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Disponibilização: Curly Claire Tradução: Curly Revisão: Simone Formatação: Claire


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SINOPSE

Apaixonamo-nos durante a campanha. As apostas eram altas. Reputações poderiam ter sido arruinadas. Escândalo pairava sobre nós como uma nuvem. Agora o homem que eu amo é o Presidente dos Estados Unidos da América. E não é atrás do meu voto que ele está. Ele quer tudo. Meu coração. Meu corpo. Minha alma. Ele me quer ao seu lado. Na casa branca. A normalidade irá embora da minha vida, privacidade esquecida. Eu tenho apenas vinte e três anos. Só queria fazer um papel na história. Mas parece que a história não tinha acabado comigo ainda. A parte onde eu perdi o meu coração para Matthew Hamilton? Era só o começo...


"Juro solenemente que vou servir fielmente ao cargo de Presidente dos Estados Unidos, e vou contribuir com o melhor da minha capacidade, preservar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos."


Matt Dias de hoje

EU ME VISTO DE PRETO. Dou o nó na minha gravata. Adiciono as minhas abotoaduras. E saio para a sala de estar da House Blair1 para cumprimentar o oficial superior da Casa Branca Militar, que está aqui para entregar os códigos ultrassecretos em caso de um ataque nuclear. Com ele está um assessor de bola nuclear2 que será repassado para mim, a partir do meio-dia, o homem que carrega será minha sombra pelos próximos quatro anos. —Um verdadeiro prazer, Sr. Presidente-Eleito,— a sombra3 me diz.

House Blair é o palácio de Washington, D.C. destinado a receber os convidados de Estado em visita ao Presidente dos Estados Unidos. 2 É uma maleta preta que sempre acompanha o Presidente dos EUA e que contém instruções, guias e aparelhamento para autorizar o uso de armas nucleares de maneira imediata, onde quer que o presidente esteja. 3 Guarda-Costas. 1


—Da mesma forma.— Aperto a sua mão, em seguida, a mão do oficial superior quando os códigos nucleares são entregues a mim, e eles saem. Habitualmente, o presidente de saída tem um brunch4 com o novo presidente no dia inaugural. Não é o caso entre eu e Jacobs. Pego o meu casaco preto comprido e deslizo os meus braços nas mangas, acenando para Wilson na porta. Parecia justo que eu fizesse uma visita ao meu pai hoje. O dia que me tornei o quadragésimo sexto presidente dos Estados Unidos.

MEU PAI ESTÁ ENTERRADO No Cemitério Arlington National, um dos três presidentes que está lá. O vento é frio, batendo no meu gabardine em minhas panturrilhas. Quando ando até o túmulo do meu pai, sei que o silêncio em breve será quebrado pelos vinte e um tiros de fuzil da troca da guarda no túmulo do soldado desconhecido. Eu me ajoelho diante do seu túmulo, deslizando a mão no nome - Lawrence “Law” Hamilton, presidente, marido, pai, filho escrito em sua lápide. Ele morreu há muito tempo, tragicamente, no tipo de maneira que fica com você para sempre. Marcado.

4

Pequeno Almoço.


—Eu faço o juramento hoje.— Meu peito se sente pesado quando penso o quanto ele adoraria ter visto isso. —Eu quero prometer a você, papai, que vou lutar pela verdade e pela justiça, liberdade e oportunidade para todos nós. Incluindo a determinação de descobrir quem fez isso com você. O dia continua fresco em minha mente: os olhos sem vida do meu pai, com Wilson encolhido em cima de mim, e eu, lutando para sair para que pudesse correr para ele. A última coisa que ele me disse foi que eu era muito teimoso. Ele estava querendo que eu entrasse na política; insisti que queria esculpir meu próprio caminho. Demorou uma década para que eu sentisse a necessidade de fazer o que meu pai sempre esperou de mim. Estou orgulhoso, hoje, por vir visita-lo com o tipo de notícia que iria fazê-lo tão feliz como qualquer pai poderia ficar. Parece, às vezes, que falei mais com meu pai aqui do que fiz nesses últimos anos que estávamos na Casa Branca. —Mamãe está bem. Ela sente sua falta. Ela nunca foi a mesma desde aquele dia. Ela está assombrada com o que aconteceu e por quem fez isso com você ainda estar lá fora. Acho que ela lamenta pelos anos querendo construir novamente seu casamento. Ela sempre esperou que uma vez que saíssemos de lá ela iria ter o seu marido de volta. Sim, nós dois sabemos como isso aconteceu.


Balanço a cabeça tristemente e vejo as flores congeladas descansando ao pé da sepultura. —Eu vejo que ela veio vê-lo. Mais uma vez sinto o instinto de proteção de um filho querendo impedir que a mãe se magoe. Penso em como meu pai me dizia que você está destinado à grandeza; não tente enganar o seu mundo. E hoje, depois de todos os dias desde que ele se foi, sinto mais falta dele. —Eu conheci a garota mais maravilhosa. Você se lembra que te disse sobre ela na minha última visita? Eu a deixei ir. Deixei a mulher que eu amo ir porque não queria que ela passasse pelo que a minha mãe passou. E percebi que eu não posso fazer isso sem ela. Que eu preciso dela. Que ela me faz mais forte. Eu não quero machucá-la se for a minha vez de acabar aqui, não quero que ela chore toda noite como a minha mãe faz, porque não estou mais aqui com ela. Ou chore porque estou do outro lado do país e ela precisa de mim e descobre que eu saí. Mas não posso desistir dela. Eu sou muito egoísta, mas não posso desistir dela. A frustração ferve em mim e eu finalmente admito, —Eu vou lá fazer o meu juramento, e vou dedicar cada respiração minha para este país. Eu vou fazer o que você não pôde e milhares de outras coisas que precisam ser feitas. E eu vou reconquistá-la. Eu vou fazer você se sentir orgulhoso.


Bato meus nós dos dedos na lápide, meus olhos bloqueiam com Wilson quando ele acena com a cabeça para o resto da minha equipe. Nós voltamos para os carros, e eu paro para nivelar uma olhada em Wilson antes de embarcar. —Ei, eu verifiquei ela, como você pediu,— diz Wilson. Inalo o ar frio, balançando a cabeça e empurrando as mãos nos bolsos do meu gabardine preto. Ela é um pensamento incessante, constante em minha cabeça e um puxão no meu maldito peito. Ela é a única que já existiu na minha vida. Ela partiu para a Europa após o dia da eleição. Eu sei porque fui vê-la quando os resultados da votação tornaramse oficial. Eu a beijei. Ela me beijou. Eu lhe disse que queria ela na Casa Branca. Ela me disse que estava saindo por alguns meses para a Europa com sua melhor amiga, Kayla. —É melhor assim,— disse ela. —Eu não vou manter o meu número de celular. Acho que precisamos fazer isso. Custou-me tudo para não ir atrás dela. Ficar longe. Ela mudou seu número. Eu encontrei. Tentei não ligar. Fui mal sucedido. Eu não podia deixar de ter meus funcionários verificando sobre quando ela voltaria para os Estados Unidos. Ela quer terminar com você, Hamilton. Faça uma coisa boa aqui.


Eu sei disso, mas não posso desistir dela. Dois meses sem ela são dois meses muito longos. E eu já tive o suficiente. —O que você descobriu? —Ela está de volta da sua viagem e estará em seu baile inaugural de hoje à noite, Sr. Presidente eleito. Ela está de volta da Europa apenas a tempo para a minha posse. Meu peito se aperta. Eu fiquei afastado e cada polegada minha quer vê-la. Eu vou ter as chaves do mundo, mas virei as costas para a chave do coração da mulher que eu amo. Como posso ter orgulho disso? Ela derramou uma lágrima naquele dia. Apenas uma. E foi por mim. —Bom. Você estará me levando lá hoje à noite. Subo na parte de trás do carro, o serviço secreto colado em nós, tamborilo os dedos inquietos na minha coxa, meu sangue fervendo com a perspectiva de vê-la hoje à noite, já prevendo o cabelo vermelho e olhos azuis da minha mulher quando ela cumprimentar seu novo presidente.

Charlotte


É UM DIA HISTÓRICO. Matthew Hamilton, o mais jovem presidente dos Estados Unidos da América. Estou no meio de uma multidão de centenas de milhares de pessoas reunidas no Capitólio dos EUA. Foi enviado um convite

para

mim

com

assento,

juntamente

com

um

acompanhante. Então eu trouxe Kayla. Sento-me bem no meu lugar. Um onde Matt vai estar muito mais perto do que para a multidão abaixo. Eles abriram o National Mall para o público, algo que nunca havia sido feito até que seu pai ganhou, e agora. O país investiu muito neste resultado, está muito ansioso para celebrá-lo, para se manter longe. Um coro de crianças estava cantando —América the Beautiful,— e

me

sentei muito

nervosa, excitação de

sentimentos quando a canção termina e US Marine Band entra com uma melodia descontroladamente feliz, patriótica. As trombetas começam a tocar. Através

dos

alto-falantes,

ouvimos

o

apresentador

introduzir o presidente que está saindo juntamente com sua esposa e outros membros da nossa máquina política. Palmas irrompem através da multidão quando vejo as pessoas no lugar, levantando dos assentos.


Ok, respire. RESPIRE, CHARLOTTE! Mas parece que alguma corda invisível é enrolada firmemente em volta da minha traqueia quando Matt desce por um tapete azul para a plataforma, as pessoas cantando no

topo

dos

seus pulmões: —HAMILTON! HAMILTON!

HAMILTON! Ele está cumprimentando todos os membros do gabinete, assim como a sua mãe, balançando as suas mãos. Sua mãe está colocada à esquerda do microfone, e depois de cumprimentar a multidão com um sorriso enorme e um aceno da sua mão, Matt deixa seu grande corpo ao lado do dela. Estou torcendo meus dedos frios, meus olhos tão famintos por ele que machucam. Ele parece imponente em seu lugar enquanto o VicePresidente eleito Louis Frederickson de Nova York faz o seu juramento. Ele parece exatamente como me lembro. Seu cabelo um pouco diferente, talvez. Sua expressão calma e sóbria. Eu o vejo abaixar a cabeça para ouvir algo que sua mãe lhe diz e uma carranca faz vincos na sua testa, mas, em seguida, um sorriso sai dos seus lábios e ele concorda. Borboletas.


Malvadas, malvadas borboletas estão batendo no meu âmago. Eu inalo e olho para o meu colo, no meus dedos avermelhados, e congelados. Está assustadoramente frio lá fora, mas quando Matt é chamado para cima, e sua voz de barítono vem de repente sobre o microfone, ele me aquece como uma tigela da minha sopa favorita. Como fogo líquido nas minhas veias. Como um cobertor em volta do meu coração. Ergo a minha cabeça. Ele está de pé na plataforma. Em seu casaco de gabardine e um perfeito terno com uma gravata vermelha, o cabelo castanho soprando ao vento, a expressão séria enquanto ele coloca a mão sobre a Bíblia, e a outra mão levantada. —Eu,

Matthew

Hamilton,

juro

solenemente

que

trabalharei fielmente para o cargo de Presidente dos Estados Unidos, é da minha vontade e com o melhor da minha capacidade, preservar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos. —Parabéns, senhor presidente,— o apresentador diz. Minha cabeça gira. Senhor. PORRA.


Matt é agora presidente dos Estados Unidos. Os aplausos irrompem como uma onda batendo em cima de nós. As pessoas ficam. Todos aplaudindo e revelando a euforia, o país acolhe o seu novo comandante chefe. Meu corpo empurra do som das vinte e uma armas explodindo - uma após a outra. As trombetas explodem. A multidão agita bandeiras americanas pequenas lado a lado. As pessoas estão chorando. A música da orquestra toca, cada vez mais alto em todo o Capitólio dos EUA e National Mall. Tudo isso enquanto Matt saúda a multidão. O sorriso dele, a coisa mais deslumbrante que eu já vi. Seu olhar arrebatando as centenas de milhares de pessoas aqui. Pessoas que o amam por décadas, uma vez que ele era filho de seu presidente. E agora ele é simplesmente o seu presidente. O presidente mais jovem e mais quente do mundo. As pessoas na multidão abaixo continuam agitando as suas bandeiras pequenas. Uma vez que a saudação da arma é longa, o apresentador se inclina para dizer: —É o meu grande prazer apresentar o


quadragésimo sexto presidente dos Estados Unidos, Matthew Hamilton. Ele dá um passo até o microfone. As mãos apoiadas sobre o suporte, ele se inclina para o microfone, e sua voz ressoa, poderosa

e

profunda.

Apenas

o

som

dele

me

afeta

intensamente. Causando uma pontada tanto de nostalgia como uma onda de excitação em mim. —Obrigado.

Caros

cidadãos

.

.

.

Vice-Presidente

Frederickson,— ele cumprimenta. —Eu estou com você hoje, humilde e admirado da verdadeira mudança que podemos ter estabelecido

neste

país,

quando

nós,

como

um

todo,

contribuímos para o colocar em movimento.— Palmas o interrompem e ele faz uma pausa. —Cidadãos, sou grato pela oportunidade.— Ele acena sério, olhando de um jeito, depois outro, seus ombros poderosos esticando o tecido do seu gabardine. —Em nosso país, nós lutamos pela verdade e pela justiça.— Pausa. —Lutamos pela liberdade, pelo que é certo.— Pausa. —Nós lutamos por isso, e nós morremos por isso e se tivermos sorte, nós morremos com isso do nosso lado. . .— Pausa. —Estes não são tempos para ficar para trás e esperar o melhor. Estes são os tempos que de fazermos o melhor. De dar ao nosso país. Colocando as melhores partes de nós mesmos lá fora. América foi formada no princípio da liberdade, tem abraçado a promessa de união, paz, justiça e


verdade. É só preservando e honrando quem somos que nós podemos fazer justiça ao cerne do que nós defendemos. E o que vamos continuar a fazer. Sendo um farol para outros países em todo o mundo. A terra da liberdade. A casa do corajosos. Vamos cumprir nosso potencial e garantir a nossa satisfação do que os nossos antepassados tão ferozmente lutaram, não apenas para nós, mas para as gerações futuras. Vocês queriam um líder para leva-los para esta nova era com coragem. Com convicção. E com atenção para fazer as coisas. Cidadãos.— Pausa. —Eu NÃO VOU DECEPCIONA-LOS. Um rugido sai do outro lado da multidão. HAMILTON é o nome que eles gritam. HAMILTON é o homem do momento. Do ano. De suas vidas. Ele sorri para a recepção calorosa, e fecha com um profundo, e rouco, —Deus os abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América. Um brilho quente flui através de mim e uma espécie de bola cheia de espinhos fica presa no meio da minha garganta. Eles tocam o hino nacional, e quando o coro dos cidadãos cantando soa através dos EUA, em todo o Capitólio e famílias ao redor do mundo, eu estou colocando a minha mão no meu coração e tentando ter as palavras do hino saindo, mas isso não ajuda a aliviar esta dor profunda, desacostumada no meu peito. Este é simplesmente um dia tão monumental para mim. Não apenas como uma cidadã; mas como uma pessoa que é hoje diretamente proporcional à profundidade dos meus sentimentos para o novo presidente. E a profundidade é infinita, insondável, eterna.


Isto é o que ele queria. Isto é o que queríamos. O que todo o país fez. É o primeiro dia das mudanças que estão por vir, e eu estou queimando com o desejo de ter apenas um pequeno momento

para

falar

com

Matt.

Dizer-lhe

como

estou

orgulhosa dele. O quanto dói não tê-lo, mas o quanto segura eu me sinto sabendo que ele estará lutando por nossos interesses. Eu me sento ali, no meio da multidão, os olhos ardendo com poças de emoção em meu peito. Nós terminamos o hino. —Ei, vamos lá, vamos para o baile inaugural,— Kayla diz, deslizando o braço ao redor de mim, enquanto me puxa para longe. Vou, mas resisto um pouco. Minhas pernas estão como chumbo, como se eu não quisesse ir nessa direção, mas em vez disso, eu quero ir na direção de onde ele está dizendo adeus a aqueles em volta dele e dirigindo-se a plataforma para deixar o jardim. Eu assisto Matthew parar no topo das escadas de carpetes azuis. Matt vira a cabeça para trás para a multidão e os varre com um olhar poderoso. Prendo a respiração, em seguida, balanço a cabeça. Ele não está procurando por você, Charlotte; você pode começar a respirar agora.


Suspiro e esfrego as minhas têmporas, balançando a cabeça enquanto esperamos para o desfile da carreata da Pennsylvania Avenue. —Não tenho certeza que eu deveria ir. —Vamos.— Kayla me cutuca, seu questionamento na expressão. —Voltamos a tempo para a inauguração porque você queria estar aqui. Você não pode recusar um convite para o baile da posse. Eu mantenho meus olhos sobre Matthew. Matthew. Hamilton. Meu amor. Lembro-me dos sons que ele faz quando faz amor, a maneira como a sua respiração engata, a maneira como seus olhos ficam nublados. Lembro-me o gosto do seu suor quando está dentro de mim, do jeito que eu o beijo lambendo e querendo mais, quero ele, qualquer coisa que ele possa dar. Momentos íntimos. Momentos entre um homem e uma mulher. Momentos que parecem que foram a muito tempo atrás, mas, ao mesmo tempo, eu nunca pude esquecer, porque os tivemos. Eu me apego a esses momentos, porque não quero esquecê-los nunca. Quando vejo o homem - o presidente. Eu quero lembrar como o seu peito parece sob a gravata e terno,


e a ondulação de poder em seus músculos. Quero lembrar o tamanho dele, quando se juntava a mim, tão grande quanto o nome que ele usa agora, e quero me lembrar qual era a sensação de tê-lo gozando dentro de mim. Eu nunca quero esquecer o som da sua voz no escuro, quando ninguém está assistindo e como suave soa. Eu não quero esquecer que por pouco tempo, Matt Hamilton o quadragésimo sexto presidente dos Estados Unidos, foi meu.

VOLTO para o meu apartamento para tomar banho e arrumar o meu cabelo, me preparar para esta noite. Passei os últimos dois meses na Europa. Estava frio e passamos mais tempo no hotel do que fazendo turismo, mas isso não importa. Eu não estava nos Estados Unidos, o país que amo, perto do homem que eu amo, simplesmente porque precisava me curar. Não queria ser tentada a ligar. Estava com medo de que se eu ficasse, e o visse em todas as manchetes; que o próprio ar em DC teria cheiro dele. Que esbarraria com ele ou simplesmente teria muitas lembranças em todos os lugares que eu fosse sem ser capaz de respirar direito. A Europa foi boa. Ela me deixou centrada, e ainda assim eu estava ansiosa


para voltar para casa. Não poderia deixar de vir e estar em casa no momento em que Matt tivesse seu dia de posse. Disse à Kayla que eu me apaixonei por ele durante a campanha. Não lhe dei mais detalhes. Ela pressionou, mas não conseguiu. Agora eu entendo que quando você está com uma pessoa tão poderosa como Matt, não pode confiar mesmo naqueles que você deveria confiar. Não com tudo. Receio que em uma noite de bebedeira ela revelaria os segredos do caso. Então o mantive para mim e o guardei tranquilamente no meu coração, até mesmo quando Kayla me dizia que era uma paixão e eu iria superar em Paris, a cidade do amor. Eu não superei. Meu coração dói agora não importa a minha vontade de permanecer forte. Deus. Como vou suportar olhar nos olhos dele hoje à noite? Ele vai ver através de mim. Estou esperando que com as várias coisas acontecendo, a sua visita a que eu estou indo participar, será breve. Que vamos apenas dizer um Olá rápido e ele vai ter que continuar a descer a fila de pessoas ansiosas para saudar seu novo presidente.


Ainda assim, eu me visto com o mesmo cuidado que uma noiva tem no dia do seu casamento. Estou indo ver o homem que eu amo, e poderia ser a última vez, e a menina dentro de mim quer que ele se lembre tão impressionante como eu posso possivelmente parecer. Tão desejável como ele já havia descoberto que eu fosse. Escovo meu cabelo vermelho e o deixo cair para baixo em meus ombros. Escolho um vestido azul sem alças, que coincide com os meus olhos. Pinto meus lábios com uma máscara profunda de vermelho, e peço a minha mãe se eu posso usar o casaco de pele da minha avó. Nunca comprei uma única coisa de pele na minha vida devido à crueldade com animais, mas aquele casaco tem um valor sentimental para mim, e está muito frio lá fora. Meus pais estão participando de um baile diferente do que eu estou. —Você realmente deve considerar vir conosco,— minha mãe disse esta manhã. —Eu estou indo com Alison, ela é a nova fotógrafa da Casa Branca, e ela tem que estar neste evento para capturar o momento. —Oh, tudo bem. Charlotte? —Sim? —Você tem certeza de que está pronta?


Eu sabia o que ela estava perguntando. Ela sabe que havia algo entre Matthew e eu, embora nunca lhe dei detalhes. Ela sabe que eu me apaixonei e ter uma filha apaixonada pelo Presidente quente é suficiente para fazer qualquer mãe preocupada. A emoção torna difícil falar, mas eu aceno, então percebo que minha mãe não pode me ver assim. —Sim. Sei que não será fácil. Mas eu preciso vê-lo hoje. Quero parabenizá-lo. Quero que ele saiba que estou bem, que estou orgulhosa dele, que vou seguir em frente, e que quero que ele faça o mesmo.


Matt

—PRESIDENTE HAMILTON. SR. PRESIDENTE. Eu puxo o meu olhar para o homem chamando a minha atenção. Estou no almoço, e minha maldita mente continua vagando para a noite. —Peço desculpas; tem sido um longo dia.— Sorrio e passo a minha mão sem descanso ao longo da parte de trás do meu cabelo, inclinando-me para falar com o líder da maioria no Senado. É incrível como nós nunca descansamos. Mesmo em eventos sociais, estamos discutindo política. Eu tento observar a inteligência da maioria dos homens lá; é do meu interesse e do país que as minhas ideias para a


mudança estejam alinhadas com as do Congresso e do Senado. Se eles serão fácil para alinhar resta saber. —Eu perguntei se o primeiro projeto de lei sobre a sua agenda será a conta de energia limpa? —É

uma

das

minhas

prioridades,

mas

não

está

necessariamente no topo,— é tudo o que eu posso lhe dar no momento. Tudo em seu devido tempo, meu velho. Tudo em seu devido tempo. Estou aliviado quando nos preparamos para o desfile pela Pennsylvania Avenue. Nós andamos cercado por carros pretos estaduais presidenciais. Eu estou ladeado por meu avô e minha mãe quando vamos para o endereço mais famoso do país. Centenas de milhares de pessoas enchem as ruas para assistir ao desfile. Bandeiras dos EUA batem ao vento. É uma honra ser o único a liderar no 1600 em Penn5. Meu avô está marchando como um rei orgulhoso, sorrindo de orelha a orelha. —Eu estou orgulhoso de você, filho. Agora precisa entrar em sintonia com os partidos ou você não vai fazer nada. Meu avô não é necessariamente o meu herói, mas sei quando ouvi-lo. E quando dispensá-lo. —Os partidos irão entrar em linha comigo.— Aceno para a multidão. 5

Abreviatura para Pennsylvania.


À minha direita, minha mãe está em silêncio. —Você tem um quarto na Casa Branca,— digo a ela, estendendo a mão e apertando a dela. —Oh, não.— Ela ri, parecendo uma menina por esse momento fugaz de felicidade. —Sete anos foram o suficiente. Eu libero a mão para que possamos saudar a multidão novamente. Sei que ela está lembrando um dia como este, há uma década. Não só o dia que ela andou no desfile em carreata pela primeira vez com meu pai. Mas o dia em que ele morreu. . . e a comitiva transportava seu caixão. —Além disso, tenho a sensação de que logo vai ser ocupado,— acrescenta. Leva-me um momento para perceber que ela está se referindo ao seu quarto na Casa Branca. —Por que você diz isso? —Porque eu conheço você. Você não vai deixar aquela garota ir. Você não precisa. Eu nunca vi você. . . parecer mais triste, Matt. Mesmo depois que você ganhou. Estou tão deslumbrado pela forma como ela me conhece, eu não consigo pensar em uma resposta. Ela sabe que foi tirada cada grama do meu controle para não chamar Charlotte. Que há meses digo a mim mesmo que é para o melhor, que não posso fazer tudo, que falharei se eu tentar. Mas não acredito nisso. Quero a minha garota, e vou tê-la.


—Ela é a luz. Caminha sobre a água,— digo a minha mãe. Chegamos a 1600 Pennsylvania Avenue. Os portões se abrem, o tapete vermelho é desenrolado. De dentro da casa, meu cachorro Jack, que foi transportado da Blair House hoje cedo, se limita a descer os degraus para nos saudar. Minha mãe está vestida para impressionar. Você pensaria que ela estava emocionada que estou de volta na Casa Branca. Talvez uma parte dela esteja. Eu sei que outra parte está cheia de medo que vou ter o mesmo fim que meu pai teve. Nós subimos os degraus com tapete vermelho da entrada do North Pórtico. —Sr. Presidente,— o chefe da portaria me cumprimenta. Aperto a sua mão. —Bem-vindo ao seu novo lar.— diz ele. —Obrigado, Tom. Eu gostaria de conhecer a equipe amanhã. Me ajude a conseguir isso. —Sim, senhor, senhor presidente. —Tom,— ouvi minha mãe dizer, puxando-o para um abraço. Jack está liderando o caminho à medida que passo através das portas dianteiras bem abertas.


—Sr. Presidente, senhor,— um dos porteiros anuncia. — Há um buffet elaborado para o senhor e seus convidados na antiga Sala de Jantar da Família, enquanto se prepara para a posse de hoje à noite. —Obrigado. Prazer em conhecê-lo. . .? —Charles. —Um prazer, Charles.— Aperto a mão do homem, então vou para a Ala Oeste. Acho Portia, minha assistente, já organizando a sua mesa fora do escritório Oval. —Como vai, Portia? —Uff—, ela bufa. —Vai. Esta casa é imensa. Seu chefe de gabinete, Dale Coin, me disse que eu poderia chamar o escritório dos arrumadores se alguma coisa parecesse fora de alcance. —Bom. Faça isso. Entro na Sala Oval, com Jack se arrastando atrás de mim. A mesa do meu pai retornou de onde estava guardada. Ando para ela, olhando para o selo presidencial no tapete debaixo dos meus pés. Corro os meus dedos sobre a madeira. A bandeira dos Estados Unidos atrás de mim. A bandeira do selo presidencial ao lado dela. Então eu vou até a mesa e tiro a minha cadeira e percorro os documentos preparados para mim. Jack está farejando todos os cantos da sala enquanto viro as páginas.


Hoje fiquei a par de informações confidenciais, de acordos com outros países, os riscos de alta segurança, as coisas da qual a nossa CIA e o FBI estão envolvidos e como vão proceder como de costume, a menos que indique o contrário. Informação sobre a situação com a China. A Rússia está brincando com fogo. O Cyberterrorismo em ascensão. Então, porra havia muito a fazer e eu estou pronto para começar. Coloco os arquivos de lado, uma hora mais tarde, mas em vez de voltar para o buffet, vou para a residência para me preparar para o baile de posse. A Casa Branca não é verdadeiramente tranquila, mas esta noite, os andares superiores são mais silenciosos do que me lembro. Sem o som do meu pai ou minha mãe, só eu. No lugar de quarenta e cinco homens antes de mim. Jack está farejando como se não houvesse amanhã, quando caminho para o Quarto Lincoln, o quarto que eu escolhi para ficar. —Bem-vindo à Casa Branca, amigo. Como Truman disse, a grande prisão branca. Cruzando o quarto, olho para fora da janela para os acres de terra que cercam a Casa Branca, o Distrito ainda fora do nevoeiro e frio. Pronto para ir vê-la, tomo banho e me troco para o baile de hoje à noite. Minhas mãos facilmente trabalhando em minhas


abotoaduras quando penso que finalmente, finalmente vou olhar em seus belos olhos azuis novamente. —Você sente falta dela? Jack levanta a cabeça de onde estava me observando do pé da cama. Como se houvesse apenas uma dela em todo o mundo maldito. Sorrio, então abaixo e acaricio o topo da sua cabeça, enquanto pego o smoking. —Eu sinto falta dela também.— Enfio os braços nas mangas, em seguida, olho para baixo para ele. —Nós não vamos ter que sentir falta dela por muito tempo.

Charlotte —SENHORAS E SENHORES, O presidente dos Estados Unidos!! Eu quase derramo a minha bebida quando o anúncio ecoa em todo o salão. Estou com Alison, que está excitada em ser um dos fotógrafos da Casa Branca. Enquanto ela estava tirando fotos dos festeiros, eu estava me misturando ao seu lado, com uma bebida na mão, quando essas palavras soaram.


Era como se alguém tivesse acabado de pegar um bastão e batido o ar dos meus pulmões, eu absolutamente acredito nisso. Esta é a menor festa entre todos as cinco realizadas esta noite. Todos esperavam que o presidente iria para as festas grandes em primeiro lugar. Eu mal estava preparada para vêlo - eu só tive um único copo de vinho até agora! E agora ele está aqui. Oh Deus. Estou dez vezes mais nervosa do que todas as mulheres na sala. Centenas delas, todas as mulheres importantes, muito inteligentes ou muito bonitas, falando animadamente enquanto Matt Hamilton, o meu Matt Hamilton, entra na sala. Hum. Não. Ele não é seu, Charlotte, então é melhor você parar de se sentir possessiva sobre o homem. Mas não consigo evitar. A visão dele me faz ansiar caminhar ao seu lado, com meu braço agarrado ao dele, não importa o quão ridícula a ideia seja. Uma coisa era olhar para ele em um palco. Mais longe. Mas outra coisa era estar na sala que ele estava ocupando agora. Em um smoking.


Um smoking preto quente. E então, muito mais perto de mim do que ele tem estado em dois meses. Eu quase posso sentir o cheiro dele, caro, limpo e masculino. Alison está tirando fotos ao meu lado. Estalo, estalo, estalo. Matt assume a sala com sua longa, caminhada confiante, saudando rapidamente aqueles que o cumprimentam. Ele está mais alto hoje? Ele realmente está se elevando sobre todos. E os ombros estão mais largos? Ele parece muito maior que a vida. Sua postura e passos como um homem que sabe que o mundo inteiro gira em volta dele. O que não seria inteiramente falso. —Você sabe o que eu gosto sobre Matt? Que ele realmente representa a gostosura com cérebros,— diz ela, fazendo um O com a boca e exalando, em seguida, lambendo os lábios com um brilho malicioso nos olhos. —Yum. Antes de perceber o que estou fazendo, estou lambendo meus lábios também. Realmente preciso nunca mais fazer isso novamente. Alison desloca as posições para capturar uma dúzia de fotos diferentes, não só de Matt, mas das reações de espanto e êxtase das pessoas a ele.


Seus olhos estão brilhantes enquanto ele cumprimenta uma pessoa após a outra. Ele enruga os cantos quando sorri, e me lembro dessa ruga. Lembro-me da sensação da barba em seu queixo no período da manhã, apesar da sua mandíbula estar lisa e perfeitamente barbeada agora, seus lábios curvados para cima. Seu cabelo está penteado para trás, seus traços esculpidos e

bonitos.

O

meu

corpo

inteiro

tem

espasmos

incontrolavelmente. É como se cada poro e cada polegada minha se lembrasse dele. Ainda assim o querendo. Levanto os meus dedos para acariciar o lugar onde eu costumava usar o broche comemorativo do seu pai mas tudo o que toco é a minha pele nua, revelada pelo longo vestido sem alças que estou usando. Meu coração bate loucamente quando ele continua cumprimentando as pessoas que ele passa, aproximando-se de onde eu fico com a minha bebida gelada na minha mão. Ele parece tão feliz. Meu estômago se agarra com uma mistura de emoções. Felicidade, sim. Mas a sua presença é também um lembrete do que eu tinha perdido. Será que eu o perdi? Ele nunca foi realmente meu. Mas eu era toda dele. Sua para tomar. Corpo e alma. E eu teria feito qualquer coisa que ele quisesse. Mas eu tentei recuperar o meu sentido. Enquanto viajava através da


Europa, tentei ver as razões pelas quais ele nunca poderia ter dado certo, para todos seria porque eu sou inexperiente e jovem e não o tipo de mulher que um presidente precisa. Eu não estou pronta para o que ele é. Não importa o quanto eu deseje ser mais velha, mais experiente, mais apta para estar ao seu lado. Não que ele me queira lá. Estou indecisa enquanto a multidão se separa e ele continua avançando. —Eu estou indo para o banheiro,— respiro, e vou para fora, perguntando por que eu vim aqui. Porque eu disse sim. Era o seu dia importante. Eu não queria perder isso. Mas dói de novo, como se hoje fosse o dia em que ele foi eleito, no dia em que me afastei dele - reservando um voo para a Europa e passando dois meses lá com Kayla, congelando nossas bundas, bebendo chocolate quente. Voltei a tempo para a sua tomada de posse, que eu não poderia perder. Mas pousei nos EUA me sentindo agridoce - essa é a casa que eu amo, onde nasci e quero morrer, e me apaixonei, mas também o país que é conduzido pelo homem que eu amo e estou tentando desesperadamente superar. Então fui para o banheiro das mulheres para encontrá-lo vazio. E apenas olho para mim mesma no espelho e sussurro —Respire.— Fechei os olhos, inclinando para a frente, e


respirando novamente. Então abro os meus olhos. —Agora vá lá e diga Olá para ele, e sorria. É a coisa mais difícil que já me disse para fazer. Mas saio do banheiro, e o vejo com cada passo que dou quando volto para a multidão, todo mundo esperando para cumprimentá-lo. Para ser recebido. Reconhecido. Alison me vê e tira uma foto minha. —Você parece mal. Não posso dizer que a culpo,— diz ela. —Eu não quero,— sussurro. Ela sorri e continua tirando fotos. Eu bebo-o todo, como uma mulher faminta, um metro e oitenta e dois de pura fantasia, todo embalado em um homem-real e bonito além da crença. Tão bonito, que não posso acreditar que beleza como essa existe. E então ele está três passos mais perto, sua voz tão próxima. —Obrigado por ter vindo. Dois passos. —Bom te ver. Um passo. Eu tento sorrir quando ele para diante de mim, elevandose sobre mim, escuro e lindo. Todo mundo está prendendo a respiração. Um silêncio cai sobre a sala. Eu pisco, incrédula. Matt Hamilton.


Deus.

Ele

parece

quente

como

o

pecado,

suas

sobrancelhas inclinadas quando olha penetrante nos meus olhos, um sorriso brincando em seus belos lábios-bordos que estão cheios e exuberantes, e muito, muito mau. Há um problema na minha respiração, e tanto orgulho que jorra no meu peito enquanto eu abaixo a minha cabeça em um leve aceno de cabeça. —Sr. Presidente. Ele estende a mão para pegar a minha em suas mãos, seus dedos deslizando sobre os meus. —É bom vê-la.— Sua voz é especialmente baixa. Lembro-me dele dizendo que iria ficar duro quando eu o chamasse de Sr. Presidente, e agora não posso parar de corar. Mas não é como se eu fosse tê-lo agora. Seus dedos são quentes e fortes. Seu aperto apenas certo. Sua mão tão certa. Nós não estamos mesmo apertando as mãos. Ele está praticamente segurando a minha mão. E cada parte de mim se lembra dessa mão. Este toque em mim. Quando ele abaixa a minha mão ao meu lado, escorrega algo em minha palma e se abaixa para murmurar no meu ouvido, —Seja discreta,— e coloca o que eu sinto como um


pequeno pedaço de papel na minha mão, quando ele passa a cumprimentar os outros convidados. De queixo caído, eu o vejo recuar, então discretamente abro o papel. Lendo: 10 minutos Saída ao sul Suba até o elevador Entre nas portas duplas no final do corredor. Ele está me esperando. Eu conto os minutos quando a performance ao vivo de Alicia Keys começa, e Matt abre a pista de dança com sua mãe. O presidente mais bonito que eu já vi. Onde ele aprendeu a dançar assim? Estou segurando um copo de vinho quando o vejo gira-la na pista de dança. Ela está rindo, parecendo mais jovem do que seus anos, embora a dor em seus olhos nunca se desvanece. Matt está sorrindo para ela, tentando o seu melhor para aliviar essa dor. Eu amo este homem estúpido tanto que quero dar um soco em alguma coisa.


Quando a dança termina, outros casais se juntam, e vejo Matt - que ainda está causando risadas na sala, se desculpar com a sua mãe e ir para fora em uma saída diferente do que ele indicou para mim. Ele está puxando as suas abotoaduras enquanto atravessa a sala, os agentes já se movendo para os lados da sala, para a mesma saída, e eu coloco o meu vinho de lado. Estou dizendo a mim mesma que não é bom se eu for lá, ele só vai ter o meu coração partido mil vezes novamente. Mas uma parte de mim. . . apenas não se importa. Este é Matt. Cruzei um oceano para esquecê-lo, mas eu nadaria através de milhares por este homem. Meu coração vai sempre bater por ele. O coração que teve que colocar todo um oceano entre nós, por medo de procurá-lo. O coração que bate como um louco no meu peito enquanto vou encontrá-lo. Eu sigo as instruções para o T. Vendo Wilson fora da sala, juntamente com um exército de outros agentes do Serviço Secreto. Wilson sussurra algo para seu receptor quando ele acena para mim e estende a mão para a maçaneta da porta.


—Oi, Wilson. —Senhorita Wells.— Ele acena brevemente quando abre a porta. —O presidente está dentro. —Obrigada. Suponho que o meu coração está batendo tão alto porque estou vendo ele de novo, e também porque não sei o que esperar. Entro na sala, a porta fechando com um clique suave atrás de mim. O ar é sugado para fora de mim, como se fosse um vácuo. Um vácuo de Hamilton. É como se toda a sala fosse apenas um pano de fundo para ele. Ele é tão . . . imponente. Eletrizante. Eu tenho olhos apenas para o homem alto, de cabelos escuros, de ombros largos em seu centro. Sua postura confiante, mas fácil, com uma mão dentro do bolso da calça. O laço que ele usa é perfeito. Até mesmo seu cabelo é perfeito, nem um fio fora do lugar, e eu queria correr meus dedos por ele. Mas dentro dos seus olhos há um universo inteiro, escuro e sem fim, uma intensidade em seu olhar que puxa em cada fibra do meu ser quando ele lentamente me bebe em cada polegada minha neste vestido, dos meus olhos, ao nariz, aos meus lábios, meu pescoço, os ombros, o peito, meu abdômen, pelas minhas pernas.


É difícil falar. A maneira como ele está olhando para mim está derretendo a minha vontade de ser forte, e eu preciso puxar a sua atenção para longe de mim o desnudando com os olhos. —Ser presidente fica bem em você,— não posso deixar de dizer, porque, enquanto ele me despe com os seus olhos, eu meio que obtenho um olhar dele também. Seu corpo atlético, musculoso com o smoking que abraça seus ombros. Com as minhas palavras, os olhos de Matthew faz uma caminhada agradável de volta para o meu rosto para bloquear os meus novamente. Ele responde simplesmente, sua voz tão profunda como eu me lembro, o tom firme e completamente sem remorso. —Você é linda. Inalo bruscamente, suas palavras como um soco no âmago do meu ser. O calor floresce em minhas bochechas. É como se ele estivesse me iluminando, este homem. E nada que eu faça pode apagar o fogo que inflama em mim. —Eu não entrei nisso para um felizes para sempre,— sussurro. —Mas você merece um felizes para sempre. Matt não está sorrindo. Seus olhos são escuros e sombrios quando ele continua a me olhar atentamente. —Eu fiquei longe de você,— diz, dando um passo, retirando a mão do bolso. —Tenho notado.— Minha voz soa crua, e eu estou tão emocionada com a sua presença quando ele anda ao redor da sala que deixo os meus olhos, minhas emoções em todo o


lugar. Eu levanto - depois de um segundo e encontro o seu olhar - inflexível que ele não removeu de mim. Nem por um segundo. —Está ficando mais fácil para você?— Pergunto. —Não, porra. Está levando tudo em mim para não tocar você agora. Ele arrasta uma mão inquieta sobre o rosto, um tom de pesar em sua voz quando para a poucos passos de distância. —Estar comigo poderia te machucar, você sabe que é por isso que eu queria que você ficasse afastada. Você sabe que se eu estiver com você, vou te machucar mesmo quando essa não for a minha intenção. De modo nenhum. Eu sei que essa não era intenção do meu pai quando ele magoou a minha mãe há anos. —Ver você está me machucando agora. Ele aperta a sua mandíbula, em seguida, estende a mão para inclinar a cabeça para trás. —Olhe para mim,— diz, com a voz rouca e baixa, seu olhar escuro esculpindo em mim. — Eu não posso te dar o que você merece. Eu não posso dar-lhe uma casa e eu não posso mesmo levá-la para um encontro normal. Mas eu quero você. Porra, eu preciso de você na minha vida, Charlotte. Seu toque faz os meus joelhos tremerem. Eu respiro. —Eu aceito o que não posso ter mais e está tudo bem comigo. Não vale a pena. Você está fazendo coisas mais importantes do que estar comigo.


Ele franze a testa, pensativo enquanto enrola sua mão e arrasta os dedos pela minha bochecha, alisando a minha pele. —O maior risco é que você se machuque, porque eu não posso te dar o que você precisa. Mas eu quero. Eu quero darlhe tudo. Eu

luto

contra

um

tremor,

lambendo

os

lábios

nervosamente, desejando mais do seu toque, mais palavras, mais do Matt. —Não é por isso que vim aqui. Eu quero que você tenha a melhor presidência, e eu queria que você soubesse que estou bem que isso entre nós terminou. —Eu não quero que isso acabe.— Seus olhos brilham impiedosamente quando ele deixa cair a sua mão e apenas olha para mim. —Estou porra sendo egoísta. Eu quero você só para mim. Jesus! Todos os dias, eu me pergunto o que você está fazendo, com quem você está falando, para quem você está sorrindo, e quero que seja eu. —Eu também não quero que isso termine. Mas tem que ser, Matt. Ele balança a cabeça, sorrindo tristemente. —Isso não precisa. Foda-se tentar ficar longe de você. Isso não é o que eu quero. O que você quer de mim? Quer isto? —O que é isto?— Pergunto incerta. —Tudo.


Meu

estômago

parece

como

se

estivesse

em

uma

montanha russa, com tantos mergulhos e puxões, eu não posso ficar parada quando Matt espera pela minha resposta. Nunca fui capaz de mentir para ele, e acho que nunca vou ser. —Eu não quero que você fique longe de mim. —Eu lhe fiz uma pergunta. Você quer tudo o que eu posso te dar? Deus. A atração que ele tem sobre mim, seu magnetismo puxando para mim. A dor em seus olhos só me lembrando da minha própria. Ele é o presidente agora, mas ele ainda é Matt. Minha primeira paixão, meu primeiro amor. E eu sei que depois de Matt,

eu

nunca

vou

querer

ou

amar

outro

homem

novamente. —Eu não sei o que ‘tudo’ significa. Quero começar devagar.— Eu começo. —Como devagar? —Devagar, Matthew,— digo. Ele exala, os olhos suavizando. —É demais. Você é demais — gemo. —Mas eu não me importo com mais nada. Eu não quero que você fique longe de mim. Seu olhar está repleto de calor quando olha para mim.


—Eu só não vejo como isso pode funcionar sem uma explosão da mídia, eu não quero — acrescento. —É muito perto da campanha as pessoas vão pensar que tivemos um caso durante todo esse tempo. —Nós tivemos. Eu sinto meu rosto corar, tanto a memória e a aspereza na voz. Os tempos que passei com ele são muito valiosos para mim para dar-lhes de bom grado como forragem para a mídia. —Sim, mas aqueles eram os nossos momentos.— Eu libero ainda mais ao ver o olhar em seus olhos, quando se ele se lembra também. —Eu não quero que o mundo use isso contra você. Ou a mim. Ele está em silêncio por um momento, simplesmente olhando para mim, tudo sobre ele faz dar agua na boca dolorosamente familiar, os seus olhos expressivos familiar, quente e líquido quando ele olha para mim. E quando levanta a mão para me segurar pelo queixo, meu corpo inteiro empurrando em resposta. Desejando. Dolorido. Balançando na direção dele. —Venha para a Casa Branca. Seja a minha primeira-dama atuante,— diz ele, com a voz rouca. —Matt, eu não poderia. —Você pode muito possivelmente.


Estou atordoada para perceber o que isso significa em seus olhos de aço, com determinação e certeza. —Você pode fazer o que quiser com a sua função, é autodefinida. —Mas a sua mãe seria muito melhor para isso,— insisto. —E eu ainda tenho o meu olho em você para a função. —Por quê? Um lindo brilho brincalhão que me lembro tão bem aparece em seus olhos novamente. —Porque você fica bem no meu braço. —Haha.— De repente estou sorrindo, não posso ajudá-lo. Seus lábios estão curvados também, mas seu olhar é mortalmente sério. —Porque não consigo ver nenhuma outra mulher estando ao meu lado. E porque ninguém poderia fazer o trabalho que você pode. Meu coração vira no meu peito. —Nós vamos descobrir isso. Você experimenta a função. Deixe-me namorar você fora dos olhos do público, sem esconder neste momento. Vamos levá-lo tão lento quanto você precisa. —A mídia vai começar a especular.


—Eles podem especular o que quiserem. Como primeiradama, vai dormir na Casa Branca, e estar no braço do presidente, e você pode fazer tantas coisas, Charlotte. Eu quero ver você espalhar suas asas e voar alto, e eu quero darlhe a plataforma para fazê-lo. —Eu não me vejo como uma daquelas senhoras. Eu não sou fina o suficiente. —Você é uma condessa; tua graça é inata. —Pare de ficar me paquerando. Você é um mulherengo, Sr. Presidente. Ele ri, e eu faço uma carranca, e então ele estende a mão. —Vou levar isso,— ele se inclina e bica meu lábios - —como um sim.— Ele define a testa na minha. —A equipe vai parar para pegar seus pertences, e colocar tudo no seu quarto na Casa Branca, e sua nova equipe vai buscá-la amanhã e trazêla aqui. —Não posso me mudar, Matthew… —Escuta, eu sei que você não quer um circo da mídia construído fora do seu apartamento todos os dias durante quatro anos. Eu quero que você esteja segura, e estará mais segura comigo. —EU... — Não posso nem pensar em um argumento, e eu definitivamente não acho que meus vizinhos merecem um


circo da mídia e do serviço secreto em torno de 24/7. —Bem, veja, isso é algo que eu realmente não preciso, um detalhe… Ele me interrompe quando atravessa a sala para sair. — Podemos conversar mais amanhã. Espero que mais cedo. Eu o vejo saindo para uma trilha de agentes do serviço secreto por trás dele. Fico para trás por pouco tempo até que ele desapareça para fora da porta e, ao que parece, até esse momento, quando eu finalmente posso respirar. Quando começo a seguir, de repente ele enche a porta novamente. —Eu esqueci uma coisa, espere um minuto. Ele me puxa de volta para a sala, e, em seguida, seus lábios estão pressionando firmemente para baixo no meu. Eu suspiro no contato, depois de ter perdido muito. Ele é demais. Seu gosto, a forma como sua língua faz massagens. E está massageando a minha tão perversamente quando abro instintivamente, um gemido deixando-me e sendo abafado por

ele

quando

as

nossas

línguas

se

esfregam,

se

emaranhado, torcendo. Gosto. Gosto. Oh deus, o seu gosto. É êxtase

divino,

quando

ele

me

beija.

Impulsivamente.

Vorazmente. A cabeça inclinada, indo tão fundo quanto pode ir no precioso minuto que o beijo dura. Ele geme enquanto puxa para trás, meu rosto tragado por ambas as suas mãos quentes enquanto ele deixa cair sua testa na minha, seu tom feroz.


—Isso ainda não acabou. —Matt… —Não acabou. Tentando fingir que mil e uma coisas apenas despertam no meu estômago, eu empurro o peito, pedindo-lhe para sair fora da porta. Ele não se move. Ele leva um longo momento olhando para os meus lábios para os beijos que deu em mim. Na única maneira que ele me vê, como se conhecesse cada sonho meu, medo e pesadelo, e tudo o que tem sido e sempre será. Como se ele soubesse que eu. . . era, sou e sempre serei sua. Ele sorri, e depois de um último olhar para os meus lábios molhados, ele sai e me deixa com os joelhos que acabaram de virar massa de vidraceiro. —Sr. Presidente,— diz Wilson quando Matt fecha os botões da sua jaqueta, que eu parecia ter soltado. Matthew apenas balança a cabeça e avança com confiança no corredor com os homens

após ele.

—JACKIE KENNEDY, A princesa Diana, todas novas e bonitas e amadas.


—Eu simplesmente não posso acreditar que você está me comparando com elas,— digo a Kayla enquanto se senta no meu pequeno sofá naquela noite. —Por quê? —Eu não me vejo como uma delas. Não sei nada sobre isso. Eu não sou a minha mãe, é fácil para ela, de fala suave, legal, e recolhida. Minhas mãos suam, pensando em todas essas pessoas importantes à procura de razões pelas quais eu não me encaixo a parte. —Você é a parte. O presidente pediu-lhe. As pessoas têm estado fascinadas por você e Matt uma vez que toda a campanha começou. Você vai lá e mostre-lhes que Matt estava certo em escolher você. Ele é um homem inteligente; deixe-os ver o que ele vê. Eu exalo. —Você não precisa fazer tudo de uma vez,— diz ela. —Oh, eu estou definitivamente não fazendo tudo de uma vez. Pequenos passos. Jessa iria me dizer, quando eu era pequena. Pequenos passos a levará mais longe, e um de cada vez. Ela continua surpresa do outro lado da sala, claramente ainda assustada. —Uau. Deus, eu ainda não consigo acreditar.


—Não diga a Sam, ou Alan, ou a qualquer um, até que ele faça o anúncio oficial, por favor. —Claro. Olho para fora da janela, tão perturbada como ela está. Eu queria um homem para amar e fazer a diferença. Será que isso significa que posso ter os dois? Por que é que quando a oportunidade finalmente chega, o medo é tão grande, que você quase quer voltar atrás? —Sempre que você duvidar que pertence lá, sei que você vai lembrar de Jackie e Di. Ambas muito amadas. Elas trouxeram algo de novo, algo que você não pode comprar com a experiência. Diga a si mesma, Charlotte, ‘o presidente perguntou se eu poderia ser a sua primeira-dama em exercício. E eu aceitei’. Engulo, balançando a cabeça. Senti muita falta dele. Eu faria qualquer coisa para estar perto dele. Qualquer coisa. Eles dizem que para crescer como pessoa você precisa desafiar a si mesmo, ir para algo maior, algo que você pode falhar, mesmo. Não há nada superior ou maior do que isso para mim. De tentar ficar com o homem que eu amo, não importa quão grande ele seja, tão grande, ou maior que a vida. Tentar fazer a diferença, não uma pequena, mas que atravessaria cidades, estados, continentes.


Oh Deus. Vou estar agindo como a primeira-dama de Matthew Hamilton. Eu tenho medo disso, e, ao mesmo tempo, estou com medo de quanto eu quero. Em ser a sua verdadeira primeiradama. Seu único amor. Sua garota, sua esposa, apenas. . . Dele. Sua em público, sua à noite, sua, todas as manhãs, sua por direito. Ele está pensando que quer algo assim no futuro? Tudo ... ele disse. Mas eu não quero perguntar o que ele quis dizer ainda. Porquê … passos de bebê. Eu não posso lidar com mais agora.

EU NÃO DURMO naquela noite. Fico acordada na cama no

meu

pequeno

apartamento,

tocando

meus

lábios.

Apertando meus olhos fechados, como se todas as memórias viesse lavar em cima de mim. Quando os olhos de Matt voltam a me assombrar. Matt me dizendo que me quer na Casa Branca. Matt uma vez me dizendo da mulher com quem ele iria se estabelecer um dia: —Um dia eu vou fazer todas as coisas que eu preciso. E ela vai ser minha. Marque minhas palavras. —Será que ela sabe sobre isso?— Pergunto, em voz baixa.


—Eu apenas vou dizer a ela,— diz ele. O calor faz corridas através do meu sangue quando me lembro. Eu quero provar a mim mesma que sou digna. Que eu mereço estar lá. Que eu mereço ser a mulher ao lado de Matt Hamilton. Eu sei que não será fácil, ganhar o público. Mas sei que, apesar do medo, a incerteza, a autodúvida, eu ainda sou aquela garota. Aquela que quer fazer a diferença. A pessoa que se ofereceu para ajudá-lo com sua campanha. Aquela que caiu irrevogavelmente apaixonada por ele.


