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Tradução: Anna C. Leitura inicial: Anna C. Formatação: Nanna Sá Leitura Final: Nanna Sá


Friend-Zoned Belle Aurora


Sinopse Max Leokov viu as pessoas a sua volta encontrar o amor. Em certo momento de sua vida, não só queria isso, como queria viver para ele. Uma vez amou. Amou com todo o seu coração. E com seu coração quebrado, teve que cuidar da sua filha pequena. Ele merece uma segunda oportunidade.

Helena Kovac passou anos estudando. Quebrou a cabeça para obter seu título. Não tem tempo para o amor. Demônios, não tem tempo para perder tempo. Os livros e o trabalho são sua vida. Todo o resto está em segundo lugar. Quando Max e Helena se unem para ajudar a sua filha, Ceecee, são surpreendidos pelas faíscas que surge entre eles. Um cínico. Uma viciada em trabalho.


Prólogo Helena Choro abertamente. Um gemido agudo que sai de minha boca é tão alto que parece escutar o uivo de um cão em algum lugar distante. Alterno entre gemer, guincho e respiro de vez enquanto. As lágrimas ensopam minhas bochechas. O ranho quase cai em minha boca. Sou um completo desastre. Então o oficial sorri feliz e pronuncia: — Eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva. Minha irmã, Natalie, joga o buquê dela. Impassível, Mimi agarra as flores em pleno voo antes de jogar uma aceno para a multidão. Nat se coloca nas pontas dos pés e beija seu marido, Asher, com um sorriso. Ele coloca suavemente uma mão ao redor da parte posterior de seu pescoço e a segura mais perto, aprofundando o beijo e se negando a deixar que o termine. Sorriem lábios contra lábios. É lindo. Então eu começo a uivar. Olho o homem de meia idade sentado ao meu lado. Ele olha com uma mescla de preocupação e medo. Trato de falar através de minha trabalhosa respiração e soluços e digo: —É simplesmente lindo. — suspiro. —Tão lindo.


Eu soluço de novo, dessa vez mais forte. Eu me afundo na cadeira de uma maneira totalmente imprópria para uma dama, deixo escapar um longo choro de lamento. Ouço alguém dizer irritado: — Por favor, alguém pode tirá-la daqui? O rímel molhado faz que meus cílios grudem. Quando me dou conta de que a pessoa irritada é minha irmã, levanto meu rosto até o céu e choro com mais força. Nat me olha e rosna o suficiente forte para que eu escute. — Sério, deixa de estupidez e pare de chorar. Você está chamando a atenção de todo o mundo, puta de merda! Eu debilmente estendo uma mão para ela, com meu corpo tremendo por soluços silenciosos e trato de falar. —Tee amooo. Está maravilhosa. Tão maravilhosa. — Eu sento e choro. —Hoje estou feliz. Tão feliz. Minha irmã. Ela fala meu idioma. Então quando vejo que seus olhos se enchem de lágrimas e que seus lábios estremecem, sei que não falta muito antes que isso se converta em dueto. Ela me olha e sussurra: —Awww. Uma primeira lágrima cai, e antes de me dar conta, estamos abraçadas e chorando abertamente, gemendo e soando algo como um par de chimpanzés.


No caso de você não saber, eu sou boa com casamentos. Ele chega até mim. Eles sempre chegam até mim. É a mesma coisa toda a vez. Meu dou um sermão, como se isso de alguma maneira fosse conter as lágrimas, e no geral, antes que inclusive o bolo está cortado, minha maquiagem está por toda minha cara e meus olhos estão fechados de tão inchados. Mas hoje é pior. Hoje é o dia especial da minha irmã. Bom, o segundo dia especial de minha irmã. Ela e Asher fugiram. Eles se casaram em Las Vegas, Elvis os casou. Eles disseram que era o memento e que se sentiam bem, mas quando voltaram para casa se sentiam mal, parecia que faltava algo. E o que faltava era a família. Organizaram outra pequena celebração que tinha como padrinho, Nik e uma dama de honra, Tina. Eu conheço Tina Tomic toda a minha vida. Ela cresceu conosco. Seus pais e os meus era melhores amigos, o que significa, claro, que todas desenvolveram um vínculo especial. Não o suficiente perto como para ser irmã, mas muito perto para chamar só de amizade. Nós éramos irmãs de alma. Quando Tina perdeu sua mãe e a sua filha, ela foi para Califórnia e se mudou para Nova York. Abriu uma boutique muito estilosa chamada Safiras, e Nat a seguiu em pouco tempo. Nik e Tina se conheceram, desenvolveram uma amizade e se apaixonaram. Um tipo


especial de amor. Um para sempre. Do tipo de amor que os poetas escrevem. Nik possui um clube em frente ao Safiras, The White Rabbit. E com Nik vem sua turma: seu irmão mais novo, Max, seu melhor amigo, Asher o Ghost, como os caras o chamam, e seu primo, Trick. Tina tem sua própria turma, suas empregas, Mimi e Lola e minha irmã, Nat. Decidiram juntar os dois grupos para formar um. E fizeram. Eles formaram uma família. Nem todas as famílias são de sangue. Algumas são por amor e risos. Agora, Nat e Asher nem sempre gostaram um do outro. De fato, se desapreciavam mutuamente. Lutaram contra a sua atração mútua durante muito tempo... até que foi inevitável. Quando finalmente se juntaram, foi como um choque explosivo. Literalmente. Não foi bonito. Não da típica forma romântica, isso é certo. Lutaram até que não puderam mais. Conhece o ditado, “Há uma fina linha entre o amor e ódio?” Bom, eles cortaram a linha e as emoções se fundiram. Eles se deram conta que o amor que sentiam um pelo outro, era muito forte para ignorá-lo. E aqui estão, felizmente casados. Sorriu tremendo. Não posso acreditar. Minha irmã está casada.


Alguém tira o meu braço da morte de Kung-Fu de Nat e empurra meu quadril para longe. Eu dou uma olhada através de um de meus olhos inchados para encontra a minha irmã mais velha, Nina, me fazendo calar e esfregando minhas costas com doçura. Ela trata de não fazer contato visual comigo, sabendo que só pioraria as coisas, mas em um momento de confusão, seus olhos se fixam nos meus. Ambas nos olhamos. Seus olhos se arregalam. O mesmo ocorre com os meus. Seus olhos se enchem e ela lança olhares de lado para o outro, cheia de pânico, buscando uma saída rápida. Mas é muito tarde. Meus lábios se estremecem, levanto meu rosto e deixo escapar um gemido tão forte que soa como se houvesse saído de um animal, talvez, um alce, e a etiqueta me diz que os ruídos alarmantes não tem lugar em um casamento. Mas eu não posso parar! Os passos de Nina se aceleram, em seguida, acelero os meus. Ela me puxa e logo estamos fora. —Jesus Cristo, menina. Para uma puta vez. — disse com exasperação. —Sério, às vezes não sei como é possível sermos


parentes. É um casamento e não um funeral! Não mais lágrimas. Capisce1? Minha respiração entrecorta tanto que minha cabeça se sacode com cada respiração pesada. —Eu — soluço —... não posso — soluço —... me — soluço —... parar. Ela pega um lenço de papel e limpa meu rosto com suavidade —Deus, você está um lixo. Vamos. Tenho que refazer sua maquiagem. Você parece como se tivesse sido picada por uma abelha. E uma abelha levará para uma vala. Afastamo-nos da música e os sons do casamento, Nina me leva ao banheiro, junto com o seu kit de maquiagem. Sento-me na borda do vaso, enquanto ela se senta na tampa fechada do bidê e me ataca com um pincel de pó. Me faz cosquinhas no nariz e quero espirrar e rir tudo de uma vez, mas não me atrevo a interromper Nina enquanto faz suas coisas. Eu tomo um momento para estabilizar minha respiração e acalmar minhas erradas emoções. Sendo cabelereira, Nina se encarregou do cabelo e da maquiagem de hoje. Ela fez realmente um trabalho incrível. Nat está positivamente impressionante. Nina foi cuidadosa com ela, ela levou seu tempo, e seu tempo deu seus frutos. Nat parece um anjo.

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Entende? Em italiano.


Quando chegamos à semana passada, Nat nos surpreendeu a todos ao fazer um anúncio. Sacudindo seu cabelo vermelho de bombeiro, disse: —Eu terminei com está cor. —Sorrindo para Nina, perguntou— Você tem vontade de me faz de morena? Havia passado anos desde que havia visto Nat com sua cor natural marrom chocolate, e honestamente, não estava certa de como reagiria Ash. Não é como se ele fosse notar. Ao estilo típico de Nat, ela encurralou. Nina acaba de pentear seu cabelo recém-tingido, quando Ash chegou em casa. Nat estava de pé ainda com a capa colocada quando se aproximou dele. Uma vez que ela se colocou cara a cara com ele, ele colocou as mãos nos quadris, abriu muito os olhos, sacudiu a cabeça lentamente e pergunto expectante. — Está bem? Mas o alto e loiro corpulento não se moveu. Ele só olhou a sua esposa, com seus quentes olhos marrons seguindo o comprimento de seu cabelo, agora marrom. Dei-me conta do momento exato em que Nat entrou em pânico. Eu soube por que ele começou a divagar. —É que eu não estou ficando mais jovem e eu queria que me visse. Você sabe, a mim. Sem me esconder por trás dos brilhantes cabelos e dos peitos de Nat. Mas eu posso mudá-lo se...


Suas palavras foram interrompidas quando ele a puxou entre seus braços. Com as pernas estendidas, Ash abraçou Nat fortemente contra ele, balançando a levemente. Não sei o que ele disse, porque falou em sussurros, mas quando seus lábios se encontraram com a sua orelha e começaram a se mover, vi sua expressão. Seus olhos fecharam lentamente e sua boca se entreabriu de alívio antes que a sorrisse suavemente. Asher não é um homem de muitas palavras, mas está melhorando. O que acontece com os homens que não falam muito é que fazem com que as poucas palavras que dizem valerem a pena. Pobre rapaz, nunca teve uma chance. Você não pode exatamente ficar quieto em nossa família. Se quiser ser escutado, é necessário gritar sobre as outras quatro pessoas falando. Nina aplica mais pó. —Assim, você tem visto alguém, menina? Com os olhos fechados, respondo em voz baixa. —Não — gesticulo debilmente ao meu corpo. — Quem poderia manejar tudo isso? Ela bufa uma risada pelo nariz. Permanece em silêncio um momento, mas posso sentir. Quer dizer algo. E antes de me dar conta, ela faz. Nina não é o tipo de se conter. Ela gosta de dizer o que está em


sua mente, mas não fala de si mesma. Sua vida privada sempre tem sido igualmente privada. Seu tom é suava, mas grave. —Preste atenção; não espere muito tempo. — Meus olhos se abrem pela nota melancólica em sua voz. Sorri com tristeza. — Não quero que te arrependa por adiá-lo. Eu entendo o que está dizendo, mas isso não muda como são as coisas. —É um pouco difícil ter encontros neste momento, sabe? Acabo de terminar meus estudos, e estou a ponto de conseguir um posto em Deus sabe aonde. Eu acho que tenho que me concentrar em minha carreira. A ideia de ter um namorado neste momento— eu estremeço—, é cansativa. Seus dedos firmes agarram meu queixo. Seus resplandecentes olhos se encontram com os meus. —Desculpas. —O que? Nina afrouxa seu controle sobre mim e aplica um pouco de blush. —Está colocando desculpas. —Sua voz é gentil mais uma vez. — O que acontece se encontrar a pessoa adequada e você dá as costas, decidir por sua suposta carreira? Logo, quando chegar o momento de sentar a cabeça, você se dará conta que essa pessoa não te esperou. E não deveria fazê-lo, porque foi egoísta. Você se ressentirá com essa


carreira pela qual fez tudo. Sempre será ele que escapou, e esse tipo de coisa brincam com a tua cabeça. Pego a mão de minha irmã, fazendo uma pausa enquanto dá uma pincelas e eu pergunto amavelmente: —Quem foi o seu? Seu rosto fica em branco. Ela abaixa rapidamente o queixo e limpa a garganta. Olha para cima de novo, tudo o que eu vejo é tristeza. Tanta tristeza, que meu dói o peito. Ela murmura com voz rouca: —Não importa. Ele será o que escapou, e só posso culpar a mim mesma por isso. Nina adiciona cuidadosamente o último item da maquiagem, restando meus inchados olhos de chorar e bochechas quase com perfeição. Eu fico de pé e a puxo. Seus braços se colocam ao meu redor, me abraça forte e, pela primeira vez em muito tempo, eu acho que Nina precisa deste abraço mais que eu. —Obrigada, baby. Te amo. Ela responde com um abraço. —Eu também te amo. Agora, vai falar com alguns homens. Há alguns Johnny de verdade ai fora. —Quando minhas irmãs e eu falamos de homens, dos quais são ardentes, todos são mais parecidos com Johnny. De fato, eu ainda tenho um poste de Johnny Depp em minha casa. Ele mantém o nível alto. Te amo, Johnny. Nunca serão como você!


Deixando isso de lado, sorriu. — Você está me dizendo que devo flertar ou algo assim? Nina sorri de volta. —Não há nada de mal em um pouco de flerte aqui ou ali. Eu rio e balanço minha cabeça, mas ela tem razão. Mentalmente eu vir os meus olhos para mim mesma. Aqui estou, chorando e fazendo manha, quando poderia estar falando com um Johnny. E Deus sabe. Não tenho um em muito tempo. Onde estão as minhas prioridades? Deixo Nina guardando as suas coisas e volto para o pátio. Logo que me bate o ar fresco, fecho os olhos e respiro. Quando abro os olhos, sorrio. O pátio está impressionante. Nat não havia querido nada muito complicado, indo pelo enfoque de “menos é mais”. Sempre um triunfo, se me perguntar. Tudo o que ela havia querido eram folhas em branco e damasco se alinhando pela borda interna do estaleiro. O único extra que ela havia pedido era que a cor combinasse com as lanternas chinesas que acenderiam ao anoitecer. Os petiscos foram uma melhor escolha nesse clima quente, sem mesas, as pessoas estão de pé conversando e rindo, enquanto os garçons contratos trazem as bandejas de comida ao redor. Meus olhos olham tudo ao meu redor. Olho a esquerda para ver uma grávida Tina segurando a mão do seu marido, Nik. Um garçom


passa por eles, e os olhos de Tina seguem a bandeja de comida. Nik, sendo Nik, segue seu olhar até o garçom recuando antes de soltar a mão e se afastar. Nem dez segundos mais tarde, Nik volta com a bandeja inteira de antepastos, sorrindo até ela. Tina olha da bandeja até Nik. Ela dá um pequeno pedaço da bandeja que ele segura para ela seu rosto se suaviza e com um gentil sorriso, vejo a sua boca formar as palavras “Te amo”. Nik não responder, mas envolve seu braço livre ao redor dela e se inclina para baixo para beijar sua testa. Enquanto seus lábios a tocam, seus olhos se fecham e ele se permite beijá-la por um momento. Dói-me o coração e essa invejosa puta eleva sua cabeça por um segundo. Quero um amor como esse. Algum dia, eu espero tê-lo. Nat e Ash param ao lado de Nik e Tina. Uma sorridente Nat passa a Tina uma pequena garrafa de suco de maçã antes dela se agachar na frente do ventre de Tina. Sinto uma pontada no peito. Nat estende suas mãos no proeminente melão que é a barriga de Tina enquanto ela fala. Ash aperta o ombro de Tina. Com um sorriso de compreensão, Tina sorri antes de levantar a mão para descansar sobre a sua. Precisa ser verdadeiros amigos para fazer o que estão fazendo Tina e Nik para Nat e Ash. Veja, Tina está grávida, mas os bebês não são seus. São os bebês de Nat e Ash. Tina está atuando com uma barriga de aluguel para eles,


porque Nat não pode levar os bebês, e isso é justo o tipo de pessoa que ela é. Ver as pessoas infelizes faz ela infeliz. Ela faria qualquer coisa pelas pessoas que ela se importa. Recentemente descobrimos dois bebês, mais não sabemos os sexos. Sinceramente, para Nat não importa que sejam dois bebês, enquanto eles são saudáveis. De mãos dadas, Lola e Trick caminham até o rupo seguindo de perto por um sério Johnny. Um Johnny de qual nunca pude tirar meus olhos mais de um minuto, porque ele é tão Johnny que meu pôster de Johnny chora pelas noites, atingindo pelo ciúme. Max Leokov se desliza por trás de Nat, sorrindo com um travesso e perigoso sorriso. Sem aviso prévio, ele a levanta de sua posição de joelhos por suas axilas e ele vira para encará-la com Ash. Não posso evitar me rir diante da imagem e da cara de Asher. Sua mandíbula cerrada, algum grau de amizade rapidamente substituída em raiva. Mas Max não se importa. Envolve seus braços ao redor da metade de Nat em um íntimo abraço, agacha seu rosto até seu pescoço e começa a salpicá-la de beijos. Ash caminha para frente, franzindo o cenho, e com a mandíbula apertada, mas Max simplesmente retorna com Nat em seu agarre. Não posso ouvir o que ele está dizendo de onde estou, mas pelo astuto sorriso na cara de Max enquanto fala e pela maneira em que os demais caem na gargalhada, posso dizer que é um sermão e claramente tem um desejo de morte. Claramente.


Eu vi o que Ash pode fazer quando você o pressiona. Não é bonito Ash pula para frente, e como um covarde, Max libera Nat, mas rapidamente se move para frente de Tina, braços abertos com expectativa. Tina, sendo tonta que é, se move até o seu abraço, rindo enquanto golpeia úmidos beijos em sua bochecha. Uma fração de segundo antes que Nik lhe dá um soco, Max se esquiva, e se afasta e toma a mão de Lola. Ele atraí ela até ele rodando seus olhos, ela sorri, permitindo que ele a mantenha perto, quase demais, e dançam um passo lento em meio de seu círculo de amigos. Trick não está gostando disso, ele a afasta ela longe dele e a coloca em seu lado. Ela suspira e felizmente envolve um braço ao redor dele. Max abre os braços a seus amigos e move a cabeça lentamente. Eu o vejo dizer, “Não são divertidos”. Enquanto caminha até a borda e encontra Mimi. Envolve seus braços ao redor dela por trás. Ela paralisa um momento, se vira, então relaxa contra ele. Ele sussurra em seu ouvido, e ela ri em voz alta e o manda a voar para longe. Segurando uma mão em seu coração, coloca uma expressão ferida. E por um momento, estou com ciúmes. São realmente uma família. Uma parte de mim deseja ser parte dela. Me sinto como um bicho raro olhando o grupo popular da escola. Então, busco um Johnny que eu goste, há mais que uns quatros caras bons na multidão, mas


meus olhos seguem se movendo até o homem alto, moreno e lindo com douradas olhos e uma covinha mágica. Max. Eu perdi a conta da quantidade de mulheres com as quais ele foi visto flertando, e―admitindo―é quase tão Johnny como o próprio Johnny. Eu me atrevo em dizer, é mais Johnny que Johnny? Sacrilégio! Se alguma vez houver um homem que eu queria por uma noite, seria ele. Ele serve em todas as casinhas verificadas. Precioso. Curioso. Inteligente. Doce. E de maneira que ele está lançando a si mesmo ao redor, é confiante. Eu passo os seguintes dez minutos olhando para Max flertar com cada mulher ao alcance dos seus braços, incluindo a minha mãe, antes que eu me levante para falar com ele. Na realidade eu não gosto dos homens que flertam, mas eu gosto que seja um flerte com igualdade de oportunidade. Nenhuma mulher está a salvo dele. Velha, jovem, gorda ou magra, está por todos os lados, e vejo que ele se moveu até Nina, que não está afetada. Enquanto ele toma sua mão e ele a beija outra vez, ela levanta sua mão livre para cobrir sua boca enquanto ela luta com um sorriso. Está é a minha oportunidade. Eu consegui a minha entrada.


Enquanto eu me aproximo, Nina se desfaz de seus distraídos braços, o tolo, se move para falar com Mimi no bar. Sem novas vítimas potenciais próximas, Max tira o seu telefone do bolso e começa a jogar com ele. Você gosta de flertar, Max? Prepare-se para conhecer a sua igual. Com cada passa que tomo até ele, meu estômago vai de um lado para o outro em antecipação. Estou emocionada! Finalmente, eu chego ao seu lado e suavemente limpo a minha garganta. Ele me olha com suas sobrancelhas levantas antes de olhar de volta para seu telefone. —Oi, Helen. Como você está? Meu sorriso treme. Helen? Sério? Bem ... não é um bom começo.·. Continua jogando com seu telefone, suas sobrancelhas se juntam enquanto eu falo. —Um, de fato é Helena. De todos os modos, eu me perguntava se desejava tomar um drink com... Antes que posso falar outra palavra, murmura: —Genial. Foi um prazer voltar a te ver, Helen. —Então se afasta, nunca afastando o seu rosto de seu telefone , me deixando parada no meio do pátio com a boca aberta. Piscando enquanto meu cenho se franze apoderando-se do meu rosto. Trato de dar sentido ao que acaba de passar aqui. Ele flertou em série, o homem que flerta com qualquer uma que tenha pulso, qualquer coisa que se mova, não flertou comigo.


Humm. Se meus cálculos são corretos, me considera indesejável. A vergonha flui através de mim, esquentando minhas bochechas. Minha vergonha se converte rapidamente em um forçado desinteresse. Levanto meu nariz e fico parada. Isso está bem. Não tenho que gostar dele. Às vezes as pessoas não gostam de outras pessoas. Acontece. Tudo está bem. E isso é algo bom, eu acho. Isso é, não mais comparar a Max Leokov. Não mais.


Capítulo 01 Helena —Helena, correio! —grita meu pai da cozinha. Eu me levanto de um salto da minha posição e levanto da cama, Meus pés tratam de se mover mais rápido fisicamente e deslizam sobre as tábuas do chão. Algo sinistro acontece rapidamente. Meus joelhos batem em meu criado mudo tão forte que os porta-retratos e meu copo cheio de água caem, derramando água por todo o meu livro aberto. Arquejo, com os olhos muito abertos, eu agarro, querendo afastar a dor, mas a agonia continua, mais forte que antes, e em um momento de lucidez, penso comigo mesma. Isto é... assim é como tudo acaba. Bem, então talvez sou um pouco dramática, mas demônios, isso dói! Oh, meu Deus. Essa dor nunca acabará? Meu palpitante joelho adormece, e eu sei que se acabou. Provavelmente só será outro criado mudo amputador. Só outra estatística. Eu me arrasto até a porta do meu quarto e me deixo cair contra a porta aberta. Chamo a única pessoa que pode me salvar.


—Ta, me ajuda! Há um momento de silêncio antes que a forte voz com sotaque de meu pai grita de volta. — Não. Eu gostaria de dizer que é um pai terrível e que me quer morta, mas ele é um grande pai. Eu posso ter garantido a minha morte estando contra a minha porta um par de vezes antes. Uma ou duas vezes. Mas está vez, na realidade está ocorrendo. Minha visão começa a escurecer. Vejo a luz. — Ta, me ajuda! Estou enfraquecendo rapidamente! Meu pai suspira longo e duro. —O que acontece dessa vez? Conseguiu se cortar com papel ou arrancou o dedo do pé? Uma expressão de contrariedade cruza meu rosto, e eu utilizo meus cotovelos para elevar meu corpo em uma posição semi sentada. —Em primeiro lugar, velho, eu bati o seu dedo, não arranquei o seu dedo. Você precisa ter aula de inglês. Em segundo lugar, eu bati muito mal dessa vez. Estava pendurado por um fio! Se não houvesse usado a atadura quando eu fiz, nem sequer um cirurgião plástico haveria sido capaz de salvar meu dedinho do pé. A risada do meu pai encheu a cozinha. —Sim, meu inglês não é bom, mas você, meu doce, é uma dor na bunda.


Trato com força de não rir, mas ele é adorável as vezes. —Você é a dor na bunda2, Ta! Deus! Dando a volta, lesões esquecidas, calculo que está é a tricentésima décima segunda vez que eu enganei a morte pelas lesões causadas por minha falta de jeito. Eu uso o termo imperícia vagamente. Às vezes meu corpo simplesmente pensa que sabe o que está fazendo, maldito cérebro. Meu corpo parece vir com uma função piloto automático que outros corpos não têm. Tanto o que eu estou preocupada, é apenas um bônus adicional. De pé e usando a parede para me estabilizar, manco até a cozinha, aonde meu pai nem sequer levanta o olhar do jornal que está lendo para ver se eu estou bem do meu tombo quase fatal. Franzindo o cenho, digo em voz alta demais: —Estou bem, obrigada! Não, estou bem; Eu não preciso de uma bolsa de gelo. Deus, você é um grande pai e tal. Pai do ano ataca novamente. Papai fecha os olhos, suspira, logo olha até o céu, agradecendo a Deus por uma filha tão impressionante, estou certa. Deveria estar agradecido. Sou a merda.

2

O pai diz: “hurt in my butt” que significa dor na bunda literalmente, mas para essa expressão sempre

se diz “pain in the ass”.


Meu mancar desaparece de repente, eu me movo para trás dele e eu o envolvo meus braços ao redor de seu pescoço, descanso meu queixo sobre sua cabeça careca. —Um dia, de fato, vou morrer por um dedo do pé esmagado, e quando isso acontecer, você vai ter que explicar os médicos que fizerem a minha autópsia por que havia tantos incidentes de dedos do pé esmagados antes do relatório. Provavelmente você será grelhado por isso, ou inclusive vai preso por negligência. Meu pai solta uma risada forte, e beijando a minha bochecha, pego a carta sobre a mesa e eu abro. Deixando-a dobrada, eu me dirijo para a geladeira e tiro uma garrafa de suco de maçã. Enquanto eu me sento à mesa, meu pai pergunta: —Como está Natália? Me encolho os ombros. —Não sei. Ela está ocupada ultimamente. Não temos mais tempo para falar, na realidade. Ele franze os cenhos. Eu abro a carta e começo a ler. Quanto mais leio, mais acelera meu coração. Meus olhos se abrem, começo a ler mais rápido. Quando eu chego ao final da carta, um sorriso se estende através de meu rosto. —Eu não acredito que você tem que se preocupar por Nat. — Deslizo a carta. Seus olhos correm ao conteúdo, sua cara carente de expressão. Acrescento: —Ela terá companhia muito em breve.


