e sufoco um gemido. Seus lábios estavam tão perto. Eu lambo os meus enquanto ele esfrega seu pau contra mim. Depois de repente ele se afasta. "O passeio acabou, vamos." Ele vira-se abruptamente e sai. Eu respiro fundo e sigo atrás dele. O que diabos aconteceu? Minha calcinha estava úmida. Quando chegamos a casa, ele me leva ate a sua biblioteca. Era enorme, com estantes que cobriam boa parte da parede. Todas cheias de livros. Ele me entregou um livro antes de sair, e quando olhei para o título, eu ri alto. A Bela e a Fera. Muito apropriado. Sentei-me em uma grande cadeira estofada e passei o resto da tarde lendo o livro selecionado por ele. Quando o sol se pôs, fechei o livro e fui para o meu quarto. Uma nota sobre


um papel jazia sob o meu travesseiro juntamente com uma rosa vermelha. Jante comigo, Anjo. Peguei minha mochila e desempacotei minhas roupas. Eu não tinha ideia se havia uma regra de vestuário para se jantar nesta mansão, então escolhi uma saia branca e uma blusa sem mangas rosa. Depois que tomo um banho, me visto e faço o meu cabelo. Por que eu estava tentando ficar bonita para o meu captor eu não conseguia entender, mas eu queria. Queria ter certeza de que não estaria mal vestida. Quando faço o meu caminho lá para baixo, borboletas se agitam ao longo do meu sistema. Ele estava na parte inferior da escada. Um terno preto agarrava-se a seu corpo perfeitamente esculpido. Merda, ele era tão lindo e me fez deseja-lo, ansiei por ter um pouco do seu gosto como um gole de água que queria engolir para saciar minha cede. Tomei uma respiração profunda. Quando cheguei ate o ultimo degrau, ele colocou a mão na parte inferior das minhas costas me guiando para a sala de jantar. "Você está linda", ele murmurou. Corei. Seu elogio me tirou do meu modo defensivo. "Obrigada."


Meus nervos estavam sobrecarregados. Por um lado, queria soca-lo por me manter aqui. Por outro lado, queria que ele continuasse olhando para mim como se estivesse louco para me foder ali mesmo. Seu olhar penetrante escuro desceu sobre o meu corpo e parou ao longo dos meus seios. Meus mamilos traidores endureceram sob seu escrutínio. Ele puxou uma cadeira com encosto alto para eu me sentar, e olhei em torno da luxuosa mesa. A bruxuleante luz da vela sob o castiçal mal iluminava o ambiente. A porcelana branca e talheres de prata brilhavam sob a luz das chamas, e quando me sentei, a mão de Landon acariciou suavemente a parte de cima do meu ombro. Eu não estava esperando o prazer que senti ao ter o toque da sua pele na minha. Quase pedi para ele fazê-lo novamente. Mordi eu lábio forte. A tensão entre nós era palpável. Tomo um gole de vinho para acalmar meus nervos, e um homem vestido com um terno preto e branco recém passado, entra na sala de jantar. Ele estava carregando uma bandeja de prata, e me senti deslocada. Nunca havia sido servida assim na minha casa. O empregado coloca a bandeja na minha frente e levanta a tampa. Beef Wellington e purê de batatas estão sobre a porcelana. Sr. Landon sorriu. "Desfrute do jantar, Anjo."


Cheirava delicioso, só que o medo que nutria por dentro, venceu a fome que sentia. Antes de tomar uma mordida, pergunto, "Mr. Landon, o que acontecera comigo se o meu pai não te pagar? " suas sobrancelhas arqueiam. Então, ele toma um gole do seu uísque e me da um sorriso malicioso. "Nada que você precise se preocupar agora, minha querida. " Eu odiava ser chamada de querida, me fez lembrar do meu pai. "Por favor, não me chame assim." Peguei o garfo e comecei a comer. "De minha querida?" "Sim, eu odeio." "Como quer que eu te chame? Anjo? Baby? Preciosa? " "Preciosa não, me lembra de O Senhor dos Anéis". Ele sorri. "Eu nunca vi isso." Ele não parece o tipo de homem que assiste a esse tipo de filme. Será que ele sabia como se divertir? Talvez comprar meninas inocentes fosse divertido para ele. "O que você faz para se divertir?" Mordo minha comida, e gemo fracamente ante o delicioso sabor que explode nas minhas papilas gustativas.


"Um monte de coisas." Ele se inclina para trás em sua cadeira, tomando um pequeno gole do seu uísque que jazia no copo de cristal. "Mas, o meu favorito é fazer as mulheres gemerem, assim como você esta fazendo agora." Não duvido que ele possa fazer isso. "Então, você é um chef?" Ele sorri e pisca malicioso. "Não, não sou um chef. Tem outras maneiras de fazer as mulheres gemerem anjo ". "Oh," foi tudo o que pude dizer. Minhas entranhas formigavam e seus olhos encontraram os meus novamente. A mesa de jantar era enorme, e ele estava a uns bons cinco pés de distância, mas a maneira como me encarou, com fogo escaldante em seus olhos, me fez sentir como se ele estivesse bem em cima de mim. Eu nunca tinha experimentado nada parecido. "Deixo-te nervosa, Anjo?" Sua voz era baixa, mas carregada de luxuria, e eu senti como se ele tivesse sussurrado as palavras no meu ouvido. Minhas mãos tremiam enquanto levantava meu garfo para os meus lábios. "Não", eu menti, antes que dar outra mordida. Mais uma vez, eu gemi. Merda, o que será que eles colocaram na comida?


Deixei o garfo cair ao vê-lo observando-me demasiado atento. "Porra, ser você continuar gemendo assim, este jantar terminara antes do programado. " Não sabia o que ele quisera dizer com aquelas palavras, então me mantive calada. Comemos em silêncio suave enquanto uma música clássica tocava ao fundo. Quando o jantar acabou, eu me levantei da minha cadeira para ir para o meu quarto. Assim que comecei a me afastar, senti sua mão na parte inferior das minhas costas. "Eu quero lhe mostrar uma coisa."


Ele me levou pela porta dos fundos de sua mansão, nunca tirando a mão da parte inferior das minhas costas. Assim que eu pisei fora, as luzes cintilaram. A visão diante dos meus olhos era deslumbrante. Como um conto de fadas. Luzes brancas e deslumbrantes pendiam em guirlandas altas nas copas das árvores. Um belo jardim meticulosamente planejado como aqueles que se viam em filmes. "Isso é lindo", eu disse enquanto ele deixava cair à mão do meu corpo. "Você me perguntou o que eu gostava de fazer, bem, é isso."


"Você é um paisagista?" Meus olhos se arregalaram, e ele riu ao meu lado. "Não, definitivamente não. Mas, eu gosto de passar um tempo aqui. " "Fazendo o que?" Caminhamos lado a lado mais adiante no caminho, parando em uma pequena mesa com cadeiras de ferro maciço. “Sente-se” ele instruiu, puxando uma cadeira para que eu me sentasse. "Então, o que você faz aqui?" Eu perguntei depois que ele se sentou no assento em frente a mim. Ele esticou suas longas pernas, cruzando os tornozelos. “Principalmente, negócios. Durante a noite, fica lindo”. Ele olhou para os arbustos cheios de flores, parecendo mais relaxado, então eu tentei mais uma vez obter mais alguma informação. "O que você faz?" Eu ainda não sabia o que ele ou meu pai faziam, mas sabia que não envolviam flores. "Um pouco disso, um pouco daquilo." Ele olhou para mim. “Agora, e você? O que gosta de fazer além de ler? " Okay, certo. Como se eu fosse deixa-lo entrar em terreno pessoal. Mesmo sendo sexy como o inferno, ele ainda


estava me mantendo aqui contra a minha vontade. Amigos não era algo que nos tornaríamos. "Oh, você sabe, um pouco disso, um pouco daquilo", eu respondi. Sua sobrancelha se arqueou e um sorriso surgiu em seu rosto quente como o pecado. Ele me estudou antes de desviar o olhar para ver todas às varias roseiras que jaziam no jardim. Quando ele sorria, era fácil esquecer-me do porque eu estava aqui. "Feche seus olhos." Eu fiz o que ele pediu, e o ouvi ficar de pé. Seus passos se apagaram na noite e depois ficaram mais altos enquanto ele se aproximava. Ele ficou atrás de mim, sua respiração áspera contra o ar tranquilo que nos rodeava. "A grande coisa sobre rosas são suas pétalas macias." Senti o toque de veludo de uma rosa tocar a parte superior do meu ombro. Sua mão passou por minhas costas, acariciando a minha pele. Ele continuou correndo a rosa ao longo da minha nuca enquanto sua voz ficou baixa "Elas podem fazer uma mulher se sentir excitada enquanto as pétalas a tocam por toda parte." Arrepios surgem ao longo do meu braço e na parte de trás do meu pescoço, e ele continua a me acariciar com a rosa. Ele abaixa a cabeça, e sua boca estava a centímetros da minha orelha. "Você se sente excitada, Anjo?"


Assenti com a cabeça, levada por suas palavras. As pétalas da rosa que escovam ao longo da minha pele, faziam-me sentir quente, e eu não queria que ele parasse. "Mas, elas também podem espinhar." Ele picou minha pele com um espinho da haste, e meu corpo reagiu com um salto. Meus olhos se abriram quando suas mãos esfregaram para longe a dor aguda. "Ow", eu disse. Ele continuou arrastando as suaves pétalas ao longo da minha pele, acalmando o local outrora espinhado. "Ah, mas um pouco de dor na medida certa pode ser muito agradável. Você não concorda?" Mais uma vez, me vi tomada por sensações e não consegui responder-lhe. Eu acenei com a cabeça, e ele tomou uma respiração profunda. “Você gosta de misturar prazer e dor, Anjo?” Eu virei à cabeça para que nossos olhos se encontrassem. Seus olhos escuros brilhavam com algo feroz. Estavam mais escuros do que já vira antes. "EU… um ... o que você quer dizer? " "Sexo, Angelique. Quero dizer no sexo.” "Oh." Eu só tinha estado com um cara antes. Alguém da faculdade e na ocasião não tínhamos nos aventurado a


nada além de uma posição de missionário. "Eu não sei dizer." "Você é virgem?" Ele ficou parado atrás de mim com a rosa na mão. Já não mais tocava a minha pele, mas merda eu queria. Queria muito que ele voltasse a me tocar. "Não, mas, eu só estive com uma pessoa antes." "Você será a minha morte, Anjo." "Sr. Landon ... "Eu comecei. “Jace, me chame de Jace”. “Jace, o que acontecera comigo se meu pai não te pagar?” “Você se tornara minha. Seu pai me deve muito dinheiro e se ele não puder pagar, você será seu pagamento”. “Isso é ilegal”. Ele soltou uma risada sinistra e depois parou de repente. "Porra, você acha que me importo?" Sua voz estava fria, e eu estava com medo. Ele deixou a rosa cair na mesa, seus músculos se esticando contra o tecido de sua camisa de botão, e caminhou ate um arbusto cheio de flores azuladas. Ele a arrancou. "Você sabe que flor é esta?" Ele perguntou enquanto se sentava de volta na cadeira próxima.


Olhei para ele e balancei a cabeça. “Chama-se Clitoria, nomeada por sua semelhança com uma determinada parte da anatomia feminina”. Olhei para a flor e notei que se parecia exatamente com uma vagina. Minhas bochechas se aqueceram e eu me virei. "Veja, esta parte aqui", ele tocou o botão da flor, "se parece com o clitóris de uma mulher." Minhas bochechas ficaram mais quentes enquanto eu o observava acariciar a flor. O gesto era demasiado provocativo e sexual, e tentei olhar para qualquer outra coisa, menos para ele. Ele puxou o longo nó, esfregandoo entre os dedos. Nossos olhos se encontraram, e eu cruzei minhas pernas. "Esta parte da flor assemelha-se aos lábios da buceta." Seu dedo médio correu ao longo da fenda enquanto seu polegar continuava a esfregar a pequena pétala perto do topo. Lambi meus lábios enquanto ele continuava a tocar a flor e fantasiei tê-lo fazendo a mesma coisa comigo. Eu empurrei minhas coxas mais juntas, tentando aliviar a profunda tensão que se formava dentro da minha buceta.