Matt

SE VOCÊ QUISER fazer a diferença, você precisa começar hoje. Quatro anos parece muito, oito uma eternidade, mas não é realmente. Aprendi isso com meu pai. Coisas que foram adiadas nunca foram feitas. Mudanças nunca se põem em movimento se permanecem estagnadas, sonhos mortos para nunca mais ser cumpridos, não com a nova administração e todos os presidentes tendo a sua própria agenda. Eu resolvo as informações confidenciais pela a noite inteira,

lendo,

às

vezes

cheio

de

respeito

por

meus

antecessores e as ligações que fizeram, às vezes com desgosto. Muitas vezes, tudo o que posso dizer é foda.


Encontro com meu chefe de gabinete, várias questões sobre o conselho. Eu me encontro com a minha secretária de imprensa, Lola Stevens, e crio estratégias para uma conferência de imprensa amanhã, quando vou apresentar Charlotte para o mundo. —Quero os rascunhos para o projeto de lei de energia limpa. O projeto Saúde para consertar o que está quebrado em nosso sistema de saúde. Eu quero olhar em um projeto de lei para a igualdade de remuneração e oportunidade para as mães que trabalham,— digo a Dale quando vamos para baixo pelos corredores da Ala Oeste para o gabinete enquanto caminhamos para dentro, e todo mundo está de pé. —Bom dia,— digo aos meus membros do gabinete. —Sr. Presidente. —Bom dia, senhor presidente,— Vice-Presidente Louis Frederickson me cumprimenta. Eu o escolhi como meu companheiro de chapa, porque ele é honesto, humilde, não soa absurdo e uma espécie de homem - que não beija bundas6 - exatamente o que precisamos para conseguir mudanças reais no nosso país. Vou para o meu assento, em seguida, olho para o corpo de imprensa de pé atrás dos membros do meu gabinete.

6

Puxa-saco.


—Esta reunião será fechada a todos os membros da imprensa,— digo. —Uma imagem rápida, Sr. Presidente?— Um incita. —Temos um trabalho a fazer aqui. Mas estou consciente, assim como vocês. Torne isso rápido, pessoal,— digo quando viro para a primeira página do arquivo grosso diante de mim, um idêntico está colocado diante de cada membro do gabinete. Flashes irrompem nos próximos dez segundos e, em seguida, Dale abre a porta. —Isso é o suficiente,— diz ele, acenando. As portas se fecham e eu olho para todos os membros do meu gabinete, deixando o gosto dissipador de silêncio. —Nós vamos ter muito trabalho, haverá dias quando dormiremos

muito

pouco,

comeremos

muito

pouco,

e

poderemos pensar muito pouco, mas as coisas que nós vamos fazer. Quero ter a certeza que todos entendam, que eu não estou fazendo nenhum prisioneiro para os próximos quatro anos. O que pretendemos fazer é vasto, extensivo, e muito concreto. Vamos começar, então.— Deslizo os meus óculos, tomando um gole da minha água, e começamos.


Charlotte

HÁ UMA MAJESTADE sobre a Casa Branca que envolve você mesmo a longas distâncias. Hoje, no entanto, não posso deixar de ser esmagada pelo seu tamanho, o seu esplendor, a sua própria brancura quando estou sendo conduzida pela minha nova chefe de gabinete, Clarissa Sotomayor, para a Casa Branca e ao longo do segundo andar da residência, mais especificamente, para o meu quarto. Se ser transferida do meu apartamento para a Casa Branca em um carro preto por homens com armas não foi suficiente para explodir a minha mente, andar para baixo da interminável Casa Branca em suas infinitas asas certamente é. Eu vou ser a mais jovem primeira-dama na história, como Matt é o POTUS7 mais jovem da história. Conversando com Kayla sobre Jackie e Lady Di na noite passada, eu meio que explodi a minha mente me comparando mesmo a essas mulheres, esta é realmente a minha vida? 7

Presidente dos USA.


Eu estou apaixonada pelo presidente, pelo amor de Deus! E Matthew me pediu para estar aqui, pediu para me ver, me pediu para assumir esse papel. Isso está realmente acontecendo, e eu mal posso acreditar que esteja. É apenas depois do almoço, e aqui estou. —E este será o seu quarto,— Clarissa declara quando abre a porta. Meu queixo apenas... Saliva goteja. Não tive que levantar um dedo - cada um dos meus pertences que queria trazer, foi transferido da minha ‘merda, e inseguro’ apartamento (como a minha mãe chamava) para a Casa Branca segura, enorme e glamorosa. Para este quarto. Meu quarto. Meu quarto na Casa Branca. —Charlotte, você tem certeza sobre isso?— Minha mãe perguntou esta manhã. —Sim,— menti, quando embalava, nervosa, animada, sabendo apenas que eu faria qualquer coisa para fazer a


diferença, e que esta é a melhor chance que vou começar a fazer uma marca. Sabendo, também, que vou fazer de tudo para ele, para estar perto dele. Enquanto falava, estava plenamente consciente de um grupo de agentes do Serviço Secreto, minha nova equipe, fora da minha porta. —Charlotte,— minha mãe disse, entre lágrimas. —Não diga a ninguém, no entanto, não até que o presidente de a conferência de imprensa. Ela hesitou. —Eu não sei se estou terrivelmente orgulhosa ou terrivelmente preocupada agora. —Está tudo bem, você pode estar ambos.— Exalo. —Eu não vou decepcioná-la. —Você nunca poderia. Ah sim, pensei por mim mesma, eu poderia, mas eu não queria pensar em um ato egoísta que, se descoberto, poderia ter envergonhado a minha mãe terrivelmente. A única coisa que peguei para mim, sem me preocupar com qualquer outra pessoa. O caso que tive com Matthew Hamilton antes de se tornar presidente. Eu tinha tanto medo de um escândalo. Ainda tenho. Ele deixou claro desde o início que não queria uma família, e eu não tenho certeza que vou aguentar o meu coração ser quebrado duas vezes. Ainda assim, nem


por um segundo pensaria em negar-lhe. Acho que eu estou esperando. Esperando que podemos fazer as coisas funcionarem. Esperando que talvez. . . Eu pertença aqui. Determinada a tentar. Matt começou a sua presidência sem uma esposa. Eu sei que seu maior medo é não ser capaz de ter ambos, e sacrificou suas necessidades pessoais para aqueles do seu país. Eu o admiro por isso. Se ele pode colocar o país em primeiro lugar, eu também posso. Nós podemos levar as coisas devagar. Posso tentar esse papel pelo o tamanho e mesmo que já pareça gigantesco, eu estou animada. A única vez que já estive tão animada foi quando ele me pediu para me juntar à sua campanha. Mas por ser lento, as coisas com certeza estão se movendo rapidamente. O Serviço Secreto na minha porta, muito cedo esta manhã. Agora estou aqui, inalando quando entro no quarto. —É o quarto Queens,— explica ela. Eu limpo a minha garganta enquanto olho no luxuoso quarto diante de mim. Oh Deus, o homem que eu amo está. . . Dormindo em algum lugar perto. Noite após noite.


—O presidente estará em frente do hall. Seu chefe de equipe me pediu para levá-la para vê-lo, uma vez que estivéssemos prontas. Aspiro, entrando no meu quarto na residência mais fotografada na terra, oprimida, feliz, honrada. . . e com medo de que não vou ser capaz de encaixar os sapatos de todas as primeiras-damas antes de mim. Coloco as minhas coisas para baixo, então olho para Clarissa e sorrio, balançando a cabeça, terrivelmente humilhada quando eu vou para baixo nos longos corredores ocupados e em direção à Ala Oeste. —Senhorita

Charlotte

Wells,

está

aqui

para

ver

o

presidente,— Clarissa diz a assistente de Matt. Ela trabalhou com a gente na campanha, mas ela estava posicionada em San Francisco e eu não tive a oportunidade de falar com ela. Eu digo Olá agora, ela sorri e rapidamente dá passos distantes da sua mesa. —Ele está esperando por você. Eu sou Portia. É muito bom conhecer a primeira-dama. —Obrigada.— Estou um pouco tonta. Ela abre a porta do Salão Oval após algumas batidas. Engulo em seco quando vejo as cortinas majestosas que enquadram as janelas no final. E a mesa. E . . . Matt. Em um terno.


Eu entro na Sala Oval. Matt está inclinando-se sobre a mesa, os braços cruzados, enquanto cinco outros homens e seu chefe de gabinete estão lá. Vejo Hessler e Carlisle entre o grupo, e sorrio, meus olhos deslizando impotente para um par de olhos café escuro, únicos. —Charlotte,— ele cumprimenta, os lábios curvando. —Sr. Presidente. —Tão bom ver esta senhora aqui.— Carlisle me dá um breve abraço, e Hessler um aceno e um sorriso raro, antes de Matt fazer movimentos com a cabeça e todos eles começarem a sair. A porta se fecha, e eu estou sozinha com ele. Com ele. E ele é tudo. Tudo dele. Todo este lugar. Esse cômodo. Ele sorri um pouco. —Bem-vinda, linda. Eu engulo. Rindo, consciente dos seus olhos em uma espécie de silêncio, intensamente me acariciando. —Esta sala é maior do que eu imaginava.


Ele apenas sorri para mim, apontando para a área de estar. Eu sigo e sento-me em frente a ele, lambendo meus lábios nervosamente. —Estou tão feliz de ver Carlisle e Hessler. Achei que você ia chamar Carlisle para ser seu chefe de gabinete?— Falo. —Eu fiz. Ele se recusou devido à saúde. Além disso, ele gosta de fazer campanha. Ele quer estar pronto em quatro anos quando concorrermos novamente.— Sua voz tão perto é reconfortante, mas ainda tranquila, despertando também. — Ele é parte do meu gabinete, ele, Beckett e Hessler. —Hessler não quer juntar-se a você? —Ele queria a experiência antes de atacar a posição de chefe de pessoal. Ambos parecem mais inclinados para estar pronto para quando eu concorrer de novo em quatro anos.— Há um traço de riso em sua voz. —Eu sei - parece tão distante. Mas essa é a maneira que as suas mentes estão trabalhando. —Como você se sente, Matthew? —Pronto. Eu estou pronto.— Sua expressão calma e séria, ele olha ao redor do salão Oval, para o retrato de George Washington, depois para mim. —Eu estou fazendo grandes mudanças e isso vai levar tempo, mas estou deixando feito, não importa o que eu tenha que fazer.— Ele franze a testa, o seu nível dos olhos sob as sobrancelhas desenhadas. —Como você está se sentindo?


—Assustada. Feliz. Com medo,— repito, rindo. Então dou de ombros, e conheço o vigilante olhar, e sua intenção. —Eu não conseguia dormir, pensando nesta oportunidade. Eu quero abrir a Casa Branca um pouco mais, para os cidadãos e experimentar isso de uma maneira diferente, não apenas como um museu que eles andam. Eu gostaria de fazer coisas para as mulheres e crianças, também. —Faça,— diz ele, sem perguntas. —Está

bem.

Eu

vou.—

Suspiro,

sorrindo.

—Estou

animada. Tantas coisas que eu quero fazer, e não sei por onde começar. —Está tudo bem até agora? Você precisa de alguma coisa? Balancei minha cabeça. —Tudo isso é muito mais do que eu preciso. —Eu quero que você se sinta em casa. —Estou tentando.— Dou um sorriso honesto. —Eu não quero cometer um erro quando é simplesmente muito fácil fazer um. . . Tudo isso é muito novo. Então vou levar um dia de cada vez. Matt sorri. —Quando você ama algo tanto quanto você ama nosso país, você cuida dele, faz qualquer coisa por ele. Eu não tenho nenhuma dúvida em minha mente que escolhi a primeira-dama certa. Eu estou corando. Da cabeça aos pés.


Ele define os cotovelos sobre os joelhos enquanto se desloca para a frente. —Eu espero que você saiba, baby, que estar pedindo-lhe para agir como primeira-dama não é apenas uma desculpa para eu vê-la. Eu acredito que você tem muito a oferecer aos nossos cidadãos. Independentemente da nossa relação, eu quero que você tenha um salário, e você será diretamente compensada pelo seu tempo comigo,— diz Matt. —O que? Eu não poderia.— Balanço a minha cabeça. — Eu não quero um salário. —Todos os que trabalham aqui tem um salário, exceto a primeira-dama. Isso é justo?— Ele sorri. —Não fui eleita para o cargo. —Nem todo mundo aqui foi eleito. Olho em volta, maravilhada com os ambientes luxuosos, sofá estofado de pelo debaixo de mim, e olho para Matt. — Começo a fazer o que eu mais quero, dormir segura na casa mais grandiosa na terra,— perto de você, eu não adiciono. — Eu não quero um salário. Se você insistir, então podemos doá-lo para o Women of the World8, ajudar as mulheres que não conseguem encontrar empregos e se sustentar. —Tudo bem, então.— Ele sorri seu sorriso mercurial, que faz seu rosto esculpido parecer ainda mais bonito.

8

Mulheres no mundo.


Eu torço as minhas mãos. —Eu nunca dormi com você para ter uma posição na Casa Branca. —Eu sei. Preciso de pessoas de confiança em minha equipe, e eu confio em você. —Obrigada, senhor presidente. —Matt,— diz ele em voz baixa. Sorrio, mas não posso dizer isso. —Eu prefiro e gosto do som do Sr. Presidente em seus lábios.— Seu sorriso faz curvas um pouco mais. —Mas eu sinto falta de ouvir você dizer o meu nome. —Não,— sussurro. —Matt. —Venha aqui, baby.— Ele d�� um tapinha ao seu lado. Engulo, me levantando e atravessando a sala para ter um assento ao lado dele. Ele estende a mão e desliza os dedos na queda do meu cabelo na parte de trás do meu pescoço, me agarrando suavemente enquanto seu olhar escuro me detém em suas garras, sua testa na minha. —Eu vou dar-lhe tempo para se acostumar com tudo isso, mas quero deixar claro que você ainda é minha. Você nunca deixou de ser minha, e você nunca vai,— diz ele. Uma promessa.


A promessa que eu tenho medo de acreditar, por medo de perdê-lo - nunca realmente tê-lo, como antes. Inspiro profundamente, respirando, deixando tudo de Matt me cercar, quando sinto que ele me puxa para mais perto e escova meus lábios com os seus. Suspiro, e Matt enfia a sua língua para fora para me provar. Eu gemo. Matt geme muito e desliza seu braço em volta de mim, pegando a minha boca ferozmente. Ele derrama cada onça de fogo9 naquele beijo, seus lábios em chama, a língua acelerando, e eu sinto a queimadura. Eu sinto a queimadura nas pontas dos meus mamilos, meus dedos, os dedos dos pés. No centro do meu ser. Eu estou respirando, respirações superficiais rápidas quando me afasto. —O que estamos fazendo aqui?— Pergunto, sem fôlego. Ele franze a testa. —Você está me perguntando ou você está se perguntando? —Eu mesma. Acho que. Porque não posso ficar longe de você. —Eu não posso ficar longe de você também. —Nós dissemos devagar. 9

Procurei um significado para essa expressão, mas não encontrei.


—Isso . . . é devagar.— Ele segura meu rosto e me beija novamente, sua língua mergulhando em minha boca. —Senti sua falta. Veja, dois meses sem você foram dois meses de muito tempo. Eu não quero mais um dia onde eu não veja este rosto. Esse sorriso. Tem que estar aqui em algum lugar.— Ele olha para baixo em meus lábios, puxando os cantos com os polegares. —Matt, pare. Ele sorri quando eu rio baixinho e seu sorriso começa a desvanecer-se. A maneira como ele olha para a minha boca me faz tremer por dentro. A intensidade tranquila se arrasta em seus olhos, e eles brilham com o calor. Com emoção. Com uma possessividade que eu nunca, nunca tinha visto isso lá, nesse grau. Até agora. Sessenta e oito dias após vê-lo pela última vez. Sessenta e oito dias em que eu pensava que não conseguiria nem respirar sabendo que eu tinha perdido ele. Que eu nunca poderia, jamais tê-lo. Meu sexo faz ondulações. Gemo e o puxo mais perto quando ele me reúne em seus braços. Sua boca é quente e úmida e mais possessiva do que jamais foi, encaixando perfeitamente sobre a minha.


Ele me puxa para mais perto. Eu estou tremendo em seu colo, querendo que ele nunca tire a boca. Eu sou uma garota normal. Aquela que se apaixonou quando não deveria. Eu sou uma filha, uma amiga, uma garota trabalhadora. Sei o meu nome, em algum lugar no fundo da minha mente, mas eu realmente não posso lembrar. Não agora, quando o calor da sua boca está trabalhando sobre a minha. Estamos esfomeados um pelo outro. Minhas unhas afundam os músculos das suas costas. O corpo de Matt muda debaixo de mim, duro, quando passa as mãos sobre meu corpo, como se memorizando cada contorno, apertando e moldando cada músculo meu. —Eu quero você na Casa Branca. Quero você onde quer que eu esteja.— Ele está respirando com dificuldade, a sua voz grossa. Eu estou ofegante quando beijo a sua mandíbula, faltava isso, faltava ele. —Eu quero que você venha por todo pau do presidente, sua pequena devassa. Você pequena gatinha deliciosa, huh. Ele segura meu sexo, acariciando com um dedo ao longo da minha abertura sobre o tecido da minha calça. Eu choro suavemente, agarrando seus ombros rígidos para o apoio. — Não faça isso. . .— Eu estou quente quando o prazer atira em meu corpo através de cada nervo e músculo e átomo. —Eu quero você . . . demais . . .— Um gemido me deixa.


Ele sorri e me beija um pouco mais e não para. Esfrega sobre as minhas calças um pouco mais rápido. Aperto meus braços forte em volta do seu pescoço e empurro os meus quadris até sua mão, me perdendo. —Com quem você está gozando? Hã? Diga-me agora,— ele pressiona. E eu digo a ele quem. O presidente dos Estados Unidos. Meu amor.


Charlotte HÁ UMA excitação no ar da Sala de Imprensa da Casa Branca quando Matt se dirige aos repórteres. Várias dúzias de flashes estalam quando ele está no pódio. —Sei

que

isso

é

pouco

ortodoxo.

Normalmente,

o

presidente dos Estados Unidos é casado, o que eu não sou, ou tem um familiar próximo agindo como primeira-dama; no meu caso que também não será o caso. Pedi a uma mulher a quem eu vim a respeitar profundamente e admirar, por muitas razões - entre tudo, sua paixão por este país que é igual a minha, e um coração tão grande quanto aquele sorriso que agora ela está usando. Senhoras e senhores Deputados, permitam-me apresentar a primeira-dama em exercício dos Estados Unidos da América, Charlotte Wells. Respira, respira, respira. Matt me faz um gesto para o pódio.


Câmeras continuam a fotografar. Admiro-me que eu posso andar, com o olhar direto de Matt em mim, com os olhos de toda a sala em mim. Admiro-me como posso agir calma. Como posso conseguir abrir a boca e dizer o que eu ensaiei com Lola, a secretária de imprensa, a apenas uma hora atrás. —Obrigada, senhor presidente.— Eu inalo o cheiro dele enquanto me passa a palavra, e me apego a ele para a força. Faço contato visual com o maior número de repórteres sentados quanto possível, mesmo que isso me faz duplamente nervosa. —Estou honrada de estar aqui. Eu não tenho vergonha de admitir que quando Matt, o presidente - me perguntou para assumir esta tarefa, não pensei que poderia dizer sim. Acontece que não é fácil recusar o presidente, especialmente este. . . Atiro-lhe um olhar, e quando ele levanta uma sobrancelha, há risos, e meus nervos começam a aliviar. —E embora eu ainda me sinto totalmente indigna por estar aqui, vou fazer o meu melhor e mais do que isso para representar o nosso país da melhor maneira possível e fazer justiça a presidência do Presidente Hamilton. Obrigada. Aplausos. —Senhorita Wells-! —Senhorita Wells, você poderia nos dar quaisquer detalhes sobre o tipo de relacionamento que você e o presidente… Lola toma o meu lugar atrás do pódio e murmura: —Sem perguntas, neste momento, muito obrigada.


E com isso, ela envolve-se na coletiva de imprensa e eu sigo Matt para fora da sala. —Isso foi bem, senhorita Wells! Agora, você vai rever o cronograma - Oh! Sr. presidente. Minha chefe de gabinete dá passos para trás quando percebe que Matt ainda está lá, e nós caminhamos juntos no corredor, seu olhar sobre seu chefe de gabinete, que parece estar esperando por ele no final. —Você estava ótima lá fora.— Os olhos dele deslizam para o meu. O impacto de sentir seus olhos em mim nunca parece diminuir. —Provavelmente porque eu estava de pé ao seu lado. —Confie em mim, eu não tinha nada a ver com isso.— Seus olhos começam a piscar. —Eu esperava um pouco de vaias, realmente. Mas eles te amam tanto que tudo o que fazemos, eles concordam. —Não, eles não o fariam.— Seus olhos vagueiam sobre minhas características. —Mas quem disse que os americanos não têm gosto requintado estava muito, muito errado.— Ele levanta ambas as sobrancelhas significativamente, e mesmo aquele sorriso enlouquecedor que ele usa, só um pouco arrogante, é sexy além da crença.


Há tanta intimidade em seu olhar, sou transportada para nossas noites juntos, seus beijos, suas palavras. Eu quero que ele me toque. Eu quero tocá-lo. Mas algo tão simples como um toque causaria um tumulto e um escândalo, isto não é o que queremos em seus primeiros meses na Casa Branca. Ele me deixa com um sorriso e se dirige a seu chefe de gabinete já listando milhares de coisas em seu dia, e eu meio que tenho dificuldade para mover os olhos longe enquanto ele está se retirando e quão bem ele parece naquele terno diante da mulher de frente a mim. —Então, se você quiser rever as suas obrigações como primeira-dama,— ela está dizendo enquanto me conduz a minha ala, —é realmente com você o quanto quer se envolver, mas se você gostar de ser muito ativa, há sempre

menus

para olhar, os eventos sociais para planejar e hospedar . . . Esperando nua no quarto do presidente, penso comigo mesma, ciente de um calor inundando as minhas bochechas. Não. Isso pode vir mais tarde. Precisamos ter a certeza sobre o que estamos fazendo em primeiro lugar. Eu não quero falhar com este país, ou meus pais, ou comigo mesma. Ou Matt.


DURMO SOZINHA no quarto Queens. Tão consciente de que Matt - o presidente está do outro lado do corredor. Ouçoo andar em seu quarto tarde da noite. Vou na ponta dos pés à minha porta, tentando decidir se eu deveria ir vê-lo. Tocá-lo. Beija-lo. Estou pressionando o ouvido na porta quando ouço passos se aproximarem. Minha respiração pega, e eu rapidamente corro de volta para a minha cama e deslizo debaixo das cobertas quando a porta se abre. Matt aparece na minha porta. Eu ouço o clique da porta fechada e sua figura andando nas sombras. Eu me sustento em meus braços, alarmada. —Você não pode passar a noite - o pessoal vai falar, e é muito cedo para dar a mídia a fofoca - que eles vão ter com isso. Ele se abaixa - em uma cadeira perto da janela, a poucos metros longe da cama. Eu franzo a testa. —O que você está fazendo? —Olhando para você.


Charlotte —HOJE ESTAMOS HONRADOS em receber a primeiradama no Today Show, senhorita Charlotte Wells! —Senhorita Wells, você ficou surpresa quando o presidente Hamilton pediu-lhe para ser a sua primeira-dama? —Muito. —Por que surpreendeu você? —Eu não possuo um par de luvas brancas bonitas. Risos. —O país estava se sentindo muito decepcionado quando a esperança de um romance entre o então candidato Hamilton e


você parecia ter se dissipado. Alguns segredos sujos entre você e o Presidente Hamilton, faria panqueca10 para a multidão? —Oh, eu tenho alguns. Principalmente gosto de olhar para ele. De uma forma muito profissional. Risos. —Você é muito refrescante. E o presidente Hamilton parece gostar de olhar para você, senhorita Wells. Isso é o que nos faz manter a esperança. Um rubor quente corre meu corpo quando penso na noite passada. Eu dormi como um bebê, sentindo-o perto. Embora acordei para encontrar sua cadeira vazia, podia sentir o cheiro dele no meu travesseiro. E me pergunto se ele me acariciou durante a noite. —Estou totalmente comprometida com meu papel como primeira-dama, como ele está em ser o presidente,— obrigo-me a dizer. Saio do estúdio de filmagens com gritos e cartazes levantados. Eu rio e aceno, mordendo de volta um sorriso enquanto sou conduzida para o carro por Stacey, uma dos agentes nomeados para me proteger. Ela sobe na parte de trás do carro comigo e nós vamos para fora em uma das limusines presidenciais. 10

Fofoca.


—O que aconteceu?— Pergunto a ela. —Você é a queridinha da América. Eles a amam, senhorita. —Charlotte,—

corrijo.

Fico

olhando

com

os

olhos

arregalados para fora da janela, sem nunca ter imaginado que as pessoas me abraçariam assim.

Matt

—A PRIMEIRA-DAMA no Today Show,— diz Dale. Ando para a frente, encostando no sofá, e vendo-a. —Ela é a queridinha do país,— Dale acrescenta. Eu assisto a TV enquanto ela bate sobre eles, cada pessoa que ela passa. —Olhe para você,— eu ronrono.


Charlotte RECEBI um livro com as fotos e os nomes de todos os que trabalham na Casa Branca - é uma medida de segurança, foi o que me disseram, no caso de eu encontrar alguém que parece estranho, e estou verificando o livro para ter certeza que conheço todos. Estou olhando-o uma segunda vez na manhã seguinte, quando ouço a voz de Clarissa na porta do meu escritório na asa leste. —O presidente enviou isso. Ela está segurando uma caixa de prata com uma fita branca. Eu sinto meu lábios se abrirem involuntariamente. Resisto à vontade de rasgar o pacote. Isso não é apenas como uma primeira-dama agiria. Então levanto-me e aceito a caixa, em seguida, coloco na minha mesa e abro com


cuidado, retirando a fita, e desdobrando todos os cantos do embrulho e levantando a tampa. No interior estão duas belas luvas compridas

de cetim

branco. Isso é sério? Nunca estive tão excitada. Não é o fato de que ele enviou um presente que é sexy em si, mas o fato de que ele quer que eu sinta que pertenço aqui. Como a sua primeira-dama. Terminei. Eu sou um caso perdido. É possível se apaixonar por um homem tudo novamente? Acho que acabei de fazer. Mesmo quando eu nunca, por nenhum momento, deixei de amá-lo.

EU VOU ENCONTRÁ-LO mais tarde naquele dia, indo para baixo no hall, tentando memorizar onde tudo se encontra e pessoalmente cumprimentando os funcionários pelo nome. A visão do homem alto, de cabelos escuros, andando com uma comitiva de quatro homens ao seu redor faz meu coração parar no meu peito.


Ele para de andar, quando me vê, então mergulha uma mão no bolso das calças, dá um meio sorriso, e começa a andar. Ele está usando os óculos. Minha boca está seca e a parte entre as minhas coxas, de uma certa maneira muito molhada. —Charlotte. Eu gostaria de convidá-la para jantar na Sala de Jantar Antiga da Família hoje à noite. Se você não se importar de olhar o menu. Nossos olhos se encontram, e eu estou quente por toda parte. —Se eu puder encontrar a Sala de Jantar,— digo. Sob a borda dos óculos Ray-Ban aros dourados, o sorriso toca seus olhos. —Alguém vai ter certeza de que você faça isso. —Eu sei. Eles sempre fazem.— Sorrio e olho em volta de como os homens estão sempre em espera, e os funcionários continuam se movimentando passando e desempenhando as suas respectivas funções. —Eu realmente devo ir atender o chef, esta tarde, estou avaliando os menus para a semana. —Isso é muito atencioso da sua parte, senhorita Wells. Sei que ele está me provocando, e é bom. Sinto falta dele. Quero flertar mais. Falar e ouvir sobre tudo o que ele está fazendo. Mas agora não é o momento. —Eu me sinto tão mal ter tantas pessoas esperando por nós,— sussurro.


Seu olhar se volta sombrio. —Eles estão tentando tornar a nossa vida mais fácil, conseguir as pequenas coisas perfeitas para que possamos focar nas grandes. Concordo com a cabeça, sorrindo. —Vou vê-la hoje a noite. Ele balança a cabeça e vai para a Ala Oeste.

A ANTIGA SALA DE JANTAR DA FAMÍLIA, ao que parece, é a menor sala de jantar na Casa Branca, e sou grata de estar sentada em uma mesa de tamanho normal, com capacidade para seis, em uma das mais moderna coleção pessoal, de móveis do Matt. Ele se senta à cabeceira, o meu lugar por definição é à sua direita, e nós jantamos com a versão do chef da Casa Branca que seria a minha refeição favorita pessoal. —Eu não tinha certeza do que você gostava, então tive que fazer quinoa especial da minha mãe, que minha mãe e Jessa fizeram para você e seu pai. A primeira vez que nos encontramos. —Eu me lembro. Você era uma coisa bonitinha. Cheia de fogo. —Cheia de fogo para você,— murmuro, revirando os olhos.


Seus olhos se arregalam de surpresa sobre o meu comentário, e depois uma risada faz burburinhos em seu peito, mas essa deliciosa risada não dura muito tempo, e então ele está franzindo a testa sombriamente. —Você era muito jovem, baby. —Com grandes sentimentos para despertar,— gemo, balançando a cabeça sobre a dor que eu e os meus anos para ‘despertar’ nos causou. Ele me lança um sorriso de repreensão, seu olhar caindo para meus lábios. —Matt ...— respiro, reconhecendo o olhar em seus olhos. Ele se inclina para frente, os nossos olhos a polegadas de distância. Sua voz é tão áspera e crua isso me corta no interior. —Eu sinto falta de você. Eu sinto falta de tocar em você. Eu quero ser capaz de beijá-la em qualquer lugar, a qualquer hora que eu quiser. Minhas coxas se pressionam juntas debaixo da mesa. — Eu quero isso também, mas isso é uma mudança tão grande para mim. —Ganho um beijo pelas luvas, pelo menos? Meu corpo continua a apertar com um anseio, mas consigo me controlar e dizer: —Sim, mas não aqui. Hoje à noite quando estivermos sozinhos.


Seus olhos escurecem intensamente. —Mmm. Estou ansioso para isso.— Ele coloca uma garfada especialmente grande de quinoa em sua boca. Após o jantar, sentamos na Sala Oval Amarela no segundo andar para bebidas. Ele acena para Wilson em algum tipo de indicação em silêncio, e nós começamos a ter a privacidade que queremos quando os agentes se dispersam. Viro-me para Matt

no

sofá,

sua

postura

relaxada,

mas

seu

olhar

descontraído está como um inferno completamente em chamas. —Não se mova,— eu aviso. —É só um beijinho. Se você se mover, então não serei capaz de me controlar. Sua risada rouca me rodeia. —Baby, eu não consigo me controlar quando você olha para mim desse jeito ...— Ele acaricia o meu rosto com a mão, seu olhar crepitante com uma intensidade crua. —Shhh. Feche seus olhos. Eu vou para ele, e Matt desliza as mãos para segurar a minha bunda com rebeldia, mas fecha os olhos. E oh, quanto perto eu o sinto, o quanto segura me sinto, o quanto quente que me sinto. Olho para o seu rosto e sinto que estou explodindo de dentro para fora e implodindo do lado de fora. Eu o amo tanto. Sigo os lábios com a ponta do dedo. Ele me morde. — Não,— eu rio.


Ele geme, seus olhos ainda fechados. —Fique quieto,— digo. Ele se acalma, os lábios se curvando. Eu inclino a cabeça e pressiono os meus lábios nos dele. Mil tiros de relâmpago vão para as minhas veias quando ele pega a minha boca. Eu lambo a dele, e suas mãos deslizam para baixo nas minhas costas, me moendo em seu pau duro quando mergulha a sua língua molhada na minha boca. Ele tem as duas mãos na minha bunda, e seu toque define as borboletas no meu estômago. Memórias de nós, ameaçando me sufocar a cada momento, cada beijo. Coloco as minhas mãos atrás do pescoço, e apesar de Matt não estar se movendo, eu sinto o seu poder, o seu controle sobre mim e meu coração. —Obrigada pelas minhas luvas,— digo, sem fôlego, com facilidade de volta. Ele sorri, se deslocando para a frente quando me levanto nos pés trêmulos, a boca vermelha, o cabelo despenteado. — De nada. Obrigado por colocar todo o seu esforço para o nosso jantar. —Eu

gostei.—

Exalo.

—É

melhor eu

ir.

Nós

dois

precisamos estar prontos para amanhã. Ele apenas sorri, me olhando em silêncio enquanto eu saio.


O presidente francês está realizando um jantar de Estado em honra a Matt, e todos os arranjos para a minha agenda foram feitas automaticamente para ter certeza de que eu poderia acompanhá-lo. Estou animada, nervosa, e ainda desperta daquele beijo tolo. Tão animada e excitada que eu simplesmente não consigo dormir. Eu sei que Matt também não dorme, porque a porta do seu quarto nunca fecha a noite toda.


Charlotte

A ÚLTIMA VEZEZ que cruzei o Atlântico, foi para tentar colocar distância entre nós. Hoje eu estou cruzando ao seu lado. Decolamos no Marine One no gramado sul da Casa Branca. O comboio cria muito tráfego para o transporte diário das pessoas. Logo que chegamos ao aeroporto, somos escoltados para as longas etapas, públicas, que antecedem ao Air Force One11,

a

bandeira

americana

está

orgulhosa

em

sua

extremidade. O Presidente faz movimentos para eu ir em frente, e meu coração está batendo quando ando para o maior avião

11

Força Aérea Um.


particular que já vi. É além de luxuoso, muito bem decorado em tons de bege e madeiras escuras. Eu vagueio pelo corredor e espreito os quartos e áreas de estar separadas. Eu não posso acreditar que estamos no Air Force One. Tenho uma espécie de vergonha pela forma como espantada me sinto sobre a calma que todas as pessoas parecem ter, como os chefes da equipe de Matt estão na principal área de estar. Eu tento manter um aperto quando ando pelo corredor do avião e quando noto Matt a dois passos atrás de mim. Ele está

vestindo

uma

jaqueta

azul-marinho

com

o

selo

presidencial e eu quero rasgar isso fora dele. —Uma grande mudança dos nossos dias em campanha, não é?— Sussurro, olhando tudo com admiração, ofegando quando os quartos continuam. —Oh Deus, é como um hotel no ar, sala de conferências, escritório. . .— Adiciono. Eu abro uma porta e arfo novamente. —Quarto?— Pergunto-lhe sobre o meu ombro. —Sim. Entro para ver, e então ouço a porta se fechar atrás de nós. Eu giro ao redor, e Matt está tirando o paletó. Abro a minha boca, mas as palavras não saem. As únicas coisas que trabalham realmente são as minhas partes sexy, o


fluxo de calor líquido entre as minhas coxas, as pontas duras dos meus mamilos pressionando contra o suave cashmere do meu suéter e as rendas do meu sutiã. Matt vê. Ele

-

meus

mamilos

pontudos,

cutucando

em

saudação, meus seios sensíveis, as minhas bochechas vermelhas enquanto começo a ofegar. —Eu tenho que trabalhar um pouco. Mas nada será feito até que eu faça isso. Os sussurros provocam um tremor na minha espinha quando ele se aproxima. Matt puxa a sua camisa de botão do cós da sua calça, e pega as minhas mãos e desliza até seu peito. Em seguida, ele rouba a sua própria sob o meu suéter de cashmere, puxandome para ele, nossos dedos tocando a pele nua um do outro. Seus olhos todo um mundo de fogo. —Seu entusiasmo para tudo isso me afeta profundamente, baby,— ele raspa, esfregando o polegar sobre meu lábio inferior. Lamento em antecipação enquanto ele se inclina para baixo e define um beijo na minha testa. —Eu sei que dissemos lento. Então eu vou te beijar. Muito, muito lento. Porque quando você fizer ooh e ahh todo o Air Force One, e todo o Palácio Elysée saberá quando gozarmos, eu quero que


você tenha o meu gosto em sua boca, e eu quero cada ooh e ahh com meu gosto,— ele raspa e seus lábios deslizam, muito lentamente, tortuosamente lento, para baixo do meu nariz. Minha

respiração

está

capturada,

e

Matt

inala

profundamente, como se me respirando, prolongando a minha tortura e a sua própria, antes de sussurrar: —Agora me beije de volta, C, como se você quisesse me dizer isso. Que você sentiu a minha falta,— quando ele pressiona seus lábios diretamente na minha boca. Tremo só do contato, abrindo a minha boca. Sacudindo a minha língua para fora. Pressionando mais perto dele. O gemido é uma droga tanto como seu beijo. E seu beijo. Não é só uma droga. É o que faz a alma tremer, o peitoimplodir. Molhado e duro. Minhas mãos estão em seus ombros. Seu braço está deslizando em volta da minha cintura, pressionando nossas metades superiores niveladas. Nossos lábios estão fundindo, movendo-se, os de Matt tão forte e com fome. Ele dirige a sua língua ao redor da minha, então me suga em sua boca. Nós nos beijamos para o que parece uma eternidade e, ao mesmo tempo, não há tempo suficiente. Nós voltamos a ficar separados, mas Matt permanece muito perto, olhando atentamente para mim. Eu corro a minha língua sobre os


meus lábios, que parecem inchados e sensíveis por causa do seu beijo. Seu olhar é quente, e Deus, como eu sinto falta dele. Matt está olhando para mim com olhos que parecem muito escuro. Ele aperta a mandíbula. Usa seu polegar para esfregar meu lábio inferior e vou abrindo, a partir do topo. Eu o encontro no meio do caminho; alcanço e agarro o seu cabelo, separando a minha boca e sacudindo a língua para fora. Eu afundo um pouco em seu corpo, em seu beijo. Ele segura meu rosto com uma das mãos até que puxo seus lábios longe, olhando para a minha boca. —Se eu não parar agora, todo mundo vai saber que você foi beijada sem sentido. Ele olha para os meus lábios beijados com orgulho masculino e com nenhum pouco de desculpas. Eu engulo, sem fôlego. Ele desliza a mão nas minhas costas, sob o meu suéter, tocando a minha pele nua. Eu lamento e deixo as minhas mãos em seus ombros um pouco.


Há algo predatório quando ele olha para mim, liberandome apenas quando os pilotos anunciam que estaremos decolando em breve. Ele sorri. —Acalme-se em algum lugar para a decolagem. Tire uma soneca, se você sentir vontade. Eu estou revendo a política no esforço para desfrutar de você tanto quanto possível em Paris. Eu engulo quando com um raio de excitação com a perspectiva corre através de mim, e aceno. Encontro um lugar para sentar e vou para baixo, observando

DC

abaixo

de

nós

quando

decolamos

e

atravessamos o oceano, e por uma razão estranha, sinto-me humilde e indigna de estar aqui voando, com o presidente dos Estados Unidos, que depende de nós para representar o nosso país da maneira que merece. Não tenho dúvidas de que é da vontade de Matt e que ele faz isso sem esforço; ele tem vermelho, branco e azul em suas veias. Eu sou apenas uma garota que costumava trabalhar no Women of the Word, a filha de um senador que queria fazer a diferença, mas nunca sonhou que poderia fazer uma nessa escala. E sou confrontada com as dúvidas que suponho que todos nós enfrentamos, nos perguntando se somos suficientes se tivermos a coragem de sustentar a brilhante ilusão da nossa melhor versão de nós mesmos em nossas mentes. Mas esse é o ponto, não é? Tentar perseguilo, mesmo que isso possa parecer sempre evasivo.


Exceto que este sonho ĂŠ grande demais para eu falhar. Eu quero ser uma grande primeira-dama; eu quero ser uma grande mulher merecedora de um grande homem. O homem que eu amo.


Charlotte

— PRESIDENTE HAMILTON! Nós somos cumprimentados pelos paparazzi franceses que se empilham fora nos degraus do Palace Elysée e dentro dos portões, o presidente e a primeira-dama da França nos esperam com uma grande recepção e nos dão uma excursão pelo palácio. Eu ando ao longo dos jardins com a primeiradama quando os presidentes vão fazer o negócio do estado e falar sobre os problemas comuns que estamos enfrentandoentre eles, ISIS12. Uma vez que terminam, Matt me encontra e um porteiro nos leva ao nosso quarto antes do jantar de Estado que eles estão fazendo em sua honra.

12

Tate of Iraq and Syria, grupo considerado uma organização terrorista.


—Presidente Hamilton, por favor, o nosso quarto mais grandioso.— O porta voz sugere que Matt entre, e acrescenta: —E a primeira-dama,— balançando a cabeça enquanto faz um gesto para eu seguir Matthew, e depois se afasta. Eu sinto o sangue em minhas veias chiar um pouco quando

a

realização

me

bate.

Matt CHARLOTTE PARECE CONFUSA. Ela me segue para dentro e assim que entra, eu chego com um braço e fecho a porta atrás dela. —Um quarto?— Ela pergunta. —Eles não precisam conhecer os detalhes do nosso acordo. Ela faz uma carranca, possivelmente percebendo o quanto estou feliz sobre esta configuração. Estou exausto, mas o pensamento de tê-la só para mim dispara pura adrenalina em minhas veias. Ela mudou de roupa no avião. Está usando uma jaqueta e uma saia da cor marfim e as luvas que enviei. Eu tiro a luva da sua mão direita, expondo seus dedos, e levando para a minha boca. Levo o seu dedo médio entre meus lábios e dentes. Eu gosto dela. Sugando delicadamente. Assistindo os


olhos dispararem e os seios se levantarem à medida que a sua respiração se agarra. —Eu quero você. Diga que você me quer. Você quer isso. Seus olhos estão vidrados. —Diga-me que sente falta disso,— pressiono. —EU . . . Não a deixo encontrar as palavras. Imediatamente removo a outra luva e levanto a mão para a boca. Desta vez deixo cair um beijo no centro da sua palma macia. —Você não sente falta de nada?— Minha voz é rouca da minha necessidade. —Nem mesmo disso?— Eu lambo a palma da mão, em seguida, beijo o interior do seu pulso. Mordiscando e saboreando a sua pele. Suas pálpebras se tornam pesadas. Suas pupilas dilatam enquanto me observa arrastar meus lábios ao longo de toda a pele sensível no interior do seu braço. Contra a sua pele, eu sussurro. —Talvez você só se esqueceu. Talvez a gente precise descobrir se você não se lembra de nada. Nada mesmo. Abro o botão superior da sua jaqueta. Neste momento ela está visivelmente ofegante. Eu gosto disso. Inferno, eu gosto muito.


Meus próprios pulmões parecem limitados no meu peito, e meu pau está inchado e com a capacidade máxima. Um piscar dos seus olhos nessa direção, faz com que ela note. E core. —Eu me lembro,— diz ela, engolindo em seco. Desfaço os dois botões próximos e espalho a sua jaqueta aberta. —O que você lembra, Charlotte?— Minha voz engrossa. Meus próprios olhos se sentem pesados, mas não posso levá-los para longe dela, a partir desta menina, esta mulher, esta senhora. Minha primeira-dama. —Você se lembra disso?— Coloco a minha mão entre as suas coxas, sob sua saia, e acaricio sobre a sua calcinha. Eu a encontro molhada para mim, pronta para mim e sinto meu coração se acelerar. A necessidade de senti-la em volta de mim, de estar dentro dela, fazer amor com ela, fodase essa necessidade de estar dentro dela ferve nas minhas veias. Ela engole de forma audível. Empurro a saia e olho para ela inchada e molhada, a calcinha apertada sobre seu sexo, o tecido úmido, e meus olhos porra magoados. Inclino-me, a minha testa tocando a dela, meus olhos fixos nos dela quando puxo para baixo a sua calcinha até que caiam em seus tornozelos. Ela dá um passo para longe delas, mais perto de mim. Eu insiro um dedo em sua abertura, em


busca das suas profundezas. E Deus, ela é tão confortável. Tão molhada que está me absorvendo até a base do meu dedo. —Você se lembra?— Pressiono, sem fazer nada, mas tocando entre as suas pernas, observando-a ofegar quando deslizo o dedo dentro e quase fora, mais profundo e quase fora. Seus olhos se fechando quando luta com isso, eu luto. Uso a minha mão livre para desfazer os botões de cima da blusa de seda que ela está vestindo sob sua jaqueta, deixando a parte aberta, e desço a minha cabeça. E a minha respiração sopra sobre o seu seio, o movimento destinado a quebrar as suas defesas, fazendo meu movimento novamente. —Você se lembra disso?— Beijo a parte superior do seu peito. Ela inspira e move os quadris para o meu dedo. Eu movo a minha boca para baixo, para o mamilo, e circundo a ponta com a minha língua sobre a seda do seu sutiã, marcando o local molhado. Chupo em minha boca, em seguida, com tecido e tudo mais, e encontro o seu clitóris com o polegar. Eu círculo ele, observando o prazer de levá-la e estou alto sobre ela. Eu estou sobre ela. Alto no ato de dar prazer apenas para ela. —Diga-me você se lembra disso, baby,— cantarolo, desabotoando o resto da blusa. Abaixo o tecido do sutiã para que eu possa tomar essa ponta dura do seu mamilo em minha boca e chupar, chupar como eu preciso. Gemo quando ela estremece e seu corpo amolece contra mim.


Eu levanto-a e coloco-a no painel do lado, abrindo o espaço entre as pernas quando continuo com as minhas carícias, escovando meus lábios nos dela. —Matt, não. . . —Essa não é a palavra que eu quero ouvir. Essa não é a palavra que você quer me dizer, não me diga que você não se lembra disso, quero isso. Você me quer. Ela abre seus lábios e eu deslizo a minha língua para dentro, agarrando a parte de trás da sua cabeça e colocando a minha boca na dela quando eu a beijo. Nunca estive tão gentil e tão áspero com uma mulher ao mesmo tempo. Eu nunca quis fazer amor e foder ao mesmo tempo. Ela me faz querer fazer as duas coisas, fazer todas as formas do prazer, tirando todos as gemido dela, cada suspiro, cada respiração, todos meus, todos meus. Ela move seu corpo e tenta se aproximar, se contorcendo, o lábio inferior preso sob os dentes enquanto ela morde com força para não me dizer. Coloco um beijo em seu lábio superior, suavemente, fazendo-a liberar o lábio inferior, permitindo-me colocar os meus lábios nos dela perfeitamente agora. E ela se abre e eu estou me afogando em seu sabor, o cheiro dela tão doce e puro, que ela tem. Estou aqui por causa dela. Estou tentando fazer o meu melhor por causa dela. Inferno, eu estou tentando fazer mais, ela abriu os meus olhos, me fez perceber


que isso não é suficiente. Eu quero mais. Eu quero isso. Dela. E eu quero fazer direito por ela. Estou determinado a fazer isso acontecer a qualquer custo. Lentamente, hoje, dia a dia, toque por toque, quebrando os seus muros, ela vai ser minha de novo, seu corpo em primeiro lugar, a sua alma, e depois seu coração. Eu não vou deixa-la ir. —Abra-se para mim, baby. Você se lembra como você costumava fazer? Hmm? Diga-me que eu ainda estou aqui,— Imploro,

colocando

a

mão

no

seu

peito,

apertando

suavemente quando esfrego dentro dela. —E aqui. Diga-me, linda. Diga-me C que é para Charlotte, minha Charlotte, gozando em meus braços novamente. Ela goza, respirando rápido debaixo de mim, agarrando-se aos meus ombros como se eu fosse tudo o que a segura em pé. —Oh Deus!— Ela aperta seu rosto no meu pescoço, em seguida, me empurra para trás. Então ri. —Matt . . . você é muito bom neste tipo de coisa. Seduzir e me dar prazer. Eu lambo o meu dedo. —Hmm. Ao seu serviço, senhorita Wells. —Sr. Presidente, você é um sedutor. —Eu sou seu sedutor.


Ela engole, os olhos arregalados. Puxo a saia para baixo e a coloco em pé. —Precisamos ficar prontos. —Eu não posso ir sem calcinha! —Viva um pouco,— eu digo. —Você é uma primeira-dama suja, malvada, impertinente e quente,— levantando-a de volta para o painel para se arrumar, —Abra as suas pernas. Ela faz. Estou testando ela; não há nenhuma maneira do caralho que eu vou deixá-la ir a qualquer lugar sem calcinha. Eu sou fodido o suficiente apenas pelo pensamento. Eu coloco a calcinha de volta em suas pernas, em seguida, a levanto e a coloco sobre seus pés, beijando - vagorosamente enquanto puxo todo o caminho até a sua pequena buceta doce e seu pequeno e redondo traseiro.

Charlotte NÓS ACABAMOS DE TOMAR BANHO - separadamente. Não acho que qualquer um de nós poderia ter o calor de um chuveiro em comum, mas eu ainda estava tão excitada esfregando a bucha sobre a minha pele, pensando em Matt, que me esperava fora do quarto. Visto-me enquanto ele toma banho, coloco um vestido longo azul de tafetá de seda com camadas sobre camadas em sua saia, e eu não tento babar muito quando Matt sai


secando-se, completamente nu, me dando um vislumbre de tudo o que eu adoro e quero e perco quando ele se veste. O jantar de Estado é um assunto luxuoso. Franceses influentes gravitam em volta de Matt. Que tem essa graça sem esforço; ele está em uma sala e parece que não há mais ninguém, e nunca houve, e nunca haverá. Há apenas um encanto natural sobre ele e as mulheres, em especial, parecem não perder. Tenho meus próprios admiradores e tento não ficar com ciúmes, especialmente porque Matthew continua olhando na minha direção, e eu não consigo parar de roubar olhares secretos para ele também. Depois que todos os convidados partem, continuamos conversando sobre bebidas após o jantar com o presidente francês e a primeira-dama. —Vocês dois.— Ele se movimenta em direção a Matt e eu, em seguida, pressiona seus dedos em seus olhos. —Os olhos não mentem, não é? Vocês estão aqui como hóspedes; minha esposa e eu esperamos que vocês estejam confortáveis em um quarto em vez de dois - na verdade, eu acredito que todos os outros quartos no Palace Elysée foram tomados, não foram, chéri. A risada de Matt é baixa e muito masculina. E muito, muito sexy.


—O que acontece em Paris fica em Paris,— o presidente francês acrescenta com uma piscadela. —Eu não me importaria de ter a oportunidade de passar algum tempo a sós com a minha primeira-dama,— admite Matt.

Ele

se

desloca

para

a

frente

e

me

olha

desafiadoramente. —Oportunidades como essas são raras, não é?— O presidente francês dá risada e levanta seu copo. —Para o presidente Hamilton, e sua encantadora primeira-dama. Matt levanta o copo e olha para mim, e eu aperto as minhas coxas juntas e tomo um gole. Só depois que eu arquejo uma sobrancelha. A esposa do presidente francês sorri para mim e bebe seu copo de vinho. Finalmente, após o dia mais longo de sempre, vamos para o nosso quarto. Nós fechamos a porta, e os arredores são tão estranhos, sinto saudades de casa, mas minha casa está diante de mim, mais de um metro e oitenta de altura e viril, e estou afundado em seus olhos escuros e vendo aquele meio sorriso dele enquanto me observa tirar os sapatos. Não sei mesmo o que fazer com minhas mãos enquanto Matt arranca seus botões de punho aberto e os coloca de lado, seus olhos nunca deixando os meus.


