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Sugar DADDIES

JADE WEST


Disponibilização: Eva e Liz Tradução: El Viadagem Revisão Inicial: Bi Almeida / Lu Silva Revisão Final: Ely Leitura Final: Sophy Glinn Formatação: Eva Bold

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JADE WEST


Um site de Sugar Daddies não parece uma base sólida para um plano de vida A1, mas eu sou uma garota de cidade pequena com grandes sonhos, e há esse anúncio, esse anúncio louco que eu não posso parar de pensar... Dois caras quentes que procuram sua pequena direita. Alguém que possa entretê-los, diverti-los, se encaixa com a sua agenda corporativa. E sexo. Eles querem sexo. Muito sexo. Bônus, certo? Uma dose importante de vitória épica. Claro, caras como Carl e Rick têm suas condições. Uma delas é que eles se reúnam ou não. Inferno, eu posso viver com isso. E não há esqueletos em seu armário de grife, nenhum que eu pudesse encontrar. Apenas dois sugar daddies quente, com gostos particulares, nada para se preocupar. Até Carl e Rick derramarem o grande, aquele que envia as meninas correndo. Toda uma série deles diante de mim, correndo para as colinas sem dar um olhar para trás. Talvez eu deva fugir também. Obrigado, mas não obrigado, vejo você por aí, pessoal, bom conhecer você. Mas eu já estou muito profundo para isso. Aviso - como com todos os outros livros de Jade West, a discrição do leitor é altamente aconselhado. Esta novela contém descrições vívidas de relações de MMF / MM, e o caráter de Jade, como sempre, têm bocas muito sujas. Só leitores maduros, por favor.

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Capítulo UM

O ícone do envelope continuou piscando na parte inferior da tela, mas eu ignorei, junto com os olhares persistentes em minha direção. Rick era excepcionalmente talentoso em muitas áreas, mas a sutileza não era uma delas. Estava cheio de tiques, mas não pela grande quantidade de café que havia tomado a noite, estava animado, normalmente, era assim, com um metabolismo naturalmente acelerado e um tipo de personalidade expressiva que você poderia identificar a quilômetros de distância, mas desta vez era uma excitação diferente cativante. Embora nunca diria isso. Empurrou sua cadeira para longe da mesa, virando o rosto para mim, mas não reagi. Apreciando muito o jogo. Nosso escritório em casa é pequeno. A tensão aumenta até que fala, com um gemido simulado. "Bem?! Você já olhou?!” "Não", eu disse. "Inferno, Carl, você vai olhar? Por favor?" Inclinei a tela do laptop para baixo e olhei para ele, seriamente, tentando o meu melhor para não sorrir. "Estou ocupado. Proposta Foster. O prazo é até amanhã”. "Não me chateie. Há sempre um prazo para amanhã. Cinco minutos, apenas olhe. Eu só preciso de um sim. Um pequeno, sim. Ela vai receber um sim, eu prometo.” Suspirei para o efeito. "Quem é dessa vez? Outra Penelope Pout? Eu quero um implante de silicone, e um Audi TT e a paz mundial? Não, espere... Outro gênio

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artístico quebrado, mas talentoso, procurando o verdadeiro amor em Sugar Daddy Match-up? Você gosta daqueles...” Ele rolou sua cadeira pelo chão, apoiou os cotovelos sobre a mesa e apontou um dedo para o meu laptop. "Apenas olhe. Ela não é nada como as outras.” "Você sempre diz isso." Ele sorriu. "Sim, mas não dessa vez." Minimizei meu documento e abri seu email. Sugar Daddy Match-up! Você tem mensagem! Naveguei pelo link, em seguida, cruzei os braços. "Então, me dê o passo do elevador. Por que esta?” Ele deu de ombros, inclinou a cabeça de um lado para outro. "Passo do elevador, você conseguiu." Ele levantou um dedo. " Ela é quente, realmente quente. Não uma Penelope Pout, sem bronzeamento artificial, sem grandes curvas, nem mesmo cílios falsos. Ela é apenas quente. Bonita, também.” "Loira? Morena?" "Loira. Cabelos ondulados. Natural. Olhos azuis.” Assenti. "Continue." "Está próxima. Much Arlock.” Um pouco peculiar, tem um jeito bom. Não tão bom, só que... ela tem personalidade.” " Eu espero que sim, Rick. Queremos uma companheira, não uma prostituta. Embora uma prostituta saísse muito mais barato.” "Como eu disse, ela tem personalidade. Parece legal. Engraçada." Eu ri. "Você pode dizer isso apenas olhando sua imagem de perfil? Puxando a ciranda para ela?” “Porra, apenas olhe, ok?” Empurrou os óculos na ponta do nariz, alisou sua barba, os olhos brilhando. Certo. Outra. Posso lidar com outro pequeno espírito livre em casa? Provavelmente. O pensamento não me desanimou completamente.

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Cliquei no link, Rick se inclinou, redirecionando minha tela para que pudesse compartilhar minha visão. Me preparei para o inevitável desinteresse, mais um rostinho bonito em um catálogo de rostos lindos à procura de uma conta bancária saudável e um bom pau rico. Dois na oferta não era empecilho algum para o nosso sucesso. Longe disso. O rosto que surgiu não estava fora de qualquer catálogo. O cabelo uma cascata de loiro natural, caindo sobre os ombros delicados. Seus olhos eram vivos e amáveis, azul claro e cheio de astúcia, e seu sorriso era brilhante e genuíno. Um pequeno nariz, com uma pitada de sardas sobre a pele brilhante. Seios agradáveis. Cintura estreita. Pernas longas em jeans desbotado, levemente cruzados enquanto se inclinava para trás, as palmas das mãos sobre a grama. Era gata. Bonita e diferente das outras, ele estava certo. Um colar de concha e duas pulseiras de pedras preciosas eram seus únicos enfeites. Livre, sim. Mas só um pouco. Rick me deu sua descrição, mas parecia diferente. "O perfil dela diz que tem vinte e dois anos, não muito jovem. Acabou de terminar a faculdade. Worcester. Formada em Negócios. Ainda vive em casa. Dirige. Trabalha em dois empregos. Gosta de estar ao ar livre, toda natural, apesar de gostar de pizza e KFC1. Todo o material nocivo. Provavelmente até gostasse de sanduíches. Vocês vão se dar bem. " " Nós não podemos ter uma festa do pijama e trabalhar em casa todos os dias. Seu desidratador de alimentos dificilmente duraria um dia na estrada.” Minha voz engrossou quando meu tom ficou sério. "Aquilo. Ela sabe? Ela está... preparada?” Eu não tirei meus olhos da tela e ainda assim, eu sabia o que estava passando. "Não comece. Ela sabe um pouco.” "Pouco?" "Pouco. Do nosso perfil."

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"Então diga o resto dela." Ele gemeu para mim. "Escute, Senhor conte como isto é, precisamos de tempo. Ela precisa nos conhecer. Nós nem sequer a conhecemos ainda.” "Ok, então vamos conhecê-la, e então nós vamos contar. Colocar as cartas na mesa e ver se ela concorda." Balançou sua cabeça. "Seis meses, você prometeu." "Prometi três". "Você disse seis, depois que Nicole, de Northampton, correu gritando para as montanhas, disse seis. Sentou aí, exatamente onde está agora, e prometeu seis meses.” " Sob coação. Eu mudei de ideia." Bateu a mão na frente da minha tela, forçando minha atenção. "Seis,Carl. Nós vamos com seis meses neste momento. E eu quero dizer isto." Seu tom de voz me agradou. "Quem morreu e te fez Senhor do Sugar Daddies namoro? Nós todos sabemos quem comanda tudo por aqui, Richard." Eu sorri. "Não finja que você não gosta desse jeito." "Gostaria muito mais se conseguíssemos influenciar um novo caminho, um pouco além da sua cabeça dura de vendedor. Isso não é um negócio de vendas. É sobre... as pessoas, Carl, pessoas...” "É tudo sobre a essência, homem...” Eu zombei. “Eu negócio. Isto é o que eu faço." "Não desta vez." balançou a cabeça. "Seis meses. Deixe-me lidar com essa. " Seus olhos eram como os de um filhote de cachorro. "Por favor... deixeme lidar dessa vez..." Rolei para baixo através do e-mail. "Onde está o nu obrigatório?" "Não há um." Levantei minhas sobrancelhas. "Sem topless? Nem mesmo lingerie?” Ele sorriu. "Nada."

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Eu estava estranhamente impressionado. " Ela sabe que somos um casal? Sabe que é os dois juntos ou nenhum de nós?” "Sabe que terá de... se organizar..." "É uma maneira delicada de colocá-lo. Ela está feliz com isso?” "Está claro no nosso perfil. Ela citou isso em sua mensagem. É muito explicita... sem ser vulgar, não é uma vagabunda, mas é... clara em suas intenções...” Um choque de excitação percorreu minhas bolas. "... O nome dela é Katie, por sinal." Katie. Combina. "Katie Serena Smith... está interessada..." Rolei passando por sua imagem para a mensagem abaixo. Nunca fiz nada como isso antes. Tenho certeza de que quase todas as outras mensagens dizem o mesmo, mas eu realmente quero dizer isso. Eu nunca fiz nada como isso antes... Mas eu quero. Estaria mentindo se dissesse que não estava em um site sugar daddy por dinheiro, mas não estava esperando encontrar algo perto o suficiente, e definitivamente não estava à espera de encontrar um perfil como o seu. Sempre fantasiei sobre tomar dois homens ao mesmo tempo desde que era velha o suficiente para saber que era possível. Vocês perguntam em seu perfil se eu experimentei sexo assim antes, e não experimentei. Eu não sei como seria a sensação de ter dois homens dentro de mim, e não sei se acharia fácil, mas quero tentar. Você pergunta se já abri minha buceta o suficiente para transar com dois homens, e não, nunca fiz isso, mas penso nisso todos os dias desde que li o seu perfil. Levei um tempo para ter a coragem de enviar essa mensagem. Mas estou pronta agora. Realmente quero isso.

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Você pergunta o que quero por fora do arranjo, e não estou realmente certa de como avaliar isto. Eu sou apenas uma menina da cidade pequena com grandes sonhos, é por isso que estou neste site. Mas não é apenas sobre o dinheiro. Não mais. Katie. X

Explícita, mas sem ser vulgar. Nenhuma grande declaração sobre montar dois grandes paus durante toda a noite. Nenhuma demonstração gráfica da capacidade de alongamento de sua buceta, e nós tínhamos muito desses. Sem leve-me, garotão, tome minha pequena buceta apertada, ou, você nunca viu uma buceta com fome de dois como a minha. Nada disso. Tentei obter uma medida de Katie. "Se ela não pode classificar, o que quer? Provavelmente, não são as taxas da faculdade, não parece o tipo que tem uma lista de desejos para cirurgia plástica.” Ele encolheu os ombros. "Uma menina da cidade pequena com grandes sonhos... quem sabe. Isso é fofo, certo?” “Fofo. Sim." O sorriso de Rick mostrou suas covinhas. "E realmente bonita. Eu acho que já estou apaixonado por ela" "Com uma declaração dessas, como eu poderia dizer não?" " Você não diria não de qualquer maneira. Você não parou de olha-la.” Bastardo presunçoso. Bati meus dedos sobre a mesa. "Tudo bem, responda a mensagem. É um sim meu." Socou o ar. "Eu sabia." Rolou pelo chão, se arrastando pelo tapete. "Porra eu te amo, Carl Brooks, você não vai se arrepender." "Última tentativa”, eu disse. "Então estamos fora. Conta encerrada.” Deu uma saudação. "Sim, sim, última tentativa. E a nossa menina, eu posso sentir isso em meu ser”.

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Eu ri. "Em seu pau, você quer dizer." Meu cursor pairava sobre minimizar, mas não cliquei. Não queria clicar. Talvez, apenas talvez. "Então, mande uma mensagem agora. Faça isso" Se reclinou na cadeira, com as mãos atrás da cabeça. "Não precisa", disse com um sorriso. " Eu escrevi antes de te enviar o e-mail.

Oi, eu sou Katie, prazer em conhecê-los. Aperto de mão? Abraço? Beijo aéreo? Talvez não. Oi, eu sou Kate. Tão bom conhecê-los, finalmente. Finalmente? Isto soa desesperado? Virei o carro no final da rua. De novo. Confundi os pedais, fazendo balançar e os pneus chiaram. Desagradável. Podia ver as cortinas se fechando. Logo estariam chamando a vigilância do bairro. Já tinha circulado a estrada três vezes nos últimos quinze minutos, e ainda era cedo. Oi, Rick! Carl! Eu sou Katie. Katie Smith. Tão adorável conhecê-los! Não. Muito extrovertido. Coloquei o carro em ponto morto e voltei a olhar os arredores. O bairro era de classe média alta e fiquei surpresa que a própria rua não era pavimentada. Eu me senti totalmente fora da minha zona de conforto, um peixe fora d’água. Mas deveria saber que seria assim. Que deve ser assim. Seria especialmente mais preocupante me envolver em uma situação comprometedora em algum lugar e descobrir que meus paizinhos da suggar daddies não eram tudo aquilo que estavam dizendo ser. Verifiquei este lugar no Street View, muitas vezes, mas lá não conta ás proporções. Estas propriedades eram enormes. Parecia tão fácil na segurança das minhas fantasias, mas agora era real, estacionando na vila do

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dinheiro com a barriga cheia de borboletas e um sério debate de luta ou fuga. Luta ou fuga. Mais como foda ou fuga. Esse pensamento me deixou ansiosa. Talvez isso seja o que eles esperam. Prazer em conhecê-la, por favor, tire suas roupas agora e nos mostre sua buceta. Rick disse que não, mas será que faria? Ainda assim, isso não seria o pior que poderia acontecer. Assassinato no caminho para a riqueza, vagabunda da Sugar Daddy é massacrada no subúrbio de Cheltenham. Dificilmente, eu os tinha verificado. Perfis do Facebook, registro eleitoral, seu negócio online. Estava por toda parte, preto no branco, tudo se encaixava perfeitamente. Além disso, eu tinha deixado um dossiê sobre eles na minha gaveta da penteadeira. Mesmo a preguiçosa força policial de Much Arlock poderia desvendar o caso em um piscar de olhos. Olhei para a casa, percebendo tudo de novo e que o meu carro estava parecendo como um saco de merda na calçada. Meu carro parecia com um saco de merda na calçada de qualquer um. Eu respirei. Aqui vamos nós. Estacionei meu velho Ford em sua casa, e imediatamente desejei que o tivesse lavado estava coberto de lama e arranhões e, provavelmente, com metade de um fardo de feno, o deles era reluzente. Reluzente e novo. Um elegante Range e algum BMW esportivo prata, impecáveis em sua extravagante garagem cor-de-tijolo. Pelo menos tinha feito um esforço de me maquiar. Desliguei o motor e tirei meus sapatos, substituindo-os com os saltos assassino que tinha escondido no chão do carro. Verifiquei minha maquiagem no espelho retrovisor, batom em um tom mais escuro do que nude, e algumas pinceladas de rímel. Eu passaria. Esperançosamente. Deslizei meu vestido ainda mais para baixo das minhas coxas, consciente do brilho da minha pequena calcinha quando levantei. Pernas longas são uma bênção e uma maldição, com a capacidade de transformar um vestido perfeitamente respeitável em um vestido de puta com apenas um movimento em falso. Finalmente peguei a minha bolsa, verificando minha papelada pela uma última vez. Isso era uma merda, mas meus sonhos não estavam recebendo nada menos.

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Posso fazer isso. Eu precisava fazer isso. Respirei fundo e sai para a noite fria, um alívio para minha pele aquecida. Meu vestido era o mais caro que eu possuía; recatado, sem alças, rosa suave com alguns diamantes no busto. Meus passos desmentiam a minha falta de confiança, meus saltos estalando contra o chão enquanto me aproximava da porta da frente. Rick e Carl, Carl e Rick. Esperava que fosse Rick que me atendesse. Rick parecia bom, amável e legal. Era quente e engraçado. Poderia me apaixonar por Rick. Tinha tatuagens em seus braços e suas roupas eram nerd-chic. Um cabelo bagunçado e olhos castanhos escuros e uma barba cheia de estilo Hipster. Era um designer, também. Como não amá-lo? Carl, por outro lado. Nunca tinha falado com ela. Parecia... Intenso. Intimidador. Em ternos elegantes, músculos de aço bem definidos, absolutamente tudo o que eu não era. O bicho-papão corporativo em baixo da minha cama de menina do interior. Talvez as fotos mostrassem mais do que realmente era. Bati na porta e meu coração bateu descontrolado, minha respiração ficou ofegante quando eu vi uma sombra atrás do vidro. A porta se abriu e eu não conseguia respirar, coloquei um sorriso caloroso, o mais brilhante que eu consegui reunir e manter. E ficou lá porque foi Rick quem atendeu, e estava sorrindo, também. O sorriso dele era incrível, grande e sincero, mostrando as covinhas. Usava jeans preto apertado, e uma gravata roxa com uma camisa xadrez de manga curta. Rick Warner, designer gráfico extraordinário, era fodidamente lindo, muito mais lindo do que suas lindas fotos. Ponto para ele. "Katie! Oi!" Me chamou como um amigo há muito perdido, e me envolveu em seus braços tatuados que era mais quente ao vivo do que em qualquer foto on-line, e cheirava como oceano e cerejas juntos. Seu peito era duro sob a camisa, e ele era mais alto do que esperava, tão alto quanto eu, mesmo nos saltos.

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Fechou a porta atrás de nós e pegou minha mão, eu me senti bem. Eu poderia fazer isso. Ou assim pensava. Então vi o Sr. Severo. Era enorme. Maciço e perfeito. E realmente serio. Seus olhos pareciam caçar meninas como eu para o café da manhã. "Carl, esta é Katie. Katie, este é Carl.” Carl deu um passo à frente, e eu instintivamente recuei, mas sua mão já havia pegado a minha, apertou com força. "Apresentações não são realmente necessárias, Rick", disse ele, e eu não tinha certeza o quão sério estava. "Feliz que você pôde se juntar a nós, Katie. Eu já ouvi muito sobre você. Coisas boas." "Idem", eu disse. "Quero dizer, um pouco, de Rick." Ouvi dizer que é intenso, sério, e bom de cama. Ouvi também que você não é tão assustador como parece à primeira vista, que trabalha em todo o país, fechando acordos de alta tecnologia que valem suficiente, que é controlador, inteligente, e muito legal quando se começa a conhecê-lo. Ouvi que eu tenho que levá-los ao mesmo tempo. Essa é a condição. Sua condição. Ouvi dizer que é isso ou nada. Mas não conseguia entender nada disso, poderia queimar pela forma em que seus olhos me devoravam. Verde, como pontos dourados, salpicado de prata. Seu cabelo era escuro e liso, e sua camisa era pura e branca, tão engomada que poderia cortar. Estava usando calças sob medida, mesmo no fim de semana, e seu relógio era caro e refletia a luz enquanto eu observava sua mão apertando a minha. "Então, Katie, o que a traz aqui? Por que nós?” Direto. Rick cutucou seu braço, dando uma cotovelada muito forte. "Tenho certeza que Katie gostaria de uma bebida, Carl." Passou um braço em volta dos meus ombros, me puxou do conflito, afastando o meu corpo de Carl que estava um pouco perto de mais. Minha pele se arrepiou e minhas pernas pareciam gelatina, como se ele estivesse me derretendo. Eu não podia transar com ele. Iria me destruir. Transformar-me em uma poça pegajosa de nada.

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Mas eu estava confusa com o pensamento. Confusa com tudo. E tudo parecia tão estúpido, essa coisa toda era louca e estúpida. Uma menina boba fora de sua mente, pensando que poderia mudar, como um tipo de acompanhante de luxo, para dois rapazes bissexuais, só porque levaram na bunda algumas vezes na faculdade e gostaram. Muito. Ok, eu gostei muito. Mas ainda. Porra. Rick levou-me pelo corredor para uma enorme, cozinha arejada. O lugar era lindo, emoldurado com anúncios de bebidas energéticas que cobriam as paredes, acima azulejos brancos brilhantes, e a bancada era de mármore preto. "Você fez isso?" Perguntei, apontando para fora. "Claro que fiz." Sorriu para mim, teria relaxado completamente se eu não tivesse sentido Carl atrás de mim. "Vinho? Soda? Suco? " Rick ergueu as sobrancelhas. "Lime Power-up, a bebida dos campeões?" Eu sorri de volta. "Água, por favor." Pegou água mineral, daquelas elegantes em garrafas de vidro, pegando um pouco de gelo de seu freezer super legal, e me entregou em um copo elaborado. Bebi, e minha garganta estava fechada com os nervos. "Preocupada?" Perguntou Rick, e seus olhos estavam brilhando. "Ei, não se preocupe. Estou nervoso, também." Olhou atrás de mim. "Todos nós estamos." Não acreditava que era possível. "Isso é... surreal..." eu consegui. "É tão diferente na vida real." Me analisei. "Não é ruim. Apenas diferente." "Devemos ir até a sala", disse uma voz profunda. "É mais confortável." Meu coração batia forte. Segui em silêncio, com um sorriso frágil no meu rosto todo o caminho. Escolhi um assento no canto mais

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distante, uma grande poltrona de couro branco que me engoliu. Rick pegou um dos pufes ao meu lado, acomodando casualmente suas penas em minha direção. Carl tomou a cadeira em frente, e não havia nada de casual sobre ele. Sentou-se de frente ao meu assento, com um propósito, me encarar. "Você tem alguma pergunta?" Muitas. Mas eu não conseguia pensar em uma única, além do óbvio. Vocês vão me foder agora? Aqui? No tapete da sala enquanto meu coração bate descontrolado? Você quer que eu tome dois paus desde o início, e se eu gritar? Você vai ficar desapontado quando eu desistir do anal e chorar ? Será que vou ser boa o suficiente? Pensei em meus planos, tudo que sempre quis, e todas as maneiras pareciam impossíveis até que tropecei pelo artigo sugar daddies na revista Glitz. Precisava ser boa o suficiente para isso. Tomei outro gole de água e foquei minha mente. Questões. Ele queria perguntas. "Eu tenho algumas.” eu disse. Então as perguntas vieram.

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Capítulo DOIS

Comecei com uma inocente. "Vocês estão juntos por três anos?" Carl olhou para mim, e meu coração não parava de bater. "Tenho certeza que Rick preencheu isso" Tanto para quebrar o gelo. Rick respirou, e sorriu mais brilhante. "Três anos, sim. Nos conhecemos através de um clube para adultos, apenas para trios, e quando as coisas não deram certo entre Carl e Melanie apenas continuamos com outras mulheres até que um dia nós continuamos sem. Só nós. " Se inclinou para trás no pufe e eu admirei os redemoinhos de cor em seus antebraços. "Mas nós não queremos apenas nós. Nós somos muito gananciosos e excessivamente bi. " Sorriu um pouco, e por trás do calor de seu sorriso peguei uma pitada de nervosismo. Carl limpou a garganta. "Nossa rotina faz com que seja difícil encontrar mulheres compatíveis com os nossos... requisitos. Por isso publicamos o anúncio.” Publicamos o anúncio. A escolha de tempo não passou despercebida. "Faz sentido," disse. "Tudo é on-line nesses dias. Encontro feito simples...” Olhos verdes me encararam. "Não achei que fosse tão simples até agora. Estou esperando que esteja prestes a mudar.”

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Minha pele estava queimando, e espero que eu não esteja transpirando. Joguei meu cabelo para trás, fingindo confiança. "Espero que sim, também." Tomei um gole de água e decidi ir com tudo. "Então, esses... requisitos? Quais são eles?" Rick se inclinou para frente em um piscar de olhos, pronto para começar a falar, mas Carl falou primeiro. "Queremos uma mulher que irá partilhar as nossas preferências no quarto, nos satisfazer muitas vezes, e ser uma companhia agradável fora. Queremos um relacionamento sem drama, sem questionamento sobre onde isso vai dar, ou o que está acontecendo, ou preocupações sobre futilidades mundanas sem sentido. " Fez uma pausa, seus olhos nos meus joelhos nus. "Queremos uma mulher que possa lidar com ambos ao mesmo tempo." Outra pausa, aqueles olhos ardentes pareciam que estava imaginando as minhas pernas abertas. "Sim, claro", eu disse, como se tivesse apenas pedindo para adoçar seu chá. "Queremos alguém que possa ser neutra por nós dois, que não irá se apaixonar por apenas um de nós. Não temos tempo para esse tipo de envolvimento emocional. Queremos alguém que ambos achem atraente, que nos excite. Muito. " Ele sorriu, tinha os dentes perfeitos. "É certo dizer que você preenche os requisitos." Não sabia o que dizer então eu disse o óbvio. "Obrigada." Olhou-me da cabeça aos pés, e minha confiança vacilou. "E você, Katie? Quais são seus requisitos?” Merda. "Quero..." Tomei outro gole de água para aliviar a minha garganta. "Quero experimentar. Quero uma dinâmica que possa ser confortável e...” "E dois paus?" Carl sorriu. "Você quer sentir dois paus em sua buceta de uma só vez? Como em sua mensagem. Nós apreciamos a sua mensagem.” Rick lançou-lhe um olhar. "Ela quer nos conhecer, Carl. Ela apenas passou pela maldita porta.” "Está começando a nos conhecer. Estou apenas afirmando o óbvio, por que não dar nome aos bois? "

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Rick fez uma careta para ele. "Por que não tomar um drinque e relaxar?" "Porque não é por isso que estamos aqui." Carl voltou seu olhar para mim e eu me encontrei lambendo meus lábios secos. "Isso é o que você quer, não é? Dois homens de uma vez?” Balancei a cabeça, consciente do calor em minhas bochechas. "É... é a minha fantasia..." "E agora que estamos todos aqui, na mesma sala, ainda é a sua fantasia? Katie, nós correspondemos à sua fantasia?” Rick visivelmente se contorcia, e seus olhos estavam cheios de desculpas, mas eu não me importava. Tinha coragem. Tinha que ter coragem, ou não duraria cinco minutos nesta merda. "Sim, ainda é a minha fantasia. Vocês formam um casal muito atraente.” Carl assentiu aparentemente apaziguado, me senti estranhamente satisfeita com a sua aprovação. "Bom." Se levantou e se afastou, pegando um envelope de um armário de canto. Ele me entregou. "A nossa papelada." Merda, realmente estava ficando sério. Puxei meu próprio envelope da minha bolsa e ofereci a ele. Seus dedos tocaram os meus quando pegou e juro que senti a faísca. Deu um aceno de cabeça como se sentisse isso também. Puxei sua documentação, os resultados dos testes de DST a menos de um mês atrás. Estavam limpos, ambos. Carl já tinha terminado com minha papelada pelo tempo que eu tinha terminado a deles. Ofereceu a Rick, mas Rick recusou. "Nós deveríamos ter tido uma bebida", disse. "Desculpa." Dei de ombros. "É melhor para obter as formalidades fora do caminho, certo?" Ele foi para responder, mas Carl começou a subir novamente. "Você está tomando pílula?" Assenti. "Sim. Sou muito cuidadosa.” "E você está confortável com este ser um acordo exclusivo? Sem outros parceiros”. "Sim." "Quanto tempo você está disposta a oferecer?"

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Bebi o resto da minha água. "Não tenho certeza... Estava pensando em alguns meses. Talvez seis?” "Seis meses funciona. Podemos falar novamente depois de seis meses. Renegociar o acordo. Resolver os eventuais problemas.” Havia algo em suas palavras que enviou um arrepio pela minha espinha. A sensação do peso da decisão, e parecia tão ameaçador. Rick começou a falar, seu tom leve. "É claro que vamos falar", disse. "Frequentemente. Nada está definido, nós somos pessoas, certo? " Ele riu. "Essa coisa não vai ser assinado com sangue. Podemos ser flexíveis, garantir que todos fiquem felizes.” Carl puxou um telefone celular. "Então, o que você está esperando em termos de finanças, Katie? Você tem um valor em mente?” De repente, me senti suja, e lutei contra os nervos. Dinheiro. Detesto falar sobre dinheiro. "Não tenho certeza... E vocês?” "Nós pagamos a nossa última companheira dois mil por mês, mas ela só fez um fim de semana em cada dois. Ela tinha filhos.” Sua última companheira. Nada como fazer uma garota se sentir especial. Deixa pra lá. "Isso é... generoso. Muito generoso." " Nada generoso. Você deve manter por três. " Forcei um sorriso. "Talvez eu vá." Rick estendeu a mão, e a colocou em meu braço. "Nós estamos mais do que felizes em oferecer três." Três mil por mês. Minhas pernas estavam tremulas. Poderia fazer muita coisa com três mil por mês... Se continuar no emprego de garçonete, apenas a noite durante a semana... Eu poderia poupar o suficiente em seis meses, o suficiente para tudo, ou pelo menos tentar. Minha voz saiu rouca. "O que você espera para três mil por mês?" O ar estava pesado até Carl respondeu. "Três fins de semana por mês, seria o ideal. Estar disponível em todos os momentos. E sexo. Muito sexo”. "Eu posso fazer isso." Desejei parecer tão confiante quanto disse, mas três mil me fariam confiante.

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"Tudo bem." Carl bateu em seu telefone. "Qual é o seu e-mail?" "KatieSloveshorse@gmail.com." Ergueu as sobrancelhas, mas não fez nenhum comentário. "Enviei." Meu telefone tocou na minha bolsa e eu o puxei para fora. Email. Você recebeu um pagamento de Carl Brooks. Clique para aceitar. Eu cliquei e tinha $ 1000 esperando por mim, simples assim. Meu coração falhou. Tinha que trabalhar semanas para que esse tipo de dinheiro em meus trabalhos regulares. Tentei me manter indiferente. "Ótimo. Obrigada." "Isso é apenas por este fim de semana", disse. "Se você quiser ficar." A mão de Rick estava no meu pulso novamente. "Você não tem que ficar, Katie. Sério. Não se sinta obrigada. E se o fizer, há um quarto de hospede, há muitos quartos vagos ... temos mais quartos vagos do que você pode contar ". "Vou ficar", disse, mesmo que meus nervos estivesse subindo rapidamente. Tinha uma bolsa de viagem no carro, apenas no caso. Olhei diretamente para Carl, implorando para meu coração se acalmar. "Você quer... ver,... agora?" Comece a puxar o zíper no meu vestido, minhas bochechas queimando. O olhar que atirou em mim estava cheio de choque, e até mesmo um pouco de indignação. "Não", disse . "Você não parece o tipo que espalha as pernas no momento em que o dinheiro entra, e certamente não somos do tipo para levá-la dessa forma." Me senti estranhamente surpresa. "Apenas pensei... desculpe..." Seu olhar endureceu. "Você não é uma prostituta, Katie. não esperava que você tirasse sua calcinha no minuto que você entrou pela da porta.” Eu me encolhi com seu intenso olhar, me transformando em uma menina desajeitada. "Pensei que talvez... desculpe, não entendi." Rick gemeu alto o suficiente para chamar nossa atenção. "Bebidas, por favor...", disse. "Pelo amor de Deus, vamos tomar a porra de uma cerveja. Jesus Cristo." Nem sequer esperou por aceitação, apenas foi para a cozinha. Tive o prazer de segui-lo.

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A atmosfera mudou na cozinha. O ar era mais leve, e o sol da tarde iluminava o ambiente através das enormes janelas. Rick tirou uma cerveja e me ofereceu, mas Carl já estava na prateleira de vinhos, puxando uma garrafa de tinto e segurando para a minha aprovação. "Um bom ano", e tirou a rolha. Serviu, e peguei um aroma inebriante de frutas. Tomei a minha taça e rodei o vinho ao redor, sentido o aroma. "Agradável." Mil libras mais rica. Não conseguia acreditar. Dinheiro real. Na minha conta. Sorri, eu quis dizer isso, e então, bebi um gole grande o suficiente do vinho que Carl serviu para mim. Rick subiu no balcão de mármore, sentando contra o armário. "Tivemos um começo estranho". "Nós não somos realmente tão ruim, prometo. Estamos bastante descontraídos.” Eu não acreditava nele, mas sorri de qualquer maneira. "Você tem um lugar maravilhoso." "Isso é para Rick", disse Carl. "Ele é o designer." Rick olhou para a janela, em vez de absorver o louvor. "Se quiser algo, É só se servir. Sinta-se em casa. Nós queremos que esteja confortável aqui, certo Carl?” Carl suspirou olhos pesados quando eles encontraram os meus. "Sim, sim." Inclinou a cabeça para Rick. "Ela é um espírito livre, cara. Rick é tudo sobre ambiente e comunicação, e...” Foi para trás e apontou para alguma churrasqueira estranha. "... biscoitos secos de tofu. É completamente hippie”. "Desidratados", Rick gemeu. "São desidratados." "Considerando que sou um pouco mais, honesto. Gosto de ser honesto.” Sem brincadeira. Bebi um pouco mais de vinho. "O que mais você faz? Para se divertir?" "Trabalho", disse Carl. "Nós trabalhamos muito. Trabalho duro. Trabalho inteligente. Ou nós assistimos

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filmes, vamos a um clube ocasional, a quadra de tênis, também. Temos uma academia no porão, e uma sauna e jacuzzi. Torna o trabalho um pouco mais fácil. E quanto a você?" O vinho me fez corajosa o suficiente para me exibir. "Eu monto. Cavalos. Bem, um cavalo. Samson. " Lutei contra a vontade de pegar a galeria de fotos em meu telefone e mostrar as dez mil fotos. Agora realmente não era o momento. Ambos assentiram, um olhar se passou entre eles. "Faz sentido", disse Carl. "O tipo de cavalos. Muito bom.” “Vocês montam?” Perguntei. "Oh sim, nós montamos." Seu olhar me deu arrepios. "Só não cavalos." Não paravam de olhar, e o olhar sexy. Dei um passo para trás, apoiando-me contra a ilha de cozinha. "Então, me fale sobre Katie Serena Smith. Recém formada, um grau em Negócios em seu currículo. Qual o próximo?" Dei de ombros. "Estou pensando em sair do convencional. É por isso que estou aqui.” Eu tinha a sua atenção. Rick bebeu sua cerveja. "Convencional é superestimado. Nós não somos tão convencionais nesta casa.” “Do que você está fugindo?” Perguntou Carl. Levantei meu copo. "O chato. O mundano. O status quo. Estudei negócio, porque senti que deveria obter um diploma convencional. Agora quero viver para mim. " Respirei. " Quero o meu próprio haras. Apenas um pequeno, talvez seis cavalos. Isso seria muito bom. "Parecia estranho compartilhar minhas ambições tão rápido, e parte de mim se encolheu por dentro, se contorcendo na possibilidade de desaprovação. Carl bateu os dedos contra o seu copo de vinho, me avaliando. "Um local de eventos? Adestramento, talvez?” Balancei minha cabeça. "Não. Apenas uma pequena escola de equitação. Alguns cavalos para um casal de filhos tem sido meu sonho desde que era uma menina.”

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Não pareciam impressionados, não esperava que o fizesse. Rick estava mais perto. Sorriu e acenou com a cabeça, e soltou ruídos de aprovação. "Só tenho um cavalo," eu continuei. "Mas quero que isso mude em breve. É por isso que estou aqui.” “Dinheiro para montar um estábulo? " Rick perguntou, nem mesmo uma dica de condescendência em seu tom. "Isso é muito legal." Balancei a cabeça. "Custa caro, mesmo em uma escala tão pequena." Carl apontou um dedo na minha direção. "Você poderia usar o seu grau de negócio por alguns anos, construir alguma experiência corporativa no mundo real. Você poderia passar por um cargo de treinamento em vendas ou finanças.” Olhei para ele. Sr Mega Empresário. Olhei para as linhas duras dele, a promessa de músculos duros sob a camisa. Malha muito, poderia dizer. Não era ágil e magro como Rick. Era sólido. Como um touro. Um touro bravo. O vinho já estava me batendo, balançando quente no meu estômago, tentei imaginar ele me fodendo, seu rosto no meu, enquanto batia em mim, os grunhidos dele enquanto sua carne batia na minha.Não tinha certeza se o pensamento me emocionava ou me apavorava. Talvez um pouco de ambos. Definitivamente um pouco de ambos. E ele pagou por isso com antecedência. Pagou por mim. Concentrei-me de volta na conversa. "Provavelmente poderia seguir a linha corporativa, sim." Carl levantou uma sobrancelha. "Mas você não vai?" "Não. Não vou. " Mantive meus olhos firmes. Determinados. Não era o único que tinha coragem. Respirei de alívio quando desviou o olhar. "Realmente admiro aqueles que sabem o que querem da vida." Rick riu. "Carl não tolera indecisão facilmente." Arquivei isso para referência futura. Enfiou a mão no bolso, tirou um maço de cigarros. "Saindo para fumar um cigarro", disse ele. Os olhos dele brilhavam, cheio de significado. "Você?" Coloquei o meu vinho no balcão. "Vou tomar um pouco de ar fresco."

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Carl não se mexeu, nem mesmo um músculo estava feliz. Pegou o celular quando saímos. "Só vou checar meus e-mails." O jardim era impressionante, como o resto da casa. Uma grande mesa de madeira com cadeiras, e dois desses fogões à lenha. Havia uma área aberta para fumar, todo o lugar aperfeiçoado como um jardim de pedra elegante. Era como me sentia por dentro. Impressionante e imponente. Rick rolou o cigarro enquanto seus olhos me avaliaram. "Ele é difícil, mas é muito legal quando você começa a conhecê-lo." Levantei minhas sobrancelhas. "Não está bem." Rick sorriu, colocando seu cigarro entre os lábios. "É difícil. Ele sabe disso, também. Não pode ajudar a si mesmo.” "Realmente, está bem." Sorri, e esperava que parecesse sincera. Na realidade, o cara tinha me intimidado fiquei nervosa, o suficiente para deixar os meus nervos em chamas. Um saudável um mil em minha conta bancária tornou muito mais fácil ficar quieta, mas o pensamento de foder o cara era o suficiente para me fazer suar frio. Por outro lado, Rick faria para me divertir. Seu sorriso era tão fácil. "Estou feliz que você veio." "Obrigado, eu também." "Não por isso", admitiu. "Para alguns é só conversa. Esperava que você fosse aparecer.” “Estou falando sério sobre isso. A ideia me agrada." "Como assim?" Deixei-me relaxar em sua presença, pegando o cheiro dele na brisa. "Não tive muita oportunidade para namorar. Universidade, dois empregos, cavalo para cuidar.” "Mas ao longo da universidade." "Só casual sem tempo para algo sério." "Prioridades, eu entendo." Se encostou contra a parede. "Você é melhor do que esperava. Seu sorriso é mais bonito.”

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“Obrigado. " Inclinei-me ao lado dele. "Você é melhor do que esperava. Mais alto." "Sério, não se preocupe com Carl. Ele é realmente legal quando você começa a conhecê-lo." "Eu estou vendida," eu ri. "Não se preocupe, eu posso lidar com isso." "Realmente espero que sim." Pegou minha mão, me puxando, até que senti o cheiro de cerveja e fumaça. "Você não precisa se apressar. Nenhum de nós espera nada, não esta noite.” Mas queria alguma coisa. Queria ele. Seu confuso cabelo estava perfeito, as linhas magras dele agradável aos olhos. Suas tatuagens eram quente, padrões e corações e estrelas sobre os músculos firmes. Molhou os lábios, vi o piercing. Uma barra de língua. Fiquei imaginando qual seria a sensação contra o meu clitóris, e o pensamento me chocou. A extensão da minha atração por Rick me chocou. "Você disse que tinha piercings, você não disse qual." Colocou a língua para fora, mostrando em toda a sua glória. "Língua, mamilos." Fez uma pausa. "Pau". Fiquei excitada. "Você tem o seu pau perfurado?" Ele sorriu. "Você poderia dizer isso." Levei minha mente de volta para Carl. Sem favoritismo, de acordo com as regras. "E Carl, não é?" Balançou sua cabeça. "Não, ele é uma tela em branco, nem mesmo uma sugestão de um piercing. E você?” “Só minhas orelhas.” Não conseguia parar de pensar no pau de Rick. Sobre os piercings e as tatuagens, e o brilho do piercing em sua boca. Apagou o cigarro no cinzeiro. "Melhor voltarmos." Balancei a cabeça, mas peguei seu pulso quando passou. "Quantas vezes vocês têm feito isso?"

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"Mulheres?" olhou para mim. "Cinco de Sugar Daddy. E algumas antes disso.” Uau! "Nenhum deles funcionou?" "Alguns." Ele olhou através da janela, verificando Carl. "Uma nós realmente gostamos. É uma longa história. " Moveu a mão, pegou meus dedos no seu. "Nenhum deles funcionou." Sorriu e se aproximou, e minha respiração parou quando sua boca parou apenas uma polegada da minha. "Estou feliz que não, para ser honesto." "Você está?" Seu corpo tocou o meu, dedos passando pelas minhas costas, e foi quente. Química. Fodida química. "Estou muito satisfeito que eles não funcionaram", disse ele. "Porque nenhuma delas me fez ficar metade tão animado como você, desde que passou pela nossa porta." Queria que me beijasse, só para sentir o calor de sua boca na minha, só para ver. Só para sentir. Só para esmagar os nervos e a tensão e a excitação. Mas não o fez. "Carl estará esperando".

Podia vê-los através da janela. O suficiente para saber que Rick tinha tesão pela pequena senhorita hípica. Isso me fez sorrir. Rick, com o coração em sua manga. Literalmente, bem como figurativamente. Suas tatuagens estavam cheias deles. Corações e estrelas e padrões estranhos. Eu me perguntei se já a beijou.

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O rubor em seus rostos quando voltaram me fez considerar, mas não. Nós temos limites, e Rick adere a eles. Confiança. Significa tudo. Reabasteci a taça de Katie, e ela tomou outro gole como se não fosse vinho. Adorei isso sobre ela. Não tinha qualquer tipo de pretensão. Estava animada, e livre. Atraente, sem ser arrogante. Um corpo de matar. E um brilho nos olhos que deixou claro o que queria. Correção. Um brilho em seus olhos que deixou claro que queria Rick. Elas sempre querem Rick. Rick é divertido, e sexy, e coloca as pessoas à vontade. Eu nem tanto. Poderia viver com isso. Não dou a mínima para isso. Mas dava a mínima sobre o tempo. Seis meses era muito tempo para esperar, seis meses era perda de tempo, uma dança estúpida que poderia levar a um acumulo de frustração. Seis meses eram inaceitáveis. Precisava saber se ela poderia se entregar, precisava saber mais rápido do que seis fodidos meses. Rick balançou as sobrancelhas para mim, e Katie estava segurando na mão dele. Já estariam transando se eu não estivesse aqui, sabia disso. "Você já comeu?" Perguntei, e ela concordou. "Eu peguei alguma coisa antes de vir." "Você precisa chamar alguém, para que saibam que você ainda está inteira?" Balançou a cabeça. "Está tudo bem. Mamãe está no trabalho. Sou uma menina grande, ela não se preocupa comigo.” “Ela é sua mãe. As mães se preocupam. " Levantei uma sobrancelha. "Nunca lhe dei motivo para se preocupar", disse ela. "Isto está acima do meu grau de loucura." "Você está bastante segura", eu disse. "Um risco que vale a pena."

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"Sim." Ela sorriu, mas seus olhos estavam sobre Rick. "Vale" Bebida sempre faz uma conversa muito mais fácil. Mantive minha cabeça, segurando o vinho enquanto Rick tomava as cervejas, Katie se soltou depois de duas taças. Os deixei falar, e assisti. Sempre assisto. Rick disse a ela sobre design gráfico, e a fez rir sobre alguns de seus clientes. Apenas Rick pode fazer o trabalho engraçado assim. Perguntou sobre seu curso, e seus amigos, e seu cavalo. Ela mostrou-lhe um milhão de fotos, mas só me mostrou uma. Fez mil perguntas, mas só me fez duas. Tocou em seu braço uma centena de vezes, mas manteve seu corpo um oceano de distância do meu. No entanto, seus olhos sempre encontravam os meus e observei, havia nervos lá, nervos intoxicantes que tentavam me dizer para fode-la, agarrar seu corpo apertado e a foder sobre a ilha de cozinha. Não fiz nada, apenas observei. Olhei para o relógio quando partiam para outro cigarro, e o tempo foi passando. Meia noite chegou, e as apostas foram ficando maiores. Foder ou não foder. Era sua escolha, e eu não poderia chamar. Estava debaixo do braço quando voltaram desta vez, seus dedos passando pela pele macia de seu antebraço. Estava descansando contra ele facilmente, seu sorriso brilhante e corpo relaxado. Isso me fez sentir surpreendentemente irritado, um pária na minha própria cozinha, mesmo sabendo que a ideia era ridícula. Os olhos de Rick me disseram que a ideia era ridícula. Ele pegou outra cerveja da geladeira e desta vez veio para o meu lado, pressionou seu corpo contra o meu, suas mãos na minha cintura. Katie assistiu, suas pupilas dilatadas, o vinho a fazendo abertamente curiosa. Estava nos imaginando, porra, eu poderia dizer. Praticamente podia nos ver por trás de seus olhos. Não duvido o que estaria no topo, Rick se contorcendo debaixo de mim enquanto eu batia seu pequeno rabo quente. Ela estava muito certa.

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Na sugestão ela cruzou as pernas, e eu assisti juntar suas coxas enquanto se apertava. Estaria molhada. Molhada e apertada. Ansiosa e necessitada. Devemos levá-la. Foder até ela gritar como uma putinha devassa que ganhou um mil. A respiração de Rick estava no meu ouvido. "Hora de ir para cama?" Balancei a cabeça. "Em breve." Olhei para Katie, amando o jeito que corou com vinho e autoconsciência. "Vai querer o quarto de hóspedes?" Girou o cabelo nos dedos, e não era para ser sedutora, estou certo disso, apenas distraída, mas senti direto através de meu pau. "Acho que sim", disse ela. "Se estiver tudo bem? Quer dizer, eu vou ficar com vocês, apenas, a primeira noite é...” "Está tudo bem", disse Rick. "Entendemos. Quarto de hospedes está bem.” Eu não disse uma palavra, e não havia nenhum ponto. Nós a colocaríamos no quarto de hospedes, e ela vai se revirar pelas cobertas e fingir que é onde queria estar, e talvez fosse. Mas não por muito tempo. Estava muito curiosa, muito animada, e seu corpo queria muito foder Rick para ficar parado. Eu colocaria dinheiro nisso. Muito mais do que um mísero fodido mil. Tempo para verificar as minhas previsões. Eu apertei o pescoço de Rick, meus dedos massageando sua garganta. "Vamos encerrar a noite." Katie bebeu seu vinho, colocou o copo de lado. "Vou pegar minha bolsa", disse ela. Eu assisti Rick a levar para fora, vi quando eles se aproximaram do carro. Era enorme para uma menina que parecia tão delicada. "Eu vou te mostrar, Katie", disse quando voltou para dentro, mas eu encolhi os ombros.

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"Não há necessidade, estou indo, também. Nós todos vamos subir.” Fui à frente, com intenção de abrir o quarto de hóspede mais próximo do nosso. Indiquei a suíte, o copo e água mineral sobre a penteadeira, e então eu a deixei lá, levando Rick para fora da porta comigo. Seus olhos nos seguiram até que eu fechei a porta. E Rick estava chateado comigo. Sua respiração estava no meu ouvido, todo indignado e com raiva. "Você poderia ter, pelo menos, me deixado beijá-la." "Relaxe, garanhão", eu disse, andando até o nosso quarto. "Jesus, Carl. Eu poderia a ter convencido.” "Ela está fodidamente molhada para isso", eu disse minha voz baixa. "Ela é como uma cadela no cio sobre a ideia do seu pau em sua bucetinha apertada. Você teria que ser cego para não ver isso. " "Nós dois", disse ele. "Ela quer nós dois." Eu ri. "Inferno ela quer!" Meus olhos se encontraram. "Mas vai ficar querendo." Fechou a porta do quarto, mas balancei a cabeça e abri. E então eu desabotoei a camisa, enquanto observava, e seus olhos estavam encapuzados, o volume de seu pau claro como o dia em seus malditos jeans. "Agora fique nu e vá para maldita cama. " eu disse. "E eu vou provar a minha teoria sobre Senhorita bucetinha apertada ao lado."

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Capítulo TRÊS

Dei um suspiro de alívio quando a porta do quarto estava fechada. Apenas eu. Sozinha e inteira. Inteira e ligeiramente embriagada. Carl pode ser direto, e sem corte, e realmente muito intimidante, mas poderia com certeza escolher um vinho decente. Marquei um ponto em seu placar virtual. Até agora, era um pouco assim... Rick. Pontuação: 879. Cabelo, sorriso, tatuagens, piercing na língua, artístico, engraçado, peito legal, bons abraços. Bons sapatos. Covinhas. Nerdy-chic. Abri a mala e tirei minha camisola de cetim. Barra na língua. Que valia a pena, pelo menos, uma centena de pontos por conta própria. Carl. Pontuação: 001. Sabe escolher um bom vinho. Corrige isso. Carl. Pontuação: 002. Bom selecionador de vinho. Assustadoramente quente. É assustadoramente quente mesmo uma coisa? Imaginei os músculos de Carl, seu queixo duro. Esculpido em aço e suavizado com perfeição, com leite de cabra e as lágrimas de jovens virgens. É assim que eu o imaginava. Sim, assustadoramente quente era uma coisa. Rick, quente. Carl, assustadoramente quente. Katie. Pontuação: 1000. Eu verifiquei meu aplicativo do banco no celular novamente apenas para ter certeza, e o saldo me fez sorrir. Três mil por porra mês. Bom trabalho, Katie, boa jogada.

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Parecia tudo tão fácil agora que havia uma porta fechada entre nós. Deixei de lado meus saltos, vestido e sutiã push-up e inferno, que alívio. Em uma inspeção mais próxima do meu traje de dormir, eu decidi ficar com a minha calcinha de cadela – um pedaço de renda, que era mais babado que substância – tanto quanto qualquer coisa porque eu não sinto que minha calcinha de dormir normal era merecedora da opulência desse lugar. O quarto era mais como um luxuoso quarto de hotel do que de quarto de hospedes de alguém. Outro ponto para Rick, suas habilidades de decoração de interior eram impecáveis. Este quarto era creme e preto, austero e impressionante, com uma enorme cama branca e várias almofadas pretas, mobiliário chique retro, mas o tipo top de linha. Quer dizer, eu ainda tinha uma garrafa de água mineral sobre a cômoda pelo amor de Cristo. Quem ainda faz isso? Eu derramei um pouco no copo e bebi, em seguida, vesti minha barata camisola de cetim sobre a minha cabeça. Eu nunca usaria essa porcaria em casa, mas me senti bem aqui. Olhei-me no espelho e mal cobria minha bunda, mergulhando para baixo em um v verdadeiramente indecente no meu decote, também. Desembaracei o meu cabelo, em seguida fiz uma pose. Acompanhante Katie parecia confiante enquanto ela olhava para mim. Pijama de cetim e vinho, uma combinação vencedora. Minha confiança secou mais rápido do que um pedaço de tofu desidratado de Rick quando ouvi passos no corredor. Em pânico apaguei a luz e mergulhei na cama, enterrando sob os lençóis como se tivessem o poder de me tornar invisível. Ouvi até que meus ouvidos estavam tocando, mas não havia mais movimento. O brilho laranja fraco desapareceu debaixo da porta, quando a luz se apagou. Prendi a respiração, jogando para trás as cobertas suficientes para sentir o frio do ar. Parecia que eu realmente tinha escapado de uma noite de dupla foda. O pensamento era tanto um alívio quanto uma decepção, mas principalmente um alívio. Houve uma coisa, porém, abaixo da superfície. A coisinha que seria muito mais difícil da próxima vez, depois de ter empacado e optar pelo quarto de hospedes na primeira oportunidade. Talvez eu devesse ter fodido eles, quebrado o gelo e ganhado o meu dinheiro. Eu tinha me depilado e tudo, e me mostre uma única menina que teve a todo o incômodo de depilar todas as suas partes para nada. Isso não.

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Deitei no colchão, e era confortável. Muito melhor do que o meu em casa. Foda-se, como eu desejei que estivesse transando com Rick. Apenas Rick. Seu corpo tatuado quente sobre o meu. Mas Carl. Merda. Havia medo em baixo da coragem e eu desejei nunca senti-lo. Coragem era bom, coragem me manteve segura, feliz e sorridente, confiante diante de um mundo que quer te julgar e rasgar para baixo em todas as oportunidades. Todo mundo adora a confiança, despreocupada, e, que eu era. Principalmente. Mas aqui eu me senti fora de minha profundidade, galopando em direção ao desconhecido por causa de um sonho bobo que ninguém no mundo levou a sério, exceto eu. Rolei para o meu lado, meus joelhos no meu peito, me aconchegando nos travesseiros e me dirigi para o sono. Até que eu ouvi. Apenas um som em primeiro lugar, e era ele, Rick. Meu coração deu uma guinada. Seu gemido era alto e gutural, e um pouco dolorido, seguido de outro que era ainda mais dolorido. Ruídos de sexo são sempre tão inconfundíveis. Eles agitaram o meu estômago, e fizeram me sentir culpada, e desajeitada, e... Excitada. Minha respiração era superficial enquanto eu ouvia mais. Baixo, grunhidos profundos e um ritmo de estocadas, e eu não podia parar minha mente de perseguir, me perguntando o que estava acontecendo através da parede, mesmo que o pulsar entre as minhas coxas já sabia. Oh Deus, eu sabia. E oh meu Deus, como eu queria ver. Ainda havia vinho suficiente no meu sistema para me excitar, e minhas coxas caíram aberta, os dedos deslizando dentro da minha calcinha. Gostaria de saber se Rick estava preso, segurando apertado a cama enquanto o corpo forte de Carl o tomava. Fiquei imaginando o quanto ele estava sofrendo, se ele realmente era tão bruto quanto parecia, mas logo seus gemidos viraram de dor para desesperado e mais frenético. Estiquei meus ouvidos para mais, esperando o som de carne contra

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carne. Esperando o som de Carl, também. Talvez ele estivesse sussurrando, talvez sua boca estivesse no ouvido de Rick, dizendo-lhe como é bom sentir, quão apertado que era. Talvez estivesse falando de mim. Talvez estivesse falando sobre o que ele ia me obrigar a fazer pelos meus três mil por mês. Talvez da próxima vez que seria eu gemendo de dor quando Carl me batesse na cama. A ideia me pôs em chamas, e eu mal podia pensar, mal conseguia respirar, perdi tudo menos a suja necessidade de tomar dois homens. Aqueles homens. Eu queria Rick, provavelmente mais do que eu jamais quis alguém na minha vida. A verdadeira confiança na sua arrogância, à vontade em sua própria pele, a maneira como ele jogou com o piercing na língua quando ele sabia que eu estava olhando para sua boca. Mas aqui, trancada no quarto ao lado, eu queria Carl, também. Queria estar nervosa com ele, queria que me intimidasse me usasse e me fizesse tomar tudo. Queria clamar como Rick estava quando ele forçasse seu caminho dentro de mim. Meu clitóris estava pegando fogo sob meus dedos, minha buceta tão carente quando eu deslizei dois dedos para dentro, mas os ruídos pararam muito cedo e me deixaram desolada. Prendi a respiração e tentei duro pegar o som mais leve, mas só havia uma série de gemidos tranquilos. A promessa de um volume mais alto foi o suficiente para me tirar da cama, na ponta dos pés para a parede. Eu pressionei meu ouvido para a alvenaria, e eles ainda estavam indo para lá. Eu podia ouvir os ruídos de sua cama, o barulho de madeira de encontro ao tijolo quando a cabeceira bateu contra a parede. E Carl, eu ouvi Carl, mas sua voz era muito baixo para entender quaisquer palavras. Era uma estúpida. Eu bebi a última água do meu copo e o coloquei contra a parede, minha orelha gentilmente nele. "Sim, foda santa sim!" A voz de Rick. "Diga!" "Tudo isso. Profundo. Eu quero que foda mais profundo.” Grunhido. Gemido. "Assim?"

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"Você. Eu quero você, Carl. Bem dentro. Me estique e me foda mais profundo! " Outro grunhido. Desta vez mais alto. Um gemido abafado. Imaginei o rosto de Rick pressionado nos travesseiros. Mais palavras de Carl, mas eu não podia entender. Um grunhido. Um gemido. Virei o copo. Nada. Se eu pudesse ficar um pouco mais perto. Então, calmamente eu inclinei para a porta, Abaixando a alça e rezando para não ranger. A porta não me traiu, abrindo com facilidade e me permitindo enfiar a cabeça para fora no corredor. Havia um caminho de luz a partir de sua porta do quarto, e a tentação era demais. Se eu fosse um pouquinho mais longe, apenas o suficiente, talvez eu fosse capaz de ver, apenas um vislumbre. Pequenos passos me levaram mais perto, batendo ao longo da parede com respirações superficiais. Ganhei o prêmio quando alcancei a sua porta, o som de carne batendo carne, e Carl tinha uma boca suja, grunhindo uma série de palavrões sobre rabo apertado de Rick e como porra ele estava perto, e era tão quente como imaginava. Eu segurei minha posição, e deslizei os dedos de volta entre as minhas pernas, esfregando meu clitóris quando Carl prometeu lançar sua carga no rabo faminto de Rick. Eu tinha que ver, apenas um vislumbre, só por um momento. Prendi a respiração enquanto olhava para fora, bem a tempo de ver a bunda musculosa de Carl enquanto estava chegando ao clímax. Eu não poderia ver muito, não a partir de lá, mas eu não podia parar, me atrevi a sair um pouco mais. Havia um banheiro apenas do outro lado do corredor, podia ver o vaso, eu poderia estar indo lá, um último xixi tarde da noite antes de dormir. Inocente. Poderia ser inocente. O orgasmo de Carl me paralisou. Me prendeu no lugar e me segurou. Era cru e violento. Músculos tensos e brutais quando tomou o que precisava. Rick gemeu e foi o som mais lindamente erótico. Ele queria, um fluxo de sim, sim, sim, quando Carl terminou, dois golpes profundos, e suas coxas tremiam apertado com esforço. As minhas tremiam também.

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Eu me perdi. Parando abertamente quando Carl rolou das costas de Rick, e meus olhos devem ter saltado quando Carl se virou, a respiração ainda irregular quando ele deslizou para o lado da cama e baixou os pés no chão. Tentei entrar nas sombras do banheiro, mas era tarde demais e os olhos de Carl me queimaram viva, martelando em mim como se eu fosse o próximo pedaço quente de carne para o abate. Cheguei à porta do banheiro quando Rick rolou, também. Seus olhos me procurando, eles estavam encapuzados e nebulosos, com o cabelo desgrenhado. Ele sorriu, mas eu não consegui sorrir de volta meus nervos estavam em frangalhos. "Banheito" gaguejei. "Precisava ir. Sinto muito." Vacilei quando Carl se levantou, seu pau grosso ainda duro e estendido, e tão grande que minha buceta apertou, mas não foi em minha direção. Seu sorriso era sujo e vitorioso, e me senti como um coelho em um laço. "Estranho", disse ele. "Uma vez que você tem banheiro privado." Pega. Desejei que o chão me engolisse. Carl desapareceu de vista, e o ouvi urinar. O som era estranhamente excitante. Olhei para Rick e ele olhou para mim, ainda estava sorrindo. "Está tudo bem", disse ele. "Você pode assistir, é legal. Nós não nos importamos.” Mas eu me senti como uma putinha sorrateira. Estava tentando pensar em palavras, mas minhas mãos estavam suadas e os meus dedos estavam inquietos. Segurei junto, contemplando meu próximo passo. Para o banheiro ou voltar para a cama? A descarga do vaso sanitário e o som de água corrente, e então Carl apareceu de novo, e assustadoramente quente nem sequer chegou perto. Seu peito era uma parede de músculos, seu abdômen firme e definido. Suas coxas eram grossas e sólidas, e o V de seus quadris era profundo e perfeitamente esculpido. E seu pau, oh meu Deus, seu belo pau. Mesmo a meio mastro ainda era um monstro. Ele me olhou e o trabalhou lentamente com a mão, nem mesmo fazendo um esforço, e ainda estava inchando diante dos meus olhos, cada vez maior, e eu não conseguia parar de olhar.

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Eu nunca levaria os dois. Nunca. Me esforcei para compreender como tomaria só ele. "Você está se juntando a nós?" Ele disse em sua voz hipnótica baixa. Não tinha uma voz em tudo, preso nos faróis. Ele sorriu e era um sorriso sujo. "Rick precisa gozar. Ele apreciaria sua ajuda. " Tirei meus olhos de Carl e Rick ainda estava sorrindo, sua postura relaxada. "Então, menina pônei?" Perguntou Carl. "Você está se juntando a nós, ou não?" E de repente eu estava ciente de que ele estava olhando para meus peitos, ou mais precisamente meus mamilos que estavam visíveis através do cetim fino. Lambeu os lábios, e meu pobre coração, saltou e bateu, e minha boca estava seca e minha buceta estava encharcada. Rick rolou de costas e pegou o pau dele, e havia um brilho de metal à luz da lâmpada. "Bem?" Carl solicitado. "O que é que vai ser? Vou fazer as honras, se você não vai. " Foder ou fugir. Olhei para trás ao longo do corredor, para as sombras do quarto de hóspedes. Foder ou fugir. Foder ou fugir. Foder ou fugir. Outro brilho de metal chamou minha atenção quando Rick mudou, e seu pau era grande, também. Minha mente estava zunindo com o pensamento de dois grandes paus empurrando para dentro de mim, me alongando. E profundo. Carl exigindo eu levá-los até o fim. Carl puxou as cobertas e deu um passo de lado, esperando. Foder ou fugir. Eu respirei. E então eu entrei.

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Vitorioso. Não pude resistir a enviar um olhar para Rick que mostrava exatamente isso, mas ele não estava olhando para mim, estava olhando diretamente para ela. Eu não posso dizer que o culpava. A menina nasceu para ser fodida. Uma camisola totalmente indecente que ofereceu nenhuma modéstia. Mal cobria os mamilos, bem apertada sobre o volume de seus seios cremosos. Eles eram maiores do que pareciam em seu vestido, que derramavam sobre o tecido e descansando fortemente contra suas costelas. Seus mamilos estavam duros, pequenas protuberâncias e eles a traiam, como fez a pequena mancha escura de sua calcinha molhada o suficiente para que o tecido aderisse à sua fenda. Suas pernas eram longas, e com certeza eram adequadas para montar. Suas coxas eram tonificadas e firmes, sua bunda bem torneada e estreitava em sua cintura. Ela tinha um pouco de carne em torno dos quadris, e era delicioso. O corpo dela era delicioso. E meu pau estava duro novamente. Ela tinha notado, também, me olhando com cuidado, apesar da fome obvia por um pedaço de Rick. Ela planejava foder. Caso contrário não teria escolhido essa camisola. Isso me agradou também. Não tenho tempo para jogos ou a pretensão inútil de ser tímido. Em silêncio encaramos uns aos outros, e ela mostrou suas garras. A menina fez seu caminho lentamente, delicadamente, os olhos arregalados e os lábios entreabertos. Eu assisti a ascensão e queda de seus seios enquanto respirava, sentindo o ritmo de seu batimento cardíaco quando lutava contra seus nervos. O vinho certamente ajudou. Se aproximou dentro do meu alcance e eu dei um tapinha na cama, indicando que ela devesse ficar ao lado de Rick. A cama era mais do que suficiente para três, tivemos esse

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cuidado quando nós a compramos. Era decadente e confortável, com molas excepcionalmente decentes. Se sentou longe, seu pequeno traseiro apertado na borda. Seus olhos encontraram os meus, e engasgou quando me aproximei, puxando suas pernas para cima e longe de mim e na direção de Rick. Sempre há um erro de julgamento de sua parte. Elas invariavelmente pensam que Rick é o agradável. O protetor. E enquanto Rick é ambas as coisas, também é um pervertido sujo, excêntrico, tão facilmente bruto quanto eu nas condições certas. Alongamento é a sua coisa, alongamento e fluidos corporais, e empurrar os limites pervertidos. É uma das razões que eu o amo. Eu amo sujo. Rick encontrou meus olhos e eu sabia o que fazer imediatamente. Ele estava pronto para foder, estava pronto para foder duro. Katie estava nervosa, se endureceu quando eu subi ao lado dela, se contorcendo para longe antes de eu sequer a tocar. Provavelmente não iria tocá-la, não esta noite. Deixei meus olhos passarem sobre ela, descaradamente. Eu amei a forma como sua respiração acelerou o piscar de nervos em seu rosto. "Tire a sua camisola”, eu disse, e ela fez. Tirou sobre a cabeça sem hesitação. Foi abençoada com peitos perfeitos. Mamilos claros, duros e maduros. Contorceu-se para fora da sua calcinha sem ser ordenada. Boa menina. Suas coxas se fecharam enquanto eu olhava para sua buceta. Estava raspada, perfeitamente lisa, seu monte úmido e inchado. Estava porra, pronta para jogar. Começou quando Rick passou um braço sobre ela, e ela estava toda sorriso para ele. Tomou seu ombro e a puxou mais perto, se virou para ele, afundando contra os travesseiros, sua coxa pressionada na dele. Seus olhos encontraram os meus e eu lhe dei um sorriso, sabendo o que estava vindo muito antes dela. E seria uma surpresa para ela. E foi exatamente isso. Seus olhos se arregalaram quando ele atacou, pressionando sua boca na dela e empurrando sua língua para dentro. Ela soltou o mais bonito pequeno gemido, e colocou os braços em volta do seu pescoço, o deixando reivindicar

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sua boca como um homem faminto. Tomou seu peito na mão, apertou seu mamilo até que ela se contorcesse, sua respiração profunda quando chupou sua língua entre os lábios. Ela separou suas coxas quanto sua mão se moveu mais abaixo, deixando escapar um grito quando dedos famintos deslizaram para dentro de sua buceta, procurando o pequeno broto maduro de seu clitóris. Ele a abriu para meu prazer, e lá estava, um pequeno botão cor-derosa, brilhando como a joia mais doce. Minha boca encheu de água. Pressionou o polegar nela, rodeando com a ponta contra o capuz, estava molhada e escorregadia, uma putinha com tesão que iria gozar e sabia disso. Seus dedos agarraram os ombros dele, seus calcanhares arrastando contra os lençóis, gemendo enquanto deslizava dois dedos dentro dela e bombeou profundo. Estava apertada, mas estava com tesão, se espalhando mais amplo para deixá-lo entrar. Ele mudou seu ângulo, persuadindo com os dedos até sua respiração engatar. Rick é algum tipo de mago do ponto G. Ele nunca fodidamente erra. "Você é tão apertada," ele gemeu, e ela gostou disso. Ela sorriu, e havia diversão em seus olhos, parcialmente escondido por trás dos nervos. Nós teríamos mais divertimento como este. Muita diversão. Rick beijou seu caminho para baixo de sua garganta, fazendo cócegas com sua barra de língua. Ele chupou seu pequeno mamilo apertado em sua boca e a mordeu, e ela gostou disso também. Inclinou a cabeça para trás e fechou os olhos, gemendo enquanto ele se movia para baixo o suficiente para explorar seu clitóris. Sua língua encontrou o local, um dardo de prata procurando por ela. Eu amei a forma como a sua língua rodou com empurrões pequenos e rápidos, a trazendo para cima. A menina era uma contorcionista, mãos segurando os lençóis enquanto empurrava contra o seu rosto. Eu senti o cheiro almiscarado dela, seus pequenos barulhos molhados nada menos do que uma delícia. Seus olhos estavam bem fechados, a cabeça inclinada para trás, perdido para tudo, apenas sentindo. Até que eu chamei o nome dela. Olhou para mim de início, e houve um suspiro, uma onda de medo, mas não se moveu apenas a olhei nos olhos e a segurei. Exigindo. Eu a assisti quando atingiu a borda e, em seguida, gozou com um gemido trêmulo, não desviou o olhar de

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mim, nem mesmo quando Rick colocou um terceiro dedo dentro dela e trabalhou com mais força, seu pulso a porra de um pistão, tocando apenas o local certo. Ela gemeu e se contorceu, e nos deu outro prazer. A menina era uma poça, absorvendo os dedos de Rick quando ela gozava, e todo o seu corpo estremeceu e tremeu ondas de endorfinas ondulando através da carne apertada. Ela se posicionou sem palavras, dedos instintivamente persuadindo Rick entre as pernas. Provavelmente sentiu o aço de seu Prince Albert, porque seus olhos se arregalaram de novo, se esforçando para olhar antes que ele afundas seu pau profundamente. Muito tarde. "Foda-se", ela assobiou. "Oh Deus." Ele levantou os joelhos e os apertou contra o peito, e transou com ela. Porra, ele transou com ela, e seu rosto era uma imagem. Nada menos que realização, era maravilhoso quando o homem a tomou com força e profundamente, o cume duro de seu ventre batendo suas coxas. Ela virou a cabeça para mim e mordeu os nós dos dedos, o cabelo ondulando sobre o travesseiro enquanto bombeava forte. Ele apertou a boca para seu ouvido e respirou o cabelo pegajoso pressionado ao dela. Minha mão trabalhou meu pau, inebriante com sons e cheiros e porra imagens cheias de tesão, hiper consciente das investidas do pau de Rick dentro daquela bucetinha doce e a maneira que suas bolas apertaram. Ele olhou para mim, e eu olhei para ele, e eu assenti. Ele sorriu. Ele puxou os dedos de Katie de sua boca, e guiou sua delicada mão para meu pau. Ela encontrou meus olhos por apenas um segundo antes de apertar em torno de mim, e segurei a sua mão na minha, trabalhando para cima e para baixo em meu eixo no mesmo ritmo dos golpes de Rick. Era uma boa menina. Segurou apertado e me deixou usá-la, esfregando meu pau contra a palma da sua mão, até minhas bolas estarem doendo. Rick estava na borda, e Katie gemeu como uma cadela no cio quando mudou o ângulo. Enrolou os dedos dos pés, e arqueou as costas e mordeu o lábio, mas não parou de trabalhar em meu pau. "Foda-se," Rick gemeu, e isso me enviou sobre a borda, gozando na doce palma da mão de Katie. A mão

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de Rick bateu na parede, apoiando-se, e ele gozou dentro de sua bucetinha apertada com um silvo de palavrões que tornaram o ar tenso. Bastardo de boca suja. E então ele desabou sobre ela, recuperando o fôlego, enquanto ela pegou o dela. Longos segundos se passaram ele riu. Um som fácil que dissolveu a tensão do quarto. Deitei no meu lugar, um braço debaixo da minha cabeça quando meu pau estremeceu e se acomodou, sorrindo enquanto Katie levantou os dedos sujos de porra contra a luz. Os olhos de Rick brilhavam quando guiou os dedos à boca. E então os lambeu limpando.

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Capítulo

QUATRO

Duas horas de sono não é legal, mas também não era meu relógio biológico. Abri os olhos quando o primeiro sinal de luz passou pelas cortinas, e minha boca se sentia como se tivesse chupado o rabo de um babuíno. Carl. Pontuação: 001 e meio. Bom vinho, assustadoramente quente. Menos meio ponto para o bafo de vinho seco na parte da manhã. Arrisquei um olhar por cima do meu ombro, aliviada ao descobrir que era a respiração de Rick na minha pele nua. O quarto se parecia com uma sauna, eu estava queimando, mesmo sem os lençóis, hiper-consciente do calor de pernas entrelaçadas com a minha. Arrisquei um movimento para a borda da cama, mas ele se mexeu em seu sono, e seus braços me capturaram, me puxando apertado contra o peito. Merda. Podia sentir seu pau contra a minha bunda, e não era suave. Talvez isso não fosse uma coisa tão ruim. Talvez outra boa transa fosse selar o negócio bem e verdadeiramente. Mas Carl. Deus Todo-Poderoso, Carl... Eu não tinha certeza se minha buceta recém fodida estava pronta para isso. Fiquei imóvel e ouvi, e lá estava a respiração de Carl, constante e profunda. Parecia perto, provavelmente do outro lado de Rick, e o pensamento cravou minha frequência cardíaca. Sim, definitivamente não estava pronta para isso. Meus dedos formigavam com a lembrança de seu monstruoso pau, a descarga de adrenalina, enquanto ele usava minha mão.

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Prendi a respiração e me soltei das mãos de Rick, avançando longe tão lentamente que me senti ridícula. Minha concentração estava no seu auge, um pé hesitante sobre o tapete enquanto eu saia sorrateiramente, mas não. Os dedos de Rick encontraram meu braço e segurou, estava atrás de mim, voz sonolenta e grossa. "Sua carruagem de Abóbora está aguardando, Cinderela?" Deitei-me ao lado dele, mantendo minha voz baixa para não acordar a besta além. "Abóbora sai antes da meia-noite. Eu bem realmente perdi aquele passeio.” Senti seu sorriso contra o meu ombro. "Você definitivamente teve uma carona..." Não conseguia parar de sorrir. "Sim. Sim eu fiz." Apoiou-se no cotovelo, senti seus olhos em mim na escuridão. "Que tal a segunda rodada?" Seus dedos roçaram meu braço, fazendo cócegas em minhas costelas, então rastejou para minha barriga, mas me afastei. "Tenho que ir", eu sussurrei. "Fugindo de mim na escuridão?" Fingi uma risada. "É de manhã, e eu não estou fugindo." "Quem chama esta manhã?" "Samson", eu disse. "Ele definitivamente chama esta manhã." "Ah." Rolou de costas. "Samson teria que se acostumar com uma mentira nas manhãs de domingo se fosse meu." "Ele merece que eu comece cedo." "Vou levar a sua palavra para isso." Coloquei os dois pés no chão. "Posso ir?" Amei o baixo tom de sua risada. "Contanto que você prometa voltar." Pulei para os meus pés. "Voltarei." Alguns passos para as sombras poderia deixar cair os lençóis, as linhas duras do corpo de Carl ao lado de

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Rick. Assisti quando Rick se pressionou no peito de Carl. "Não seja uma estranha," ele sussurrou. Encarei isso como a minha despedida, grata por não ter insistido em um beijo de despedida dos meus lábios com bafo matinal. Senti o pequeno pedaço patético da minha camisola sob meus dedos e a peguei, mas minha calcinha estava longe de ser encontrada. Sai devagarzinho com os pés nus, esperando ter sorte, mas não. Teria que deixá-las. Uma lembrança. Os imaginei batendo punheta juntos, paus grossos unidos com apenas o tecido frágil entre eles. O pensamento foi surpreendentemente erótico. Muito mais erótico do que meu namorado na faculdade que roubava minhas calcinhas sujas e as armazenava em baixo da sua cama. Encontrei quinze pares lá uma vez. Quinze pares fodidos incrustados de porra. Idiota. Me arrastei para a porta do quarto, estava aberta. A luz era mais brilhante no corredor, e foi fácil voltar para o meu quarto. Meu quarto, para todos os dez minutos que eu passei lá. Acendi a luz e joguei as roupas da noite passada na minha bolsa, levando apenas um minuto para juntar meu cabelo bagunçado em um coque e escovar os dentes no banheiro. Peguei minhas roupas do fundo da bolsa. No auge da moda - um par gasto de calças de montaria, uma camisa de grandes dimensões, e minhas meias Amo cavalos. Tudo pronto, exceto minhas botas que estavam no maldito carro. Olhei com aflição para os saltos chamativos que tinha me torturado. Besteira. Calças de montaria e fodidos saltos cor-de-rosa. Totalmente patético. Alisei a cama e lavei meu copo na pia, então fui descendo as escadas, na ponta dos pés para evitar rangidos. Virei à maçaneta da porta da frente com ansiedade, mas ninguém me seguiu. Quase em segurança, quase... Até que uma voz falsamente animada me deu um bom dia da garagem ao lado. Oh droga. Aquele tipo de vizinhança. Virei-me para a saudação, e era uma mulher de meia-idade, com um bem cuidado Spaniel andando ao redor de seus pés. Ela estava usando um daqueles casacos de lã fino e um lenço irregular no pescoço. Definitivamente

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tinha dinheiro. Poderia ter morrido quando ela me olhou de cima a baixo, os olhos demorando uma eternidade em minhas meias de cavalo e nos saltos estúpidos. Mortificação não chega nem perto. Ela levantou uma mão. "Cindy", disse ela. "Você é um... parente?" "Amigo," eu disse, e minhas bochechas estavam queimando. Culpa. Nem sei por que me senti culpada, mas fiz como se tivesse vagabunda tatuada na minha testa para o mundo inteiro ver. "Amigo, sei…" E ela sabia. Porra sabia. Gah. Atrapalhei-me com a fechadura até que meu carro me deixou abrir. "Katie. Prazer em conhecê-la, " eu menti. "Sim você também. Te vejo em breve?" Balancei a cabeça e sorri, e fiz essa porcaria de encolher de ombros antes de me atirar no assento do motorista. Mantive o sorriso no meu rosto enquanto atirava para o lado meus saltos, tão desesperada para sair de lá que liguei o carro sem nada, apenas as minhas meias estúpidas. Eu me encolhi novamente quando meu carro roncou e gaguejou e engasgou alto o suficiente para acordar toda a porra do bairro, e me afastei rapidamente, acenando para Cindy como se ela não tivesse acabado de me ver fazendo a caminhada da vergonha na calçada de um casal bissexual às seis da manhã. Assim que sai do bairro rico eu respirei com mais facilidade. Fiz isso. Realmente porra fiz isso. E foi bom. Eu era muito boa! Ponto! É fácil se sentir como uma espécie de deusa do sexo, sem as consequências. Essa flor de confiança quando você está a uma distância segura e se certificar que você tem essa merda segura. Nada demais. Vejo você por aí, grandalhão. Mas era um grande negócio. Grande dinheiro, grandes paus. Apenas... Grande. A coisa toda era grande. Loucamente grande foda. Sentia um ardor entre as minhas pernas e um sorriso no meu rosto, e um mil em minha conta bancária, a vida é muito, muito doce. Parecia ainda

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mais doce quando eu me afastei de Cheltenham, de volta para minha casa. Fui direto para Woolhope e o rancho, voltando para autoestrada e fazendo o meu caminho através do campo. A Estrada se tornou transversal e o sol se levantou ao longo do horizonte, banhando o mundo com uma luz bonita de um dia fresco, me fez sentir uma excitação. Ele nunca fica velho. Nunca. Puxei para o rancho, arrastando o carro para cima da casa de Jack e para o meu lugar feliz ao lado do celeiro. Jack já estava fora, jogando lascas de madeira de um lado para outro. Meu estômago deu uma pequena guinada com a visão dele. Não era velho, perto dos cinquenta, no máximo, mas parecia derrotado. Um velho homem abatido no lugar de alguém no seu auge. Parecia como se fosse feito de terra. Um tipo de agricultor adequado, com um rosto bondoso e mãos gastas... E ultimamente com olhos que viam um pouco demais. Solitário. Ele era apenas solitário. Não quis dizer isso. Levantou uma sobrancelha quando eu saí do carro em apenas minhas meias. "Não pergunte," eu disse. "Não iria." Ele sorriu. "Longa noite?" "Você disse que não ia perguntar." "Não perguntei sobre as meias, apenas sobre sua noite." Seus olhos brilharam, acendeu um cigarro. "Tive um encontro", eu disse. "Foi bem." "Então, como está?" "Não bem o suficiente para que venha conhecer o seu filho?" "Nah" sorri. "Ninguém se encontra com Samson até que seja sério. Não precisa de uma série de padrastos em seu estábulo. " Procurei minhas botas na parte de trás do carro, e Jack fechou a distância. Sua expressão era pesada, e isso fez doer meu coração. "O banco ligou de novo para mim."

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Tentei sorrir. "Só preciso de mais alguns meses." Ele suspirou. "Não sei se eu tenho meses." Me olhou bem nos olhos. "De jeito nenhum você poderia, hum, pedir ao seu pai?” Lamentei o dia que eu abri o bico e desabafei sobre meu pai estúpido. O pensamento virou meu estômago. "Vou conseguir o dinheiro". "Só não dele. Prefiro comer a minha própria merda.” Ele fez uma careta. "Eu sei moça. Desculpe, eu perguntei. Você sabe como é, devo muito.” “Eu sei.” E eu sabia. Sabia que foram tempos difíceis que estive por aqui com Jack. Sua esposa havia fugido no ano passado, levando o chefe do estabulo junto com ela, e Jack foi deixado para juntar as peças, executando um negócio de manutenção do rancho praticamente sozinho durante os meses difíceis de inverno, enquanto os preços subiram todos em torno dele e a margem de lucro ficou apertada. Havia apenas um par de estábulos em sua terra, e uma desculpa desagradável para um ring de adestramento, mas eu estive aqui por anos agora, e adorei. Era nosso lugar, Samson e eu, pertencíamos aqui. Só queria torná-lo oficial. Jack estava disposto a me alugar a terra, mas precisava do dinheiro e teria que ser adiantado. Caso contrário, ia ter que vender. Vender e me por para fora. O pensamento era horrível. Nós estávamos bem por aqui, muitos acres de terra perfeita para equitação. Estava sonhando com a execução de um estábulo aqui desde que havia colocado meus olhos no lugar, e que tinha sido gravado em pedra no segundo em que Samson tinha chegado no caminhão de cavalo, e o levei para sua tenda. Parecia certo aqui. "Poderia dar um pouco agora, se você precisar..." Balançou sua cabeça. "Eu não deveria, Kate, apenas quando você puder, sabe? Não quero ter que vender. " Peguei meu celular. "Quinhentos por agora?"

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Ele parecia tão triste. Tão estranho. "As contas com combustível. Vão me custar seiscentos e cinquenta." Ouch. Ignorei a pontada de dor quando eu transferi setecentos. Grande saldo bancário. Foi bom por algumas horas. "Feito", eu disse. "E um pouco mais. Para quaisquer pequenos extras que Samson possa precisar ". Ele nunca fez, e Jack nunca iria usar o dinheiro extra para Samson, mas nós fizemos a dancinha de qualquer maneira. Ele sorriu. "Melhor colocar o velho orelhas de burro para fora. Tem me dado algum trabalho esta manhã. " Jack falava isto todas as manhãs, e todas as manhãs isso era apenas algo a dizer. Sorri de qualquer maneira. Dobrei a esquina para o estábulo e meu coração deu um pequeno salto, o mesmo cada vez que olhava para o meu menino bonito. Estava esperando por mim, as orelhas em pé e os olhos fixos em minha direção. Quando me viu deu um pequeno relincho e sacudiu a cabeça, sorri. Seus olhos eram grandes e marrons, e tão gentis, e suas orelhas eram longas - um pouco como de burro, como diria Jack - e seu nariz era suave. "Oi," eu disse, ele me cumprimentou, fazendo cócegas no meu rosto com sua crina. Cocei suas orelhas e esfreguei a mancha branca de sua cabeça, meu bebê parecia tão malditamente grande hoje, se arrastando em torno de sua tenda todo ansioso para sair e brincar. Peguei um colar de cabeça do gancho e coloquei nele, deslizando o ferrolho da porta do estábulo e o levando para fora. Seu passo era feliz, saltitante e olhos animados quando eu desci para o lugar e fui para o estábulo de apoio. Relinchou quando eu abaixei sua sela sobre os trilhos, fungando meus bolsos de balas enquanto eu o escovava. Samson era um gigante Irish Draught. Um ex-caçador, certamente propriedade de alguém que era mais sobre a emoção do que a habilidade. O escolhi em um leilão, com meu coração na boca enquanto eu dava lances contra algum traficante do Forest of Dean. Foda sabe-se lá o que teria acontecido a

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Samson se eu não tivesse vencido, mas eu sabia que ia ser meu desde do momento que nossos olhos se encontraram através da venda de quintal. Ainda não tinha tido a chance de montá-lo, muito menos examinar antes de licitar, mas isso não importava. Agarrei a oportunidade, e tinha pago muito, embora ele fosse muito inexperiente para a sua idade, saltando muito alto e muito sem jeito, e recuando de todos quando nós montamos sozinho. Passei por tudo isso. Todos os problemas iniciais, toda a formação, todos os choques, colisões e quedas. Nós aprendemos juntos, ele e eu, e era a melhor sensação. Era quase preto, o casco muito mais escuro, e sua crina era grossa e cheia, sua cauda longa. Ele respirou contra meu ombro enquanto brincava com os nós de sua crina, ainda o segurando quando dei um beijo no fucinho. "Vamos." O selei num piscar de olhos, e agarrei meu capacete, me empurrando para cima em suas costas antes de sequer prender em meu queixo. Saiu com a cabeça erguida, orelhas em pé enquanto fazíamos o nosso caminho para fora passando pelos outros cavalos que estavam nas baías e ainda mais para fora passando por Jack. Acenou quanto nós saímos do celeiro, apertei Samson para um trote quando fomos até a unidade e para a pista. A sela parecia mais dura do que o habitual contra minha bunda, cada passo um lembrete do fato de que tinha fodido na noite anterior. Realmente tinha sido fodida na noite anterior. Potencialmente mais forte do que já tinha sido fodida, e definitivamente mais profundo. Rick me fodeu como uma estrela pornô. O pensamento me fez sorrir. Um na buceta, outro na mão. Talvez me tornasse uma diva do pornô. Os nervos vieram à tona, a memória da adrenalina e as endorfinas e o medo, me colocou de volta no meu lugar. Dificilmente uma diva pornô, mas tinha feito bem. Acho. Ambos gozaram. Tudo bem, certo? Mesmo que Carl tivesse praticamente se empurrado na minha mão, o que ainda conta. Suspirei para mim mesmo. Contava. Da próxima vez faria melhor. Da próxima vez me despiria como uma profissional, espalharia minhas pernas largas o

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suficiente para os dois e diria para vir tomar o que eles pagaram. Um arrepio me percorreu. Ou talvez não. Samson pegou o ritmo, e cavalgamos para fora através da cerca, galopando gentilmente à medida que dobrava a esquina para a área de estacionamento. Dei um tapinha de encorajamento, me fez orgulhosa, cabeça para baixo e mantendo o ritmo quando desacelerei para um trote na entrada para Haugh Wood. Tentei me concentrar na minha postura, no movimento delicado das pernas, mas o movimento era muito intenso. Minha buceta ainda parecia recém fodida, sensível ao sentar, e tudo que eu conseguia pensar era neles. Corpos nus e sons primitivos, e o cheiro de sexo no ar. Os grunhidos de Rick, tão dolorido... Tão... Desesperado. A memória me fez quente na sela, bochechas queimando no frescor da manhã, e minhas coxas apertaram involuntariamente. Saltei mais alto e cai para frente na sela, me pressionado no pomo, com força suficiente para o duro botão de couro pressionasse contra o meu clitóris e enviasse faíscas. Porra. Olhei em volta, mas a pista estava deserta. Só nós. Eu e Samson. O persuadi para frente, e seu trote era agitado. Parei de aumentar o ritmo, me pressionando no cume do couro quando Samson levantou em seus pés. Porra. Meus pés escorregaram dos estribos, e espalhou minhas coxas, me segurei na frente na sela, me movimentando, esfregando. Os grunhidos de Rick. A batida da carne contra carne. Bunda tensa de Carl, o impulso de seus quadris. O volume de seu pau em meus dedos. E Rick. O metal contra o meu clitóris. O movimento de seus dedos quando ele os torceu dentro. E a umidade... Oh foda, a umidade... A vibração entre as minhas coxas, o trote de Samson tão firme. O direcionando, mais rápido, e eu estava esfregando, me esfregando no assento. Porra. Os olhos de Rick quando apertou minhas coxas em meu peito, o jeito que me fodeu, duro. A maneira como empurrou todo para dentro, do jeito que fechou os dedos em torno do grande pau duro de Carl. Porra.