Ele trouxe a flor ao seu nariz e deu uma longa cheirada. "Cheira tão doce. Quer sentir, Anjo?” "Simm" eu disse, completamente sob seu feitiço. Ele sorriu e me entregou a flor. Eu trouxe-a para o meu nariz, e quando senti seu cheiro doce, ele rosnou um gemido profundo, baixo. Minha calcinha estava molhada, e eu queria desesperadamente que ele me tocasse como tinha feito com a flor. Entreguei a flor de volta para ele. Seus olhos nunca deixaram os meus enquanto ele trazia a flor ao nariz mais uma vez, afundando-o mais fundo nas pétalas. Minha boca se abriu, incapaz de formar palavras e meu coração acelerou. "Está tarde pequena. Vá para a cama " ele disse, colocando a flor na mesa entre nós e saindo sem olhar pra trás.

**********


Deitada há horas na cama, o sono não vinha, não importava o quão duro tenha tentado. As palavras de Jace não paravam de se repetir na minha cabeça. Eu seria dele. Eu fiquei pensando sobre a flor e a maneira como ele a tocou entre seus dedos. Adormeci com essa visão atormentando minha mente. Em algum lugar no meio da noite, eu acordei. Meu corpo estava em chamas com a luxúria que Jace despertara em mim, e tentei o máximo que pude, apagar os pensamentos da forma como ele me olhara com desejo. Eu não consegui. A junção entre minhas coxas ansiava por atenção, e pressionei meus dedos contra o meu clitóris enquanto pensava nele. Tocando-me. Beijando-me. Fazendo coisas sujas comigo. Eu gemi suavemente. Mergulhando minha mão para dentro da minha calcinha, coloquei um dedo dentro da minha buceta encharcada. Contorci-me contra a minha mão, gemendo um pouco mais alto desta vez. Como seria ter seus dedos fortes dentro de mim? Ele infringiria dor aliada ao prazer quando me fodesse? Esse pensamento fez meus dedos se moverem mais rápidos ao longo da pele molhada da minha buceta enquanto eu me aproximava do meu orgasmo. Meus


quadris arquearam e meus gemidos ficaram mais altos. Tentei abrandar os sons que soltava, mas merda...me sentia tão bem fantasiando com as mãos de Jace sobre o meu corpo. "Jace", seu nome saiu dos meus lábios em um sussurro necessitado. Meu orgasmo disparou através de mim como um trem de carga, todas as luzes piscando em alta velocidade. Depois de alguns segundos, o prazer começou a se dissipar, e um barulho soou no canto do meu quarto. Meus olhos se arregalaram e eu me sentei. Ante a luz suave e tênue do abajur distante, meus olhos encontraram os dele. Seus olhos estavam assustadoramente intensos. Ele estava no meu quarto. Vira o que eu acabara de fazer. Diabos, tinha como ficar mais mortificada do que me sentia agora? "Saia", gritei para sua figura sombria no canto escuro do meu quarto. Jace não se moveu. Ele ficou ali imóvel, observando-me. Depois de um minuto sólido, ele caminhou ate mim. Calculado e controlado como um predador prestes a abater sua presa. Minha respiração ficou superficial e meu coração começou a disparar. "Anjo," ele falou com a voz rouca.


Eu puxei as cobertas sobre meu queixo quando ele chegou ainda mais perto. Eu não queria responder. "Anjo?" "Sim," eu finalmente disse depois de mais um minuto de silêncio. "Eu posso fazer melhor." "Fazer o que melhor?" Eu tinha ideia do que ele se referia, mas eu queria esquecer que tal fato tinha acontecido. "Dar-lhe um orgasmo. Porra, em vez de sussurrar meu nome baby, te faria vir tão duro que estaria gritando e implorando por mais ". Minha boca se abriu em choque, e mesmo que tivesse acabado de ter um orgasmo, escutar sua voz me tinha quente novamente. Ele era diferente dos garotos que conheci na faculdade. Sua confiança era assustadora e inebriante. Eu não sabia o que fazer ou dizer. Ele se aproximou mais da cama onde eu estava. Eu queria tocálo tão mal. Sentir seu corpo duro debaixo das pontas dos meus dedos. Mas, eu me mantive agarrando o lençol ao invés disso. Ele levantou a mão e acariciou a minha bochecha, depois a desceu e contornou meu lábio inferior. "Pense nisso pequena."


"Saia", eu consegui dizer. Olhando-me intensamente uma ultima vez, ele saiu do quarto. E eu soltei um suspiro. Que porra estava acontecendo comigo?


Nos dias seguintes, Jace manteve distância de mim. Passei a maior parte do tempo no jardim, lendo. Ele passou o tempo em seu escritório com as portas fechadas ou em seu próprio ginásio (academia) pessoal. O jantar era sempre tenso. Ele me dava ordens como se eu lhe pertencesse. Não passava de um idiota arrogante. Mas mesmo sabendo disso, à noite, quando deitava a cabeça no travesseiro fofo, não conseguia deixar de sonhar com ele. Alguns dias depois, minha mente questionava o fato do meu pai ainda não ter me resgatado. Ele estava tentando conseguir o dinheiro? Sentei-me na biblioteca, sozinha, lendo. Jace entrou, impecavelmente vestido como de costume. Terno de grife e sapatos exclusivos. Meus shorts de brim e blusa


com estampa "Keep Calm and Read" (Mantenha a calma e leia), pareciam fora de lugar. Não é como se eu tivesse tido tempo para escolher minuciosamente as roupas antes de ter saído de casa. Sua atitude despreocupada pesava fortemente em sua postura enquanto ele me encarava. "O quê?" Eu perguntei. “Meu pai entrou em contato com você?” Ele cruzou os braços, arqueando as sobrancelhas sobre seus olhos diabólicos. "Não." "Oh," eu disse, afundando de volta na confortável poltrona almofadada alta. Minha esperança de voltar para casa estava começando a esvanecer. "Você sempre poderia trabalhar para quitar a dívida dele." Inclinei minha cabeça para ele. Agora Jace queria que eu desempenhasse o papel de Cinderela e limpasse sua casa? "Como? Fazendo tarefas?” Ele me deu um meio sorriso quente. "Oh, eu definitivamente tenho algumas tarefas para você fazer, pequena." O termo carinhoso me pegou desprevenida. Eu coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha enquanto ele se aproximava. A cada passo que ele dava em minha direção, minhas entranhas ardiam. Por que ele tinha que ser tão sexy? Meu cérebro estava entrando em colapso.


Quando ele se aproximou. Seu cheiro flutuou sobre mim, e o inalei como se fosse meu único oxigênio. Era masculino, viril, uma fragrância da qual faz as mulheres excitadas. Ele devia engarrafar seu delicioso aroma e vendê-lo. Foco!!! o que ele dissera? Ah... que talvez eu pudesse pagar a dívida do meu pai. Enquanto minha mente ainda estava cheia de pensamentos sujos com Jace, percebi que ele estava praticamente em cima de mim. Ele afrouxou a sua gravata. “Quer pagar a dívida do seu pai?” "Bem, sim." Ele agarrou a minha mão e me ajudou a sair do meu assento. Confusa, deixei o livro cair, seguindo-o para fora da biblioteca. Ele ficou em silêncio enquanto me guiava pela escada de mármore. Meu coração bateu em um ritmo alto e irritante dentro do meu peito. Ele passou pelo meu quarto e continuou até um cômodo com portas duplas imponentes no final do corredor. Ele empurrou-as abertas e me conduziu para dentro. Engoli o nó que se formara na minha garganta enquanto olhava em volta. Moveis de madeira maciça francesa compunham o ambiente. Uma cama king-size estava contra a parede, havia uma grande varanda à esquerda, e uma poltrona de couro no canto.


"O que exatamente quer que eu faça?" Eu perguntei, desconfiada da sua possível resposta. Ele caminhou até o centro do quarto e virou-se para mim, cruzando os braços. "Eu acho que é hora de reivindicar sua buceta e faze-la minha, baby." "O-que..?" Eu não podia acreditar em meus próprios ouvidos. Tal atitude era real? Reivindicar? Eu li sobre essas coisas, mas pensava que acontecia só nos romances. Merda, isso era tão quente e surreal quanto inacreditável. "Anjo, eu posso fazê-la sentir coisas que nunca pensou ser possível. Coisas que você nunca sentiu antes. " "Hum ..." Eu estava fodidamente sem palavras. Nem uma palavra ou qualquer coisa vinha à minha mente. "Venha aqui", ele exigiu. Eu respirei fundo e caminhei lentamente, parando na frente dele. Ele ergueu a mão, passando-a pelos meus longos cabelos. Enviando arrepios correndo pela minha espinha. Inclineime sob seu toque como uma idiota. Curiosidade me manteve imóvel no chão de madeira, enquanto ele puxava minha cabeça para o lado. Seus dentes se afundaram em meu pescoço. E o gemido baixo que ele soltou contra minha pele enviou uma chama ondulante


de desejo queimando sobre transformando-a em fogo escaldante.

minha

buceta,

Tentei focar minha mente em qualquer coisa exceto no sentimento que ele estava evocando dentro de mim. Estava afogando-me na sensação do seu toque, e me agarrei a ele, enquanto ele continuava a sugar faminto a minha pele, me fazendo sentir coisas que desconhecia. Havia uma palavra que tentei lembrar. Uma palavra que ele pronunciou, e não vinha em minha mente. Qual era mesmo a palavra? Dele. Que se meu pai não lhe pagasse eu seria dele. Como se eu não passasse de um objeto de foda. Assim que me lembrei disso, afastei-o. "Pare" eu disse com a voz fraca. Choque atravessou o belo rosto dele, como se ninguém jamais o tivesse dito para parar antes. Merda, com sua aparência, e os músculos que presumia estarem escondidos debaixo da sua camisa, eu não duvidava que ele jamais ouvira a palavra não de uma mulher. "Você não quer liquidar a dívida do seu pai?" Sua voz estava controlada, controle era algo que eu havia perdido há muito tempo. Minha mente estava em guerra: razão x hormônios. Fiquei tentada a deixá-lo me tocar como havia fantasiado em meus sonhos. Mas, apesar de querê-lo muito, sabia


que era errado. Ele tocou meu pescoço onde, momentos antes, sua boca tinha estado. Merda, era tão bom. Eu não queria que ele parasse. Deixa-lo me foder não era algo tão ruim, era? Eu tentei racionalizar a necessidade que sentia por ele. O meu desejo de dizer-lhe sim. Ele abaixou a mão. “Se entregue a mim, Anjo. Porra, te farei se sentir tão bem". Seus dedos longos apertaram meus mamilos através da minha blusa, e prendi a respiração. Minha cabeça caiu para trás, meus olhos se fechando, desejando-o ainda mais. "Sim." Eu não percebi que tinha concordado até que seu polegar esfregou mais duro meu mamilo, pressionando-o contra o tecido da minha roupa. “Boa menina”. Meus olhos se abriram e vi sua mão continuar a brincar com meus seios. Espremendo meu mamilo. Sentia-me tão pequena em suas mãos grandes e ásperas. Foda-se as consequências. Seria dele para pagar a dívida do meu pai. E estava feliz com isso. Doida pra ser dele. Necessitada para tê-lo. Ele deixou cair à mão do meu corpo e se moveu para a poltrona. Observando-o desabotoar alguns botões da sua camisa cara, eu fiquei parada antes de me aproximar. "Anjo, quero que você dance pra mim."