Meu pai lê em voz alta: —Centro de Fisioterapia. Nova York. Jogo as minhas mãos, grito e grito emocionada. —Sim, baby. Eu vou para Nova York! Ele se move para trás na cadeira e murmura tristemente: —Por que todas me deixam? Me esticando através da mesa, pego suas grandes mãos na minha e seguro a minha emoção. —Não é como se fosse voltar para casa nunca mais. Ta. Está é uma grande oportunidade. Falamos disto. —Eu sei. — Sentado reto na cadeira, pronuncia com confiança: —Aprenderá, e trabalhará, e algum dia ganhará um grande prêmio, porque você é super inteligente. Para um homem que não fala bem inglês, é algo que me bate forte. Piscando as lágrimas longe eu murmuro em voz baixa: —Obrigada, papai. A parte posterior da porta de correr se abre e minha mão caminha para dentro segurando uma sacola de comidas. Assim que ela nos vê, meu pai e eu juntos, ela olha para baixo das minhas mãos cobrindo a sua, nossos rostos tristes, e deixa cair a sacola de compra com baque. —Alguém morreu?! Está bem, talvez o drama venha de ambos os lados da família.


Libero a mão do meu pai e caminho até a minha mãe com a carta na outra mão. Eu seguro para que ela leia. Ela pega nas mãos trêmulas, expressão petrificada, antes que ela leia por cima. Sussurra: —Nova York. —Então chora. E rir. E chora de novo. Me puxa para um abraço firme e me balança. —Oh, baby. Isto é maravilhoso. Isto é emocionante! — Minha garganta se aperta com emoção e fecho os olhos, simplesmente deixando a minha mãe me segurar, porque as vezes, o calor de abraço de uma mãe é tudo o que uma pessoa precisa. Beija minha têmpora. — Você vai fazer muito bem. Agora, ligue e aceita a vaga antes que eles os deem para outra pessoa. Abro os olhos para olhar ao meu pai e duvido. Mamãe sussurra: —Estará bem. Eu prometo. Minha mãe sempre foi a minha maior fã, a fã número um de todas nós. Ela é firme e crente em seguir os seus sonhos, aonde quer que esteja. Beija a minha cabeça uma vez mais antes de me libertar, me gira e bate em minha bunda para que eu ande. Eu rio, e pego a carta, e caminho de volta ao meu quarto sem ferir os dedos dos pés ou joelhos. Pego o telefone de meu escritório e marco o número que aparece na carta. —Olá, eu gostaria de falar com... — reviso rapidamente a parte inferior da carta por uma assinatura—... James Whittaker. Uma voz madura responde:


—Qual é o seu nome, senhora? —Helena Kovac. Ele estava esperando a minha ligação. —Vou te deixar em espera um momento e verificar se ele está. —Não há problema. Estou na espera. Fecho os olhos e balanço com a cabeça com a canção que soa, e justo quando estou a ponto de cantar junto com a música, a linha soa. Uma voz profunda, mas amável me cumprimenta. —Senhorita Kovac. James Whittaker. Por favor, me diga que tem uma boa notícia para mim. Um amplo sorriso se estende pelo meu rosto. —Obrigada pela oportunidade. Ele ri. — A maior estudante de sua sala. Eu deveria te agradecer pela oportunidade. Mas, por favor, o suspense está me matando. — Eu já gosto desse homem. —Você vai aceitar o cargo? Sei que tem que se mudar, mas estarei encantando de te ajudar com os gastos da mudança e tal, assim como um lugar temporário. Definitivamente é bom saber disso. —Eu quero cargo, Sr. Whittaker. Minha irmã, na realidade, mora em Nova York, então eu acho que não será necessário um lugar temporário. O sorriso em sua voz me faz sorrir com mais força.


—Por favor, me chame de James. Isto é perfeito. Estou tão contente de tê-la a bordo. Assim que você enviar por e-mail a sua aceitação da oferta de trabalho, podemos começar a nos movimentar. —Ele faz uma pausa um momento antes de perguntar com cautela: — Quando que você pode começar? Hoje é terça-feira. Penso por um segundo. Quanto tempo eu demoraria a embalar minhas coisas e começar de novo? —Na segunda-feira é muito tarde? James deixa escapar uma risada. —Claro que não Isto está acontecendo. Está realmente acontecendo. —Não posso esperar. —Realmente não posso. Ele responde: —Só vem aqui. Vamos começar com calma a primeira semana, fácil, então, programamos alguns clientes para você. Como soa isso? Quase sussurro: —Incrível. —Bem, se você precisar de algo, qualquer coisa, simplesmente me ligue. Eu te darei meu telefone particular, e também número do meu celular. —Ele fala os números privados antes de falar em voz baixa. —Eu sei o sentimento ao ser novo na cidade. Há cinco anos, esse


era eu, então eu me assegurarei que a sua mudança seja menos dolorosa possível. Wow. Isso é tão agradável. Eu gostei do meu novo chefe! —Obrigada, senhor Whitt... — Me corrijo rapidamente. — Obrigada, James. Estou esperando uma mudança de cenário. —Eu te vejo na segunda-feira. Eu desligo e dou graças a Deus que meu novo chefe não é um imbecil de meia-idade. Ainda com meu telefone na mão, pressiono o número dois da discagem rápida. Ela responde em questão de segundos. —Olá cadela, eu estava pensando em você. Respondo: —Oh, sim? Me deixe adivinhar... você viu uma mulher de barba e se lembrou de mim? —Queijo mofado, na realidade. Eu rio antes de contestar. —Nat, a razão por que eu te liguei... Ela suspira. —Alguém morreu?! Grito exasperada. —Ninguém morreu! Jesus. O que acontece com essa mórbida família? Nat responde.


—Você está toda séria. O que você acha que eu devo pensar? Você assusta a merda fora de mim. —Eu sinto. Só tenho que te pedir um favor, isso é tudo. Silêncio... logo a suspeita enche a sua voz. —O que é? Trato de conter uma risada. —Preciso que você me ajude a encontrar um apartamento. Quase posso ver a confusão em seu rosto. —Um, querida, não seria mais fácil você fazer isso, já que eu não moro na Califórnia? Suspiro. —Eu acho que sim. — Eu para um momento. — Porém, eu não preciso de um apartamento na Califórnia. Preciso de um apartamento em Nova York. Meu novo trabalho está em Nova York, por isso encontrar um apartamento na Califórnia seria uma bobagem. —Sorrio. —Olá vizinha! Um suspiro, então silêncio. —Ca.la. a.bo.ca. —Eu não farei. Então mais forte. —Fecha a sua boca sua puta mentirosa agora mesmo! Uma supressa risada estala em meu rosto.


—Bom, isso ficou sério rápido! Não, é brincadeira. Eu estou mudando para Nova York e preciso de um lugar para ficar. Como, logo... —O que é tão logo? —Igual que, logo segunda-feira. Outro suspiro. Escuto bofetadas e uma voz masculina murmurar “Ouch”, e sei que ela dá uma bofetada de emoção e Asher é provavelmente a vítima do ocorrido. —Oh, meu Deus, isto é tão impressionante! Não posso acreditar que você nunca me disse que ia trabalhar aqui, você mentiu, saco de merda! Nos duas rimos. Minhas irmãs e eu falamos uma com a outra como se nós odiássemos, mas na verdade, nós nos amamos muito. Só temos uma maneira estranha de demonstrar. A emoção toma conta. — Nunca encontramos ninguém para ficar encarregado para alugar o meu velho apartamento, assim eu suponho que na realidade vamos ser vizinhas. Vizinhas reais! Oh, meu Deus, nos vamos nos divertir muito! Você pode vir aqui todo o tempo, e vamos comer juntos e cozinhar juntas, e ter festas do pijama! — Respira, e grita. — Vai ser tão divertido! Eu mordo meu lábio contendo minha risada. Segunda-feira não pode chegar logo.


Capítulo 02 Helena Quatro dias depois... Fechando a última caixa, olho ao redor de meu quarto. Ele está... vazio. As estantes estão vazias. Meu quarto está nu. Não sei o que eu sinto por isso. Se a pontada no meu peito é uma dica, eu diria que isso me deixa triste. Este quarto tem sido meu desde o dia em que nasci. Joguei neste quarto, eu cresci nele. Busquei consolo, e eu me escondi longe do mundo aqui. Este quarto tem sido bom comigo. Vou sentir falta dele. Agora, tudo o que fica dele são as oitos caixas no chão. Eu organizei para que a mudança seja feita essa tarde. Me surpreendi gratamente quanto eu entrei em meu novo trabalho coberta com todos os gastos. Asher me ligou ontem para me deixar saber que o apartamento estava tendo uma limpeza de primeira por todas as meninas e estaria pronto na segunda-feira. Nat também me deixou


saber que tinha a maioria dos móveis ainda de quando ela morava ali, então eu não teria que gastar muito para me instalar. Eu ofereci para pagar pelos extras no apartamento, mas Nat recusou enquanto usava um montão de palavras. Mas, porém, eu discuti, eu fiz com que Nat usasse algumas palavras desagradáveis. De repente, Ash pegou o telefone e simplesmente disse: —Você não vai pagar uma merda, menina. Só traz tua bunda aqui. Quer me agradecer? Me alimente. Realmente não há discussão com Asher. Ele é assim firme. A inspeção final no meu quarto revela uma última coisa, mas eu estou rasgada. Meu pôster de Johnny ainda está atrás da porta. Essa é a hora. Mas eu não estou pronta. Essa é a hora. Ele teve uma boa vida. Vamos. Cérebro está certo. Esse é o momento. Preciso deixá-lo ir Caminhando até a porta, eu olhos os olhos de Johnny Depp e minhas entranhas se afundam. — Eu sinto muito. Você foi um bom namorado imaginário, mas agora sou uma adulta. Não há espaço em minha vida para um namorado. Nem sequer para um imaginário. Mas ele só me olha fixamente. —Não me olhe assim. —Mas é o que ele faz. Está me torturando. Suspiro cansadamente e esfrego a minha testa.


—Não faça isto mais difícil do que tem que ser. Por favor, Johnny. Acabou. Está me dando dor de cabeça. Levo um tempo puxando para abaixo com o máximo de cuidado, enrolando e colocando um elástico ao redor dele. Eu seguro em minhas mãos e caminho com ele para a lixeira reciclável. Levanto a tampa e o coloco nela. Lentamente eu fecho a tampa e dou a volta. Minha mãe está parada ali, me olhando e a lixeira. Aceno com a cabeça solenemente e sussurro: —Já era a hora. Ela sorri e nega com cabeça, e eu com um peso no coração, deixo ir o meu primeiro amor. Dez minutos mais tarde... Meus pés cobertos com meias deslizam ao redor dos azulejos da cozinha. Hiperventilado abro meu armário debaixo da pia e escavo através da reciclagem até que eu o encontro. Pego Johnny contra meu peito agitado e dou volta para encontra meus pais tomando café na mesa de jantar. Eles me olham com preocupação. —Pensei que eu podia fazer. Eu agarro Johnny fortemente. —Não posso fazer isso. Ele vem comigo.


Enquanto caminho de volta para meu quarto com Johnny na mĂŁo, dou um suspiro de alĂ­vio. Eu sinto muito, Johnny. Nunca vamos brigar de novo.


CAPÍTULO 03 Max Minhas pernas balançam fortemente de baixo da mesa. Estou nervoso. Dou um gole do meu café enquanto meus olhos passam de Nik a Tina. EU os vejo comer seu café da manhã, me perguntando como eu começo a conversa. Tina come seu mingau de aveia, ela deve sentir meus olhos sobre ela, porque ela levanta o olhar no meio da colherada. Seus olhos se abrem e fala lentamente: —O que? Rapidamente evito seu olhar e balanço a cabeça. —Nada. Bebe seu maldito café mantenha a boca fechada. E é isso que eu faço. Evito tanto o seu olhar, olho diretamente para a minha xícara de café. O pé de Nik me chuta embaixo da mesa. Com as sobrancelhas levantas, eu o olho. Com cuidado ele dobra o jornal antes de sair e olhar para mim. Uh oh.


Nik se recosta na cadeira, quando de repente, começa a sorrir, e sua covinha, quase idêntica a minha, aparecem em sua bochecha. E eu falo. —O que? Ele sorri. — Você se comportando de maneira estranha. Quer dizer, você é sempre estranho, mas agora você está agindo mais estranho. — Tina me olha e assente suavemente. —Não é assim. —Sim é assim. —discuti meu irmão. —Você ficará decrépito quando envelhecer. Os olhos de Nik se arregalam. Ele está um pouco sensível com seu cabelo desde que encontrou um cabelo branco. Sei que não é um grande problema. É algo natural. As pessoas com o tempo ficam grisalhas. Mas o cabelo... Não estava em sua cabeça. Ele se aproxima e diz: —Sua mãe. Eu sorri. —Ela é sua mãe também, eu direi a ela que você disse isso. Ele abre os braços, e se afastando de mim. —Faço-o. Eu conterei a ela a verdadeira história das folhas secas de manjericão da sua gaveta de meias.


Filho da puta. —Eram suas. Eu as estava escondendo para você! Ele encolhe os ombros. —Isso ela não sabe. Eu me levanto por cima da mesa para esbofeteá-lo – ele odeia isso - quando Tina fala. —Nik pare. Eu reviro os olhos, então Tina está atrás de mim. E diz suavemente: —Max, querido, faça isso de novo e eu te prometo que não terá cupcakes durante um ano. Pigarreio. Ela não faria! Mas a merda em sua cara me diz que sei que ela faria. Eu me sento de novo na minha cadeira. —Merda, você diz isso quando está grávida. Ela sorri docemente enquanto ela esfrega a sua barriga redonda. —Eu acho que eu fico um pouco mal-humorada esses dias. Eu adiciono: —E emocional. Nik sorri. —E com tesão. Tina grita: —Nik! —ao mesmo tempo em que eu olho com cara feia e grito: —Homem!


Eu amo Tina, ela é um bombom, mas não quero pensar nela desse modo. Sobre tudo com o velhote por aqui. Não posso evitar. E viro para Nik e sorriu cruelmente: — E como está o seu velho pelo pubiano? Solitário? A cadeira guincha, então estou no chão com duas mãos ao redor do meu pescoço, me estrangulando. —Cala a boca, estúpido! Tina ri docemente, ignorando completamente o fato de que seu marido está me deixando sem respiração. —Oh, querido, não é tão mal. Tira-o e pronto. Não acontece nada. Eu amo você como o seu velho pelo pubiano. As mãos de Nik ainda seguem no lugar enquanto ele me olha. —Se o arranca, sairão mais! Ela encolhe os ombros. —Pois que saíam mais. Eu também amo esses pelos grisalhos. Me olhando, ele acena, me sufocando e contestando ao mesmo tempo. Nik é multitarefas. —Eu não farei! Ninguém gosta de pelo pubiano cinza. — exclama. Ela olha e sorri docemente. —Eu sim. —E ela fala a verdade. Tina é a melhor.


Nik me empurra. Minha cabeça bate no chão com um ruído surdo. Respiro. Esfrego a parte de trás da minha cabeça e murmuro: —Isso doeu, idiota. Ele fica de pé, então me estica uma mão. Eu aceito, mas antes de lhe dá uma chave de braço e mostrar-lhe como se enforca como um homem, minha razão de viver sai do corredor. —Papi, não posso encontrar minha mochila do colégio. Sorrio, ainda que frustrado, e eu viro para ela. Seu comprido cabelo castanho avermelhado foi penteado e amarrado. — Você se penteou. —franzo o cenho, — sozinha. — Amuado, eu sei, mas já não posso fazer muitas coisas pela minha filha. E eu gosto de fazer as coisas para minha filha. Sou o seu papai, isso me permite gostar de ser útil. Tina limpa a garganta, e estou seguro que se estivesse o suficientemente perto, haveria me pegado. Rapidamente mudo minha cara por um sorriso orgulhoso e paternal. —Isso é fantástico. Bom para você, querida. Ceecee olha seu colo, ocultando suas bochechas vermelhas. Sente vergonha muito rapidamente, minha pequena. Ela não leva muito bem os elogios. É uma pena para ela que eu a elogio todo o maldito tempo. O nome da minha filha é Cecilia, mas tendo em conta que nos a nomeamos assim por causa da sua avó, eu gosto de chamá-la de Ceecee. Nasceu muito saudável. Não foi planejada nem nada, e eu


tenho que admitir, descobrir que Maddy estava grávida foi uma das coisas mais aterrorizante de minha vida, mas logo me convenci em ser um pai jovem. Na verdade, eu amei a ideia, e eu não poderia esperar para segurar o meu bebê em meus braços. Maddy, a mãe de Ceecee, estava igual. Mas uma vez que levamos Ceecee para casa, as coisas mudaram. Maddy estava constantemente infeliz, se irritando com Ceecee por chorar, sem quer abraçá-la, alimentá-la, nem trocá-la. Não precisava ser um gênio para descobrir que Maddy não estava tendo união com Ceecee, e não muito depois, a diagnosticaram com depressão pós-parto. Eu não sabia o que fazer, mas não passava nada. Minha família decidiu por mim. Mamãe fez que nós nos mudássemos para sua casa. Sempre me senti como um fardo, ocupando o seu espaço, mas tinha que trabalhar para trazer dinheiro para vestir minha mulher e minha filha bebê, então enquanto me deixava o rabo trabalhando, mamãe e minhas irmãs vigiavam as meninas, ajudando no que podiam. Mas bem quando Maddy as deixava. Não pretendo ser um santo em tudo isso. Eu era jovem e estava no limite. Posso me recorda de me irritar e gritar com a minha mulher para que se levantasse da cama e cuidasse da nossa filha. Recordo de chorar pela confusão, frustração e impotência. Simplesmente não


podia entender por que odiava a nossa filha. Não podia entender por que não podia ver a beleza de nossa filha. A verdade é que a depressão parece preto e branco, mas a depressão são muitos tons de cinza. E muito fácil pensar coisas como: Por que não posso... ou Simplesmente deveria..., mas não é assim simples. Passei todo o meu tempo livre buscando as causas da depressão, porque se eu encontrasse a fonte, poderia curá-la. Acontece que o gatilho é diferente para cada pessoa. A depressão não faz que uma pessoa seja louca. A pessoa com depressão vive sua vida. Alguns vivem com dor, e não o tipo de dor que possa ver, senão a dor no coração, e a dor na mente. Seguem adiante enquanto parecer que seu mundo está desmoronando ao seu redor. Se me perguntar, as pessoas que lutam contra a depressão são algumas pessoas mais fortes que conheço. Morar com mamãe parecia estar funcionando. Minha mãe é toda uma mulher. Apesar de me frustrar que foi morar junto, mamãe cuidava de Maddy com amor e afeto. sempre dizendo que nós superaríamos como uma família. E, sem perceber, Maddy começou a sorrir de novo. Então começou abraçar a Ceecee, e alimentá-la, trocá-la e banhá-la. Ela estava vencendo. Estava lutando. Maddy estava se curando. Mamãe e eu estávamos confiantes que Maddy estava ganhando sua batalha contra a depressão. Era uma pessoa diferente a dos meses


anteriores, e começava a ver a mulher que me apaixonei de novo. A vida ia bem. Mas só durou um segundo. Lembro-me da ligação telefônica. Lembro-me de escutar o que minha mãe estava dizendo, mas não ouvia na realidade. Lembro-me do meu coração morrer lentamente. Lembro-me dos hospitais. Lembrome do macacão. Lembro-me de olhar minha filha e me perguntar qual o tamanho do caixão que eu deveria comprar. Lembro-me de escolher o rosa, porque era minha princesinha, e as princesas sempre usam rosa. Lembro-me de Maddy... simplesmente desaparecer. Isso é o que eu não lembro... Não me lembro de odiar tanto alguém na vida como odiei Maddy. E ainda odeio. O que as pessoas sabiam, é que foi um acidente. Maddy estava preparando o almoço para Ceecee, que tinha um ano somente, e a sentou na bancada enquanto pegava as coisas que precisava da geladeira. O que as pessoas sabiam, é que Ceecee caiu da bancada e bateu no banco ao cair, machucando a coluna vertebral. Sim, isso aconteceu. Os que as pessoas não sabem é que Ceecee tinha sido exigente essa manha. Maddy a havia colocado na bancada, frustrada de lutar com uma Ceecee chorona, e ela virou. O que os demais não sabem é


que quando Ceecee começou a chorar, Maddy se irritou. Se irritou tanto que virou até a geladeira, e gritou para o meu bebê. Gritou muito. Ceecee se assustou. Seu pequeno corpo ficou rígido, e assim foi quando ela caiu. Enquanto o que todo mundo sabia, todo mundo, isso nunca ocorreu. Como sei que aconteceu isso? Maddy me enviou uma carta depois de desaparecer, uma carta que eu tenho até hoje. Eu a recebi dias depois de que ela se foi. Resulta que ela se foi e se entregou a polícia. Havia estado em observação por suicídio. Parte de mim estava irritada com ela, que desejei que ela se suicidasse. Muita coisa aconteceu nesse meio tempo. Ceecee teve uma operação atrás da outra. Sempre estava sedada e gritando de agonia. Chorava muito nesse tempo, e eu chorava com ela. Não entendi o que havia acontecido para que isso se sucedesse. Mas a resposta é simples. Coisas de merda acontecem. Encontrar uma maneira para sobreviver e seguir com ela. Pode ser o ramo que se rompe, a árvore que balança com o vento. Depende de você. Ceecee havia perdido sua mãe. Não estava a ponto de me perder também. Não, nunca. Passamos tanto tempo no hospital estávamos no primeiro nome com todos os médicos e enfermeiras em enfermaria infantil. Minha mãe alimentava todos da equipe. Nós trocamos presentes de Natal. Rapidamente se converteram em novos membros


de nossa já grande família. Foram incríveis. Não sei que o haveria feito sem eles. Apesar do amargo que eu era, o de quão frustrado eu estava, sempre cuidaram de nós e faziam com um sorriso. Médicos, enfermeiras, as pessoas do hospital... foram incríveis. A coluna vertebral de Ceecee estava danificada. Não havia maneira de arrumá-la. Simplesmente tínhamos que aprender a aceitar —Você olhou em seu quarto? Ceecee ficou me olhando, com os olhos apertados, balançando a cabeça lentamente. —Uh, sim. Sim, eu fiz. Levantando suas mãos. —Então eu não faço nem ideia. Ela leva a sua cadeira de rodas até a mesa de jantar, o suficientemente perto de Tina para ser beijada e abraçada. Ela bufa: —Simplesmente não sei aonde eu deixei. Nik enrola seu jornal e bate brincando na cabeça de Ceecee com ele. —Eu não acho que meu grilo me deu bom dia ainda, Tina. Tina a abraça ainda mais e olha seu marido, com amor nos olhos. —Eu acho que você tem razão, mas eu não acho que a princesa esteja com humor para suas brincadeiras, querido.


Ceecee já está com quase treze anos. Já não é uma criança, mas ainda não é um adolescente, está presa no meio. Passo ver como ela muda a cada dia. Cada dia. Estou divido. Quisera que houvesse alguma maneira de fazer que deixasse de crescer, mas ao mesmo tempo, não posso esperar ver minha filha florescer em uma boa mulher que sei que será. Mas Tina tem razão, Ceecee está frustrada ultimamente. Sei que tem a ver com o crescimento. Demônios. Eu estou me sentindo intimidado pelas trocas hormonais que se aproximam. Por sorte, eu tenho minhas irmãs, mamãe, Tina, Nat, Lola e Mimi para me ajudar com essas conversas quando cheguem. É dizer, venha! Fala com minha pequena sobre seu período e o que esperar quando não tenho nenhuma fodida pista do que é, simplesmente ridículo. A cara de Ceecee se suaviza. Com um pequeno suspiro, ela se aproxima com sua cadeira ao lado de Nik e sorrindo, ele se aproxima, dando-lhe um abraço. Seus olhos se fecham enquanto ela descansa sua cabeça sobre o ombro dele. Ele sussurra algo em seu ouvido que eu não posso escutar. Somente escutei a sua resposta: —Eu sei. Eu te amo, tio Nik. Ele a beija na testa, fica de pé, junta suas mãos como se estivesse trabalhando. —Claro, a mochila do colégio. Você procura na cozinha e eu procuro nos outros lugares.


Ceecee vai para a cozinha, e Nik busca no resto da casa. Me passa um tempo antes de me dar conta que ainda estou de pé em meio a mesa, observando-os. No sei o que eu teria feito sem Nik quando Ceecee chegou em casa do hospital. Ele fez nos mudarmos para sua casa e passou tanto tempo como eu a atendendo, e ele trabalhava em tempo integral enquanto eu peguei um tempo livre. Mas ele trabalhou tanto como eu, talvez mais, se assegurando não só Ceecee que estivesse bem cuidada, mas que eu dormisse e me alimentasse bem. Ele é meu herói. Jamais eu disse isso para ele. Ele é um bom homem. Ele merece uma boa vida, uma vida divertida com a sua família. Sua nova família, não onde ele nasceu. O que faz o que estou prestes a fazer difícil. Na realidade não quero fazer o que eu vou fazer, mas sinto que eu precisava, era momento adequado. Nik grita. —Eu achei! Ceecee responde: —Aonde eu a deixei? Enquanto Ceecee sai da cozinha, Nik está no corredor da entrada com a mochila do colégio nas costas. Ele se aproxima da sua cadeira e responde: —Na porta principal, princesa.


Ceecee balança a cabeça, mas um pequeno sorriso aparecendo em sua cara. Suas bochechas ficam vermelhas e fala envergonhada: —Eu sinto. Uma buzina soa forte na casa e Ceecee se move até o ônibus escolar. Enquanto passa do meu lado, abraça minhas pernas. Me agacho para a beijar na cabeça. —Divirta-se! Ela enruga o nariz. —É a escola papai. Eu dou o meu melhor sorriso. —Eu sei. Sofra. Ela bate na minha coxa enquanto tenta esconder o seu sorriso e eu brinco dando um pulo. —Ouch, menina. Temos que colocá-la na aula de boxe. A observo enquanto ela vai pelo corredor, enquanto ela abre a porta principal, ela disse: —Adeus! Eu os amo! Me dói o coração. Vou levar isso ao menos. A porta principal se fecha e eu me viro para Nik e Tina. E os dois sorriem. Mas eu digo até que seu sorriso desapareça rapidamente. —Então. —começo, — vamos nos mudar.