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Me segurei no pomo. Respiração irregular. Thump, thump, thump. Dois paus de uma vez. Sua condição. As mãos fortes de Carl me levantando, seu pau grosso empurrando dentro da minha bunda e me fazendo gemer e clamar como Rick. O impulso de seus quadris, e eu estaria gritando, alongando, levando-o. E depois mais, muito mais. Os dedos de Rick em meu clitóris, me esfregando, forçando seu caminho para dentro, me esticando aberta, e eu estaria me contorcendo... Oh merda. E eu os levaria. Tomaria os dois. Dois grossos paus, dois corpos grunhindo e empurrando e batendo no meu. Carl iria me dizer o que fazer... Rick me diria como é bom sentir... E eu estaria perdida... Brutalmente esticada por dois grandes fodidos paus. Oh caralho porra. Puxei Samson a uma parada e deslizei a mão pelas minhas calças de montaria, de pé nos estribos e me preparando quando os meus dedos encontraram o meu clitóris e esfreguei quase tendo um orgasmo. A floresta estava viva com o chilrear empolgante de aves canoras. Samson agitava o nariz na vegetação rasteira, e houve o ranger do couro enquanto eu balançava no meu lugar, nada mais que uma pilha de nervos, desesperada por um orgasmo. Eu gozei com apenas um silvo de respiração, meus gemidos presos na garganta, e a euforia me varreu, acalmando meu coração. Sorri do absurdo, me convenci de que era seguro. Até que ouvi vozes, o barulho familiar de uma campainha de bicicleta. Merda. Toquei Samson para frente antes que eu tivesse fechado minhas calças de montaria e ele foi me carregando, galopando livre quando lhe dei rédea solta. Eu ri. Corada. Envergonhada e animada, as endorfinas loucas. Isto éramos nós. Esta era eu.

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O vento no meu rosto. A tripla batida familiar de seus cascos no solo, e eu me perdi. Eu me perdi no passeio. Nós estávamos vivos. Nós éramos livres. Nós éramos tudo. Estava sorrindo quando desacelerei para um trote, dando um tapinha quando deu um grande ronco e diminuiu para uma caminhada. Esse é o meu garoto. Nós completamos o percurso, fizemos um bom tempo e passamos os ciclistas quando voltamos para Jack. Samson tinha trabalhado até suar saudavelmente, a cabeça balançando educadamente e orelhas em pé avançando, e eu ainda estava dolorida, um agradável pulsar entre as minhas pernas. Meu clitóris ainda estava sensível, estomago revirando com o pensamento de ser levada por dois paus. Caí para o chão voltando para o estábulo, minhas pernas estavam como geleia quando amarrei de volta no trilho. Soltei a sela e o abaixei, tirei o freio, molhando com um pouco de água fria no sol da manhã enquanto comia em seu café da manhã. Estava prestes a levá-lo para o campo, quando meu celular começou a tocar no meu bolso. Estranho. As pessoas raramente me chamam de manhã. Puxei para fora, e a tela brilhou um nome que eu realmente não queria ver: Doador de esperma. Porra. O medo me envolveu. O mesmo medo que eu tinha sentido no som de seu nome desde que eu tinha dez anos e não podia optar por ignorar. A confusão de sentimentos que não podia explicar, não queria explicar. Nem queria começar a fazer sentido. Ninguém tem tempo para questões como essa. Que porra que o doador de esperma, possivelmente, iria querer às nove horas da manhã de um domingo? Meu dedo pairou sobre responder, até que decidi que não podia lidar com qualquer merda que ele poderia desejar, às nove horas da manhã de um domingo.

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Deixei ir para a caixa postal. Foda-se ele.

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Capítulo CINCO

"Tanto para isso, então. Pelo menos você fodeu ela." Atiro a Rick uma carranca. "Melhor do que uma punheta do caralho. Eu disse que essa merda foi uma perda de tempo.” O sorriso de Rick não aliviou. "Ela vai voltar." "Claro que vai. Este ano, no próximo ano, ou nunca mais." fui até o banheiro e escovei os dentes, deixando escapar o primeiro fluxo de urina de manhã com o meu pau ainda a meio mastro. Rick sempre recebe a porra da buceta em primeiro lugar. Ele apareceu na porta, e eu vi seus olhos brilhando no espelho. "Ela ainda está interessada. Ela disse isso”. "Você viu a sua licença, então? Não pensou em lhe dizer que podia ficar por aqui e ganhar o resto do seu dinheiro?” " Foi cuidar de seu cavalo. De manhã cedo coisas de estábulo. “ Revirei os olhos. "Ótimo." "Dificilmente você pode dizer algo, você não é uma pessoa da porra da manhã, que eu saiba." "Tenho que ser uma pessoa da manhã." Ele sorriu. "Você gosta dela, também. Eu sei que você gosta. Está tudo bem, você sabe. Você pode tirar o pau da sua bunda.”

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"Nós não a conhecemos", e eu quis dizer isso. Nós não a conhecíamos. Não sabemos nada sobre ela. Nada além do fato de que é uma garota bonita que gosta de cavalos. E do pau de Rick. Se acariciou na soleira da porta e era óbvio por que todo mundo gosta tanto do pau de Rick. "Deveria ter insistido em, pelo menos, um boquete antes dela sair correndo." "Próxima vez é sua. Seja razoável." "Eu não acho que ela esteja interessada em minha vez." "Besteira." Ele riu. "Você sempre diz isso." "É sempre assim. Você se deixa levar, amando a todas no momento em que entram pela porta, justificando e dando à elas a porra do discurso e, então, dando a mim o grande ato surpresa quando as coisas não dão certo alguns meses mais tarde. " "Não desta vez, desta vez é diferente. Ela é diferente.” Podia me sentir carrancudo, e me segurei de volta. "Vamos dizer qual é o problema, então. Se ela é tão diferente.” "Não comece." Parou de acariciar a si mesmo e me lançou um olhar. "Estou falando sério, Rick." "Assim como eu, porra não comece". Me empurrou do vaso sanitário, uma vez que terminei de mijar e sentei. Terminei de escovar os dentes, sorrindo para os silvos e barulhos que seu traseiro estava fazendo. "Agradável." "Você me rasgou todo, porra, na noite passada." "E funcionou. Senhorita hípica veio correndo, não foi? " “Sim, funcionou.” Baguncei seu cabelo. "Você fodidamente adorou." "Não disse que não fiz." Sorriu para mim, e havia aquela porra de olhar de cachorrinho novamente. "Realmente gosto dela." "Aqui vamos nós..."

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"Eu faço." Lavei minha boca. "Você sempre realmente gosta delas." "Assim não. Ela é engraçada, é legal. Muito gentil, você pode dizer, tem uma energia agradável. Ela sente…" "Apertada?" Eu sorri. "Uma boa buceta apertada,?" "Isso não é do que se trata." "Mas tem?" Ele sorriu. "Sim, ela tem." "Espero que sim. Estamos pagando o suficiente.” Me debrucei contra a pia enquanto ele limpava sua bunda gorda. "Você não quer dizer isso. Você só disse isso para ter algo para reclamar.” Ele me tinha. "Vamos ver se retorna antes de você professar a sua devoção eterna, não é?" Andei para o armário, puxando uma camiseta, enquanto ele observava. "Você tem a minha devoção eterna, Carl." "Espero que sim." Peguei um jeans do meu guarda-roupa. "Você sabe que TEM. Eu te amo." Fodido Rick e suas demonstrações de afeto. "Obrigado." Ele deu descarga "E é isso, não é?" lavou as mãos. "Obrigado?" “Muito obrigado?" Eu abotoei meu jeans. Se apoiou na porta, e seu corpo era incrível na luz da manhã. Seu pênis estava grosso e com proporções perfeitas, o brilho de prata no final exigindo minha atenção. "E…?" "E o que?" "Você vai dizer isso?" Fingi ignorância. "Dizer o quê?" "Você sabe o que. Você nunca porra diz isso.”

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Me sentei na beira da cama, admirando a vista. "Certamente Senhorita hípica não deixou você se sentindo inseguro? quase não a toquei.” "Isto não é sobre ela. É sobre nós." Fiz uma careta. "Jesus Cristo." "Estou falando sério, Carl. Você não pode simplesmente dizer, mas que porra?” "Eu amo seu pequeno rabo apertado, Richard. Eu amo muito isso." "Tudo bem." Seus olhos escureceram, e seus ombros ficaram rígidos, seus movimentos bruscos enquanto puxava as roupas de sua cômoda. Eu ri. "Sensível esta manhã." "Só... tanto faz, Carl." Puxou uma boxer e revirei os olhos em suas costas. "A sério. Você sabe que não preciso soletrar essa merda. Nós não temos cinco anos, Rick. O que você quer? Pequenos corações e beijos floridos?” "Tanto faz." "Cristo, Rick, o que há sobre isso?" Cruzou os braços me encarando, seu olhar era firme. "Porque você não pode dizer isso?" "Eu posso", eu zombo. "Apenas não sou tão... extravagante." "Você não pode, isso faz você se sentir desconfortável, não é?" Eu não respondi. "É porque eu sou um cara? Pensei que fosse sobre tudo isso?” Minhas palavras saíram duras. "Estou sobre tudo isso. Tenho estado por muito tempo sobre tudo aquilo. Puta que pariu, Rick, durou a porra de uma semana, no máximo. " "O que é, então?" Fiz uma careta. "Como eu disse, eu não sou tão extravagante com as minhas palavras. Que diferença faz? Estou aqui. Você sabe exatamente como as coisas são.”

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"Talvez eu queira ouvir. Você sempre quer acima de todos os outros. Por que você não pode dizer isto?" "Isso não é nem mesmo vagamente a mesma coisa. "Isso é uma comparação ridícula." Uma faixa escura de rendas aparece debaixo das cobertas. Puxei para fora. A calcinha de Katie. Sem pensar, a levei para o meu nariz. Cheirando. Bom. "Só quero saber. É bom ouvir isso às vezes. " suspirou. "A menos que você não faça." Passei a renda na dobra entre meus dedos. "A menos que eu faça o quê?" "Se sinta assim." "Como o quê?" A renda estava bem, e o aroma dela era glorioso. Rick bateu na cômoda, estranhamente irritado. "Apenas esqueça isso." "E você vai ser todo cínico agora, não é?" Deu de ombros, estava indo embora. Rick nunca se afasta. Isso me fez perder a minha cabeça. Agarrei seu braço e seus olhos estavam arregalados quando o puxei de volta. Bateu na parede com um baque o prendi, meu ombro pressionando o seu quando puxei para baixo sua cueca. E eu disse isso. Mesmo que as palavras fizessem embrulhar meu estômago, exposto, desconfortável e altamente porra embaraçoso, eu disse. "Eu te amo." Seu pênis estava duro contra a minha coxa. "Diga isso de novo." Peguei seu pau na minha mão, enrolei o cordão da calcinha com babados de Katie ao seu redor. Gemeu enquanto trabalhava seu pau. "Você porra quer muito isso, não é?" Apertei até que ele gemeu. "Eu te amo, Rick. Já que você fodidamente insiste em ouvir isso. Eu te amo, eu te amo, eu te amo, porra. Corações, rosas e fodidos beijos piegas. É isso que você quer? Você quer me fazer à porra de um molenga? É isso que faz você malditamente duro? " "Foda, Carl. Porra."

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Seus dedos estavam em meu jeans, e eu estava aliviado. Minhas bolas estavam apertadas e quentes, o cheiro doce persistente de boceta em minha língua. Sua mão em volta de mim, ele me empurrou com força. Rápido. Acelerando o ritmo até que eu grunhi em seu ouvido. Me puxou para ele, apertando seu pênis contra o meu, e gemi quando os cumes de seus piercings pressionaram no meu pau. "Porra…" Gemeu para mim, envolvendo a calcinha de Katie entre a nossa carne empurrando. "Vamos foder com ela. Nós dois. Eu sei que você quer…" Pensei no pequeno broto rosa dela. Sua fenda raspada. "Claro que fodidamente quero isso..." "Vamos foder aquele rabo apertado, Carl. Você quer isso tanto quanto eu. Vai ser tão fodidamento apertado lá, Carl. Tão, fodidamento apertado. " "Foda-se, Rick..." O ritmo era implacável, quadris e pau e dedos. Lambeu os lábios e chupei sua língua. Em seguida, apertei, com força contra os dentes. Ele gemeu e ela estava molhada. não o deixei ir, se contorceu e se contorceu. Pressionei com mais força contra ele, resistindo mais duro. Suas mãos agarraram minha bunda, me puxando para ele, e não houve dedos, apenas pau, pau e moagem porra carne. Libertei a língua e ele pressiona a cabeça contra a parede, fechando os olhos. "Vou abri-la para você, Carl. Vou fazê-la agradável e aberta. Eu sei o que você precisa.” "Foda..." Eu assobiei. "Vou te fazer levá-la, fazê-la implorar... abri-la até que você esteja todo o totalmente dentro. Ah, porra, vai ficar tão apertado. Como a porra da sua bocetinha apertada". "Eu quero... eu quero..." "Eu sei", ele respirou. "Vamos enchê-la, Carl. Encha-la tão fodidamente bem.”

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Eu estava gozando, jorrando e sibilando e atirando toda a porra sobre a barriga. Tudo sobre mim. "Sim..." ele sussurrou, estava gozando também. O senti contraindo, a tremor desesperado de seu pau contra o meu. Fiquei sem fôlego contra seu ombro, e ele riu. "Não foi tão difícil, foi? Três pequenas palavras." Ele respirou fundo. "Diga isso de novo." " Agora você está empurrando a porra da sua sorte.”

Pisei através da porta ao meio-dia e minha mãe se atirou da mesa da sala de jantar. Ela pairou enquanto tirei minhas botas no corredor. "O que foi?” "Você sabe o que." Urgh. Revirei os olhos. "Não me diga que ele ligou. O que o fodido cretino queria?" “Cuidado com a boca”, disse ela, e eu tirei o dedo. Sorri e ela também. "Não vou falar com ele. Ele pode ir se foder." "Ele disse que está chamando por uma semana."

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"Não. Seu escritório tem chamado por uma semana. Não ele. Ele chamou uma vez. Mais cedo. Estava ocupada." "Semântica. Ele está chamando por uma semana”. "Não dou a mínima para o que ele tem a dizer. Não estou interessada em qualquer não encontro de família. Não estou interessada na porra do novo show de pônei da Verity. Não estou interessada em quão maravilhosa sua vida é. " Tirei meu telefone do bolso para ilustrar meu ponto. “Realmente não me importo. Não quero nada disso.” "Ele é o seu pai..." "E meu doador de esperma. Nada mais." Ela fez uma careta. "Isso é horrível, Katie." "Ele é horrível." "Ainda é seu pai." Pegou meu telefone e estendeu para mim. "Ligue para ele." Balancei a cabeça. "Nem fodendo". "Você deveria ligar. Ele quer falar com você sobre algo.” “Não poderia me importar menos com o que ele quer.” "Você vai. Ligue." Peguei o telefone, mas não fiz nenhum movimento para discar. "Por que deveria?" Mamãe passou as mãos pelos cabelos, e enrolou nas extremidades exatamente da mesma maneira que eu. Poderíamos ter sido irmãs. As pessoas muitas vezes dizem isso. "Pergunte a ele!" "Você me diz," eu insisti. "O que ele quer?" Ela suspirou. "tem uma proposta para você." "Então não estou realmente interessada em ligar," Eu ri. "não preciso de sua proposta." "Isso é diferente. Você precisa considerar esta."

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"Não preciso considerar nada dele." A promessa de três mil por mês me deixou loka. "Posso conseguir a minha própria grana." Encostou na mesa e respirou. "Harrison Gables." O nome roubou meu fôlego. Bocejei por longos segundos. "O que sobre Harrison Gables?" Harrison Gables era o melhor encantador de cavalos em todo o universo. É o melhor dos melhores. O cara faz milagres. Trabalha com os cavalos selvagens nas planícies de vaqueiro em todo o EUA, e ele é conhecido em todo o mundo. Daria qualquer coisa para encontrá-lo, mas ele raramente aparece. Meu coração parou antes mesmo dela terminar as palavras. "Verity está indo..." Deveria saber. Claro que Verity estaria indo. Princesa Verity poderia fazer qualquer coisa, ter qualquer coisa, ir a qualquer lugar. Claro, Princesa Verity gostaria de ir ao encontro de Harrison Gables, não menos importante, porque eu queria ir ao encontro Harrison Gables. Não poderia esconder o ressentimento da minha voz. "Por que me dizer isso? Isso é tão malditamente injusto.” Ela balançou a cabeça. "Não! Essa é a coisa! Ele quer te enviar.” Minha barriga se agitou e torceu. "Eu?! Por quê?" "Talvez porque você seja sua filha?" Tentei não enviar um olhar desagradável. Todo esse tempo e ela ainda o defendia. Nunca deixou de defendê-lo. Era realmente triste. Me obriguei a respirar, me dizendo este era uma brincadeira estúpida, algum truque sem graça, mesmo que meu coração estivesse ousando esperar, ousando sonhar. "O que é que ele quer? Ele deve querer alguma coisa? Verity precisa de um doador de rim ou algo assim? Talvez eles queiram colher o meu DNA inferior para salvar a sua preciosa. Ele vai precisar de mais do que Harrison Gables em troca de meus órgãos.”

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Mamãe revirou os olhos. "Pergunte a ele", e fez um gesto para o meu telefone. "Quem sabe? Poderia ser algo bom. Você já pensou nisso?” Não. Não tinha pensado nisso. Tinha um pequeno ponto. Ele nunca foi bom. Fiquei quieta, apenas olhando. Harrison fodido Gables. "Tudo bem," eu cedi. " vou ligar pra ele." Mamãe pareceu aliviada, me olhou juntando as mãos ansiosamente, e então disse as palavras ameaçadoras. Palavras sinistras, que nunca soam bem. "Pense antes de dar uma resposta", disse ela. "Quero dizer, Katie, você precisa pensar sobre as coisas. Não vá se atormentar por tomar decisões precipitadas.” Marquei o número antes que pudesse me fazer prometer algo.

"Ligue para ela", eu disse. Rick estava olhando para o telefone, fingindo mexer em uma coisa ou outra, mas eu sabia. Suas sobrancelhas estavam muito serias. "Não." “Ligue para ela. Veja se vai voltar esta tarde.” “Não!” Disse. "Basta dar algum tempo, certo?"

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Eu sorri. "Não finja que não está te corroendo. Você quer saber se ela vai voltar. Então ligue." "Você está perdido, sabia? Você deve iniciar uma coluna de conselhos. Pergunte Doutor Carl. Seria um sucesso instantâneo”. "Zombe como quiser, o meu conselho é sólido. As pessoas simplesmente não querem ouvir a verdade. " Torci o nariz para seus pequenos biscoitos veganos e peguei um pouco de pão da bandeja. "Você realmente acha que ela não vai voltar, não é?" "Eu acho que sim, na verdade. Sei que ela vai voltar. Apenas não estou certo de quando.” “Próximo fim de semana. Se ela quiser receber o pagamento.” Revirou os olhos para mim. "E isso é o que eu deveria dizer? Oi, Katie! Seria melhor você voltar aqui sábado. Serão dois paus na próxima vez. Nós vamos ter lubrificante. " "O que há de errado com isso?" Ele suspirou, e mordiscou o seu deleite vegetariano. "É tão... básico." "E?" "E... só... não é sedutor". "Nós temos que pagar e seduzir agora?" Eu enfiei o pão na torradeira. "Certamente ela deve nos seduzir, não?" "O que não significa que não podemos fazer algum esforço." "Nós fizemos um esforço." "Você abriu uma garrafa de vinho. Grande negócio." Eu gemi. "Então, o que você sugere? Luz de velas e trufas?" Eu sorri. "Então, pau?" "Este lugar é intimidante." "É o inferno. É apenas uma maldita casa, Rick, não um fodido castelo.” "Isso não é o que eu quero dizer é. Ela está caminhando pelo o nosso território. É intimidante.”

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“E é aqui que vivemos.” Ele suspirou. "Vamos sair. Levá-la conosco. Apenas para o fim de semana.” “Sair?” "Brighton. Manchester. Qualquer lugar." "E depois?" Assisti o vapor da torradeira. Rick e suas fodidas ideias suaves. "E então nós bebemos, relaxamos, e nos divertimos." Seus olhos brilharam. "E então ela ganha dois paus." "Ela não vai levar os dois de primeira, Rick, até eu sei disso." Ele balançou sua cabeça. "Ela vai levar os dois, confie em mim. Está tudo na técnica.” “Nós vamos rasgá-la.” "Confie em mim." A torradeira estalou. "Serei feliz em confiar em você, Contanto que você possa prepará-la bem para a levarmos lá." Ele sorriu. "Então, vamos? Brighton?” "Onde quer que você queira". "Nenhuma despesa poupada..." Ele socou o ar. "... Com uma condição." "Que condição?" Sentei à mesa. Olhando para ele sério. "Você tem que me prometer que nós dois vamos estar enterrados até as bolas naquela bocetinha apertada antes que anoiteça. Caso contrário, nada feito.” Estendeu a mão. "Você tem um negócio, parceiro."

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"Katie!" Urgh. Sua maldita voz. Um esnobe, fodido cretino hipócrita. "Você ligou?" Ele suspira, fazendo um maldito drama. "Você poderia ter retornado minhas ligações mais cedo. É lamentável que eu tivesse que ligar para a sua mãe.” "Ela disse." "Será que ela explicou? É uma grande oportunidade, Katie, eu sou muito sério.” Não tenho tempo para essa porcaria. "O que eu preciso fazer para atender Harrison Gables? Meus rins não estão à venda, e nem é minha fodida alma. " Apenas minha boceta. Ouch. Ele suspirou de novo. Ele está sempre malditamente suspirando. "Você não vai apenas vir para o escritório, como eu pedi a sua mãe? Podemos falar lá. Apropriadamente." "Eu não tenho nenhum interesse em falar apropriadamente," Eu bati. "Apenas me diga agora." "Katie ..." "Não. Diga agora." Ele realmente gemeu. Um gemido exasperado que me irritava, mas eu mantive minha boca fechada enquanto disse a sua peça. "Estágio de um mês com Harrison Gables em seu rancho, Um mês inteiro, só você e Verity, sua atenção absoluta." Poderia ter chorado. A ideia era inimaginável. Inimaginável e sem dúvida repleta de condições. E impossível atingir de qualquer outra forma.

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Ele me tinha e sabia disso. Ele realmente sabia. "E eu tenho que ver você?" "Amanhã. No meu escritório. Stroud.” "Eu não posso amanhã," eu menti. "Quinta? Sexta?" Ele gemeu e ouvi barulhos de papel. "Terá de ser a próxima segundafeira, então. Uma da tarde. Não se atrase." "E o que este encontro será?" Perguntei. "O que você quer?" "Uma da tarde na segunda-feira", disse ele novamente. "Esteja lá.” E então se foi. Idiota.

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Capítulo SEIS

Eu faria qualquer coisa na terra para David Faverley, mas sua filha petulante, mimada estava testando minha paciência, e eu tinha estado na mesma sala que ela por meros vinte e nove malditos minutos. Nosso programa de estágio em Favcom Technology foi reconhecido como o melhor da área. gostaria de dizer que era o meu bebê, mas estaria mentindo. David estava executando o esquema por muito mais tempo do que eu estava no negócio, na verdade, o esquema era responsável pelo fato de que eu estava neste negócio em tudo. Acredito que há momentos cruciais na vida, onde o destino cruza seu caminho, te avalia e decide lhe dar uma chance. Talvez seja uma oportunidade ao acaso, talvez seja o momento de atingir o auge e as cartas estão a seu favor, ou talvez seja aquela pessoa que vê através de você, ignora o seu passado e suas manias e a porra da enorme ficha sobre seus ombros e avista algo mais. David Faverley era aquela pessoa para mim. O cara que olhou além do escudo cretino arrogante em seu escritório e viu algo em mim que valia a pena investir. Então, lá estava eu, quase vinte anos depois, à frente de sua filial Techstorm de vendas, ombro a ombro com ele em todas as reuniões de negócios que significaram nada, diretor em toda a linha para cada uma de suas empresas. No entanto, eu raramente transmiti isso. Lixo que, eu nunca fodidamente transmiti. Respeito nunca é dado, é sempre conquistado, e os títulos significam nada. Quero que as pessoas na minha

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equipe me respeitem porque tenho dado razão para isso. Confie em mim, porque tenho provado a mim mesmo que sou confiável. Trabalhem duro para mim, porque eu trabalho duro por eles. E apesar da minha reputação como um cabeça-dura de merda, eu não sou realmente tão ruim, ou assim as pessoas me dizem. Tenho apenas três regras nos negócios e na vida. Dar o seu tudo, agarrar as oportunidades, e mostrar gratidão por tudo o que lhe foi dado. Verity Faverley desafiou a porra de todos os três deles. Ela não queria estar aqui, isso era óbvio; preso na porra da sua nova roupa de trabalho de designer, seu sapato de salto alto balançando sem rumo no ar enquanto olhava para os meus slides. Sua expressão era tanto cheia e vidrada, e quando bocejou pela terceira vez em dez minutos que era apenas o tempo para provocá-la. "Sou eu que a mantém acordada, senhorita Faverley? Sugiro fortemente que durma uma hora mais cedo, se você tiver que acordar às nove da manhã”. Há outros dezoito rostos na sala, e nenhum deles olhou para ela. Ela tinha esse tipo de aura, a única que diz meu pai é seu patrão, não foda comigo, mas que realmente não significa nada para mim. Cada pessoa nesta sala estava aqui por mérito. Todas as outras almas nesta sala queriam estar aqui, queriam a chance, queriam agarrar a oportunidade e fazer algo de si mesmos. Todas as outras pessoas, eu tinha escolhido. Mas não esta pequena cadela imprestável. Me lançou um olhar de desdém puro. "Tanto faz, Carl." Rangi os dentes. O problema de trabalhar tão estreitamente com David Faverley era que inadvertidamente passei muito tempo em torno de seus filhos para manter um nível saudável de cortesia profissional. Sebastian e Dominic, os dois mais velhos, tinha sido similar. Oi, Carl. Ei, Carl. Como está indo, Carl? Mas eles tinham aprendido. Em poucos dias, o estágio tinha tirado a clara familiaridade deles, e então tinha retornado mais forte, mais sinceramente, e com respeito mútuo. De alguma forma, duvidava que a estrada fosse tão suave com Verity. Estava aqui simplesmente porque papai a estava obrigando a estar aqui. Por todas as contas, por causa de alguma porcaria de viagem aos EUA que usou como trunfo, e parecia que

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desta vez ela acreditava que ele iria aceitar suas condições. Sem estágio, sem malditas recompensas no final dos seis meses. Eu apontei para o slide atual. "Meus requisitos são simples. Todo mundo vai fazer o seu melhor. Não me importo de onde você veio, eu não me importo o que vocês sabem ou o que você fez, ou o que algum pedaço de papel sem valor diz quanto você vale. julgo sobre o que eu acho, e acho que esforço e determinação valem mais que mil diplomas universitários. Não tente dar as costas para este programa, porque eu vou saber, eu já vi isso mais de mil vezes. Você tem um problema, você o expõe e nós trabalharemos com ele, além disso, eu espero tudo de si enquanto você está no meu time, e para os próximos seis meses seremos uma equipe. Entendido?" Dezoito cabeças assentiram, enquanto Verity olhou para o relógio Gucci. "Senhorita Faverley, está entendido?" Ela revirou os olhos. "Sim, Carl, entendido." Mas não o fez. Ela fodidamente não entendeu, porque cadelas mimadas como Verity Faverley nunca tiveram que trabalhar para nada. Ela é a mais jovem. A princesa mimada na torre de marfim. Bonequinha de porcelana da mamãe. Uma pirralha. "Nós vamos começar a partir do zero, sem exceções. Todo mundo está em pé de igualdade aqui, seguindo o mesmo caminho que as centenas antes de vocês. Vocês vão começar no call center, desenvolvendo suas habilidades de atendimento ao cliente, suas habilidades de comunicação, o seu profissionalismo e seu conhecimento do produto. Você vai aprender a vender, sem dicas visuais, sem um terno, sem um carro da empresa, ou chamativos cartões de visita, ou um título sob o seu cinto. E então, quando estiver pronto, se você estiver pronto, você vai ter uma chance na gestão de contas em nível superior, talvez uma colocação em uma das divisões de vendas de campo. Talvez você possa até mesmo ser transferido para marketing. O mundo é UMA ostra, e esperamos que a maioria de vocês, FIQUEM. "Eu sorri para o desorganizado conjunto de novatos diante de mim. "Alguma pergunta?" Algumas mãos hesitantes subiram e resolvi suas questões, uma a uma. O de sempre. Quando é que

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vamos ter de fazer chamadas ao vivo? Quais os produtos que serão trabalhados? Eu não sei muito sobre a tecnologia, no entanto, é um problema? Verity não teve uma única. Dei um sorriso e os observei se estabelecerem, respirando fundo quando eles começaram a relaxar em um dia da sua nova vida. E então joguei uma bola curva. Encaixei meu telefone no suporte alto-falante na parte da frente, passando através das músicas até que encontrei o tema Rocky. Este momento iria queimar em sua memória, a descrença, o choque e o humor. Talvez, por vezes, o horror. Este momento começaria a quebrar suas reservas, os empurrando através da sua autoconsciência. Iniciação pelo fogo, e ele tinha um propósito aqui. "Todo mundo cantando. Todos”, eu disse. "É bom que eu os escute, ou vocês estarão fora em seu primeiro dia." Examinei os rostos, registrando os primeiros momentos de horror. Não sei bem por que é que cantar em público universalmente petrifica pessoas, mas Cristo, isso faz. "Todo mundo vai fazer o seu melhor. Levante-se, por favor." Dezenove pessoas ficaram de pé, alguns se deslocando desajeitadamente em seus pés, alguns sorrindo, alguns já corando. Todos eles prontos para se deixarem ir, exceto um. "A música é uma âncora, e as vendas são uma carreira baseada no desempenho. Localizem a sua música, o que te leva a fazer se sentir como se pudesse dominar o mundo e todos nele. Os encontre e use, muitas vezes. Essa é a minha." Pressionei reproduzir. E então eu levei para frente, o que sempre os surpreende acima de tudo. Eu não posso cantar, não realmente, mas eu amo a música e eu amo me mover. Ouço música onde quer que eu vá. Em longas viagens para as reuniões, por meio de treinos duros sobre a máquina de remo, na preparação para uma negociação importante, triturando os números no final do mês. Eu amo a música e eu amo dançar, e eu coloquei as duas coisas em prática na frente de uma sala de novos recrutas, e eles sorriram e riram um pouco, e, lentamente, suas vozes ficaram mais alta, suas expressões mais aberta quando eles se juntaram com a melodia. Uma sala cheia de gente gritando o tema Rocky, e alguns deles

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encontrando seu ritmo e até mesmo fazendo um pequeno soco com o punho, e um cara na parte de trás deu um passo até o lugar e se tornou o cara que sempre se lança bem, e correu do local e socou o ar na frente dele, e eu gostei dele. Eu realmente gostava dele. Ele seria um para observar. Andei entre as cadeiras, ouvindo cada pessoa, me certificando que todos eles estavam cantando forte, e então finalmente andei para Verity no final da fila. Seu rosto era inexpressivo, nem mesmo uma sugestão de uma nota. Eu a persuadi para ir junto, uma mão no ombro, minha voz no ouvido dela, mas ela não fez nada, apenas olhou para mim como se eu fosse algum pedaço idiota de merda. Minha expressão transformou, fiquei seria, meus gestos cada vez mais urgente até que ela revirou os olhos para mim. Parei de cantar. "Vamos," eu disse. "Deixe ir." "De jeito nenhum", disse ela. "É estúpido." Pessoas ao seu redor silenciaram suas orelhas em pé. "Não é estúpido, Verity. Estúpido é tentar formar relacionamentos por telefone com um pau na sua bunda e falta de comunicação.” "É estúpido", ela repetiu. "Eu não vou me fazer de boba, não para você." "Você já está se fazendo de boba por si mesmo, senhorita Faverley, eu só estou pedindo para você cantar.” Seus olhos se arregalaram e azedaram. "Foda-se, Carl. Eu não estou cantando. De jeito nenhum. " Eu inclinei minha cabeça para o lado. "Então, saia.” Ela cruzou os braços. "Desculpa?" "Eu disse saia." Voltei para frente e desliguei a música. "Você está demitida, Verity, você pode ir." "Mas eu…" "Mas nada. Ou você dá o seu tudo, ou você sai.” "Isso é ridículo, só porque eu não vou cantar essa porcaria de música estúpida." Suas bochechas ficaram

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rosa e com raiva, mas eu não recuei. "Vamos ver o que papai tem a dizer sobre isso". Fiz um gesto para a porta. "Seja minha convidada, ele está na sala quatro dois quatro." Ela verificou a multidão, e todos abaixaram seus olhos. "Você vai se arrepender", retrucou, e então, se foi, uma tempestade de titularidade pisando duro pelo corredor, saltos estalando como tiros de pistola. Sorri para o resto dos candidatos. "Pé de igualdade, como eu disse. Sem exceções.” Peguei meu telefone do alto-falante, observando o ícone de mensagem antes de colocá-lo no bolso. A sala ficou mais leve de alguma forma, as barreiras caindo. Havia mais contato com os olhos, sorrisos brilhantes. Boa. Tudo bem. "Certo", eu disse, mudando o slide. "Vamos começar."

Temporada turística tornou Much Arlock em um paraíso para os alpinistas. O café estava cheio para o almoço especial, as pessoas beliscavam um sanduíche após uma caminhada de manhã ao longo Malvern Hills. Peguei os pedidos da mesa quatro na escotilha e dei a Benny um sorriso enquanto limpava a testa com um pano de prato. Minha carta de demissão estava no meu bolso, mas havia uma tristeza com a ideia de entregá-lo. Estava trabalhando aqui desde mais nova tentando carregar uma bandeja sem derramar. No inicio aos Sábados, depois após a escola, em seguida, feriados, e agora quatro tardes por semana. O dinheiro era uma porcaria, mas o trabalho era bom. E Benny era tão malditamente bom.

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Lentamente, o movimento do almoço abrandou, e eu varria em baixo das mesas e esperava. Eventualmente, Benny enfiou a cabeça na porta. "Você queria falar comigo?" Meu estômago embrulhou, a carta me queimando. "Quando você tiver um segundo." Ele acenou, e minhas pernas estavam rígidas quando me movi. Queria entregar o meu aviso prévio, e ainda assim não o fiz. Queria tempo, e não a estabilidade, não o que o seguro pequeno salário desse lugar me ofereceu. Seria torná-lo muito fácil para me prender em Carl e Rick e não queria me prender, eu queria perseguir o arco-íris. Entreguei o envelope e os olhos de Benny fixos em mim. "Você tem um novo emprego?" Assenti. "Desculpe Benny." "Não há necessidade de se desculpar, você tem um diploma, está toda crescida. Está na hora." O sorriso dele trouxe um nó na minha garganta. "realmente amei isto aqui." "E aqui realmente amou você." colocou a mão no meu braço. "Você tem que vir, por teacakes torradas, muitas vezes. Por minha conta.” Balancei a cabeça. "Obrigado." Ele colocou a carta no bolso do avental. "Este trabalho, é com o seu pai?" Urgh. Outro que eu lamentei dizer. Realmente deveria ser melhor em guardar segredos. Uma vez que saiu, eles malditamente nunca esquecem. "Não", eu disse. "Nada a ver com esse pau." "Pena. Seu pai tem um bom negócio." Olhei para seus olhos amigáveis, sobrancelhas pesado com cinza. Benny era Sul-Africano, aceito pelos moradores lentamente ao longo dos anos, até que ele era agora uma peça do mobiliário Arlock Much. "Onde você está indo?" Tentei lembrar a história padrão que eu tinha inventado. "Estou ajudando um designer. Cheltenham.”

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"Não sabia que você estava na arte. " sorriu. "Um designer... sim..." "Não estou" eu ri. "O cliente que é...sou sua... assistente...” “Ah, sim. " sorriu. "Bom." me senti como uma fraude. "Sim, é bom." Tirou o calendário. "Você termina na próxima semana?" "Por favor", e então me lembrei do telefonema do doador de esperma. Outra porra urgh. "E eu vou precisar sair na segunda-feira, se eu puder. Meu pai quer falar comigo.” Benny rabiscava na rota. "Talvez o seu pai tenha uma boa oferta de negócios." Olhei para os clientes, mas havia apenas o velho casal de surdos na janela. "Talvez meu pai possa ir se foder." "Katie!”, vociferou, mas estava rindo. "Você vai ouvi-lo, sim? Pelo velho Benny.” Deus. Outro. "Sim sim. Vou ouvi-lo. " O sino acima da porta soou quando um grupo de frequentadores veio pelo café e bolo, e nosso tempo acabou. "Obrigado. Aprecio tudo que você fez por mim. Eu realmente fiz." Ele acenou afastando. "Boa parceria. Isso é tudo." Meu celular vibrou no meu bolso quando Benny voltou para a cozinha. Puxei para fora enquanto os regulares sentavam-se à mesa. Uma mensagem. Um e-mail. O que responder em primeiro lugar? Eu cliquei a mensagem.

Rick: Eu tenho uma ideia. Quer se ligar esta semana?

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Eu senti entre as minhas pernas, a memória de sua perfuração contra o meu clitóris. Minhas bochechas estavam queimando quando outra mensagem chegou.

Rick: Quero dizer uma conversa, não uma foda. Desculpe, isso soou mal!

Rick: A menos que você queira a foda?

Eu sorri, e depois houve outra.

Rick: Me ignore. quis dizer um bate-papo. Sair. Algum lugar relaxante.

Todos na mesa estavam absortos no menu, embora sempre pedissem os mesmos bolos. Mandei uma mensagem.

Eu: Claro, gostaria disso. Quando? posso na quarta-feira. Talvez sextafeira.

Rick: quarta-feira? Almoço? Venha aqui. Vou cozinhar.

Eu: E Carl?

Rick: Sem Carl.

Sem Carl? Eu não sabia se deveria me sentir aliviada ou preocupada.

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Eu: OK legal. Vejo você então.

Peguei os pedidos de café antes de me lembrar do e-mail. Eu cliquei para abrir enquanto eu esperava pelo café filtrar.

Favcom Tech. A confirmação de sua entrevista.

Que porra do inferno? Eu fiz a varredura através do texto. A porra de uma entrevista?! Na segunda-feira?! Tanto para um bate-papo do caralho. Mandei um texto para mamãe.

Eu: Não estou tendo um trabalho do caralho com ele.

Mamãe respondeu num piscar de olhos. Mamãe: Basta ouvi-lo. Por favor?

Tal uma resposta simples.

Eu: Nenhuma. Oportunidade. Do. Caralho.

Mamãe: Não é um emprego. É um estágio. Ótima experiência.

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Então, ela sabia exatamente o que ele estava propondo. Eu poderia ter estrangulado ela através do telefone.

Eu: Não!

Mamãe: E sobre Harrison Gables ????

Eu fervi o leite, e eu estava chateada. Tão, fodidamente chateada. Eu digitei uma resposta.

Eu: Foda-se Harrison Gables, e foda-se o doador de esperma, porra, também.

Ela tinha respondido pelo tempo que eu levei a bandeja para mesa, e eu poderia ter adivinhado o que diria à uma milha de distância.

Mamãe: Eu sei que você não quer dizer isso. Por favor, vá, só para ver. Por mim. Amo Você. X

Fodidamente chateada. O que há com o mundo? Por favor, vá, por mim, por mim, para mim... Eu respirei. Não preciso dele ou seu trabalho idiota, quero dizer isso a ele. Eu diria a ele o que eu pensava de sua estúpida chantagem Harrison Gables, também. E então diria para ir se foder, e pelo menos eu estaria em pessoa para dar o dedo para esse fodido saco de lixo de doador de esperma.

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Eu afrouxei a minha gravata e abandonei o meu casaco sobre a cadeira, bebendo alguns goles de cerveja antes mesmo de Rick perguntar. "Então, a princesa Faverley?" Ele questionou. "Apenas tão bom quanto você esperava?" Eu assenti. "A pirralha não quis cantar." "Ouch." "Absolutamente. Então, a mandei fazer as malas. Ela correu para o papai, você sabe como é.” Ele prendeu a respiração. "E o que aconteceu?" Eu sorri com a lembrança. "Ele a mandou de volta cinco minutos depois, com um pedido de desculpas." As sobrancelhas de Rick levantaram. "Uma desculpa? Porra nenhuma!” "Um simbólico pedido de desculpas." "Você aceitou?" Ele agarrou-se uma cerveja. "Depois que ela cantou o tema Rocky..." Eu não podia ajudar, mas sorri. "Sozinha..." Rick sacudiu a cabeça. "Jesus, Carl. Ela vai te odiar, pra caralho.” "Ela pode me odiar, eu não poderia dar um lance, apenas contanto que aprenda a se aplicar ao programa, ou sair dele." Ele fez uma pausa, e eu o fiz esperar, sem dizer uma palavra. "Você recebeu minha mensagem?", Perguntou ele, finalmente. Tomei um gole de cerveja. "Sim, recebi." Rick deu de ombros. "Assim? É bom, certo?”

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"Que o nosso bebezinho de açúcar quer ir de cabeça e relaxar em uma tarde de quarta-feira? Ela provavelmente pensa que você está pagando.” Ele fez uma careta. "Não estrague isso. Isso significa que ainda está interessada.” “Isso significa que está atrás de mais dinheiro.” "Ou, mais pau." Se encostou na ilha de cozinha. "Você pode estar aqui?" olhei para ele. "Quando já estive aqui em uma quarta-feira à tarde?" "Tudo bem. Então, se ela quiser foder?" Dei de ombros. "É isso que você quer?" Tomou um gole de cerveja. "Talvez." "Talvez?" Inclinou a cabeça. "Talvez, sim." Me apoiei na bancada. "Sozinho?" Suas bochechas coraram. "Não…" "Oh, vamos lá, Rick. Quando você convidou alguém para passar a semana? " E ele não tinha. A ideia era absurda. Ambos ou nenhum, que normalmente se estendia a tudo. Ele suspirou. "Ela é apenas..." "Apenas o quê?" "Apenas diferente." Eu respirei. "deve ter uma boceta mágica se você está todo ligado nela, depois de uma foda." "Não é só isso." "É claro que é apenas isso. O que você pensa que é? Malditas almas gêmeas?" Ele olhou desconfiado. Desajeitado. Isso me incomodou, fodidamente odeio segredos. "O que é isso? Desembucha." Virou-se, fingiu limpar algo embaixo da pia. "Nada."

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"Não me venha com essa merda, Você está aprontando alguma coisa." Ele gemeu. "Pelo amor de Deus, Carl, por que você sempre faz isso, porra?" Enfiou a mão no bolso e tirou um pedaço de papel. Hesitou quando estendi a mão para ele. "Antes de ler isto, saiba que realmente tive que investigar, e isso não é recente, isso não significa nada." "Sim, sim. Basta entregar-me, o que você encontrou, porra?" "Estou vendo ela." Ele manteve acima de sua cabeça. "Estou vendo-a na quarta-feira de qualquer maneira, quero fazer isso, gosto dela. Realmente gosto dela." "Basta dar o papel, Rick." Tomei de sua mão, e desviou o olhar quando desdobrei. Um conjunto de status do Facebook. Questões e comentários sobre as marcações de outras pessoas. Meus olhos absorvendo tudo. "Então, estamos feito", dobrando de volta. "Outro exercício inútil." Bateu a mão sobre o balcão. "sabia que você ia ficar assim." Engoli o resto da minha cerveja, dizendo a mim mesmo que eu não estava incomodado, que este era apenas outra parte do percurso, mas eu me senti estranhamente desapontado. Balançou sua cabeça. "Só me deixe fazê-lo." "Não tenho tempo, porra." Eu bati. "Encontre outra pessoa" "Por favor, Carl, me dê uma chance ..." Suspirei, e houve decepção. Definitivamente decepção. "Eu não tenho tempo para esta merda." Peguei uma cerveja e me afastou, mas ele me seguir. Ficou com os braços cruzados, e sua expressão era firme e inflexível e porra, eu amei isso. "Estou vendo ela na quarta-feira. E você pode estar lá ou não, mas eu estarei." "Então, por que me dizer?" "Porque nós somos honestos um com o outro. Porque eu quero que você saiba”. “E agora eu sei." dei de ombros. "Faça o que quiser, mas estou fora."

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Deu alguns passos em minha direção, e sua voz tinha uma ponta de desespero. "Seis meses, você prometeu." "E você tornou desnecessário." "Mas eu não fiz. Você não vê isso?” “Eu vejo exatamente o oposto.” Franziu o cenho, sacudiu a cabeça. "E sobre o fim de semana? E sobre o esticar aquela bundinha apertada e levá-la juntos? Ei? Você está me dizendo que você não quer fazer isso agora?” Suspirei. "Maldito Inferno, Rick. Não sei." "Tudo bem, vou cancelar. Vou chamar e cancelar tudo, agora. " pegou seu celular e começou o texto, mas minha mão pegou em seu pulso. E eu não tinha nada a dizer, nenhuma razão, sabia disso. Seus olhos estavam vitoriosos. "vou vê-la quarta-feira, vou resolver isso." Não discuti. Não disse mais uma fodida palavra.

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Capítulo SETE

Cheiro à cavalo? Eu puxei minha camiseta para o meu nariz, respirei. Hmm, talvez um pouco. Puxei meu perfume de emergência da minha bolsa e borrifei , em seguida, esfreguei os dedos em minhas axilas para verificar se havia odor corporal. Seguro o suficiente. Só espero que não tenha nenhum pedaço de feno preso na minha calça. Isso já aconteceu. Um dos perigos de ir direto para um almoço depois de uma manhã no estábulo. Deixo meu esconderijo, no final da rua, em seguida, paro na entrada da casa de Rick. O Range Rover estava faltando. Fazia sentido que Rick tinha o pequeno esportivo BMW, combinava. Desliguei o motor e meu coração estava batendo, que era normal, mas não havia nervos hoje. Eu tinha acordado cedo, mesmo para mim, estava animada. Ridiculamente animada. Então, isso era antecipação? Nunca tinha realmente tido uma paixão antes. Gostei de muitos caras, mas foi sempre apenas gostar. Ocasionalmente, um forte gostar. Às vezes, até mesmo considerei sim, eu gostaria de seu pau na minha bunda, possivelmente, muitas vezes, mas nunca algo que tinha me acordado antes do amanhecer com um grande sorriso bobo no rosto. Rick. Sua pontuação foi subindo cada vez que eu imaginei seu rosto, cada vez que ele enviou um texto, cada vez que eu me peguei pensando em seu quente pau perfurado. E agora eu estava em sua porta, com a promessa de sem Carl, só nós.

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Isso não deveria parecer tão bom quanto fez, e definitivamente não deve parecer tão bom quanto o pensamento de três mil por mês na minha conta bancária. Mantenha sua fodida cabeça, Katie, mantenha sua fodida cabeça. Rick abriu a porta antes mesmo que eu trancasse meu carro, hoje ele estava descalço, jeans baixo abraçando os quadris. Estava vestindo uma camiseta simples, mas era amarela brilhante estampada com vida é a arte em uma letra descolada. Parecia incrível, e seu sorriso me disse que estava feliz em me ver também. Sim, isso era definitivamente antecipação. Estava baixa sem saltos, baixa o suficiente para seus lábios tocarem na minha testa quando me puxou para um abraço, seus braços envolveram perfeitamente ao redor dos meus ombros. Me inclinei, meus seios pressionando contra seu peito, mãos serpenteando ao redor da cintura para pousar no topo de minha bunda, e houve aquele cheiro oceano novamente, só que o oceano não cheirava tão bem como ele fez na pele bonita tatuada de Rick. "Ei, moça bonita." Seu sorriso era juvenil, animado e delicioso. "Feliz você pôde vir." Pegou minha mão e me levou para dentro, e o lugar parecia tão vivo hoje. Um rádio tocando soul music com o sol da tarde derramando através das janelas da cozinha, e havia uma sugestão de uma brisa do pátio pelas portas abertas. Abaixou a música e me serviu água do frigobar, em seguida, tocou meu copo com o seu próprio. "Saúde." Eu sorri. "Saúde." "O almoço está pronto." abriu a porta do forno o suficiente para olhar dentro, e o cheiro me bateu. Frango assado. Levantei uma sobrancelha. "Você não é, hum..." "Vegetariano?" sorriu. "Sim eu sou. Mas você não é. Eu não sou um daquele tipo tu não farás. Coma o que quiser.” puxou uma tigela de salada da geladeira, que parecia arte. Cores robustas em formas extravagantes. Estrelas de pepino e tomates em triângulos pequenos.

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"Você não deveria ter..." Eu comecei, mas acenou de lado. "Costume. Carl é praticamente um antivegetariano. Ele tem um caso de amor com a sua carne, aquele cara.” Carl. Senti-me como uma intrusa ao ouvir o seu nome, dando em cima de seu namorado enquanto estava fora de vista. Odeio fazer trapaça. O pensamento me deu arrepios, parecendo muito mais decadente do que vender minha bunda por três mil por mês. Vai porra entender. "Onde está Carl?" "Trabalho.É uma pena que ele não pôde fazer isso." Eu só queria que eu também estivesse. Fez um gesto atrás de mim, para o laptop no balcão da cozinha, o banco colocado em frente. "A beleza de trabalhar em casa, em meu próprio tempo. Na maioria das vezes." "Isso é o que eu quero, meu próprio cronograma." "Melhor sensação do mundo." Seus olhos me olharam de cima a baixo. "Ou uma delas." Seu olhar me queimou, sua risada baixa me fazendo corar. Tirou algumas bacias, e molhos, e duas colheres de servir, as colocando na ilha da cozinha e me puxou para um banquinho. "Pensei que poderíamos comer aqui." Sentei. "Funciona para mim." Estava feliz por eu optar pelo informal. Parecia muito mais agradável de estar em minha própria pele. Era o meu melhor jeans, e uma das minhas camisetas mais novas, e eu nem estava usando pulseiras para melhorar um pouco, mas eu era definitivamente eu mesma hoje. Era bom estar na frente de Rick Warner, e seu sorriso me disse que eu estava fazendo muito bem. Eu gostei daquilo. Eu gostei dele. "Como está o seu grande menino peludo?" Disse. Eu comentei com ele. Apenas comentei. Nem uma única fodida vez alguém que eu tinha estado, perguntou sobre Samson antes, não sem ser lembrado. "Samson" esclareceu ele, como se fosse necessário. "Como ele está?"

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"Está bem." Eu sorri. "está ótimo. Nós estamos em treinamento para o circuito de eventos no verão. Acho que nós vamos fazer bem este ano." Cruzei meus dedos, desejando. "Espero que nós façamos bem este ano." Ele espelhou meu gesto. "Eu vou manter o meu cruzado, também. E os dedos dos pés.” Com algumas luvas de forno tirou o frango. "Talvez possa chegar e assistir. Eu e Carl quero dizer. " "Assistir eu e Samson?" Encolheu os ombros. "Sim. Talvez nós iremos vê-los ganhar algumas medalhas. Isso seria legal. Nós poderíamos ser os seus líderes de torcida. Não se deixe enganar pelo exterior estoico de Carl, ele tem alguns movimentos. " Imitou alguns movimentos Saturday Night Fever, balançando no lugar com as mãos em seus quadris, e isso me fez cócegas. Não pude deixar de rir. "Você seriamente quer vir e ver eu e Samson competindo no evento?" Fitou-me com um olhar fácil. " Claro que eu quero. Por que, isto é que algum namoro proibido ou algo assim? Levantei minhas mãos. "Não, eu só... pensei..." Seu olhar não vacilou. "Você pensou que isso era tudo sobre sexo?" "Não!" protestei. Ele riu. "Você totalmente fez. E não é. Quero dizer o sexo é sexo, e é fodidamente bom, e eu não posso esperar para levá-la mais uma vez, não me interprete mal. Mas não é isso. Não tudo”. Minha boca estava seca quando tirou as luvas e serviu asas de frango no meu prato. "Então... o que é?" Eu disse. "O que mais está lá?" Entregou a colher de servir, e olhou enquanto eu me serviu um pouco de salada ao lado do meu frango. "Depende." "Do quê?" "De você." "De mim?"

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Ele assentiu. "Sim, do que você quer." Reguei um pouco de azeite sobre minha salada. "Da última vez que verifiquei vocês eram os únicos que estavam pagando. Certamente é sobre o que vocês querem, não?” Ele balançou sua cabeça. "Não é bem assim que funciona." se serviu de algumas estrelas de pepino. " Veja, nós queremos... coisas ... queremos ... alguém ..." O pedaço de tomate na minha boca ficou grande, de repente. Lutei para mastigar, e me esforcei ainda mais para engolir. "Alguém? Como... mais do que um...” "Mais do que foder uma vez por semana aos sábado, sim." tomou um gole de água, mas seus olhos não deixaram os meus. "Muito mais do que isso." Me senti empalidecer. Muito mais do que isso. O que poderia ser muito mais do que isso? Uma puta domestica? Escrava sexual? Uma empregada? Uma namorada? Acenou com as mãos. "Desculpe, eu não deveria ter dito nada. Muito, muito cedo.” “Não”, eu disse. "É só que... eu não..." respirei. "Eu não estou realmente certa de como isso funciona. Acabei de ler algumas cartas de leitores no Glitz, e tudo parecia tão fácil e legal e glamoroso. E quente. Parecia quente". "Não existem regras. Somos apenas pessoas. As pessoas querem coisas diferentes. acho que nós precisamos encontrar um lugar em que todos se relacionem.” "Sim". "Eu acho." Não tinha ideia que tipo de lugar um cara como Carl iria se relacionar. A ideia deixou minhas pernas como geleia. "Eu, pessoalmente... Eu quero me divertir. Companhia. Alguém que vá nos fazer rir, que se ajuste, que seja amável e que possa levar um pau como um soldado e ainda querer mais na manhã seguinte”. Minhas bochechas queimavam. "E depois?"

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Encolheu os ombros. "E então ela fica. Talvez. Se for isso que ela quiser.” "Ficar?" Olhou diretamente nos olhos. "A decisão dela não querer sair de nossa pequena dupla legal torna-se um trio ainda mais legal." balançou a cabeça e deu um tapa na testa. "Merda. Isso realmente não é para agora. Só a fodi uma vez já estou meio que esperando por mais antes de eu assustar você." "Não estou com medo", mas foi pelo menos parcialmente uma mentira. "Eu só... não sei..." "Você não pode saber, você só nos conheceu." suspirou. " queria que você soubesse isso não é apenas uma proposta temporária. Não se trata de jogar dinheiro em um pedaço de buceta.” "Notável." sorri. Ele riu, uma gargalhada. "Você está tão assustada agora." Eu ri de volta. "Não!" "Sim", ele sorriu. "Você está. Esqueça que eu disse qualquer coisa.” “Sério, " eu menti. "Eu não estou." Lambeu os lábios, e sua barra de língua brilhou e o ambiente apertou num piscar de olhos. "Nós vamos foder você em primeiro lugar. Muito. Então você pode pensar sobre isso.” Meu estômago revirou, e eu o queria. Eu sabia que queria ele. Não deveria pensar isso, e certamente não deveria dizer, mas as palavras já estavam em minha língua. "Se fosse apenas... se isto fosse apenas... normal... seria..." "Fácil?" "Mais fácil...", eu admiti. "Quero dizer, se fosse só... se isso fosse... nós..." Sua expressão se tornou séria. "Carl e eu somos um casal", disse ele. "Sempre." Eu balancei minha cabeça. Mortificada. "Merda, eu sinto muito. Não quis dizer. Estava apenas... pensando em voz alta... não devia...”

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"Está tudo bem. Entendi. Um e um é simples, tradicional menino encontra a menina. A menina gosta do menino. O menino quer a garota. Eles fodem. Desmaiam. Caem no amor. " sorriu. "Entendo, que poderia ser nós. Sinto isso." "Não deveria ter..." repeti. "isso só saiu." queria me chutar. Forte. " tenho certeza que vou gostar de Carl." "Você vai conhecê-lo. E quando você fizer você vai amá-lo. Prometo.” "Vou amá-lo? " Eu ri para aliviar a tensão. "Você parece muito confiante." "Estou confiante. Carl é quente, inteligente, e engraçado - mesmo que não pareça sempre assim. E determinado sempre dá o seu tudo. É fiel, também." "Quando você soube que era amor?" Sorriu. "Quando ele me deu o seu rabo, pela primeira vez, e eu estava muito mais interessado nele do que na buceta de sua namorada. Isso não acontece com muita frequência, a coisa do rabo. Não é muito um tomador. " Sorri. "Então, a namorada que começou?" Ele balançou sua cabeça. "A namorada era uma cadela calculista. Ela fodeu tudo”. "Sem perdas, então." "Não para mim. Mais para Carl." "Então, você está procurando uma terceira para o seu felizes para sempre? Carl, Rick, e Senhorita Desconhecida ". "Algo assim. Como disse, não é uma preocupação no momento.” Eu não podia deixar de me sentir um pouco ansiosa, a perspectiva de mais agarrando em meus pulmões. Peguei uma asa de frango, me forcei a sorrir enquanto eu comia. "Você disse que não queria o status quo." Levantou o copo. "Que está aqui para se descobrir, hein?" Levei meu copo ao seu. "Certo. Vou beber a isso.”

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Ele tomou um gole, em seguida, bateu palmas. "Chega dessa besteira pesada. Vamos calar a boca e comer o nosso bendito almoço antes que minha língua solta foder comigo." Me pareceu bom. Rick mudou a música para a sala depois do almoço, um desses arranjos sem fio que encaminha suas músicas de sala para sala. Sentou no sofá, e eu também, e assim, naturalmente, meu joelho descansou contra o seu. Fez-me rir, tanto. Fez-me sorrir, tão forte. Tantas histórias, de viagens, design gráfico, amor, sexo e vida. Basicamente eu só tinha histórias sobre Samson, mas ele estava interessado. Sinceramente, também. Podia ver isso em seus olhos. Poderia passar muito tempo em torno de Rick Warner. A porra de um monte de tempo. Um almoço mais cedo foi se transformando em uma tarde, mas ele não tinha feito qualquer tentativa de retornar ao seu projeto, e eu não estava o empurrando. Poderia, felizmente ficar lá, cai em seu sofá enquanto conversávamos pela tarde, água mineral foi substituída por cerveja gelada e eu ri meu caminho até anoitecer. "Então, sim", ele sorriu. "Ela, hum, não durou muito tempo. Ele disse que eu era um pedaço estranho de merda e saiu de lá”. "Em sua calcinha?!" "Em apenas suas malditas calcinhas." Ele riu. "Sério, era uma desculpa patética de um fio dental." Apontou para sua virilha. "Mal cobria sua porra de fenda, eu lhe digo." O pensamento me fez rir. "Ela voltou para casa assim?!" "Sim. Bem na hora do rush”. "E essa foi à primeira vez que você tentou esportes aquáticos?" Seus olhos brilharam. "tentei de novo?" Ele me tinha. Minhas bochechas queimaram. "Não sei. Você parece o tipo de cara... "

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"Ha!" Ergueu as mãos. "Você me pegou. Sério, porém, não fique muito nervosa. Não vou vomitar surpresas sujas, eu prometo.” "confio em você. Eu sou valente assim." sorri para ele e ele sorriu de volta, e havia algo. Algo não dito, e pesado, e provavelmente o resultado de muitas histórias de sexo. Eu me mexi no meu lugar, tentando aliviar a necessidade entre as minhas pernas, mas tudo o que fez foi passar meu joelho ainda mais na coxa de Rick. Ele lambeu os lábios, assisti a sua boca com a minha aberta. Merda. E então se inclinou para frente, com a mão na minha perna, quente através do jeans, seu hálito quente em meus lábios abertos. Foda-se, eu o queria. Não pelo dinheiro, não para selar o negócio, ou tirá-lo de lado, ou tirar meus nervos para o grande ménage que estava vindo na minha direção. Só queria. Seus lábios roçaram os meus, e seus olhos estavam escuros, seus cílios tão perto que fizeram cócegas na minha pele. "Beije-me," eu sussurrei. "Por favor…" Ele parou, pairando tão perto. "Esta é uma área cinzenta..." Carl. O pensamento era um jato de água fria, e eu pisquei, desolada, coloquei minha mão em seu peito e o afastei. "Merda me desculpe. Não quis dizer ... " Segurou minha coxa, mãos fortes me puxando para trás, pegando a minha perna por cima da dele para me espalhar aberta. Mesmo em jeans, eu me senti exposta. "A área cinzenta, Não é uma área proibida". "Mas Carl..." "Carl sabe que você está aqui. Sabe que eu quero isso.” Minha respiração era nada além de um assobio. "Mas você disse... juntos, ou nada..." "Nós geralmente dizemos isso..." Geralmente? Engoli em seco quando sua língua tocou meu rosto, se mudou para o meu pescoço. Beijou

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minha garganta, e eu me contorci, afundando, deixando minhas coxas abrirem. "Porra…" "Nada de sexo..." ele sussurrou. "Nós não podemos... mas apenas um beijo... um beijinho não pode ser errado..." Gemi quando sua boca pressionou a minha, os meus lábios já estavam abertos, acolhendo sua língua. Seu piercing era tão bom, tão bom quando ele circulou minha língua. Ele me apertou no lugar, com a cabeça inclinada para trás e à sua mercê, e eu podia sentir seu pau duro quando se movia, o volume contra a minha coxa enquanto chupava minha boca, sugando minha língua profundamente com a sua. Eu não era nada, só respiração e necessidade, me transformei de Katie racional para alguma outra que eu não reconheci. A Katie que queria esse cara tão mal, torci meus dedos no emaranhado de seus cabelos e o agarrei com força. Esfreguei a coxa contra o volume em sua virilha e lutei contra a vontade de cavar seu caminho dentro de suas roupas. Apenas um beijo. Mas não era só um beijo. Era uma contração, pesada, livre de tudo, nossas bocas presas juntas, como se fossemos dois adolescentes excitados, só que Rick não era adolescente. Seu beijo era hábil, sujo e profundo, eu estava tão excitada que o meu clitóris pulsou, minha buceta latejante contra a costura da minha calça jeans. Ele leu meu corpo, apertou sua mão na minha virilha, me esfregando forte através do tecido grosso. "Eu quero você", eu respirei em sua boca. "Foda, eu quero você." Seus dedos me provocavam, o seu ritmo constante entre as minhas pernas. "Porra, o que eu daria para ver como você está molhada..." gemi quando ele pressionou forte. "Aposto que você está fodidamente encharcada. Sua pequena buceta doce pra caralho molhada para mim”. Eu segurei seu pulso, encorajando os seus movimentos. "Por favor... Oh foda, sim, por favor..." "Eu gostaria..." Ele murmurou. "Como eu desejo, porra. Estou tão duro... O que daria para explodir dentro de sua pequena buceta quente... o que eu tinha que dar, porra...” "Menino sujo", eu gemi. " amo a sua boca suja." "Diga-me. Diga-me o que você quer…"

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Os meus sentidos estavam cambaleando, meu corpo empurrando contra sua mão. " Quero que você me foda. Eu quero a porra do seu pau lindo em mim..." "Bom" sorriu contra minha bochecha. "Mais…" Minha voz era apenas um sussurro. "quero sentir você dentro... quero que você me foda, forte... quero que você tome minha bunda, e me faça gritar, porra ..." "Você quer ser esticada, menina? É isso o que quer, foder? " Oh merda, meu clitóris estava batendo como um sino de igreja. "Sim... oh, foda, por favor... quero que você me estique..." "Vou abri você pra caralho, bem esticada," ele rosnou. "Vou levar a porra da sua buceta com dois grandes paus, estica-la agradável e larga e foder... dois grandes fodidos paus em sua bucetinha doce... vai se sentir tão foda sujo... vai sentir tão foda apertado..." "Sim…" "Quero ver todo o caminho dentro de você... todo o caminho para o seu buraco rosa, porra..." "Sim..." "Vou fazer você molhada... fazer você esticar... fazer você porra gritar para mim..." A palma da mão, tão dura contra o meu clitóris. "Porra..." Corri meus dedos pelo seu peito, sobre seu abdômen, até que encontrei o volume em suas calças. Apertei-o através de seu jeans. "Foda-me ..." "Porra eu não deveria... Porra..." Mas ele estava moendo contra a minha mão, se movendo sobre mim. "Uma rapidinha. Forte e rápido. Por favor..." "não posso...", disse ele. "Eu não posso..." Eu gritei quando prendeu seu pau contra a minha buceta, apenas duas camadas de jeans nos separando.

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Ele se atrapalhou com seu zíper, e sua respiração era rápida, tão rápida no meu rosto. Olhei para ele, olhos arregalados, coxas abertas e pronta para mais, mas fez uma pausa antes que seu pau estivesse fora, se recompondo. "Merda", disse ele. "Carl. Eu só... não posso..." Tentei encontrar a vontade de afastá-lo. "Área cinza?" Ele balançou sua cabeça. "Não é tão cinza, foda, não realmente." Pressionou sua testa na minha. "Merda." Respirei fundo. " Esta ok " eu disse. "Nós não..." "Mas eu quero, quero pra caralho." agarrou o couro do sofá ao lado da minha cabeça. "Por que ele não poderia ter saído na fodida hora de almoço?" "Ele deveria..." sussurrei. "Ele deveria saber que seria... querer..." Balançou a cabeça, e seus olhos eram claros e focados. "Não é por isso que você está aqui", disse ele, e havia um tom nele. Um tom que fez meu coração afundar. Sai debaixo dele, e ele se moveu para se arrumar, fechando o zíper e deixando seu pau bem preso. "Por que estou aqui? Por que você me chamou aqui sabendo Carl estava fora? " As perguntas saíram com um desespero irregular, e eu odiava. Eu odiava o pensamento de surpresas. E odiava pensar que isso acabaria. "Eu não quis dizer... Ainda não. É muito cedo, muito cedo, mas Carl... Carl precisa... " Ele suspirou, em seguida, esfregou o rosto, sua respiração profunda. Sentei na posição vertical, fechado minhas coxas. "Carl precisa...?" "Carl quer saber se..." suspirou. "Carl tem... necessidades..." "Dois paus de uma vez, certo?" Eu disse. Balançou sua cabeça. "Não é isso." Tirou uma mecha de cabelo do meu rosto. "não queria falar sobre isso, não tão cedo. Mas é importante. Carl é... insistente... ele quer saber... precisa saber..." "Precisa saber o que?"

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Parecia tão estranho, tão estranhamente inseguro. Olhou para mim, queria ele, desejei que ele apenas falasse. "É importante, como eu disse." Ele olhou para o teto. "É uma situação delicada... algo que você precisa saber sobre..." "Diga", eu disse. "Apenas diga..." Os olhos de Rick estavam escuros e tensos, sua respiração ainda mais rápida quando se preparou para responder a minha pergunta. "Carl precisa..." Mas outra voz me disse. Ela veio do corredor. "Almoçar", disse. "Carl precisa do seu fodido almoço." Fiquei olhando de boca aberta para a entrada, e Rick fez, também. E minhas bochechas estavam queimando, assim como Rick. "Carl", disse ele. "Eu não achei que você estava vindo. Você nunca vem." Eu me desembaracei inteiramente de Rick, alisei minha camiseta, rezando para que ele não estivesse zangado, rezando para que não tivesse que sair com os meus sonhos em farrapos. Esperava perguntas e ciúme, e talvez um pouco de indignação, mas não havia nada do tipo. Apenas um sorriso malicioso no rosto de Carl. "Eu espero que vocês não tenham começado tudo sem mim", disse ele. "Eu estou fodidamente faminto."

Você tem que amar pegar as pessoas de surpresa. A culpa estava escrita em seus rostos, desgrenhado, ainda totalmente vestido, Rick estava pronto para derramar a grande condição. Talvez eu devesse ter o deixado falar, ficar para trás no corredor e escutar o drama se desenrolar, assistir nossa doce menina pônei dar suas desculpas e nos abandonar, assim como aquelas antes dela.

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Eu deveria ter deixado isso acontecer, e então nós poderíamos nos mover para o plano B. Só que o plano B suga bolas de burro, e tanto quanto eu argumentei o ponto em que Rick me disse isso, pensei, também. Talvez a bonitinha Katie Serena me surpreendesse. Seus olhos azuis me olharam de cima a baixo, com um sorriso nervoso e apreensivo, enquanto me observava andar até a cozinha. Frango Assado. Rick realmente quer isso de verdade. Estava separando uma coxa de frango quando eles se juntaram a mim, e Rick me lançou um olhar. O olhar que porra. Eles ficaram próximos, ombro a ombro, a tensão entre eles fumando e cuspindo enquanto eu comia o meu almoço. "Bom dia?" Perguntou Rick. Dei de ombros. "Ocupado." Eu fixo meus olhos em Katie, e ela desviou o olhar corando. "Pensei que deveria estar aqui para finalizar os planos." Rick levantou uma sobrancelha. "Planos?" "O fim de semana. Brighton. Acho que você ainda não perguntou a Katie se ela vai se juntar a nós. " Katie olhou de Rick para mim e vice-versa. "Brighton?" Os olhos de Rick estavam cheios de perguntas, o seu encolher de ombros quase imperceptível. "Quebra-gelo", disse ele. "Noite fora. Bebida, músicas, dança." "Sexo", eu disse. Ela não vacilou. "Parece ótimo." Boa menina. Peguei um pedaço de tomate. "Vamos sair na manhã de sábado, nove em ponto. Voltar domingo à noite". Ela assentiu com a cabeça. "Claro." Se virou para Rick. "É melhor eu ir, tenho um turno esta noite." "Vou acompanha-la."

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Claro que ele faria. Eu sorri. "Tchau, Katie, nos veremos." deixei as palavras pendurar, desejando que estivesse perto o suficiente para sentir o seu coração, batendo em seu peito. "Tchau, Carl." Seu sorriso era quente e doce, apesar de sua apreensão, e havia uma pontada de familiaridade no meu estômago. Eu não poderia colocá-lo, e não fazia sentido, e ainda assim essa menina, este pequeno pacote doce loiro com sardas e apertado rabo, já estava sob a minha pele. E ela já estava bem, bem abaixo de Rick. Ele a levou para fora ao seu lado, e havia uma ternura lá. Ele caiu mal nisso. Tolo. Comi o resto do frango, e já estava no corredor com as minhas chaves nas mãos quando Rick voltou para dentro. "O que foi isso?" Disse. " Estava fodidamente pronto." Olhei além dele, ouvindo a lata velha de Katie sair da garagem. "Algumas semanas", eu disse. "Nós vamos dar-lhe uma chance." "Algumas semanas? O que de bom faremos em algumas malditas semanas, Carl?" Não sei. Realmente não sabia. Pegou minha mão, a levantou para sua boca, e chupou meus dedos pegajosos, limpando o molho do assado fora com os dentes. Minhas narinas alargaram e senti um formigamento através de minhas bolas. Seus olhos nunca deixaram os meus enquanto chupava meu polegar, chupava com força, até que estivesse limpo. Deu um passo para trás, tenho certeza que eu ouvi seu pau se mexer, me passando um pano de prato. “ Já estou duro." " Notei", enxugando minhas mãos e descartando o pano. "Quero transar com você", fez uma careta para a minha sobrancelha levantada. O puxei para mim, pressionei meus lábios nos dele. Ele tinha gosto dela, meu pau estremeceu ainda mais. Em seguida, ele estava me abraçando, apertado. Abracei de volta.

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"Eu tenho que ir. Tenho uma apresentação às três." Soltou um suspiro. "Sim, tanto faz." "Você poderia ter fodido ela." "Eu queria." "Mas você não fez." "Não." Ele se afastou. "Por que você está aqui? Pensei que não poderia vir?" "Sábado " eu disse. "Vamos realmente começar a avaliar no sábado." Ele não respondeu, não até que eu estava na porta, a Ranger bipou enquanto eu pressionei o desbloqueio. "Você gosta dela, não é? Puta que pariu Carl, você realmente gosta dela. É por isso que você está aqui. " Dei a ele uma piscadela antes de fechar a porta.

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Capítulo OITO

Relaxe, relaxe, relaxe. Definitivamente relaxe. De jeito nenhum. Eu tinha embalado roupas demais para uma noite, praticamente toda a coleção razoável do meu guarda-roupa, mas o que uma menina deveria fazer? Uma noite fora em Brighton poderia significar qualquer coisa. Jantar elegante? Dança de salão? Uma Wave no subsolo? Festa na praia? Deveria ter embalado aqueles sapatos brilhantes. Eles serviriam para o vestuário festa da praia. Merda. Rick sorriu para mim, gostaria de poder ver seus olhos através de seus óculos. "Não muito tempo agora." aumentou a música, mas Carl bateu na traseira de seu assento. "Estou esperando um telefonema", com a voz rouca, e Rick abaixou o som. Balançou a cabeça para mim, e eu ri. Meu pescoço formigou quando Carl se inclinou para frente, com o rosto esculpido surgindo tão perto, mesmo entre nossos lugares. "Alguns de nós tem que trabalhar", disse ele, em seguida, seu telefone começou a tocar. Ele tinha estado no banco de trás toda a viagem, seu laptop em seu colo e seu telefone apitando e vibrando. Eu não me importava. Eu gostei na presença de Rick. Eu gosto muito disso. Talvez eu até gostasse do cara no banco de trás um pouco, também. Eu relaxei no couro do banco, o sol batendo em minha pele através da janela quando o mundo exterior

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passava por mim. Eu poderia fazer isso. Com Carl, quero dizer. Talvez não só com ele. O pensamento de trepar com ele ainda me deixava suando frio, mas isso, estar com ele. Estava me acostumando. Seu humor era seco, era tenso e sarcástico, e um muito viciado em trabalho, mas ele estava bem. Estava sobrevivendo a Carl Brooks. Estava amando Rick Warner. E tinha a porra de três mil na minha conta bancária. Três Mil! Três mil maravilhosos, dois paus grandes na minha buceta mais tarde, e uma garrafa industrial de lubrificante na minha mala. Lubrificante e paracetamol. E absorventes higiênicos, para a hemorragia interna, eu não poderia imaginar evitar quando o monstruoso pau de Carl me rasgasse. Na verdade não, eu não tinha espaço na minha bolsa para artigos de higiene não essenciais. Sorri para o surrealismo de minha situação e Rick sorriu de volta, colocou a mão no meu joelho. Coloquei a minha por cima e apertei, e eu sabia que eu estaria bem. Nunca tinha estado em Brighton. Era maior do que eu esperava uma série de grandes hotéis na parte da frente, e o mar à minha direita. Pressionei meu rosto para a janela e meu coração saltou quando passamos a agitação do cais. Eu deveria ter definitivamente trazido os meus sapatos brilhantes. Rick guiou para dentro do estacionamento subterrâneo de um grande hotel parecendo apenas pequeno além, da posição privilegiada, e Carl gemeu quando seu sinal de celular caiu. "Foda-se", disse ele. Nós estacionamos e saímos, Carl já estava vagando para longe, seu telefone na mão enquanto olhava para a tela e procurando por sinal. Rick tocou uma mão em meu cotovelo e piscou para mim, e então ele saltou atrás de Carl, esgueirando para tomar o telefone de seus dedos. Ele se afastou quando Carl correu atrás dele, e eu ri quando eles chegaram a um impasse, Rick preparado de um lado do Range Rover quando Carl estava atrás dele. "Idiota", disse Carl. "Eu preciso disso." "Nah," Rick riu. "Não nesse fim de semana."

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"Sim, nessa porra de fim de semana!" "De jeito nenhum!" Rick fez uma corrida para ele, e ri quando Carl o agarrou, e depois houve uma agitação e em uma batida de Rick empurrando o telefone na frente de sua calça jeans, e ele estava sorrindo, estocando os quadris quando Carl tentou obter um controle sobre o seu cinto. "Você acha que vai me parar, porra? Vou ter suas calças em volta de seus tornozelos, eu não dou à mínima, porra". Uma família de quatro se aproximou da escada e ficaram mudos em sua Mercedes, eu ri, oh inferno como ri, com força suficiente para dobrar, quando Rick chegou perto o suficiente da saída, o telefone de Carl começou a tocar em suas calças. Ele girou sua virilha, pulando, seu rosto uma imagem de como o aparelho vibrou e tocou contra o seu pau. "Isso é importante!" Carl rosnou, e eu tive que cobrir o rosto com o braço, rindo tão forte que eu não conseguia respirar. Rick devolveu com um sorriso assim que a chamada tinha parado de tocar e Carl apontou o braço. "Você é um fodido idiota, Richard. Tão fodido idiota." Mas mesmo Carl estava sorrindo. Deixou cair o sorriso quando me viu rir. "Fico feliz minha humilhação profissional está divertindo você, Katie". Mas ele estava jogando, eu vi nos olhos dele. Olhou de mim para Rick e de volta e, em seguida, ele gemeu e apertou o botão de desligar. "Bem. Eu estou feito para o fim de semana". Rick jogou um braço ao redor de seu pescoço e puxou para perto, dando um grande beijo molhado em sua bochecha, e isso fez minha barriga se agitar. "Eu te amo porra, Carl." "Prazer em ouvir isso", disse Carl, e limpou o rosto com uma careta, mas estava brincando, também. Eu acho que Carl Brooks brinca mais do que eu esperava, escondido atrás de uma aparência rude, todo de aço e corporativo e popa. Dei-lhe outro ponto. Carl. Pontuação: 003. assustadoramente quente, realmente um pouco engraçado quando você começa a conhecê-lo.

Bom

vinho,

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Rick pegou minha mão e Carl agarrou meu casaco, junto com o seu próprio, e fizemos o nosso caminho até a recepção, onde ninguém parecia se importar que nós três pedimos uma cama de casal. Mas é claro que eles não iriam nosso quarto era a porra de um conjunto inteiro. Duas salas enormes esplendorosa no piso superior com uma varanda com vista, e era incrível. Tinha sido um longo tempo desde que eu tinha ido para o litoral, não imaginei tal opulência, e a emoção transbordou. Rick pulou na cama e fez um salto e me juntei a ele, para cima e para baixo em nossas bundas, enquanto Carl verificou a vista. E, em seguida, Rick me prendeu seus braços tatuados me segurando para a cama, enquanto passou a língua pelo meu pescoço, eu soltei um gemido de prazer. "Peguem a porra de um quarto, crianças", disse Carl, e a casca em seu tom me deu arrepios. Observei desembalar sua mala, duas camisas escuras e dois jeans preto, dois shorts, eu realmente não poderia imaginar que ele estaria usando, e alguns boxers, dobrado ordenadamente. Olhou para Rick e então ele desembalou um pouco mais, e minhas coxas pareciam como geleia quando alinhou alguns brinquedos sexuais sobre a penteadeira. Vibradores e plugs e uma grande garrafa de lubrificante. Eu tentei jogar com calma, relaxando ao lado de Rick como se eu não estivesse absolutamente me borrando. Carl afrouxou os punhos, dobrou as mangas como se estivesse prestes a ficar preso em trabalho manual, e eu quase me borrei mesmo. Deve ter visto minha expressão, quando sorriu. "Mais tarde", disse ele. Rick virou meu rosto para ele, estava sorrindo. "Relaxe", disse ele. "Você vai gostar. Eu prometo." Minha garganta estava seca demais para sequer arriscar responder ao pedido e eu não conseguia pensar nas palavras para falar nem se eu quisesse. "Estamos perdendo o dia aqui", disse Carl. "Vamos. A luz do sol chama". Tirei meus sapatos e troquei por sandálias, e me dirigi ao banheiro para trocar meu jeans por shorts curtos, jogando meu cabelo para um pouco de volume extra antes de pegar os meus óculos rosa e sair. O dia estava quente e brilhante, expulsei minhas reservas para longe. Pegamos uma mesa em frente à praia para o almoço, e

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nós bebemos coquetéis de fruta, enquanto Rick falou sobre a sequência de antigos feriados da família que ele tinha sido como um filho. Um dos quatro filhos, muita diversão. Ele fez bem, pais com rios de dinheiro e uma atitude fácil. Era fácil ver por que ele estava tão confiante. "Eu era o único legal." Ele sorriu. "Um pouco palhaço." Podia acreditar nisso. Ele terminou suas histórias e olhou entre nós dois, esperando um de nós para compartilhar nossos próprios contos. Quando Carl desviou achei que era a minha vez. "Mamãe me levava quando podia. Essas excursões baratas nas férias escolares, onde a comida é um vale hambúrguer e a piscina é uma porcentagem maior de xixi de criança do que água. Foi à beira de Bognor Regis, uma merda total. Adorei, tudo mesmo assim. " Eu não poderia imaginar qualquer um dos dois saberem o que queria dizer, mas Carl me surpreendeu. "Fui uma vez, nesse mesmo parque. Únicas férias que já tive, apenas alguns de dias. Melhor tempo da minha infância ". "Únicas férias?" Perguntei. Assentiu. "Eles realmente não têm o orçamento para levar as crianças para longe, não no orfanato." " Orfanato?" A pergunta estava fora da minha boca antes que pensasse, e Rick colocou a mão na minha, apertando. "Sorvete. E acho que é hora para tomar um sorvete na praia." "Claro", eu disse. "Parece uma ótima ideia." Caminhamos lentamente, e entrelacei os dedos com Rick quando pegou os de Carl, e parecia bom aqui, absorvida pela multidão de outras partes incomuns, pessoas em roupas coloridas, gays e heterossexuais e tudo mais. "Você mencionou sua mãe", disse Carl. "E o seu pai?"

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"Não tenho um pai", respondi em uma batida. "Meu pai é nada além de um espaço em branco na minha certidão de nascimento." "Sinto muito", "Não faça. Eu não faço." Olhou-me por cima do ombro de Rick, e seus olhos eram tão verdes na luz solar. " Não tenho um pai, também". "Não que importa. As pessoas devem aprender a se manter em suas malditas calças se não estão prontos para assumir a responsabilidade." Nós concordamos em alguma coisa, isso era certo. "E agora me sinto como um estranho no ninho", Rick riu. "Você é o único estranho," Carl sorriu. "Sempre." "Que seja." Rick sorriu, passou os braços em torno de nossas cinturas e nos puxou apertado, tão apertado que o cheiro de Carl bateu em mim quando ele fez, e era profundo e escuro e cheirava a couro na pele. "sou a cola que mantém essa merda juntos." "Não esta noite", disse Carl, e seu tom secou minha garganta mais uma vez. "Hoje à noite Katie ira nos manter juntos." Ele sorriu e a minha frequência cardíaca subiu. "Literalmente." Literalmente. Imaginei o lubrificante sobre a penteadeira, as veias do enorme pau de Carl, e me perguntei se eu realmente seria capaz de levar apenas ele, imagina os dois. Oh foda-se. Carl pediu seu sorvete em primeiro lugar. "Morango e chocolate. Sempre uma combinação vencedora." Ele tomou o seu cone e eu poderia ter queimado quando o lambeu, seus olhos ferozes em mim. Ele estava me desafiando, me desafiando a quebrar e correr. Mas não. Sem porra de chance. Inclinei para o balcão e tentei parecer calma. "Duas bolas de morango," eu disse. "Eu amo dupla porção." dei uma lambida. "Delicioso." pisquei para Carl e realmente sorriu.

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"Esperta", disse Rick, "então eu acho que vou querer banana split, com calda de chocolate... e com muitas nozes", acrescentou. Carl riu, bateu nas costas dele, e seu sorriso quando olhou para mim era um sorriso que nunca tinha visto antes. Tinha segurado sob a pressão, podia ver nos olhos de Carl. Apenas um flash de admiração ou aceitação. Realmente não sei o que era, mas me emocionou. Sol, coquetéis, sorvetes e uma rápida mudança de roupa, e saímos de novo, seguindo as batidas para o Club Wave, um bar de dança na praia, com melodias fortes, luzes de discoteca, gelo seco e drag queens. Eu estava coberta com lantejoulas pretas, um vestido sem costas que mal cobria minha bunda e brilhava sob as luzes, girando em saltos com um esmalte rosa brilhante em meus pés. E lá estava Rick, em uma camiseta branca apertada, seus jeans hipster mostrando o V de seus quadris enquanto dançava ao meu lado com pulseiras neon em torno de seus pulsos. Rick tinha movimentos. Ele bombeou o ar e girou, gritando quando o baixo tocou. Rick estava quente, vivo e livre. Pressionou-se em meu lado, uma mão na minha cintura, me reivindicando com seus lábios fazendo cócegas em meu ombro nu, e eu queria. Queria ser sua. A música mudou, e era uma que eu conhecia e gostava. Pulei no lugar, coragem liquida e pronta para a festa, em seguida, atirei os braços em volta do pescoço de Rick quando me pegou, me girou em seus braços, apenas para me deixar cair aos pés de Carl. O calor do corpo de Carl causou arrepios nas minhas costas. Joguei um olhar por cima do ombro, e ele chegou mais perto, tão perto, a parede do peito pressionando contra a minha pele nua. Envolveu sua mão ao redor da minha cintura enquanto Rick pressionou na minha frente, e me movi com eles, pressionada entre dois corpos firmes, a coxa de Rick entre as minhas quando pegou meus quadris e balancei com a batida. Estendi meus braços, e inclinei a cabeça para trás, e os lábios de Rick pousaram na minha clavícula, me fazendo cócegas. Aqui vamos nós. Mas eu estava pronta, confiante nas minhas roupas brilhantes, confiante com o brilho de álcool no meu estomago. Meus braços estendidos voltaram para Carl, meus dedos encontraram a parte de trás do seu pescoço e se enrolaram em seu cabelo. Seu cabelo era liso e macio, sua pele quente. Sua mão na minha cintura deslocou para cima, lentamente, seus dedos abertos contra minhas costelas,

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e eu puxei uma respiração enquanto as pontas dos dedos alcançaram o volume do meu peito. A Barra da língua de Rick passou com ternura contra minha garganta, sorri, inclinando a cabeça para trás sobre o ombro de Carl quando apertou meu peito. Sim. Sua virilha pressionada na parte inferior das minhas costas, e parecia ainda maior lá, a porra de mastro sólido e quente de pau. A sensação dele me fez contorcer, e virei meu rosto em direção ao seu, minha bunda virada para ele. Beije-me. Estava nervosa, sob o álcool. Nervosa o suficiente para que minha barriga estivesse uma bagunça oscilante. Os nervos diminuindo quando a coxa de Rick pressionou forte em minha buceta, seus quadris balançando o suficiente. Olhei para Carl, seu rosto tão concentrado sob a iluminação da discoteca, tão em desacordo com o brilho e vivacidade deste lugar. Beije-me. Meus olhos piscaram, em seguida, fecharam-se, meus lábios entreabertos quando Rick sugou meu pescoço, e então houve uma sombra de barba, o rosto de Carl contra o meu antes que seus lábios encostarem no canto da minha boca. Senti seus dedos no meu cabelo me inclinando ainda mais, olhos escuros enquanto pairava, os lábios apenas um sussurro do meu. Beije-me, só porra me beije. E ele me beijou. Seus lábios estavam duros, mas suaves, exigindo, ainda brincando. Sua língua era forte, empurrando entre meus lábios para buscar a minha, e nós dançamos, na minha boca, e nós dançamos na mesma batida. Hálito quente, mãos quentes, e a porra da coxa dura de Rick contra o meu clitóris, me contorci, e contorci as mãos ocupadas entre dois caras quentes, dois corpos firmes, duas cabeças macias de cabelo. Minha boca ocupada entre duas bocas quentes, duas línguas carentes, dois homens cada vez mais insistente a cada respiração irregular. Persuadi Carl a chegar mais perto de mim, circulando meus quadris para roçar seu pau, e ele empurrou, moeu

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e me encaixou contra seu comprimento, pressionando na fenda da minha bunda enquanto Rick apertou-se contra a minha buceta. Prensada. Presa forte entre dois paus. Dois paus duros lutando para estar dentro de mim, e eu queria. Queria eles. Meus dedos se tornaram mais corajosos, tocando o rosto de Carl enquanto meu próprio corpo habituando com a maior parte dele. Ainda me intimidava, o aço ainda me dando arrepios nas profundezas escuras de mim, mas eu estava chegando a conhecê-lo. Estava gostando do que estava conhecendo. Concentrei de volta nos arredores, na agitação de corpos dançando em torno de nós, e ninguém estava nos dando uma segunda olhada, muito presos em seu próprio ritmo. Homens beijando homens, homens beijando mulheres, mulheres beijando mulheres, uma sala cheia de pessoas que sentiam a batida, o calor e a promessa de sexo no ar. A barba de Rick fez cócegas em meu ombro, e eu sorri. Sim. Sim, eu poderia fazer isso. Queria fazer isso. Eu inclinei meu rosto para Rick e pressionei meus lábios nos dele e eu estava sorrindo, e então eu persuadi Carl para frente, a minha mão ao redor de seu pescoço, puxando para frente enquanto eu guiava Rick de volta. Seus lábios se encontraram por cima do meu ombro, e eu gostei, eu realmente gostei. A boca de Carl aberta pela primeira vez, e vi tão de perto, amando o jeito que sua língua pressionou contra Rick. Mudei a minha vagina contra a coxa de Rick e eu os assisti, guiando a mão de Rick para meus peitos para me apertar, puxei para mim, me fazendo porra formigar. E então eles me olharam, ambos, olharam para mim com os lábios ainda brilhando de seu beijo, e seus olhos estavam com fome e encapuzados, olhos excitados. Fechei os olhos quando duas bocas quentes vieram para mim, sem saber que língua era qual quando eles emaranharam com a minha. Eu estava molhada e suja e totalmente descontrolada, me desorientando o suficiente para que eu não soubesse qual mão estava em meus seios, ou que cara estava apertando meu mamilo até que torceu. Não tinha certeza quais dedos deslizaram entre as minhas pernas e encontrou meu clitóris. Quais dedos

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deslizaram seu caminho dentro da minha calcinha e me encontrou molhada e desesperada. Quais dedos deslizaram dentro de mim e empurraram no ritmo da música até que eu estava ofegante contra suas bocas abertas e sussurrando maldições. "Foda-se, sim, foda sim, porra sim". "Menina suja", Carl disse asperamente. "Eu amo uma menina com uma boca suja." Passei meus braços em torno de seus ombros, e sorri através das borboletas na minha barriga. "Esta menina suja está pronta para a cama" olhei para eles, ambos, com os olhos brilhando quente sob as luzes da festa, e eu sabia o que eu queria. "Esta menina suja está... pronta." Pronta, como nunca vou estar.