Meu corpo congelou. Dançar? "Não há música tocando." Ele pegou um controle remoto da mesa ao lado da cadeira e poucos segundos depois uma música suave e sexy começou a tocar. "Agora, dance para mim." Balancei meus quadris de um lado para o outro. Eu não estava muito certa do que exatamente ele tinha em mente. Minha melhor amiga, Megan, e eu frequentávamos clubes de dança durante meu breve tempo na faculdade. Eu sei dançar, mas ainda assim me sentia estranha. Eu levantei ambos os braços acima da minha cabeça enquanto me movia ao ritmo da canção. Fechei meus olhos e imaginei-me no clube com Megan. Parecia tão real, imaginei-me entre a mistura de alunos suados da faculdade girando o meu quadril ao ritmo da musica do clube. Quase esqueci onde estava até que senti uma mão em volta da minha cintura. Eu não abri meus olhos. Ele me puxou contra seu corpo duro. Jace por ser mais alto do que eu, me dominou com seu tamanho. Nós nos movemos juntos enquanto suas mãos caíram mais abaixo em minhas costas. Pude sentir sua impressionante ereção contra meu estômago, se esfregando indecorosamente contra mim. Merda, ele era enorme em todos os sentidos.


Ele abaixou a cabeça, inclinando-se perto do meu ouvido. "Você é linda demais, Anjo." Ondas de prazer se arrastaram ao longo do meu corpo. Meu pulso pulsava forte sob minha pele aquecida. "Obrigado", eu sussurrei. Sua mão levantou meu queixo para encontrar seus olhos. "Você está pronta para pagar a dívida do seu pai agora?" Engoli em seco. Minha boca ficou seca enquanto minhas mãos tremiam. "Eu acho que sim." "Serei gentil" Ele aproximou sua boca da minha. "no início." Sua boca devorou a minha. Deus, ele tinha um gosto tão bom. Sua língua tomou posse da minha boca, procurando algo que só eu poderia lhe dar. Meu couro cabeludo formigava quando suas mãos mergulharam em meu cabelo. Seus dedos agarraram, apertando os fios. Qualquer grama de reserva que poderia ter escorregou para longe, ante a sua exploração erótica da minha boca, gemi contra seus lábios, ansiosa por mais. Ele me fez dar um passo para trás em direção à sua enorme cama, e não conseguia acreditar que isso realmente estava acontecendo. Minha falta de experiência de repente pesou muito em minha mente. Eu quebrei seu beijo delicioso. "Jace, não tenho certeza do que fazer."


"Shhhi...pequena... te mostrarei exatamente o que quero de ti." Ele me empurrou para a cama. Minha respiração ficou presa enquanto seu rosto brilhava sob o luar. Ele era tão quente. Um músculo ficou tenso em sua mandíbula enquanto ele desabotoava os poucos botões restantes da sua camisa. Tão logo o material branco caiu de seu corpo, minha respiração acelerou. Eu sabia que ele era musculoso porque malhava todos os dias, mas eu não estava esperando ver todas as tatuagens que cobriam seu peito e braços. Era difícil encontrar uma área não coberta por tatuagens hots. Meus olhos não puderam tomar tudo de uma vez. Ele moveu sua mão, desabotoando sua calça e deixando-a se juntar a sua camisa no chão. Seu pênis grande enchia cada centímetro da sua cueca preta boxer. Ele tirou a cueca e empurrou seu pau contra sua mão, enquanto me olhava com fome. Engoli em seco. Meus olhos observavam seus movimentos. Ele estava se masturbando lenta e deliberadamente para me deixar mais excitada do que já estava. Meus olhos se arregalaram ao ver seu tamanho. Enorme e grosso. Fiquei assusta e querendo saber se caberia em mim. Tentei engolir novamente, mas minha boca estava seca. Ele pegou seu pau enquanto seus olhos estavam grudados nos meus. lambi os lábios, e deitei lá insegura sobre o que fazer.


"Venha aqui", ele disse entre os dentes apertados. Fiquei de pé perto da cama. Ele apontou para o chão, e eu soube o que ele queria. "De joelhos." Ajoelhei-me diante dele. Eu nunca tinha feito isso antes. Nunca chupei o pau de um homem. Ele notou minha hesitação e sorriu, assustadoramente sexy. Meu coração bateu em um ritmo instável. O quarto estava quieto e eu tinha certeza de que ele podia ouvir o sangue bombeando rápido através das minhas veias. Ele levantou meu queixo com os dedos. "Olhos em mim, Anjo." Ele trouxe a ponta do seu pau e esfregou-a ao longo da minha bochecha, o pré sêmen aderindo a minha pele ruborizada. Ele voltou a passar seu pau enorme sobre meus lábios. "Chupe-me." Eu lambi meus lábios e então trouxe seu eixo completo dentro da minha boca. Senti o gosto almíscar do seu eixo e gostei do sabor. Chupei a ponta, depois corri os lábios sobre o seu comprimento...Eu poderia fazer isso. Ele gemeu e isso aumentou minha confiança. Eu levei-o mais profundo em minha boca, circulando minha mão ao redor de suas bolas no processo. Eu queria agradá-lo. Ouvi-lo gemer novamente. Era minha única missão naquele momento.


"Porra, assim, Anjo." Sua voz estava rouca quando ele olhou para mim. "Você é tão fodidamente gostosa." Olhando para ele brevemente, continuei a chupa-lo com um ritmo mais forte. Ele colocou as mãos em punho no meu cabelo, guiando as estocadas. Seus olhos se fecharam, e ele gemeu alto. Meu peito se apertou. Um anseio profundo tomou conta de mim. Merda, percebi que queria muito mais com ele, e o pensamento aterrorizou a merda fora de mim enquanto ele fodia minha boca. "Essa boca agora é minha baby." Seu pênis pulsava bombeado e arrastando-se dentro da minha boca. Umidade revestia minha calcinha, e tive vontade de empurrar os meus dedos em minha buceta para aliviar um pouco do meu tesao. “Leve meu pau mais fundo na sua garganta..... Porra, anjo você será minha morte, " ele murmurou enquanto levava seu pau mais fundo quanto conseguia. Gemi de protesto quando ele me afastou do seu eixo. “Va para a cama” instruiu ele. Ele arrancou minha roupa antes que eu estivesse situada na cama. Ele pegou um preservativo e colocou em seu grande comprimento. Seus olhos encontraram os meus e por um segundo ele me agraciou com seu meio sorriso quente que fez parecer que isso era real. Uma fenda na sua fachada dura. Eu gemi quando seu pau abriu caminho


na minha pequena abertura. Jace foi lento no início, esticando-me ao máximo. Nossos olhos colidiram juntos enquanto ele permaneceu em cima de mim com minhas pernas enroladas em torno da sua cintura. "Porra, sua doce buceta é tão apertada." Ele empurrou mais forte e fechei meus olhos para desfrutar da sensação. A sensação do seu pau dentro de mim, me fez sentir completa, enquanto ele estocou em um ritmo feroz. Me fodendo cada vez mais forte, os impulsos indo mais profundamente em minha vagina. Eu gemia cada vez mais alto, meu orgasmo estava próximo, e queria manter seu corpo tatuado em cima do meu a noite toda. "Jace....Não pare" eu gritei desesperada. Não podia acreditar que tudo isso estava realmente acontecendo. Seu corpo pulsava enquanto ele mantinha seus olhos colados nos meus. Alcançando seus dedos entre minhas pernas, ele esfregou meu clitóris. Senti meu corpo convulsionar enquanto minha buceta apertava ao redor do seu pênis...Jace gemeu, se inclinou contra meu corpo e chupou meus seios...a sensação da sua língua me fez sucumbir a um prazer intenso que se apoderou de cada grama do meu corpo. Ele arremeteu seu pau mais algumas estocadas selvagens em meu interior, antes de se deixar levar pelo seu próprio orgasmo.


Depois do sexo, Jace moveu-se para jogar fora o preservativo e voltou com uma toalha molhada morna para limpar- me. Depois de me limpar, sentei-me na cama e me perguntei o que deveria fazer a seguir. "Você precisa descansar", disse ele. “A dívida esta paga agora?” Ele riu com vontade, inclinando-se para mais perto. "Ainda não, Anjo." Ainda não. Que bom, porque queria que ele me reivindicasse muitas vezes mais. Levantei-me da cama, agarrando minha roupa do chão. - Antes de sair, venha aqui - exigiu ele.


"Sim." Eu olhei para ele. Estávamos a centímetros de distância. Meus ouvidos ressoaram no silêncio do seu olhar. Ele passou a mão pela minha bochecha. - Amanhã, você verá o quanto eu realmente a tenho. Compreendera o quanto paguei por ti, você é minha. " Engoli em seco e, com os olhos arregalados, saí do quarto. De volta aos confins do meu próprio quarto, eu tentei ainda entender a reação do meu corpo a ele. Ele era lindo e controlado. Seu domínio me assustou e me deixou insegura de sua próxima ação. Amanhã ele me possuiria. Era a calma antes da tempestade.

**********

No dia seguinte, fiquei esperando que Jace voltasse de uma reunião de negócios que ele tivera que participar. Mais tarde, à noite, ele atravessou a porta da frente. "Anjo, se vista." Ele segurava uma caixa de roupa nas mãos e levantou os olhos para encontrar os meus.


Eu me aproximei dele e abri a sacola para encontrar um belo vestido de cetim vermelho dentro. "Onde estamos indo?" “é uma surpresa”. Agora se apresse. Não me faça esperar”. Peguei a caixa de suas mãos e me virei para a grande escada de mármore. Também tinha uma caixa com um par de saltos e acessórios. Mais uma vez, eu me senti como a Cinderela se preparando para o baile. O vestido coube como uma luva, abraçando minhas curvas e acentuando meus seios perfeitamente. Dentro do saco tinha um lindo colar de pérolas. Enquanto eu o prendia ao redor do meu pescoço, suspirei. Passei os dedos pelo meu cabelo e calcei o sapato de salto alto preto. Quando estava dando os retoques finais na minha maquiagem, a porta se abriu. "Você está ... ah," Jace disse enquanto perdia o fôlego. Eu girei ao redor, correndo minhas mãos trêmulas pelo meu vestido. "Eu pareço bem?" "Anjo, você esta linda pra caralho!." Eu sorri com sua escolha de palavras enquanto ele se aproximava. "Para onde vamos?", Perguntei novamente. Ele se levantou diante de mim e segurou minha cintura de forma possessiva. "Logo saberá. E depois, vou foder a sua doce boceta. "


Suas palavras me atordoaram. Ninguém nunca tinha falado comigo assim. Ele soltou-me e me levou para fora do quarto. Um carro preto nos esperava do lado de fora da casa e o motorista de Jace que se apresentou como Phillipe, abriu a porta e nos conduziu ao banco de trás. Durante o trajeto, meus nervos ficaram em frangalhos. Quanto ele confiava em mim para não gritar quando estivéssemos em público? Embora, gritar em público não fosse ajudar em nada os problemas de dinheiro do meu pai. Quem saberia o que Jace faria se ele não me tivesse como garantia? "E se eu gritar em público?" Eu perguntei, mansamente. Ele se inclinou mais perto, os olhos intensos focados nos meus. "Oh, eu pretendo faze-la gritar muito em público, Anjo." Ele inclinou o rosto, mordendo sensualmente meu lábio inferior. Meus olhos se arregalaram. Incapaz de encontrar seu olhar, eu olhei pela janela. Um pouco mais tarde, o motorista estacionou perto de um edifício de tijolo indescritível. Estávamos longe do Chicago fora dos limites da cidade, e inalei uma respiração profunda. "Onde estamos?" A porta se abriu e Jace saiu. "Você vera," ele disse, agarrando minha mão.


O vento soprou meus longos cabelos ao redor do meu rosto enquanto eu olhava ao redor. As ruas estavam sujas.. A porta da frente do local era grande, vermelha e feita de madeira. Jace bateu duas vezes e quando a porta se abriu, eu notei a luz fraca da entrada. Um homem grande e corpulento, com um fio de cabelo puxado para trás, estava de guarda quando entramos. "Sr. Landon. Boa noite, senhor." "Hector, como estão às coisas esta noite?" "Tudo está bem. Tenho certeza que você e sua convidada acharam tudo muito agradável esta noite. " Jace balançou a cabeça antes de piscar para mim. "Muito bem." Ele me levou para outro quarto com teto alto e carpetes todos em vermelho. Até os sofás eram vermelhos. A suave cintilação da luz de velas mantinha o quarto com um ar sofisticado e ao mesmo tempo exótico. "Que lugar é este?" Eu sussurrei para Jace. Seu sorriso perverso aumentou, seus olhos se aqueceram, e ele passou um dedo pela barba macia do seu queixo. "É um lugar para se divertir. Um clube de sexo.” Eu nunca tinha ido a um lugar como este. Eu nunca estive em qualquer lugar, realmente. Eu era ingênua quando comparada a ele e todas essas coisas sexuais. No entanto, estando aqui eu me sentia como uma pessoa diferente.