CAPÍTULO 04 Max Nik e Tina piscam, o rosto de Nik cheio de confusão, enquanto que a boca de Tina se abre. E eu só fico aqui, muito longe de abraçar o incômodo silêncio, desejando ser um homem invisível para que pudesse tirar a minha camiseta e boxer e sair daqui. O sotaque do meu irmão se acentua em frustração com a ira. Então, agora mesmo, quando diz: —De que merda você está falando, homem? Realmente soa como “De que merda está falando, bro? Os olhos de Tina perdem o foco. Ela nega com a cabeça, tratando de entender o que eu acabo de falar antes de levantar seu olhar triste até mim. —Querido, o que no mundo você está falando? Você não pode se mudar. Esta é a casa de Ceecee. Sua casa. Baixo meu queixo, coloco minhas mãos na minha cintura, e mudo meu peso pra outra perna. Eu penso no que dizer sem que soe como um idiota.


—Não. Está é sua casa. Tem duas filhas e uma família em crescimento. Sim, Ceecee foi criada nessa casa, mas não é nossa. —Eu me atrevo a olhar Nik. —Nunca foi. Ele encolhe os ombros ligeiramente. —Não entendo de onde vem isso. O que aconteceu? Tomo uma profunda respiração, levanto meus braços, descanso minhas mãos não minha cabeça e respondo em uma exalação. —Nada aconteceu. Não é assim. Isto não é uma decisão tomada com ira nem nada. Mas Nik não me escuta. De imediato ele fica de pé e se move para minha frente. —Seja o que for, nos ajudaremos. Me diga o que está acontecendo... —Não é nada. Eu juro... —Tem que ser algo. Me diga o que eu tenho que fazer para que você mude de opinião. —Você não entende o que eu estou dizendo. Tina se encontra na mesa, se aproximando de mim, mas eu me afasto, com as mãos advertindo-a. Quando Tina te abraça, não há muito com o que eu não faria por ela. Mantenho meus braços para frente. —Não faça, Tina, não neste momento. Preciso de minha mente clara.


Nik se volta rapidamente irritado. — Não me foda Max. Me diz qual é o problema. Frustração estala dentro de mim, e a ira quente e fundida se arrasta fora da minha boca. —Porra, homem, nem tudo gira em torno de você! Se trata de mim! Se trata de Ceecee! Não se trata de você ou de Tina, ou as meninas! É sobre mim e minha filha. Isso é tudo. A voz tranquila de Tina atravessa minha ira, e me puxa para baixo. —Você não é feliz aqui? Não há um espetáculo mais triste que ver Tina desgostosa. Essa merda me quebra. Rapidamente estico meu braço e seguro a sua mão. —Não querida. Não é por isso. —Passo uma mão por meu cabelo. — Não estou explicando como deveria. Nik cruza os braços sobre o seu peito, ficando agitado, mas sondando paciente. —Leve o seu tempo. Libero meu agarre da mão de Tina e a movo para que nos sentemos no sofá. Eu fico tranquilo um momento, penso no que deveria dizer, não o que a minha boca parece dizer. —Bem, Então, estamos aqui sempre, não? —Nik assente. — Temos sido realmente felizes aqui, Nik. Você nos ajudou quando eu


precisava, e eu olho para Ceecee e na pequena dama que ela está de tornando. — minha garganta seca—, e isso é por você. A dura feição de Nik se suaviza com seu olhar. Evito seus olhos e sigo em frente. —Mas eu fiquei tempo demais. Eu fiquei quando eu deveria ter ido. Deixei que isso seguisse, e agora é difícil. Deveríamos ter ido quando era fácil, porque a ideia de me mudar agora — olho Tina—, me dá um aperto no coração. Tina rapidamente declara. —Então não vai! Te amamos. Te queremos aqui. Há um monte de espaço para todos nós, só não vai. Sorriu tristemente aos dois e logo deixo cair a bomba. —Eu comprei uma casa. Nik passa suas mãos através de sua cara e suspira. —Foda-se. —Escutem, esse é o momento. Ficamos aqui por mais de dez anos. Nik intervém acaloradamente. —Eu te queria aqui. —Faz uma pausa, seus olhos suplicando. — Eu quero você aqui homem. Sacudindo minha cabeça com suavidade mas com firmeza, eu digo:


—Eu te amo por isso— e eu digo sério—, mas tenho que começar a viver outra vez. Preciso me mudar. Maddy... —respiro entrecortadamente—... me fodeu e estive quebrado durante muito tempo. Mas já não estou quebrado. Nós nunca mais estamos quebrados. Tenho que fazer o que deveria ter feito há anos atrás. Tenho que tomar as rédeas da minha vida— olho para cima para encontrar os olhos de Nik—, por fim estou preparado para fazer. —Bom essa porra suga. Nik e eu viramos chocados para olhar Tina. Tina nunca reclamou. Nunca. Ela nos vê olhando, bebe, e faz beicinho. —Bom, então faz. Nós ficamos ali, não muito seguros do que dizer um ao outro, tomando um incômodo silêncio e cheio de perguntas. Não é uma boa sensação. Uma espécie de acidez. Nik assente. —Eu acho que devia passar com o tempo. Quero dizer, não é como se me houvesse imaginado Ceecee indo embora daqui para universidade. — Mas pelo tom de sua voz e o olhar em seus olhos dizia que sim. Tina pergunta com voz baixa. —Ela já sabe? — Nego com a cabeça, porque as palavras falham. Nik pergunta: —Onde fica a casa?


Acenando, escondendo o meu sorriso e agitando minha mão ao redor. —Por aí. O rosto de Nik se transforma em pedra. —Aonde? Eu assinalo de novo, desta vez com sentimento. Meu sorriso abre espaço. Os lábios de Nik se inclinam para cima. —Você não fez isso. Tina pergunta: —Fez o que? —Eu fiz. —respondo com elegância. Tina repete mais forte, —Fez o que? Nik cobre o seu rosto com suas mãos e seu corpo se sacode em uma risada silenciosa. —Você, astuto filho da puta. A voz de Tina fica ao fio da histeria. —Eu estou ficando louca! Que alguém me diga que demônio está acontecendo! Sorrio para ela. Nik nega com a cabeça e conta a boa noticia. —Parece que temos um novo vizinho. Ela suspira, seu corpo tremendo em uma arrebatada emoção.


—Cala a boca! — Ela pula para cima e para baixo no lugar, e continua, respirando: — Oh, graças a Deus! —Sem ser capaz de perde o sorriso em seu rosto, ri e pergunta: — Onde fica a casa? Podemos vêla? —Claro. Vamos. Tina corre pelo corredor, seu ventre balançado no caminho. —Vamos meninos! Nik e eu caminhamos atrás dela. Ele sorri. —Ela não tem nem ideia. Vai ficar emocionada. Sorriu. —Oh, eu sei. Enquanto saímos de casa, Tina espera pelo carro, esperando que Nik abra. Enquanto ela caminha, ele engancha o braço ao redor de sua cintura. —Não gastaremos gasolina. Tina permite que a leve, mas seus olhos se estreitam até mim com suspeita. Eu me movo ao seu lado livre para caminhar com eles. Caminhamos pela entrada, e quando chega perto Tina olha desconfiada a luz do sol, girando a esquerda e logo a direita. —Qual o caminho? Eu me movo para ficar atrás dela, suavemente agarrando seus quadris com as minhas mãos, e movendo o seu corpo para frente da rua. Posso sentir sua confusão saindo dela, mas ela não falava uma


palavra. Sei o momento exato que ela se dá conta. Suspira, e logo cobre a boca com ambas as mãos. Seu corpo se vira até mim muito lentamente. Olhos muito abertos encontram os meus. Sussurra: —Você está mudando para o outro lado da rua? —Sorrindo tão duro que minhas bochechas doem. Tina chia, então se joga em meus braços, rindo. —Você é um homem muito esperto Max Leokov. E eu te amo até a morte. — Grita através de sua risada. —Te amo! Tina se nega a liberar seu agarre de mim, e isso está bem. Eu a seguro enquanto ela move um olhar para minha nova casa, em frente. A mão de Nik apertando o meu ombro me trás de volta a realidade. Olho até ele, me perguntando com olhos. Seu rosto sorri com orgulho, e ainda que eu não precise, eu me sinto bem em tê-lo, sobre tudo vindo de Nik. Minha garganta seca. Eu limpo e anuncio: —Nos diremos a Ceecee está noite. Tina vira atrás de mim, e fica nervosa. Pega a minha mão entre as suas e pronuncia: —Sim. Nós diremos como uma família. —Sorri, ainda que não chegue nós seus olhos. —Estou certa que todos nós ficaremos bem. Concordo. Sim. Estou certo que tudo ficará. O rosto de Ceecee se enche de lágrimas e quebra o meu coração. —Por que? Eu fiz algo de errado?


Está não é a forma em que eu esperava que saíssem as coisas. Acontecia tão diferente em minha cabeça. Em minha estúpida, estúpida cabeça. Eu me movo para abraçá-la, mas ela se afasta de mim. Tina e Nik imediatamente tratam de explicar. —Não anjo! Definitivamente não! Te amamos! —Awww, grilo. Você sabe que não é assim. Sua respiração se entrecorta pelas lágrimas. Ela sussurra tristemente. —Não quero ir. Amo essa casa. Trato de ser a voz da razão. —Baby, não podemos morar aqui para sempre. Ela me mira e sussurra. —Não quero ficar sozinha. Sorrio para ela, ainda que meu coração efetivamente tenha sido arrancado do meu peito. — Não é como se fôssemos estar muito longe. Estaremos justo ao outro lado da rua. Você pode vir aqui quando quiser. Não estou preparado para sua ira. —Então vai! — Gira sua cadeira e se afasta de mim. Justo quando chega ao corredor, diz em voz alta: —Vai, se você quer! Não me importa! —Seu golpe assassino faz com que escape um suspiro. — Não preciso de você de qualquer forma.


Nik se move até mim, com a cara cheia de simpatia. Levanto minhas mãos em sinal de pare. Não quero ninguém perto de mim neste momento. Olho para baixo e saio para o quintal. Ando até a metade do caminho até as escadas e tomo um assento, fechando os olhos, respiro a brisa da tarde. Um suspiro me escapa. Tenha um filho, disseram. Será divertido, disseram. Uma risada sem humor retumba no fundo da minha garganta. Eu fico nas escadas durante muito tempo, inclusive horas e ainda não posso entender que merda eu posso fazer pra consolar o meu bebê. Às vezes a vida é dura.


CAPÍTULO 05 Helena Essa manhã foi tão memorável como foi originalmente planejada. E por memorável me refiro a grito de familiares, correr ao aeroporto e me despedir desajeitadamente de minha irmã mais velha. Eu acordei às cinco da manhã, tomei banho e tomei café da manhã que consistia em torrada e café. Minhas malas, já prontas, estavam na porta principal pronta para eu ir. As caixas com minhas coisas foram a uma semana e Nat ligou para me dizer que já haviam chegado. Eu agradeci aos deuses por esse envio. Eu achava que não teria as minhas coisas quando chegasse. Nat me perguntou se queria que desempacotasse as caixas e rapidamente gritei que não. A verdade é que eu não deixei meu vibrador em casa. Por duas razões. Razão número um: seguramente meus pais o haveriam o encontrado. Ewww. Razão número dois: eu precisava. É parte de meu ritual antes de dormir. Me esgota e me ajuda a dormir. E enquanto não tenho namorado ou inclusive um amigo de foda, ele vai me acompanhar. Eu não quero que minha irmã veja essa merda.


Não entendam mal. Minhas irmãs e eu falamos de sexo e fazemos abertamente, mas uma coisa e falar sobre sexo e outra é ver um grande consolo, grosso de plástico da cor roxo que vibra e que sua irmã nomeou de Sir Squeal-A-Lot3. Não precisam ver isso. Ninguém precisa ver isso. Nem eu preciso ver isso. Por que você acha que eu vou num lugar feliz na escuridão antes de dormir? Nós corremos para o aeroporto, aonde me juntei com outras dez mil pessoas que viajavam na primeira hora da manhã. Quase eu puxei as minhas malas do pobre ajudante. Só queria estar em Nova York. Estava emocionada. Ia ser uma grande mudança para mim. Uma não, eu pressentia. Mas, pode haver omitido um detalhe quando falei com Nat. Pode ser que eu falei que chegaria às seis da tarde. Não ao meio dia. Eu os direi por que eu fiz isso. Em primeiro ligar, Nat iria ter que sair mais cedo do trabalho para me buscar, o que teria sido uma inconveniência. Em segundo lugar, haveria levado todos os seus amigos, e eles fariam disso um evento, coisa eu não gosto nada. Em terceiro lugar, pode ser que soe estranho, mas quando estiver pela primeira vez em meu apartamento, eu gostaria de estar sozinha para

3

Sr. Grito o Sr. Grita Muito


me familiarizar melhor ao redor. E sim, eu visitei Nat antes, então eu já vi o apartamento, mas eu não vi todos os cômodos e armários de Nat. Eu precisava de um pouco de tempo. Quando eu me despedi dos meus pais e os abracei fortemente, tratando de memorizar seus aromas, estive surpreendida em descobrir que eu não estava triste de ir. Havia pensando que derramaria uma lágrimas ao duas, mas não. Depois de meus pais, eu parei em frente a Nina. Coloco suas mãos no seu bolso e olho até o chão. Evitando meus olhos. Nina nunca era emocional. Não. Nunca. Jamais. Devia estar preocupada, mas seria uma péssima irmã em dizer que isso me deixou feliz. Eu acho que derreti a rainha do gelo. Eu limpo a garganta. —Você tem tudo o que precisa? Eu dei uma palmada na minha bolsa de mão. —Tudo. Estou bem. Ela me deu um olhar. —Você volta para casa no Natal, certo? Abri a boca para dizer que sim, mas então eu penso melhor. Eu encolho os ombros ligeiramente. —Sim eu tenho tempo, definitivamente. Esta resposta a apaziguou. Para nada. Franze os cenhos.


—Mas você vai vir para uma visita. Eu seguro um olhar. —Por que você não vai me visitar? Ela faz uma careta. —Porque eu tenho um salão para dirigir e seria mais fácil que você venha nos visitar. Coloco uma mão no meu quadril. Ah sim, sabia que havia entrado em uma briga. —Bom, agora você tem duas irmãs em Nova York. Baixa sua bunda gorda e tire férias conosco alguma vez. Cruza os braços sobre o seu peito. —Por que eu deveria? Vocês são as que se foram! Eu continuo olhando ela fixamente enquanto ela franze o cenho. —Bem. —Bem. Nós ficamos assim por um minuto aproximadamente antes de ceder. Estranharia minha irmã. Amo minha irmã. Apesar de que seja uma completa idiota. Com um suspiro e rodando os meus olhos, me aproximo até ela e a puxo para um forte abraço. A maldita não me devolveu o abraço por um minuto inteiro, mas logo suas mãos agarram gentilmente as costas de minha jaqueta e pressionou sua cabeça no meu ombro. Senti a humidade ali. Beijei a sua bochecha e sussurrei:


—Eu virei para casa no Natal. Inalou e soluçou. —Eu irei visitá-las. Eu prometo. Nós nos abraçamos fortemente até que emitiram um anúncio encima da nossa cabeça. Estavam chamando o meu voo. Eu me despedi com a mão de minha triste família e embarquei no voo para a minha nova vida. Nat me disse que havia deixado a chave com a senhora do apartamento 309 na frente do meu apartamento. Assim que aterrissei, juntei a minha bagagem e peguei um taxi até o complexo de apartamentos. Quando olhei a vista, rompi em um grande sorriso e as borboletas voaram dentro do meu estômago, uma combinação de nervosismo e emoção flui através de mim. O taxista é tão amável de me ajudar com minhas malas. As levamos pelas escadas até o meu apartamento no primeiro andar, eu o pago e depois aperto a campainha no apartamento 309. Não demora nem um segundo antes que abram a porta com um estrondo cortante quando a trava de segurança impede que abra a porta por completo. Pulo e subo uma mão até meu peito. Quase morri de susto. Um rosto enrugado aparece no espaço, com olhos de fundo de garrafa. Forço um sorriso. —Olá. Sou Helena Kovac. Minha irmã Natalie me disse que deixou uma chave para mim com a senhora.


A cara da mulher enruga pela confusão. Grita: —O que? Pisco. Você deve estar de brincadeira comigo Nat? Limpo a minha garganta e falo mais alto. —Minha irmã Natalie disse que você tem uma chave para mim. —Mas a senhora só pisca. Inclino o queixo para me impedir de rir. Depois que estou controlada, levanto meu rosto e sorrio. Eu aponto para o meu ouvido: —Pode me ouvir? Mas a mulher só franze o cenho. —Você tem que falar mais alto. Meus ouvidos já não são como antes. Aceno compreensivamente e quase grito. —Minha irmã Natalie disse que você tem uma chave para mim. Sou Helena. A mulher franze o cenho. —Não precisa gritar, minha jovem. Eu escuto perfeitamente, muito obrigada. Que demônios, velha? Ela volta para dentro e fecha a porta. Espero pacientemente, mas não acontece nada. Ela me abandonou.


Volto a tocar. A porta se abre e a velhinha me olha sobre os óculos expectantes. Não sei muito bem o que está acontecendo então só fico ali, correspondendo o olhar. Quando ela faz um movimento para fechar a porta na minha cara, eu digo rapidamente: —Preciso da chave que Natalie deixou para poder entrar em meu novo apartamento. A mulher pisca. —Você tem que falar mais alto. Meu ouvido já não é como antes. Ai, pelo amor do pastel. Inclino meu queixo e meu corpo se sacode pela minha risada silenciosa. Nova York, eu já amo. Levanto a cara e lenta, clara e fortemente faço uma pergunta. —Conhece Natalie do 307? —Aponto a porta do apartamento de Nat para dar uma mão. A mulher olha o apartamento de Nat e logo para mim. —Ela não está em casa. Ela trabalha. Eu volto a explicar. —Sou sua irmã. Acabo de chegar da Califórnia. —Aponto as malas do meu lado. —Preciso da chave do meu novo apartamento. — Aponto até o meu novo apartamento antes de fazer um gesto de abria a porta. A carinha da velhinha brilha ao me entender. Sorri. —Você é a irmã!


Brilho em resposta. —Sou a irmã! Ela ri. —Precisa da chave. Eu rio e confirmo. —Sim! Preciso da chave! A chave, por favor. Assente e dá um passo até o seu apartamento. —Um segundo, querida. Fecha a chave e eu solto um suspiro de alivio. E espero. Espero um pouco mais. Nada. Volto a tocar. Talvez você precise de ajuda para buscar a chave. A porta se abre e a velinha me olha sobre suas lentes como se me estivesse vendo pela primeira vez. Uma parte de mim quer rir mas a outra parte de mim quer bater em sua cabeça para que possa buscar a condenada chave eu mesma. Sorrio docemente. —Você está com chave? Na verdade eu preciso entrar. A mulher pisca. —Você tem falar mais alto. Meus ouvidos já não são como antes. Passo uma mão pela minha cara. Ai não! ***


Eu levo uns quarenta e cinco minutos completos para fazer que a Sra. Crandle me dê a bendita chave. Resulta que não só ouve mal mais também tem mal memória, e ainda tinha mil gatos, os quais ela queria me apresentar. Pelos seus nomes. Ela me fez prometer que iria tomar chá com ela em algum momento e eu prometi que eu iria. Eu rio de alivio quando coloco a chave na fechadura e abro a porta. Alívio de saber que está é a chave de verdade e não estarei em outra guerra de palavras com a Sra. Crandle. Abro a porta e arrasto minhas malas ao interior. Fecho a porta e olha ao meu redor. Minhas caixas estão empilhadas ordenadamente na parede da direita. Um pensamento repentino me vem na mente. Você pode empacotar toda a sua vida em oito caixas. Isso é um pouco triste. Nem sequer são caixas grandes ou extragrandes; são de tamanho médio, cheias de lixo. Sim. Lixo, mas eu amo todo esse lixo. Deixando esse pensamento de lado, tiro o meu telefone de minha bolsa e mando uma mensagem para Nat. Eu: Estou no apartamento. Não se apresse. Não quis te incomodar. O lugar parece assombrado! Aproximadamente trinta segundos depois, meu telefone vibra. Nat: VOCÊ, SUA BANDIDA! SABIA QUE ESTAVA MENTINDO. SEMPRE MENTE! POR QUE MENTE?


Eu rio dissimuladamente. Eu: O que seja, menina. Eu te verei depois do trabalho. Nat: Eu vou acabar com você sua idiota. Mas levarei cupcakes. Meus olhos se arregalam na última parte. Salivo. Adoro os cupcakes. Eu: Ah hum! Por favor trás os de caramelo salgado. E os brownies cobertos de choco-fudge. E talvez os de creme de baunilha. Sabe o que? Não importa quais, porque são CUPCAKES! Nat: Agora você não terá nenhum. Eu: Você come vagina. Nat: E você tem cabelo no cú . Me acabei de rir. Minha irmã é tão vulgar. Amo isso dela. Eu: Te amo. Beijos. Nat: Eu também. Mal posso esperar para te ver. Ainda que seja um saco mentiroso de merda. Beijos. Ahh, sentem o amor? Pego as minhas malas e as rodo até o quarto. E para abruptamente no caminho. Pisco, e logo retorno até o corredor. Sacudindo a minha cabeça, vou na ponta dos pés ao meu quarto. Há um homem na cama. Um homem deitado na cama estilo águia, virado para baixo, justo na minha cama. Meu coração acelera.


Pela forma que suas costas se movem de cima para baixo em um movimento plano, sei que está dormindo. Minha cabeça me diz que chame a polícia, mas se faço isso, tenho que estar certa que eu estou em perigo. Agora mesmo um homem dormindo em minha cama não parece uma grande ameaça. Penso com força durante um momento antes de voltar silenciosamente até a cozinha e revirar uma bolsa. Pego meu gás de pimenta do bolso e meu telefone, e volto para o meu quarto. Eu levo um minuto inteiro para me dar conta que tenho como arma o gás de pimenta na altura do meu ouvido e meu telefone na outra mão na minha frente. Gênio. Rapidamente eu os mudo e entro no meu quarto. Os pés cobertos com meias do homem penduram sobre o pé da minha cama. Levanto meu próprio pé, deixo sua panturrilha nua. Ele reclama, mas não acorda. Eu empurro outra vez, mais forte. Um sonolento: “Nik, foda-se daqui”, sai do homem, e meu corpo fica rígido. Conheço essa voz. Realmente eu gosto dessa voz. Por que diabos ele está no meu apartamento? No meu quarto? Baixo o meu gás de pimenta e limpo a garganta. —Foda-se, cara. Não estou brincando. Eu não me incomodo com os detalhes. — Foda-se você. Este é o meu apartamento.


Seu corpo fica rígido. Sem outra palavra, ele se vira, inclinando sua cabeça, piscando e olha até mim. —Helen? Ah, cara, você está encrencado, imbecil. Eu o fulmino com o olhar. —É Helena! Não Helen! Ele está adoravelmente desnorteado. Seu cabeço castanho escuro se sobressai pela parte traseira e cai em seus sonolentos olhos dourados. Seus vermelhos olhos dourados. Eu não gosto disso. Franzo o cenho enquanto falo. —Você está bêbado? Um olhar de confusão passa por seu rosto. —O que? Não, eu não estou bêbado. —Então por que você está aqui? Ele olha ao redor do quarto, juntado sua orientação antes que seu corpo se sacuda. —Ah merda. Era para consertar um vazamento, mas eu acho, você... uh... — ele coça o seu queixo, seu assombroso, forte e viril queixo, e termina—... eu dormi. Minhas sobrancelhas se elevam de incredulidade. Ele me olha estreitamente. Sem dizer uma palavra. Tomo uma respiração profunda e respondo ao exalar.


—Bem, se você já terminou, eu tenho que mover minhas coisas... sem ninguém dormindo em minha cama. —Olho meu travesseiro e acuso. — Ou babando no meu travesseiro. Ele rapidamente abre a sua boca para se defender, mas ele vira por si mesmo para ver. —Eu não babei... —Ele se encolhe quando vê o ponto molhando no meu travesseiro. Ao menos tem a graça de parecer envergonhado. —Eu posso lavar isso. Eu me irrito. —Sim claro. Ele coloca o pé e estica, mas enquanto levanta seus braços sobre sua cabeça, estendendo seus grandes braços musculosos tanto como pode, sua camiseta se levanta sobre seu cinto de seu jeans para revelar debaixo um elástico de uma boxer, e um bem esculpido V. Os jeans escuros que ele usa envolve suas fortes pernas. A lisa camiseta preta é agradável e agarrada sobre os seus musculosos braços, mas ele fica muito bem. Seus pés estão com meias brancas. Uma pulseira de tela elástica muito obviamente feita por uma criança, de amarelo, roxo e azul descansa ao redor do seu pulso direito. Ele está delicioso. O calor bate no meu ventre e vai caminhando para baixo. Aperto as minhas pernas fortemente segurando o batente da porta como apoio. Puta merda. De repente estou hiper consciente de que eu não


tenho nada de maquiagem e estou com uma regata cinza com meu topo branco que uso em casa. É um top branco para usar em casa porque está gasto e velho. Extremamente cômodo, mas velho. Bem, é mais parecido com um trapo. De alguma maneira, isto me faz mais irritada. —Você não pode entrar na casa das pessoas quando não estão. Max esfrega uma mão sobre o seu rosto. Pronuncia meio bocejando: —Certamente que eu posso. Meu sangue começa a ferver. —Não, não pode. Ele baixa a sua mão até o seu rosto e sorri. Tudo o que eu vejo são os seus lábios cheios, dentes brancos e essa covinha mágica. Essa maldita covinha. Dá um passo até mim, seus olhos fixos nos meus. Sua voz ainda está rouca pelo sono quando arrasta as palavras. —Estou aqui, certo? —Revisa meu rosto então murmura distraidamente: — Um rosto como este não deveria franzir o cenho. Minhas bochechas esquentam. Eu engasgo. —O que? Ele fala mais alto, como mais segurança. —Eu disse que um rosto como seu nunca deveria franzir o cenho.