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Capítulo NOVE

Pronta. Sim. Pronta. E ainda assim eu me senti tão nervosa. Mais do que nervosa. Assustada. Assustada e animada. Uma combinação estranha. Imaginei como um salto de paraquedas ou nadar com tubarões. Ou levar essa cerca fodida grande em um cavalo que estava jogando. Eu sempre levei a cerca. Eu poderia levar este também. Estes dois. Carl escorregou o cartão chave na porta e a segurou aberta, e eu passei por ele com uma respiração profunda. A necessidade de uma conversa fiada borbulhou dentro de mim quando a porta se fechou atrás dos caras, mas não havia nada a dizer. Noite agradável. Ufa, que clube. Quem gostaria de uma xícara de chá? Uma agradável xícara de chá, é sempre bom antes de ter minha buceta rasgada, eu acho. Eu estaria protelando, e para quê? Dois pares de olhos estavam com fome, sentindo o silêncio da sala, e isso me fez vibrar dos meus seios até os dedos dos pés. Ficaram, ombro a ombro, esperando meu movimento, e eles são lindos. Ambos são lindos. Chutei meus saltos de lado e meus pés estavam gratos. Meu vestido era fácil de tirar, ele deslizou suavemente pelos meus ombros, expondo meus seios, e Rick sorriu enquanto me contorcia para passar pelos meus quadris. Carl não sorriu, mas balançou a cabeça, só um pouco. Apenas o suficiente. Meu vestido caiu no chão e saí do tecido, me certificando de manter os meus ombros para

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trás e peito orgulhoso, retratando uma confiança que não era totalmente genuína. "Bom", disse Rick. "Ela é uma imagem, ela não é, Carl?" E Carl me surpreendeu. Tirou o meu fôlego. "Linda", disse ele. E ele quis dizer isso. Podia ver isso em seus olhos. Pensou que eu era linda. Não apenas quente, ou atraente, ou bonita. Linda. Minha barriga vibrou enquanto eu conectei meus dedos dentro da minha calcinha e deslizei para baixo, e já estava molhada, a renda úmida contra as minhas coxas. Nua, animada, e com medo, e completamente sem saber o que fazer a seguir, assim eu fiz a escolha óbvia, subi na cama e me ajoelhei no topo, coxas abertas largas o suficiente para sentir o ar frio contra a minha buceta molhada. Foi o movimento certo. Carl e Rick chegaram mais perto, então deram um ao outro um olhar. Um sorriso. Rick puxou a camiseta sobre a cabeça e a jogou de lado, e Carl desabotoou a camisa, lentamente. Eu estava perdida, sem saber onde olhar, sacudindo meus olhos entre os dois quando eles tiraram seus jeans juntos. As tatuagens de Rick eram divinas, seu abdômen apertado e definido, e seu pau, seu pau era incrível. Estava caiada por Rick, e era louco, eu tenho aquela sensação quando olhava para ele, aquela dolorida pontada de querer. E havia Carl. Enorme e musculoso e tão perfeitamente definido. O cara era mais do que apenas um cara. Era imponente e intimidante, e quente. Loucamente, assustadoramente quente. Atrevi-me a olhar para o seu pau, e minha garganta secou, mas eu sorri. Se encaixaria. Eles se encaixariam. Certamente. Definitivamente. Esperançosamente. Quero dizer, você pode empurrar a porra de um bebê inteiro fora desse buraco, certo? Certo? Mas esse buraco parecia que estava bem apertado, fechei as escotilhas e me deixei ir. Meus músculos estavam rígidos, e tensos, vibrando com os nervos, e ainda meu clitóris sensível, querendo mais. Eu

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acho que não recebeu o mesmo memorando como o resto de mim. Tirei meu cabelo dos meus ombros, vacilando um pouco, visando à estrela pornô, mas muito provavelmente ficando bem abaixo, e então eu os chamei para frente, os convidando para cama. E eles vieram. Ambos. Subindo para a cama e indo direto para mim, dois caras loucamente quentes com fogo em seus olhos, me perseguindo em todos os cantos. Lutei contra a vontade de rir, a adrenalina me fazendo tonta, mas quando eles se ajoelharam na minha frente, eu não queria rir de tudo. Estendi meus dedos, hesitante, deixando descansar em dois peitos sólidos, e eu olhava para o caminho que eu fiz, acariciei mais de dois conjuntos de abdômen. Eu tinha muita sorte com esses dois. Muita sorte. Seus paus eram ambos impressionantes lado a lado. Prince Albert de Rick era grosso, um anel pesado que brilhava à luz do abajur. Segurei seu eixo, apreciando o meu primeiro olhar real para ele, e havia mais. Dois piercings com barra através do final do seu eixo para suas bolas, e eles pareciam bons pra caralho. O pau de Carl era mais escuro, mais grosso, as veias muito mais pronunciadas. Meus dedos pareciam tão pequenos quando o levei na mão, segurando firmemente em torno de seu eixo, me esforçando para cercá-lo, e falhando. Trabalhei minhas mãos em sincronia, para cima e para baixo lentamente, provocando os dois paus como se fosse à coisa mais normal do mundo, e eu não conseguia tirar os olhos. Eu não queria tirar os olhos. Rick gemeu, e Carl descansou a mão no meu ombro, e isso me incentivou, me deu a confiança para trabalhar mais forte, golpes sólidos, todo o caminho para cima e para baixo, e os meus dedos os incitaram a se mover, guiando mais perto até que eles se mexeram, quadril com quadril, arrastando até que eles estavam pertos o suficiente para que eu pudesse pressionar seus paus um contra o outro, pau com pau, e eles grunhiram, e mudaram seus quadris, pau esfregando, empurrando, e eu os segurei, os agarrei, olhando tão fixamente para o perímetro dessas duas cabeças inchadas que minha barriga tencionou. Eles eram fodidamente grandes. Oh merda. Os dedos de Rick acariciaram minha bochecha. "Isso é bom", disse ele. "Isso é bom pra caralho."

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A mão de Carl apertou meu ombro, seu quadris empurrando, e eu podia sentir seus olhos em mim, me queimando. Gentilmente me empurrou para trás, e meu coração batia forte. "Deite-se", disse ele. "De costas." Tentei engolir, mas minha garganta estava seca, e eu não conseguia tirar os olhos daqueles paus, tentando imaginar ambos empurrando para dentro. Meu clitóris pulsou, mas meus nervos foram ligados. Eu olhei para eles, olhei entre eles, tentando o meu melhor para sorrir com confiança e fingir que isso não era grande coisa. Mas era um grande negócio. Eu puxei as minhas mãos, e elas estavam tremulas. tentei esconder, mas Carl pegou meu pulso, segurou minha mão na sua e viu como tremia. "Você está tremendo." Fechei os olhos e os imaginei em frente à praia, felizes, rindo e se divertindo. Eu não conhecia esses caras, não completamente, mas o suficiente. O suficiente para gostar deles, o suficiente para ser honesta. "Estou tão nervosa", minha voz estava rouca. Estava esperando Rick para ser o único a me acalmar, mas Carl foi o primeiro. Levantou os dedos sobre os lábios e os beijou. Minha barriga se agitou e era uma boa agitação. Seus olhos eram ferozes, mas eles eram genuínos. "Relaxe", disse ele. "Sem pressão, sem pressa. Eu prometo que você vai ficar bem". "Mais do que bem", Rick adicionado, estava sorrindo. Um sorriso sujo que trouxe suas covinhas e me incendiou. "Confie em mim, nós vamos fazer isso parecer malditamente bom." Encontrei seus olhos, e mais adiante, e havia calor lá. Ele me acalmou, o suficiente para que os tremores acalmassem. Respirei. "Você quer fazer isso, Katie?" Perguntou Carl. "Esqueça o dinheiro, o fato de que estamos nus, e com uma penteadeira cheia de brinquedos. Você realmente quer isso?" Minha resposta era clara, mesmo através dos nervos.

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"Sim", eu disse. " quero isso. É apenas ansiedade de ultima hora. " sorri, respirando. " realmente quero isso. juro." Queria isso, independentemente do dinheiro, queria eles e o pensamento era tão louco que não tinha certeza do que fazer com ele. Deitei, puxando um travesseiro sob a cabeça e descansei os meus joelhos dobrados para cima, apoiado juntos. "Boa menina", disse Carl. "Relaxe." Mãos nos joelhos, os separando e eu os deixei cair, deixei me espalhar. "Isso é fodidamente tão bom", disse Rick. "Essa buceta linda pra caralho." Ele se juntou a mim ao meu lado, arrastou seus dedos para cima do meu estômago. Foi tão bom com seus lábios nos meus. Eu passei meus braços em volta do pescoço e o beijei profundamente, e a cama mergulhou sob o peso de Carl quando ele deitou do meu outro lado. Seus dedos encontraram meu peito, circulando, em seguida, apertou, puxando meu mamilo suficiente para me fazer gemer. Ele prendeu minha perna com a sua, me espalhando mais aberta, e eu senti seu pau, um baque forte quando ele pousou no meu quadril. Rick quebrou o beijo e angulou meu rosto para Carl, e eu fechei os olhos e esperei, os meus lábios se separaram e esperaram. Isso me fez gemer quando Carl empurrou sua língua dentro da minha boca, me fez contorcer quando ele empurrou mais profundo, como se estivesse em uma missão para possuir a minha. "Foda, sim," Rick sussurrou. "Isso é quente. Isso é quente pra caralho. " senti ele se mover, e então sua respiração no meu peito. A língua de Carl estava na minha boca e Rick lambeu meu mamilo e eu soltei um pequeno gemido. Carl apertou e Rick sugou eu gostei. Minha respiração saiu irregular, e eles sentiram, sei que eles fizeram. Rick segurou minha coxa, me espalhou mais ainda, e seu pau estava contra a minha pele. Gemi na boca de Carl. Apertou meu mamilo forte, então puxou, e sua mão apertou meu peito, apertou e amassou e me senti tão fodidamente bem. Meus quadris se levantaram da cama, o desejo superando a ansiedade. Os lábios de Carl separaram dos meus, mas não se afastaram.

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"Assim é melhor, boa menina, agradável e relaxada." Como se pudesse sentir as borboletas na minha barriga. Se soubesse como meu corpo estava formigando, meu coração na minha garganta, com minha buceta pulsando, meu clitóris inchado e necessitado. Podia ouvir a boca de Rick, sugando, os lábios chupando e lambendo ao redor do meu mamilo. Beliscou-me e isso me ligou, mas já estava pedindo mais. "Sim", eu sussurrei. "Oh Deus, sim." segurei a cabeça ao meu peito, agarrei seu cabelo enquanto a barba fez cócegas na minha pele. Me contorci entre os dois corpos quentes, minhas pernas engancharam sobre a deles, buceta completamente exposta, e eu não me importava. Eu estava longe de me importar. "Chupe meus seios", disse eu. "Por favor, chupa meus seios. Por favor…" A boca de Carl me pegou de surpresa. Estava aberta quando apertou contra meu peito e me deixou desesperada ao lado de Rick. Dois homens chupando meus mamilos, dois homens chupando e gemendo enquanto os segurava apertado contra mim. Dois homens me fazendo sentir tão incrível. E então eles deslizaram seus dedos entre as minhas coxas. Estendi a mão para seus paus e os encontrei facilmente. Duro e latejante e grande pra caralho. Um polegar tocou meu clitóris e eu não sabia de quem era. Eu não me importava. Dedos deslizaram dentro de mim, dois no início, depois três, apenas para se afastarem e serem substituídos por dedos diferentes, homens diferentes, dentro de mim. Eles me tocaram até que eu estava molhada o suficiente para que pudesse ouvir, e então eles puxaram seus dedos separados, enganchados dentro de mim e puxando aberta. Senti-me abrir, exposta. Eu não me importava. Porra eu adorei. Eles ainda chupando, eu ainda me contorcia. Ainda querendo. Dois dedos ligados dentro de mim, pressionando juntos, quando eles bombearam dentro e fora de mim.

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Dois homens me esticando de novo, puxando os lábios da minha buceta abertos, me soltando enquanto eu resistia contra eles. O polegar no meu clitóris acelerou, pressionando com mais força, meus pés arrastando nas colchas. Rick se afastou do meu peito, apertou a boca ao meu ouvido. "Goza para nós", sussurrou. A pressão forte súbita dentro da minha buceta quando eles mudaram o ângulo, e aqueles dedos ainda estavam me alongamento. A mais bela dor. Eu senti como se fosse explodir. E então Rick tinha ido embora, arrastando para baixo da cama até que eu senti sua respiração entre as minhas pernas. Seus dedos se moviam mais rápido, e assim fez Carl, e era áspero, e pra caralho molhado. Lambeu para mim, e sua língua encontrou meu clitóris. Metal e língua macia, seu ritmo perfeito. "Oh Deus," Eu assobiei. "Oh ... oh ..." Carl passou de meu mamilo na minha boca, chupou meu lábio inferior enquanto eu gemia. Mergulhou sua língua dentro da minha boca aberta e me lambeu. "Você é perfeita", em seguida, os dentes puxaram meu lábio e minhas costas arquearam em resposta. Oh como eu queria esses belos paus. Mais dedos dentro e eu os levei, prendi a respiração com a pressão até que senti surreal, senti como se minha buceta fosse uma escancarada caixa de surpresa, pronta para explodir. Segurei o pau de Carl e ele grunhiu, e eu não estava mais com medo. Tudo o que eu podia pensar era tê-lo dentro de mim. Ter ambos dentro de mim. "Oh ... porra ... fo ... fo ... fodaaaa ..." Ruídos saíram da minha boca quando a língua de Rick lambia meu clitóris e me levava ao limite. Eu empurrei e empurrei meus quadris, e eles penetraram com força, os dedos profundamente em mim, uma bagunça quente quando o orgasmo passou através de mim e me levantou tremendo da cama. Rick não parou de me lamber até que eu estava pronta, e eu podia ouvir minha respiração em pequenos suspiros. Ergui a cabeça para olhar para ele, e ele estava

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se movendo em direção de Carl, os lábios inchados e molhados de mim. Ele beijou a boca aberta de Carl, e Carl gemeu, seu pau contraiu na minha mão, e depois ele o lambeu, sugando dele, tomando toda a minha umidade dos lábios de Rick. "Sabor dela," Eu ouvi Rick dizer. "Prove que buceta perfeita." Carl não precisou de mais persuasão. Mudou como um raio e sua língua se voltou para onde Rick tinha estado, mãos fortes empurrando sob a minha bunda e me levantando da cama, mãos fortes segurando minha buceta no rosto. Estava sensível pra calhalho, por isso apertei minhas coxas fechadas, apertando Carl na posição. "Foda-me", eu sussurrei e era tudo para ele. "Por favor, Carl. Foda-me forte.” Ele levantou os joelhos para o meu peito e os segurou lá, se posicionando entre as minhas pernas enquanto Rick observava. "Foda ela," Rick gemeu. "Foda essa pequena buceta doce, Carl. Realmente foda com ela." Seu pênis estava em sua mão e ele estava empurrando. "Deixe essa buceta aberta, Carl." Oh merda, eu queria ele. Eu realmente o queria. A ponta dele era tão porra grossa. Eu senti isso, pesado contra a minha fenda, trabalhando e muito bem. Carl colocou seu peso sobre mim, prendendo meus joelhos no meu peito, empurrou, empurrou o seu caminho para dentro. Ah Merda. Oh merda ele era grande. Prendi a respiração, e então eu gemi, ele bateu, tudo profundamente, e eu me senti tão completa, tão fodidamente completa. "Merda. Oh meu Deus, porra." "Foda ela", disse Rick, e sua voz era irregular. "Foda ela com força. quero ver você transar com ela". Carl entrou todo o caminho, e os meus músculos apertaram ao redor dele, mais e mais enquanto me ajustava para o tamanho do seu pau. Se inclinou para frente e apoiou os cotovelos em ambos os lados do meu rosto, e seus olhos estavam nos meus.

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"Olhe para mim", ele rosnou. "quero que você olhe para mim enquanto eu te fodo." Balancei a cabeça e encontrei os seus olhos quando ele puxou e bateu de volta para dentro. Cheia, dolorida e fodidamente divina. Bateu de novo e grunhiu. Amei a forma como soou. Seus quadris pegaram velocidade e força, me balançando ao redor na cama, enquanto me fodia duro e profundo. Não tirei os olhos dele, a boca aberta quando eu engasguei e gemi e tomei tudo. "Foda-me," Eu assobiei. "Sim! Sim!" "Você é apertada. Realmente muito apertada. Ela se parece fodidamente bonita." Quase não notei a abordagem de Rick, empurrando o cotovelo de Carl de lado o suficiente para se ajoelhar na minha cabeça. Seu pau pousou em meus lábios, e eu gemi quando eu abri o suficiente para deixá-lo entrar. "Boa menina," e disse enquanto eu chupava seu pau. Um pau grande na minha buceta e outro na minha boca, dois pares de olhos olhando para mim, dois paus duro para mim. Eles estavam chegando perto, seus impulsos mais fortes, a cama rangendo e estalando sob a pressão. "Vou gozar", Rick rosnou. "Engula, baby, engole tudo, foda." chupei, raspei o pau dele com os dentes e ele assobiou. "Foda," Carl resmungou. "Agora, porra agora." Ele me avisou, pressionando minhas coxas plana contra meus seios e minha bunda se levantou da cama, Carl aprofundou o suficiente quando ele gozou e eu choraminguei em torno do pau de Rick. O gozo de Rick era grosso e havia um monte dele. Encheu o interior da minha boca e escorria para o fundo da minha garganta. Chupei seco, levei tudo, ele acariciou meu rosto com as mãos úmidas, me dizendo a garota perfeita que eu era. Que sorte a deles que me acharam. Carl ainda estava dentro de mim, ainda gozando. Amei o pensamento, sabendo que o grande pau grosso estava derramando sua semente tão profunda.

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Senti-me bem, como eu tinha feito bem. Fiquei orgulhosa, e ele floresceu através de mim. Queria torná-los mais orgulhoso ainda. Rick tirou da minha boca e Carl me beijou fundo para o gosto de Rick. Resmungou seu prazer quando o encontrou, e eu o senti sorrir quando Rick se juntou a nós, abrindo o beijo para um de três vias. Senti sua respiração se acalmar, e a minha também. Sorri quando eles se afastaram, e estava feliz, tão feliz. "Isso foi incrível. Isso foi realmente muito surpreendente." Os olhos de Rick brilharam, parecia orgulhoso, também. Triunfante. "Estou tão feliz que encontrei você. Você é incrível." Carl beijou minha testa. " Não foi tão ruim, foi?" Eu balancei minha cabeça. "Não. Isso não foi tão ruim." puxou para fora lentamente, e eu me senti vazia sem ele. Os dois rapazes analisaram a cama e olharam entre as minhas pernas; mãos me tocando. Eu me senti tão exposta enquanto eles me admiravam, puxando minha buceta desta maneira e fazendo afirmações positivas. "Bom", disse Rick. "Ela está agradável e pronta." "O que eu pareço?" Perguntei. "Eu estou... aberta?" "Sua buceta está divina", disse Carl. Ele mergulhou seus dedos para que eu pudesse sentir isso, e eu me senti tão suave. Relaxada e solta, e aberta. Tentei não pensar no buraco, na visão de que eles estavam tendo, mas eu realmente não deveria ter me preocupado. Eles queriam mais, me deixando desta maneira e, me manuseando mais aberta. "Nós podemos ver dentro de você", disse Carl. "É fodidamente bonita." Pegou a garrafa de lubrificante da penteadeira e apertou uma carga em sua mão. Estava frio contra o meu clitóris. "Nós vamos continuar. Não quero que você se feche." O pensamento me trouxe uma nova onda de arrepios. Rick se inclinou sobre mim, pegou um vibrador da mesinha. Parecia grosso. Realmente grosso.

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Gemi quando bateu contra minha buceta, e então o empurrou para dentro. "É isso", disse ele. "Você é uma estrela do caralho, Katie. A verdadeira estrela do caralho." Coloquei meus braços atrás da cabeça e fechei os olhos, me concentrando em nada além da sensação. Ele foi me construindo lentamente, porra, o brinquedo lenta e profundamente, apenas para ser substituído por outro. Mais e mais lubrificante, mais e mais dedos no meu clitóris. Eu soltei a respiração enquanto dois brinquedos fizeram o seu caminho em mim, dei um pequeno gemido, mas era uma dor boa, uma boa dor. "Merda", eu disse. "Isso é intenso." "Dois paus", disse Rick, e ele estava sorrindo. "Só não o nosso. Ainda não." Ainda não. Era apertado, muito apertado. "Empurre", disse Carl. "Empurre contra nós, seja uma boa menina." Empurrei contra a pressão e doía e, em seguida, doía, apenas o suficiente para me fazer guinchar. Eu levantei meus quadris da cama e circulei e empurrei e eles estavam empurrando os brinquedos de volta para mim. Eles me foderam, estava encharcada, minha buceta escorregadia com a minha umidade e uma quantidade exagerada de lubrificante. Eu podia sentir o quão solta eu estava, solta, mas cheia, esticada, sensível e tesão da porra. "Empurre", Carl disse novamente. "Pegue. Leve tudo." Queria tudo, queria o suficiente para me fazer cerrar os dentes e empurrar de volta para eles. "Foda-me," Eu assobiei. "Ambos, eu quero tanto vocês." "Você tem uma bela buceta rosa aberta," disse Rick. "Mas ainda tem um caminho a percorrer." Mas eu queria isso agora, eu queria eles agora. Apoiei em meus cotovelos, e a visão desses dois caras lindos entre minhas pernas, olhos fervendo e com

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fome e quente para mim, era mais do que eu poderia tomar. A fantasia transbordou, e Rick sabia disso. Seus olhos brilhavam com conhecimento e ele apertou os dedos no meu clitóris. "O que pequena atrevida impertinente", disse ele. "Você é realmente algo especial, Katie." "Eu posso levá-lo", eu disse. "Quero isso. Porra eu quero." Os olhos de Carl eram tão verdes sob a iluminação gritante do quarto de hotel. Estava tomando a minha medida e eu sabia disso, me olhando quando Rick dedilhou o meu clitóris, esses dois brinquedos grossos ainda entalados na minha buceta. "Eu quero isso", repeti. "Foda-me, eu realmente quero isso." Carl puxou os brinquedos para fora com um ruidoso plop e eu soltei um suspiro. "Você quer isso?" Perguntou. "Eu não tenho certeza que você está pronta." Gemi quando empurrou seus dedos dentro, e desta vez não parou. Ele continuou até que sua mão estava quase toda no caminho, e deixou uma boa queimadura, doía uma boa dor. Rick se manteve dedilhando, e minhas coxas estavam tensas, se esforçando. Carl torceu a mão e me senti incrível, fodida e desarrumada e assim porra surreal, mas foi incrível. "Faça", eu disse. "Por favor." Rick olhou para Carl, mas Carl estava olhando para mim. "Por favor," eu repeti. "Eu quero você. Vocês dois. Eu quero vocês agora." Outra volta de sua mão e o senti afundar. Ele abriu e fechou os dedos dentro de mim, só um pouco, e eu senti tudo isso, cada pequeno movimento. "Ok, Katie", disse ele. "Goze para Rick, goze para ele com a mão enterrada em sua pequena fenda deliciosa, e depois vamos levá-la." Afundei de volta para as cobertas, amando o jeito que a sensação era construída, e mesmo que eu

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estivesse prestes a ser fodida por dois homens, dois grandes homens, eu não estava nervosa. Eu me senti segura. Senti-me querida. Senti-me como a mulher mais desejada na terra, encontrando lá com as minhas pernas abertas e minha buceta cheia ao máximo com porra e lubrificante e a maior parte do grande punho forte de Carl. Minha respiração estava ainda mais profunda, de olhos fechados enquanto eu focava na necessidade de gozar. Rick era tão bom, tão hábil. Ele sabia o ponto certo, sabia a velocidade certa, sabia exatamente o que seria necessário para enviar o meu sensível clitóris sobre a borda novamente. E eu fui sobre a borda novamente. Fui duro. "Foda-se," Eu assobiei. "Oh merda, oh merda, oh porra, porra." E Carl empurrou. Empurrou até que eu ouvi um pequeno plop, e minha buceta o sugando dentro, levando todo o seu punho para dentro de mim. "Sim", disse ele. "Boa menina, Katie. Boa menina." Eu fui à beira do delírio, empurrando e resistindo e desesperada para levá-los. Eles não perderam tempo. Eu ainda estava descendo quando Carl puxou sua mão da minha buceta. Ele pegou o braço de Rick e acenou para a cama e Rick estava ao meu lado. Ele estendeu a mão para mim e me puxou para ele como se eu não pesasse nada, seu pau já estava esperando. Gemi quando escorregou dentro de mim, mas não houve resistência desta vez. Estava aberta e molhada e deslizei para cima e para baixo dele com água na boca. "Foda, Katie", murmurou debaixo de mim. "adoro a forma como você se sente. Porra, eu amo a maneira como você se sente." Envolveu um braço em volta da minha cintura e me segurou para ele, guiou minha cabeça para descansar em seu ombro enquanto Carl apareceu entre as minhas pernas. Ele bateu a ponta do seu pau contra o meu clitóris. Thump, thump, thump.

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"Você tem uma bela buceta", disse ele. "Uma bonita buceta para uma menina bonita. Você é linda por completo, Katie. Um dia eu vou lhe mostrar o quão bonita você parece enquanto você está bem aberta". "Estende-me", eu disse, e minha voz era baixa e grossa. "Por favor, me estique o suficiente para dois. quero dois." "Isso pode doer um pouco. Respire." Doeu um pouco. Muito pouco. Doeu o suficiente para que eu fizesse uma careta, quando Carl pressionou seu monstruoso pau contra Rick e abriu caminho para o mesmo buraco. Minha buceta não o levou fácil, nem mesmo depois de tudo que eu já tinha tomado. "Ow," Eu assobiei. Carl fez uma pausa, olhou para mim, e seus olhos eram bonitos. "posso parar. Podemos ir mais devagar." Balancei minha cabeça. "Não. Eu quero você dentro de mim. Agora!" "Ok . Leve-me... leve-me ..." Empurrou, e doeu. Ele alavancou seu peso sobre o meu, e em Rick debaixo de mim, estava presa. Pressionada entre dois corpos quentes, dois homens gemendo. Ele empurrou até que se afundou dentro, e foda-se como eu estiquei. Podia senti-los, dois paus grandes apertados, movendo em conjunto, quando Rick começou a empurrar debaixo de mim. Eu podia ouvir as suas bolas batendo, sentir a pressão de dois paus se esfregando. Parecia insano, insanamente bom. "Nós estamos dentro", disse Carl. "Nós dois. Boa menina, boa menina, porra." sorri, delirante. "Sim ... oh sim ..." Beijou-me e eu o beijei de volta, e eu não estava mais com medo de Carl Brooks. Eu estava louca pelo corpo de Carl Brooks. Seu pau. Sua brusquidão e seu charme seco e seu jeito mandão. Estava louca por Carl Brooks.

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Adorava Rick. Adorava a pressão de seus lábios na minha bochecha. Adorava a maneira como ele me segurou firme enquanto eles me fodiam, passando os braços em volta de mim, me segurando me beijado, me fazendo sentir tão especial. Foi doloroso e brutal, e os ruídos foram horrivelmente molhados e nojentos, mas era bonito. Era estranhamente romântico. sonhei.

Apaixonado.

Tudo que eu sempre

Carl quebrou o beijo e encostou a testa contra Rick e eles sorriram um para o outro. Eles se beijaram tão ternamente que levou minha respiração, passei meus braços ao redor do pescoço de Carl e o puxei para perto.

"Foda ela," Rick sussurrou, e havia um desespero nele. "Faça. Encha essa buceta. Toda a porra do caminho, Carl." A respiração de Carl acelerou e eles perderam a sua coordenação, livre para empurrar seu pau dentro de mim, e eu saltei entre eles, levando tudo com um sorriso no meu rosto que não deixaria. "Encha-a, Carl. Faça. Vou gozar, vou gozar também." Eles gozaram duro. Profundo. Eles gozaram com tanta força que corei com orgulho. Os olhos de Carl escurecidos quando ele prendeu a respiração, e não havia um aço sobre ele. A dureza de seu tom que corta através da névoa. Eles puxaram para fora lentamente e eu gritei. Vazia. Eu me senti vazia. E dolorida. Eu senti a umidade escorrendo para fora de mim. "Nós estamos indo para preencher essa pequena boceta de gozo", Carl sussurrou. "Indo para descarregar tudo dentro de você, até que você esteja cheia. O tempo todo. Toda a porra do tempo. Isso é o que eu quero, Katie. É isso que eu fodidamente quero. " Palavras como essas nunca deveriam fazer sentir tesão.

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Mas elas fizeram. Essas foram as mais malditas excitantes palavras que jรก ouvi.

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Capítulo DEZ

Esta menina. Esta cintilante, animada, doce, menina de olhos azuis bebê, era algo. Realmente era uma coisa. Esquecendo o fato de que estava com a gente por dinheiro, esquecendo o fato de que tinha praticamente metade da minha idade, um estranho virtual, e evidentemente muito mais para Rick do que para mim, esquecendo de tudo isso, e mais um pouco, poderia cair por uma garota como Katie. Não consegui dormir. Nem mesmo no período pós-sexo, pós-álcool felicidade com dois corpos nus lindo na cama ao meu lado. Olhei para o teto e me perguntei onde isto estava indo, onde tudo isso estava indo. E me preocupou que a resposta estava em lugar nenhum. Como sempre. Uma fodida desculpa para lugar nenhum. Rick sempre fazia uma careta e revirava seus bonitos olhos e me diria para relaxar. Relaxe, Carl, dê a ela a porra de um minuto, cara. Relaxe, Carl, não agora, só não agora. Relaxe, Carl, basta ver como as coisas vão. Veja como as coisas vão. Ver como a porra das coisas vão, Carl. Mas eu estava cansado de ver como a porra das coisas vão. Isso não é quem eu sou. Não apenas espero. Não mais. Não sou uma vítima do destino. Não sou uma vítima para deixar a vida passar por mim sem tomar posse dela pela nuca e a arrastar para onde quer que o inferno que eu queria ir.

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Katie Serena Smith. Bonita, menina de cidade pequena com grandes sonhos. Poderia arrastá-la o inferno que eu iria? Se agitou ao meu lado, esticando as pernas debaixo das cobertas. Estava quente, contorcendo-se, os braços alcançando fora do calor em busca de ar mais fresco. Eu tinha aberto as cortinas antes de deitar na cama, feliz para admirar a aurora sobre o mar se o sono não me encontrasse, e ele não estava vindo. Os primeiros sinais de luz da manhã, florescendo sobre a tonalidade alaranjada da iluminação das ruas abaixo, e iluminando a perfeita pequena criatura ao meu lado lindamente. Ela se encolheu novamente, e rolou na minha direção, e seu braço pousou sobre o meu. Uma vibração de seus olhos e eles abriram, e ela acordou, só um pouco. Virei para olha-la, colocou a pequena e delicada mão sob o rosto, olhando para mim. Rick estava fora atrás dela, como estrela do mar, como de costume com um pé para fora das cobertas. "Oi," ela sussurrou. "Calor?" Ela assentiu com a cabeça. "Três em uma cama, algum calor." Eu sorri. "Sim. Bastante." Saí da cama e puxei uma boxer, depois fui para as portas da varanda para deixar entrar um pouco de ar fresco, mas Katie saiu atrás de mim. O tremor dela quando se levantou não me escapou. Tentando se esconder, então fui para cobrir sua nudez, eu entreguei a camisa que eu tinha descartado, ela vestiu e abotoou apenas o suficiente para esconder sua modéstia, e então foi para fora. Eu deslizei a porta a fechei atrás de nós. "Uau", disse ela. "Isso é incrível." "Sim. É. " Estava olhando para o mar, mas eu estava olhando para ela. A cascata confusa de loiro pelas costas, com os olhos na luz da manhã. "Como você está se sentindo? Você está... ferida?"

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Ela sorriu. "Eu me sinto como se alguém empurrou uma bota até minha buceta e chutou meus ovários. Repetidamente. Botas, com biqueiras de aço." "Desculpe-me por isso." " Tenho certeza que vou ter hemorragia interna." Mas estava rindo. "Se eu desmaiar, por favor, chame uma ambulância. Provavelmente meu ventre vai cair fora do buraco que vocês me deixaram". "Talvez devêssemos dar dinheiro do seguro. Para o risco." Mas eu também estava rindo. " só espero que minhas partes se juntem novamente." sorriu e seus olhos estavam brilhando. " Sou muito jovem para uma buceta flácida." "Assoalho pélvico", eu disse. "Você vai ficar bem, prometo." "Valeu a pena. Provavelmente." "Apenas provavelmente?" Encolheu os ombros. "Depende de quanto tempo isso me impede de montar. Não há nenhuma maneira de está montando nós próximos dias." "Desculpe. Deveria ter pensado." "Estava brincando. É tudo de bom. " se debruçou sobre o corrimão para olhar a rua abaixo, e minha camisa agarrada a suas coxas, esforçando lindamente sobre a curva arredondada de sua bunda. Outro dia. Definitivamente. "Sim. Está tudo bem, Katie." Virou-se para mim e seus olhos encontraram os meus, e havia nervos lá. Nervos e perguntas. "Eu estive ok?", Disse ela. "Quero dizer." ela escovou o cabelo do rosto. " Estava de acordo com as suas ... expectativas? " Direta. Gostei daquilo. "Sim. Você esteve ok." Estendi os braços, apreciando a brisa da manhã, e seus olhos percorreram meu peito. Pousando na curva em meus boxers. "Você foi mais do que ok. Você foi incrível." Ela corou. "Obrigada."

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"Você deseja continuar? Com o nosso acordo?" Assentiu com a cabeça. "Sim, eu quero continuar." Ela sorriu. "Definitivamente. Sem duvidas. " Seus olhos brilhavam. "Rick é muito de algo", comentei. "Sim, ele é." Seu sorriso era tão fácil. Tão honesto. "Ele diz o mesmo sobre você." "Ele me lisonjeia." " não tenho tanta certeza." Ela riu. "Eu não acho que você é tão ruim assim." "Não tão ruim assim?" elogio?"

inclinei minha cabeça. "Isso deveria ser um

"Sim." A risada dela era inebriante. Leve e livre e fresco. "Isso é um elogio." Assisti as ondas quebrarem sobre as pedras, os catadores de lixo na parte da frente, o vaguear de pessoas fazendo seu caminho nos lugares abaixo. Silencio. A calma antes da tempestade de um turístico domingo ensolarado. Uma ilusão de tranquilidade entre o caos que Brighton oferece. E é assim que eu me sentia. Como se fosse uma ilusão. Um momento de conexão tranquila, com uma tempestade no horizonte. Meu coração pegou seu ritmo, e havia um desejo em mim. O desejo de colocar tudo sobre a mesa. Negociar. Martelar os detalhes. Se ainda houver quaisquer detalhes. Nós nunca normalmente fomos tão longe. Relaxe, Carl, só dê a ela a porra de um minuto, cara. "O que você quer da vida, Katie?" Levantou as sobrancelhas. "Isso é uma questão estúpida para essa hora da manhã." Ela fez uma pausa. Respirou fundo o ar do mar. "Todo mundo sempre quer saber onde você está indo. O que você quer ser quando crescer? O que você quer estudar na universidade? Que carro você vai dirigir? Qual é o seu plano de vida? Qual faixa de

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salário que você quer ter quando você chegar aos trinta? Quando você vai para obter uma hipoteca?" “Não estava olhando para o seu plano de vinte anos." Sorri. "Apenas uma ideia." Ela olhou para mim e seus olhos eram penetrantes, pesando-me. "Você vai pensar que é estúpido." "Sua ideia do estábulo? Por que eu deveria?" "Você só iria." "Por que você não me tenta?" Ela encolheu os ombros. " costumava pensar que havia algo de errado comigo, que tinha algum tipo de defeito, porque não era tão ambiciosa como os meus amigos na escola. Os planejadores de carreira, eles iriam tut e encolher de ombros para mim e dizer que eu podia muito mais. Eu não queria um diploma de Cambridge me dizendo o quão inteligente eu era, ou algum plano de carreira milionário que me daria um Mercedes e uma casa de três quartos no subúrbio quando eu chegar aos vinte e cinco ". "Então, o que você quer?" "Eu queria as coisas do meu coração", disse ela. "Ainda quero. Cavalos. Liberdade. Vida. Equitação era tudo para mim quando eu estava crescendo. Ainda é." "O estábulo irá completar você?" Eu estava tentando não parecer condescendente. Não queria apadrinhar ela. Ela balançou a cabeça. "Não é o estábulo. A alegria." "A alegria?" Assentiu com a cabeça. "Era a melhor parte da minha semana, quando eu estava crescendo, montar durante uma hora em uma manhã de sábado. Mamãe trabalha no atendimento, e tem feito desde que eu nasci. Dinheiro ruim, longas horas. Fizemos tudo bem, mas ela realmente não podia pagar os luxos. Uma hora em um sábado foi tudo o que tive, e eu estava grata. Eu adorei. " Ela mudou de posição e uma careta atravessou seu rosto. "yowch, ovários. De qualquer forma, quero oferecer a mesma alegria. Me estabelecer em um

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pequeno haras, alguns cavalos, oferecendo aulas decentes. Lições acessíveis. Talvez alguns acordos de empréstimo para as crianças em troca de ajuda no haras. " Ela me lançou um olhar de fogo. " não sou estúpida, eu quero dizer, isso vai fazer dinheiro. O suficiente para viver. Não sou uma sonhadora sem esperança. Ele precisa ganhar dinheiro para ser sustentável. Mas apenas o suficiente. " Ela verificou os meus olhos e sorriu. "Eu disse que você pensaria que era estúpido." E eu fiz. Parcialmente. Pensei que era um desperdício de uma vibrante menina inteligente, talentosa que tinha claramente algum cérebros em seu crânio. Pensei que ela poderia estar destinada para mais, algo maior. Um enorme estábulo cheio até a borda com cavalos - eventos, e corridas, e mostrar pôneis, e um programa de equitação inteiro dedicado aos menos favorecidos, se é isso que ela queria. "Por que tão cedo? Por que não viver um pouco em primeiro lugar? Trilhar os órgãos sociais para obter um pouco de experiência atrás de você. Viajar. Fazer alguns bons investimentos ver através de todas as opções no caminho? Você disse que sua mãe trabalha longas horas por dinheiro ruim, é isso que você quer? O que sobre a vida? E sobre todas as experiências lá fora, para serem vividas?" "Eu estou vivendo", disse ela. "O haras é onde eu me sinto viva." Ela suspirou. "É propriedade de um cara chamado Jack. Um cara legal. O melhor cara. Ele vai me alugar os estábulos e a terra, mas ele está contra a parede. Sua esposa o deixou, e a manutenção do negócio está falindo e o banco está atrás da propriedade. " Encontrou meus olhos. "É a minha chance. Meu sonho. Só preciso de um pouco de dinheiro para realiza-lo. É por isso que eu estou aqui, com você. Parcialmente." "Apenas parcialmente?" "Só em parte, sim. A outra parte é para mim. Só por que...você sabe... " corou novamente. "As meninas têm necessidades." "Sacrificar alguns anos para seguir uma carreira e talvez você pudesses comprar as terras de Jack. Ter um estábulo próprio, não àquele que você aluga de outra pessoa. Alguns anos longe do sonho de se estabelecer para a vida, a longo prazo. "

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Ela riu. "Eu sou uma pós-graduada, grande merda. Apenas um diploma regular de graduação em negócios de Worcester. Quem vai me dar algumas centenas de mil por alguns anos de trabalho? Vou sair com uma sofrida poupança e alguns anos de tempo perdido. Eu prefiro ter o tempo. O degrau mais baixo de uma escada que você querer subir é melhor do que todos os degraus em uma que você não quer, você não acha? " Segurei minha língua. Segurei minha língua porra. Ali. Porra ali mesmo. Inclinei para ela, a peguei pelo cotovelo, e ela olhou para cima e os seus olhos estavam arregalados e os lábios estavam entreabertos, nervoso. Como se eu fosse beijá-la, como se eu estivesse indo para pressionar meus lábios nos dela e rasgar a camisa de seu corpo e levar sua maltratada buceta, aqui na sacada. Mas eu não estava. Eu não ia fazer nada do tipo porra. "Katie ..." Eu disse, e então parei. Nada de dê a ela a porra de um minuto, homem, mas porque a porta da varanda se abriu e Rick saiu, orgulhosamente nu, além de seus óculos, com seu cabelo emaranhado todo de um lado. Apenas Rick parece tão quente quando ele esta porra despenteado. Katie sorriu, e ele sorriu de volta, e eu me afastei. Recuei como se tivesse sido mordido, mas eles não perceberam. "Bom dia, campistas", disse ele, e beijou a boca bonita de Katie. Ele passou um braço sobre os ombros dela e a puxou alguns passos em minha direção para que ele pudesse fazer o mesmo para mim. "Vamos tomar um café da manhã, estou fodidamente faminto." Dirigi no caminho para casa, e Rick foi no banco de trás neste momento. Katie estava em mais dor do que eu esperava, e eu me senti um pouco culpado por isso. Ela se levantou no banco do passageiro com uma careta no rosto, mas alegou que ela estava excelente, apenas um pouco dolorida. Isso seria verdade, mas eu ainda me sentia culpado do mesmo jeito. Conversa fluiu como um sonho no caminho de volta para casa, histórias estúpidas e piadas velhas, política e os ocasionais vídeos bobo do YouTube, mas estava fluindo principalmente em sua direção. Rick inclinou para frente em seu assento para olhar para tela

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do telefone de Katie, ou acariciar seu pescoço através do espaço em seu encosto de cabeça. Eles estavam conectados, um no outro, como um filme antigo brega de romance. Se é que velhos filmes de romance cobriam a experiência da ligação da dupla penetração. Eu acho que eles chamam instalove. Me diverti. Não muito ciumento. Incentivado, mas não o suficiente para deixar a perspectiva me transformar em um otimista estúpido. Eu estava feliz. Nós estávamos felizes. Tão feliz que eu puxei o carro para fora da rodovia na entrada errada e que me dirigiu para Woolhope. Eles não perceberam a princípio, muito absortos em um jogo de "o que você prefere?” Você prefere comer o pênis de um burro ou tirar uma costela quebrada? Você prefere foder Angelina Jolie ou Brad Pitt? Você prefere ter nenhum sexo para o resto de sua vida ou 10 horas de sexo todos os dias para o resto da sua vida? Você prefere morrer agora, ou nunca em tudo, não para o resto do tempo? "Você prefere encontrar outro jogo estúpido, ou ir andando o resto do caminho para casa?" Eu disse, mas eu estava brincando. "Desmancha-porra-prazeres! Vai você se quiser senhor, mal-humorado! " Rick riu. "Rodada de fogo, rápido, a sua vez", disse Katie, e sua atenção estava toda em mim. "Você prefere... trabalhar o resto de sua vida ou se aposentar agora?" "Trabalho o resto da minha vida." "Você prefere... ter saliva de cigarro, ou saliva de gozo?" Eu levantei uma sobrancelha. "Que porra de pergunta é essa?" "Responda!", responder!"

Disse

Rick.

"Você

TEM

que

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Dei de ombros. "Gozo? Jesus, eu vou com gozo." " Você prefere viver em um jardim zoológico ou um aquário? "Zoológico ". "Você prefere ter vinte crianças até que você morra ou nunca ver uma criança novamente?" "Vinte." Eu olhei para ela. "Eu prefiro ter vinte crianças que não as ter." Ela descansou de volta em seu lugar. " Antes você do que eu. As crianças totalmente destroem a casa certo-como-inferno vocês têm isso acontecendo. Acho que você deveria repensar sobre isso." "Não", eu disse. "Eu não faria isso." Rick se inclinou para frente, prendendo o queixo no meu ombro. "Hum, onde diabos estamos indo?" E Katie notou. Ela saltou para a vida, olhando para fora das janelas. "Woolhope", disse ela. "Estamos indo para Woolhope." Ela virou-se para mim. "Por que estamos indo para Woolhope?" Rick entrou na conversa. "Sim, Carl, por que estamos indo para Woolhope? Você tem uma vontade súbita de montar um cavalo?" Eu atirei um olhar no espelho retrovisor. "Katie está se sentindo um pouco mal pelo uso, eu acho que é o mínimo que podemos fazer." Eu olhei em sua direção. "Você quer ver o seu cavalo, eu presumo? Brinque com ele ou o que você amante de cavalos precisa fazer de fim de semana". Ela assentiu com a cabeça. "Sim, mas eu estava... estava indo para fazêlo mais tarde... obter Jack para ajudar." "E agora, não há necessidade, não é? Nós podemos ajudar." Rick parecia bastante feliz para ir junto com ela. Ele bateu no seu ombro e ela inclinou a cabeça, fixou os dedos contra sua bochecha. "Nós podemos ajudar. Boa chamada, Carl. " "É aqui em cima", disse ela. Apontando para uma hospedaria à direita. "Pare aqui, sobre a terra, em seguida, vire à esquerda, você vai vê-lo." Eu segui suas instruções e ela ficou

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visivelmente animada, inquieta em seu assento, apesar do colo do útero dolorido. "Aqui", disse ela. "É aqui em cima." Recusei uma longa calçada esburacada. Weston’s Serviços Manutenção. Parecia um jardim agrícola, um pouco pior pelo uso. Algumas máquinas velhas e enferrujadas em frente de uma casa, algumas galinhas correndo pelo lugar. Ela apontou para um espaço na frente de um celeiro velho deteriorado, e eu estacionei. Ela estava fora do carro antes de eu sequer desligar o motor, e sua expressão era uma maravilha. Rick saltou atrás dela e ela tomou sua mão, começou a apontar as coisas. Ela o fez enfiar a cabeça no celeiro enquanto eu trancava o Ranger, e depois apontou para um caminho de concreto, com os olhos fixos em mim. "Ele está aqui", disse ela. "Você quer conhecê-lo?" Eu senti como se estivesse conhecendo seus pais. Isso é o quão sério era ela. Balancei a cabeça. "Lidere o caminho." Ela caminhou conosco apesar da dor e Rick piscou o maior sorriso por cima do ombro. Seu sorriso dizia; eu te amo. Ele também dizia ganhamos. Parece que ele queria conhecer o cavalo tanto quanto ela queria apresentá-lo. Nós passamos um bloco do estábulo e eu não diria que era impressionante. Acidentado ao redor, foi colocado gentilmente. Ele era do tipo sujo que começa com a idade, lama e falta de verbas, não por falta de cuidados. O teto parecia que era um trabalho descuidado, e algumas das portas pareciam prestes a cair. Em seguida, houve lama, muita lama, e não tinha havido chuva aqui, suficiente para que eu temesse pelos meus sapatos. Ela andou independente de cuidados para seus sapatos, e nos levou através de um cercado de adestramento de madeira quebrada que estava faltando algumas seções de ripas, até que ela parou, em um portão, e havia campos abertos do outro lado. Olhei para o pasto e havia dois pontos em forma de cavalo à distância. Eu estava tentando adivinhar qual era o dela quando ela me surpreendeu. A pequena Katie colocou as mãos em volta da boca e ela berrou. "Samsonnnnnnnnnn." Foi muito alto.

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Ela subiu na barra inferior do portão e fez isso de novo, e eu estava prestes a sugerir que apenas andássemos até o campo e pegasse a besta como eu presumi que a maioria dos proprietários de cavalos fazia quando houve um ruído de cascos, batendo na grama em algum ritmo. Afastei-me do portão por instinto, e assim fez Rick, e o cavalo veio à tona, carregando o banco a uma velocidade imprudente. Katie se inclinou sem se importar, estendendo os braços e chamando seu nome, e eu quase a agarrei, quase a puxei para trás e para fora do caminho do mal antes da besta peluda se chocar com ela, mas ele não o fez. Ele puxou a uma parada instantânea, e ele foi todos os roncos, e cutucadas. Sua cabeça grande peluda estava por cima da cerca, intrometendo de uma forma que só posso assumir era carinhoso, e ela estava rindo, feliz. "Este é Samson", disse ela, como se uma introdução fosse necessária. "Este é o meu garotão." Ele era um menino grande pra caralho. A besta negra enorme, com uma listra branca pelo seu rosto. Ela beijou seu focinho, e estendeu a mão para coçar suas orelhas, e Rick coçou suas orelhas também. "Venha vê-lo, Carl", disse ela. "Ele é amigável." Mas o animal não gostou de mim. Não tanto assim. Dei um passo para frente e eu estava tenso, e cuidadoso com ele, e ele estava desconfiado de mim. Encarou-me, então se encolheu, dando um passo para trás e bufando como um dragão porra. "Calma," ela disse a ele. "Ei, menino, calma." "Ele não gosta de mim", eu disse. "Ele vai", ela riu. "Ele está apenas nervoso com vocês. Você deve estar... tenso". "Tenso?" "Eles pegam a linguagem corporal", disse ela. "Energia, emoção, medo, raiva. Qualquer coisa. Eles pegam tudo." "Você está muito duro, porra" Rick riu. "Você não está no escritório agora, você sabia. Você precisa relaxar, relaxe. Deixe tudo sair. "

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Fiz um sinal para o cavalo, tentei manter meu tom leve, mas ele não pegou isso. Não se importava comigo em tudo. Senti-me estranhamente desapontado. "Não importa", disse Katie. "Ele vai se acostumar com você." Ela percebeu o que tinha dito e seus olhos se arregalaram. "Se você voltar, eu quero dizer." "Nós vamos voltar", disse Rick. "Será que não vamos, Carl?" Dois pares de olhos sobre mim, me olhando, procurando respostas para uma pergunta que eu não podia responder. Não realmente. "Claro", eu disse. Eu comecei a andar para trás pelo lugar que viemos. "Agora vamos indo antes de eu mudar minha mente."

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Capítulo ONZE

Eu deveria ter ido para casa. Quero dizer, tecnicamente sou somente deles para o fim de semana, e domingo à noite já seria horas extras, excedendo as necessidades de nosso acordo. Mas fiquei. Fiquei porque quis, porque eles ofereceram, porque Ambos.

gostava deles.

Fiquei porque queria cair no sono entre dois corpos quentes novamente. Fiquei, porque, apesar do fato de ainda poder sentir dor da batida que tinha tomado na noite anterior, os queria novamente. Queria tanto que estava uma bagunça quente pegajosa. Mandei uma mensagem de texto para mamãe, deixei-a saber que ficarei fora por mais uma noite, e uma para Jack, pedindo para cuidar de Samson até eu aparecer depois do meu encontro estúpido com o doador de esperma, e então me preparei para a noite, sentando de volta entre Carl e Rick no sofá, ouvindo coletânea de soul de Rick e bebendo o chá elegante. E então tinham se despido, e eu também, e nós tínhamos saltado em sua cama branca enorme e eu confortavelmente no meio, e os seus braços me seguraram firme. Mas eles não me foderam. E mesmo que meu golpeado colo do útero estivesse aliviado, não posso dizer que não fiquei um pouco decepcionada. Parecia que Carl e Rick eram cavalheiros. Cavalheiros que tinham feito questão de salientar que

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não estava de serviço. Que poderia levar isso fácil. Que não estavam à espera de nada. Então me beijaram e me seguraram, sem sequer uma pitada de algo mais. Eu teria tomado ambos. Teria ainda tentado levá-los como uma guerreira e aberto às pernas para outra contusão de colo do útero. Mas como você pode dizer isso? Quer dizer, eu deveria ter dito isso? Qual é a etiqueta nesse tipo de merda? Eles estavam me pagando. E parte de mim desejou que não estivessem, que isso fosse só eu e eles, apenas nós. Mas isso era um pensamento louco. Muito louco. É pensamentos como aqueles que não iriam pagar meu pequeno haras ou resgatar Jack dos problemas. Pensamentos como esses poderiam chegar aos montes. Sou madrugadora, mas Carl me superou na segunda-feira de manhã. Ele já estava de pé quando abri meus olhos para me encontrar deitada feliz ao seu lado vazio da cama. O banheiro, ainda estava cheio de vapor quando fiz um xixi e escovei os dentes, encontrei lá embaixo, ouvindo as notícias da manhã no rádio enquanto servia cereais. Sentei-me na ilha e dei um sorriso. Carl estava assustadoramente quente novamente esta manhã. Intimidador. Usava um terno preto, com ângulos que eram assassinos. Estava bem barbeado e de olhos brilhantes e sua mandíbula parecia feito de aço. "Café da manhã?" Empurrou a caixa de cereais em minha direção. "Temos torradas, ovos, bacon. Rick tem provavelmente um desse café da manhã em barras de nozes ou algum outro alimento de esquilo da moda no armário. " Ele apontou atrás de mim. " Tigelas e pratos estão no topo. Talheres na gaveta de baixo. Em breve você vai aprender o caminho de tudo." "Dia ocupado?" Perguntei, parecia tão coxo. "Sempre." Olhou para mim por um longo tempo. Seu perfil negócios estava ligado, e era impenetrável. Frio. Em seguida, seu sorriso suavizou. "Os novos recrutas", disse ele.

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"Sempre um pé no saco, invariavelmente, vale a pena no final. E reuniões. Tenho reuniões. Sempre tantas malditas reuniões ". Queria perguntar o que ele faz. Onde era. O que fez um cara como Carl Brooks assinalar o caminho dele sobre o negócio. Mas não podia. Não sabia bem por onde começar com o bate-papo. Tinha verificado a empresa de tecnologia - diretor de vendas para alguma agência ostentosa - mas online apenas dá as palavras, não lhe dá a imagem. Na verdade não. Terminou o seu cereal, enxaguou a tigela na pia, e então começou a recolher suas coisas, apenas passando por Rick quando caminhou através da cozinha e se apoiou em um banquinho ao meu lado. Rick não se parecia com uma pessoa da manhã, não em tudo. Ainda estava bocejando, se alongando em seu assento. Seu cabelo estava despenteado e seus olhos estavam sonolentos. Rick era lindo quando estava com sono. Carl se inclinou para beijar o cabelo de Rick, e então beijou o meu. Cheirava fresco e quente, e os seus lábios eram firmes. Apertou meu ombro com seus dedos fortes, queria ele. Realmente queria. "Se comportem crianças", e então se foi, uma maleta na mão e seu telefone já pressionado em sua orelha. "Ele é um filho da puta quente," Rick riu. "E assim começa outras 60 horas de trabalho semanal, no mínimo. O cara não para. Nunca. Juro que ele trabalha dormido, também." "E você?" "Vinte e cinco no máximo. É tudo sobre a criatividade. " pegou uma maçã da fruteira. "Então, menina bonita, qual é o seu plano para o dia? Recebo para mantê-la? " Gostei da ideia de ser mantida por Rick. Mas urgh, não, o doador de esperma. "Tenho que sair à uma da tarde. Pedaço estúpido de merda não posso me livrar. " " Trabalho? "

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Não me ocorreu de mentir. Balancei minha cabeça. "Assim, uma coisa de merda. Um encontro." Levantou uma sobrancelha e não desviou o olhar, à espera de mais, pensei sobrefalar a verdade, mas cada vez que começava as pessoas nunca me deixavam terminar. A filha de David Faverley?! Você é filha de David Faverley? O David Faverley? De Favcom? Uau! Ouvi dizer que ele vale bilhões. Realmente vale um bilhão? Como se eu desse a mínima para o que ele valia. Todos dentro de um raio de quinze condados conheciam David Faverley, e às vezes eu era burra o suficiente para deixar escapar que eu compartilhava um pouco de seu DNA de merda. Mas não hoje. Hoje eu era apenas uma menina que daria a David Faverley o dedo e lhe diria onde enfiar a merda da chantagem. Idiota. Rick mudou a estação de rádio e pegou seu laptop e o ligou na minha frente. E-mails chegaram, e avistei alguns deles, resumos do produto e feedback de teste cego, e fotos de seus anúncios em outdoors. Rick era incrível, e a partir dos e-mails que eu vi parecia que todo mundo pensava assim também. Em que um pequeno momento eu desejei que fosse alguém com uma carreira, alguém que pudesse impressionar Rick e Carl a maneira como eles me impressionaram. Mas não é quem eu sou. Rick não parece se importar de qualquer maneira. Olhou para o relógio. "Sete e meia da manhã. Então, tenho você por algumas horas?" assenti. Fechou seu laptop e seus olhos estavam encapuzados e lindos. "Acho que é tempo de eu te dar um passeio adequado pela casa."

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E agora estou atrasada, a mulher no meu programa de navegação deixou escapar um monte de porcaria que não fez qualquer sentido para mim. Já tinha estado em torno do bloco duas vezes, rodando todo o complexo Favcom, e ainda não poderia encontrar onde era para estacionar. Merda. Estava prestes a enviar uma mensagem para ele e dizer onde poderia colocar sua reunião estúpida quando vi um sinal para o estacionamento de visitantes. Carros brilhantes com tração nas quatro rodas, e pequenos conversíveis, e bicicletas, com um berrante cartaz da empresa cycle for life ao lado do bicicletario. O meu era a única sucata de lá. Estava usando minhas piores calças de propósito, aqueles com buracos nos joelhos. Estava usando minha camiseta de merda mais desbotada, também, rosa, uma vez brilhante com 'morda-me, baby' na frente. Eu usava meus mais surrados sapatos. Não tinha estado aqui há anos, não desde que era pequena o suficiente para que isso assustasse. A recepção era agora cromada e mármore, e tinha um enorme aquário com cores vivas peixes tropicais nadando nele. Fale sobre um exagero. A recepcionista estava vestindo cinza, com uma daquelas estúpidas gravatas com babados. Ela sorriu por cima do balcão, mas era toda rígida e condescendente, eu podia ver isso em seus olhos. "David Faverley", e ela levantou uma sobrancelha. "David Faverley?" "Sim. Tenho uma reunião com ele." Ela me deu um olhar projetado para extrair o sangue, mas eu não recuei, apenas sorri. "E quem devo dizer que está aqui para ele?" "Katie. Katie Smith." Ela apertou os lábios e me encarou antes de pegar o aparelho. "Tenho Katie Smith aqui para Sr Faverley. Alega que tem um compromisso ". Alega. Vaca insolente.

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E então seus olhos se arregalaram e ficou pálida, inquieta. Desligou o telefone e parecia que tinha visto um fantasma. Seu tom era leve e seu sorriso era brilhante e grande demais para seu rosto. "Seu pai vai enviar alguém para você em breve. Por favor, sente-se." Sentei e ela me ajudou a pegar um café da máquina sofisticada. Eu folheava algumas revistas chatas da indústria que praticamente me deixaram com sono, e fui folheando os pretensiosos jargões – digo anúncios de emprego na parte de trás quando alguém limpou sua garganta na minha frente. Outro pequeno servo, outro pequeno terno cinza, mas este seu lenço de pescoço era de bolinhas, tentando estar na moda. Para ser justo, quase o puxei, também. Senhora Minion estendeu a mão, e eu a balancei. "Caroline", disse ela. "Eu estou na equipe de estagiário. Vou levá-la para a entrevista. " Minha entrevista, o que é uma piada. Verifiquei o relógio no caminho através da recepção, perguntando em quanto tempo levaria para fazer isso e voltar para Samson, meu pobre abandonado Samson. Perguntando se iria gerenciar um passeio, apenas um rápido trote ao redor da escola, talvez um lento caminhar até as pistas. Gostaria de saber se Jack tinha tirado seus cascos, e lhe deu o seu suplemento de ferroe o misturou no jantar do jeito que ele gosta. Gostaria de saber sobre Samson todo o caminho lá em cima, através do elevador com fachada de vidro, ao longo do corredor com um milhão de portas de carvalho grossas retardando, à direita até o nosso destino, onde Caroline bateu em uma porta que dizia sala de reuniões sete com letras gravadas sem graça. Ela abriu a porta e me fez um gesto, e parecia que Caroline da equipe estagiário não estava convidada para minha entrevista estúpida. Havia apenas uma figura na sala, e meu estômago revirou. Queria ser legal, queria ser espontânea e calma que não dou a mínima, mas eu tinha dez anos de novo, e completamente não boa o suficiente, salientando, porque os meus sapatos tinham laços com cores diferentes e ele pensaria que eu era uma desordenada, sem

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correspondência. O doador de esperma tinha envelhecido nos seis meses desde que eu o tinha visto. Seu cabelo era consideravelmente mais cinza e parecia menor de alguma forma. Levantou de seu assento e acenou para uma cadeira de frente para ele, e por um momento eu pensei que iria tentar e fazer algo ridículo como me abraçar, mas não o fez. Ele não conseguia esconder sua decepção quando percebeu o que eu estava vestindo. Seus olhos mostraram sua desaprovação, e isso me deixou com raiva, isso me fez tão fodidamente irritada. Sentei na cadeira estúpida e cruzei os braços e então eu o deixei ter isso. "Você pode ficar com sua estúpida entrevista. Eu não vou aceitar um emprego estúpido. Não aqui, nunca. " "Por favor, Katie. Por favor, me ouça." Fingiu se importar, fingiu sorrir. " Como você tem estado? Tem sido meses... " "Bom", Rebati. "Estou realmente excelente, muito obrigado." "Estava esperando que você aparecesse à festa de aniversário da tia Georgina." "Estava ocupada". Tenho certeza de que a tia Georgina lidou muito bem sem mim. " Ele agitava alguns papéis, mas não parou de olhar para mim. "Tia Georgina queria você lá, queria que todos os seus sobrinhos e sobrinhas lá." "Tenho certeza que conseguiu muito bem com Verity para lhe fazer companhia." suspirei. "Isso não é o ponto." me inclinei para frente. "Então qual é o ponto? Por que estou aqui? Por que você está me chantageando com Harrison Gables, sabendo muito bem que é meu único ponto fraco? Isso é um movimento estúpido obcecado pelo poder, sabe? Mesmo para você. " "Se você diz." "Eu que o diga." "Por favor. Estava esperando que pudéssemos ter uma discussão produtiva. Sobre o seu futuro. " " E quanto ao meu futuro? Que tipo de negócio é esse?"

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Ele suspirou de novo e me deslizou uma pasta brilhante. Programa de Estágio Favcom, investindo em seu futuro. "Não preciso do seu investimento. Estou fazendo muito bem por conta própria." "Seis meses", disse ele. "Isso é tudo que estou pedindo. Você vai ser bem paga, e tratada de forma justa, e vai sair dela com muito mais experiência do que você entrou. " "Eu não preciso de experiência." "Todo mundo precisa de experiência, Katie. Você não pode passar o resto de sua vida cuidando de Samson. " Eu odiava a forma como ele dizia seu nome. Ele não tinha o direito de falar o seu nome. "Então, você planejava me chantagear com Harrison Gables?" "Planejava incentivá-la com Harrison Gables." "In-centi...o quê? Isso é mesmo uma palavra?" "Motivar", disse ele, "Pense nisso como uma recompensa, no espírito que se destina." "A recompensa para o quê?" "Para completar o programa." Apertou as mãos. "Seus irmãos fizeram este estágio e passaram com distinção. Sebastian é um técnico superior em R & D agora, e Dominic é um contador nível quatro na equipe de finanças. " " Whoopty doo, você deve estar tão orgulhoso." "Estou. De todos vocês." "Guarde-o," Eu bati. "Não preciso de sua aprovação." "Você tem isso de qualquer maneira. Sou seu pai. Eu quero ver o que você faz bem. " "Sim, bem, talvez não queira que você me veja fazer qualquer coisa! Talvez só queira que você desista e esqueça que eu existo. Deve ser fácil o suficiente para você, papai. "

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Acenou calmo, como sempre, senti as lágrimas picar. Malditas lágrimas estúpidas. Nunca deveria ter vindo aqui. Estava para sair, mas ele estava, também, e suas mãos estavam para fora, sua expressão triste e horrível. "Por favor. Vamos começar novamente. Apenas me dê cinco minutos. " Dei de ombros. Odiava querer o incentivo que ele estava oferecendo. Odiava este lugar, e sua horrível estúpida vida corporativa, e meu estúpido pai corporativo estúpido horrível. "Cinco minutos." "Sua mãe acha que você deve aproveitar esta oportunidade. E me faria muito feliz se você aceitasse. Sua irmã se inscreveu apenas na semana passada, e você poderia se encaixar, eu tenho certeza que você iria alcançalos. " "Já começou?" Ele assentiu. "deveria ter dito mais cedo, mas sua mãe aconselhou contra, ela disse que iria dar-lhe mais tempo para falar fora dele." "Como se fosse possível nunca me falar nele." Imaginei Verity, se exibindo em torno de seu pequeno avental elegante. Cadela. Aposto que estava adorando, aposto que ela estava indo tão bem, muito melhor do que ninguém. "Não há letras pequenas, sem condições adicionais. Depois de concluir o programa de estágio e vou enviar você e Verity por um mês no rancho com Harrison Gables. É simples assim." Se fosse assim tão simples. Mas era simples. Tinha escolhido muito bem, muito malditamente bem. E mesmo que estive com orgulho e teimosa e cheia de amargura, ainda era aquela menina assistindo Harrison Gables no YouTube e maravilhada, e sonhando e imaginando um dia em que eu poderia ser como ele. "O que eu tenho que fazer?" e minha voz era calma. "O que esse programa de estágio realmente significa?" "Treinamento de vendas. O melhor do melhor. Alguma experiência de campo, experiência com produtos. Um pouco tempo em marketing. Você pode se

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especializar para a seção final. Pode significar qualquer coisa que você queira que signifique. " Seus olhos encontraram os meus e ficaram firmes. "Por favor. Katie, eu sei que as coisas não têm sido boas para você, sei que você não pensa o melhor de mim, mas por favor, basta pensar nisso." Eu tinha feito vendas ao redor da faculdade, telemarketing de seguro para ganhar dinheiro para o estábulo de Samson. Eu tinha estado bem. Mais do que tudo bem. Meus bônus tinham comprado uma nova sela, um bom trabalho de um seleiro adequado. "E não há táticas desleais, sem balizas móveis? Apenas seis meses de um programa estúpido e eu estou no avião? " Ele assentiu. " Isso é exatamente como ele é. A menos que você queira ficar. " Nunca. Nem em um milhão de anos.” "Salário? Qual é o salário?" "Vinte mil para começar. Bônus em cima ". Vinte mil eu poderia ver à razão, com o meu outro trabalhador pouco ao lado. Vinte mil era quase três vezes a minha taxa no restaurante. "Horas de trabalho?" "Nove as cinco, de segunda a sexta-feira. É tudo regular, Katie. " O pensamento de estar longe de Samson me doeu. Porra me feriu. Eu já estava pensando nisso, já sentindo isso. Idiota. Cuzão do caralho. "E quem vai me dar este melhor do melhor treinamento? Deixe-me adivinhar... " zombo. "Você?" Começou a rir. "Cristo, não. Você realmente acha que eu sou tão arrogante? " “ Não.” respondi. "Por favor, Katie, me dê algum crédito. É um longo tempo desde que fundei este negócio, e um longo tempo desde que estava no campo de desenvolvimento de negócios. Vendas

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mudou, marketing mudou. O programa é de ponta, liderado pelo melhor dos melhores. O melhor de todos eles, eu prometo." "Ótimo. Não posso esperar para conhecer esse melhor do melhor. Vai ser muito divertido. " " Então, sua resposta é sim? " Olhei para ele. "Eu não sei se você me deixou com muita escolha." "Há sempre uma escolha", Seus olhos azuis encontraram os meus. Olhos azuis como os meus. Harrison Gables, eu estou fazendo isso por Harrison Gables. E Samson. E Jack também. "Quando tenho que começar o seu programa idiota?" suspirei. "Quando tenho que me inscrever?" " Vou apresentá-la agora", e meu estômago embrulhou. jeans rasgados de repente parecia uma ideia tão estúpida. Queria correr, dizer que eu voltaria amanhã, pelo menos, usar algo que se parecesse menos com um dedo médio adolescente para um saco de merda arrogante de pai, mas eu não tive tempo. Ele já estava no telefone, instruindo alguém. "Por favor. Minha filha, sim. Ela está pronta para conhecer na equipe, eu pensei que você pudesse... Obrigado, certo." Meu estúpido pai sorriu como o gato que tinha conseguido o creme, sorriso largo até que houve uma batida na porta. Levantou-se, alisou a gravata, desejei estar em qualquer outra roupa menos essas. Cruzei os braços sobre o slogan estúpido no meu peito, e olhei para o tampo da mesa. "Katie", disse ele quando a porta abriu. "Estou muito feliz de lhe apresentar ao chefe do programa de estágio Favcom. O melhor do melhor. Seu mentor para os próximos seis meses " Acho que foi o cheiro. Ou o tamanho da sombra. Ou talvez aquele espinhoso sexto sentido que lhe dá arrepios. Meus olhos se moveram lentamente, e meu coração estava acelerado. Disparado. Meu coração sabia. Olhos verde-dourados estavam olhando, arregalados, sua mandíbula rígida, ângulos assassinos,

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terno de alfaiataria. Aqueles olhos dourados olharam diretamente para mim, olhei de volta. E eu poderia ter morrido. "Carl", disse meu pai. "Eu quero que você conheça minha filha, Katie." Meu pai sorriu para mim, ignorante, inteiramente alheio. "Katie. Conheça Carl Brooks. O melhor do melhor ". Oh merda.

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Capítulo DOZE

Estou sempre no comando, mesmo na mais estranha das circunstâncias. E esta era uma circunstância estranha. Realmente muito estranha. "Nós já nos conhecemos", e os olhos de David se arregalaram em perfeita harmonia com os de Katie. Lá estava. A familiaridade que eu reconhecia. Não que teria percebido, não sem vê-los lado a lado, juntos, mas foram os olhos. As sobrancelhas. As maçãs do rosto, também, talvez. Ela saltou antes que eu tivesse a chance de expandir, assisti em fascinação doentia quando perturbada tentou dar uma explicação. Uma explicação evasiva de merda. "Eu, hum, eu conheço Rick", disse a David. "Ele é um designer. Nós somos amigos. Conhecemos um ao outro on-line, e eu conheci Carl, por meio de Rick, porque Rick é, hum, Rick e Carl... " Não diga porra amigo. Eu desprezo quando as pessoas ficam toda porra perdidas e evitam chamar os bois pelos nomes. David fez um pequeno gesto, sacudindo a cabeça. "Sim, sim, Katie, o namorado de Carl. Eu conheço Rick bem. " Katie corou mais forte do que eu já tinha visto, mesmo quando eu a elogiei por tomar dois paus em sua pequena buceta apertada. Olhei de cima a baixo, e meu profissionalismo foi afetado pela menina diante de mim. Se eu não a conhecesse melhor, a teria demitido como uma perda de tempo, uma criança

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mimada, assim como sua irmã. Sua fodida irmã. Uma pequena arrogante autointitulada, que espera um passeio fácil. Morda-me, baby. Sua camiseta estava desbotada e apertada, e eu podia ver pelo menos uma polegada de seu ventre, a curva de seus quadris cobertos por alguns jeans bem surrados. Ela olhou para longe de mim, cruzou os braços, registrei seu embaraço. Ela tinha uma bolsa cheia de roupas em nossa casa, eu as carreguei para o carro o suficiente para saber, e cada item único que eu tinha visto teriam sido mais adequado para o escritório do que a bagunça que tinha escolhido para se apresentar aqui. David estava sorrindo. "Bem, que mundo pequeno." Seus olhos encontraram os meus. "Você não mencionou que conhecia a minha filha, Carl. Esta é uma surpresa. " Não era justo. Ele riu um pouco. "Será que você não percebeu? Será que vocês dois não... conversaram? Certamente você falou? " David queria respostas, eu poderia contar, mas para ser honesto tem seus limites. Não poderia dizer ao cara que ela o tinha chamado de um espaço em branco em sua certidão de nascimento, que ela afirmou que não tinha pai, não conheceu o pai, que não queria nada com a porra do pai dela. E, no entanto, ali estava. Grande como a vida no escritório do papai. Meu escritório. E a sortuda número vinte no meu programa de estágio. " Acho que eu não coloquei dois e dois juntos", e meus olhos estavam queimando os dela. "Estou surpreso que você não percebeu, Katie, Eu tenho trabalhado com Carl por vinte anos. Isso é extraordinário. " Ele me entregou as fichas de aplicação, em branco. "Katie não foi oficialmente aplicada ainda, Carl. Ela vai precisar falar através do procedimento ".

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"Você está começando atrasada," eu disse a ela. "Você vai ter algum trabalho a fazer. Um monte de trabalho a fazer. " Ela fechou os olhos, embaraço praticamente exalava dela. E então ela deu de ombros. "Claro, qualquer coisa." Sua indiferença me fez arrepiar. O telefone de David começou a vibrar em cima da mesa. "Não há descanso para os ímpios", disse ele. Ele olhou o identificador de chamadas antes de suspirar e indicar a porta. Ele me bateu nas costas em seu caminho. "Vou deixá-la em suas mãos, Carl", disse ele. "Cuide bem da minha menina agora." Ele podia contar com isso. "Sente-se" e Katie se sentou. Tomei o assento de David e olhei para ela, olhou para mim. "Isto é estranho pra caralho", disse ela. "Não há merda". Reclinei em meu assento e a olhava, reunindo a situação. "Então, você é a criança de amor?" "Algo assim." Sua expressão era azeda. "Eu sou a criança de amor e você é o Sugar Daddies. Brilhante. Simplesmente brilhante ". "Você disse que ele era um espaço em branco em sua certidão de nascimento." Seus olhos eram como fogo. "Ele é um espaço em branco na minha certidão de nascimento! É um idiota, eu não sei como você pode mesmo estar trabalhando com ele." Não poderia compreender seu veneno. "David é o melhor homem que conheço, Tirando Rick . O melhor homem que já conheci. " "Pobre de você, então," ela estalou. "Suas normas devem ser muito baixa." "Não", eu disse. "Elas não são." Empurrei o formulário de inscrição em sua direção, mas ela não aceitou. "Estou aqui porque ele está me chantageando". "Segurando Harrison Gables para refém a menos que eu faça seis meses sobre essa coisa de estagiário." Olhei

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para ela sem entender até que ela continuou. "Harrison Gables é um encantador de cavalos, dos Estados Unidos. O melhor." "Entendo." puxei o formulário de pedido de volta. "Nesse caso, essa coisa de estagiário não é para você. Já tenho alguém forçado no meu programa, eu não preciso de outro ". Franziu os lábios bonitos. "Verdade?" "Sim, Verity." Enfiei a papelada de volta no arquivo. "Vou dizer ao seu pai que sua candidatura foi malsucedida. " "Você o quê ?! " "Estou falando sério", eu disse. "Eu recusei mais de cinquenta candidatos que valem a pena para o regime deste ano. Cinquenta pessoas que queriam isso, que teria trabalhado duro para isso, que ficaram devastadas quando eles não conseguiram. Temos espaço para vinte neste programa, e agora eu tenho dezoito que querem estar aqui e um que não o faz. Duvido que Verity vá durar mais uma semana, como está, e eu não estou contratando um outro vagabundo. " "Você irá dispensar Verity ?!", ela riu um riso amargo. "Isso vai ser completamente um susto para os livros. Princesa Verity geralmente tem o mundo inteiro bajulando os seus bonitos pés ". "Não aqui ", eu disse. "Não comigo." "Ela não vai deixar você demiti-la. Não com Harrison Gables em jogo. Ela não terá uma escolha, acredite em mim." Olhos azuis me olharam suavemente. "Não gosto de dizer às pessoas sobre o meu pai. Não estava tentando mentir ou esconder nada, eu só não..." "Com certeza você foi cuidadosa? Quando você estava pesquisando nosso perfil, Rick e eu, certamente você... verificou? Certamente você reconheceu onde eu trabalhava? Por certo você sabia? Você deveria saber, Katie, ao invés de aparecer na casa de um estranho, sem a ideia mais básica de quem eles eram. " "Eu verifiquei. Pesquisei tudo. Sabia que você trabalhava para alguma agência alto perfil em Cheltenham, algo em tecnologia. Não sabia que você trabalhava com o doador de

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esperma. Seu escritório está em Stroud, não Cheltenham. O nome da empresa não é ainda a mesma que a sua. " "É uma subsidiária", eu disse. "Você teria reconhecido isso?" Ela balançou a cabeça, mas eu achei difícil de acreditar. "Estou falando sério", disse ela. "Passei a maior parte da minha vida adulta tentando esquecer David Faverley e sua vida estúpida e seus negócios estúpidos. A última coisa que eu teria me interessado são quais as empresas estúpidas que possui e as que ele não tem. Eu não poderia me importar menos. " Inclinei mais. "Por que o odeia tanto? Eu não entendo. " "Porque ele é um idiota! Porque é um pau critico! Porque arruinou a vida da minha mãe! Porque cada vez que olhou para mim, senti inútil, por causa dele, porque eu nunca fui boa o suficiente para um idiota como ele. E eu não quero ser ", disse ela. "Eu não quero ser boa o suficiente para ele, nunca, ele pode ir se foder." Esta não foi a Katie que eu conheci não que realmente conhecia Katie em tudo. "Você parece surpreso. Como se ele fosse à porra de um santo ou algo assim." "Não é um santo. Mas David é um grande homem. Um homem justo. E ele não é crítico, eu nunca o vi julgar uma vez, não em vinte anos. " levantei minhas mãos. "Estou perplexo. Eu conheço a história, e eu sei que elas são sempre mais difíceis na vida real, quando você é o único vivendo, mas esse, esse ódio, eu me esforço para corresponder ao veneno para o homem. Genuinamente." "Ele julga muito bem", ela zombou. "Acredite em mim. Você apenas nunca viu isso. " Eu suspirei, e pensei através das minhas opções, a honestidade era a melhor política. Que normalmente é. "David Faverley não pode ser crítico", eu disse. "Simplesmente não está em seu caráter." "Então você acha." "Então, eu sei", continuei. "E eu sei, porque se fosse da natureza de David Faverley ser crítico, se ele

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visse as pessoas através de alguma visão intolerante, egocêntrico, autojustos do mundo, ele definitivamente, nem em um milhão de malditos anos, nunca empregaria um perdedor como eu ".

"Um perdedor?" Eu ri, porque parecia tão ridículo. "Você não é um perdedor, Carl. Você nem sequer sabe como ser um perdedor. Olhe para você." "Não mais", disse ele. "Seu pai viu algo em mim quando ninguém mais iria me lançar um segundo olhar. Ele assumiu um risco em uma criança com nada além de um grande ficha em suas costas, ele foi paciente e tipo, ele persistiu e tentou, e colocou o esforço até que eu tornei algo mais. " "Tenho certeza de que você está sendo excessivamente duro consigo mesmo." Eu tinha certeza, também. Muita certeza. Mas ele sacudiu a cabeça. "Um período na detenção juvenil, pequenos furtos, roubo de carros, vandalismo. " Ele fez uma pausa. "Combate. Lutas que eu sabia que eu ia perder. Lutas, lutei de qualquer maneira, só porque eu estava no limite e não sabia mais como me expressar. "Ele apertou as mãos em cima da mesa. "Eu não tinha nada. Um casal de ex-pais adotivos que já tinham conseguido a próxima criança quando eu saí. Alguns amigos que não valiam uma merda. " Engoli em seco, a garganta seca. "O que você fez?" Ele olhou diretamente para mim. "Eu cresci, um pouco, apenas o suficiente para saber que eu tinha que sair. Então, consegui algumas ferramentas, um balde, qualquer coisa que eu pudesse pegar em minhas mãos. Legitimamente pegar em minhas mãos. "Ele sorriu para alguma memória distante. "Eu lavei o carro do seu pai. Ele estava em um cruzamento em Gloucester41, um dia, no seu brilhante BMW, e me aproximei de sua janela e perguntou-lhe se podia limpar os para-choques, enquanto ele estava esperando. Ele disse que não no

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início, mas eu era persistente, disse-lhe havia lama lá embaixo, que iria secar e seria uma merda para limpar mais tarde. Disse-lhe que ia fazer um bom trabalho a um preço justo, e, em seguida, pedi novamente. " "E ele disse que sim?" Ele sorriu. "Ele disse sim. Ele puxou seu carro para estacionar na rua e esperou enquanto eu limpava. Ele disse para caprichar, nenhuma despesa poupada, mas o carro estava limpo até os para-choques, e eu disse isso a ele, cobrei menos quando me ofereceu o dinheiro, porque eu não tinha feito nada. Perguntou-me de onde eu era e onde estava indo, e eu dei de ombros e disse que não sabia onde eu estava indo, mas em um bloco de apartamentos ao virar da esquina. " "E o que? Ele deu-lhe um emprego? " " Me deu uma oportunidade na vida em que todo mundo teria chutado. Me deu seu cartão de visita e me pediu para ir ao seu escritório. Disse que poderia fazer com pessoas ao seu redor que são honestas, e trabalhadoras, e com fome por uma chance de fazer melhor. " Ele olhou para o teto.” Era eu." Não sabia o que dizer, então, eu não disse nada. "O que quer que as questões que você teve com o seu pai, Katie, eu nunca vi nada para indicar que ele seja um idiota. Nem uma única coisa em vinte anos, não da maneira que você disse que ele é. " "Fodeu a minha mãe quando ela era sua secretária," eu disse. "Ele a engravidou a demitiu e arruinou a vida dela. E então não queria assumi-la, nem a mim. Não até que apareceu quando eu tinha dez anos, querendo outro pequeno troféu para mostrar no dia de evento corporativo, muito provavelmente, um garotinha loira para juntar com seus próprios filhos. Agora você conseguiu isso? Ele arruinou toda a vida de minha mãe. Arruinou ela. Usando ela e a chutou quando ficou grávida" Olhei para Carl e seus olhos ficaram chocados, e sérios, cheio de alguma coisa. Pena, talvez. "O que eu disse. O que é essa cara?" Ele encolheu os ombros. "Eu só estou surpreso." "Por quê? Por que surpreso? Eu já lhe disse, o cara é um canalha ". "Estou surpreso, porque essa não é a história que ouvi, nem perto."

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"Bem, ele não iria dizer a verdade, ele iria?" Eu disse. "É claro que não iria!" Ia falar, mas mudou de ideia, o vi desistir, o vi fechar a boca e verificar a si mesmo e mudar de expressão. Olhou para o relógio. "Eu acho que nós deveríamos acabar com isto. Antes que isto vá mais longe." Dei de ombros. " Mas eu ainda não preenchi a minha ficha. Quando eu devo começar? " "Minha posição continua a mesma. Sua aplicação é sem êxito. Você é livre para ir embora. " Eu não podia acreditar. Ele estava realmente falando sério. "Não!. Eu preciso fazer isso, por Harrison Gables. E vou fazer isso! " Ele sacudiu a cabeça. "Você não está nele pelas razões certas." "Então?" "Então, é importante. É importante para mim." Dei risada, ri tanto que ele fez uma careta para mim. "O que foi? O que há de repente de tão engraçado? " "Você vai me pagar por sexo, mas você não me deixa trabalhar com você, porque estou trabalhando com você pelas razões erradas. Tem alguma ideia de como ridículo isso soa? " “Não me importo o quão ridículo que pareça, essa é a verdade." "Você vai ser o meu sugar daddy, mas não o meu chefe?" Ele assentiu. "Se você quiser vê-lo dessa forma. Eu prefiro não. " Não pude deixar de fazer uma careta. "Como você quer vê-lo?" "Não aqui. Esta não é uma conversa para o escritório. tenho coisas para fazer." Levantou-se para sair e colou um sorriso no rosto, e isso acabou, meu sonho de conhecer Harrison Gables tinha acabado. "Espere", eu disse. "Espere um minuto." Mas não esperou. "Eu tenho que ir. Tenho dezenove pessoas, dependendo da minha orientação em Cheltenham."

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"E quanto a mim?" Encolheu os ombros. "Encontre alguma outra maneira de realizar os seus sonhos, algo que o seu coração está." "Mas eu..." gritei. "Eu ficaria bem. Poderia trabalhar duro. Poderia fazer muito bem. " Levantou uma sobrancelha. "Morda-me, baby. Isso é como você opta por participar de uma entrevista? " Balancei minha cabeça. "Eu não vim aqui para uma entrevista, eu vim aqui para dizer a meu pai estúpido para se catar." "Ao se vestir como um adolescente petulante?" Inclinei minha cabeça contra o encosto da cadeira. "Algo parecido." Olhou para o relógio novamente. "Eu realmente deveria ir embora, Katie. Eu tenho um lugar para fazer. " Olhei entre ele e a porta, e o arquivo que tinha deixado sobre a mesa, fui para ela, corri como uma cobra para o formulário de pedido que tinha guardado, e me atrapalhei em torno do lugar procurando uma caneta. "O que você está fazendo?" Perguntou. "Já foi decidido." Fiquei olhando, mas não havia nada, nem mesmo uma porcaria de lápis. Que tipo de inútil tem essa merda como sala de reuniões? Suspirei. "Dê-me uma caneta, por favor." Ele ficou em silêncio por alguns segundos, olhando. Eu estendi minha mão, esperando. E então enfiou a mão no bolso interno e tirou uma caneta. "Isso não muda nada. Este programa é para as pessoas que realmente querem estar lá." "Espere um minuto" e meus dedos estavam rabiscando. "Isso não vai afetar a minha decisão, Katie. Eu sinto Muito."

Mas ele estava errado. Errado sobre o meu pai, e errado sobre mim, também.