Este estilo de vida esquivo era diferente de tudo o que eu já fizera antes. Eu estava curiosa. Com a mão nas minhas costas, Jace me levou para longe da multidão de pessoas, onde se podia ver muitas mulheres vestidas de lingerie e homens de terno. Os homens sentavam-se em sofás enquanto as mulheres dançavam a sua volta. Quando chegamos ao final do clube, uma porta estava diante de nós. Jace bateu duas vezes e a porta se abriu. Nós fomos saudados por uma loira peituda vestida em um vestido preto curto. "Sr. Landon, que bom tê-lo se juntando a nós esta noite. Como podemos te ajudar?" Fiquei de boca fechada enquanto falavam em voz baixa. Depois de um minuto, ela nos levou para um corredor. Os números estavam nas portas em emblemas metálicos, e quando chegamos à porta número vinte e três, nós paramos. "Aqui está, senhor." Ela apertou um botão e segurou a porta para que nós passássemos pelo limiar. Parecia que tínhamos acabado de entrar no século XVIII. Uma enorme cama de dossel dominava o ambiente, situando-se bem no meio do quarto. Colchas e almofadas esbranquiçadas cobriam a grande cama. No canto oposto,


havia um candelabro sobre uma pequena mesa perto de uma pequena janela mostrando o céu da noite. "Você me trouxe aqui para fazer sexo?" Eu parei olhando para um armário de carvalho. "Anjo, eu poderia te foder em qualquer lugar que quisesse. Porem, este lugar oferece mais." Ele acenou sua mão para mostrar o armário, e eu me perguntava o que estaria dentro do mesmo. "O que você vai fazer comigo?" Meu pulso acelerou com a adrenalina correndo através das minhas veias. - Olhe. - Ele abriu uma gaveta e tirou um material preto de cetim. Uma venda. "Observar você fazer o quê?" Eu murmurei quando ele se aproximou de mim. "Eu vou assisti-la." Sua mão levantou a venda. "Confie em mim." Eu fiz como ele pediu. Ele amarrou a venda nos meus olhos e afundou os dentes no meu ombro. "Ow", eu gritei quando seus dentes cravaram na minha pele. "Uma pequena dor com prazer é sempre bem vinda, Anjo."


Eu não podia ver nada, mas suas mãos estavam sobre mim. Ele abriu o meu vestido que caiu como uma poça sedosa aos meus pés. Eu podia ouvir sua respiração. Ele afastou-se de mim e um leve arrepio percorreu meu corpo. Uma porta soou no canto mais distante do cômodo, e eu cobri meu corpo. - Não se cubra, meu Anjo. "Quem está aqui?" Eu perguntei, ouvindo o som de passos se aproximando. "Este é Dominic, ele vai se juntar a nós esta noite", Jace disse enquanto ele me moveu para mais perto da cama. "Jace," uma voz profunda ecoou por toda a sala. Ele parecia grosseiro, como um homem que eu nunca iria querer sair se encontrasse nas ruas. "Deite-se, Anjo," Jace disse, me guiando para o colchão. Ele agarrou meus dois pulsos e os deslizou em uma restrição acima da minha cabeça. Ambas as minhas mãos estavam unidas à cabeceira da cama. "Porra, ela é linda", disse Dominic. Eu puxei contra a restrição, incapaz de ver qualquer coisa através da venda. A incerteza me dominou até sentir a suave respiração de Jace contra meu ouvido. "Confie em mim."


Sua mão correu para baixo do meu corpo e parou bem antes dele alcançar a minha buceta. "Porra, amo a calcinha preta que ela esta usando" Dominic disse em uma voz áspera, diferente do tom refinado e profundo de Jace. “O que você quer fazer com ela?” perguntou Jace. "Come-la." Fiquei tensa brevemente, mas depois senti os dedos de Jace acariciando minha pele. "Espalhe suas pernas, Anjo." Eu estava nervosa. Mas, as mãos de Jace em meu corpo me relaxaram e quis agradá-lo. Separei minhas pernas e ouvi sua respiração ofegante. Seu queixo com a barba bem cuidada percorreu meu estômago enquanto eu puxava meus quadris para cima. Encharcando minha calcinha, eu gemi enquanto a mão de Jace percorreu o interior da minha coxa. Eu podia ouvir Dominic se aproximar. A cabeça de Jace caiu entre minhas pernas. Sua boca entrou em contato com meu núcleo ainda coberto pela renda da minha calcinha. Eu me contorci sob ele enquanto suas mãos me prendiam a cama. Outro conjunto de mãos empurrou meus joelhos mais distantes, e eu senti a cama afundar um pouco com o peso de Dominic certamente chegando mais perto. Jace correu o nariz ao longo da costura da minha calcinha. Dominic correu suas mãos para cima e para baixo das


minhas coxas. Meu corpo tremia de excitação. Eu queria ver o que estava acontecendo. Jace se sentou e correu suas mãos para cima até meus seios, massageando ambos com cada mão. Ele puxou meus mamilos ao mesmo tempo em que Dominic afundou sua cabeça entre minhas pernas e chupou ao longo da minha calcinha. “Ela cheira tão bem. Você já comeu sua buceta?” Ele perguntou. "Não, ainda não." Ele segurou meus seios mais duro com seus dedos, inclinando-se perto do meu rosto. "Eu quero ver ve-la gozar no rosto dele, Anjo. " Eu queria que Jace fosse o único a me dar um orgasmo. Os dentes de Dominic puxaram minha calcinha para o lado antes dele lamber ao longo da minha fenda. "Oh, porra, ela é tão doce", disse Dominic. “Faça-a ficar molhada e pingando de desejo” - grunhiu Jace. Suas mãos deixaram meu corpo, e eu pude ouvir os sons do seu zíper indo para baixo. "Essas coisas precisam ir", disse Dominic, puxando ambos os lados da minha calcinha e rasgando-a para fora do meu corpo. A picada do tecido se partindo contra minha pele me deixou sem fôlego, mas então sua boca retornou a minha buceta quente e úmida. Meu corpo estava tao


despertado... Cada toque implacável da língua de Dominic me deixou mais louca de tesao. Mas, eu não queria gozar na boca de um estranho e fui me afastando dele. Eu queria dar meu orgasmo para Jace. Dominic levantou a cabeça. “Ela está lutando contra isso”. Jace se inclinou para perto de mim novamente. “Vamos, Anjo. Goze para mim. " Sua mão forte agarrou meu pescoço enquanto seus dentes mordiscavam o lóbulo da minha orelha. Seu aperto era dominante, e lutei contra minha restrição mais uma vez. "Anjo, não lute contra isso," Jace sussurrou em meu ouvido. Dominic retomou os movimentos com a língua sobre meu clitóris, chupando forte. O prazer em meu corpo aumentou e gemi alto. "É isso, venha." Jace tomou minha boca na dele. Nossas línguas lutando uma contra a outra enquanto ele controlava o beijo. A boca inflexível de Dominic fez meu corpo sucumbir ao êxtase. Meu orgasmo durou longos segundos. Jace quebrou nosso beijo e se inclinou para trás, correndo as mãos pelo meu corpo. "Ela é tão fodidamente deliciosa" Dominic disse, depois que lambeu a última gota do meu orgasmo. Jace removeu minha venda e então se moveu para desatar minhas restrições. “Você se divertiu?”


Eu me sentei, esfregando meus pulsos. "Sim." Eu realmente não sabia o que dizer. Eu queria mais e mais de Jace, de como ele olhou para mim. Olhei para Dominic e fiquei impressionada com o quão bonito ele era também. Ele tinha o cabelo escuro cortado bem curto e não usava camisa. Seus músculos eram definidos e suas tatuagens eram ainda maiores do que as tatuagens escuras que Jace tinha. Jace se inclinou e me beijou de novo. Um beijo tão cheio de tudo quanto um beijo deveria ser. Eu não queria que acabasse. "A noite está apenas começando, meu Anjo." Minha boca se abriu, tentando compreender suas palavras. Merda, a cada dia que passava eu queria Jace mais.


Dominic estava agora esparramado, com as coxas afastadas, sentado em uma poltrona a poucos metros da cama. Seus olhos azuis brilhavam enquanto ele me observava. Jace desabotoou a camisa e a deixou cair no chão. Suas tatuagens escuras brilhavam na luz das velas cintilantes. Ele era tão sexy, a epítome do bad boy quente. Seus olhos escuros pegaram os meus, e um olhar de preocupação atravessou suas feições. “Anjo, Dom só vai assistir. Tudo bem?" Eu acenei com a cabeça, porque, francamente, a ideia de tê-lo aqui me intrigava. O olhar intenso de Dominic nunca me deixava, quando olhei para seu corpo, meus sentidos aumentaram. Jace passou os dedos sobre a minha buceta e gemi baixo. "O que faremos primeiro? Tantas possibilidades”. Meus joelhos estavam trêmulos. Eu queria sentir a sua virilidade dentro de mim, era tudo em que conseguia pensar. Imagens de ele me fodendo encherem minha mente, inflamando meu corpo em chamas. Jace sorriu, e


suas mãos começaram a me acariciar em um flash. Começando pelo meu pescoço, ele arrastou os dedos para baixo, descendo lentamente para tocar cada seio. Foi tão bom quando ele apertou cada mamilo. Meus quadris arquearam quando ele chegou ao meu clitóris entre minhas pernas. "Tão linda." Eu olhei para Dominic, sua mão estava bombeando seu eixo lentamente. Seu pau era grande, não tão grande quanto o de Jace, mas ainda maior do que qualquer cara que eu já tinha visto antes. Dominic lambeu os lábios, gemendo enquanto Jace continuava sua caminhada para deslizar seus dedos em minha buceta. Eu estava molhada e pronta para ele. O calor da excitação me queimou. "Foda-se, Jace. Aposto que a vagina dela é tão gostosa quanto seu gosto” murmurou Dominic. Jace envolveu seu pau em um preservativo e me virou. De quatro, Anjo. Obedeci todas as exigências que ele ordenou. Meu corpo ficou vivo com entusiasmo ao pensar nele dentro de mim. Era tudo o que quis desde o inicio da noite. Jace estava fodendo meu cérebro, não so o meu corpo. Senti seu grande pau contra a minha entrada e gemi necessitada. Ele esfregou-o ao longo do meu centro antes de empurrar


para dentro. "Oh, porra," ele disse enquanto se enterrava profundamente dentro de mim. "Sua buceta é tão apertada." Ele bateu no meu traseiro, espalhando minhas bochechas para permitir-se penetrar mais fundo em mim. "Oh, Deus," eu gemi. "Tome todo meu pau, Anjo." Ele me encheu mais e a leve nuance de dor misturada com o prazer que senti, inflamou algo louco em mim. Em minhas mãos e joelhos ele começou a se mover para frente e para trás, me tomando com força. Por cima do ombro, pude ver Dominic. Seus lábios grossos estavam abertos, sua mão indo mais rápido ao longo do seu pau. Ele estava tão ligado, seus olhos nunca desviando do meu corpo. A mão de Jace se aproximou e segurou meus seios, apertando os mamilos entre seus dedos. “Dom, ela se sente tão bem. Você não tem ideia." Jace continuou me fodendo duro enquanto acariciava ambos os meus seios com as mãos. "Deixe-me fode-la." Dominic gemeu com a voz rouca. "Não porra. Eu paguei por ela. Ela é minha." Ouvir a possessividade de Jace me excitou. Eu era dele e faria tudo o que ele quisesse.