Eu coro e murmuro: —O que há de mal com o meu rosto? Max me revisa, devagar, significativamente. —Absolutamente nada que possa ver. —Sorri com satisfação. — Só usarei a minha imaginação para as coisas que não posso. —Então ele me pisca o olho Pisca. Levanto uma mão tremula e aponto a porta, com força. —Você em que ir. Suspira. —Sim, sim, eu te ouvi a primeira vez. —Eu o olho se sentar na borda de minha cama e coloca o seus sapatos. Logo caminha fora até a cozinha. Eu sigo. Pesarosamente andar ao redor de minha cozinha até o refrigerador. Ele abre e franze o cenho para o vazio interior. Pergunto acaloradamente. —Eu posso ajudar? Ele segue buscando no refrigerador e coça distraidamente seu ventre. —Eu tenho fome. — Se endireita. — Você está com fome? Deveríamos conseguir algo para comer. Minha boca está aberta. Cara, ele trabalha rápido. Eu rio sem sentido. —Não vou a nenhuma parte contigo.


Suas sobrancelhas se arqueiam. —Por que não? Você está com fome, eu tenho fome. Vamos comer. Este homem é exasperante. —Eu não estou com fome! Ele examina o refrigerador uma última vez. —Estou certo que você está. Você disse, “Max, estou morrendo de fome e amaria comer com você”. Você disse isso. Justo agora, Você não lembra? Acho que deveria ver um médico. Condenado por ser gracioso. Mordo meus lábios para deter minha sobressaltada risada. Neste momento, posso ver porque tantas mulheres gostam de ser aduladas por ele. Apesar de minha aversão por flertar, realmente faz bem para uma mulher ser adulada. Mas preferia palavras verdadeiras a mentiras bonitas qualquer dia. De repente estou muito cansada. Fecho os meus olhos e me apoio contra a parede. —Escuta, Mack... Franze o cenho. —É Max. Sim, você não se sente muito bem, certo? Sim, posso ser uma completa criança às vezes. Mas isso faz eu me sentir bem.


—Max, estou cansada. Meu voo não foi bom, o cara sentado ao meu lado era... ugh, estou fedida. Tudo o que quero é lavar o meu suor do fedido cara gordo e dormir um pouco antes que Nat venha para casa. Sinto o calor de seu corpo diante de mim. Rapidamente me levanto e abro meus olhos. Ele olha com preocupação. —Você esta bem, bolinho? Ah, meu Deus. Me mata. Tratando de não fazer caso do enxame irritado de abelhas assassinas em meu ventre, sussurro: —Bem. Eu preciso que você vá. Para a minha supressa, ele não se sente ofendido. Simplesmente assente uma vez e se dirige até porta. Enquanto abre a porta, anuncia: —Eu te vejo a noite. —Ele pisca uma vez mais, e logo vai. Tudo antes que posso perguntar, “Está noite?” Eu me movo para a porta e coloco a trava. Ouço que uma porta se abre no corredor. Max grita no corredor. —Olha, Sra Crandle. Como você está? —Você tem que falar mais alto. Minha audição não é o que costumava ser. Eu cubro a minha boca com a mão e me deixo rir.


CAPÍTULO 06 Helena Eu estive dormindo por quase uma hora. E por dormi, me refiro dar voltas, pensando em Max em minha cama, e em segredo com vontade de lamber a mancha de sua baba. Depois que ele foi, eu consegui tomar banho, comer um pouco de cereal (porque era tudo o que na realidade havia para comer), e tratei em vão dormir. E dormir, em minha família, é sagrado. Dormimos quando podemos. Nós somos muito animados sobre a sesta4. Mas isso simplesmente não acontece. Eu culpo Max. Max e sua sensualidade. Sua covinha. Seu humor. E seu doce ser. Quero dizer, vamos! Aposto como todas as meninas, tem plano de namorar e se apaixonar. Aposto que não há um osso genuíno em seu corpo.

4

dormir após o almoço ou ao meio-dia; sestear


Eu reclamo em voz alta. —Estúpido, sexy Max. Nem um segundo depois, a porta da frente se abre. —Olá? Alguém em casa? Sorrio no travesseiro pela voz familiar e me enterro mais profundamente nos lençóis. Passos soam no corredor, e logo em meu quarto. Ela me vê. —Arrggghhh! —A próxima coisa que sei é que estou sendo atacada. Nat pula sobre mim. —Você é uma maldita. —Mas diz isto com tanto amor que decido não apertar o seu nariz. Pula em cima de mim. Forçando minha respiração sair em esporádicos suspiros antes de voltar os seus braços ao redor de minha cintura e se deitar na cama comigo. Me abraça em silêncio por um longo tempo antes que me vire para olhá-la. Logo que ela vê a minha cara, ambas estalamos em amplas risadas. Logo disse: —Você é uma mentirosa. Sempre mentindo. Aceno. —Eu sei. —Mas apesar de que quero raspar a sua cabeça, ainda eu te amo. — Bom saber. —Você chegou bem? Eu encosto no meu travesseiro.


—Bem, mas quando cheguei aqui, quase bato na pobre senhora Crandle pela chave. A cama se sacode com a sua risada silenciosa. —Maldita seja, teria pagado para ver a sua cara quando abriu a porta. Eu engasgo com uma risada, —Não estou brincando quando digo que tive que jogar um jogo malditamente difícil de conversas com ela, três vezes, pela maldita chave. Logo tratou de me atrair ao interior com doces, e promessas de brincar com os seus gatos. Gritou. Cuidado com os desconhecidos! E me largou ali. Nat ri tão forte que lágrimas escapam de seus olhos. —Então, quando pro fim entro, há um cara dormindo na cama. Nat se endireita imediatamente e grita: —O que? Respondo. —Oh sim, Max estava dormindo na cama quando cheguei. Ela balança a cabeça de um lado para outro. —Isso é raro. Não com ele. —Ela olha em volta. — Não parece que ele aproveitou isso. —Ele não fez. Ela se senta na cama.


—Eu sinto, menina. Quase todo mundo tem uma chave deste lugar. Pedi todas as chaves reservas de volta e todos me disseram: que se esqueceram. —Ela ri. —A única meio disposta a te dar privacidade é Tina. E quando viu que ninguém mais estava cedendo, seguiu o rebanho. Sacudo a cabeça. —Tenho alguns amigos estranhos. Ela sorri e suspira felizmente. —Eu sei, certo? De repente, ela fica sem ar, emocionada. Eu fico quieta. —O que? Seus olhos ficam chorosos. —Simplesmente me bateu, sabe? Que na realidade está aqui. Morando aqui—Responde e sussurra: —Isso é incrível. Sorrio. —Agora só temos que encontrar uma maneira de fazer Nina abrir um salão aqui também. A cara de Nat fica sonhadora. —Isso seria incrível. — Ficando de pé, aplaude. —Muito bem! Bom, eu ia dizer aos meninos que viessem aqui está noite, mas pensei que melhor não. Então ele estão na casa ao lado da nossa. Dessa maneira, quando você se cansar, pode simplesmente sair e não tem que se preocupar de ofender a ninguém por deixar-nos.


Uau. Ela me surpreendeu. Meu cenho se franze e respondo em voz baixa: —Um, obrigada, amigo. Mas ela já está na porta. Grita de novo: —Venha quando estiver pronta! Ninguém se importará se está usando pijama! Penso em ir de pijama. Com um suspiro, eu tiro a calça de flanela e camisa, e troco por jeans e uma camiseta branca. Eu coloco rapidamente sandálias brancas, pego a minha chave, e me dirijo a porta ao lado. Assim que abro a porta, soa um hurra. Meus olhos se arregalam e meu coração acelera. Toda a quadrilha está aqui, assim como as irmãs de Nik e Max, Leti, Maria e Isa, incluindo os pequenos pugs dormindo em suas caminhas perto do sofá. Porém não havia crianças esta noite. Todos eles estão muito felizes de me ver. Eu só encontrei com as irmãs algumas vezes, mas são divertidas. Eu gosto muito. Asher, sendo o mais perto de mim, vem até mim com um pequeno sorriso. Antes que eu sabia, sou envolvida por um abraço fraternal. Enterro meu nariz em seu pescoço e respiro. Sussurro contra a sua camiseta: —Olá. Ele se afasta e olha para mim. —É malditamente espetacular ter você aqui.


Isso é, como, o máximo de palavras que eu ouvi Ash usar em uma frase. Sorrindo, e sendo a irmã mais nova de honra, ele me pega em um abraço. Eu imito o melhor que posso. —Maravilhada de malditamente estar aqui. Ele me prende em uma chave de cabeça e eu engasgo com a minha risada. Quando ele me deixa e brincando me afasta, eu dou uma volta para ver todos nos olhando. Todos estão surpresos. Nat é a única sorrindo suavemente. Acredito que não há uma grande quantidade de pessoas que possam atuar dessa maneira com Ash. Mas ele e eu ... nos entendemos um ao outro. Temos um vínculo, formado inclusive antes que Nat e Ash fossem um casal. —Um... oi—digo com nervosismo. O resto das pessoas saltam em comprimentos, abraços e beijos Tina quase me afoga. Passo um pouco de tempo segurando seu ventre, me coloco de joelhos e beijando o lugar atual de meus sobrinhos ou sobrinhas. Nik simplesmente me sorri e beija minha testa. Lola pula sobre mim e nos apertamos uma a outra por um longo tempo. Lola e eu estamos mais perto de ser da mesma idade, temos mais em comum. Trick bate em meu braço um pouco mais forte. Mimi sorri quando me aperta em um abraço. Suas mãos vagam pela minha bunda e eu rio. Mimi sempre dizia que tenho uma boa bunda. Leti, Mari e Isa me dão amor, abraços e beijos. Então, finalmente vem Max.


Sorrindo como o tonto que é, dá um passo adiante com os braços abertos, e meu coração acelera. Rapidamente me afasto. — Você já me viu hoje. O rosto de Asher fica duro quando diz entre os dentes: —Que merda significa isso? Max nem sequer olha Ash; ele só segue sorrindo. —Porém nunca cheguei te abraçar. Dou outro passo para trás. —Não preciso de outro abraço. Eu fui muito abraçada. Além de que, eu me sinto como que nos temos unidos o suficiente com sua mancha de baba em meu travesseiro. O rosto de Ash se volta vermelho brilhante. Ele se move até Max e pega a parte da frente de sua camisa. —Será melhor que comece a falar, ou vou começar a te ferir. Max simplesmente ri. —Relaxe, Ghosh,. —Seu rosto se volta repentinamente sonhador. — Sua cama cheira a baunilha. E ela cheira com uma pastelaria. Meu estômago se retorce. Maldito! Maldito ele e suas palavras! Mas Ash está muito ocupado se concentrando em meu comentário anterior. —Quando merda que você esteve perto de sua cama?


Max, sem ter ideia de que está perto apanhar, encolhe os ombros. —Hoje, quando ela chegou. O rosto de Ash fica mortal. Ele lança até Max, mas dou passo rapidamente entre eles. —Não é o que pensa! Estava dormindo em minha cama quando cheguei pela primeira vez no apartamento. Maria responde. —Meu irmão, é o homem com mais classe em Nova York. — comenta, e logo levanta seu copo em um brinde silencioso antes de beber todo o conteúdo em um gole. Nota mental: Nunca beba com Maria. Max olha a sua irmã e logo aponto o dedo. Se defendendo rapidamente. —Não é como se ela estivesse morando ali quando eu adormeci. —Seus olhos estreitam em mim. —Então, realmente, me deve uma desculpa por interromper minha pequena sesta. Ele... ele diz sério? Seus olhos permanecem estreitos, e pronto eu me dou conta que não está brincando. Solto uma risada em estado de choque e sem humor.


—Em seus sonhos! Não vou pedir desculpas para você! Nem agora, nem nunca. Por nada. Além disso, você estava basicamente invadindo! Embora seus olhos entrecerrados não cessaram, seus lábios se retorceram. E então quando me dou conta como todo mundo ao nosso redor está escutando nossa não briga. Todos estão sorrindo. Todos eles. Nat rapidamente se desculpa, alegando a necessidade de organizar as coisas na cozinha, e me arrasta com ela. Me arrasta tão rápido que estou correndo. Logo que chegamos na cozinha, sussurra entre os dentes. —Que diabos foi isso? Buscando nos armários, saco dos pratos do jantar e eu os coloco no balcão. Respondo em voz baixa. —Não sei do que está falando. Ela se move para parar na minha frente. —Não. Não vai me deixar assim. Por que está irritada com Max? Meus ombros se levantam em um informal encolhimento de não é grande coisa. —Eu só não gosto dele, isso é tudo. Um olhar de assombro se posta em seus olhos. —O que? Por que?


Eu me movo para abrir os guardanapos —Ele é um paquerador. Odeio isso. Ela me olha muito perto por um momento antes de responder. —Ele é um homem solteiro. Um bom cara. E ainda um melhor pai. Isso permite que ele paquere. Lena Dobrando os guardanapos e colocando em cada prato, murmuro: —Aposto que ele tem um caderno de mulheres as que ele deu falsas esperanças nestes momento. —Quanto mais penso nele, mais irritada eu fico. Começo a tirar os guardanapos dobrados nos pratos. Nat faz um ruído e eu levanto um olhar para vê-la com olhos abertos, mas com os lábios apertados. Minhas sobrancelhas se franzem. —Ele faz, certo? Essas pobres, estúpidas e indefesas mulheres. Estúpidas, estúpidas mulheres. Seu rosto se volta inexpressivo. —Não é seu assunto, e não é meu assunto para contar. —Para mim, isso, confirma automaticamente minhas suspeitas. Mas Nat nega rapidamente. —Você acredita que um homem como ele, o homem que está insinuando que é, poderia cria uma menina linda como Ceecee sendo tão idiota? Eu paro a meio passo. Realmente não havia pensado em Max como um pai em minha vingança contra ela. E Ceecee é


verdadeiramente uma extraordinária menina. Uma parte de mim quer acreditar que ele é um bom cara. Quero dizer, eu costumava pensar que era um bom cara, mas estava claramente cega por esta tonta por ele. Agora, esses sentimentos se foram. E você é uma amargurada. Eu não sou. Sim você é. De repente, me sinto um pouco como uma variedade de buraco na bunda. —Eu não estou dizendo que não é um bom pai... Nat se vira rapidamente. —Simplesmente que não é um cara legal. Bom, quando eu coloco assim, é claro que vai soar como uma merda. Ela leva os pratos e os guardanapos, e se move para estar diretamente na minha frente. —Escuta, não sei o que está acontecendo com você, mas Max é um dos meus melhores amigos. Se você tem problemas com ele, o que não são problemas em absoluto, você tem problemas comigo. — Minhas bochechas ficam vermelhas diante da sua firme reprimenda. E continua: — Sei que ele é um pouco paquerador, mas é um grande cara. É generoso e divertido, amável e atento. É um dos bons. — Ela me


olha nos olhos. —Merda, ele daria sua camisa de volta se alguém precisasse! Rodo os olhos, claramente pelo exagero, e ela começa se afastar. Ao sair da cozinha, ela se vira para mim. Meu coração se aperta quando vejo a decepção em seus olhos. Baixando a voz, pronuncia: —Eu vi você fazendo isso. Minha garganta se espessa pela vergonha. As vezes é difícil engolir sua própria merda. Meu coração afunda, e de repente eu gostaria de voltar para casa. Antes que eu posso pensar demais no que disse Nat, dou um passo de volta para sala de estar, retorcendo as minhas mãos. —Gente eu sinto muito, mas de repente não estou me sentindo muito bem. Para meu absoluto horror, Max é o primeiro a se aproximar de mim. Está a um passo de distância de mim, buscando ao meu rosto. Murmura: —Você está um pouco pálida. —Como se não houvesse outra opção em sua mente, coloca um mão em meu ombro e diz: —Vamos. Eu te acompanho até a sua casa. Essa vergonha que sentia antes? Inunda meu sistema. Oh Deus. Você é uma idiota. E demais nesse momento. Dou um passo longe e olho para o chão. —Não, fique. É ao lado. Eu estarei bem.


Nat vem até mim do outro lado e mento por mim. —Oh, querida, você disse que não se sentia bem antes, mas não pensei que fosse tão mal. —Me abraça e sussurra; —Está tudo bem. Vá para casa e descansa. Murmuro de volta: —Eu sinto, estou sendo uma idiota está noite. Eu acho que simplesmente estou sobrecarregada. Ela assente em meu ombro. —Está bem. Sei o que você sente. Nos separamos e ela me sorri. Um sorriso real. Não me dou conta do muito que eu preciso desse sorriso até eu o vejo e alivia a minha alma. Enquanto caminho até a porta, eu giro a metade do caminho e murmuro uma pobre desculpa de um adeus. —Nos vemos meninos. Eu sinto. Tina diz rapidamente: —Leve um cupcake com você! Oh meu Deus! Isso é exatamente o que eu preciso. Eu disparei um sorriso antes de me dirigir a brilhante caixa roxa de cupcakes. Normalmente, Tina os faria, mas estando ela em trabalhando, ela comprou alguns de uma padaria perto do trabalho. Nat diz que são quase tão bons como os de Tina. Eu acho que nada possa ser tão bom como os que Tina faz. Quando abro a caixa, reprimo um suspiro. Tão bonitos! Há três tipos


diferentes. Sorrio para mim mesma. Todos os cupcakes que pedi estão ali. No entanto, qual pegar? Está uma decisão difícil. Os de caramelo são deliciosos, mas também são os de creme de baunilha. E o de chocolate fudge é um presente. Mas devo pegar só um? Não sei o que a etiqueta de cupcake é em Nova York. Em casa, primeiro vem, o primeiro serviço, e tem sorte se conseguir um apesar de tudo, porque sejamos honesto aqui... quem come só um cupcake? Não ocorre. Pego um de caramelo, mas volto. Está bem. O de creme de baunilha. Sim, vou ir com o de baunilha. Chego a pegar ele, mas eu volto outra vez. Caralho, estou mal. É ansiedade do cupcake? O de chocolate fudge sempre está delicioso. Alcanço um desses e vacilo. Pego a caixa e olho por cima do grupo. —Eu levo isso. Antes que alguém posso dizer nada, estou na porta com minha recompensa. Quando fecho a porta atrás de mim, coloco a mão na caixa, pego um cupcake de caramelo, tiro a embalagem, e empurro a coisa inteira na minha boca. O sabor salgado-doce roda ao redor em minha boca, sinto o glace espesso em meus lábios e eu entro em colapso na explosão de açúcar. Vivo para isso. Falo para mim mesma, me apoio contra a parede e digo confusamente:


—Oh, doce Jesus. Sim. —Trago, suspiro e caminho de volta ao apartamento me sentindo um pouco melhor perto de mim mesma. Ou ao menos, eu pretendo. *** Max Pobre Helena. Ela não estava muito bem. Quero dizer, parecia bem, mas parecia um pouco apagada. Inclusive um cego poderia ver quanto bonita ela é. Esse espesso cabelo castanho quase tocando a cintura. Olhos verdes brilhantes que são inclusive mais brilhantes do que os de Nat. Esses longos cílios pretos que fazem que seus olhos fiquem enormes. Essas alegres tetas, e o melhor de tudo... Essa bunda. Puta que pariu diretamente ao inferno. A meninas se sente como uma merda, e estou revisando sua firme e redonda bunda. Sou um homem mau, mau. Agora que eu penso, bonita não é uma palavra o suficientemente forte para ela. Impressionante poderia estar perto, mas inclusive isso soa demais plano para usar para alguém, que tem uma luz ao seu redor. Ela literalmente se ilumina quando sorri. Me pergunto por que não percebi antes.


A pizza chega pouco depois que ela se foi, e eu preciso de uma cerveja. Grito: —Cerveja? Todos os homens levantam a mão. Eu me dirijo a cozinha, onde Nat está preparando uma salada para acompanhar a pizza. Abro a geladeira e pesco quatro cerveja. Quando eu me endireito, eu digo: —Vou ir, e ver se Helena quer um pedaço. Nat fica rígida. Ela não fala desde um bom tempo. Finalmente pronuncia: —Sim, eu não faria isso. Eu encolho os ombros. —Por que? É sua irmã. E não se sente muito bem. —Faço uma pausa antes de dizer: —Ela é brilhante. Ela faz um ruído de asfixia antes de tratar de soltar suas palavras juntas: —Bom, é só que... uh... ela, bem... —Ela encolhe antes de explicar muito, muito lentamente. —Ela não é sua maior fã, Max. Minha respiração sai eu silvo. Não entendo. Isto nunca me aconteceu antes. Pisco até ela antes de gritar em um tom alto: —O que? Nat segue se estreitando ao redor da cozinha. —Eu sei, certo? É difícil. Às vezes não posso acreditar que estamos relacionadas.


Ainda estou comovido. Pergunto em pânico: —Por que? Ela levanta um ombro. —Bom, ela diz que é um paquerador. Que demônios? Minhas defesas estão em nível recorde, e brinco. —Sou um home solteiro! Tenho permissão para paquerar! —Se juntando ao coro, baby. Minha boca se abre. Não posso compreender o que estou dizendo. —Mas, por quê? Nat dá a volta e vem até mim, levando uma cara cheia de simpatia. Aperta a minha bochecha e fala com suavidade. —As vezes as pessoas não gostam de outras pessoas, e a vezes não precisam de uma razão em absoluto. Isso acontece, querido. Agora estou triste. —Mas todo mundo me ama. Sou adorável. Ela aproxima meu rosto do seu e beija a minha testa. —Sim significa algo, acredito que é a melhor coisa desde a rabanada. Trato de não fazer bico, mas é difícil. Realmente difícil. —Por que ela não gosta? Eu gosto dela. —Deixe.


—De nenhuma maneira! —Determinação pulsa através de minhas veias. —Só há uma coisa a fazer agora. Nat me olha com receio. —Estou quase assustada de perguntar. Eu avanço até a porta. —Vou fazer que ela goste. Ela grita atrás de mim. —Não funciona dessa maneira, Max. Não pode briga-la a fazer nada! —Me olhe! Desafio aceito!


CAPÍTULO 07 Max Justo antes de fizeram a minha saída, recolho o meu prato de pizza e o levo junto comigo. Dizendo a verdade, estou chateado que eu tenha que demonstrar que eu sou um bom cara a uma mulher que nem sequer eu conheço. Pelo menos, eu acho que eu sou um cara legal. Meu estômago se retorce. Brilhante. Agora ela tem a você duvidando de si mesmo. Que cadela. Oi, vamos cérebro. Não fale assim dela. Odiaria ter que partir sua bunda. Meu cérebro sorri e assente em sinal de aprovação. Vê? Bom menino. Conhecer alguém a quem por alguma razão não gosta de você é tão débil que cheira bolas peludas. Mas rapidamente me faz perguntar se algum imbecil ex-namorado dela era um galinha, alguém que paquera com as mulheres na frente dela. Nego com a cabeça ante a ideia de querer romper o nariz do inexistente ex-namorado de Helena.


De nenhuma maneira alguém que tivesse uma mulher como essa se arriscaria a perdê-la por algo tão estúpido. Não importa. Estou decidido a conquistá-la. Marque as minha palavras; vamos ser amigos. Se eu pudesse fazer ela ver o cara legal que eu sou... Parado frente a sua porta, seguro meu prato em uma mão e levanto a outra para bater, uns segundo depois. Helena abre a porta usando o pijama de flanela azul marinho mais feio que eu tenha visto. Não tenho nem ideia de como ela fica sexy com isso. Seu cabelo está em um coque desordenado na parte superior de sua cabeça, e eu sorrio para o quanto adorável ela está. Com as sobrancelhas franzidas pela confusão, ela começa a perguntar: —O que está...? —Mas quando eu me movo para entrar, eu tropeço com meu cadarço desamarrado. O prato em minha mão se projeta para frente, e em câmera lenta, vejo as três fatias de pizza voarem pelo ar e salpicar na parte da frente da sua camiseta de dormir. Com sua boca aberta e seu corpo rígido, ela para ali, com os olhos bem abertos, surpresa. Um gemido sai de sua boca. Eu fico olhando o molho de tomate marcando e não posso evitar. Eu bufo.


Minha risada desaparece quando vejo sua cara ficar vermelha com uma cor vermelha brilhante. Seu lábio inferior treme e seus olhos brilham com lágrimas. Ela assente uma vez com resignação, logo, fecha a porta em meu nariz. Merda! —Helena, por favor abre a porta. Sou um imbecil. Não deveria ter rido, mas tem que admitir... que é um pouco divertido. Meu peito se aperta quando ouço uma fungada do outro lado da porta. Oh, homem. Passo uma mão pelo meu cabelo, indefeso. Isto ocorreria completamente de outra maneira em minha cabeça. Ela abriria a porta, veria a pizza em minhas mãos, e ela sorriria. Me diria que estava morrendo de fome, e que eu era seu herói. Iríamos para dentro, conversaríamos e nos vincularíamos sobre a pizza, e logo cada vez que comêssemos pizza juntos, nos sorriríamos um ao outro sabendo que toda a nossa amizade começou com nosso saboroso produto assado favorito. Realmente, universo, te mataria me fazer o seu herói da pizza? Não estou pedindo muito aqui. A ouço se afastar da porta e rapidamente a chamo de novo. —Helena, docinho, realmente eu sinto. Por favor, abre a porta. Pelo menos me deixar ajudar a limpar. — Minha testa bate na porta com um batido surdo. Fecho os olhos e escuto outro soluço. — Por favor não chore. Você está quebrando o meu coração.


Espero um pouco mais de tempo, mas ela se foi. Provavelmente para o banho. O corpo quente de Helena no chuveiro. Toda molhada. Gotas se derramando por seu corpo. Seus mamilos endurecidos, e ... Foda-se, cérebro, sujo filho da puta. Eu sei. Mentalmente eu cumprimento meu cérebro. E o mesmo acontece comigo mesmo. Minha mente trabalha horas extras para pensar nas maneiras que eu posso corrigir o que acabo de fazer com Helena. Se vamos ser uma parte do mesmo grupo de amigos, para o bem de todos os demais, temos que encontrar uma maneira de levarmos bem. Se fora por mim, nós levaríamos bem, mas tenho a sensação de que Helena é do tipo que dá batalha. Sorrio. Ela não vai ganhar, por mais que lute. Mas algo me diz que ela vale a pena a batalha. *** Nat Max volta a entrar no apartamento com um prato vazio e parecendo zangado.