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Continuei independentemente, rabiscando e rabiscando através de todas as perguntas, e ele não se moveu, não deixou, não disse mais uma palavra para me distrair. Terminei e fechei a tampa da caneta, entreguei o formulário com um floreio de triunfo. Vi seu rosto, enquanto ele o leu, vi seus olhos. Observava a maneira como ele olhou para mim, e então olhou para mim de novo, mais e mais. "Então? E agora?" Pegou as chaves do carro, segurando. "Eu estou indo para Cheltenham, como eu disse. Eu tenho pessoas à espera. " Ele abriu a porta. E então segurou lá, aberto. "É onde o estágio é realizado", disse ele. "É melhor você vir comigo." "Vou verificar. Eu vou verificar tudo no formulário. Eu sempre verifico. " "Seja meu convidado. Eu não sou uma mentirosa." "Certamente espero que não." Seus olhos se cravaram em mim, fez meus joelhos se sentiram fraca quando fizemos o nosso caminho através de recepção. Todos olharam. Todos. As portas automáticas deslizaram abertas e saímos. Ele pressionou a chave e ouvi o beep do Range. Eu passei por ele sem perceber, em uma vaga privilegiada à esquerda da entrada principal. Eu não posso acreditar que eu não tinha porra notado isso. Idiota. "Eu tenho o meu carro", eu disse. "Eu posso segui-lo." Ele balançou a cabeça. "Entre. Estou dirigindo." Não discuti. Vi seu rosto quando se virou, grata pela oportunidade de verificá-lo quando estava ocupado de outra maneira. Assustadoramente quente. Mais assustadoramente quente agora que eu o tinha visto em seu ambiente natural.

"Essas são estatísticas impressionantes", comentou ele. "Bem impressionante."

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"Eu precisava do dinheiro para Samson. Os bônus foram bons. " Eu me inclinei contra a janela. "Eu dou tudo de mim. Sempre. Você ainda não viu isso, não quando eu estava... bem... sorri. "Isso não conta, mas mesmo com isso. Sempre dou o meu melhor. É quem eu sou. " "Se você não fizer isso, você estará fora. Isso vale para todos em meu programa. " " Compreendido. " "Você mentiu para seu pai, disse que me conhecia através de Rick." "Não é uma mentira. Eu conheci você através de Rick. " “Enganando, então. Implica que nós somos apenas conhecidos casuais.” "Eu sorri para ele. " Nós não somos?" "É isso que você acha?" Ele puxou um par de óculos do bolso e os colocou contra o clarão, e eu desejava que ele não tivesse. Ele era impenetrável Ilegível. "O que você quer que eu diga? Sim, nós já nos conhecemos. Hey, Pops, eu levei Carl e Rick na minha buceta neste fim de semana. Ambos, ao mesmo tempo. Era uma piada." "Você poderia ter deixado claro que éramos amigos." "Amigos. Isso é o que nós somos? " " Nós não somos?" Ele olhou para mim, mas tudo o que vi foi o meu próprio reflexo. "Eu não sei o que somos", eu admiti. "Como dissemos antes, Katie. Isso depende de você. " "E como eu disse antes. Por que eu? Certamente é o seu show? " Ele puxou o Range para a estrada principal. "Nós trabalhando juntos, não vai afetar o nosso arranjo, não?" Balancei minha cabeça. "não estou pensando nele. É separado. Eu posso lidar com isso. " "Espero que sim. "

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Parecia engraçado de repente - destino. Que asno. O universo com certeza tinha um senso de humor. " vou estar transando com o chefe," ri. "Como totalmente radical." "E não vai ganhar nenhum favor, eu prometo." "Não assumi por um segundo que seria." Eu assisti Stroud passar pela janela quando nós fomos em direção Cheltenham. "O que loucos seis meses estão alinhados para ser. Seis meses com você e Rick, seis meses neste programa. Então Harrison Gables. Então, meu pequeno haras. Definitivamente meu pequeno haras. " "Você está fazendo isso apenas pelo encantador de cavalo? Não pelo dinheiro, ou a experiência? Só por ele. " Eu balancei a cabeça. "Só por ele." Dirigiu em torno de uma curva, e eu assisti suas mãos no volante. Dedos grandes, longos. Ele tinha grandes mãos. "E se o programa durasse um ano? Dois anos?" "Não é", eu respondi. "Por sorte". "Mas se fosse?" "Eu teria que pensar sobre isso." Ele inclinou a cabeça. "Você teria feito isso, não teria? Sacrificado um ano, talvez dois, para o que você quer? Algo que poderia mudar sua vida para sempre? " Deixei escapar um suspiro. "Eu acho. Provavelmente. Sim, provavelmente. Quer dizer, por uma chance assim, uma chance única. Harrison Gables normalmente não tem alunos. " Nós aceleramos em direção Cheltenham, e eu olhei para o meu jeans surrado. Eu estava tentada a perguntar para Carl se podíamos voltar para o meu carro, pegar uma muda de roupa da minha bolsa. Deveria ter pensado. Deveria. Deveria. Não me faria muito bem agora pensar o que deveria. "E o haras? Em dois anos pode preparar seu próprio haras? "

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Eu ri. "Eu já disse a você, ninguém vai me dar esse tipo de dinheiro. Nem mesmo com seu admirável programa de treinamento de seis meses sob o meu currículo. " "Não tenha tanta certeza", parecia sério. Seu tom fez a minha boca seca. "Se você diz." "E se eles fizeram? Você aceitaria? " O carro estava quente, abafado. "Não tenho certeza. Depende do que se trata. Teria que pensar sobre isso. " "Um ano fora, talvez dois, longe de seu sonho em troca de estar mais próximo dele. Você faria isso? " Sorri para ele, bati palmas. "Se é assim que você prefere jogar. Eu sabia que gostava realmente. " ri novamente. " sabia que você iria adorar isso." "Estou falando sério", o senti em meu estomago. Em meus joelhos nervosos. Um sinal passou por nós. Cheltenham 8 Km. Parte de mim queria este dia para ser mais, parte de mim não o fez. "Serio sobre o quê?", ainda estava rindo. "Sério sobre alguma empresa aleatória me dando quantias enormes de dinheiro para dois anos em alguma função de trabalho não revelado? Como é que vou falar sério sobre isso? Como eu deveria mesmo responder a isso? " puxei os fios no meu jeans rasgado, o coração batendo e nem sabia o porquê. "Sim, eu o faria. Se pudesse, quero dizer, provavelmente. Quem não gostaria? " "Você faria isso?" Dei de ombros. "Eita, Carl, eu não sei. Este é o pior jogo que já joguei. Isso nem sequer faz sentido. " E nem ele. Não quando desviou o carro da estrada e em um puxão. Foi rápido, de última hora, me jogando de volta no meu lugar enquanto eu segurava a alça de braço. "Merda!. O que é que foi isso?" O motor ainda estava funcionando, o carro ainda roncando enquanto o tráfego passava por nós.

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"Dois anos", disse ele, "e o haras seria seu. Você aceitaria? " "O estaleiro vale mais de duzentos mil, Carl." Balancei a cabeça em descrença. "Quem me daria duzentas mil por dois anos? E para quê? O que eles querem mesmo de mim? " Tirou seus óculos escuros e se inclinou, e meu coração batia forte, e eu segurava o lado do meu banco e nem sabia o por quê. "Há algo que eles querem... Mas isso não seria um trabalho, Katie, e não uma das nove às cinco. Nem mais um programa de estágio. " "O que, então ?! Um rim? " Sorri nervosa. Balançou a cabeça e sorriu um pouco. "Não, não é um rim. Mas não é muito diferente... não realmente... " "E você conhece essas pessoas?" Eu ri para aliviar a tensão. "Estes esquisitos que iriam comprar o meu não rim por duzentos mil?" Inclinou-se ainda mais, estendeu a mão, descansou no meu tremente joelho e apertou. E provocou, queria. Queria. "O que você está dizendo, Carl? Eu não... não entendo. " Eu queria entender, porém, mais do que eu queria sentir. Queria sentilo. Houve uma ninhada em seus olhos. A escuridão. Um desespero. Isso me fez sentir toda ferrada, pateta, conectada e desesperada. "Katie...", estava de volta na varanda Brighton, quando pensei que ele iria me beijar, logo antes de Rick chegar. Estava com medo, nervosa e carente novamente. Assim como eu tinha estado naquele momento. "O que eu disse. O que é isso? O que você quer que eu faça?" Respirou, engoliu em seco e limpou a garganta. E então a porra do Bluetooth tocou nos alto-falantes.

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Capítulo TREZE

Garanhão chamando. Passou-se no painel de instrumentos, o bleep bleep bleep estridente através de cada alto-falante bastardo. É ligado automaticamente, e os olhos de Katie ainda estavam arregalados, esperando as palavras na ponta da minha língua. "Ei, rabo quente, onde está você? Você está no carro? Eu posso me ouvir. La la la, ooh ah, eu posso me ouvir ... " "Sim, no carro," mas ele não estava realmente ouvindo, ele ainda estava chilreando para si mesmo, preso em seu próprio eco. Eu podia imaginá-lo em suas calças jeans frouxas, se arrastando pela casa com uma mão em sua cueca. Ele normalmente liga então. "Eu te ligo de volta..." mas ele continuou independentemente. "Ela ficou até quase o almoço. E é o amor, o homem, é o fodido amor. Estou apaixonado por essa menina. " Eu assisti as bochechas de Katie corarem, corando na frente dos meus olhos, e sua boca estava aberta. "... Ela é incrível. E tão porra engraçada, Carl. E ela é doce, e bonita. E foda, a bunda dela. Sério, Carl, é a porra de um vício. Próximo fim de semana é uma dupla, estou fodendo a porra do marrom e não tente me impedir. Você pode foder sua buceta, e eu vou tomar meu tempo em seu pequeno doce rabo. " Ele riu para si mesmo. "Não tente me dizer que você não sente o mesmo sobre a nossa senhora bonita. Sei

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que você porra sente o mesmo. Ela é isso. Nossa porra protegida. Eu só porra sei disso. " Eu mantive meus olhos em Katie. "Ela está aqui. Katie está no carro comigo." Silêncio. Então ele riu. "Legal porra tentar, idiota. Quase me deu um ataque cardíaco. " " Eu não estou brincando . Ela está aqui." Sorriu novamente. "Por que diabos estaria no carro com você?" "Porque teve uma reunião no meu escritório hoje. Porque seu pai é David Faverley. Porque está no meu programa de estágio, estamos no nosso caminho de volta para o escritório Cheltenham agora. " Levou alguns segundos, e Katie fez uma careta. Apertou os olhos fechados e mordeu seu lábio. "Katie?" Disse ele. "Katie, você está realmente ai? Que porra é essa? " "Sim", disse ela. "Eu estou realmente aqui." "Foda-se!", Disse. "Isto é fodidamente real? Você é filha de David ?! " "Sim", respondeu ela, e ela parecia horrorizada. "Eu sou a filha de David Faverley. Biologicamente." Ele deixou escapar uma risada antes de se recompor. "Merda. Isto é como programa de TV. Eu comi a filha do meu chefe e assim fez o meu namorado." "Obrigado por isso", e minha mão estava nos controles, tudo pronto para desligar. "Olha, Katie, eu sinto muito por um minuto atrás. Eu só estava divagando, sabe? Deixei-me levar, animado. " "Está tudo bem", mas ela tinha as mãos ao rosto. "E a coisa do rabo, isso é só se você quiser... Eu não vou... Eita, porcaria. Você sabe o que eu quis dizer." "Eu sei o que você quis dizer. Está tudo bem. Legal. Eu estou bem ".

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"A filha de David. Isso é louco. " Claro que está fodidamente louco, idiota. Joguei Katie um olhar. "Olha, Rick, temos que ir. Horário para chegar. " "Sim claro. Legal. Onde você está, afinal? Vocês estacionaram ? " "Nós estávamos, mas estamos saindo agora. " "Certo, legal. Até logo. Amo vocês pessoal. Ambos vocês." Ele riu, e então desligou. Um estalo na linha e, em seguida, um bleep.Desliguei. Descansei minha cabeça para trás contra o encosto de cabeça. "Ele usa seu coração na manga." "meio que percebi", e não havia humor nele. Seus olhos brilharam quando olhou para mim, e eu vi David novamente. Vi a filha de David Faverley na minha frente. Cuide dela, Carl. Cuide da minha menina. "O que você estava dizendo?" estava nervosa, eu podia ver o tremor nas mãos, apesar do sorriso. Dê-lhe a porra de um minuto, cara. Dê-lhe a porra de um minuto. Estou apaixonado por aquela menina, Carl. Estou apaixonado por ela. O rosto de David. Cuidar da minha menina, Carl. Tomei outro fôlego. Fiquei quieto. "Você disse que precisava de algo. Você precisa de mim para fazer algo? O que é isso? " Filha do meu chefe. Como se as coisas já não estivessem suficientemente complicadas. Olhei para ela quando coloquei o carro em movimento, sinalizando. E então, selecionei o controle de áudio no painel, sorrindo como o tema Rocky iniciado. "Eu preciso de você para cantar para mim".

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Ela ficou perplexa por um momento, tentando descobrir o que vodu eu estava jogando. Tentando me entender, abrindo e fechando sua boca bonita, enquanto ela lutava com as palavras. "É parte do programa," eu disse, puxando para a estrada. "Todo mundo canta para mim, sem exceções." "Você está brincando, certo?" "Não." "O tema Rocky?" "Sim." "Você quer que eu cante o tema Rocky? Agora? " "Sim. " "Por quê?" Pelo menos, perguntou. A maioria não pergunta. "A música muda o estado, muda o humor, é uma âncora que você pode usar para o desempenho. Cantar diminui as inibições, faz àquelas paredes caírem, te empurra para fora de sua zona de conforto. E isso é o que é necessário, Katie, em uma programação de treinamento como a nossa. Você precisa ser flexível, adaptável, confiante, e espontânea. Não tem medo de empurrar através de barreiras. " Não descartaria que ela hesitaria e não se mostraria, como Verity. Totalmente esperava que cantarolasse um pouco, cantar em uma voz frágil que eu mal poderia ouvir, mas como parecia ser o caso mais frequentemente, os pequenos olhos azuis de Katie me surpreenderam. Começou a cantar, alto e claro, não era de todo ruim. Sorriu quando me juntei, e, juntos, abafamos o som, e ela estava socando o ar, rindo através dos vocais, soquei o ar, também. Uma mão no volante, quando outros motoristas olharam para nós. Eu não me importava. Estava sem fôlego quando terminamos, relaxando em seu assento com um sorriso no rosto. A tensão se foi, pelo menos por enquanto. "Isso foi divertido. Eu amo Rocky."

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"Você gosta?" "é o azarão, certo? Ergue-se contra todas as probabilidades. Olhos de tigre. " Ela jogou o cabelo do rosto. "Sim, eu amo Rocky". "Você ouviu a história sobre como Stallone escreveu o próprio script? Insistiu em fazer o papel principal e a empresa do filme disse que não? " Sentou-se para frente, se inclinou para mim. "Sim, eu ouvi sobre isso. Estava oferecendo um quarto de milhão ou algo assim, mas não a liderança. Ele não aceitou e recusou todo esse dinheiro e teve que vender seu cão, apenas para comprar comida. " Balancei a cabeça, sorrindo. "E então se deu bem, vendeu o roteiro e conseguiu o papel." "Fez certo e comprou o seu cão de volta, pagou uma fortuna por isso." "Sim." "História incrível ", disse ela. "Uma das minhas favoritas." Senti seus olhos em mim. "Inteligente mudança de assunto." "Obrigado." "Você vai me dizer o que você realmente queria?" "Sim. Um dia. Quando for a hora." Parte de mim queria que ela empurrasse, insistisse para que eu parasse o carro e dissesse o que diabos estava acontecendo comigo, o que era tão importante que eu pagaria algumas centenas de milhares, o que diabos queria tanto que ia virar o carro para fora da estrada e olhar para ela como um lobo a caça da presa. Mas ela não o fez. Deixou ir. Entrei no estacionamento da empresa, e Katie suspirou. "Sinto-me estúpida. Vestida assim." "Leve como uma lição." Eu puxei o meu espaço, e uma parede de vidro refletia nosso carro de volta para nós. Nosso carro? Katie olhou para o prédio. Cinco andares de agitação corporativa. " Isso somos nós. Pelo menos para os próximos seis meses."

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Deslizou da Range e me encontrou na porta. Senti a estranha vontade de pegar a mão dela, segurar os dedos delicados nos meus e exibi-la através do lugar. Desfilar como minha. Pus a mão no bolso em vez disso. Um mar de saudações. Tarde, Sr. Brooks. Tarde, Carl. Olá, Carl, como vai? Esperou até que estivéssemos no elevador subindo antes de falar. "Então, você é como o chefão por aqui?" "Você poderia dizer isso." "Legal". "A maior parte do tempo. Às vezes é estressante, ocupado, frustrante. " sorri. "Às vezes é incrível.” “Eu não acredito em você. Você ama isso o tempo todo. Está escrito em você. " " Avise-me quando estiver tendo um dia ruim. " Assentiu com a cabeça, seu sorriso era lindo. "Eu vou. Não se preocupe." Eu não estava preocupado. Estava estranhamente revigorado em sua presença, a sua forma suave tanto calmante e vivificante. Katie era uma pequena estranha criatura e delicada. Uma beleza real. Ela respirou quando o elevador parou. "Ansiosa?" Assentiu com a cabeça. "Sim. Muito." "Não fique. Você vai ficar bem. Sem pressão, apenas relaxe. " " Da última vez que você disse isso você quebrou meus ovários. " Minhas bolas apertaram com a lembrança. Eu ri. "Sim eu fiz." As portas se abriram e o piso foi ocupado, lotado com pessoas em fones de ouvido, as pessoas em salas de reuniões com fachada de vidro, pessoas em todos os lugares, indo sobre seu negócio. Indo sobre o meu negócio. Seguiu-me com passos rápidos, deslizando ao meu lado enquanto caminhava através dos conjuntos de

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mesa de escritório e todos olharam para nós, olhando com olhos curiosos. Indiquei um lugar no canto, longe do piso principal. Minha equipe poderosa, meu grupo de dezenove, envolvido em uma apresentação por nosso operador de telemarketing top, Daniel Dawson. Eu estava na parte de trás, uma vez que se aproximava, e Katie estava perto. Podia sentir o calor dela, a pressão do ombro contra o meu braço. "Então, isso é o Relacionamento 101, em poucas palavras. Carl será capaz de explicar o resto. Tempo perfeito. " Ele sorriu para mim. As cabeças se viraram, e os meus protegidos olharam para mim, e então olharam para Katie. Praticamente podia ouvir as engrenagens zumbido. Dei um passo para frente e peguei o microfone na parte traseira. "Obrigado, Dan. Grande trabalho. " Sorri para todos. "Boa tarde, espero que tenha sido útil?" Um murmúrio de concordância. "Bom." Fiz um gesto para a menina de olhos azuis em jeans rasgado, consciente do rubor de suas bochechas. "Esta é Katie Smith, Ela está aderindo ao programa. Espero que todos a recebam muito bem". Ela acenou e sorriu e todos acenaram de volta e disseram uma coleção variada de saudações. Todos, exceto uma. Verity. Seu rosto parecia um tapa na bunda. Seus ombros estavam rígidos e seus olhos estavam encarando, a boca fez uma pausa em algum lugar entre indignação e surpresa. Não perdi tempo em estabelecer o grupo de volta aos seus lugares, os emparelhando em equipes de chamadas de amigos enquanto ouviam os atendentes mais experientes no piso principal. Coloquei Katie com Ryan, o nosso candidato mais promissor, o cara que tinha intensificado e cantado a faixa Rocky no primeiro dia, e ela caiu em parceria com ele facilmente. A assisti relaxar, sua expressão brilhante e simpática. Ela faria muito bem. Sentia isso em meu ser.

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Estava feliz andando entre o grupo quando um conjunto de dedos beliscaram meu braço. "Uma palavra", disse Verity. "Agora, Carl. Antes que corra para o meu pai como um pequeno bebê patético.” Encarou Katie mais um pouco, atirando olhares que poderiam matar, embora Katie permanecesse alheia, concentrada, com seu fone de ouvido. "Se você insiste, Lidere o caminho, senhorita Faverley."

Um aperto firme pousou no meu ombro, e eu fingi estar surpreendida, olhando em volta como se tivesse vindo do nada. Tal como os meus olhos não tinha o seguido por toda parte, perseguindo o homem que tinha contundido meu colo, enquanto caminhava pela sala, o homem que havia colocado três mil na minha conta bancária e seu monstruoso pau todo o caminho dentro de mim. O homem que eu queria. Deu-me arrepios neste lugar, e eles eram bons arrepios. Nunca tive muito de uma coisa chefe acontecendo, mas talvez nunca tenha tido o chefe certo. Este já estava fazendo cócegas no meu estomago, que se inundam de borboletas que vem quando você realmente quer foder alguém. Como se estivesse em uma montanha-russa, mergulhando sobre a borda. "Nós estamos indo". "Agora?" Olhei ao meu redor para as pessoas ainda ouvindo atentamente em seus fones de ouvido. "Agora." Coloquei meu fone de ouvido sobre a mesa. "Onde estamos indo?"

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Carl não respondeu, apenas começou a andar, dei de ombros e sorriu para Ryan, que tinha sido tão gentil comigo, que me fez sentir bem-vinda. " Te vejo amanhã." Deu-me o polegar para cima. Carl não me respondeu no elevador no caminho para baixo, nem no caminho para fora pelo meio da recepção. Esperou até que estivéssemos de volta na vaga e fora do estacionamento. "Bem? Para onde estamos indo?" "Cidade", disse ele, simplesmente. "Cidade? Como da cidade de Cheltenham? " "Sim, para casa. " Eu olhei para ele sem pistas, olhou de volta para mim, olhou para os buracos no meu jeans. "Que roupa você tem para o escritório? Quantos executivos? " Fingi pensar sobre isso, me perguntando se o velho casaco da marinha no meu guarda-roupa ainda servia. "Eu tenho algumas blusas... uma saia ou duas... as calças de garçonete..." "Então, nós estamos indo para a cidade. Nós vamos buscar Rick no caminho ". Não pude deixar de rir. "Você quer me levar às compras? Como algo Pretty Woman? " Ele não riu. "O que você vai fazer? Enviar-me à numa dessas boutiques chiques com um punhado de notas usadas? " Pratiquei a minha impressão Julia Roberts. "Grande erro. Grande." Isso o fez sorrir, só um pouco. "Você precisa se vestir bem para se sentir bem, Katie." Não posso dizer que era um sentimento que já tinha realmente experimentado. Nós paramos em casa e Rick estava esperando, pronto para saltar no banco de trás. "Ei, moça bonita." Bagunçou meu cabelo sobre o encosto de cabeça. "Vou deixá-la toda arrumada. Bom trabalho que estou vindo como estilista principal". "Mantenha-se dizendo isso, Rick", disse Carl. "Queremos corporativo, não na moda."

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"Corporativa na moda", disse Rick. "Nós não queremos ela parecendo uma cadela poderosa dos anos 90. Urgh. Não." "Quero que pareça como ela é, uma séria candidata a vendas. Nada de fodidas bolinhas, Rick. Nada de miçangas néon e cortes vintage. Quero dizer isso, porra. " "Arruinou toda a diversão?" Mas o tom de Rick era leve. Isso me fez sorrir. "Posso comprar minhas próprias roupas. Você não precisa fazer isso." "Eu sei", disse Carl, mas ele continuou dirigindo. A boutique me deixou mais nervosa do que o escritório. Super imaculada assistentes de vendas em ternos pequenos extravagantes, e eu, parecendo como se tivesse sido arrastadas em uma cerca viva para frete e pra trás e então mais um pouco. Elas tinham sorrisos brancos brilhantes, mas os seus olhos estavam frios, avaliando e me achando insuficiente. Podia sentir isso. Os caras pareciam alheios. Carl pegou minha mão na sua e praticamente me entregou a uma mulher chamada Greta, e ela nos levou até os cabides, mas falou com Carl e não comigo, piscando os olhos de corça. "Você está procurando corporativa dia ou corporativa voltado para o cliente" "Ambos." "Tradicional ou moderno?" "O que quer que Katie goste." "E que tipo de orçamento que você tem em mente, senhor?" Rick riu, gargalhou alguns passos para trás. Carl entregou o seu cartão. "O que for preciso." Poderia ter morrido não menos importante, quando avistei um preço sobre um dos casacos. Inclinei-me para ele, fiz uma careta. "Você não precisa fazer isso." Suas sobrancelhas sem caroço. "Eu estou muito consciente disso."

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Greta começou a puxar as coisas das prateleiras, mas Carl não estava olhando. Estava muito ocupado olhando para manequins, remexendo os trilhos em sua própria pequena missão. Rick se inclinou contra um espelho, verificando acessórios babados, e eu estava de pé, como uma idiota, meus braços cruzados sobre o slogan estúpido no meu peito. Aquela mulher sorridente estava olhando para mim, seus olhos ligeiramente vesgos. "Trinta e quatro, vinte e seis, trinta e seis?" "Trinta e seis, vinte e seis, trinta e oito." "Trinta e oito, certo." Ela andou em volta de mim. "Passeios a cavalo?" Eu assenti. "Sim." "Sempre deixa um traseiro generoso", ela riu. "É bom", acrescentou. "Dá forma." Não tinha um traseiro generoso, e ficou claro que ela não queria um. Levou-me até o provador, Carl e Rick vindo trás, Carl com uma braçada de roupas de sua própria escolha. Ele me fez levá-las. Fechei a cortina atrás de mim e me despi. Minha pele pálida era luminosa sob as luzes do provador, me sentia vulnerável e nua. Inferior. Poderia apenas imaginar Verity comprando aqui no cartão Gold do pai, rindo com os assistentes como se fossem velhos amigos. Comecei a me vestir com um suspiro, esperando odiar cada momento, esperando ver uma estúpida falsa pálida olhando para mim do espelho, uma menina boba que não pertencia aqui. Mas não o fiz. As roupas que eu experimentei serviram perfeitamente, abraçando em todos os lugares certos. A blusa presa perfeitamente sobre meus seios sem ser escancarada, e moldando na cintura para acentuar minhas curvas. As saias lápis descansou apenas acima dos joelhos, abraçando apertando as minhas coxas sem ser vulgar, e a jaqueta. A jaqueta era maravilhosa. Um pouco alta nos ombros, mas não muito. Um

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alargamento suave sobre meus quadris. Preto com o cetim menor caindo em torno das lapelas, e eu estava apaixonada. Sai de trás da cortina. "Uau", disse Rick. "Oi, senhora sexy." Mas era Carl, que parecia mais impressionado. Seus olhos não pararam de se mover, para cima e para baixo, de meus olhos para os dedos dos pés e vice-versa. "Sim", disse ele. "Mais do que isso. Está perfeito. " Deu um passo para frente e passou os dedos pela minha manga. "Você está perfeita." Pareço perfeita. Estava formigando sob o meu terno, meu coração batendo, mas não estava mais nervosa. Meus ombros estavam altos e meu sorriso era genuíno, sabia que podia fazer isso, nada disso. "Eu vou tentar o resto". Tentei não pensar sobre as malas na parte de trás, ou o valor ausente da conta bancária de Carl. Isso me fez um pouco enjoada. "Eu te pago de volta", eu disse pela décima vez. "Não tenho dinheiro, agora." "Não. Você não vai." Eu vou te pagar em espécie, então. A perspectiva fez minha buceta apertar, ainda estava doendo lá. Emocionou-me que ainda podia sentir onde tinham estado, como se eles tivessem me marcado de alguma forma. Tornando-me deles. "Você pode ficar?" Disse Rick. "Vá com Carl para trabalhar na parte da manhã? Faz sentido, não é? " Pensei sobre minha mala cheia de roupas, no banco do passageiro do meu velho balde de ferrugem. Da minha falta de escova de dente, e produtos para os cabelos. Mas, principalmente, eu pensei em Samson. Jack podia cuidar dele, só por mais uma noite. O tempo estava bom o suficiente para o ar livre, e Samson gostaria disso. Ele definitivamente gostaria. Poderia perguntar Jack, pelo menos.

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Mandei uma mensagem de texto e a realidade da minha situação chegou a derramar dentro. Nove a cinco em Cheltenham. Como eu poderia encaixar qualquer passeio? Como eu poderia encaixar minhas noites de garçonete? Como eu iria trabalhar o meu período de aviso prévio com Benny? "Se você não gosta das roupas, podemos devolver, tentaremos outra boutique amanhã", disse Carl, e eu percebi que estava carrancuda. "Não. Não é isso." "O que, então?" "Só... logística. Não estava esperando um emprego quando entrei no escritório esta tarde. Eu tenho... compromissos. " "Samson?" " O trabalho e a vida, e coisas." Ele encolheu os ombros. "Vamos fazê-lo funcionar, o material que importa." Vamos? Eu esperava que sim. Eu fiz o que tinha que fazer. Eu fiz as chamadas, expliquei a oportunidade, deixando para baixo as pessoas que tinham sido tão boas para mim, me oferecendo trabalho quando eu precisei deles, me cobriram na universidade quando os meus turnos tiveram que cair em todo o lugar para acomodar meus estudos. Eles foram gentis e encorajadores e que só me fez sentir mais culpada, mais insegura. Liguei para a minha mãe também. "Estou tão feliz que você viu sentido!", Disse ela. "Mostre-lhes do que você é capaz! Estou tão orgulhosa de você, Katie. Tão orgulhosa." Eu disse a ela que estava hospedada com os amigos. Talvez até mesmo um amigo especial, ela estava satisfeita com isso também. Gostaria de poder ter dito a ela como as coisas realmente eram, como estava escondido no céu com um duplo golpe de deslumbramento, como eles estavam me deixando louca, me fazendo tonta, e me sentir tão viva.

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Mas não. Que tipo de garota despeja uma confissão assim para sua mãe? "Samson", finalmente. "só estou preocupada como tudo isso vai afetar o meu tempo com meu bebê." "Samson ainda estará lá em seis meses. Samson vai ficar bem, esperando. Ele teve você toda, Katie, por tempo suficiente. Está na hora." Estava com tanta saudade que doía minha barriga, desesperado para se elevarem e galopar através dos bosques até que minha alma subisse, mas da mesma forma eu realmente não queria deixar os caras. Especialmente quando Carl abriu uma garrafa de champanhe e me entregou uma taça. "Para novas oportunidades", e nós brindamos. "Você tem muito trabalho de preparação para pôr em dia, mas eu posso ajudar. Nós podemos trabalhar através dos slides de técnicas mais à noite. Na segunda-feira você vai estar tão preparada para iniciar chamadas ao vivo como o resto deles. No mesmo campo de jogo. " E então eu bati nele, o tema que eu ia deixar deslizar durante todo o dia. "O que Verity queria com você?" Eu me concentrei meus olhos em frente dele. " vi você sair da sala com ela." Encolheu os ombros. "Verity sempre quer alguma coisa. Ela só reclama." "Ela não me quer lá, não é? " Ele pegou meus ombros e apertou, olhou para mim com olhos ardentes que transformaram minhas pernas em geleia. "Não importa o que Verity quer, Katie. Não para mim." "Isso é refrescante. O mundo inteiro normalmente gira em torno de o que a princesa Verity quer. " "Jogando no mesmo campo, como eu disse. " E foi o significado nas palavras que ele não disse, seu tom pesado e persistente. Um mesmo campo de jogo. O mesmo ponto de partida, ela e eu. Ambos com os nossos dedos na mesma linha, competindo na mesma pista, e desta vez não haveria roupas extravagantes que dariam à Verity a mão superior, sem treinadores especiais para levantar seu jogo e a deixar fora do meu alcance.

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Nenhum tratamento especial. Não há bolsas de estudo parciais. Sem o maço de dinheiros definido para criar uma plataforma mais alta. Só nós, igual para igual, esperando o sinal tocar. Primeiro round! Meu cérebro percorreu as vezes que eu me senti inferior e ela se divertia com isso. As festas chiques de aniversário, apenas para ela, mesmo que seu aniversário fosse apenas cinco dias antes do meu, onde eu tinha sido a menina pobre, a meia-irmã inútil, o impar para fora. Como ela riu de mim com seus amigos até que eu chorasse a noite toda com mamãe. Olhe para os meus pôneis, Katie. Todos eles, todos meus. Você não tem um pônei, não é? Olhe para minhas bonecas, Katie. Todas elas, todas minhas. Você não tem bonecos como a minha, não é? Olhe para o meu pai, Katie. Ele me ama, não você. Por que você está mesmo aqui, Katie? Ninguém gosta de você aqui. Ninguém te quer aqui. Basta ir para casa para sua própria mãe, Katie, onde você pertence. Eu te odeio Katie. Você não é minha irmã. Você não é ninguém. Apenas uma garota feia, sem um pai adequado. Eu tinha lutado para pagar por um cavalo, ela tinha dez. Implorei e negociei para obter vagões para circuitos de eventos locais com Samson, ela tinha tido um vagão de cavalo feito sob medida com dormitórios. Tinha tomado dois empregos para me apoiar através de um diploma em negócios pela Universidade de Worcester, ela dançou através de Oxford sem o fardo das propinas, tendo Negócios Internacionais, francês e latim com o treinamento de tempo extra. Aprendi a costurar para reparar itens gastos no meu guarda-roupa para estender a sua utilidade, ela tinha um guarda-roupa totalmente novo a cada estação. Cada porra de estação. Mas agora, pela primeira vez, fomos correspondidos. Iguais. Nada disso importava, não realmente. Eu aprendi a aceitá-la e ter orgulho das minhas próprias realizações há muito tempo, mas isso... isso, a promessa era quente na minha barriga.

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A promessa de um tratamento justo. A perspectiva de superar Verity sem toda a fanfarra e o glamour e o exagero que geralmente segue seu redor. Talvez, apenas talvez, eu poderia ir contra Princesa Verity Faverley em um mesmo campo de jogo e ganhar. Eu poderia ganhar. E talvez eu quisesse. A sensação era estranha, fria e escamosa, mas surpreendentemente atraente. "O que você está pensando?" Perguntou Carl, e ele ainda estava olhando para mim, seus olhos me comendo. Eu coloquei meu champanhe ao lado. "Vamos começar com esses slides técnicos".

Absorvi tudo isso, tudo o que ele me disse. Verifiquei os slides novamente e novamente até que fez algum sentido. Eu queria agradá-lo, queria saber a verdade. Rick sempre estava conosco, jogando jogos de árcade retro em seu tablet enquanto estudávamos algumas estatísticas de vendas. Seu quadril estava pressionado contra o meu, as cócegas de sua barba contra o meu ombro enquanto Carl e eu conversamos sobre trabalho. Ele não nos apressou, ou tentou interpor, apenas manteve se divertindo em sua própria pequena bolha enquanto trabalhávamos afastados ao lado dele. Imaginei que estava acostumado. Carl dividiu o champanhe restante entre as nossas três taças. "Não fique muito presa nos detalhes técnicos. É sobre a formação de relacionamentos, não sobre a venda de tecnologia. Você só precisa de estrutura suficiente para agregar valor para o cliente. " Balancei a cabeça. "Não é possível machucar, certo? Conhecer os detalhes? "

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Ele levantou uma sobrancelha. "Você ficaria surpresa. Às vezes, um pouco de conhecimento faz mais mal do que bem". "Ponto", Rick anunciou. Ele nos mostrou o seu tablet, um novo recorde pessoal em Frogger. "Urina e fumo chamando, acho que vou sair enquanto eu estou ganhando." Verifiquei sua bunda enquanto se afastava, Carl sorriu para mim. "Nosso lindo Richard tem um traseiro bem poderoso." Sorri. "Ele tem." Imaginei Carl trepando com ele. O pensamento enviou formigamentos em meus seios. Este champanhe estava certamente me soltando. Estiquei as pernas, quando Carl fechou seu laptop, olhando seus dedos dançar em cima do teclado. Fechou a tampa e o empurrou de lado. "Então. Valeu a pena?" "Espero que sim." "Uma reviravolta, considerando que você planejava dizer ao seu pai para fazer algumas horas atrás. Estou impressionado." "É uma oportunidade. Para algo especial, algo que realmente quero. Poderia muito bem dar o melhor de mim. " "Meus sentimentos exatos." Ainda estava em seu terno, parecendo profissional, embora ele estivesse à vontade no sofá. Atrevi-me a chegar, tocando seu rosto com os dedos. Seus olhos encontraram os meus e ficou lá. "Obrigado. Por tudo hoje." "Seja bem-vinda. Só me de alguns resultados decentes na próxima semana. " "Vou fazer o meu melhor. " Passou o braço sobre meus ombros, enrolando a mão ao redor para apontar para meus peitos. "Morda-me, baby. Poderia ter feito sem ver esse convite estampado nos seus peitos durante todo o dia. " "Não", gemi. "Não sei o que eu estava pensando. Nunca vou vestir essa roupa de novo. "

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" Nunca? " fingiu horror. "Mas eu gosto muito dela." "Tanto faz, Carl." Colocou a mão na minha coxa, apertando. " É melhor se preparar para encerrar a noite. Começamos cedo." Estava se afastando quando o parei, agarrando seu pulso antes que pudesse sair fez uma pausa, seus olhos questionando. "Espere. Por favor." Eu era uma pilha de nervos quando peguei a gravata e puxei seu rosto para o meu. Movendo lentamente, sua respiração em meus lábios por longos segundos antes que eles fizessem contato. "Você não tem que..." sussurrou. "Você não me deve nada, Katie..." "Eu sei", eu disse, e o beijei. Posso ter feito o primeiro contato, mas Carl assumiu. Ele me beijou profundamente, seu corpo dobrando em direção ao meu, me prendendo contra o sofá, os dedos na barra da minha camisa estúpida. Ele gemeu contra os meus lábios, se afastando apenas para tirar a minha camisa do caminho quando a arrancou sobre a minha cabeça. Jogou para o lado, tomei suas mãos nas minhas, as coloquei em meus seios. "Toque-me. Por favor, Carl, me toque... " Ele me apertou, empurrou os polegares dentro do meu sutiã para esfregar os meus mamilos, vibrou, fez difícil. Contorci em meus jeans, engatando uma perna para esticar a calça apertada contra minha buceta, sua mão foi para lá. "Menina excitada. Você ainda está dolorida? Será que a sua buceta ainda se lembra do quão duro nós fodemos você? " Balancei a cabeça. Apertou a palma da mão contra a minha buceta, e o jeans estava tão duro contra o meu clitóris. "Nós vamos te foder em turnos esta noite. De novo e de novo." Os nós dos dedos esfregaram a costura na minha virilha e me fizeram contorcer, ele abaixou a cabeça para chupar meu seio, tomando tanto quanto poderia

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caber. Amei os ruídos, o gole de sua boca e seus grunhidos suaves, a massagem da sua mão entre minhas pernas. Meus olhos encontraram Rick quando ele apareceu na porta, ele sorriu para mim, os dedos em seus botões da camisa. "Legal. Vou deixar vocês dois sozinhos mais vezes, se esta é a merda que eu vou encontrar." Abandonou sua camisa ao lado do sofá e se ajoelhou ao meu lado, com os olhos na boca de Carl quando chupou o meu seio. Rick pegou meu joelho e puxou minhas pernas mais separadas, tirou a mão de Carl, descendo meu zíper e abaixou meu jeans. Encontrou o meu clitóris e pressionou forte, circulando-o em movimentos lentos e longos. Abaixou o rosto para Carl. "Compartilhe", colocou a língua para fora, chupando o mesmo mamilo. Compartilhe. Foda, como queria que eles me compartilhassem. Carl estalou meu mamilo da boca dele e a guiou para Rick, e ele sugou onde Carl tinha estado, chupou com força. Gemi e puxei meu sutiã até o fim, arqueei as costas, amei a visão de Rick me chupando e a boca aberta de Carl quando chupou meu outro mamilo. Coloquei minhas mãos em suas cabeças e os puxei para mim. Fechei os olhos quando eles sugaram duro. Morderam, mordiscaram. Eu gemia como uma cadela e os segurei lá, pressionando para dentro de mim, até que se afastaram ofegantes, bocas molhada, olhos babando. Eu não conseguia falar, respirando muito pesado, narinas dilatadas. Minhas mãos foram para meus seios, apertando, amando a umidade que duas bocas famintas tinham deixado na minha pele. "Oh Deus", foi tudo o que consegui, falar me contorcendo toda entre eles, terminei de puxar a minha calça jeans, havia apenas o algodão molhado da minha calcinha escondendo minha buceta deles. Dois conjuntos de dedos esfregaram em mim, dois polegares apontando para minha palpitante boceta. "Sim", assobiei. "Façam-me gozar... preciso gozar..." Ainda estava doendo por dentro, uma dor aguda quando minha boceta vibrou e meus músculos se apertaram, mas eu os queria. Queria ser tomada. Queria ser fodida forte o suficiente para senti-los até amanhã.

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Carl caiu do sofá, e o calor da sua boca pressionando molhada e ofegante no interior da minha coxa. Raspou os dentes e beijou o caminho até a minha pele, cutucando minha boceta com o nariz enquanto respirava meu cheiro, e diabos empurrei para ele. Pegou o tecido da minha calcinha entre os dentes e chupou, degustando, empurrei um pouco mais, me contorcendo contra ele. Em seguida, mudou o tecido de lado e seus dedos me espalharam, sua língua procurou minha buceta, gemi para ele, me ouvi dizendo seu nome repetidas vezes enquanto seus dedos estavam dentro de mim. Rick se moveu ao meu lado, puxou minhas mãos de meus seios, seu sorriso era tão bonito, apenas por alguns segundos antes de abaixar a boca em meu mamilo e me chupar. Pelo menos, isso é o que senti. A língua de Carl correu e lambeu meu clitóris quando a barra da língua de Rick tocou o meu mamilo. Seus dedos agarraram meu outro seio, beliscou, rolou e apertou e foi a porra do céu. Peguei o cabelo de Carl em uma mão, de Rick na outra, os segurei na posição. "Mais. Suga... chupa..." Empurrei meus quadris contra a boca de Carl, e sua língua se contorceu e brincou. Seus dedos apertaram a carne em volta da minha buceta, me puxando para a sua língua, sua língua acelerando em círculos pequenos pressionando exatamente onde precisava dela. "Foda, realmente preciso gozar agora..." gemia. "Por favor…" Carl sugou. Chupou meu clitóris até que arqueei minhas costas e enrolei os dedos dos pés. Chupou até que fiquei louca e gritei palavras que não faziam sentido. Minha respiração era profunda e rápida. Em seguida, Carl ficou possuído. Empurrou Rick de lado e segurou meus ombros, forçado minhas costas para baixo e tirou minha calcinha. Minhas mãos estavam alcançado ele, com a visão de seu corpo nu, a sensação de sua pele, mas parecia muito desesperado para isso. Afrouxou o cinto e tirou seu pau, grosso escuro e pesado quando bateu contra a minha coxa. Apertou contra minha boceta, e Rick levantou minha cabeça para que pudesse olhar para ele, a forma como o seu comprimento subiu para o meu umbigo quando suas bolas pressionando na minha fenda. Carl se posicionou contra mim. "Fundo. Eu vou te foder profundo."

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Balancei a cabeça, e segurei meus joelhos no meu peito. Rick riu, e sua voz era grossa e com tesão. "Abra. Foda ela tão profundo até derramar sua porra no útero, Carl." O pensamento fez meu clitóris vibrar. Eu queria toda porra profundamente. Queria todo o seu pau. Rick se moveu atrás de mim e levantei minha cabeça em seu colo, podia sentir o volume dele. Inclinou-se e afrouxou a gravata de Carl, desabotoando a camisa, e vi as mãos de Rick correr até o peito de Carl, amando a fome em seus dedos. Olhei para os dois caras quentes acima de mim queria vê-los juntos. "Beije. Eu quero ver vocês." Rick tomou o rosto de Carl em suas mãos e passou a língua sobre os lábios dele. Vi o brilho de seu piercing antes que Carl o sugasse para dentro da boca e se beijaram. Estava uma delícia. Foi bonito. Deixando-me com mais tesão. Rick gemeu contra a boca aberta de Carl, e seus dedos caíram para seu próprio cinto. Ele se atrapalhou com seus jeans senti seu pênis contra minha bochecha, batendo suavemente enquanto Rick trabalhou si mesmo. "Foda ela," gemeu no rosto de Carl, e foi apenas audível. "Encha essa pequena buceta linda, encha." E Carl fez. Seu pênis empurrou para dentro, era um arrombador de buceta, me esticando enquanto me contorcia. Doeu um pouco quando minha buceta o levou para dentro o suficiente para engatar a minha respiração, e então doeu. Ah, porra doeu. Mas eu queria, precisava, desejava. "Foda-me," Gritei quando ele empurrou profundamente, mas não se mexi. Meus joelhos ainda estavam apertados ao meu peito, minha buceta vulnerável e disposta... É sua. Minha buceta era dele. Os meninos continuaram se beijando, e Rick estava trabalhando seu pau, e Carl estão tão profundo dentro de mim. Rick guiou a cabeça do seu pau nos meus lábios e eu abri. Empurrou dentro da minha boca, esticando meus lábios enquanto tentei o meu melhor para sugar ele, seu príncipe Albert

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raspando meus dentes enquanto ia. Levou meus joelhos e os puxou para ele, e meu peso deslocado sobre meus ombros, minha bunda engatando no ar. Carl mudou, também, estava mais profundo nesta posição, o senti bater contra algo dentro mim, tanto quanto poderia ir. E o sentimento era surreal. Lindamente surreal. "Vamos enchê-la," Rick assobiou. "Encher muito essa pequena buceta cheio de nós." Carl assentiu. Balançou a cabeça e beijou os lábios de Rick, cheios e duros, então sorriu e apertou as bochechas de Rick, chupou seu lábio inferior. Em seguida, sua atenção estava em mim. Caiu em cima de mim, seu peso rolando para baixo, e seus olhos eram ferozes, com fome para enquanto eu chupava babava e lambia o eixo de Rick. Carl me fodeu, Esticou, e doía tudo dentro de mim. "Leve-a", disse Rick. "Ela o quer. Quer tudo porra ". Eu queria tudo. Seja qual for o significado. Carl me bateu, seus quadris empurrando duro, sua pele batendo contra a minha, cada impulso enviando ondas de tesão de prazer. Parecia que estava dentro da minha barriga, adorei, não poderia obter o suficiente dele. "Sim", eu gemi, mas saiu tão abafado contra o pau de Rick. "Mais. Fodame. " Carl rosnou no meu ouvido. "Estou tão profundo. Estou todo dentro de sua pequena buceta com fome. " concordei e Rick bateu o pau dele em meus lábios abertos e Carl empurrou duro. Senti seu pau chegar a um beco sem saída, e isso doía, oh foda doía pra caralho lindamente. "Isto é o que eu preciso", ele gemeu. "Isso." Sua voz era áspera, tensa com empurrão. "Preciso preencher a sua buceta, preciso gozar dentro." Minha barriga deu uma guinada e fez cócegas, e balancei a cabeça, soltei um suspiro. A dor estava construindo, minha buceta apertando e apertando e me deixando louca. "Foda-me forte, quero que você goze, quero sentir você gozar ..."

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"Boa menina," Carl rosnou. Eu estava fora, delirante, divagando. "quero seu gozo dentro de mim no trabalho amanhã, eu quero sentir você, eu quero lembrar que você esteve lá..." "Foda ", disse Rick, e sua mão estava batendo afastado em seu pau, suas bolas quicando contra a minha bunda. "... quero estar cheia de você, tanto de você ... quero estar pingando ... quero estar toda cheia ..." não sabia o que eu estava dizendo, não sabia por que queria tanto. Não sabia por que queria pingando a porra de Carl em minha buceta até amanhã. E Rick, queria Rick também. Mas era Carl que estava gemendo e arfando e batendo no meu colo. Era Carl que estava na borda, me fodendo duro e rápido, enquanto eu gemia e me contorcia. Era Carl que estava batendo com força dentro e gemendo quando gozou, de olhos fechados seu abdômen tenso e, todo o seu corpo apertado quando o seu pau grosso pulsou dentro de mim. "Sim..." Rick disse, e sua mão estava trabalhando rápido. "Minha vez, a minha vez ..." Carl tirou lentamente, mas mantive a posição, mudando para o lado para deixar Rick tomar o seu lugar. Rick bateu dentro em um impulso, fodeu rápido, seus quadris, seu polegar no meu clitóris, e tudo que podia fazer era estremecer e ofegar debaixo dele quando me fodia. Ele já estava longe, os olhos vidrados e necessitados. Carl colocou uma mão em torno de sua garganta, e Rick gostou disso. Gostei também. O tesão aumentou. Carl apertou a garganta de Rick. Porra. "Vou gozar", a voz de Rick era rouca e tensa. "Oh, Jesus..." Seu polegar me enviou sobre a borda quando perdi o controle, e gritei em voz alta enquanto ele gozava dentro de mim. Um clímax trêmulo atravessou meu corpo, me fez jogar a cabeça para trás contra o couro, segurando no braço e empurrando de volta, até que acabou. Até que acabamos.

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Sorri enquanto recuperei a minha respiração. "Isso foi incrível pra caralho... meu fodido deus." Rick tirou deu ao meu clitóris um toque final, estava sorrindo. "Nosso prazer." Beijou Carl nos lábios, e se inclinou para me beijar depois, e o puxei para perto, passei meus braços ao redor de seus ombros. Apertei, respirei-o e o segurei até que ele caiu ao meu lado no sofá. E então estava chegando para Carl, também. Queria os manter ambos. Mas Carl não queria ser detido. Uma pancada contra o meu clitóris me fez gemer, sensível. Ele estava duro novamente, e seus olhos eram ferozes de novo, desesperados novamente. Ah Merda. Minha pobre buceta dolorida. "Foda, segundo round", disse ele.

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Capítulo

QUATORZE Rebolei em meu passo e a dor da foda na última noite estava entre as minhas pernas e eu estava pronta para bater uma rodada de Katie contra Princesa Verity. Tinha escolhido uma das minhas novas blusas com cuidado, o mais leve azul esverdeado, bonito, mas sutil, profissional, sem ser demasiado ousada. Meu cabelo estava preso em um coque bagunçado, para mostrar as linhas adaptada do meu novo terninho elegante. Minha saia lápis abraçou minha bunda, e os meus saltos faziam um clack satisfatório quando andava. Sim, eu me senti bem. Senti-me pronta para isso. Tinha uma pequena e adorável vibração na minha barriga quando cheguei ao escritório. Era pegajoso, quente e muito mole, e, embora soubesse que era um movimento potencialmente idiota para parecer toda alegre sobre um cara que era A: meu chefe. B: pagava-me para foder ele e seu namorado, não podia me ajudar. Eu gostava de chegar ao escritório na Range de Carl. Gostava de andar através do escritório ao seu lado. Gostava de usar sua escova de dente na parte da manhã, dormir em sua cama à noite. Gostava de tomar seu pau, uma, duas, três vezes, apenas para levá-lo de novo na manhã seguinte. Gostei do fato de que a parte dele que tinha derramado dentro de mim ainda estava driblando o seu caminho de volta para fora novamente. Particularmente gostei de como suja me fez sentir. Gostava de seu namorado. Adorava seu namorado.

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Carl me deixou na mesa ao lado de Ryan, que eu estava trabalhando no dia anterior, e que se sentia bem, também. Ryan parecia um cara genuíno com a cabeça no lugar. Todo mundo estava tagarelando sobre sua noite, ou para onde estavam indo para o almoço, ou que era provável ter votado para sair no último episódio do programa televisivo de realite show, mas Ryan estava tendo nada disso. Reconheci os slides da apresentação que estava olhando, os mesmos que Carl tinha me falado na noite anterior, e puxei uma cadeira. "Estudo de manhã cedo", disse ele. "Quero ter uma vantagem." "Idem", eu disse, sorriu e inclinei a tela em minha direção. "Nós podemos ser companheiros de estudo", ele ofereceu. Balancei a cabeça. "Parece bom para mim." E assim começou. Eu ouvia as sessões de treino da manhã tão intensamente que meu cérebro fritou. Fiz notas até que os meus dedos travaram e minha escrita se tornou praticamente ilegível. Fiz pergunta após pergunta que até fez Carl sorrir e Verity carrancuda, absorvi as respostas na memória. Emocionei-me quando Carl marcou o quadro com os nossos nomes todos prontos para a tabela de resultados de vendas para lançar na segunda-feira seguinte, e para cada olhar de desdém de Verity um tiro em minha direção a minha determinação crescia um pouco mais forte. Eu poderia fazer isso. Poderia sair no topo e mostrar que a aquela pequena vaca imprestável que era muito mais do que a irmã perdedora que me marcou. Esperava Carl se distanciar de mim no trabalho, para desenhar a linha chefe e fingir que era apenas mais um servo em seu programa de treinamento, mas parecia que Carl não funciona dessa maneira. Ele bateu no meu braço como se estivesse parando para o almoço tinha as chaves do carro na mão. "Estou saindo para o café e um bagel. Quer vir? " Claro que eu fiz. Comemos em um pequeno café na extremidade do estacionamento ele me observava tão atentamente que eu só poderia tomar pequenos bocados de sanduíche.

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"Então. O que você tem, Katie? Você parece diferente. " Dei de ombros. "Se alguma coisa vale a pena fazer, vale a pena fazer bem, certo?" Deu uma mordida saudável do seu pão. vi como ele mastigou e engoliu. " Olhei para as estatísticas que você colocou no seu formulário de candidatura." "E?" "Eles foram impressionantes, se não totalmente incrível." pausa. "E eles conferem"

fez uma

"É claro que fazem. Não sou mentirosa. " Seus olhos pareciam tão verdes sob a luz fluorescente. "Falei com o seu antigo patrão, da agência de seguros." "Você falou com Colin Wilkins? O que ele disse?" " Disse que você era dedicada, talentosa, trabalhadora. Disse que tinha um dos melhores registros em toda a região. Que você era uma nova desenvolvedora de negócios impecável, ofereceu-lhe um lugar em seu esquema de formação em gestão, mas você recusou ". Senti-me queimando. Fiz muito bem lá. Foi apenas em tempo parcial. " "Ele me disse que eu seria um idiota em não cultivar seu talento e empurrá-la para a gestão." Eu ri um pouco. "Gestão? Eu só fiz um pouco de telemarketing, não é grande coisa. " Inclinou-se e senti a energia dele, senti o formigamento. "Não acho que você seja a menina simples dos cavalos que você brincava ser. Não acho que isso seja você. Acho que você quer mais do que isso, mesmo que não saiba disso. " Empurrei o meu prato de lado. "Eu não brinco de ser nada. Só quero coisas diferentes do que você. Só porque alguém pode fazer alguma coisa não significa que eles queirem fazê-lo. Não sou realmente um cavalo escuro, Carl." Ele sorriu. "E ainda assim, aqui estamos adequado e inicializado, agarrando um bagel antes de voltar para

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o escritório." Sua voz baixou. "Eu a assisti durante toda a manhã, e você quer isso. Vi isso em você. Você tem vocação para isso, mesmo que se recuse a reconhecer o fato. " Balancei minha cabeça. "Não. Tenho o incentivo para ganhar a minha pequena viagem para ver Harrison Gables e ganhar algum dinheiro decente para o meu haras." "É mais do que isso." Eu fechei os olhos. "Não é." "Tudo bem. Vou esperar seis meses, eu poderia ter alguém para ajudar a gerir a minha agenda. Você pode conferir o programa de formação e trabalhar ao meu lado. " Meu rosto deve ter caído antes que eu pudesse me recompor, a perspectiva de um confronto de vendas Katie-Verity deslizando pelos meu dedos. "E aí temos isso." Ele sorriu. "Rebentado, como Rick diria. Então me diga. Por que você quer isso, de repente? " Hesitei. "Talvez seja uma vocação, como você disse." Balançou a cabeça, senti como se ele estivesse me lendo. Só no meu cérebro dessa vez, não minha buceta. "Não", disse ele. "É outra coisa. É sobre seu pai? " Quase cuspi meu café. "Sobre o doador de esperma?! Não, não poderia dar a mínima para ele. " " Então é sobre Verity? " Levantei uma sobrancelha. "Por que tem que ser sobre alguém? Talvez eu só goste de um árduo dia de trabalho? " "Tenho estado em torno de pessoas vezes demais para comprar isso, Katie. Sei quando alguém está tentando provar alguma coisa, há uma força nela, uma ponta. Você já teve essa vantagem, uma vez que se sentou para olhar para os slides na noite passada ". "Por que isso importa?" Encolheu os ombros. " Gostaria de saber com o que eu estou trabalhando. Isso me ajuda a obter o melhor de você. "

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"Eu vou tirar o melhor proveito de mim. Você não precisa se preocupar." "Não estou preocupado." Estava tranquilo quando terminou o seu pão. Grandes mordidas sem qualquer constrangimento. Não conseguia tirar os olhos dele. Limpou os lábios com um guardanapo, deixou uma única migalha para trás. Queria puxá-lo para perto e lamber a migalha. "Basta usar essa motivação no caminho certo", continuou ele. "A concorrência pode ser saudável, mas também pode ser destrutivo." "Claro que sim, papai." sorri de seu cenho, e foi mais uma carranca. "Eita, Carl. Estou brincando, apenas brincando." Seu cenho franzido relaxou. Levantou uma sobrancelha para mim, e não pude deixar de sorrir. "Vamos voltar". Segui-o para fora, assistindo seu traseiro firme em todo o caminho de volta para o carro. Passou um braço por trás do meu assento enquanto saiu do espaço. " Eu disse a ele", disse ele. "Seu pai, quero dizer. Disse a ele o que Colin Wilkins disse sobre você. Dei-lhe uma cópia de suas estatísticas de desempenho, também. " O pensamento me deu arrepios. "E o que foi que ele disse?" "Ele disse essa é minha menina". Cruzei os braços. "Eu não sou sua garota." "Eu disse há ele tudo. Disse que pode renunciar todas as ideias para uma preensão em você, porque há um novo papai na cidade ". Engasguei com isso. "Você não fez." Ele riu. "Não, não fiz." Encontrou meus olhos quando se virou para o nosso estacionamento. "Mas iria, se ele perguntasse. Eu não acredito em fofocas em torno de uma situação, Katie. ” O pensamento me emocionou e me petrificou em igual medida. "Isso seria uma loucura", eu disse. "Talvez." "Definitivamente." Soltei o cinto de segurança quando puxou para o seu espaço. Perderia todo o respeito da equipe. “Ninguém

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gosta de alguém que eles pensam que está recebendo tratamento especial, Carl, especialmente um que está na cama com o chefe ". "E lá vamos nós. Você é tudo, mesmo que não queira ser. Você já liga para o que eles pensam de você. " Ele agarrou meu pulso enquanto me virei para abrir minha porta, cai de volta sobre ele, prendendo meus pulsos quando empurrou o dedo dentro da minha buceta dolorida enquanto as aves faziam coro do entardecer no exterior. "Será que vamos vê-la hoje à noite?" Minha mente virou branco. "Eu não sei... Eu... Samson..." respirei. " Eu preciso ver Samson ". E minha buceta precisa de uma pausa. Balançou a cabeça, soltou meu pulso, e me arrependi imediatamente da minha resposta. "Claro que sim. Desculpe." Mas não estava arrependida quando ele perguntou. Não estava arrependida de todo. Tentei dizer isso, mas ele já abriu a porta. Saí do lado de Carl no caminho de volta através do escritório, e me dirigi para o banheiro para me refrescar. Minha pele estava úmida e corada, e minha buceta se sentia agredida e quente. E necessitada. Mais uma vez. Lavei minhas mãos em água fria e joguei um pouco sobre o meu rosto, abrindo os olhos a tempo de ver a cadela Verity entrar. Ela não entrou em um cubículo, apenas olhou para mim pelo espelho. "O quê foi?" Eu disse, finalmente. "O que você quer?" Ela encolheu os ombros. "Eu estava pensando a mesma coisa sobre você." "Eu estou aqui pela mesma razão que você está." "Harrison Gables. Não que isso seja da sua conta. " "É tudo do meu negócio", disse ela. "Eu vou ser a única a herdá-lo." " Whoopty Doo. Como se eu me importasse. " Eu não me importo, tampouco. Nem uma merda para a pilha de coisas que ela herdará, que idiota. Ela era bem-vinda a ele.

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"Papai só quer você aqui, porque acha que é a coisa certa a fazer. Você é apenas o seu pequeno caso de caridade. Seu pequeno segredo sujo ". "Claro, o que quiser", fingi que não doeu. Nem um pouco. "Não pense que você pode aparecer aqui e me fazer ficar mal. Eu não vou deixar você me fazer parecer uma idiota, Katie, não importa quão duro você tente ". "Não preciso fazer você parecer um idiota", eu disse. "Estou aqui apenas por Harrison". "Eu ouvi que você fez bem algum trabalho de merda uma vez. Não pense que você vai fazer melhor do que eu. Um trabalho de merda em torno da faculdade não vai torná-la melhor do que eu. " "Eu não disse que seria." olhei para seu reflexo. "Não, mas você acha isso." Sorri. "Você é louca. Você sempre esteve paranoica. " Mas ela não era paranoica, não desta vez. Aquela pequena parte mais dura de mim queria pensar que iria me tornar melhor do que ela, só desta vez. Estava contando com isso. Resmungou. "Você ficaria paranoica, também, se alguma pequena cadela sempre estivesse atrás do que é seu." Virei-me para encará-la podia sentir minhas bochechas queimando. "Desde quando fui atrás do que é seu? Nunca dei dois fodas sobre o que é seu". Ela sibilou, realmente sibilou para mim. Apontou uma pequena e bem cuidada unha em minha direção e seu rosto estava contorcido pela raiva e ciúme e talvez um pouco de medo, também. " Não vou deixar você pegar o que é meu. Não meus amigos, não a minha empresa, e não a porra do meu pai. Você pode apenas se foder de volta de onde você veio, você nunca deveria ter vindo aqui!" Isso me pegou de surpresa, e por um momento eu era uma garotinha novamente, sem saber pra onde ir. "Eu não queria vir aqui. Não quero saber de qualquer um de vocês. Desejei nunca ter um pai

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porra, tudo bem? Desejei que as pessoas não existissem para mim. " "Sentimento é mútuo", disse ela. Virei-me para a pia, lavando as mãos que já estavam limpas e salpiquei mais água no meu rosto para que ela não visse as lágrimas e a raiva cair. "Você pode tirar os olhos gananciosos de Carl, também", disse ela. "Ele não vai cair em sua merda, também." "Desculpe?" Eu bati. "Carl", ela repetiu, como se eu fosse estúpida. "Eu vi a maneira como você o fica cobiçando e babando, ele é gay. Ele tem um namorado. " Ela cruzou os braços, tão presunçosa. "Ele não vai estar interessado em uma pequena puta como você, me desculpe." Oh Deus, como queria dizer a ela. O desejo de tripudiar sobre como ele tinha me levado mais e mais e mais uma vez, enquanto seu namorado bateu o seu lindo pau na minha boca era quase demais para suportar. As palavras estavam na minha língua, queimando, desesperado para saltar e bater a pequena cadela pela boca mimada, mas não o fiz. Eu não podia. Ela sorriu um sorriso vil para mim. "É claro que o fato de que ele já está com alguém provavelmente não iria impedi-la. Tal mãe tal filha, depois de tudo. Adultério provavelmente está em seu DNA de puta. " " Ou o seu ", eu disse. "Provavelmente no seu também, já que é o seu lindo pai que não poderia manter seu pau em suas calças. " "Sua mãe o perseguiu, sua mãe o levou a fazer isso." "Você pode fechar a boca sobre a minha mãe", eu rebati, e eu quis dizer isso. Meu sangue estava fervendo, pulsando acelerado. "Minha mãe diz que sua mãe era nada, mas uma puta cavadora de ouro. Uma puta barata ". "Sua mãe é uma cadela amarga, torcida se ela acha isso. Minha mãe não tinha vinte anos de idade. Mais jovem do que somos agora, basta pensar sobre isso. " "Velha o bastante para saber melhor."

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"Jovem o suficiente para ser usada por um decadente, arrogante, pau velho nojento." "O pau que está pagando para você estar aqui! Então cale a sua boca desagradável! " "Porra eu não vou!" Eu bati. "Eu não quero nem estar aqui, você pode enfiar sua desagradável pequena família fodida em seu pequeno cu estragado, Verity. São todos fodidos. Todos vocês." Fiz a tempestade, mas a cadela se perdeu. Ela agarrou meu cabelo com suas garras e puxou meu coque frouxo, me arrastando para o outro lado dos banheiros, e ela gritou e vaiou e vomitou veneno enquanto eu lutava contra o seu aperto. Não ia bater nela, isso não é o meu estilo, mas a cadela era uma psicopata, batendo a cabeça e puxando meu cabelo, e um dos seus pequenos tapas de cadela pousou no meu rosto e unhas postiças estúpidas me arranharam. E foi isso. Lancei-me para trás até que eu a bati contra parede, e a deixei sem fôlego. Ela diminuiu o aperto e eu girei em um raio e prendi a vaca estúpida pelos ombros, enquanto eu balbuciei. "Ouça, cadela. você nunca, nunca me toque de novo, você não está indo para obter um passe livre. Eu não tenho dez anos mais, e eu não estou tomando a sua mimada merda de menina rica. Entendeu?" Ela não respondeu, realmente não preciso que ela faça. Ela ainda estava recuperando o fôlego, os olhos selvagens e rancorosos. Empurrei-a novamente e então eu a deixei ir. Tinha trabalho a fazer, e a recompensa seria limpar o chão com a sua maldosa, arrogante pequena bunda, seria um doce bálsamo para a minha amarga alma.

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Dois lugares vazios quando a tarde retomou, e a visão me fez um pouco desconfortável. Olhei para o meu relógio e estava contemplando o envio de um grupo de busca para os sanitários quando Katie fez seu caminho através da sala. Ela parecia uma merda, arrumando o cabelo que foi claramente despenteado e o torcendo de volta em um coque só para não encontrar o laço de cabelo que estava faltando. Ela verificou os pulsos, e eu vi sua maldição sob sua respiração. Os soltou e balançou deixou seu cabelo cair solto, e alguém claramente teria feito isso. Não preciso ser um gênio para descobrir quem era esse alguém. Não vi o arranhão no rosto dela até que ela tomou seu lugar, e ao vê-lo fiquei com raiva. Verity apareceu apenas um momento depois, atirei um olhar feroz. Ela andou com a mesma arrogância, mas seus olhos estavam escuros e com atento. Ao contrário de Katie, ela ainda parecia impecável, com os cabelos ainda preso em uma trança perfeita, a maquiagem intocada com nenhuma mancha. "Preparem algumas notas", eu disse para o grupo, desviando totalmente do meu plano para a tarde. "As oportunidades de pós venda - listar qualquer um que você possa pensar. Veja as maneiras que você pode imaginar maximizar o valor em uma chamada introdutória. " Esperei até o que as atividades começassem antes de me aproximar de Katie. Ela afastou de mim e apertou a mão ao rosto, como se isso fosse cobrir qualquer coisa. "O que aconteceu?" sussurrei. "Nada." seu sorriso era grande e falso. "Besteira" assobiei. "Será que ela bateu em você?" "Você não parece tão surpreso com a perspectiva", disse ela. E eu não estava. Conhecia Verity tempo suficiente para saber que ela era uma birrenta. Uma pequena senhora que

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ataca quando não consegue o que quer. Katie suspirou. "Eu estou bem", disse ela. "Não faça uma cena." Mas era tarde demais para isso, eu já estava indo para a mesa de Verity. Agarrei-a pelo braço e a puxei da cadeira e já estava a conduzindo para fora da sala pelo tempo que acenei para Katie a seguir. Balançou a cabeça, mas continuei independentemente, aliviado quando deu de ombros e seguiu o nosso caminho. Eu levei Verity em uma das salas de reunião e praticamente a forcei em um assento. "Você está fora. Demitida." Ela me lançou um olhar cheio de ódio. "O que? Por quê?!" Katie abriu a porta e eu apontei diretamente para o rosto dela. "Que tal agressão?" Verity sorriu. "Foi um acidente, escorreguei. Não foi, Katie? " Os olhos de Katie eram como fogo e sua mandíbula cerrou. "Algo como isso." "Você está fora. Você pode pegar suas coisas e ir embora. Agora."

"Você não pode me demitir!" Ela retrucou, e então ela riu. "Este é o negócio do meu pai! É meu! Ou vai ser! " "Ainda não, não é", eu disse. "É a minha chamada, e do seu pai." "Ele não iria me demitir!" Peguei o ramal do telefone em cima da mesa na minha frente. "Vamos ver, vamos?" Pressionei para o ramal de David, mas Verity estendeu a mão e encerrou a chamada. "Isso é estúpido! Foi um acidente estúpido. " "Eu tenho visto muitos de seus acidentes ao longo dos anos, Verity, mas não no meu turno. Quero que você saia. "

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A boca dela batia como um peixe. "Mas você não pode! Eu não vou embora! " Fui para agarrá-la de novo, mas Katie pegou meu braço. Seu toque era leve e delicado e me acalmou instantaneamente. "Não", disse ela. "Não faça um mártir da pequena cadela. Posso lidar com ela. " " Ela está fora. Ela agrediu você, no local de trabalho, no meu turno." "Sim. Eu a bati contra a parede e agora temos medida de cada um. Eu posso lidar com ela." disse ela. " Ela não precisa sair, e eu não quero que ela saia, e não quando estou prestes a superar sua mimada bunda ". "Me superar ?!" Verity zombou. "Até parece porra." Olhei para Katie e o arranhão em sua pele bonita me deu raiva. Estava pronto para ignorá-la e jogar Verity fora independentemente, mas percebi o fogo em seus olhos. Lá estava ele. Determinação, e fome de dirigir. A vontade de vencer. Ela poderia ganhar isso. Seria felizmente porra doce para vê-la ganhar isso. "Eu quero dizer isso", disse ela. "Estamos bem agora, nós já mudamos de método." Olhei para Verity como se eu pudesse queimá-la viva. "Se isso acontecer novamente. Se eu ouvir tanto como um pio de qualquer tipo de incitamento ou abuso ou violência física, você estará fora em um carro da polícia, porra, me entendeu? Não me importa quem é a porra do seu pai. " "Sim, tanto faz", poderia ter golpeado a cadela. Debrucei-me sobre a mesa, até que estávamos olho no olho. Suas sobrancelhas levantaram e sua fachada composta quebrou o suficiente para que pudesse ver através dela, e tudo que eu vi foi uma vingativa, rancorosa, vaca pequena ciumenta. "Estou enojado com você", eu disse. "E eu estarei dizendo a seu pai. Eu vou dizer exatamente a pequena vaca violenta desagradável que você é. "

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"Diga a ele!", Disse ela. "Eu não me importo!" Mas ela tinha cuidado escrito por todo o rosto. "Eu deveria levar isso adiante", eu disse para Katie. "Você deve relatar isso." Mas ela já estava balançando a cabeça. "É um arranhão", disse ela. "má pontaria, isso é tudo." Seus olhos me imploraram. "Vamos voltar ao trabalho, onde é importante." "Isso é importante", eu insisti. "Isso importa muito." "Deixe-me fazer isso", disse ela. "Por favor, Carl. Basta deixar ir. " E Verity viu a familiaridade entre nós. Sua boca se contorceu em um sorriso e ela me fuzilou. Estava feliz com o que ela viu. Ficou orgulhosa com o que viu. Queria mostrar a cadela muito mais. Eu pesava a situação. Pesava a lesão de Katie e sua postura, como determinada ela estava de querer superar Verity, como mantive um olho na situação, cada palavra que saiu da boca de Verity. Como eu diria a David sobre tudo isso e ter a maldita certeza de que não iria acontecer novamente. Eu ponderei quão dura minha pequena menina de olhos azuis estava se transformando e como confiante de que ela estava quão certa. Eu observei os sentimentos que se levantaram em mim. O veneno e a raiva. A impotência que senti em falhar com ela, por não a manter segura. Queria mantê-la segura. Mas eu queria vê-la voar também e assumir a vaca pequena desagradável e ganhar. "Isso ainda não acabou", eu disse a Verity. "Não por um fodido tempo, minha senhora." Ela olhou, muda. "Volte para sua mesa", eu disse. "Eu vou lidar com você mais tarde." Não precisou dizer duas vezes, e Katie respirou um suspiro de alívio quando ela se foi. "Obrigado", disse ela. "Por não demiti-la." "Eu deveria ter demitido, ainda deveria. Ela deveria ir.”

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Katie sorriu. "Eu estou acostumada a isso, sério, é apenas um arranhão." Peguei seu queixo em meus dedos, inclinei o rosto para que eu pudesse ver. E corri o polegar sobre o corte, e era apenas um arranhão, dificilmente rompeu a pele. "Eu odeio isso", eu disse. "Eu odeio que isso aconteceu no meu turno." "No toalete feminino", disse ela. "O que você deveria fazer? Escoltar-me?” Ela suspirou. "Eu estou acostumada a Verity cara de puta, eu posso lidar com essa merda". "Eu não quero que você lide com essa merda", eu disse, e as palavras saíram. "Eu quero mantê-la segura." Ela arregalou os olhos e as bochechas coraram. "Obrigado... mas, eu, hum... eu sou resistente. Eu estou bem..." Ela estendeu a mão e tocou no meu braço. "Eu estou bem, Carl, realmente. Não foi nada." Mas era algo. Era algo para mim. Ela era algo para mim.

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Capítulo QUINZE

David estava estranhamente quieto quando eu lhe dei os detalhes. Não puxei meus punhos e ele não interferiu. Eu vi quando o homem que tinha vindo a conhecer tão bem envelheceu diante dos meus olhos. Esfregou as têmporas quando contei o que se passou no toalete, e em seguida, ele colocou seu rosto entre as mãos. Eu lhe servi um uísque, colocando sobre a mesa, mas nem percebeu. "Ela precisa de disciplina", eu disse. "Sério, David, eu não estou tendo essa merda acontecendo no meu turno." Ele suspirou. "Tantos anos de tentativas. Eu te contei, Carl, apenas não posso ter feito certo. " Me inclinei na minha cadeira. "Por que Verity e Katie se odeiam?" Perguntei. "Qual é a história, David? A verdadeira história sobre Katie ". Tentei me convencer que este interesse era apenas profissional, que eu precisava para proteger meus empregados e fazer o meu trabalho. Mas minhas mãos estavam úmidas e quentes e meu estômago estava revirando. Ele encolheu os ombros. "A história do meu fracasso, você quer dizer?" Doeu pensar que estava se referindo a Katie como um fracasso. O ressentimento estava na minha garganta, prestes a se soltar antes que ele esclarecesse sua postura. "O caso era um fracasso", disse ele. "Foi antes de seu tempo, quando ainda estávamos expandindo para

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o couro. Eu estava trabalhando longas horas, Olivia estava ocupada com os meninos. Eu nunca estava lá, não como deveria, e ela sempre foi tão maldita amarga, Carl. Seb e Dommie eram crianças barulhentas, eles levaram muito dela. Ela estava cansada, eu estava cansado. Era uma merda. " "Parece à vida", eu disse. "Debbie foi tudo o que Olivia não era. Ela tinha tanta energia, tanto entusiasmo. " " Debbie é a mãe de Katie? " Ele assentiu. "Minha secretária. Dezenove anos. Menos da metade da minha idade. "Ele sorriu, pegou o uísque e tomou um gole. "Deveria saber melhor, Carl. Deveria saber me manter em minhas calças. " Dei de ombros. "Você não é o único homem que não pode manter seu pau para si mesmo, com certeza não vai ser o último." "Nós ficamos próximos. Eu sei que sempre dizem isso, mas é verdade. Ela ouviu. Ela estava sempre ouvindo, ouvir de verdade, sabe? tinha o riso mais surpreendente, o sorriso mais genuíno. "Ele tirou o copo na minha direção. "Katie tem seu sorriso. Você pode ver todas as emoções em seu rosto, aquela menina, assim como sua mãe. Mesmas sardas, também. " Senti um nó no estômago. Algo desconfortável, vulnerável e exposto. "Katie é uma menina bonita." Ele assentiu. "Eu amava sua mãe, Carl, ela não era apenas uma aventura. Costumava vê-la através do escritório, sonhava com uma vida diferente. Me perguntava como seria acordar com ela na parte da manhã, como iríamos passar as nossas noites, como nossa casa seria, se os nossos filhos seriam parecidos. " Meu estômago apertou na honestidade em sua confissão. "Isso era ruim, então?" Eu disse. Ele não respondeu, apenas olhou além de mim. "Seis meses que estávamos nos vendo, e então eu esfriei. Olivia estava no ponto de ruptura, e eu me senti tão ruim para os meninos, Carl. A culpa me corroeu. Me convenci a dar outro movimento, uma última chance. Estúpido. Foi estúpido. " Ele deu uma risada triste. "queria estar com outra mulher, e ainda me convenci a ficar."

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"É compreensível", eu disse. "Pelos meninos." Seus olhos encontraram os meus, e eles eram tão azuis, assim como os de Katie. "Tivemos relações sexuais. Só uma vez. Apenas para tentar acender a centelha de volta ". Eu levantei a mão. "Você não precisa me dizer os detalhes, David, não se você não quiser." Ele acenou com as minhas palavras de lado. "Uma vez, Carl, era apenas uma vez, e eu sabia então. Sabia que meu coração não estava lá, nunca estaria. Amei Olivia, ela tinha me dado dois belos rapazes e fiz uma casa para eles, ela tinha estado lá quando eu não era ninguém e ainda estava lá quando eu não estava. Ela é uma boa mulher, Carl, ela ainda é uma boa mulher, mas eu estava apaixonado por Debbie. " "E então?" Eu solicitando. "Eu disse à Debbie que eu estava deixando Olivia. Ela estava tão feliz, Carl. Então, porra feliz. Ainda consigo ver seu rosto. " Ele esfregou a testa. "Nós conversamos sobre como as coisas seriam. Fizemos planos, tantos malditos planos. Tudo o que precisava fazer era contar a Olivia que tinha acabado. Eu me preparei para isso ao longo de duas semanas. Estávamos ocupados, eles passaram rapidamente. Duas semanas, três semanas, um mês. Debbie estava ficando nervosa, eu podia ver isso em seus olhos, então um dia eu apenas me decidi. Fui para casa e esperei até que os meninos estivessem na cama e disse à Liv que precisávamos conversar. " Os olhos dele estavam cheio de dor quando ele olhou para mim. "Ela concordou, disse que precisava muito falar." Eu sabia antes que ele dissesse isso, mas eu não o impedi de falar. "Ela estava grávida, Carl. Porra grávida. " Balancei a cabeça. "Verity." "Nossa pequena princesa." terminou seu uísque. "Olivia sabia sobre Debbie. Eu não tinha sido tão silêncio sobre o assunto. Queria que ela se fosse. " "O que você fez?" " Quebrei o coração de Debbie." Ele suspirou. "Dei um bom pacote de demissão, disse a ela que estava arrependido, disse a ela que não tinha escolha." me olhou nos olhos. " Eu

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não sabia que ela estava grávida, também. Puta que pariu, Carl, quais eram as malditas probabilidades? Cinco dias de intervalo, Verity e Katie. Cinco malditos dias. " "Isso é... viril." Eu sorri. "Isso é uma porra de um pesadelo", disse ele. "Debbie se foi e não queria nada comigo uma vez que eu tinha escolhido Olivia sobre ela. Descobri que estava grávida através de uma amiga dela, uma menina do escritório chamada Maggie. Fui para casa de seus pais e a confrontei, mas ela disse que já tinha feito. " "Feito?" "O aborto, disse ela. Ela tinha dezenove anos e nenhum parceiro, ela disse, sem perspectivas. Estava com raiva e magoada, e hostil. ‘Vá e nunca mais volte,’ ela disse. " "Então, isso é o que você fez?" "Isso foi o que eu fiz, parecia mais fácil assim, para nós dois. " Ele se inclinou para mim. "Eu juro que não sabia sobre Katie, Carl, não até que a menina estava com dez anos. Estava voltando de uma reunião em Hereford, um fornecedor ficava no Three Elms Trading Estate,, tomei a estrada através de Much Arlock, e lá estava ela, minha Debbie, subindo a rua quando parei no semáforo. Ela tinha uma menina com ela, em seu uniforme escolar. Minha janela estava aberta todo o caminho, e eu ouvi a voz de Katie. Mãe, ela disse, e eu sabia, só porra sabia. " "Merda", eu disse. "Isso é uma fodida bagunça." "Nunca me senti tão fodido na minha vida", disse ele. "Chocado, com raiva e nojo de mim mesmo. E, em seguida, triste, triste pra caralho. " "O que você fez?" "Eu procurei o novo endereço de Debbie, voltei lá quando Katie estava na escola. Parecia que ela tinha visto a porra de um fantasma. Ela negou em um primeiro momento, disse que Katie não era minha, mas eu exigi ver sua certidão de nascimento. Eu era um fodido espaço em branco, Carl, um ninguém, mas as datas não mentem. Debbie chorou então, e me pediu para ficar longe, disse que eles não

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precisavam de mim, nenhuma delas, disse que tinha se virado muito bem ". "Merda." "Ela era uma cuidadora, ainda é. Minha pequena Debbie brilhante limpando merda de idosos para sustentar a minha filha enquanto eu vivia minha fodida vida em Riley, apenas alguns quilômetros de distância. " "O que você fez?" Ele balançou sua cabeça. "Agi impulsivamente. Fui direto para casa e disse a Olivia, disse a ela que tinha outra filha e ela estaria vindo para ficar com a gente. Insisti para que contasse para as crianças, insisti que nós convidaríamos Katie em nossa casa. Forcei meus desejos sobre Debbie, ameacei com ação legal, o teste de DNA, tudo isso. Eu pensei que seria fácil. Eu estava com raiva, Carl. " E eu sabia a história a partir daqui. "Eu lembro." "Eu não contei a ninguém sobre a história toda, eu estava muito envergonhado e Olivia estava porra mortificada. Fiquei calado, mas insisti que Katie era minha filha agora, disse a Debbie que o passado não importava, que o que contava era o que fizemos de lá. " Ele gemeu. " Pensei que eu poderia fazer tudo certo, pensei que se eu pressionasse o número suficiente de pessoas, iriam aceitá-la, aprender a amá-la. Eu conheci Katie pela primeira vez quando ela subiu no meu carro para seu primeiro dia na nossa casa. Eu era a porra de um pau, Carl, fiz tudo errado. A garota não teve a chance de encontrar seus pés, eu só queria que ela conhecesse seus irmãos e irmã, queria que ela visse o que era uma casa agradável que tínhamos, quanta diversão que ela poderia ter. Mas ela odiou, e Verity a odiava. A coisa toda foi um desastre do caralho. " "Deve ter sido difícil para as crianças, todos eles." Ele assentiu. "Eu pensei que eles iriam se adaptar, lentamente, aprender a aceitar. Eu pensei que ia ficar tudo bem. " " Mas não ficou bem? " Ele balançou sua cabeça. "Não, não ficou bem. Katie me odiava, odiava a casa, odiava as crianças. Ela não queria ir para lá, costumava chorar a sua mãe que ela queria ficar em casa, mas eu aparecia de qualquer maneira, e tentei

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fazer funcionar. Cabeça dura, Carl, eu era uma cabeça dura. Quando ela chegou aos treze ela não queria me encontrar mais, e quando ela chegou aos dezesseis ela me disse que tinha tido o bastante da porra de todos de nós. Não levaria um centavo de mim, para nada, não queria saber. " "Você deixou isso acontecer?" "Não", disse ele. "Na verdade não. Continuei tentando, continuou empurrando. É sua mãe, no entanto, ela está tão perto de sua mãe. Nem sequer me deixa falar o nome dela, ainda não até agora. Ela disse que eu não tinha o direito de falar sobre sua mãe depois do que eu tinha feito para ela, o direito de sequer pensar em sua mãe ". "E sobre o que Debbie fez com você?", Eu disse. "Katie deve saber? Que Debbie mentiu para você?" Ele suspirou. "Eu não sei, Carl. Eu realmente não sei o que ela sabe. Eu nunca cheguei perto o suficiente para falar com ela, a comunicação é resistente o suficiente como é, sem que a lata de vermes seja aberta. Katie não quer me conhecer, não importa quanto eu tente, Olivia e Verity me enchem o saco se eu insisto demais, então eu não fiz isso, para uma vida fácil. Não é para mim, para todos eles. " "Então porque Katie está aqui?" "Porque ela é minha filha", disse ele. "Porque eu a amo. Porque eu quero o que é melhor para ela. Porque espero que Verity e Katie possam encontrar um terreno comum na idade adulta, algo para uni-las. Esperava que fosse o cara Harrison Gables ". Eu balancei minha cabeça. "Há animosidade lá, David, verdadeira animosidade. O que aconteceu hoje foi inaceitável ". Ele suspirou. "Eu vou resolver isso." "Como?" "Talvez eu não devesse ter insistido para Katie vir aqui. Talvez tenha sido um erro. " "Isso é ridículo", eu disse. "Não é Katie o problema. Katie é madura e trabalhadora e comprometida com o programa. O problema é Verity. "

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Ele assentiu. "É geralmente. Eu vou falar com ela." Eu não poderia esconder a minha frustração. "Verity não deveria estar aqui, se ela é incapaz de controlar seu temperamento, David, independente de quem ela é." "Ela vai controlar seu temperamento", disse ele. "Eu garanto." Eu não estava convencido. "Verity está muito acostumada a seguir o seu próprio caminho. Ela não tem compromisso com o programa de treinamento. Ela é rude e sarcástica e faz tudo o que ela quer. " "Diga-me algo que eu não sei." Ele gemeu. "Você sabe como Verity é, Carl, você a conhece o suficiente." Ele tinha esse direito. Eu olhei para o meu relógio. "Eu tenho que ir", eu disse. "Merda para fazer." Senti uma pontada de culpa ao perceber que eu estava correndo de volta para casa para Katie, apenas no caso de ela decidir voltar novamente, embora ela provavelmente não iria. Ele se levantou e estendeu a mão. "Diga-me que você vai fazer o seu melhor por elas, Carl. Diga-me que você vai tentar construir uma ponte entre as minhas duas meninas. " Dei de ombros. "Você acha que eu posso fazer isso? Eu não iria prender a respiração, David ". "Por favor", disse ele. "Vou colocar Verity na linha, mas apenas... apenas tente o seu melhor para tê-las na mesma equipe, não é? Significaria muito para mim. " Seus olhos eram tão porra honesto. " Eu vou tentar", eu disse." Eu peguei meu arquivo e meu telefone. "Você precisa começar a se comunicar com Katie, David. A menina não parece ter qualquer ideia que você não é o cara mau em tudo isso, não inteiramente. Ela precisa de um pai que possa apoiá-la, que quer estar lá, ela não acredita que você vá estar e você quer estar, então você tem um trabalho sério a fazer. " "Eu sei", disse ele. "Eu sei que eu tenho algum trabalho a fazer." Apertei sua mão. "Vou ver o que posso fazer sobre a construção de pontes, mas pode levar algum tempo."

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"Você tem seis meses." sorriu. Ela estará fora assim que acabar, tenho certeza disso. " Muita coisa pode acontecer em seis meses ", disse eu. "Estou contando com isso", disse ele. Assim como eu. Ainda mais do que ele estava.

"Nós precisamos conversar", disse Rick, seus olhos brilharam, enquanto olhava para mim do outro lado da nossa mesa de jantar. "Algo tem que ser dito. As coisas estão ficando sérias fodidamente rápido. " Fiz uma pausa, minha faca no meio do rolo de manteiga. Meu estômago ficou tenso. "Não poderia estar mais de acordo. Estou mais do que feliz em dizer alguma coisa, Rick. Na verdade, estou morrendo de vontade de dizer algo, porra. É você quem insistiu em esperar seis meses. " Ele olhou fixamente por um momento, então me deu um suspiro. "Não aquela coisa, quero dizer algo entre nós." A decepção doeu. "O que sobre nós?" Eu mergulhei o pão na minha sopa. Caseira a La Rick. Mistura Vegetariana. "As coisas estão porra românticas, não?" Ele assentiu. "Sim, estão demais. Românticas como fodidas margaridas". Nós dois concordamos com isso. Mais alguns dias de Katie em nossa cama à noite, mais alguns dias em meu escritório durante o dia. Dois dias de Rick levá-la para os estábulos enquanto eu termino o trabalho. Dois dias fodendo como malditos coelhos. Ela foi pra casa hoje à noite, passar o tempo com a mãe. A primeira noite em várias, e foi tranquila. Então, foda tranquila. Deixou um buraco vazio em nossa vida aqui, e coçava como um filho da puta quando ela estava fora.