"Eu sou sua." eu sussurrei. "Pode fazer comigo o que quiser." "Foda-se, você se sente tão bem." Ele tirou as mãos dos meus seios e deu um tapa forte na minha bunda. A picada do tapa que ele me deu fez com que eu me sentisse bem com o rápido impulso de seu pênis dentro de mim. Gemi alto e sua outra mão envolveu o colar de pérolas ao redor do meu pescoço. Em outro instante ele me virou, seu olhar fixo me empurrando para a cama. Ele rasgou o colar do meu pescoço, as pérolas caindo no chão. - Dom, dê a ela um verdadeiro colar de pérola. Havia um brilho perverso nos olhos escuros de Jace. Dominic levantou-se da cadeira e aproximou-se. Jace reposicionou nossos corpos para onde minha cabeça pendia muito perto da borda da cama. Meu cabelo caindo no chão enquanto Dominic se erguia sobre mim, suas bolas batendo na minha testa. "Isso mesmo, venha por todos os seus seios", Jace disse enquanto ele continuava fodendo com fúria a minha buceta. "Como é a sensação de ter dois caras fantasiando sobre a sua doce buceta?" Dominic perguntou. Eu estava tão ligada, sabendo que poderia trazer esses dois homens para seu prazer supremo. Dominic gozou


primeiro, atirando o seu cálido sêmen por todo o meu pescoço e seios. Apertei meu núcleo interno quando Jace beliscou meu clitóris. “Venha, Anjo”. Eu gemi loucamente com a intensidade do orgasmo que bateu em mim, inflamando e entorpecendo meus sentidos de uma vez. Jace continuou empurrando seu pau contra as paredes apertadas da minha buceta, depois soltou palavras de maldição antes que o clímax o atingisse. Assim que o orgasmo de Jace acabou, ele olhou para Dominic. "Nos deixe." Dominic fez o que ele pediu depois de me beijar na bochecha. Eu estava exausta, meu corpo todo pegajoso do sêmen de Dominic e Jace. Sentei-me e Jace agarrou minha mão. "Siga-me," ele disse enquanto nós deixamos a cama. Ele me levou para um banheiro e ligou a água do chuveiro. Fiquei sobre o jato de agua quente quando Jace deixou o cômodo. Eu limpei meu corpo, removendo o sêmen do meu corpo. Jace voltou para o banheiro com algo em suas mãos. - Você gostou de dar um orgasmo a Dom? Eu sorri, timidamente, quando ele entrou no chuveiro.


"Você será punida por gostar dar prazer a ele. De joelhos. Agora" Abaixei meu corpo, meu olhar encontrando seus olhos confiantes. Silenciosamente, implorei seu perdão. Ele amarrou minhas mãos atrás das minhas costas enquanto a água caia sobre nós. Seu pênis cresceu quando ele bombeou-o suavemente em sua mão. "Você é minha. Nenhum outro homem pode ter você ", ele disse enquanto seu pau endurecia mais. Sua outra mão em punho apertava o meu cabelo molhado enquanto ele estocava seu eixo. "Como é que você se sentiu com ele vindo sobre você?" "Eu odiei," soltei, não realmente certa do que ele queria que eu dissesse. "Boa garota. Só eu te excito. Você só goza para mim, entendeu? " Eu acenei com a cabeça, seu pau muito perto dos meus lábios. Estendi a língua querendo chupa-lo, tentando desesperadamente sentir seu gosto. "Porra, não. Você acha que merece meu pau depois de ter se excitado por outro homem? " Eu balancei a cabeça para frente e para trás. A corda escavando em meus pulsos enquanto eu lutava contra ela. "Eu sinto muito."


"Mais alto." Eu gritei minhas desculpas enquanto corria seu membro contra minha bochecha. "Porra, Anjo. Sua buceta é mais deliciosa do que eu pensava que seria. Tão inexperiente. Minha doce menina." Meu corpo formigava da cabeça aos pés. O calor da água não fez nada para afastar os arrepios correndo através de mim. "Deixe-me compensar você." "Você ira baby, vou vir por todo seu corpo. Você é minha." Sua voz vacilou enquanto ele bombeava seu pau mais forte. Abri a boca, implorando por ele. Ele empurrou a ponta na minha boca e a arrastou ao longo da minha língua. Seu aperto no meu cabelo aumentou e ele gemeu. - Nenhum outro homem jamais a tocará novamente. Você entendeu? Seu corpo me pertence. Merda, não queria ser de mais ninguém...Estava me apaixonando por Jace. Seus olhos olharam através de mim. Eu estava exposta e sabia que ele nunca iria me machucar fisicamente. Eu confiava nele, e queria ser dele. A maneira como ele parecia se mostrar para mim, me deixando ver cada flexionar de seus músculos. As tatuagens tribais cobrindo seu peito, me fez querer correr minha língua por todo seu corpo.


Ele era quente como o inferno, e não queria desviar o olhar. Guardaria na memoria todos os meus momentos com ele, para que tivesse algo para lembrar quando tudo isso acabasse. Meu medo desse final surgiu, e Jace soltou meu cabelo como se ele pudesse sentir isso. Sua outra mão, bombeando seu pau, nunca abrandou. Meus olhos baixaram para observar a ação, e com a outra mão ele levantou meu queixo para olhar em meus olhos. "Anjo, que merda você esta fazendo comigo?" Ele perguntou antes gemer fora seu orgasmo.


Na semana seguinte, após o clube o clima ficou estranho. Jace ficou ocupado com o trabalho, escondido em seu escritório, apenas aparecia para o jantar. Ele nunca me procurou para conversar. Ele raramente olhava para mim, então eu me mantive ocupada lendo na biblioteca. Eu pude sentir a conexão no clube entre nós, e agora, ele não queria nada comigo. Eu estava muito confusa para abrir a boca e confronta-lo. Eu nunca deveria ter deixado as minhas emoções irem tao longe. Meu pai devia uma dívida e eu era o pagamento temporário. Estava sendo estupida em querer mais. Ele estava levando o que lhe era devido do meu corpo, nada mais. A cada noite, o jantar ficava mais tenso. Frases curtas, olhares rápidos e comíamos em silencio. Depois dos jantares, Jace saia tão rapidamente quanto chegava. Uma noite, entrei na sala de jantar, e Jace não estava lá. A comida estava sobre a mesa, e eu tomei meu lugar


habitual e comi sozinha. Depois do jantar, eu me curvei no sofá para assistir a um filme. Assim que meus olhos começaram a ficarem pesados, Jace fechou a porta com força. Seu cabelo escuro, normalmente tão perfeito, estava uma bagunça desordenada quando me olhou com olhos indecifráveis e sombrios. "Jace, você está bem?" "Não." Sua expressão estava dolorida, sua testa franzindo. "Por quê?" Ele cambaleou até o sofá. "Você está bêbado?" Eu sentei e puxei travesseiro no meu colo. "Talvez um pouco." Ele arrastou seu polegar debaixo do meu queixo e eu me levantei sob seu toque. Eu queria toca-lo, a saudade do seu toque estava me deixando louca por dentro. A corrente elétrica entre nós acendeu meu pulso com fogo. Mas ele não me queria, e meu orgulho não me permitiria implorar por ele, por mais que quisesse. "Bem, tenha uma boa noite." Eu levantei, e ele agarrou meu pulso. "Porra, onde você acha que vai? Você não quer se aconchegar no sofá?" Ele zombou. ‘’Não é isso o que quer? Para que eu caia sob seu feitiço, e esqueça que seu


pai deve-me mais dinheiro do que você provavelmente vera em toda sua vida? " Minha espinha endureceu e ele me empurrou mais perto. Meu peito bateu no dele. Ele arrastou um dedo pela minha bochecha e em meus lábios. "Tão linda. Mas são cinco milhões de dólares em jogo " Oh, porra. Minha boca se abriu. Cinco milhões de dólares? Eu não conseguia entender como o meu pai o pagaria? "Agora você entende?" Ele perguntou. "Não," eu disse, empurrando contra seu peito para fugir dele. Seu aperto em mim aumentou, seu braço envolvendo duro a minha cintura. Ele se inclinou mais perto para roçar seus lábios nos meus. Ele tinha gosto de uísque. Sua língua entrou mais fundo dentro da minha boca. Eu gemi, ele rosnou. Ele me pegou em seus braços e me levou para fora da sala de estar. Subindo a escada de mármore. Ele não parou até estarmos juntos em seu quarto. Ele me jogou na cama. Eu gemi quando ele subiu e esfregou sua ereção contra o meu ventre. "Maldição...Não consigo parar de pensar em quão forte desejo-te. "


Meu interior derreteu enquanto ele falava. Ele tirou minha blusa primeiro, puxando de lado o sutiã de renda que eu usava. Ele colocou meus seios em cada mão enquanto chupava meu pescoço. Seus lábios eram macios na minha pele, e eu queria mais. Eu empurrei meus quadris contra seu pau teso e ele gemeu. Sentando um pouco, ele desabotoou meu sutiã e meus seios ficaram livres. "Merda," ele amaldiçoou. Ele chupou faminto ao longo de cada mamilo, um de cada vez. Meus mamilos ficaram duros, e eu agarrei seu cabelo escuro, correndo meus dedos através de cada fio. Ele sabia como me tocar e me deixar louca de tesao em poucos minutos. Eu não queria que meu pai pagasse a dívida. Eu gostava de estar aqui com ele. Ele continuou seu caminho mais para baixo e alcançou o topo da minha calça jeans. "Você é tão sexy, Anjo." Ele removeu minhas calças com pouco esforço, e amaldiçoou novamente quando viu a calcinha de renda que eu usava. Ele removeu a roupa rapidamente e voltou sua atenção para o meu montículo nu. Mergulhando a cabeça para baixo da minha buceta, ele lambeu meu clitóris sensível. Eu me contorci sob ele, querendo muito mais. Ele enfiou a língua dentro de mim profundamente e a sensação era insanamente gostosa. Gotejando com necessidade, gemi seu nome, alto.


Ele me implorou para continuar dizendo seu nome. Meu orgasmo explodiu enquanto eu montava seu rosto. Luzes, cores, e os sons retornaram de repente quando Jace se sentou de joelhos. "Hoje à noite, vamos fingir que não estou te fodendo porque seu pai me deve dinheiro." Suas palavras passaram por mim e eu assisti enquanto ele colocava a camisinha. Esta noite fingiria que ele gostava de mim tanto quanto eu dele. A luxúria percorreu minhas veias enquanto ele correu seu pênis contra minha buceta e depois empurrou selvagem para dentro. - Ah, Jace - gritei. "Porra, eu nunca vou me cansar dessa sua buceta." E eu rezei para que ele nunca se cansasse. Ele nos virou e eu estava montando-o. Seu pênis estava tão profundo em mim, me fazendo delirar de prazer. "Brinque com seus seios", ele sussurrou. Corri ambas as mãos pelo meu corpo, massageando meus seios com cada mão. "Assim?" “ Sim, Anjo. Agora monte meu pau como se nunca quisesse parar." Seus olhos perfuraram minha alma. "Eu nunca quero parar", eu gritei, dizendo a verdade. "Eu quero sentir você vir em mim. Eu quero sentir o seu orgasmo escorrendo pelas minhas bolas. "


Eu montei seu pau enquanto apertava cada mamilo meu. Seus olhos se voltaram aos meus e puro êxtase alcançou seu rosto. Eu estava fazendo ele se sentir assim. Eu estava fazendo com que tivesse prazer. Eu cavalguei mais rápido, e mais duro...saltando sobre ele a cada arremetida do seu pau. Eu alcancei minha mão para massagear suas bolas enquanto gritava com luxúria seu nome. "Anjo, goze no meu pau. Goze para mim. " Meu orgasmo estalou ali mesmo. Ele sentou-se, beijandome e segurando-me enquanto me desfazia contra seu corpo. No momento em que as minhas paredes vaginas apertaram ao redor do seu eixo com a primeira onda do meu forte orgasmo, ele entrou em colapso também. Nós gememos na boca um do outro, ofegantes e desejosos que o êxtase nunca acabasse.