Uh oh. Eu levanto e caminho até ele. —O que ela fez? —Vou bater nessa cadela. Sério. Ele abre a boca para falar, e logo a fecha. Faz outra tentativa, e logo outra. Finalmente, com um suspiro, pergunta: —Se Helena estivesse irritada com um cara—se encolhe—, o que você diria a esse cara que ele tem que fazer para chegar na lista do que ela gosta? Meus olhos se estreitam perigosamente. Com meus dentes apertados, sibilam: —O que você fez? Ele ri nervosamente e esfrega a parte posterior do seu pescoço. Vou dar um soco no cachorro. É sério. *** Helena Não posso deixar de rir de ver a expressão no rosto de Max quando a pizza salpica toda sobre mim. As lágrimas picam meus olhos e pensei em chorar, mas quando eu bufo, foi difícil de não rir. Mas eu escondo. Tive que fechar a porta no mesmo segundo, porque se não fizesse, me haveria perdido em um


ataque de risos. Não podia deixá-lo me ver rir. Isso não ajudaria o meu ato de cadela fria de pedra. E a forma em que me chamou do corredor... Ah! Eu me aconchego nos lençóis... os lençóis em que Max havia estava dormindo a horas atrás. — O cara é seguro demais. —sussurro na escuridão. Meu cenho se franze quando um pensamento cruz a minha mente. Por que ele está tentando com tanta força? Eu penso nisso por muito tempo antes que meus olhos ficam pesados. Pronto, estou com insônia. E logo penso na covinha de Max. *** Max — Se quisesse impressionar uma mulher, o que faria? Nik sorri. —Se fosse eu e quisesse impressionar uma mulher, era só estar vivo. Trick gargalha. — Vá. Que alguém traga um carrinho para a cabeça do imbecil.


Ghost morde seu sanduiche, os ombros tremendo em uma risada silenciosa. Olho meu irmão e lanço um guardanapo enrolado em sua cabeça —Você é engraçado. Estúpido. Os caras riem, mas eu estou frustrado. —Estou falando sério. Passou um longo tempo desde que tive que fazer essa merda. De repente, Ghost serra seus olhos em mim. Engolindo a sua comida, pergunta: — Quem é ela que está tratando de impressionar? Não sei por que isso me deixa nervoso, mas Ahs tem esse efeito nas pessoas. Eu rio em voz baixa. —Não é assunto seu, Asher. —Quando coloco ênfase em seu verdadeiro nome, sua mandíbula fica tensa. Não há muitas pessoas por ai afora que pode sair impune chamando Ghost por seu nome de nascimento. Pelo o que eu sei, só as mulheres que ama em honra. Eu limpo a garganta, —Não é ninguém. —Então minto através dos meus dentes. —Estou pensando em ter encontros. Sinto seus olhos em mim. O silêncio se impõe na mesa. Nik é o primeiro a falar. —Sério? Eu encolho os ombros, sem saber o que dizer. Ter encontros nunca foi uma opção antes, mas enquanto Ceecee crescer mais, eu


acho que posso começar a conhecer mulheres. Só há um problema. Não quero conhecer mulheres. Eu já terminei com as mulheres. Tive uma mulher, uma mulher que acreditava que era uma boa mulher, e que me trouxe nada mais do que angústia. Amava Maddy. A amava tanto que faria qualquer coisa por ela. Mas ela mudou. Pouco depois de que Ceecee nasceu ela não era a mulher que eu me apaixonei. Mas eu fiquei ao seu lado, e eu haveria ficado com ela até a morte se me houvesse me deixado. Assim que eu sou dedicado. E, com o que eu fui recompensado? Má atitude e horríveis palavras. Se você está pensando que estou amargurado por uma má relação, tem razão. Só de pensar em sair meu estômago fica embolado. Limpo minha garganta e me endireito em minha cadeira. —Pode ser. Nik sorri na mesa. Levantando um olhar, assente. —Eu acho que seria incrível. Trick dá um soco em meu ombro e brinca: —Não pode ter Lola. Sorrio e bato o urso. —Não, eu quero Nat. Ash para de repente, sua cadeira rangendo para trás dele. Me aponta, com a mandíbula rígida. —Sorte sua que eu te amo, irmão.


Nik pergunta: —Tem alguém em mente? Alguma pessoa em particular? Sou honesto quando digo: —Na realidade não, só estou tomando, como quando vir. Meu irmão bate uma mão em meu ombro e responde. —Às vezes as melhores coisas não são planejadas. Os caras fazem sua saída e regressam ao trabalho, me deixando sentado no frito quarto com meus próprios pensamentos como companhia. Meus pensamentos se compõem em olhos verdes e atitude. Eu fico de pé, sacudo minha cabeça para me afastar, e me dirijo de novo ao escritório. Uma vez dentro, tiro o meu telefone do meu bolso e marco o número que me deram na noite anterior. Toca, toca e toca um pouco mais. —Olá, você ligou para Helena Kovac. Não posso te atender agora. Por favor deixe o seu nome e seu número e assim que possível eu entrarei em contato com você. —Bip. De repente entro em pânico. —Um... Helena. Oi, é Max. O irmão de Nik. O cara que você encontrou dormindo em sua cama. O mesmo cara que te jogou pizza a noite. —Oh, meu Deus! Cala a boca, idiota! —De todas as formas, eu só quero ver se estava livre está noite. Quero dizer, sei que é sábado e provavelmente vai ao clube está noite com as meninas, mas...


Bip. Porra. Devo ter alçando o limite de tempo de mensagens. Eu ligo de novo. E a mensagem de correio de voz soa de novo. Espero pacientemente ao apito. Eu encosto na minha cadeira, encontrando uma posição cômoda para falar com Helena. —Eu sinto, me dizem que eu falo muito. De todas as formas, como estava dizendo se você me permite, eu gostaria de levar você para um jantar para pedir desculpas por ser, bom, um estúpido a noite. —Me incorporo. —Sabe, eu acho que já me sinto tão a vontade com você, porque você é a irmã de Nat, e eu amo Nat. Quero dizer, sei que você não gosta de mim, mas se você... Bip. Filho da puta! Rapidamente volto a marcar e cubro minha cara com uma mão enquanto me sacudo. —Que merda estou fazendo? Bip. Suspiro no telefone. —Sabe o que? Não se preocupe. Eu... eh... acabo de dar conta que estou ocupado hoje de todos os modos. Então, um... se. Só...só não se preocupe por isso. Eu sinto em derramar pizza sobre você. Se você precisar de um novo par de pijamas me faça saber e eu te pagarei. Eu


sinto por te fazer chorar. — Eu paro. — Nunca quis te prejudicar, docinho. A mensagem segue gravando, dou batidas com meu telefone contra minha têmpora e logo termino a chamada. Bom, isso não era meio estranho. Afundo-me em minha cadeira e me envolvo em autocompaixão. *** Helena Acabando de acordar, me sento com as pernas cruzadas na cama e me jogo de pijamas novos, vendo como minha favorita ainda está coberta de molho de tomate. Escuto as três novas mensagens de voz. —Um... Helena. Oi, sou Max. O irmão de Nik, O cara que você encontrou dormindo em sua cama. O mesmo cara que te jogou pizza a noite. De todas as formas, só queria ver se estava livre está noite. Quero dizer, sei que é sábado e provavelmente vai ao clube está noite com as meninas, mas... Sorriu para mim mesma e logo escuto a seguinte mensagem. —Eu sinto, me disseram que eu falo muito. — Eu rio e escuto. — De todas as formas, estava dizendo se você me permitirá, eu gostaria de te levar para uma jantar para pedir desculpas por ser, bom estúpido, a


noite. Sabe, eu acho que já me sinto tão a vontade com você, porque você é irmã de Nat, e amo Nat. Quero dizer, sei que você não gosta de mim, mas se você... Minha cara fica vermelha brilhante. Oh, meu Deus. Nat disse para ele que eu não gosto dele? Eu vou cortar a cadela! Mas de todas as formas ele me ligou para se desculpar e me convidar para jantar. Minhas sobrancelhas se levantam quando eu penso nisso. Isso é verdade. O que eu faço agora? Saio com ele. O deixo pagar o jantar. Falar com ele. Chegar a conhecê-lo um pouco mais. Sim. Eu me endireito na cama. Sim. Isso é exatamente o que vou fazer. Meu estômago se agita com o entusiasmo. Começo a escutar a terceira mensagem. Ele suspira. —Sabe o que? Não se preocupe por isso. — Minha cara caí. Meu coração se afunda. —Eu... eh... acabo de me dar conta que estou ocupado hoje de todos os modos. Então, um... se. Só... só não se preocupe por isso. Eu sinto por derramar pizza sobre você. Se precisar de um novo par de pijamas me faça a saber e eu vou te pagar por um. Eu sinto por te fazer chorar. —Uma pequena pausa, e logo um tranquilo. — Nunca quis te prejudicar, docinho.


Uma repentina onda de ira flui através de mim. Apago as mensagens. —Que se foda. Ele tem razão. Vou ir ao clube está noite. Minha determinação se fortalece, saio da cama e me dirijo para o chuveiro. Vou ao clube, e não volto para casa sozinha.


CAPÍTULO 08 Max Não posso mover este sentimento que tenho sentado como uma pedra na boca do estômago. Por que fiz isso? Ao sair do banho, me seco e paro em frente ao espelho manchado. Uso a minha mão para limpá-lo e olho o meu reflexo. Sim, esse sou eu. Quero dizer, se parece comigo, mas não sinto como eu. Hoje não. Em dezesseis horas, eu lancei pizza em uma mulher, uma mulher que nem sequer gosta de mim, eu a convidei para sair e logo eu cancelei. Normalmente sou um homem de confiança. Que merda que está acontecendo comigo? Estou certo de que tem pessoas que eu não gosto. Sei que eu posso conseguir. Às vezes, não sou muito simpático. Mas sempre cumprimento. Sempre. Eu colo minha boxer, sai do banho e olho meu quarto. Este é o último dia neste quarto. Trato de não pensar nisso, e nem olhar as caixas espalhadas pelo chão. Amanhã é o dia. Ceecee está encantada... e emocionada, ainda não significa que fale comigo. Eu coloco meu jeans preto e minha camiseta de The White Rabbit. Tem meu nome. Embaixo do meu nome, está “estou aqui para


te servir”. Sorrio. Sempre fica bem para as mulheres. Seguidamente coloco meu cinto preto. Tem uma fivela especialmente feita aonde se lê “siga o The White Rabbite”. Eu gosto, porque é grande e de prata, e um monte de mulheres pensa que coelho branco é um eufemismo de meu pau. Meus tênis estão escondidos por algum lugar. Justo quando olho debaixo da cama, minha mãe coloca a sua cabeça pela porta e me informa: —Nós vamos. Eu os pegos. Sempre estão debaixo da cama. Pesco meus tênis e coloco no pé. —Está bem, mamãe. Obrigado de novo. Sorri. —Não é nenhum problema. —Seu sorriso se desvanece. —Ainda está chateada. Finjo não ouvi-la e coloco os meus tênis. Dá um passo na minha frente e volta a sua voz. —Nunca me ignore, Maximillian. Deus, pode ser pequena, mas minha mãe é um mulher que pode me dar medo quando se propõe. Eu sorrio. —Eu nunca te ignoro, mamãe. Nunca. —Ela me olha e eu suspiro. —Sei que está chateada, mãe. O que você quer que eu faça?


Não vou mudar de opinião só porque ela está chateada. Estamos avançando. Tem que se acostumar a isso. O rosto de mamãe se suaviza. —Não se zangue com ela por ter medo de abandonar o único lugar que ela conheceu. Bom, quando se coloca assim... —Estou zangado porque ela está zangada. Quisera eu fazer algo para que seja mais fácil para ela. Mamãe fica na minha frente e me abraça. — Só demonstre que a quer. Que nada vai mudar nisso. Que vai amá-la, inclusive se chatear com você. Seja firme com seu amor e seu coração se apaziguará. Aperto as suas costas. —Bom, eu farei isso. Dando um passo para trás sorri. —Bem. Agora vai dar boa noite para ela. Eu pisco um olho para minha mãe antes de sair de meu quarto. Enquanto saio, quase tropeço com duas pequenas fadas com olhos dourados e cabelo escuro. Suspiram quando me veem. Então começam. —Tio Max! —Max... Tatiana e Ava, as filhas de Nik e Tina pegam em minhas pernas.


—Oh, meu Deus, estou sendo atacado! Eu pensava que as fadas eram boas! Tina entra na sala, olha para suas filhas e esfrega com ar ausente o estômago. Caralho, seu ventre fica cada vez maior. Dobro de diversão com os gêmeos. Mentalmente eu me estremeço. Boa sorte Ghost e Nat. Tina pergunta para as meninas que piscam para ela. —Vovó está pronta para sair, meninas, Por que estão correndo? Tatiana olha ao seu redor antes de se inclinar para frente e responder. —Há um monstro no nosso quarto. Tina abre os olhos surpresa. —Bom, por que não disseram? —Vai até a porta e chama no quarto das meninas. — Um, perdão. Monstro? Tem que sair agora. Vamos chegar tarde. Nik chamo do outro lado da porta. —Não é possível, mamãe. Eu preciso de comida. Eu ouvi que as meninas estão saborosas. — Então faz um barulho com os lábios. Tatiana ri, mas Ava agarra minhas pernas com mais força, não é o suficiente grande para entender que o monstro é na realidade seu pai brincando com elas. Tina suspira dramaticamente. —Você não pode conseguir um pouco de pão ou cereal, ou algo assim?


Nik responde. —Não. Eu preciso de meninas, e preciso delas agora. Tina olha para as meninas. —Vocês ouviram. Ele está com fome. Quem de vocês quer ser comida primeiro? —Tatiana assente enquanto Ava nega com a cabeça enfaticamente Tina aponta com o dedo a Tatiana. —Será melhor que entre. Soa como se estivesse faminto. Assim que Tatiana sai correndo pelo corredor, Ava lamenta: —Não. Eu abraço apertado e sussurro: —Está tudo bem, baby. Isso é só uma brincadeira. —Ela chora em meu pescoço. Tatiana vai até a porta e logo que coloca a mão na maçaneta, a porta se abre e sai o monstro. Nik sai e eu suspiro. —Oh, meu Deus, é horrível! Ava sorri e bate com as pernas. Se não fizesse teria me decepcionado. Eu a deixo no chão e Nik persegue seus bebês pelo corredor e dentro do seu quarto. Um minuto mais tarde, grunhidos, rugidos e risadas de meninas nos deixam claro que elas foram capturadas. Tina ri em voz baixa e logo se volta para mim. —Onde está Ceecee? Meu sorriso desaparece. Meu estômago se revolta.


—Eu pensava que estava com você. A risada de Tina se desvanece rapidamente. Grita: —Ceecee? Querida, onde você está? Não há respostas. Meu pulso dispara. —Ceece, baby? Nada. Merda. Tina se dirige apressadamente ao quarto de Ceecee e abre a porta. Se vira até mim com os olhos muito abertos. —Ela não está aqui. Eu não paro para perguntar a ninguém. Meus pés se movem por sua própria vontade. Revisto rapidamente a cozinha, sala de estar e todos os quartos. Vazios. Meu coração se acelera enquanto eu revisto o pátio de trás. —Ceecee! Minha mãe sai correndo de meu quarto. —O que está acontecendo? Eu pego as chaves do carro em cima da mesa e eu falo: —Não encontramos Ceecee. Ela saiu.


O medo se apodera de mim enquanto corro pelo corredor e vejo a porta aberta. Eu sussurro por mim mesmo: —Por favor. Deus, não. Corro tão rápido como posso, escuto as fortes pisadas de Nik atrás de mim. Na pota, Nik grita. —Ceecee! Meus pés não param. Corro para a minha caminhonete e pulo dentro. Arranco e Nik salta no banco do passageiro. Os pneus cantam, quando eu dirijo pelo caminho. Justo quando estou a ponto de chegar a estrada, Nik diz em voz alta: —Espera! Pare! Ali! —Assinala a janela do seu lado. A aceleração de meu coração desacelera. Eu a vejo. Está sentada ali, na porta principal, olhando até nossa casa. Seguro o volante e baixo a cabeça sobre ele, hiperventilado. Foda-se. Merda. Foda-se. Nik passa a mão pelas minhas costas. —Está tudo bem. Ela está bem. Muitos pensamentos passam pela minha cabeça. Feios pensamentos perturbadores. E se não estivesse? Sinto as lágrimas salpicando meus olhos, mas eu as detenho. Saio do carro, sem me preocupar em parar. Enquanto caminho até ela com as pernas como gelatina, ouço Nik sair do carro e entrar do lado


do motorista. O carro se afasta, me deixando com minha filha. Eu me coloco atrás dela e eu quero abraçar e bater nela para assustá-la. Me conformo em descansar a minha mão sobre seu ombro. Ela me olha, com os dourados olhos tristes, logo ela olha do outro lado da rua. Estamos ali algum tempo, e eu fico feliz por isso. Preciso de um tempo para me recuperar. Outros cinco minutos mais ou menos e Ceecee murmura: —Não estamos longe, certo? Minha garganta está cheia de emoção pela terrível experiência que eu tive, assim eu limpo a garganta. —Não querida. Não estamos muito longe. Ela leva um momento para processar isso, então perguntar em voz baixa. —Eu posso vir aqui sempre que quiser? Eu respondo. —Sim, querida. Outro momento, e então ela assente com a cabeça uma vez, com firmeza. —Então... então acho que a mudança não será tão má. Meus olhos se abrem com surpresa. O que ela acaba de dizer?


Eu paro o impulso de pular no ar e bater com os pés juntos. Em lugar disso, eu beijo a parte superior da sua cabeça e abraço seus ombros. —Não vai ser mal. Será divertido. Vamos ter uma aventura, você e eu. Sua pequena mão descansa sobre a minha trêmula: —Eu sinto muito papai. Eu não tenho sido muito agradável com você. Eu não me incomodo de aceitar seus pedidos de desculpas. Aconteceu, está feito, acabou. —Eu te amo. Sinto uma lágrima de sua bochecha cair no meu antebraço. Ela chora. —Eu também te amo. Meu coração se ilumina. Pego os puxadores da cadeira e começo a empurrar de volta para casa. Assim que chegamos à porta principal, eu digo: —Você quer ter suas coisas prontas? Ela me sorri e assente. Então ela vai. Eu me encontro no braço do sofá mordendo os lábios, olhando para o nada. Nik me assusta quando coloca a sua mão em meu ombro. Pulo, mas quando vejo que é só ele, respiro profundamente. —Foda-se, cara.


—Eu sei. Exalo tremulamente. —Na realidade não. Ele aperta o meu ombro. —Eu sei. Belisco com a mão a ponta do meu nariz. Levanto o olhar até ele. —Não acredito que... —Eu encolho os ombros. Nega com a cabeça. —Você não vai trabalhar essa noite. Não depois disso. Vai e saia com a sua filha. Tome um sorvete. Se divirta um pouco. Eu levo um momento para responder. Ainda, está tranquilo. Tranquilo demais. —Obrigada, cara. Ceecee sai de seu quarto com a mochila em um lado de sua cadeira. Roda por se mesma até mim e entreabre os seus olhos até meu sorriso. Pergunta com um longo e prolongado: —O que? Recolho as chaves do meu carro. —Mudanças de planos. —Agito as chaves—Que tal sair e jantar e depois cinema? Seu rosto passa a surpreendido. Pergunta em um sussurro: —Sério? —Uh, sim.


Ela suspira: —Mas...mas por que? Eu encolho os ombros. —Eu preciso de uma razão? Ela olha para esquerda, logo para a direita, logo assente. Encostado contra a mesa de jantar, acaricio meu queixo. —Veja. Então eu gostaria de sair com a minha filha pelas as seguintes razões. —Eu conto com os dedos. —Número um, você é minha filha e eu te amo. Número dois, é a única pessoa do mundo de quem eu posso roubar sorvete. Número três—me inclino mais perto e simulo um sussurro—, você é muito melhor companhia que todas essas pessoas velhas. Nik diz em voz ala: —Eu escutei isso! Tina concorda: —Eu também! Mamãe diz: —Vamos ver quem é velha da próxima vez que você venha me implorando que te dê o que comer! Murmuro: —Vamos! — Ceecee ri. Sorrindo e estendo minha mão até ela. — Agora posso te levar? Sorrindo amplamente, responde:


—Eu adoraria, papai. —Então procedo em levar minha pequena em comer pizza, ver um filme e tomar um sorvete. E teremos uma farra. *** Max Quando eu me deito na cama no final de uma grande noite com minha filha, me impacta o que eu passei esta noite. Me pega duro. Quem poderia ter a encontrado. Que ela poderia ter desparecido. Para sempre. Meus olhos ardem por debaixo das minhas pálpebras fechadas. Choro em silêncio de baixo dos lençóis um longo momento. Ninguém disse que ser pais seria fácil. *** Helena The White Rabbit é igual ao que eu me lembrava. Eu fico feliz por estar de volta. Passei a tarde me preparando com Nat, sendo que eu tinha a tarde livre. A maior parte da tarde nós gastamos em comer, nos


queixando uma da outra, Nat me atirando a roupa e eu chutando as roupas para longe, com um olhar de desgosto. Sem ânimo de ofender minha irmã, mas é muito mais aberta em relação a seu corpo do que eu sou. Eu não gosto de mostrar muita pele, mas se mostro algo, é provável que seja as costas e os ombros no lugar das pernas. Passamos mais de uma hora nos preparando. Maquiandonos, Nat arrumou o meu cabelo e eu termino com um dos meus próprios vestidos. Olho para Nat e meu interior suspira de ciúmes. Ela sempre foi a cadela da família. Olho o que ela colocou agora mesmo: um curto e agarrado vestido da cor de amarelo mostarda brilhante, apertado por cima das suas bronzeadas pernas com saltos. Isso é tudo. Seu cabelo castanho está solto com um mínimo de maquiagem, ela passa brilho nos lábios e sorri. Meu estilo é grego, com um vestido longo branco caido de um ombro e embora é simples, é um dos meus vestidos favoritos. Eu o coloquei um monte de vezes, e quando encontro um novo lugar para ir, sempre é com o primeiro que eu vou. Isto é devido a numerosas razões. Em primeiro lugar, é confortável. Em segundo lugar, favorece meu corpo curvilíneo. Em terceiro lugar, é original e encantador. Tudo o que tenho que fazer é colocar um par de sandálias baixa douradas, combinando com um grande bracelete de outro e para


finalizar um par de brincos nas orelhas. Queria prender o cabelo, mas Nat não pensava igual. Ela faz ele ficar solto, com cachos soltos em meu cabelo já ondulado. Ela passou em minhas bochechas blush com brilho dourado, maquia meus olhos e coloca várias camadas de máscara de cílios. Não sei como ela faz, mas em certo modo me vejo etérea, como uma deusa... a caminho de uma espécie muito humana. De qualquer maneira me sinto bem saindo essa noite. Quero me sentir bem. Depois de tudo, estou à caça. Max pode comer seu pau. Ash chega sem avisar. Quero dizer, por que ele ia avisar se entra através da parte posterior da porta de correr? Entra dando avanços com se fosse o dono do lugar. Poder ter algo a ver com o fato dele ter comprodo o edifício de apartamentos o ano passo. Ele toca o seu queixo e me diz: —Bonito. —Logo vê sua esposa. Seus olhos vidrados vão a bunda de Nat enquanto ela se olha no espelho. Ele vê o reflexo e pisca um olho . —Mais bonito. —Murmura. Estou ofendida. Bom, não, não estou. Falsamente surpreendida, realmente. Eu suspiro e eu puxo um dos meus ursos na cara. —Obrigada, estúpido. Ele timidamente esfrega a parte posterior do pescoço. —Você está quente também. De uma maneira fraternal. —Nós ficamos rígidos e retrocedo com a declaração.


Ele aponta o dedo para mim —Não repita isso. Isso é doentio. —Fecho os olhos e meu corpo treme por uma risada silenciosa. Parece que ele é o epítome do descolado, Ash é apenas… não. Nat nos honra com sua presença. —Estão prontos para irmos, meninos? —Deposita um beijo na bochecha de Ash, Deixando para trás um ligeiro brilho. Ele nem sequer o limpa, só segura ela pela cintura e puxa mais perto. Em um baile coreografado faz muito tempo, que ela aceita de bom grado, se move para frente dele. Ele coloca ambos os braços ao redor de sua cintura, apoiando o queixo em sua cabeça. Não lembro de ter visto nada parecido mais natural no mundo. Essa pose... é só deles. Me encanta. Me deixa feliz. Estou pronta. —Claro que sim. Cuidado Nova York, estou a ponto de romper a merda. —Ash me lança um olhar de advertência. Corrijo rapidamente. —Sim, Nova York, você verá o melhor, porque vou romper sua merda de uma maneira moderada e discreta, escuta? Nat dá uma gargalhada e diz em um tom alto de voz: —Holla! Verifico a bolsa. —Assim é como eu sou.


CAPÍTULO 09 Helena Chegamos ao The White Rabbit muito antes que alguém houvesse tentado entrar, apesar de que abre às oito. Mas na realidade quem começa sua viaje de discotecas as oito? Nenhum cara genial, com certeza. Estou realmente contente. Dado que toda a quadrilha está aqui, posso colocar em dia com eles sem ser interrompia ou derrubada por tontos bêbados. O ano passado, Nik cancelou a área VIP do clube. A área segue ali e ainda é usada, mas agora é estritamente reservada para os amigos e a família. E sendo o irmão maravilhoso que é , inclusive reservou um lugar para sua irmãzinha recentemente maior de idade Isa, que completou vinte e um anos meses antes. Ele disse que isso se devia ao que ela havia ganhado, dado que sempre foi uma menina doce e manteve suas notas. Mas todos nós sabíamos que era só uma maneira para que Nik, Max e Ash mantivessem uma estreita vigilância sobre ela e com quem está saindo, e sem pedir abertamente. Homens estúpidos. Pensam que eu não sei. Eu sei, com certeza. Nat e eu nos sentamos no lugar com nossos coquetéis e falamos. Pouco depois, Tina chega com Lola e Mimi atrás. Às nove, nos estamos rindo e falando até pelos cotovelos. Lola bate no meu ombro.