Algo sobre esse isolamento - sobre tê-lo só para mim, nesta cidade, parece como um outro momento roubado. Como se estivesse pegando algo que não pertence a mim, mas eu quero muito. —Venha aqui. Tremo ao seu sussurro rouco. Eu sei que ele sente saudades de mim e do meu desejo. Minha saudade por ele. Casa. E quando ele abre os braços, eu vou. Eu me pressiono para o seu lado e enterro o meu rosto em seu pescoço e o deixo me engolir. Deus, eu queria muito isso. —Venha aqui,— diz ele novamente, como se precisasse de mim mais perto ainda. Ele me arrasta para a cama e desliza o braço por baixo da abertura na parte de trás do meu vestido, reunindo-me com ele, as mãos estendidas sobre as minhas costas nuas, todo o meu corpo pressionado contra a volta de Matt no abraço mais protetor que eu já senti na minha vida, que é uma parede de músculo e carne e calor e eu me enterro ainda mais nele, tão perto quanto fisicamente seria possível. Matt aperta em sua espera também. Eu estou tremendo e oprimida. Seu cheiro ao meu redor. Suas mãos nas minhas costas. O peso dos seus olhos em mim. A mão de Matt escovando meu cabelo para trás, enquanto tenta ver meu rosto, embora estou tentando escondê-lo, porque essa vontade de chorar tem que ser o jet


lag. Eu não posso simplesmente quebrar sem razão. Mas enterro o meu rosto em seu pescoço e seguro forte o tecido da sua camisa aberta, tentando obter um controle sobre mim mesma, deixando os movimentos suaves das suas mãos massageando para baixo o comprimento das minhas costas me confortando. —Ainda te amo. —Eu sei.— Sua voz é baixa, grossa e texturizada com emoção. —Eu ainda quero você, não gostaria de mais nada na minha vida. —Eu sei. Venha aqui.— Ele me arrasta sobre ele, me segurando pela parte de trás da cabeça enquanto desliza a sua língua dentro da minha boca e dá beijos e beijos. E beijos. E me beija. Ele molda meu rosto em suas mãos e seu olhar fica nos meus. —Eu te amo. Muito, Charlotte. Tanto que eu não posso deixá-la ir. Tanto que não vou deixar você ir. Eu estive no inferno sem você. Você está em todos os meus pensamentos quando acordo e em meus malditos sonhos. Eu vou lutar para merecer você, para mantê-la ao meu lado. Nunca mais vou cometer esse erro de novo, de pensar que eu não posso mantê-la. Eu vou. Eu sempre vou mantê-la. Você me


entende?— Ele aperta um beijo no meu ouvido e murmura ferozmente, me puxando para trás e olhando profundamente em meus olhos quando segura meu rosto em suas mãos. — Você pode me ouvir, baby? Volto para ele. —Eu não ouvi a primeira parte. Um sorriso cresce lento, de repente, se aprofundando na risada, então ele fica sério. Ele me vira de costas, os músculos ondulando quando sobe em seus braços. Olha para mim diretamente, atentamente, a voz completamente baixa enquanto acaricia seu polegar para baixo do meu queixo, com os olhos nos meus. —Eu te amo linda. —Quanto? Assim?— Eu movo o dedo indicador e o polegar tão distantes quanto posso. Matthew balança a cabeça. —Não?— Pergunto, decepcionada. —Imensuravelmente, baby. Eu te amo imensamente. Ele segura meu rosto em suas mãos e delicadamente me beija, me beija com ternura imensurável, calor imensurável. Amor imensurável.


Charlotte NO CAMINHO de volta para DC, nos beijamos em lazer no quarto do Air Force One. Estou no colo dele, queimando por ele. —Estou com sede de você, com muita sede para ter o suficiente,— ele rosna. Nós nos separamos. Ele corre e me agarra contra ele, e eu o agarro pela camisa e beijo de volta, cru e quente desta vez, fora de controle, os lábios dominantes e com fome, o meu movendo tão rápido, um inferno de calor e um anseio em chamas entre nós. Matt persuade a minha língua em sua boca, gemendo, massageando a minha bunda com as mãos. —Você é minha. Diga que você é minha.


—Sou sua. —Estou cansado de me esconder. Entendo que precisamos levar passo a passo com o público, mas Charlotte, eu quero você na minha cama, eu quero estar dentro de você. São dois passos para o meu quarto, e estaremos arrancando nossas roupas e nada vai ficar entre nós, nada. —Isso é o que eu tenho medo. Eu preciso ter certeza de que posso realmente ser a primeira-dama que o país precisa. —Você não é apenas o seu trabalho, você é uma mulher, e você é a mulher que eu preciso. Ele cobre o meu peito com uma mão e empurra a sua língua na minha boca, mais rápido, mais forte, e eu estou morrendo da maneira como ele parece precisar de mim. Eu pego punhados do seu cabelo, perdida, gemendo e gemendo, nossas mãos correndo umas sobre as outras, nossas bocas loucas. —Em breve,— suspiro. Ele geme. —Eu estou cansado de tomar banho frio. —Eu sinto muito. Estou fisicamente com dor. —Concentre-se no que você está sentido e vai perceber que não está sozinho. Eu sorrio, tremendo de desejo. —Em breve.


Charlotte

MATTHEW VOOU para uma reunião com o primeiroministro do Canadá, e eu vou passar os próximos dias me adaptando à vida na Casa Branca. Olho para os menus no domingo, e digo ao chef que eu realmente não acho que precisamos ter menus extravagantes ou sobremesas fantasiosas em uma base diária, que a torta de maçã simples vai ser suficiente. Ele criou esta versão de uma torta de maçã que é várias camadas, tem um pouco de cheesecake misturando-se com as maçãs e canela, e eu nunca provei nada tão divino na minha vida.


—Eu nunca tinha ido a um restaurante com comida tão boa quanto a comida que você cozinha, Chef. —É o nosso trabalho mantê-la bem alimentada e feliz e é nosso trabalho fazer você e nosso país ficar bem com todos os nossos dignitários estrangeiros. Nós estaremos oferecendo um jantar de Estado para o presidente Asaf em dois meses e antes de sair, Matt disse, — não poupe gastos. Uma das coisas que eu aprendi após entrar na Casa Branca foi que a primeira família paga pelas suas despesas pessoais, incluindo o seu pessoal e alimentos. —Matt, eu sei que sua família tem dinheiro, mas você vai ficar sem dinheiro se você… Ele começou a rir, então me assegurou, —Não poupe gastos. Este é o Estados Unidos da América, e a Casa Branca. É um investimento. —Se manter um orçamento razoável para o jantar de Estado, o Departamento de Estado vai pagar a fatura,— Clarissa

assegurou-me

quando

eu

expressei

a

minha

preocupação com ela, mais tarde. Ocasionalmente

passeio

pela

casa

com

o

curador,

pedindo-lhe para me ensinar sobre a arte e as relíquias. Há tanta história aqui. Tanto o coração e profundidade. Eu adoro isso, mas não vejo Matthew por dias.


Olhei para a minha agenda e tive conversas com a minha secretária de imprensa, chefe de gabinete, e diretor social e estou tentada a trabalhar a minha agenda em volta da sua quando ele retornar, quando Clarissa me diz, —O chefe de gabinete do presidente pediu para ajustar a sua agenda para que você pudesse fazer vários eventos com ele. Eu coro. Ele está tão ansioso em me ver como estou para vê-lo? —Absolutamente; o prazer é meu. Ela e o diretor social, fazem um tipo de olhar um para o outro na malícia. Eu rio. —Eu sei o que você está pensando. —Nós não dissemos uma palavra. —Olha, nós dois estamos realmente interessados em fazer o nosso melhor aqui… —Nós

não

estamos

julgando,

senhorita

Wells,

pelo

contrário. Vocês parecem bem juntos. Eu apenas sorri, sem saber o que dizer. Sinto muita falta dele. Ainda é incrível para mim estar aqui, que nós estamos dando a isso uma chance. Um dia antes de Matt voltar, eu não aguento mais. Eu vou para a ala oeste. —Portia, você poderia me conectar com o presidente? —Eu . . . ele está no Air Force One. Deixe-me ver se consigo.


Depois de um momento, espero ele atender a chamada. —Ei.— Sua voz é rouca. —Sinto muito incomodá-lo - você está ocupado? Oh, eu tenho certeza que você está.— Eu rio e suspiro. —Sinto a sua falta. —Também sinto a sua falta. —Quer jantar comigo na Sala de jantar Antiga amanhã? —Estarei lá,— diz ele sem hesitação. Estou nervosa sobre ir adiante com isso. Preciso dessa conexão. Estou ficando louca por ele. Quero a sua força, eu quero seus braços em volta de mim, quero ele. Só quero ele, e quero

que

ele

saiba

o

quanto é amado por mim.

Matt EU ESTOU nervoso e não consigo tirar vantagem. Estamos voando para casa no Air Force One, com DC já abaixo de nós. Eu tenho que refazer um novo plano para ter a economia rolando novamente.


—Os mercados se recuperaram. O dólar é mais forte a partir do momento em que assumiu o cargo,— Frederickson, o VP, diz, jogando uma bola de tênis no ar e capturando. —Os mercados simplesmente especulam. Precisamos de resultados concretos, para ter a nossa economia na corrida novamente. Onde estamos na nossa conta de educação?— Pergunto a Dale. —Deve ser feito na próxima semana. —Quero que invista em nossa juventude. Educação, e nível superior. Em seguida é a saúde. Mulheres em licença maternidade têm que receber salário igual para que elas possam passar o tempo necessário com seus recém-nascidos. Há muitas pessoas que estão sofrendo lá fora que não foram cuidadas adequadamente. —Sua ligação, Sr. Presidente. —E me traga o presidente da Câmara. Eu quero uma reunião com os líderes democratas e republicanos, existem maneiras que nós podemos fazer este trabalho sem a colocação de mil e uma paredes. Dale confirma e sai, e Frederickson segue para a porta, gritando, —Pegue!— E enviando a bola voando em minha direção. Jack salta antes que eu possa agarrá-la, em seguida, trota e a traz.


—Bom cão!— Frederickson aplaude, impressionado. Eu retiro meus óculos para continuar a ler e pegar Jack cheirando minha xícara de café enquanto coloca a bola na minha mesa. —Não mais, amigo.— Eu viro o copo e deixo lamber uma gota, e eu penso nela, nela balançando o cabelo vermelho, trazendo-me café. Penso nela se espalhando debaixo de mim. Gemendo. Querendo. Ela quer jantar. Eu sei o que ela quer. Eu quero também. Ela queria tempo, preocupada com a mídia. Fui paciente. Mas estou cansado de me preocupar com a mídia. Estou cansado de ser incapaz de levá-la em público. Eu estou porra cansado de esconder a única coisa que valorizo pessoalmente ao lado do meu trabalho e meu país. Sim, eu estou ansioso para o jantar. A única coisa que tenho fome é dela.


Charlotte

OUÇO O Marine One muito antes de ver o helicóptero descer sobre o gramado sul da Casa Branca. Quero correr para as portas como Jack faz quando Matt está fora e ele fica em casa, mas em vez disso eu me forço a caminhar delicadamente descendo as escadas e indo lá fora. Matt desce do helicóptero e Jack corre pelo gramado, enquanto espero nos degraus, sorrindo enquanto Jack salta para me cumprimentar. Eu acaricio a sua cabeça, os olhos firmemente bloqueados para o homem alto e distinto cruzando o gramado em minha direção. Ele está usando seu casaco de gabardine sobre seu terno, e o vento está soprando sobre o seu cabelo fazendo amor com cada polegada dele.


Seu passo é proposital enquanto se dirige para a frente. Jack espera do meu lado, o rabo balançando de um lado para o outro. Nossos olhos se encontram. Eu apenas sorrio e começo a ir para dentro, e dois passos dentro a uma boa distância dos agentes que se movem, ele me envolve nos seus braços e minha vontade de esperar até depois do jantar derrete um pouco. Ele acaricia a mão pela parte de trás da minha cabeça. —Eu senti a sua falta,— ele sussurra no meu ouvido. Ele derrete um pouco mais. Sua

força

se

infiltra

em

meu

corpo.

Ele

atinge

profundamente dentro de mim, até a medula dos meus ossos. Se estivéssemos sozinhos, eu o puxaria em um lugar para sentir suas mãos em mim. Sentir seus olhos em mim. Sentir a sua pele sob meus dedos, sua língua movendo-se sobre a minha novamente. —Eu também. Jack late feliz. Matt recua, mas não antes de eu ter um vislumbre do calor que acende em seus olhos. —Não aqui,— diz. Eu inspiro para a paciência. Ele sorri, pega meu queixo, e olha direto nos meus olhos. —Vá para o meu quarto.— A promessa.


Minha respiração torna-se irregular e nervosa. —E o jantar? —O que eu quero está aqui, e eu não estou esperando mais um momento para tê-la. Agora deixe-me cuidar de algo e eu estarei lá. Vou para o meu quarto e pego uma camisola transparente que comprei em Paris, a minha única compra lá. Um baby dool branco com uma parte no meio e um laço para amarralo. Eu comprei com a esperança de que um dia ele veria? Disse que era para mim, mas agora eu não tenho tanta certeza. Coloco sob o meu casaco, e eu estou ciente do Serviço Secreto parado nas proximidades, cruzo para o seu quarto. Fecho a porta, me trocando rapidamente em seu grande banheiro e indo direto para a cama, porque minhas pernas parecem líquidas e instáveis. Seu quarto é um pouco maior do que o meu e sua cama cheira a ele. Suspiro e me delicio com o cheiro quando ouço a maçaneta girar e a porta fechar. Meu sorriso feliz sobre estar em sua cama se desvanece quando meus cílios se abrem, e os meus olhos começam a subir pelas poderosas, pernas longas, quadris estreitos, e uma camisa branca, desabotoada no topo. Ele. Já está. DURO.


Ele está olhando para mim com diversão incrível, seus olhos dançam, o cabelo espetado como se tivesse estado muito inquieto. Inquieto a caminho de casa. —Sempre cheia de surpresas, não é, Charlotte,— diz em voz baixa. Olhando meu baby dool. Não consigo mais respirar. Estou envolvida pelo poder e confiança que ele exala, pela qualidade penetrante do seu olhar, pelo sorriso do sexo masculino que ele usa. Torcendo meus lábios enquanto me sento apoiada em meus braços, eu timidamente sustento o seu olhar. —Você gosta do meu presente de boas-vindas para casa?— Mexo no laço amarrando o meu baby dool junto. Estamos tão alto com a falta um do outro, eu encontro a adrenalina torcendo e enrolada de forma invisível no quarto. Ele atravessa o quarto, estendendo a mão para segurar o meu braço e me ajudar a levantar. Me puxando e está me achatando contra a parede lisa do seu peito. Outro puxão no meu cabelo solto puxa minha cabeça para trás. O suspiro que me deixa só serve para separar meus lábios, e ele está lá. Seus

lábios

estão

lá,

escovando

o

meu,

sempre

tão

primorosamente. Sua respiração escorrendo calorosamente em minha boca.


—Eu gosto do presente,— diz, tocando o laço no topo da minha camisola, —embora eu não tenha aberto ainda inteiramente. Ele puxa o laço, liberando. Desejo por ele treme em minhas veias. —O fato de que eu estou quase nua não significa que estou pronta para dormir com você. Ele abre partes do baby dool. —O fato de que eu lhe pedi para vir para o meu quarto não significa que eu estive pensando sobre você. Mas eu quero que ele pense em mim. Porque não posso parar de pensar nele. Eu deslizo as mãos na frente da sua camisa. —Não?— Balanço meus quadris contra ele. Ele puxa o tecido da minha camisola de um ombro. — Não.— Ele se inclina para baixo, os lábios se movendo em toda a curva do referido ombro. É incrível o que ele faz para mim. Ele me toca e todos os meus sentidos sintonizam com o local que ele está tocando. Seu perfume me intoxica e os seus lábios são a coisa mais cruel que eu já encontrei. Meus olhos se fecham, e o ângulo da minha cabeça vai para trás, agarrando seu cabelo. Está penteado para trás quando está em público, mas adoro a


forma como fica espetado quando está passando os dedos por ele. Puxo sobre ele e trago a sua cabeça para cima e ele ri baixinho, pega meu rosto em uma mão, e pressiona a boca firmemente - firmemente, decididamente - na minha. Estou em queda livre, e seus olhos estão brilhando com luxúria e desejo antes dele pegar a minha boca em um beijo mais duro. Nossas línguas emaranhadas, sua língua forte, molhada, com sede. Eu não consigo parar de abrir a sua jaqueta, sentindo os músculos sob a camisa. Perfeitamente delineados. Cada vez que nos beijamos parece como a primeira vez, mas desta vez parece que é a única vez. Quando eu desabotoo a camisa e vejo o broche da bandeira em sua jaqueta, lembro-me de uma diferença enorme que ele está fazendo, o quanto pequena eu sou em comparação com os milhões de pessoas cujas vidas ele está afetando. —Matt, eu talvez não tenha previsto que as pessoas pudessem ouvir... —Eu não vejo ninguém aqui, apenas eu e você,— diz e o menino que ele realmente é está olhando para mim. Eu tenho tanto desejo que estou tremendo.


Ele rosna como se estivesse pensando a mesma coisa, levanta-me, e suas mãos estão agarrando a minha bunda. Minhas mãos instantaneamente se enrolam ao redor dos seus ombros. —Deus, você é muito sexy e uma coisinha quente. . . Eu não me canso de você.— Ele morde e puxa meu lábio, então encaixa a boca perfeitamente na minha novamente. Ele tem cheiro delicioso. De Colônia, e meu estômago cai com borboletas quando puxa e rasga a minha tanga. —Matt—, digo, assustada. —O quê?— Ele sorri, me pressionando contra a parede, me preparando para que ele possa aliviar a mão entre nós para acariciar meu sexo nu entre nossos corpos. Gemo, empurrando meus quadris contra ele. Agarra meu peito e aperta meu mamilo. Ele suga, me fazendo tremer. —Oh Deus. —Eu não posso ter a primeira-dama contra a parede, onde estão as minhas maneiras? —Oh Deus, apenas faça.— Agarro o seu cabelo e puxo o seu rosto para o meu, beijando seu queixo enquanto ele me leva para a cama e me coloca no centro, inclinando-se sobre mim. Eu tremo debaixo da sua mão quente à direita ao longo da minha barriga.


Seus olhos estão em cima de mim, me levando para dentro. Seus lábios percorrem os meus de novo, quente e sedoso. Separo os meus lábios e ele mergulha a sua língua dentro. Ele geme e permite que nossas línguas brinquem por um tempo, enquanto suas mãos deslizam de cima para baixo em minhas curvas, lentamente, sem pressa, como se pudesse comandar o tempo para nós, e agora temos todo o tempo do mundo. Ele volta para tirar a camisa e olha para mim. —Deus, você pertence na minha cama. Olhe para você. Eu engulo, parte rindo e parte gemendo. Estou desesperada por Matt, mas estou nervosa por ter relações sexuais com ele novamente. Estou nervosa porque isso significa muito, é tão gigantesco. Ele sabe como me sinto sobre ele, e estive esperando por esse momento por tantas noites solitárias, sentindo falta dele. É a primeira vez que estamos juntos depois que ele disse que me ama. —Eu estou nervosa,— suspiro. Ele está de volta com calma, lentamente encolhendo os ombros fora da sua camisa, revelando os seus músculos gloriosos. —Por que você está nervosa? —É só isso . . . Você é o presidente. Eu sinto . . . —Não fique nervosa. Eu ainda sou o mesmo.—

Sem a

camisa, mas com as suas calças, ele chega para espalhar os


braços por cima da minha cabeça e traçar as mãos pelos meus lados. Balanço meus quadris, gemendo. Ele inala um longo suspiro, seus olhos capturando os meus. —Tão linda.— Ele pega a parte de trás do meu pescoço e me puxa para a frente, parecendo perder o controle, esmagando meus lábios abaixo do seu tão duro e com tanta paixão que a minha cabeça está girando. Eu o agarro para apoio e arquejo contra ele, meus seios estão doloridos quando esfrego os meus dedos ao longo das costas do seu pescoço forte. Matt tira o cinto e desabotoa, então ele retira suas calças, e eu suspiro, sua dureza surgindo livre. Quando ele espalha seu corpo grande em cima de mim, gemo e alcanço ele, fora de controle, e Matt inclina a cabeça para os meus seios e as pontas endurecidas dos meus mamilos, colocando a língua para fora para lamber um, depois o outro, lentamente circulando a sua língua em volta dos bicos. Ele aspira, deslizando a mão entre as minhas pernas, em minha abertura. Seus dedos se movem dentro de mim, primeiro um, depois dois, e eu arco e gemo de prazer. —O que você quer, linda? —Eu quero você,— ofego.


Ele se inclina para baixo e chupa meu ombro, me puxando mais perto. —Eu estava morrendo para chegar dentro de você. Não consigo esquecer como me sinto quando me movo dentro de você, você se perdendo debaixo de mim. Ele segura as minhas pernas mais abertas. —Matt,— digo, meu tom sério. E seus olhos se arregalam em questão. —Eu parei de usar a pílula, uma vez que. . . Bem, eu fui para a Europa e . . . Ele estende a mão para sua mesa de cabeceira, e depois rasga um pacote com os dentes. —Não se preocupe. Minha equipe é muito hábil em se certificar que o seu presidente tenha tudo que ele precisa. Sorri quando rola a borracha e eu fico mais úmida apenas olhando para ele. Ele me acaricia entre as minhas pernas, então coloca o dedo molhado em sua boca enquanto agarra seu pênis com a mão livre e provoca ao longo da minha entrada. Gememos juntos, beijando sem restrições enquanto ele enrola as minhas pernas em volta dele, sua voz mais rude a cada segundo. Ele me penetra, sua ereção mais espessa do que nunca, me empurrando em pedaços. Gemo baixinho e enfio as


minhas unhas ao longo das suas costas e eu empurro o meu quadril para mais. —Leve-me, isso mesmo, Charlotte. É isso mesmo, me leve, linda.— Ele começa a empurrar para dentro e para fora com vigor, seus músculos ondulando sob as minhas mãos, sua respiração rápida e forte quando define um ritmo. Grito, tão alto que tenho medo que o segurança do lado de fora possa nos ouvir, mas não me importo, e nem Matt. Ele solta um gemido fundo e puxa as minhas mãos sobre a minha cabeça, me fodendo mais e mais profundo, fora de controle e como se quisesse enterrar-se permanentemente dentro de mim, como se ele quisesse nos fundir em um só. Eu quero ele como uma dor física. Eu não posso parar de deslizar as minhas mãos sobre os braços, os ombros, o peito. Ele rosna, —Venha aqui,— e me beija. Duro e com um propósito. Ele começa a me bater com força e me enchendo saboreando o gosto dele novamente, o cheiro dele. Ele suga o meu peito novamente, e eu o levo, encontrando cada estocada com uma sacudida dos meus quadris em apelo silencioso para mais. Ele retarda o ritmo e puxa para fora, em seguida, esfrega meu clitóris sob seu polegar. Eu rosno e ele empurra o dedo médio dentro de mim, me observando. —Tão, confortável, tão molhada e gananciosa.— Ele remove o dedo, pronto para me encher novamente.


Enrolo as minhas pernas mais fortes em volta dele e levanto a cabeça e pressiono a boca na dele enquanto ele empurra para dentro. E então ele está em toda parte. Empurrando profundamente, tocando o meu coração quando se retira e faz novamente. Eu lamento, ele geme. Ele é o homem que eu amo e está me fodendo como se quisesse me dizer isso, com traços fortes e deliberados que me alongam quase até que eu não possa suportar. Posso sentir na forma como se move, o jeito que ele me toca, me morde, lambendo, que eu não era a única a morrer por isso. Ele me dá um beijo - explodindo o núcleo que me faz voar e eu chupo a sua língua e uso minhas coxas para trazê-lo mais perto, a respiração explodindo ao mesmo tempo em que arco para chegar cada vez mais perto. Ele empurra mais forte, mais profundo, os nossos olhos segurando, nossas bocas se esmagando, nossas mãos se tocando, nossas línguas se degustando, nossas respirações apenas o suficiente para se manter. Eu ouço os sons lisos dele me penetrando, estou tão molhada, e ele é tão grosso e duro e se movendo tão rápido, nossos corpos se esforçando para chegar ainda mais perto. —Tão bom. Tão bom que já quero fazer isso de novo. —Sim,— digo.


A visão está embaçada com a necessidade. Minha boca vagando seu peito e pescoço e seu queixo duro, o restolho que está raspando meus lábios quando eu o beijo. Eu estou tremendo, necessitada, vulnerável, e ele é, oh, tão sexy. Sinto-me sobrecarregada quando ele está dentro de mim, como se eu fosse estourar a partir do que estou sentindo, conectada com ele, somente com ele, este homem que nunca se entregou a ninguém e está hesitante em deixar alguém. Que me faz querer pegá-lo. Ele empurra para dentro de mim novamente, e o estrondo dos sons deixando sua garganta me dizem que ele está tão pronto para gozar como eu estou. Nós fodemos mais devagar agora, mas com a mesma paixão. Meu corpo está confortável em volta dele e o apertando, agarrando-o para mantê-lo dentro de mim. —Deixe-me vêla,— diz ele. —Venha foder para além de mim.— Ele olha para mim e me beija, comandando meus lábios enquanto esfrega a minha língua com a sua e esfrega meu clitóris com o polegar quando se empurra profundamente contra meu ponto G. —Goze. Eu começo a apertar em volta dele, e no momento em que começo a me debater, ele aperta os músculos e arca de volta, e rosna de prazer quando goza comigo.


Eu estou muito fraca para me mover por alguns minutos. Matt vai se limpar, depois volta e me puxa para seus braços. Ele fuça meu pescoço, e eu o aperto mais perto quanto posso. Oh Deus, eu não posso chegar perto o suficiente. Eu inalo o cheiro dele e aperto os braços em volta do seu pescoço, ouço-o rir baixinho contra o topo do meu cabelo, sua respiração me faz cócegas. Nós ficamos lá por alguns minutos, nus. . . Saciados . . . E emaranhados um no o outro e nos lençóis. A camada de pelo no peito de Matthew é muito tentadora para os meus dedos. —Eu provavelmente deveria sair,— sussurro contra a espessa coluna da sua garganta enquanto acaricio o seu peito e me forço a parar. —Uma coisa é a equipe especular sobre nós entregando-nos a uma rapidinha, e outra bem diferente será nós começarmos a passar a noite juntos. Pego as minhas roupas quando Matt rola em suas costas e cruza as mãos atrás da cabeça, com uma carranca no rosto. —Deixe eles. Deixe os rumores começarem. Nós não vamos confirmar nada até querermos.


Eu hesito por um momento. Um momento. Então balanço a cabeça. —É muito cedo. Eu sei que todo mundo está pendurado por fios, querendo ver como as contas devem ser passadas nos próximos meses, essas devem ser as notícias manchete. Seus olhos fazem fuga sobre minhas costas nuas quando começo a me vestir, em silêncio, ainda franzindo a testa. —Eu vou dar-lhes o suficiente para falar. Eu tenho mais do que um projeto de lei nas obras; só preciso ter certeza que as partes irão cooperar. Mas Charlotte,— acrescenta quando vou do outro lado do quarto, levantando uma sobrancelha. —Nós estaremos visitando um ao outro todas as noites. Eu mordo o meu sorriso, com uma sensação difusa no meu estômago. —Sim, Presidente Hamilton.— Sorrio e silenciosamente

abro

a

porta,

atravessando o corredor para o meu.

saio

do

seu

quarto


Charlotte

EU SOU TÃO MALVADA. Pegando o presidente durante a noite e sendo uma primeira-dama dedicada durante o dia. Saio da escola elementar em Virgínia com um uma rajada de vento e um bando de jornalistas, alguns dos quais foram realmente autorizados a entrar na sala de aula enquanto eu lia livros para as crianças, e disse-lhes como a leitura melhorou

a

minha

vida

dramaticamente,

dando-me

conhecimento das coisas que eu gostava e aquelas que queria mudar no mundo, também. Uma menina com tranças cacheadas fofa mencionou que ela queria crescer para ser eu, ri, mas disse-lhe que tinha


uma ideia melhor - que ela iria fazer muito melhor sendo ela mesma do que sendo qualquer outra pessoa. Não consigo parar de pensar nisso, quando entro na traseira do carro do Estado para a Casa Branca. Sento com Stacey ao meu lado. Eu amo o quanto eficiente ela é, sempre sussurrando em seu microfone, abrindo e fechando as portas, esculpindo um caminho para mim. —Minha vida costumava ser um pouco mais normal,— digo a ela, olhando para fora da janela na Casa Branca quando as portas são abertas para nós. —Você trabalha na Casa Branca por muito tempo? —Quatro anos. Eu estava na equipe da primeira-dama anterior. —O que se pode esperar da vida de uma primeira-dama? —A realidade é um pouco mais confusa do que o show de câmeras. Mas . . .— Ela faz uma pausa. —Diga-me,— eu dou uma pausa. Ela parece hesitar, como se perguntando se estaria ultrapassando o limite, mas suspeito que meus olhos ávidos e sorriso a incentiva a falar livremente. —Sr.ª Jacobs não era tão calorosa, com as pessoas como você é. Eu penso nisso um momento.


—Você é uma dessas pessoas. Eles gostam disso. Você e o Presidente Hamilton. Ambos são.— Ela balança a cabeça respeitosamente, em seguida, acrescenta: —Muitos de nós, especialmente

as

mulheres,

sonham

encaixar

no

seu

sapatinho de cristal. Tendo a atenção do presidente jovem e atraente. —Matthew, não.— Eu me corto, em seguida, digo: —Então os rumores já começaram. —Todo mundo está esperando que, desde que ele a nomeou e você está agindo como a primeira-dama.— Ela ri, em seguida, diz: —Nós respeitamos ele. E você. A Casa Branca não é apenas um local de trabalho; já cuidamos de famílias inteiras por um longo tempo. Famílias. O pensamento dessa maneira me pica no coração e me faz pensar em uma família com o presidente do meu país, o homem que eu amo, como seria. —Obrigada por me dizer isso. Ela sorri. Ela tem sido a minha sombra, juntamente com outros membros do Serviço Secreto, e eu estou sempre humilde e quase desconfortável com a dedicação que eles mostram. Aprendi que falam em códigos e, especialmente, usam códigos para Matt e eu. Stacey também é solteira aos quarenta e quatro anos, come uma dieta rica em proteínas, e tem olhos para Johnson, outro membro da minha equipe do Serviço Secreto.


O resto da semana eu gasto fazendo planos com Clarissa. Adoro visitar lugares e ter a oportunidade de falar e interagir com todos, mas eu também noto as pessoas olhando para a minha equipe e com um pouco de reverência. Sempre que eu menciono o presidente, seus olhos se estreitam e parece que acabei de mencionar Deus. Eu quero que saibam que o presidente não é apenas seu líder motivado e inteligente, mas um ser humano assim como eu. Se há uma coisa que eu sei, é que o trabalho da primeiradama é determinado pela própria primeira-dama. Estive pensando

em

minhas

antecessoras,

no

que

elas

são

lembradas e me perguntando o que eu vou tolerar como primeira-dama. Jackie Kennedy transformou a Casa Branca em um mostruário da evolução do estilo e gosto da América. Ela era um ícone da moda, equilibrada e elegante, e foi a primeira a trazer um curador para a Casa Branca. Eleanor Roosevelt foi um rojão em seu tempo. Ela falou sobre os direitos civis e os direitos das mulheres, e até hoje ela é provavelmente a mais poderosa primeira-dama que já atuou. Na época, não havia repórteres do sexo feminino que foram impedidas de coletivas de imprensa na Casa Branca. Mas

Eleanor

segurou

suas

próprias

conferências

de

imprensa, voltada para as repórteres do sexo feminino, por sua vez, forçando os meios para contratá-las.


Outras primeiras-damas foram colocadas em reuniões de gabinete. Muitas delas foram recepcionistas, planejando os jantares do estado, mas a maioria tem feito muito mais. Empurrando para termos escolas sem drogas. Melhorias na saúde e nutrição. Então eu me sento com Clarissa e digo a ela que quero definir o papel da maneira como me sinto capaz de fazer, que eu quero representar o presidente com a mesma vitalidade que ele exala, me mantendo ocupada e ativa, tendo uma presença na Casa Branca e em muitos estados quanto possíveis, e não apenas ter agendado palestras e visitas a escolas, hospitais e locais de trabalho, mas convidando os cidadãos até a Casa Branca também. Descobri o tempo em que estive aqui tão emocionante, tão inspirador.

Gostaria

que

mais

pessoas

tivessem

a

oportunidade de estar tão perto de toda essa história e o coração pulsante da América. —Discuti com o presidente o fato de que eu quero que esta casa seja aberta ao público. Eu quero ficar em contato com as pessoas. Também pretendo pedir-lhe permissão para resolver pessoalmente algumas das cartas que chegam à Casa Branca. Clarissa está acenando rapidamente, tomando notas. — Além disso,— diz ela, —eles querem saber mais sobre você. Seu trabalho não é oficial; a imprensa quer saber quanta influência você tem, se o presidente te escuta. Eles querem


saber mais sobre a sua primeira-dama. Lola está organizando algumas entrevistas aqui na Ala Leste. Os nervos me atingem, mas esta é uma oportunidade para lançar luz sobre as coisas que me interessa, não me concentrar em mim. Então, eu concordo. —Excelente!— Diz Clarissa.


Matt

O DIRETOR do FBI entrega os arquivos. —Aqui está, Sr. Presidente. Eu era um fã do seu pai. Eu, como o resto do país, sofri uma grande perda quando ele foi tirado de nós tão cedo. Eu sabia que você iria querer ter isso. —Tudo está aqui? —Cada coisa, senhor. —Eu vou ler sobre isso hoje à noite. Espere ouvir de mim em breve. —Sim, senhor, presidente Hamilton.


Charlotte

O RESTO da semana passa em um frenesi de visitas, entrevistas e planejamento do próximo jantar de Estado. Matt está ainda mais inundado com trabalho do que eu estou, mas posso vê-lo fazer algum esforço para criar algum tempo para me ver, e isso não só me toca, me faz realmente desejar que ele saiba que eu o apoio no que ele está fazendo para o nosso país. Só isso de estar perto dele e saber que ele quer estar comigo tanto quanto eu quero estar com ele, é suficiente. As contas que ele está tentando que aprovem não são fáceis,

marcarão

mudanças

permanentes

em

nossos

programas de educação, saúde e energia. Ele tem o sólido apoio da Câmara, mas o Senado vai votar em breve, e você nunca sabe como vai ser.


Um dia depois do jantar, nós levamos Jack para uma caminhada ao longo dos jardins da Casa Branca. Estava congelando lá fora, mas eu estava enrolada em um casaco e usava um boné, amando assistir a névoa da respiração de Matt no ar enquanto conversávamos sobre o nosso dia. E como ele não parava de cutucar o meu nariz avermelhado divertidamente, usando o sorriso mais lindo. O

caminho

de

volta

para

a

Casa

Branca,

foi

estranhamente silencioso. —Eu nunca vou parar de me sentir intimidada quando ando em volta desta casa,— digo. —É um privilégio que deve ser levado a sério. —Você sabe quando eles dizem que estas paredes poderiam falar? Estas paredes realmente podem. Cada peça de arte nas paredes. Cada relíquia. Continuamos em silêncio. O alvoroço habitual do dia tinha se acalmado, mas ainda estava no ar. O elétrico desenrolar da história dentro destas paredes. Havia nascimentos e mortes, festas e luto. Passamos o retrato de JFK, olhando para baixo, humilde e carismático, e o retrato do pai de Matt, em um longo corredor com tapete vermelho. Matt olhou para o hall, seu olhar quente quando pegou na minha emoção. —Este edifício levou dezessete anos para ser


concluído. Washington concebeu a ideia dele, mas nunca teve a chance de avançar. Vejo quando nós caminhamos que ele está querendo mais. —Foram quase queimados na guerra de 1812, quando os britânicos invadiram a capital. No meio da noite, as tropas inimigas jogaram dardos em chamas através das janelas, colocando o sótão em chamas, e as chamas começaram a queimar através do chão, em seguida, o piso principal caindo no porão. Olhe isso agora.— Ele piscou. —Sim, isso é a América. Você cai, você se levanta de volta até mais forte do que nunca.— Ele brincou com meu queixo. E eu ri, corando toda, e assenti. —O

retrato

de

Washington

no

Oval?

Os

soldados

saquearam a casa, mas a primeira-dama na época, Dolly Madison, rasgou a moldura e o salvou. —Se a casa está em chamas, eu estou pegando o seu retrato. —Eu quero um seu. —Matthew! —Eu quero dizer isso,— disse, em seguida pega a minha mão e me leva lá em cima para o quarto dele, Jack deitando aos nossos pés e caindo no sono no momento em que estávamos nus, debaixo das cobertas. Matt estava me


desenhando com as pontas dos dedos, lentamente, me dizendo que parte minha queria imortalizar na pintura. Matt estava enterrado sob contas e negociações pelos últimos dias. Eu, também, tenho ficado ocupada, mas então espero pela noite, perguntando se Matt vai encerrar o dia cedo ou não, ele tem trabalhado tão duro que a assessoria de imprensa

da

Casa

Branca

está

sempre

repleta

de

informações. Não há notícias que não seja sempre referente à Casa Branca. Matt está levando a campanha do alfabeto absolutamente riscando cada. . . única . . . palavra. Como prometido. Há presidentes e existem presidentes, mas não tivemos um como este em um longo, longo tempo. E exatamente como este? Nunca. Nunca estive tão ocupada na minha vida também, mas quando o espero com meus músculos doloridos do dia ... sofro por ele e nosso tempo sozinhos. Gostaria de saber o que está fazendo e se eu vou cair no sono antes que ele chegue, como eu tenho, nas últimas três noites, ou se vou estar acordada quando ele entrar no meu quarto e tomar cada polegada minha que almeja ser tomada novamente. Amanhã temos a nossa primeira noite fora, uma noite beneficente para a Purificação da Água em todo o país, com várias celebridades presentes. Embora já fizesse três dias desde que fizemos amor, percebi que Matt quis dizer isso quando me disse que estaria pagando uma visita noturna.


Toda manhã eu acordo com a sensação de ter sido observada à noite e o cheiro dele no meu travesseiro. Na noite passada, eu estava dando um passeio lá fora para limpar a minha cabeça quando seu melhor amigo de Harvard, Beckett, chegou. —Será que o presidente ainda está na Ala Oeste a esta hora? Balancei a cabeça. —Uau.— Ele franziu a testa. —Ele não respondeu às minhas chamadas. Qualquer razão que ele seja tão obcecado em ter tudo feito agora? —Ele disse que faria. Ele quer fazer seus primeiros cem dias inovadores e definir o tom para o resto deles. —Ele está inspirado por você,— disse Beckett, piscando e indo mais. —Eu estou indo arrastá-lo para fora do escritório, levá-lo para uma corrida. —Bom. Leve Jack com você, ele está inquieto com a chuva e enfiado lá dentro. Eu não acho que ele receberia um chute fora da política da maneira como Matt faz. Suas palavras permanecem comigo. Faço algo para inspirar Matthew, realmente? Eu sei que ele está conduzindo para ter sucesso, que herdou um reino quebrado que deve emendar, pontes


queimadas entre as partes que ele tem que reconstruir, tudo ao mesmo tempo navegando para a política complicada de DC, envolvendo uma infinidade de jogadores, bem como peças de um jogo de xadrez lobistas, a Câmara, o Senado, tudo ao mesmo tempo mantendo em mente os objetivos, a vontade e o bem-estar das pessoas. Quando eu conheci o seu pai, o presidente Lawrence Hamilton, me senti tão inspirada. Mas nada na minha vida jamais me inspirou tanto, da maneira que assisto Matt fazendo o seu trabalho. Então decido que esta noite, em vez de esperar no meu quarto, vou visitá-lo no Salão Oval quando ele estiver de volta da sua corrida e as salas estiverem tranquilas.

—O QUE É ISSO?— Pergunto, assustada e confusa sobre a expressão de Matt. Eu vim visitá-lo no Salão Oval. Estava com os pés descalços, e o encontrei atrás da sua mesa, trabalhando com a luz de uma luminária. Pensei que estava sendo atrevida quando fui até sua mesa e tentei me sentar no topo dela. Quando fiz, algo soltou por baixo, e Matt pegou em sua mão, uma vez que começou a cair para baixo.


Era um lenço. Uma echarpe rosa, que parecia estar escondida em algum tipo de compartimento no escritório do seu pai. Agora eu tenho uma sensação de mal-estar no estômago, quando nós dois olhamos para o lenço rosa na mão de Matt. Meus lábios tremem quando um tremor de gelar os ossos percorre minha espinha. —Isto não pertence à minha mãe,— diz Matt. Eu não posso nem pensar nisso. Estou muito chocada em ver uma coisa tão frágil no Oval, e me sinto como uma espécie de voyeur, como se Matt e eu só tivéssemos pego o seu pai fazendo algo proibido. A

expressão

de

Matt

é

uma

mistura

de

raiva

e

incredulidade. —Sinto muito.— Eu saio e pego a sua mão. —Você quer… —Eu preciso de um pouco de ar. Matt se levanta e sai da sala, e depois de um momento, ouço os agentes correndo atrás dele, e estou sozinha nesta casa, com meus pensamentos sombrios e minha mente cheia de preocupação. Matt volta pouco depois. Ele parece ter limpado a cabeça, pois pega o telefone rapidamente.


Matt chama meu pai. Ele era um amigo do seu pai por muitos anos, e acho que ele confia que tudo o que discutir com o meu pai nunca vai sair da sala. Nós sentamos com ele na sala de estar adjacente a Oval quando Matt faz perguntas sobre seu pai. —Mas você nunca soube dos seus interesses fora da política e da Casa Branca? —Eu sabia ou suspeitava que algo mudou no ano anterior que ele foi morto. Ele sorria mais, ele viajava mais. Ele parecia ter uma nova vida injetada. —Isso teria a ver com uma mulher? —Possivelmente. Eu não sei com certeza. Sempre achei que ele estava percebendo que estava perto de servir como presidente, e seria capaz de fazer compensar a sua família agora. —Obrigado, Robert. Matt parece calmo, mas apenas alguém que o conhece verdadeiramente pode detectar a tensão pulsando em seus ombros. —Charlotte, eu gostaria de falar com seu pai sozinho por um momento. Sorrio quando olho em seus olhos tranquilizadores, balançando a cabeça em silêncio, enquanto vou e abraço o


meu pai. —Obrigada, pai.— Beijo o seu rosto e ele acaricia a minha mão quando a coloco sobre seu ombro, observando-me com orgulho quando saio. Algo sobre a forma como Matt pede me faz formigar. Gostaria de saber se ele vai dizer ao meu pai sobre nós. Parece em caráter que ele gostaria de deixá-lo saber que há algo entre nós, antes de, eventualmente, avançar e enunciar. Dois minutos mais tarde, tenho certeza que ele lhe disse algo sobre nós, quando meu pai sai, ele tem uma centelha de malícia nos olhos enquanto acena em adeus. Matt entra em contato com o FBI em seguida. Ainda estou abalada com as coisas. Quando Sigmund Cox chega ao Salão Oval, Matt me pede para ficar. Quando ele entrega a echarpe os seus olhos turbulentos estão bronze e encontram os meus, e eles parecem nítidos e metálicos, frios como eu me sinto. Eu sei o que significa esta conclusão. Como decepcionante poderia ser - imaginar que seu pai, possivelmente, teve um caso quando ele era presidente. Especialmente considerando que ele negligenciava sua mãe e filho. Pelo país, era uma coisa, mas por outra mulher? Depois de explicar a Cox o que encontramos, Matt desliza os arquivos do FBI sobre a mesa. —Quero que o caso seja reaberto e eu quero um investigador nessa tarefa especial trabalhando vinte e quatro horas sobre este assunto. Eu quero informação real sobre


este assunto. Quero por menores. Detalhes. Também quero que isso seja altamente secreto. Ninguém além de você, nós nesta sala, e o investigador especial devem saber.


Charlotte

DURMO naquela noite em seus braços no quarto Queens, pensando em seu pai, sabendo que ele estava nos pensamentos de Matt também. —O que disse a meu pai quando você pediu para falar com ele sozinho?— Sussurro. —Que

eu

estou

apaixonado

por

você,—

disse

simplesmente. Agora passa das 18:00 da tarde seguinte, quando soube por um dos membros pessoal da residência que o presidente enviou o vestido pendurado no meu camarim. Jack se apressa animadamente no meu quarto como se ele pretendesse denunciar a Mattew o que eu achava do seu presente. É de tirar o fôlego.


De um designer norte americano em ascensão que vai conquistar o mundo, é um vestido com rendas e lantejoulas altamente detalhado e com apenas a quantidade certa de transparência para dar um vislumbre de pele nas minhas costas e ombros. Eu me visto com cuidado e olho para mim mesma no espelho para me certificar de que pareço quase tão boa quanto a primeira-dama representando o nosso país deveria. O vestido dourado cai aos meus tornozelos, brilhando como uma joia, e eu deixo meu cabelo vermelho solto em meus ombros. Pego um xale que coincide um pouco com o vestido e saio para o corredor. Matt está de pé no final do corredor, com as mãos nos bolsos da sua calça, o paletó levantado nas costas por causa da sua posição enquanto olha pela janela para os jardins. Quando confrontada com a perfeição da figura alta, vestida de preto, sua postura enfatizando a força das suas coxas e a magreza dos seus quadris, suas calças pressionando em sua bunda por causa das suas mãos estarem presas em seus bolsos. Respire, Charlotte! Forço meus pulmões para trabalhar em uma respiração; e como se me sentisse ele se vira. Um olhar de surpresa passa em suas feições, seguido por uma fuga lenta dos seus olhos para baixo do meu vestido.


Jack vem para ele e Matt acaricia o topo da cabeça do seu animal de estimação enquanto trata de sentar ao lado dele, e ainda assim toda a sua atenção parece estar em mim. Seus olhos estudam meu rosto como se fosse memorizá-lo. Como se ele tivesse se esquecido. Eu o olho cobiçando também. Estando lá com seu cão, ele já

me

mataria.

Mas

em

um

smoking?

Eu

estou

completamente perdida por esse cara. Ele veste o smoking como usa a presidência. Com a graça, confiança e tanta facilidade, ele parece ter nascido destinado tanto para a presidência quanto para o smoking preto ônix. Ele parece diabolicamente belo. Seu cabelo está penteado para trás e oh, como eu amo cada polegada esculpida do seu rosto. Ele é o primeiro a mover-se, erguendo as mãos dos bolsos, os olhos queimando, inalando visivelmente sua inspiração e esticando o tecido desse smoking preto. A descrença como um soco de desejo de ter todo esse homem, seu amor e seu nome e seus bebês, bate-me quando ele se aproxima. Eu estou olhando para ele caminhar para mim pelo corredor da residência da Casa Branca, ambos prontos para participar de um jantar social. Meu primeiro evento público com ele. Preciso de um momento, ou mil momentos, para me ajustar a esse novo papel.


Matt continua avançando, a cada passo os olhos me beijando, seus lábios ondulando em um sorriso agradecido e sedutor. —Você está pronta?— Ele estende a mão. Concordo com a cabeça e olho para a mão, a mão que eu tenho segurado tantas vezes, e que me segurou. Deslizo os dedos para baixo no comprimento da sua mão, e ele agarra e me leva até a escada com ele. Pego meu vestido e levanto para evitar tropeçar na bainha à medida que descemos, observando quando Jack limita baixo e anuncia com uma ordem feliz para o resto do serviço secreto que já chegamos no térreo. Matt olha em frente para nossa equipe em espera quando nós vamos para a saída das portas do Pórtico Norte. —Não é a minha primeira vez com a mídia. Eu deveria me acostumar em me sentir exposta. —Não fique nervosa. Você vai explodir cada pessoa na sala à distância. Eu paro nos meus pés, olhando para Matt. Matt, recentemente regado, absolutamente equilibrado e digno no smoking. Ele

parece

cada

bocado

completamente confiante.

o

presidente.

Legal

e


—Você não parece surpreso,— digo. —Fui educado na arte de controlar as minhas emoções. Confie em mim. Estou encantado.— O calor em seus olhos chia quando ele olha para mim, e sua voz engrossa, fazendo meus joelhos vacilar debaixo do meu vestido. Seu olhar arde quando chega para dobrar meu braço na curva do seu e me levar para baixo nos degraus da Casa Branca e para o carro à espera. —Comporte-se,

Jack,—

Matt

adverte

com

um

levantamento de suas sobrancelhas quando Jack senta-se na porta e nos observa sair. Subimos no carro presidencial do Estado e vamos no meio do caminho com uma linha de carros pretos nos cercando na frente e atrás. É uma sensação surreal estar andando em uma carreata com ele. O tamanho da equipe necessária para protegê-lo está na casa das centenas. Vinte e seis carros viajam com a gente, incluindo assistência médica, motocicletas e imprensa. Sei que snipers são plantados na rota, caixas de correio removidas para evitar explosivos. É uma sinfonia de mestre perfeitamente orquestrada de centenas de jogadores, todos circulando em torno do presidente e a segurança dele. Estou muito consciente das pessoas olhando de relance para os nossos carros quando nós passamos, que me leva um momento para tomar consciência de Matt me observando.


Ele parece impressionante em seu smoking e ele cheira tão bem, seu perfume me deixando tonta. Sua presença, a proximidade dele, seu olhar. Aperto as minhas coxas juntas sob o meu lindo, reluzente vestido de Cinderela,

querendo

ele.

Querendo

ele

tanto,

não

fisicamente, mas emocionalmente. Eu almejo as nossas noites sozinhos, conversando. . . Na

Casa

Branca,

tantas

pessoas,

mordomos,

empregadas domésticas, porteiros, arrumadores, mais a equipe na ala oeste, me pergunto se nunca vou ser capaz de ter a coragem de fazer mais do que apenas entrar em segredo em seu quarto. Ou o deixar entrar no meu. Encontro o seu olhar. —É uma sensação completamente surreal. Seus lábios sorriem, e ele olha para mim um momento mais. —Vamos sair como um casal esta noite. As palavras saem baixa, mas firme provocando um tremor na espinha. Lembro-me de centenas de noites durante a campanha, sem dormir, querendo-o. Lembro-me quando ele ganhou. Que eu fui para a Europa. Que

estou

vivendo

na

Casa

Branca

com

ele,

mais

apaixonados do que nunca. E que nós estamos indo devagar. Lento.


E absolutamente, primorosamente devagar, Matt desliza a mão por baixo da queda do meu cabelo e coloca um beijo na minha testa, em seguida, minha boca. É um beijo suave, fugaz, mas deixa uma sensação de queimação quando se afasta. Ele olha para os meus lábios beijados com um orgulho masculino e nem um pouco de desculpas. —Estou cansado de mantê-la nas sombras. Eu quero que todos saibam que você é minha. Mas sei que o que estou pedindo é para você se tornar ainda mais pública, e possivelmente sob análise. Vou esperar por tanto tempo quanto nós precisarmos, mas estou pronto para passar isso adiante, Charlotte. Eu engulo. —Eu quero mais do que tudo,— suspiro. Ele desliza a mão sobre a curva do meu ombro, tocando a minha pele nua quando nós saímos para o evento. —Eu só tinha essa esperança de que. . . se eu provasse a mim mesma como uma primeira-dama primeiro, antes de anunciarmos nossa relação para o mundo. Eu não tenho tanta certeza que quero fazer mais.— Encontro o seu olhar. Há algo predatório sobre a maneira como ele está olhando para mim. —Mas eu sempre quis estar apenas com você. Sem as preocupações de esconder,— admito.


—Assim. Fique comigo. A chama ardendo em seus olhos me aquece no meu núcleo, e eu me ouço dizer: —Parece-me que se nós levarmos isto lento, há uma chance melhor para que os cidadãos se ajustem à ideia de você ter uma namorada na Casa Branca. —As especulações estão funcionando já amor. Metade do país vai ficar preocupado que você esteja me distraindo a outra metade estará emocionada. Não importa. Eu quero você. Eu quero você indefinidamente e, eventualmente, baby,— ele segura o meu queixo —Você precisa se dar conta de que o fato do homem que você está apaixonada é o presidente, e você ajudou a colocar-me aqui. Eu ri, e ele sorri também. Seu olhar quente me acaricia e me aquece até a medula dos meus ossos. —Quando nós não podemos estar juntos, eu sinto falta do seu cheiro. A maneira como você olha. A maneira como você se sente.— Seus lábios se curvam, e ele segura meu rosto em suas mãos quentes e se inclina para sussurrar no meu ouvido: —Estou encantado por você. E assim será para cada pessoa que olhar para você esta noite. Não que eu esteja muito feliz com isso. Estou corando da cabeça aos pés, tão completamente que nem sei o que fazer comigo mesma. —Você é tão para a frente, Sr. Presidente.


Ele ri, em seguida, libera um gemido profundo e fala perto do meu ouvido. —Pense no que eu disse. Vamos falar sobre as suas preocupações neste fim de semana. Engulo novamente. —Isso soa bem. Ele balança a cabeça, me largando somente quando estamos a poucos segundos de chegar ao jantar beneficente. O carro do Estado estaciona, e eu me sinto enjoada do estresse da minha primeira aparição pública. Matt sai do carro, e eu ouço as pessoas esperando lá fora. Alguns suspiram, outros sussurram, em seguida, a imprensa começa a rugir. —PRESIDENTE HAMILTON! SR. PRESIDENTE! Matt olha para dentro do carro e estende a mão para me ajudar. O abrandamento não o cobre. Eu não tenho certeza se é porque é a nossa primeira noite fora, ou se as coisas vão ser sempre assim, mas colo um sorriso no meu rosto, embora o impulso mais forte que eu tenho agora é evitar as câmeras. Pego a sua mão de apoio, deslizando meus dedos nos seus quando coloco os meus pés na calçada e fico, cega pelos flashes. Deslizo meu braço na curva do dele e o sinto dobrá-lo ainda mais apertado quando me guia para dentro.