********** Nós ficamos aconchegados nos braços um do outro por um tempo até que nossas respirações pesadas diminuíram. Eu me levantei para sair e ir para o meu quarto, mas ele agarrou meu pulso, parando-me. "Não vá ainda", ele murmurou. Eu hesitei, não tendo certeza se eu queria colocar meu coração em risco com esse homem. Porque é isso que estava acontecendo. Toda vez que


fazíamos sexo, eu me tornava mais e mais apaixonada por ele. Ele beijou a minha boca e me puxou de volta em seus braços, acariciando meus cabelos. "Por que você deixou a faculdade?", Ele perguntou. Meus olhos se arrastavam sobre sua mandíbula e olhos escuros. Eu poderia fazer isso por esta noite, fingir que eu não estava aqui porque meu pai lhe devia dinheiro. Fingir que ele realmente me queria. Então dei de ombros. "Eu queria fazer algo mais. Eu só não sei o que isso é ainda. Você acha que fui burra por desistir? " Ele beijou minha testa, envolvendo seus braços ao redor de mim enquanto estava deitada em seu peito nu. "Não, você fez certo, faculdade não é para todos. " O álcool afrouxou sua língua, então aproveitei a oportunidade. "Você foi a faculdade?" "Sim. Porque sempre fui esperado para assumir o negócio da família. " "Você queria fazer outra coisa?" Eu perguntei enquanto riscava círculos em seu peito. "Não importa. Isso foi há muito tempo atrás." Eu me sentei, olhando para seus olhos. "Isso importa a mim. O que você queria fazer?” "Não se confunda anjo, eu quis assumir a companhia do meu pai. Eu tinha grandes planos para os negócios.


Quando meu pai morreu, senti como se uma parte de mim tivesse morrido junto com ele”. Ele se afastou de mim, e levantei minha cabeça para olha-lo mais atentamente. "Qual é o negócio da sua família?" Eu não sabia se eu estava cruzando uma linha. Ele sempre foi tão secreto, mas eu queria saber no que meu pai estava metido. "Talvez um dia eu va te dizer", ele respondeu antes de beijar o topo da minha testa. "E sobre você? Que grandes sonhos tem? " "Bem, não ria," eu disse, esperando que ele não risse dos meus sonhos como meus pais tinham feito. "Eu quero ser escritora. " - Sobre o que você escreveria? "Não ria, ok?" Eu olhei-o duas vezes. "Nunca." "Eu quero escrever romances. Eu sei que é estúpido" Ele se sentou, olhando nos meus olhos. - “Não, isso não é estúpido anjo. Acho que você deveria fazer isso.” "Talvez um dia eu vá. Eu deveria voltar para o meu quarto, " eu sussurrei. Essa intimidade com ele estava fazendo coisas estranhas para o meu coração.


Seus olhos varreram meu rosto. "Fique", ele disse, suavemente. E eu fiz.


Na manhã seguinte, acordei com os pássaros cantando lá fora. Eu afundei mais no meu travesseiro, na esperança de voltar a dormir, porem não consegui. Fui ao banheiro, tomei um banho relaxante e me arrumei um pouco antes de descer as escadas. No último passo, ouvi uma comoção na cozinha. Passando o limiar, eu ri quando vi Jace tropeçar enquanto cozinhava algo no fogão. "O que você está cozinhando?" Assustado, ele se virou. "Oh, eu não ouvi você descer." Ele se aproximou, segurando uma espátula de prata na mão. "Estou fazendo ovos. Eu sei que você gosta Anjo!! " "Sim." Sentei-me no balcão de granito da cozinha. Ele continuou fazendo os ovos e eu assisti como suas calças de pijama pendiam frouxamente em torno do seu


esculpido corpo. Alguns minutos depois, ele colocou um prato branco na minha frente com ovos mexidos, bacon e torrada. "Bon appetit", ele disse. Eu sorri, pegando o garfo de prata e trazendo a comida para a minha boca. “O que você fara hoje?” Perguntei depois de terminar minha mordida. Ele se apoiou contra a bancada, pegando seu próprio garfo e pegando seu pedaço de torrada. "Eu tenho uns lugares que quero lhe mostrar. " Meus olhos se arregalaram. Eu mordi minha comida, observando-o comer. "Ok, parece divertido." Ele olhou para cima, seus olhos quentes e enigmáticos. "Se você continuar me encarando desse jeito, Angel, te foderei aqui mesmo, no balcão. " Meu coração se apertou ao pensar nele dentro de mim. Sorri tão sedutoramente quanto pude. Deve ter funcionado, porque ele se levantou, empurrando seu prato para o lado. “Cuidado, Angel. Não estou brincando.” Eu ri. Alimentado com desejo, ele estava ao meu lado em um flash. Ele segurou minhas bochechas com as duas mãos. "Você acha engraçado? " Ele perguntou.


Seu comportamento sexy me deu mais força enquanto tentava manter o rosto serio. "Não," eu disse, tentando não rir. O riso borbulhava de mim enquanto ele se sentou na minha cadeira e me colocou sobre seu joelho. “ Ainda acha engraçado?” "O que você está fazendo?" Ele levantou minha saia ate meus quadris e puxou sua mão para trás. - “Punindo você.” Eu não podia acreditar. Ele estava me tratando como uma criança. Puxando-me sobre seu colo e estava prestes a me bater. "Jace." Eu tentei argumentar com ele, mas antes que eu pudesse dizer algo, senti a picada quente da sua mão fazendo contato com meu bumbum coberto pela calcinha de algodão. "Ow." Ele puxou minha calcinha pelas minhas pernas e espancou minha bunda novamente, massageando-a assim que a picada começou a doer. "Eu amo sua bunda. Eu amo ter você sobre meu joelho. " Ele me espancou mais uma vez antes de correr os dedos ao longo da minha buceta. Ele fora tão áspero antes, agora tão gentil. Tocando e estimulando. A umidade encharcou seus dedos enquanto eu gemia. "Desculpe," eu disse, sem saber do porque estava me desculpando. E então me ocorreu que Jace gostava de estar no controle. Toda vez que ele me castigava, isso o


excitava. E isso me excitava também. Eu continuei implorando, pedindo perdão enquanto a protuberância em suas calças crescia ainda mais difícil. "Anjo", ele rosnou quando seus dedos mergulharam profundamente dentro de mim. Ele os puxou para fora e me espancou mais uma vez. "Ow, me desculpe," eu disse, jogando seu jogo. Isso me fez saber que ele estava querendo exatamente isso. Ele me levantou enquanto puxava a cintura de suas calças. "Monte-me, baby." "E quanto a um preservativo?" Eu olhei para baixo para o seu pau e para a gota de sêmen brilhando da ponta. Ele apontou para uma gaveta perto do fim da cozinha. "Gaveta superior." Cacei tão rápido quanto pude através da gaveta que ele mencionou. Quando eu vi o pacote de camisinha, eu trouxe de volta para ele. "Coloque ", disse ele. Eu rasguei o pacote aberto, insegura de como colocar um preservativo. Eu nunca tinha feito isso antes. "Não tenho certeza."


Ele pegou minhas mãos com o preservativo e me guiou, ajudando-me a segurar o látex sobre ele. "Agora pegue o meu pau e monte-o. " Montei-o, e seus dedos tocaram meu clitóris um pouco antes de eu deslizar para baixo do seu membro. Ele desabotoou minha blusa branca, puxando-a pelos meus braços e jogando-a no chão. Ele se inclinou para chupar meu mamilo através do meu sutiã de cetim. Eu cavalguei ao longo do seu pau enquanto minhas mãos se aproximavam para tirar o sutiã para ele. "Não se mexa." Ele parou qualquer outro movimento dos meus braços e sua outra mão se envolveu em torno dos meus pulsos, prendendo minhas mãos atrás das minhas costas. Ele puxou meus braços, arqueando minhas costas no processo. Ele estava no controle, me fodendo a sua maneira. Sua outra mão correu entre meus seios e se instalou entre minhas pernas, encontrando meu clitóris no processo. Ele o rodeou com os dedos, acariciando com perícia. O ritmo de suas estocadas ficaram violentas aumentando minha excitação enquanto eu gemia alto. Meu coração bateu forte, minha mente se nublou de prazer, e meu corpo tremeu enquanto meu orgasmo se aproximava. "Jace, eu vou vir", eu chorei.


“Sim Anjo. Goze para mim." No momento em que meu orgasmo começou, ele soltou meus pulsos e eu os envolvi em torno de seus fortes ombros... este orgasmo era diferente, misturando sentimentos por toda parte. Meus olhos não deixaram os seus enquanto eu o assistia. Sua boca perfeita pendia ligeiramente aberta com desejo. Seus olhos se encheram de luxúria, me observando de perto. Eu observei sua aparência viril, sua respiração rápida a cada impulso profundo do seu pau na minha buceta. "Porra, eu não posso ter o suficiente de você", ele murmurou quando veio dentro de mim.


"Uau, parece o carro do James Bond", eu disse enquanto Jace me conduzia para a garagem onde um carro prateado estava estacionado no centro da mesma. "É um Aston Martin 2002 Vanquish," ele disse sem inflexão na voz. "Oh, parece o carro do James Bond." "Se você acha. Agora entre baby.” Ele abriu a porta e eu deslizei para dentro. O interior era aconchegante e confortável. Eu amava seu carro. Ele dirigiu pela estrada como se estivesse atrasado para alguma coisa e música encheu o ambiente. Uma melodia contemporânea e suave. - Você vai me dizer para onde estamos indo?


"Iria arruinar a surpresa." Ele piscou. Ele estava relaxado. Muito diferente da sua habitual personalidade misteriosa que mostrava todos os dias. Eu gostei deste lado dele. Eu imaginei fazer isso diariamente com ele. Nós dois juntos, passando todos os dias um com o outro. Afundando no couro macio, olhei pela janela para as árvores que passavam e percebi que meu tempo com ele era limitado. Fiz uma carranca enquanto me lembrava do fato de que em breve poderia ter que voltar para casa. Um pouco mais tarde, descemos um caminho de terra através de enormes carvalhos e uma mansão de tijolos assentados à distância. À medida que nos aproximávamos, inclinei-me ainda mais no meu assento para obter uma visão melhor. Havia uma enorme fonte no lago em frente da casa. "De quem é este lugar?" Eu vi uma mulher sair da porta da frente, seu longo cabelo preto balançando contra a brisa. "Esta é a casa da minha mãe." Eu olhei atentamente para ele, com a boca franzida, enquanto ele sorria. "Tá brincando né?" "Eu nunca brinco." Ele sorriu novamente. Depois de estacionar o carro e sair, ele veio em torno do mesmo para abrir a porta para mim. Eu estava nervosa. O que eu digo para a mulher cujo filho apenas horas atrás


me espancara? Que me pegara para quitar a divida do meu pai?. "Angelique", sua mãe disse assim que eu saí do carro. "Eu ouvi muito sobre você." Ela ouviu? Foi surreal saber disso. Olhando para Jace, eu assisti enquanto ele sorria e inclinou-se para beijar a mãe na bochecha. Ela tinha as maçãs do rosto altas como as do filho, os mesmos olhos escuros, e tinha uma ascendência exótica que não permitia saber de onde era. Sua roupa era provavelmente mais cara do que o carro que eu tinha, então olhei para minha própria saia e blusa simploria. "Oi. Prazer em conhecê-la, senhora.” estendendo a mão trêmula para ela.

Eu

disse,

"Bobagem", ela me puxou para um abraço, "me chame de Margaret.”. Depois que me soltou, ela nos levou para sua casa. Mansão parecia uma palavra inadequada para descrevêla. Palacete seria mais apropriado.... Era maior do que qualquer museu que eu já estive. A entrada era cheia de arte adornada em vidro, mármore e mogno. A arquitetura era algo a ser invejado, e eu toquei os buquês de flores na mesa em frente ao hall. "Este lugar é lindo," eu disse, sentindo-me fora do meu ambiente.