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Tentei me convencer de que era sempre assim, sempre tão difícil. Mas era besteira. Fodida besteira total. "Fala logo, então", eu disse. "Qual é o problema?" "A inevitabilidade." Ele agitou sua sopa. "As coisas estão prestes a acontecer, mais cedo ou mais tarde." "As coisas? Que coisas?" Ele encolheu os ombros. "Vocês dois no escritório todo o dia, por exemplo. Ou eu no dever de menino estábulo com a garota mais bonita de todos os tempos enquanto você trabalha até tarde... alguém vai quebrar, Carl." Olhei para ele. "Todos juntos ou nada, é o que decidimos." Ele cruzou os braços. "E eu estou dizendo que precisa repensar, isso não é sustentável." Eu odiava admitir que estivesse certo. Estava me incomodando há alguns dias agora, aqueles olhares persistentes no escritório, o pau duro em minhas calças enquanto eu observava Katie em sua mesa. A maneira que eu estava me masturbando no banheiro quando ficava demais. "Você está dizendo que você vai transar com ela, Rick? Literalmente? " " Eu não estou dizendo isso. " Ele ergueu as mãos. " Katie está mais para Samson no haras do que ela está para mim, porra demais. Melhor enfrentá-lo agora, eu acho. Salvar uma treta de merda quando alguém fode ". "Então, o que você está sugerindo?" Ele colocou as mãos em seu cabelo. "Não tenho certeza. Talvez apenas a opção de ligar? Antes que aconteça? Para obter permissão? " "Como uma visita de cortesia? Estou prestes a investir na pequena buceta apertada de Katie sobre um fardo de feno, isso está bem? " "O que você diria se eu te chamasse com isso?" "Está fodidamente brincando, Rick." Eu pensei sobre isso enquanto dei outra mordida. "O que eu poderia dizer? Eu diria que sim, eu acho. O que mais eu poderia porra dizer? "

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Ele encolheu os ombros. "Eu diria que sim, também." Ele sorriu. "E então eu gostaria de ouvir." "Isso é perigoso", eu disse. "Sempre perigoso." "Sim, eu sei." Ele suspirou. "Sempre a porra de um campo minado, Carl. Eu não sei por que nos entramos nele. " Mas estava sorrindo. "Somos fortes", eu disse. "Nós vamos lidar com isso." Ele assentiu. "Espero que sim." "Espera?" "Tudo bem", disse ele. "Eu sei que sim." "Provavelmente vou ter que ter uma dessas malditas punhetas irritantes, enquanto eu penso sobre isso, depois voltar para casa e descontar em seu pequeno rabo apertado." "Soa ainda melhor." "Você diz isso agora." Olhei para ele, e meu sujo Rick estava parecendo tão gostoso. Sua camiseta estava apertada e esticada sobre o peito, seu cabelo estava desarrumado na parte de trás, como um ninho de pássaro, apenas pedindo para ser agarrado e puxado enquanto eu fodo seu pequeno rabo apertado. "O quê foi?" tomando um gole de cerveja. "O que está procurando?" Eu terminei o meu vinho. " Eu quero te foder." "amo como direto você é, Carl Brooks." Levantei. "Agora. Quero foder você agora." Levantou seu telefone. " Talvez devêssemos testar nossa nova regra? Ligue para Katie e pergunte o que ela acha. Talvez ela possa ouvir. Talvez ela queira ouvir?” Seus olhos estavam esperançosos. Esfumaçantes. Tesão. Eu balancei minha cabeça. "Não para fodido telefone, Rick. Apenas você e eu."

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Eu vi seu fôlego. "Você é tão quente quando está todo mandão." Ele levantou da mesa, esfregou a palma da mão na virilha da calça jeans. "Onde? Onde você me quer?" Eu sabia exatamente onde eu queria. "Desse jeito," eu disse. Queria transar com ele onde ela tinha estado, onde os lençóis ainda cheiravam a ela. Prendi-o na parte de baixo da escada, beijei, até que ele grunhiu em minha boca e mexeu no meu cinto. "Parece como o tempo que era apenas nós." Ele serpenteou seus dedos dentro de minha cueca, agarrou meu pau. "É uma sensação boa saber que você me quer." "Claro que eu quero você porra", e foi mais do que isso. Empurrei contra seus dedos. "Porra eu preciso de você." Minha boca pressionou a dele, e as minhas palavras foram abafadas, mas os ouvi muito bem. Nós tropeçamos para cima com beijos molhados. Com dedos frenéticos e paus duro e respirações curtas. Chutei a porta do quarto aberta. "Onde ela estava" eu sussurrei. "Quero foder com você lá. Quero foder você, onde ela dormiu. Quero que ela durma onde eu vou ter você. Quero amar você, onde a tivemos. " Ele gemeu em mim e me beijou duro. Tirei a roupa dele e ele tirou a minha, e eu o puxei para mim, caindo para a cama quando ele montou em mim, com as mãos nas minhas coxas e as costas arqueadas. Ele era bonito pra caralho. Aquele homem fodidamente lindo com seu sorriso bonito e seu cabelo bagunçado e olhos famintos. Eu lubrifiquei meu pau, e ele se empalou em mim, soltando um longo suspiro quando meu pau o encheu. E então ele me montou, lentamente. Tão, malditamente lento que fritou a porra do meu cérebro. Observei atentamente. Assisti o êxtase em seu rosto enquanto eu trabalhava seu pênis com os dedos.

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Observava a maneira como os olhos vidrados e sua boca aberta. E eu senti tudo, o senti. "Eu te amo", eu disse, e seus olhos se focaram. "Porra eu te amo, Carl, pra caralho." Olhamos um para o outro, através um do outro, e não havia muito a dizer. O sentimento era intenso, tácito, espesso e profundo. A necessidade que nunca sai isso nunca diminui isso nunca cede. "Eu a amo", disse ele. "Ela é a única." Sua voz era quase um sussurro. Eu balancei a cabeça, e então eu puxei para baixo em cima de mim, seu peito com o meu, e eu segurei seu rosto e o beijei enquanto meu pau estremeceu por dentro. "Eu a amo, também," eu disse.

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Capítulo

DEZESSEIS Não sou tão sonhadora que pudesse ignorar o inevitável. Eu sabia que quando aceitei a oferta do doador de esperma que os meus planos para o verão com Samson seriam em grande parte chutados para o meio-fio. Não é que eu não me importe. Me importo. Nós tínhamos trabalhado duro, meses e meses de treinamento e confiança para obter a sua forma o suficiente para competir em eventos de cross country nesta temporada. Ele estava em boa forma, mas com a redução do tempo à minha disposição, minhas ambições teriam que diminuir de ritmo. Eu estava ok com isso. Teríamos mais um ano. Samson não era jovem, mas ele ainda estava em seu auge. Teríamos nosso tempo, ele e eu, então eu empurrei o meu calendário de eventos na minha gaveta em casa, e empurrei para fora da minha mente. Até Verity fixar o folheto do cross country em Cheltenham em nosso quadro de avisos de equipe na sexta-feira. Ela tinha formado um pequeno bando de meninas hípicas em torno do escritório, e lá elas ficariam em um pequeno amontoado vibrando antes do trabalho começar, entusiasmadas sobre quem estava competindo e como elas estariam esmagando. Eu mantive minha distância, fingindo estar ocupada em meu telefone enquanto elas jorravam sobre a raça de seu cavalo e quem estava se inscrevendo e qual era o favorito. Verity estava competindo com sua mais recente aquisição, uma égua 16.2HH sangue-quente de competição chamada Fleetwood Fancy. Extravagante estava certo, para mais de quatorze mil de trabalho

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duro após a negociação por todas as contas, mas isso não era nada para os Faverleys. A mudança do bolso. Eu deveria ter deixado ir, eu quero dizer, quem se importa com o estúpido cavalo extravagante da princesa Verity que estará fodido após o verão? Ela estaria entediada da égua antes da temporada acabar, e eu normalmente deixaria ir. Normalmente. Mas ali mesmo, com o meu café em uma mão e meu telefone na outra, observando essas cadelas hípicas dizendo asneiras sobre quem estaria chutando a bunda de quem em torno desse campeonato no final de agosto, eu achei que eu me importava muito. Fleetwood Fancy estava em forma, mas Verity não era tão dedicada como ela gostava de pensar que era. Ela era tudo sobre a imagem, e não sobre a substância. Ela não tomava tempo para o trabalho de base, não queria colocar tempo em se aquecer e preparar. Por que ela deveria? Ela tinha pessoas para fazer toda essa merda para ela. Como resultado, ela estaria montando um cavalo que ainda era novo para ela, e com certeza, o cavalo tinha o domínio para levá-la através de quase nada, mas ela nunca tinha atingido o pico, não no tempo. Essa era minha chance. Não é um grande problema, mas o suficiente para enviar uma emoção pela minha espinha. Quero dizer, nós nunca ganharíamos Samson e eu, e não todo o evento, mas isso não importa, contanto que vencemos aquela vaca arrogante. Contanto que nós tivéssemos a chance. Houve esse frio sentimento escamoso em mim novamente, a minha frequência cardíaca pegou enquanto eu a assistia. Ela pensou que tendo a bolsa, que ela subiria em Fleetwood Fancy e a égua iria levá-la para a vitória, mesmo sem transpirar. Duvido que nem passou pela sua mente, não com o meu cavalo de leilão que ela nunca teria dado um segundo olhar. Ela não tinha ideia de quão longe nós iríamos, Samson e eu, nenhuma ideia que teríamos atingido esse ponto doce onde trabalhamos como um, confiamos um no outro, nos conhecíamos de cor. Ela nunca tinha tido isso. Ela nunca tinha ficado com um cavalo por tempo suficiente.

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Tinha guardado meu dinheiro para o aluguel de Jack, mas eu cliquei em Horseclub e verifiquei seus reboques de cavalo mais baratos. Houve um aos arredores por pouco menos de um mil. Ele ia me levar lá. Meu balde de ferrugem iria rebocá-lo muito bem, e com certeza, não era liso ou especial, mas faria o trabalho. Houve uma coisinha em mim, uma coisinha que eu deveria estar economizando e focando, não fugir com alguma missão estúpida de orgulho para superar Verity. Como se chutar sua bunda no escritório não seria suficiente. Mas eu nunca gastei dinheiro, não comigo, não realmente. E eu nunca tinha tido um reboque antes, nem um dos meus próprios, e eu iria usá-lo, definitivamente, quando chegasse novamente a hora. Era um investimento. Um investimento útil. Um investimento sensato, mesmo. Então, eu comprei. Transferi o dinheiro, mesmo sem o olhar, e me senti bem. Parecia realmente muito bom. E então eu inscrevi Samson e eu para o Cheltenham Chase. Estava ficando confortável com tanta facilidade com Rick e Carl. Eu tinha caído em uma rotina, indo para o escritório e de volta com Carl cada dia, almoçando na bagel juntos, em seguida, fechando com Samson e Rick à noite, enquanto Carl passou suas horas extras de merda no trabalho. Gostávamos de comer e rir, beber algumas vezes, em seguida, chuveiro e foder e chupar e foder um pouco mais até que eu adormecia entre dois corpos quentes em sua cama maravilhosa. Meu lugar. Sim, era o meu lugar. Tinha quase esquecido o nosso acordo - o fato de que eles estavam me pagando pelo meu tempo - porque na verdade, não me sinto assim. Não mais. Teria ficado lá de qualquer maneira. Disse a eles no entanto, considerei isso, mas ainda tinha um sonho para pagar, e com Jack contra e o estaleiro na reta, três mil por mês era o dinheiro que eu precisava. Não era fácil, mas era a verdade, quando vim para o fim de semana eu estava consciente de que este era o meu tempo faturável, conforme o nosso acordo. Isso me fez sentir como merda quando eu vesti minhas roupas de baixa qualidade para ir pegar o meu novo trailer, e eu preparei para jogar, dizer que eu estava saindo por algumas horas, mas estaria de volta antes que eles percebessem. Só que não era tão simples.

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Carl estava fritando bacon quando entrei na cozinha, e Rick estava fazendo careta com o cheiro, mexendo suas mãos ao redor de seu nariz e fingindo vômito. "Os bombeiros não comem bacon," disse Rick a Carl. "Você sabe por quê?" "Esclareça-me", disse Carl. "Cheira a carne humana queimada." Carl se virou para ele, com espátula na mão. " Um anúncio para o canibalismo se alguma vez eu ouvi um. Yum yum porra yum. "Ele me viu na porta e me olhou de cima e a baixo. " Bom dia, senhorita hípica. Foda, eu amo uma mulher em calças de montaria. " "Ei, moça bonita." Rick sorriu. "Carl está cozinhando porco. Quer um pouco?" Sentei na ilha, e Rick se inclinou para beijar meu pescoço mais e mais. Beijos molhados me fizeram rir, e então explodiu uma framboesa e eu me contorcia, mostrei a minha língua para ele. Senti-me como merda fazendo isso, mas eu disse de qualquer maneira. "Eu tenho que sair. Não vou demorar muito, eu prometo. " Carl se virou e olhou para mim, mas ele não parecia chateado. "Samson?" Dei de ombros. "Mais ou menos. Eu comprei um reboque, preciso ir buscá-lo. " Eu puxei meu cabelo em um rabo de cavalo e prendi. "Aproveitem o seu café da manhã, eu vou estar de volta antes que vocês percebam." Eu fiz para sair sem alarde, mas Rick agarrou meu pulso. "Whoa whoa. Não tão rápido." Eu pensei que era hora de bate-papo, aquele em que me lembrou de que este era um sábado e eu estava em seu tempo, aquele em que me lembrava de que eu tinha um saldo gordo na minha conta bancária e dois paus para servir. Mas era apenas a minha culpa. Claro que era. "Fique tranquila", disse Rick. "Onde está este seu novo trailer ostentoso?" "Hartpury", eu disse. "Não longe. Não é exatamente ostentoso... "

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Rick olhou para Carl, mas Carl não estava olhando para Rick ele estava olhando para mim. "Nós vamos", disse ele, simples assim. Como se fosse à coisa mais normal do mundo. "Basta comer o bacon em primeiro lugar." Carl destravou o Range quando saímos, mas eu balancei a cabeça ao que ele disse. " Eu tenho uma barra de reboque, podemos levar o meu." "Mas eu preciso ser capaz de engatá-lo no meu", eu disse. "Vou ter de fazê-lo para shows. Eu posso fazer isso. " Ele olhou para o meu carro de merda, e de volta para mim. "Se você tem certeza." "Tenho certeza." Ele encolheu os ombros. "Tudo bem então." E assim Rick e Carl entraram no Katiemóvel fétido. Foi engraçado vê-los ali, entre os kits de higiene e o sabão de sela e os pedaços velhos de fita. "O topo de luxo", eu ri, e acionei a velha e bruta engrenagem. Olhei para Carl ao meu lado, e ele estava vestido muito bem para isso, como de costume. Sua camisa era cara e muito limpa, os jeans nunca viram lama em sua vida. E seus sapatos. Seus pobres sapatos de luxo. "Não pense que eu não posso ver você me olhando", disse ele. Rick inclinou entre os assentos, e minha pele fez aquele lindo arrepio de quando ele está perto. "Você, portanto, não está vestido para esta merda, Carl.", Disse. "Você nunca está vestido para esta merda." "Diz o Sr. porra ao ar livre. Um pouco de tempo no estábulo e você acha que é fazendeiro bastardo Richard. " "Eu montei", disse Rick, e eu vi o seu sorriso no espelho retrovisor. "Está ficando sério." Carl ergueu as sobrancelhas. "Você já esteve em um cavalo?" "Samson", disse ele. "Katie me deu uma lição." Não foi uma lição, mas eu não me intrometi. Dificilmente era como um pequeno passeio a cavalo, um pouco de uma caminhada para cima e para baixo no quintal, "Você não disse", disse Carl, e eu juro que senti o cheiro de ciúme.

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Rick deu uma risada. "Você tinha o seu pau para fora quando entramos pela porta. Escorregou minha mente. " " Você pode ter uma chance, também, " eu disse. "Se você quiser." Mas Carl fez uma careta. "O cavalo me odeia", disse ele. "Ele me jogaria ao chão, então me pisaria." "Ele me ama," Rick regozijou. "Ele veio quando o chamei ontem, sabe que eu tenho balas." "Ele fará qualquer coisa por balas de hortelã," eu disse, mas Carl não disse mais uma palavra. O trailer era uma porcaria, e eu sabia disso. Mas era o meu. Eu não conseguia parar de sorrir. Carl deu um pequeno pontapé, examinando com olhos críticos. "Isto é seguro, não é?" Eu assenti. "Sim, parece bom." Rick abriu a parte de trás. "Samson vai adorar este, o seu próprio serviço de motorista pessoal." Carl saltou dentro até que bateu e ecoou. "Certeza que isso é seguro?" Revirei os olhos. "Sim, é seguro. É áspero em volta nas bordas não um saco de merda. " Rick o puxou para o lado, em seguida, agarrou em uma chave de braço para bagunçar seu cabelo perfeito. "Não pare com isso, cara mal-humorado. É foda. " Carl o empurrou e apontou um pé em sua bunda, deu um pontapé suave. "Eu não estou batendo qualquer coisa, estou apenas preocupado com a segurança. Melhor prevenir do que porra arrepender, Rick ". Isso me fez rir. Eles sempre me fazem rir. "Eu estou bem", eu disse. "Eu estou feliz. Sempre quis uma dessas. " "Tudo bem", disse Carl, e ergueu as mãos. "Então, eu estou muito feliz por você." Verifiquei os dispositivos elétricos, em seguida, peguei o meu carro, dando ré com a respiração

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suspensa no caso de me fazer de boba, não o fiz. Eu alinhei certo. Acenei de lado quando fixei, estava sorrindo como uma louca quando nós nos afastamos com um trailer no reboque. "Você é uma garota fantástica, Katie", disse Rick. "Ela é fantástica, ela não é, Carl?" "Estou impressionado", disse ele. "Fantástica, na verdade." Isso me fez sentir no topo do mundo. Nós balançamos o reboque pelo quintal, e eu queria mostrar para Jack, mas ele estava longe de ser visto. Não o tinha visto por dias na verdade, a van raramente estava lá. Tentei ligar para ele, mas foi para correio de voz. "É Katie", eu disse. "Apenas verificando. Tem um trailer, estacionado no celeiro. Espero que você esteja bem. Vou pegá-lo em breve. " "Veja isso", disse Rick para Carl, e ele estava fora, se movimentando passando pelo bloco do estábulo para o campo. Meu coração acelerou quando Carl olhou para mim, e havia algo em seu olhar. A tristeza. Uma necessidade. "Você não precisa", eu disse. "Nós podemos voltar." Mas ele sacudiu a cabeça. "Vamos ver o menino peludo". Rick estava no portão, agitando os braços e gritando o nome de Samson. Ele estava engraçado, Rick. Tudo nele era tão engraçado. Subi ao lado dele e juntei a chamada, e a batida dos cascos veio trovejando. Samson parou mais tarde do que o habitual, e eu juro que foi apenas para fazer Carl nervoso. Samson deu uma olhada e um pouco de bufo, e isso me fez estremecer, e talvez sorrir um pouco. "Eu te disse", Carl gemeu. "Ele porra me odeia. Ele vai me atropelar, eu estou lhe dizendo. Essa besta quer o meu sangue. " "Ele não faria isso!" sorri " Ele ficará bem." Mas ele jogou a cabeça para longe quando Carl tentou tocá-lo, mordiscando Rick para enraizar nos bolsos em vez disso. Rick tinha balas, uma vantagem injusta. "Você pode montar, se você quiser", disse Rick. "Nós temos muito tempo."

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Fiquei tentada. Olhei para Carl e ele não parecia impaciente. "Se você quiser", disse ele. "Você está dirigindo de qualquer maneira, acredito que nos coloca em seus caprichos, a não ser que caminhamos de volta para Cheltenham." Olhei para o meu menino peludo e o desejo de saltar nas costas e ir galopando em todo o espaço era forte, mas havia outras urgências, também. Minha barriga estava fazendo cócegas. Parecia arranhando e estranha e um pouco apertada. Preso com algo difícil de colocar, um pulsar de algo que não era inteiramente sexual. Olhei para os dois caras na minha frente e o admirei, a sua maneira fácil, seus olhos bondosos. A paciência de ambos. O tempo que tinham para mim, e Samson, também. Seus cuidados. Rick tinha balas no bolso especialmente para Samson, e Carl importou o suficiente para verificar o meu trailer. Eles se importavam o suficiente para curtir de meu estrondoso velho e enferrujado, e marchar pela lama para ver meu bebê. Eles se importavam. E assim eu o fiz. A pontada de cócegas aquecia e espalhava através de mim, todo o caminho até os dedos dos pés. "Vamos para casa", eu disse. "Casa?" Carl disse, e olhou para Rick e Rick sorriu. Ambos sorriram. E eu sorri também. "Casa", eu disse. Eu cheirava a cavalo e feno e eu sabia disso. Eu corri para um banho rápido, enquanto os rapazes ouviram músicas no térreo, e minha barriga estava oscilante e minha vagina estava quente. Eu escolhi um dos meus melhores vestidos que se usava sem um sutiã. Era quente e leve um pouco curto. Frente única azul pálido e os meus mamilos picando completamente sem a roupa interior. Mas isso não importava.

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Me depilei em todos os lugares e lutei contra o desejo de me tocar. O negócio real estava esperando apenas um andar abaixo, quente e com tesão e muito melhor. Eu me borrifei com perfume e escovei meu cabelo e decidi contra calcinhas, apenas por que. Só porque eu quero que eles saibam que eu queria isso. Só porque eu estou tão excitada que eu não consigo pensar em qualquer outra coisa. Rick tinha feito um almoço leve. Uma grande tigela de salada com algum molho extravagante. Os caras já estavam na ilha e prontos para comer, esperando por mim. Carl olhou para o meu peito, e eu sabia que meus mamilos estavam orgulhosos. "Belo vestido", disse ele. Sentei na extremidade entre eles, e Rick se inclinou para envolver o braço em volta da minha cintura. Ele correu sua língua por cima do meu ombro, e minha buceta se apertou com o pensamento de sua perfuração contra o meu clitóris. "Eu poderia te comer." Ele sorriu, e pegou minha mão, a colocou entre as pernas, onde seu jeans estava inchado. "Estou morrendo de fome", disse ele. E então ele sorriu, mexendo um pouco de salada, triturou um tomate. Carl serviu um vinho, e eu bebi um pouco. Ele levantou uma sobrancelha. "Pensando em começar um pouco tonta?" Eu balancei a cabeça. "Tem sido uma longa semana, talvez apenas um pouco." Ele me serviu mais, em seguida, serviu Rick um copo e levantou a sua própria. "Para uma longa semana de sucesso e novo trailer de Katie", disse ele. "Saúde". "Amém a isso", disse Rick e bateu nas costas dele. "Amém." Eu sorri. A tensão era tão gostosa que era palpável. Ela ardia entre os caras, olhares demorados enquanto comiam, e eu tive a sensação de que eles tinham um elo mental, falando

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sem palavras, e eu era o tópico. Fez-me nervosa, com os nervos e desejos tamborilar inebriante de antecipação. Eu comi um pouco, e depois eu bebi. O vinho era nítido e frutado e me aqueceu. O calor floresceu em minha barriga, distribuídos entre as minhas coxas, e eu estava apertando em meu banco, deslocando no meu lugar com o pensamento de que estava se formando. Meu coração falhou um pouco quando Carl largou os talheres. Ele limpou a boca com um guardanapo e foi sexy pra caralho. Ele sempre era. "Isso estava delicioso," ele disse a Rick. "Não tão delicioso como a sobremesa vai ser", disse Rick. E eles me olharam, ambos olharam para mim. "Chocolate". Rick lambeu os lábios. "Eu tenho o desejo de chocolate por um tempo agora." Oh. Oh merda. "O que você acha, Katie?" Perguntou Carl. "Você acha que Rick tem sido bom o suficiente para o chocolate?" Meus nervos estavam em minha garganta, mas meu clitóris estava aceso e zumbindo desesperado. Eu balancei a cabeça. Carl levou o meu prato e empilhou o seu, e os olhos de Rick estavam brilhando e sujo. Este lado de Rick sempre tomou a minha respiração. Parecendo espontâneo, se levantou como uma cobra, rápido e hipnótico. Rick era um menino sujo. Rick era áspero, e imundo e absolutamente insaciável. Ele se virou no banco e abriu as pernas, e então ele me chamou, deu um tapinha no topo da ilha a seu lado. Eu desci do meu banco e fui até ele, um coelho nos faróis enquanto Carl limpava a salada. Eu tremi quando Rick se levantou. Ele deu um passo atrás de mim, o calor de seu peito contra minhas costas, e então ele me dobrou na cintura, as mãos nos meus ombros enquanto ele me pressionou deitada na ilha. Ele puxou meu vestido para baixo, que escorregou de meus seios, expondo-os para o frio do mármore. Ele

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engatou minha saia, jogando sobre meus quadris, e gemeu quando descobriu que eu estava sem calcinhas. "Essa é a nossa menina," ele rosnou. "É gostosa." Senti suas mãos, quente na minha bunda, e ele caiu de joelhos e mantendo minhas coxas abertas. Começou quando sua língua lambeu minha fenda, cavando para a frente o meu clitóris com ele enrolado. Eu mantive meus olhos sobre Carl, e ele estava olhando de volta. Eu podia ver o contorno do monstro em seu jeans, esforçando-se para sair. Minha respiração era rápida e áspera enquanto Rick lambia minha fenda. Estendi a mão e agarrei a borda da ilha, pressionando minha bochecha para o mármore quando Rick mergulhou dois dedos dentro da minha buceta e torceu. Eu gemi quando ele encontrou o local, e o trabalhou, forte, tão forte que eu pensei que poderia fazer xixi. Eu duvido que ele tivesse se importado. E então ele parou. Ele parou e me deixou ofegante. Suas mãos agarraram minhas nádegas e as espalharam aberta, e o ar estava frio, eu estava exposta. Me senti tão porra exposta. Eu gritei quando ele me lambeu lá. Carl deu um passo em minha direção e colocou os dedos embaixo do meu queixo. Ele inclinou a cabeça para cima e seus olhos estavam com fome e escuro. "Olhe para mim", disse ele. Eu assenti. Me senti tão nua, meus olhos em Carl enquanto Rick lambia meu cu. Era torcido e estranho e absolutamente porra maravilhoso. Seus dedos trabalharam meu clitóris enquanto sua língua trabalhava seu caminho dentro de mim, e as minhas coxas estavam tremendo tão duro que Rick me inclinou para frente para a ilha tomando mais do meu peso. Ele desviou meu rosto para a direita na virilha de Carl. Meus lábios pressionaram contra o jeans, e eu podia sentir o pau dele. Ele sussurrou baixinho e moveu seus quadris e eu o acariciei. Abri a boca em convite, mas mantive meus olhos nos dele. Rick chegou a seus pés, e chegou ao meu lado.

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Virei a cabeça instintivamente para vê-lo pegar o azeite, e minha barriga cerrou. Carl virou meu rosto de volta para ele. "Em mim", ele disse. "Mantenha seus olhos em mim. Eu quero ver você. " "Sim ", eu disse. Ele alisou meu cabelo e me senti bem, e assim fez o fiozinho de óleo na fenda da minha bunda. Ele fez cócegas, e eu engasguei. Os dedos de Rick estavam quentes. Ele esfregou o óleo em cima de mim, todo o caminho para o meu clitóris, e eu me senti tão lisa, tão escorregadia. Ouvi abrindo o cinto, e depois o zíper, e o som suave de sua mão enquanto ele se lubrificou. Ele empurrou seu polegar dentro da minha bunda e eu engasguei novamente. E então eu gemi. Alto. Porra adorei. Porra queria. "Menina suja", Carl sussurrou, e ele estava sorrindo. Empurrei para trás no polegar de Rick. "Por favor", eu disse. "Mais." "Não se preocupe." A voz de Rick estava pesada. "Você vai ter mais, baby. Muito mais." Deu-me mais. Dois dedos, pelo menos, prendi minha respiração quando eles deslizaram para dentro. Ele circulou os nós dos dedos, e me senti soltando, alongando, e era sujo e fodidamente lindo. Carl soltou o cinto e eu gemi. "Sim", eu disse. "Dê isso para mim…" Eu só podia pegar a cabeça e um pouco. Foi difícil para encaixa-lo entre meus dentes, mas eu estava ficando melhor. Eu relaxei meu queixo e ele passou os dedos no meu cabelo, me segurando firme

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enquanto empurrava ainda mais. Ele bateu no fundo da minha garganta e eu respirava através do reflexo de vomito. Ele gemeu seu prazer. "Relaxe", disse ele. "Não porra morda." Me perguntei ao que ele estava se referindo, até que Rick tirou os dedos da minha bunda. Eu me senti vazia e aberta, e então eu senti a cabeça dura dele, pressionando para o meu buraco aberto. Carl manteve seu pênis na minha boca, e eu me contorci um pouco, gemi em torno de seu pau. "Eu tenho estado ansioso para isso", Rick gemeu, e então ele empurrou. Empurrou e agarrou meus quadris e alavancando-se dentro de mim quando eu fiquei tensa. Oh meu Deus, era grande. Oh meu Deus, era dolorido e apertado e afiado. Oh meu Deus, ele se sentiu tão bom pra caralho quando empurrou todo para dentro. Eu soube que amei anal. Porra, adorava a maneira como ele se sentia. Fechei os olhos, chupei Carl. Gemi novamente quando Rick tirou para um outro impulso. "Sua bunda é fodidamente divina", ele assobiou. "Oh gostosa porra ." O pau de Carl se contraiu em minha boca. "Foda ela", disse ele. "Foda ela, Rick, empurre nesse pequeno buraco apertado." Suas mãos alcançaram debaixo de mim, deslizando sob meus seios para beliscar meus mamilos. Ele empurrou na minha garganta até que eu alcancei. "Boa menina," ele murmurou. "Chupe-me." Eu chupei. Suguei e gemi e me contorci um pouco quando Rick pegou minha bunda. Doeu, e, em seguida, isso não aconteceu. Doeu até que não doeu nada. Eu abri minhas pernas mais largas , empurrei de volta para ele e ele gostou disso.

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"Foda", ele riu. "Foda, Carl, olhe para nossa doce pequena Katie. Ela está fodidamente amando isso." "Algo que vocês dois têm em comum", disse ele, e suas palavras fizeram meu clitóris formigar. Ele saiu da minha boca e eu ofegava. "Duro," eu disse. "Foda-me duro, Rick." "A porra do meu prazer", ele gemeu e bateu em todo o caminho. Carl ficou de lado, e então ele nos deixou. Meu coração caiu por vê-lo ir embora, mas Rick apenas pegou o ritmo. Ele apertou a mão na parte de trás do meu pescoço, me segurou firme. "Foda-me com seu rabo", ele assobiou. "Trabalhe por isso." Puxei meus quadris, empurrei de volta para ele, gritando quando os dedos envolveram debaixo da minha coxa para dedilhar no meu clitóris. E então Carl voltou, com um desses espelhos de chão. Ele o posicionou na minha frente, verificando a vista do meu ângulo. Eu vi o rosto de Rick, vi seu sorriso, a luxuria lá. Me deixou porra em chamas. Encontrei os olhos e pedi mais, implorei mais duro, pedi para foder a porra da minha bunda, eu não me importei o quão sujo ele sentiu, queria tudo. Meus olhos se arregalaram quando Carl apareceu atrás de nós dois. Avistei no espelho e assim o fez Rick, e Rick sacudiu em estado de choque quando Carl o empurrou para frente. O peso de Rick me empurrando para baixo, e me senti bem. Seu peito pressionou contra minhas costas, e ele mexeu seus quadris, circulando e esfregando, enquanto eu gemia sob ele. Observava os olhos de Carl quando puxou a calça jeans de Rick. Eu senti vir para baixo, o jeans bruto contra as minhas coxas nuas. "Foda," Rick vaiou, bem no meu ouvido. Carl pegou o azeite, e ele empurrou para cima. Rick se manteve, porra, manteve bombeando, mas ele estava gemendo. "Sim", ele resmungou. "Foda-me, Carl. Foda minha bunda. "

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Vi o movimento do braço de Carl e Rick gritou, seu corpo tenso contra a minhas costas, e ele ficou imóvel, seu pau no fundo do meu rabo, foi o céu. Carl mudou de posição, inclinando a cabeça para trás enquanto ele pressionava contra Rick, e eu senti o peso extra, a pressão extra. Parecia incrível. Sentia sujo e delicioso ser presa tão firmemente sob dois. Rick gritou quando Carl empurrou para dentro, e eu senti, senti sua dor. Sua boca estava quente contra o meu pescoço, sua respiração irregular. Ele apertou os dentes para o segundo impulso, e eu senti isso também. E então Carl fodeu Rick, duro e profundo enquanto ele grunhiu e gemeu. Duro e profundo enquanto suas bolas batiam contra Rick abaixo dele, e bolas de Rick bateram contra mim. Eu podia ouvir tudo. Carl fodeu Rick e Rick me fodeu, e a imagem no espelho era incrível. E todos nós gememos e grunhimos e sacudimos e contorcemos e respiramos respirações irregulares. Meu Deus, era tudo. Carl levou o cabelo de Rick em uma mão e o meu na outra, e encontrou com os nossos olhos no espelho. Ele sorriu sujo, e Rick sorriu também, sorri delirante, rangendo os dentes e, em seguida, implorando por mais. Rick me deu mais. Ele fodeu duro para o pau de Carl enquanto me fodia, e seu pau apertou e começou a contrair. senti a tensão em sua respiração. "Vou gozar", disse ele. "Estou gozando, Carl." Carl resmungou. "Foda-se, Carl, eu vou porra gozar!" Os quadris de Carl bateram mais forte, mais rápido. Ele fechou os olhos. "Goze", ele gemeu. "Agora…" Eu os senti, senti ambos. Espasmos e empurrões e perdendo sua mente porra. Carl esvaziou suas bolas em Rick quando Rick esvaziou dentro de mim, e foi lindo. Foi tão foda bonito.

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Uma pilha arfante de corpos quentes e eu estava transpirando e sem fôlego, presa ao mármore duro, mas eu nunca queria que eles se movessem. Eu não queria ser liberada. Nem agora, nem em seis meses. Nunca.

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Capítulo

DEZESSETE "Relaxe". Estendi a mão para o banco do passageiro e angulei Katie até que os seus ombros estivessem juntos com os meus para apoio. Ela estava tensa, os músculos duros sob seu terninho. Se curvou quando trabalhei meus dedos, então exalou, se soltou. "É a sua primeira semana de chamada. Leva algum tempo para aprender ". "Só quero fazer direito". Talvez isso fosse tudo. Talvez a coisinha no meu estomago estivesse errado, ele estava apostando tudo com o programa de treinamento. Talvez houvesse uma pequena vendedora forte profundamente dentro de Katie que desejava a emoção da perseguição e proximidade, e isso não tinha nada a ver com a competição contra a irmã imprestável. Eu tenho isso. Inferno, porra tenho isso. Vendas é uma carreira baseada no desempenho, e a pressão aumenta e transborda. Sempre fui ambicioso, consumido pelo fogo do topo da tabela de classificação, trazendo aos negócios maiores e melhores ofertas, os clientes mais impressionantes. Mas Katie parecia diferente nos últimos dias. A menina despreocupada que tinha nos balançado, com aquele sorriso alegre do interior em seu rosto não era a sentada no meu carro. Está estava dura e resoluta, consumida pelo desejo de vencer. Estava mudando diante dos meus olhos, sacrificando visitas ao estábulo para ouvir suas gravações de chamadas e achar falhas em seu desempenho.

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Quero melhorar, ela disse. Qual é o ponto em dar menos do que seu melhor? Qual é o ponto em não se esforçar para o topo? Tenho isso também. Ainda assim, apesar da familiaridade, não podia deixar de sentir uma sensação de perda por ela de alguma forma, um estrago em sua inocência. Não conseguia afastar a sensação de que meu programa de treinamento havia roubado o brilho da luz do sol de seus olhos e substituído com coragem e fogo. Katie não era a única afetada. A atmosfera na sala de formação estava tensa o suficiente para explodir. Todos tinham alguma medida de fogo em sua barriga, todo mundo estava perseguindo a vitória. Mesmo Verity. Especialmente Verity. Qualquer palavra que Davi tenha compartilhado com sua pequena princesa fez efeito. Ela estava tranquila mas seus olho demonstravam Coragem e fogo, nada mais. Gosto de uma concorrência saudável, mas esta parecia mais profunda, beirando ao improvável. "Hoje é o dia. Quero o crédito pelo meu nome naquele quadro. Katie Serena Smith, dez pontos, no topo da classe. " "E Verity nenhum? Estou certo?" Encolheu os ombros. "Por que eu deveria me importar com o que Verity faz?" Não precisava ver o rosto dela para saber que se importava. "Esqueça o crédito na tabela classificativa. Apenas foque na pessoa no outro lado da linha. Fazer as perguntas certas, ter uma conversa. Isso é tudo que você precisa fazer. " Ela assentiu com a cabeça. "Como quiser, chefe." "Essa é minha garota." Dei um aperto final em seus ombros ela abriu a porta do carro, e me deu um sorriso. "Hoje é o dia", disse novamente. "Posso sentir isso." Descobri que era Ryan, minha aposta inicial, que colocou a primeira marca na tabela de classificação. Ele

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fez uma excelente chamada no meio da manhã, o passe certo no momento certo para um diretor de tecnologia frustrado à procura de um maior conhecimento do negócio. Seu rosto era uma imagem, puro êxtase quando tomou pé do vencedor até o quadro e fez a marca ao lado de seu nome. Fiquei satisfeito por ele. Um garoto novo em casa, sua primeira chance real de uma carreira acima do salário mínimo. Apertei sua mão e dei um tapinha nas costas, e o rapaz parecia que iria chorar. É um fenômeno estranho quando as coisas realmente andam, uma vez que a primeira marca é feita. logo tivemos outra, uma menina esperta chamada Leanna, uma oportunidade menor, mas boa, e depois outro, uma oportunidade à longo prazo com uma empresa de logística ao norte, descoberto pelo nosso estagiário mais velho, Nick, que veio trabalhar no suporte técnico desde que deixou a escola. Katie estava tranquila enquanto nós comemos nossos bagels. Podia sentir as engrenagens zumbindo, o aperto do pânico torcendo em sua barriga. "Não o deixe te corroer", eu disse. "É muito cedo para julgar qualquer coisa." Olhou para seu prato. "Só queria que fosse eu." "Será você, a qualquer momento agora." Mas não parecia convencida. Soltou um suspiro quando nós saímos do escritório. "E se eu não puder fazer isso? Isso não é seguro, Carl. Isto é difícil. Complicado." "É aí que você está caindo. Você está esperando que seja difícil. Você está pegando o telefone com medo. Talvez um pouco de desespero. " "O que posso fazer?" Seus olhos eram penetrantes e bonitos. Eles me acertaram bem no peito. "O que você faria?" "Eu respiraria. Encontraria minha área. Me certificaria de estar concentrado antes que a chamada se conecte. E então dialogaria e veria onde iria dar. " Sorri. " Sem pressão, Katie. A pressão está toda na sua cabeça. " Soltei o cinto de segurança, mas ela colocou a mão no meu braço. Eu acalmei, observando-a enquanto estendeu a mão para os controles do carro.

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"Não ria", disse ela, e havia um blush nas bochechas. Sorri quando percebi o que ela estava fazendo. "Eu nunca ri", eu disse. "Nunca." Respirou fundo e fechou os olhos enquanto as barras de abertura soou. "Você vai fazer isso comigo?" "Sempre", peguei a mão dela. Cantamos o tema Rocky no parque de estacionamento até que estava rindo muito forte para se concentrar nas palavras, até que a tensão tinha desaparecido e seus olhos estavam brilhantes e sua respiração estava irregular, mas livre. E então a minha menina de olhos azuis acertou em cheio. Encontrou seu ritmo, entrando na chamada certa no momento certo, e lhe deram uma marca na tabela de classificação apenas cinco chamadas após o almoço. Não poderia ter ficado mais orgulhoso.

Metade dos estagiários teve um ponto no quadro negro até sexta-feira à tarde, e aqueles que não tinham estavam chegando perto. Verity era um daqueles chegando perto, mas ainda havia um espaço vazio ao lado de seu nome. As conversas foram ficando mais fáceis , mais qualificadas. A atmosfera estava agitada como todos batalhando por esse resultado antes do final do jogo, e Katie estava em chamas, animada e bem-falante com um olho no relógio. Pensei que tínhamos um vencedor para a semana quando Ryan marcou seu segundo ponto na quadro negro, estava em minha frente. Eu estava sentado em sua mesa para transferir seus detalhes de liderança , quando a chamada de Katie conectou com o CTO de um grande fornecedor agrícola galesa. Ouvi a coisa toda desenvolver, desde sua

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introdução foi impecável, o alegre questionamento e a construção de um relacionamento e, finalmente o próximo. Vi o brilho de emoção em seus olhos, o sorriso brilhante de alguém que sabia que era um vencedor. Ele me emocionou. me intoxicou. Fez o meu coração pular no meu peito. "Eu fiz isso!", Ela disse enquanto desconectava. "Ele quer uma reunião! Têm orçamento alocado e tudo! " Disparou como um foguete para fazer sua segunda marca, o que a colocou na primeira posição conjunta a marcou como um concorrente real. Ryan levou bem, a parabenizando com prazer genuíno em seu sucesso. Fezme gostar ainda mais dele. Katie mal podia se conter, quando me levantei, deu um pequeno salto no local e as mãos foram tomadas em punhos pela vitória. Dei um passo em direção a ela para apertar sua mão, mas ela me contornou completamente, esquecendo-se do nosso ambiente nesse meio tempo o suficiente para lançar os braços ao redor do meu pescoço. "Eu fiz isso!" Um sorriso ofegante bem no meu ouvido. Coloquei minhas mãos em sua cintura para guiá-la de volta a uma distância profissional, olhou para os outros chamadores, os olhos arregalados enquanto registrou sua familiaridade. Mas isso não importava, porque ninguém estava olhando para nós. Estavam muito ocupados olhando para David Faverley. Ele ficou na frente do conjunto de treinamento, ladeado por dois membros seniores de recursos humanos, seus olhos atentos no quadro e imersos na pontuação. Um silêncio desceu enquanto se preparava para abordar o grupo, as conversas de chamadas foram encerradas enquanto as pessoas paravam e tiravam seus fones de ouvido. Ele tinha uma aura de chefão sobre ele, estava vestido como na marinha com um laço marrom escuro, e seu cabelo prateado estava escorregadio e estilizado. Acenou com a aprovação quando somou os totais, percebendo, como

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tinha muito que fazer, que a nossa equipe estava a caminho de ter um desempenho sólido. E assim foi a nossa doce pequena Katie. Puxei-a para o meu lado, mantendo a distância profissional, seu corpo ficou tenso, sua excitação parou do nada. "Boa tarde", disse David para a sala. "Minhas desculpas por não ter chegado mais cedo, mas vos garanto que tenho ouvido muito sobre o seus progressos por Carl. Espero que vocês tenham gostado de suas primeiras poucas semanas com a gente, nós sabemos que a curva de aprendizagem é intensa, e o ajuste é difícil, mas prometo que o esforço valerá a pena. " Ele fez as apresentações habituais, um pouco de uma visão geral da empresa, uma palestra sobre oportunidades de postar o programa de treinamento e uma palestra motivacional sobre como estava orgulhoso do trabalho que todo mundo estava fazendo. Foi bem pratico, seus olhos se movendo de forma constante em todos na mesa de trabalho, fazer contato visual para transmitir a sua sinceridade, mas eu o conhecia muito bem. Bem o suficiente para perceber que estava lutando contra a compulsão de olhar em nossa direção, olhar para Katie, sua pequena estrela. Fiquei feliz que ele tenha lutado contra isso, porque os olhos de Katie estavam estreitos, com os lábios apertados, seu olhar em qualquer lugar, mas não sobre ele. Peguei seus dedos com os meus, os enganchando suavemente e puxei suas mãos em minhas costas fora de vista onde podia segurá-la corretamente. Apertei e ela apertou, pressionando um pouco mais para o meu lado. Parecia tão errado esconder o que sentia de seu pai, mesmo no coração do meu entorno corporativos. Não queria nada mais do que envolver meu braço em volta da cintura dela e segurá-la, incentivar a abordar a distância e falar com ele. Pegaria a mão dela e diria a ele o quão maravilhosa que era, quão duro estava trabalhando, quão grande estava fazendo. Como eu estava orgulhoso, como orgulhoso deveria estar. Como colocou os dedinhos delicados ao redor do meu coração e no de Rick e os roubou . Queria dizer todas essas coisas, mas quando David tirou um punhado de envelopes de ouro do bolso e

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chamou a primeira das estrelas para escolher um, eu não disse nada, não fiz nada. Katie puxou sua mão da minha, quando percebeu o inevitável, esperava que ela soltasse antes que ele a chamasse pelo nome e virasse as costas desaparecendo como mágica, deixando-o com um envelope de ouro na mão e uma decepção em seu rosto. Ela não o fez. Ela ainda estava de pé, com o rosto severo e tenso, mas enraizada no lugar. Comecei as palmas quando o nome de Ryan foi chamado, e seu sorriso iluminou a sala quando ele recebeu seu envelope. David apertou sua mão, felicitou-o por um resultado excepcional, dois Sterling leva na primeira fase do treinamento foi impressionante, muito bem feito, de fato, disse ele. E então voltou sua atenção para Katie com um envelope restante em sua mão. Seu sorriso era brilhante, e seus olhos eram quentes e orgulhosos. Doíame profundamente ver o abismo de desconexão entre pai e filha. "Katie", disse ele, e prêmio."

acenou para ela. "Por favor, venha e pegue seu

Havia tanta ênfase no, por favor, um desespero silencioso, o tom de um homem ansioso para ultrapassar a divisão e fazer isso direito. Katie não se moveu, e meu coração ficou na garganta, minha mão nas costas dela para incentivá-la a ir. Ela resistiu, mas apenas por um momento, dando passos lentos em seus saltos extravagantes, olhando maduramente e profissional em seu terno quando andou. O sorriso dela foi empolado e sua mão estava tensa e desajeitada quando a sacudiu. Vi o lampejo de emoção em seu rosto quando baixou os olhos para o chão. Meu coração se partiu um pouco por ele, e por ela, também. Pelo amor esperando por ela, amor imperfeito de um homem que quis dizer isso, um homem que tinha cometido seus erros e viveu a lamentá-los, um homem que era bom e gentil de coração, um homem que queria estar lá. Um homem que tinha tentado estar lá, e falhou. Pensei que iria admitir a derrota e deixá-la ir com nada mais do que um aperto de mão inábil, mas eu o

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conhecia melhor do que isso. Entregou-lhe o envelope, e aproveitou o momento. Minha respiração engasgou quando passou os braços em volta dos ombros e a puxou para si, mesmo que ela estivesse rígida como uma tábua. Os aplausos irromperam, mas suas palavras sussurradas, apenas alto o suficiente para ouvir. Eu estou tão orgulhoso de você. Estou muito orgulhoso. E então ele a deixou ir. Ela vacilou por um momento, segurando o envelope entre os dedos, um lampejo de emoção em seu rosto antes que levantasse sua guarda. Concordou e agradeceu, em seguida, se afastou, se retirando para sua mesa para uma fanfarra de felicitações de seus colegas. David fez a sua saída com um agradecimento final, e eu tomei a palavra, reiterando tudo o que ele disse sobre seu trabalho e como impressionado eu tinha estado com a sua atitude e dedicação ao longo de um início difícil para o programa. Procurei cada par de olhos, cada sorriso ansioso, agradecendo a todos eles pessoalmente e individualmente, encontrar algo interessante a dizer para cada um deles. Até que cheguei à cadeira vazia de Verity. Examinei as mesas, e para trás, tentando localizá-la entre os outros, mas estava longe de ser vista. Defini a todos a tarefa de pegar um café e uma discussão informal entre si antes da semana acabar cedo, fui para a cozinha, e ainda mais para os sanitários. Ainda não havia sinal dela. A bolsa ainda estava na zona dos pés de sua mesa, seu lenço ainda caído sobre sua cadeira, e um olhar pela janela da frente mostrou um pequeno esportivo Audi ainda em seu espaço no estacionamento. Duas meninas da administração estavam conversando na copiadora no corredor, perguntei se eles a tinham visto. Cerca de dez minutos atrás. Elas apontaram para o armazenamento de artigos de papelaria e salas de servidores. Fui por ali. Achei princesinha Verity atrás de uma pilha de caixas de envelope, agachada no chão

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Rosto nas mãos, chorando o coração para fora como se o mundo inteiro estivesse acabando. Agachei ao seu lado, soltou um grito medonho. "Vá embora!. Por favor, vá embora!" Mas isso não é o meu estilo. Esperei até que os soluços se abrandassem um pouco, esperei até que tirou as mãos do rosto e olhou para mim com os olhos inchados. "Você quer falar sobre isso?" Ela balançou a cabeça. Sentei , indicando que não ia a lugar nenhum. "Se isto é sobre o ranking, você não precisa ser tão dura consigo mesma. Você teve algumas grandes conversas esta semana, ouvi você. Você terá a sua liderança a qualquer momento, você simplesmente não conseguiu a sua pausa hoje ". "Não posso fazer isso!", Gritou. "Simplesmente não posso!" "Você pode. Sei que você pode. Você trabalhou duro, você está fazendo bem. Às vezes os resultados não vêm, pode ser má sorte, pura e simples. " Seu rosto suavizou como uma garotinha assustada a arrogância de Verity tinha desaparecido. Parecia uma criança novamente, a garota que eu tinha visto em suas tranças todos esses anos. "Ela vai arruinar a minha vida!" "Katie?" Ela assentiu com a cabeça. "Ele a ama mais do que a mim!" Suas palavras me pegaram de surpresa. "Isso não é verdade", eu disse. "Seu pai te ama muito." "Não como ele a ama!" Enxugou as lágrimas na parte de trás da sua mão. "Seja agradável a sua irmã, Verity, compartilhe suas coisas com a sua irmã, Verity. Certifique-se de Katie esteja bem, Verity. Vamos com Katie escolher qual cavalo que ela quer montar, Verity. Certifique-se de que você dá a sua primeira escolha, Verity. Por que você não usa o cabelo como Katie, Verity? Katie é tão bonita, Katie tão boa, de Katie tão fodidamente inteligente e bonita e doce e loira e porra maravilhosa, Verity. "

"Tenho certeza que as coisas não eram assim", eu disse. "Tenho certeza de que não é como o que seu pai pretendia." Ela balançou a cabeça.

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Ela virou-se. “foi tudo sobre Katie, doce pequena Katie. Ele estava trabalhando muito para passar o tempo com a gente, mas quando chegou a hora de pegar a pequena Katie estava sempre ali, dirigindo mais para levá-la e trazê-la de volta como uma bonequinha. Katie, Katie, Katie. Será que Katie quer jogar bem? Quer compartilhar? " Ela fez uma careta. " E quanto a mim?! E quanto a mim? " A ideia de que Verity foi evitada em favor de uma irmã mais nova que não sabia até que tinha dez anos foi bastante ridícula, eu tinha certeza disso, mas os olhos de Verity não estavam mentindo. Sua explosão foi crua e real, e cheia de amargura. Seja qual for à situação, era assim que tinha visto isso. Como ainda via. "Agora está melhor do que eu no escritório e papai vai amá-la ainda mais!" Balancei minha cabeça. "Não. Ele não vai. Ele ama ambas." "Eu queria fazer melhor do que ela! Dessa forma, ele saberia que eu era melhor do que ela! Mesmo que eu não seja a mais bonita com o cabelo loiro! Mesmo não sendo a única mais bonita! A única mais doce! " As lágrimas vieram rápido. "Ela é... ela é... ela é melhor do que eu!" Tanta coisa que eu queria dizer. Então, muitas coisas para colocar sua visão em perspectiva, mas decidi não falar. A menina estava por um fio e histérica, muito abalada para ser racional. Não podia fazer sentido para ela sobre sua infância e Katie, não apenas como aquele, mas poderia ajudá-la a fazer o melhor das coisas agora. Peguei-a pelo cotovelo, a levantei, e pela primeira vez na minha vida eu estendi a mão para Verity Faverley e envolvi meu braço em volta dos ombros enquanto chorava. "Ninguém é melhor do que ninguém. Nós somos todos apenas pessoas." "Ela é..." "Ela provavelmente sente o mesmo por você, você já pensou sobre isso?" Ela balançou a cabeça. "Ela não faz. Ela quer todas as minhas coisas, e meu pai também. "

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Eu sorri. "Sei de um fato que não é verdade. Está apenas tentando fazer seu trabalho para que possa ir e encontrar aquele cara encantador de cavalo, da mesma forma como você está." "Você diria isso. Você a ama também. É obvio. Você não pode parar de olhar para ela. " Seu lábio tremeu novamente. "Mesmo os homens homossexuais amam a pequena e perfeita Katie." Não tentei explicar ou negar, apenas soltei um suspiro, e abracei um pouco mais apertado. "Vou ajudar você." eu disse. "Segunda-feira de manhã vamos fazer algum treinamento extra." "Vamos?" Disse ela. "Nós vamos. Mas isso tem que parar, todo esse ódio e amargura. " " Mas ela ... " "Não. Isso tem que parar." Encontrei seus olhos, a forcei a encontrar o meu olhar. "Diga que você vai tentar." "Eu não acho que eu possa..." "Tente, Verity, você só tem que tentar. Isso é tudo. Apenas tente. Dê-lhe uma chance. " Ela pensou por longos segundos, a meio caminho entre a carranca e soluços, e então suspirou, seus lábios tremendo. "Tudo bem. Vou tentar. Apenas certifique-se de que eu possa vender algo para que papai não me odeie. " Seu tom de voz suavizou. "Por favor." Estendi minha mão. "Isso é um negócio", disse eu.

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Capítulo DEZOITO

"Você não vai abrir isso?" Apontei com a cabeça para o envelope dourado que ela jogou no painel do carro, como se fosse lixo. Encolheu os ombros. "Não sei. Provavelmente não." Virei para fora do parque industrial, entrando na fila do tráfego. Hora do rush. Engarrafamento. "Você o ganhou, você deveria abri-lo." "Não quero nada dele. Exceto minha viagem até Harrison Gables. Essa é a única razão pela qual eu estou aqui." "A única razão?" Atirei-lhe um sorriso. "Você está me dizendo que não desfrutou de hoje nem um pouquinho? Não desfrutou marcar seus pontos? " Fiz uma pausa. " Você não gostou das nossas conversas na hora do café da manhã?" Ela fez um som de desaprovação para mim. "Tudo bem, sim, gostei de algumas coisas. Mas ainda não quero o seu envelope de merda, apesar de tudo. " "Tudo bem", e estendi a mão para pegá-lo. " Vou guardá-lo até segundafeira, dar para a próxima pessoa que colocar um ponto no placar." Ela me lançou um olhar irritado. Sorri, e o joguei em seu colo. "Abra-o," Mostrou a língua, e então o abriu. "E?" .

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Lançou de volta para o painel. " Cupons. De alguma loja elegante de roupas que eu nunca irei visitar nem em um milhão de anos. "Por que não?" Encolheu os ombros. "Não é justo. Eu não sou Verity. não faço tudo de maneira sofisticada, elegante ou afetada. " " Você não é afetada, " eu concordei. "Sofisticada e elegante, você é, no entanto. Você faz isso muito bem. " " Obrigada. Mas eu ainda não vou." Não a pressionei, ela apenas sorriu para mim enquanto pegava o cupom do painel e o guardava em sua bolsa. "Ele está muito orgulhoso de você." Olhei para ela. "Como eu também estou" "Minha segunda chamada foi por sorte." Balancei minha cabeça. "Não, não foi. Eu a ouvi. " "Você fez?" "Sim." Estendi a mão e apertei seu joelho. "Quero dizer isso, Katie, estou muito orgulhoso. Você deveria estar, também." "Você me ajudou. Muito Obrigado. " "Ajudei a todos, mas foi você que colocou esses pontos no quadro. Você." Finalmente, pela primeira vez desde o abraço desajeitado com seu pai, me deu um sorriso verdadeiro. Começou nos olhos e percorreu todo o caminho até os dedos que apertaram os meus. "fiz isso, realmente fiz isso, não foi?" "Você fez, sim." "E não Verity." O calor no meu estomago se tornou gelo. "Isto não é sobre Verity, isto é sobre você." "Eu sei. Mas ainda assim. Eu fiz e ela não conseguiu. Aposto que ela está fervendo de raiva. Aposto que ela não pode acreditar que a irmã idiota conseguiu marcar e ela não. "

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Conduzi o carro para frente quando a iluminação do semáforo mudou, pensando muito em como falar. "Verity tem seus problemas, Katie, mas não acredito nem por um segundo, que a descreveria como idiota. Longe disso." "Oh, ela iria", disse ela. "É tudo que ela já soube me falar. Estúpida, ridícula, a que ninguém quer. Idiota." "Muitas pessoas mantém uma fachada. E muitas vezes os mais inseguros de nós são os que atacam mais. " Ela riu. "Verity?! Insegura?! De jeito nenhum. Ela é tão cheia de si que estou surpresa que conseguiu passar sua cabecinha por aquela porta. " "Ela não parecia tão cheia de si, esta tarde, Katie. Estava muito chateada. " Eu observei sua reação, vi seus ombros ficarem tensos e seus lábios se apertarem. "Bom. Talvez isso a faça baixar seu ego um palmo ou dois. " "Pare", eu disse. "Você não é uma pessoa amarga. Não deixe o sucesso torná-la alguém que não é. Você é muito melhor do que isso ". Ela me olhou como se eu tivesse a atingido. " Eu não... Eu nunca... não é isso que eu quis dizer..." Ela virou os ombros para mim. "Isso é ela, Carl, me faz agir assim. Eu não me alegro com a desgraça de outra pessoa. Eu nunca tripudiaria sobre alguém. " Eu não disse uma palavra, apenas esperei, observando as engrenagens girar atrás de seus lindos olhos. "Ela estava chateada?" "Foi duro para ela não conseguir a liderança essa semana. Ela trabalhou por isso, da mesma forma como todos os outros fizeram. Da mesma forma que você fez. " "Ela disse isso? Que está chateada por não conseguir a liderança?" "Entre outras coisas. " Voltou sua atenção para a estrada a sua frente. "Ela é uma manipuladora mimada que joga para ganhar. Nunca fala a verdade. Ela vai dizer o que ela quer que você ouça ". "Estou velho demais para me deixar levar por isso, Katie. Dê-me algum crédito."

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" Eu sei ", disse ela. "Mas é só ela. Eu a conheço." "Assim como eu." Ela suspirou. "Eu sei. Desculpe." Eu tinha arruinado seu humor. Em sua postura, identifiquei em seus olhos. E isso era a última coisa que eu queria. Estendi a mão, alisando uma mecha do seu cabelo para trás de sua orelha. "Chega de tudo isso. É o seu dia especial. O que você quer fazer para comemorar? Vou levá-la em qualquer lugar, fazer o que você quiser. Por minha conta. " Seu sorriso voltou. "Você vai?" "Será meu prazer". Eu devia ter adivinhado a resposta dela a um quilometro de distância. "Samson", disse ela. "Eu gostaria de ver o meu rapazinho peludo. Eu sinto muitas saudades dele. " Meu estômago se contorceu com culpa ao ver a emoção nos olhos dela. "poderia até mesmo montar um pouco, se for rápido." "Como a senhorita desejar," eu disse. Nós ligamos para Rick para ver se ele poderia se juntar a nós, mas ele ainda estava voltando de uma reunião com um cliente em Weston. “Porra,” ele gemeu.” Fico um dia fora e é o dia que eu tenho que perder a grande celebração. “ "Vamos celebrar mais tarde", disse Katie. "Não é uma grande coisa." “Será muito grande, “ Disse ele, sua voz estava com um tom de desejo. Observei-a se contorcer em seu assento, e isso fez meu pau ficar duro. Sorri enquanto terminava a ligação. "Só nós dois, então." "Só nós dois." Ela sorriu de volta. "Espero que você não vá ser muito chato." "Vou passar longe de ser chato", eu disse. Dei sinal para mudar de faixa, cortando pelo trafego de Cheltenham já que não teria que passar em casa para pegar Rick. "Você tem algumas roupas, no estábulo? Isso economizará tempo. "

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Ela sorriu quando o tráfego diminuiu, nosso itinerário definido. "Podemos parar na minha casa, não vai demorar muito. Preciso pegar algumas calças de montaria e outro par de botas lá. " Ela fez uma pausa, olhando para fora da janela. "Mamãe vai estar em casa." "Isso é um problema? Eu posso esperar no carro ". Ela balançou a cabeça. "Você não tem que esperar. A menos que você queira. " A ideia de encontrar sua mãe me deu uma emoção estranha. Eu atireilhe um sorriso. "Tem certeza disso? Eu estou vestido bem o suficiente para impressionar? " Ela sorriu de volta, e estendeu a mão para alisar minha gravata. "Sempre." Katie vivia em uma ruazinha tradicional em Much Arlock. Uma fileira de casas geminadas, com caixas de correios e pequenos jardins na frente. A dela ficava no fim da rua. Um Ford velho estava estacionado do lado de fora ao lado do dela, mas este era menor, de sua mãe eu imaginei. Minhas mãos estavam estacionei atrás dele.

surpreendentemente

úmidas

quando

eu

Katie soltou o cinto de segurança e pulou para fora. "Eu voltarei em um minuto", disse ela, sorrindo para mim através da porta aberta. "Você vai entrar?" Sim, eu entraria. Segui-a até a porta da frente, olhando a minha volta enquanto ela se atrapalhava na fechadura com um tilintar de chaves. Ela abriu a porta com um rangido. "Mãe, sou eu, vim apenas pegar algumas roupas!" Ela chamou. Ela tirou os saltos e jogou as chaves de lado. Era um lugar bastante agradável. Um tapete verde desgastado ao longo do corredor. Um par de desenhos de criança em quadros pendurados na parede. Katie Smith, idade 7. Katie Smith, idade 9. Um deles era apenas uma pequena marca de mão. Katie Smith, idade 3. Havia também uma fotografia emoldurada, Mamãe e Eu,

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estava escrito nela. Katie, sorrindo em um cardigã de malha, tranças com fitas coloridas em seu cabelo. Seu braço em torno de uma mulher que se parecia muito com ela. Eu conhecia o lugar. Eu estive lá em minhas únicas férias. Eu reconheci o tobogã no fundo. Katie subiu um par de escadas e gritou. "Mãe, você está aí?" Eu tive a estranha vontade de bisbilhotar, subir e ir até seu quarto. Eu tinha outro desejo, também. O desejo de enterrar meu pênis nela em sua própria casa. Fazê-la minha em sua própria cama. Dormir na cama dela, entre suas coisas, em meio a sua vida cotidiana. Ouvi passos no corredor. "Estava no chuveiro, não demorarei nem um minuto." "Eu tenho um visitante," Katie gritou, e ela estava sorrindo. "Um visitante?" A voz chamou. "Holly? É você?" Um pouco de rubor apareceu nas bochechas de Katie. "Não, mãe, não é a Holly." Ela se virou para mim. "Amiga de escola", ela sussurrou. Esperamos o que pareceu ser uma eternidade até que o som de passos começar a se aproximar novamente. Eu respirei fundo, preparando meu sorriso. A mulher que desceu as escadas era verdadeiramente cativante, assim como sua filha. Seus cachos louros ainda estavam molhados, e ela estava vestindo nada além de uma camiseta simples e jeans. Sem maquiagem, mas não precisaria de nenhuma. Seus olhos eram azuis e seu sorriso era largo. Até mesmo as sardas. Ela estendeu a mão. "Debbie", disse ela. "Sou a mãe de Katie." "Carl", eu disse, e deixei por isso mesmo. Eu apertei a mão dela com firmeza. Katie olhou para mim, com olhos arregalados e um pouco inseguros. "Carl, meu chefe", disse ela, e meu coração caiu um pouco. "E um amigo." Sua mãe levantou uma sobrancelha para ela. "Amigo?" "Amigo. Um bom amigo."

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"Sua filha está indo muito bem. Hoje ela chegou no topo da tabela de classificação." Isso fez Debbie Smith sorrir com os olhos. "Parabéns, Kate", disse ela, e apertou-a com força. "Estou muito orgulhosa." Ela voltou sua atenção para mim. "Então, amigo-chefe Carl. Katie te ofereceu uma bebida? " "Não há necessidade. Acho que nós já vamos indo. Ela só veio fazer uma troca rápida de roupas. " " Samson ", explicou Katie. "Que terrivelmente gentil da parte do seu patrão, ter tempo para ir ver seu cavalo em uma sexta-feira à noite." Seus olhos eram suspeitos, e havia um ar de conhecimento em seu olhar. "Amigo", disse Katie novamente. "Bom amigo." "Estou feliz que Katie está se saindo bem no escritório", disse ela. "E feliz que ela tenha tido esta oportunidade.” “Ela está se destacando. Tem trabalhado muito duro, e está valendo a pena." "E você é o chefe de Katie no trabalho?" "Durante todo o programa de treinamento." Ela estava me testando, eu podia sentir. Ignorei a apreensão no meu estomago. "Vou me trocar", disse Katie, e meu desejo era segui-la até lá em cima. Eu me senti preso no lugar. Tanto sua mãe quanto eu a observamos subir as escadas, ouvi uma porta abrir e fechar no topo. E então sua mãe lançou seu veredito. "Você é o alguém especial", disse ela, e não era uma pergunta. "O alguém especial e seu chefe. Na minha experiência, os dois não se misturam, e Katie precisa desta oportunidade. Ela merece a chance de fazer algo melhor da sua vida ". "Katie está fazendo o melhor para si mesma, e não tenho nenhuma intenção de mudar isso".

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"Tantas boas intenções", disse ela, e lançou suas farpas. "Você tem filhos? É casado? Divorciado?" " Sem filhos ", eu disse, e minha garganta estava seca. "E não para as outras duas." Ela me deu um pequeno aceno de cabeça. "Ok, Carl. Isso é bom de se ouvir. " Seus olhos queimavam os meus. "Você conhece o pai de Katie?" "Eu conheço David muito bem." "Então, eu confio que você vá ajudar Katie a fazer o melhor nessa situação. Por causa dela, não dele. " "Eu vou ajudar Katie a fazer o melhor em qualquer situação que se encontre. Neste caso, tanto por David como por ela. Ele se importa muito com ela.” "Sim", disse ela. " tenho certeza." Seu sorriso estava de volta no momento que Katie fez sua reaparição, e tive a certeza de sorrir também. Eu estendi a mão. "Prazer em conhecê-la, Debbie." Ela apertou minha mão e foi mais firme desta vez, apontando. "Igualmente, Carl." Mas eu não tinha tanta certeza disso. "Vamos", disse Katie, e ela parecia alheia. "Eu quero acertar alguns saltos, faz um bom tempo que não monto." Ela foi à frente, e eu segui sem olhar para trás. Parecia muito mais arejado aqui fora. Respirei profundamente, fazendo barulho enquanto seguia, sentindo o olhar de Debbie queimando nas minhas costas. Katie pulou no carro e acenou um adeus para sua mãe à medida que se afastava. Levantei a mão, dando um sorriso, não muito brilhante. "Desculpe", disse ela. "Eu não sabia o que dizer. Chefe veio na minha cabeça primeiro, depois amigo. " " E é nessa ordem que você pensa em mim? " Ela riu. "Não, definitivamente não."

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Meu estômago estava incomodando novamente. "E é isso o que nós somos? Amigos íntimos? " " Nós não somos? " "Estou te perguntando." "Eu não sei o que somos", admitiu ela, e havia um certo constrangimento em sua voz. "Quero dizer, nós somos amigos, eu sei disso. Você é meu chefe. Você é o namorado de Rick. E você e Rick tem uma coisa, uma coisa adequada. Eu não tenho certeza o que isso faz de nós. " "O que você quer que ele faça?" Eu me afastei da rua e me senti muito melhor. Encolheu os ombros. "Essa é uma pergunta e tanto, Carl. Não sei como você quer que eu responda sem pensar nisso. " "Com honestidade. Não é uma pergunta difícil, você deve saber como você se sente." "Eu gosto de você, se é isso que você quer saber. Gosto de você, de ambos, muito. " "Você gosta de nós?" "Gosto muito, gosto das suas companhias, dos seus paus", ela riu, mas eu não retribui. Ela parou. "Eu gosto muito de vocês. Você é engraçado, é inteligente e amável, e diferente, e muito bom de cama ". "Mas você está nisso pelo dinheiro", eu disse. "Está tudo bem, eu entendo." Seus olhos me queimaram. "Não", ela disse, e havia fogo nele. "Eu não estou nisso apenas por dinheiro. Quase não penso sobre o dinheiro. " Ela suspirou. "Se o meu sonho não for possível então o dinheiro será inútil para mim." "Então o que você quer?" Ela apontou a saída para Woolhope. "Quero ver o meu menino", disse ela. "Isso é o que eu quero."

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"Tudo bem". Peguei a dica. " Estendi a mão para seu joelho e sua mão estava lá me esperando. "Vamos em frente, para sua besta peluda. Vamos terminar essa conversa outra hora." O cavalo parecia bem maior sem Rick por perto. Maior e mais desajeitado. Ele levantou a cabeça para cima, orelhas em pé enquanto seguia Katie junto ao estábulo. Eu passei na frente dele, evitando seus pesados cascos, parecendo tranquilo, embora ainda me deixasse desconfortável. Ainda assim Katie pôde sentir minha inquietação. "Relaxe. Ele é totalmente inofensivo." Ela me ofereceu o cabresto. "Leve-o se quiser, você vai ver." "Estou bem como estou por ora". "Eu também,” e se inclinou para beijar minha bochecha. " Isso é o que eu deveria ter dito no carro. Estou feliz, Carl, com tudo. Por ora." "Por ora?" Ela assentiu com a cabeça. "Sim, por enquanto. Isso é bom. Todos nós juntos. Gosto disso." Queria dizer tantas coisas. Derramar todo meu fardo em mais de uma maneira. A necessidade de colocar tudo para fora estava adormecida, profundamente em mim. Poderia despertá-la com apenas um toque, que iria despertar para a vida e se desenrolar. Arrastar-me para dentro dela, mas talvez ela fugisse. Assim como as outras. "Eu gosto disso também. Muito." "Bom", disse ela. "Então nós estamos bem, certo?" Envolvi meu braço em volta da sua cintura. "Estamos bem." Amarrou Samson em uma argola de barbante fora da porta do estábulo. "Certamente, ele pode quebrar isso, não?" Perguntei. "Esse é o ponto. Se ele se assustar ou qualquer outra coisa, ele pode quebrar o barbante e fugir. Ele não faria mal a si mesmo. " "É bom saber", imaginando que aquela coisinha adiantaria para porra alguma se ele decidisse vir para cima de mim.

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Ele ainda estava me dando olhares, ainda sendo hostil. Mesmo enquanto mastigava o feno ele estava me encarando. Ela pegou seus cascos, um por um, e os colocou entre as coxas enquanto raspava a lama pra fora deles. Bom, melhor lama do que eu. Gostaria que Rick estivesse conosco, fazendo-a rir com sua conversa fácil. Ele saberia o que dizer o que fazer. Tornaria essa conversa de E ai? O que está acontecendo? Muito mais descontraída do que eu. Provavelmente porque não iria nem tentar fazê-la. Katie colocou a sela nele, amarrou seu capacete. Sorrindo. "Você precisa apoiar sua perna para subir ou algo assim?" Perguntei, mas ela balançou a cabeça. Içou-se facilmente, jogando uma perna sobre o lombo dele e montando sem nem mesmo um segundo de hesitação. Ela encurtou seus estribos, e tomou as rédeas, e então se viraram para a saída, andando para lá no mesmo ritmo que entraram. "Você pode abrir o portão?" Apontou para o portão ao lado da arena de madeira lascada. Corri na frente deles e fiz o que pediu. Ela trotou no meio da arena, subindo e descendo na sela, as coxas tão tonificadas que eu pude ver a definição delas através de suas calças. Apontou para os obstáculos espalhados ao redor do terreno. Postes de cor vermelha e branco ou amarelo e branco. Alguns altos, alguns duplos, alguns poucos postes estavam no chão. Um dos que ela apontava estava no chão. Corri para ele antes que perguntasse, e o coloquei de volta na posição certa. Ela agradeceu. Já meu terno, definitivamente não. Debrucei-me contra o muro a uma distância segura e assisti. Eu observava tudo, absorvendo sua entrada. A marcha fácil de Samson enquanto se aquecia longas voltas ao redor do exterior, figuras de oito ao redor dos obstáculos. Eu vi o jeito que ela se soltou, a liberdade sofisticada em sua postura. O sorriso no rosto, a concentração quando o mudava de direção, o guiava. Ela era uma imagem incrível.

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Um cisne sobre a água, confiante em seu elemento, explodindo de alegria. Poderia observá-la para sempre. Meu coração bateu forte quando foi para o primeiro salto, mas o cavalo saltou facilmente. Subiu e desceu, liberando as rédeas quando foi necessário, em seguida, bateu em seu pescoço e apertou as pernas nos seus flancos para encorajá-lo a seguir adiante. Eles fizeram um novo salto e foi mágico. Um terceiro e eu estava viciado. Sentindo o ritmo dos seus cascos, o duh-duhduh, duh-duh-duh, duh-duh-duh, e depois o silêncio enquanto ele saltava, a batida de seu destino e de volta para o duh-duh-duh. Eu estava sorrindo quando eles pularam um duplo, dois obstáculos em rápida sucessão. Desejando que ela continuasse, amando a maneira como eles se moviam como um só. Poderia vir a amar isso, observá-la. Poderia me apaixonar por isso. Deu a Samson uma palmadinha quando eles treinaram o suficiente, e suas bochechas estavam rosadas, enquanto andava ao redor da arena, cabeça baixa, rédeas longas e soltas em suas mãos. Ele estava com o pescoço suado, e cheirava a couro e animal quando se aproximaram. Eu abri a porta para eles, e passaram perto o suficiente para que eu pudesse sentir o calor vindo dele, retornando para a baia. Eu os segui, e ela olhou por cima do ombro, inclinando-se para trás em sua garupa. "O que você achou?" Perguntou ela. "Fomos bem?" "Incrível", eu disse. "Sério. Foi fantástico." "Levou um longo tempo para isso." Ela sorriu. "Ele era verde quando chegou, dava pulos muito largos. Era nervoso. " " Não parecia nervoso hoje. " "Não é mais. Ele confia em mim, me conhece." "A beleza da experiência, tornar-se confortável com o outro." Desmontou e o amarrou, tirando a sela enquanto ele vasculhava o feno." Nós estamos competindo no Cheltenham Chase em agosto. O único percurso neste verão."

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"Tenho certeza que você vai se sair muito bem", quis realmente dizer isso. "Espero que sim." Os olhos dela encontraram os meus. "Verity participará também, com algum cavalo famoso e extravagante que seu pai pagou uma fortuna para comprar." "E é por isso que você está fazendo isso?" Ela encolheu os ombros. "Talvez um pouco. Quero vencer." "É uma ladeira escorregadia. Competir com apenas uma pessoa. Isso nunca acaba agradavelmente, mesmo se você ganhar. " "Ainda assim", disse ela. "quero ganhar." Um estrondo de um caminhão soou por perto e ela correu pelo estábulo. "É o Jack", disse ela. "Finalmente! Não o via a séculosss!" Pegou a sela de Samson, e me entregou junto com o freio. Couro suado bateu no meu paletó, mas ela não percebeu, já que estava muito ansiosa para ir lá fora. "Você pode colocar isso no quarto dos fundos, por favor? E manter um olho em Samson? Não vou demorar muito. " Balancei a cabeça, mas duvido que ela sequer visse. Já estava se afastando. Demorou um bom tempo. Tempo suficiente para que o animal peludo terminasse seu feno, até mesmo os poucos pedaços que caíram no chão. Soltou um suspiro e olhou ao redor, forçando sua corda para olhar a fazenda. "Quieto. Não vá soltar essa corda." Como se a besta fosse me entender. Seus olhos encontraram os meus ainda eram sombrios curiosos, e hostis. Suas orelhas se movimentavam ao mesmo tempo em que seu o rabo afastava preguiçosamente as moscas. Atrevi-me a dar um passo adiante. "Ei, rapaz. Bom menino. " Estendi a mão, mas ele tirou sua cabeça do alcance. Me assustando o suficiente para me afastar novamente, mas sua ação me machucou, me frustrou. E então isso me atingiu. Queria que o cavalo gostasse de mim. Ridículo, mas era a verdade.

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Queria que ele gostasse de mim, para que ela também gostasse de mim. Porque ele era importante para ela. "Hey," eu disse novamente. "Quem é um bom menino?" Seus olhos se cravaram em mim. Respirei fundo e dei um passo em frente, desta vez mantive a minha mão estendida, mesmo quando ele tirou a cabeça. "Quem é um bom menino? Um menino amigável? " Mantive o meu tom leve. "Ei, menino, por favor, não me destroce, sim? Não me pisoteie. " Coloquei a mão em seu pescoço estava quente e suado, mas suave. Meu coração bateu mais rápido. "Bom menino." Dei palmadinhas nele, como se soubesse o que estava fazendo. Ele não se mexeu, apenas me olhou. Por favor, pedi. Por favor, apenas goste de mim. Por favor. Respirei fundo, dando passos lentos, até que eu estava do seu lado. Suas orelhas continuavam se sacudindo, enquanto deslocava seu peso nos cascos. "Bom menino, Samson, você é um bom menino." Balançou a cabeça novamente quando coloquei a mão em seu focinho, me afastei, mas apenas por uma fração de minuto. "Por favor", sussurrei. "Por favor, me dê uma chance, garoto." Quando coloquei minha mão de novo ficou parado, e meu coração pulou no meu peito. Coloquei minha mão em seu focinho, e ele bufou nela. Fungou, enfiou o nariz nos meus bolsos. E então, me empurrou de leve, como fazia com Katie. E eu não estava com medo. "Bom menino!,” desejei ter fodidas balas. Gostaria de ter um caminhão inteiro de fodidas balas para ele. Me empurrou novamente, esfreguei suas orelhas, e ele não se importou. Senti a conexão, do animal para o homem, do homem para o animal. Tinha me avaliado me saí bem. Eu tinha passado no que quer que fosse seu teste cavalar. "Bom menino, Samson, você é mesmo um bom menino."

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Acariciei a faixa branca na sua cara e ele não recuou. Não se mexeu quando passei meus braços em volta de seu pescoço e lhe dei um abraço, pouco me importando com meu terno. "É isso aí", sussurrei. "Somos amigos agora." E isso era bom pra caralho. Ainda estava acariciando o cavalo quando ouvi os passos de Katie no estábulo. Virei-me para encará-la com um sorriso, dando tapinhas no cavalo como se fossemos fodidos melhores amigos desde sempre. Meu estômago estava apertado e ansioso, e um pouco animado, meu coração estava cheio de vida. "Ele gosta de mim. Realmente gosta de mim, porra!" Meus olhos encontraram os dela, esperando ver aprovação alegria e emoção para coincidir com o que eu sentia, mas não havia nada disso neles. Os olhos de Katie estavam inchados e tristes. Suas bochechas avermelhadas de lágrimas. "O que foi?" Eu disse, soltando o cavalo do abraço e indo direto até ela. "O que diabos aconteceu?" Se esforçou para falar, tomou meus braços e os agarrou com os dedos tensos. Sacudiu sua cabeça e outra lágrima caiu. "Fale comigo", eu disse. "O que houve?" Tomou um gole de ar que soou como um soluço. "É o Jack", disse ela. "O banco... o banco está cobrando a hipoteca da fazenda, ameaçando fechar o negócio..." Outra lágrima, e um soluço verdadeiro saíram neste momento. "Ele está vendendo a terra, e não tem escolha. Ele tem que vendê-la, os estábulos, o quintal. Tudo isso." "Ok", eu disse. "Está tudo bem." Mas ela estava balançando a cabeça. "Não está tudo bem, Meu sonho acabou. Se foi. Fodidamente se foi. " E então ela gritou. E começou a chorar.

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Capítulo

DEZENOVE Ela não me deixou abraça-la, apenas secou as lágrimas e se ocupou com Samson. Ajudei o melhor que pude, ajudando a escová-lo antes de colocá-lo no piquete, abrindo portões, segurando uma mangueira enquanto o bebedouro de água estava enchendo, mas eu não acredito que ela sequer percebeu. Seus pensamentos estavam longe, os olhos cheios de lágrimas enquanto olhava o vazio. Podia sentir seus sonhos se quebrando. E os meus estavam na minha garganta, desesperados para alcançar e agarrar os dela e manter os pedaços juntos. Assisti Samson fazer o seu caminho de volta para o campo, chamando por seus amigos equinos antes de sair em uma corrida, mas pela primeira vez Katie não o observou. Ela já estava indo para fora, cabresto na mão, atravessando o pátio em direção ao carro. Eu a alcancei, mas ela não disse nada, apenas guardou o cabresto no gancho da baia de Sansão e recolheu a mangueira. "Casa? Eu disse, e ela concordou. Sentou no banco e prendeu seu cinto, sua respiração era superficial e irregular. Afastei-me da fazenda, dirigindo lentamente ao longo da pista. O silêncio era ensurdecedor. Muito ensurdecedor. "É tão ruim assim? Não há tempo para negociar? Eles não vão lhe dar qualquer margem de manobra? "

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Ela balançou a cabeça. "Deram-lhe tudo o que eles estavam dispostos a dar. Eu cheguei tarde demais. " " Tarde demais? " "Eu esperava ter dinheiro suficiente para pagar o aluguel por mais seis meses. Jack precisava desse dinheiro para entregar ao banco ". "Mas isso não é mais uma opção?" Seu lábio tremeu um pouco. "Acho que foi sempre uma possibilidade remota. Foi apenas uma esperança, para nós dois. Ele não pode fazer o negócio funcionar por conta própria. Eu só esperava... " A voz dela sumiu. Esperança, talvez, mas a menina parecia quebrada. Mordiscou os nós dos dedos quando o carro pegou velocidade, e a necessidade em mim transbordou, explodiu. Eu virei para um desvio na estrada, onde uma placa indicava Madeireira Haugh. A área de estacionamento praticamente vazia. Parei, desliguei o motor enquanto Katie olhava para mim. "O que nós estamos…?" "É o seu sonho?", Perguntei. "Esse lugar? Este lugar em particular? Esta fazenda? " Ela assentiu com a cabeça. "É realmente estúpido." Ela estava ofegante, a fragilidade aparente em sua voz. "Tenho tudo planejado, tudo. Sei onde eu iria colocar os abrigos no campo, como organizaria a escola, onde daria cursos de salto em obstáculos. Conheço esse lugar, conheço essas pessoas. Tenho uma lista de crianças que querem aulas e que não podem pagar, mas quero ajuda-las de qualquer maneira. " Ela encontrou meus olhos. "Eu queria tanto. Eu quero muito isso." "E quanto a outros estábulos? Você poderia alugar em outro lugar, não?" Ela encolheu os ombros. "Talvez. Não sei. Acho que sim. É tudo muito incerto agora." Seus olhos se encheram de lágrimas novamente. " Este lugar apenas é especial para mim. O lugar que montei meu primeiro cavalo, o lugar onde Samson e eu nos encontramos." Apontou para uma trilha na extremidade da área de estacionamento. "Nós galopamos através dessas arvores todo o tempo. Conheço cada caminho, cada colina, cada curva. Amo isso aqui. Amo tudo sobre este lugar. "

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Suspirei, minhas mãos no volante. "Quanto é que ele precisa? Para está vendendo a terra para você? " Sorriu meio triste. "Muito. Não sei quanto ao certo, uns duzentos mil. É muito dinheiro para que eu me preocupe com isso. " Então eu ofereci. Só porra ofereci. "Poderia comprá-la." Silêncio. Então uma risada. Mais como um bufo. "Você o que?" "Estou falando sério", eu disse. "Eu poderia comprá-lo para você. Por duzentos mil dólares, posso fazer isso. Como um investimento, a terra não perderá seu valor. Tenho capital suficiente. " Seus olhos arregalados me encararam. "Por que você iria querer comprála? Você nem sequer gosta de cavalos. " "Não." Virei para ela. "Não gosto de cavalos, mas estou aqui de qualquer maneira. Não gosto nem mesmo da vida ao ar livre, não gosto de lama não gosto do cheiro de merda de animal, o pensamento de caminhar através de campos abertos realmente não me anima. Mas estou aqui. Por sua causa. Porque gosto de você." "Eu também gosto de você. Mas você não pode comprar as terras de Jack, isso é ... isso é loucura. Não poderia te pagar de volta agora. Não tenho nem ideia de quando poderia te pagar na verdade. Provavelmente nunca." Podia ver os pensamentos se acumulando através de seus olhos, a cabeça balançando enquanto ela tentava achar uma solução. "Você não precisa. Não espero que você me pague. " "Então por quê? Por que você faria isso? " Levantou as mãos. "E, ao final de seis meses, o que vai ser? O que acontecerá? E se nós terminarmos e cada um seguir em frente? O que acontecerá então, se você é o dono da minha fazenda e não me quiser mais? " "Isso não vai acontecer." Ela levantou as sobrancelhas. "Como você sabe? Qualquer coisa pode acontecer. E então você será dono de um lugar que nunca quis e eu teria uma dívida gigante com você. "

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"Ou você ficaria feliz, e eu ficaria feliz, e Rick também ficaria feliz. Nós poderíamos ser felizes, Katie. Já pensou nisso?" Ela respirou. "Duzentos mil dólares por alguns anos, você diz. Mas o nosso acordo era de apenas alguns meses, você realmente quis dizer isso? " Senti um arrepio na espinha. "Isso não importa agora. Não tem nada a ver com isso ". "Tem tudo a ver com isso. Você está me oferecendo muito dinheiro, e simplesmente diz que é para que eu possa ser feliz. Assim, nós podemos ser felizes. O que te faz pensar assim, Carl? O que você quer de mim?" Suspirei, agarrei o volante. "É apenas uma oferta. Você quer o lugar, eu posso comprá-lo. Isso é tudo." Ela balançou a cabeça. "As pessoas não oferecem uma compra de centenas de milhares de dólares como presente para tornar outra feliz, Carl. No carro, você disse alguns anos, você disse que era uma opção. Isso é o que você quer de mim, é o que você deixou implícito. Mas é o que você realmente quer? Porque se colocarmos essa opção sobre a mesa, se isso é realmente do que se trata... alguns anos em troca da fazenda... Quer dizer, não sei... se é isso que você quis dizer... talvez eu pudesse... " Fechei os olhos. "Não faça isso, Katie. Era uma oferta simples. Este não é o momento certo para isso. " " Por quê? " Eu a ouvi girar em seu assento. "Por que não é o momento certo?" Seis meses, Carl. Basta dar-lhe tempo, homem. Acalme-se. A respiração de Katie estava agitada. "Quero dizer, se você me quer como garantia durante esse... arranjo, por um par de anos... Eu poderia fazer isso... Nem sequer me importo de..." Escutei sua respiração, ouvi seus pensamentos. "Mas, mesmo na taxa atual... duzentos mil... são quase seis anos ou algo assim..." Ela suspirou. "Qualquer coisa pode acontecer em seis anos. Como você sabe que realmente quer isso? Que você quer isso? " Balancei minha cabeça. "Não quero te pagar para manter um relacionamento conosco por seis anos, Katie." Sorriu, mas parecia nervosa.