UMA LINHA de pessoas ansiosas para recebê-lo se forma instantaneamente dentro do salão. Eu estou ao seu lado, encontrando os amigos dele, celebridades. Ouvindo-os jorrar em cima de Matt é divertido, e eu estou impressionada com a facilidade com que ele entra no seu papel de presidente o quanto facilmente ele os possui. A maneira como ele sorri para as pessoas, às vezes dá um tapa nas costas de um homem quando eles apertam as mãos, mostra quão acessível ele é, quão aberto, humano e honesto. Mesmo em um smoking, você não pode perder a onda de músculo sob o casaco e camisa quando ele se move, agitando as mãos, sendo recebido por todos na sala. Faz as pontas dos meus seios doer contra o tecido do meu vestido. E vestindo um vestido que ele enviou para eu usar, me faz sentir tão sexy, como se ele estivesse me dizendo de alguma forma. Depois da conversa que tivemos no carro, sabendo que ele quer seguir em frente e fazer isso oficial provoca um incêndio entre as minhas pernas sempre que os nossos olhos se encontram. Reprimindo um arrepio quente, faço minhas pernas se movimentar e me misturar, fazendo-me acessível também, tentando me dizer isso é como a minha mãe faria. E isto é como a mãe de Matthew também faria...


Saúdo embaixadores, deputados, senadores. Do outro lado do salão, Matt me observa, e posso ver a admiração em seus olhos enquanto eu trabalho na sala. Em algum momento durante a primeira hora, eu o sinto antecipadamente, passando por mim, sua mão no meu ombro escovando, e ele me diz: —Olhe para você trabalhando com isso,— sua voz rouca de desejo. —Eu sei as regras deste jogo,— digo levianamente. Ele levanta as sobrancelhas. —Você? Baby, eu inventei este jogo.— E assim quando ele sai para saudar uma multidão na entrada, sussurra em meu ouvido: —Eu te beijaria agora, mas como eu disse antes, não faço coisas pela metade, especialmente com a minha mulher. E nos separamos novamente, engolidos pela multidão. —Mas fiquei surpreendida quando o presidente Hamilton anunciou você. Você é tão, tão jovem,— uma das mulheres idosas, de um juiz me diz, me olhando de forma restritiva. Engulo nervosamente, me sentindo julgada. —Eu sou jovem,— digo. —Mas você não pode sempre medir a maturidade em anos. Sou completamente dedicada tanto ao presidente quanto ao meu papel. Eu me afasto, e só depois é que posso perceber o que eu disse.


Estou totalmente dedicada ao presidente. . . Eu me pergunto se ele sabe que estou fazendo o meu melhor para ser grata e educada, me colocando lá fora, isso é difícil para mim. Me encontro com dificuldade para respirar, meu vestido me apertando, eu o procuro entre a multidão. Ele ainda está sendo perseguido por uma dúzia de pessoas que se aproximam dele para dizer olá. Um anseio por algo mais normal rouba a minha mente, e de repente entendo totalmente o próprio desejo de Mattew para a normalidade, crescendo do jeito que ele fez. Sei que sempre que eu o ver pelos seguintes quatro ou oito anos, este será o caso. Toda vez que sair em público, este será o caso, ele será o sol de todos os planetas do nosso universo gravitando ao redor. E as mulheres? As mulheres estão em toda parte. Eu as assisto jogar-se para ele e fico com um sentimento de afundamento na boca do estômago. É interminável. E, claro, elas querem ele. Ele é Matthew Hamilton. Não só o solteiro mais quente que você já viu, mas o homem mais poderoso do país. Estou a agindo como a primeira-dama. Pensei que era uma boa ideia deixá-lo fazer seu trabalho, e eu o meu, antes


de qualquer coisa sobre o nosso relacionamento pessoal sair. Talvez eu esteja apenas tentando me acostumar com as câmeras, tentando ter certeza que as pessoas vão me aceitar. Eu odiaria ser a estagiária que o presidente transou – qualquer cenário poderia aparecer, e uma parte de mim tem a esperança de que se eu ganhar o respeito como uma primeira-dama, eles vão me aceitar, sem perguntas. Posso estar me iludindo. A imprensa adora petiscos e pequenos pedaços. Eles podem deleitar-se em mim em um segundo, e como Matt disse antes, as pessoas vão pensar o que eles querem pensar. Eu queria que eles achassem que ele está disponível. Agora eu estou tão ressentida com a situação. Sentindo as minhas bochechas corar com a frustração e um desejo de respirar, simplesmente, me viro em busca de uma zona segura. Neste exato momento, não posso fingir o papel com tantos olhos em mim, enquanto todos os olhos do sexo feminino estão sobre ele. Eu me sinto um pouco doente do estômago perguntando se eu realmente posso fazer isso, estar com alguém como ele, amar alguém como ele, até essa altura para fazer algo desta magnitude. Vou para fora, observando Stacey se mover através do salão para onde estou indo.


—Eu só quero um pouco de ar,— explico. Ela fala em seu microfone e abre a porta para mim, e sou grata que ela me dá espaço quando vou para baixo no longo terraço, na medida do possível, para a picada do vento frio. Estou agitada e preciso de algum espaço. Estou tentando me recompor lá fora, e meu coração quase voa para fora da minha garganta quando ouço a sua voz profunda atrás de mim. Não tinha ouvido ele se aproximar. Ele é furtivo assim; ele vem para você sem você saber e antes que perceba, ele está em toda parte. Te enlouquecendo em todos os lugares. Em seus sonhos, em todos os seus pensamentos, mesmo em frente de você, tão grande, bonito e musculoso e elegante e intocável. Sua voz em causa, é baixa. —Você percebe que eu nunca vi você chateada antes. Eu engulo. —Eu sei . . . sei que eu lhe pedi para ir devagar. Isso tudo está me fazendo sentir ciúmes, e me perguntando se eu posso fazer isso.— Inspiro e procuro as palavras. —É muito difícil compartilhar quando nós encontramos tempo para estarmos juntos. . .— Eu me viro para encará-lo. Há um silêncio. Matt olha para mim. —Você não precisa. Não precisamos complicar isso, Charlotte. Engulo.


—Você

estava

trabalhando

no

salão

como

uma

profissional, e eu nunca vi nada tão bonito na minha vida. Inspiro e vou para a frente, então escovo os meus dedos em toda a volta dele. —Vale a pena. Eu faria isso mil vezes para você,— digo, e eu quero dizer isso. Aperto os dedos, dando um passo em direção ao salão quando ele abre a porta. —Eu quero sair. Em breve. Estarei pronta. Eu quero você. Quero estar com você. Eu quero isso. Quero que todos saibam que eu quero,— corro quando nos deixo ir. As pessoas nos veem - indo para dentro, e minha respiração pega quando Matt-Matthew Hamilton - desliza os dedos em volta do meu. Eu quase empurro quando um raio de luz atravessa meu corpo no punho suave, mas firme. Oh meu Deus do caralho. Empurro os meus olhos para os dele, pedindo em silêncio, o que você está fazendo? E seus olhos estão brilhando quando olha para mim, como se esperasse o meu choque. E ele diz, —Dança comigo. —O quê?— Eu estou tão atordoada, tudo se afoga e desaparece, exceto o homem diante de mim, seus olhos escuros me persuadindo.


Um Deus, realmente. Minha garganta parece como se eu tivesse uma bola de fogo em algum lugar enquanto tento fazer isso funcionar. Observo a filha do Procurador-Geral, modelos e atrizes, todas olhando de relance, e eu não posso ajudar, mas provocá-lo quando sinto que o ciúme persistente me atinge novamente. —Tem certeza de que quer dançar comigo? Você tem centenas de admiradoras esperando você pedir. Seus olhos brilham com diversão. —Acontece que eu admiro apenas uma.— Sua voz mergulha enquanto ele puxa a minha mão. A diversão é perdida no calor cru fervendo com paixão ardente. —Venha aqui, Charlotte. Eu começo a tremer nervosamente, mas ele me puxa para ele e para a pista de dança. Estou em pânico, e também superada com pequenas bolhas

de

excitação

nadando

em

minhas

veias.

Nós

começamos a dançar. Tudo nele me envolve quando flashes de câmeras e as pessoas nos veem nos movendo ao redor da pista de dança. Ele me segura muito próximo, e protetor. Meu corpo ganha vida com o seu toque. Excitação nada em minhas veias. Não é o sentimento apropriado para sentir aqui, dançando com o presidente, mas não consigo evitar. Eu o quero perto. Eu quero senti-lo dentro de mim. Quero que ele me lembre que de todas as mulheres bajulando ele, eu sou a


única que ele ama, mas, ao mesmo tempo, quero me afastar, tenho muito medo do que estamos fazendo. De sair para a luz para que todos saibam. Ver. Que Matt e eu. . . —Esta não é uma boa ideia,— suspiro, consciente das pessoas assistindo com espanto e emoção. —Eu não me importo. —Matt-Sr. Presidente.— Protesto, na esperança de que o profissionalismo vai mudar o visual da propriedade em seus olhos. Eu estou olhando ao redor para uma rota de fuga, embora eu mal posso mover as minhas pernas. Nossos corpos se escovam enquanto nós dançamos, com as pernas duras tocando os lados da minha, seus bíceps protuberantes em volta de mim quando a música toca em volta de nós. Ele simplesmente sorri. —Você disse uma vez que talvez não se importasse de estar ao lado do presidente,— diz ele. Minha libido fica louca sob aquele sorriso. Suas palavras me enlouquecendo, me seduzindo. A proximidade da sua boca na minha orelha fazendo meu coração passar mal. —Isso foi antes,— sussurro preocupada. Ele capta meu olhar com um poderoso. —Antes de você se apaixonar por mim, ou depois?


Nós prendemos nossos olhares quando a canção termina. —Antes que você fizesse isso que, todo mundo está olhando,— digo, em pânico. —Bom. Ele está sorrindo enquanto me mergulha para trás para o final da canção e esmaga a sua boca com a minha, com um pouco de língua.

—EU NÃO POSSO ACREDITAR QUE você fez isso,— digo a ele em nosso caminho de volta. —Você não pode?— Pergunta rindo baixinho. —Se eu ficasse on-line agora, aposto que existem mil e um rumores, histórias e similares em circulação. —Eu não estou nem um pouco interessado no que eles dizem. Nem você deveria estar.— Ele me puxa para a frente. —Nós somos adultos. Você é a minha primeira-dama. Podemos estar juntos, Charlotte. Nós estamos, e precisamos encarar a música, independentemente da melodia. Nós vamos passar por isso. Há um silêncio. Matt segura meu rosto e puxa, sorrindo. —Tudo o que eles sabem de fato é que eu te beijei. A


mensagem implícita é clara, você é minha. Estou saindo com você, e você está me namorando. O que me lembra, eu quero levá-la para sair. Estive com ciúmes só pensando em você sozinha com alguém. Eu fico com ciúmes de todos os homens lá fora, que pode estar com você, segurando a sua mão e beijando o seu rosto. Agora sou eu. . . — Ele aperta seus lábios nos meus. —Você não tem nada para ter ciúmes.— Zombo. Ele me agarra pela cintura e me levanta para seu colo, seus olhos brilhando com calor e possessividade. —Nem você. Eu vi você hoje à noite. Você estava corada, com ciúmes das mulheres me cumprimentando. Mordo o meu lábio. —Você é . . . sua fantasia absoluta. É claro que eu estou com ciúmes. Você é a sua fantasia e minha. Ele olha para mim mordendo meu lábio, e eu solto. —Você parece ignorar o fato de que sou tomado. Fui levado por algum tempo. Inclinando-se para alisar a língua sobre o lábio que eu mordi, Matt desliza a mão sob a saia do meu vestido, tocando no interior das minhas coxas, com as pontas dos dedos. Minha respiração fica na minha garganta quando ele acaricia a mancha de umidade na minha calcinha. Seus olhos piscam quando ele percebe que estou molhada.


—Levante seu vestido. Quero sentir mais de você. Começo a levantar meu vestido nas minhas pernas quando ele pressiona seus lábios nos meus, abrindo para que possa esfregar a língua na minha enquanto enfia um dedo dentro de mim. —Deus, você é viciante. Quem você quer aqui, linda?— Ele geme, encontrando-me embebida no interior. Eu lamento em sua boca e coloco meus braços em volta do seu pescoço, empurrando meus quadris para fora para seu toque. —Você. —A quem isso pertence?— Ele mergulha sua língua na minha boca e move o dedo dentro e fora, dentro e fora, me deixando louca. Louca de ciúmes, de desejo, de desejo. —Você. —Isso é certo.— Ele sufoca meus gemidos com a boca.


Matt

LOLA JOGA UM JORNAL NA MINHA MESA NA MANHÃ SEGUINTE.

A

MANCHETE

DIZ,

BEIJO

DA

DÉCADA:

PRESIDENTE HAMILTON E A PRIMEIRA-DAMA CHOCAM O PÚBLICO COM UM BEIJO QUE VAI ENTRAR PARA OS LIVROS DA HISTÓRIA! —Nós precisamos conversar sobre Charlotte. —Não, nós não. —Criamos um milhão de novos postos de trabalho com o seu novo programa de energia limpa e tem sido ofuscado por seu pequeno truque.— Ela gagueja quando percebe o que ela diz. —Sr. Presidente. Respeitosamente.— Ela balança a cabeça. —Você poderia ter me avisado,— sussurra.


—Não, Lola, eu não podia.— Eu me inclino para trás e ligo os dedos atrás da cabeça. —O fato de que os nossos milhões de empregos não fazem a notícia de primeira página não diminui o fato de que estamos criando novos postos de trabalho. Esse número vai parecer brincadeira infantil em alguns meses. Relaxe.— Eu lambo o meu polegar e folheio uma das páginas na minha mesa. Ela exala. —Vou

dar-lhe

atenção,—

acrescento,

parando

um

momento. —Eu vou me casar com ela. —Com licença? —O que eu disse. Obrigado, Lola. O nosso país está quebrado. Jacobs foi um presidente fraco. Então, muitas minorias têm sido ignoradas. O problema no Oriente Médio está sendo travado com força total. Tenho outra merda para fazer do que me preocupar com a mídia. Ela está com os olhos arregalados e assustados. —Como vou lidar com a imprensa? —Eles não precisam ser manipulados. Vou cuidar disso quando chegar a hora. Faça algumas ligações. Certifique-se de que tenham algumas características sobre o que estamos fazendo. Além de eu beijar a primeira-dama.— Sorrio.


Ela sorri de volta, então parece pegar isso e balança a cabeça. —Sr. Presidente. E ela se desculpa, enquanto olho para o título. Há uma foto de Charlotte em meus braços, as mãos nos meus ombros, ela está me empurrando para trás, mas, oh, a boca estava definitivamente abrindo sob a minha. Lola queria um aviso? Eu nem sequer tive um eu mesmo. Quero adorar esta garota. Queria deslizar as minhas mãos por todo o seu corpo. Centenas de mulheres estavam tentando

chamar

a

minha

atenção,

e

a

única

que

permaneceu na última noite foi ela. Eu realmente não tinha planejado fazer uma cena. Perder a minha merda. Estou acostumado a ser rigidamente controlado. A culpa está em todas essas expectativas. As expectativas para eu continuar como Hamilton, o mundo inteiro descansando em meus ombros. Com ela, parece que ela me quer sendo nada mais do que eu sou, nada menos. Todas as pessoas estão fazendo perguntas, como a minha postura se encontra. . . não Charlotte. Eu sei que ela secretamente adora quando eu perco o controle, e eu perdi muito bem na noite passada. Eu fui com isso. Eu queria aquela boca. Queria que todos eles a visse, em meus braços. Minha, minha, minha.


Esta menina tem me visto, cada lado de mim, e ainda olha para mim como um sol. Ela está em causa; ela queria que eu fosse com calma. Agora sinto que posso fazer qualquer coisa além. Meu pai lançou a minha mãe para as sombras, e mantendo Charlotte perto e longe. . . não posso fazer isso. Eu quero ela no centro das atenções, comigo. Como a minha Primeira-dama, não se sentindo como um segredo: a verdadeira esposa. Ela merece mais do que pensa que merece. Quero mais para ela. Quero mais para mim. Sim, eu quero ela mais do que nunca. Sua paixão, sua bondade, seu realismo, a sua capacidade de rir. . . dela. Estou acima da minha cabeça por esta garota. Uma vez eu pensei que não poderia fazer as duas coisas, governar um país quebrado e tê-la. Mas agora eu sei que vou morrer tentando fazer as duas coisas. Esse é quem eu sou. Eu sou o presidente e um homem. Ela é a garota que eu amo e a mulher que eu quero passar minha vida. Realmente, nada pode ser tão simples como isso. Deixo de lado o jornal da Lola despejado na minha mesa, em seguida, olho para o meu relógio para verificar a minha próxima reunião apenas quando Portia anuncia, —Sr.


Presidente, o Sr. Cox do Federal Bureau of Investigation está aqui para vê-lo. Estou fechando o botão da minha jaqueta quando Cox entra, estendendo a mão em saudação sobre a minha mesa. —Cox,— digo, reciprocamente. Nós dois sentamos. —Seguimos

através,

verificando

a

echarpe

para

impressões digitais e traçando as impressões em uma loja na área de DC. A proprietária confirmou que a esposa do presidente era uma cliente da sua loja e que o presidente eleito frequentemente ordenava-lhes escolher seus presentes para ela. —Ele tinha isso para dar à minha mãe. Jesus.— Eu raspo a mão sobre a minha mandíbula quando a frustração me rói crua. —Estamos seguindo cada segmento não importa quão pequeno seja,— Cox me assegura. Eu nivelo um olhar a ele. —Faça isso.


Charlotte

DEPOIS DO beijo da década, nós estamos assistindo TV na noite seguinte quando Matt sai do chuveiro, com uma toalha sobre seus quadris. Ele se parece com um Deus encarnado em uma barraca de chocolate humano, cabelo escuro e café expresso comestível. Eu não posso acreditar que ele me beijou. Com língua. Na frente de centenas de pessoas e, ao que parece, o mundo inteiro. —. . . atordoados quando o presidente Hamilton beijou a primeira-dama na pista de dança. A imprensa da Casa Branca respondeu à pergunta na mente de todos durante a coletiva de imprensa

desta

manhã.

O

Presidente

Hamilton

está

namorando a senhorita Charlotte Wells? A postura oficial da Casa Branca é essa.


Está tudo acabado. Tenho uma centena de chamadas hoje. Alan chamou também, sua decepção evidente em sua voz, considerando que ele uma vez, talvez queria ser o único a me namorar. —Você está namorando o presidente dos Estados Unidos? Kayla: —Eu poderia ter morrido quando vi a foto! Eu estou perdendo tudo o que está acontecendo! Charlotte! Conte-me tudo! E minha mãe: —Eu não sei o que dizer. Seu pai e eu. . . — Ela parecia chorosa. —Você ama ele? —Você sabe a resposta para isso, mãe. Por que mais eu estaria aqui? Eu nem sempre sonhei encontrar a coragem de tentar um papel tão grande se não estivesse ligada ao Matthew. —Então, isso é tudo que importa. Eles não podem ter o suficiente dele. Não o público, e não os nossos amigos e familiares. Matt disse que Beckett ligou e disse simplesmente: —Vá, senhor! Eles absolutamente não podem ter o suficiente da história. Matthew desliga a TV quando cai na cama, onde eu fico esperando, tão pronta, tão ansiosa, gravitando em direção a ele quando chega com um abraço poderoso.


Posso sentir, a eletricidade entre nós, a conexão muito forte para negar, sempre lá, crepitando, chicoteando em volta de nós, puxando-nos cada vez mais perto, mas nunca perto o suficiente. Fazemos amor feroz. Ele me diz como bonita eu sou, como especial, o quanto ele me quer. Estamos suados e satisfeitos, meu corpo zumbindo na sequência, quando há uma batida na porta. Matt pula da cama e desliza em suas calças. —Sr. Presidente.— É a voz de Dale Coin. Matt abre a porta e eu puxo os lençóis para cima, mortificada e com medo de ver o olhar sombrio no rosto de Dale. —Houve

uma

situação.

Seis

dos

nossos

membros

tripulantes foram feitos reféns na Síria. Com as pálpebras abaixadas, Matt lança um olhar dominante para mim. —Eu voltarei. —Matthew. . .— Eu começo, apenas não sabendo o que dizer. Seus olhos encontram os meus duramente enquanto ele desliza em sua camisa. Uma faca de dor e preocupação para o nosso povo fica presa na minha garganta. Matt sai pelo corredor, e me visto


de forma rápida e vou para meu próprio quarto, onde eu passo, ritmo, a ritmo a rezar. Vejo isso no noticiário. A dura realidade de cada catástrofe que acontece com os Estados Unidos da América muito perto agora. Tão perto. Tão real. Estas são as nossas pessoas. Meu país foi atacado. Meu pessoal. Ser a primeira-dama não é apenas dar entrevistas, ter belos vestidos. É todo o resto. Eu não tenho certeza que estou preparada. Que a pequena bolha de uma vida perfeita que os meus pais me criaram por ser a sua única filha me preparou para isto: viver isso tão de perto. É difícil manter a minha esperança viva quando vejo a bandeira americana queimando na televisão e que as forças rebeldes na Síria têm acesas. Os caminhões de armamento explodindo e trazendo as nossas tropas. Eu quebro e choro, e finalmente caio no sono, apenas para acordar com a minha porta do quarto sendo aberta. A silhueta de Mattew enche a porta.


O que quer que ele ordenou fazer, estava feito. Eu posso ver isso em seus olhos. E uma parte de mim não quer saber se vai levar mais vítimas, ou qual é a situação exata. Estou assustada. Estou magoada pelo nosso país. Estou sofrendo por meu presidente. Ele começa a andar para frente, e eu fico com as pernas bambas, o impulso de abraçá-lo e tê-lo me abraçando muito forte, mas a dor parece tão forte. Ele puxa a fita frágil segurando a minha camisola fechada. —Você está bem?— Eu sussurro. Sua mão pausa; ele olha para mim. —Você quer conversar?— Pergunto. —Não,— diz. Deslizo meus dedos até o queixo, os restos da barba abrandando os meus dedos quando me levanto na ponta dos pés e o beijo. Nenhuma língua, apenas um beijo. —Eu não sei o que posso fazer. O país inteiro está chorando. Sinto uma dor como eu nunca tinha experimentado, como se a dor do mundo inteiro fosse minha agora. —É. É nossa.— Seus olhos seguram os meus. Meus pulmões se parecem como rochas; nenhuma quantidade de ar é capaz de enchê-los.


—Deixe-me apenas. . . — Olho para mim mesma, certa de que meus olhos estão inchados e pareço uma visão. Quero ficar bonita; quero que ele se perca em mim. Quero que ele pegue tudo o que ele precisa. Vou para o banheiro. Inspiro e coloco água no meu rosto, escovando o meu cabelo. Tento ficar bonita para ele. Tiro a camisola. Tirando para ele. Saio, e ele se foi. Prendo um roupão e vou para fora do meu quarto. Ele está sentado no Salão Oval, a cabeça entre as mãos, olhando cegamente para baixo em alguns papéis. Entro e ele levanta a cabeça, e eu abro o meu robe. —Se você acha que não pode lidar com o que você tem para me dar agora, você está errado,— digo, a minha voz cheia de emoção. Sua mandíbula começa a apertar quando tiro os braços das mangas do que estou vestindo. Ele vem na minha direção e eu jogo o robe aos meus pés. Ele me pega quando me aproximo, me colocando na sua mesa, espalhando as minhas pernas abertas, e me lambendo. Ali. Eu gozo. Eu gozo.


Um gemido de êxtase desliza pelos meus lábios quando empurro sob a sua boca, gozando com a boca pressionando mais apertado e mais profunda em mim, Matt bebe o meu orgasmo como um homem faminto. Desisto com um grito suave. Matt se levanta e olha para mim, suas pupilas dilatadas de modo que mal posso ver a cor dos seus olhos. Ele me levanta e me cobre com o meu robe. E vamos para os degraus lá fora. —Senhor,— o Serviço Secreto diz enquanto caminha adiante. —Eu tenho ela,— diz ao agente e o porteiro que caminha com ele para o quarto todos os dias quando ele também se levanta para ajudar. Ele faz um gesto para que eu siga. A equipe que nós passamos no caminho? Eles sorriem sob seus olhares, é tarde demais, me preocupo que isso vai explodir em um frenesi na mídia. —Meu

quarto

é

nesse

caminho.—

Aponto

quando

chegamos a residência. —Nós não estamos indo para o seu quarto. O porteiro abre a porta do quarto de Matt, e Matt agradece. —Vá para a cama, Bill-estamos bem aqui.


A porta se fecha atrás de nós quando ele me coloca na cama. Eu me ajoelho e o beijo, queimando por ele. Ele tira rapidamente e olho para ele. Toda essa força. Seus braços musculosos com cabelos sedosos e, escuros que funcionam ao longo das costas dos seus antebraços. O rastro macio de pelos no peito e a linha afinando sob as suas calças. Meu olhar seguindo a seta de cabelo do seu umbigo até o pau por baixo. Ele rasteja na cama em cima de mim, seu corpo pairando sobre o meu, e nós estamos olho a olho. Ele arrasta a língua ao longo da costura dos meus lábios. Eu choramingo. —Diga-me que você me quer. Sua ereção é pesada contra meu abdômen enquanto agarra meu quadril com uma mão e meu rosto com a outra. Ele mergulha sua língua na minha boca com um molhado movimento poderoso lento. —Diga. —Eu quero você,— suspiro, arqueando abaixo dele. Ele desliza a mão do meu rosto para baixo. Na minha garganta. No meu decote. Através do meu umbigo. Baixo.


Para o meu sexo. E me penetra com dois dedos. Seus traços se apertam com paixão crua. Um gemido vibra até o peito. Um gemido apenas como aquele que vibra o meu próprio peito. Eu tremo debaixo dele. Ele me olha por um momento, os olhos escurecendo pelo segundo quando ele pega o seu pênis e brinca com a cabeça em minha entrada molhada. Eu estou esperando por ele, ofegante. Querendo. Ele balança para trás e, em seguida, começa a me encher, não com um golpe rápido, mas de modo lento e deliberado com os seus quadris que me faz consciente de cada polegada dele entrando em mim, cada polegada me possuindo. Ele me enche sem camisinha, sem nada, apenas ele, como se ele não pretende deixar uma polegada minha não reclamada, não virginal ou vazia. Ele me enche como se estivesse em casa. Ele fica tenso quando está totalmente dentro, e geme quando meu corpo agarra avidamente - meu canal segurando seu comprimento quente, não querendo deixá-lo ir. Nós dois estamos lutando pelo controle, levando lento, com o corpo tremendo com sua necessidade. Eu balanço meus quadris e ele faz o mesmo, um rosnado baixo estronda


até seu peito enquanto ele levanta a cabeça dos meus seios e me beija, me beija como se eu fosse tudo o que há agora, tudo o que ele quer. —Você é tudo, tudo de bom e puro e certo,— diz em minha boca. Ele me agarra pela cintura e puxa para fora apenas para impulsionar, tão profundamente que eu o sinto em meu coração. —E você é tudo que eu quero.— Suspiro, e ele desliza as mãos sob a parte inferior das minhas costas e me agarra pela bunda, segurando-me lá quando começa a me bater com mais força. Ele abaixa a cabeça. A testa pairando acima da minha. Batendo dentro de mim. Meu corpo começa a se apoderar de mim atingindo meu auge. Seu duro, corpo musculoso se movendo em cima de mim sem piedade agora. Lágrimas de prazer queimam em meus olhos quando Matt conduz inexoravelmente dentro e fora, dentro e fora observando-me agora, observando-me leválo, levá-lo, me contorcendo para ele, indo para fora para ele. Eu grito, um grito suave e temo que ecoe por toda a Casa Branca. Estou perdida. Eu sou dele. Não quero estar em outro lugar, nunca serei de mais ninguém, ele é meu homem, meu comandante, meu Deus. Quando gozo, seus olhos brilham quando olha para mim, cada emoção crua escrita em seu rosto, cada sentimento que


ele tentou esconder em público está aqui fora, aberto para mim, cada gota de paixão gravado em seu rosto normalmente impassível está aqui para eu ver. Gozo ainda mais forte, se isso for possível, meu corpo reverberando de cima para baixo, lado a lado, e até a medula dos meus ossos. Ele atinge o seu clímax bem no meu interior, e eu sei que é porque o meu próprio clímax detonou ele. Seu corpo pulsa com seu orgasmo. Eu ainda estou gozando em um movimento ondulante

louco

debaixo

dele,

mas

ele

me

mantém

pressionada pelos quadris e me obriga a pegar tudo. Mil explosões de cor por trás das minhas pálpebras. Eu me apego ao seu corpo e o ouço expirar na satisfação contra o topo da minha cabeça. Desabamos, entretanto, nossas respirações ecoando no quarto Lincoln. Eu sofro por causa dele e eu também sofro por mais. Mesmo quando ele ainda está duro dentro de mim. Um brilho de suor cobre nossos corpos. O olhar fixo de Matt apenas sobre a minha forma nua. —Eu pareço não ter o suficiente de você. Ele parece surpreso e um pouco frustrado quando embala a parte de trás da minha cabeça enquanto levanto uma polegada para a sua boca. Ele empurra a língua dentro até que eu o chame suavemente. —Foda-se eu estou pronto para


levá-la de novo,— diz, com a voz rouca quando desliza sua mão grande, gentil no meu abdômen. Ele segura entre as minhas coxas e gentilmente me sente. —Você está sensível, Charlotte?— Pergunta, levemente esfregando o dedo indicador ao longo da minha abertura. Ouço um gemido baixo me deixar. Eu quero lambê-lo, cada polegada dele, e eu definitivamente anseio para lamber cada polegada do seu grande pênis presidencial. —Eu quero você,— ofego. —De novo e de novo. E eu quero… Deixo os meus olhos caírem sobre a sua ereção e chego o meu corpo mais perto. Eu fico olhando para o pau, a cabeça enorme e as veias inchadas, aparecendo o comprimento. Matt é tão inchado que se parece pesado na minha mão quando eu o alcanço. Eu seguro as suas bolas em ambas as mãos, em seguida, deslizo os dedos para cima, circundando a sua largura com as minhas mãos enquanto o levo na minha boca. O gosto salgado do pré-sémen já na ponta do seu pênis ao longo da minha língua me fazendo lamentar profundamente. Um gemido ressoa da sua garganta quando ele começa a bombar em minha boca. Suas mãos são punhos no meu cabelo. Ele está mergulhando mais profundamente, enchendo a minha boca com seu pênis. Com cada impulso para cima gemendo meu nome, Charlotte.


Antes que ele comece a gozar, ele me puxa para trás e mergulha para a minha boca, faminto. Seu beijo tão duro nossos dentes rangendo juntos, nossas línguas emaranhadas sem reservas. —Mais,— gemo quando continuamos nos beijando e correndo nossas mãos um no outro pelo corpo escorregadio de suor. Ele imediatamente me rola de costas, e vai para onde quer ir. O ritmo é frenético, o ranger da cama, ele me fode tão duro, seus olhos me observando como se não houvesse nada mais belo, nada que preferisse ver, do que eu, nua e me contorcendo em sua cama. Ele me fode primitivamente, como se soubesse que é o homem mais poderoso do mundo, e eu estou tão quente por ele que gozo imediatamente. Estou solta na cama, lânguida em seus braços, Matt rindo quando gemo, como se sentisse dor. —Você está bem?— Ele segura meu rosto e inspeciona as minhas

características,

eu

toda,

de

uma

maneira

preocupada, mas admirando. —Melhor do que bem. Eu só peguei o presidente.— Sorrio, um triste, desesperado, sorriso assombrado, em seguida,


Matt olha para mim enquanto aperta meu mamilo, de brincadeira. —Eu só fodi a primeira-dama sem proteção, e eu não pretendo parar tão cedo. Matt traz um lenço de papel e limpa entre as minhas pernas, e vê-lo fazer isso faz meu coração desmoronar. —Eu sinto muito. Eu me empolguei. Vou ter mais cuidado.— Ele segura meu rosto e beija a minha testa, olhando nos meus olhos. —Nós vamos ficar bem? Eu olho em seus olhos, percebendo que ele está me perguntando. Se há um risco de eu engravidar. —Acho que estamos bem,— suspiro, em seguida, aceno com mais firmeza. —Sim. Ele sorri para isso, me beija nos lábios. —Você estava incrível,— garante. Quando ele retorna e senta-se ao lado da cama, ele é silencioso, embora esteja inclinado para a frente nos cotovelos, ombros largos tensos. —Se você precisa ir, eu não quero segura-lo,— sussurro. Ele arrasta a mão sobre o rosto e olha para mim. —Nada que eu possa fazer agora. Eu fiz a chamada. Vou me encontrar na Sala da Situação,— ele olha para o relógio na mesa de cabeceira, então sacode a cabeça, —mais tarde.


Vou de joelho na cama em direção a ele. —Será que eles vão ficar bem? Ele aperta a mandíbula quando envolvo os meus braços ao redor dos seus ombros. —Eu estou apostando em uma equipe de resgate de oito sobre isso.— Ele acena com firmeza, os olhos vidrados, guerreiro. —Posso fazer alguma coisa?— Pergunto. Ele me beija, pensativo. —Reze. —Lamento que isso tenha acontecido. —Há um preço para a paz. Sempre.— Ele olha para mim. —Mas vale a pena.— Ele passa a mão na parte de trás da minha cabeça. —Vá dormir, baby. Eu deito de volta, e ele estende-se ao meu lado, um travesseiro apoiado por trás das costas enquanto me puxa para o seu lado. Meus olhos fechados. Não importa o que se passa fora deste quarto, nos seus braços, me sinto mais segura do que jamais me senti em qualquer outro lugar, e o relaxamento se infiltra em meus poros quando meus braços se envolvem nele, como se eu, fosse apenas uma pequena e normal menina, que de alguma forma poderia confortar o homem mais poderoso do mundo. Eu acordo às 5 da manhã e Matt não está lá. Sento-me. — Matt?


Olho em volta do quarto vazio, e vou com facilidade para fora da cama, e rapidamente me visto. Eu o encontro na pequena cozinha da família. —Você está bem? Ele pega a minha mão e me puxa para sentar-se ao lado dele, então pressiona seu polegar na palma da minha mão, tranquilo. Meu coração acelera com uma mistura de pânico e pavor. É como se minhas costelas tivessem apenas entrado em colapso em meu peito, esmagando meus pulmões. —Eu tive uma reunião na Sala de Situação. Eu sei porque. Não é fácil fazer as chamadas duras. Mas, então, nossos olhos se conectam novamente, e um sorriso puxa seus lábios. —Está feito. Os homens estão livres. Um casal ferido, mas sem deixar vítimas. A equipe de resgate fez um excelente trabalho. —Oh, graças a Deus. —Sim, graças a Deus. —E você. E eles. Ele passa a mão pelo cabelo, então me puxa para ele, pressionando seus lábios nos meus. Pressionando com força. —Sr. Presidente,— um agente do Serviço Secreto diz. —O Marine está pronto, Senhor.


—Vamos,— ele diz ao agente quando pega o paletó envolto por trás da sua cadeira. —Eles estão voando. Eu vou estar lá para recebê-los. —Eu tenho que fazer uma palestra em uma escola em Nova Orleans. Ele balança a cabeça. —Eu vou vê-la neste fim de semana. Ele está voando para Fort Lee. Eu vejo pela janela enquanto vários helicópteros navais partem ao mesmo tempo. Apenas um carrega Matt.


Matt

EU GASTO dois dias com nossos homens e suas famílias. Estou envolvido em uma reunião com alguns dos meus generais, e solicitando vários planos novos e detalhados para a gestão da crise no Oriente Médio. É tarde da noite quando subo no carro do Estado juntamente com Wilson, que se junta a mim na parte de trás enquanto vamos para o Marine One para voltar a DC. —Ela está em casa?— Pergunto a Wilson. É muito conveniente que os meus agentes têm contato constante com ela. Estou ansioso para vê-la. Eu derramo mais do que as minhas roupas quando estou com ela. Derramo toda noção preconcebida de que eu deveria ser. Meu último nome, a


presidência, tudo se vai somente eu permaneço. Um homem, de carne e osso, não sendo perfeito, mas tentando o seu maldito melhor para ser, e um homem que a quer. Mau. —Sim, senhor.— Mesmo Wilson soa divertido. Merda, eu sou velho demais para isso. Meu coração está batendo como uma coisa selvagem e estou tamborilando os dedos no meio do caminho. Basta lembrar a maneira como ela se entregou a mim, aberta a tudo o que eu precisava, tão doce e vulnerável, fezme sedento, faminto. Chego à Casa Branca e Jack está latindo no topo dos seus pulmões. —Vá encontrá-la,— digo. E eu o sigo quando ele corre para cima para o quarto dela, abanando o rabo. —Bom menino.— Bato levemente na parte de trás da sua cabeça, então torço a maçaneta, dizendo-lhe sob a minha respiração, —Fique,— e entro. Ela está lendo na cama. Olhando para cima para me ver, com os olhos arregalados, sua boca se separando em uma pequeno O. Aperto as minhas mãos. A necessidade de protegê-la me queima por dentro. Para livrar o mundo de todos os males,


cada injustiça, tudo o que poderia machucá-la ou alguém como ela. Estou por um fio, tenho tido pouco sono, e estou instantaneamente duro. Eu deveria me afastar, descontrair com uma taça de vinho. Foda-se descontrair. Mas não poderia me afastar mesmo ameaçado com uma bala na cabeça. Ela desenrola o corpo doce e fica em seus pés, definindo seu livro para baixo. Vou para onde ela fica ao pé da cama e a puxo para mim, abaixando a cabeça. Um arranhão em primeiro lugar, os meus lábios nos dela. Acontece com fome. Um segundo, dois, e

minhas

mãos

estão

mergulhando

em

seu

cabelo,

agarrando-a para mim. —Você parece feliz em me ver. —Você sabe muito bem que eu estou,— rosno, sentindome possessivo, sorrindo para o quão satisfeita ela parece. Ela sorri feliz e mordisca nos meus lábios, e eu gemo e mordisco mais duro, mais rápido. Ela é tão doce; ela é doce por dentro e por fora, e eu desenvolvi um dente doce do tipo que eu nunca tive. Quero me casar com essa garota. Quero casar com ela agora.


Nos beijamos. Estou entrando no gosto dela, a sensação dela, a liberdade da sua boca, as mãos errantes, fundindo o sabor do café na minha boca com a hortelã na dela. Empurro para baixo no banco ao pé da cama e, em seguida, agacho-me diante dela, separando seus laços e empurrando seu pijama rendado até os quadris. Ela está nua debaixo da seda, sua buceta rosa está molhada. Meu pau pulsa incessantemente contra o meu zíper. Eu chupo o seu clitóris em minha boca e deslizo os dedos em seu sexo doce molhado, um primeiro, depois outro, depois mais um, esticando-a. Esfregando o ponto G. Observando-a arquear as costas, tirando aqueles ruídos profundos de dentro da sua garganta que eu não posso ter o suficiente. Estou grosso ao ponto de doer. Eu a tiro das suas roupas, e então tiro a minha também. Eu beijo, lento e profundo, furando a língua para dentro. Ela começa a gozar quando eu impulsiono dentro dela. Paro de beijá-la por um momento observando ela gozando. Só assim, por todo o meu pau. Eu pego sua boca e beijo em silêncio. Ela geme e balbucia durante o orgasmo, inclinando seus quadris contra o meu. Eu a seguro e gozo tão duro quanto posso, gritando enquanto terminado.

gozo,

empurrando-nos

forte

até

que

esteja


—Você sentiu minha falta,— diz sorrindo, seu rosto fica vermelho com o esforço, um brilho de suor cobrindo a sua pele. Sorrio de volta, então olho para ela, permanecendo dentro dela por um tempo. —Sim.— Escovo meus dedos por sua bochecha. Ela é o tipo de mulher que você mantém e ama, quando você quer desfrutar de uma vida plena, completa. Mas ela não foi endurecida pela vida política que mulheres como minha mãe foram. Charlotte é macia, suave e doce, tudo o que a política não é. Não queria que isso a tocasse. Eu tenho a ideia de que em algum lugar do mundo, as pessoas endurecem e empurram para que outros possam manter a sua inocência. Ela era um daqueles outros. Mas isso mudou a noite que nossos homens foram levados. Eu posso ver as pequenas sombras em seus olhos. E me mata que estão lá, mas junto com isso o olhar de aço de uma mulher, de uma mulher entrando em si mesma. E muito parecida com a garota doce, ardente. . . esta mulher? Essa é a minha mulher.


Charlotte

NÃO IMPORTA o quanto eu amo a Casa Branca, há algo sobre sair e interagir com a própria América. Eu sei que não sou a única que fica inspirada por esta visão mais próxima do nosso país; Matthew também fica. Ele é inteligente revendo as alterações, mas as ideias as modificações, e as realizações de que este país realmente precisa, às vezes não vêm para você na Sala Oval. Elas vêm em você na rua, agitando a mão de um veterano e agradecendo-lhe por seu serviço, olhando nos olhos de um rapaz pequeno e percebendo que tudo que ele quer é uma família. Matthew Hamilton é o presidente dos Estados Unidos, e agora é o momento em que ele está colocando suas ideias em ação.


Agora é o momento quando percebo que eu posso fazer a diferença, através dele, através da Casa Branca, se eu só for corajosa o suficiente para sair da minha zona de conforto e fazer mudanças reais. Até mesmo as pequenas. A mudança mais ínfima ainda é uma mudança, as ondulações a partir disso, por vezes, mais longe e mais comprida do que você jamais pensaria. Percebo ainda que a nossa presença em qualquer lugar inspira as pessoas, dá às pessoas esperança. O impossível, não é impossível mais. Nós lutamos por algo. Nós estamos com orgulho para algo. Temos vindo a percorrer o país, em uma missão para falar com as mulheres e crianças, enquanto Matt entra em vários projetos, avalia os projetos de lei, e coloca o pedal para o metal em todas as mudanças que ele quer tomar lugar durante seus quatro primeiros anos. Não estou acostumada a este estilo de vida, tendo tantas pessoas como -assistentes, maquiadores, o serviço secreto. Jurando segredo, eles dão as suas vidas por nós. Sou abatida por seus serviços. Também não estou acostumada a toda a atenção e os convites frequentes de fãs e simpatizantes, ou os pedidos de instituições de caridade que clamam para aprovação de Matt ou a minha. Tenho

me

esforçado

para

acompanhar.

Estou

na

Califórnia agora, a terra das estrelas e dos paparazzi, e as


coisas foram ficando agitadas. Matt disse que iria juntar-se a mim depois de aceitar um convite para a NASA. Vários dos seus gerentes e chefes, juntamente comigo e Alison, acabamos de terminar uma sessão para promover a energia limpa quando ele chega no Air Force One a partir da sua turnê na NASA. Peço permissão para me dirigir ao aeroporto para recebê-lo, e eu o vejo descer do avião em um terno preto e uma gravata carmesim, surpresa quando ele me puxa para perto dele e me beija na boca. A imprensa tem um dia de atividade com isso: Hamilton

não

consegue

se

segurar

diante

da

primeira-dama. Naquela noite, depois do jantar com uma lista de figuras influentes de Hollywood, o mais recente título chamou a nossa atenção na suíte de Matt: Psíquica se Comunica com Ex-Presidente Hamilton. — Matt vai se vingar! —Soa como ele, não é?— Diz, Dale Coin como se ele acreditasse que esta psíquica poderia realmente impactar a memória de Matt do seu pai. Matt sorri ironicamente e permite que o jornal caia para trás com os outros, mas quando olha pela janela, seus olhos se escureceram. —Nenhuma vingança. Justiça.


Meus olhos se arregalam quando vejo as sombras em seu olhar. A imprensa tem estado em todo o conflito do Oriente Médio, Matt foi falar com os generais, tendo a execução de várias operações secretas para tirar os nossos homens de lá. Fora isso, todo mundo ainda está pendurado em nós namorando. E seus beijos, e o fato de que ele pega a minha mão para me ajudar a sair do carro e não necessariamente solta. O fato de que ele põe a mão nas minhas costas quando nos leva a algum lugar. Tudo isso foi fotografado e gravado, para o meu rubor contínuo

sobre

a

nossa

relação-celebridade

agora

transparente. Um repórter observa: —Parece que o presidente aprecia ter a Senhorita Wells ao redor, como se pode ver neste vídeo curto, onde não só o público parecia encantado com a senhorita Wells e seu pequeno vestido roxo e bonito no jantar de Estado realizado para o presidente Asaf, mas o próprio presidente não olhava para qualquer outra coisa por um breve, mas muito óbvio momento. O que todos nós queremos saber é como isso vai acontecer e se a cabeça do nosso presidente está no lugar certo. Ele desliga a TV, inclinando-se para trás e olhando para mim com uma expressão silenciosa, e escura quando a nossa equipe nos deixa sozinhos para a noite.


Matthew reservou apenas uma suíte para nós, outro fato que foi gravado. Engulo e olho para fora, lembrando todas as pessoas que foram reunidas em volta dele, o quanto eles anseiam apenas um vislumbre do seu presidente. —Eu

não

quero

te

distrair.

A

mídia

parece

mais

pendurada sobre nós do que o que você está fazendo. Eu não sei se gosto disso. —Eles se concentram no que dá audiência. Que assim seja.— Ele olha para mim como se pensasse que eu sou a causa das suas audiências, não ele, o solteiro mais cobiçado descaradamente me perseguindo e olhando para o broche de águia que estou usando no lado direito do meu vestido. Sei que ele adora quando uso. Sua voz diminui um decibel. — Cada presidência teve seus momentos decisivos. Nós não sabemos o que será para nós. Battling ISIS. Guerra nuclear. Guerra cibernética.— Ele me diz: —Sabe qual é o problema com as últimas décadas de eleições, e por pontos de vista dos candidatos mudando tão drasticamente, as suas promessas não cumpridas, depois de assumir o cargo? —O que? —O dia em que você é empossado, torna-se a par de informações confidenciais, tudo o que você precisa saber para governar o país. A informação que é sensível, e poderosa, de espionagem, tratados delicados, relações exteriores. Alguns


desses conhecimentos esmaga os sonhos do candidato e do que ele desejava realizar. As pessoas ficam desapontadas, e o país continua carregando o peso das decisões tomadas até décadas atrás, de três presidentes passados. Estou paralisada, querendo saber mais. —Todo

presidente

deixa

o

escritório

muito

mais

envelhecido do que aqueles que ele serviu. É o escritório mais difícil na terra. Eu jurei que nunca iria entrar. Toda vez que meu pai e eu voávamos de volta no Marine One, para os gramados da Casa Branca, e ele me dizia: 'Estamos em casa,’ eu diria, ‘Prisão.' E ele dizia: 'Sim, filho.’ —O que você achou, Matt? —Nada sem brechas. Tratados não em nosso benefício. Perigos à espreita quando devemos agir com cuidado ao redor. É por isso que estou aqui, Charlotte. Eu sabia que isso não seria simples. Mas estou doente e cansado de ver o acidente de trem e não fazer nada para impedi-lo. Eu sei o que é preciso para governar o país que leva a sua alma, e decisões difíceis que podem não ser sempre as mais acertadas. Mas nós merecemos alguém disposto a fazê-los e apoiá-los, fazer-nos crescer novamente, mesmo que ele tenha que sacrificar tudo para fazê-lo. —Mas

seu

miseravelmente.

pai

sacrificou

a

sua

vida,—

digo


Ele esfrega a parte de trás do seu pescoço, em seguida, derruba a mão com um suspiro enquanto puxa a gravata um pouco solta. —Eu não tenho certeza de que ele foi morto por causa da presidência. —O que você quer dizer? —Cox e eu suspeitamos que era algo pessoal, mais do que suas políticas. Mil – não - um milhão de nós ficam no meu estômago. — Matthew, por favor, não se coloque em perigo. Você é o comandante-chefe; você não pode abrir uma lata de vermes, como o meu pai disse uma vez. —Eu vou cuidar de mim. E Charlotte,— ele especifica, seus olhos escurecendo quando se desloca para a frente para escovar o polegar ao longo do meu queixo, até que ele usa para inclinar a minha cabeça para trás pelo queixo. —Eu vou cuidar de você. Você pode me ouvir?— Ele segura o meu olhar com determinação inflexível. —Você e esse país. Vá dormir agora. Ele arranca os sapatos e joga a gravata quando eu tiro a roupa e deslizo na cama de lingerie, sob os lençóis. —Aposto que se juntou a mim aqui porque você sentiu a minha falta. —Nem um pouco,— diz com muita facilidade, pegando alguns papéis e trazendo para a cadeira ao lado da cama.


—Nenhum pouco?— Coloquei três centímetros entre os dedos. Ele aperta os olhos, depois de sentar, se inclina para frente e aperta os dedos. —Talvez isso. —Você é um idiota. Ele faz uma carranca. —Calma, você não pode falar com o seu presidente assim.— Ele desliza os óculos e começa a folhear os jornais. —Eu apenas fiz, Sr. Presidente. Senhor. Ele ri, coloca os papéis em seu colo, e estende a mão e acaricia meu cabelo. —Vá dormir. Eu tenho que ler algumas coisas. Deito-me, Matt, com aqueles óculos sensuais, lendo, mas esporadicamente olhando para cima para me verificar, como se isso lhe desse paz me vendo dormir. Os monstros à espreita nas sombras não podem chegar perto de mim, não com ele aqui. —Você se lembra do menino que visitamos ao fazer campanha?— Ele pergunta. —Claro. Eles deram o seu nome! —Eu o contatei. E o convidei para a Casa Branca. Ele e seus pais irão nos agraciar com a sua companhia no próximo mês.


—Você manteve a sua promessa. —Claro que eu mantive a minha promessa. Eu grito e salto para fora da cama para me jogar nele, chovendo beijos no seu rosto. —Você é o melhor! Mas o melhor é realmente o riso baixo, tranquilo de Matt quando eu tiro fora os óculos e jogo todo o meu apreço. Ele puxa os papéis e eu apenas sento e os coloco de lado, enchendo beijos em cima dele. Ficando instantaneamente duro. —Agora sente a minha falta, pelo menos,— sussurro em seu ouvido. Sua voz é rouca quando segura meu rosto suavemente com ambas as mãos, e seus olhos estão quentes e líquidos quando corre sobre o meu rosto. —Você sabe que eu senti a sua falta, garota. Você sabe que eu sinto sua falta.— Ele levanta a mão e enlaça nossos dedos, correndo o dedo ao longo do meu, e então levanta meu quarto dedo e leva à boca e envolve os lábios em volta dele, lambendo. —O que você está fazendo?— Suspiro, de repente, mais excitada do que nunca. —Hmm. Você tem um gosto bom.— Ele sorri, soltando a minha mão e agarrando um punhado de cabelo enquanto esmaga a minha boca por baixo da dele.


UMA VEZ DE VOLTA A Casa Branca, Matt organiza algumas conferências de imprensa durante a semana. Eu roubo um momento, apenas para ouvi-lo. Eu amo Lola o apresentando. —Senhoras e senhores, o Presidente dos Estados Unidos. . . Amo como a sala se revitaliza quando ele entra. Como todos parecem sentir-se mais importante, querendo fazer mais, ser mais em sua presença; o homem tem vermelho, branco e azul correndo em suas veias. Realeza americana: novo comandante Chefe do país. A imprensa não se cansa dele. Ele fala aos repórteres casualmente, como se fossem amigos de longa data, como se ele está acostumado a falar com eles, o que é bem verdade. Estou realmente triste que Clarissa me disse que eu precisava olhar para algumas questões cruciais sobre o próximo jantar de Estado, esta manhã, me fazendo perder a última coletiva de imprensa.