- Charles, a projetou - disse Margaret. "Charles é meu pai." Jace se inclinou perto de minha orelha. "Ele gosta de aventurar-se na arquitetura." - Venha comigo - encorajou Margaret. Sorri enquanto ela me dava um pequeno tour pelo andar de baixo e depois nos conduzia para um pátio coberto. No pátio havia uma mesa de vidro com três cadeiras, cheia de comida. Fiquei com água na boca. Mini sanduíches, frutas de todas as formas e tamanhos, e haviam doces mais do que suficientes, para mais do que três de nós pudessem comer. "Uau, isso é incrível." Eu soei como uma idiota. Jace puxou a cadeira para que sua mãe se sentasse, depois para mim. Peguei o guardanapo e coloquei-o no meu colo. "Então, Angelique. Ouvi dizer que o seu pai é David Stammer. Nós temos trabalhado com ele por anos”. Eles tinham? Como é que eu nunca soube de nada. "Sim." Eu mantive minhas respostas curtas durante o resto do almoço. Depois que nós voltamos para dentro, ela pediu a Jace para pegar algo em seu quarto para ela.


Enquanto estávamos sozinhas, ela me levou para uma sala de estar com sofás floridos. “Ele nunca trouxe uma mulher para casa antes. " "Oh?" Meus ouvidos se animaram. Eu queria saber tudo sobre ele. Desde o seu nascimento até agora. "Sim. Meu Jace é um bom filho. Ele trabalha duro. Mas aos trinta anos, eu gostaria de vê-lo sossegar e ter sua própria família”. "Oh," eu disse de novo. E fiquei espantada. "Desculpe, estou passando dos limites." Eu peguei um fio de cabelo que estava irritando-me com o dedo e coloquei atrás da minha orelha. "Não, está tudo bem. Eu posso perguntar qual é o negócio da família?”. "Jace não lhe contou?" Ela riu. Eu não achei engraçado. "Nós somos donos do Aston Martin. A Ford possui uma pequena porcentagem. Mas, meu caro Charles comproua alguns anos antes disso. E, também somos dono de uma editora conceituada no pais”. Ela franziu os lábios. - Seu pai nunca lhe contou? "Não, ele sempre fez soar como se estivesse fazendo algo ilegal." Eu ri, mas parei quando notei que ela não riu comigo.


- Bem, ele era nosso contador. Vou deixar Jace lhe explicar isso. Como se fosse convocado pelo próprio diabo, Jace entrou na sala naquele exato momento. - Aqui está o seu suéter, mãe. "Obrigada, querido." Ela tirou o suéter da mão de Jace e o envolveu em seu corpo frágil. "Eu gostei dela." Ela disse quando terminou. Jace deslizou as mãos nos bolsos. "Sim, ela tem esse efeito sobre as pessoas."

******** Depois de um tempo que saímos da casa da mãe dele, Jace avançou na estrada. O carro estava silencioso, e eu queria perguntar sobre o meu pai. Sua mão pousou em meu joelho enquanto ele dirigia em alta velocidade. "Porra, tenho fantasiado sobre sua doce buceta sob esta saia há horas. " Ele avançou seus dedos mais acima da minha coxa, deslizando-os sob minha saia. Árvores passavam pela janela quando minha cabeça caiu de encontro ao assento. Seus dedos traçaram a linha da minha calcinha e espalhei minhas pernas para ele. A adrenalina fluía através de mim enquanto sua mão se


elevava mais e mais. Ele empurrou minha calcinha de lado e inclinei-me mais contra o assento macio de couro e soltei um gemido. Ele me tocou com maestria e minha buceta ficou toda molhada. Ondulei contra sua mão, seus olhos nunca deixaram a estrada. Ele era um motorista habilidoso, eu não estava preocupada. Minha liberação bateu-me mais rápido do que ocorrera qualquer outra vez antes na minha vida. Eu gritei seu nome e ele gemeu quando eu fiz isso. "Onde estamos?" Eu perguntei quando ele me ajudou a sair do carro. Um prédio de tijolos imponente estava à distância. "Esta é a minha editora." - Vamos entrar? Está fechado?"Bem, é sábado, então está fechada para o fim de semana." Ele caminhou até a porta e digitou o código de segurança. Eu tinha perdido a noção dos dias com ele. Ele abriu a porta e entramos. O lugar, embora estivesse vazio, tinha o cheiro de livros que me excitou. Ele me mostrou os muitos escritórios diferentes e me levou para o porão. "Oh, o que tem aqui em baixo?" Eu perguntei. "Venha Anjo, logo saberá."


Eu encolhi os ombros e continuei descendo as escadas. No corredor, ele abriu uma porta de madeira e dentro grandes máquinas de latão ocupavam a maioria parte do pavimento. "O que são?" "Máquinas de impressão antigas." "Oh, que legal." Eu passei minha mão sobre a maquinaria velha e sorri para o brilho nos olhos de Jace. “Eu achei que você poderia gostar. É do início do século dezenove.” Afastado, ele olhava fixamente a alça de ferro de uma das prensas. "Uau," eu disse, sorrindo. Caiu um silêncio entre nós, e me perguntei o que estava passando por sua mente. Esse homem, suas fantasias, e agora seu interesse completo em me agradar me fez questionar sua sinceridade. Ele me levou ao redor do resto do edifício, parando no último andar em frente a uma grande janela de vidro. - Esse é o meu escritório. Eu trabalho principalmente em casa, mas quando venho, aqui é onde eu passo a maior parte do tempo. Ele olhou para o escritório. Ele abriu uma porta de mogno e me conduziu para dentro enquanto eu olhava para todos os diplomas na parede.


"Ah, você é o homem das faculdades." Eu examinei os vários diplomas pendurados em seus quadros de madeira preta. "Sim. Assim como você eu não sabia o que queria fazer com minha vida, então eu obtive graduação em diferentes cursos." "Impressionante. Isso deve ter levado muito tempo”. "Uma vez que eu obtive a primeira graduação, as outras foram mais fáceis." Olhei para um dos diplomas em Botânica. "Então você gosta de flores." Ele bateu o dedo indicador contra o queixo. "Sim, anjo. Uma flor não te ama nem te odeia; apenas existe.” Ele abaixou a cabeça, passando a mão pelo rosto. "Na verdade, há mais um lugar onde quero te levar.” "OK." "Vamos." Ele pegou minha mão na dele. Ele me levou para fora do prédio, de volta para seu luxuoso carro esportivo, e nós pegamos a estrada novamente. Minha mente estava tentando compreender tudo o que ele tinha me mostrado nas últimas horas. Era um lado completamente diferente de Jace Landon, e eu queria saber mais dele. Meu cérebro ansiava absorvendo cada minúsculo detalhe deste homem. Este homem que


me comprou para cobrar uma dĂ­vida. O homem pelo qual me apaixonara.


Chegamos a um pequeno campo nos arredores de Chicago. Ele estacionou o carro, e nós dois saímos. A cidade estava a distância, e eu sorri para tocar todas as flores coloridas silvestres que jaziam no chão. "Este lugar é lindo", eu disse enquanto ele me conduzia a uma grande rocha plana para sentarmos. Olhando para a baía, sorri enquanto o vento balançava meu cabelo. “Eu venho aqui às vezes para pensar. Ou quando estou tendo um dia ruim “ ele disse baixo. "Você tendo um dia ruim? Eu não achei que fosse capaz desse tipo de emoção”, eu brinquei. "Eu sinto as coisas, Anjo. Embora, seja mais fácil não fazelo”. Ele olhou para a baía, desviando seu olhar para mim. "O que você quer dizer?"


"Eu não quero sentir para depois sofrer." "Nem sempre. Às vezes sentir pode ser uma coisa boa. " Eu cutuquei seu ombro com o meu e ele sorriu. "Sim talvez. Mas, sempre com o prazer vem a dor. Você não concorda? " "Nem sempre. Quero dizer, não precisa ser assim, sabe?” - Verdade, não se pudermos evitar.Inclinei minha cabeça para ele, curiosa. "Então, do que você está fugindo, Sr. Landon?" Eu perguntei e ele virou a cabeça em minha direção. "De você." Minha respiração engatou. "O que você quer dizer? Você não me conhece há tanto tempo. Como você poderia querer fugir de mim?" "Os sentimentos que tenho por você. Tenho evitado sentir tal coisa por toda minha vida, anjo. " Ele correu seu dedo para baixo da minha bochecha, e eu suspirei. Seus lábios encontraram os meus em um beijo terno. Eu não queria que esse dia terminasse. Nossas línguas se entrelaçaram e gememos na boca um do outro. Nós ficamos assim pelo que pareceu uma eternidade antes de deixarmos o campo. Enquanto dirigia, sorriu. você queira ir?-

Qualquer outro lugar que


"Sim." Eu queria mostrar a ele como se divertir um pouco. Eu me sentia ousada, corajosa e queria ser livre com ele. " Onde é isso?" "Você já foi ao Tilt?" Ele virou o carro e saiu em direção ao centro de Chicago. Ele agarrou minha mão, beijando meus dedos com seus lábios macios. Quando estacionou ao longo da Avenida Michigan, saímos do carro e fizemos o nosso caminho para o prédio. Compramos nossos ingressos, Jace sorrindo o tempo todo. "Você tem certeza sobre isso?" Ele perguntou. "Sim" Ele riu e passou o braço em volta do meu ombro. Tilt é uma atração em Chicago. As janelas de vidro inclinam um total de trinta graus para fora e sobre a cidade, fazendo com que você se sinta como se pudesse cair e como se o vidro fosse quebrar. Meu coração bateu forte quando caminhamos pelo local. Jace agarrou minha mão. O ruído aumentou quando a janela se moveu. A gravidade tomou conta do meu corpo pressionando-o no vidro. As ruas abaixo assustadoras.

apareceram

e

eram

demasiado


"Você gosta, baby?" Jace gritou para mim. "Sim." Eu sorri, feliz por estar com ele assim. Era diferente da forma como ele tinha sido nos primeiros dias após o clube quando Dominic nos observou. Talvez, apenas talvez, eu estivesse significando algo mais para ele. No final do dia, Jace me levou para casa. Para a sua casa. O pensamento que se parecia mais a minha casa do que a casa dos meus pais, era desconcertante. Eu tentei não me incomodar pela maneira como Jace me carregava pela escada com em O Vento Levou. Ele fez amor comigo naquela noite com paixão e devoção, como se nenhuma das razões pelas quais eu estivesse na sua casa, existisse. Nos dias seguintes vivemos em um estado de felicidade harmoniosa. Até que um dia, tudo mudou.

*******

Desci as escadas uma manhã ansiosa para vê-lo antes de ele sair. Jace sentou-se na poltrona perto da sala. Seu rosto era estoico. Não havia um pingo de emoção em qualquer lugar do seu rosto. Seus olhos escuros perfuraram os meus.


"Sua dívida foi paga. Você pode arrumar suas coisas e meu motorista ira levá-la para casa. " Eu balancei a cabeça. "Espere Jace, eu não entendo." Pensei que tínhamos algo. Eu pensei que ele se importava comigo. "Porra anjo, não complique as coisas." Ele se levantou da cadeira e eu corri para ele. "Jace, você não pode me dizer que você não tem sentimentos por mim." Ele riu com escarnio. – “Porra, você não passa de uma garota mimada.. e não sinto nada por ti...Vá, viver a sua vida e me deixe em paz”. Lágrimas brotaram em meus olhos, obscurecendo a minha visão do olhar frio em seu rosto. "Por favor. Por que você está fazendo isso comigo?" Ele olhou para mim com seus olhos duros. "Isso foi apenas sobre o dinheiro e sexo." Eu o esbofeteei. Difícil. Ele fechou os olhos brevemente, mas não se moveu, e eu corri para o meu quarto para recolher minhas coisas. Tentar parar as lágrimas que saiam não era fácil, mas jurei para a mim mesma que nunca mais choraria por ele.


Quando voltei lรก embaixo para sair, Jace estava longe de ser encontrado. Bastardo Idiota.