—Portanto, você deixou um cara em casa chorando por seu quebrado coração? Viro os olhos. —Não, tonta. —movo minhas sobrancelhas, — deixei dez. E todos chorando. Um me propôs. Nat quase cospe sua bebida. Ela ri/tosse/pergunta através de um sussurro: —É certo essa merda? —Eu lanço um olhar sem expressão. Seus ombros se colapsam. — Isso é o que você pensava. Quero dizer, —ela me olha de cima em baixo— quem seria tão estúpido para querer casar com você? Eu a olho ameaçadoramente e puxo o seu cabelo. Ela grita e logo belisca meu braço. Eu chio. Ambos murmuramos, ao mesmo tempo. —Cadela. Mimi nos interrompe com: —Sabe, nunca eu pensei em você como o tipo de mulher de uma só noite. —Me olha diretamente nos olhos. —Alguma vez você teve um desses? Pego a minha taça e sacudo a cabeça ao mesmo tempo. Nat suspira. —São raros. Tina assente enfaticamente e acrescenta:


—E desastroso. —Todo mundo fica a olhando. Tina só dormiu com dois homens em sua vida. Pronuncia rapidamente com um pequeno encolhimento de ombros. —Ao menos isso eu ouvi. Lola suspira: —Mas podem ser divertidos. Mimi dirige seu dedo por sua cerveja e sugestivamente solta. —Se não são só salsichas alemãs com merda de cérebros. Bom, estas cadelas estão colocando um freio em meu estado de ânimo sexy. Pergunto rapidamente: —Sem dúvida, uma de vocês teve uma boa aventura de uma noite. —Espero que pelo uma delas responda com um “com certeza”, mas todas parecem ocupadas em outras coisas agora mesmo. Mimi toma um gole de sua cereva. Tina verifica o seu celular. Lola tosse e pisca com se lutasse com uma má lembrança. Nat simplesmente olha para cima perdida em seus pensamentos. Eu dou uma cotovela em Nat. — E bem? Ela faz eu me calar. —Estou pensando, certo? Determinação de aço me recorre. Eu tomo minha bebida até que eu termino e anuncio: —Será que eu a provar que todas estão erradas. —Eu me levanto da cabine. — Vou ter a melhor aventura de uma noite de todos os tempos. Será quente e não desajeitado. Vamos apertar as mãos


depois e não será estranho. Em absoluto. O cara terá um pau de vinte cinco centímetros, e bem— reconheço com um encolher de ombros, — provavelmente tenha uma merda de cérebro, mas seu pau compensará. —Dou um pequeno sorriso enquanto descrevo o que estou buscando. —Será alto e forte, com o cabelo escuro e olhos sorridentes. E uma covinha. Merda, eu acabo de descrever Max! Retiri-o! Luto com tudo o que eu tenho. —Vou a procura. Agora mesmo. —Meu vestido raspa ao redor de minhas pernas enquanto eu me afasto. Provavelmente não deveria ter colocado um fio dental está noite. Oh, meu Deus, eu sei! Está muito incomodo. Tenho que me esforçar para não arrancar essa calcinha chinesa. Em lugar disso, penso em outras coisas, como cachorros que andam de skates e esquilos comendo coisas com seus dentinhos. Caminho para o bar. Eu o vejo imediatamente, eu suspiro. —Deveria haver um sinal de advertência por cima deste local. Ele sorri. —Oh sim. O que diria? —Algo sobre olhos doces e sorrisos assassinos, estou certa. Sherriff ri. —Me elogiando, Lena. —Ele se aproxima do bar e com lentidão beija sem pressa minha bochecha. —Como está, linda?


As últimas vezes que eu estive no The White Rabbit, eu passei mais tempo do que deveria no bar. A verdade é que eu tenho uma paixonite de colegial com Stefan Sheriff, o barman. E tudo começou no casamento de Nik e Tina. O que eu posso dizer? É algo mais, cabelo loiro escuro de um comprimento muito longo, atrativos e quentes olhos marrons, um corpo que eu gosto de ver trabalhar no balcão e um sorriso lento. Mas o melhor de tudo, é fácil falar com ele. Escuta atentamente, e o mostra fazendo perguntas e participando no que está dizendo. É super doce. Qualquer mulher estaria encantada de chamá-lo de seu. Eu me sento no bar falando com Sherriff e bebendo as bebidas que ele me faz. Posso saborear o álcool cada vez menos em meus drinks, sorrio sabendo que trata dele cuidar de mim. Antes de me dar conta, são 22h30 e eu ainda não vi Max. Minha cabeça se sente leve pelas inumeráveis bebidas que eu tomei, pergunto: —Onde está Max? Sherriff responde em um encolhimento de ombros. —Não sei. Ele deveria estar aqui. Minhas cadeiras se elevam enquanto coloco outro ponto de minha lista negra contra Max. Ponto cinco: Preguiçoso.


O que seja. Saio do meu banco, e justo quando estou a ponto de dizer adeus a Sherriffe, uma mão em meu antebraço me detém. Levanto a cabeça, e tudo o que eu vejo são olhos verdes. —Helena? Helena Kovac? Franzo o cenho. Como diabos alguém ia saber quem eu sou em Nova York? Dou um passo para trás e avalio a situação. O homem de pé frente a mim leva um precioso e amplo sorriso. É ao menos trinta centímetros mais alto que eu. Não tão alto como Max. Cale-se, cérebro. Está muito em forma, e não tem cabelo — como Baldy McGee — mas ele está bem. Estende uma mão até mim. —Sei que não me conhece, mas você fará. Bom. Estou oficialmente assustada agora. Estendo uma mão, com a palma para fora, e me afasto de novo. —Não. Fique aonde está. Ele me olha com confusão antes que o entendimento cruze o seu rosto. Ele ri. —Eu sinto muito, não deveria rir, mas... eu acabado de dar conta de como soou. De acordo, vamos tentar isso de novo. —Ele se endireita, estende sua mão uma vez mais. —Olá, Helena, sou James Whittaker. Minha boca se transforma em um O. Este é meu novo chefe? Maravilha!


Sem soltar minha mão, explica: —Eu te reconheci pela foto que você enviou para seu crachá de identificação, na realidade eu tenho no meu carro. —Eu mordo o lábio para conter minha risada e olho qualquer parte menos para ele. Ele se encolhe. —Sim. Está bem, eu escutei está vez também. Assustador como o inferno. Eu rio e dou um passo para frente. —Lamento enlouquecer, mas soou um pouco perseguidor. Eu sinto muito. Coloco minha mão na sua e eu a balanço, sorrindo todo o tempo. Solta minha mão e logo solta um suspiro. —Provavelmente deveria simplesmente te deixar. Lamento fazer nossa primeira reunião incômoda. —Não, está bem. Meu amigo é dono desse clube, estou colocando o papo em dia com as pessoas. Suas sobrancelhas se levantam. —Conhece os Leokovs? Eu torço o nariz em uma tentativa de ser linda. —Sim, Nik se casou com uma amiga da família, Tina. Minha irmã Nat está casada com seu irmão adotivo, Asher. Então todos somos uma pequena família muito unida algo assim. James sorri calidamente.


—Isso é realmente maravilhoso. Assim você conhece Max Leokov então? Antes que eu possa me deter, engulo. —Sim. Eu o conheço. O sorriso de James declina. —Você não gosta dele, então? Eu não respondo. Eu mudo, pergunto: —Como você sabe? Ele se inclina sobre o balcão e explica: —Sua filha Ceecee é minha cliente. Merda. Claro que ela é. Sou uma idiota. Sorrio genuinamente. —Amo Ceecee. E Max também, eu acho, quando ele não está dormindo na minha cama ou me lançando pizza. Oh nãooooo! Por que eu disse isso, desgraça social de homo sapiens?! Os olhos de James se arregalam. Todo o meu corpo se esquenta pela vergonha. E solto: —Oh-oh não! Não assim, eu juro. Ele dormiu em minha cama quando não estou nela, isso é tudo. —Sim, isso não era melhor. Tente de novo. —O que eu quis dizer é que Max... é ... quero dizer... —De repente eu paro abruptamente. —Não sei como fazer melhor!


Para mim absoluta surpresa, James se inclina a cabeça para trás e ri. Ele ri até estar rouco. —Oh cara, eu pensava que eu era mau. Por que não deixamos isso pra lá? Eu mordo meu lábio, minhas bochechas estão em chamas, aceno uma vez. Ele sorri. —Eu acho que vamos nos dar muito bem. Merda, isso foi brutal. Meus ombros se colapsam. Eu limpo a garganta e mudo de assunto. —Com que frequência Ceecee faz exercícios? Faz um gesto e dá um gole na sua cerveja. —Depende, sabe? Às vezes, está bem sem eles durante semanas, porque está fazendo seus exercícios em casa, mas as vezes precisa de umas sessões por semana. Ela não gosta exatamente de seu programa. Disse que é chato e devido ela não gostar de fazê-lo, ela paga com espasmos e dores. Meu rosto se suaviza. Dever ser difícil para ela. —Provavelmente só precisa de motivação correta. James me olha nos olhos. —Max... tenta tudo menos obrigá-la. Escuta às vezes, mas não com a suficiente frequência. Um pensamento repentino inunda a minha mente.


—Ceecee tem algo a dizer de seu programa de exercícios? Seus olhos se estreitam com confusão. —O que quer dizer? Dou um passo para frente e me sento em um banco frente a ele. —Quero dizer, é uma adolescente. Sei que há exercícios que precisa fazer, mas, alguém perguntou o que ela gosta de fazer? James abre a boca para responder, mas se detém. Sua boca fecha. —Não. Eu ... hum ...Eu …Não acho que eu perguntei a ela. — Eu levanto uma sobrancelha. Ele sorri em resposta . —Eu gosto disso. Devolvo seu sorriso. —É uma adolescente e toda a sua vida as pessoas dizem o que tem que fazer. Dever ser esgotante. Depende, seu cenho se franze, Murmura: —Sim, tem que ser. Uma ideia louca chega a meu cérebro, e antes que eu posso me deter, pergunto: —Você gostaria de ir lá cima e conhecer a minha irmã? Um olhar de surpresa aparece em seu rosto antes de sorrir —Sim. Eu adoraria. Oh, isso é um desastre. Eu não tenho ideia do que eu estou fazendo. —Maravilhoso. Vamos lá em cima.


Assim que chegamos na parte superior das escadas, Nik diz em voz alta. —Tudo bem? O que está acontecendo, cara? James pega a sua mão em uma rude e competia sacudida que se parece mais com um assalto. —Não muito, Nik. Eu encontrei Helena aqui. Nik me olha. Perde o seu sorriso. Lança a James um olhar ácido, afirma. —Ela está fora dos limites. James me olha, tratando de ocultar o seu sorriso. Rodo os olhos e empurro Nik no estômago. —Ele é meu novo chefe, Nik. Se acalme. Nik me olha, mostrando um sorriso fraternal cheio de orgulho. —Sério? Você está trabalhando com ele no centro? Isso é impressionante, menina. Eu fico vermelha. — Eu sei. Eu me esforcei para isso. Nik envolve seu braço ao meu redor e me abraça. Ele diz a James: —É família, já sabe, então é melhor que a trate bem. Oh Deus, não. Eu me encolho e me afasto do abraço de Nik e puxo James pelo pulso até as escadas.


— É por isso que não era uma boa ideia. Eu sinto muito. Devemos voltar para baixo. Mas James simplesmente sorri. —Você está brincando? Este é o ponto alto da minha noite! Oh, está impressionado. Eu me inclino e silvo: —As minhas custas! Ele se inclina mais perto de mim. —Só deve ir com a correnteza, Helena. Nunca é tão mal como pensa que é. Foi então quando Nat disse em voz alta: —Eu me lembro quando Helena tinha três anos e tiraram a fralda. Ela fez xixi nos nossos móveis porque queria ser como nosso cachorro. Santa mãe de Deus! Eu escondo a cara com minhas mães e finjo soluçar. —Sempre é tão mal quanto eu penso que é. James se afasta de mim, mas vejo suas costas se sacudir com uma risada silenciosa. Entreabro os meus olhos e eu sussurro: —Não é verdade, sabe. O que ela disse, quero dizer. —É uma pobre tentativa de salvar a minha honra, mas vale a pena tentar. Ele me encara, com o seu sorriso.


—Sim. Sim, é. —Meu rosto arde, mas ele só choca com o meu ombro. —Está bem, Helena. Você tinha três anos. Se você tivesse feito na semana passada, então sim, eu estaria um pouco preocupado. Meu orgulho se vai pela janela, suspiro dramaticamente. —Eu acho que não deveria te dizer sobre o incidente da semana passada então. De repente, está na minha cara. Um sorriso perigoso nesse rosto precioso, sussurra: —Sou todos ouvidos, baby.. —Oh, meu Deus, James! —Merda. Eu sinto muito, Helena, —Isso foi... —...nada bom. Eu ... uh... não sei o que eu estava pensando. Raios. A risada cobre a minha voz. —Está bem. É divertido. Eu acho maravilhoso. —Baixo o queixo e rio em voz baixa. Não estou ofendida; me diverte. Realmente me diverte. Eu gosto! Não ri como eu esperava. Levanto meu olhar para encontrá-lo enfurecido. Rapidamente coloco minha mão em seu antebraço. — Ei. Ele se afasta do meu contato. —Uh, provavelmente seja melhor que isso não aconteça de novo. Nunca tive essa reação dessa maneira em minha vida. Estou — tosse —, arrependido. Normalmente sou bastante profissional. Não é


como se flertasse com uma emprega. —Seus olhos tem uma desculpa clara. —Eu deveria ir. Não posso acreditar que este seja o mesmo homem com o que eu ri há alguns minutos. Aonde foi e quem é esse esnobe? Estendo a mão por uma segunda vez e envolvo uma mão ao redor de seu pulso com força. —Ei, não vai. Também eu tenho culpa. Eu sinto muito. —Seu corpo perde parte da tensão. Concordo lentamente: —Pensei que fosse engraçado. Quero dizer, não me ofendo facilmente. E só para tua informação, não sou sua emprega. —Ele levanta uma sobrancelha em minha direção. Levanto o meu ombro. —Ainda não. Não até dentro de dois dias. Sua outra sobrancelha se eleva para unir-se a primeira. Uma risada escapa, e eu sorrio sabendo que eu aliviei a tensão. Sacudindo a cabeça, deixo escapar um longo suspiro. —Posso dizer que esta tem sido uma noite muito interessante. —Ele para e seus olhos se movem de um lado para outro. — Provavelmente deveria mencionar que não saio com empregadas. — Uma repentina onda de vergonha disfarçada com ira aperta minhas entranhas. Estou a pondo de mentir através de meus dentes e dizer que não dormiria com ele, quando ele fala: —Estou arruinando tudo outra vez. Eu sinto muito. Meu centro se aflora com uma exalação lenta. Respondo:


—Eu não tenho encontros, James. Só estou procurando um amigo. Com um sorriso suave, pronuncia: —Isso, eu posso ser.


CAPÍTULO 10 Helena Sentada a salvo nas duas cabines longe da minha irmã e o resto da galera, James e eu nos sentamos, bebemos, e chegamos a conhecer um a outro em nosso confortável ambiente. —Então eu tenho duas irmãs. Uma é a morena escandalosa ali, e a outra é uma cabelereira que está em casa. Meus dois pais estão vivos e brigando, e seguem juntos depois de vinte e cinco anos. —Ele me dá uma olhada. —Você entendeu tudo bem? Aceno sorrindo com meus olhos. Ele me diz: —Bom minha família na realidade só consiste de duas pessoas. Só somos meu irmão Trent e eu. Nossos dois pais estão mortos. Papai morreu quando Trent era um bebê, e mamãe faz um só um ano. — Justo quando estou a ponto de dar minhas condolências, ele murmura?:—Você realmente não estava brincando quando disse que eram como uma família. Dobrando minha palha, sorrio calorosamente. —Nunca havia sido parte de uma família até pouco tempo. Muito pouco. Tina era, e minha irmã também, então eu acho que


quando disseram aos meninos que eu iria morar aqui. —eu encolho os meus ombros, —eles me incluíram. James me responde, mas olha por cima da cabine cheia de mulheres rindo e seus homens. —Dever ser bom. —Olho para a cabine também e sorrio da cena que eles nem sequer sabem que estão fazendo. Ele acrescenta: — Para ser incluído , assim como você é. Eu viro para ele. —Posso ser franca? —Assente, inclinando sua cerveja até a sua boca. Murmuro. —Isso é fodidamente maravilhoso. Solta uma risada em sua cerveja e eu rio. Ele bate no peito com o punho fechado e sussurra: —Boca suja. —Então sobe seu polegar em mim. —Lindo. Ainda rindo, me encolho. Com quem diabo me ocorreu que estava tomando uma bebida? —Eu sinto muito. Não estou dando exatamente minha melhor impressão. Especialmente desde que se supõe que devo estar dando uma boa impressão. Eu só... acredito que simplesmente me faz sentir como se pudesse falar livremente contigo, Uma mão quente cobre a minha. Eu dou uma olhada. Ele confessa:


—O sentimento é mútuo. No que diz ao meu respeito, enquanto estamos fora do horário, posso maldizer como um maldito marinheiro e verter rum pela sua garganta. Está bem. Como os olhos cheios de assombro, confesso: —Eu acho que acabo de me apaixonar um pouco por você. Suavemente ele se inclina para trás na cabine e me dispara com o dedo uma pistola. —Costuma acontecer. Não posso tirar o maldito sorriso do meu rosto nem seu eu quisesse. Não que eu queira. Eu acho que trabalhar com James Whittaker será uma delicia. *** Max O som de uma vibração me acorda. Eu viro para o ver o relógio 1h14 da amanhã. O que caralho? Abro a mensagem enviada por Nik. Nik: Não que você não se importe com nada. Anexo está um foto. Os pelos da parte posterior do meu pescoço arrepiam. Bom, ela não desperdiça seu tempo, certo? Helena, parecendo como um anjo, se inclina sobre uma cabine, rindo. Sua mão descansa sobre o braço de um homem. Ele está sorrindo, e olhando como se ela fosse a mulher mais linda no mundo.


Espera, esse é...? Meu estômago revira no que eu me recuso a acreditar que é o ciúme. Esse é Whit, o fisioterapeuta de Ceecee, e ela está olhando para ele como se fosse um deus. Meu peito dói. Rapidamente escrevo uma resposta. Eu: Fico feliz que ela está se divertindo. Desligo o meu telefone e trato de voltar a dormir. Mas o sono não vêm. Em seu lugar, eu me pergunto o que precisaria para fazer que a impulsiva mulher de olhos verde me sorrisse dessa maneira. *** Helena São quase duas da manhã, e agora que James se foi, eu volto para cabine com todos os outros. Logo que estou a uma distância audível, minha irmã grita: —O quão tão grande é o seu pau? Eu a fulmino com o olhar. —Cala a sua boca suja. Ele é um cavalheiro. Ela sorri. —Então, tentou suplicar por sua inocência? Nik a interrompe com sua curiosidade.


—Você está tentando assar biscoito com Whit? Lanço uma mão em sua direção para calá-lo, e volto para minha irmã boca suja —Não idiota. Ele é meu chefe. —Seus olhos entreabre até mim num gesto de loucura. Eu aponto com um dedo. —Pensar sobre isso não é o mesmo que fazer! Ela solta uma risada. —Você está fodida. Você gosta do seu chefe. E pela forma com que ele esta te olhando essa noite... — Ela se abana. —Santa merda. Isso não vai terminar bem, eu acho. Eu já posso sentir. Enrugo o meu nariz. —Me olhando como? Foi super amigável. Ash se engasga numa risada. —Uh, não. Isso não era amigável. —Passa um braço ao redor de Nat. —Assim como eu olho para a sua irmã. E acredite. —seu lábio sobe de um lado—, eu não quero ser seu amigo. Isso não pode ser. Sempre fui boa lendo as pessoas. Como pude me perde nisso? Só recebi sinais de amizade. Definitivamente não havia vibrações de quero-brincar-de esconder- a-salsicha. Meu rosto deve mostrar minha confusão, porque sou bombardeada na forma de vinte perguntas. Trick começa.


—Ele flertou com você? —Começo a sacudir minha cabeça, então eu lembro do inicio de nossa conversa vem à tona. Aceno. Ele levanta o seu queixo em resposta. Nik pergunta: —Ele teve alguma desculpa para te tocar? —Com os olhos bem abertos, minha cabeça se move para cima e para baixo. Nik suspira. — Sim. Não há nada amigável. Mimi suspira também, dizendo: —Eu acho que seu chefe tem algo com você, doçura. Sacudo a minha cabeça. —Não, ele me disse que não sai com empregados. Todos param. Lola inclina a sua cabeça a um lado —Ele teve que esclarecer isso? Como se estivesse pensando sobre isso? —Não, não. Poderíamos ter brincando de paquerar quando nos conhecemos. E talvez ficou um pouco mais sério. Minha irmã envolve uma mão ao redor de mim e sussurra baixo. —Oh, cadela, por favor. Você sabe que vai para casa e escutar Slickin’ Willie com a lembrança de sua calcinha através dessa débil cortina branca que você chama de vestido. Eu fico rígida, então suspiro: —Vocês podem ver a minha calcinha?


Todos na mesa assentem. Oh, eu poderia me matar e terminar com isso! Minha boca abre pela surpresa. Não posso acreditar nessa merda. Por que todos sempre esperam até depois para me dizer esse tipo de coisa? Não importa, eu acho. Decido esclarecer por que James e eu nunca seremos uma possibilidade. Com uma gentil sacudida de minha cabeça, explico: —Bom nada vai acontecer, assim todos podem tomar um calmante. Não saio com ninguém. Ao mesmo tempo, Nik pergunta: —Por que? Enquanto Asher assegura: —Bom. Ambos pares de olhos se chocam um com os outros. Eles tem uma conversa silenciosa. Os olhos de Asher se entreabrem perigosamente. Ele balança a sua cabeça discretamente. A sobrancelha de Nike sobe. Assente ainda mais discreto, seus olhos firmes nos de Ash. Não o suficientemente discreto. Ash olha até abaixo do seu melhor amigo. Os lábios de Nik se torcem. Depois de um momento Ash se afunda na cabine, um olhar zangado em sua cara. Murmura: —Você deve estar brincando com essa merda. —Nik só sorri, e quase se vê vitorioso, sua covinha faz uma aparição. Todos na cabine parecem estar sorrindo. Todos menos Ash.


Não posso entender! E como se fosse a única que não está na brincadeira. Eu gosto de brincadeira! Quero estar dentro! —O que? —pergunto, um pequeno sorriso brinca em meus lábios. Nik sorri mais amplamente. —Nada, querida. Só estamos felizes que você esteja aqui. Um sorriso caloroso se desliza pela minha cara. Eu estico a mão para bater na sua. —Eu gosto de estar aqui. Vocês meninos, fazem que seja fácil eu me encaixar. É como se eu fosse parte dessa pequena família. Nik murmura: —Tenho o sentimento de que se não estivesse agora, de alguma forma, sempre haveria sido. Nem sequer tento esconder a minha confusão, mas Tina só ri. —Nem sequer trata de decifrar as observações do Mestre Miyagi. Desperdiçaria horas da sua vida. Nat empurra meu ombro. —Vamos baby, Vamos te levar para casa. Um bocejo me escapa justo quando confirmo: —Mas nem segue estou cansada. Ela desliza fora da cabine e me puxa junto com ela, envolvendo um braço ao redor de minha cintura enquanto fico de pé. Franzindo os lábios, me sussurra.


—Oh vamos. Pequeno bebê mimado. Sei que é um pequeno bebê mimado. Não posso esperar para te mimar, certo? Eu odeio por me fazer sentir na realidade como um pequeno bebê mimado. E eu não gosto que me mime. Bocejo uma segunda vez, encosto minha cabeça em seu ombro. —Tudo bem. Vamos. Trick nos chama: —Você vai voltar no clube, certo? Levanto minha cabeça e viro meu queixo em sua direção. —Pode apostar tua bunda que eu farei. Depois de dizer nossas despedidas, Nat me leva para seu carro. Entro e encosto minha testa na janela. A última coisa que eu penso antes de dormir é uma covinha de um sorriso. Mas não é o de Nik. *** Max —Vamos baby. Uma serie mais. Suspirando, ela balbucia através de seus dentes apertados. —Não posso. Não me venha com essa merda.


—Sim você pode. Uma serie mais. Suas mãos começam a tremer no peso enquanto baixa suas costas até o colchonete. —Não mais. Eu a pressiono mais forte. —Um mais. Só mais um. Pode fazê-lo. Me mostre o quão forte você é. Mas ela terminou. Frustrada e zangada, ela puxa as luvas do peso e grita. —Eu terminei, Deus, para de me gritar! Eu não estava gritando. Porém, baixo minha voz um pouco. —Eu não estava gritando, baby. Estava te motivando. Ela se empurra na borda do tapete, até a sua cadeira. Suada e ofegante, ela baixa a cadeira, e sem nenhuma outra palavra, sai. Rápido. Olho ao redor do quarto que eu converti em um improvisada academia para mim e para minha filha, e eu suspiro. —Foda-se. Outro dia mais. Está ficando mais e mais difícil de motivar Ceecee. Ela está se transformando em uma mulher, sua atitude está mudando. Não é tão complacente como costumava a ser. Ela está mudando. O que é maravilhoso. O que é uma porcaria. Para mim.


Estou pensando na única coisa correta agora é pedir a Whitt que ele tome o tempo completo de novo. Se ele não fizer, eu não sei quem fará.