Matt

—NÃO SE ENGANEM SOBRE ISSO. A direita e esquerda precisam estar trabalhando juntas. É preciso haver uma compreensão e uma cooperação plena para avançar. A globalização é uma obrigação não só para a sociedade, mas para a nossa indústria, para nosso comércio, para o nosso crescimento pessoal, para a nossa compreensão mental. Estamos trabalhando para eliminar a fragmentação da nossa sociedade. Asas direita e esquerda uma contra a outra. . . aquelas pontes queimadas que encontramos? Elas devem ser reconstruídas. A desinformação que ajudou a levar a esses pontos de ruptura deve ser abordada. A Casa Branca terá uma comunicação mais aberta on-line, através de cartas, e através de consultas com o presidente. Novos conhecimentos sobre as nossas políticas, nossas contas passaram, e nossos planos será na ponta dos dedos. Estamos abrindo mais do


que jamais tivemos com um novo portal, e . . . senhoras e senhores . . . o portal ficará ao vivo esta noite. Eu paro lá, deixando a imprensa tomar notas antes de continuar, mudando meu tom para um mais pessoal. —Tenho certeza de que todos estão se perguntando porque eu estou lhe dizendo isso, uma vez que Lola teria feito apenas um trabalho tão bom como eu fiz, ou ainda melhor.— Sorrio, em seguida, faço uma pausa. —A partir de hoje, também vou compartilhar algo importante para mim.— Eu admito, inclinando a cabeça de um lado da sala para o outro, encontrando os seus olhares. —A coisa mais importante que me aconteceu ao lado da morte do meu pai, foi de ser eleito o seu presidente. Cabeças se levantam dos seus rabiscos. Sei que eles podem dizer que estou falando mais do que política agora. Eu conheço estes repórteres, e eles me conhecem. Alguns deles eu cresci junto. Alguns deles estavam comigo na faculdade. Alguns, mesmo, eu conheço desde que meu pai estava aqui. Ah, sim, eles me conhecem. —Tenho certeza que isso pode não ser uma surpresa,— digo, de forma clara e sucinta, encontrando os olhos tão


aberto quanto eu posso. —Eu estou apaixonado pela primeira-dama dos Estados Unidos. No momento, uma dúzia de vans de floristas Distritais estão vindo para a Casa Branca, e os funcionários estão me ajudando a encher seu quarto. Eu vou pedir para ela se casar comigo. Hoje.— Eu sorrio e inclino-me mais perto do microfone. —Se vocês tiverem algum tempo extra, façam uma pequena oração para ela aceitar. —Vá buscá-la, Sr. Presidente!— Alguém grita. —Eu vou.— Sorrio. Eu mostro o anel no meu bolso. —A mãe do meu pai tinha dois grandes brincos de diamante, que ela deu ao meu pai. O primeiro diamante, ele deu à minha mãe. O outro para mim. Eu quero-o em seu dedo. Medi e calculei, e acho que tenho a medida certa.— O pensamento que pode não servir me faz franzir a testa ao olhar para o anel, então balanço a minha cabeça enquanto o guardo. —E não acho que estou lhe pedindo porque Jacobs disse que eu precisava de uma primeira-dama, embora seja verdade eu gosto das roupas que ela usa. Os correspondentes riem. Eu rio também, e inclino-me para o microfone novamente. —Acho que ela é maravilhosa. Ela é intocada pela política, e imaculada. Ela é absolutamente, brilhantemente humilde. Honesta, trabalhadora. E seria minha honra que ela aceitasse


ser a minha esposa. Agora, se vocês me derem licença, tenho um país para governar e uma mulher para conquistar. —Qual é o mais difícil, Presidente Hamilton? —Este último, com certeza.— Sorrio de novo, então aceno. —Bom dia, senhoras e senhores. —Quando é o casamento? —O mais rápido possível. Hoje, se eu tiver o meu caminho.


Charlotte

A CASA BRANCA cheira a rosas. Na verdade, a Ala Leste da Casa Branca onde eu costumo trabalhar está preenchida com elas. Nós voltamos a uma semana atrás e não acho que já vi tantos funcionários, um após o outro, ir para dentro do quarto, com mais e mais flores. —O que é isso? Existe um jantar de estado que alguém esqueceu de me contar?— Pergunto, em pânico. Os olhos de Clarissa vão para a porta, e Matt está lá, descansando casualmente, olhando para mim. Engulo em seco. Clarissa vai para fora da sala, juntamente com o resto dos funcionários.


Emoção intensa força o seu caminho em seus olhos. — Você gostou do meu presente de boas-vindas? —Eu não saí de casa. Quer dizer, eu saí, mas cheguei em casa há uma semana. —Está certo. Você está em casa para sempre. Pelo menos até que o meu mandato seja longo. Você está em casa comigo. Ele começa a andar. —Não, Matt.— Eu não sei o que está acontecendo, mas não tenho certeza se já vi esse olhar particularmente feroz em seus olhos antes. —Então venha aqui.— Ele me puxa para perto. —Eu te amo. Eu te amo e quero me casar com você.— Ele inala, beijando meu maxilar. Ele desliza algo em sua boca e, em seguida, pega a minha mão, levanta o meu dedo à boca, e coloca um anel no meu dedo com a língua. Suspiro, meu coração martelando. Ele lambe a base do dedo até a ponta. —Hmm. Você tem um gosto bom. —Matthew... o país... —Eles estão todos segurando a respiração, esperando para saber se você disse que sim.


—O que? Você é louco! —Por você. Eu fico olhando para ele, atordoada. —Eles sabem, Charlotte; eles já sabem há muito tempo o que eu sinto por você. Não é nada que tenho vergonha, nada que eu possa esconder mais, nem eu quero que você faça.— Ele desliza a mão sobre a minha, e vemos nossos dedos entrelaçados juntos. Meu e dele. —Você é o homem dos meus sonhos, Matthew Hamilton.— Deixo escapar, ainda em uma espécie de choque. Uma lágrima escapa. —Não há mais lágrimas, não para mim. —Estou apenas feliz. Estou tão feliz. O que você quis dizer quando disse que está todo mundo esperando? —Todos. Provavelmente já está na TV agora. —O quê?— Ligo a TV. —O nosso presidente Hamilton está propondo para a primeira-dama e estamos esperando ansiosamente para ouvir! Cartazes dizem Eu vou casar com você, Hammy! Outros dizem Diga sim!


Começo a chorar. Todo esse tempo, estava preocupada que eu poderia não ser boa o suficiente para ele, que o público não gostasse da ideia e apenas Matt tranquilizou tudo. Matt me fez querer estar ao seu lado simplesmente porque lhes disse que ele me queria lá. Choro por causa da maneira como eles o amam, porque ele nunca realmente temeu ser ele mesmo com eles, deixá-los ver tudo dele, que ele não é apenas o presidente, mas também um homem humano e, e eu estou inspirada novamente, e assim apaixonada. Não posso suportar isso. —Não fique aqui! Não os deixe assim! Eles praticamente não estão respirando. —Baby, eu estou praticamente sem respirar. Olho para ele. —Convoque Lola e diga-lhe para fazer algo, diga-lhe para dizer a imprensa que eu disse sim! Como eu não posso dizer sim? Você está louco? —Eu acho que nós já estabelecemos que eu estou. Alison e Lola aparecem na porta. De repente, todos os olhos estão em mim. Estou especialmente ciente de Matt me olhando, como se a minha reação fosse crucial para resolver algum problema mundano. Estou perplexa, mais uma vez desejando que eu soubesse o que ele estava pensando quando se vira para Lola e Alison e sorri. —Olhe para o anel no dedo de Charlotte.


Os olhos de Lola se arregalam em emoção. Matt sorri. —Tire uma foto, espalhe para o mundo. Isso vai falar mais do que mil palavras. —Charlotte!— Alison chora, e eu passo por cima e a abraço. —Está bem. Foto.— Alison percebe que o presidente Matt Hamilton está esperando e rapidamente dá passos para trás e tira uma foto do noivado entre nós. —Lola vai estar tão ocupada,— digo a Matt, inclinando a cabeça para encontrar seu olhar. —Ela está sempre ocupada. —E você?— Eu só posso imaginar como perseguido ele vai ser depois disto. —Eu conheço alguém que vai estar ainda mais ocupada.— Ele pisca seu sorriso cruel para mim quando atravessa o quarto e levanta o telefone. —Portia. Tenha a equipe pronta. Temos um casamento para planejar. Abaixo a minha cabeça enquanto tento enxugar as minhas lágrimas remanescentes dos cantos dos meus olhos. Com certeza a minha maquiagem está arruinada. Com certeza você pode mesmo dizer na foto que Alison tirou. Mas . . . Eu queria fazer a diferença, e descobrir a minha vocação, ter um homem para amar. É isso. Inacreditavelmente, é isso.


Uma garota normal, com o amor mais extraordinário, do homem mais extraordinário.

CHAMO MEUS PAIS PRIMEIRO. Minha mãe está meio sem palavras, e meu pai pega o telefone da mão dela e me diz que tinha falado com Matt antes que ele me propusesse, mas não tinha dito a minha mãe, e ela está chocada, mas eles estão entusiasmados com a notícia e olham para o futuro, para o casamento. Então eu chamo Kayla. —Eu tenho tentado entrar em contato com você! —Eu estava na linha com a minha mãe e meu pai. —Charlotte, oh meu Deus!— Diz ela. —Eu sei, eu sei!— Digo, tonta, olhando para o meu anel de noivado. É um diamante em forma de pera, com duas esmeraldas trapezoidais flanqueando em seus lados, e é tão impressionante que eu mal posso olhar para ele sem sentirme sem fôlego. —Você vai se casar com o presidente dos Estados Unidos,— ela declara. —Sim,— digo.


—Você vai se casar com a porra do presidente dos Estados Unidos,— ela repete, descrente. —Eu já sou sua primeira-dama; não aja tão chocada,— digo rindo. —Ele é como. . . o solteiro mais cobiçado na terra! Hammy! Hammy vai se casar com você, e você vai se casar com Hammy! —Kayla,— gemo. —Faça sentido por um minuto. Você não pode estar toda boquiaberta quando você ficar ao meu lado no altar como a minha dama de honra. —O quê? —Você me ouviu.— Eu ri. —Vai ser um casamento rápido. Quando Matt disse aos repórteres que ele queria casar comigo 'hoje', ele não estava exatamente brincando. —Então, quando é? —Assim que pudermos. Vou demorar pelo menos um mês para deixar tudo pronto, mas… —Um mês. Oh meu deus!— Ela chora. —Eu estou.— Sua voz falha. —Charlotte, estou tão feliz por você. Eu sempre achei que Sam iria propor em primeiro lugar e que você teria uma espécie de coração partido, porque você ainda não tinha encontrado um cara da sua preferência. Agora olhe para você!


Nós rimos, e nos recordamos sobre os dias quando éramos mais jovens, e ambas prometemos que nós sempre seriamos amigas, mesmo que uma de nós se casasse e se mudasse pelo continente, ou se tornasse uma reclusa filantropa. Depois de desligar, eu atendo as chamadas de Alan e Mark,

ambos

os

quais

parecem

tipo

com

a

mente

enlouquecida e um pouco ferido sobre isso, e depois de mais doze amigos, uma mistura de ex-colegas de trabalho das Women of the World e velhos amigos de Georgetown. As notícias correm rápido, especialmente considerando que está em cada site. Clarissa me mostra algumas das manchetes, soando tão extasiada quanto o restante da Casa Branca, e eu fui abraçando os membros da equipe, muitos que se tornaram presenças calorosas e gentis na minha vida. Casamento na Casa Branca! Diga Olá à primeira família. Enquanto América continua se erguendo como a superpotência

indiscutível

do

mundo,

o

presidente

Hamilton cai. (Apaixonado) Hammy,

finalmente,

FLOTUS!13

13

Primeira-Dama dos Estados Unidos.

vai

se

casar

com

a

sua


Condolências

para

às

mulheres

por

aí:

o

solteiro mais cobiçado do mundo, o nosso Presidente Hamilton, não será mais um solteirão. Enquanto

isso,

Lola

está

ocupada

respondendo

a

imprensa da Casa Branca, todos eles querem saber mais detalhes sobre o casamento. Em questão de horas, a excitação em DC é palpável no ar, tão palpável quanto a primavera de entrada. Depois de um casamento na Casa Branca de Grover Cleveland, em 1886, há,

finalmente,

um

outro

casamento

presidencial

acontecendo e até mesmo a imprensa internacional está transmitindo a notícia. Estamos recebendo ligações sem parar. —Vogue quer apresentar você e o presidente na capa da sua edição de abril. —Vera Wang quer projetar seu vestido de casamento. —O designer da roupa amarela que você usou no Today Show? Ligou para dizer que vendeu as roupas e tem encomendas de Bergdorf e Neiman Marcus. Ele quer enviar mais projetos e está enviando um enorme parabéns pelo casamento. —Isso é ótimo!— Digo.


—Charlotte, o chef quer saber se você gostaria de um menu de degustação preparado neste domingo para que você e o presidente possam começar a olhar para os pratos…

Matt

EU SOU um homem feliz quando entro no Salão Oval para encontrar uma das funcionárias da Casa Branca, deixando uma pilha de cartas na minha mesa. —Oh, me desculpe, senhor presidente,— diz prestes a sair. Ela faz uma pausa. —Eu sou uma daqueles que leem as cartas e ajuda a selecionar as que irá colocar em sua mesa. Eu aceno distraído. —Obrigado. —Senhor, eu também li algumas das cartas para o seu pai. Eu trabalho aqui por um longo tempo. Eu passo os envelopes. —Você tem algumas cartas de ódio,— diz. Continuo a folhear os envelopes rindo. —Sim, eu não duvido. —Ele tinha mais. Às vezes, do mesmo cara.


Eu franzo a testa. Levanto a cabeça. —E você sabe disso…? —Apenas o porte postal, a forma como as letras foram feitas. Parecia o mesmo cara. Ele enviou uma para você. Não é uma mensagem de ódio, apenas uma revista com um olho cortado. —Para onde é que toda a correspondência vai? —Não tenho certeza. —Faça-me um favor. Fale com Cox no FBI sobre isso. Vou tê-lo em contato com você. —Sim senhor. Dale Coin entra quando ela sai. —Um pouco como uma agulha em um palheiro, não? —Sim, bem, um palheiro é tudo o que temos agora.


23

Charlotte

O TRABALHO NÃO PARA. No meio dos preparativos do casamento, o pequeno Matt está vindo à Casa Branca. Estive animada com a sua visita. Você nunca sabe quando vai encontrar alguém que vai tocar a sua vida. De uma maneira que nunca vou esquecer, eu suponho que às vezes seja bom, às vezes ruim. Mesmo o encontro mais fugaz pode deixar a marca mais duradoura. E desde daquele dia que Matthew visitou o Children's National em Michigan Notwest, onde o menino estava sendo tratado, e reuniu-se com o jovem Matt Brems, o menino de sete anos de idade, tem um lugar especial no meu coração. Não só porque ele é o filho de uma das mulheres que eu trabalhei junto pelo Women of the


World. O menino é simplesmente um lutador, vivendo com um tipo agressivo de leucemia, ele está lutando para conquistar, seu sonho de visitar a Casa Branca que se torna uma realidade hoje. —Matt Brems está aqui, Sr. Presidente. —Matt!— O menino grita já da porta do Salão Oval. —Sr.

Presidente!—

Sua

mãe

repreende

o

rapaz,

horrorizada. —Sr. Presidente, obrigada por nos convidar. —Ei, tigre.— Matt se aproxima e levanta a sua mão para uma batida. Saúdo o pai do menino e abraço a sua mãe, Catherine. — Como ele está? —Ele é um lutador. O menino olha em volta, alisando a mão sobre a gravata, o temor da Sala Oval em seu rosto. —Eu quero ser presidente um dia. Matt move a sua cadeira. O menino se aproxima com crescente descrença. Matt o senta. Nossos olhos se conectam sobre as cabeças dos seus pais eu sei o que ele está pensando. Que podemos ter um destes, um dia.


—Você está se casando?— O menino pergunta, nos surpreendendo. —Sim.— Eu acrescento: —Você quer ir ao casamento? —SIM!— Ele ri feliz. —Mas Sara vai ficar louca se ela não puder vir também. —Quem é Sara? —Uma menina no hospital. —Acho que devemos convidar todas as crianças, serão nossos convidados especiais. Eu olho para Matt, e ele olha para mim com esse meio sorriso que me faz corar e um olhar em seus olhos que diz, vá em frente baby; é seu único casamento. Sou grata quando Matt se vira para o menino, dando-me um momento para recuperar o meu papel de primeira-dama. —Você acha que seus amigos gostariam de vir?— Matt pergunta ao garoto. —Definitivamente! —Podemos contar com você para entregar a boa notícia? —Sim!


O menino pula da cadeira e caminha com seu peito expandido, como se ele só tivesse crescido mais de tamanho por causa da tarefa à frente. Antes de saírem, Matt senta em frente a mesa de café com seus pais e lhes diz: —Eu quero que vocês vejam todas as opções. Gostaria de apoiar pessoalmente o seu tratamento. Eu também vou começar um fundo especial em seu nome. —Obrigada.— Sua mãe começa a chorar. Quando eles saem, meus olhos enchem também. — Estamos aqui com tanto poder, mas sem capacidade de ajudá-lo. Uma carranca e melancolia voa em suas feições. —Nós fazemos o que podemos. Nossos olhos se conectam novamente, e meu coração dá cambalhotas no meu peito. A vitalidade que irradia puxa para mim, mas a forma como seu olhar fixo firma os meus com expectativa silenciosa me mantém no lugar. —Você estava pensando o que eu estou pensando?— Pergunto. —Vamos ter um desses na Casa Branca. Eu concordo.


Estando a menos de um pé de distância, ele olha para mim, seu olhar de admiração quando um canto dos seus lábios se levantam. —Você vai ser uma grande mãe. —Você vai ser o melhor pai. Ele passa os dedos pela minha bochecha, e as faíscas inflamam todo o meu corpo. —Estou ansioso para fazer você minha esposa em breve.

DURANTE O DIA, Eu não vejo Matt muito. Ele está trabalhando sem parar e viajando de vez em quando também. Ele quer fugir para Camp David por alguns dias após o casamento, um lugar onde não haverá imprensa, apenas nós, e eu estou ansiosa para a paz e tranquilidade. Pensamentos de nossas noites juntos mantem a filtragem em minha mente enquanto planejo o casamento e faço uma turnê em torno de DC e Virgínia, visitando as crianças e falando com eles sobre seu futuro, e como nosso futuro como nação depende deles. Estamos correndo juntos nos jardins da Casa Branca, todas as manhãs, quando ele está em DC, no entanto. Jantamos juntos, em seguida, passamos a noite trancados em seu quarto.


Toda vez que o vejo atravessar o limiar do seu quarto, meu coração cresce tonto e estou respirando mais rápido. Eu sei que é porque estamos apaixonados, mas é também pelo fato de que nós nunca fomos enamorados abertamente um com o outro até agora, e não posso ter o suficiente dele. Ele parece que não consegue ter o suficiente de mim, também. É como se a sua masculinidade crescesse dez vezes, seu testosterona estivesse em um ponto mais alto. Temos sexo várias vezes por noite. Sexo no chuveiro, sexo sonolento, sexo de manhã. Às vezes eu o vejo vestir-se com um olhar de descrença, imaginando se ele é realmente meu noivo. Às vezes, quando eu sou a única com pressa de me vestir, eu o pego de pé em sua toalha, observando-me vestir com o olhar de um homem que admira a sua mulher, que quer a sua mulher, que pretende manter desfrutando da sua mulher, a qualquer hora que ele queira. Mais especialmente, com o olhar de um homem que respeita a sua mulher. Eu não poderia ter mais sorte. Ele sai para a África, por cinco dias, e eu aproveito esses dias para planejar algo especial para ele. Venho tentando pensar em algo para dar-lhe como presente de casamento. Mas o que você pode dar ao homem que tem tudo?


—Alison, eu quero conseguir algo especial para o meu noivo, um presente de casamento. Uma vez ele me disse que queria um retrato meu. Você me fotografaria? Eu quero que seja uma pequeno quadro, talvez cinco por oito, e quero usar o meu cabelo solto, meus ombros nus, e talvez apenas algo elegante e apenas puro em volta do meu peito. E eu quero estar vestindo o broche do seu pai. Os olhos de Alison crescem na minha descrição. —Eu apenas aprovei em seu nome. Uau. Eu rio. —Eu quero um olhar íntimo. Isto não é para exibição; é só para ele ter. —Eu sou sua garota então. Onde você quer fazer as fotos? —Estava pensando

no

meu

apartamento. Não está

alugado por mais um mês. Eu quero que seja em um ambiente simples, porque serei sempre a garota que ele conheceu. Alison está entusiasmada com a perspectiva, portanto, um dia antes dele estar programado para chegar, depois do serviço secreto nos dar a luz verde, vamos para o meu antigo apartamento. Puxo uma cadeira para a pequena janela. Dificilmente há uma visão de fora, mas eu gosto da janela no fundo, tendo uma vista regular. . . de uma vida regular. Eu

sei

que

Matt

sempre

almejou

a

normalidade,

independentemente do fato de que ele é o homem menos normal de todos. Talvez seja por isso que ele anseia por isso.


Eu uso o meu cabelo solto, mantenho os meus ombros nus, e enrolo um xale fino em volta da minha frente, preso pelo broche do seu pai, fazendo o tecido cobrir o rosa escuro dos meus mamilos. —Perfeito, agora olhe para mim como se eu fosse ele,— diz Alison. Minha mente instantaneamente se transporta para Matt, os seus braços, sua voz quando ele está me segurando, Matt me pedindo para ser sua esposa, quando há uma batida na porta, e Stacey entra. —Charlotte. O presidente está subindo. —O quê?— Meus olhos se arregalam, e aceno com a cabeça para Stacey. —Ele

deve

ter

terminado

mais

cedo,—

suspiro,

apressando-me para remover o xale e escorregar de volta para o vestido elegante que eu estava usando, enquanto Alison esconde as coisas dela. —Você conseguiu a foto? —Eu tenho quatro grandes,— diz colocando tudo em sua mochila bem a tempo que haja uma batida na porta. Alison coloca a bolsa no ombro e me lança um olhar. — Aproveite, Primeira-Dama. —Oh, eu vou,— asseguro.


Eu a ouço cumprimentar, —Sr. Presidente. —Alison.— Seu tom soa divertido. Quando ele pisa dentro e olha para mim, quero chorar, porque senti muito a falta dele. —Ei,— digo. —Ouvi dizer que você estava aqui, decidimos parar. —Como foi a África? —Abrindo os olhos.— Ele olha para mim como um homem sedento na necessidade de água. Matt parece lindo mesmo depois de um dia inteiro de viagem quando enrola a sua jaqueta sobre o encosto de uma cadeira, retira a gravata, e abre os dois primeiros botões da sua camisa branca, os olhos fixos vorazmente em mim enquanto faz. Meu corpo responde a sua presença imediatamente. Eu quero dar-lhe algo. Quero dar a este homem tudo. —Venha aqui,— sussurro, mas em vez de esperar para que ele se mova, eu cubro a distância entre nós. Eu me abaixo de joelhos e chego em seu cinto. Desato ele, ouço o som áspero do seu zíper quando abaixo. Durante todo o tempo a minha cabeça é inclinada para trás de modo que meus olhos podem permanecer em seus belos café expresso.


Largo o meu olhar e puxo para fora, a sua ereção grossa, um pulso batendo lá. Sentindo um aperto quente entre minhas pernas, inclino a cabeça para a frente e beijo a coroa. Ele geme e enrola suas mãos ao redor da parte de trás da minha cabeça, segurando-me lá com um pouco de pressão, em silêncio, me pedindo para tomar mais. Eu faço. Enrolo os meus dedos apertados ao redor da base. Ele pulsa contra a palma da minha mão, duro e grosso, aveludado. Meus cílios vibram para cima e eu encontro o seu olhar quando uso as duas mãos e a minha boca para puxá-lo para dentro da minha boca. Matt me observa, flexionando a mandíbula, um brilho de pura luxúria e fome em seus olhos. Engulo seu pênis profundamente entre meus lábios, e ele empurra. Dentro. Eu gemo, e a queda salgada de líquido em seu pênis me faz querer mais. Quero tudo desse homem. Com um gemido baixo, sexy, ele puxa para fora, segurando meu cabelo, sua voz causando ondulações pelo meu corpo. —Olhe para mim.— Eu levanto os meus olhos novamente e chupo de volta, girando

a

minha

comprimento,

língua

admirando

ao os

redor

da

músculos

cabeça rígidos

e

seu

do

seu

abdômen e do peito, o ângulo feroz da sua mandíbula. Eu puxo-o mais profundo em minha boca, lambendo-o lentamente, e nenhuma vez paro de olhar para seu rosto lindo enquanto faço isso. É a melhor parte.


Agarro a base dele e sugo profundamente, nossos olhos ainda conectados. Outro som profundo faz burburinhos até seu peito enquanto ele toca o fundo da minha garganta, e eu engulo, incapaz de parar de fazer um ruído de prazer também. Deus, eu o amo tanto, eu quero ele tanto. Sofro entre as minhas coxas, mas eu adoro tocá-lo, tê-lo entre meus lábios, dar prazer a ele. Corro uma das minhas mãos para cima em suas coxas duras e seu abdômen, e ele sorri um pouco. —Você vai me fazer perder isso,— diz movendo os dedos no meu cabelo, seus dedos acariciando meu couro cabeludo. Puxo para trás, soltando seu pênis para que eu possa sussurrar, —perder. Ele ri um pouco, balança a cabeça, em seguida, aperta os olhos enquanto eu o levo de novo, e ele é duro e parece que está fazendo todo o possível para não se perder para que possa fazer isso durar. Ele agarra meu cabelo em um punho e começa a empurrar ritmicamente. Deus, eu sou a única que sente a falta dele tão ruim. Afundo mais profundo, observando-o, acariciando a minha mão ao longo dos seus músculos abdominais, sem saber se ele é o único definindo o ritmo quando impulsiona em minha boca ou se é a minha cabeça, movendo-se freneticamente para cima e para baixo.


Ele solta um som baixo e agarra a parte de trás da minha cabeça um pouco mais firme, e estou tão quente. Eu me sinto tremer quando Matt alimenta minha boca, nenhuma vez tirando os olhos de mim, nem mesmo quando ele finalmente se deixa gozar, seus olhos brilhando com paixão quando goza com um grunhido suave, batendo tão profundo quanto pode, assim começo a beber até a última gota dele. Ele fecha o zíper quando terminamos, sorrindo. —Sua vez.— Ele me agarra pela cintura e me levanta nos ombros, levando-me para o meu quarto. Coloco os meus braços ao redor do seu pescoço, rindo. — Isto era suposto ser sobre você. —Oh, não se preocupe, é sobre mim.— Ele sorri quando me derruba na cama e lentamente começa a puxar para baixo o zíper do lado do meu

QUANDO

TERMINAMOS,

vestido.

ficamos

na

minha

cama

durante horas, nus e gastos. É noite já, e eu tenho vontade de ouvir tudo sobre a África, mas sinto que ele está cansado, a sua voz grogue, sua expressão pensativa. Ele parece estar mais disposto a falar sobre mim e o que eu tenho feito. —O que mais, além de planejar o seu casamento?— Franzo a testa. —Não é fácil planejar um casamento para mil convidados em um mês.


Ele sorri, passando a mão sobre a parte de trás da minha cabeça, me olhando com essa possessividade tranquila que eu vim a conhecer tão bem. —A equipe quer saber se vamos concordar em ter o casamento televisionado.— Eu estudo as suas feições. —O que você acha? —Eu

estou

bem

de

qualquer

maneira.—

Suas

sobrancelhas sulcam pensativo. —Nós não podemos realizar um casamento secreto, agora que nós saímos. Não tenho nenhum problema se for isso que você quer fazer. —Eu não sei. Sei que você gosta da sua privacidade, mas estes quatro anos, eles não vêm isso. Todo mundo está tão animado.— Dou de ombros. —Não há nenhuma razão por que apenas as coisas ruins precisam ser notícia-podemos colocar uma coisa boa sendo notícia também. —Então vamos lá,— diz ele facilmente. —E os votos? Será que nós escrevemos o nosso próprio? —Não,— diz ele. —Os votos tradicionais dizem tudo o que eu quero dizer, e o que mais existe, eu gostaria que eles fossem nossos.— Ele segura meu rosto e rola em cima de mim, olhando nos meus olhos. —Se eu quiser dizer mais, eu vou dizer a você. Em particular. Eu poderia deixar o público apreciar lhe um pouco, mas você é minha. Só minha.


Ele me beija, e antes de sairmos, nós fazemos amor mais uma vez.

EU PENSEI QUE estávamos indo para a Casa Branca, e fico surpresa quando o carro do estado para em um restaurante de carnes cinco estrelas, muito conhecido em DC. Wilson diz a Matt, —Tudo está pronto, senhor. E de repente Matt está me puxando para fora do carro e no restaurante. Um

restaurante

que

parece

ter

sido

totalmente

desocupado para nós, para jantar em privado. —O que é isso?— Pergunto, os olhos arregalados quando olho para Matthew. —Eu não posso me casar com você sem um primeiro encontro oficial. Agora eu posso?— Ele puxa uma cadeira em uma mesa perto da janela com uma pequena vela iluminando em seu centro, e eu sento e assisto com admiração quando ele senta em frente a mim. —Eu nem sequer comi e este já é o melhor encontro que já tive na minha vida. Ele me recompensa com uma deliciosa risada.


E eu me lembro da piscadela de um jovem brincando com uma garota, assim há muitos anos. —Você gosta da atenção de cada homem em você, não é,— ele brinca comigo. —Não todos os homens, apenas os que capturam a minha.— Brinco —É melhor eu ser o único agora,— diz. Sorrio, olhando para o anel de noivado no meu dedo. Deslizo a minha mão sobre a mesa, pegando a dele. —Eu te amo,— digo sem fôlego e desmaiando por dentro. Ele coloca um beijo na palma da minha mão. —Eu também te amo, baby. Eu movo o dedo indicador e o polegar da mão livre uma polegada de distância sobre a mesa. —Isso é muito? —Nem tanto. —Matthew!— Eu repreendo, puxando a minha mão livre com uma carranca brincalhona. Logo, vários garçons se aproximam de nós com uma garrafa do seu melhor vinho. —Sr. Presidente, Primeira-Dama. Uma honra servi-los hoje à noite.


Enquanto o garçom desarrolha o vinho, Matt olha para o menu. —Traga-nos todas as especialidades da casa. Traganos cada prato diferente para que possamos prová-los todos. —Absolutamente, Sr. Presidente. Nós bebemos um vinho tinto leve, e uma vez que os pratos estão sobre a mesa, ele olha para mim, os olhos de café expresso perfurando intuitivamente os meus. —Como está o seu sole com limão14?— Pergunta enquanto comemos. —Oh, tão bom.— E ele realmente é. Ele estende a mão com o garfo e rouba um pequeno pedaço do meu prato, deslizando-o na boca. —Hmm, isso é bom. Pego um pedaço de corte de bife do seu prato e falo através do canto da minha boca enquanto saboreio. —Isso é muito bom. Ele empurra o prato na minha direção, toma o meu, e leva-o para o seu lado. Na verdade, não tenho nenhum problema com isso. —Eu sempre pareço gostar do que você está comendo melhor do que o que eu estou comendo,— digo cavando em seu pedaço de lombo. —Você é um caso clássico de que a grama - do vizinho é mais verde, senhorita Wells. 14

Receita francesa de peixe (peixe linguado) coberto com limão.


—Diz o cara devorando meu sole limão. —Muito bom. Você quer experimentar o bolo de mousse de chocolate? —Eu gostaria, mas vamos precisar de uma ambulância de prontidão do lado de fora. Ele convoca um dos funcionários, e uma garçonete corre mais. —Um bolo mousse de chocolate, um bolo de queijo caseiro.

E

uma

ambulância.—

Ele

sorri

e

pisca

exageradamente para mim. A garçonete sorri carinhosamente e cora. —Sim senhor. Nós terminamos as nossas sobremesas e Matt deixa uma gorjeta enorme e diz a equipe que quem vai cuidar da conta é o escritório dele. —Eu preciso de uma maca para trazer você para fora?— Ele me pergunta. Seus olhos estão brilhantes com malícia, seu sorriso divertido. —Não. Eu posso andar. Mal… — acrescento, amando quando o seu braço ainda vem ao meu redor. —Obrigada Matt,— suspiro, subindo na ponta dos pés e beijando a sua mandíbula.


NA

SEMANA

SEGUINTE,

recebemos

dezenas

de

confirmações dos dignitários estrangeiros que pretendem assistir ao casamento, quando recebem nossos convites. Coletivas de imprensa são a coisa do dia, embora Matt não compareça a todas elas. Lola tem dado a notícia como vem, a imprensa quer todos os detalhes, até

os presentes que

estamos recebendo, e uma vez que Matt não tem intenção de guerrear com a imprensa sobre os detalhes, nem eu, estou simplesmente feliz do país estar sobre as comigo.

nuvens, junto


Charlotte

OS PRESENTES COMEÇAM A CHEGAR NA semana antes do casamento, controlado pelo Serviço Secreto antes que eles cheguem até Matt e eu. O Presidente da China envia uma escultura da bandeira americana, fundida em bronze. O primeiro-ministro do Canadá envia um par de cisnes que vai encontrar uma casa na fonte sul da Casa Branca. O presidente do México pediu permissão especial para enviar uma banda mariachi para cantar para nós na noite do nosso casamento. Logo os quartos da Casa Branca estão se acumulando com presentes de todo o mundo. E eu nunca vou esquecer este dia. Hoje, o Senado aprovou a primeira conta de Matt para a educação.


A Casa Branca está zumbindo em plena capacidade, quando todo mundo fica pronto para o evento. Eu tenho a minha maquiagem feita cedo, e todos tem sido muito severos com Matt, dizendo-lhe que ele precisa manterse fora do quarto Queens que não pode me ver até que eu vá para o altar. O dia começa com um desfile pela Avenida Pensilvânia que os cidadãos são convidados à participar. Eles se acumulam pelas ruas com uma saudação de vinte e uma armas enquanto os trabalhadores montam uma linha de tendas brancas altas ao longo do Rose Garden. Mesas de banquete com arranjos grandes de pequenas flores bebês e peônias se alinham nas tendas, seu perfume, juntamente com o perfume das rosas, enchendo o ar. Uso um vestido aberto nas costas, uma longa cauda, e um véu feito de rendas mais requintados. Matt e eu estabelecemos, juntamente com o chef, em uma refeição de quatro pratos com vinhos, incluindo caranguejo e Salada Bibb com pera e queijo de cabra, sopa de abóbora, cordeiro assado com legumes alecrim e caçado de lagosta do Maine, e minha sobremesa favorita da Casa Branca, torta especial de cheesecake de maçã do chef. Tudo servido em pratos com um aro em prata que parecem lindos sobre as toalhas de mesa marfim de seda e com as cadeiras em prata e dourado.


Entre os nossos convidados do casamento estão vinte e um presidentes e suas primeiras-damas, dois primeirosministros, jogadores da NBA, diretores de Hollywood, atores e cantores, ganhadores do Prêmio Nobel, todas as crianças do Hospital Nacional da Criança, e as nossas famílias e amigos. Mas com o meu noivo na vizinhança, até mesmo todas eles junto não tocam um segundo violino15, o POTUS, em um smoking preto nítido, usando um dos seus sorrisos mais charmoso, desarmando sorrisos quando olha para mim andando pelo tapete vermelho longo no lindo jardim da Casa Branca Rose Garden com uma fila de babados brancos arrastando atrás de mim, finalmente, fazendo-me dele. Finalmente, sua em todos os sentidos da palavra. Matt parece impressionante, com sua gravata borboleta e camisa branca, o pequeno broche da bandeira dos Estados Unidos colocado em seu smoking. Quente. Poderoso. E meu. Com o pano de fundo dos jardins atrás dele e as milhares de rosas brancas na treliça por trás do altar improvisado, eu não posso acreditar que hoje o príncipe da América, que agora veste tão facilmente a coroa do rei, está casando comigo. 15

Uma posição inferior. O presidente é mais importante.


Hoje ele vai fazer seu segundo juramento do ano, os dois mais importantes da sua vida, no mesmo ano. O melhor de tudo, quando eu caminho até o altar, é o sorriso em seu rosto. É um sorriso sutil, não abertamente largo, mas combinado com o olhar intenso e tranquilo, brilhante em seus olhos enquanto me observa aproximar-me, junto com a música de coro, faz um nó se formar na minha garganta enquanto meu pai me leva para o longo corredor com tapete vermelho. Meu pai está apertando a sua mandíbula muito forte e seus olhos estão um pouco vermelho, e eu não posso imaginar o que meu pai está sentindo por ver a sua única filha se casando com. . . Este homem. —Você toma conta dela, Matthew,— meu pai murmura quando me entrega, e Matthew lhe assegura, —Eu vou, senhor. Seus dedos deslizam sobre os meus e ele fixa os olhos no meu, quando me leva até dois degraus para o altar para estar diante do padre. Sob as saias fluídas do meu vestido, sinto minhas coxas suaves, como se eu fosse feita de ar. Eu sei que nós estamos sendo televisionado e continuo querendo

me

conter

para

não

ficar

excessivamente

emocional, mas meus olhos ardem, simplesmente por estar consciente de sua poderosa presença ao meu lado.


Quando ficamos frente a frente para fazer os nossos votos, tenho certeza que minha garganta pegou fogo e não há nenhuma chance de engolir. Sua voz, tão firme e dominante, mas com uma ponta de rouquidão, ele me mata mais do que tudo. —Eu, Matthew, recebo, você Charlotte, por minha legítima esposa, para ter e manter a partir deste dia em diante para melhor, para pior, na riqueza, na pobreza, na saúde e na doença, até que a morte nos separe. Minha voz sai firme, mas macia. —Eu, Charlotte, recebo, Matthew, por meu legitimo esposo, para ter e manter a partir deste dia em diante, para melhor, para pior, na riqueza, na pobreza, na saúde e na doença, até que a morte nos separe. A cerimônia continua, e eu memorizo a maneira que Matt está

lá.

Ele

não

é

nenhum

pouco

emocional.

Ele

simplesmente parece certo. Tão, certo de se tornar o meu marido, me fazendo a sua esposa. —Eu vos declaro marido e mulher. Você pode beijar a noiva, senhor,— diz o padre. Matthew levanta as sobrancelhas para mim como se dizendo você está perdida agora, e ele me puxa para mais perto, o brilho nos seus olhos uma chama cheia enquanto seu olhar cai para a minha boca.


Ele esfrega meu lábio inferior com o polegar, e mantém o polegar debaixo do meu lábio quando molda o meu rosto com as duas mãos e define o mais delicioso, e mais tenro, o beijo mais firme e confiante nunca dado em meus lábios. —Senhoras e senhores. O presidente dos Estados Unidos, e a primeira-dama! Beckett dá um tapa nas costas de Matt e eu abraço Kayla quando aplausos irrompem. Então Matt nos leva para o corredor, e eu estou rindo por causa da multidão e aplausos e os flashes das câmeras, de modo selvagem e ofuscantes, e eu amo sentir o seu sorriso contra a palma da minha mão enquanto ele beija meus dedos.


Matt

—VIDA LONGA, Presidente Hamilton! Eu puxo-a para a pista de dança, e quero devorar esta garota. Quero correr a minha boca por todo aquele doce rosto, sorrindo, beijando os lábios que ela está roendo nervosa durante todo o dia, lentamente desabotoando os botões na parte de trás do vestido e tendo o meu caminho com ela. Eu me sinto invencível, como se eu pudesse fazer tudo, ter tudo. E quando eu a giro e a ouço rir, então ouço suspirar quando eu puxo de volta contra o meu peito, eu sei com certeza, que não quero mais nada. Eu costumava discutir com meu pai, nos últimos anos.


—Por que você se casa com uma mulher se você não está indo prestar atenção a ela? —Um dia você vai encontrar uma mulher, Matthew, que você terá que fazer sua. —Eu não sou tão egoísta. Bem, Pai, é o que eu sou. Mas eu estou determinado a fazêla feliz. Eu não vou fazer o que você fez. Uma vez que a nossa dança termina, ela dança com seu pai, e enquanto puxo a minha mãe para a pista de dança, tenho

certeza que

ela

está

lutando

com os

mesmos

pensamentos que eu estou. Que ele deveria estar aqui. Que ele estaria tão orgulhoso como o pai de Charlotte parece estar esta noite. —Eu estou encontrando o seu assassino,— digo a minha mãe. —Matt, não. É inútil. —Não é inútil,— Eu me oponho. —Matthew, por favor. . . —Ei,— eu a impeço. —Este é o Estados Unidos da América. Você não mata um homem e tem o seu felizes para sempre. Não aqui. —Oh, Matthew,— diz ela, desesperada. Ela olha para Charlotte. —Aproveite a sua noiva. Ela ama você.


—E eu a amo. Eu vou fazer direito por ela. Ela franze os lábios, com medo, preocupada. —Você não é seu pai. Você pode ter perseguido o mesmo sonho, mas você é todos os nossos melhores trunfos, todas as nossas virtudes combinadas. Eu rio e beijo a sua bochecha. —Obrigado, Mãe. —Posso ter a próxima dança?— Meu avô pede. Eu sorrio para ele e entrego a minha mãe. —Obrigado, vô. —Parabéns, rapaz. Ela traz frescor para a casa. Eu vejo o que você viu nela agora. Olho para ela, e está dançando com as crianças do Hospital Nacional Infantil. Ela está rindo quando o pequeno Matthew Brems tenta girar em volta dela, como eu fiz, e sinto meu lábio fazer uma curva em um sorriso. Mergulho as minhas mãos em meus bolsos e a vejo, nunca tive tanto prazer em assistir qualquer coisa em minha vida. Ela me faz querer ser o melhor homem que eu posso ser. Não há muitas pessoas que fazem isso para você. Ela também me faz querer cair de joelhos e adorar as luzes dos dias fora dela. A vejo se manter pisando na cauda do seu vestido, então desculpando-se da pista de dança e sussurrando algo para Stacey, que a leva para a casa.


—Nunca pensei que iria ver esse dia, Hamilton. —Ei, ele é a porra do seu presidente agora. —Vamos lá, ele ainda é Hamilton. Eu apenas sorrio. —Ei,— Saúdo Lucas e Oliver, meus velhos amigos. —Bom que vocês vieram. —Alguns especularam que seria difícil levar a sério o homem mais sexy vivo para presidente. Olhe para você agora. Eu sorrio secamente enquanto faço movimento para a sua mesa, e pego uma cadeira e saboreio do meu copo quando um dos porteiros se aproxima e uma visão em azul com cabelo vermelho caindo pelas costas segue. Ela está vestindo uma roupa de viagem, saia azul e um casaco correspondente que acentua a sua cintura, aquela saia deixando-me olhar para aquelas pernas lindas dela. Eu lentamente vou para os meus pés, o sangue mina instantaneamente à minha virilha. Nossos olhos se encontram. Seus olhos azuis são largos de alegria e admiração, vulnerável. Eu quero agarrá-la para mim. —Charlotte,—

digo

apresentando,

acrescentando:

Amigos de Harvard, Lucas e Oliver. —Prazer em conhecê-los,— ela os cumprimenta, então se dirige para outra mesa para abraçar minha mãe e avô. Ela


volta, tomando um lugar à minha direita. Nossos olhos se encontram mais uma vez quando defino a minha mão na parte inferior das suas costas e a guio para sentar-se. —Lembra aquela professora da Harvard, aquela coisa bonitinha que fez uma dupla quando você entrou para a aula no primeiro dia? Ela não conseguia olhar Matt no olho sem ficar nervosa,— diz Lucas. —Você passou com um A por uma boa aparência,— Oliver acrescenta. Eu me inclino para trás e, em parte, ouço a conversa. Nada que eu não tenha ouvido antes. Meus amigos da faculdade ficam pendurados sobre tempos de faculdade, como se aqueles fossem os melhores dias de suas vidas. Acho que eu gosto da minha vida muito bem agora, e estou mais interessado em suas reações, seu riso. Eu nunca vi essa garota tão feliz. Deus, ela parece linda. Eu mudo a minha virilha, doendo. Nada se interpõe entre nós mais. Eu não vou deixar meus medos de não ser capaz de ser ao mesmo tempo um bom comandante - chefe e o homem que ela quer ter. Eu com certeza vou fazer tudo em meu poder para me destacar em ambos. Só espero que eu possa me acalmar o suficiente nesta noite para dar-lhe o tempo que precisa para desfrutar o


casamento, antes de levá-la para Camp David e ter um pouco de paz e tranquilidade para nós dois. Eu a olho naquele vestido azul sexy-como-inferno que acentua suas curvas, e isso só aumenta a necessidade. Tenho que ver o seu corpo nu, reivindicar a minha esposa. Coloco a minha bebida de lado e meu olhar vai para ela. — Desculpe-nos, nós temos alguns chefes de estado que eu preciso procurar. —Prazer em conhecê-los.— Ela está rindo quando diz adeus, e ela puxa a minha manga. —Matt, espera. Acho que as crianças estão esperando por mim para terminar de dançar com eles. Eu sou parado pelo Presidente do México quando ela vai dizer adeus para as crianças. —Hermosa, la primera dama,— diz o presidente. —Bela, a primeira-dama. Parabéns. —Obrigado por ter vindo, compartilhar a alegria.— Sorrio, e começamos a discutir o tratado de longa data entre os nossos países quando eu a vejo se aproximar do grupo. O pequeno Matt Brems intensifica com a mão estendida e apontando de volta para a pista de dança. Ela aceita. Mergulho as minhas mãos em meus bolsos, enquanto ela o leva para a pista de dança, os cabelos caindo sobre suas costas, e as câmeras estão piscando como loucas.


Quando a dança termina, ela inclina a cabeça, e então pega algo próximo. Ela se ajoelha diante do menino e lhe dá o presente, e o menino apenas olha para ele, depois para ela em plena admiração, e ela olha para mim com um sorriso. Sorrio de volta, sabendo o que é. Então um flash de uma versão mais jovem minha, com ela ajoelhada diante dele. . . nosso filho. Aperto as minhas mãos, um desejo feroz me bate. Eu sacudo, sorrindo para ela, e continuo a falar com o presidente do México, dizendo a mim mesmo que agora não é o momento. Mas pensando nos próximos anos, eu não sei quando isso vai acontecer. —Eu dei ao pequeno Matt a fotografia da sua visita à Casa Branca, aquela com você nela que eu lhe pedi para assinar,— Charlotte diz, de volta ao meu lado. —Eu sei. —Para dar sorte. —Você é linda. Eu estou ansioso para leva-la daqui.


Charlotte

O MARINE ONE NOS LEVA para o Camp David, onde nos atacamos um ao outro no momento em que entramos no Aspen Lodge. Matt me esmaga entre seu corpo e a porta, sua língua mergulhando implacavelmente, com a mão passando pelo meu cabelo, me puxando para trás de modo que sua boca pode vagar na minha garganta, faminta e úmida enquanto ele afasta nossos corpos para puxar a minha saia e me levantar. Deixo que ele me segura pela bunda, então me preparo contra a porta enquanto ele abaixa-se entre as minhas pernas. Sinto sua boca vagar pelo meu abdômen e entre as minhas coxas, o restolho do dia em sua áspera mandíbula a pele sensível lá, quando ele puxa minha calcinha de lado e me dá uma longa lambida, molhada.


Gemo e agarro o seu cabelo espesso e sedoso, gemendo, mais uma vez, quando ele repete o movimento com a sua língua - uma longa, e deliciosa lambida, cobrindo a minha abertura e acariciando as minhas dobras. Ele insere o polegar e olha para mim, seu cabelo despenteado, seus olhos brilhando, os lábios molhados. —Por favor, não me deixe gozar sem você,— imploro. Ele me lambe de novo, um rosnado baixo deixando seu peito. —O que você quer? —Eu quero você nu,— ofego, e antes que eu perceba, ele está me colocando nos meus pés e se afasta, olhando para mim enquanto seus dedos começam a trabalhar em sua camisa. Chego por atrás de mim e desfaço os botões nas minhas costas, ofegando enquanto ele tira fora a camisa e abre o zíper. Ele nu. Há algo sobre ele nu. Primal e poderoso. Em seu elemento como homem. Isso me deixa ligada. Ele é meu.


Só meu, máscara fora, gravata fora, terno fora, todo o poder do executivo fora. Apenas seus músculos. Seus lábios. Suas palavras. Sou casada com o presidente. Eu não me importo que ele é o presidente. Mas quem ele é. Sou casada com a minha paixão de infância, o homem que eu amo. Isso me faz tremer. Ele faz. Ele é o único que eu queria estar para sempre. E a garota dentro de mim ainda se maravilha que das suas escolhas de mulheres, ele me escolheu. Me amou. Me viu. Me vê agora, quando ele está diante de mim, toda a massa muscular do homem, observando-me derramar minha roupa azul de viagem. Ele está respirando com dificuldade, seu olhar me torturando. Dou um passo e ele me agarra, reunindo meu cabelo acima da minha cabeça em um punho. Ele se inclina com os lábios na minha orelha. —Porra eu fodidamente amo o inferno fora de você,— sussurra, tocando meu peito com uma mão, acariciando o bico tenso.


—Eu te amo tanto. Eu quero você dentro de mim, o mais rapidamente possível. Ele me beija. Eu meio que perco todos os meus pensamentos, atingindo entre nós para tocá-lo, duro e pulsante. Gemo quando ele me apanha, transportando-me para um grande quarto com uma cama king-size, e me joga no colchão. Ele cai em cima de mim e abaixa a cabeça para os meus seios, e a boca de Matthew se torna o centro da minha galáxia. Eu não posso ter o suficiente. Eu gemo quando ele lambe e suga avidamente, tomando seu tempo para eu gozar, me provando, atormentando-me, com a boca, muitas vezes voltando para a minha, gentil, mas feroz. —O que minha esposa quer? —Deus, você sabe,— digo. Ele me recompensa com um beijo. Eu nunca pensei que um homem iria me beijar com essa paixão, que me quisesse com esta paixão, me amasse com esta paixão, nunca pensei, quando lhe disse uma vez inocentemente que não me importaria de estar ao lado do presidente, que eu realmente acabaria a seu lado. Que ele seria o homem que eu estaria não só em seu primeiro mandato, e talvez no segundo, mas para o resto da sua vida e da minha. E eu acho que é por isso que estamos nos beijando assim, porque nós não somos o presidente e a primeira-dama quando estamos juntos. Porque ele propor, para me casar,


não tem nada a ver com as circunstâncias que ele tem atualmente como o comandante-chefe e eu sendo a sua primeira-dama. É apesar disso. Ele me pediu porque ele quer sempre estar comigo, e o pensamento de sempre estar com ele me faz a mulher mais feliz do mundo. Não importa o que o nosso para sempre enfeitará os livros da história. É a nossa história, a sua e a minha. Matt define a sua testa na minha e olha fixamente nos meus olhos. —Você está tomando a pílula, baby?— Ele pergunta grosso, e quando movimento em um —sim— com a cabeça (comecei quando Matt pediu ao médico na Casa Branca para me receitar), beijando-me profundamente, me abrindo para que ele possa entrar mim. Gemo. Ele solta um ronco que me diz logo de cara que ama a sensação de nós sem nada no meio. E Deus, eu me sinto completa, completa e pronta para me dividir em um milhão de deliciosas partículas do prazer para sentir Matt longo, grosso, duro Matt - conduzindo dentro de mim como se ele pertencesse ali. Ele faz. Ele dobra a minha perna direita por cima do ombro, me abrindo ainda mais. Eu posso sentir a ondulação do músculo


do ombro e do braço sob a minha panturrilha, e ele empurra, e de repente está ainda mais profundo, mais profundo do que nunca. Um gemido de prazer me deixa, e sua boca está lá para comê-lo. —Qual a profundidade que você me quer?— Pergunta puxando a minha outra perna por cima do ombro também. Estou quase no limite já. —Oh Deus, Matthew,— ofego. Mantendo as pernas sobre os ombros, ele impulsiona mais profundo. —Assim,— diz. Ele enche-me como se não pretendesse me deixar. Como se ele pertencesse dentro de mim. Como se meu corpo fosse feito para caber cada polegada no seu. Ele geme quando está totalmente incorporado, e eu aperto as minhas pernas ao redor dos seus ombros, querendo mais, querendo tudo, meus músculos segurando seu comprimento quente cada vez que impulsiona, e ainda mais quando está puxando para fora. —Como

você

me

comprimi

direito,—

ele

ronrona,

lambendo meus lábios. —Deixe espaço para mim, Sra. Hamilton. Tome tudo de mim. —Sim,— suspiro. —Eu sou toda sua.