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"Eu sei, o que quer dizer, pensar isso seria estúpido. Seis anos, isso é loucura. Isso seria... absurdo, certo? " Abri os olhos. Olhei para ela. "Eu quero que você esteja em um relacionamento com a gente, porque você quer estar em um relacionamento com a gente. Espero que dure seis anos. Espero que dure mais de seis anos. Espero que dure, Katie ". Ela ficou em silêncio. Tão quieta. "Eu quero..." Lutei com as palavras certas. "Quero que nós, nós três... nós tentemos... eu quero." Suspirei. "Basta falar. Você sempre diz o que pensa, certo? Porque não agora?" Por Rick. Porque você vai fugir. Porque eu não quero que você fuja. Ela encolheu os ombros. "Como posso saber o que você está oferecendo, se você não me diz? Não consigo pensar direito, se eu não sei sobre o que estou pensando! Isto é... meu cérebro dói... Só não posso... " "Basta pensar sobre a fazenda. Você quer, ou não?" "Mas isto não é sobre a fazenda, é? Você quer algo de mim. Você sempre quis algo de mim ". "Não importa. Não é sobre o que eu quero agora. É sobre o seu sonho. " "Diga-me", ela insistiu. "Qual é o seu sonho? O que ser feliz significa para você? Apenas me diga Carl! " "Um bebê. Quero que você tenha o meu bebê. Isso é o que significa ser feliz. "Suspirei. "Eu sonho em ser pai." Seus olhos se arregalaram. Como sempre faziam. E eu continuei falando. Como sempre faço. "Farei quarenta em dezembro, Katie. Serei um homem velho de 40 anos em um relacionamento gay com nenhuma família à vista. " Suspirei novamente. "Quero o que a maioria das pessoas quer, uma casa, uma família, ver meu filho crescer quero ir

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às visitas escolares, e a manhã de Natal e férias em família. Ver as crianças assistindo TV até me deixarem louco. Saber a letra de todas as músicas ruins de desenhos animados."Olhei para as árvores. "Ser um pai. Quero que Rick seja um pai. Isso é o que eu quero. Esse é o meu sonho." "Um bebê em troca da fazenda? Alguns milhares de dólares para mim... para que eu procrie para você? " Podia ouvir o desgosto em sua voz, o tom de horror, embora ela tentasse escondê-lo. Virei em meu assento, encontrando seus olhos. "Cristo, não! Não sou um traficante de pessoas do caralho, tentar comprar a porra de um bebê através do Sugar Daddy Match Up. Procurei por uma barriga de aluguel, nós procuramos por uma. Uma barriga de aluguel real. Poderíamos fazer isso. Mas não é isso que temos entre nós. Não é assim entre nós. " "Então, o que é isso?" "Isso sou eu dizendo que eu quero uma família de verdade. Uma família real, para toda a vida. Amar alguém que possa nos amar de volta, a nós dois. Quero escolher a cor do papel de parede do quarto com a mãe do meu filho, quero que ela more com a gente, segurar sua mão no momento do nascimento, quero ir para a cama com ela todas as noites. Quero ver meu filho crescer dentro dela, crescer com a gente. " Fiz uma pausa. "Quero que esse alguém seja você, Katie." "E você vai me comprar a fazenda de Jack se eu fizer isso?" Balancei minha cabeça. "Vou te comprar a fazenda de Jack, porque esse é o seu sonho, não porque você vai me dar um bebê em troca." "Mas essa é sua esperança, certo? Nós realizaríamos os sonhos um do outro? Você me compra o meu, e eu te dou o seu? " Seu olhar era desafiante. "Não. Não é assim que eu vejo. Não foi o que eu quis dizer. " "Mas isso é o que é. Você falou sobre um par de anos. Isso é para o quê? Concepção, gravidez, nascimento... amamentação, eu acho... então, o que? Não passa disso? Qual será seu plano, então? Eu entrego o bebê para você e Rick? Desapareço? Ou acabo encalhada como mãe solteira? Você aparece em cada fim de semana, talvez nas férias, compre uma bicicleta nova, o que quer... " "Eu realmente não planejei assim".

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"Mas você sempre tem tudo planejado", disse ela. "Isso é quem você é. Você deve saber como a história acaba Carl. Você deve ter planejado antes mesmo de me conhecer. É por isso que não deu certo, não é mesmo? Com as outras? Elas não queriam a coisa do bebê, apenas o sexo? " "Entre outras coisas." Olhei para ela. "Elas não deram certo porque não eram adequadas." "Mas eu sou?" "Espero que sim." Sorri, mas ela não retribuiu o sorriso. "Katie, você se transformou em tudo o que eu esperava. Mais do que esperávamos. Mais do que eu esperava. Talvez com as outras... talvez tenha tido mais... " Dei de ombros. "Um objetivo em mente. Talvez fosse menos sobre elas e mais sobre meu sonho... algo que eu queria além de todas as outras coisas. Talvez quisesse tanto que me consumiu. Talvez isso as tenha assustado. " "E desta vez?" Por favor, acredite em mim. "Desta vez é sobre você. Nós. Desta vez, tratase de seus sonhos, o que você quer, o que vai fazer você feliz. Vou comprar a fazenda porque eu posso, porque é o que você quer. Porque quero um futuro, com você e Rick. Porque você é importante para mim. " Seu lábio tremeu. "Mas eu não quero um bebê, Carl. Eu não acho que eu possa te dar isso. Nunca quis um bebê. " "Eu sei", eu disse, Sorri. "Nós vimos. Em seu perfil no Facebook. Alguns questionários estúpidos, quantas crianças você vai acabar tendo? Katie Smith, nenhuma. Graças à foda por isso, você disse. Nunca quero ter filhos, Apenas bebês cavalos para mim. Rick imprimiu e me mostrou". "E é assim que me sinto." Engoli em seco, a garganta apertada. "Isso pode mudar..." Ela balançou a cabeça. "Quero uma escola de equitação, Eu quero montar, participar de competições. Não posso fazer isso com um bebê. A menos que... a menos que você esteja disposto a esperar uns dez anos... Eu só não sei... "

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Mas não quero esperar dez anos. Não quero ser um pai se aproximando da idade de se aposentar, enquanto meu filho ainda está nas fraldas. O desejo deve ter se estampado por todo o meu rosto. Seus olhos se arregalaram. "Você realmente quer isso agora, não é? Isso é o que você realmente quer? " Ela suspirou. "Oh Deus, você quer isso agora. Quando você ia me dizer? " "Daqui a seis meses", eu disse honestamente. "Rick e eu concordamos em esperar seis meses, até que nos conhecesse, até que você tivesse uma chance de pensar sobre o que você queria para sua vida." "Quero o que eu sempre quis", disse ela. "Uma fazendinha, uma escola de equitação, passar meu tempo com Samson..." "E apenas isso?" "Não", disse ela. "Amo estar com vocês. Penso sobre isso, às vezes, quando estou sozinha. Como isso poderia funcionar se poderia funcionar em longo prazo. Se poderia estar com dois homens. Legalmente, quero dizer. " "E qual foi a sua conclusão?" Encolheu os ombros. "Isso não importa agora. Você quer um bebê. Isso é o que você quer Carl, não finja que não. " "Quero você e Rick, Quero que você seja feliz. Quero que sejamos uma família. " "Com um bebê, Carl. Um bebê. Isso é o que você precisa para ser feliz." Eu não podia discutir com isso. Ela se inclinou para frente em seu assento. "Isso tudo é demais. A fazenda... esse estágio... meu pai, Verity... você e Rick... um bebê... é demais para pensar ". "Não tive a intenção de forçar isso em você agora. Eu só queria te dar a fazenda, isso é tudo o que queria." "Não poderia aceitar. A não ser que eu pudesse te dar o que você queria em troca. Talvez nem mesmo assim."

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"Isto não tem nada a ver com o que eu quero. Tem tudo a ver com o que sinto por você. " Estendi a mão, mas ela recuou ao meu toque e a deixei cair. "Nós dois adoramos você, Katie. Achamos que você é incrível. Gentil, bonita e engraçada. Inteligente." "Por favor, pare...", disse ela. "Eu simplesmente não posso..." Esfregou as têmporas. "Preciso pensar sobre isso. Estou chateada sobre a fazenda, preocupada com Jack. Só preciso de algum espaço. " Espaço. "Posso dar-lhe espaço." "Vamos para casa. Não vou mencioná-lo de novo, nada disso. Você pode pensar. Podemos assistir alguns filmes, comer, terminar a noite mais cedo... o que você quiser. " Balançou a cabeça. "Espaço, Carl. Só preciso da minha própria cama. Preciso falar com minha mãe. Provavelmente chorar um pouco, pôr isso para fora. Você entende?" Eu entendia. Claro que entendia. Obriguei-me a sorrir. "Certo. Vou levá-la para casa. " Dirigi em silêncio e meu coração estava batendo descompassado. Tantas coisas que queria dizer, mas já tinha falado demais. Malditamente demais. Imaginei Rick, esperando em casa, esperando por nós. Ele estaria animado, pronto para felicitar Katie por ter tido uma semana incrível, e eu ia aparecer sozinho. Porque tinha estragado tudo. Mais uma vez. Porque ela precisava de espaço. Porque, não importa o que dissesse, ela compararia minha oferta pela fazenda com a necessidade de me dar um bebê. Ela estava pensando nisso, imaginando sobre isso, se perguntando quantas vezes olhei para ela e vi um útero à venda. E a resposta era nunca. Nenhuma vez. Não mais. Estávamos nos apaixonando por ela rapidamente. "Eu poderia buscá-la de manhã. Seu carro está na nossa ..."

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Ela balançou a cabeça. "Posso pegar uma carona com minha mãe para a fazenda. E buscar o carro mais tarde. " Ela não soltou o cinto de segurança, quase desejei que o fizesse e saísse, só para acabar logo com isso. "Sinto muito, Carl." Elas sempre sentem. Talvez pudessem ver meu desespero. Talvez por isso parecessem sempre tão tristes. "A oferta da fazenda ainda está de pé. Você pode alugá-la de mim, assim como você faria com Jack. Isso é o que estava pensando. Somente o que eu estava pensando. " Inclinou-se e beijou meu rosto, seus olhos estavam úmidos. "Você é muito melhor do que eu jamais pensei que seria." "Não sei se isso é um elogio." Ela sorriu. "É sim." "O mesmo se aplica a você". Apertou minha mão. "Obrigado. Sua oferta foi muito generosa. " Mas você não a quer. "Adeus, Katie". Soltou seu cinto de segurança. E abriu a porta. "Tchau, Carl." Meu coração doía enquanto a via se afastar. Sentia a dor, o medo e o pânico ao pensar no rosto de Rick quando entrasse pela porta sozinho. Seu rosto, quando não atendesse suas ligações, tudo porque eu tinha falado cedo demais. Porque ele estava certo. Sempre estava. Foi malditamente cedo. Respirei. Fechei os olhos. Esperei que o meu coração parasse de bater, porra.

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Ela estava olhando para mim quando os abri. Seu rosto na janela do motorista. Isso me fez pular de susto. Ela bateu na janela e a baixei. "Você disse adeus. Não tchau, ou vou vê-la ou pegá-la mais tarde. Você disse adeus. " "Não é um adeus? " Fez uma careta. "Você quer que seja? É assim que vai ser? Sem bebê, sem você ou Rick? " Balancei minha cabeça. "Não, claro que não." "Então não é um adeus," ela disse, e mais uma vez a minha menina de olhos azuis me surpreendeu. "Eu disse que precisava de tempo, da minha própria cama, de falar com a minha mãe, talvez chorar um pouco. Isso é exatamente o que eu quis dizer. " "Espero que sim, Katie." Passou um dedo pela minha bochecha. "Você é um cara muito sensível sob esse exterior quente e assustador, Carl Brooks." "Isso é um elogio?" "É. Isto não é um adeus, é um vou vê-lo mais tarde." Eu coloquei o carro em marcha e forcei um sorriso. "Então eu vou ver você mais tarde, Katie." "Sim", disse ela. "Você vai."

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Capítulo VINTE

Tentei acreditar em seu sorriso, me agarrar firmemente a seu vou vê-lo mais tarde, mas tinha escutado isso muitas vezes antes. Toda vez me convencia de que não estava sendo eviscerado por dentro, que não estava sentindo o tempo do meu sonho se acabar, que não estava sofrendo com o pensamento de que ele nunca poderia chegar a acontecer. Mas não podia me convencer de nada disso neste momento. Ela tinha sido perfeita, única para nós. Eu tinha visto isso em seu sorriso. Tinha ouvido isso no seu riso. O jeito que ela se encaixou tão facilmente nas nossas vidas, sem esforço, apenas estando ali. A forma como o meu coração disparava quando ela falava meu nome. A forma como seus dedos se entrelaçavam nos meus quando ninguém estava olhando. A forma como eu estava tão orgulhoso dela. Orgulhoso pra caralho. Os momentos em que eu estava profundamente dentro dela e queria permanecer lá, com Rick, nós dois juntos. Eu queria enchê-la com o meu bebê, nosso bebê, e ver sua barriga crescer linda e grande, inchada e brilhante com a nova vida dentro dela. O jeito com que olhei em seus olhos e vi um futuro. Um futuro para nós três juntos, e o bebê que poderíamos ter. E eu tinha estragado tudo. Não importa o que tenha falado, eu tinha realmente estragado tudo. Ela estaria fugindo apavorada, e quem poderia culpá-la? Que tipo de pessoa esquisita e desesperada

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oferece alguns milhares de dólares para uma jovem com metade de sua idade e praticamente implora para ela ter um filho dele? É assim que ela veria a situação, não importaria o que dissesse. Desesperado. É assim que me veria. Porque eu estava. Realmente desesperado. E doía muito mais por eu amá-la. Por querer o seu bebê, e não apenas um bebê. Katie não era apenas um útero, não era apenas um rostinho bonito e um sorriso. Não era como as outras. Ela não era apenas uma Deixa pra lá, Carl. Vamos tentar novamente, Carl. Só não estrague tudo da próxima vez, Carl. Há alguém lá fora para nós, Carl. Nós apenas temos que encontrá-la, Carl. Mantenha a calma, Carl. Confie em mim, Carl, ela está em algum lugar. Ela está transando com outros. Manter a porra da calma? Nós a tínhamos encontrado. E eu há tinha perdido. Há tinha perdido porra. Apertei o volante, e mantive minha atenção na estrada. Senti-me doente quando me aproximei de Cheltenham, a perspectiva de contar a Rick, retorcia meu estomago. O céu estava cinza e pesado, a estrada se estendia monótona à frente. E eu fedia, a cavalo, e a feno e ao cheiro amargo do fracasso. Respirei fundo quando estacionei na nossa garagem, demorei mexendo em minha pasta, atrasando o momento em que teria que entrar na casa. Soltei outro longo suspiro enquanto girava a chave na porta da frente, me preparando para o inevitável. Rick já estava esperando. Ainda estava com as roupas de sua reunião com o cliente, seu cabelo com um penteado moderno e um sorriso brilhante. Uma gravata roxa brilhante sobre uma camisa rosa pálido. Combinando com brogues roxos. Ele tinha uma garrafa de champanhe em uma mão e um balão preso por um cordão na outra. O cordão era rosa brilhante, e o balão uma enorme margarida. Muito bem! Escrito em um lado. Bom trabalho! No outro. Ele retorcia e balançava contra o teto, me provocando com a ironia. Rick olhou atrás de mim, seus olhos brilhando, esperando. Seu sorriso sumiu quando chutei a porta fechada. "Onde está a

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nossa bela dama?" Disse. "Pensei que nós estaríamos comemorando hoje?" Deixei minhas chaves de lado. "Ela, hum." Não podia encará-lo. "Recebeu uma má notícia, sobre a fazenda." Ele deu um passo à frente, podia sentir seus olhos queimando em mim. "Merda! Que más notícias? Ela está bem?" "A fazenda foi posta à venda, o banco cobrando a hipoteca, ou perto disso." Tirei meu terno, o pendurando no cabide abaixo das escadas, e brinquei com os botões no meu punho. "Então ela não pode mais pagar o aluguel para Jack? Que droga. Essa porra fede, cara. " Ele balançou a cabeça. "Isso que é uma merda de final de dia. Aposto que ela está se sentindo estripada. " O pensamento dela sofrendo atingiu minha barriga, duramente. "Estava muito abalada." Rick se moveu, deixando o champanhe ao lado das minhas chaves. Esfregando a testa, preocupado. "Ela deveria ter voltado para casa com você, nós poderíamos ter falado sobre isso, pensado em alguma coisa. Deve haver algo que possamos fazer. " Ele me encarou. "Talvez pudéssemos falar com o banco? Ou com Jack, quero dizer. Descobrir quanto ele está devendo. Dar a Katie o dinheiro do aluguel, comunicar o banco para saber que ele tem o dinheiro para pagar alguma parte da dívida. Isso poderia funcionar, certo? Vale a pena tentar. " Ele puxou o telefone do bolso. "Ela ainda está com Jack? Vou ligar para ela, pedir para vir pra casa. " Ele tinha pressionado o botão de chamada antes que percebesse o que estava fazendo. Com o telefone no ouvido, seus olhos encontraram os meus e ficaram lá. "Ela não está lá, não é? Você nunca a deixaria lá... " Ele cancelou a chamada, passou por mim, abriu a porta. "O carro dela ainda está aqui. Por que ela iria ficar na fazenda sem um carro, Carl? O que está acontecendo?" Preparei-me. "Ela precisava de espaço..." E ele soube. Ele soube, porra. "O que você fez?" "Ela estava abalada. Só tentei ajudar. "

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Ele soltou o balão, o ouvi bater contra o teto. "Ajudar?" Andei até a cozinha e abri uma garrafa de vinho. Ele me seguiu, as mãos escancaradas exigindo uma explicação. Eu enchi um copo, e bebi de um só gole. " Me ofereci para comprar a fazenda." "Você o quê ?!" "Me ofereci para comprar a fazenda, para ela." "Quanto custa?" "Muito." Ele balançou sua cabeça. "Muito? Que porra isso quer dizer? " Respirei. "Duzentos mil." Seus olhos estavam arregalados. "Você se ofereceu para pagar duzentos mil dólares em uma fazenda de equitação? Simplesmente, do nada? Puta que pariu, Carl. E o que ela disse sobre isso? " Dei de ombros. "Disse que não, disse que era demais. Que eu era louco. Que não entendia por que iria oferecer algo assim, queria saber o porquê disso. " "Não, merda. E o que foi que você disse? " Não respondi. "Por favor, me diga que você não fez. Não gosto disso. Não quando seus sonhos foram destroçados e há uma oferta da porra de um louco girando sobre sua cabeça. Por favor, me diga que você não fez fodidamente isso, Carl." Eu não sabia o que dizer. Enchi novamente meu copo. Seu rosto ficou pálido, colocou uma mão sobre a boca, andando para lá e para cá. "Você disse a ela, não é? Puta que pariu, Carl, você disse a ela, porra. " "Ela queria saber o porquê. Queria saber o que eu queria. Ela queria saber, Rick." "E você simplesmente disse a ela. Ótimo. Isso é ótimo, caralho. "

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"Sinto muito", e eu sentia. "Eu deveria ter esperado. Deveria ter dado mais tempo a ela. " Bateu a palma da mão na bancada da cozinha. "Fodidamente obvio que você deveria ter esperado, Carl! Muito fodidamente obvio! Soltou um suspiro que soou mais como um lamento. " Isso era bom, Carl. Ela era perfeita. Foi incrível. Era tudo o que nós queríamos tudo o que eu queria porra. " Ele cerrou os punhos contra o mármore. "Maldição, eu a amava, Carl." Havia lágrimas em seus olhos que pioraram a dor no meu coração, uma pontada horrível de pesar. "Assim como EU." Ele balançou a cabeça, os olhos fechados. "Fale-me tudo. Toda a merda que você disse. " E foi o que eu fiz. Contei-lhe tudo. Rick ouviu e balançou a cabeça durante todo o tempo que levei lamentando sobre o que houve. Seu rosto dizia tudo, confirmava o que eu já sabia. Eu tinha estragado tudo. "Ela disse que não era um adeus. Que era um até mais, não um adeus." "Só ela diria algo assim, não é?" Ele pegou uma cerveja da geladeira. Puxou o tabaco do bolso e enrolou um cigarro. Não posso acreditar que você fez isso. Depois de tudo o que combinamos. " "Pode acreditar. Você me conhece. Ela perguntou, eu respondi. " Levantou a mão, acenando para eu calar a boca. "Preciso de um maldito cigarro," ele disse, e saiu. Foi pra fora pela porta de trás, a luz da varanda se acendeu, o iluminando enquanto ele andava para cima e para baixo por todo o terreno. Terminou um cigarro e acendeu outro, e eu o observava miserável, tomando meu vinho, enquanto fumava. Ficou lá fora um bom tempo, só andando e fumando. Eu estava na sala quando voltou, meu estômago doía mais do que nunca quando a realidade finalmente me bateu. Apoiou-se na porta, o rosto despojado de seu encanto habitual. Ajeiteime no acento, forçando as palavras que estava revirando na cabeça a saírem.

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"Seus problemas são sempre relacionados a mim, Rick, não com você. Sempre foi sobre o que eu queria. " Ele deu de ombros. "E? Que diferença isso faz agora? " Conhecia aquele olhar, podia ver a raiva presa nele. "Meu ponto é que você pode... estar com ela. Vocês dois ainda podem estar juntos... sem mim... Eu sou o problema, Rick, eu sei que sou o problema. Ela também sabe disso." Seus lábios estavam apertados, os olhos completamente vazios. "Que porra você está tentando dizer?" "Estou tentando dizer que sinto muito, que não quero estragar isso por você, para nenhum de vocês." Doeu pra caralho dizer isso. "Estou dizendo que você pode estar com ela. Você e ela juntos.” Aperto minhas mãos em meu colo. "Eu entenderia Rick. Você não deve ter que pagar o preço dos meus erros. " Não queria olha-lo, virei minha cabeça para o lado quando se aproximou. "Hey," ele disse, sentando ao meu lado no sofá. "O que diabos é isso?" "Ferrei tudo", admiti minhas palavras soando sufocada. "Provavelmente. Mas estamos juntos, você e eu. Estamos juntos ou não faremos isso. Isso nunca vai mudar, Carl, não importa o quê. " Colocou a mão no meu rosto, o virando para ele. "Olhe para mim." Olhei para ele, e me senti derrotado. Vazio. Culpado. " Estou chateado, e porra, me sentindo quebrado, e acho que você é um pau que não controla a porra da sua boca, mas você ainda é o melhor homem que eu já conheci. Você ainda é o único com quem eu quero estar. Cristo, Carl, eu continuo amando você ". Inclinei-me para frente, pressionando a testa na dele, com as mãos ainda no meu rosto, ele me manteve lá. Fechei os olhos e respirei, apenas respirei. "Dói", eu disse. "Dói tanto. Eu pensei que... " "Eu sei". "Estou aqui com você." suspirou, longa e profundamente. "Venha aqui." Ele me segurou nos braços fortes, e me puxou para perto. Beijou meu rosto, me abraçando firme, abracei de volta. Senti-me fraco, exposto. Aberto. A dor surda no meu interior me deixando com náuseas. "Você é tão forte." Como um touro. Sempre tão malditamente imparável. Beijou

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minha boca, seus lábios eram firmes. "Você tem que parar, às vezes, aprender a soltar a porra das rédeas." Não tinha nada a dizer. Então apenas assenti, apenas o suficiente para ele ver. "Nós tomamos as decisões juntos, e é suposto sermos uma equipe." "Sinto muito", eu disse novamente. Apertei-o com força, meus braços ao redor de seus ombros musculosos, ele era rígido e forte, e presente. Rick estava bem ali comigo. Rick estava sempre ali. E eu o amava tanto que pensei que meu coração iria explodir.

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Capítulo

VINTE E UM

Samson tomou seu ritmo através da floresta Haugh, seus cascos demarcando a trilha durante seu galope. Começamos cedo, o sol ia subindo por entre as árvores rumo ao leste. Eu incitei Samson a ir adiante, fazendo-o correr mais rápido, a cabeça abaixada, orelhas para frente e alertas, respiração ofegante. Dei-lhe rédea solta e ele renovou sua corrida, um bufo e ele estava longe, galopando até a inclinação principal da trilha. Eu amava tanto estar aqui. Simplesmente amava. Nós pertencíamos a este lugar. Eu sempre soube disso. Mas não seria mais nosso por muito tempo. Não mais. Talvez nunca. Eu lutei contra o caroço apertado na minha garganta e pisquei afastando as lágrimas que ameaçavam cair. Como se eu já não tivesse chorado o bastante. Uma só noite na minha própria cama, e foi uma droga. Eu nunca percebi que meu colchão era irregular de um lado. Cheio de buracos e um tanto macio demais. Frio, também. Estava tão frio, sem Carl e Rick. Tudo era frio sem Carl e Rick. Perder meu sonho de comprar a fazenda de Jack foi uma merda grande o bastante, chorei, muito. Mas a

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grande revelação de Carl me acertou como um acidente de carro, um caminhão monstruoso arrastando meus sonhos de cidade pequena. Uma grande explosão, mais que porra no meu lindo plano de vida. E qual era meu plano de vida? Plano A – Alugar a fazenda de Jack, ficar e torná-la mais bonita e produtiva, preenchê-la com crianças felizes que queiram aulas de equitação. Sorrir e me parabenizar por realizar meu grande plano de vida aos vinte e dois anos de idade. Plano B - Não havia um plano B. Nunca houve um plano B. Samson desacelerou no cume do monte, esticou o pescoço e bufou. Deilhe um tapinha, baguncei sua crina, ele diminuiu ainda mais a marcha, seus cascos batendo devagar no chão quando passou a caminhar. Inclinei-me para trás na sela, ouvindo os pássaros. Realmente amava este lugar, porra. Poderia ficar aqui para sempre, só Samson e eu. Meu telefone vibrou tirei do bolso. Meu coração deu um salto com a esperança de que fosse um dos rapazes, mas não era. Era mamãe. Sinto muito sobre a fazenda, Katie, mas talvez seja o melhor você dar uma chance de fazer algo de para si mesma com seu pai, uma carreira de verdade. Não é o fim do mundo, querida. Realmente não é. X Suas palavras não eram novidade, tinha ouvido tudo isso ontem à noite enquanto chorava até meus olhos ficaram inchados e nariz correndo. Realmente era ruim o suficiente. Guardei o telefone. Ela simplesmente não entendia, não podia entender. Virei Samson fora da pista principal e entramos mais ainda na floresta, onde a vegetação era mais selvagem e as árvores mais espessas. Nós fomos até as áreas escondidas pelas árvores que tínhamos encontrado quando explorávamos antes, o lugar era refrescante e verde, e tudo era tão excitante. Eu senti isso mais uma vez. Amei encontrar tudo novamente. É incrível como isso acontece, como algo se parece muito mais doce quando você sabe que seu tempo está acabando.

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Foi assim com Carl e Rick? É por isso que a vida ao redor deles parecia ser tão mais poderosa? Por que tudo acabaria? Eu amava tanto Carl e Rick porque era suposto ser temporário? Nada mais que seis meses imersa na vida desses dois homens? "O que vamos fazer, rapaz?" Eu disse, e as orelhas de Samson apontaram em minha direção. "O que diabos vamos fazer?" Comer um grande bocado de capim foi sua resposta. Isso teria que bastar por agora. Nós cavalgamos por horas, revivendo os nossos primeiros dias nesse lugar, seguindo cada caminho e cada passo, trotando ao longo de cada trilha. Nós acenamos para os ciclistas que tínhamos passado a conhecer, ouvimos os mesmos cães velhos latir quando seus donos chamavam por seus nomes. Eu absorvia tudo, como se este passeio pudesse me sustentar durante todo o tempo que ainda viveria sua memória sendo o suficiente para afastar a dor de perder o lugar que eu passei a conhecer tão bem, e a amar tanto. Aceitação. Talvez isso fosse o início da aceitação dessa brincadeira cruel do destino. Pipped para o cargo de um banco que não podia esperar a porcaria de alguns meses a mais. Babacas. Samson foi diminuindo sua marcha todo feliz quando voltamos para a fazenda, já eu nem tanto. Daqui a alguns meses a partir de agora isso teria realmente acabado. Novas pessoas viriam aqui, pessoas com seus próprios objetivos para o lugar, provavelmente, muito diferentes do meu. Eu me senti derrotada quando nós caminhamos passando pela casa da fazenda, derrotada enquanto olhava para o estacionamento agora vazio de Jack, um presságio mórbido do que estava por vir. O nó na garganta estava de volta, olhos ardendo e comichando, meu estômago se torcendo em nós. Até avistar Rick. O carro dele estava próximo ao meu reboque, prata e brilhante contra a parede de metal sem brilho do celeiro. Incitei Samson a seguir adiante, nos dirigindo até ele, mas Rick não estava lá dentro. Meu coração estava batendo furioso com o pensamento dele estar ali, uma efervescência inconfundível de excitação

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substituindo minha atual miséria. Mas eu estava nervosa, também. Muito nervosa. "Olá moça bonita." Minha barriga se agitou ao som de sua voz. Me virei na sela para enfrentá-lo, protegendo os olhos do brilho do sol, e ele parecia nervoso, também. Estava vestindo uma camisa xadrez verde com jeans, um par de botas velhas em seus pés. Seu cabelo estava bagunçado e elegantemente sem estilo, seu sorriso quente e brilhante. A ansiedade se mostrava apenas nos olhos. "Ei, garoto sexy." sorri. "Não tão garoto assim", disse , e se aproximou. Passou a mão sobre o pescoço de Samson, dando-lhe um tapinha. "Fizeram um bom passeio?" Balancei a cabeça. "Estava dando meu primeiro adeus aos bosques. Espero que demore muito tempo ainda para a venda, eu desejo conseguir fazer centenas de despedidas. " "Eu também espero. O último adeus é uma merda." Ele deu a Samson um ramo de hortelã. " Quem é um bom menino?" Ele foi caminhando ao nosso lado até o estábulo, estendendo os braços à espera que eu desmontasse. Ele não se demorou me segurando, apenas me deu um aperto leve e soltou o cabresto de Samson ao redor de seu pescoço. Eu afrouxei a barrigueira de Samson, tirei sua sela, e Rick já estava em ação, enchendo um balde e passando a esponja em suas costas enquanto eu tirava o freio. Nós não conversamos nossos olhos fazendo contatos fugazes enquanto continuamos a preparar o animal para seu descanso, as borboletas na minha barriga agora tão fortes que faziam com que eu me contorcesse, mudando meu peso de um pé para outro enquanto escovava o corpo de Samson. Prendi sua capa e Rick soltou o cabresto. Levou Samson para o campo e caminhei ao seu lado. Observava o rosto de Rick enquanto ele o soltava, os olhos cheios de afeto genuíno com meu menino peludo. Ele fechou o portão e parou para assistir Samson a distância, os braços cruzados sobre a parte de cima do portão. Dei um passo ao lado dele, respirando o ar do campo. "Estou tão triste, Katie." Sua voz era mais calma que o habitual. "Sinto muito sobre a fazenda. É uma

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porra de merda." fez uma pausa. "Sinto muito..." suspirou. "Sinto muito sobre tudo." "Onde o Carl está?" Eu perguntei. "Trabalho".Suspirou de novo, e então olhou para mim. "Não, ele não está trabalhando. Está em casa. Pedi para ele não vir. " Minha barriga estava me deixando nervosa. Tudo estava me deixando nervosa. Tentei encontrar palavras. "Você... hum... era o que você queria também, um..?" "Um bebê?" Ele olhou de volta para o campo. "Sim, é o que nós dois queremos. Carl é mais... impaciente. " Ele tirou o tabaco, e enrolou um cigarro. "Carl é mais velho, mais determinado. Isso é mais urgente para ele. " Ele sente muito. “Sabe que fodeu tudo ". "Ele não fez, Me ofereceu tudo, Rick, me ofereceu meu sonho. Eu só... não posso aceitar. não posso dar o que ele quer." "Você tem certeza? Nunca?" Dei de ombros. "Merda, Rick, não sei. Para sempre é muito tempo. Ontem eu estava comemorando ter chutado o traseiro de Verity e planejando fazê-lo novamente em Cheltenham Chase. Estava planejando o que faria com este lugar, quando o alugasse oficialmente. Estava pensando em vocês, em passar o fim de semana com vocês, me descontrair, me divertir, provavelmente, beber muito vinho, e o quão seria bom ter mais de um pau para montar. " tirei o cabelo do meu rosto. "não estava pensando em perder tudo isso. E com certeza da porra não estava pensando em bebês e fraldas sujas e fazer uma criança com dois homens que quase não conheço. " "Você nos conhece. Não há muito mais para descobrir sobre nós além do que você já viu." "Eu gosto do que eu já vi". "Eu só... um bebê, Rick. Isso é tão... grande." "Muito grande." Deu uma longa tragada. "Muito grande e muito cedo." "Mas estou feliz por ele ter me contado, feliz por saber disso. Esse tipo de coisa não ficaria mais fácil no

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futuro, as pessoas simplesmente investiriam mais de si nas coisas. Teria me envolvido muito mais em seis meses ". "E talvez isso teria feito toda a diferença." "Talvez." dei de ombros. "nunca quis ter filhos, Rick. nunca senti esse desejo. " " Eu sei ", ele disse simplesmente. "Minha mãe deu o seu melhor para me criar, mas foi difícil. Eu a vi sacrificar tudo, até que eu fosse velha o suficiente para conseguir fazer as coisas. Ela era jovem, seus amigos estavam saindo para as festas, e ela estava sempre em casa, sempre comigo. Trabalhando feito louca para me manter na escola, comprar roupas, sapatos e comida. "Eu balancei minha cabeça. "Isso não é o que eu quero. Não é para mim. " " Não seria assim com você. " " Talvez não. " Podia sentir seus olhos em mim. "Definitivamente não." Eu dei um riso. "É engraçado. Quando era uma garotinha eu costumava perguntar sobre o meu pai. Costumava sonhar com quem ele era e onde estava. Eu passava o tempo criando fantasias malucas sobre ele ser um soldado, ou um príncipe distante, ou mesmo um pirata, que era por isso que ele não podia estar lá para mim, porque ele estava em alguma aventura em algum lugar que não podia escapar. Eu gostava de planejar sobre tudo isso, imaginando como eu me sentiria quando ele aparecesse um dia, e seria algo como Katie, eu sou seu pai, eu estive pensando sobre você toda a sua vida. Só então me dei conta de que meu pai não era um soldado, ou um príncipe, ou um pirata. Ele era apenas um babaca que enganou minha mãe e abandonou nós duas ". Rick permaneceu em silêncio. "Costumava desejar um pai, em cada aniversário, cada Natal. E finalmente, acabei com um que não vale a metade de uma merda. " Eu sorri. "E aqui estou, com a oferta de dois bons pais para um bebê que nunca terei. O destino não é estranho? " "Sim é."

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"E a equitação. Talvez mais do que qualquer outra coisa. Trabalhei tão duro com Samson, e ele está quase pronto. Nós dois estamos quase prontos. Ele estará no seu auge por mais alguns anos, e eu quero fazer parte deles. Quero participar de eventos, competir, mostrar ao mundo o quão longe ele irá". "E depois disso?" Dei de ombros. "Eu não tenho ideia, mas mesmo se eu não fizesse qualquer um desses eventos novamente não posso garantir que gostaria de colocar um bebê no mundo e ser uma mãe." "Mas você pode?" "Eu não sei." Ele apagou o cigarro. "Desculpe, é claro que não. Isso é besteira. Como você poderia pensar em algo assim tão cedo. " Pensar em Carl doeu me fez sentir horrível por dentro. "Ele queria isso agora, Rick. Eu não posso. Não com Samson. Mesmo que meus sonhos vão à merda, eu ainda não posso. " "Ele apenas está cansado e com medo, isso é tudo." O pensamento me acertou em cheio. "Com medo?" Ele assentiu. "Com medo de que não vá acontecer para ele." "Por que não? Ele é um cara lindo, vocês são dois rapazes lindos. Gentis e engraçados, e bem sucedidos. Vocês devem ter uma fila de potenciais mães." Ele balançou sua cabeça. "Não. Ninguém que se encaixa. Ninguém que realmente nós queremos, não para sempre. Elas querem o sexo e o dinheiro. Querem a diversão e as brincadeiras O bebê, nem tanto. " Ele suspirou. "Carl está se despedaçando, ele acredita que você não irá olhar para ele novamente, não do jeito que ele gostaria." "E o que você acredita?" "Não sei. Estou me agarrando há um pouco de esperança aqui. " Ele sorriu. "Você mudou tudo, para nós dois." "Idem", eu disse. "Caras, vocês são incríveis."

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"Mas você não nos quer, certo? Não é isso? Isto era apenas sobre... o dinheiro? Eu entendo, se for. Eu não culpo você. " Meus olhos se arregalaram. "Merda, não. De jeito nenhum. Isto não é mais sobre dinheiro. Era sobre dinheiro se me perguntasse umas semanas atrás ". "Então o que é? O que você quer de nós? " Eu sorri. "Você soa como ele." Ele riu. "Desculpa. Eu só... estamos um pouco perdidos. Um pouco fodidos. Debatendo, tentando descobrir se nós acabamos ou não ". "Ele não vai esperar, Rick. Eu pude ver isso em seus olhos. Talvez se ele me desse dez anos... talvez se pudesse esperar e ver... " Eu fechei os olhos. "Por que ele não pode esperar, Rick? Por que agora, por que tão de repente? O que é tão importante sobre isso que tem que ser agora? " Ele correu os dedos pelos cabelos, os olhos fixos em Samson a alguns metros. "Eu acho que é hora de te falar sobre Carl", disse ele.

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Capítulo

VINTE E DOIS

Sentei minha bunda nas lascas de madeira e Rick me acompanhou. Cruzei minhas pernas e meu estômago apertou em antecipação. "Eu cresci sortudo, realmente sortudo", ele começou. "Sempre soube disso, mas chegar a conhecer um cara como Carl me fez perceber o quão bom minha vida foi quando criança. Tive tudo, tudo o que importava. E Carl, era muito pobre, ele não tinha nada. " "Ele mencionou um pensionato, quando estávamos em Brighton ..." Os olhos de Rick encontraram os meus e eles estavam tão tristes. "Orfanato. Uma merda ao que parece. Um monte de crianças que precisavam de amor, com poucas pessoas para amá-los. Às vezes com nem mesmo pessoas o suficiente para cuidar deles. " "E seus pais?" Rick sacudiu a cabeça. "Sua mãe morreu quando ele era muito jovem. Uma festeira, ele contou, mas é mais especulação realmente, pedaços de memórias, algumas informações de pessoas que realmente não sabiam muito sobre ela. Eles a encontraram em uma piscina, boiando vestindo apenas sua calcinha. Oficialmente declararam como morte acidental. Eu não sei muito mais do que isso. Carl tinha apenas seis anos na época. O encontraram com roupas sujas em um dos apartamentos do perdedor com quem sua mãe saía. "

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Meu estômago embrulhou. "Merda." "Ele não fala muito sobre isso." "E depois? O que aconteceu com ele?" Ele suspirou. "Um monte de merda. A vida no orfanato, com um monte de outras crianças. Sem atenção o suficiente, sem amor o suficiente. Eles disseram que não conseguiram encontrar seu pai. Somente quando Carl tinha cerca de treze anos de idade esse perdedor apareceu. Disse que não tinha espaço ou dinheiro para levar Carl para morar com ele, mas que o amava, sentia falta dele, pensava nele o tempo todo, a porra de um blá, blá,blá. " "E não era verdade?" Rick sacudiu a cabeça, e seu rosto era de pedra. "Ele era um babaca. Usava Carl para conseguir favores para ele. Um fodido pedaço de merda ". "Favores?" me senti doente por dentro, mas Rick sacudiu a cabeça. "Não isso, não que eu saiba, mas eu não seria capaz de jurar sobre isso. Drogas. Guarde isso por mim, Carl, é um presente para um amigo. Não diga a ninguém, eu quero que seja uma surpresa. Eu estou trabalhando em arranjar um lugar para nós, Carl, eu e você, não vai demorar muito agora." "Porra." "Sim. Claro que Carl fez tudo o que o idiota queria. Ele era um adolescente esperando que alguém realmente se importasse com ele, entende? Pensou que poderia ser finalmente importante para alguém, finalmente. Isso me deixa com uma puta raiva. " "O que aconteceu?" Rick inclinou a cabeça para trás, olhando para o sol. "Um cuidador encontrou um dos pacotes escondidos atrás de um rodapé do beliche de Carl. Comunicaram a polícia, assistentes sociais, fizeram um milhão de perguntas para ele. E adeus, papai ". "Seu pai foi para a prisão?" Meu coração estava na garganta. "Ele estava envolvido em uma grande investigação, eu acho. Sim, ele foi pego por isso e foi preso. Carl se corroeu com culpa, enviou cartas, mas nunca teve uma resposta. Nenhuma

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carta do caralho. Nunca. Quero dizer, que tipo de boceta faz isso com seu próprio filho? O usa e, em seguida, apenas some, porra? Não podia nem mesmo responder, porra? "Rick sacudiu a cabeça. "Pobre criança, saiu dos trilhos. Começou a vandalizar, brigava, roubava. Ele diz que foi como se ele estivesse cheio com... piche, preto e grosso, cheio de... podridão. Diz que sentia como se não valesse nada, não merecesse nada, nem sequer queria nada. Acabou na detenção juvenil, depois de volta ao orfanato. Um garoto problema ". Ele fez uma pausa, pegou uma das lascas de madeira. "Não é realmente o meu direito te dizer toda essa merda, mas eu acho que você deveria saber. Então você o entenderá. " Meus olhos estavam doloridos e cheios de lágrimas. Era demais, tudo isso de uma vez. A fazenda de Jack, a conversa sobre o bebê, e sobre Carl. Principalmente Carl. "Merda", disse Rick. "Eu sei que isso é uma merda, eu sei que é triste, acredite em mim, isso quebra a porra do meu coração, mas, por favor, faça o que fizer, por favor, não olhe para ele assim." "Olhar como?" Eu perguntei, e minha voz estava quebrada. "Como você está olhando para mim, agora. Como se você tivesse pena dele, como se você sentisse pena dele. Ele odiaria isso. É a última coisa que ele iria querer, ele não merece isso". "Mas eu faço", eu disse. "Sinto muito por ele, quero dizer. Eu não tenho pena dele, ele não é o tipo de cara que você poderia sentir pena. " Eu olhei para longe. "Ele parece tão forte, tão seguro, tão ... inteiro." "Ele é. Ele é todas essas coisas. Ele é o melhor homem que conheço. O homem mais forte que eu conheço. " O nó na garganta ameaçou me sufocar. "Como é que ele... como ele conseguiu... se sair bem de algo assim?" "Um cara como Carl conseguiria." Rick sorriu. "Não me pergunte como, mas ele o fez. Batalhou, e fez uma vida melhor para si. Carl é de aço, é determinado, sério... motivado. Você provavelmente já percebeu isso. " ele riu," Ele pode parecer... inacessível. Mas isso é apenas a motivação que ele usa para seguir em frente, deixar o que ele passou para trás e, apesar de tudo, de toda a merda que ele viveu, de todas as vezes que ele foi fodido, apesar de tudo isso, ele é leal, e bom, e

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generoso. Ele quer o melhor para as pessoas, ele dá o seu melhor para as pessoas, sempre. "Ele fez uma pausa, e olhou diretamente para mim. "Ele credita seu pai por grande parte disso." Minha barriga retorceu aflita. "Tenho certeza de que meu pai não pode tomar o crédito por nada disso." "Talvez sim. Talvez não. " Ele olhou para mim. "Eu sempre falo o que eu penso, e eu sempre achei seu pai um cara foda. Sem besteiras, sem brincadeiras. Ele vê o melhor nas pessoas, assim como Carl faz. " "Isso não é como eu o vejo", eu disse, e minha voz era irritada. Eu estava irritada. "Nunca. De maneira alguma." Rick não insistiu. "De qualquer forma, este é apenas o começo da história. O verdadeiro início de tudo, o motivo pelo bebê, que foi crescendo nele há anos. Carl me contou que havia um parque cerca de vinte minutos a pé do orfanato, um lugar bem melhor do que o pedaço de merda, onde eles viviam. Ele costumava ir lá, se sentar e assistir. Havia famílias, disse ele, famílias agradáveis. Com mães de verdade e pais e crianças felizes, apenas tendo um bom tempo em família. Ele costumava sentar-se do lado de fora da cerca e assisti-los, e rezar para que ele tivesse uma família como aquelas um dia. Onde as pessoas se amassem. " Ele suspirou. "As crianças fossem amadas." Ele pegou um pouco das lascas de madeira, girando-a entre os dedos. "Quando seu pai lhe deu uma chance ele atirou-se no trabalho, se preparando para o futuro, para fazer algo de si mesmo. Isso é o que ele diz. Ele não conheceu Melanie até seus vinte e tantos anos, mas achava que ela era a mulher de sua vida. Ela dizia que sentia o mesmo por ele. Quem não amaria um cara como Carl? Ele é lindo, bem sucedido, inteligente... " Sua voz sumiu. "Mas a mulher era uma coisa selvagem, acredite. Não podia imaginála fazendo a coisa de levar as crianças para a escola, para ser honesto, não conseguia imaginá-la com um casal de filhos, nem em um milhão de anos. Mas ele imaginava ". "Ela era a mulher com ele quando se conheceram?" "Sim, nos encontramos em algum site. Você sabe o que houve. Encontramos-nos e nos demos bem. Eu pensei que eles eram legais juntos. Ótimo casal, ótimos na cama. Aventureiros. Eles pareciam bastantes sólidos juntos, mas na verdade não eram. "

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"Eles se separaram?" Os olhos de Rick encontraram os meus, e ele estava desconfortável em me dizer. Eu podia ver a hesitação nele. "Você não tem que me dizer..." Eu disse, mas ele balançou a cabeça. "Eu preciso te dizer." Ele brincou com a lasca entre as mãos. "Carl pensou que eles eram algo sério. Ele pensou que eram para valer. Eles falaram sobre isso, ele disse, em se estabelecer, ter uma família. Era tudo o que ele sempre quis. " "Ela não queria?" "Ela dizia que queria. Parou de tomar a pílula, fez tudo que deveria fazer, disse todas as coisas que ele queria ouvir. Quer dizer, eles estavam juntos a um bom tempo. Anos e anos sem qualquer compromisso real, quaisquer sinais reais de ela estar pronta, mas ele esperou. Ele finalmente achou que ela estava pronta, e ela disse que estava. " "Ela não queria engravidar?" Ele suspirou. "Aparentemente não. Ela continuou dizendo-lhe para darlhe tempo, que isso iria acontecer logo. " " Mas isso n��o aconteceu? " Ele jogou a lasca longe. "Ela estava mentindo. Sobre parar de tomar a pílula?" "Não", disse ele. "Isso teria sido mais fácil." Ele fechou os olhos. "Ela fez dois abortos". Porra. "Dois?" "Pelo menos dois. Um deslize de um amigo deles que havia bebido demais, ele mencionou isso, de passagem, como se Carl soubesse. " "Meu Deus." "Ele ficou devastado. Toda a sua vida ele quis uma família, passou meses, anos, tentando provavelmente. Imagine só, toda a espera, todas as tentativas, apenas para descobrir que a mulher com quem você pensou que iria passar toda a sua vida decidiu matar dois dos seus

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filhos sem você saber. Quebrou a porra do seu coração. " Senti frio. Frio e tristeza. Meu estômago doía por ele. "Isso é horrível." "Sim é. Realmente é. Eles se separaram depois disso, e ela se afastou sem nem se importar. Ela nunca o amou, não de verdade. Eu acho que ela adorou a ideia dele amá-la, o que é louco, realmente muito louco, ele é tudo para mim. " Ele respirou. "Por um tempo, éramos apenas amigos. Um par de cervejas no fim de semana. Em seguida, um par de cervejas durante a semana. Conversávamos muito. Riamos muito. Nós apenas nos encaixamos, saímos com outras mulheres que ele conheceu, apenas casualmente. " Ele deu um grande sorriso. "Eu sabia que o amava, mesmo naquela época. Achava ele incrível. Ele levou um pouco mais de tempo para perceber. Acho que foi a coisa da família. Ou talvez ele simplesmente não se sentia assim por mim. "Ele riu um pouco. " Eu sorri. "Você sempre soube que era bi?" Ele assentiu. "Minha família sempre foi incrível, ensinou aos filhos que amor é amor e isso é tudo que importa. Isso nunca pareceu ser um grande problema para mim, eu só queria o que eu queria. Eles amam Carl. " Seus olhos brilharam para mim me dando borboletas. "Eles também te amam." Eu não sabia o que dizer sobre isso, então eu não disse nada. "Carl sempre foi bi, também?" "Eu acho que sim, talvez. Para mim, a minha sexualidade nunca foi nada demais, eu só gostava do que eu gostava, amava quem eu amava. Para Carl acho que foi mais um pouco de conforto onde você pode consegui-lo, foi assim que começou. Acho que ele encontrou consolo em algumas das outras crianças quando ele estava indo para fora dos trilhos, um pouco de proximidade física durante as noites mais escuras. Uma saída para seus impulsos, eu não sei. Ele diz que era grato por qualquer tipo de amor, não importa de onde viesse, eu acredito que ele só tinha muita capacidade para amar. Para ele, não importa realmente se o amor é por um cara ou uma menina, ou ambos. Ele nem sempre diz que me ama de volta, a frase perdeu um pouco da magia – um jeito de deixar Mel ir, eu acho - mas ele demonstra isso, ele sente. Carl é tudo sobre as pessoas, as pessoas que se preocupam com ele, pessoas que o querem. E eu o queria. Eu realmente o queria. "

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Dei-lhe uma cotovelada. Dei um aperto em seu braço. "E ele queria você. Ele te ama, isso é óbvio. " "Porra, eu amo aquele cara. amo pra caralho. " Ele suspirou. "Mas nós sempre quisemos mais. Nós queríamos uma família, desde cedo, especialmente Carl. Nós achamos que poderíamos ter uma relação de poliamor, encontrar alguém como nosso tipo de pensamento, só que não foi tão simples assim. " Ele fez uma pausa. "Sexo, sim, foi fácil. Dinheiro em troca de sexo, ainda mais fácil, era só sugerir. Mas algo genuíno? Isso nos escapava." Eu não disse nada, apenas ouvi. "É difícil para as pessoas, eu acho. Sexo a três é divertido, sair como um trio é divertido, mas se estabelecer? Tentar fazer a coisa toda de poliamor em longo prazo, com crianças, com a família, com olhares desaprovadores das outras mães no playground da escola? " Ele balançou a cabeça. "Faz com que as pessoas fujam. Somos como cocktails durante uma tarde de sábado, eu e Carl. Fácil o suficiente para levar as pessoas para o bar para o compre-umganhe-outro-grátis, mas eles invariavelmente bebem o suficiente para ter um tempo agradável, mas querem voltar para suas casas no fim da noite." "Não é assim que eu os vejo," eu disse. "Não mais, eu juro." "Espero que não. Realmente espero que não, porque estamos profundamente perdidos em você, Katie. Nós te achamos incrível. " Senti o rubor no meu rosto. "Obrigado." "Quero dizer isso. Queremos fazer parte do seu mundo. Sempre iremos, não importa como as coisas irão evoluir. " Ele coçou a barba. "Carl está beirando os quarenta este ano, e ele está sentindo isso. Ele está preocupado que a paternidade nunca vá acontecer para ele, para nós, e que, mesmo se isso acontecer ele vai estar velho demais para desfrutar de todas as coisas que ele passou a vida sonhando. Velho demais para desfrutar de seus netos, batendo na porta da aposentadoria antes de seu filho estar pronto até mesmo para sair para o mundo. Isso faz com que ele seja... exigente. " "Como não poderia? Se ele quer algo tão profundamente assim... " Eu pensei na fazenda, a decepção que senti do meu sonho estar escapando de mim. Doeu como um filho da puta, e eu tenho apenas vinte e dois anos, ainda tenho muito a viver. Eu ainda

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tenho Samson, ainda tenho minha mãe, ainda tenho toda a minha vida pela frente para continuar a sonhar. "Ele é um homem bem mais forte do que eu, esperando por seu sonho por tanto tempo, ter ele sendo jogado na sua cara e ainda continuar em frente, ainda manter a esperança. Isso deve ser difícil, mas Carl é um pouco difícil, especialmente quando se o conhece. " Eu senti cócegas na minha barriga com a lembrança. "Assustadoramente quente", eu disse. "Intimidador. Direto também. Mas eu gosto disso. " "Eu gosto disso, também." se levantou. "Ele teria comprado esse lugar, sabe, se era isso que você queria. Ele é generoso, quer vê-la viver seus sonhos. Sempre quer o melhor para as pessoas. " Ele estendeu a mão e me puxou para cima, me olhando enquanto escovei a poeira das minhas calças. "Eu nunca poderia ter aceitado. É demais. Se ao menos eu pudesse... " Eu balancei a cabeça. "Provavelmente mesmo assim, ainda não poderia. Eu não acho que eu poderia trocar nossos sonhos assim, não quando o meu vale cerca de duzentos mil dólares. " Eu ergui minhas mãos. "Quero dizer, porra, isso é muita coisa. Então estar tendo um bebê. A coisa toda é demais, e ele espera que isso ocorra muito em breve, como eu disse. " Encostei-me à porteira, olhando para ele, para a forma com que o sol marcava seu cabelo castanho, o marrom profundo de seus olhos. Ele era tão bonito. "E qual é o seu problema, Rick? Você sabe tudo sobre os sonhos de Carl, sua vida de merda, e sobre a minha vida também. Qual a sua história?" Ele deu de ombros, e olhou para Samson. "Como eu disse, eu tive sorte. Minha história é uma das boas. " Ele sorriu. "Tive uma breve passagem selvagem na universidade, no entanto, fumei um pouco mais do que devia de certas plantas daninhas e gastei todo meu dinheiro em máquinas caçaníqueis." Ele levou o dedo aos lábios. "Shh, não conte a ninguém, eu sou um bom menino agora." Ele sorriu. "Sério, sou um cara sortudo. Saí com um monte de pessoas interessantes, tive um monte de sexo e foi divertido, mas não me satisfez realmente. Fiz design gráfico, que era tudo o que eu realmente queria, por ser um cara criativo. " Ele encostou uma perna na porteira, se inclinando sobre ela. "Eu tenho meus defeitos. Eu perco tempo demais. Carl é um fazedor, eu sou um procrastinador. Eu fico facilmente viciado nas coisas, alimentos estranhos,

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jogos estúpidos, fazer tatuagens. Qualquer coisa. Mas eu posso viver com isso. " Ele riu. "Eu realmente não sou tão excitante ou especial. Sou apenas um cara que tenta olhar para o lado bom das coisas, e aprecia o que tem. " Mas ele era emocionante. Ele me deixava excitada. Tudo sobre Rick me excitava. "Eu acho que você é muito, muito especial", eu disse. "Lindo e extremamente excitante, também." Isso o surpreendeu, eu pude ver em seus olhos. "Uau. Você acha isso? Isso é doce. " "Eu acho. " Ele sorriu. "Isso é realmente muito legal. Obrigado. " Encostei-me à porteira ao lado dele, e beijei sua bochecha. "Obrigado, Rick. Obrigado por ter vindo. Eu estava me sentindo uma merda, você iluminou o meu dia. " "Eu estaria me sentindo uma merda também, se tudo isso estivesse sendo tirado de mim." Ele suspirou. "Isso aqui é lindo, eu posso ver porque você se apaixonou por este lugar." Ele deu um passo para trás. "Tem certeza que você não está tentada? A aceitar a oferta de Carl, viver seu sonho? " Eu balancei minha cabeça. "Eu queria poder aceitar. Eu adoraria que este lugar fosse meu, mais do que qualquer coisa." Eu encarei seus olhos. "Mas ele não é meu, e não vai ser meu. Eu só tenho que aceitar isso, e seguir em frente. " Ele ergueu as sobrancelhas. "É uma luta falar com você. Acho que você é um biscoitinho duro de roer, moça bonita. " Eu ri. "Na verdade não. Eu ainda sinto que meu sonho foi arrancado de meu coração, mastigado e cuspido aos meus pés. Mas estou me sentindo inspirada. " Eu olhei para o meu menino peludo andando no pasto. "Quero dizer, se Carl pôde passar por tudo isso, perder todos os seus sonhos, e ainda sair forte pelo outro lado, eu posso levar este pequeno soco no queixo, certo?" Ele passou um braço em volta dos meus ombros, beijou minha cabeça, e me puxou para perto. "Carl é um mistério para mim, algum tipo de superhomem. Mas se alguém pode fazer isso, pegar uma decepção e transformá-la em combustível para crescer,

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eu acho que será você. Você tem fogo, senhorita amazona. Fogo e paixão e o brilho do sol. Nunca perca isso. " "Nunca me deixe perdê-lo", eu disse. "Eu vou tentar o meu melhor." Nós caminhamos de volta através da escola, até o estábulo, onde Rick deixou o cabresto de Samson como se ele fizesse isso há anos, e me senti tão bem por estar ao seu lado. Parecia perfeito. Se eu pudesse ser essa pessoa, a pessoa que eles precisavam. A pessoa que eles tanto queriam.

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Capítulo

VINTE E TRES Eu esperava ao lado do carro de Rick. Querendo saber onde isso nos deixava, perguntando-me se isso nos levaria a algo. Perguntando-me se eu mesmo gostaria de começar algo. "Então", disse ele. "Para onde agora, moça bonita? Precisa de uma carona? " Ele abriu a porta do passageiro me convidando. “Posso colocar a capota para baixo, viajar em grande estilo. Para onde quer que você queira ir." Deslizei para o banco, e a resposta tornou-se óbvia. Tão óbvia. "Para casa, por favor. A sua." Ele estendeu a mão e pegou a minha, apertando-a nos seus lábios e a beijou, beijando meus dedos, cada um deles. E então sorriu. E seu sorriso iluminou o mundo. "Vamos para casa". Aliviou o clima na viagem de volta a Cheltenham, sintonizado em uma emissora de rádio brega e cantando junto. Levantou a capota, e pareceu incrível, o vento balançando meu cabelo quando pegamos velocidade. Adorei a forma como seus dedos tamborilavam com a batida no volante, à maneira como ele dançava em seu assento tão facilmente, tão livremente. Mesmo dando um show para cada motorista que passasse sem a privacidade de um teto no carro - Rick não tinha reservas, nenhum senso de autoconsciência, amava isso sobre ele. Era algo que eu amava sobre ambos, a forma como a sua companhia parecia tão

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libertadora, eles estavam livres da pressão de seguir qualquer tipo de status. "Eu gosto dessa", quando uma das minhas músicas de dança favoritas tocou. Rick aumentou o volume. "Cante, baby", ele disse com uma voz estúpida. E eu fiz, cantei. Meu coração tristonho se animou, e eu ria e cantava a batida, embora minha voz guinchasse como um esquilo quando eu perdia a nota. Ele bateu palmas quando acabou diminuindo o volume. "Cara, nós realmente precisamos de uma noite fora", disse ele. "Bebidas e dança até explodirmos." "Sim. Isso soa bem." Suspirei, deixando toda a tensão sobre a fazenda sumir. "Isso parece ótimo." "Nós ainda precisamos comemorar. Você ainda teve a porra de uma vitória esta semana, não se esqueça. Nós precisamos festejar. " Tinha quase esquecido o meu triunfo no trabalho, um pouco de emoção rachou através de mim. "Ainda há tempo." "Dá tempo, mas você deve comemorar. Carl disse que você foi incrível. Ele está tão orgulhoso." Apertou meu joelho. "Eu também estou." Isso me fez corar. Talvez eu estivesse pouco orgulhosa de mim mesma, também. A ansiedade chegou quando Rick virou o carro para o caminho da sua casa. O pensamento de enfrentar Carl tanto me animava quanto me aterrorizava. Será que ele seria frio comigo novamente? Intimidante? Se fecharia para mim com a ideia que eu não poderia ser o que eles queriam? Realmente não poderia ser o que eles queriam? Isso estava condenado ao inevitável? A ideia machucava.

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Rick entrou na sua garagem. Desligou o rádio e acionou o teto, e eu brinquei com meu cinto de segurança enquanto esperávamos ele fechar. "Não fique tão assustada. Estamos em casa. Isso é bom." Ele apertou minha mão. "Não há nada para se preocupar, Katie, de verdade. Sem pressão". "Eu sei... eu só..." Eu deixei escapar um suspiro, soltando meu cinto. "Vamos." Abriu a porta da frente com um grande sorriso no rosto, abandonou suas chaves no lado. "Querida, estou em casa!", Chamou, e sua voz era tão amorosa, tão pateta. Eu o segui até a cozinha, e vi Carl, inclinado contra a bancada da cozinha com o seu tablet na mão, uma caneca de café ao seu lado. Sua atenção estava sobre o que ele estava fazendo, algo do trabalho, sem dúvida. Eu tinha visto a mesma expressão em seu rosto quando ele decorava números para reuniões de vendas ou conversas com clientes. Mas havia algo mais ali, também. Talvez fosse o ranger de sua mandíbula, ou o fantasma de incerteza que não fazia normalmente parte dele, talvez até mesmo algo pior, algo insuportável, algo como... tristeza. Ele estava vestindo uma camisa, preta e simples, sobre jeans escuros. Seu cabelo penteado diferente do habitual, um pouco menos certinho, mais bagunçado, provavelmente seco com a toalha, e ele estava descalço. Eu não sei por que isso me afetou tanto, eu não sei por que a visão dos seus pés descalços sobre o piso me fez vibrar por dentro. Ou por que vê-lo tão casual e desprevenido fez a minha respiração parar, me deixou quente e sem ar. Ele largou seu tablet quando avistou Rick, os olhos cheios de perguntas. E então ele me viu. Havia choque em seu olhar quando se encontrou com o meu, ele demorou a se recuperar do espanto de me ver quando entrei na cozinha. E então deu um sorriso, um sorriso nervoso que fez meu coração bater um pouco estranho. "Katie", disse ele, como se ele não me vesse a um milhão de anos. "Surpresa", eu disse, e soei tão estúpida. Rick bateu em seu braço quando passou por ele, dando um sorriso brincalhão. "Não foi possível mantêla longe. Tentei me livrar dela em Much Arlock, mas

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nada que eu tentasse funcionou. " Ele colocou a chaleira no fogo e me deu uma piscadela. "Eu acho que teremos que ficar com ela." "Acho que vocês vão." Mostrei minha língua para ele. "Um chá para mim, por favor." "E ela ainda espera que eu sirva uma bebida." Ele simulou um gemido. "Tão exigente. Não sei por que aturo isso, Carl ". Mas Carl não estava ouvindo, não estava participando da nossa brincadeira estúpida. Seu olhar era intenso e constante, seus olhos verdes me comendo viva. Meu coração deu outra batida estranha, e eu senti como se estivesse caindo. Fiquei parada, olhando-o de volta. "Hey," eu disse, somente. Uma pequena palavra estúpida e que deixou minhas bochechas queimando. Eu não sabia o que ele diria, mas ele não respondeu. Ele soltou a caneca e fechou a distância entre nós em um par de passos rápidos. Ele me apertou em seus braços, e beijou meu cabelo e me segurou firme. Ele cheirava a banho e a limão, e a ele mesmo. Meu rosto pressionava contra o peito, a pulsação do seu coração contra o meu ouvido, e eu me senti quente, e segura. Tudo parecia tão certo estando ali. Seu queixo descansou na minha cabeça, os bra��os fortes quando me deram um aperto. "Sinto muito. Sinto muito pelo que eu disse, sinto muito sobre a fazenda." Ele soprou em meu cabelo, e me beijou novamente. "Estou tão feliz por você estar aqui." senti como se eu estivesse derretendo contra ele, meu corpo afundando-se dele. O segurei de volta, meus braços ao redor de sua cintura, apertando-o tão forte quanto ele estava me apertando. "Obrigado por ter voltado", disse ele, e havia tanta sinceridade lá que eu me senti sufocar. Eu queria dizer tantas coisas para ele, mas as palavras estavam presas na minha garganta, também. Eu não conseguia afastar a tristeza, a dor no meu coração por ter ouvido a história de Rick. "Eu estou fedendo a Samson." tentei rir, mas saiu um som estranho, e um pequeno soluço patético, que

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não pude evitar, algumas lágrimas desceram mesmo eu tentando seguirá-las. "Eu gosto do cheiro de Samson", ele disse, e me cheirou. Lutei com ele um pouco quando me segurou pelos ombros, me mantendo longe o suficiente para olhar meu rosto. Tentei piscar para afastar a tristeza antes que ele percebesse, mas eu fui muito lenta. "Por que disso?" Disse. "É pela fazenda?" Ele suspirou. "Eu sinto muito que você está perdendo ela. Nós ainda podemos tentar negociar ou alugar... podemos falar com Jack..." Mas eu neguei com a cabeça. "Eu estou bem", eu disse. "Não é a fazenda. Eu estou conformada com isso. Não é tão importante assim, no esquema geral das coisas. É apenas um pedaço de terra. " Os olhos de Carl cravaram nos meus, e eu desviei o olhar antes que ele pudesse ver os pensamentos de dentro de mim, mas era tarde demais, ele os viu. Ele olhou para Rick, um meio sorriso no rosto. "Tiveram uma pequena conversa, não foi, Richard? Derramando todos os meus segredos sujos? " Rick se aproximou, e me entregou uma caneca. "Imagine, eu nunca iria deixar escapar merda que eu não deveria senhor." Ele cutucou o ombro de Carl com um dedo, mas ele estava sorrindo. "Mas isso me lembra da porra de alguém." Ele pegou o tabaco do bolso da sua calça jeans, e enrolou um cigarro. "Preciso fumar. Vou deixar vocês dois tendo o seu pequeno beijar-e-deixar-aporra-ir ". Ele deu um passo em direção da porta dos fundos, mas Carl agarrou seu braço. Ele o puxou para perto, passou um braço em volta do pescoço, puxando-o para um abraço que não parecia totalmente confortável. E então ele o beijou, um grande beijo molhado, na bochecha direita. "Eu te amo, Rick", e meu coração vibrou. Rick ficou onde estava, e serpenteou seu braço em volta da cintura de Carl antes de Carl deixá-lo ir. "Urgh", protestou , enxugando o rosto. Mas seus olhos brilhando, diziam muitas coisas. Esperei até que a porta se fechasse atrás

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dele antes que eu começasse a falar, mas Carl me cortou. "Você não precisa dizer nada. Eu estava errado em colocá-la sob pressão. Não há nada para falar, nada que você precisa dizer ". "Mas eu quero..." suspirei. "Queria dizer obrigado, pela oferta." Ergueu as mãos. "A oferta está de pé, sem condições. É sua, se você quiser, Katie. " Balancei a cabeça. "Não. Mas obrigado." "Se você mudar de ideia…" "Não vou. Não sobre a fazenda." Seus olhos se arregalaram. "E sobre todo o resto? Você está pensando em ficar com a gente? Pelo resto nos seis meses? É isso o que você quer?" Tomei um gole de chá. "Não." Balancei a cabeça. "Isso não é o que eu quero. Não por seis meses." Seu rosto caiu instantaneamente, seus ombros pesados. "Entendo." Fez uma pausa. "Te entendo." "Você não entende" e então eu esperei, assistindo Rick andar e fumar através da janela. "Não sei o que eu vou querer no futuro, mas eu sei o que eu quero agora. " "E o que você quer? " Eu sorri. "Vamos esperar por Rick." Nós fomos para a sala de estar, me sentei na poltrona. Carl foi para o sofá, e Rick pegou o pufe entre nós dois. "Então", disse Carl, sempre tomando a iniciativa. " Para onde vamos a partir daqui? O que você quer de nós?" Eu levei um segundo para organizar meus pensamentos, ainda não inteiramente certa de para onde eles estavam indo. "Nosso acordo acabou. Não quero mais pagamentos, não quero mais dinheiro." Olhei para eles. "Não quero nenhum fim de semana com outras pessoas, não que nós já tivéssemos feito isso ainda. Não quero sugar daddies, não preciso

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de sugar daddies. Não mais. Não agora que a fazenda já não faz parte dos meus planos ". Carl concordou, e assim como Rick. Foi Carl que falou em seguida, previsivelmente. "Tudo bem", disse ele. "Se é o que você quer. E agora? Amigos?" "Espero um pouco, além disso." sorri. "Quero ver como isso vai evoluir. Amo estar com vocês, amo passar o tempo com vocês, amo o que nós temos." "Acho que é seguro dizer que todos nós sentimos assim", disse Rick. "Você não terá quaisquer argumentos contrários de nós." Suspirei. "Não estou dizendo que posso ser essa pessoa, a pessoa que vocês querem. E não estou dizendo que eu vou mudar minha opinião sobre as crianças que vocês querem, ou que se eu fizer isso, que vai ser em breve. " Olhei para Carl e ele olhou de volta para mim. "Sinto muito, mas eu simplesmente não posso prometer isso. Só não posso. " "Ok", disse Carl. "Nós entendemos." Minhas mãos retorciam no meu colo. "Mas eu quero isso. Seja o que for que estamos fazendo. Eu realmente quero isso. " Eu olhei para Rick. "Eu amo o jeito que vocês se amam, e eu amo o jeito que vocês ficaram comigo. Eu amo o jeito que vocês apoiam Samson e eu. Eu amo a vida que temos aqui. " Eu sorri. "E eu adoro fazer sexo com vocês. Muito ". "Amém a isso." Rick sorriu. "Então, o que eu estou pedindo," comecei. "O que estou pedindo é que vocês me deem os seis meses que vocês estavam pensando. Antes de tomar qualquer decisão de longo prazo, quero dizer. Não tenho certeza se vou querer um bebê mesmo então, não com certeza. Mas vamos ter tido tempo para experimentar, para ver como vai ser. " "Parece justo", disse Carl. "Parece realmente justo", disse Rick.

"Agora que eu não tenho mais a fazenda, vou ter que mudar Samson de lugar. Eu posso não ter uma

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escola de equitação, mas ainda tenho um cavalo. Quero competir nos próximos verões.” suspirei. "Estou arrasada pela fazenda, eu realmente estou, mas meu sonho era mais do que isso. Trata-se de Samson, é sobre o quão longe nós chegamos. Eu não acho que eu possa abandonar isso. " Carl ergueu as mãos. "Você não precisa justificar nada, Katie. Você está certa. Nós entendemos. " Ele fez uma pausa. "Nós apoiamos você, com Samson, com o que você quer fazer." Meu coração estava batendo tão rápido. "Eu sei", eu disse. "Isso é parte da razão pela qual eu não tenho certeza sobre o que eu mais quero." Eu olhei para minhas mãos. "Sempre pareceu tão simples, o que eu queria. Samson, a escola de equitação, nada de filhos, nada para me segurar, só eu um cavalos e um sonho. " "As coisas mudam", disse Rick. "Basta dar-se uma pausa, ver onde as coisas vão. Sem pressão, moça bonita. Nós dois queremos realmente dizer isso. " "Ok." deixei escapar um suspiro. "Então, vamos fazer isso? Nenhum sugar daddies, apenas nós, apenas vendo aonde isso vai nos levar?" Carl assentiu. "Nós veremos onde isso nos levará." Rick sorriu. "Faremos isso." O alívio me inundou, alívio e felicidade. "Ótimo", eu disse. "Isso é realmente incrível." Os caras olharam um para o outro, então Rick falou. "Você vai se... mudar para cá? Isso é... oficial? Eu não sei... estamos... em um relacionamento? " Dei de ombros. "Acho que sim, se é isso que vocês querem." "É o que queremos", disse Carl. "Oficial. Estamos oficialmente namorando. " Seus olhos eram intensos e isso me fez corar. "Quanto ao futuro, vamos decidir em seis meses." Rick lhe lançou um olhar. "Ou quando Katie estiver pronta para decidir." Carl ergueu as mãos. "Sim, sempre que você estiver pronta para decidir." "Seis meses. Vou me certificar de que terei a resposta. "

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"Tudo bem", disse Carl. "Isso é tudo o que podemos pedir. E nós sempre podemos perguntar. " Eu sorri. "Eu não sei como minha mãe vai reagir a tudo isso." Eu me perguntei. "Quero dizer... se estamos mesmo juntos... se é isso que estamos fazendo? Que isso é oficial? " Carl assentiu. "É oficial. Você pode dizer a sua mãe quando você quiser. Gostaríamos que você fizesse isso. " Rick sorriu. "Eu quero que você conheça meus pais, eles vão te amar. E minhas irmãs. " Carl deu de ombros, sorriu um pouco. "Eu não tenho ninguém. Não há ninguém para você conhecer. " "Você tem. Você tem o meu pai." eu disse, expressando o não-dito. "Eu não poderia dar a mínima para o que ele pensa sobre qualquer coisa... mas você..." Seus olhos se chocaram contra os meus. "Eu gostaria de dizer ao seu pai, sim. Eu não tenho segredos, e eu respeito David. Ele é importante para mim. Eu gostaria de ser honesto com ele. " "Eu não o conheço, e eu não sei como ele vai reagir. Ele provavelmente não vai dar uma merda. " eu zombei. "Ele vai dar uma merda", disse Carl. "Ele certamente vai dar uma merda," disse Rick. " Você é sua menina." "Eu sou o seu erro", eu disse. "Que diferença isso vai fazer para ele?" Carl abanou a cabeça. "Você não é um erro, Katie. David nunca iria chamá-la de erro, eu posso assegurá-la disso. " Isso me fez sentir doente por dentro, doente e pequena, e frágil. Estranha. Fez eu me sentir estranha. Eu encolhi os ombros. "Talvez você não deva contar a ele agora, apenas esperar até que esse estágio termine. Seria mais seguro." "Isso é muito tempo", disse Carl. "Eu não tenho certeza se posso esperar tanto tempo. As pessoas vão

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descobrir, e ele pode vir me perguntar. Se ele me perguntar, eu vou responder. É assim que eu ajo. " "Não podemos evitar que ele saiba," Rick gemeu, mas ele estendeu a mão, apertando o joelho de Carl. "Ok", eu disse. "Se ele perguntar, você conta, mas se não o fizer, nós apenas esperamos algum tempo, só até... um tempo. Eu não sei. " Eu dei de ombros. " Está bom para vocês?" "Sim", disse Carl. "Por agora. Se alguma coisa mudar, eu vou deixar você saber antes que eu conte a ele, te darei a oportunidade de dizer por si mesma. Ele é o seu pai. A decisão é sua. " "Ele não é meu pai", eu disse. "Não gosto disso. Ele nunca foi um pai para mim. " Nenhum dos dois falou por um tempo. Isso ficou solto desconfortavelmente no ar, a nossa diferença de opinião sobre David Sr. Perfeito Faverley. Rick bateu nos joelhos, nos chamando a atenção. Ele se levantou, estendendo os braços. "A porra de um abraço em grupo", disse ele. "Para fechar o negócio." Peguei sua mão, me puxando para cima, quando meu corpo se moveu em direção ao deles, seus sorrisos brilhantes, seus olhos gentis... a maneira como eles eram tão felizes, a maneira como eles me queriam... Fez minha pele formigar, da cabeça aos pés, uma necessidade dentro de mim, descendo pelo meu corpo... isso era querer ... Eu os queria. A ambos. Os queria tanto que eu quase não podia suportar. Eles me puxaram num abraço, me envolveram em braços fortes que me seguraram tão apertado, e eu disse isso. Eu só disse o que me veio à cabeça. Porque eu podia dizer, porque eu poderia dizer o que eu quisesse agora. Fodase o roteiro era uma relação de verdade. Não estavam pagando. Não mais. "Eu estava esperando por um pouco mais do que um abraço em grupo", eu disse.

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Capítulo

VINTE E QUATRO

"Espere." Eu ri quando dois conjuntos de mãos vieram direto para mim. "Não quis dizer neste exato momento. Estou fedendo a cavalo. Estou enlameada! " "Mas nós amamos quando você está suja." Rick sorriu. "Eu gosto mais de você assim." Ele enfiou os dedos dentro da cintura das minhas calças de montaria, e eu fui em direção a ele quando ele a puxou. Ele beijou meu pescoço, lentamente, suavemente, me fazendo cócegas com seu piercing de língua enquanto as mãos de Carl serpenteavam em volta da minha cintura nas minhas costas. "Eu realmente senti falta disso", eu disse. "Eu acho que estou viciada. É oficial, eu sou um viciada em sexo. Que ótimo que eu tenho dois de vocês para me dar o que eu preciso. " A respiração de Carl estava quente contra a minha bochecha. "Duas vezes mais prazer. Para todos nós." Me movi contra ele, puxando-o mais perto, até que senti o volume de seu pênis contra a minha bunda. Sua mão escorregou debaixo da minha camiseta, subindo por minhas costelas, e eu prendi a respiração quando senti seu toque dentro do meu sutiã. Ele encontrou meu

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mamilo, e o rolou entre o polegar e o indicador. Fechei os olhos e gemi contra ele. Rick pressionou uma das mãos entre minhas pernas. "Vou te tomar", disse ele. "O pau de Carl contra o meu, nós vamos te abrir." Meu clitóris pulsava e as faíscas dançavam através de mim. "Foda-se, sim," eu disse. "Isso é o que eu quero. Tudo de você dentro de mim ". "Essa é a nossa linda menina." Carl me encaixou contra ele, moendo contra a minha bunda, gemi quando Rick me prendeu ali, seus dedos trabalhando nas minhas calças. Ele as puxou um pouco para baixo, e Carl retirou meu top por sobre a minha cabeça. Enquanto eles me despiam eu me contorcia e engasguei quando mãos quentes me exploravam, apertando meus seios, puxando meus mamilos. Os dedos de Rick deslizaram entre os lábios da minha buceta, empurrando o seu caminho para dentro e minha cabeça caiu em seu ombro. Mordi sua pele enquanto seus dedos começaram a me foder. "Minha menina suja está molhada. Porra, ela está tão molhada, Carl. Ela parece querer mais. Dê mais a ela. " Carl arrastou a mão pelo meu ventre. E colocou dois de seus dedos juntos aos de Rick, eu grunhi e mexi meus quadris gemendo quando ouvi a umidade. Seus dedos me esticando, pressionando o ponto no meu interior que me fazia contorcer. O calor viajou através de mim. Suor juntou na minha testa. O cheiro, de cavalo e lama, de dois homens quentes. Eu só queria ser fodida. "Como você nós quer?" Carl sussurrou. "Eu não me importo. Apenas foda-me. " "Como?" Sua mão estava na minha garganta, apertando e merda, eu quase poderia vir assim. "Ambos ao mesmo tempo. Nos dois lados. Entre em mim e me foda. " "Boa menina", disse ele e me beijou. "No chuveiro", disse Rick. " Será mais quente e úmido." Eles puxaram seus dedos de mim, e eu reclamei. Minhas coxas estavam escorregadias quando Carl me

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tocou por trás, os dedos de Rick estavam molhados quando ele colocou minha mão em seu cinto. Tirei a roupa dele enquanto nos movíamos, deixando seu cinto solto e abrindo seus jeans. Ele os chutou para fora enquanto eu desabotoei sua camisa, seguindo Carl pelo corredor. Me virei para encará-lo quando chegamos ao pé das escadas. "Você tem muitas roupas," eu disse. "Foda, realmente muitas," Rick concordou. Rick tirou os jeans de Carl enquanto eu tirava sua camisa, num piscar de olhos, lançando suas roupas para trás ao longo do corredor amontoada com as nossas. Seu pênis estava ereto e orgulhoso, eu o peguei, assim como o de Rick, trabalhando os dois em conjunto com minhas mãos gananciosas. Eu caí de joelhos, lambendo-os, um após o outro, sentindo-me como uma espécie de estrela pornô, abrindo minha boca para receber dois paus grandes. Eu só precisava de algumas tranças e cílios falsos. Isso me fez sorrir enquanto trabalhava seus paus. "Nossa pequena menina está ficando exigente." Rick pegou meu cabelo, guiando minha boca para o pau de Carl. Chupei-o todo e Rick me pegou forte, me empurrando para o pau de Carl até que eu estava com a boca cheia e balbuciando ao seu redor. "Leve-o", disse ele. "Engole tudo. Leve ele por todo o caminho. " Mas não havia nenhuma maneira que eu conseguiria fazer isso. Ele bateu no fundo da minha garganta e eu soltei um monte de saliva molhando em meus peitos. Isso fez Carl gemer, e empurrar mais ainda seu pau. Eu queria mais. Queria engoli-lo inteiro. "Lá para cima," Carl rosnou. "Vocês dois. Antes de eu atirar a porra da minha carga na garganta de alguém. " Ele me levantou e me enviou à frente, e eu gritei quando ele bateu no meu rabo, duro. Ele bateu no de Rick, também, perseguido nós dois. Eu estava rindo no momento em que chegamos ao topo, cheia de tesão e desesperada por um pau. Carl entrou na água e nós arrastou para o jato antes mesmo que se aquecesse. Eu nem sequer me importei, apenas soltei um gritinho quando a água fria bateu em minha pele e meus mamilos ficaram duros no mesmo instante. Muito frio, e, em seguida, muito quente, mas isso não importava. A boca de Rick estava aberta sobre

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a minha, sua mão descendo em linha reta até o polegar tocar meu clitóris, e Carl estava por trás, sua mão alcançando entre as minhas pernas, seus dedos grandes abrindo-me. A temperatura da água se firmou, e felicidade, choveu na minha pele quando me levaram ao clímax entre eles. Eu passei meus braços em torno de seus ombros para me alavancar, trabalhando para cima e para baixo em seus dedos, e meu clitóris apertou e pulsou acelerando os movimentos me enviaram sobre a borda. Eu inclinei minha cabeça para trás e vim neles, uma confusão de gemidos e soltando uma série de palavrões. Minhas pernas estavam fracas quando desci, mas isso não importava, eles me segurariam. Carl pegou um tubo de algo da prateleira de produtos de higiene pessoal, e eu pensei que ele estaria me ensaboando, mas ele não o fez. "É lubrificante", disse ele quando apertou um pouco na mão de Rick. Ele fez o mesmo em sua própria mão, e eu o vi espalhar tudo sobre seu pênis. Ele me tirou de Rick, guiando meus braços em volta do seu pescoço e me levantou pela cintura. Eu sabia o que estava por vir. Segurei-o com as pernas, firmando meu corpo nele enquanto ele posicionou seu pênis contra minha buceta. Abaixei-me lentamente, levando-o uma polegada de cada vez. "Boa menina", disse ele, e suas mãos estavam sob a minha bunda, trabalhando-me de cima a baixo nele. Ele me preencheu, bateu profundamente em mim, e eu me alavanquei, pressionando seu lindo pau, querendo-o mais profundo e mais áspero e mais duro. Eu estava me acostumando com isso, estar com os dois, sendo tomada pelos dois e querendo mais e mais, sempre mais. Senti Rick nas minhas costas, o peito nu contra a minha pele. Eu gritei quando seus dedos molhados empurraram seu caminho para dentro da minha bunda, trabalhando em sincronia com os golpes de Carl. Eu gemi quando ele me abriu mais, me inclinei para trás para descansar minha cabeça em seu ombro. "Mais," eu disse. "Foda-me." Ele tirou seus dedos e esfregou o pênis entre minhas nádegas, e eu me preparei, respirando fundo. Deixei escapar um gemido quando se empurrou para dentro. Demorou alguns golpes lentos, Carl ficando parado para deixar Rick trabalhar. Pressionei para baixo em Rick com

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cuidado, com muito cuidado, rangendo meus dentes enquanto me movia, gemendo enquanto ele empurrava no buraco apertado. Ele apertou os lábios na minha orelha. "Estou dentro de você", disse ele. "Nós dois estamos dentro, porra." "Eu sei", eu assobiei. "Eu posso sentir você. É tão profundo. E dói. Realmente dói. " "Quer parar?" Ele perguntou, mas eu balancei a cabeça, consumida pela alegria de ter os dois comigo. Eles eram meus. Eles eram realmente meus "Não pare", eu disse. "Eu nunca quero que você pare." Lentamente, nós nos movemos, lentamente, eles me foderam, alternando golpes, um de cada vez entrando e saindo, até que eu relaxei me estiquei o suficiente para começar a me contorcer, querendo mais. Eles mudaram seus movimentos, suas estocadas idênticas, grunhindo como um só e me fodendo profundamente, seus dois paus grandes dentro de mim. "Foda-se", disse Rick. Ele beijou a boca de Carl por cima do meu ombro. "Eu posso sentir você", disse ele. "Seu pau é tão bom pra caralho, Carl. Tão, bom pra caralho. " Eu podia senti-los empurrando, podia sentir os piercings de Rick quando ele se pressionava contra o pau de Carl. "Mais duro," eu disse. "Foda-me mais duro!" Eles me foderam mais duro. Eles me foderam mais rápido. Batendo forte em mim enquanto grunhiam, se empurrando e me deixando uma confusão trêmula. Carl se recostou contra a parede, e Rick bateu mais forte, e ele realmente parecia sofrer, mas era uma dor incrível. Eu podia sentir a pressão no meu ventre, nervos tensos e doloridos, a necessidade de liberação crescendo em mim. Ele estava chegando lá. Eu também. Eu gemi, me movendo para cima e para baixo, mais e mais até que eles começaram a grunhir, suas bolas molhadas batendo juntas. E estava no fodido céu.

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"Foda-se", disse Carl. "Você é tão apertada, Katie, perfeitamente apertada, porra." "Vou gozar", Rick gemeu. " Porra eu preciso gozar." "Goze", eu assobiei. "Eu quero te sentir." Eu estava choramingando quando eles gozaram, perdida no prazer enquanto eles empurravam e grunhiam e esporavam dentro de mim. Eu me acalmei, meus braços ainda em volta dos ombros de Carl, recuperando o fôlego enquanto eles recuperam o seu próprio. Deixei escapar um gemido quando Rick puxou para fora, e minha bunda parecia vazia e dolorida. Ele puxou as bochechas da minha bunda separadas e me lambeu. "Foda-se", disse ele. "Isso é do caralho de bonito." Ele empurrou seus dedos dentro de mim e eles entraram facilmente. Eu gemi novamente quando Carl me tirou de seu pau. Ele beijou meus lábios, em seguida, me baixou, minhas pernas estavam fracas quando eu sustentei meu próprio peso. Ele alcançou outra garrafa da prateleira, e sorriu. "Sabonete desta vez", disse ele, me ensaboado. Foi maravilhoso. Um chuveiro quente, dois caras quentes. Eu os ensaboei, eles me ensaboaram, e então eles ensaboaram um ao outro por um bom tempo. Eu ri quando eles lavaram meu cabelo, muita espuma escorreu perto dos meus olhos, mas isso não me importava. Nada disso importava. Finalmente, eles me abraçaram, e abraçaram um ao outro, e eu respirava confortavelmente no momento. Três corpos, pele com pele, respiração com respiração. Eu amava esses homens. Eu amava este lugar. Eu estava em casa.