CAPÍTULO 11 Helena Eu acordo perto do meio dia. E quando eu digo acordo, me refiro que estou sendo acordada por um imbecil batendo fortemente através da parede. A principio, pensei que era um trabalho de conservação do prédio, mas com encolhimento de ombros para colocar fim a todos os terremotos, rapidamente começo a descobrir o que era o ruído. —Oh, Deus, querido! Sim, Ash. Faça novamente. Sim! Continue assim! Estou quase lá. Falta pouco. Quase... —Um longo e prolongado gemido feminino me faz sair da cama. —Oh maldito Deus! Merda! —Cobrindo meus ouvidos, grito. — Ew. Ew. Ew. Ew.Ew. —Enquanto corro para o banheiro. Eu coloco um agasalho e uma camiseta larga, prendo o meu cabelo em um coque alto, eu coloco fones de ouvidos, rapidamente coloco todo volume uma música qualquer em meu reprodutor mp3, que realmente não escuto. Eu fico feliz de que ele está bloqueando as aventuras sexuais da minha irmã. Sem saber ou me importar se o evento principal já terminou, volto para meu quarto, pego meu telefone, e escrevo uma mensagem irritada.


Eu: Amigos! As paredes são finas como papel. Sério! Mantenham os gemidos baixo. De uma puta vez, por favor! Depois de um segundo, rapidamente eu escrevo de novo. Eu: Sabe o que é? Gema tudo o que quiser. Estou fora. Paz, irmã. Saio do apartamento, e justo quando estou a ponto de fechar a porta atrás de mim, vejo algo pelo rabo de olho. Mais rápido do que eu creio que seja possível, viro sobre os calcanhares e me apresso em voltar para dentro, fechando a porta atrás de mim tão silenciosamente quanto possível. Meu peito se infla, levanto meus olhos para o olho mágico. Não vejo nada, mas escuto algo. Eu tiro os fones de ouvido e escuto com atenção. — Por que? Olá, querido. —Essa é a Sra. Crandle. Não escuto ninguém responder. A Sra. Crandle murmura: —Estou bem, obrigada. —Ela escuta feliz. —Qual o seu nome, querido? —Silêncio, então fala de novo. —Prazer em te conhecer. Não vai entrar? —Um momento de silêncio antes que eu a escuto feliz em falar em voz baixa — Isso estaria muito bem, obrigada. —Seu silêncio se converte em um silêncio fúnebre. —Eu não tenho muita companhia. Ainda não estou segura com que ela está falando, ou se ela está falando com alguém em absoluto, porém sinto vergonha através de


mim. A Sra. Crandle é minha vizinha. Deveria ser mais amável. Não tenho nem ideia de ela que estava sozinha. —Tudo bem, querido. Venha com tempo da próxima vez. Eu te apresentarei a meus gatos. Uma risada masculina soa antes de ver sua cara justo no meu ponto de visão. Meu coração pula em um sobressalto. Coloco uma mão sobre a minha boca para evitar que o grito escape da minha boca. Toc. Toc. Toc. Seguro a respiração. Se ele pensar que não estou em casa, ele irá embora. Dez segundos se passam. Estou a ponto de desmaiar se não respirar de novo. Toc. Toc. Toc. Minha cara, sem dúvida, está vermelha. Meus pulmões queimam. Vejo a luz. Preciso. De. Ar. Para. Viver. Toc. Toc. Toc. Ele suspira. —Helena, sei que está ai. Posso ver as sombras de seus pés debaixo da porta. Inalo uma respiração muito necessária. Suspirando, o fulmino com um olhar através da porta. Agora só há uma coisa a fazer. Subo o volume do meu reprodutor de MP3 a um volume ensurdecedor. Abro a porta com se não houvesse sabido que ele estava ali todo o tempo. Finjo um olhar de surpresa.


—Max. Não tinha te escutado. —Aponto os fones de ouvido e espero que não possa ver o sangue gotejando pelos lados da minha cara por causa do forte grito que projeta atualmente em meus ouvidos. Baixo o volume e tiro os fones. Tudo o que eu escuto é um zumbido. É muito possível que eu causei um dano permanente. Ele sorri para mim. Sua covinha é tão impressionante que eu acho que deveria haver um santuário em algum lugar do mundo dedicado a ele. Ele balança a cabeça até mim. —Mentirosa. Sinto um rubor subir pelo meu pescoço. Luto pelo impulso de ser ums cadela. Realmente eu faço. —O que eu posso fazer por você? Sem esperar uma investida, ele passa e entra no meu apartamento. Atordoada na porta, tento com todas as minhas forças não pensar em como eu sinto seu corpo deslizando junto com o meu. Doce menino Jesus em uma bandeja! Está em forma. Ele anda pelo apartamento, até a cozinha. Abre a geladeira e suspira. —Estou com fome. —Olha até mim. —Você está fome? Deveríamos conseguir algo para comer. Afundo o meu queixo. Por que tem que ser tão... Max?


—Max, nós já passamos por isso antes. Amigo, foco. Por que você está aqui? Ele olha novamente a minha geladeira, como se a comida fosse aparecesse magicamente se ele olhasse bastante difícil. —Com o que está vivendo? Não há nada aqui. Você tem que comer. —Olha escondido até mim, seus olhos dourados me observam de perto. —Você comeu? Em vez de responder, eu esquivo da questão como uma profissional. —Eu acabo de acordar. Ele franze o rosto. —Já passou do meio dia. —Eu não tenho que te dar explicações. Em minha mente eu mostro a língua. —Eu tive uma má noite. Até agora, não tinha me dado conta do que ele estava segurando em sua mão. Ele esfrega distraidamente o ventre. —Eu estou num mal estado por aqui. Preciso de comida e tem... —vira o pulso—, leite. —Seu nariz se franze adoravelmente. —E leite não é comida Helena. Sou um homem em crescimento. Não posso sobreviver com leite. Eu preciso de comida sólida. Ainda olhando objeto em sua mão, pergunto em voz baixa: —Por que você tem um mini quadro em sua mão?


Ele baixa o olhar até ele, logo se volta para mim. —Para falar com a senhora Crandle. Eu não entendo. —Por que você precisa falar com Crandle? Ele encolhe os ombros. —Eu não precisava. Tudo grita a um impasse. Segure a linha. Minhas sobrancelhas se juntam, sumida em meus pensamentos, coloco os dedos de uma mão sobre minha boca. Depois de haver me ordenado meus pensamentos, pergunto em voz baixa: —Você saiu... fora do seu roteiro... para comprar um mini quadro para se comunicar com uma velha surda, sem nenhum motivo em particular? Seus olhos se estreitam enquanto levanta um olhar pensativo como se estivesse processado o que acabo de perguntar. Assente rapidamente. —Sim. O completo altruísmo deste seu ato tem a minha mente em guerra com meu coração. Minha mente, ainda amagar e doída por algo que Max provavelmente ne seque lembra, coloco os olhos em branco. Meu coração tem lágrimas em seus olhos, chorando e murmurando “Eu o amo. Podemos ficar com ele?”. Calor se espalha através de mim desde do meu ventre.


—Sabe o que? Eu tenho fome depois de tudo. Os olhos de Max se estreitam com surpresa antes sorrir de alegria. —Maravilhoso! Vamos. De repente tímida, eu evito o seu olhar e coloco um cabelo solto detrás da minha orelha. Eu paro bruscamente. —Provavelmente eu deveria me trocar. O calor em minhas costas estava tragando com força. Max me segura suavemente com a mão. —Não se troque, docinho. Você está suficientemente bem para te comer. Minha boca inteligente se abre e dispara: —Bem, eu não estou no menu. Bang, bang, bang! Dou graças a Deus que ele está atrás de mim, porque ele não pode ver o olhar de horror absoluto em minha cara, Quem é o verdadeiro paquerador aqui? Ele me leva fora do meu apartamento, e sua voz não mais farte que um silêncio enquanto responde: —Isso é uma vergonha. ***


Helena Eu não estou absolutamente surpresa quando terminamos em um restaurante só uma quadra de distância do apartamento. Um restaurante aonde o pessoal conhece Max. Eles o chamam pelo primeiro nome. O que me surpreende é que ele me trouxe aqui. Quando estaciona o carro, deixo escapar uma risada aturdida. —Por que não só caminhamos? Ele levanta um olhar e pronuncia: —Está cinza aqui fora. Não sei se o clima vai mudar. —Ele sorri, quente e doce. —Não quere que se molhe. Tarde demais. Nego mentalmente com a cabeça. Oh, cérebro. Você sujo, sujo maldito. Sério. Tem que ser todo maravilhoso, suave e reflexivo assim? Desejaria completamente que nos déssemos mal. Seria muito mais fácil se eu não gostasse. Não sei quanto tempo poderia seguir com isso. Está fazendo que seja muito difícil para mim, bobo desconsiderado. Na rua, corre ao redor do carro e abre a porta para mim, apesar que eu já pressionei o trinco. Ele me estende uma mão e eu pego, só porque ele estacionou longe da calçada e eu precisava de uma mão para não pisar em um monte de sujeira da rua. Duas senhoras nos


passam, ambos com carrinhos de crianças, vestidas com roupas esportivas. Elas sorriem e batem os cílios. Max não perde tempo. As lança um sorriso de molhar-calcinhas e desejo que estivesse dirigido a mim. Inclina a sua cabeça ligeiramente. —Damas. Como estão hoje? Ambas respondem com um suspiro. —Bem. Minha mandíbula se aperta. Dentro, ele me ajuda a entrar no cubículo e eu resmungo. —Posso me sentar sozinha—eu disparo um olhar impassível. — Já sou uma menina grande, Max. Passando completamente por alto do meu mau humor, sorri. —Eu sei, docinho. Eu acho que está na minha natureza, já sabe, isso de ajudar. Me pega a dura realidade. De pronto lembro que é um pai, um cuidador em tempo integral de uma menina com lesão na medula espinhal. O que demônios acontece? Nunca, jamais, ele tinha sido um homem que me irritou tanto na minha vida. Eu não gosto. Estou atuando fora de minha casinha. Sou uma pessoa decente, maldição! Posso não ser amável todo o tempo, mas sempre esforço. Sou uma pessoa sociável. Sempre eu dou uma oportunidade as pessoas, as vezes mais do que merecem. Sei que Max é um bom sujeito. Eu me sinto


envergonhada de tratá-lo da forma que eu tenho feito. Eu não acho que irrita de proposito. É algo... inconsciente. A versão masculina de um atolondrado5. Nossa garçonete chega enquanto vemos o cardápio. É uma mulher de meia idade com cabelo loiro e olhos azuis. Também tem sujeira em seu torso. Amiga. Ela me agrada de imediato. Sinto com se estivéssemos vinculadas pelo traseiro. Vê Max e coloca os olhos em branco. Max sorri maliciosamente. —Shelly, baby, quanto tempo. Ela anota algo em seu livrinho. —Max, anjo. Não minta para mim. Sei que está me enganando. Ele levanta uma mão em seu coração. —Todos tem ovos e bacon, mas eu juro, Shell. Só amo os seu. Ele pisca e eu luto para não sorrir. É um idiota. Um idiota muito sexy. Ela faz um som de exasperação. —Sim, sim. Todos se perdem mas encontram o caminho de volta a Shelly. —Ela me olha e sorri calorosamente. —Olá. Sou Shelly. Também sorrio —Helena. Prazer. Tenho o pressentimento que me verá por um tempo. Eu acabo de me mudar aqui, na rua de baixo.

5

Em inglés “ditz”, que é um adjetivo utilizado para as mulheres. Por isso diz que é a versão masculina.


Seu sorriso se intensifica. —Que maravilha, querida. Na verdade espero te ver aqui. Muito. É como se não pudesse me deter. Max deve se sentir fora da conversa porque anuncia: —Nos voltaremos no próximo final de semana. A mesa hora. Eu trarei Ceecee. Nós o que? O sorriso de Shelly se suaviza ante a menção de Ceecee. —Teremos um encontro. Então o que eu trago? Eu pedi granola e suco de laranja. Max pede um smoothie de banana e “ O grande café da manhã”. Eu não tenho a menor ideia o que é, mas soa bem grande. Shelly leva nossos cardápios e nos deixa em lados opostos da nossa mesa que , de algum modo, ficou a menor do mundo neste momento. Max me olha com atenção. —O que? Abre a sua boca para falar, mas nada sai. Fecha a sua boca. Me invade o alívio. Estive perto. Sou feliz de me sentar aqui em completo silêncio. Sério. Shelly volta com nossas bebidas. As coloca na mesa. —Sua comida eu trago na volta. —Ela vai e eu tomo um gole do meu suco de laranja. —Por que eu não te agrado?


Um gole vira dois. Três. Mais suco. O suco é tão delicioso neste momento. De repente estou tão sedenta que tomo e tomo e tomo até que tomo só ar. Maldição. Eu tomei tudo. Ele pressiona gentilmente. —Tenho o dia todo, menina. Temos que tirar isso do caminho. —Agora preciso urinar. Seus olhos estão pressionando. Não me deixará ir sem uma resposta. Suspiro e me inclino no banco. —Não é que você não me agrada. Não te conheço, Max. Você só faz coisas que não me agrada o que faz os homens geralmente. — Brinco com o canudo em meu copo vazio. —Não é você. Sou eu. —Eu não acho. Minha cabeça se levanta. —O que? Seus olhos dourados fixam em mim, quando responde com toda a seriedade. —Uma mulher como você... não é o problema. Você é uma boa onda. Eu quero dizer é que eu acho você maravilhosa, o que me faz pensar que eu fiz lago para te deixar irritada. Sou uma boa onda? Meu coração se agita e eu me encosto na parede mais próxima enquanto deixo sair um suspiro sonhador. Minha bochecha aquece ao pensar em quão sábio é um tiro no escuro.


—Você não fez nada. —A mentira soa tão ridícula como a pessoa que a diz. Ele bate seu dedo contra a mesa várias vezes, evitando meus olhos. Quando volta a falar, ele faz isso de maneira significativa. —Não sei o que eu fiz. O mais provável e que não foi a minha intenção. Então talvez... quero dizer, espero que só digo que eu sinto muito e podemos ser amigos porque—sua expressão é seria ao falar— ...

eu poderia ser um bom amigo. —Ele me olha e não há nada mais

que sinceridade em seus olhos. —Sempre é bom um outro amigo. Quase parece uma súplica. Uma que eu nego ignorar. —Podemos ser amigos, Max. Eu sinto ter sido uma megera com preconceitos. Como disse, eu não te conheço. Ele sorri. —Me dê uma oportunidade e eu prometo que nunca se arrependerá. Não uma súplica. Um juramento. Não posso me controlar. Rodo os olhos e suspiro: —Te mataria se você deixar de flertar? De verdade ele está confuso. —Eu flerto? Sorrindo, espero que ele ria mas seu cenho se enruga mais. Oh Senhor... ele não sabe. Como abordo este delicado tema?


—Bom, em meia hora em que estamos juntos hoje, você flertou... muito. Ele olha como se na verdade eu estivesse imaginando coisas. —O que? Não é verdade. Meu sorriso desaparece. —Sim, é verdade. —Nãoo. —Simm. Ele senta mais reto no banco e coloca seus braços em forma de pergunta. —Quando? Respondo tão rápido como um relâmpago. —Primeiro, comigo na cozinha, segundo com as mulheres na rua, e agora Shelly. —Ele pensa e eu sinto a necessidade de acrescentar: —Merda, nem sequer sei o que você disse mas quase posso garantir que também esteve flertando com a velinha Crandle! Tem um olhar que diz: abençoe seu coração, pequena, e ele ri. —Isso não é flertar. É ser amável. Fala sério? —Não é verdade, Max! Isso é um absurdo— eu suspiro. Ele sacode uma mão em minha direção, não dando crédito no que eu disse. —Isso é só ser amigável. Sou um cara amigável, Lena.


Eu gosto que ele me chamou de Lena. Demais para o meu gosto. O que, porém, acrescenta combustível a meu fogo. —Você não é amigável, você é um cachorro quente! Shelly volta com nossa comida e ele faz um gesto até ela. —Talvez tenho que perguntar alguém mais, certo? Aceno. —Certo. Ele pergunta a Shelly. —Helena pensa que eu sou conquistador em série. Tentei explicar que só sou amigável mas ela não entende. O que você acha, Shelly? Ela expõe um sorriso de um milhão de dólares e ela olha um momento antes de estreitar seus olhos. Ele se volta para mim com um olhar que coloca em dúvida a sanidade dele e me sussurra: —Ele não tem nem ideia, certo? Balanço a cabeça, ocultando o meu sorriso. O sorriso de Max se desvanece —O que? Eu não sei o que? Shelly coloca uma mão sobre o seu ombro para consolá-lo e bate com: — Querido, ela tem razão. Você é um conquistador. —Chocado, abre a boca para protestar mas ela o corta. — Não é mal Max. Você é bom para fazer com que a gente se sinta bem com você, mas penso que


se olhar para trás, encontrará a maioria das pessoas com que fez amizade são, bem, mulheres. —Shelly nos deixa sozinhos para que comamos nosso café da manhã. Aperta o ombro de Max antes de ir. Eu não tenho muita fome. A vitória me deixou com um sabor amargo na boca. —Você está bem? Ele assente, picando a sua comida. —Estou bem. —Mas é uma mentira. Não sei de onde vem a urgência de fazê-lo se sentir bem, mas de pronto anuncio: —Sou terrível em flertar, sabe? —Max me olha, seu rosto inquisitivo. Aceno. —Sim. Não sou boa com isso. Não quando eu tento, ao menos. Quando eu não tento, sou muito boa. —Pico minha granola. —Talvez isso aconteça com você. Seu subconsciente é muito bom flertando. Com tais boas habilidades, ele sente a necessidade de usálas todo o tempo. Ele não está apaziguado, mas ele concorda e seus lábios se levantam um pouco. —Boas habilidades, é? —Boas habilidades. —confirmo. Então ele sorri, obviamente impressionado com meus esforços de levantar o seu o ânimo. —Talvez.


Eu volto a sorrio e como minha granola. —Helena. Eu o olho, mastigando. Empurra meu pé debaixo da mesa. —Obrigado. Não sei o por que ele está me agradecendo mas eu aceito. —De nada.


CAPÍTULO 12 Max Quando eu estava na escola secundária, conheci Madeline Connolly. Tinha dezesseis anos, era estúpido e muito quente. A maioria das meninas então tratava de se aproximar de mim para chegar a Nik. Podia cheirá-las a um quilômetro de distância. Doces e dedos pegajosos. Mas normalmente tinham peitos grandes e brilhantes lábios vermelhos. Meus dezesseis anos de idade não me davam a mínima se queriam Nik, assim que saía com elas. Veja? Estúpido. Uma menina, nem sequer posso lembrar seu nome, me disse que estava grávida de mim. Era de minha idade. Me lembro de rir com tanta força que até chorei. Com seu rosto consternado, me perguntou por que eu ria, me dizendo que isso era sério. Todo mundo sabia que eu tinha dinheiro. Cada uma delas sabia que tínhamos dinheiro. Ela me disse que falaria com meu irmão e se eu não queria me casar com ela e assumir nosso filho, o bom Nik, faria, seu bebê precisava de um pai. Um perigoso sorriso cruzou meu rosto. Andei para a chamada e eu adverti:


—Não me preocupe o que possa fazer, mas—meus punhos fizeram uma bola pela irritação enquanto eu grunhia—, nunca, jamais, incomode meu irmão. — Um olhar de medo cruzou seu rosto. Neguei com a cabeça ante a repugnância e comecei a me afastar. Uma boa distância longe, eu disse: —Além disso querida, você não pode ficar grávida por uma chupada. Isso foi uma lição para mim. Uma áspera, mas boa. Isso foi um ponto em que me dei conta o quão longe as mulheres poderiam ir a fim de segurar um homem. Então, um dia, estou na biblioteca depois da escola, trabalhando não sei em que merda. Estava mais ou menos deserto, mas descobri está menina sentada em uma mesa com uma montanha de livros frente a ela. Parecia estar em completo pânico, dominada por sua quantidade de trabalho. Vestida com uma camiseta branca e jeans, ela parou irritada e começou a empilhar seus livros, fechando num golpe um em cima de outro. Ela era bonita de uma forma natural. Com o cabelo comprido castanho avermelhado até a cintura e sem nada de maquiagem a vista, suas bochechas vermelhas, seus olhos ardiam azuis. Enquanto ela recolhia sua pilha de livros que dava volta, os dois primeiros livros deslizaram. Sorri. Esse era meu sinal. Corri para frente, peguei os livros e os segurei. Ela ficou de pé, esperando dar os livros, porém eu segurei forte.


Ela bufa: —Pode deixar ai em cima. Balanço a minha cabeça. —Não, eu acho que o melhor caminho é seu armário. De fato, eu acho que deveria levar todos esses livros. É um perigo para a segurança, um acidente a espera de acontecer. —Terminei com um sorriso. A maioria das meninas haveria rido e me deixariam levar seus livros, e me agradeceriam. Me diriam o quão engraçado que eu era e me perguntariam se tinha uma namorada. Flertariam comigo e me dariam um tapinha. Não está menina. Suas bochechas ficaram mais vermelhas. Ela apertou seus dentes. —Coloca os livros sobre a mesa. Por favor. Mas eu não a escutei. Me inclinei e tratei de pegar seus livros. Eu agarrei de um lado e ela agarrou do outro. Puxei; ela puxou. Ela não solta e eu também não. Puxei com força demais e sua montanha de livros acabou caindo no chão. Eu ri e ela não. Senti a necessidade de falar. —Merda, sinto muito. Sou Max. Max Leokov. Seus olhos se encheram de lágrimas, ela se ajoelhou no chão e me deixou pegá-los. —Eu sei quem você é. Por que sequer você está aqui? Estou certa que você poderia pagar por professores para que passem.


Tratei de pedir desculpas. —Me deixa levar os seus livros como desculpa. Vamos. Ela se afastou fora do meu alcance. —As capturas devem estar escassas se vem a mim. —Levantou o seu nariz. —Eu ouvi sobre você, Max—disse meu nome como se tivesse um sabor horrível. —Eu te direi isso uma vez. Não sou outra mulher em sua cama. Não sou uma idiota que ri tontamente. Não sou uma das cem meninas nesta nessa escola que te querem. Ela me olha de cima abaixo e balança sua cabeça desiludida. Logo se vira sobre seus saltos e marcha, me abandonando parado na biblioteca como um imbecil. A verdade é que não sabia quem era ela e tinha razão. Eu havia esperado que ela fosse uma idiota rindo tontamente. Havia esperado flertar, conversar e talvez uma chupada também, se tivesse sorte. Sorrio. Sempre tive sorte. Quando cheguei em casa essa noite, explorei meu anuário. Busquei duramente mais uma hora até que encontrei seu sorridente rosto me olhando. Eu sorri de volta. Era ainda mais bonita quando sorria. Então eu fiz minha missão. Faria o que pudesse para fazê-la sorrir, porque tinha que ver pessoalmente. Precisaram de semanas para que isso acontecesse. Deixei de ligar e a fiz minha propriedade. Havia algo sobre ela, algo que me dizia que valeria apena. A primeira coisa que eu fiz foi averiguar onde


estava seu armário. Tive que segui-la toda a manhã. Ela tirou seus livros enquanto eu a seguia e ela fui para a sala. Poder ter me permitido cercá-la. Ninguém realmente sabia, mas eu estava em dia com meu trabalho e mantinha uma média de A-. Quando o corredor estava deserto, eu comecei a trabalhar. Sorrindo como um idiota, esperei o sino e logo me escondi atrás de um pilar, olhando silenciosamente. Quando ela se aproxima do armário, ela faz uma pausa a meio passo. Colocando uma mão em seu peito, ela se aproxima com precaução. Os estudantes começaram a sussurrar e apontar, e eu me alegrei disso. Ela obteria atenção que merecia. Enquanto ela lia a mensagem, seus olhos se estreitaram. Ela procura na multidão quem poderia ter feito isso. Eu saio do meu esconderijo, me apoio contra o pilar com as minhas mãos em meus bolsos. Nossos olhos se encontram. Sorrio e levanto uma sobrancelha. Todo o que eu queria era beijar com suavidade aqueles lábios rosados. Eu morreria por ela. Ela olha novamente para seu armário, a incerteza pairava em seus olhos. Ela lê a mensagem outra vez. A inteligência é sexy. Pintadas em amarelo e rosa com preto, esperava que a mensagem ficasse ali em cima para sempre como uma recordação para ela que tinha exatamente a razão; Eu fui o imbécil e ela merecia algo


melhor. Assim eu trataria de ser melhor para ela. Seria a pessoa que merecia. Na idade de dezesseis anos estava apaixonado. Eu senti um golpe no estômago. Foi amor a primeira vista. Estava certo disso. Tinha que tê-la. No dia seguinte, tinha flores de presente para entregá-la na sala da escola. Nik entregaria por mim. Era para despistar. Disse que as tulipas sempre estavam bem, mas que se eu queria espantá-la, entregaria qualquer cor excerto rosa e vermelho. Quando ouço seu nome ser chamando no alto-falante, minhas mãos começam a suar. Eu estava nervoso. Meus nervos se aliviaram quando a vi caminhar pelo corredor, sorrindo com seu ramalhete de tulipas. Nik estava correto sobre a coisa das cores. Ele escolheu tulipas amarelas, brancas, laranjas e roxas, e do modo que seus olhos riam, eu lamentei que não houvesse feito um pouco de investigação e eu tivesse escolhido por mim mesmo. Não cometeria o mesmo erro duas vezes. Eu quis falar com ela, mas foi de repente assediada por umas doces sussurrantes meninas. —De quem são? —São tão lindas! —Ah, cara, você tem tanta sorte! —Maddy, são magnificas!


Ela levanta a sua cabeça e me olha. Um magnifico sorriso cruza o seu rosto e ela articula, “obrigada”. Meu estômago se aperta pela beleza desse sorriso. Eu sabia que estava na profunda merda. Mas tarde nessa noite, ela ligou. Dizer que eu estava surpreso era um eufemismo, porque nosso número não estava numa lista e eu não tinha nem ideia como ela conseguiu. Estava surpreso, mas contente. Começamos a conversar cada noite, mas nos evitamos um ao outra na escola. Ainda ela estava insegura de mim. Eu daria todo o tempo que ela precisava. Vivia para faze-la sorrir e eu fiz. Muito. Chegamos a conhecer um ao outro e falamos até de madrugada ou até que um de nós dormisse. Uma noite, proximamente quatro semanas de nossa secreta amizade estava em um limbo em minha cama, sussurrei no telefone: —Daria o que fosse para ser seu namorado. Quero que seja a minha garota, Maddy. Ela vacila. —E se não funcionar? Respondi: —E se funcionar? —Ela permaneceu silenciosa. Tudo o que eu fiz foi rezar. —Me dá uma oportunidade. Uma oportunidade. —Sem responder, eu me afoguei em uma dor de cabeça e a deixe ir.