Eu choro de prazer e Matt me observa, fazendo-me gozar, me deixando gozar, me olhando com os olhos desejosos e um sorriso de lobo no rosto, como se ele não pudesse saborear nada mais do que ter-me perdendo o controle. Ele goza comigo com um rugido, sua boca capturando a minha por um beijo selvagem quando nós chegamos ao clímax juntos. Pelo próximo minuto, ficamos emaranhados, nossos corpos nus e úmidos de fazer amor. Matt vai para o banheiro e retorna com um pano, passando entre as minhas pernas. Ele me limpa, leva o pano, em seguida, volta para a cama e me olha quando deita ao meu lado. Não há nenhum segredo para esconder o calor flagrante em seu olhar enquanto me pega. Ele enrola a palma da mão na parte de trás da minha cabeça, pressionando a sua testa na minha. —Você pode fazer de novo?— Pergunta, com a voz rouca enquanto fuça meu rosto com o seu e acaricia meu lado. Ele encontra a pérola apertada do meu clitóris e começa a esfregar enquanto me beija. —Pode demorar mais, Charlotte?— Pergunta, alternando os dedos no meu clitóris, do seu dedo indicador para o polegar, o dedo indicador penetrando. Eu arco e pego o meu lábio inferior para parar um som de prazer saindo. Seu cheiro é como uma droga para mim, fazme tonta de desejo. Seu dedo sai e ele esfrega o meu clitóris


novamente, esfregando minha excitação em cima de mim. Eu começo a empurrar meus quadris até a mão, desesperada por mais. Ele tira o dedo de volta, em seguida, para fora, mais uma vez, esfregando meu clitóris. Eu estou me debatendo, jogando a minha cabeça, segurando os lençóis ao meu lado, desfeita pela maneira como ele me toca. —Eu quero você,— suspiro. Ele não me faz esperar por muito tempo. Ele geme e aperta os meus seios, lambendo as pontas, sugando-os. Eu arco até a boca quente e agarro pela parte de trás da sua cabeça, punhados do seu cabelo entre meus dedos enquanto pressiono para a minha boca e Matt me enche de novo, tão profundo quanto ele pode ir, profundo o suficiente para que eu sinta a minha

alma deixando-me

quando eu quebro para ele.

A SALA TEM UMA LAREIRA E, no meio da noite, Matt acende. Logo há um fogo crepitante quente. Ele sorri e acaricia a mão nas minhas costas, exalando contente quando nós deitamos no sofá depois de outra rodada de sexo deliciosa. —Tantas noites desejei que eu pudesse. . . sentir que você segurava a minha mão,— Levanto a mão e defino a minha


própria contra ele - —e olho para você sem medo que todo mundo veja o que está escrito nos meus olhos. Ele me segura pela parte de trás da cabeça, seu pênis endurecendo

sob

meu

colo

com as minhas

palavras,

beijando-me com a sua língua comprida molhada, itinerante. —Agora . . . você é meu marido. Ele olha para mim. —Eu te amo. Ele pega a minha mão e lambe meu dedo anelar, da raiz às pontas. Mmm. Este homem vai ser a minha morte. Lembro-me dele fazendo isso no dia em que me disse que o pequeno Matt estava visitando a Casa Branca, e de repente. . . momento lâmpada! —Esta é a forma como você mediu o meu anel? Com sua boca? Sr. Presidente, estou chocada! Ele sorri. —Você ficará satisfeita de saber que há outras coisas que posso fazer com a minha boca.— Ele habilmente me tira fora da sua camisa de botão branco (que eu coloquei para relaxar) e mordisca no meu ombro nu. —Oh, eu aposto. Você é muito hábil durante as coletivas de imprensa. —A minha boca é ainda mais hábil em encontrar locais quentes doces para sugar e ter um gosto.— Ele desliza uma mão sob o cobertor e acaricia a pele do meu estômago, em


seguida, puxa o cobertor para baixo e abaixa a cabeça para beijar um dos meus mamilos. Eu rio. Ele levanta a cabeça. —Você é bonita.— Ele sorri, seus olhos tão lindo que eu tenho dificuldade para respirar. —Eu me pergunto o que o país iria pensar em seu fetiche com a letra C,— brinco. —Que eu sou o comandante chefe. E estou autorizado a desfrutar de qualquer fetiche,— diz —quando isso envolve a minha esposa. Eu sorrio. —Seu pai, se ele pudesse te ver agora. Seu único filho, o presidente, e fazendo um trabalho muito legal. —Ele ficaria tão feliz sabendo que eu estou estabelecendome. —Comigo? —Não, com Jack.— Matt apenas sorri e corre o polegar ao longo da minha mandíbula. —Com você,— diz com a voz rouca agora. —Você acha? —Eu sei que sim. —Ele me aprovaria? Bom pedigree? Filha de um senador?


—Meu pai tinha grande respeito por sua família, mas você o encantou. E não há nenhuma palavra para o que você fez para mim. —Eu vou te encantar você sabe, estou apenas começando com o encantamento, senhor presidente. —Você está agora?— Ele sorri, em seguida, franze a testa quando olha para mim. —Você falou qual era o seu nome? —Não precisava ser dito. Ele sabia que todas as apostas estavam fora. Ele não tinha a menor chance contra você desde que comecei a fazer campanha para você. Ninguém tem, ou teve. Mesmo antes.— Levanto uma sobrancelha. — Você disse a todas as suas garotas fãs e groupies? Até mesmo as funcionárias tem uma queda por você do tamanho que nenhum outro presidente teve. —Sou comprometido. Eu tenho um anel aqui para provar isso.— Ele bate seu anel de casamento com o polegar. —Então, eu ouvi um boato. . .— Eu começo. —Você tem umas orelhas grandes, não é? Concordo com a cabeça com um sorriso travesso e passo a língua para lamber a parte superior do seu peito. —Eu tenho uma língua muito quente, também. —Hmm. Dê-me mais dessa língua. Mais para baixo.


—Então eu ouvi. . . Matt, você está ouvindo?— Digo, quando lambo o centro do seu peito. —O quê?— Ele ri, obviamente distraído. —Eu ouvi . . . o projeto foi aprovado. Educação. —Deus. Sim.— Ele aperta os olhos fechados, jogando a cabeça no encosto do sofá. —Eu estou tão aliviado. Por um momento, pensei que iria perder por um voto. —Matt, eu estou tão orgulhosa de você,— digo. Ele olha para mim, sorrindo, acariciando com a sua mão pelo meu cabelo. —Saúde é

o próximo.

É surreal na manhã seguinte, acordo em Camp David, uma mulher casada. Eu sou casada. A partir de agora, as pessoas vão me tratar como Mrs. Hamilton. Matthew não parecia estar animado com a ideia de um circo paparazzi se dirigindo em qualquer outro lugar, e assim iriamos para Camp David. Estou tão feliz que esta foi a sua escolha. É absolutamente tranquilo. Pacífico. É tão cedo o sol está quase subindo. Posso dizer a partir da abertura das cortinas que está perto do amanhecer. Olho para o anel na minha mão, idêntico ao mais espesso anel maior em sua mão, e bebo no homem dormindo ao meu lado, abraçando mais perto do seu quente peito duro para pegar


um pouco mais. Não há nenhum lugar que eu preferiria estar. Acordamos às 9 horas e temos relações sexuais de manhã, em seguida, fazemos um almoço churrasco - no terraço. É relaxante. É a primeira vez que eu estive sozinha com Matt Hamilton, sem esconder ou ocultar. Nós estamos sozinhos verdadeiramente sozinhos (suponho que tenhamos chegado ao ponto em que o Serviço Secreto e guarda-costas de Matt não contam, especialmente quando eles estão fazendo o seu melhor para nos dar a nossa privacidade e ficar a mão, mas fora da vista) - e essa sensação de privacidade é uma boa mudança do centro das atenções da Casa Branca. Ligamos a televisão enquanto lavamos os pratos, apenas para ver fotos nossas em todos os canais. Nós decidimos não assistir. Então, nós vamos para fora e exploramos a mata. Matt me diz sobre quando ele fazia golfe com seu pai, e aproveitamos apenas para passear através das árvores que circundam a casa de campo com Loki, um dos seus animais de estimação então. É quase 13:00 pelo tempo que voltamos para a casa de hóspedes, e eu nunca me senti mais feliz ou mais em paz do que estou agora. Nós caminhamos para a sala, em seguida, o quarto, e Matthew se dirige para o chuveiro, liga a água. Ele olha para


mim

com

expectativa,

as

sobrancelhas

subindo

um

milímetro. —Oh!— Eu suspiro. —Você quer que eu . . . você espera que eu. . . Muito lentamente, ele acena com a cabeça enquanto começa desafivelar e abrir o zíper, os cantos da sua boca levantando em uma pequena fração. —Eu quero. É o mais quente sexo do chuveiro de sempre. Ele faz amor comigo contra a parede do chuveiro, então saímos e terminamos, seu sêmen esguichando no meu abdômen, seus olhos em mim, e é a coisa mais quente que eu já vi. O sexo mais quente da minha vida. Com o homem mais quente do planeta. Nós rimos o resto da tarde, e fazemos amor na cozinha, e falamos de política e política, e até ligamos para a Casa Branca para conferir Jack, e pedir-lhes para trazê-lo para nós no Camp David de carro. Ele chega horas depois, pulando alegremente para a casa de campo quando vê Matt na porta, e nós passamos o dia seguinte andando na mata, com Jack latindo, arrojado, e abanando o rabo.


DEPOIS DE UMA GLORIOSA NOITE DE SÁBADO, Indo para fora sobre o campo saboreando o fato de que Camp David é à prova de paparazzi, por causa de ser uma base militar, em seguida, se enrolando na cama para fazer amor lento de preliminares-carregadas, é domingo à tarde, e estamos de volta no Marine One indo para casa, Jack olhando para fora das janelas. Olho para os anéis de casamento e noivado brilhando no meu dedo com um sorriso nos lábios e depois estudo o perfil ponderado de Matt enquanto olha para fora da janela. Posso dizer que a sua mente já está à deriva de volta ao trabalho. Estou triste por deixar ir a calma de Camp David. Mas à medida que nos aproximamos do Distrito, olho para os monumentos de Washington e de Jefferson quando nos preparamos para descer sobre o gramado sul da Casa Branca e sinto uma sensação de paz e espanto de ver a cidade a partir deste ponto de vista. Eu absorvo as luzes riscando sobre paredes com colunas, e sei que este é o lugar onde Matthew precisa estar. Este é o lugar onde ele pertence. Onde nós pertencemos. Não importa o quanto nós às vezes gostaríamos de nos congelar dentro de um momento simples, normal, para sempre.


Charlotte

—ESTA GAROTA NA FOTOGRAFIA,— Meu marido diz, enquanto olha para o seu presente, batendo um dedo no vidro, levantando uma sobrancelha. —Eu quero ela. Sempre. —Vou deixá-la saber,— falo sem fôlego ao ver o olhar em seus olhos. Ele coloca de lado e avança para mim, em uma toalha, pronto para a cama. —Eu estou supondo que ela pretendia me dar uma ereção e fazer gozar só com o olhar. Eu rio. —Não, é um-olhar, venha aqui! Alison me disse para pensar em você e eu apenas fiz. . . —Essa é a expressão em seu rosto quando você pensa em mim?— Pergunta inclinando-se para a frente.


Eu aceno sem fôlego enquanto ele segura meu rosto. —Pense em mim agora,— ordena, sua voz rouca, me observando. Eu examino seu rosto. —Eu não posso. Estou muito ocupada olhando para você. —Feche os olhos, em seguida, e pense em mim. Fecho meus olhos, rindo, sentindo seus olhos em mim. Então imagino, ele ali de pé me observando, naquela toalha, quente como o inferno. Imagino a expressão em seu rosto quando lhe dei o retrato que Alison fez para mim, em preto e branco elegante, com uma moldura dourada elegante. Imagino a maneira como seus olhos me bebem, quase como se eu estivesse viva na imagem e ele esperava que eu saltasse para fora da moldura e mostrasse uma garra para ele. Começo a respirar profundamente, e então eu sinto o fantasma do seu toque, seus dedos correndo pelo meu rosto. Meus pulmões ficam com tensão para mais ar enquanto sua mão cai um pouco mais, para acariciar a pele revelada pela minha própria toalha. —Você é requintada,— diz respirando contra os meus lábios enquanto agarra a parte de trás da minha cabeça, e seu beijo é tão profundo, meus dedos dos pés se curvam e todos os átomos do meu corpo parecem tremer.


—Você me quer de novo?— Suspiro. Nós apenas acabamos de fazer sexo no chuveiro novamente. Somos como recémcasados; não importa se estamos de volta na Casa Branca. Estou com sede por ele, e ele por mim. —Sim,— diz puxando a minha toalha solta. Eu desmaio um pouco quando ele libera a sua própria toalha e puxa-me em seus braços, pele com pele, bocas conectadas, com as mãos acariciando a minha pele úmida. No dia seguinte, depois que corro para me vestir e, em seguida, observo Matt se vestir em seu terno e abotoaduras e ir para o Salão Oval com Freddy, sua escolta, que estava esperando na nossa porta, acho, na minha mesa no East Wing, uma Post-it com a sua caligrafia.

SENHORA. Hamilton Eu te amo.

PS. Linda saia.

EU SORRIO. Acho engraçado, porque disse a ele que eu gostaria de responder a alguns dos e-mails que a Casa Branca recebe diariamente. Foi apenas alguns dias atrás, em


Camp David, e encontro-me lembrando como se estivesse de volta em seus braços, ali mesmo. —Matt, você sabe todas as cartas que chegam na Casa Branca diariamente? —Hmm.— Ele está adormecido, minha cabeça sobre o braço dobrado, descansando em seu bíceps. —Você recebe algumas na sua mesa todos os dias. Para responder,— especifico. —Uhmm.— Ele balança a cabeça, abaixando-se e enfiando o nariz no meu nariz, me perfurando. —Seria possível eu responder a algumas também? Ele sorri contra a minha garganta, e me apresso. —Eu não tenho, apenas se você concordar. —Você gosta das suas cartas, não é— diz acariciando a ponta dos dedos ao longo do meu abdômen. —Bem, suponho que sim,— digo, sorrindo no escuro. —Eu vou escrever a minha resposta então. Eu faço uma carranca. —O que? Você vai me escrever uma carta?— Pergunto, pasma. Quão complicado ele quer que isso seja? Então eu percebo que ele está escrevendo com a ponta do dedo, na minha pele. Letras corridas ao longo do meu corpo


quando olho para baixo e vejo, extasiada, enquanto seu dedo forma a letra, S Meu coração aperta, Deus ele é tão sexy, não posso ficar parada. Suprimo o desejo de me contorcer quando seu dedo longo desenha lentamente, a letra I E, em seguida, requintadamente lento, ao redor do meu umbigo, a letra M. Ele ainda está sorrindo, mas olhando para mim agora, com os olhos brilhando. —Contente, esposa?— Diz. Pego os meus lábios e, em seguida, pressiono ao seu, onde murmuro, —Sim,— antes que ele morda o lábio inferior, em seguida, desenhe lentamente em sua boca, o que é sobre toda a conversa de negócios da noite. Agora eu vejo a sua nota, à direita no topo de uma pilha de cartas. Ele sabe que eu amo as minhas cartas e acho que a nota de Matt é apenas a primeira de dezenas de cartas que serão agora deixadas na minha mesa. Guardo na minha gaveta, ainda recebendo um choque sempre que meus olhos pousam na minha mão e vejo o envolvimento brilhando dos anéis de casamento no dedo.


Matt —VOCÊ ESTÁ DIZENDO PARA mim que é um beco sem saída? Estamos eu e Cox novamente no Salão Oval. —Parece que sim, Sr. Presidente. Cox faz movimentos para as imagens das cartas, cada fotografia em um saco fechado, na minha mesa. —Nós investigamos as cartas similares ao que lhe foi enviada, todos aquelas que se possa encontrar que remonta ao seu pai, e todas as impressões correspondem a equipe da Casa Branca. Uma mostrando uma digital externa.— Cox puxa para fora uma imagem de um homem grande, careca. —Enviamos uma equipe. O cara trabalhava nos Correios em Milwaukee quando as cartas foram datadas. Ele não se lembra de nada. Eu esfrego o meu polegar inquieto sobre o meu lábio inferior. —Quaisquer outras pistas? —Negativo, senhor. —Vamos continuar a procurar. —Sim senhor. Ele sai, e por um segundo, aperto os meus molares e olho para a fotografia do meu pai na minha mesa quando puxo os


arquivos e me preparo para o meu encontro com o Procurador-Geral.


Charlotte

UMA SEMANA após nosso regresso de Camp David, escorrego no meu sutiã e me sinto um pouco inchada quando passo na minha saia. Na semana passada, quando percebi que estava atrasada, atribuí as grandes mudanças de vida dos últimos meses, além do fato de que a pílula poderia estar fazendo tudo maluco, mas agora estou preocupada. Eu não sou apenas irregular. Nunca fui. Não consigo parar de pensar nisso quando faço uma entrevista em uma das salas da Casa Branca. No momento em que estamos prontos, chamo a minha secretária de imprensa. Lola tem trinta e cinco anos, jovem e malhumorada, e desenvolvi uma boa amizade com ela. Embora


eu possa estar mais perto de Alison, como ela é nova na Casa Branca como eu, Lola é um pouco mais experiente em matéria de segredo e eu realmente preciso que isso fique entre nós. Ela me encontra no Salão Oval amarelo, onde estive andando sem parar. —Eu preciso de um favor. —Qualquer coisa. —Eu preciso que Kayla venha me visitar. E encontrar uma maneira de me trazer discretamente um teste de gravidez. —Isso não é necessário. Vou buscar. —Obrigada, Lola. Não levou muito tempo. Menos de uma hora depois, ela retorna com um saco plástico sem rótulo na mão. —Tudo bem, tive o cuidado para quem eu pedi. Pedi várias marcas, também.— Ela os entrega, sorrindo. —Estou nervosa e animada por você. —Estou nervosa e animada também. Ela sai, e eu corro pelo corredor até o quarto Queens e passo por todo o processo. Quatro vezes. Cada uma dessas vezes, é positivo. Eu estou grávida do bebê de Matthew Hamilton. Olho para os testes em perplexidade, surpresa, emoção e medo. Completo, medo paralisante.


O choque me dá um tapa. Estou

confusa,

andando

inquieta

pelos

corredores

enquanto espero que ele termine na Ala Oeste o dia. Chamo Portia e pergunto-lhe quando eu posso ver o presidente. Ele está em uma reunião de gabinete, mas ela me garante que vai me avisar quando ele terminar e me ajustar antes que se encontre com seu conselheiro de segurança nacional. Quarenta e oito minutos depois, entro na Sala Oval, e Matt

está

olhando

para

alguns

papéis,

os

óculos

empoleirados em seu nariz elegante, uma das suas mãos segurando o cabelo como se ele estivesse frustrado. Alguns não estavam completamente lá ainda, eu suponho. —Matthew? Inspiro suavemente, dou suspiros rápidos e coloco a mão no

meu

estômago

enquanto

ele

levanta

a cabeça, a

preocupação em seu rosto. —Eu estou grávida.— Minha voz é calma, preocupada, mas isso cai como um peso gigantesco na sala. Matt ergue lentamente os óculos para olhar para mim, levantando uma sobrancelha. Seu rosto fixo, pensativo, forte e ilegível. Há um vislumbre de esperança em seus olhos, esperança e algo cru e primitivo. —Estou grávida. Estou tentando manter a calma e não surtar,— admito, a minha voz arrastando para um sussurro.


Seus olhos piscam como se ele estivesse lutando com alguma emoção inominável; ele abaixa a cabeça por um longo, minuto eterno. E então ele coloca os óculos de lado e chuta a cadeira para trás, atravessa a sala, me agarra pelo queixo para que meus olhos fiquem ao mesmo nível dos dele, e estende a mão e põe a mão no meu estômago, baixando a cabeça, o peito se expandindo enquanto ele inala e define sua testa na minha. —Diga. Mais uma vez,—

ele rosna.

DEZ MINUTOS DEPOIS, estou olhando para uma mão descansando contra a minha barriga enquanto nós deitamos em sua cama. Meu coração está acelerado e praticamente prestes a saltar para fora do meu corpo. Ele não tem realmente dito nada. Ele simplesmente abriu a porta para a Sala Oval, sacudiu a cabeça na direção do corredor, e eu segui. Eu segui pelo corredor e subi as escadas até a residência e para o seu quarto, onde ele fechou a porta com um clique suave. Deito-me na cama, observando-o dar um pontapé para tirar os seus sapatos e sentar-se ao meu lado, a mão puxando a minha camisa para cima e descansando na minha


barriga, seus olhos tão firmemente presos a mim como sua mão está. Começo a falar. —Eu sei que isso é loucura, mas eu. . .— As minhas pausas de voz, em seguida, porque a mão começa a

esfregar

suavemente

contra

a

minha

barriga.

Um

movimento calmante que só me faz exalar e derreter mais para a cama e travesseiros. Sua pele da mão bronzeada e suave contrasta com a pele branca leitosa do meu estômago, uma vez que sobe e desce com cada respiração que dou. Olho para a mão e sinto as ondas de emoção vindo contra mim. Excitação, medo, espanto. . . Sua cabeça está agora inclinada para o meu estômago. Ele não disse nada ainda. Estou praticamente explodindo de nervos. —Matt. . . por favor, diga alguma coisa,— imploro suavemente. Não

sabia

como

ele

reagiria, e

eu

mesma

estava

considerando em mostrar-lhe o ‘positivo’ na marcação no primeiro teste de gravidez que eu fiz. Não importa os três positivos subsequentes que recebi depois disso. Mas não o fiz. Acabei falando as palavras. Deus. Ele foi apenas empossado no cargo, e apenas estabeleceu seus planos para criar uma mudança real no


país. Um bebê é a última coisa que ele precisa agora. . . que iria esmagá-lo e enfatizar o inacreditável. Mas agora, não há como evitar isso, e meu coração está apertando quando eu olho para este homem, seu cabelo macio, escuro pairando sobre meu estômago, sua mão acalmando a minha barriga. Eu percebo que ele pode estar desapontado. Ou talvez pensando em como lidar com isso. As coletivas de imprensa que precisamos realizar, como dizer a sua mãe. . . Então eu sinto seus olhos em mim. Seus olhos estão incrivelmente escuros, como se estivesse lutando contra alguma emoção que ele não quer sentir ou reconhecer. —Eu nem sei por onde começar. . .— Sua voz engrossa, mas sua expressão me diz que ele não tem palavras. Ele segura meu rosto em ambas as mãos e me beija com força, dizendo-me tudo o que preciso saber. De repente, ele chupa a minha língua com tanta sede que meus dedos do pé enrolam, eu realmente quero chorar. Porque eu não tinha planos para esse bebê. Nem ele. Mas eu quero. Eu quero que ele queira isso também. Quando ele recua, olha para mim de uma maneira possessiva, seus olhos iluminados como fogo, sua expressão


tão dura com a emoção e ainda assim tão carinhosa. —Eu te amo,— diz ele em voz baixa, cobrindo meu rosto com uma mão quente. —Você sabe disso. Seus lábios beijam a minha testa enquanto ele sussurra: —Deus, eu realmente não quero foder agora. Ele puxa de volta e dobra-se sobre o meu estômago de novo, e eu vejo o olhar de espanto em seus olhos enquanto beija bem abaixo do meu umbigo. Ele esfrega o rosto contra o mesmo local e bloqueia nossos olhos. Nós estamos tendo um bebê. Puta merda. Um milhão de realizações começam a correr na minha cabeça. Eu tenho bebê deste homem dentro de mim. Nós vamos ser uma família. Eu vou torná-lo um pai. Eu vou ser uma mãe! Puta merda! Estamos prontos? Olho para ele e ele vê a preocupação em meus olhos e balança a cabeça, sinalizando-me para não me preocupar. Aceno com a cabeça e sussurro: —E se nós não estivermos prontos?


Ele olha para mim se levanta para sentar ao meu lado, me levando em seus braços. Ele esfrega as minhas costas com suas mãos grandes e quentes, e eu me deixo ser apoiada por ele completamente. —Estou com medo,— eu sussurro. Eu o amo tanto que sinto como se meu coração fosse romper com a magnitude. Sinto lágrimas nos meus olhos quando penso em tudo o que ele é e tudo o que ele tem feito. Ele é mais do que eu desejava, mais do que eu sempre sonhei, e eu choro lágrimas silenciosas, agradecendo o mundo e o universo por me dar tal homem. —Eu amo você, Charlotte,— diz contra a minha orelha. Ele vira a cabeça para olhar nos meus olhos. —Eu não vou mentir, estou com medo também. Eu não quero deixar este filho órfão. Pior, eu não quero ser meu pai, não para você, não para esta criança. Vejo o medo em seus olhos quando ele diz isso, e sou lembrada da sua vida crescendo na Casa Branca. —Eu sei que você não queria uma família enquanto estivesse na Casa Branca. Eu me sinto horrível que você estará sobrecarregado… —Não é nenhum fardo. Eu quero este bebê tanto quanto quero você.— Ele olha para mim, então engole. —Puta merda.— Ele ri.


Ele molda o meu rosto com as mãos e olha nos meus olhos. —Quero isso. Eu vou estar aqui para você e para o bebê.— Ele soa tão determinado quanto um senhor da guerra. — Jesus, linda. Venha aqui. Empurro meus medos de lado enquanto ele puxa meu rosto para mais perto dele e me beija com uma ternura tão bonita e amorosa, eu não sei se sorrio ou choro. Eu acho que as pessoas não estavam brincando quando dizem que os hormônios da gravidez nos tornam muito emocional. . . Eu rio um pouco com isso e ele sorri de volta para mim. —Charlotte. . . Estou incrivelmente excitado com a ideia de você carregando meu filho. . . nosso filho. . . dentro de você. Seus olhos seguram o meu, quando ele diz, com firmeza, —Isso é perfeito. O momento. A mulher. O bebê . . . Por favor, eu não quero você preocupada,— adverte, atirando-me um olhar severo. Aceno, meus medos amenizados quando olho em seus olhos e percebo que ele está completamente certo. Eu nunca estive mais apaixonada. Mais comprometida com alguém como eu estou com ele.


Eu sei que ele vai tentar fazer este trabalho, de alguma forma. Percebo que não só quero ser a sua esposa, eu quero ser a mãe dos seus filhos, e eu quero que ele seja o pai dos meus filhos. Quero ter uma família com este homem. Eu quero este bebê mais do que qualquer coisa e quando olho para ele, olhando para a minha barriga de novo, sei que isso é perfeito, e que nós estaremos bem. É a minha vez agora quando pego o seu rosto em minhas mãos e digo-lhe, —Matthew Hamilton, estou tão apaixonada por você, eu não sei o que fazer comigo mesma mais. Ele sorri e beija meus lábios. —Você vai ser mimada sem sentido, porque eu não quero nada mais, mas o melhor para o meu bebê e sua mãe linda. Eu rio e depois gemo. —Linda? Se eu for como a minha mãe, vou ser um colírio no tempo da minha gravidez. Ele balança a cabeça, então seu olhar viaja para o meu estômago

novamente

e

ele

rosna,

—Você

parecerá

incrivelmente sexy, para não mencionar completamente desejável. Eu não serei capaz de manter as minhas mãos longe de você. . .— Ele trilha a sua língua do meu umbigo à minha linha de calcinhas, e, de repente as coisas tomam um rumo muito diferente. Eu jogo junto com o seu jogo e dou um suspiro exagerado. —Eu não sei, Matt. . . Acho que você vai querer que eu


durma no meu quarto em vez do seu, porque eu vou ocupar muito espaço na cama e posso não ser muito atraente. Ele olha para cima de onde estava lambendo, para meu espanto, mas o olhar em seu rosto me faz rir porque este homem é completamente sério. —O dia que eu não me sentir atraído por você, eu vou estar morto,— diz quando desabotoa a minha calça. —O

que

você

está

fazendo?—

Exclamo,

excitação

construindo tanto em meu coração como em outro lugar. Finjo preocupação e digo: —Será que estamos fazendo sexo? —Você não pode estar falando sério! Nós estamos tendo toneladas de sexo,— afirma ele, beijando ao longo do meu estômago. —Eu não sou o tipo de homem,— ele dá beijos novamente…- —para negar-se a sua mulher.— Outro beijo. —Eu acho que está me despertando como o inferno que você está carregando meu filho e isso me faz querer dar-lhe todos os tipos de prazer. —Sério?— Digo. Meu coração praticamente queimando, ouvindo as suas palavras. —Sim . . . começando agora. Eu o sinto puxando para baixo as minhas calças, e junto com elas a minha calcinha. Minha respiração pega na minha garganta. —Matt. . . —Shhh. . . deixe-me.— diz.


Engulo em seco e aceito, incapaz de produzir quaisquer palavras quando a sua língua quente lambe-me lentamente ao longo da minha parte interna das coxas. —Você não tem trabalho para fazer?— Pergunto. —Eu vou voltar a trabalhar logo que você gozar. Na minha língua, baby,— ele canta, um comando baixo, lambendo com a sua língua quente ao redor e dentro de mim. Ele está de volta no Salão Oval em doze minutos depois. Eu sou assim tão fácil. Ou talvez o POTUS é apenas tão bom.

ELE LIGA PARA o médico da Casa Branca para me ver, e ele declara a mãe e o bebê estando saudável e a data de nascimento para o início de dezembro. Agora eu estou visitando a Sala Vermelha com a sua mãe. —Quando Matt me ligou para dizer a notícia, não podia acreditar que eu seria uma avó tão cedo,— ela me diz, sua expressão animada, com os olhos brilhando quando me passa uma xícara de chá e se senta do outro lado da mesa de café comigo. —Obrigada, Sra. Hamilton.


—Eleanor, por favor. Você decidiu quando vai anunciar ao mundo? Balanço a minha cabeça. —Nós não discutimos isso. Suponho que não podemos mantê-lo para nós mesmos por muito tempo.— Sorrio, espalhando uma mão sobre minha jaqueta, direto sobre o bebê. Seus olhos ficam embaçados, e ela faz uma pausa no meio do caminho para tomar um gole de chá. Ela define seu copo sobre a mesa, sua expressão séria, e quase surreal de entendimento. —Eu

sei

que

este

estilo

de

vida

pode

ser

duro,

especialmente com um bebê a caminho. Você se sente vigiada, vulnerável, e como se você não tem o direito, que qualquer outra pessoa tem, de cometer um erro. Fica mais fácil, mas nunca muito fácil.— Ela sorri encorajadoramente, em seguida, diz: —Eu podia ouvir a preocupação na voz do meu filho quando me disse que ele ia ser pai. Você sabe que ele se preocupa que vai fazer as mesmas coisas que seu pai, cometer os mesmos erros. . . Ela para, em seguida, continua. —Ele é um grande homem, como o pai ambicioso, determinado, nobre. Ele vai ficar do seu lado, ele nunca vai querer ser o único a te machucar, ou abandonar você ou o bebê.


Ela se torna comovida e aperta os lábios como se estivesse tentando se controlar, então se levanta e vem para ter um assento ao meu lado. Ela segura as minhas mãos nas dela, apertando. —Bem-vinda à família tanto por este pequeno bebê. . . e você, Charlotte. Eu não tive a oportunidade de dizer. . . bem-vinda.


Charlotte

OS JANTARES DE GALAS SÃO AGORA A MINHA VIDA. Os vestidos, os acessórios. Estou envolta em tecidos finos e nos braços de Matt. —Ela passou de cidadã privada a figura pública e lidou com isso com graça e estilo. Estou orgulhoso dela,— Matthew cita. E sobre os meus rumores de gravidez, respondemos a eles oito semanas após descobrirmos: —É isso mesmo. Eu vou ser um pai no prazo de seis meses. Estou solicitando ao mais safados de vocês— dirigindo à imprensa um olhar de advertência e um sorriso. —Ir com calma com a minha esposa.


—Presidente Hamilton, é um menino ou uma menina? —Nós não sabemos ainda. —Será que você quer? —Isso seria um sim.— Ele sorriu. Eu restauro os vasos de tulipa, e adiciono os pratos para acompanhar os cisnes na fonte sul. Eu sou dona da Casa Branca. Eu planejo eventos onde artistas deslumbram o público, organizados em honra aos nossos hóspedes. Providencio um cantor famoso para cantar o hino nacional quando alguém importante vem visitar. Dou palestras em escolas de ensino médio e fundamental e convido as escolas a organizar viagens de campo para a Casa Branca, onde planejo jantares de Estado para as crianças

(que

são

realmente

almoços),

completo

com

alimentos saudáveis. Meus fins de semana eu dedico ao planejamento destes eventos, incluindo aqueles realizados por chefes de Estado estrangeiros. Tento conciliar tudo isso, dando maior atenção a cada detalhe dos jantares de Estado que serei a anfitriã, o próximo jantar será do presidente Kebchov neste fim de semana. A partir dos lençóis, os pratos, as flores, a comida, o arranjo da


mesa e o entretenimento. Eu quero que todos que pisem através das nossas portas sejam varridos pela elegância e glamour da Casa Branca. Há uma história em cada parede, cada artefato, uma história em cada quarto. Lendo sobre eles, sabendo que Abe Lincoln andou por estas salas, JFK e Jackie fizeram amor nos mesmos quartos que Matthew Hamilton e eu fazemos, é humilhante. Tão humilhante, tem sido difícil de acreditar que eu - só sou uma garota, alguém que não tinha nenhum interesse na política para começar, mas que estava muito arrebatada por um homem para ficar longe achando que não poderia merecer. Mas eu estou aqui, no entanto, e estou aqui para servir, e eu quero fazer a diferença. Quero possuir até meu sonho de infância e aproveitar esta oportunidade para torná-lo realidade. Eu quero tocar a vida da maneira que Matthew e seu pai tocaram a minha, no dia em que vieram para jantar na minha casa e me trataram como se eu tivesse algo de bom para oferecer. Todos nós temos; às vezes só precisamos de alguém para nos dizer. Então, eu tento manter a minha agenda pesada nos dias que Matt está viajando, e mais leve quando ele está em casa. E às vezes quando nós dois chegamos em casa depois de uma viagem desgastante, nós apenas fazemos amor e ficamos acordados a noite toda, falando sobre nossos dias, digo a


Matt como as coisas que estamos fazendo não só toca os outros,

elas

me

tocam

também.

A CONFUSÃO e agitação da Casa Branca é um entalhe no dia em que recebemos o presidente Kebchov para o jantar de Estado. A relação EUA e Rússia tem sido tensa há anos. Kebchov é o que você quer intimidar. Você quer ele bem consciente do poder dos Estados Unidos e seu líder. Nós não vivemos neste mundo sozinho. Temos vizinhos e aliados. Os inimigos também. Planejei o jantar - todo perfeito em cursos americanos, incluindo a lagosta do Maine e batatas de Idaho. Matt e eu recebemos o presidente Kebchov e sua esposa na porta, os guardas de sentinelas a postos enquanto ele e sua esposa saiam do carro. —Presidente Kebchov.— Matt balança a mão. —Kev é bom,— diz ele com um forte sotaque. Sua esposa está coberta em ouro, com joias brilhantes no pulso e no pescoço. Eu escolhi a simplicidade para este evento. Meu vestido é cor de esmeraldas. Estou usando um pequeno par de brincos


de esmeralda que Matt me deu para combiná-lo e sem colar, porque o meu vestido é sem alças, e eu gosto do aspecto dos meus ombros nus. Eu sei que Matt gosta deles também. —Minha primeira-dama, Charlotte.— Matt me apresenta a eles, e eu aperto a mão do presidente quando ele também introduz a sua esposa, e ela passa e pressiona um beijo na bochecha de Matt. —Se você nos permitir a honra. . . — Matt nos movimenta para a Casa Branca, onde nós quatros caminhamos para dentro por mil flashes de câmeras. Os artistas de entretenimento hoje à noite no Salão Leste são acrobatas do Cirque du Soleil, que prepararam uma apresentação especial para a ocasião. Presidente Kev é divertido, e continua dizendo AHHH! Sempre que os acrobatas em seus collants coloridos realizam proezas que desafiam a gravidade. Matt aperta a minha coxa, atirando um olhar de aprovação em meu caminho que me diz que ele está feliz com a noite até agora. Após o jantar, os homens estão em discussões profundas e Matt sugere irem ao seu escritório, e eu permaneço com a primeira-dama. —Seu marido. Ele é muito jovem e viril. Da?— Diz Katarina.


—Sim.— Sorrio, e ela lança um olhar cobiçoso em seu caminho e bebe do seu copo de vinho. —Ele também é incrivelmente amoroso comigo,— digo e seus olhos se arregalam, como se ela não esperasse isso de mim. —Eu gosto de você!— Ela declara. —Não tanto quanto eu gosto do seu marido, mas. . . — Ela sorri, e acabamos rindo e discutindo seus deveres como primeira-dama em seu país, e os problemas que ela acredita que seu povo enfrenta. —Meu marido tem estado muito irritado com os Estados Unidos por um longo tempo.— Ela me olha. —Nós não tivemos a mesma. . . agenda, digamos assim. —Não há dois países que nunca faça. É para isso que servem os acordos. Ela faz uma carranca delicadamente. —Sim, mas o meu marido não é bom em se comprometer. —Meu marido é ótimo no que faz. Tenho certeza que eles vão chegar a um entendimento. Posso mostrar-lhe ao redor?— Ofereço. Nós vemos quando os homens vão para a Ala Oeste, e eu a conduzo ao redor da Casa Branca, contando as suas histórias sobre

nossos

antepassados,

detalhes

engraçados

ou

interessantes sobre coisas que aconteceram em cada quarto. —Como é linda a sua paixão,— diz ela.


Eu só sorrio. —Você está para ter um bebê, não é? —Está previsto para dezembro. —Nunca tivemos filhos. Kev disse que era muito, ter brats16 e estar no comando da Rússia. Ela parece triste. —Sinto muito por ouvir isso. Tenho certeza de que Matthew tem suas preocupações, mas eu acredito que é possível ter uma família e ser comandantechefe. —Ah, a juventude. —Talvez seja a juventude, ou talvez simplesmente a determinação. —Se preocupa em deixar seu filho órfão? Tal como o seu pai? Eu ergo minha testa. —Não. Nós confiamos no Serviço Secreto para mantê-lo seguro. —Mas eles não puderam manter seu amado Presidente eleito seguro.— Ela me olha. —Seria uma pena perder um exemplo tão perfeito da masculinidade para um erro. Consigo manter a minha expressão neutra, meu olhar direto. —Obrigada por sua preocupação, mas o meu marido e 16

Filhos em russo.


sua administração são mais fortes do que nunca e continuará a ser,— digo, meu tom não soando absurdo... Katarina sai cedo, e seu marido permanece com o meu, não estou certa onde, mas em algum lugar na Casa Branca, provavelmente o Salão Oval, onde todas as coisas grandes são discutidas. Estou exausta, então vou para a cama no quarto Queens, não tenho certeza de quando Matt vai terminar. Continuo repetindo a minha conversa com Katarina quando caio no sono. Eu tenho um pesadelo. É escuro e estou ciente que estou sonhando, mas tudo parece muito real para ser um sonho. O medo pulsa através de mim, o arrependimento e a confusão. Carlisle está sangrando, e eu olho e sigo o rastro de sangue para Matt. Ele está deitado, sem respirar, sua mão segurando algo pequeno, e sou eu, estou deitada naquela mesma poça de sangue, o broche do seu pai sangrando na lapela. Sento-me na cama com um suspiro, então olho em volta de como o mundo gira. Minha garganta se aperta, meu coração batendo, estou tonta. Eu me embaralho fora da cama em busca do banheiro e percebo que não estou no meu apartamento. Estou no quarto Queens. Na Casa Branca. Aspiro, em seguida, pego um roupão e saio. Minha agente Stacey levanta-se em atenção.


—Está tudo certo? —Sim, pegando apenas um pouco de água, obrigada. Vou para a cozinha e observo Wilson no fim do corredor e meus olhos empurram instantaneamente para o lado para ver Matt sentado na área de assento amarelo. —Você está de volta,— suspiro. —Estou há algum tempo atrás. —Como foi? —Não tão bem como eu queria, mas melhor do que eu esperava.— Ele raspa a mão sobre sua mandíbula e olha para mim, depois para Wilson e Wilson sai. O medo do meu pesadelo diminui com a sua presença. Estou dolorida, seus olhos café perfurando, seu sorriso contagiante, sua voz rouca e o jeito que quero estar com ele, maior do que o meu medo. Sua voz baixa e sexy é como um cobertor em torno de mim. —Como você está? Você está desconfortável? —Eu não tenho tempo para ser desconfortável.— Sorrio. Vou em direção a ele, e ele me chama para sentar em sua coxa. —Você superou-se hoje à noite.— Ele segura meu abdômen. Beijando. —Você parece cansada.— Ele olha para o meu rosto, seu olhar muito penetrante. Também sabendo.


—Um pouco. Eu acho que correu bem. Os Kebchovs ficaram definitivamente impressionados. A primeira-dama ficou

impressionada

com

você,

mas

eu

estou

me

acostumando com isso. Ele franze a testa e acaricia a mão sobre o meu cabelo, e angula a minha cabeça para o toque, acariciando a minha mão até seu peito. Há um escurecimento quase imperceptível em seus olhos, uma fome espreita de repente em sua íris. —Vamos levá-la para a cama. —Você está vindo comigo? Ele não responde, simplesmente me leva lá. Uma vez na cama, ele tira minha roupa e em seguida a sua. Eu afago em seu peito, nos braços, Matt sentado com as costas apoiadas no encosto de cabeça. —Descanse, Matt,— gemo, beijando seu peitoral, acariciando a camada de pelos no peito. —Eu vou. Só estou pensando.— Ele beija a minha testa. Eu me estico para pressionar o seu rosto contra o meu, acariciando seus cabelos, até que o sinto virar a cabeça no meu cabelo e fechar os olhos, capaz de capturar algumas horas de sono antes do zumbido do início da manhã na Casa Branca começar, e é um dia completo para todos nós novamente.


DURANTE A SEMANA, eu tenho um outro grupo de visitantes importantes na Casa Branca. Crianças de uma escola de arte local chegam, e instalo pequenas mesas no Salão Leste para que todos possamos fazer um projeto na Casa Branca - temático. Uma das meninas de seis anos de idade, me chama para sua mesa e pergunta: —Assim? Eu me aproximo mais e ajusto o papel para que possa ver. Só então, ela levanta o pincel e pinta manchas na minha bochecha, e rio quando vejo Matt parado na porta da sala em silêncio por um segundo, seguido por uma rodada de suspiros das crianças pequenas. —Crianças...— Eu me endireito, ainda rindo quando pego um guardanapo e começo a limpar o meu rosto… —temos um visitante especial. O presidente! E como eu amo as expressões em seus rostos enquanto Matt se inclina para frente para o microfone no pódio no final da sala. —Quem pintou a primeira-dama,— diz piscando, — bom trabalho. Eu ri e ele caminha, se inclina para a menina, e garante a ela: —Ela parece ainda mais bonita do que estava esta manhã.— Ele pega o guardanapo de mim e limpa a pintura, sorrindo.


Nรณs olhamos um para o outro sobre as crianรงas. Ambos pensando que vai ser um dos nossos aqui antes mesmo de entender.


Matt

—MINHA INTENÇÃO DE passar um imposto sobre o carbono para todas as emissões de carbono é inabalável. O próprio ar que respiramos tem sido poluído por anos. Isso não vai acontecer mais. —Sr. Presidente.— Coin está na porta, interrompendo a minha sessão com um dos meus conselheiros. —Houve um incidente. Ele me leva para a sala ao lado e liga a TV. Eu assisto Charlotte sair da escola primária de Virginia para uma multidão de repórteres e fãs, o serviço secreto lutando para manter a área segura.


Um menino tenta romper a linha de segurança. Ele é empurrado para trás, cai, e quebra a linha, a multidão engolindo Charlotte. Vejo seu jeito protetor sobre o menino que caiu, enquanto Stacey luta para abrir espaço para puxá-la para fora de lá. —Onde ela está agora?— Meu tom soa ameaçador, mesmo para mim. Eu perdi meu pai em um piscar de um segundo. Vejo a poça de sangue. Ouço o chamado do maldito telefone. Vejo a notícia como um raio tudo de novo. Sinto a perda mínima. —A caminho, senhor,— Wilson diz depois de verificar em seu alto-falante. —Eu quero vê-la quando entrar. Volto para o Salão Oval e olho para baixo na minha mesa, apertando as minhas mãos enquanto tento respirar. Eu vou perder a minha cabeça se eu perder ela. Eu vou perder minha merda se acontecer alguma coisa com ela ou nossos filhos. Eu pego o arquivo do FBI sobre o meu pai. Um lembrete de como a justiça ainda não foi feita a uma centena de milhares de malfeitores neste país. Pego o arquivo e lanço na minha gaveta, a frustração de Charlotte ser descuidada de repente me afetando muito fodidamente.


Charlotte

BEM, Isso não deveria acontecer. Eu ainda estou em choque sobre o número de pessoas que vem para as minhas visitas. Parece que as multidões só se mantem

crescendo,

a

sua

obsessão

por

mim

quase

rivalizando com a sua obsessão por Matt. —Charlotte, por favor, uma foto comigo! —Charlotte, você poderia interceder por meu filho, ele foi suspenso—Charlotte, você sabe o que vai ter? Estou voltando para a Casa Branca, e um médico atende a alguns arranhões no meu braço na parte de trás do carro do Estado. Eu mesmo causei. Bem, talvez. Um menino, ele não poderia ter mais que quatro anos e estava sendo pisoteado quando tentou chegar a mim, e me joguei para a frente para tentar protegê-lo. Eu já fui repreendida por Stacey e o resto dos meus seguranças, os homens atiraram olhares uns aos outros preocupados, e eu já os ouvia falar em seus microfones. Explicando o que aconteceu para o presidente.


O fato de já ter atingido o ouvido de Matt, possivelmente, preocupava-me fazendo sentir pior sobre tudo. Estou exausta quando voltamos para a Casa Branca. Chego ao meu quarto e removo os meus scarpan, trocando-os por um par de belas sapatilhas bailarina, e o piso é suave, exceto pela equipe. Encontro-me indo para a Ala Oeste. Eu só tenho que vê-lo. Almejo por ele como o ar. Ele é a âncora que me mantém presa nessa nova e assustadora experiência, e ele é a razão de eu querer fazer melhor do que a maioria. Ele é a razão de eu mesma ter esta oportunidade, em primeiro lugar. Também quero que ele saiba que estou bem. Dale Coin me intercepta no caminho para a entrada do Salão Oval. —Charlotte. Eu quero tocar no fato de que o presidente não

está

fazendo

nenhum

prisioneiro

durante

esta

Administração —Coin.— A palavra está um pouco fora da porta. O comando faz Dale parar de falar, nossos olhos voam para Matt, de pé na porta do Salão Oval. Meu coração para quando noto a advertência de aço em seus olhos que ele envia à seu chefe de gabinete da equipe, como se ele não tivesse o direito de falar assim comigo.


Acho que meus joelhos estão batendo juntos, ou talvez seja meu coração. Eu nunca vi Matthew com raiva. Não realmente irritado. Assim não. Dale acena para ele e sussurra para mim se desculpando: —O presidente tem inimigos. Todos focados em encontrar a sua fraqueza.— A aflição de Matt é tão evidente, que posso sentir uma ondulação tumultuada no ar, embora ele lute para mantê-la sob controle enquanto espera até Dale Coin se afastar de mim. Olho para Matt. Olho para a gravata e a espessa coluna da sua garganta quando entro. Eu fecho a porta atrás de mim enquanto Matt dá a volta em sua mesa, então se inclina para frente, com os braços apoiados na área de trabalho quando seus olhos encontram os meus depreciativamente e ele lentamente arranca as palavras: —Você é a minha primeiradama. Você não pode agir como se fosse uma garota normal de vinte e três anos de idade lá fora. Você não pode arriscar a sua segurança. Você não vai arriscar a sua segurança. Você me entende, Charlotte? Seu olhar furioso em mim, e nós olhamos fixamente um para o outro através do silêncio tocante. —Matt, ele estava sendo esmagado. Ele era apenas um garoto tentando dar um desenho que fez para mim.


Ele cerra o maxilar tão apertado, eu posso ver um músculo flexionando com raiva na parte de trás, seu olhar queimando através de mim. —Você quer deixar a sua marca e eu estou orgulhoso de você por isso,— ele rosna, claramente lutando para se controlar. —Mas, por tudo que é sagrado, baby, nunca se coloque em perigo novamente. Você me ouviu porra? Sua voz é mortalmente baixa, um silêncio mortal. De repente estou irritada e frustrada, porque sei que Matt não quer seriamente que eu fique parada e assistindo que um menino sofra algum mal, giro ao redor, abrindo a porta e começo a caminhar pelo corredor, sem palavras. Com vontade de chorar por algum motivo. Matt vem comigo, pegando meu braço e me levando até as escadas e à residência. Ele me libera no meu quarto, exasperado, sua frustração evidente em seu rosto. —Que diabos foi isso?— Ele rosna. —Peço desculpa, estou com medo de você!— Grito. —Eu estava com medo também! Eu não queria fazer uma cena no Salão Oval - que é como espaço sagrado. Mas toda a atenção estava sobre mim, Matt, todo mundo tentando salvar-me, ninguém pensando no menino.— Minha voz se quebra e meus lábios começam a tremer. Eu aperto eles.


Seus olhos escurecem quando olha para mim. Ele trabalha o músculo de trás da sua mandíbula como se não houvesse amanhã. Matt parece claramente torturado, dividido entre querer me abraçar e apertar algum sentido em mim. —Você fez uma coisa corajosa, Charlotte, mas pelo amor de Deus,— rasga a última palavra para fora, tentando soar paciente, mas falhando quando leva sua mão no meu ombro, apertando, — pense no que poderia ter acontecido com você. Você está com mais de quatro meses de gravidez e está empurrando-se muito, muito foda. Eu não gosto disso. —Eu estou apenas me mantendo ocupada, Matt! Tentando fazer a minha parte o melhor que posso. Eu gosto do que faço, e com o bebê a caminho estou tentando fazer o máximo possível antes dele nascer. Você tem estado tão ocupado, e eu não gosto quando começo a sentir sua falta... Eu largo o meu olhar para a garganta, minha voz se acalmando sobre a minha confissão. —Eu continuo esperando à noite para ver se você vem para a cama e sempre adormeço antes de você chegar. Eu quero fazer a diferença, e há tantas coisas que não tenho tempo para elas, mas, às vezes, em vez de pensar nisso, penso em você e quando estarei com você. . . —Continue,— diz densamente, apertando meu ombro. Engulo. —Eu não vou. Eu já disse o suficiente.


Silêncio. Seu tom rouco de emoção quando ele me puxa para mais perto. —Por que vale a pena, você está fazendo um trabalho incrível lá fora. Estou orgulhoso de você.— Ele passa os dedos pelo meu rosto, sua expressão tão intensa, estou fraca dos joelhos. —Eu estou tão orgulhoso de você. Ele agarra a parte de trás da minha cabeça, pressionando a sua testa na minha. —Eu penso quando vou terminar para que eu possa entrar e deitar ao seu lado. E na hora que chego lá, você está dormindo. Sento-me na cadeira em meu quarto, assim como o que você tem aqui no seu, e eu a vejo, e eu assisto você sonhar, nem sempre bons sonhos, às vezes você está inquieta, e eu faço isso. . .— Acaricia meu cabelo, —e você se acalma. E eu não quero dormir um pouco porque essas horas são

as

únicas

horas

quando

as

exigências

não

são

pressionadas em mim, e as poucas horas que você tem para mim, e eu não quero perder nada. Nem um segundo. Eu o agarro pela gravata e beijo. Ele agarra a parte de trás da minha cabeça novamente e toma o controle do beijo, aprofundando. —Eu te amo,— geme levando-me pela parte de trás do pescoço enquanto seus olhos brilham em cima de mim. — Você não pode puxar um golpe como esse novamente. Nunca, nem mesmo quando estamos fora daqui, está me ouvindo?


Você é cada maldita coisa para mim. Você não precisa se expor como eu, entende? —É só que eu sinto sua falta. Faço coisas que fazem a diferença é tudo o que pode preencher algum do vazio da sua falta. Às vezes, mesmo estando aqui, com todas essas pessoas maravilhosas, me sinto sozinha.— Deixo cair a minha cabeça. —Eu não posso explicar. Eu não quero sentir isso. Aperto meus olhos fechados e cubro a minha boca. Deus, não posso acreditar que eu disse isso. Aqui estou eu, sendo egoísta. Eu quero ele só para mim. Ele é a porra do presidente. O que eu acho que estou fazendo? Ele parece levar um tapa. Oh Deus. Provavelmente eu soo como a sua mãe fazia quando seu pai estava ocupado, e eu nunca quero soar como isso. Como pude ser tão egoísta e dizer isso em voz alta? Este homem está dando tudo de si para o seu país, toda a sua vida. —Eu não sabia que você se sentia assim,— diz. Sua voz é rouca e baixa.