Na primeira semana depois que cheguei em casa, não quis sair do meu quarto. Gastei meu tempo pensando nele, repetindo a maneira como ele gemia meu nome enquanto fazia amor comigo. Lembrando dele cozinhando o café da manhã para mim enquanto o assistia. Sua risada rara. O sorriso sexy dele. Eu chorei nos dois primeiros dias, mesmo que tivesse dito a mim mesma que não faria, mas a emoção e a saudade falaram mais forte. Depois de uma semana depressiva e sentindo pena de mim mesma, eu peguei o meu laptop e abri um documento no word. Eu digitei e digitei sem parar ate aliviar um pouco a minha mente. Três dias depois, eu ri enquanto as palavras ainda fluíam livremente.


Eu queria mostrar a Jace, mas sabia melhor. Não só tinha escrito uma história, como também tinha transformado o enredo da trama em algo mais. A verdade envolta da ficção encheu as páginas, e pela primeira vez em muito tempo fiquei orgulhosa de algo que eu tinha conseguido fazer. Na manhã seguinte, no dia do meu vigésimo primeiro aniversário, saí do meu quarto. Andando pela escada, eu notei um vaso enorme de flores azuis na mesa de entrada. Clitoria. Eu corri ate elas. Não havia cartão. Mas, eu sabia que eram dele. "Flores bonitas", minha mãe disse quando entrou no cômodo com seu roupão de cetim branco. "Sim." Eu olhei para ela enquanto ela olhava as flores, procurando um cartão. Ela ofereceu um bêbado "Feliz Aniversário'. Minha mãe era a epítome de uma alcoólatra. Eu nem sequer tinha certeza se ainda amava o meu pai. Acho que ainda continuava com ele, apenas pelo dinheiro para alimentar seu vício. Meu pai apareceu, e também olhou para as flores. “De quem são ? Elas foram entregues esta manhã." "Eu acho que são do Sr. Landon", eu disse, tentando o meu melhor para esconder qualquer emoção.


"Eu não sei o que você fez, querida, mas você fez algo certo", ele zombou. Minha mãe levantou o copo, em um brinde, e saiu do cômodo. "O que você quer dizer?" Eu perguntei, girando ao redor para encarar meu pai. "Eu lhe devia muito dinheiro. Não sabia como ia pagá-lo. No entanto, Jace esqueceu tudo. A dívida, as acusações criminais". Eu pisquei confusa. - Acusações criminais? Meu pai foi até o sofá e sentou-se. Ele colocou a cabeça entre as mãos e soltou um pesado suspiro. "Eu cometi muitos erros, querida." "Como o quê?" Meu coração estava correndo enquanto eu tentava entender o que ele estava dizendo. Ele olhou para mim. "Eu roubei o dinheiro da empresa do Sr. Landon. Eu deveria estar na prisão, ou morto. " Meus olhos estavam arregalados de choque enquanto o escutava. "Eu não entendo." - Roubei aquele dinheiro dele. Balancei a cabeça descrente. "O que????Eu não posso acreditar nisso."


"O vi alguns dias depois que ele a levou e disse-lhe que não tinha o dinheiro...Ele me perguntou se eu tinha noção de que isso implicava em perde-la e concordei...Depois que vi que ele cancelou as acusações fiz de tudo para tira-la de suas garras...presumi que você só poderia ter dormido com ele porque Jace não é um homem que perdoa...então resolvi atingi-lhe onde mais doi: em seu ego. Disse-lhe para deixar de seu um imbecil, que você me ligara desesperada e dissera que sentia nojo dele, que não via a hora de voltar para casa.. e deu certo.. Sim, já não tenho emprego. Muito provavelmente perderemos tudo, mas pelo menos ainda temos a nossa família unida". Eu me aproximei. A raiva surgiu forte através de mim. "Como você pôde?" Minha mente estava tentando absorver todas suas palavras...Merda, meu pai não prestava, era sujo e vil. "Você ia me deixar lá para sempre se ele não tivesse perdoado a divida." "Desculpe, querida." O arrependimento encheu seus olhos. Balancei a cabeça. - Sou sua filha. Ele se importava mais comigo do que você. " Eu me virei, peguei minhas chaves e minha bolsa e sai pela porta da frente. Eu precisava vê-lo. Perguntar-lhe por que ele não me disse a verdade. Entrei no meu BMW preto, provavelmente pago com o dinheiro de Jace, e


dirigi para fora da entrada de automóveis. Estava repugnada com a minha família.

*****

Dirigi direto para a casa de Jace. Ele não estava lá. Meu telefone tocou e silenciei quando vi que era meu pai. Eu não tinha nada a dizer a ele. Conduzi para a editora de Jace, corri para dentro e fui até a mesa da recepcionista. "Oi, estou aqui para ver o Sr. Landon." Seu pequeno sorriso e brilhantes olhos azuis estavam se desculpando. "Sinto muito, o Sr. Landon não veio trabalhar hoje." Merda. Corri para fora do prédio. Onde ele poderia estar? Eu dirigi pela cidade, tentando lembrar o caminho para seu campo no wildflower, esperando e rezando para ele estar há. Sentia mais falta dele do que queria admitir. Quando estacionei perto do campo vazio, as lágrimas caíram quando percebi que ele não estava lá. Sai do carro e caminhei até a rocha onde nós nos sentamos no dia que ele me trouxe aqui. Ainda era cedo, e a movimentada cidade de Chicago estava viva com energia enquanto eu olhava para a baía. O vento aumentou e eu envolvi meus braços ao redor da minha cintura, imaginando os olhos escuros de Jace quando ele sorrira para mim.


"Anjo, o que você está fazendo aqui?" A voz profunda de Jace me assustou. Eu me virei para ele. Jace estava deslumbrante, mas as sombras escuras sob seus olhos prejudicavam a perfeição do seu lindo rosto. "Olhando para você." Jace se sentou ao meu lado e sua postura normalmente dura mudou quando ele passou um dedo pela minha bochecha. "Por quê você esta aqui?" Uma lágrima escapou do meu olho e correu em direção ao seu dedo. "Senti tanto a sua falta", eu disse antes de me virar para ele. Seus lábios bateram nos meus em um beijo de tirar o folego. Depois de alguns minutos eu quebrei o beijo. "Sinto muito por tudo o que meu pai fez. Eu nunca fingi nada enquanto estive com você" "Shh, não ha nada para você se desculpar...agora eu sei anjo", ele disse enquanto cobria meu rosto com beijos suaves. "Você não sabia de nada, e não é culpada pelos erros do seu pai". "Você não deveria ter pago sua dívida. Ele deve responder por seus crimes". Ele apertou suas mãos em ambos os lados do meu rosto e deixou cair sua testa contra a minha. "Não, eu te amo e por mais que possa achar que sou implacável, eu nunca teria coragem de destruir a sua família assim. Eu que


tenho que pedir desculpas pela forma imbecil como te tratei....fiz aquilo por ser orgulhoso, me doeu demasiado achar que não sentia nada por mim quando fazíamos amor". Sinto o ar ser drenado do meu pulmão e só ouço essas três palavras que tanto ansiara escutar... "V-o...ce... me ama?" Ele olhou intensamente para mim, se inclinou contra o meu ouvido.. Mordeu o lóbulo do mesmo causando arrepios deliciosos em minha pele e disse com a voz rouca cheia de emoção e sinceridade.." Eu te amo pra caralho anjo, você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida...Porra, acordar e não senti seu corpo contra o meu, nao senti o calor da sua pele, o seu cheiro, a doçura dos seus lábios, os seus deliciosos gemidos dizendo meu nome a beira do clímax ou escutar o som macio da sua risada tem sido doloroso de todas as fodidas maneiras...Foi como se tivessem tirado um pedaço vital meu... " Ele se inclina e beija suavemente meus lábios "Me perdoe, e nunca mais se afaste de mim, eu não suportaria....” Escutar Jace confessar seus sentimentos, fez minhas emoções irem ao limite...Mais lagrimas escorrem descontroladamente pelos meus olhos... " Nao chore anjo..." ele diz enquanto beija meu rosto suavemente e me aconchega contra o seu peito de forma


protetora...aperto meu rosto contra sua camisa e digo com a voz embargada pela felicidade que me consumia.. "Não quero me afastar de ti Jace, eu te amo". Ele levantou a minha cabeça e me deu o meio sorriso sexy que eu tanto amava..."Que bom anjo, porque você é minha, e não te deixarei ir". Sorrio ao escutar o tom possessivo em sua voz e quando vejo meu carro estacionado não muito distante, me lembro do meu pai e de tudo que ele fizera...Merda, não quero pensar no meu pai agora e estragar esse momento. Chegaria a hora de voltar a conversar com ele. Por enquanto, eu queria me concentrar em Jace. "Eu escrevi um livro." Eu disse um pouco nervosa da sua reação. Ele sorriu. "Isso é incrível, Anjo. Eu não posso esperar para lê-lo. E um dia, publica-lo. " Eu sorrio, meu rosto corando com sua aceitação. "Oh sim? E qual seria o seu grande plano para conseguir que eu assine com a sua editora?" "Porra, acredite, tenho grandes ideias Anjo." "Eu não duvido. Tenho certeza que você tem toneladas de ideias sujas. " "Eu tenho uma ideia agora," ele disse, sorrindo enquanto se levantava da rocha.


Ele agarrou minha mão e me levou para nossos carros no campo. "Eu vou te seguir no meu carro", eu disse. "Não, eu mando alguém vir buscar o seu carro. Você vem comigo Anjo". Corri até seu carro e entrei. Eu sorri quando ele deslizou atrás do volante. "Oh, feliz aniversário linda. Você recebeu as flores? " "Sim são lindas, obrigada." Eu sorri para ele. "Não agradeça ainda anjo, porque planejo comê-la durante toda a noite e de incontáveis maneiras, amanha você estará toda dolorida por minha causa." Sinto minha buceta ficando automaticamente molhada ao escutar sua promessa perversa, nada soava mais incrível do que ter Jace a me foder durante toda noite... Poderia uma mulher ser mais sortuda do que eu no mundo?

****** The End, eu digitei no documento do Word aberto no meu computador. Jace inclinou a cabeça em meu escritório. "Como está indo Anjo?" Ele perguntou.


"Ótimo. Acabei de terminar o livro que escrevi sobre como nos conhecemos. " Eu me virei na cadeira para encará-lo. "EU posso ter embelezado alguns detalhes. " Ele se inclinou para me beijar enquanto me entregava o nosso filho, Lance. Ele tinha nove meses de idade e era o bebe mais lindo e saudável do mundo. "O que você embelezou? Não há necessidade de aumentar o quão sexy eu sou. "Ele riu. Levantei-me da cadeira, segurando Lance no meu quadril. "Oh definitivamente não é isso. Eu disse que você me comprou do meu pai, porque ele devia uma dívida". Suas sobrancelhas se ergueram. - Oh, sobre o que o Hank me devia dinheiro no seu livro? Pôquer? " "Não, ele estava desviando dinheiro da sua companhia", eu disse, sorrindo. "Bem, isso não é muito engraçado, Anjo." Ele se aproximou, beijando o topo da minha cabeça. "Qualquer outra coisa? " Ele perguntou. "Bem, talvez algo sobre um Dominic." Passei por ele e saí do quarto. "Porra, o que Dominic tem a ver com o seu livro?" Ele me seguiu pelo corredor enquanto eu entrava no quarto de Lance para trocar sua fralda. "Anjo, se não me contar


agora, irei dobra-la em meus joelhos e dar umas boas palmadas nessa sua doce bunda" Eu sorri ficando ainda mais instigada pela sua ameaça. "Talvez eu te mostre depois, amor. Agora, cala a boca e me beija". Ele se aproximou de mim, tomando cuidado para não apertar nosso amado filho que estava em meus braços e inclinou a cabeça, tomando meus lábios nos seus em um beijo cheio de paixão e devoção...Meu coração se apertou com o sentimento que oprimia o meu peito... Jace e meu filho eram o meu tudo, a minha razão de viver... Eu era definitivamente a mulher mais sortuda de todo o fodido planeta....


Sold to My Father's Friend (Livro Único) - Cara Chance  

*O pai de Angelique deve uma dívida enorme a um perigoso bilionário. Jace Landon veio cobrá-la. Quando Angelique é vendida ao amigo do seu...

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you