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Tomei um gole do cocktail, olhando para fora da nossa cabine para a pista de dança vazia. "Quer dançar?" Perguntou Rick. "Basta dizer a palavra e vamos golpear o chão." Eu balancei minha cabeça. "Mais tarde." Carl pressionou mais perto do meu lado. "Quando você quiser. É a sua celebração. " Ele brindou meu copo. "Pelo excelente sucesso de Katie." "Para Katie batendo os recordes de vendas," Rick adicionou, e brindou na minha taça também. Eu sorri, feliz, balançando minha cabeça na batida da música. Eles escolheram um bom local, perto o suficiente da pista de dança se quisesse dançar, longe o suficiente da pista para poder conversar. E eu queria conversar. Acho que era o álcool me deixando desinibida. "Como isso funcionaria?" Eu disse. "O... a coisa do bebê." Os caras olharam um para o outro por um longo momento antes de Carl responder à minha pergunta com outra pergunta. "Você realmente quer falar sobre isso agora?" Eu balancei a cabeça. "Eu só quero saber. Então, eu posso pensar corretamente sobre isso. " Ele sorriu. "O que achar melhor. Sem pressão, Katie. Se isto não é para você, não é para você. " Mas era para mim. Eles eram tudo para mim. Eu olhei para as pessoas no clube, os casais cuidando de suas vidas, tendo um bom tempo. Olhei para o grupo de mulheres no bar, rindo e brincando, lançando olhares em nossa direção. E isso foi o que me acertou. Se eu não fosse à escolhida deles, eles precisariam encontrar outra pessoa. Eles precisariam encontrar alguém que poderia lhes dar o que eles queriam. Uma família. Pensei sobre a escolhida ser uma dessas mulheres, as mulheres que olhavam em nossa direção, imaginei que eles não eram meus, que estavam livres. Pensei

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sobre outra mulher tendo o bebê de Carl, o bebê de Rick, criando uma família com estes dois homens incríveis ao seu lado. E isso me fez sentir doente como um cachorro abandonado, porra. Eu não queria que outra pessoa tivesse o bebê. Não queria que alguém tomasse o meu lugar em suas vidas. Tomei outro gole do cocktail. Bêbada. Eu estava bêbada. "Então," eu disse. "Conte-me. Como iria funcionar? Você deve ter planos." Rick limpou a garganta. "Nós, um... nós pensamos um pouco sobre isso." "Um monte de pensamentos." acrescentou Carl. "Estaríamos fazendo isso juntos ou não faríamos nada, essa é a regra." "Eu sei", eu disse. "Entendi." "Mas você não entendeu", disse Carl. "Nós não iríamos querer saber, não com certeza." Eu levantei minhas sobrancelhas. "Quem era o pai," ele continuou. "O pai biológico. Nós preferimos não saber. " Rick se inclinou, pegou minha mão. "Nós vamos amar o bebê do mesmo modo de qualquer forma, então isso não importa. Por que complicar tudo sabendo? " Olhei de um para o outro. "Então, vocês só me... compartilhariam... e depois ninguém saberia de quem o bebê é?" "Exatamente", disse Carl. "Isso é o melhor para nós." "E então nós viveríamos juntos? Construiríamos uma vida? " Nós. Eu disse nós. Rick concordou. "Eu só trabalho a tempo parcial, tornaria nossa vida um pouco mais fácil."

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"E como vocês explicariam isso para o bebê? Papai um e papai dois? " O pensamento me fez rir e eu não deveria. "Desculpe," eu disse. "Isto é apenas surreal." "Está tudo bem", disse Carl. "E nós não sabemos ainda. Não sabemos como o bebê iria nos chamar." "Papai Rick e papai Carl", disse Rick. "Eu gosto disso." Ele sorriu para Carl outro lado da mesa. "Realmente gosto de papai Carl, ele combina com você." "Você pode parar com essa linha de pensamento", disse Carl, mas estava sorrindo. "E o que acontece com a escola? Com a vida em geral? " continuei. Carl encolheu os ombros. "Há uma abundância de poli relacionamentos por ai. Vamos ser honestos com as pessoas, honestos com nosso filho, teremos certeza de que eles saibam o quanto eles são amados. Acredite em mim, Katie, poderia ser muito pior. " "Eu sei que poderia ser muito pior, eu apenas... eles não vão ter problemas? Quero dizer crianças podem ser tão cruéis..." Rick pigarreou novamente, e seus olhos estavam sérios. "As crianças são cruéis para quem é diferente. Tive que lidar com uma boa quantidade de porcaria enquanto crescia. Quer dizer, eu sou bi, sempre fui, e algumas crianças não gostavam disso. Mas você sabe o que? Isso não me incomodava, não realmente. Tinha uma grande família em casa, que me ensinou que eu valia muito mais do que algum intimidador barato. Tinha confiança e autoestima e eu estava feliz sendo eu mesmo. Usava as palavras. Sei que elas não funcionam com todos, sei que isso pode não ser tão fácil para o nosso filho como foi para mim, mas, em termos gerais, vamos fazer o nosso melhor, vamos amá-los, acho que vai ficar tudo bem. Sinto-me assim sobre isso. " "Há coisas piores", acrescentou Carl. "coisas muito piores. Vamos amálos, e nós vamos ter certeza de que eles serão confiantes o suficiente para fazer o seu próprio caminho, seja qual for o que escolherem. " Eu me inclinei para trás em meu assento. "Eles? Quantos filhos você quer? " Os caras olharam um para o outro. "Desculpe?" Disse Carl.

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"Você disse, vamos amá-los." "Ah." "Então, quantos?" Eu repeti. "Quero dizer, isso não vai parar em um, certo? Você quer mais? " Os olhos de Carl se arregalaram. "Nós realmente não pensamos tão longe. Nós ousamos mesmo esperar que... " Ele suspirou. "Pensamos em adotar. Se tivermos a sorte de ter um dos nossos, talvez fossemos adotar também. Muitas crianças precisam de um lar. Eu sei disso." "E biologicamente?" Eu insisti. "Você ficaria feliz com apenas um? Quantos você realmente quer? " Carl pegou minha mão, e olhou para mim, olhou através de mim. "Tantos quanto você estaria disposta a nos dar, Katie. Essa é a verdade." Eu ri, balancei a cabeça. "Eu não posso acreditar que isso está acontecendo comigo. Não posso acreditar que eu estou falando sobre ter filhos. Nunca quis ter filhos. " "Sem pressão", disse Carl. "Como dissemos, é a sua decisão." Estendi minhas mãos, lutando com meus pensamentos bêbados. "É como perguntar a alguém se eles querem sorvete quando eles viram seu melhor amigo se afogar em um pote dele." Rick sorriu. "Desculpe, eu estou bêbado? Será que isso está realmente fazendo algum sentido? " "Tem um pouco de sentido." disse Carl. "E você está bêbado, Rick." "Quero dizer. minha mãe sofreu pra caralho. Eu assisti a sua luta, a vi sofrer, a ouvi chorar à noite. E era por minha culpa. Porque ela me tinha ali. E não tínhamos mais ninguém a quem recorrer, ninguém mais para tornar as coisas melhores. " Eu suspirei. "Meus avós viviam no norte, e eles não eram tão próximos da minha mãe, para ser honesto, eu acho que eles prefeririam não tê-la, tampouco." Eu terminei o meu cocktail. "Assim sendo, eu sei que as crianças fodem as coisas, como eu fodi as coisas para a minha mãe. Não intencionalmente, só porque isso é o que as crianças fazem, eles levam toda a sua vida e a torna tudo sobre eles, que é o que deveria acontecer. "

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"Você não fodeu as coisas para sua mãe", disse Rick. "E seria diferente. Há três de nós. A mamãe, papai Rick e papai Carl. " "Pare com a coisa de papai Carl", disse Carl. "Você está gostando demais disso, Richard, não acho que eu possa ouvir isso nesse tom mais, porra." "E se mamãe, papai e papai Rick não der certo? E se mamãe acabar presa com as crianças enquanto os papais só se comprometem nos fins de semana? O que aconteceria com a equitação da mamãe e Samson e seus sonhos? " "Ele iria trabalhar isso", disse Carl, e seus olhos queimavam. "Nós temos que fazer isso dar certo. Nós nunca mais ficaríamos longe de nossas crianças. Nunca, Katie, nunca. Nem em um milhão de anos." Suspirei. "Então você seria um pai melhor do que eu jamais vi." Eles não falaram nada, mas eu sabia. Mais uma vez o grande David Faverley os enganou com seu estúpido ato de cara legal. Ele me chateou mais uma vez, só o pensamento dele me chateava. Esse sentimento inquieto, estranho que eu tinha desde que eu tinha aceitado sua estúpida barganha sobre Harrison Gables. Olhei para a pista de dança, observando as luzes piscando e as pessoas dançando, deixando tudo se perder além do álcool nas veias e a batida da música. Rick interrompeu meus pensamentos. Ele pegou uma das minhas mãos, apertando-a, e Carl tomou a outra. "Chega de conversa sobre bebês", disse ele. "Eu acho que já é tempo para rodarmos sobre a porra do chão."

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Capítulo

VINTE E CINCO

Tentei não pensar muito nisso, tentei não ter esperança, tentei não fazer planos que talvez nunca pudesse vir a acontecer. Tínhamos nossa bela Katie de volta, em nossa casa, em nossos braços, em nossa cama. Ela estava desgastada por nossa foda, e permaneceu mesmo após a grande revelação sobre o bebê, e nós ainda continuávamos fortes. Era mais, do que jamais conseguimos. Nossa linda, vivaz, contagiante menina ainda estava conosco, ainda nos amava, e isso era suficiente. Por agora, isso era o suficiente. Além disso, o tema não foi objeto de discussão. Uma conversa embriagada ao lado de uma pista de dança de um clube, e Katie fechou sobre o assunto. Os bebês estavam muito fora da agenda nas próximas semanas, não falamos sobre papai Rick ou papai Carl ou que porra isso poderia significar para nós três. Bebês estavam fora do radar de Katie inteiramente, tanto quanto eu poderia ver, mas Verity Faverley estava muito presente nele. Não foi tanto o que Katie disse, ou mesmo algo que ela fez, que me deixou inquieto sobre a dinâmica entre essas duas jovens mulheres. Ao invés disso, Katie estava feliz e graciosa, sorrindo e se regozijando enquanto ela marcava seus pontos de vendas no quadro branco. Não havia arrogância nela. Ela estava calma e serena, dedicada sem ser obsessiva. Na verdade, a menina tinha estado ótima. Mas eu não

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estava tranquilo. Havia algo. O instinto me dizia que havia problemas fervilhando no paraíso. Curiosamente, a animosidade que eriçou os meus sentidos não parecia estar vindo de Verity. Eu a treinava durante as longas tardes, como prometi durante sua crise fora do escritório, e ela quase não deu a sua irmã um segundo olhar. Mas é claro que ela não iria. Verity tinha um plano muito maior. Ela era toda sobre ser a melhor, sobre provar o seu valor. Seu orgulho tinha sido testado e foi insuficiente, e ela iria voltar com aço em seu corpo para a segunda rodada. Verity Faverley foi à vitória na segunda rodada. Ela mergulhou de cabeça em tudo, cada pequeno conselho, cada pedaço de feedback. Ela levou seus materiais de vendas para casa à noite, e sabia tudo sobre eles nas manhãs seguintes. Ela me impressionou de uma forma que nunca teria esperado. A criança se saiu muito bem. Quem teria imaginado isto? Aparentemente Katie não. Ela se recusou a reconhecer a existência de Verity, certamente não como uma concorrente. Não na sua frente. Katie e Ryan estavam no topo da tabela de vendas com facilidade ao longo das primeiras semanas. Eles terminavam na frente de todos os outros sem suar a camisa, todos os dias, sem falhar. Às vezes Katie levava o dia, às vezes Ryan, seu relacionamento estava cheio de camaradagem fácil, o conhecimento dos dois se complementava. Eles estavam quebrando metas, produzindo oportunidades de vendas que progrediam em oportunidades reais para as equipes de base. Eles estavam desenvolvendo um gasoduto sólido, uma rede com as pessoas certas, nas organizações que queriam atingir. Eles eram bons. Realmente muito bons. Deixaram-me muito orgulhoso. Assim como Verity. Com sua determinação de aço, ela aprendeu sobre o trabalho de cima a baixo. Ela não era um fogo de artifício, um dos fogos brilhantes que disparam através do céu. Ela era um submarino, cruzando sob a superfície, despercebida até que ela estava na posição certa. Em seguida, BAM, um dia, ela achou sua área. Ela fez sua ligação com confiança, armada com um conhecimento sobre o produto que teria colocado a maioria dos representantes de campo com

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vergonha. Ela fez as perguntas certas, com capacidade para entender as respostas. Ela pegou o telefone, fazendo suas chamadas de forma constante, sem sinais sonoros ou declínios, e ela começou a trazer essas contas para a empresa. O que Verity Faverley faltava em habilidades de comunicação naturais, ela obtinha no esforço. Ela começou a subir no ranking, um par de ligações num primeiro momento, um contato aqui ou ali, que se transformou em uma performance pontual de um por dia. Então mais. Ela consumia informações, corroeu através dos registros em sua busca para acertar os altos escalões, e um dia, quando chegamos ao meio da fase de telemarketing do programa de estágio, ela estava quente na cauda do supertime Katie-Ryan. E uma vez que ela conseguiu se emparelhar, eles não puderam deixa-la para trás. De qualquer maneira, sempre que surgia uma pista de clientes em potencial, ela estava sempre ali. Ela tinha um relógio em cima do placar assim como a maioria deles, e uma vez que ela tinha deixado sua competitividade a possuir, ela a consumia. Ela aparecia no início de cada manhã, pegava o telefone para conseguir esses alvos não disponíveis no horário de expediente. Ela estava trabalhando durante o almoço, ao ponto que eu tinha que arrancá-la de seu lugar para garantir que a menina estivesse se alimentando corretamente. Ela ficava até mais tarde ouvindo as gravações de chamadas. "Ela está indo bem, sua irmã," eu disse para Katie no carro uma noite. "Muito bem. Ela realmente se esforça no trabalho. " Tudo que eu consegui foi um encolher de ombros. "Bom para ela. É isso que você realmente acha?" "Eu realmente acho que não poderia me importar menos com o que a cadela está fazendo. E ela não é minha irmã, Carl, ela deixou isso perfeitamente claro ". Eu escolhi pressiona-la. "Você já pensou em falar com ela? Trocar algumas dicas? Verity tem os seus pontos de venda de gerenciamento de dados bem atuais, ela pode ter algumas informações úteis para usar na Big pharma vertical. "

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E foi aí que eu tive certeza. O olhar que Katie me lançou. Não durou mais que um segundo, um deslize momentâneo de sua guarda, que revelou a força motriz de ressentimento queimando dentro dela. "Eu não tenho nada a dizer para Verity", disse ela. "Trocar dicas com ela realmente não me interessa. Eu não preciso de suas dicas, e ela com certeza da porra não vai querer as minhas. " "Não tenha tanta certeza sobre isso", eu disse. "Ela é uma aprendiz dedicada. Tenho certeza de que ela apreciaria sua orientação. " Eu olhei para ela. "Afinal de contas, você está no topo da classificação, Katie, você não tem nada a provar e tanto para dar." "Eu tenho tudo a provar." Sua voz estava nervosa e crua. "Tudo." Seu tom de voz me fez encostar o carro. Eu entrei em um estacionamento comercial, parando em uma das vagas vazias. "O que foi?" ela disse. "Por que estamos parando?" "Nós estamos parando porque eu quero falar com você. Porque é importante. " Me virei para encará-la. "Você não tem ninguém duvidando de você, ninguém tentando derrubá-la ou tentando vê-la falhar. A única pessoa para quem você tem que provar algo é para si mesma, Katie. " Ela balançou a cabeça, zombou de mim. "Eu, claro. Certo. E Verity, e David doador de esperma Faverley e toda a sua merda de família, Carl. " "Por quê?" "Porque eles esperam que eu fracasse", disse ela. "Eles querem que eu falhe. É por isso que eu estou neste programa de estágio. " Eu levantei minhas sobrancelhas, mas ela balançou a cabeça. "Não olhe para mim desse jeito, é a verdade. Não para você, que quer ver o melhor em todos, mas para eles. Para eles, é tudo um jogo estúpido. Um envelope dourado idiota e um abraço desajeitado não muda os fatos, Carl. Ele está rindo de mim, eu fui colocada lá para mostrar que ela é melhor do que eu. Como sempre. " "Isso realmente não é verdade, Katie." "É por isso que o meu pai idiota me quer aqui, só assim Verity tentará seu melhor. Assim como ela sempre faz. Então, eu posso ser a porcaria inútil de irmã novamente, e ela pode tomar toda a glória. Mas não desta vez. " Ela sorriu.

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"Desta vez eu estou saindo por cima. Foda-se todos eles. " Ela cruzou os braços. "Eu sou boa nesta merda, eu sei que eu sou boa nisso. Verity pode se foder se ela acha que vai ser melhor do que eu nesta merda. " "Ela não pensa assim", eu disse. "Ela não disse nada desse tipo." Ela balançou a cabeça novamente. "Ela não iria, ela iria? Não para você." "Será que ela disse algo assim para mais alguém? Qualquer coisa que você ouviu falar? " Ela deu de ombros. "Eu não preciso ouvir nada. Eu a conheço." Eu apertei seu joelho. "Às vezes as pessoas podem surpreendê-la, Katie. Talvez Verity seja uma dessas pessoas ". "Boa tentativa," ela disse, e colocou a mão na minha. "Eu aprecio o sentimento, e a psicanálise, mas essas pessoas são tóxicas, e eu vou sair por cima, só porque eu posso. Porque desta vez, nesta área, eu sou melhor do que ela. " "Isso vai te devorar." Eu olhei para ela, mas ela não me encarou. "Acredite em mim, Katie, isso vai te corroer. Faça isso por você mesma, não por outras pessoas, não para provar um ponto. Ninguém está esperando que você falhe, não há nenhum motivo oculto aqui, para ninguém. " "Não para você, Carl, não para você." Suspirei. "Há primeira semana nos telefones, quando você ganhou seu envelope dourado, eu encontrei Verity chorando seu coração para fora no armário da papelaria." "Que ótimo", disse ela. "Seria a primeira vez. Eu passei anos o suficiente sendo a única a chorar, ela pode passar por essa porra agora. " Eu balancei minha cabeça. "Você me conhece, Katie, apenas coloco para fora, o que eu penso." "Sr. direto, sim, eu sei. Atire. " Ela encontrou meus olhos. "Vá em frente, me diga. O que é que você pensa? " Ela suspirou, suavizando sua voz. "Vá em frente, Carl. Estou ouvindo." Eu apertei seu joelho um pouco mais. "Eu acho que é uma via de mão dupla. Acho que ela agiu mal com

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você, por que se sentia mal assim como você se sentia, era tão insegura quanto você, se achava tão inferior, como ela a fazia se sentir. Acho que ela estava atacando, porque por baixo de tudo, Katie, debaixo de toda a sua intimidação e sua arrogância e da sua besteira de eu tenho mais cavalos do que você, por baixo de tudo o que você queria e tudo o que você tentou e todas as vezes que você disse que não queria saber sobre seu pai e sua família grã-fina, acho que havia duas meninas com muito medo, que só queriam se sentir amadas pelo seu pai. Que só queriam se sentir bem o suficiente. " Ela não disse uma palavra. Nem sequer respirava. "Estou certo?" Ela balançou a cabeça e havia lágrimas lá. "Fale comigo", eu disse. "Katie, estou bem aqui. Você pode falar comigo, eu entendo. Sei tudo sobre isso. " Eu queria que ela me deixasse falar com ela. "Eu sei o que é ter alguém aparecendo de repente, alguém que você sonhou toda a sua vida de merda. O pai mágico, o cara que você sonhou que iria aparecer em um grande e fodido carro e levá-la para longe com declarações de amor e devoção e, finalmente, faria você se sentir como alguém importante. Eu sei o que se sente quando tudo acaba por ser besteira, quando ele acaba por ser alguém que não dá a mínima para você, não realmente. Quando vê que os seus sonhos foram todos por nada, e você ainda é o mesmo garoto triste sem um pai. " "Pare", disse ela. "Por favor, pare, Carl." "Mas seu pai não é esse homem, Katie. Não como o meu era. Ele é apenas um cara que fodeu as coisas, que não sabe o que fazer para consertar, que não sabe como fazer as coisas direito entre suas duas filhas para quem ele deseja dar o mundo ". "Pare!", Disse ela. "Isto não é como ele é, Carl. Este não é quem ele é. Ele não me queria. Ele nunca porra me quis! " Seu lábio estava tremendo. Isso quebrou meu coração. "Eu pensei que ele seria alguém. Eu pensei que ele teria um milhão de respostas, um milhão de desculpas. Ele nem sequer pediu desculpas, Carl, nem uma vez. Ele veio e me arrastou para fora da minha casa, só para me mostrar o quão maravilhoso sua maldita vida era, quão maravilhoso suas outras crianças eram, e depois ele me largou para trás novamente com algumas poucas palavras sobre vejo

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você da próxima vez. Cada porra de semana, de novo e de novo, um longo ciclo de soberba e decepção. Chorei todo fim de semana, Carl, cada fim de semana do caralho. " Ela olhou para fora da janela, com os olhos brilhando enquanto uma família com duas crianças passava por nós com um carrinho de compras. "O cara é um idiota e eu não quero ter nada a ver com ele. Eu não quero ter nada a ver com qualquer um deles. " "Mas você está fazendo isso, Katie, você está lá. Eu estou tão orgulhoso de você, você não tem ideia de quanto estou orgulhoso, que a jovem espirituosa em sua camiseta “morda-me, baby”, acabou por ser uma mulher madura, dedicada, e uma profissional tão... talentosa do nosso programa de estágio. " Suspirei. "E David tem orgulho, também. Eu juro a você, Katie, ele está tão orgulhoso de você. Ele sempre teve orgulho de você ". Seus ombros ficaram rígidos. "Não! Ele não está! Ele nunca esteve!" "Ele está," eu disse. " Eu o conheço há vinte anos. Ele é a única pessoa que já me deu uma chance. A única pessoa que perdeu seu tempo para me conhecer quando eu era um ninguém. Eu o conheço, Katie, ele é como o pai que eu sempre sonhei. " "Fique com ele então! Ele não fez merda nenhuma para mim! Não perdeu qualquer tempo comigo quando eu era uma ninguém! Ele não estava lá, Carl, ele abandonou minha mãe e a mim, nos abandonou, só para aparecer novamente como que grande porra eu sou e me desfilar em torno de uma vida que eu não era boa o suficiente para fazer parte! Ele não quis minha mãe e ele não me quis. Esfregando na minha cara uma vida que eu poderia ter tido se eu fosse boa o suficiente apenas faz dele um cusão, Carl, não faz dele a porra de um messias. Eu sei que ele lhe deu uma chance, mas ele ainda é um idiota que estragou a vida da minha mãe, ainda um idiota que não dá a mínima para mim. " "Isto é o que você pensa?" Ela olhou para mim, e as primeiras lágrimas caindo, rolando pelo seu rosto enquanto a respiração ficava presa na garganta. "Isso é o que eu sei." Ela soltou um pequeno soluço e isso torceu meu estomago. " Por que você está fazendo isso? Porque você não pode simplesmente deixar isso para lá? Mais um par de meses e eu estou fora. Só conseguir Harrison Gables e eu acabei. Eu nunca terei que vê-lo novamente. Qualquer um deles."

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"Porque meu pai era um cusão, Katie. Porque mesmo quando ele tinha me fodido, ido para a prisão e me jogou de lado como se eu não significasse nada, eu ainda escrevi para ele. Toda semana eu escrevi para ele. Toda semana eu rezei para que ele escrevesse de volta. Mesmo sabendo que ele era um idiota, que ele não dava a mínima para mim, mesmo assim eu ainda escrevia para ele e ainda chorava todas as noites, porque ele não escrevia de volta. " "Nós dois temos cusões como pais." Ela tentou rir através das lágrimas. "Talvez a gente deva se juntar a um grupo de apoio." "Mas você não tem," eu disse. "Isso é o que estou tentando dizer. Você tem um pai que cometeu erros, mas ele te ama. Seu pai te ama. " "Ele não me queria, Carl." Ela deixou escapar um soluço. "Como ele pode me amar se ele não me quis?" Meu coração estava descontrolado, minhas têmporas enquanto eu lutava com as palavras na minha garganta.

latejando

Mas eu tinha que lhe contar. Eu sempre o fazia. "Ele nem sabia que você existia, Katie."

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Capítulo

VINTE E SEIS

Carl mal estacionou o carro e eu já abria a porta para sair. Ele pegou meu pulso, me segurando. " Katie, espera. Sinto muito, talvez eu não devesse ter... nós podemos ir para casa, falar sobre isso ... pensar sobre as coisas... " "Pare", eu disse. "Eu tenho que perguntar. Eu preciso saber." Parei um momento para olhar para ele, e ele estava preocupado. Assustado. Sua boca estava apertada e seus olhos estavam tristes e perdidos, nada parecidos com o Carl Brooks com quem eu trabalhava todos os dias. Mas eu não tinha tempo para isso, não agora. "Eu tenho que fazer isso", eu disse. "Por favor, me deixe ir, Carl." Eu puxei meu pulso dele. "Isso está se tornando um hábito, merda jorrando da minha boca para fora e te mandando correndo para casa." "Não é a mesma coisa", eu disse. E não era, não era em nada parecido. "Eu estou correndo por respostas, não fugindo. Eu estou dentro, com você e Rick, saindo porcaria de sua boca ou não. Está claro?" Ele assentiu, mas não sorriu. "Eu vou esperar por você", disse ele. "Você não tem que..."

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"Eu vou estar bem aqui. Eu não vou a lugar nenhum, Katie. Leve o tempo que você precisar. "Ele colocou o carro em ponto morto e desligou o motor. "Leve toda a noite, e eu ainda estarei aqui." Eu consegui dar um sorriso fraco, mas a minha cabeça já estava girando, passando através de memórias e lembranças, meu coração estava no meu estômago, tudo se torcendo por dentro. Durante toda a viagem para casa eu estava me agarrando à ideia de que a revelação de Carl não poderia ser verdade, lutando para recordar o primeiro momento que eu descobri que meu pai não queria me conhecer. Que ele tinha abandonado a minha mãe, uma adolescente grávida e disse que não queria saber de qualquer um de nós. Que ele sabia que eu era uma das suas crianças, crescendo a apenas algumas milhas de distância, que ele não se importava o suficiente para querer estar lá. Eu tinha certeza disso, certo? Eu soube disso por todo o tempo quanto eu pude me lembrar. E esse era o problema. Eu não conseguia me lembrar de não saber disso. Eu não conseguia me lembrar de uma única conversa do meu passado que confirmasse isso, não em definitivo, nenhuma. Eu apenas sempre soube. Assim como eu sabia como respirar. Assim como eu sabia como andar e comer, e ir dormir à noite. Eu tive sonhos que não eram de verdade, onde meu pai estava perdido ou incapacitado, ou em alguma aventura em algum lugar distante, em vez de ser um idiota completo, mas eu sabia que eram fantasias. E então um dia ele tinha aparecido. E eu tinha ficado irritada, chateada por que ele tinha demorado tanto tempo, chateada por que ele não quis me conhecer antes. Mas eu nunca disse isso, não para ele. Eu não o conhecia bem o suficiente, não o conhecia de todo. Eu não tinha procurado respostas, porque eu já sabia todas as partes da história que eu precisava saber, e ele era muito idiota para se gabar de sua vida ou se vergar o suficiente para pedir desculpas, mesmo que quisesse que ele se desculpasse. Isso era o que eu pensava. Sabia. Devia ser o que aconteceu. Foi o que aconteceu. "Deve haver um erro", eu disse. "Mamãe provavelmente vai se molhar de rir quando ela ver o

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quão estúpida é essa pergunta." Eu deixei escapar uma risada que soava falsa o suficiente para me fazer estremecer. "Eu só não consigo lembrar os detalhes. Isso é tudo. " Eu suspirei. "Eu estarei de volta assim que puder." Seus olhos perfuraram os meus. "Esqueça que eu estou aqui, Katie, apenas se concentre em você." Eu balancei a cabeça, e então o deixei. Minha mãe estava assistindo TV, alguma porcaria de showquiz que passava de segunda a sexta depois do jantar. Seu prato semiacabado de massa ainda estava do seu lado. "Olá, querida. Você jantou? Há alguma massa na forma. " Ela se voltou para a tela. "Edison! Thomas Edison! Ele fez a lâmpada! " A equipe na tela respondeu errado e ela soltou um suspiro, balançando a cabeça. " Lerdos. Onde é que eles ainda encontram essas pessoas? " Eu só podia olhar para ela, para a mãe que tinha me criado, que tinha me amado, que sempre esteve lá. Sentei-me na poltrona ao lado dela, empoleirada no topo como uma ave de rapina. Eu me sentia tão estúpida, tão zangada por até mesmo considerar necessário perguntar algo assim. Mas eu precisava. "Mãe, eu preciso te perguntar uma coisa, e eu preciso que você me diga a verdade, ok?" Ela me lançou um olhar, as sobrancelhas levantadas. " O que é isso? Meu Deus, Katie, parece que você viu um fantasma. "Ela desligou a TV, e se virou em sua cadeira para me encarar. Eu respirei. "Ele sabia quem eu era, não é? O doador de esperma. Ele sabia que estávamos aqui, que eu estava aqui. Ele sabia, certo? " Eu sorri, esperando sua risada, seu olhar de surpresa. Mas ele não apareceu. Ela parecia ter visto um fantasma também. "O que ele disse?" Seus olhos estavam arregalados. "O que ele te disse?" Eu balancei minha cabeça. "Nada. Ele não... ele nunca me disse nada... " Eu brinquei com a barra da minha saia. "Ele sabia, certo? Ele sabia sobre mim? " Ela ficou em silêncio.

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"Mãe me diga." Eu lutei contra o pânico. "Será que ele sabia sobre mim? Ele sabia, não é? " "Isso vai mudar tudo." Sua voz soava dolorida e eu senti sua dor. Ela suspirou. "Nós dissemos que não iríamos nos debruçar sobre o passado... nós concordamos..." Seus olhos se encheram de lágrimas, e eu me senti horrível. Eu me senti péssima. Culpada e desagradável e ingrata. "Apenas me diga", eu disse. "Por favor, mãe, fale." Ela balançou a cabeça. "Ele não... eu não..." "Você não o quê?" Ela respirou lentamente, profundamente, fechou os olhos. "Eu não podia. Eu não podia dizer a ele. " Minha boca ficou seca. "Sobre mim? Você não podia dizer a ele sobre mim? Por que não? Por que não pôde? " Meus pensamentos caíram, rolando e balançando através do meu cérebro. " Quer dizer que ele não sabia? Ele realmente não sabia que eu existia? Não sabia quem eu era? Não sabia de nada? Mãe, eu não entendo, eu não... "Eu engoli meu pânico. "Por quê?" "Katie, eu..." "Por quê?" Eu repeti. "Por que você não pode dizer a ele?" Ela tomou um momento. " Katie, por favor, tente entender. Eu tinha dezenove anos de idade. Era apenas uma criança. Estava desempregada, sem ninguém, sem ele. Estava ferida, e com medo. É por isso que eu não disse a ele. " O horror. Ele me acertou bem no estomago. "Você mentiu? Sobre mim? Você mentiu para mim? Você mentiu para ele? " "Eu não menti para você, Katie..." Ela olhou para mim, olhou dentro de mim. "Eu só escondi a verdade. Você era jovem. Não parecia certo. Nunca pareceu ser o momento certo para te contar ". "Mas eu sabia... que ele demitiu você... Eu sabia que ele te deixou..." Ela encolheu os ombros. " Você pegou fragmentos apenas, espionando pedaços de conversas. As chamadas telefônicas com os amigos quando eu pensei que você estava brincando. Você era como uma esponja, querida, absorvendo tudo,

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mas eu nunca te contei nada. Eu nunca menti para você, mas eu nunca te disse a verdade, sobre nada disso. E você parou de perguntar, quando você ficou um pouco mais velha, você só parou de perguntar. " " Mas você mentiu pra ele! Você mentiu pra ele sobre mim! " " Porque eu estava com medo! " Disse ela. "Eu estava tão assustada!" Eu levantei minhas mãos, atônita. O choque ricocheteando ao redor do meu cérebro. "Medo de quê? Do que você estava com medo? " "Medo dele." Ela limpou a garganta. "Não dele, não assim. Mas medo do que ele poderia fazer. " " O que ele poderia fazer? " Minha voz soou tão patética, tão frágil. "O que ele poderia ter feito?" "Ele é David Faverley! Ele tem dinheiro, conexões, advogados. Ele tinha uma casa grande e dois filhos, ele tinha uma família! " Ela respirou. "Eu estava com medo que ele a levasse para longe de mim. Com medo de que ele lutasse comigo por você. Com medo que ele fosse ganhar. " "Como ele poderia ganhar?! Você é minha mãe! Eu pertencia a você! Qualquer um teria visto isso, mãe! " "Cristo, Katie, eu sei disso agora!" Disse ela. "Mas naquela época, quando eu estava lutando para organizar minhas coisas, tentando me preparar para ter um bebê, para começar uma vida que eu não estava pronta para ter, naquela época, não parecia tão óbvio." Ela olhou para suas mãos. "Seu pai foi um grande homem, um homem poderoso. Ele já tinha me cuspido da sua vida e me enviado cambaleando para fora, ele já tinha tirado tudo de mim. Eu não poderia tê-lo levando você também. E eu não podia confiar nele, não depois de como ele me tratou. E se ele fizesse o mesmo para você? E se ele te machucasse como ele me machucou? Eu não podia, Katie... Eu só não podia ... " " Então ele não sabia? Ele nem sabia que eu nasci? Você não disse a ele que eu existia ?! " Ela balançou a cabeça. " Ele soube que eu estava grávida. Ele descobriu isso por conta própria. " Ela afastou as lágrimas, e meu estômago doía novamente. " Ele me encontrou, logo no início, antes de eu mesmo mostrar a barriga. Ele quis

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saber se era verdade, quais eram meus planos, e eu estava com raiva. Eu disse a primeira coisa que veio na minha cabeça. Eu disse a ele que era tarde demais, que eu tinha feito um aborto. " Minha pele congelou. "Você disse a ele que você se livrou de mim?!" Ela assentiu com a cabeça. "Não pense que eu fiz isso de ânimo leve. Ele não aceitou bem, Kate. Nem um pouco. Ele parecia tão magoado, quando eu disse a ele. Mas eu estava ferida, também. " Pisquei as lágrimas. "Era isso o que você estava planejando? Se livrar de mim? Será que você queria se livrar de mim, mãe? " Ela pegou minha mão, apertando com força. " Não, claro que não. Eu queria tanto você, Katie. Você era tudo para mim, desde o primeiro momento que eu descobri que estava grávida. "Ela sorriu, mas era um sorriso triste. "Eu não queria precisar dele, não enquanto eu estivesse grávida, nem quando você era um bebê. Eu pensei em dizer quando você fosse um pouco mais velha, mas nunca me senti pronta. Fomos felizes, querida. Não fomos? "Suas lágrimas caíram. "Nós éramos felizes. Você era feliz. Nós não precisávamos de nada dele. De nenhuma única coisa ". Eu balancei minha cabeça. " Não, nós não precisávamos de qualquer coisa. Eu era feliz. Mas mamãe, ele era meu pai. Ele era o meu papai. " Ela assentiu com a cabeça. "Eu sei. Eu sei, Katie. Acredite em mim, eu sei. " "Eu pensei que ele não se importava. Eu pensei que ele não me queria! " Eu coloquei minha cabeça em minhas mãos, lutando contra o desejo de vomitar. "Sinto muito", disse ela, como se fosse tão simples. Senti meu lábio tremer. " É só isso? Você sente muito? Isso tudo se resume a isso? " Seus olhos eram tão azuis, como os meus, suas sardas no nariz, assim como as minhas. " Você odiava ir lá, desde o primeiro dia. Você odiou a sua casa, e você odiou seus filhos. Você odiou ir com ele, e eu teria que convencêla a ir cada fim de semana ". "E então?"

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"Então, eu não lhe disse. Eu não queria tornar as coisas piores. " "Como poderia ter sido pior?! Como saber que ele não me odiava desde o meu nascimento faria algo pior?! " Ela controlou sua respiração, acalmando a si mesma. "Eu tinha medo que você me odiasse também. Odeio ter mentido para você... " "Eu nunca teria odiado você!" Ela respirou. "... Dois pais que iriam deixá-la triste, dois pais em quem você não poderia acreditar dois pais que você não queria estar perto. Que bem isso teria feito para uma menina que já estava machucada? " "Mas ele era meu pai", eu disse novamente. "Talvez se eu soubesse..." "Talvez tivesse sido diferente? Não teria sido diferente, Katie, você odiava estar lá. Você odiava tudo isso. " "Mas, se eu soubesse mãe... eu teria uma escolha..." Ela balançou a cabeça. " Verity era maldosa, assim como sua mãe foi vil. Você disse que não queria um pai, não queria aquele pai. Você disse que estava feliz sendo apenas nós duas ". " Eu tinha dez anos! Eu não sabia o que eu queria! " " E eu fiz o que devia. Talvez não fosse a coisa certa, mas já tinha sido assim por muito tempo, Katie. "Sua voz quebrou. " Eu tinha te criado tão diferente deles. Nós não tínhamos muito, e eles tinham tudo. Você era gentil, e amável e educada. Você apreciava tudo o que tinha, e eles não apreciavam nada. Você não queria seu dinheiro, você não queria nada deles. Eu não vi qualquer coisa que ele pudesse oferecer que você quisesse, que valesse a pena a dor e o sofrimento, que passou ou que viriam ". "Um pai", eu disse, e minha voz quebrou também. "Eu queria um pai." "Não aquele pai," ela chorou. "Você não quer estar lá com eles! Se eu tivesse lhe contado a verdade, não teria feito qualquer diferença, nenhuma, Katie. Era tarde demais!" Eu não tinha nada a dizer, nenhuma palavra sairia.

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Ela deixou escapar um soluço. "Não me odeie, Katie. Por favor, não me odeie. Eu era apenas uma criança. Mais jovem do que você é agora. " "Eu não poderia te odiar, mãe! Nunca! Eu apenas…" "Eu sei que é muito tarde em sua vida para descobrir isso. Eu sei que e…" "Eu só..." Eu balancei a cabeça. "Estou tão confusa. Eu não sei o que isso significa. Eu não sei o que teria significado. Eu não sei se isso teria mudado algo... Quero dizer, você está certa, havia Verity... e Olivia... e eu nem sequer gostava dos meninos... " "Você não eram como eles... eles são tão diferentes de você..." "Mas talvez se eu soubesse a verdade, se eu soubesse quando era mais jovem, se eu tivesse dado mais uma chance..." "Você ainda não teria sido como eles," disse ela. "Katie, você não é nada como eles!" Eu lutei contra um soluço. "Eu sei mãe. E isso é por sua causa. Porque você me ensinou a ser gentil, a desfrutar das coisas que tivemos não perder tempo lamentando pelas coisas que não tínhamos. " Eu escovei minhas lágrimas. "Mas você poderia ter tido mais, também! Você poderia ter tido mais tempo, mais dinheiro. Você não teria que ter trabalhado tão duro, mamãe, você trabalhou tanto. O tempo todo! E isso te deixou triste, eu te fiz triste, e ele poderia ter te ajudado! Ele poderia ter nos ajudado! " Seus olhos encontraram os meus. "Meu Deus, Katie, você nunca me deixou triste. O que na terra que te fez pensar que você me deixou triste? " Eu tive que parar um momento. " Eu costumava ouvi você chorar, mãe. Todas as noites, às vezes durante semanas. Eu costumava ouvir você ficar chateada e sabia que era sobre mim, porque você tinha que fazer tudo por mim. Ele poderia ter parado isso! Ele poderia ter ajudado! " Ela pegou as minhas duas mãos, puxando-me para ela. "Eu chorei muito quando eu era mais jovem, Katie. Chorei muito sobre muitas coisas. Por encontrar seu pai, apesar dele ter me deixado sozinha e vazia para voltar para casa para sua esposa. Por perder a vida que ele me prometeu, e todas as coisas que eu pensei que teríamos juntos. Eu chorei pelas pessoas em abrigos, querida,

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pessoas que não tinham nada, nenhuma família para visitá-los, sem uma razão para se levantar de manhã. Eu chorei pelas pessoas que eu assisti morrer sozinhas, as pessoas que chegaram ao final de suas vidas e que não tinham ninguém para compartilhar. Eu chorei de frustração por que eu não poderia ajudar mais pessoas, por que eu não poderia fazer mais horas para ajudá-los, por que eu não podia simplesmente ir embora durante a noite e esquecer as coisas que eu tinha visto. Chorei por muitas razões, tantas razões que não posso nem lembrar de todas elas, mas nenhuma delas, nunca, nem uma única vez eu chorei por sua causa". Minha barriga doeu. Doeu como doía quando eu era uma garotinha. "Eu pensei…" Ela balançou a cabeça. " Você é a melhor coisa que já me aconteceu, desde o momento em que eu soube que eu estava grávida, você foi a melhor coisa do mundo. Eu estou tão orgulhosa de você, e eu sempre estive. A cada minuto de cada dia ". "Não...", eu disse. Ela parecia tão assustada. Eu nunca tinha visto seu olhar assustado antes. "Não me odeie, Katie, por favor. Talvez eu tenha feito algumas escolhas erradas, mas eu as fiz com as melhores intenções. Eu fiz o meu melhor para você, e às vezes não era bom o suficiente, eu sei que não era bom o suficiente, mas eu fiz o meu melhor de qualquer maneira. " "Sempre foi bom o suficiente!" A dor me atingiu no estômago, e eu a senti, senti como se fosse minha própria. " Você me ensinou a ser forte e ter fé em mim mesma. Você me ensinou que o valor da pessoa está no seu interior, em seu coração e alma. Você me ensinou a me concentrar no que é importante e não dar a mínima para as coisas que não são. Você me ensinou a trabalhar duro e colocar esforço nas coisas, se você quiser ver o resultado. "Eu apertei suas mãos. "Eu sou tudo o que sou por sua causa, mãe. Como poderia te odiar? Você acreditou em mim, não importasse o quê ". "Mas eu a tirei de um pai que poderia ter-lhe oferecido tanto." Ela deixou escapar um soluço. " Todas as oportunidades que poderiam ter sido suas, assim como Verity teve. Escolas, férias, e cavalos. Eu me odeio por isso. Como pude deixar você sem tudo

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isso? Só porque eu estava com medo? Só porque era arriscado? Só porque você parecia tão jovem? " " E eu não queria isso, nada disso. Não é por isso que estou triste. "Eu fechei meu olhos. "Estou triste porque passei toda a minha infância pensando que ele nunca me quis. Estou triste porque talvez eu não lhe dei a chance de me conhecer e não porque eu perdi algumas coisas. As coisas não significam nada. " "Sinto muito, querida, eu sinto muito." Eu balancei minha cabeça. "Eu não estou com raiva, mãe. Eu não posso ficar com raiva. " Eu suspirei. " Não foi apenas culpa sua. Ele deveria ter me dito também. Ele não me disse nada, apenas me levou para sua casa e tentou me colocar em uma jaula dourada. Ele poderia ter me dito. Ele deveria ter me contado. " "Nós dois deveríamos ter feito isso." "Mas isso passou agora. Está feito. Você também me ensinou, a me concentrar no que é importante. Como não chorar sobre o leite derramado ou coisas que não podemos mudar. " " Tentei ensinar-lhe tudo o que eu podia. Não que eu tivesse muito a ensinar, garota. Eu não era tão sábia assim, você sabe. " Ela escovou o cabelo de seu rosto e parecia tão quebrada. "Mas você era! Você me ensinou a ser quem eu sou. Eu sou forte, eu sou feliz, eu tento o meu melhor. Sempre. Como você me ensinou. " "Mas eu não fui honesta! Eu não te ensinei isso. " Ela ainda estava pálida. E triste. "Nós não deveríamos ter tido quaisquer segredos, Katie. Segredos sempre saem, eles sempre apodrecem as pessoas de dentro para fora. Segredos rasgam famílias separadas, causam rupturas que nunca cicatrizam, e tudo isso poderia ter acontecido aqui, e é tudo culpa minha. É o que eu mereço. Sempre foi uma bomba-relógio, esperando para explodir um dia. Eu me senti complacente depois de tanto tempo. Eu me sentia segura de que ele estaria seguro. " Segredos. Às vezes, eles são muito mais fáceis de manter dessa forma.

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"E agora?" Disse minha mãe. "O que acontecerá agora?" Dei de ombros. "Eu acho que... Acho que algo mais. " Aspirei. "Eu não sei, mãe. Vou trabalhar nisso. " " Sinto muito, Katie. Talvez vocês possam construir pontes ... talvez não seja tarde demais. " "Estou em choque, mãe, mas ainda acho que ele é um idiota. Isso não muda nada. Ele ainda te tratou como merda. Seus filhos ainda forma maus para mim. Ele ainda faz eu me sentir como um ninguém em sua elegante propriedade. " " Eu não o odeio, querida. Ele não é um homem ruim, não realmente. Ele nunca foi um homem mau, a vida é apenas... complicada às vezes. As coisas não acontecem como planejado, as coisas não saem como você espera, ou como você gostaria... As coisas não são simples. As pessoas não são simples. " Limpei a garganta. "Segredos", eu disse. "Tantos segredos". Ela assentiu com a cabeça. " Muitos. Por tempo demais. Sem mais segredos, porém, eu prometo. Não mais. Eu estou completamente acabada com eles. Eu estava me escondendo, com medo da verdade. E é sempre melhor saber, mesmo que seja difícil. Mesmo que dizer a verdade te deixe assustada." Eu olhei para fora da janela, vendo o gramado através das cortinas, e meu coração de repente começou a bater forte. As palavras só saíram. "Falando em segredos. É hora de eu lhe contar um dos meus."

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Capítulo

VINTE E SETE

Fiquei de olho na janela da sala, mesmo que eu mal pudesse ver qualquer coisa através das cortinas. Minhas mãos estavam suadas e minha garganta estava seca, e eu estava com medo de que minha revelação tenha feito mais mal do que bem. E, no entanto, eu não poderia ter agido diferente, uma parte inflexível minha insistia em falar a verdade, em dizer-lhe como as coisas eram, e fodam-se as consequências. Droga de boca grande. Fechei os olhos enquanto ligava para Rick, preparando-me para enfrentar sua bronca. Sua voz estava leve, animada e alegre, até que eu contei a ele o que eu tinha feito. Houve um longo suspiro, onde eu podia imaginá-lo balançando a cabeça, andando de um lado para o outro e xingando meu nome em voz baixa. "Sr fodida boca grande ataca outra vez. Jesus, Carl. " "Ela precisava saber. Não era justo que escondessem isso dela. Não dessa forma. " " Porra eu espero que ela veja as coisas dessa maneira. " Eu descansei minha cabeça contra o banco. "Eu também." "E agora, hein? Qual é o seu grande plano, mestre?"

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Dei de ombros, embora ele não pudesse me ver. "Eu espero, levá-la para casa, escutá-la. Nós a escutaremos. Ela decidirá como quer lidar com a situação de agora em diante ". "Você faz parecer tão simples." Ele suspirou. "Vamos esperar que você não tenha piorado as coisas para ela. Ela estava feliz, Carl. Eu não tenho tanta certeza que ela vá apreciar suas boas intenções, não a curto prazo. " "Ela vai ficar bem," eu disse, e eu tinha certeza disso. "Katie é forte, ela tem os pés no chão, tem a cabeça no lugar. " Voltei a olhar para a janela, ainda nenhum sinal dela. " Ela pode lidar com isso, Rick, eu sei que pode." "Você não lhe deu muita escolha." Ele gemeu. "Basta ir com cuidado, sim? Sem maiores revelações, os meus nervos não aguentariam. " "Minhas cartas já estão todas sobre a mesa", eu disse. "Não há mais nada para revelar. Eu acabei. " " Graças a foda por isso. "Eu o ouvi acender um cigarro. "Você quer que eu te faça companhia?" "Não há necessidade", eu disse. "Não há nenhum ponto em nós dois ficarmos sentados aqui. Eu criei a confusão. " "Basta trazer a nossa menina bonita para casa quando ela estiver pronta. Nós vamos cuidar disso, nós três. " "Eu irei. " "Cuide dela, sim? E certifique-se de cuidar de você, também. " "Tudo bem, mamãe." Eu respirei, e desejei dizer outra verdade. Uma que geralmente eu não falava facilmente. "Eu te amo, Rick." Eu podia ouvir a surpresa em seu tom de voz. "Eu também te amo." Ele riu um pouco. "Incluindo sua grande e fodida boca fofoqueira." "Não finja que amar minha boca é difícil para você, Richard." Eu sorri. "Até mais tarde." Me ocupei com e-mails do trabalho, mas os meus esforços foram dispersos. O meu pensamento não estava nisso, e meu nervosismo foi crescendo. Uma hora tornaram-se duas, e duas tornaram-se três. A noite chegou e ainda não havia nenhum sinal da minha menina de olhos azuis. Eu só esperava que ela estivesse

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bem, esperava que ela estivesse recebendo as respostas que tanto queria. Eu tinha abandonado o meu telefone e tablet no momento em que Katie reapareceu, apreciando os últimos raios do sol enquanto o crepúsculo chegava. Ela pairou na porta, trocando palavras de despedida com sua mãe, e elas pareciam estar bem. Sorrindo. Deram-se um grande abraço. Sentei-me no meu lugar, observando-a se aproximar do carro com o coração na garganta. Ela entrou no banco do passageiro, e suas bochechas estavam inchadas e manchadas de lágrimas, ainda que seus olhos estivessem secos. "Tudo bem?" Perguntei. Assentiu com a cabeça. "Vamos." Sua mãe acenou quando eu ia saindo com o carro, e Katie levantou a mão num gesto de despedida. Esperei até que estivéssemos longe de sua propriedade para iniciar a conversa, mas Katie começou antes de mim. Ela suspirou, em alto e bom som, em seguida, afundou ainda mais em seu assento. "Minha cabeça está fodida", ela anunciou. " Acabada. Totalmente acabada ". "Sinto muito", eu disse. "De verdade." "Não. Não sinta. " Estendeu a mão e pegou a minha. " Você me disse a verdade, obrigada. Quer dizer, é uma porcaria, mas obrigada. Parece que é algo que faltava em minha vida, pessoas que realmente dizem a verdade ". "Sempre", eu disse. "Eu sempre vou te dizer a verdade." Eu podia sentir seus olhos em mim, mesmo mantendo os meus na estrada. "Eu fiquei lá um bom tempo. Obrigado por esperar ". Eu sorri. "Eu sempre estarei te esperando se precisar de mim, Katie. Isso é outra coisa da qual pode ter certeza. " Ela apertou meus dedos. "Sei que posso contar com você", disse ela. "Sou grata por isso. Muito grata. "

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" Mesmo que eu seja o responsável por ligar o interruptor que acabou com seu cérebro? " "Especialmente isso." Ela respirou. "Eu não sei o que fazer agora. Quer dizer, como vai ser de agora em diante? O que eu faço com tudo isso? Isso vai fazer alguma diferença? Mas pelo menos eu tenho uma nova chance, certo? Uma chance para fazer minhas próprias escolhas, sabendo como as coisas realmente aconteceram. " Ela deu um risinho estranho. "Merda, Carl, eu nem sei por onde começar. Tudo isso parece loucura. Tudo que eu já soube, eu me sinto... insegura ". Eu atirei-lhe um olhar, e o desejo de parar o carro e esmagá-la em meus braços ameaçou me possuir. " Por que não começa a partir do início? Nós estaremos nisso juntos ". Ela assentiu com a cabeça, suspirando novamente. Respirou profundamente, de forma constante, mantendo os olhos na estrada quando pegamos o desvio de Arlock e nos dirigimos para Cheltenham. E então me contou toda a história de sua mãe. Ouvi atentamente enquanto ela falava. Ela me contou a história de uma jovem que tinha sido posta de lado pelo homem que ela amava. Uma jovem que estava com medo e sozinha, temendo as leis que poderiam a considerar uma mãe sem condições de criar um bebê por não poder dar a ele uma vida de alto nível. Temendo que o pai de seu bebê fosse encontra-la, e levá-la embora, lhe tirando outro sonho. Um que não podia suportar perder. Uma jovem que deveria ter dito a verdade, mas não teve coragem. Uma jovem que tinha trabalhado duro para dar a sua filha de tudo, mas que não pode enfrentar suas próprias mentiras para dar-lhe um pai. " Eu não acho que ela não contaria sobre mim", disse Katie. " Se ele não tivesse me encontrado, quero dizer. Eu não acho que ela contaria para ele, nunca. " "Como você se sente sobre isso?" Ela encolheu os ombros. " Eu não sei o que eu sinto. Parte de mim acha que eu deveria estar com raiva, mas eu não estou. Quer dizer, eu entendo, por que ela estava com medo, por que ela mentiu. Estou triste que ela fez, mas eu entendo.

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"Ela fez uma pausa. " Eu amo tanto minha mãe. Ela é tudo para mim, ela sempre foi tudo para mim. Ela esteve sempre lá, sempre vendo o melhor de mim, sempre dando duro para me criar. Eu sei que ela deu o seu melhor. " "E como você se sente sobre o seu pai?" Ela deu de ombros novamente. "Isso é mais difícil. Eu só não sei o que fazer. " Ela suspirou. " Quero dizer, ele ainda é um pau. Ele ainda deixou minha mãe, ainda a demitiu. Ele ainda é o cara com as crianças irritantes e mimadas que me infernizaram na infância, ainda é o cara que tentou me tornar algo que eu não era, tentou me moldar para fazer parte da sua família, em vez de tentar me conhecer como eu realmente era. " "Existe um, mas?" Ela assentiu com a cabeça. " Mas ele não me abandonou. Não foi como eu pensei que tivesse acontecido. Ele nem sabia que eu existia. Então, como ele poderia ter estado lá? Como ele poderia ter tentado? Como posso sentir raiva pela forma como ele se jogou na minha vida quando eu tinha dez anos? Ele veio logo que soube. "Ela olhou para fora da janela. " Eu não o conheço, eu não quis. Eu não queria conhecê-lo, porque eu achava que ele não queria me conhecer. Mas eu estava errada. Eu só não sei onde isso me leva, como isso muda tudo. É tudo tão ... difícil ... tudo tão ... confuso ... " "É muita coisa para pensar de uma vez, Katie. Dê um tempo. " " O que você acha que devo fazer, Carl? O que você faria se estivesse no meu lugar? " " Essa é uma grande questão. " "Eu sei que é... mas eu..." Ela fez uma pausa. "Eu confio em você." "Fico feliz que confie, mas isso não significa que eu tenha as respostas certas. Você tem que encontrar as respostas que você precisa Katie. " "Ele não me sinto capaz disso no momento." Eu puxei sua mão até meus lábios, beijando-lhe os dedos. " Você é esperta, é forte. Você tem um bom coração. Vai fazer as escolhas certas. " "Todas as escolhas que eu já fiz foram baseadas em mentiras."

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Eu balancei minha cabeça. "Isso não é verdade. Seu coração ainda é o mesmo, sua alma ainda é igual. Esta merda com o seu pai não muda quem você é por dentro, que você sempre foi ". "Ok, então a maioria das escolhas que eu já fiz foram baseadas em mentiras." "Talvez, mas isso pouco importa agora. Você tomou as melhores decisões para você no momento, com os fatos que você conhecia. Agora, no futuro, você pode fazer escolhas diferentes, com base nessas novas informações ". "Um novo mundo..." "Se é isso que você deseja." Ela suspirou. "Eu não sei muito sobre o que eu quero agora." "Então comece com as coisas que você já sabe, trabalhe a partir daí." A senti puxar minha camisa, e isso fez minha respiração engatar. "Encoste", disse ela. "Há um estacionamento para caminhões lá na frente. " Eu desviei para esquerda, tirando o carro para fora da estrada. O coloquei em ponto morto, e me virei para encará-la. "O que foi? " eu disse. "Qual é o problema? O que foi?" Seus olhos brilharam nos últimos raios de sol, expressivos e confusos. "Eu não sei o que quero, Carl. Eu não sei se eu quero saber mais sobre o meu pai, ou se eu vou ficar desapontada ao descobrir que ele ainda é o mesmo pau que eu achava que ele era. Eu não sei se eu perdi a chance de ser uma criança com um pai presente, porque a minha mãe estava com medo de me deixar amar alguém que não a amava, e eu não sei o que isso significa para o meu futuro. Eu não sei se eu cortei minhas próprias asas porque eu decidi que tudo bem em não me esforçar na vida, desafiar a mim mesma, porque eu estava me rebelando. Me rebelando contra uma família que eu lutei contra desde o início. Eu não sei se eu iria querer as mesmas coisas, saber das mesmas coisas, ter feito as mesmas coisas se eu tivesse conhecido toda a história, se eu soubesse que não fui uma filha indesejada. " "Então, o que você sabe nesse momento?" Eu olhei para ela. "Porque estamos aqui? Estacionados no meio do nada? "

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"Porque eu sei sobre você." Ela soltou seu cinto, e minha barriga retorceu. "Porque eu sei que eu quero você. Porque você é a única coisa que faz sentido para mim, agora, é você e Rick. " Ela estendeu a mão para mim, e eu fechei os olhos. " Porque você é tão direto, Carl. Porque você não se esconde do que está à frente. Porque você está sempre está lá quando eu preciso. " Eu sorri. "Raramente alguém me chama de direto, Katie. Isso é um novo elogio no romance. " "Rick tem razão sobre você, quando ele diz que você é o melhor homem que ele já conheceu. Você é o melhor homem que já conheci, também. Ambos são os melhores homens que já conheci, você e Rick ". "Pare. Você não tem que me dizer tudo isso." Ela sorriu. "Você vai ser o melhor pai do mundo, Carl. Você é tudo o que um bom pai deve ser. Leal e honesto, e forte. Bom. Trabalha duro. Sempre dá seu apoio. " Suas palavras fizeram minha pele formigar. Eu tinha que mudar de assunto. Eu não podia me deixar levar, nem mesmo em pensamento. Apenas no caso de... Apenas no caso, de começar a ter falsas esperanças. "Seu pai não é tão ruim assim, Katie, eu juro. Realmente acho que você deve considerar dar-lhe uma chance. Um novo começo, desde o início. O início você deveria ter tido com ele. " Ela estava perto, tão perto. Os joelhos tocando o meu banco, sua respiração roçando na minha bochecha. "Beije-me", disse ela. "Isso é o que eu quero. Essa é a única coisa que eu tenho certeza. " "Rick está em casa", eu disse. "Só mais alguns minutos..." Ela balançou a cabeça, e então seus lábios estavam em mim, suaves contra minha bochecha. "Por favor", disse ela. "Beije-me, Carl, agora."

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Meu coração estava disparado, meu estômago todo revirado. Minhas pernas estavam bambas e minha garganta estava seca, minhas emoções cruas, inseguras. E tudo que eu queria era ele. O homem que me mostrou tudo, que trilhava o caminho da verdade e da honra, não importa onde o levasse. "Por favor", eu disse. "Beije-me, Carl, agora." Ele virou a cabeça e seus lábios estavam tão perto dos meus. "Só se estivermos todos juntos ou então não faremos nada," ele sussurrou. "É assim que nós agimos." Eu acariciei seu rosto. "Mas estamos juntos os três agora, certo?" "Sim. Certo." "Então, as coisas têm de mudar, não? Seguir em frente? Evoluir? " " O que você quer dizer? " Sua respiração era quente em meus lábios, e eu respirava seu cheiro. "Eu te amo, Carl." Ele parou de respirar, e seus olhos ficaram arregalados. " Eu te amo, e eu amo Rick. Eu amo os dois. Eu amo vocês dois juntos, do mesmo modo que amo os dois por si mesmos. Às vezes eu vou querer amar somente Rick, e às vezes eu quero te amar, e, por vezes, a maioria das vezes, eu quero amar os dois juntos. " Eu o deixei digerir minhas palavras. "E às vezes eu vou querer que vocês amem um ao outro sem mim. É assim que nós três devemos trabalhar, Carl. É assim que eu quero que nosso relacionamento funcione. Naturalmente, desde que todos nós estejamos de acordo com isso." "Katie... eu não sei..."

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Eu coloquei um dedo sobre seus lábios. "Você me ama, Carl? Eu sei que você não gosta de dizer isso, mas eu estou perguntando. E eu sei que você vai me dar à verdade, por que..." Ele tocou meus lábios. Respirou fundo, pegou meu rosto em suas mãos, e me beijou. Ele me beijou como se me amasse. E então ele me disse. "Sim, eu te amo, Katie." Ele fez uma pausa. "E o mesmo acontece com Rick, e ele está esperando por nós em casa." Imaginei Rick, seu sorriso amável, seu corpo bonito. A maneira com que ele amava tão facilmente. Eu balancei a cabeça. "Ok", eu disse. "Vamos para casa." Seus dedos estavam no meu cabelo antes que eu pudesse me mover, me segurando firme, ainda mais próxima dele. Sua boca era urgente neste momento, sua língua duelando com a minha, sua respiração irregular. Ele soltou um gemido baixo, e puxou meu corpo contra o dele, o calor dele me queimando. E então ele me deixou ir. "Vamos falar sobre isso", disse ele. " Todos nós. Nós vamos decidir isso os três. Está na hora." Ele se afastou da parada de caminhões. "Sim, vamos", eu disse. "Eu disse a minha mãe sobre nós." Ele ergueu as sobrancelhas enquanto mudava de faixa. "Você realmente fez muita coisa essa noite. O que ela disse?" Eu ri um pouco, me lembrando do momento. O choque, a surpresa, as perguntas embaraçosas. Você... Com os dois? Ao mesmo tempo? E eles...? Eles são…? Como isso funciona, Katie? Como é que isso vai funcionar? E sobre o futuro, Katie? Casamento? Filhos? E então meu choque, meu choque ao perceber que não repudiava a ideia mais, não neguei mais como de costume, como fazia desde minha adolescência, já deixava bem claro que não queria saber de filhos. Eu reduzi a longa história.

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"Ela disse que quer conhecê-lo. Corretamente. " Eu sorri. "Ela quer conhecer os dois." "Isso é surpreendente", disse ele. "Pelo menos ela não correu gritando." Ele sorriu. "E onde é que ela quer que isso aconteça? Nós poderíamos levá-la para sair, um bom lugar para comer, em algum restaurante de bom gosto. Impressioná-la com delícias culinárias. " "Nós já decidimos." Eu olhei para ele. "The Chase Cheltenham. Quero dizer, vocês estão indo certo? Vocês estão indo para ver Samson e eu? " Ele apertou meu joelho. "É claro que estaremos lá. Eu não perderia por nada no mundo. " E decidimos assim então. Minha mãe iria encontrar meus namorados no Cheltenham Chase. Logo após Samson e eu termos arrastado o traseiro desagradável de Verity pela calçada.

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Capítulo

VINTE E OITO

A recepcionista no escritório ainda era a mesma, a mesma que tinha me analisado e julgado severamente em falta no dia da entrevista para os estágios graças a minha camiseta "morda-me, baby". Ela não me deu qualquer olhar desaprovador esta manhã, não ao meu terninho elegante e meus saltos altos. "David Faverley", eu disse, e meu tom era confiante, exigente. Ela discou para ele sem hesitação. "Sr Faverley, sua filha quer ver você." Uma pausa. "Não senhor. A senhorita Smith…" Ela me deu um sorriso enquanto desligava. "Ele vai mandar alguém acompanha-la." "Eu irei encontrá-lo." Ela nem sequer tentou me impedir. Eu verifiquei o meu reflexo no espelho do elevador, bem diferente da menina que eu tinha observado da última vez. Eu realmente tinha mudado tanto? Tanto por dentro como por fora? Eu não tinha mais certeza. Não tinha certeza de nada na verdade. Eu respirei e desejei que meu coração se acalma-se quando as portas se abriram, e eu estava de volta ao andar executivo, de volta entre os escritórios do diretor e salas de reuniões do alto escalão e toda essa baboseira.

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Outra da brigada de lenço no pescoço estava passando pelo corredor. " Senhorita Smith, eu estava indo aos escritórios. Seu pai está no fim do corredor, á esquerda. Eu te acompanho." "Não há necessidade", eu disse, e a deixei para trás. Eu encontrei seu escritório no fim do corredor. Sr. David C. Faverley. CHEFE EXECUTIVO. Bati uma vez antes de abrir a porta, dei uma última respiração profunda antes de fazer meu caminho para dentro do seu escritório como um touro entrando em uma loja de porcelanas. Ele nem sequer teve tempo de ficar de pé. Ou tempo para me cumprimentar. "Eu sei", eu disse. "Eu sei que a minha mãe mentiu. Eu sei que ela disse que tinha... abortado. Eu sei que você não sabia sobre mim. " Seu rosto ficou pálido, muito pálido. Assim como eu imaginei que o meu tinha ficado ao descobrir tudo. Assim como o da minha mãe ficou. "Katie... Deus, eu..." Ele fez um gesto para que eu tomasse um assento. Pegou o telefone, e discou para a secretária com uma tosse. "Cancele tudo por hoje... sim tudo... Eu não me importo, ele vai ter que esperar... obrigado." Ele desligou o telefone. Olhei pela janela, e o céu estava azul. Apenas um punhado de nuvens vagando. Apenas mais um bom dia de verão. Ele tossiu novamente. "Foi sua... sua mãe? Será que ela... " Eu balancei a cabeça. "Carl." Ele balançou a cabeça, ligeiramente. "Carl, sim. Claro." "Por que você não me contou?" Perguntei. "Você poderia ter me dito." Ele estendeu as mãos. " Sua mãe estava preocupada com o efeito que isso teria sobre você. Ela não queria reviver o passado, ela foi inflexível sobre isso, desde o início. Ela disse que deveríamos começar de novo, de modo a não confundi-la mais do que o absolutamente necessário. " Ele suspirou. "Eu respeitei isso."

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"Por que você respeitou isso? Ela mentiu para você, por mais de uma década. " "Porque eu respeitava sua mãe, Katie. Eu respeitei suas decisões. Eu ainda o faço." Eu não consegui segurar uma risada. "É por isso que a despediu? A jogou de lado como um cão vadio? Esse é o seu respeito? " "Não foi assim." Ele olhou diretamente para mim. "Eu cometi erros. Eu não agi direito com sua mãe, Katie. Deus sabe que eu não fiz, e Deus sabe que eu me arrependo, e com você..." Ele fez uma pausa. " Gostaria de ter estado lá por ela, ter estado lá por você. Mas era tarde demais. Eu já tinha feito o dano. "Ele colocou a cabeça entre as mãos. "Eu amava sua mãe, com Deus como minha testemunha, eu amei sua mãe tanto, mas eu perdi a luta. Ela não me quis mais. " "Você não lutou tanto assim, pai. Não por amor. Não pelo bebê que ela estava carregando! " "Ela me disse que era tarde demais." Seus olhos eram tão triste. "Disse que não queria nada a ver comigo." "E você aceitou isso?" Eu tentei não olhar para ele. "As coisas estavam bastante difíceis em casa. Eu tinha os meninos e Olivia estava grávida de Verity. Eu tentei fazer as melhores escolhas, mas tudo o que eu fiz foi errar mais, Katie. Eu estava errado em tentar novamente com Olivia, eu estava errado em despedir sua mãe, eu estava errado em aceitar sua palavra sobre o fim, sabendo que ela já tinha mentido para mim uma vez sobre você. " Eu levantei minhas sobrancelhas. "Ela me deixou sem me dizer que estava grávida. Nem uma única palavra sobre o assunto. Eu descobri através de uma amiga dela. " "E ela disse que era tarde demais?" "Sim, ela me disse que era tarde demais. E eu acreditei nela. " Eu olhei em seus olhos, e ele estava dizendo a verdade. Eu podia sentir minhas próprias emoções,

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borbulhando dentro de mim, mas eu me controlei, mantive a calma. "Mamãe te amava." "E eu a amava." "Mas você ainda estava dormindo com sua esposa? Você deve ter estado já que... " Ele balançou sua cabeça. " Uma vez. Uma última tentativa de salvar nosso casamento pelos meninos. " "Que conveniente," eu zombei. "Eu não espero que você acredite em mim." "Eu não sei em que acreditar." Eu respirei fundo. "Eu achava que sabia tudo, pensei que eu entendesse tudo, mas eu não sabia. Eu não conhecia." "Eu sinto muito." Eu sorri, lutando contra as lágrimas nos meus olhos. "Sim, você e todos os outros." "Eu deveria ter contado." "Sim você deveria. Talvez as coisas pudessem ter sido diferentes. Talvez a gente tivesse mais uma chance. " Eu suspirei. "Eu nunca te dei uma chance de verdade. Eu nunca tive razões para te dar uma ". "Isso também é minha culpa", disse ele. "Eu lidei com tudo de maneira errada. Eu sei disso agora. " Ele olhou diretamente para mim, os olhos vidrados. "Eu estava tão... sufocado. Eu tratei a situação como eu lido com tudo na minha vida, apenas mergulhando de cabeça nas coisas, e tentando fazer o melhor disso, mas não era o que eu deveria ter feito. " "Eu não pertencia aquele lugar... não era como vocês... nunca..." "Você era Katie", disse ele. "Eu só lidei com isso tão mal que você não se sentiu parte de nós." "Talvez você pense assim," Eu zombou. " Não Verity! Ou Olivia! Ou os meninos! "Limpei as lágrimas ameaçando cair. "Eles me odiavam!" Ele ergueu as mãos. "E isso foi minha culpa também. Eu não os preparei, não os adverti, apenas

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tentei jogar todos juntos de uma vez. Eles estavam tão chocados quanto você estava, tão chocados quanto eu ". "Mas não foi minha culpa! Eu não fui rancorosa, desagradável e cruel ". "Eu não sabia o quão difícil eles estavam tornando as coisas", disse ele. "Não até que fosse tarde demais. Até então você não quis mais saber deles, ou de mim. " Ele estendeu as mãos. "Eu não pude mais chegar até você, Katie." "Você não tentou!" "Você não me deixou." E ele estava certo, eu não deixei. Tinha sido um tanto tarde demais. "Isso tudo é tão fodido," eu disse. "Desde o começo." Ele suspirou. " Não, Katie. Apesar de parecer assim. Este pode ser o início. Um novo começo. "Ele estendeu as mãos ainda sobre a mesa. "Isso é o que eu gostaria. Mais do que tudo. É o que eu sempre quis. " "Nós não sabemos nada um do outro..." " Nós podemos começar a conhecer um ao outro. Lentamente, desta vez. Como deveria ter sido, Katie. Só você e eu." "Eu não sei…" "Você está aqui, certo? Isso já é um começo... " Dei de ombros. "Há tanto ressentimento... tanto ressentimento desnecessário." "Não importa mais. Isso não tem que importar mais. " "Você poderia ter ficado com a minha mãe", eu disse. "Se você a amava." Ele suspirou novamente. "O amor é complicado, Katie. Eu amei sua mãe tanto que tirou meu fôlego, mas eu amei Olivia, também. Ela era a mãe dos meus filhos, uma boa mulher, uma mulher que eu poderia confiar. " Seus ombros estavam tensos. Tão tensos. " Eu sei que você não pode vê-las assim, mas Olivia e Verity são boas pessoas. Eles são apenas muito inseguras, muito rígidas. Elas têm um coração mais espinhoso. Não um coração como o da sua mãe, ou como o seu." "Isso é um elogio?"

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Ele sorriu. "Você sempre me deixou tão orgulhoso, Katie, desde o primeiro momento em que te vi. Eu só lamento que você nunca tenha percebido isso ". Lágrimas acumularam, mas não as deixei cair. "Isso terá que ser devagar", eu disse. "Eu só... Eu não sei como isso poderia até mesmo dar certo... depois de todo esse tempo..." "No entanto, você quer que funcione. Você deu o primeiro passo. Não será como da última vez, desta vez será no seu ritmo, Katie, como você quiser." "Eu não acho que você se importou da última vez." "Você não tem ideia do quanto eu me importei. Nenhuma ideia. " Suas palavras foram cruas e engasgadas. Eu me senti estranha novamente, minúscula no meu pequeno terno, pequena na grande cadeira de couro giratória. "É melhor eu ir", eu disse. "Eu disse a Carl que não demoraria mais que uma hora." Ele sorriu. "Eu ouvi o quão bem você está se saindo. Eu pergunto todos os dias. " " Eu sei ", eu disse. "Carl me contou." "Ele disse?" "É melhor eu ir." Eu fiquei de pé, estendi a mão, e isso me fez sentir tão estúpida. Ele a pegou de qualquer maneira. "Sinto muito", eu disse. " Da minha parte. Por não ter lhe dado uma chance. " "Você não tem nada do que se desculpar. Nada. O pedido de desculpas é todo meu. " Ele deu um aperto na minha mão. "Sinto muito, Katie." Minha respiração estava engasgada no meu peito. Eu balancei a cabeça. Sorri. Apertei sua mão. E então me afastei, caminhando até a porta, e afastando uma lágrima antes que entrasse no corredor, mas não cheguei a dar nenhum passo para fora, uma mão segurou meu braço. "Katie...", disse ele, e então não falou mais nada. Ele me puxou para ele, e me abraçou forte, e eu estava tão rígida entre seus braços, tão assustada. "Eu sinto muitíssimo. Sinto muito por sua mãe, me desculpe pelo que eu fiz me desculpe por não estar lá."

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Eu balancei a cabeça, e prendi a respiração para segurar as lágrimas. "Eu te amo, Katie, você é minha menina. Eu sempre te amei." E eu não consegui dizer que o amava também. Não importa o quanto eu quisesse, não importa o quanto eu queria acreditar nele, queria acreditar que eu tinha um pai, e que esse pai me amava, sempre me amou. Não importa o quanto o meu coração batia forte no meu peito e meu estômago doía com todo o sofrimento e sonhos perdidos, eu simplesmente não conseguia dizer que o amava. Eu não o conhecia o suficiente para amá-lo. Não o conhecia de todo na verdade. Mas talvez um dia. Eu passei meus braços em volta dos ombros do meu pai, e eu fiquei lá, apenas o tempo suficiente para me acalmar. E teria que ser suficiente. Para hoje. As lágrimas ameaçaram novamente quando eu saí fora do escritório de Cheltenham, e debaixo delas meus pensamentos reviravam. Havia tristeza e choque, e um vislumbre de esperança. E raiva. Havia muita raiva lá. Não da minha mãe, que tinha feito o seu melhor, apesar de algumas decisões ruins. Nem mesmo do meu pai, que também cometeu seus próprios erros. Erros épicos. Minha raiva era por Verity. A determinação de aço no meu ventre fervilhava, crepitava querendo sair. Talvez se ela não tivesse sido tão cruel. Talvez se ela não tivesse me feito sentir tão inútil, tão indesejável. Talvez então, eu teria sido capaz de ficar, apenas o suficiente para conhecê-lo, apenas o suficiente para saber que ele não me odiava. Talvez as coisas tivessem sido diferentes. Eu suspirei para mim mesma. O que isso realmente importava agora? Eu respirei fundo expulsando todo o mal, toda a raiva, soprando toda a amargura, confusão e medo. E o

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que restou foi apenas a mim mesma, somente o eu, o mesmo Eu que sempre fui. Só que agora eu sabia a verdade. Finalmente, depois de todo esse tempo, e toda essa dor, eu sabia a verdade. Carl me puxou de lado enquanto passava, mas eu balancei a cabeça. "Eu estou bem," eu disse, e segurei sua mão. "Eu estou bem." "O que ele disse?" "Muito," Eu dei de ombros. "Nada. Tudo." "Quer falar sobre isso?" Seus olhos procuravam os meus. Eu balancei a cabeça novamente. "Eu prefiro trabalhar, Carl. Preciso de espaço para pensar. " Ele assentiu. "Tudo bem, Katie, como quiser. Eu estou bem aqui se precisar." "Eu sei", eu disse, e eu sabia que ele estaria. Eu caí de cabeça na porra das minhas ligações naquela tarde. Eu estava em uma missão, consumida por nada mais do que o desejo de esquecer tudo e ir para o topo na tabela de classificação. Eu persegui todos os meus possíveis clientes, fechei todas as oportunidades que surgiram, e em tempo recorde. Mesmo Ryan parecia confuso. "Você deixou algo no fogo?" Dei de ombros. "Só é meu dia de sorte, eu acho." Ele esfregou a mão em mim. "Espero que seja contagioso." "Se é minha sorte que você quer pegar, você pode tentar", eu disse, e lhe dei um tapinha amigável no braço.

Eu estava fazendo um café quando Verity trotou seu caminho para a cozinha atrás de mim. Minha pele se arrepiou. Queria

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saber se ela sabia de algo. Se ela tinha escutado algo. Perguntei-me se ela sabia de alguma coisa. Ela parou ao meu lado, pegou uma caneca de café, e parecia querer falar alguma coisa. "Ei, Katie", disse ela, como se nunca tivesse tido uma conversa casual antes. Ela se virou, encostando-se ao balcão, olhando para todo lugar, mas para mim. "Eu sei que nós não nos... falamos muito." Não brinca. "... Mas eu só queria..." Ela suspirou. "Você fez bons pontos hoje. Conseguiu muitas ligações. " " Sim ", eu disse. "Eu queria te dizer. Já há algum tempo. Você, uh, você com certeza sabe como fazer essas chamadas. " Eu nem sabia o que responder. Seus brincos brilhavam sob a luz fluorescente, assim como seu brilho labial. Ela era tão sofisticada, tão perfeita, tão elegante e bem cuidada e fodidamente bem-educada. Mas ela estava nervosa, parecia frágil nesse momento. Quase tão frágil como vidro. Eu poderia dizer. "Olha, Katie, eu, hum ..." "Você, hum?" Ela me deu um meio sorriso, como se estivesse agindo como louca e soubesse disso. "Ruth, Sharon e eu estaremos nos encontrando em Cheltenham Chase, antes do evento começar. Eu queria saber se você... se você queria... Eu não sei... nos encontrar lá? Eu tenho um trailer sobressalente, se você ... " "Eu tenho meu próprio trailer," eu disse. E ela parecia desapontada, como se eu tivesse atacado e quebrado seu ramo de oliveira. Foi um momento surreal. Ela se aprumou, e deu de ombros. Mas não parecia ter sua hostilidade habitual. Ela não me atacou.

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"Ok", disse ela. "Bem, eu acho que nós vamos nos ver lá. O papai irá. Seb e Dommie também. E minha mãe. " Eu assisti em silêncio enquanto ela fazia seu café, estupefata além da capacidade da fala. Ela deixou cair a colher de chá na pia e me lançou um último olhar antes dela se afastar. "Ei, Verity," Eu falei, quando ela chegou até a porta aberta. Ela se virou, olhando de volta para mim. "Obrigado", eu disse. "Pela oferta." Ela encolheu os ombros, me oferecendo um pequeno sorriso. "Sem problemas", disse ela.

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Capítulo

VINTE E NOVE Bagels estavam fora do menu de almoço hoje. Eu me senti estranhamente nervoso quando dei a sala de treinamento um último olhar. Tinha chegado ao fim tão rapidamente, o final da fase de telemarketing do programa de estágio. A partir de segunda-feira, meu grupo de vinte seria fraturado em equipes menores, atribuídos a diferentes departamentos da sua própria escolha. Alguns iriam para as equipes de gestão de contas, alguns iriam trabalhar dando suporte aos escritórios, Ryan estava indo para a divisão de vendas de campo, estagiando com um dos nossos gerentes de vendas do setor norte. Katie e Verity tinham ambas optado por continuar na equipe de marketing, além de mais quatro deles. Talvez fosse sua oportunidade para encontrar um terreno em comum, sem toda a equipe como ruído de fundo. Eu esperava que sim. Por mais que Verity Faverley tivesse sido, uma mal-humorada dor na bunda grande parte do tempo eu tinha passado a conhecê-la, e ainda esperava que elas fossem encontrar alguma maneira de forjar algum tipo de relação. Verity tinha me surpreendido, tanto quanto Katie odiava admitir isso, ela estava surpreendendo-a, também. Eu tinha visto isso por mim mesmo, os pequenos ramos de oliveira que Verity estava ofertando. Pequenos comentários nas reuniões de equipe, um sorriso genuíno quando Katie reivindicou a liderança no

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fim do dia, uma oferta de um trailer para o Cheltenham Chase. Eu não as pressionei. Em parte porque as flores frágeis precisam de espaço para florescer, e em parte porque eu duvidava que o pobre Rick poderia aguentar outra rodada da minha honestidade brutal. Eu tinha usado mais do que o suficiente dela, no momento. David e nossa equipe de gestão sênior foram convidados ao nosso escritório Cheltenham para as festividades da tarde de sexta-feira. Tivemos champanhe, bolo comemorativo, e um buffet de fornecedores externos. Inferno, até tivemos balões. Eu suspeito que também tenhamos uma nova rodada de envelopes dourados, mas não tinha certeza. Eu tinha apresentado os números finais da tabela de classificação com as minhas recomendações, mas a decisão final sobre os bônus seriam de David e da equipe financeira. "Isso aqui está incrível", disse Katie. Seu sorriso era brilhante e seus olhos estavam felizes. Ela se sentou em sua antiga mesa. "Eu não posso acreditar que esta é a última vez que eu vou estar me sentando aqui, e cheguei a me sentir tão confortável, você entende?" "Você sempre pode voltar a fazer as ligações, conseguir um emprego nesse setor. É apenas sobre querer. " Ela encolheu os ombros. "Eu não sei, Carl. Talvez eu perca o meu toque. " Ela olhou para mim. "Talvez eu vá ser um gênio de marketing em vez disso, você já pensou nisso? Talvez eu me junte a Rick em seu pequeno império de design e ter meus próprios anúncios na parede da cozinha ". Eu coloquei minhas mãos em seus ombros, dando-lhe um aperto. " O mundo é sua casa, Katie. Nada me surpreende vindo de você. " "Nós poderíamos colocar um nome legal e moderno. Kat-rick se parece com hat trick, não? Três em seguida. Isso poderia ser como nós mesmos. " Ela riu. "Você teria que se juntar ao time, no entanto." "Não." Eu sorri para ela. " De qualquer maneira, Rick iria querer algo abstrato. Indigo Trout ou alguma porcaria como essa. Você sabe como ele é. Qualquer desculpa para uma rebrand hip ". "Eu gosto de Kat-rick".

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"Eu também," eu disse, e inclinei meu rosto para o seu. "Beijar no escritório é um não-não, Sr. Brooks, muito pouco profissional." Seus olhos escarneceram, mas seus lábios estavam abertos e ansiosos. Inclinei-me ainda mais, até que pude sentir sua respiração, ela corou. "Carl, sério. O que está fazendo?" "É uma celebração", eu disse, e a beijei. Beijei-a como se não estivesse no trabalho, como se fossemos apenas nós dois, sozinhos, como se tornou tão natural para mim. Ela colocou os braços em volta do meu pescoço e me puxou para perto, gemendo em minha boca enquanto eu gemia na dela, e foi perfeito, tão perfeito. Mas foi um erro. A tosse vinda da porta nos encharcou com um balde de água fria, e meus olhos colidiram com os de Evan Michaels, diretor financeiro. "Peço desculpas pela interrupção...", disse ele, e havia uma farpa em sua voz. "Eu estava esperando ter uma palavra com você Carl, sobre as projeções do próximo mês." Eu balancei a cabeça, gesticulando para nossa sala de reuniões. "Claro. Podemos resolver isso agora." Dei um sorriso a Katie enquanto o seguia, ela articulou um ok em resposta, parecendo um tanto horrorizada. Mas o tempo estava passando. Parecia que minha honestidade brutal provavelmente obteria outro passeio depois de tudo. Ela teve a chance de agir ainda mais cedo do que eu esperava. O buffet estava em pleno vapor quando a mão de David bateu no meu ombro, e sua expressão apesar de amigável, era grave. "Nós precisamos conversar." Eu balancei a cabeça. "Sim. Nós precisamos."

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Os olhos de Katie nos seguiram quando saímos do centro de treinamento, e íamos para uma área de reuniões, longe de ouvidos curiosos. Fechei a porta atrás de nós, e David permaneceu de pé. Eu fiz o mesmo. "Eu sei que não preciso lhe pedir honestidade, Carl." "Não", eu disse. "Você não precisa." "Eu ouvi um boato..." "Sim", eu disse. "Katie e eu estamos tendo um relacionamento." Encarei seus olhos, me mantendo firme. "Queria ter te dito antes. Mas tenho certeza que você entende por que não fiz. Segredos não são fáceis para mim, posso garantir. " Ele andou. Acenou com a cabeça. "Há quanto tempo?" Isso era a única coisa que me deixou desconfortável. "Antes que ela aderisse ao programa. Antes que eu soubesse que ela era sua filha. " Eu pude ver o choque no seu rosto. "Isso é muito tempo, Carl." "Eu sei", eu disse. " Sinto muito só te contar agora. Sinceramente, David. Mas com Katie sendo sua filha, com o relacionamento de vocês sendo como era, e sua participação no programa de estágio complicando mais ainda as coisas, eu senti que era melhor deixar o tempo ... seguir o seu curso. "Eu suspirei. "Eu não estava escondendo coisas com qualquer segunda intenção, David. Não tenho motivos para me envergonhar dessa decisão." "Eu tinha minhas suspeitas", disse ele, seus olhos me perfurando. "Tinha?" "Sim." Ele balançou a cabeça novamente. "Você é um bom homem, Carl. Não tenho nada além de respeito por você, e sob a maioria das circunstâncias, eu apoiaria totalmente o seu relacionamento com a minha filha. " Muitas emoções se agitavam no meu estômago, mas seu elogio foi o que mais me marcou. "Obrigado", eu disse. "Isso significa muito para mim." Fiz uma pausa. "O que você quer dizer com a maioria das circunstâncias?" Ele não adoçou a questão. "Rick", disse ele. "Onde é que Rick se encaixa em tudo isso?"

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Eu não adoçaria a resposta, tampouco. "Exatamente onde você esperaria", eu disse. "Rick faz parte de tudo isso." Ele ergueu as sobrancelhas. "O que é isso então? Algum tipo de... orgia?" Eu balancei a cabeça, incapaz de resistir a um sorriso. "Não é nenhuma orgia, David. Somos um casal polígamo, Rick e eu, temos sido assim há anos. "Eu olhei para ele. "Você sabe disso." "Sim, eu sei disso." Ele suspirou. "Mas eu não... ela é minha filha, Carl." "Eu estou ciente disso." Eu não quebrei o contato com seus olhos. "Eu sempre senti que você apoiava minha relação com Rick, David. Nós dois consideramos você como um amigo." "E eu sou um amigo, de vocês dois." Ele se sentou, e eu segui seu exemplo e tomei um assento. "Você sabe que eu gosto de Rick, Carl. Eu sempre gostei dele. Assim como gosto de você." "Mas?" "Mas não tenho certeza..." ele suspirou novamente. "Isso não é o que eu imaginava para a minha filha. Tornar-se... " " Diferente? " Eu levantei uma sobrancelha. "Então, você apoia nosso relacionamento desde que não envolva um membro de seu círculo íntimo, é o que você está dizendo? Que seu apoio é condicional, David? Faça o que você quiser, contanto que não seja no meu quintal? " " Não ", ele levantou as mãos. "Não é isso que quero dizer." Mas era, isso era exatamente o que ele estava dizendo. "Nós amamos Katie, muito", eu disse. "Nós dois a amamos." "E ela sente o mesmo?" Eu sorri. "Espero que sim. Eu certamente acredito que sim. Sinta-se livre para perguntar a ela por si mesmo ". Ele me fixou o olhar. "Será que você não consideraria fazer uma escolha, Carl? Se você escolhesse estar apenas com Katie, eu ficaria muito mais feliz com a situação. " Eu o encarei de volta. "Eu nem vou me dignar a te dar uma resposta, David."