Eu me afasto, mas ele me para, levantando a voz. —Não se afaste de mim. Jesus!— Ele levanta meu queixo e me vira para encontrar seus olhos, e endurece a ponta do dedo da minha pele. Seu toque endurece o meu coração. —Eu vou fazer melhor. —Não, você já está fazendo muito. Me desculpe que eu disse isso. Eu quero o agora e no futuro,— eu admito. Pesar e frustração nadam como sombras escuras nos seus olhos. —Você é o meu futuro. Eu coloco minha mão sobre a que segurava meu queixo, minha palma da mão contra os nós dos dedos. —Não vamos lutar. Ele aperta a mandíbula novamente. —Você não está sozinha. Nunca. Você pode me ouvir?— Ele diz com firmeza. —Você tem a mim. Eu aceno, e ele coloca a mão na minha barriga, me puxando com o outro braço ao seu peito. Sua voz se torna mais rude e seus olhos mais escuros quando percebe o arranhão no meu braço. —Isso foi cuidado? —Sim, passei pomada, eu só não queria um Band-Aid. Está bem. Matt apenas olha para mim debaixo das sobrancelhas desenhadas. —Está tudo bem,— gemo, puxando livre.


Ele continua a olhar, acariciando seu polegar para baixo em meu rosto. —Eu vou voltar para o trabalho, e você está indo colocar um Band-Aid sobre isso e hoje eu vou levá-la para uma caminhada e jantar em algum lugar. —É um grande aborrecimento mover a equipe de centenas de modo que você pode me levar para jantar fora. Nós poderíamos ter um jantar aqui fora. Como um piquenique. Um brilho de luz toca seus olhos. —Você, se preocupa com todos.— Ele balança a cabeça. —Preocupe-se consigo mesma e nosso filho.— Ele bica meus lábios. —É um encontro hoje à noite. Esposa.

ACABAMOS por ter um piquenique na área mais isolada dos jardins, sob as árvores. Pedi ao chef sanduíches para nós, e batatas fritas vegetais - líder saudável, estilo de vida saudável - então, nos deitamos e olhamos para as estrelas, os nossos corpos naturalmente se encaixando, as nossas mãos

lentamente

tocando,

nossos

lábios

lentamente

encontrando um do outro. —Eu quero que você vá com calma, Charlotte,— diz ele, mordiscando meu lábio inferior.


Beijo de volta. —Eu não aguento. Estou começando com os pequenos a campanha do futuro, para inspirar as crianças a sair da caixa e usar seus talentos. Ele se afasta, franzindo a testa, seus olhos severos sob as sobrancelhas

desenhadas.

—Você

controla

a

sua

programação. Ponha-se no ritmo. Eu não sei como ele faz isso. Mesmo quando é grossa o som com a excitação, ele ainda consegue fazer o seu comando de voz. —Eu odiaria cancelar. —Eu vou cancelar,— diz ele. Eu rio, amando como protetor ele é, especialmente agora comigo grávida. —Por ordem do presidente?— Provoco. E quando ele só olha para mim com uma expressão ilegível e inflexível, eu simplesmente o beijo, desmaiando quando ele firma o beijo e massageia a minha língua com a sua. Sem fôlego, deslizo as minhas mãos até seu peito duro e sinto a sua mão se curvar em volta do meu estômago, então ao redor das minhas costas pequenas, me colocando em seu colo. Minha respiração se contrai enquanto ele orienta as minhas pernas para ficar em cima dele e sussurra: —Vem cá, linda.— Fecho meus olhos, arqueando sem jeito. —Matt.— Uma suplica.


—Você me quer, meu amor,— diz contra a minha orelha. —Tanto. Ele move as pontas dos dedos ao longo dos lados da minha caixa torácica e na frente da minha cintura. Inalo uma respiração instável. —Feche os olhos,— persuade. —Esqueça tudo, menos este momento. Eu. Você. Isso.— Ele mergulha os dedos entre as minhas pernas, onde estou molhada e dolorida, e com a sua outra mão, me atrai para ele pela parte de trás da cabeça, beijando-me

sem

sentido

quando

então

desabotoa e desce a calça e me abaixa sobre ele.

rapidamente


Charlotte

—Ele está sozinho? —Sim, mas . . .— Portia sai quando eu entro. —Eu estava pronta para ir para a campanha ‘Kids for the Future17’ quando Clarissa me disse que você deu à ela a ordem de fazer uma pausa até que eu olhasse para o cronograma novamente,— digo a ele. Ele está no meio de pegar uma chamada e diz algo ininteligível para o receptor. Pressionando meus lábios em uma linha fina, giro ao redor para sair. —Fique,— me diz enquanto eu atravesso a sala para a porta. 17

Crianças para o Futuro.


Inspiro e me viro, mantendo-me no lugar, o selo presidencial bem debaixo dos meus pés. Sua testa franze enquanto escuta o telefone. Avançando, coloco as mãos sobre a mesa e inclino-me para a frente. Carrancuda. Eu tenho trabalhado neste evento por semanas; eu disse a ele isso ontem. Será que ele não confia que vou ter cuidado? Ele está sendo tão frustrante! Espero por um momento. Ele ainda está absorto em seu telefonema, então ando em torno da mesa e, em seguida, planto-me entre ele e a maldita mesa, as mãos em meus quadris enquanto lhe dou a minha carranca mais feroz. Um puxão joga nos cantos dos seus lábios de repente. Ele estende a mão para soltar um botão da minha camisa. Pego meu fôlego, seus olhos flamejantes. —Absolutamente, concordo que não será um problema em tudo,— diz no telefone. Ele me puxa para sua escrivaninha e me apoia com um braço, separando minhas pernas para que ele possa deslizar os dedos sob minha saia e puxar minha calcinha. Minha voz está rouca. —Não faça isso. O suficiente para ele ouvir, mas não a outra pessoa na linha. Pego meu lábio inferior entre os dentes, respirando pesadamente enquanto ele acaricia seu dedo indicador ao


longo da minha abertura. Ele está falando sobre algum projeto de lei enquanto desliza um dedo sobre o meu sexo, e depois enfia nele. Estou tão molhada que ele desliza direto para dentro, solto um gemido e arqueio de volta. Ele afrouxa minha camisa até que se abre. —Então precisamos

chegar

nele,

não

é?—

Diz

olhando-me

significativamente, enquanto puxa minha camisa de lado, em seguida, puxa o tecido do meu sutiã para baixo da onda do meu peito. Meu mamilo está enrugado, tão duro que até mesmo o ar escovando através do bico dói. Ofego enquanto ele se inclina e sopra nele. O prazer corre pelos meus nervos. Ele me morde, e eu seguro um grito e fecho as minhas mãos em punho no seu cabelo, agarrandoo pela mina vida. —Bom. Espero isso na minha mesa amanhã. Ele fica de pé enquanto desliga, me agarrando pela cintura e me conduzindo pelo Salão Oval para a sala de estar adjacente, e chuta a porta fechada atrás de nós e me deixa no sofá, se acomodando em cima de mim. Puxando minha saia até minha cintura, eu trabalho com o seu zíper enquanto ele puxa minha calcinha de lado e, em seguida, desliza o dedo para dentro. Eu ofego. Os dedos da sua mão livre percorrendo minha têmpora. Minhas bochechas quentes com avidez.


—Lamba o gosto de você,— ele comanda, levantando a mão de entre minhas coxas para provocar meus lábios abertos. Eu faço. Ele se liberta, então e está dentro. Lá no fundo, onde eu quero. Precisando dele. Ele começa a empurrar, gemendo como eu. Ele dá beijos molhados ao longo do meu pescoço, prendendo a boca sobre o meu mamilo, em seguida, acariciando sua mão ao longo da minha barriga levemente, arredondada. As sombras das árvores do lado de fora da janela caem sobre nós, mas sou incapaz de me concentrar em qualquer coisa além dele. Inclino meus quadris para cima, famintos por ele sempre com fome por ele. —Oh Deus,— gemo. —Mais silencioso, baby,— ele pede suave enquanto mergulha sua língua na minha boca, e empurra mais forte até que me leva para casa, levando-nos onde precisamos ir. Depois, me sento e reorganizo minhas roupas, e observo-o por um minuto. Seu cabelo amarrotado por mim, sua boca rosa, e olhando um pouco possessivo, ele é a coisa mais sexy que eu já vi. Mas eu não quero que ele saiba disso.


—Eu ainda estou irritada,— murmuro. Ele se levanta e fecha a calça. Em seguida, pega meu queixo e se inclina, beijando-me, sua voz rouca. —Assim como eu sei que você sabe o que é melhor, Charlotte. Faço um gemido, empurrando para ele enquanto me endireito. Os olhos de Matt bebem-me enquanto está endireitando sua gravata e segurando as abotoaduras, enquanto eu sinto como se estivesse em cima de uma droga chamada Presidente Hamilton. —Não vou cancelar,— aviso. —Eu

não

quero

que

você

cancele,—

ele

retruca

firmemente. —Eu quero que você leve mais fácil com você mesma. Diminua o ritmo. Avisei ontem à noite. Eu porra não estou de brincadeira sobre você ou o nosso filho. Você tem anos para defender sua causa. —Matthew. . . O médico disse que eu deveria continuar com a vida normalmente. —E aí reside a ressalva. Você não vive uma vida normal, Charlotte. Ele abre a porta do Salão Oval, andando até sua mesa, pegando seus óculos e deslizando-os, sua testa franzida quando se instala em sua cadeira. Ele raspa o polegar em seu queixo, pensativo, enquanto começa a ler os papéis novamente.


—Matt?— Exijo. Ele levanta a cabeça. —Eu prometo. Nada me importa mais do que você e esse bebê, — asseguro-lhe. Ele balança a cabeça secamente, a voz calma. —Bom. Estamos claros então,— diz facilmente, de volta ao trabalho. Eu apenas olho. Ele olha para cima. —Eu perdi meu pai muito cedo. Eu não vou te perder até a exaustão, ou o nosso filho para uma extensa turnê. Não vale a pena. Nada vale. Minha raiva derrete um pouco; eu não consigo ficar com raiva por muito tempo. Sei que ele está frustrado que o FBI não encontrou quaisquer novas pistas no caso do seu pai. É um caso antigo. O que Matthew quer é quase impossível. Mas ele tem pressionado a Mesa para ser melhor, fazer mais, aprimorar suas estratégias, sua inteligência e suas equipes - ele está até com estratégias para conseguir um aumento de financiamento tanto para o FBI como para a CIA. Para garantir que os Estados Unidos tenha o mais alto grau de competência quando em busca de justiça. O impossível para ele não existe.


No entanto, o caos é o melhor amigo do malfeitor, afinal. E ontem eu pulei direto para ele sem pensar - revivendo as frustrações de Matthew. Sorrio enquanto o vejo ler o grosso documento em sua mão. —Eu te amo e esses óculos bobos,— admito. Meu sorriso se desvanece um pouco quando ele olha para mim. Ele me dá um sorriso. E puxa os óculos para a ponte do seu nariz e os olhos do outro lado da sala. —Não tente falar doce o seu caminho para trabalhar até o osso. Isso não vai funcionar comigo. —Acho não que seria,— minto, indo até a porta. —Eu sei o que funciona.— Mexo a boca, Oral. E vejo o sorriso mais adorável tocar seus lábios antes dele se inclinar para trás em sua cadeira, olhar para mim com sobriedade, e ronronar, me provocando, —Isso mesmo. Eu rio enquanto saio, indo direto para Clarissa. —Você deu ao presidente um pedaço da sua mente?— Clarissa pergunta com um brilho em seus olhos. —Oh, definitivamente.— Mais como um pequeno pedaço de mamãe grávida. Dirijo-me a minha mesa e olho sobre a programação. —Você concorda com ele que este é um horário agitado?


—Eu disse a partir do momento em que redigiu que não podia razoavelmente cobrir todas estas escolas em tão curto espaço de tempo. —Por que você não insistiu?— Gemi. —Precisamos refazê-lo. —Porque eu sabia que ele iria definir o seu pé no chão,— ela admite, ainda aparentemente divertida. Suspiro e olho por cima de tudo, exausta só de pensar sobre a movimentação de todas as visitas ao redor. —E

se

eu

recrutasse

um

grupo

de

mulheres

apaixonadas para me ajudar a cobrir todas essas áreas espalhar nossa mensagem Kids for the Future?— Pergunto. Clarissa ama tanto a ideia que, naquela noite, temos um novo plano e reuniões com mulheres que como eu, querem que as crianças tenham as melhores oportunidades, os melhores futuros, a melhor autoestima e as melhores chances de alcançar seus sonhos um dia.

*** Eu sou batida naquela noite quando sinto o seu lado da cama mudar, e seu corpo me colher por trás. Suspiro contente enquanto ele enterra seu nariz em meu pescoço, plantando um beijo lá. —Adivinha? Eu não vou suborná-lo com oral, afinal de contas,— suspiro sonolenta.


—Você pode definitivamente tentar.— Sua risada é quente enquanto fuça minha garganta. Sorrio. —Eu tive uma ótima ideia hoje e encontrei uma maneira de ter tudo sem. . . O que você disse? ‘Trabalhando até o osso?’— Franzo o cenho e viro ao redor, atirando-lhe um olhar negro enquanto se apoia sobre os cotovelos acima de mim. Mesmo nas sombras, posso ver o divertimento em seu rosto, seu peito nu, gloriosamente nu e musculoso enquanto se inclina acima de mim. —Isso mesmo,— diz ele. Seus olhos. Eu juro que eles são como o melhor café que você nunca vai ter. —Eu aprecio você levando minhas preocupações a sério,— diz enquanto puxa para trás uma mecha de cabelo atrás da minha testa. —O que é meu é meu. E eu quero que minha garota esteja segura, sempre.— Ele abaixa seu corpo para o meu, seus olhos nos meus parecendo um lobo e proprietário enquanto coloca um beijo em minha barriga. —E o nosso pequenino também. Eu aperto meus olhos fechados, seu terno beijo espalhando calor em todo meu corpo. —Você está pronto para descobrir o sexo na sextafeira?— Estendi a mão para acariciar meus dedos através do seu cabelo grosso, então contra o restolho em sua mandíbula, sentindo isto raspar em cima da minha pele.


—Estou pronto para que ele nasça já.— Ele sorri contra mim. Corro os dedos sobre o couro cabeludo enquanto ele fuça minha barriga grávida. —Eu não posso decidir o que eu acho que é,— digo pensativa. —Não importa o que você pensa, é o que é,— diz praticamente, enquanto volta, apoiando-se em um travesseiro e me atraindo para o seu lado. Eu rio. —Verdade. —Eu mudei as coisas para que eu possa estar lá com você para receber a notícia,— diz sua voz rouca agora enquanto puxa meu queixo para cima e me beija. —Obrigada. —Eu não perderia isso. Não se eu puder ajudar.

*** Sexta-feira, estamos saindo do carro depois do check-up com o ginecologista. Matt está consertando a gravata depois do beijo que lhe dei no carro a caminho daqui. Estou tão feliz. Assustada. O bebê parece bem. Eu tenho uma foto na minha bolsa - várias fotos, na verdade - e vimos seu corpo perfeito, seus olhos e seu rosto. E o seu sexo.


Quando o médico confirmou o que era, ele nos disse com um sorriso, e Matt e eu olhamos um para o outro - tudo tão real, agora que podemos dar um nome ao bebê. Os repórteres da Casa Branca estão inquietos, ouviram falar do meu ultrassom e receberam permissão para esperar nosso retorno nos degraus. —Presidente Hamilton, você sabe o que será? Ele me puxa para o peito dele enquanto ambos enfrentamos os repórteres, e todos se acalmam. Ele diz apenas três palavras. —É um menino. —É um menino!— Eles retornam felizes. —Foto rápida, Sr. Presidente! Ouço os ecos de outros repórteres em segundo plano. —Tudo bem - tire alguns disparos, e então confio que vocês nos deixarão voltar para nossos trabalhos. Eles começam a tirar fotos em excitação, e nós nos colocamos na entrada da Casa Branca, a mão de Matt na minha pequena barriga, seus olhos vagando para baixo para encontrar os meus enquanto sorrimos um para o outro. Acho que ambos ainda estamos repetindo a notícia em nossas mentes - eu desnorteada e encantada que estou tendo um garotinho, meu pequeno Matthew Junior - quando Matt, de


volta a ser profissional, diz-lhes: —Tudo bem, tenham todos um bom dia,— e me leva para dentro. Ele bate no meu traseiro enquanto nós andamos pelos corredores. —Tenha um bom dia, esposa. —Eu vou. Eu tenho um quarto de bebê para decorar. Você vai ver, marido. Ele pisca, seu sorriso deslumbrante quando começa a caminhar para a Ala Oeste.


Charlotte

AS SEMANAS E MESES voam enquanto eu preparo o quarto do bebê e continuo com minha campanha Kids for the Future enquanto Matt continua se reunindo com os chefes de estado, assinando tratados, ajustando acordos comerciais e muito mais. Uma das escolas que estou visitando na minha nova e menos agitada agenda perguntou se o presidente poderia fazer um discurso para os estudantes do ensino médio, e fiquei emocionada quando ele disse que sim. Por toda parte que ele fala, Matt atrai multidões. Você acha que foi devido à importância mítica do legado do seu pai e do nome da sua família, mas eu sei que não é. As pessoas gostam de estar perto dele. Ouvi-lo falar. Em toda a América, há pessoas orgulhosas, orgulhosas de serem americanas.


Hoje, admito que fico um pouco tonta olhando para ele falar novamente. —É fácil acreditar que não somos capazes de viver de acordo com nosso potencial. Eu nunca acreditei que iria - ou sequer me importava tentar. Após a perda do meu pai, eu continuei a ser lembrado de tudo o que o mundo perdeu, e senti uma sensação de impotência. Eu não era impotente. Eu tinha em meu poder para lhe dar a única coisa que ele mais queria dar. Eu. Nunca subestime o poder do seu próprio valor. Uma vez que ele fecha, os aplausos e saudações são tão ensurdecedores, que elas nos seguem. Ele anda comigo de volta para casa, Wilson e Stacey nos acompanhando, ambos sorrindo de orelha a orelha, sem sequer se preocupar em ocultar sua satisfação. Nossa economia está crescendo aos trancos e barrancos, nossas exportações aumentaram em 20%, e há novos empregos sendo oferecidos todos os dias. Além disso, Matt é um defensor dos direitos dos consumidores, dos direitos das minorias, dos direitos dos homossexuais, dos direitos das mulheres e do controle da proliferação nuclear, e defende a diversidade que nosso país tem prosperado e saudado por gerações. Ele fala com os repórteres como se fossem seus melhores amigos, parando para cumprimentar todos os


homens e mulheres, e a mensagem é sempre clara - em tudo o que ele faz. Você pode fazer a diferença. Você pode criar novos empregos também. VOCÊ pode ser inovador, diferente, livre. VOCÊ pode ser você mesmo. Governar não é fácil. Às vezes, parece que há séculos, Matt e eu éramos idealistas. Mas às vezes, como no ano passado, parece que éramos os realistas.

*** MESES PASSAM RÁPIDO, entre o governo e o ambiente social que vem com a Casa Branca. Estou perto do final da gestação agora meu corpo tão curvilíneo, e de alguma forma muito excitante para o meu marido, e até mesmo para mim. É tão sensível - seu toque sempre elétrico em minha pele. Hoje à noite fomos convidados para a estreia de um filme de um de seus amigos produzidos em Washington, DC, e estou me perguntando como vou conseguir usar saltos. Talvez sapatilhas e um vestido império iria funcionar. —Parece impressionante,— Lola opina. —Você quer dizer que às vezes eu não pareço?— Arqueio uma sobrancelha provocadora. —Haha. Verdadeiramente, Charlotte. As pessoas estão obcecadas por você, e a devoção de Matthew Hamilton por


você. Milhões de mulheres no mundo sonham com o encaixe no seu sapatinho de cristal. —O presidente quente, suas mãos deslizando sobre seu corpo enquanto você dança, seus olhos adoradores apenas em você, o líder mundial mais desejável com sua clara adoração por você. A política é dinâmica e jovem - um símbolo da revitalização em nosso país. Olhar ousado, nervoso. —Estou com quase nove meses de gravidez,— digo. —Exatamente! E você ainda está de pé. —Lola, você me mata,— ri. Mas eu definitivamente retiro um vestido chiffon corte império - bonito em uma cor rosa-clara, que estou usando com meu cabelo para trás em um olhar elegante com cachos. É elegante, mas irritável para uma mulher grávida, suponho. Matt fecha o vestido para mim e enquanto olho para mim mesma no espelho, ele permanece atrás de mim, bebendo-me. Sua voz apreciativa, seu sorriso de lobo. —Você é tão linda, às vezes que é muito perturbador,— repreende, virando meu rosto e colocando um beijo suave em meus lábios.


—Você não tem ideia da quantidade de células que se tornam inativas nos cérebros das mulheres quando você passa,— digo. Ele solta um riso surpreso, e eu rio também, agarrando minha pequena bolsa enquanto ele me acompanha. Há uma festa depois do filme, e Matt e eu decidimos ficar por uma hora, nos divertindo um pouco. Durante a noite, quando me encontro com os atores principais e Matt conversa com seu amigo produtor, eu observo as mulheres que se aproximam dele e acho muito interessante como elas tentam chamar a sua atenção, mesmo sabendo que ele é casado. Ele é cordial e educado, é claro, ele é um Hamilton, mas a facilidade com que ele estava de pé desapareceu e ele parece se fechar de qualquer flerte. Ele é tão fiel, e eu o adoro por isso. Estou surpresa que as mulheres continuam a persistir, porém, muito animadas e afoitas para perceber que ele definitivamente não está interessado. Acho que é mais do que a beleza dele que elas são atraídas. Mais do que seu poder. Eu acho que é a sua humanidade que as chama. O fato de que ele nunca faz um show ou age como se fosse perfeito; em vez disso sempre agiu como se ele não fosse perfeito, mas tenta ser. Como se ele soubesse que todas as suas imperfeições - sua superproteção divertida e reconfortante e


até mesmo seu medo de não ser o melhor marido e pai junto com o melhor presidente – o torna real, que todas as nossas imperfeições nos tornam reais e relacionáveis porque nenhum de nós é perfeito, nem mesmo um presidente. Simplesmente queremos aquele que nos dará seu melhor. Como ele tem feito. Eu me vejo descaradamente olhando e quando percebo isso, rapidamente me repreendo em silêncio e me afasto. Quando volto, nossos olhos se fecham - e seus olhos deslizam sobre meu vestido de corte império, para o meu abdômen, onde carrego seu filho. Falta poucas semanas. E como notei nestes últimos meses, quando ele olha para mim - para o que eu tenho em mim – ali. . . vejo isso. Um flash de forma rápida e brilhante, que quase me cega. Ele parece empurrá-lo para baixo, sob controle, mas eu vejo. Todo o amor, todo o desejo, todo o desejo que poderia estar no homem está nele. Para mim. Para nós. —O presidente nunca deixa de fazer virar as cabeças,— Alison diz ao meu lado enquanto nos misturamos com a multidão, sua câmera sempre pronta para tirar a próxima foto. É verdade que as pessoas olham fixamente. Embora eu saiba que as pessoas o amam mais do que o rosto dele, porque apesar do fato de que ele cresceu com tudo, ele não tem pretensão. Seus pais o criaram para ser um cara normal,


com tarefas, disciplina e uma atitude que era honesta e nunca egoísta. Na verdade ele nunca gostou de pessoas fazendo coisas especiais para ele, como não permitir que ele pague por coisas; ele sempre pagou o seu caminho, mesmo quando eles insistiram que queriam fazer o gesto para ele. A justiça estava enraizada nele, ou talvez seja apenas parte de quem ele é. O homem é inesquecível e ele sabe disso. E agora ele é o presidente, meu marido, que logo será o pai do meu bebê. Franzo a testa quando percebo que Wilson se aproxima dele o mais discretamente possível, o que, considerando a atenção que Matt dispensa, não é muito discreto, e Matt aponta a cabeça para ele. Ele acena com a cabeça e depois levanta os olhos, seu olhar instantaneamente pousando em mim, porque ele tem me vigiado noite toda. Algo em sua expressão me assusta. Pego minhas saias e começo a caminhar pela sala enquanto ele me leva até a porta. —Algo errado? —Precisamos ir,— diz. Ele me acompanha até a porta, com a mão na parte inferior das minhas costas enquanto subimos no carro do Estado.


Eu sei que o que aconteceu é grande; caso contrário, não teria saido. Algo precisa da sua atenção o mais rápido possível. —Fomos atacados no Oriente Médio. Eu suspiro. Então coloco minha mão em meu estômago quando uma contração bate. Eu estive sentindo-os dentro e fora, e foi dito que era normal, o corpo se preparando. —O que é?— Ele olha para mim com preocupação. Eu encontro seu olhar, inseguro. —Espero que. . . Prática.— Mas a Lei de Murphy diz que não será.


Charlotte

ELE ESTÁ ME FAZENDO contar o tempo delas em nosso caminho para a Casa Branca, e as contrações estão vindo regularmente, a cada quatro minutos. —Você pode esperar por mim?— Pergunta Matt quando chegamos à Casa Branca e me senta no sofá mais próximo. —Eu vou tentar,— prometo. —Espere por mim,— diz. Seu tom é firme e soa como uma ordem para o universo, parte comando, parte pedido para mim quando olha para o meu estômago. Eu posso ver a necessidade rasgando dentro dele de estar em dois lugares ao mesmo tempo, uma necessidade que é impossível para ele cumprir, assim como o homem mais poderoso na terra.


Sua mandíbula se flexiona da maneira mais feroz. —Eu odeio fazer isso com você.— Ele se inclina e pega o meu rosto. —Eu te amo. Eu aceno, querendo apaziguá-lo. —Toda vez que você me abraça, cada vez que me olha, eu me lembro do quanto você me ama. Quando você faz isso...— Eu levanto sua mão e beijo a parte de trás dela, a maneira que ele às vezes roça seus lábios sobre meus nós dos dedos. —Isso é tudo que preciso. Apenas sabendo que está lá, que você está lá e você é o que é melhor para o nosso país e o que é melhor para mim. Chupo em uma respiração forte quando uma contração bate, e tento não estremecer. Matt observa. —Outra? —Tudo bem. Vá. Ele hesita. —Vá. Ele murmura uma maldição. E então gira e se dirige para longe. —Chame sua mãe,— ele ordena a Stacey. —Sim, senhor.


Eu não digo a ele que minha mãe está no Caribe com meu pai e ela não pode chegar aqui para me apoiar, não importa o quão rápido ela gostaria. A dor vem e vai em ondas, mas a preocupação sobre o que está acontecendo com o nosso povo sente ainda pior. Eu sinto que apenas engoli vidro, o pavor de tudo o que poderia acontecer me atormentando enquanto tento acalmar e manter meu bebê dentro de mim um pouco mais.


Matt

UM ANDAR abaixo do Salão Oval é a Sala de Situação. Equipada 24/7, este é o lugar onde você descobre e enfrenta as coisas importantes. O cérebro da Casa Branca. Onde conversei com o sistema de videoconferência com outros chefes de estado. E

ordenei

operações

secretas,

entre

outros

empreendimentos classificados de alta prioridade. Eu entro com Dale Coin e Arturo Villegas, meu principal conselheiro de segurança. Antes da posse, o diretor da CIA me informou sobre todas as operações secretas que os EUA estavam envolvidos contra

inimigos

estrangeiros.

Todos

foram

autorizados


pessoalmente por meu predecessor, Jacobs, e cessariam se eu desse a palavra. Se eu permanecesse em silêncio, as operações continuariam. É uma coisa ser um candidato; outra, o presidente. Algumas dessas operações eram altamente perigosas, com pouco benefício para os Estados Unidos. Mas temos aliados, também, o que era algo a considerar. Ainda assim, quando você comanda o exército mais poderoso do mundo, você não pode tratá-lo como um jogo. Cada movimento dos nossos agentes precisa ser planejado, estrategicamente, então registrados e analisados. E não importa o que as informações que temos, há sempre muitas variações de um resultado. Não importa quão bem informado o novo presidente, nada prepara você para enviar seus homens e mulheres para a guerra. Prioridades mudam. Ganhar mais acesso à inteligência faz com que seus pontos de vista mudem dramaticamente também. Só espero ter feito as chamadas certas. Eu sei tão certo como foda que estou fazendo o certo agora. Os generais já estão sentados. Eu pego meu assento, me inclino para trás, e deixo a parede atrás de mim se iluminar acima com imagens visuais. O Oriente Médio tem sido um


botão quente desde muito antes de eu assumir o cargo. Ditadores, rebeldes armados, fodendo o ISIS. —Em posição,— diz o general Quincy. Todos olham para mim. O silêncio é ensurdecedor. Um segundo, dois segundos. —Abrir fogo.


Charlotte

EU SINTO outro golpe de contração e a dor ricocheteia através do meu corpo, queimando até mesmo meus músculos mais profundos. Gemo e agarro a borda da mesa mais próxima a mim. Eu sinto o bebê se mover dentro de mim e paro no lugar, pressionando minhas pernas juntas contra seus movimentos. Puta merda, esse bebê significa trabalho. Nós apenas entramos no National Naval Medical Center. Pedi à minha equipe para me trazer, e deixamos uma mensagem para Matt. Agora sou seguida por meus guardas de segurança, e as pessoas arfam quando me veem entrar no hospital sozinha.


Sem Matt. Sem o presidente. —Sra. Hamilton! Meu Deus,— exclama uma enfermeira enquanto me vê entrando, agarrando meu enorme estômago, desconforto e medo escrito em todo o meu rosto. Medo que é multiplicado, visto que eu preciso fazer o parto deste bebê enquanto meu marido tenta resolver uma crise de segurança nacional. Estremeço e tento empurrar esses pensamentos para longe quando outra contração vem. Eu lamento e sinto uma poça de água em meus pés. —Vamos levar a primeira-dama para uma cadeira de rodas! AGORA! —Chame Dr. Conwell! Sinto meu corpo sendo guiado em uma cadeira de rodas e antes que eu saiba, estou em uma cama de hospital. Sinto como se agulhas picassem minha pele, vejo monitores arrumados em torno de mim e os médicos correndo para dentro. Parece que todo mundo quer ajudar a entregar o bebê do presidente. Minhas pernas estão apoiadas e um pano está cobrindo elas, por modéstia. Mas honestamente, neste momento, eu


não podia me importar com a modéstia; quero este bebê para fora e em meus braços. Ouço murmúrios e a voz profunda e calmante de um médico se dirige a mim: —Sra. Hamilton, parece que o bebê mudou em sua barriga e nós vamos ter que realizar uma cesareana. —O bebê está bem?! —Sim, senhora. Não se preocupe, temos tudo sob controle. Farei tudo o que puder para entregar o bebê o mais rápido e mais seguro possível. Sinto meu coração afundar em meu peito, pesado por um medo incontrolável. Eu trago de volta o grito que jorra em meu peito e aperto os olhos fechados. Obtenha sua merda junta, Mamãe, digo a mim mesma. Você consegue. —Tudo bem, Charlotte, aqui vamos nós. Você não deve sentir nada, talvez alguma leve pressão. . .— Ouço as palavras do médico à distância, mas estou em outro lugar. Se Matt não pode estar aqui comigo, eu vou para ele. Com os olhos ainda fechados, penso em Matt. . . Suas mãos envoltas em torno da minha cintura enquanto ele me


abraça por trás e encontra os meus olhos no espelho enquanto me visto. Sua voz profunda cantando suavemente em minha barriga no início da manhã. Sua boca plantando beijos suaves na minha testa quando ele diz boa noite. Como seus dedos tocam contra minha pele quando ele esfrega minhas costas. Como quando ele está meio adormecido, me puxa para mais perto dele, subconscientemente usando seu corpo para me proteger contra qualquer coisa e tudo. Como ele fuça a cabeça no meu pescoço depois de fazer amor, seu cabelo macio suavemente fazendo cócegas na minha bochecha quando ele afunda seu nariz e inala meu perfume antes de liberar um som de pura satisfação masculina antes de adormecer. Eu sinto lágrimas boas de novo, e sinto falta dele mais do que nunca. Eu quero mais do que qualquer coisa ele aqui, seus olhos olhando para os meus, segurando minha mão, me dizendo que tudo vai ficar bem, me dizendo que estou indo muito bem. Ouço os monitores emitindo um sinal sonoro. Viro para o lado e vejo que Stacey está ao meu lado, segurando minha mão.


Pedi a ela para entrar antes que o parto começasse, porque ela é a amiga mais próxima que eu tenho na Casa Branca. Eu a considero como família. Ela olha para mim com seus olhos azuis, doces e fortes, acenando gentilmente para mim, apertando minha mão com conforto e encorajamento. Sorrio de volta para ela, sentindo tanto amor e gratidão em relação a ela que fica preso em minha garganta e eu não posso fazer nada além de contar a ela com os meus olhos como sou grata por tudo o que ela faz por mim. Volto a olhar para o teto. Eu me concentro em minha respiração. Inale. . . E expire. . . Dentro de alguns minutos, finalmente poderei ver e segurar meu pequeno bebê. . . O que eu ajudei e vi crescer dentro de mim. . . Aquele que dança em minha barriga quando ouve a minha ou a voz de Matt. . . Aquele que chuta quando está (ou eu estou) com fome. . . E então ouço um som. O choro de um bebê. Eu começo a chorar, lágrimas escorrendo dos meus olhos por vontade própria. —Parabéns, Sra. Hamilton.


Ouço aplausos entrar em erupção ao redor da sala enquanto vejo um pequeno pacote de cobertores brancos se aproximar de mim. Eu estendo meus braços instintivamente, querendo nada mais do que segurá-lo. A enfermeira gentilmente coloca-o em meus braços e eu me encontro com o mais belo, inocente, gordinho rosto rosa que eu já vi. Cílios longos, espetados e olhos cinza brilhantes olham para mim e nunca me senti mais feliz, mais completa, mais abençoada do que agora. Eu me sinto tão cheia de amor, sinto meu coração rachar em pedaços no meu peito. Eu me vejo nele. Eu vejo Matthew nele. Eu vejo o começo de uma família. Muito cedo as enfermeiras têm que levá-lo para ter seus sinais vitais verificados e certificar-se de que tudo está saudável. Eu sofro por ele, e mais do que nunca, por Matt. Fecho os olhos por um segundo e sinto-me mergulhando no sono, exausta por tudo o que aconteceu nas últimas vinte e quatro horas.


Luto

para

abrir

os

olhos,

mas

eles

continuam

tremulando fechados. Longe na distância, ouço uma voz que eu não poderia confundir com a de outra pessoa. Profunda, de comando, esmagadoramente masculina, exigindo: —Onde ela está? Ouço embaralhar e os sons de sapatos pretos brilhantes pertencentes a dez agentes do Serviço Secreto correndo ao longo dos pisos de mármore do hospital. —Eu preciso vê-la agora! —Sr. Presidente...— Ouço uma voz responder. Ouço a porta abrir e fechar e sinto sua presença encher o quarto. Sussurro seu nome. —Sr. Presidente, parabéns. . . Eu

instantaneamente

sinto

suas

mãos

em

mim,

colocando meu rosto, envolvendo-o em calor. Seu polegar pega uma lágrima caindo da borda dos meus cílios enquanto eu soluço, —Matt... Abro os olhos e o vejo olhando para mim, seus olhos brilhantes e profundos, ternos e suaves. —Eu estou aqui, baby.


Charlotte

DEZOITO MINUTOS depois que ele entrou no hospital, Matthew Hamilton segura seu filho primogênito. Eu nunca estive tão orgulhosa de ser a sua primeiradama. Ele acaricia a minha bochecha, orgulho brilhando em seus olhos. —Obrigado. —De nada,— digo sorrindo fracamente. —Ele se parece com você, Sr. Presidente,— ouço. Ele pisca para mim, seus braços todo em seu filho, seus olhos só para mim, ficando no meu por um longo tempo, como o meu fica no dele. Então ele olha para o nosso filho, seus olhos indo de cima para baixo, brilhando de felicidade


depois que, eu sei que a noite que ele enfrentou foi provavelmente a noite mais escura de todas. —Ele é perfeito, baby,— diz, em seguida, pressiona um beijo na minha testa. Ele deixa os lábios ali por longos, deliciosos segundos, como se ele quisesse marcar aquele beijo em mim. Eu sinto seu amor por mim até a medula dos meus ossos. Quando ele volta a sorrir para mim, seus olhos torturados

mostra-me

a

dor

que

ele

testemunhou,

a

escuridão que vai ficar para sempre. Meu pulso torce, tendo uma necessidade de confortá-lo e isso me bate com tanta força, é esmagador. Estendo a mão para segurar a parte de trás da sua cabeça, tentando acaricia-lo, embora eu esteja na cama e fraca, e ele é o único de pé, o que nos mantém juntos, como ele sempre faz. Uma vez no meu quarto privado, com os meus pais, a mãe de Matt, seu avô, e Matt, eu assisto o seu discurso à nação de sua mesa no Salão Oval na TV, que foi ao ar enquanto eu estava em trabalho de parto. Ele está usando uma gravata preta sombria e terno preto, e olha diretamente para a câmera enquanto fala. —A partir de vinte e duas horas, estamos empenhados em combate aéreo sobre a região hostil do Islar. A missão foi bem-sucedida. Temos confirmação de que os cinco terroristas por trás do ataque morreram.


Silêncio. —Estes são tempos tristes para nós como um país, cada vez que um de nós morre para garantir que aqui, possamos continuar a viver nossas vidas ao máximo. Precisamos honrar esses sacrifícios, assegurar que continuamos prosperando como nós temos até agora, não só financeiramente, mas como seres humanos. Agora mais do que nunca, precisamos estar juntos. Precisamos lutar as lutas que importam. Para liberdade, segurança dos nossos entes queridos. Nós somos um caleidoscópio, todos diferentes, mas o que nos une é nosso amor por este país. Nosso orgulho em ser americano. Americanos nascemos. Americanos vamos morrer.— Houve dois acidentes americanos. A mídia chamou isso de uma vitória, menos Matt e eu sei. Ninguém ganha em uma guerra. Mas você protege os seus. Não temos apenas um filho;

os

cidadãos

dos

Estados Unidos são a nossa

família.

Dois dias depois, eu sou autorizada a voltar para casa, e Matt e eu temos que planejar todo um processo de apresentar o bebê a Jack. No corredor do nosso quarto, decorei o quarto do bebê para ter as paredes pintadas com florestas de cor pastel e instalei um berço branco com uma colcha azul-bebê. Assim, muitos brinquedos do bebê têm chegado desde o anúncio dele


ser um menino, que já doamos pelo menos, dois terços deles para instituições de caridade. Este é um menino privilegiado, e eu tenho sido surpreendida pelo amor que o nosso bebê tem recebido da América. Para as primeiras semanas, até que ele dorme a noite toda, embora, eu me contento apenas em tê-lo comigo no quarto Queen em frente ao hall de Matt, onde tenho um berço colocado e uma cadeira de balanço, e espero na cadeira de balanço com o bebê piscando para o teto maravilhado enquanto Matt traz Jack até a porta. —Venha aqui, rapaz,— diz caminhando pela sala. Jack cai para as patas traseiras, com cautela rastejando através do quarto para onde Matt está agora diante de mim. —Esse é Matthew Junior,— digo, mudando ligeiramente para a frente para deixar Jack cheirar ele. O bebê faz um som borbulhante feliz macio e a cauda de Jack começa a abanar, e olho como Matt, meu marido quente sorri tranquilo Eu te disse suspiro de alívio. Eu estava ligeiramente preocupada que Jack seria um perigo para Matthew Jr. Mas eu já estou percebendo que ele vai ser o amigo de travessuras do nosso filho, com certeza. Oops.


Charlotte

—Senhoras e senhores, O presidente dos Estados Unidos, Matthew Hamilton, acompanhado do Medalha de Honra Sargento Swan. Depois do que aconteceu no dia que Matthew Jr. nasceu, um herói surgiu. Sargento Swan veio visitar a Casa Branca hoje, onde ele vai receber o maior reconhecimento, a Medalha de Honra. Ele provou a sua coragem no Oriente MÊdio quando a sua unidade foi emboscada, enfrentando o fogo inimigo e ignorando

os

ferimentos

enquanto

ele

ajudava

aos

companheiros feridos. Eu sei que nada pesa mais sobre os ombros de Matt do que enviar nossos homens e mulheres em perigo, e ele me


disse que sempre foi um homem que admirou aqueles que serviram nas forças armadas, e tendo falhado ao fazê-lo, esta é a maior honra a ele já concedido, ser presidente para ser capaz de conceder esta medalha a quem servir, e servir tão bem. Eu assisto a partir das cadeiras que revestem a sala enquanto os homens sobem ao pódio, Matt forte em um terno azul, o sargento em seu uniforme, enquanto Matthew aborda o público. —A coragem não é uma virtude com que nós nascemos. É uma virtude que exercermos a escolha que fazemos. Coragem é quando nossos homens e mulheres de forma abnegada se voluntária para defender o nosso país, e nos manter seguros.— Simples. Quando ele remove a medalha da caixa, ele caminha até o sargento. Uma vez que a medalha paira firmemente em volta do pescoço do soldado, Matt estende a mão. Aplausos ecoam pela sala. O soldado está emocionado, lábios franzidos com força enquanto ele luta contra suas emoções. Matt dá um tapa em suas costas e sacode a mão, e eu o ouço dizer ao homem, pessoalmente, não para as câmeras. — Obrigado por seu serviço. Nós dormimos à noite, graças aos nossos homens e mulheres, as nossas forças armadas lá fora, defendendo e protegendo a nossa nação.


—Obrigado, Senhor Presidente,— o soldado resmunga quando enfrenta os espectadores novamente com os olhos vermelhos.


Charlotte

APÓS trinta e nove dias de pós-parto com meras horas para bater a marca exata de quarenta dias, e ele espera por mim na varanda do segundo andar, enquanto eu termino de alimentar Matty. Eu o encontro apoiando-se no corrimão, pensativo quando saio. Quando ele se vira para mim assisto a abordagem, uma mistura inebriante de luxúria e amor me envolve. Matt sorri. Ele desliza um braço em volta da minha cintura e se aproxima. Os jardins estão tranquilos lá fora, e ele começa a se mover comigo. Fecho os olhos. Ele coloca a testa na minha. Começamos a balançar com algum tipo de música em nossas cabeças, a música fora da Casa Branca, nos jardins


silenciosos, as ruas de DC, o farfalhar das nossas roupas à medida que avançamos. Abro os olhos e me vejo olhando para um redemoinho escuro quando ele me segura com ele, uma das minhas mãos dentro da dele, e estamos nos movendo todo esse tempo, cada vez mais perto, virando-se na Varanda Truman, e então ele abaixa a sua cabeça, e no segundo seguinte os lábios se inclinam sobre o meu. Lentamente, com ternura, ele beija os meus lábios como se eu fosse preciosa, como se eu fosse a coisa mais preciosa que este homem tem. Eu me abro para ele. Ele sonda levemente, vagaroso, sem qualquer pressa em tudo, sua língua esfregando sobre a minha, me acariciando. Suas mãos vão para a parte de trás da minha cabeça, acariciando meu cabelo. Nós ainda estamos dançando. Mas agora estamos nos beijando, assim como, meu corpo reage da maneira usual. Estou respirando com dificuldade, completamente envolvida pelo seu calor, sua força, seu perfume. Ele sussurra em meu ouvido: —Sinto falta da minha garota. —Ela sente sua falta.


Seus olhos brilham. —Você está atraente como você não tem ideia. —Eu deveria ir dormir. Ele olha como um lobo, pegando meu pulso e me imobilizando no lugar. —Não vai acontecer.— Ele sorri, rindo. —Venha aqui. Seu olhar persuasivo me enfraquece da cabeça aos pés. Um fogo lento entre as minhas pernas começa a se construir em um inferno de calor. Meu coração está batendo muito rápido no meu peito quando Matt me leva em direção ao seu quadro de um metro e oitenta e dois. Ele levanta a mão e aperta meus dedos sobre os lábios. Quando desliza a sua língua para fora para lamber meus dedos, eu suspiro. Ele volta para trás e nossos olhares bloqueiam. Ele diz: —Trinta e nove dias,— com um frisar dos seus lábios. Eu aceno, sem fôlego. Querendo saber se ele está pensando o que eu estou pensando. Minhas mãos vão para sua camisa, segurando o tecido. Eu quis detê-lo. Não quis? Ainda temos mais um dia para terminar. Mas tudo que eu sei é que a sua boca está na minha de novo, e tem um gosto divino, e eu quero mais do mesmo, e os meus dedos estão apertando a sua camisa com


força e eu não consigo respirar. Suas mãos deslizam para baixo dos meus lados, segura a minha bunda, e puxa-me para ele. Perto. A dor entre as minhas pernas se intensifica à medida que seu pênis toca em meu abdômen. Ele está tão duro, seu beijo quente e sensual enquanto arrasta os lábios na minha orelha, onde ele sussurra, —Durma comigo esta noite. Eu pressiono para trás contra a grade, observando o luar jogar através do seu rosto lindo. —Mas ainda é dia trinta e nove, e Matthew Junior… —Matthew tem uma babá, prefiro que ele fique com a babá esta noite para que eu possa passar algum tempo de qualidade com a minha esposa. Eu engulo, já que não posso esperar por um segundo mais

longo.

—Eu

vou

pensar

sobre

isso

por

alguns

minutos,— minto deslizando as minhas mãos até a parede lisa do seu peito, subindo na ponta dos pés, a minha voz rouca. —Enquanto isso, eu vou ter um pouco mais disso.— Eu beijo. Rápido como um diabo, quente como o pecado, ele me move ao redor e me oscila contra ele em algum escuro, tango proibido. Ele agarra-me como se eu fosse a coisa mais sexy de sempre.


Eu gemo de volta para a grade, inclinando-me sobre ele com um apalpar em minha saia, puxando-a para cima, tanto quanto possível para que ele possa segurar entre as minhas pernas. Ele preenche o espaço entre as minhas coxas e me olha com reverência enquanto suaviza o meu cabelo atrás da minha testa, e abaixa a cabeça de modo que seus dentes pastam a minha pele. Ele belisca a curva do meu pescoço e ombro. Ondas de prazer correm pela minha espinha, e antes de eu perceber isso, estou puxando-o para mais perto e esfregando-me contra seu peito liso. —Matt. . . —Sim. Eu não posso falar, não posso pensar quando seus lábios vibram sobre a minha pele, seu gemido quente sobre a minha garganta. —Deus, eu quero você. Eu sinto falta de você. Eu sinto falta do cheiro da sua pele, os sons que você faz.— Ele pega a minha pele entre os dentes e puxa suavemente. Suspiro, e ele me libera. Seus movimentos da língua para fora, circulando um caminho lento, úmido para aliviar a dor. Ele desliza a mão entre nossos corpos, me acariciando entre as minhas pernas.


Estou tremendo quando me inclino sobre a grade, então me impulsiono para cima e enrolo os meus braços e pernas ao redor dele e sussurro em seu ouvido: —Eu te amo. Ele me levanta mais alto. Minhas pernas apertas em volta dos seus quadris, os braços em volta do seu pescoço enquanto me beija com ferocidade e atravessa a varanda para a porta. Nós estamos em seu quarto mais rápido do que eu imaginava possível. Desejo crepita no nosso beijo quando ele fecha a porta atrás de nós. Meus dedos correm em seu cabelo enquanto me deita em sua cama, o nosso beijo aquecido, mas macio. Nossa respiração é irregular, a minha rápida e superficial, a sua profunda e dura. Ele cai de joelhos na cama e levanta a minha saia, agarrando a bainha e elevando para os meus quadris. Gemo quando ele pressiona sua boca no meu abdômen. E então sua língua. Muito gostosa. Tão quente. Tão rápido. Assim especialista como é ele beija meu umbigo, então beija a cicatriz da cesariana. Ele trabalha os lábios até minha barriga e para os meus seios, e segura eles sob a minha blusa e acaricia suavemente. Passa rapidamente seu polegar em torno do bico, então tira o


meu top e suga até que eu gemo. —Eu não posso esperar, Charlotte. Estou morrendo de fome por você. Rasgo a sua camisa na minha urgência. Ele corre as mãos para cima e para baixo dos lados do meu corpo. Nós dois despindo um ao outro tão rapidamente quanto possível. Até o momento que ele me tem me nua, eu enfio as calças para baixo em suas pernas e ele está chutando fora e se alongando em cima de mim. Ele é tão bonito. Seus músculos lisos e duros, perfeitamente delineados. Lembrei-me de como lindo ele era, mas suspeito que ele está trabalhando um pouco mais a frustração sexual, talvez. O pensamento me faz derreter. Ele realmente parece um pouco mais grosso e mais musculoso, e deixo meus dedos desfrutarem do seu trabalho duro. Inclinome e beijo o seu mamilo, meus dedos roçando sobre a camada de pelos no peito. Eu sou recompensada com um som baixo de dor. — Lamba mais forte,— diz. A voz áspera e crua. —Matt,— eu lamento. Ele solta um sorriso quando olha para mim, me comendo com os olhos, me acariciando em todos os lugares. Ele me diz que eu sou linda quando move o dedo dentro de mim. —Você tem alguma ideia do que você faz para mim, Charlotte?— Ele aproveita a base do seu pênis e leva para a minha costura. Lá.


Certo Em Minha Abertura. Minha respiração se vai. Seguro os lençóis abaixo de mim. E meus olhos rolam para o fundo da minha cabeça no puro prazer de sentir o meu marido impulsionar dentro de mim novamente. Polegada por polegada. Lento. Com muito cuidado, eu posso sentir seu corpo vibrar. Estamos de coração para coração, pele com pele, o calor com calor. Ele segura do lado do meu rosto, olhando nos meus olhos. Choro suavemente, inclinando meus quadris para encorajá-lo a se mover. Mas ainda assim ele não, apenas olha para o meu rosto inteiro, a nossa respiração irregular quando me permite ajustar a sensação dele novamente. Mordo meu lábio, sem fôlego. —Por favor,— eu imploro. —Eu te amo,— ele solta, roçando o polegar ao longo do meu lábio inferior, inclinando-se para passar a língua para fora e suavizar a pele que eu apenas mordo. Ele começa a mover-se lentamente, bem lentamente. Seu corpo poderoso e no controle, fazendo amor com o meu.


Ele faz amor comigo como se eu fosse virgem, como se fosse a primeira vez e ele quer que eu nunca mais esqueça. E, neste momento, todo o meu mundo é ele enquanto ondulo

debaixo

dele,

saboreando

a

proximidade,

a

proximidade dele, ele. Ele é o homem mais poderoso do mundo. Ele é determinado, forte e ambicioso, ele é nobre e honesto, e ele também é verdadeiro e inabalável, nenhuma vez o seu desejo vacila; pelo contrário, mesmo com uma remanescente colisão de um mês que eu espero ser capaz de corrigir uma vez que retomar o exercício, eu nunca me senti tão sexy para ele, tão preciosa, ou amada. E neste dia, o mistério do nosso amor cresce, e eu percebo

que

ele

continua

mudando,

evoluindo,

se

aprofundando com cada experiência que compartilhamos, todos os não beijo dado e cada beijo dado, cada sussurro e cada palavra não dita. Eu nunca na minha vida senti o tipo de amor que sinto por ele e quando suas mãos me acariciam com ternura, a tensão em seu corpo fica evidente à medida que ele tenta ser gentil, mas insinuando seu desejo fervendo, as palavras profundas de amor, que sussurra no meu ouvido, bonito e perfeito e dele, eu sei que ele sente isso também. E sei que este sentimento é provavelmente tão misterioso para ele quanto é para mim, e tão maravilhoso.


Charlotte

MATT JR. ESTÁ CRESCENDO TÃO RÁPIDO, ele está andando já e absolutamente já tem o funcionamento da casa, com todos oohs e aahs sobre o nosso menino encantador. Eu cresci também, junto com ele. Eu cresci plenamente no papel de primeira-dama. De mãe. De esposa. De anfitriã. De dona da Casa Branca. De campeã das crianças. De amante do presidente.