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"Você precisa entender", disse ele. "Ela é minha filha, Carl, ela é minha menina." "E ela está muito feliz. Estamos todos muito felizes. " Ele suspirou. "Você entenderia", disse ele. "Se você tivesse uma filha." "Com todo o respeito, eu não mudaria minha opinião", eu disse. "O amor é sempre amor, David. O compromisso é sempre compromisso. Integridade, consideração, comunicação, honestidade e cuidado genuíno, compaixão, apoio... essas são as coisas que fazem um relacionamento valer a pena, se isso é entre duas pessoas, três, ou dez pessoas não importa. "Eu queria que ele me escutasse. Para que talvez ele pudesse entender. "Nós temos todas essas coisas, e nunca, David, eu nunca iria entender a preferência pelo convencional sobre uma situação em que três pessoas descobriram a verdadeira felicidade. Sinto muito se nossa relação te decepciona, honestamente, eu sinto, sua opinião importa muito para mim, mas não me envergonho de amar sua filha, e eu não tenho vergonha de amar Rick. Eu não tenho vergonha disso, David, e eu não tenho nenhuma intenção de deixar qualquer um deles. " Ele apontou um dedo em minha direção, sorriu. "É por isso que você daria um excelente parceiro para a minha filha, Carl. Você tem tanta integridade, tanta honra. Eu sempre respeitei isso em você. " " Espero ser um excelente parceiro para a sua filha. Talvez você devesse perguntar a ela antes de chegar a qualquer conclusão sobre a nossa situação." "Talvez eu vá", disse ele. "Por favor." Me levantei. "Nós temos uma celebração para participar, se terminamos aqui?" Ele hesitou um momento, olhando para mim. "Eu não posso dizer que estou satisfeito com isso, Carl." "Então, não fale. Não diga nada até que você tenha uma opinião definitiva. " Ele se levantou da mesa, e eu olhei para o homem que aprendi a respeitar tanto. Ele ainda era um homem forte, orgulhoso. Seu cabelo grisalho estava mais ralo do que quando o

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conheci, mas ele ainda era um homem atraente, dinâmico, carismático, um líder. Ele estendeu a mão e eu a peguei. "Por favor, não pense que isso muda meus sentimentos em relação a você, Carl. Eu respeito tudo que você fez por mim, você foi muito importante na construção de pontes entre Katie e eu, eu sei que foi você, eu sei o que você fez por mim. " "Eu fiz isso tanto por você quanto por ela", eu disse. "E talvez seja aí que você deva colocar sua atenção. Nós não somos nenhuma ameaça à felicidade de Katie. Nós sempre vamos fazer o melhor para ela. " "Eu sei", disse ele. "Eu só preciso de algum tempo, para lidar com a situação." "Leve o tempo que você precisar, David. Todos nós estaremos aqui quando você quiser conversar. " Ele concordou, e eu abri a porta. "Psst", disse Katie. Ela tinha um chapéu de festa em sua cabeça, uma coroa de ouro com estrelas de glitter berrantes. Levantei uma sobrancelha e ela sorriu. "Ryan os trouxe. O meu é a única coroa, não é legal?" "Muito." Ela respirou. "O que ele disse? Meu pai, eu quero dizer. Como foi a conversa de vocês? " " Ele sabe sobre nós ", eu disse, e seus olhos se arregalaram. "E…?" "E foi uma grande surpresa para ele. Fui honesto, ele ficou a par da situação." "Merda", disse ela. "Não", eu argumentei. "Não é uma merda. É um alívio. " Ela encolheu os ombros. "A honestidade é a melhor política, certo?" "Sempre, Katie." Eu sorri. "Sempre." "Ele ainda está aqui." Ela olhou para ele. "Isso tem que ser um bom sinal."

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"Eu espero que sim, na verdade." Eu a puxei para mais perto, pegando sua mão na minha. " E um passarinho me contou que você pode muito bem ter um envelope para combinar com sua coroa. Talvez você até goste dele neste momento. " "Talvez eu vá", disse ela. Dei-lhe um champanhe e nós levantamos nossos copos brindando a David e o restante da sala. Ele só hesitou um segundo antes de levantar o seu. Nós ajudamos a limpar no final da festa, o mínimo que eu poderia fazer para ajudar o pessoal da limpeza. Nós tínhamos feito uma bagunça no buffet, e alguém tinha sido inteligente o bastante para trazer poppers, o salão inteiro estava coberto de pó colorido. Katie fez alguma sujeira, e ela estava rindo, feliz com o champanhe. "Quando é que eu vou usar meu cupom?" Ela disse, lançando alguns pratos de papel na lixeira. "Eu vou ser capaz de comprar um guarda-roupa de inverno inteiro nesse ritmo." Dei-lhe um sorriso. "Quando você quiser. Rick vai adorar isso. " " E você ", disse ela. "Sr. Sutil". Juntei a última das flâmulas, e as joguei no lixo. Finalmente, o lugar parecia respeitável, respeitável o suficiente para necessitar de apenas uma limpeza regular no fim de semana. "Fim de semana chamando," eu disse, e Katie bebeu o resto de sua bebida, jogou a taça de plástico na lixeira. Ela foi até sua antiga mesa, caiu em seu assento, e começou a girar ao redor em sua cadeira giratória enquanto ria. "Isso provavelmente não é a decisão mais sábia", eu disse, e ela parou. Ela olhou para mim com um sorriso. "Estraga prazeres. Só estou dizendo adeus ". "Eu não quero um carro sujo de vômito, muito obrigado." Ela me mostrou a língua e eu a belisquei. "Isso não é o fim", eu disse.

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"Você estará de volta na segunda-feira, à sala de marketing só fica lá embaixo." "Mas é o fim de tudo isso." Ela apontou para o quarto. "De nós trabalhando juntos." Eu balancei a cabeça. "Eu ainda vou estar envolvido, Katie, este ainda é o meu programa." "Sim, mas ainda assim", disse ela. "Você sabe o que eu quero dizer." Eu sabia o que ela queria dizer, mas eu não disse nada. Ela estendeu a mão para minha gravata, puxando-a para baixo. "Eu não vou ser capaz de ser safada sobre você." "Você apenas vai ter que receber sua foda pela manhã." Seus olhos brilharam. "Será que eles têm alguns garotos quentes no marketing?" Fingi pensar nisso. "Talvez um ou dois. Se você gosta de ruivos com saltos altos. "Seus dedos se enrolaram em torno de minha gravata, me puxando para ela, enquanto sorria. "O que? " eu disse. "Fomos interrompidos mais cedo. Eu não ganhei o resto do meu beijo. " " Você pode ganhá-lo em casa. " Mas ela balançou a cabeça. "É uma celebração, eu quero ele aqui, onde estamos comemorando." Beijei-a rapidamente, mas seus dedos se emaranharam no meu cabelo, sua respiração estava quente. Ela me segurou junto dela, abriu os lábios contra os meus, sua língua carente e exigente. Minha vontade se desintegrou, e eu a beijei de volta. A cadeira entre nós foi empurrada para longe, e ela estava em meus braços, sentada sobre a mesa, os tornozelos envolvendo minhas pernas, seus dedos no meu cinto. "Espere", eu disse. "Rick".

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"Eu quero você no escritório", disse ela. "Eu desejei isso desde o primeiro dia. Eu desejei isso todos os dias desde o primeiro dia. " Assim como eu. Porra como eu quis levá-la em sua mesa desde o primeiro dia. "Nós não devemos", eu disse, mas seus lábios ainda estavam famintos nos meus, seus dedos já dentro da minha boxer, se envolvendo em torno de meu pau, "Nós vamos fazer as pazes com Rick quando chegarmos em casa", disse ela. " Nós podemos chupa-lo juntos, você e eu. Ele gostaria disso. " Eu também. Meu pau se contraiu com a ideia. "Não é certo... fazer isso sem ele." Ela tirou as mãos do meu pau e eu gemi, mas ela só estava procurando o meu telefone. Ela o tirou do meu bolso, trabalhando meu pau com uma mão enquanto ela vasculhava minha agenda. "Ligue para ele", disse ela. "Pergunte se ele se importa." Minha respiração engatou. "Esta é uma linha que não atravessamos ainda, Katie." Ela encolheu os ombros, trabalhando meu pau um pouco mais duro e foi tão bom pra caralho. "Pergunte Carl. Se ele não quiser, nós paramos. " "E se ele não se importar?" Ela sorriu. " Se ele não ligar, eu quero que você me foda, aqui, agora. Sobre a minha mesa com minha calcinha em torno dos meus joelhos e minha saia enroscada em torno da minha cintura. Assim como uma foda no escritório deve ser, Carl. Assim como eu fantasiei ". "Merda", eu gemi, mas eu estava discando. O telefone estava chamando. Katie caiu de joelhos quando Rick respondeu, chupou meu pau em sua boca quando ele disse Olá. "Rick", eu disse, e minha voz estava rouca. "Eu tenho que perguntar..." "Foda-se", disse ele. "Foda-se, Carl, você está transando com ela?"

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Fechei os olhos, tentando impedir meus quadris de empurrar. "Não... sim... podemos parar..." Ele ficou quieto por um segundo. "Nós podemos parar, Rick. Basta dizer que não quer isso. " Mas ele não o fez. "Não pare porra!", Disse. "Eu estava apenas tirando a porra do meu pau para fora." Eu sorri, pegando um punhado do cabelo de Katie. "Viva-voz", disse ele. "Eu quero ouvir tudo." Eu liguei o alto-falante e deixei o celular cair na bancada da mesa, Katie soltou um pequeno grito quando a puxei do meu pau e a coloquei de pé. Eu puxei sua saia para a cintura, e a empurrei contra a superfície da mesa, dobrando seu corpo enquanto caía de joelhos. Eu pressionei minha boca na sua boceta doce e ela estava muito molhada. Suas calcinhas ficaram encharcadas. Eu as puxei para baixo lentamente e ela gemeu para mim, gemeu para Rick. E então eu a lambi, dando a ela movimentos longos da minha língua até que ela estivesse se contorcendo. Até que seu clitóris se tornou um botão dura, e ela estivesse bem aberta para mim. A chupei com força entre meus lábios e resmunguei minha aprovação, sua buceta devorando meus dedos quando os empurrei para dentro dela. Três deles, até a articulação, ela se contorceu e implorou por mais. Eu podia ouvir seus pequenos murmúrios doces, a respiração de Rick através do alto-falante. Meu pau pulsava, e eu queria enfia-lo todo o caminho dentro dela. Chupei e grunhi, e arava sua pequena boceta molhada com meus dedos até que seus membros perderam a firmeza e ela se recostou em mim, até que suas mãos estivessem no meu cabelo e ela estivesse choramingando, implorando por mais. Até que Rick estivesse gemendo, também, sua respiração irregular. "Faça-a vir," Rick gemeu. "Faça-a vir, então a fode, Carl. Eu quero ouvir você foder ela." Eu enrolei meus dedos dentro dela, e ela agarrou meu pulso. "Foda-se", ela assobiou. "Assim."

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Ela não me deixou ir, guiando minha mão enquanto meus dedos trabalhavam dentro dela. Ela inclinou a cabeça para trás e arqueou sua coluna vertebral, sua vagina soltando encantadores ruídos molhados. "Venha para mim", eu disse. "Rick quer te ouvir." "Sim...", ela respondeu asperamente. "Oh merda..." Eu aumentei o ritmo, circulei seu clitóris com a língua, minha menina delirou, seus membros descontrolados, a respiração ofegante, sua perna descansando sobre meu ombro, o calcanhar cavando em minhas costas. Ela veio gritando, e foi lindo. Ela gozou alto o suficiente para abafar Rick no alto-falante, e o mundo se tornou apenas Katie e sua linda fenda molhada esfregando na minha cara. E então a virei. Fiquei em suas costas e a fodi, antes de ela sequer prender a respiração. Ela resmungou e gemeu quando eu bati o meu comprimento dentro dela, eu estava gemendo, também, meu telefone estava dançando sobre a bancada. "Foda-me", ela sussurrou, segurando a borda da mesa. "Foda-me com força, Carl. Eu quero isso duro, porra. " "Será meu fodido prazer." Peguei o cabelo dela e o torci em uma corda, então o envolvi em torno da minha mão e puxei, o suficiente para sua cabeça pender para trás. "Diga a Rick como se sente eu dentro de você." Ela soltou um pequeno gemido. "Diga a Rick como se sente," eu repeti, e lambi seu rosto, minha respiração roçando seu ouvido. "É tão... profundo...", disse ela. "Ah, porra, ele se sente... duro, tão duro... dói... dói pra caralho, e é tão bom..." "Foda ela." A voz de Rick estava rouca. Minha carne bateu contra a de Katie, seu corpo curvando na mesa com cada impulso. "Foda ela, Carl. Foda essa boceta doce. "

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Eu mudei de ângulo e ela gritou, mas ela estava se contorcendo, batendo seus quadris contra os meus. "Estou quase gozando," Eu rosnei, e ela gemeu. "Foda ela, Carl," repetiu Rick, e eu podia ouvir a borda do gozo em sua voz, sua própria respiração falhando. "Merda..." Rosnei. "Oh, merda..." Eu vim duro, puxando o cabelo de Katie mais forte do que eu gostaria, mas ela não se importou, nem sequer gritou com isso. Bati minhas bolas profundamente nela, bombeando minha carga por todo o caminho dentro dela, enquanto ela apertava e ordenhava meu pau me deixando seco, porra. Eu descansei minha testa em seu ombro, e ela se inclinou para mim, beijando minha têmpora. "Vocês ainda estão aí?" Rick perguntou: "Eu apenas esporrei em toda a minha mesa." Ele riu. "Foda-se, rapazes, isso sim é transar com alguém." Ele fez uma pausa. "Eu disse que era uma boa ideia, Carl." " Arrogância não leva a lugar algum, Rick. Ninguém gosta de um espertinho. " Eu saí de Katie e ela gemeu, dando uma risadinha. "É melhor você estar pronto para a segunda rodada", disse eu. "Nós estamos indo para casa." "Só se apresse, porra", disse Rick.

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Capítulo TRINTA

Eu costumava pensar que sonhos eram constantes e imutáveis, que durariam por toda uma vida. Talvez alguns sonhos fossem assim. Talvez outros fossem fluídos, maçantes e desaparecessem para ser substituídos por outros. Talvez alguns sonhos retornassem das cinzas. O sonho de um pai que te ama, por exemplo. Eu apenas respirei, apreciando o momento, o cabresto na mão quando atravessei a cerca de madeira para buscar meu menino peludo. Era nosso grande dia. O dia para o qual tínhamos estado treinando. O dia que eu estava esperando. Eu tentei não deixar que as palavras de Jack amortecessem meu espírito, ignorar a tristeza em minha alma. Agora eu sabia com certeza que o sonho que eu tive para este lugar realmente acabou. Eu tinha visto a carta, em preto e branco, a decisão do banco de empossa-la em vinte e oito dias se um comprador não aparecesse. A menina em mim gritou que eu deveria aceitar a generosa oferta de Carl e compra-la, mas eu nunca faria isso. Eu nunca trocaria o meu sonho por um dos seus, que talvez eu nunca fosse capaz de cumprir. Assoviei para o meu menino, e ele veio correndo. Eu passei seu cabresto e o levei para o estábulo, um friozinho na barriga me causando mal-estar.

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"Hoje seremos apenas nós dois, Samson," eu disse. "Nosso dia especial." Eu queria fazer isso sozinha, determinada a provar meu valor próprio. Meu trailer estava pronto, atrelada à camionete velha e gasta, Samson teve seus cascos lavados e encerados até brilharem com perfeição. Eu o lavei, escovei e trancei sua cauda, prendi suas caneleiras, e o levei ao trailer, estávamos prontos para ir. Ele mastigava seu feno, suas orelhas em pé, enquanto eu parafusava as portas, tendo apenas um momento para dar um beijo em seu focinho peludo. "Eu te amo", eu disse. Eu acariciei seu pelo e ele bufou. Isso me fez sorrir. "É isso, rapaz. O nosso grande momento. Vai ser divertido, eu prometo. " Ele bufou de novo como se houvesse entendido. Saí com o carro lentamente, mas ainda chegamos com tempo de sobra para o início da competição. Estacionei entre os outros reboques, e havia cavaleiros em todos os lugares em seus uniformes chamativos. Avistei o trailer de Verity no final da fila, um enorme caminhão brilhante com o nome Faverley na lateral. Eu tive um vislumbre de sua égua premiada - Fleetwood fancy se aquecendo junto dos outros cavalos. Sua crina estava toda trançada, e ela estava de bom humor, inquieta enquanto um dos asseclas de Verity andava em torno dela. A perspectiva de bater seu tempo parecia muito mais impossível aqui, um sonho ridículo, mas foda-se, estaríamos tentando de qualquer maneira. Eu estava descarregando Samson quando os caras chegaram, e minha mãe estava com eles. Ela estava linda em um batom pêssego e um vestido de verão verde-escuro, ela esbanjava luz. Assim como Carl e Rick. Na verdade, eles pareciam realmente impressionantes. "Não é um desfile de moda." Eu ri quando olhei Carl de cima a baixo. Seu terno impecável, seu cabelo domado em estilo social. "Pensei que não faria mal me esforçar. Não há nenhuma lei contra parecer elegante, não é? " Eu balancei minha cabeça. "Não, não há nenhuma lei contra isso." "Existe somente as convenções sociais." Rick lhe deu uma cotovelada. "Mas nós realmente nunca prestamos muita atenção nas pessoas."

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"Obrigado por terem vindo", eu disse, e os beijei. Eu dei a minha mãe um abraço e ela estava quieta, mas sorrindo. "Você os conheceu, então?" Perguntei, e ela concordou. "Carl e Rick gentilmente me pegaram esta manhã, então agora eu posso aproveitar um copo de espumante enquanto você ganha o primeiro lugar." Eu ri, apontando o outro lado do campo para o acampamento de Verity. "Eu duvido que esteja fazendo isso, mas vamos dar o nosso melhor." "Você pode fazer qualquer coisa", disse Carl. "Basta dar seu melhor." "Vai Sammy!", Disse Rick, e deu um tapinha amigável em Samson. Mas ele estava mais interessado em balas do que em incentivo. Ele cavou seu focinho no bolso das calças de Rick, e deixou uma mancha de baba de cavalo. "Eu te elogiei para isso, rapaz". Limpando a mancha, ele tentou escondê-la com a camisa, mas isso me fez rir. "Eu ainda te ensinarei a apreciar se vestir", disse ele. "Ela ainda vai te ensinar a subornar um cavalo com guloseimas", disse Carl. Ele deu um passo para frente e Samson não vacilou. "Ele gosta de mim, Richard, não de balas baratas. Temos um respeito mútuo. " Revirei os olhos para a minha mãe. "Rivalidade por um cavalo." Ela não disse uma palavra, mas seus olhos estavam felizes. Talvez ela gostasse deles. Talvez ela ainda aprovaria minha escolha. Eu poderia esperar. Verity estava entre as primeiras apresentações. Eu mantive minha distância quando ela tomou sua posição no início do percurso, ansiosa enquanto movia a forte égua Faverley para fora. Meu pai parecia muito bem, quase tão bem quanto Carl e Olivia usavam um estúpido chapéu roxo. Seb e Dommie usavam calças sociais e ternos, seus cabelos estilo mauricinho até agradável. Tive certeza de que eles não viram eu sair de seu campo de visão quando o nome de Verity foi anunciado durante sua apresentação. Senhorita Verity Faverley montando Fleetwood fancy. Seus irmãos a ovacionaram enquanto ela se preparava para montar. O cavalo já estava aquecido,

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ansioso para ir, dançando no local, com a cabeça no alto próximo ao rosto de Verity. Elas pareciam não ter familiaridade, não realmente. Verity parecia um pouco estranha, com os ombros mais tensos do que deveriam estar. Um raio de esperança me aqueceu. Talvez, apenas talvez. Elas decolaram como um foguete, a égua marchando um galope desde o início. Prendi a respiração quando ela deu seu primeiro salto, uma cerca de madeira simples, e elas a fizeram facilmente. A égua tinha um belo ritmo, e fazia um belo salto. Ela caía com facilidade e a esperança no meu coração murchou um pouco. Eu tentei deixar isso de lado. Rick passou um braço em volta do meu ombro. "Como está se sentindo, moça bonita?" Eu apertei sua cintura. "Animada. Nervosa." Carl se aproximou do meu outro lado, beijando meu cabelo. "Você vai ser incrível." Fiquei feliz com eles ali, puxei ambos para mais perto, minha mãe nos olhava com curiosidade, mas não comentou nada. " Hey David", disse Carl, e ele levantou uma mão o chamando antes que eu pudesse impedi-lo. Meu pai se aproximou, com a sua própria família a reboque, e meu estômago apertou. Olivia e minha mãe se encararam, e você poderia ter cortado o ar com uma faca. "Tudo pronto?" Meu pai perguntou ignorando tudo ao seu redor, e eu assenti. "Espero que sim." Olivia parecia inquieta, ela enlaçou seu braço. "Devemos ir, querido. Verity ainda precisa saltar sobre a água, não podemos ". urgh. Seb e Dommie olharam para mim, Carl e Rick. Eles não disseram uma palavra. "Você pode ir em frente", disse meu pai, para sua esposa. "Eu alcanço você."

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Parecia que ela tinha sido esbofeteada, e o choque me atingiu, agitando meu ventre. "Mas deveríamos ir juntos...", disse ela. "Vou ficar com Katie alguns minutos. Eu gostaria de ver Samson ". "Mas David ", ela assobiou. "Verity está montando." Sorri para o meu pai. "Vá", eu disse. "Vá ver Verity. Vou apresentá-lo a Samson mais tarde, depois que eu saltar. " "Eu posso ficar...", disse ele, mas eu balancei a cabeça. "Tudo bem, eu vou te ver daqui a pouco." "Se você tem certeza." "Tenho", eu peguei as mãos de Rick e de Carl. "Eu tenho meus chaperones". Ele resmungou, mas sorriu. "Então eu te vejo mais tarde." Ele bateu no braço de Rick. "Bom te ver, Rick." Ele atirou a Carl um sorriso. "Quanto a você, eu já te vejo demais." Ele deu um tapinha em Carl ao sair, e Carl estava sorrindo. "Eu acho que foi tudo bem", ele sussurrou. "Espero que sim", disse eu. E talvez fosse. Mesmo mamãe não parecia muito incomodada. Ela estava mais interessada nos cavaleiros que entraram na última série de saltos do que no meu pai. Talvez, apenas talvez, as coisas iriam se ajeitar depois de tudo. Eu estava nervosa quando a nossa vez chegou. Eu prendi meus protetores e amarrei a faixa numerada no meu capacete, montando Samson para aquecê-lo. Eu trabalhei com Samson sua marcha, seus passos, e em seguida seu trote, deixando-o ir a um galope lento, e retardando seus movimentos logo depois. Carl, Rick e minha mãe me observavam, eu tentei parecer mais confiante do que eu realmente me sentia. Nós tínhamos feito alguns circuitos antes, mas, nada como isso. Não competindo. O tempo de Verity foi anunciado. Foi bom,

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mas não ótimo, não realmente. Apenas uns tímidos doze minutos. Meu animo subiu. Acenei para os caras e minha mãe quando tomei a posição para o início, fizeram a contagem regressiva de dez e estávamos fora. Samson abriu para um galope, as orelhas em pé para frente enquanto nós íamos em direção ao primeiro obstáculo. Nós o pulamos facilmente e os espectadores fizeram um som de aprovação que fez meu coração cantar. Eu dei-lhe um tapinha e tentei relaxar, mantendo seu ritmo rápido, mas firme quando íamos para o primeiro dos saltos de água. Ele não vacilou, saltando através da água e galopando o terreno do outro lado. Ele fez um triplo e seu ritmo era perfeito, deu tudo de si na reta quando fizemos nosso caminho para um salto coffin. Ele o completou maravilhosamente, mas isso não importava no momento, em linha reta ou indo a outro galope e eu estava adorando. Nós dois estávamos adorando. Senti a vibração no meu corpo, minha concentração em manter minha postura, nas mãos que norteavam Samson e eu como um só. Movi-me com ele, senti o baque de seus cascos na terra, e isso era tudo, tudo que eu queria. No meio do percurso percebi que tínhamos uma chance, talvez não de subir em primeiro, mas certamente de bater o tempo de Verity. Eu tinha ouvido falar que ela tinha tido um salto difícil, uma vala à direita no final do percurso, e ela tinha errado, quase enviando sua égua ao chão, apenas para recuperar com apenas um pequeno atraso na linha de chegada. Nós poderíamos vencê-la. Enquanto continuássemos firmes. Eu incentivei Samson a seguir adiante, através da água, um amplo salto mesa, uma cerca de árvore caída e sobre outro banco, e ele estava indo tão bem, incrivelmente bem. Os espectadores estavam torcendo e os comentaristas estavam dizendo coisas boas sobre nós, e eu estava sorrindo. Realmente sorrindo. Meu coração começou a bater rápido quando chegamos à terceira e última volta, minha adrenalina foi a mil. Eu sabia que nosso tempo seria bom, eu só sabia disso. Um rápido olhar para o meu relógio me disse que estávamos no jogo para bater o tempo de

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Verity, mas seria por pouco. A égua era mais rápida do que nós, mais preparada, mas nós estávamos fazendo isso, nos esforçando, dando o nosso máximo. Incitei Samson, e ele me deixou orgulhosa, mesmo que eu sentisse seu cansaço. Eu o empurrei sobre umas barreiras estreitas, e ele colocou seu coração nisso, rasgando ao longo das últimas barreiras. O maior salto do percurso e ele saltou com facilidade, caindo um pouco duro, mas se recuperou bem, voltando para outra galope sólido. Sua cabeça centrada assim como seu coração, assim como eu estava. Eu me atrevi a sonhar, me atrevi a ter esperança, meu coração explodindo de orgulho quando nos viramos para a reta final. Eu sabia que Rick e Carl estariam esperando lá no último salto, assim como minha mãe, e meu pai, e talvez até mesmo Verity. Seria o nosso momento. Nosso momento de vitória. Por favor, deixe-nos ganhar, só nos deixe ganhar. Samson viu o salto vindo e eu vi Rick e Carl, minha mãe e meu pai. Tentei não olhar para eles, ou para a multidão reunida em torno da arena, meu foco de volta em cima do muro. A queda seria muito grande, e Samson não iria vê-la até que estivesse saltando, eu mudei sua posição, mas o nosso tempo estava apertado, então eu dei-lhe um aperto encorajando-o para frente, e eu estava tão feliz, sabendo quão bom parecíamos, como em sincronia estávamos. Esta seria a nossa vitória, o nosso momento mais doce. Eu tentei ser inteligente, indo por fora para nos dar um par de milésimos de segundo de vantagem no trecho final. Eu tentei dar o nosso melhor, tentei mostrar, tentei provar o quão longe nós chegamos, quão perfeito, quão incrível meu Samson era. E eu saltei errado. Eu cometi um erro. Eu dei a Samson sinais mistos, e ele se virou desajeitadamente, se virando para a cerca no meio do trajeto. Ele perdeu o equilíbrio quando saltou, e eu também. Eu não consegui ajustar minha posição com rapidez suficiente para compensar, não pude guiá-lo para evitar a queda, e na minha hesitação, ele tinha perdido um pouco de altura.

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Tive um momento de horror quando percebi o inevitável, minha respiração me deixando quando senti os cascos traseiros de Samson tocar o trilho superior do obstáculo. Eu não peguei as rédeas rápido o suficiente, e estava muito à frente na sela. Ele bateu no chão pesadamente em suas patas da frente, e eu não podia me sentar para reequilibrar seu peso. Nós caímos, tudo ficou em câmera lenta. O senti balançando para frente e me levando com ele. Suas patas dianteiras dobrando sobre ele, sua traseira desequilibrada caindo para frente e derrubando nós dois, no chão inflexível, implacável. Eu ouvi o grito da multidão, e meu próprio coração em meus ouvidos. O barulho do vento. E um silêncio estranho. E então um baque quando nos chocamos com o solo, um som terrível quando derrapamos. E dor. Na minha perna. Dor quando seu peso rolou sobre mim, e me prendeu. Minha cabeça bateu no chão, e o mundo pareceu distante, minha visão ficou turva. E tudo doía. Pessoas e gritos, e a respiração de Samson. E então tudo desapareceu

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Capítulo

TRINTA E UM

Esse é o momento horrível quando o tempo para. Quando você vê o inevitável, o horror se desdobrando na sua frente, mas você é incapaz de fazer algo sobre isso. Eu não poderia dizer o momento em que minha respiração ficou presa na minha garganta, quando aquela sensação instintiva de medo me envolveu e me deixou gelado até os ossos. Seu salto apenas não pareceu certo, não pareceu bem, eu tinha me empurrando através da barreira de pessoas antes deles mesmo atingir o chão, impotente e petrificado enquanto nossa linda menina caía. As pernas de Samson dobraram sobre ele, e ele foi para frente, e Jesus, eles caíram muito forte os dois, e houve um grito, um grito horrível quando ela tomou seu peso, um baque horrível quando eles se chocaram e deslizaram. E então ficou quieta. Nossa bela garota permaneceu imóvel. Samson se contorcia no chão, e havia sangue. Seus olhos estavam selvagens e frenéticos, seus instintos furiosos quando os funcionários correram para ajudar. Nós também corremos. Rick e Debbie, e David. Todos os quatro de nós pulando sobre a corda. Os olhos de Katie vibraram enquanto ela recuperava a consciência, seu olhar passando

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rapidamente ao redor antes dela perceber o horror do que havia acontecido. Seu rosto contorcido de dor, a perna ainda presa sob o ombro de Samson, e ela estava pálida, muito pálida. "Minha perna!", Ela gritou. "Isso dói! Dói demais!" Os funcionários estavam tentando fazer Samson se acalmar, mas ele estava selvagem, com as pernas balançando. Ele não podia se levantar contra a inclinação do barranco, tentava desesperadamente aguentar se firmar sobre seu próprio peso e falhava. Ambas as patas dianteiras estavam cobertas de sangue, mas não parecia ser o pior, seu casco pendurava-se desajeitadamente enquanto ele se debatia. Eu me senti doente. Só, fodidamente doente. Não tanto pela lesão a minha frente, mas pelas expressões nos rostos das pessoas que conheciam este tipo de merda. As pessoas pediam assistência médica em seus walkie-talkies Eles puxaram Samson o suficiente para libertar a perna de Katie, e ela soltou um grito terrível quando eles a puxaram de debaixo dele. Sua mãe estava ao seu lado, e nós também, tentando dizer a ela que tudo ficaria bem, que ela ficaria bem, mas ela não estava ouvindo. Seus olhos estavam fixos em Samson se enchendo de lágrimas. "Ajude ele", ela disse, e sua mão agarrou a minha. "Eu não me importo comigo, apenas o ajude! Oh Deus, Carl, não os deixem machucá-lo. Por favor, não deixe que eles o machuquem! " Ela me empurrou em direção a ele, e me movi, dando um passo hesitante para o animal caído. E eu me senti impotente, pela primeira vez em minha vida adulta eu não sabia o que diabos eu deveria fazer. Os paramédicos chegaram, e deram a Katie um pouco de oxigênio e analgésico, falando em voz baixa enquanto tentavam examinar sua perna. Eles a colocaram em uma maca e prenderam nela um colar cervical, além de talas na sua perna enquanto ela chorava na máscara de oxigênio, e eu estava com medo, apavorado. Eu dei a Rick um olhar triste e ele estava pálido, também, agachado ao lado de Katie enquanto ela dava um agarre de morte em seu antebraço, sua mãe do outro lado dela com lágrimas nos olhos. Fechei a distância entre eu e Samson, David apareceu ao meu lado. Ele me deu um olhar que dizia que isso era inútil em seu

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conhecimento sobre cavalos, me enchendo de terror absoluto. "Nós temos que salvar o cavalo", eu disse sob a minha respiração. "O que for preciso, David." Ele balançou a cabeça, dando um tapinha no meu ombro. Um cara que era claramente um veterinário estava agachado em frente às pernas dianteiras de Samson enquanto um par de funcionários seguravam o animal para baixo, sua expressão era grave. "Quão ruim é?", Perguntei. "Por favor, me diga que você pode dar um jeito nisso." Meu coração estava na garganta quando ele inclinou a cabeça de lado a lado. "Precisamos levanta-lo, ele caiu de mal jeito, espero que ele consiga ficar de pé." "E se você não puder levanta-lo? E se ele não conseguir ficar de pé? O que acontece então? " David agarrou meu cotovelo, e eu soube. Assim como Katie. "Não!", Ela gritou. "Carl, não deixe eles fazerem isso! O que for preciso, Carl! Por favor, não deixe que eles o machuquem! " Quebrou meu coração vê-la ali, com tanta dor, com tanto medo. Os paramédicos estavam a preparando para a ambulância, e Rick e Debbie pareciam tão indefesos, tão indefesos quanto eu me sentia. "Ele tem que ser capaz de suportar o seu peso", disse David, sua voz tão baixa. "Se eles não puderem fazê-lo ficar de pé, Carl ..." Eu balancei minha cabeça. "Eu não posso nem começar a dizer o quanto este cavalo significa para ela. Nós temos que fazê-lo levantar. " Ele assentiu. "Abram algum espaço", disse o veterinário, e eles deram a Samson algum espaço. Ele apoiou as patas dianteiras no chão, mesmo aquela que estava mutilada, e tentou empurrar-se para cima. Prendi a respiração, o destino pareceu que iria lhe dar uma chance, mas o pobre animal escorregou e caiu, caiu de volta contra o barranco, sua respiração ofegante. Amaldiçoei sob a minha própria respiração. O veterinário deu de ombros, me lançando um olhar fatalista.

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"Ele só precisa de alguma ajuda", eu disse. "Vamos dar-lhe alguma ajuda. Vamos David, me ajude. "Nós nos juntamos aos funcionários, e tentamos ajuda-lo numa segunda tentativa, eu coloquei minhas mãos sob seu flanco e forcei, empurrando-o na posição vertical com todas as minhas forças. "Vamos, Samson," Eu assobiei. "Vamos menino, fique de pé. Seja um bom rapaz. " David também empurrava, nós demos todo nosso esforço para fazê-lo ficar de pé. Apoiando seu peso em uma de suas patas dianteiras, ele vacilou um momento enquanto lutava para conseguir uma maior aderência. Nós rangemos os dentes, segurando-o firme, seu peso deslocando quando ele balançou e foi para frente. Sua perna ilesa, aguentando seu peso o suficiente para que ele deslocasse sua parte dianteira e se colocasse estabilizado. Mais uma grande guinada, e um empurrão nosso, e ele estava de pé. O garoto estava de pé. Eu estava sem fôlego, inebriado, minha testa pressionou o pescoço suado de Samson enquanto ele lutava para andar para frente, coxeando em suas patas lesionadas. "Provavelmente temos danos nos tendões", disse o veterinário. "Graves, eu diria." Ele olhou para mim e para David. "É improvável que este cavalo consiga saltar novamente." Eu balancei minha cabeça. "Não importa. Nada disso importa. " " Sua recuperação será difícil. " Acenei minhas mãos assim como David, por um momento nossos pensamentos alinhados em perfeita sincronia. "O que for preciso", eu disse. "Tudo bem", disse o veterinário, e começou a trabalhar. Eles levaram Samson mancando, e aplicaram compressas frias quando a estação móvel veterinária chegou. Eu os deixei fazer o seu trabalho em paz, deixando os especialistas assumirem meu garoto. E implorei ao destino por misericórdia.

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"Você o salvou," Katie sussurrou enquanto a erguiam para a ambulância. Sua voz era abafada e frágil, os olhos tão tristes. Nossa bela menina parecia tão quebrada, tão frágil, amarrada em uma maca. Debrucei-me sobre ela. "Não", eu disse. "Eu só o ajudei a se levantar." Fiz um gesto em direção a David. "Nós dois o ajudamos." "Bom trabalho, Carl. David ", disse Rick, e a mão de Katie ainda estava segurando seu pulso. "Eu quero ir na ambulância com ela", disse Debbie. "Você pode nos seguir?” “Há espaço para mais um", disse o paramédico, e Rick olhou para mim. "Vá", eu disse. "Eu te encontro lá." Katie tentou se mover, tentou levantar a cabeça para mim, mas Rick e Debbie a seguraram firme. "Não deixe Samson sozinho!", Ela gritou. "Por favor, não o deixe, Carl! Não deixe meu menino! " "Eu não vou," eu prometi, tocando meu rosto no dela, e ela relaxou, os olhos vibrando enquanto eles a levaram embora. Eu vi a ambulância se afastar, sirenes tocando, e meu coração caiu no chão. "Eu ficarei com Samson," Eu disse a David. "Onde quer que irão leválo." Ele olhou para uma Verity pálida, e uma chocada Olivia a seu lado. Seb e Dommie pareciam mal-humorados, e eu percebi que todos estávamos nos sentindo assim, cada um de nós. Olivia deu um passo em direção a David, chamando-o, mas ele não se mexeu. Ele levantou a mão, indicando que ela deveria permanecer parada, que todos eles deviam ficar quietos, e então ele se virou para mim, seus olhos em Samson enquanto tentavam colocá-lo no caminhão. "Eu vou com você", disse ele. Seguimos o caminhão com o cavalo, os pensamentos pesados enquanto eu seguia o trafego. Minhas pernas tremiam e meus nervos estavam abalados, minha mente dançando entre o pobre animal a nossa frente e minha pobre doce Katie em seu caminho para o

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hospital. Eu esperava que eles a tivessem estabilizado, pedia a Deus que ela não estivesse sentindo muita dor. "Eu estou levando Samson aos nossos veterinários", disse David. "Eles são os melhores, Carl, nós os usamos apenas para os cavalos de raça de Verity. Eles vão fazer o possível. " Eu balancei a cabeça. "Vou confiar no que você decidir. Eu não sei porra alguma sobre cavalos. " Ele suspirou. "Pobre menina. Pobre, menina. " "Contanto que o cavalo viva, David. Ela vai ficar bem, desde que Samson fique bem. Ela é forte. " " Como sua mãe. " "E seu pai," eu disse. Eu podia sentir seus olhos em mim. "Você estava lá ao lado dela. Você parecia destruído, assim como Debbie e eu. " "Nós a amamos, David. Como eu disse a você." Sua mão pousou no meu braço. "Eu não posso dizer que é a situação que eu teria escolhido para minha filha, estar com dois homens. Eu não posso dizer que isso me encheu de alegria, Carl. Mas apesar das minhas reservas iniciais, pensando sobre as coisas, depois de ter conhecido você e Rick tempo suficiente para saber o tipo de homens que vocês são, vocês tem a minha bênção. " Ele riu suavemente. "Mesmo ela não valendo uma maldita pena sangrenta." "Ela vale muito", eu disse. "Eu nunca escolhi um caminho fácil para ser trilhado, Carl. Você me conhece. Eu faço meu próprio destino, sigo meu próprio caminho. " Ele suspirou. "Eu deveria ter esperado que Katie fosse partilhar a minha falta de respeito para as convenções." "Funcionamos bem, nós três. Você vai ver isso. Espero que vá." "Eu também," disse ele. "Eu gostaria disso." Ele se mexeu na cadeira, exalando um longo suspiro. "Eu adoraria conhecer a minha filha, Carl, é o que eu sempre quis."

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"Você vai ficar impressionado. Ela é realmente incrível. " "Imagino que sim, temos muitos anos para compensar." "Antes tarde do que nunca, David. Amanhã é um novo dia. " Seguimos o caminhão para Cirencester, estacionamos ao lado deles quando pararam em um centro de cuidados para equinos. Parecia muito bom. Eu senti a tensão aliviar um pouco. Ele estava em boas mãos, mãos eficientes. Uma equipe de veterinários e assistentes começou a trabalhar, descarregando-o com cuidado e o apoiando até a sua baía onde receberia seu tratamento. Sentamos em um banco na área de espera, pegamos um café, parecia que estávamos em um hospital normal. "Obrigado por isso", eu disse. "Eu não teria tido a porra da mínima ideia do que fazer." David suspirou, tomando um gole de café. "Eu sabia que ela adorava o cavalo, Carl. Até eu sabia disso. Mas vê-la em cima dele, a maneira como montaram, antes da queda. Ela foi incrível. " "Ela o ama." Eu sorri. "E ele a ama." "Tanto que eu nem sei", disse ele. "Tanto que eu preciso saber como. Preciso aprender." " Você não vai ter muita dificuldade, comece com Samson. Ele é a sua maior alegria. Seus sonhos giram em torno de equitação, em torno dele ". "Harrison Gables foi uma ideia ao acaso, por causa de Verity. Imaginei que Katie iria desfrutar a mesma viagem ". "Você acertou em cheio." "Nós vamos ficar aqui por um bom tempo", disse ele. "Até eles nos derem um prognóstico. Você pode ir, eu vou ficar." "Eu vou assim que puder, mas não até que eu saiba qual a situação de Samson. Ela nunca me perdoaria por voltar sem respostas. " "Quem teria imaginado isso, Carl. Essa reviravolta do destino, você acabar amando a minha filha, construindo uma ligação entre ela e um homem triste e velho que daria tudo para

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conhecê-la. E, finalmente, nós terminamos aqui, esperando a salvação de um cavalo ". "A vida é estranha", eu disse. Ele se virou para mim, os olhos calorosos. "Faça outro favor para um homem triste e velho, Carl, se você puder ser tão gentil." " Você não é tão triste, nem tão velho, David. Mas é claro que eu farei. " Ele sorriu, um sorriso melancólico. "Conte-me sobre ela. Conte-me sobre a minha Katie. Sobre sua vida, as coisas importantes, as pequenas coisas. Conte-me sobre as coisas que a faz sorrir, as coisas sobre ela que a deixa triste. Fale-me sobre seus sonhos. " Eu respirei, e me acomodei no meu lugar, tomando um momento para ouvir a agitação do hospital ao nosso redor. E então eu contei a David sobre sua filha.

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Capítulo

TRINTA E DOIS

As palavras que nenhum cavaleiro quer ouvir. Fratura do plator tibial. Quer dizer, eu não sou idiota. Eu sabia que era ruim. Eu soube assim que ele bateu no chão, eu mesmo ouvi o estalo. Soou como um galho quebrando, o som surreal. E então tinha havido dor. Muita dor. Medo, também. Medo por mim, mas principalmente por Samson. Meu pobre menino peludo. Eu fui levada para algum hospital caro, cortesia do meu pai, e pela primeira vez eu não discuti sobre usar alguma coisa dele. Eu só queria andar de novo, queria montar novamente um dia, e se ele ofereceu o melhor hospital que podia então eu o aceitaria de bom grado. Eu fiquei de cama mais de uma semana. Os primeiros dias foram os piores. Confinada na minha cama, em agonia cada vez que um músculo se contraía, cada vez que mudava de posição durante o sono. Eles me trouxeram uma cadeira de rodas depois de três dias, mas entrar e sair nela era uma provação, deixando para Rick, Carl ou minha mãe me conduzirem para cima e para baixo pelo corredor por algum tempo. Um dia nós fizemos isto ao ar livre, apenas no pequeno jardim do hospital, mas eu não queria estar ali, queria sentir o cheiro da relva ou sentir a brisa no meu rosto. Sabendo que meu menino peludo provavelmente

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estava trancado dentro de algum lugar, assustado e sozinho, fazia meu estomago se contorcer. Eu sonhava com ele constantemente nos primeiros dias, o imaginava cada vez que fechava os olhos. Revivendo aqueles momentos horríveis mais e mais vezes, desejando que eu tivesse tido mais tempo, que eu não tivesse sido tão descuidada, tão sangrentamente estúpida. Eu fiz tantas perguntas, sobre onde ele estava, sobre como ele estava indo. Tendões rasgados, em sua pata dianteira direita. Ambos os tendões flexores digitais superficiais e profundos. Eles estavam tratando-o com a terapia de compressa fria, realinhando seu casco com a ajuda de cintas de suporte. O resto seria obra do descanso. Abundância de descanso. Era duvidoso que eu fosse montá-lo novamente. Isso rasgou o meu coração em pedaços. Tudo mais não parecia valer a pena, as excursões na cadeira de rodas, nem as visitas diárias que Rick, Carl e minha mãe insistiam em fazer só para me encontrarem triste ou desanimada, mas eu me obriguei a sorrir, a dizer obrigado, a continuar. Meu pai apareceu, também, com flores e um grande e brilhante balão e um cartão de fique boa logo. Mas isso não aconteceria tão cedo. Não por um longo tempo. O cirurgião esperou que o inchaço diminuísse o suficiente para me operar, e em seguida, houve pinos, parafusos e uma cicatriz dentada grande descendo por minha panturrilha. Tentei não olhar para ela. Tentei não pensar nisso. Tentei não deixar que a escuridão me absorvesse. O regime era intenso e os dias eram longos. Fisioterapia para o meu joelho, medicamentos para a dor, varreduras, exames e consultas. E então, finalmente, depois dos mais longos dez dias da minha vida, me permitiram ir para casa. Eu chorei quando vi o esforço que Carl e Rick tinham tido. Eles me levaram para dentro e a sala de jantar não era mais sala de jantar, ela foi substituída por um quarto. Eles moveram sua cama, nossa cama, por todo o caminho do andar de cima e trouxeram uma cômoda

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com as minhas coisas. Eles até mesmo colocaram algumas fotos nela, eu e eles, eu e Samson, eu e minha mãe também. "Para manter seu espírito animado", disse Rick. "Legal, né? A suíte de recuperação da Katie. Haverá massagistas e cocktails ... uma experiência de luxo completa ... " "Vocês não precisavam fazer tudo isso," Eu comecei, mas Carl beijou minha cabeça. "Queríamos fazer, Katie, nós dois queríamos." "Não acho que aguento ficar sem você, moça bonita", disse Rick. "Estava tão vazio aqui, sem você por perto. Acho que você nos deixou viciados ". Eu sorri através das lágrimas. "Sim, bem, vocês me deixaram viciada, também." Tivemos que ter cuidado. A minha posição entre os rapazes já não era possível, e eu foi relegada a beirada da cama, enquanto os dois dormiam a uma distância segura, seus dedos chegando a tocar em mim. Era reconfortante. Eles me confortavam. Tornaram-se tudo no mundo para mim, mesmo sem tentar. Você não tem ideia de quanto você leva tudo como certo até que cada pequena coisa é uma tarefa impossível. Mover-se para fora da cama, vestirse, fazer xixi. Alcançar uma bebida, tomar banho, pegar um pouco de comida. Qualquer noção de modéstia ou espaço pessoal que eu já mantive foi esmagado no esquecimento. Eles me banhavam, me vestiam, limpavam minha bunda. Eles me trouxeram refeições, me mantinham confortável, e me divertiam. Eles me faziam sorrir quando eu não tinha vontade, me faziam rir apesar da dor. Eles me faziam esquecer minha triste situação enquanto estavam ao meu redor, enquanto eles tentavam me amar tanto quanto eles tinham feito antes. E como eu os amava por isso. Eu os amava tanto que me fazia chorar à noite, enquanto eles estavam dormindo, chorar por minha sorte em tê-los, apesar de todo o resto ter se transformado em merda.

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Eu os amei por tudo o que fizeram, mas eu os amei mais por me levarem para ver Samson, mesmo achando que eu não estava pronta. "Onde ele está?" Eu disse, quando o carro virou na direção oposta ao hospital equino. "Ele não está em Cirencester mais?" Carl sacudiu a cabeça, e ele parecia cauteloso, ansioso. "O que? " eu disse. "Onde ele está, Carl?" O pânico me envolveu. " Eles não podem mandá-lo de volta para a fazenda! Ele está em recuperação! Não haverá ninguém lá! Ninguém que possa cuidar dele! " "Ele não está em Woolhope", disse Carl. "Ele não está muito longe." "Onde é esse não muito longe?" Carl olhou diretamente para mim enquanto respondia. "Ele está na casa do seu pai. Eles estão cuidando dele nas suas instalações, Katie. " Eu não podia fingir que meu coração não doeu. "Quem está cuidando dele? Quem está lá com ele? " "Verity." disse ele, como se não fosse importante. "Verity e uma equipe de fisioterapeutas especialistas em equinos. Ele está se saindo muito bem, eu juro." "Verity?!" Eu tinha dificuldades em acreditar nisso. "Verity está cuidando do meu Samson?" Ele assentiu. "Você vai ver por si mesma." Eles me levaram através dos estábulos, que eu tanto odiei quando criança, e eu podia sentir meu coração batendo forte, náuseas ameaçando me fazer vomitar. Rick e Carl pareciam tão tranquilos, toda a fazenda parecia. Um par de cavalos olhou para fora para dizer Olá, mas nenhum deles era o meu Samson. Levando minha cadeira até a última baia. Prendi a respiração. Mal ousando olhar. E lá estava ele. Ele enfiou a cabeça por cima da porta, e suas orelhas se moveram para frente e para trás, e eu mal pude vê-lo através das lágrimas. Alívio culpa e amor, tudo se misturou.

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"Ajude-me," eu disse, me contorcendo na minha cadeira, mesmo com Rick e Carl protestando, eles me ajudaram a ficar de pé, me segurando e equilibrando enquanto eu joguei meus braços em volta do pescoço dele. "Sinto muito", eu chorei, meu rosto em sua crina. "Eu sinto muito." Inclinei-me sobre a porta para olhar para seus membros anteriores que ainda estavam enfaixados, inchados, doloridos e instáveis. Mas ele ainda estava lá, ainda feliz, ainda fungando a procura de balas. "Ele vai ficar bem", disse Carl. "Ele está indo muito bem." "Eu fiz isso," eu chorei. "Foi minha culpa. Tudo minha culpa." "Não seja idiota", disse Rick. "Você foi incrível, vocês foram incríveis. Foi apenas um acidente, isso é tudo. Apenas uma daquelas coisas terríveis do caralho que às vezes acontecem ". Eu balancei minha cabeça. "Eu queria ganhar, era tudo o que eu estava pensando. Fui estúpida, egoísta e irresponsável". "Foi uma fração de segundos", disse Carl. "Um segundo de má sorte. Todo mundo nesse percurso queria ganhar, Katie. Todos. Não foi culpa sua. " "Olhe para ele." A voz de Rick era tão amorosa. "Ele está indo muito bem. Confortável em sua tenda com uma fonte infinita de feno e balas. Ele provavelmente acha que está tirando fodidas férias. " O pensamento me fez rir, e foi um sorriso estranho e molhado, sem dúvida, completamente esquisito, mas eles me seguraram firme e beijaram meu cabelo fazendo eu me sentir bem. "Você vai montá-lo novamente", disse Carl. "Basta dar um tempo. Não desista Katie, não sobre ele e não sobre você, também. " "Eu nunca desistiria dele", eu disse. "Não sobre seus sonhos. Nunca desista dos seus sonhos." "Meu sonho era esse evento com Samson. E comprar a fazenda de Jack." Eu suspirei. "Ambos desapareceram agora." "Por enquanto", disse Carl. "Mas não é para sempre. Não é o fim."

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"Harrison Gables, o estágio, a fazenda... Samson ... está tudo acabado." Eles não disseram uma única palavra. O que eles poderiam dizer? Eles me colocaram de volta na cadeira, eu já estava cansada, mas não queria sair. "Posso ter um minuto sozinha com ele?" Perguntei. "Eu só quero me sentar com Samson por algum tempo." "Claro," disse Carl, e ambos bagunçaram meu cabelo, me dando um pouco de espaço. Falei com meu filho, disse-lhe o quanto eu tinha sentido sua falta, como eu estava feliz que ele estava seguro. Disse-lhe que iria encontrar-lhe um novo lar, um lugar agradável para ele se recuperar no pasto, algum lugar com outros cavalos e pessoas que poderiam me ajudar a cuidar bem dele. Eu disse a ele que o amava, o quanto eu sempre o amei, como eu estava orgulhosa de que ele tenha tentado seu máximo no percurso. Corei quando ouvi passos atrás de mim, incapaz de me virar para ver se era Rick ou Carl voltando para me buscar. "Oi, Katie", uma voz disse, e minha pele se arrepiou, meu coração batendo forte. Prendi a respiração, quando minha irmã entrou na minha linha de visão, me preparando para que ela se mostrasse e começasse a se gabar. Mas ela não o fez. Ela não fez nada próximo disso. Verity se lançou em uma explicação do estado médico atual de Samson. Ela me contou como eles estavam tratando ele, dos analgésicos que eles usavam, qual era a situação de seu quadro. Ela se inclinou contra a sua porta do estábulo enquanto falava, e meu menino peludo a cutucou como se ela fosse alguém com quem ele se preocupava alguém que ele conhecia. Minha mente não podia entender isso.

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Ela esfregou suas orelhas, e sorriu para ele. "Ele é realmente um bom rapaz", disse ela. "Ele tem uma boa índole, Katie, e boas maneiras." Ela olhou para mim. "Você cuidou muito bem dele. Ele é a prova viva de um bom treinador. " Eu balancei minha cabeça. "Ele sempre foi assim." Ela limpou a garganta. "Você foi ótima lá, no percurso. Você estava indo tão bem. " As lágrimas se amontoaram em meus olhos. "Não. Eu não estava. Eu fui imprudente. " "Azarada", disse ela. "Você não teve sorte. Isso é tudo." Dei de ombros, mudando de assunto. "Eu não posso acreditar que ele está aqui, que você está cuidando dele. Obrigado. " Eu encontrei seus olhos. "Eu sei que tivemos nossas diferenças..." Ela riu. "Sim, bem, você poderia dizer isso." Eu ri um pouco, também. "Algumas diferenças." Fiz uma pausa. "Mas obrigado. Ele é muito importante para mim. " Ela sorriu, e foi um sorriso de verdade. "Não há problema." Ela trocou seu peso de um pé para o outro, e eu fiquei com ciúmes, apenas desejando que eu pudesse estar em meus próprios pés. "Katie, eu só queria dizer. Eu preciso dizer que sinto muito. " "Pelo quê?" Ela balançou a cabeça como se eu fosse louca. "Por tudo. Eu era apenas uma criança... mas eu estava... " Sendo uma mega puta. Uma psicopata do inferno. Uma vaca horrível que arruinou cada chance que eu tive de conhecer meu pai. "... Com medo", disse ela. "Eu estava assustada." "Medo?" O pensamento era estranho. Não conseguia assimilar isso. Ela nunca pareceu assustada. Nem uma única vez. Ela encolheu os ombros. "Minha mãe sempre nos ensinou que o ataque é a melhor forma de defesa. Sem piedade, ir com tudo e tudo isso. " Ela suspirou. "Em

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seguida, aparece você, e era tudo que todo mundo sabia falar. A única coisa que meu pai falava. Katie é tão bonita, Katie é tão gentil, tão amável. Seja boa com Katie, cuide de Katie. " Meu sangue gelou. "E eu estava com medo. Com medo que ele gostasse só de você. Medo de que você tomasse meu lugar. E você era tão linda, bonita e gentil. Tudo o que eu não era. Eu odiei isso. Eu odiei você. " "Você deixou isso muito claro", eu disse, mas não fui hostil. "Eu só queria dizer que sinto muito. Quer dizer, no trabalho você foi muito melhor do que eu... e poderia ter se regozijado... Eu não teria te culpado, não teria te culpado por me humilhar ou esfregar na minha... teria sido justo... " "Eu queria", eu admiti. "Algumas vezes." "Mas você não fez." "Não, eu não fiz. Isso não é quem eu sou. " Ela riu. "Eu gostaria de poder dizer a mesma coisa sobre mim." "Talvez você possa", eu disse. "Cada dia é um novo começo." "Isso é o que eu gostaria", disse ela. "Um dia, quero dizer. Um novo começo ". Ela parecia tão nervosa. Vê-la no trabalho colocou algumas coisas em perspectiva para mim. E depois com Samson,” você foi tão bem no percurso. Muito bem. Eu tinha um cavalo que me satisfazia, mas você, você realmente montou ... você e ele. " Ela deu-lhe um tapinha. "Eu só queria dizer que sinto muito, não que isso vai valer alguma coisa, não depois de tudo, mas com Samson estando aqui, e você e papai fazendo as pazes, eu apenas pensei que seria bom dizer isso." "Obrigado." Eu não conseguia pensar em mais nada para dizer. "Eu realmente aprecio a sua ajuda com Samson. Eu realmente faço. " "Você vai montá-lo de novo", disse ela. "Dê-lhe algum tempo." "Bastante tempo." Ela não discutiu. "E a sua perna, vai ficar melhor..."

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"Eventualmente." Eu estava sorrindo, embora ela estivesse certa. Ela iria ficar melhor. "Poderia ter sido pior. Ele conseguiu também. Nós dois estamos aqui ainda. " "E vocês ainda vão fazer muitas coisas juntos, e se você quiser montar, quando estiver melhor, quero dizer, você sempre pode montar um dos meus, só até Samson..." Ela respirou fundo. "Eu gostaria disso." Talvez não muito em breve, mas eu continuei sorrindo. Minhas emoções foram se acumulando dentro de mim, e eu senti pequena novamente, e frágil. Mas forte, também. Tudo de uma vez. Tentei aliviar o clima. "Estou tão chateada sobre Harrison Glabbles," eu disse. "Quero dizer falando em merda. Você vai ter que me tirar algumas fotos. Eu vou querer saber tudo. " Eu ri. "Você vai ter que pensar em mim, mancando com minhas muletas enquanto você está aprendendo os segredos com o melhor treinador que já existiu." Dei-lhe o dedo, mas foi uma brincadeira, tão bem-humorada como eu pude ser no momento. "Cowgirl sortuda." Ela não pareceu pensar que foi engraçado, e eu me senti estranhamente culpada. "Mas eu..." Ela limpou a garganta. "Nós cancelamos com Harrison. Eu cancelei com Harrison. Não permanentemente, até que você esteja melhor. " O sangue foi drenado do meu rosto, minha boca caiu aberta. "Você fez?" "Sim." Seus olhos brilharam. "Não apenas por você, é claro." Ela resmungou em voz alta, mas com um toque divertido. "Estou pensando em ficar no escritório, após o estágio. Eu acho que posso me especializar em marketing. Eu estou gostando. " Eu tinha esquecido tudo sobre o estágio. Foi há tanto tempo. "Isso significa muito para mim", eu disse. "Sobre Harrison. Eu realmente queria... " "Eu sei ", disse ela. "É o meu sonho, também."

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Eu me senti sufocada e desajeitada. "Você deve estar ocupada, com o trabalho e cuidando de Samson... seu prato está cheio..." "Um pouco, mas eu tenho pessoas para ajudar, também. Eu não posso levar todo o crédito. " Eu sorri. "Vou encontrar outra estábulo, sair das suas costas assim que eu estiver de volta bem o suficiente para conseguir fazer algo sozinha." Ela franziu seu nariz, mas seus olhos estavam nos meus. "Não terá que exatamente procurar muito", ela riu. Olhei para ela. "Como?" Ela me olhou de modo estranho, como se eu tivesse se dado conta de algo. "Woolhope...", disse ela. "Certamente, ele irá voltar para Woolhope? Eventualmente, eu quero dizer, ele pode ficar aqui o tempo que quiser. " Eu respirei. Preparei-me para falar. "O estábulo lá foi recuperado pelo banco. Foi à venda. " Isso ainda doía. "Ele não vai voltar para lá." Ela parecia confusa, verdadeiramente, seriamente confusa. E então um sorriso apareceu em seu rosto. "Você não sabe, não é? Porra, você realmente não sabe. " "Não sei o que?" "É um ótimo lugar, a propósito, com um grande potencial. Eu vi por que você o queria tanto, por que era o seu sonho. " Ela suspirou, mas estava sorrindo. "Merda, eu realmente não deveria te dizer. Eu realmente não deveria". Eu balancei minha cabeça. "Desculpa? Eu não... " E então ficou claro. Claro que ele fez. Mas não ousou me contar. "Carl", eu disse, e já estava imaginando o que dizer a ele. "Você está me dizendo que Carl comprou a fazenda?" E eu tive certeza. Claro que ele o fez. É claro que ele comprou. "Meu Deus... oh meu Deus..." Eu estava cambaleando. Parte eufórica, parte tonta com a ideia, parte assustada, com medo. E com raiva que ele tivesse feito. Mas tão grata que eu mal podia respirar.

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Eu me virei para voltar para o carro, meus dedos formigando e meu coração batendo forte, mas Verity pulou na minha frente. "Espere", disse ela. "Não era ..." "O que? " eu disse. "É meu, ou não? Eu só não... " Eu respirei. "Eu não sei o que pensar. Eu não sei o que fazer... " "Oh, ele é seu", disse ela, e seus olhos estavam brilhantes e felizes. "Só que não foi Carl que o comprou para você. Foi o papai. "

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Capítulo

TRINTA E TRES

A vida é tão estranha. Tão boa e tão ruim ao mesmo tempo. Verity estava certo sobre a fazenda. Ela era minha. Assinado, selado e entregue. "Eu ia te dizer", disse Carl. "Eu teria comprado isso sozinho, mas seu pai não permitiu." Ele fez uma pausa. "Eu queria deixar ele te contar, quando você estivesse pronta para ouvir. Pronta para vê-lo ". "Mas por quê? Como ele soube? " Eu o encarei, e ele encontrou meus olhos, apenas por um relance antes que ele parasse o carro saindo da estrada principal, e eu soube. "Quanto você disse a ele?" "O suficiente." "Entendo." Eu sorri. "Você disse a ele sobre o meu gosto musical ruim? Sobre minhas pantufas de coelho bobas? " "Ah, sim", disse ele. "Eu contei tudo. Eu disse a ele sobre como você come os ovos na parte da manhã, como você só assiste horror se você puder assistir programação infantil depois, como você insiste em pular três degraus de cada vez quando você está em com pressa de manhã. " "Não faço mais isso."

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"Você vai fazer novamente. Você só tem que acreditar. " Ele estendeu a mão para mim. "Oh, e eu contei que você lê a embalagem dos frascos de xampu quando você vai joga-los no lixo." "Você não fez isso!" Eu podia sentir minhas bochechas queimando. "Não", disse ele. "Dessa eu não sabia, mas teria sido engraçado." "Você sabe que ele está arruinado o seu pequeno conheça os planos do papai", disse Rick do banco de trás. "Ele já lhe disse tudo. Não sobrou nada para você contar. Tedioso." Eu ri. "Eu vou ter que arranjar algo novo, então, não vou? Surpreendêlo. " E eu o fiz. Eu o surpreendi. Com novos sonhos. Foi devagar. Como raízes se espalhando pelo solo. Tão lentamente que eu não percebi, aqueles sonhos que cresceram em minha mente. Woolhope estava lá, minha, como eu sempre desejei, meu pai deixou isso perfeitamente claro quando me entregou a papelada. Eu nunca abracei alguém tão sem jeito por tanto tempo, mas ele não pareceu se importar. Jack estava hospedado lá enquanto se ajeitava, mantendo as instalações em bom estado e fazendo trabalhos por fora até que seu negócio estivesse de volta a ativa, e o resto esperava por mim, com um pouco de renda vinda dos outros cavalos na fazenda. Levaria algum tempo. Muito tempo. Demorou um século antes que eu pudesse usar muletas, e mesmo assim eu não podia fazer praticamente nada, não sem mãos me ajudando. Felizmente havia Rick, meu companheiro constante, e acabou que minha ideia estúpida de Kat-rick não foi tão absurda, afinal. Rick me aceitou na sua empresa, dando-me uma chance de usar o que aprendi no estágio de marketing que eu tive que deixar para trás, e eu adorei. Eu amava trabalhar com ele, amava brincar com ideias e vê-las tomar forma diante de meus olhos. Algumas delas eram uma merda, algumas parecia muito melhor na minha cabeça do que na realidade, e eu sei que Rick estava sendo indulgente, muito. Mas,

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mesmo assim, algumas foram boas. E algumas das minhas ideias foram realmente boas. E eu estava sorrindo, gostando. Feliz. As muletas tornaram mais fáceis ver Samson, mais fácil de fazer tudo, especialmente porque minha perna quebrada tornou-se cada vez mais forte. Aguentava dez por cento do meu peso no início, depois vinte. Cinquenta por um bom tempo, e então um dia eu estava de volta a minha plena capacidade. Eu podia andar. Só que eu aí tive que aprender a andar de novo, e foi mais difícil do que imaginei. Muito mais difícil. Aprender a transar novamente veio muito mais organicamente. Eu não acho que meus músculos me deixariam esquecer isso. Mesmo quando minha perna ainda era inútil, quando ela estaria apoiada na cama com nenhuma inclinação a me mover, mesmo assim, em meus momentos mais sombrios, quando tudo parecia uma merda, eu ainda queria aqueles belos rapazes. Eu não poderia tê-los, mas eu os queria. Eu só tinha que me contentar em observá-los um com outro. Sofrimento. Sofrimento terrível. A vida às vezes é um saco, certo? O que mais me impressionou em toda a realidade envolvendo meu acidente, mesmo com tudo isso - toda a dor e a humilhação de ser incapaz de fazer qualquer coisa por mim – foi que aqueles dois homens incríveis não vacilaram sequer uma vez, sem resmungar ou pressão, ou tendo um limite de tempo. Nenhum deles em nehuma vez olhou para mim como se eu fosse nada menos do que a menina por quem eles tinham se apaixonado. Eles não me amaram menos, eles não queriam menos. E eles não se comprometeram menos. Nem eu fiz isso, nenhuma única vez. Lentamente, muito lentamente, mas com convicção. E talvez isso fosse o que começou a mudar tudo para mim. Estávamos no inverno, quando senti pela primeira vez a relutância em tomar a pílula contraceptiva na parte da manhã. Joguei

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o pensamento de lado e a tomei, mesmo assim, achei que era um pequeno sinal hormonal estúpido e o desejo passaria. Mas isso não aconteceu. Realmente não aconteceu. Talvez tenha sido em grande parte circunstancial. Um buraco na linha do tempo dos meus sonhos. Um hiato devido à eu me sentir melhor e Samson voltar a tomar seu lugar no pasto. Quer dizer, eu não tinha nenhum interesse em encher minha fazenda com novos cavalos, não tinha interesse em substituir Samson com outro animal, mesmo que eu pudesse. Meus sonhos para uma escola de equitação era forte, mas muito longe de se realizarem, no momento, e talvez isso tivesse algo a ver com a razão pela qual eu pensava seriamente sobre bebês. Talvez tenha tido um pouco a ver com a mudança nas relações com a minha própria família. Meus próprios pensamentos sobre família, e como ela poderia ter sido para mim em diferentes circunstâncias. Como a minha vida poderia ter sido. O que minha vida estava se tornando com a presença de ambos, minha mãe e meu pai, sem mentiras purulentas sob a superfície. Com uma irmã e dois irmãos que eu estava começando há conhecer um pouco, só um pouquinho melhor a cada dia. Mas, principalmente, eu acho que tinha tudo a ver com Carl e Rick. Com a forma como eles estavam sempre lá para mim, do jeito que me amavam e cuidavam de mim, e vieram até mim quando eu precisei deles. Talvez tivesse a ver com a maneira como eles sempre me colocavam em primeiro lugar, minha agenda antes das suas próprias. Talvez fosse a maneira como eles eram tão fortes. A maneira que Carl tinha cuidado de Samson quando eu não pude, ficou ao seu lado quando eu não pude, a forma como Rick tinha segurado minha mão tão forte na ambulância e não havia me soltado, nem uma vez. Talvez fosse porque o aniversário de Carl estava chegando, e eu sabia o quanto ele queria uma família, sabia o quanto o relógio dentro dele estava cobrando. Sabia o quanto isso significava para ele. Estou certa de que tinha a ver com a maneira com que ele me segurou firme quando seu aniversário

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finalmente chegou, me disse que eu significava mais do que qualquer coisa que já tivesse feito, mais do que seu sonho, mais do que ser um pai aos quarenta, e ser jovem o suficiente para desfrutar de todas as coisas que os pais mais jovens desfrutam. A maneira como ele me disse que pensava em nós para sempre, nós três, com um bebê ou sem. -Eu antes de seu sonho. Ele me colocou diante de seu sonho. Ele tornou tão fácil querer colocá-lo antes dos meus também. Mas apesar de tudo isso, toda essa ponderação, todas as razões que podem ter contribuído para isso, eu acho que foi realmente muito simples o que mudou minha decisão. Eu tenho um corpo e um coração e uma mente, e pelo menos dois de três deles anularam minha decisão de evitar bebês por toda a minha vida. Pelo menos dois desses três queriam o bebê de Carl. Rick, também, e do outro, minha mente teimosa? Bem, ela mudou de ideia, também. Meus ovários começaram a queimar cada vez que ia até a sala, cada vez que eles sorriam e riam, e me diziam que era isso, que eu era deles. Para manter. Para sempre. Eu sentia uma ansiedade no fundo do meu ventre com o pensamento de segurar seu bebê nos meus braços, meu bebê. Nosso bebê. Com o pensamento de formar nossa própria família. Então um dia eu não tomei a pílula na parte da manhã. Eu a coloquei de volta na caixa, e eu não a peguei de novo. Fiquei de olho nos meus períodos e baixei um desses aplicativos que medem o período de fertilidade no meu telefone, e mantive o silêncio até que eu estivesse pronta para falar sobre isso. Até estar pronta para dar esse passo, para dizer aos dois, apenas no momento certo. Bati na mão de Rick enquanto ele tentava me ajudar a subir as escadas.

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"Eu posso fazer isso sozinha", eu disse, e lhe mostrei minha língua. "Estou de volta em meus pés agora." "Fui pego", disse ele. "Foi apenas uma desculpa para te tocar, você sabe disso." "Claro que foi." Carl já estava na suíte, já nu para ir para a cama, seu pau já a meio mastro quando entramos no quarto. Ele nos deu um sorriso enquanto escovava os dentes, e borboletas vibraram na minha barriga. Juntei-me a ele no banheiro, assim como Rick, escovando feliz em silêncio enquanto a tensão aumentava entre nós. Eu deixei minhas roupas de lado, e levantei minha perna com cuidado, examinando a cicatriz que ia desaparecendo como eu fazia todas as noites. Mas Rick e Carl não estavam olhando para isso, eles estavam olhando para mim, com os olhos me percorrendo. "Como está se sentindo?" Perguntou Carl, sendo bem direto. Eu sorri. "Eu estou bem. Estou muito bem. Igual as últimas vinte vezes que você perguntou." "Apenas querendo ter certeza", disse ele. Lavando o rosto e secando com a toalha, e eu estava esperando, minhas mãos na sua cintura quando ele se virou. "Os dois", eu disse. Olhei para Rick, para seu sorriso fácil. "Eu quero vocês dois, de uma só vez. Como costumávamos fazer." "Como costumávamos?" Disse Rick. "Eu pensei que estivéssemos fazendo muito disso." Eu balancei a cabeça. "Não, um de cada vez, não alternando, ambos ao mesmo tempo." "Você tem certeza que você quer isso?" Perguntou Carl. "Tenho certeza." Os peguei pelas mãos e os levei até o quarto onde eu peguei meu telefone. Liguei meu aplicativo, minhas palmas estavam pegajosas, coração acelerado.

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Eu mostrei meu calendário, e levou um momento para que eles reagissem, Carl olhou para mim, e depois para Rick, estendeu a mão para o telefone e olhou para as minhas pequenas anotações. "Quer dizer que você..." "Um bebê", eu disse. "Eu quero um bebê." Pensei que ele fosse desmaiar, pensei que suas pernas tivesse fraquejado. Um belo momento de choque como a realização de um sonho. Carl sentou-se na cama, me puxou para o lado dele, e eu sabia o que estava por vir. "Você não tem que fazer isso, Katie, como dissemos. Esta não é uma condição, nós estamos além de tudo isso. Eu estou além de tudo isso. " Eu balancei minha cabeça. "Isso não é apenas sobre você", eu disse. "É sobre mim, também. É o que eu quero. " Ele ergueu as sobrancelhas. "Você quer?" Eu balancei a cabeça. "Eu tenho pensado sobre isso, muitas e muitas vezes, isso não é um capricho... Eu tenho certeza, eu quis estar realmente certa, definitivamente certa, antes de dizer qualquer coisa..." "Você quer ter um bebê, de verdade?" Perguntou Rick, e ele estava sorrindo. "Nós estamos realmente fazendo isso?" "Realmente," eu disse. " Sério, seríssimo. Realmente, de verdade, com certeza absoluta. " " Eu não sei o que dizer... ", disse Carl. "Então não fale." Eu o beijei. "Não diga nada." Eu sorri. "Apenas me dê um bebê." Eu me puxei para cima dele com cuidado, tomando cuidado para não sacudir minha perna, e os dois só me olharam por algum tempo, o tempo suficiente para me fazer corar e rir. "Vamos," eu ri. "Eu só estou fértil por uns três dias no máximo, e eu nunca vou engravidar se vocês dois apenas olharem para mim." Carl olhou para Rick e Rick deu de ombros. Ele encostou do meu lado, e já estava duro. Seu lindo pênis

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perfurado duro contra o meu quadril, sua boca quente contra meu pescoço enquanto ele deslizou seus dedos entre as minhas coxas. "Ela não está brincando", disse ele a Carl. "Acredite em mim, ela quer. Bucetas não mentem, e esta aqui está absolutamente, lindamente, fodidamente encharcada." Ele afastou os lábios da minha buceta, deslizando dois dedos dentro dela, e eu gemia de desejo, olhando diretamente para Carl enquanto Rick enfiou mais seus dedos e encontrou o ponto perfeito. "Por favor", eu disse. "Vamos lá, Carl." Movendo-se lentamente, até que seus olhos estavam fixos nos meus. "Não precisa perguntar novamente", disse ele. Ele se moveu para o meu outro lado, pressionando-se tão cuidadosamente contra mim, tão ternamente contra a minha perna, mas eu estava bem, eu encostei meu joelho sobre ele, o puxando para mais perto. Eu peguei um pau em cada mão, os trabalhando lentamente, amando a maneira como se sentiam, amando o jeito que eles se moviam ao meu redor, a maneira como eles se empurravam no meu aperto. Eu estava sorrindo quando eles me beijaram, um beijo de cada, beijos molhados, até nossas bocas se misturaram, nós três juntos, bocas quentes e respiração ofegante enquanto os dedos de Carl se juntaram aos de Rick na minha buceta. Isso me fez gemer, me fez trabalhar esses paus mais duro, mais rápido, fez a cama ranger debaixo de nós enquanto queríamos mais. Carl puxou seus dedos de mim, e eles estavam molhados. Ele apertou meu seio, apertando meu mamilo, em seguida, baixou a cabeça e me sugou. "Foda-se, sim," disse Rick, e puxou o cabelo de Carl em sua mão e sussurrou, falando coisas sujas. "Chupe e imagine quão grandes eles vão ficar quando estiverem cheios, não vai ser uma fodida coisa? Isso vai ser uma porra fodida coisa, Carl. "Ele desceu da cama, até que sua respiração estava contra minha buceta. "Vou te encher", ele assobiou e sua voz era tão suja. "Vou colocar um bebê em sua barriga, Katie. Vou assistir você ficar inchada e grande, e você vai ficar tão linda, você vai ser tão fodidamente linda. Tudo o que sempre quis. "

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Eu não conseguia encontrar palavras, apenas a respirava, meu fôlego entrecortado. Carl lambeu meu mamilo, e foi subindo até alcançar minha boca. "Você é tão bonita", disse ele. Ele estendeu a mão para Rick, prendendo seu pescoço enquanto ele chupava minha buceta. "Vocês dois. Você é tão linda." Eu passei meus braços em volta do seu pescoço e o beijei, eu o queria, queria os dois. Queria que eles me levassem e me enchessem de porra até me dar um bebê. O bebê deles. "Por favor", eu disse. "Me façam ir." Eu gemi quando Rick deslizou outro dedo para dentro, depois outro, depois outro. "Relaxe", disse ele, e Carl lhe entregou o lubrificante. Um esguicho frio, e, em seguida, aqueles ruídos molhados. Senti ele me esticar e eu gemi de novo, me deixando mais aberta. A mão de Carl estava no meu estômago. "Eu mal posso esperar para vêlo crescer", disse ele. "Vai ser a coisa mais linda." E eu não podia esperar tanto. Minha barriga se retorcia e vibrava, hormônios explodiam em mim. "Dê-me um bebê", eu disse. Carl assentiu. Ele apertou meus dedos ao redor de seu pênis, e ele era tão grande, tão grande da porra. Eu continuei segurando seu pau enquanto Rick pressionou sua língua no meu clitóris enquanto minha buceta esmagava em torno de sua mão. Eu me senti tão cheia, tão molhada, e parecia incrível. Parecia perfeito. A pressão foi se construído, minha respiração ficou irregular. Eu gemia contra a boca de Carl enquanto ele me beijava, puxava meus mamilos. Eu vim com meus dedos em torno do pau de Carl, empurrando-o enquanto eu me contorcia, soltando pequenos gritos enquanto Rick me deixava esticada. Eles não perderam tempo. Havia um fervor neles, uma fome em seus olhos.

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Rick estava deitado de costas, e me colocou entre eles, cuidadosamente, me ajudando a montar seu pau. Estremeci quando ele deslizou dentro de mim, sorrindo enquanto ele passou os braços em volta da minha cintura e segurou meu peso, minha cabeça encostando nos seus ombros, seu peito me tocando. Ele enfiou seu pau em mim, girando seus quadris, empurrando fundo, tão fundo. E havia Carl, meu lindo Carl, seu pau grande e grosso na sua mão enquanto se posicionava entre as minhas pernas. Ele deslizou seus dedos em mim primeiro, junto ao pau de Rick, e me senti tão bem. Rick sentiu, também. "Isso é bom", ele resmungou. "Isso é tão porra bom, Carl." "Não tão bom como isso", disse Carl, e segurou minhas pernas para cima, com cuidado para mantê-las estáveis. Eu senti a cabeça dele contra minha buceta e eu prendi a respiração, esperando sentir o estiramento, e quando ele veio, eu gemi, meu corpo rígido até se ajustou a sensação. Ele afundou tão lentamente, todo o caminho,eu tinha esquecido quão bom parecia, quão cheia me fazia sentir, esquecido como era doce a sensação de estar presa entre dois homens lindos, meus dois homens lindos. "Juntos", eu sussurrei. "Vamos juntos." Carl assentiu. "Não se preocupe com isso." Ele moveu seus quadris e arremeteu, e eu gritei. "Sim!" Eu assobiei. "Assim! Foda-me! " "Foda-se," Rick gemeu. "Oh porra." Ele gemeu embaixo de mim, sua respiração no meu ouvido. "Vou encher sua boceta doce com porra, todo cheia de porra, não se preocupe." Carl empurrou contra ele, e eu podia ouvir as suas bolas batendo, sentir o tapa na minha carne. "Sim! Assim! " Eu chorei. "Eu quero tudo!" Deus, como eles me foderam. Eles me esticaram, me encheram e foderam profundamente, grunhindo, empurrando e me segurando firme. E eu sabia o que eles estavam pensando, sabia o que estávamos todos pensando, três pessoas focadas em fazer um lindo bebê. O pensamento selvagem.

me

deixou

inebriada,

quase

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E eles estavam selvagens, também, todo instinto. Uma vontade primal de derramar sua semente, seus paus empurrando e se contorcendo até que eles estavam no limite. Carl caiu em cima de mim quando ele explodiu, me arrastando para trás enquanto abria mais ainda minha buceta derramando sua porra. Rick ficou rígido debaixo de mim, seus músculos tensos enquanto descarregava, também. "Não se movam", eu disse asperamente. "Não puxem para fora, eu preciso de tudo isso." Eles se mantiveram firmes, todo o caminho dentro de mim enquanto eles gozavam. Eu os sentia se contraindo, sabendo que eu estava cheia deles, cheia da porra deles enquanto eles me davam o que eu queria, o que todos nós queríamos. Eles saíram com cuidado, Rick deslizando tão gentilmente, enquanto Carl agarrou algumas almofadas, as apoiando sob a minha bunda. "Fique quieta", disse ele. "Dê todas as chances a eles." Eu mal podia respirar, rezando para que tivéssemos feito um bebê. Eles me foderam lentamente, durante toda a noite. Me enchendo, as palavras não ditas. Carl primeiro, enquanto Rick dormia, quando ele quase gozava, ele enfiou a mão no lado da cama de Rick e pegou seu pênis. Rick gemeu e se mexeu em seu sono, os olhos vibrando abertos enquanto ele começava a empurrar na mão de Carl. Ele não precisou falar nada, tomando o lugar de Carl assim que Carl puxou para fora, e Rick me levou de lado, gritando quando Carl empurrou seus dedos em sua bunda. Eu estava perdida, delirando nas sensações, recebendo tudo o que tinham para me dar, tudo o que poderiam me dar, minha buceta apertando seus músculos em espiral em direção a outro clímax Eu não conseguia parar de sorrir quando Rick veio, não conseguia segurar minha euforia quando minha buceta tomou uma nova carga de porra.

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Nós ficamos tão próximos quanto nossas respirações permitiram, e eles estavam sorrindo também, eu pude sentir. "Eu queria saber", disse Rick, seus dedos sobre minha barriga. "Eu me pergunto se isso já está acontecendo." "O tempo dirá", disse Carl. "Só podemos esperar." "Vamos esperar," eu ri. "Nós temos mais uma chance daqui algumas horas. Podemos tentar de novo pela manhã. " Não havia qualquer argumento contra isso. Levei quatro meses para engravidar. Quatro meses de tentativas. De tomar as vitaminas, verificar as datas, e esperar com a respiração suspensa. Ah, e quatro meses felizes de levar pau. Lotes de pau. Eu não contei nada, e não disse nada. Eles não precisavam perguntar, o nosso calendário na parede tornava perfeitamente claro para todo mundo ver, sem guardar segredo. Um dia de atraso, dois dias de atraso, três dias de atraso. Peguei o teste de gravidez, e o coloquei na bancada da cozinha depois do jantar. "É agora", eu disse. Você poderia cortar a tensão com uma faca. "Foda-se", disse Rick. Ele ergueu as mãos. "Eu estou tremendo, eu estou tremendo pra caralho." Carl pegou seus dedos e os beijou. "O que será, será", disse ele. "Continuamos tentando se não aconteceu, não é grande coisa." Ele olhou para mim. "Não é grande coisa, Katie, se não... se você não..." Eu balancei a cabeça. "Eu sei." Eu coloquei a mão na barriga, esperando, apenas esperando que meus instintos estivessem certos. O vômito, o cansaço, as sensações estranhas. "Vamos fazer isso", eu disse, e partiu para o banheiro. Carl ficou imóvel enquanto eu urinava na varinha, mas Rick estava andando inquieto, cheio de tiques.

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Tomei uma respiração profunda, e os meus dedos tremiam enquanto eu segurava o teste, esperando o resultado. Meu Deus, a tensão era palpável. Eu tive que rir apenas para quebrar a atmosfera. "Merda", eu disse. "Eu mal posso suportar isso. Meu coração está acelerado!" "O meu, também", disse Carl. "E o meu", acrescentou Rick. Fechei os olhos, eu não podia olhar, não podia olhar quando chegou a hora. Eu tive que me forçar, o coração batendo enquanto eu olhava o resultado. Um suspiro, uma respiração afiada, e uma sensação estranha, o choque. "O que foi?", Disse Carl. "E então? Você está? Nós estamos?" "Nós estamos, não estamos?", Perguntou Rick. "Oh meu Deus, nós estamos." Eu balancei a cabeça, e eu não conseguia parar de sorrir, não conseguia parar as lágrimas transbordando dos meus olhos. Virei o resultado do teste para eles, duas linhas azuis sólidas. "Parabéns, rapazes", disse eu. "Vocês vão ser papais".

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Epilogo Acenei para Jack quando passamos por ele na entrada, mas Rick e Carl nem o notaram, eles estavam ocupados demais olhando para além do pátio. Feliz aniversário, ele abriu a boca, e eu dei-lhe um polegar para cima. "Foda-se", disse Rick. "Isso está realmente acontecendo." "Faltam alguns dias na verdade," eu disse, e eu estava orgulhosa e animada. Eu não conseguia tirar o sorriso do meu rosto. Nós estacionamos no novo e brilhante estacionamento e deixei escapar um gemido quando fui sair, acenando embora eles fizessem um escândalo sempre que eu tentasse me mover. Afinal eu estava grávida, não inválida, e eu tinha passado por coisas piores, muito piores. A temporada em uma cadeira de rodas tinha feito à gravidez parecer moleza em comparação, mesmo que eu estivesse gingando como um grande pinguim gordo. O novo estábulo estava quase terminado, uma estrutura reluzente de tijolos e aço frente às antigas baias. "Eles são maiores do que eu pensava", eu disse. "Muito maiores do que os que planejamos." "Só o melhor para o nosso menino peludo", disse Carl. "Ele vai adorar isso." Ele olhou para dentro, assim como Rick, e eu soube que seria perfeito, que tudo aqui seria perfeito. Eu tinha sonhado com isso por muito tempo. "Falando sobre o nosso menino peludo." Rick sorriu, e chacoalhou algumas balas. Eu saí do caminho, lentamente, e não apenas porque a minha barriga inchada me tirava à respiração, mas porque havia muito mais para ver. Uma escola remodelada, com madeira nova e um cercado com cercas sólidas e decentes. Um novo paddock de

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salto, com obstáculos realmente sinuosos e cercas - não que eu fosse usá-las, não pelos próximos meses, pelo menos. Atualmente Samson não consegue vir correndo quando chegamos ao seu portão. Sua claudicação era menos pronunciada do que costumava ser, mas ele ainda mancava. Isso não parecia incomodá-lo tanto assim, não com um par de novos amigos no pasto para manter o seu interesse. Ele levou o seu tempo para se juntar a nós, deixando escapar um suspiro quando enfiou o seu focinho nos seus deleites de hortelã, os pôneis vieram trotando, querendo participar. "Eu vou sentir sua falta", eu disse a ele, coçando suas orelhas. Eu apontei para a minha barriga, como se ele pudesse entender. " Eu estarei de volta em breve, assim que eu puder. Você vai ter que comportar-se com a tia Verity enquanto isso. " Carl e Rick simularam um gemido. "Tia Verity!" Rick riu. " Caramba, Sammy, ela te colocará para fazer todo aquele trabalho nos pés novamente. Que chatice, né? " Descobri que tia Verity era tão tenaz em todos os aspectos da vida como ela tinha sido no escritório. Ela ainda era inflexível sobre Samson se recuperar o suficiente para saltar novamente. Eu esperava que ela estivesse certa. Um dos pôneis beliscou a perna de Carl através das barras, apenas brincando, mas foi o suficiente para fazê-lo gemer. "Perversos, esses pequenos bastardos", disse ele. "Eles me odeiam." Eu ri. "Eles não te odeiam." "Eu não sei como essas crianças não estão com medo deles, eu realmente não sei." Mas as crianças locais não estavam com medo deles. Nem mesmo perto disso. As crianças da aldeia os amavam, assim como eu sempre esperei. E eu esperava que a nossa menina amasse, também. Assim que ela tivesse idade suficiente para montá-los. Afinal, eu os tinha escolhido para ela, apenas no caso dela compartilhar meu amor insaciável por todos os cavalos.

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"É melhor irmos andando", disse Carl. "Nós reservamos para uma e meia, nós chegaremos em cima da hora." "Eles podem se divertir, se chegarmos atrasados." Eu soltei uma risada. "Contanto que Olivia não o fuzile até a morte com seus olhos do mal." "Tenho certeza que eles vão chegar a uma trégua um dia", disse Carl. "É o aniversário da nossa menina." Rick beijou meu rosto. "Nós estamos de acordo com o seu horário." "Sim", eu disse. "Com toda a razão. E eu estou esperando receber mimos de aniversário. " Eu sorri. "Quando chegarmos em casa hoje à noite, eu espero encontrar um criado que vá me alimentar na boca com chocolates e um banho com pétalas de rosa." Mas o destino parecia ter outros planos. Eu só tinha dado um passo do outro lado da escola, três no máximo, quando senti o jorro de líquido pelas minhas pernas. "Oh merda," eu disse. "Oh Deus, oh meu Deus." Olhei para Carl e Rick e eles estavam olhando para mim, os olhos arregalados. "Está acontecendo, está realmente acontecendo." Eles sorriram, eles realmente sorriram, e eu fiz também. Meu coração batia forte, e eu não pude conter as risadas, rindo para mim mesmo enquanto Rick e Carl tremiam com o telefone e as chaves do carro. Eles cancelaram o almoço antes mesmo que eu conseguisse voltar ao carro, mudaram nosso destino no GPS, como se precisássemos. Como se não soubéssemos exatamente para onde estávamos indo. Tínhamos dirigido para lá uma centena de vezes, só para ter certeza, só para praticar. Pus a mão no pulso de Carl antes que ele girasse a chave na ignição, dei um último suspiro antes de nossa última viagem como uma família de três. "É isso," eu disse. "É realmente isso, eu espero que vocês estejam prontos." "Estamos prontos", disse Carl. "Estamos prontos desde o momento em que nos conhecemos."

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"E quando nós não estamos sempre prontos?" Acrescentou Rick. "Nós não poderíamos estar mais preparados." E assim eu estava pronta também. Prontos para conhecer a nossa menina.

Fim

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