Um ano se transforma em dois, dois anos que consiste em fraldas e berços e brinquedos infantis, de tapetes vermelhos

e

buzinas

soando

quando

nós

recebemos

dignitários estrangeiros na Casa Branca, de eventos black-tie que encarnam o poder e a majestade dos Estados Unidos. Líderes estrangeiros recebem uma recepção real com a cerimônia de chegada no Estado, floreios e bandeiras, sentinelas e orquestras. A imprensa espera em estado de prontidão para esses eventos, ansiosos para uma conversa de vídeo. O chef planeja as refeições perfeitas, até o design artístico perfeito para apresentar cada prato. Temos performances de palco. Andrea Bocelli, e o ballet. Nós celebramos vitórias das nossas equipes, e decoramos cada Natal com uma árvore gigantesca com enfeites de tricô (à prova de Matty). Mais do que isso, a Casa Branca é o centro de onde foram feitos uma dúzia de novos tratados. Onde cláusulas não

tivessem

sido

tratadas

haveriam

vários

desastres

naturais. Onde grandes decisões e mudanças começaram. A Casa Branca é mais do que apenas a pompa e a política, e mais do que o parque infantil para o nosso filho. Ela não pertence ao presidente, esta casa; pertence ao povo. Este é o lugar onde seus futuros começam.


—Ei.— Uma curva lenta torce o canto dos lábios de Matt quando vê Jack e eu. Ele solta os dois primeiros botões da sua camisa e rola as mangas até os cotovelos. O gemido de satisfação em ter o relaxamento de um momento depois de um dia inteiro de trabalho faz com que os meus mamilos saltem. Ele se deixa cair ao meu lado. —Como foi o seu dia? —Bom.— Chego uma polegada mais perto, mesmo quando ele abaixa a cabeça encontrando-me no meio do caminho para um beijo curto, leve. —O que os dois estão fazendo?— Pergunta franzindo a testa para Jack e eu brincando mesmo quando Jack foge para se juntar a ele o mimando, pressionando o focinho na mão livre de Matt. —Estamos aproveitando o silêncio. Enquanto o seu filho dorme. —Como está o meu legado? —Crescendo. Meus quadris estão permanentemente inclinados para fora de carregá-lo. Ele ri.


—Venha aqui, rapaz.— Ele acaricia Jack atrás da orelha. —Ela está desgastando você, não é?— Pergunta a Jack. Jack lambe a palma da mão de Matt e faz um som gemendo feliz, e Matt deixa a sua mão lá, acariciando-o enquanto ele inclina a cabeça para olhar para mim. —Você parece cansada. —Estou cansada. Mas agora que você está aqui, estou ficando com um segundo fôlego. Conte-me sobre o seu dia. Ele geme. —Eu prefiro não desgastar você ainda mais. Conte-me sobre o seu. —Matty tentou montar um dos patos na lagoa, e ele teria caído completamente se Jack não o tivesse preso em seu focinho. —Sério?— Ele arqueia a sobrancelha para Jack, que está apenas olhando para cima com adoração para Matt com um olhar que implora seu mestre para se manter esfregando a orelha. —Bom menino,— diz alcançando com a mão livre para acariciar seu polegar para baixo no meu rosto. —Você acha que devemos nos livrar dos patos, então? —Ah não. É como TV bebê. Matty poderia vê-los por horas. Matt ri, sua risada me fazendo rir também.


Considerando que adorava falar de política, era algo que nós, agora juntos estamos tão imersos nela que adoramos falar sobre outras coisas. Matt adora falar sobre coisas normais, vejo ele desejar isso, a normalidade que nunca teve. Mas ele foi feito para coisas maiores; a normalidade é um luxo que não temos. Às vezes, porém, nós fazemos por nós mesmos. E nesses momentos ele é apenas Matt, meu marido, o pai do meu filho, e o cara que eu amo. Eu deito em seu peito e sua voz está no meu ouvido enquanto nós dois acariciamos Jack. —Eles têm uma pista. Eu quase salto para fora da minha pele. Não por causa das palavras, porque já tivemos pistas antes, mas por causa da verdadeira esperança na voz de Matt. —O que? Quando? Quem?— Exijo. —Paciência, gafanhoto,— diz com um sorriso tocando os seus olhos antes que as sombras retornem. —Se tudo correr bem, vamos saber em breve. —Oh, Matt, espero que seja isso,— digo, passando os braços ao redor dele, pressionando um beijo em seu pescoço. Eu sei o quanto ele está ansioso para isso, como cada beco sem saída duplicou a sua resolução para manter a sua promessa a seu pai.


Mais tarde, naquele fim de semana, tenho a minha primeira saída oficial, e nós estamos indo para uma cúpula. Matthew propôs um imposto sobre o carbono para todos os setores emissores de carbono que foram poluindo o ar que respiramos durante anos. Ele diz que continuar a fazer isso não é uma opção. Ele está discutindo política comigo e, enquanto isso, deixo meus dedos vaguear ao longo do seu abdômen, deslizando ao longo do seu estômago duro, e o pelo debaixo do seu umbigo. —Com a Índia, no entanto. . . — Ele levanta e uma das suas sobrancelhas sobe muito lentamente quando olha para mim com interesse total. Eu me aproximo um pouco mais e inclino a minha cabeça enquanto abro a calça dele. Ele é pesado e grosso quando eu tiro. Enrolo as minhas mãos em volta da base do seu eixo e lambo a umidade na ponta, olhando para cima para ver se ele fechou os olhos. Lambo mais, e ele exala e abre os olhos, olhando para mim com uma expressão que é quente e completamente crua e no instante seguinte, sua grande mão está engolindo a parte de trás da minha cabeça, exercendo pressão e pedindo-me para ir de volta para baixo.


Charlotte

—SR. PRESIDENTE, O chefe do FBI, o Sr. Cox, quer vêlo o mais rápido possível. Eles o encontraram. O olhar de Matt cai sobre Dale Coin como um machado, exigindo mais. —Ele tem uma apresentação para você,— acrescenta Coin. Uma mistura de pavor, medo, tristeza e um nó de esperança dentro de mim quando percebo o que isso significa. —Oh meu Deus,— suspiro. Coin está falando do atirador do presidente eleito. Os olhos de Matt mudam; eles se enchem com um brilho feroz.


—Vamos.— Em seus pés, ele marcha pelo corredor com Dale e outros três homens, que estão atualizando-o sobre o que está acontecendo. Ele faz uma pausa no meio do caminho para as escadas, em seguida, corta a distância de volta para mim. Olha para mim, lendo em meus olhos o quanto é importante para mim. Para todo o país. O que significará ter o brilho da justiça. —Vem comigo. Eu expiro e aceno com a cabeça em emoção, dando um passo ao lado dele quando nós vamos para a Sala da Situação. Todos olham

à medida que entramos. Matt para de

olhar para a sala e agora está olhando para mim de uma maneira completamente intensa. Ele para somente quando todos começam a recebê-lo. Ele os cumprimenta de volta e me diz para sentar. Eles diminuem as luzes e, em seguida, saem. A parede diante de nós pisca, e uma imagem de um homem com uma barba e cabelo loiro claro aparece. —O nome dele é Rupert Larson,— diz Cox. Matt aperta seu maxilar. —Continue. A dor no meu coração torna-se um roer impetuoso enquanto ouço atentamente.


Matt se levanta e pega café, em seguida, olha para a imagem, franzindo a testa muito forte. —Tem cinquenta e três anos agora. Procurado por acusações de estupro e abuso de drogas. Cresceu no sistema. O músculo na parte de trás da mandíbula de Matt flexiona implacavelmente quando me envia um olhar que me diz que precisa corrigir esse sistema. —Visto pela última vez na Geórgia. As imagens começam sacudindo na parede, revelando o homem com vários penteados e cores diferentes de cabelo. Nós assistimos, em silêncio. Às vezes os turbulentos olhos escuros de Matt encontram os meus, e eles parecem nítidos e metálicos, tão frio quanto me sinto. —Sofre de paranoia e delírios. Aparentemente, tinha um pouco de reclamação com o presidente eleito. A primeira carta dirigida para ele falando sobre o bom trabalho que estava fazendo. Ele afirmava ser capaz de ver o futuro e o seu assassinato. As cartas pararam há anos. Encontramos uma carta não enviada detalhando exatamente como ele morreu. Três tiros. Ele só poderia ter dois anos antes que o Serviço Secreto o pegasse. Ele está fugindo desde então. Cox olha para ele enquanto Matt drena a sua xícara de café. Ele está no controle, mas sob a fachada, eu posso sentir o tumulto em volta dele. Ele dá a Cox um olhar sombrio,


espesso, um olhar que poderia fazer um homem menor fugir para se esconder. —Como podemos ter certeza que é ele?— Pergunta. A voz fria. —A segunda carta não enviada. Uma confissão-escrita, mais como um documentário exultante. Assinado. O tormento que pisca por uma fração de segundo nos olhos de Matt me apunhala no peito. Este é o assassino do seu pai. O homem que tirou a vida de Lawrence Hamilton e que tem estado livre por todos estes anos. Eu fico louca só de pensar nisso. Tão louca quanto sei que Matt está, no fundo. Sua voz não mostra nenhuma evidência de tormento, ou raiva, no entanto, mesmo com esse brilho letal em seus olhos. Seu rosto é uma máscara de pedra quando encontra Cox nos olhos. —Você sabe o que fazer. Ele me leva para fora da Sala de Situação com uma mão pressionada na parte inferior das minhas costas, e quando estamos finalmente em seu quarto, eu envolvo os meus braços em volta dele, sentindo ele me puxar tão ferozmente. —Acha que eles vão pega-lo?— Sussurro. —Eles são os melhores,— sibila com os olhos totalmente abertos para mim agora, seu rosto gravado na dor. Pego seu rosto quando ele agarra o meu, beijando um ao outro como se


as nossas vidas dependessem disso, seu beijo degustando da dor e esperança, tristeza e satisfação. Uma hora depois de Matt ser informado, todos os agentes de aplicação da lei no país já foram informados do caso e todos tem um rosto, uma foto e um nome do suspeito. Ele ganhou - um lugar no topo da lista dos mais procurados do país e é considerado extremamente volátil e perigoso. Matt se reúne com sua mãe, e eles falam mais de uma hora. Ele mandou o FBI recuperar o lenço dos arquivos de evidências, e ele dá a ela. Ela chora por um longo tempo depois. São duas da manhã no momento em que nos retiramos para a cama, Matty já estava dormindo, e Jack, embora goste de dormir na porta de Matty para protege-lo, parece sentir alguma coisa. Ele deita em nosso quarto quando nós estamos indo para a cama, e salta para a cama com a gente latindo por atenção de Matt. Puxo as cobertas e escorrego para o meu lado, e acaricio as orelhas de Jack enquanto ele se deita quando Matt se aproxima. Matt deixa cair o seu magro corpo nu, musculoso em seu lado da cama e acaricia a mão pelo focinho de Jack, em seguida, move a mão para cobrir a minha. Levanto os meus olhos para ele, e ele olha para mim, e sinto o olhar em todos os lugares. Diz todas as coisas que ele não está dizendo.


—Sinto muito,— digo, desenrolando a minha outra mão para revelar que estou segurando o broche do seu pai. Eu simplesmente não fui capaz de parar de segurar o dia todo. —Sinto muito, também,— irritado. Isso é tudo o que ele diz. Deslizo as minhas mãos em volta do seu pescoço, pressionando um beijo em sua garganta enquanto nos aconchegamos, Jack se coloca com um longo suspiro entre as nossas pernas. Cinco horas depois, Matt é despertado para a notícia de que Larson foi capturado.

O ROSTO DO CRIMINOSO está na primeira página de todos os jornais em todo o país. América se alegra. Embora isso só reabra a ferida, para a memória tornar-se fresca para Matthew e sua mãe. Vou com ele e o pequeno Matt para o cemitério, três dúzias de rosas brancas em nossas mãos que colocamos sobre o túmulo do presidente Law Hamilton. —Descanse em Paz Pai,— Matt diz, deixando as suas rosas depois que eu coloco as minhas. Ele bate os dedos na lápide, e uma lágrima desliza para fora do canto do meu olho. Matt Jr. pisa se estabelecendo direito entre nós. — Ocidente em paz, Gwandpapa.


Ele bate os nós dos dedos como seu pai fazia, e eu sou parte risada, parte soluço. Matt sorri sobre a ação de Matty, com os olhos cheios de amor para seu filho enquanto desmancha seu cabelo, segurando, e nós voltamos para a comitiva. Matt tranquilo, mas em paz. A única que não pode segurar as lágrimas pelo meu marido sou eu.


Charlotte

ESTAS CHAMADAS, as primárias para os principais partidos começaram com muita pompa, e eu assisti na televisão, curiosa sobre quais candidatos finais entre as múltiplas opções vão ganhar a nomeação desta vez. Eu sei que o avô de Matthew veio conversar com ele sobre concorrer como um democrata ou republicano desta vez. —Eu respeitosamente recusei,— disse ele à imprensa quando rumores da reunião começaram a rodar. Eu me pergunto hoje quando ele anunciará sua intenção de concorrer à reeleição. —Por que todos querem ser o papai?


—Hmm? Olho para Matthew Jr., a criança mais adorável de dois anos de idade que você poderia conhecer, com uma cabeça de cabelo escuro, um sorriso cheio de dentes e uma atitude Dennis-o-Pimentinha. —Todos querem ser plesidente.— Ele franze a testa ameaçadoramente. —Sim,

porque

o

presidente

faz

as

ligações

importantes,— digo a ele enquanto caminhamos para fora nos jardins. —Quero que meu pai seja um plesidente,— afirma simplesmente. —Sim, ele é o plesidente. —Eu não quero sair de casa.— Sua voz racha, e eu acaricio o topo da sua cabeça. Será que ele ouviu alguém falar? —O lar é onde estamos todos juntos, não importa onde isso esteja,— garanto-lhe. Mas as palavras do meu filho me seguem ao longo do dia. Penso sobre o que seria como começar de novo. Uma parte de mim acha um alívio, ser capaz de ter um pouco mais de privacidade, mas uma parte de mim não está pronta para deixar aqui ainda e estou certa de que o meu marido está


muito motivado, muito dedicado, e muito apaixonado por seu trabalho para estar pronto para sair. Além disso, esta casa tem sido nossa casa por três anos. Conheço muito bem o chefe de pessoal, organizei festas de aniversário para ele e fui para o batismo do seu filho. Eu sei que ele trata mais de uma centena de funcionários, olha para Matt e meus horários, executa tudo de forma eficiente, e é o chefe do pessoal doméstico e responsável por todas as operações diárias. Tom garante que nossas vidas funcionem sem problemas, e ele faz. Eu gosto do chef, que é como Jessa foi quando eu crescia, amando fazer nossos bolos e jantares favoritos quando temos ocasiões especiais. Quem de alguma forma sabe quando Matt teve um dia difícil e faz um prato particularmente saboroso para trazer um sorriso ao seu rosto. E quem me deixa entrar em todos os almoços das minhas crianças. Gosto de Lola e de todo o seu estresse sobre as notícias e lidar com a implacável imprensa. Até mesmo o Serviço Secreto. Tudo vê, tudo sabe, de boca fechada, não compartilha informação, sempre não só nos protege fisicamente, mas garantindo que nossas vidas privadas são tão privadas como elas possivelmente podem ser.


Cada quarto em que estou tem um significado. Tem uma história. Tem presença. A presidência não é apenas uma agenda política, ou forte contra oponentes. Trata-se de nos manter juntos, orgulhosos e seguros. Cuidados e motivados. Não se trata apenas de proteger nossos direitos e liberdade, é fornecer exemplos e inspiração - foi o que fez a América o que é hoje. Não consigo imaginar alguém fazendo um trabalho melhor do que o meu Matthew Hamilton. Naquela noite, depois de jantar na Sala de Jantar da Antiga Família, Matt Jr. pergunta a seu pai por que ele está deixando todos aqueles homens concorrerem à presidência. —Porque é o direito deles; é um dos mais sagrados dos nossos direitos, neste país. Nossa liberdade,— ele explica enquanto nos retiramos para o Salão Oval Amarelo. Matt Jr. franze a testa em confusão enquanto ouve, então simplesmente declara: —Eu quero que você seja plesidente. Matt ri, arrastando uma mão sobre seu rosto quando Matty sai correndo e brinca com seus brinquedos, Jack atrás dele. —Eu vou colocá-lo na cama,— sua babá, Anna, me diz quando corre atrás dele.


Matt olha para mim, em seguida, servindo-se de uma bebida depois do jantar e me trazendo uma também. —Estive pensando nisso. Por anos, parece.— Ele olha para mim enquanto

senta

do

meu

lado.

—Eu

estive

contando

obsessivamente.— Ele olha para o copo, depois para mim. — Quantos dias eu tenho sido capaz de estar aqui para você, quantos dias eu não tenho. É uma decisão difícil,— admite, com um sorriso irônico triste. —O dia em que Matt nasceu... —Não havia nenhuma maneira que eu teria deixado você ficar comigo,— rapidamente interponho. Ele parece divertido, mas se abstém de sorrir. —Isso não foi a única vez. No seu vigésimo quinto aniversário... —O aeroporto estava fechado devido à nevasca. Como você deveria pousar? Tudo isso não estava no seu controle,— asseguro-lhe. Ele

exala,

então

olha

para

mim

curiosamente,

calculadamente, rindo suavemente. —Charlotte, me escute. —Estou ouvindo e você não está fazendo sentido. —Baby,— diz, mais severamente agora. —Precisamos discutir como você se sente sobre eu concorrendo. E eu preciso que você seja honesta comigo, honesta da forma que minha mãe nunca foi com meu pai.— Ele está completamente


sombrio agora, olhando para mim entre as sobrancelhas desenhadas. Meu peito tipo dói que ele ainda tem que perguntar. Eu nunca quis

que ele se sentisse preocupado por nos

negligenciar; a verdade é que ele sempre vai além. —Você estava pensando em não concorrer? —Eu não vou concorrer se for um problema com a minha família. Você sabe que eu adoro estar aqui, Charlotte. Eu sou levado a fazer o que eu faço.— Ele me dá um sorriso que envolve meu pulso selvagem. —Mas eu amo vocês dois mais do que qualquer coisa. Estou tão apaixonada por esse homem que às vezes simplesmente dói. Eu sei que Matt nunca quis perder algumas coisas importantes que ele infelizmente às vezes tinha que perder. Eu sei que ele tentou mais do que qualquer homem jamais faria com que eu e nosso filho nos sentíssemos amados, apoiados e protegidos. —Nós dois percorremos um longo caminho,— digo nós dois aqui sentados, olhando um para o outro por um tempo, e eu estou percebendo, neste momento, o quanto nós dois lutamos lentamente nossas guerras para fazer este trabalho. —Eu nunca pensei que eu poderia viver esta vida, chegar a esta altura com você - e ainda aqui estou. Não estou fazendo mal.— Sorrio, e ele ri baixinho, seus olhos brilhando. —E


você . . . Você tem que saber que provou ser mais do que capaz de se um presidente e o melhor marido e pai que poderíamos pedir,— acrescento, sem me preocupar em esconder a admiração em minha voz. —Eu não quero que você sinta como se eu estivesse colocando você e Matty em segundo lugar,— diz, examinando meu rosto de perto, como se estivesse procurando a resposta. —Se por alguma razão isso atravessar sua mente, quero que você saiba que eu vou escolher ambos e terminar aqui. —Não! Você não pode! — Protesto. Eu chego para a frente, franzindo o cenho para ele enquanto deixo meu copo de lado, espelhando sua posição. Inspiro apaixonadamente, depois expiro e olho para ele. —Embora eu seja apenas uma cidadã entre milhões, tive a honra de saber em primeira mão o que você traz à mesa. Integridade. Honestidade. Eu tento não ficar emocional, mas de repente colocando em contexto tudo o que ele tem feito por quase quatro anos se torna difícil. —Eu sei em meu coração, no fundo do meu coração que nenhum outro candidato oferecerá isto, trazer isto .... Ou não muito como você. Você é um de nós. Todos nós. Eu tenho você para sempre, mas como uma cidadã eu gostaria de ter você como presidente por apenas mais quatro anos. Faça-os contar. Meu coração é seu e meu voto é seu. Não me negue


tudo o que tem para dar, ou mais quatro anos de ter isso. . . Honra . . . De estar ao seu lado enquanto você está fazendo o que você foi feito para fazer.— Adiciono, —Por favor. Ele sorri quando eu termino sem fôlego após minhas súplicas. Lentamente coloca seu copo de lado e se levanta. Ele começa a caminhar ao redor da mesa, então puxa-me para meus pés enquanto aperta sua mandíbula, agarra-me pela parte de trás da cabeça, e me beija. Longo e com língua. — Obrigado. Eu te amo. Você sabe disso,— ele assobia, feroz, sua testa contra a minha, seus olhos segurando os meus deliciosamente cativos. —Sim,— digo, meus dedos do pé se curvando do jeito que eles fazem cada vez que ele me olha assim. —Mas

eu

ainda

não

tenho

certeza

de

quanto.

Incomensuravelmente, você disse. O que é isso mesmo? Seus olhos rastreiam cada centímetro do meu rosto. — Significa que não há sistema métrico, nenhuma medida, não há nenhum começo a ele, e nenhum fim. Estou completamente sem fôlego, e ele sorri, percebendo que estou ofegante, e me beija de novo, longo e lento. —Isso é o quanto,— ele raspa contra a minha boca, acariciando minha bunda.


Vamos para o Quarto Lincoln, onde ele disca um número através das linhas seguras da Casa Branca. —Carlisle.— Fala o nome e olhando para mim com um sorriso, clica no botão para colocar a chamada no viva-voz. — Eu preciso de você e Hessler. —Eu disse à minha condição cardíaca para se foder. Que eu não ia morrer tão cedo porque estava esperando por essa chamada.— Posso ouvir o sorriso na voz de Carlisle, e Matt e eu sorrimos um para o outro. —Está feito então,— digo a Matt quando ele desliga. Sinto-me tonta. —Não há nenhuma maneira de qualquer um ter uma chance. Ele

de

ombros e

fica

pronto

para

a

cama,

desabotoando a camisa. —Nunca se sabe. Homens melhores perderam. —Sim, mas os grandes países são liderados pelas melhores pessoas - e não há muitos como você,— digo enquanto arranco meus brincos de diamante. Quando deslizo nua sob as cobertas com ele, quase suspiro enquanto o calor da sua carne toca a minha. —Você está pronta para atingir a trilha, esposa?— Pergunta, inclinando-se sobre mim, olhando para baixo em mim enquanto escova meu cabelo vermelho atrás do meu rosto.


—Talvez.— Sorrio, e depois decido brincar com meu slogan favorito da sua última campanha. Nascido para isso. —Então, novamente, talvez eu tenha nascido para isso. —Não, baby,— ele é rápido para garantir. —Você nasceu para mim.— E sua boca engole qualquer protesto que eu poderia ter dito. O que, de fato, teria sido nenhum.


Matt

EU ESTOU EM UM ROLO, e não é nem mesmo 10:00. Depois das minhas instruções diárias, ouvindo o que todos estão fazendo ao redor do mundo, e fazendo algumas chamadas, estou na Sala de Imprensa. Estou rasgando. O orgulho, a expectativa e adrenalina correndo nas minhas veias já, a minha intenção, desejo e determinação de manter meu lugar e continuar a servir alimentando cada palavra minha. —Devo admitir— - olho para todos na sala- de imprensa —ser presidente é uma tarefa difícil. Noites sem dormir, decisões difíceis, mesmo olhar para seus rostos todos os dias,— digo, zombando da imprensa um pouco mais da sua obsessão completa comigo e a minha esposa. —Homem. Não é um trabalho a ser levado levianamente.— Anuncio,


balançando a cabeça enquanto eles riem. —Eu sei disso desde que meu pai assumiu o cargo. Demorou um tempo em nossa família. Eu tentei deixá-lo tomar o tempo mínimo possível comigo. Porque, veja bem... Faço uma pausa, encontrando os repórteres olho no olho. —Se eu não construir um futuro melhor para esta família que eu amo tanto, para este país que eu amo tanto, então quem o fará? Se eu não garantir e lutar pela sua segurança, os seus direitos, quem o fará? Se eu nego aos meus cidadãos todos os meus esforços, nego minha família também. Não quero deixar qualquer um de vocês. Esta tarefa difícil me ensinou como ser mais resistente, como ser mais inteligente, e como ser um diplomata, mas nunca se torna mais fácil. Então, novamente, eu não gostaria que fosse fácil. Onde está a diversão nisso? Isso é recebido com risos. —Obrigado por estes quatro anos. Por sua crença em mim. Se vocês permitirem, e a cidadania assim desejar vamos torná-lo oito. Eu estou anunciando formalmente a minha intenção,— meus olhos encontram Charlotte, e eu porra quero beijar o sorriso que ela usa agora —para concorrer à reeleição, e continuar a ser honrado como o presidente dos Estados Unidos da América.


Matt

A multidão está cantando meu nome quando nós dirigimos para o primeiro comício na Filadélfia. —Você detém as melhores multidões como nunca vi, porra,—

diz

Carlisle.

Faço

a

varredura

da

multidão,

desejando que ela pudesse ver isso. Isso sempre a deixou animada. Charlotte ficou para trás no hotel com Matthew Jr., ambos dormindo nesta manhã. —Aqui estamos nós, sessenta por cento do sexo feminino, quarenta por cento do sexo masculino. A maioria aqui para ver seu rosto bonito. Mesmo casado, você tem um jeito com as mulheres, — provoca Wilson. Meus lábios torcem em um sorriso irônico. —Um voto é um voto.


Ele ri. —Sim, eu sei que isso te incomoda, sem ofensa, Sr. Presidente. E não se preocupe, cada presidente sai com um olhar abatido pra caralho; a sua beleza vai diminuir com mais quatro anos. Se você ainda atrai as multidões até agora, então isso significa que você fez algo bom. —Wilson, eu estou em um horário aqui.— Aponto para ele parar o carro. —Certo. —Ei, me faça um favor,— me inclino para o carro que saio, —verifique Charlotte mais tarde. Oh, e diga-lhe que Jack não foi alimentado. —Viva o seu dia ocupado. Deixa comigo. Saio com Carlisle e Hessler, e o resto do Serviço Secreto se acumulando atrás de mim o mais discretamente possível, alguns deles disfarçados de civis, enquanto nós vamos para o pódio e a multidão nos espera.


Charlotte

ESTOU O ASSISTINDO falar no comício da Florida com os proprietários de pequenas empresas, e por um segundo, ele só olha para mim. —. . . não só porque o nosso objetivo, mas o nosso dever, é fortalecer o nosso país para aqueles que não nasceram ainda. E para aqueles que amamos. Minha respiração morre, e ele desliza o olhar e olha para os membros da sua equipe com metade de um sorriso. Ninguém

percebe,

porém,

os

olhares

que

compartilhamos. Eles não têm ideia da conexão real que temos - que esse homem é uma parte de mim. Marido e mulher, eles sabem o que somos, mas não tenho certeza se


alguém tem uma verdadeira ideia do que ele significa para mim, ou o que eu sei que eu sou para ele. Os homens estão rabiscando notas usando canetas com logotipo da campanha de Matt, e, em seguida, eles estão todos em pé, quando ele se levanta para sair e começa a apertar as mãos, agradecendo-lhes. Estou surpresa que muitos dos membros da equipe do sexo masculino se aproximam de mim para dizer adeus também. Matt dá passos para o meu lado quando saímos da sala. —É melhor eu lhe dar a palavra agora,— diz ele, estendendo a mão e deslizando seu polegar para baixo do meu queixo. Eu rio quando nós saímos do prédio, mas seu olhar ainda está comigo quando nós voltamos para o hotel. Nós devemos nos refrescar e participar de uma festa beneficente no final do dia, e eu decido que vou mudar meus saltos para sapatilhas porque meus pés estão me matando, mas não estou mostrando isso para o mundo. —Minha primeira-dama tem um grande público,— diz levantando a mão para agarrar-me pela parte de trás do pescoço e me beijar. Ele se afasta me deixando sem fôlego. Meu marido. Ele está sorrindo. Ele está me provocando, é claro, mas tem esse olhar orgulhoso como se dissesse: eu sabia que fez a escolha certa. —Você, por outro lado, está horrível agora. Acho que sua

equipe

quer

expulsá-lo

fora

da

campanha,

Sr.


Presidente.— Balanço a minha cabeça, provocando. —Você é quatro anos mais velho, já não é o jovem solteiro, fresco como você costumava ser. Seus olhos começam a dançar. —Você tem

me

envelhecido, baby, o que posso dizer. —Quero dizer, pelo menos você fez o esforço. Não acho que eles foram para isso, porém, você era muito mais encantador quando estava sozinho. Ele está olhando para mim com aquele olhar terno estranho de novo, e eu estou mentindo, ele está mais quente do que nunca. Aproximando-se dos quarenta, tão maduro, tão lindo, sem cabelos brancos ainda, não importa o quão sexy eu acho que ele ficaria com um pouco de cinza na cabeça ou nas têmporas. Ele arranca os óculos, enfia-os no bolso, e me envia um olhar de advertência que reconheço - e suspeito que vai agir quando entramos no banho e ele me colocar contra a parede e beijar muito forte. Estou ficando nervosa, ficando fraca dos joelhos, e ando na suíte jogando um pouco difícil de me pegar. —Existe uma razão pela qual você colocou metade do quarto entre nós, Charlotte? —Não. Por quê? Eu só queria esticar as pernas um pouco,— digo com indiferença.


Ele levanta uma sobrancelha, lentamente, chegando a ficar atrás de mim. —Você acha que eu lhe trouxe aqui em cima para devastar você, esposa?— Pergunta deslizando a mão para baixo e colocando na minha bunda. —Não,— gemo. Ele abaixa a cabeça para me acariciar e eu pareço ter um último suspiro. Seu sorriso começa a vacilar, enquanto seus olhos começam

a

escurecer,

e,

em

seguida,

o

sorriso

sai

completamente, substituído por um olhar de pura frustração e necessidade crua. Ele está muito perto, tão perto, seu perfume caro em minhas narinas e os olhos olhando calorosamente para mim. —Charlotte,— diz. —Nós não temos tempo para isso, baby. —Eu sei. É por isso que eu estava aqui e você estava lá. Mas agora você está aqui também, então o que vamos fazer? Ele estende a mão e corre o polegar sobre meu lábio. Uma vez. Duas vezes. —Acho que quanto mais velho fico, mais odeio esperar,— confessa, franzindo a testa. Eu rio, e caminho até o sofá. —Meus pés estão me matando,— digo enquanto atiro os sapatos de lado e relaxo por apenas um segundo antes que eu precise me apressar para o chuveiro.


Campanha é tão cansativo como me lembro, e eu adoro tão ferozmente como recordo. Anos atrás, a juventude nos fez acreditar no impossível, mas é somente aqueles que creem no impossível que realmente podem tornar isso possível. E nós temos. Por quatro anos. Tentamos, e conseguimos, tantas vezes. Matt me dá um olhar verdadeiramente admirado. —Eu aprecio você estar aqui. Sorrio, cansada e pego uma garrafa de água fria da geladeira, em seguida, volto para a sala de estar para tomar um gole. —Eu sempre achei que era inspirador. Quando eu assisto você mover todas essas pessoas.— Franzo a testa um pouco. —Me faz pensar a metade do tempo o que é real e o que é mentira. —Charlotte,— ele repreende. —Nós não temos um touro de penas nos escritórios. Nada disso é besteira. —Todos os políticos são besteira. Ele levanta as sobrancelhas. —Eu não sou um político. —Você é agora. Eu rio, e depois o vejo se aproximar. O ar explode com a adrenalina. Sua satisfação pulsa dele em ondas, e meu próprio corpo responde em espécie.


Ele tem um assento ao meu lado enquanto me deito enrolada no lado do sofá, inclinando-me sobre os cotovelos e estendendo a mão para puxar as minhas pernas para ele. Ele está perto agora. Nossas energias se fundem, combinam e parecem multiplicar a emoção de uma noite de sucesso por mil. —Eu estava certo. —Certo sobre o quê?— Pergunto. —Trazer você naquele primeiro dia. —Por que você fez? Em nome dos velhos tempos? Eu o deslumbrei com os meus maus modos na noite que nos conhecemos? Ou o meu apetite enorme por quinoa? Ou com a minha carta? Ele apenas sorri e não responde. Ele está sorrindo quando leva os meus pés em sua mão, traçando seu polegar ao longo dos arcos. Por um momento estou paralisada assistindo o seu polegar. O mais delicioso arrepio percorre minha espinha, ao meu estômago e as pontas dos meus seios. —Estou com cócegas. E sem fôlego e animada e apaixonada. —Eu vejo isso.


Ele levanta a cabeça, lentamente, pegando um pé pelo calcanhar e levantando, para cima, e para cima. Ele abre a boca, me olhando enquanto belisca a ponta do meu dedo do pé. Ele engole isso, corre a língua sobre as costas, suga delicadamente enquanto começa a correr a outra mão pelo meu braço, até o meu rosto. Ele insere o dedo na minha boca, lentamente, esfregando o polegar com a outra mão. —Matt,— gemo. Paro a sua mão, olho para os nossos dedos. Suas mãos obsessivas em mim. Por que elas me obcecam, eu não sei, mas elas são tão grandes, parecem tão poderosas. Ele tem tanto naquelas mãos. Ele agarra meus sapatos e me olha enquanto desliza e volta a prende-los, seus dedos tocando os mesmos dedos que ainda estão formigando. Nenhum de nós diz uma palavra, uma vez que meus sapatos estão colocados, e ele mantém as suas mãos no arco superior do meu pé por vários, e extras batimentos cardíacos. —Eu te amo,— diz simplesmente, pegando meu rosto e pressionando um beijo em meus lábios. Respiro, ele se levanta para ficar pronto, e olho para o relógio e pulo para os meus

pés e o sigo.

ESTAMOS VIAJANDO EXTENSIVAMENTE. Às vezes Matty viaja com a gente, às vezes não, optamos para que ele permaneça em DC com os meus pais ou a mãe de Matt.


As multidões seguem onde quer que o presidente Hamilton vai. As pessoas querem vê-lo, eles querem ver a sua primeira-dama, eles querem saber sobre seu filho, querem acariciar Jack, e eles querem imagens bondosas - são os meios de comunicação nos cobrindo todos os lugares que vamos? Matt, como sempre, tem um bom jogo com a imprensa, mas eu fico nervosa quando estou andando com o pequeno Matty e os repórteres estão tirando fotos e fazendo com que Stacey e os caras tenham trabalho extra para empurrá-los todos de volta. Ainda assim, amo estar fora do país, vendo a paisagem mudando. Desertos, as florestas, cidades a pequenas cidades, fazendas e pastagens para sinais de trânsito e estradas. E o povo, diferentes e únicos, todos esperando a glória manter brilhando sobre os Estados Unidos. Todo mundo confiando em Matthew Hamilton para manter fazendo isso. Hoje estamos na Filadélfia, e eu começo a apresentá-lo ao povo. —Bem, é realmente um prazer estar aqui,— digo, sem fôlego. —O que é esta multidão incrível!— Todos eles aplaudem e torcem. —Eu sei porque vocês estão todos aqui. É porque o meu marido é muito charmoso e dá um bom discurso.— Eles riem. —E também, porque eu sei que vocês sabem que Matthew Hamilton realmente se preocupa com vocês, sobre este país, sobre o que é certo. Eu testemunhei


em primeira mão a sua dedicação, seu esforço, sua completa devoção a este país, e se eu já não estivesse perdidamente apaixonada por ele, isso seria suficiente para selar o negócio para mim agora.— Mais risadas. —As mudanças que ele colocou em prática nos últimos anos. . . Milhões de novos postos de trabalho. Uma melhor educação para nossos filhos, um plano mais abrangente de saúde, uma economia próspera, e nosso excelente livre comércio, o que permite que você, como americano, tenha qualquer produto pelo melhor preço disponível em sua ponta do dedo. . . este é apenas o começo

das

mais

extensas

mudanças

que

ele

está

trabalhando para resolver. . . e eu definitivamente espero que você se sinta tocado e ouça o que compartilho com você esta noite. Assim, sem mais delongas, senhoras e senhores, eu apresento o meu marido, Matthew Hamilton, o Presidente dos Estados Unidos! Ele sobe ao palco, inclina-se para o microfone. —Ela é melhor nisso do que eu sou.— Ele sorri, piscando para mim quando levo um ponto à margem, e rio ao mesmo tempo que a multidão faz. —Obrigado, Sra. Hamilton,— ele me diz com um aceno de cabeça enquanto faz a sua torcida delirar. —Ela está certa. É uma grande multidão hoje. . . —Hammy! VAI BUSCA , Hammy! — Alguém grita. —Eu vou,— ele promete, sorrindo, em seguida, ficando sério.


—Hoje, quero discutir algo com vocês. Na noite passada, soube que eu vou ser pai novamente. A primeira-dama está grávida.—

O

sorriso

no

seu

rosto

é

absolutamente

deslumbrante, e tão contagiante que não há um rosto triste no edifício. Me sinto vertiginosa ao lembrar quando contei para ele, que arrancou os óculos, então apenas me agarrou a ele e me tirou do chão. —Você me faz tão feliz, tão feliz para caramba,— e o resto foi sufocado com seu beijo. —Então, é algo que eu quero falar com vocês sobre. Nossos filhos, — ele continua e faz pausas. —É com nossos filhos que o nosso maior potencial como um país se encontra. Nós estamos aumentando o mundo trocando de, líderes, meninas e meninos que podem fazer uma diferença real. E tudo começa com você. Comigo. Conosco. Sinto escorregar a mão de Matty nas minhas, e ele está franzindo a testa, não muito feliz que vai ser destronado em breve. —Você ainda vai me amar primeiro? —Eu te amo como meu melhor primogênito, sim.— Prometo, e ele balança a cabeça e começa a ficar inquieto. — Sente-se

aqui

comigo.

Assista

seu

pai,—

sussurro,

silenciando-o, agarrando-me a Matt com cada palavra. Simplesmente amo que as pessoas o veja como eu vejo, conhecendo o verdadeiro homem, a pessoa por trás da fachada, o nome e a presidência.


O Matt Hamilton que todos nós amamos.

ASSISTO fora das janelas do Air Force One, as nuvens abaixo de mim parecendo um tapete de algodão doce. Coloco a minha mão sobre a minha barriga e penso em Matt. Estou tão apaixonada por ele e não posso acreditar que estou grávida de quatro meses do nosso segundo filho. Os debates sobre, a campanha tem sido exaustivo, mas inspirador, e agora estamos voltando para casa. A nossa pequena família de três, logo vai ser quatro. Eu sei de olhar para os meus pais que não importa o quão forte é o amor, os relacionamentos são sempre testados. Limites são empurrados, algumas promessas quebradas, e decepções acontecem. Isso é apenas a vida. Nenhuma estrada está sempre perfeitamente lisa ou em linha reta. Mas também sei de olhar para os meus pais que o amor é uma escolha. Às vezes, a escolha mais difícil de todas. E eu sei que quando me viro para olhar para Matthew, seu perfil mostrando a perfeita beleza masculina, os lábios franzidos, pensativo, enquanto olha com curiosidade em uma pilha de


pastas de papel manilha na frente dele com os óculos empoleirados no nariz, que sempre vou escolhê-lo. Uma realização que me conforta. Eu o escolhi sobre uma vida normal. Eu o escolhi sobre privacidade. Eu o escolhi por causa da insegurança sobre se eu seria ou não suficiente, como esposa, como mãe, como uma primeira-dama. Eu o escolhi sobre o medo. Eu o escolhi acima de tudo. . . O amor pode ser apaixonado, selvagem, consumidor, hipnotizante. Ele pega na esteira do que parece ser uma vida normal e o transforma de cabeça para baixo até que esteja totalmente vivendo com cada célula, cada poro, cada átomo em seu corpo. Isso faz você viver a vida ao seu potencial máximo. O amor aumenta todas as suas emoções, até que sua vida passada parece que você estava vivendo no mudo, como

se

estivesse

vivendo

com

sentidos

que

foram

parcialmente entorpecidos. Este despertar para experimentar tudo ao seu potencial máximo é o que torna a vida a experiência mais alegre e feliz, e também a mais dolorosa. Olhando para as nuvens abaixo de mim e o céu azul que se estende diante de mim, eu simplesmente deixo-me abraçar tudo isso, o que vier. Eu me vejo com Matt. Vejo-me ter filhos com ele. Vejome estendida entre as pernas, reclinada sobre ele, enquanto


seguro o chocolate quente em minhas mãos, ouvindo o crepitar da lareira. Vejo-me

segurando

o

seu

rosto

em

meu

peito,

acalmando-o após um dia duro. Depois de ter que tomar algumas decisões difíceis. Eu o vejo subir na cama ao meu lado e acariciando meu pescoço, me dizendo o quanto ele me ama, como eu sou seu anjo. Eu o vejo segurando a mão da nossa filha (sim, é uma menina - nós tivemos a confirmação apenas na semana passada!), seu cabelo vermelho em duas pequenas tranças enquanto ela olha para o seu pai, olhando para ele com todo o amor e temor no mundo e ele olhando para ela como se ela fosse o seu maior tesouro. Eu me vejo daqui a trinta anos, sentada ao lado de um velho e ainda robustamente bonito Matt, falando de como nos conhecemos, quando ele ganhou a presidência, como ele propôs, a vida que tivemos. Porque mesmo se ele ganhar, mais quatro anos como presidente não é muito em comparação com os anos que ele será um ex-presidente, e eu a sua esposa. O termo não é a única coisa que conta. O que realmente dura é o que você fez, o seu legado para todos os tempos. É uma escolha simples, realmente. Eu o escolho. Sempre.


E, apesar dos seus próprios medos e preocupações, desilusões e ideias sobre a sua capacidade para ser presidente e marido, presidente e pai, presidente e homem. . . ele me escolheu. Aconteça o que acontecer, nós escolhemos um ao outro.

ESTÁ FRIO LÁ FORA, mas é onde Matt e eu passamos a noite de novembro do dia da eleição. Eu trago um pequeno rádio e coloco uma música, me conformando com uma música de Hozier que tocou em nosso casamento, —Better Love.— E nós dançamos, como às vezes fazemos. Balanço em seus braços enquanto a nossa equipe assiste à televisão em uma das salas da Casa Branca, e Matt Jr. dorme, e o país espera com a respiração suspensa, e eu só danço com Matt. E é assim que Carlisle nos encontra, quando ele sai. —Bem,

senhor

presidente,—

diz

ele,

sorrindo

ironicamente quando nos avisa. —Parece que você está pronto para um segundo mandato. Eu suspiro, a minha mão voando para a minha boca. As mãos de Matt apertam em mim, seu aperto de mandíbula, seus olhos brilhando de alegria, com gratidão.


Ele molda meu rosto e planta um, beijo firme e feroz na minha testa, em seguida, se levanta para apertar a mão de Carlisle. —Eu não poderia querer ouvir mais nada. Eles apertam as mãos, e Carlisle bate nas suas costas. —Você me faz orgulhoso, Matt. —Onde está Matt Junior?— Ele imediatamente me pede. —Na cama. Matt, você não pode acordar ele... —Oh sim, eu posso,— diz já caminhando para dentro. Eu o sigo até o quarto, onde ele lentamente abre a porta e dá passos para dentro para encontrar uma forma adormecida do nosso filho. Matt senta na beira da cama e se inclina para sussurrar: —Ei, percevejo,— à espera de Matty para agitar acordado. —Pai,— ele apenas diz, sorrindo um sorriso cheio de dentes. Matt afaga uma mão sobre a cabeça. —Nós vamos ficar. Os olhos de Matty aumentam. Ele estava preocupado. Não importa o quanto eu assegurei a ele que iríamos encontrar uma outra casa, que seu pai tem um monte de casas que poderiamos nos mudar, ele argumentou que nenhum dos funcionários que ele veio a amar estaria lá, nem os cisnes na fonte.


—Jack também?— Ele pisca, e Matt ri e pega seu rosto, beijando o topo da sua cabeça. —Jack também. —Está bem,— diz alegremente. —Jack, vamos ficar!— Diz, e nós o colocamos de volta na cama e apenas observamos por um minuto nas sombras enquanto ele cai de volta no sono. Nosso menino, a menina dos nossos olhos. Jack está abanando o rabo do seu canto do quarto enquanto Matt me abraça por trás, segurando meu estômago com as duas mãos, com o queixo apoiado no topo da minha cabeça, os polegares se movendo para trás e para frente. Ele não precisa traçar as letras —eu te amo—; a maneira como ele me abraça diz que nos ama, todos nós, do mesmo jeito.


Charlotte

ELE GANHOU. Tanto pelo voto popular como pelo Colégio Eleitoral novamente. Os funcionários da Casa Branca respiram um suspiro de alívio. Matt e eu vagamos pelo Colonnade Oeste, Matt Jr. dormindo no andar de cima. Os ruídos da Casa Branca são tão familiares para nós, cada rangido e barulho, do zumbido e da agitação. Não haverá transferência de poder até quatro anos e mais quatro anos de mudança Hamilton estão em andamento, de passos lentos para a frente, aumento contínuo da economia e segurança.

É UM DIA FRIO DE INVERNO e centenas de milhares de pessoas inundam o National Mall para assistir a segunda posse de Matt.


Normalmente o protocolo determina que o supervisor de operações organiza os jantares e todo o dia de inauguração, reorganizando os móveis para as próximas entrevistas, saindo de um presidente quando o próximo entra - tudo dentro de algumas horas. As poucas horas, quando o juramento é feito, o almoço é servido, e o desfile na Pennsylvania Avenue é realizada. Este ano, não há móveis,

e tais movimento. A

primeira família está hospedada. Mas, enquanto a parte do protocolo parece permitir que o pessoal da Casa Branca possa respirar um suspiro de alívio, outras partes ainda estão correndo. Se preparando para receber o presidente após a inauguração através das portas do North Pórtico. Organizar um buffet para compartilharmos com a família e amigos antes dos bailes de posse. Todo mundo está zumbindo - a agitação normal e agitação da Casa Branca parece ser triplicada em sua velocidade habitual. Passei a manhã com um estilista e um maquiador, enquanto que Matt tem as instruções de segurança para refazer o que foi feito até agora, e onde as coisas estão. Nós nos preparamos para o serviço da igreja, e Matty e Jack vão com a gente para visitar o pai de Matt no cemitério de Arlington.


Eu sinto uma sensação sem fundo de paz e satisfação, humildade e honra, quando nós vamos para o Capitólio dos EUA, onde a inauguração terá lugar. Eu me preocupava que Matty não iria se comportar durante o evento, mas em vez disso percebi que ele é tão inteligente quanto seu pai, e tudo que eu pedi a ele para fazer – ficar quieto, prestar atenção, cantar o hino, ele está fazendo instintivamente. Sento-me para trás com Matt quando ele é empossado, e olho para o seu perfil e, em seguida, para o meu filho. Matt me disse ontem à noite que ele se sentia honrado por compartilhar este momento com seu filho, que se lembrava tão claramente os dias que o pai teve o juramento tanto na sua primeira e segunda vez. Agora eu assisto Matty bebendo em seu pai, quando ele jura proteger e preservar a Constituição dos Estados Unidos. Eu usava azul da última vez, e branco para o dia do meu casamento, e agora fui para um vestido cor de vinho. Eu pareço como uma chama, diz Matt. Você nunca se acostuma com a adoração que as pessoas lhe dão; em primeiro lugar é quase desconfortável. É preciso coragem para receber esse amor e adoração - a ele mesmo, porque de certa forma isso significa que você deve retribuir, deve merecer. Eu sei que tem sido mais fácil para Matthew fazê-lo do que tem sido para mim. Ele nasceu para


ser comandante-chefe. Pode-se dizer que ele pertence, onde está porque nasceu com a América em suas veias, mas eu também acredito que é parte da sua personalidade. É como nós ajudamos a mudar e crescer muito nos últimos quatro anos, o conhecimento de que somos fenomenais, e poder fazer e merecer coisas fenomenais, mas também a humildade de aceitar que não há perfeição, que a mudança leva tempo e esforço, que este país não se baseia em uma pessoa, mas sobre o esforço conjunto de muitos. Matt é apenas o líder. Eu não poderia estar mais orgulhosa dele. A maneira como ele se comporta, o sorriso que ele usa, o forte contorno dos seus ombros lutando contra seu casaco de gabardine. Uma vez que ele termina o seu discurso e a inauguração chega ao fim, nós saímos até as escadas, e eu o abraço. Apenas um abraço, e sussurro, —Parabéns, meu amor. Tufos de cabelo caem no meu rosto, e antes que eu possa escová-los de lado, Matt leva-os para trás na minha testa em primeiro lugar. Eu rio do vento soprando o cabelo em desordem. O vento está sendo tão brincalhão com seu cabelo. Escovo uma mecha de cabelo atrás da testa também. —Mais quatro anos,— digo. —Eles passam rápido, não é? —Muito rápido.


Ele sorri. —Vamos fazer isso. Seus dedos suaves e quentes quando tocam o meu, o efeito como uma explosão quente de fogos de artifício em minhas veias quando ele pega a minha mão, a outra já tomada por Matty. —A minha primeira-dama está pronta? —Tão

pronta

como

você está.

Depois do almoço e do desfile, vamos para a Casa Branca para relaxar, e ter um lanche, e depois mudar para o baile de posse. Eu vou para o quarto mudar para saltos mais confortáveis, e quando vou para o a Sala da Antiga Família, os meninos não estão lá. —Oh, senhora Hamilton, Junior está com o seu pai, eu acho. —Onde? —A Ala Oeste. Vou e cumprimento Portia, preocupada que Matty pode estar dando-lhe problemas, mas ela apenas sorri e faz movimentos para a porta. —Você vai encontrá-los lá, Sra. Hamilton. Além disso, Alison está a caminho - oh, lá está ela. O presidente queria uma foto de família hoje.—


Apenas sorrio, divertida, e entro na Sala Oval. E lá está ele, o Governador do mundo moderno, olhando pela janela, braços cruzados, mas descruza quando se vira. Ele coloca as mãos sobre a mesa diante dele, braços abertos, seu olhar inflexível e intransigente - o olhar do homem mais poderoso do mundo. Ele sorri para mim. Eu fechei a porta. Limpo a minha garganta, meus lábios se curvam. —Sr. Presidente. —Senhora. Hamilton.— Ele começa rodando a mesa. —Você não saberia me dizer onde um menino inquieto, muito bonito foi? Eu não posso encontrá-lo em qualquer lugar. Sorrindo, ele balança a cabeça e permite que seus olhos caiam para sua mesa. Alison está de repente atrás de mim, sua câmera piscando quando Matt Jr. espreita de debaixo da mesa dizendo: —Boo! —Matt, saia debaixo da mesa do seu pai,— repreendo. Alison tira algumas fotos. —Mas eu não quero. É o meu lugar especial de esconder,— diz Matt Jr.


—Nós vamos fazer uma tenda no seu quarto ou na Sala Vermelha - não, a Sala Azul. Nós vamos fazer-lhe o esconderijo perfeito lá. —Mas meu pai não vai estar lá. Não é divertido, sem meu pai. Matthew ri e eu rolo os meus olhos. —Você era tão difícil? —Nem perto,— diz olhando para mim, o sorriso desaparecendo. Ele olha para a minha boca, e percebo que estou roendo meu lábio inferior. Ele inclina a cabeça castanho escura para mim quando escova o polegar sobre meu lábio para me fazer liberá-lo. —Eu quero beijar esse lindo lábio. Relaxo para olhar para ele. —Você está me beijando com os olhos,— sussurro. —Para o inferno com ele. Minha boca está com ciúmes.— Ele ri. Pega meu rosto e me beija. É um beijo rápido, seco, PG1318 avaliado, em vez de um beijo triplo-X, mas Matty sorri e levanta os braços de modo que nós vamos pega-lo. Matt coloca-o em seu braço e diz a Alison, —Segure-o enquanto ele ainda está parado,— e Alison está sorrindo quando começa a clicar. Nos Estados Unidos, há uma classificação para filmes chamada PG-13. Essa classificação (ou selo) indica que o filme não é aconselhável para crianças menores de 13 anos. 18


—Jack, venha aqui, rapaz.— Ouço os assobios de Matt para Jack, e eu estou chocada ao vê-lo rastejar para fora de debaixo da mesa também. —Oh meu Deus.— Rio agora, e quando Jack senta-se diante de nós, todos nós viramos para a lente da câmera de Alison. Os lábios de Matthew estão enrolados em um sorriso manhoso, pequeno Matt está sorrindo como seu pai faz, e eu estou corando - ainda por causa deste homem, depois de todos estes anos. Não, nós não vivemos em um mundo de conto de fadas, mas entre as coisas ruins, há esses momentos, essas pessoas, esses vislumbres de quem somos bom. Quem nós amamos. Quão difícil. Como é verdade. É por isso que nos agarramos a cada lembrete desse bem para nos guiar de volta, para encontrar o caminho para onde queremos ir. Onde merecemos estar. Feliz. Livre. E amados.


Série White House #2 Commander In Chief - Katy Evans