Na manhã seguinte, eu caminhava pelo corredor até meu armário. Eu não estava de bom humor. Não podia entender o que eu mais poder fazer para demostrar a Maddy que eu estava falando sério sobre ela. Mas ela não se rendia. Coloquei meus livros dentro e fechei a porta. Enquanto eu virava, eu fiquei imóvel. Ali estava, diretamente diante de mim. Parecia assustada. —Olá. Um pequeno sorriso puxou dos meus lábios. —Olá. Você está bem? Respirando profundamente, exalou lentamente, caminhou até minha frente e colocou sua mão na minha. Nossos dedos se entrelaçaram. Eu olhei para baixo até nossas mãos entrelaçadas e me iluminei. Ela respondeu com um sorriso tímido. —Perfeita. Tudo está perfeito. Três semanas depois, compartilhamos nosso primeiro beijo. Um ano depois, fizemos amor. Três anos depois disso, Maddy me disse que eu ia ser papai. Era o amor na forma mais pura. Nove meses mais tarde, encontrei o segundo amor de minha vida. Veio envolvida em uma manta rosa. Tinha meus olhos, mas era toda Maddy. Eu a nomeie com o mesmo nome de minha mãe.


Em cinco anos, minha vida foi posta boca abaixo. Havia feito tudo por Maddy, mas ela não sentia o mesmo. E por isso não quero voltar a me apaixonar outra vez. O amor causa dor. *** Max Eu passei pela rua, caminhando até o Safiras. Não importa a idade que eu tenha, seguirei sendo o irmão mais novo de Nik... e seu lacaio. Tina odeia quando Nik me faz isso, mas eu venho e trago presentes, assim ela o supera. É segunda-feira. Tina não deveria absolutamente estar trabalhando. Ela está em licença maternidade. Uso esse termo vagamente, porque Tina vai ficar de licença por mês e ainda sim vai trabalhar todos os dias. Nik disse que leve com calma. Ela sorri docemente para ele e diz o fará. Ele vai trabalhar, e ela lança para ele um vestuário atrevido e se dirige até sua loja. Tem sorte que é sexy. Abro a porta e a mantenho aberta para deixar sair algumas mulheres jovens. Sorrio forte. —Senhoras, como estão hoje? Estão bem. Lá vai você de novo.


Eu não estava flertando. Estava sendo cavalheiro. ... sério? Cale-se, cérebro. Cruzo a porta, equilibrando os presente, e grito: —Bom dia, A uma só voz, todas elas dizem de volta: —Bom dia! Coloco as coisas no balcão e viro para encontrar Tina fora do seu escritório. Seus olhos se estreitam e tem seu telefone em sua orelha. Sorrio. Há, há! Nik vai conseguir. Deve haver chamado, porque ela começa de imediato. —Nik, baby, quer me dizer por que eu tenho uma entrega aqui esta manhã, com Max sendo o negociante? —E apesar de ela estar irritada com ele, ela toma um segundo para me sorri e dizer um “olá”. Só assim, ela volta. Tina é uma merda. Não ouço o que ela diz, mas ela responde em um irritado: —Eu não preciso de comida. São dez da manhã, pelo amor de Deus! O que você está querendo fazer, querido? Me transformar em uma baleia? —Sei o momento exato em que ele fica doce com ela. Seus ombros se colapsam e suspira. —Sei que você quer cuidar de mim. Eu também te amo. —Ela faz uma pausa, e logo levanta uma mão para apertar minha bochecha. —Sim. Amo Max também.


Eu me inclino e beijo a parte superior de sua cabeça. Ela envolve um braço ao redor de mim e aperta, então volta de novo para o escritório. Mimi aparece atrás de mim. Ela balança o seu queixo até a caixa sobre o balcão. —Mais comida? Sorrio. —Sim. Ela encolhe os ombros e logo levanta a tampa da caixa, pegando um sanduiche. —Não importa se eu faço. Lola caminha desde a porta traseira da loja, os olhos muito aberto com alegria. —São esses os sanduiches grátis? —Mimi mastiga enquanto assente. Lola faz um movimento no ar. —Eu adoro sanduiches grátis! Nat vem através da porta do escritório, com seu telefone na orelha. —Lena, eu te amo. Na realidade, eu faço, mas isto não é objeto de debate. Você vai ter que aprender a lidar com ele. —Minhas sobrancelhas se franzem. Isso soa sério. Ela caminha até mim, vê os sanduiches, e faz uma pequena dança. Ela pronuncia no telefone: — Estou te colocando no viva-voz. Devido a... sanduiches. Sussurro:


—O que acontece com Helena? Nat, sem se importar que Helena escute, dá uma mordida no sanduiche e explica confusa: —Minha irmã tem um problema e me escutar fazendo sexo. Helena suspira. —Oh Deus, você não tem vergonha, cadela! E, certo, geme tão forte que soa como se eu estivesse no quarto com vocês. Que nojo! Nat engole e roda os olhos. —Muito dramático? É sexo! É normal! Estou casada, por Deus! Não vai demorar muito tempo antes que eu tenha dois bebês para cuidar. Tenho que ter sexo agora! Helena responde: —Lá-lá-lá-lá! Nat se virá para mim. —Você não deveria estar no trabalho? Helena responde com o que soa como um beicinho. —Estou no trabalho. Não chegou ninguém ainda. Bom, as pessoas estão aqui, mas James não está aqui. James, certo. Ele sempre se apresenta com Whit. Por que ele permite a Helena chama-lo de James? Nat ri. —Eu estava falando com Max, idiota. Silêncio, então Helena pergunta:


—O que ele está fazendo ai? Ele não trabalha? Eu fico de mau humor com seu tom. —Trabalho, muito obrigado. Estou fazendo uma entrega neste momento. Pelo menos ela tem a graça de soar arrependida. —Oh, certo. Eu sinto muito. Embora eu não tenho ela no telefone, tenho que perdi para verificar o horário de Whit por mim, para que eu posso ir ter uma conversa com ele. —Ei, docinho, você está no centro, não? —Sim. Por que? —Eu preciso que você verifique o horário de Whit para mim. Confusão enche a sua voz. —Eu não tenho. Depois de estar no centro perto de mil vez, estou familiarizado com o entorno. Muito familiar. —Isso é maravilhoso. Tem que... espera. Aonde você está agora mesmo? —Estou na recepção. Aceno com a cabeça. Sei onde ela está. —Está bem, tem que sair daí, e logo virar a direita. Uma vez que chegue a uma parede de fotografia, siga até chegar a sala de jogo das


crianças. Verá uma lousa gigante com todos os horários de todos nele. Eu preciso que você diga se Whit tem algum tempo livre. Ela pronuncia um divertido: —Há fotos de Ceecee aqui. Eu sorrio. —Eu sei. Procura uma aonde ela é um piloto. —Ela pronuncia um “gênio”. Uma pausa, e logo: —Deus, ela cresceu. —Eu sei. Com um fungo. Escuto os sons de passos fazendo eco através do telefone. —Está bem, estou quase ali. Ah sim! Eu o vejo. —Ele está livre hoje? — Ele tem as 13h00 e as 14h00 livre. Maravilhoso. —Pegue um marcador e marca as duas da tarde, certo? Sussurro, logo: —Pronto. Está anotado. —Obrigada, docinho. Ela responde em voz baixa. —De nada Max. E esse é o sinal para eu sair. —Bem eu vou embora. Comam com calma, senhoritas. Enquanto me afasto, gritam em coro: —Adeus!


CAPÍTULO 13 Helena Começo a olhar o relógio. As duas da tarde estão se aproximando e aproximando, e estou tendo problemas reais com minha reação de ver Max. Mais especificamente, com eu querendo ver Max. É uma em cinquenta e três e minhas agitações no estômago começaram. Ricocheteio meu joelho e bato a caneta na mesa do escritório. De fato, eu não tenho meu próprio escritório neste momento, assim que realmente bato a caneta na mesa de escritório de James. Ele levanta o olhar de sua papelada, até a caneta, levanta uma sobrancelha, e me olha. Deixo cair a caneta com um ruidoso barulho e sussurro: —Eu sinto. Estarei sendo a sombra do meu chefe pelos próximos dias. E eu já conheci os outros três fisioterapeutas pessoais em rotação regular. O único outro homem na equipe é um cara chamado Kerr. Não é muito alto, mas sim super musculoso. Quase parece como se fosse um grão de milho estourado com todos os seus músculos inchados. Tem cabelo escuro e olhos que combinam, e é tão gay.


Como sei isso? Eu sei por que quando Felicity, a peça loira gostosa de nossa equipe, com lábios Restylane6 e corpo de bailarina de salsa, se inclina para esticar, ele não olha a sua bunda perfeitamente torneada. Sei o que vai dizer: isso não significa nada. Certo? Falso! Prova B: Quando James tomou a mesma pose, Kerr não só olhou sua bunda de James, o devorou! Porém, mentalmente. Foi incômodo observar. Sério, foi. E que foi aterrorizante foi a ideia de James e Kerr juntos ao redor de uma bolsa me excitava. Um montão. Desajeitadamente. Assim quando James me pegou no ponto de engolir minha língua por meus pensamentos impuros ele estreitou suas sobrancelhas até mim, me perguntando cuidadosamente: —Você está bem? Eu estava, mas gritei cheia de pânico: —Nada! Então você tem isso. Kerr gosta de salsicha, e eu gosto das fantasias de homem com homem. Quem saberia? Felicity é alta, loura, e tem fantásticos peitos alegres que combinam com sua bunda. E, porém, eu sendo eu, assumi que seria

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Restylane é uma marca sueca cujo produto ajudam a definir e dar melhor forma dos lábios.


uma completa idiota. Felicity... não é. É inteligente, divertida e super doce. Eu gosto dela. A primeira coisa que me disse foi: “Você brilha como uma ninfa de jardim”. Isso foi. Tão ao azar. Estive vendida. O terceiro membro da nossa equipe é a tímida e calada Willa. É alta e esbelta, graciosa e extremamente bonita. Mas tímida. Dolorosamente tímida. Tem lindos olhos avelã, cabelo loiro claro, e uma pitada de sardas sobre o seu nariz. E por falta de um melhor termo, uma menina excêntrica. Oh, e ama James. Então você tem isso. Dois membros da equipe querem James “Whit” Whittaker. Como razão me disse que não sai com empregados. Todos querem arrancar um pedaço dele. Eu não os culpo. É um especial cara fino, mas não estava mentindo quando eu disse a James que eu não saio. Eu trabalhei tempo demais, forte demais, para sair logo e me apaixonar por um cara que provavelmente me ressentirá por trabalhar em meu emprego dos sonhos. Me chame de egoísta, mas estou me dedicando a mim neste momento. Quando estiver em um bom ponto em minha carreira, considerarei em sair de novo. No último encontro que eu estive, foi no meu primeiro ano da universidade. Eu cancelei... cinco minutos depois que o encontro havia começado. Brad, ou Bob, ou Brett, ou como demônios fora seu nome, me disse que eu não podia cancelar depois que o encontro havia começado. Simplesmente me disse:


—Me olhe. Logo eu devolvi seu barato ramalhete de cravos e me voltei para o dormitório. Não estaria equivocado se adivinhasse que sair para encontros me assusta. Estou tão preocupada sobre conhecer um cara que se converta tudo para mim, só para ter que sacrificar minha carreira por ele. Quero dizer, por que devo sacrificar tudo? Por que não posso ter toda a diversão? Ai, isto não funciona dessa maneira a maior parte do tempo. Meu trabalho é exigente, mas os frutos do trabalho são recompensadores. Tão gratificantes, que eu não acho que um ultimato me faria mudar minha decisão. Não havia notado que James terminou com sua papelada até que ele tosse. Meu rosto se volta para ele. Um pequeno sorriso se estende através do seu rosto. —Aonde você foi? Balançando minha cabeça, suspiro. —Nem sequer eu sei. Eu fui. Eu sinto. Ele se encolhe. —Está bem. De todas as formas hoje é um dia lento. Desejaria poder te ensinar mais, mas preciso de cliente para fazer isso. Sinto que hoje tem sido um dia entediante. Desejaria que fosse mais divertido. — Sorri. —Talvez possa fazer twerk sobre uma mesa para você ou algo. Respondo.


—Eu pagaria para ver isso, senhor. Faz uma careta. —Ai cara. Sério que acaba de me chamar de senhor? Eu me sinto tão velho. Eu rio. Ele é adorável. —Você não está velho. Se você está velho, então eu estou velha, e se me chama de velha, posso só atirar um sapato em sua cabeça, porque não estou velha. Seu pequeno sorriso se intensifica. —Eu gosto de uma mulher que está disposta a lançar um sapato de vez enquanto. Aceno regiamente. —Isso é tão comum nesses dias. É uma pena. Ele me sorri. E eu sorrio. E sorrio um pouco mais. Repentinamente estou nervosa. Meus olhos se arregalam. —Por que você está me olhando assim? Depois de um momento, seu sorriso perde um pouco de força e diz: —Eu gosto. Um olhar de surpresa atravessa minha cara. É rapidamente substituo por um rosto vermelho. Balbucio tranquilamente: —Eu também gosto.


Uma batida na porta capta minha atenção. Max espreita a sua cabeça e me olha senta atrás da mesa de James. Aponta o polegar atrás dele e diz: —Posso voltar. Rapidamente eu me coloco de pé. —Não. Só estamos conversando. Sente-se. Eu me movo para sair, mas James me detém levantando uma mão. —De fato, Max, entendo completamente se diz que não, dado que suas famílias estão entrelaçadas, mas preciso perguntar? Te importaria se Helena fique hoje? Ela será minha sombra por um momento. Só até que se familiarize com a forma que fazemos as coisas por aqui. Max não vacila. —Eu não me importo. Ahhh, Max. O compreensivo e considerado Max. O irritante perfeito Max. Me dispara um pequeno sorriso, se move para se sentar junto a mim e pisca. —Como está docinho? Minhas sobrancelhas estão perto de tocar minha linha do cabelo. Eu me inclino para frente e sussurro:


—Não pode me chamar assim aqui. Quero dizer, eu disse que me deixasse de me chamar assim. Não pode me chamar assim. Ele sussurra de volta: —Claro que eu posso. Meu nariz se franze. Sussurro de volta acaloradamente: —Não sou um docinho. Se aproximando mais, nossos narizes quase se tocam. Seus cálidos olhos me encaram diretamente nos meus. —Mas você cheira como um. Os olhos de James se dirigem de ida e volta entre nós. —Talvez isto não é tão boa ideia. Mas Max ondula uma mão até ele. —Está bem. Estou totalmente bem com isso. Precisa apreender, e conhece Ceecee, assim que fazemos. James fica inseguro. —Bom, você está seguro... —Olha para mim. Concedo com um assentimento. —Sim, todos estamos bem. James sorri. —Está bem então. Sobre o que precisava me ver, Max? Max vai direto ao ponto. —Preciso de ajuda com Ceecee. Ela não está se exercitando, não está alongando. Segue tendo câimbras e espasmos, e ela os esconde.


Quero dizer, não sou estúpido, sabe? Sei quando ela está com dor. E eu já não sei mais o que fazer, Whit. —Ele morde o interior do seu lábio em gesto infantil. Seu tom faz o meu peito pulsar. —Ela está quebrando o meu coração, homem. A cara de James imediatamente mostra preocupação. —Ela não está fazendo o seu treinamento? Max balança a sua cabeça lentamente. —A última vez que eu a vi iniciar algum tipo de exercício foi há quatro semanas, então eu estive tentando a motivar, sabe? Como trato de fazer tempo pai/ filha, algo que podemos fazer juntos, mas em noventa por cento do tempo, termina irritada comigo. Ela fica indignada. E apenas me fala. James leva um momento para processar isto, e logo assente. —Está bem. Precisamos tentar a movimentar de novo ou vai continuar tendo câimbras, e esse tipo de incômodo está relacionado com fato de deixar ela de mau humor. Que tal se a trazemos aqui duas vezes por semana até que ela veja que melhora? Max levanta seus braços para apoiá-los na parte superior da sua cabeça. Seus olhos fecham com alívio. —Sim. Sim, por favor. Ela está me deixando louco. Sabe o que precisa fazer, e eu só... —Supreendentemente, olha para mim. —Só já não sei o que fazer. Ela está me deixando de fora.


Sinto a dor em sua voz. Parte de mim deseja que pudesse envolvê-lo em meus braços ao redor dele e abraçá-lo até que a dor se derreta com meu quente abraço. Mas isso seria descabido, assim que só me sento aqui, olhando-o de volta com uma expressão em branco em minha cara. Lindo. James verifica seu horário. —Tive um cancelamento está manhã. O mais cedo que posso atendê-la é amanhã a tarde, logo depois da escola. Max rapidamente fica de pé e se estica sobre o escritório para tomar uma mão de James em um entusiasmado aperto. —Eu fico te devendo, homem. Obrigado. Estaremos aqui amanhã perto das três. Nem sequer se deu conta que o fez, mas Max se vira, se agacha, me beija na parte superior da cabeça, logo se vai. No lugar aonde me beijou eu sinto quente, e logo sinto o calor em meus lábios. Logo que ele sai, James me perguntar. —Você está segura que não vai ser incômodo para você? Eu minto através dos meus dentes: —Claro que não. ***


Helena Max ficou na minha mente toda a tarde. Guardei o seu número de telefone das mensagens de voz que ele me deixou. Estive tão tentada em falar ou mandar um mensagem, ou algo. Escuto sua voz quando falou de Ceecee. Ele me olhou diretamente. Dentro de mim. Se não tivesse visto com meus próprios olhos, não teria acreditado que algo como o conquistador e descuidado Max que havia construído em minha mente fora capaz de tão profunda emoção. Ele moveu seriamente algo dentro de mim. Sou uma cadela julgadora. A isso se resume. Quero mudar. Hoje eu fiz uma promessa a mim mesma. Deixaria de julgar e começaria a aceitar. O que aconteceu com Max no casamento de Nat passou. Estou disposta a aceitar que eu estava ressentida. Meu ressentimento foi causado pelo fora, e já foi superado ou não. Mas estava correto. Nossos amigos e familiares estão vinculados, e manter um ressentimento sobre algo tão estúpido era, bem, estúpido. Podemos ser amigos. Posso fazer isso. Não será difícil. Para nada. E se ele se parece como um deus e cheira a lágrimas de Jesus? Pfff! Sem problemas. Temos isto. Só tenho que me assegurar de que nunca sabia que eu considerei minha aventura de fantasia por muito, muito tempo. E isso vai ser uma coisa difícil. Nunca disse nada para minhas irmãs. Demônios, nunca disse para ninguém!


Falando de homem dos sonhos... Saindo do banho, envolvo uma toalha ao redor do meu cabelo, e depois em mim. Abro a porta e me dirijo até a minha bagagem de mão. O zíper se abre com um agudo puxão e eu o vejo. Respiro. —Johnny. Minhas mãos são cuidadosas enquanto solto a fita adesiva que envolve meu homem principal. Logo que eu vejo seu rosto, rompo num sorriso. Mas sua cara não está impressionante. Os músculos do meu estômago ficam tenso. —Não me olhe assim. Eu estava ocupada. —Juro que as suas sobrancelhas se levantam imaginativamente. Eu juro. Respondo irritada. —Sim, bom algumas de nossas bagagens, Johnny. —Eu não gosto da sua atitude. —Você que ficar na maldita bagagem? —Seu eu pudesse rodaria seus olhos, eu faria. Eu o desenrolo e o deixo sobre a minha cama. Eu tiro a toalha. Meu olhar gira até a cama até para encontrar a metade superior do pôster levantada, assim está olhando o meu corpo nu. Meu nariz franze. —Pervertido. Eu visto uma calça de brim e uma blusa preta que diz “Com elegância, descarada e pronta” o que é um presente de brincadeira de Nina no meu aniversário. Desde que eu estou usando realmente poderia me fazer rir de chorar. Era para me ofender. Mas eu amei!


Deslizando em meu tênis branco e colocando meu telefone no bolso traseiro. Estou a ponto de me dirigir até a porta quando vejo a minha lousa branca que Max deixou no balcão da minha cozinha. E meu coração se afunda. Eu não levo mais de um segundo antes de tomar a lousa branca e me dirigir para fora do meu apartamento. Toco a campainha do apartamento 309. A senhora Crandle abre a porta, vestida com uma túnica e com seus grossos óculos de fundo de garrafa apoiado na ponta do nariz. A confusão cruza seu rosto. —Sim querida? Pegando o marcador da lousa, escrevo de forma rápida: —Estou convidada para o chá? Seguro a lousa em seu rosto se forma por incredulidade. Um sorriso surpreso aparece em seus lábios. —Claro! Entra. Vou colocar água para ferver. Ela desaparece pelo corredor. Para uma mulher pequena, é rápida. Entro e fecho a porta atrás de mim. Quando viro, levo um momento em que minha cabeça compreenda o que estou vendo ao meu redor. Meus pés estão cravados ao chão. Estou tão surpresa que minha boca cai aberta. Três grandes fotografias em branco e preto penduradas na parede da sala de estar. A primeira é a foto de um mulher jovem, de uns vinte anos, como uma pin-up, um corpo esbelte vestido com um


collant revelador, mas de bom gosto, e um sorriso tão bonito que tenho que sorrir também. A segunda imagem é de um grupo de trinta pessoas. Eu me sinto atraída rapidamente por ela. O homem da fotografia não sorri. Parece ter uns trinta anos, franze o cenho para a câmera com um olhar feroz e irritado. Ele tem um corte de cabelo militar e os seus desenvolvidos músculos se flexionam ridiculamente. Ele é um tanque. —Não deixe que te engane sua expressão. Ele era como um urso de pelúcia. —disse a senhora Crandle atrás de mim. Quase saio de minha pele. Meu coração se acelera, levanto uma mão a meu peito agitado. Ela ri em voz baixa. — Não era a minha intenção te assustar. Uma expressão tímida cruza seu rosto. Escrevo. —Está tudo bem. Eu me assusto facilmente. —Depois de dar outra olhada nas fotografias, escrevo— Seu marido? Ela olha a foto e assente com a cabeça. —Sim. Esse é meu Chester. —murmura. —Mas ele não era o meu marido. —Ela me olha, nostálgica. —Era todo o meu mundo. Eu o seguia a qualquer lugar. —Nega com a cabeça e ri. —De fato, eu fiz. Limpando a escrita anteriormente, escrevo com um sorriso incrédula. —Eram showmen? Sem responder, ela pega suavemente meu braço.


—Venha, sente-se, querida. O chá ficará pronto em um momento. —A medida que nos aproximamos do sofá, ela nega com a cabeça, confusa. —Eu sinto, devo ter esquecido o seu nome. Nego com a cabeça. —Não acho que você escutou quando eu disse. Meu nome é Helena. Ela lê rapidamente e sorri. —Veja, que nome tão bonito. —Ela se afasta com seus pequenos pés, enquanto grita: —Ele deveria estar pronto. Copos e talheres tinindo, em seguida , a senhora Crandle volta com um bule e xícaras em uma bandeja com cookies. Tenho que admitir, ele cheira bem encantadoramente, e os cookies tem uma cara boa. Meu estômago retumba. Abaixo, menina. Eu me inclino para servir o chá, mas a senhora Crandle intervém. —Posso ser um dinossauro, mas ainda posso servir o chá, Helena. Ela termina com uma piscadela, e dou graças a Deus por não fazer está visita espontânea num momento desastroso. Meu telefone vibra em meu bolso. Eu tiro e verifico a tela. Nat: O jantar está quase pronto. Merda.


A senhora Crandle deixa de servi quando vê meu telefone. Sua cara se entristece. —Saindo tão cedo? Respondo rapidamente a mensagem. Eu: Eu voltarei tarde. Guarde um prato. x Logo desligo o meu telefone e o coloco de novo no meu bolso. —Eu sinto muito. Eu não vou. Eu adoraria um pouco de chá, por favor. A felicidade substitui sua expressão anterior. Ela me passa uma xícara de chá e açúcar, junto com os cookies. —Estou muito feliz de ter companhia. Eu não tenho muito entretenimento estes dias. Eu tomo meu chá enquanto olho ao redor de sua sala de estar. É então quanto eu escuto. Miau. Meu cenho se franze quando olho meus pés. Suspiro. —Oh meu Deus! Me agachando para pegar o pequeno gatinho cinza e eu o mantenho no alto. —Olá coisa doce! A senhora Crandle ri.


—Meu Deus, como você conseguiu sair? É um pouco fugitivo. E não deveria estar longe de sua mãe, mas sempre encontra o caminho. Seguro o pequeno individuo em meu colo, escrevo: —É adorável! Eu amei. A senhora Crandle sorri. —Então é seu. Minha cara fica branca. —O que? Ela deve entender o que eu digo, porque encolhe os ombros. —Não posso manter todos. Ele e seus irmãos e irmãs provavelmente iriam para uma loja de pet dentro de uns dias. Se o quiser, e seu. Aturdida, olha para baixo ao pequeno doce gatinho de olhos verdes. Miau. Escrevendo tão rápido que estou segura de apenas é compreensível, escrevo: —Sim, eu o quero. Obrigada! Muito obrigada! Ela assente com a cabeça e um tímido sorriso aparece em seu rosto. —De nada. Que nome você vai colocar? Eu aconchego meu gatinho mais próximo. —Eu gosto de Ted. Mas também eu gosto de Woody.


A senhora Crandle levanta seu rosto pensativa. —Que tal Tedwood? Eu figo em voz alta. —Tedwood. Algo assim como Edward, mas não. —Acenando, escreve: —Eu gosto. É esse! Ela bebeu seu chá e depois mordiscou um cookie. —Tenho tudo o que eu preciso para ele aqui. Eu posso levar em sua casa está noite. Sorrio para meu gatinho. Suavemente ele se esfrega contra o meu queixo. Oh, meu Deus, e o amo já. Ele é malditamente lindo. Sorrindo para a senhora Crandle, vocalizo: “Obrigada”. Ela me devolve o sorriso. —Espero que te de tanta alegria como me deu a sua mãe a mim. Sei que ele o fará. Só o sei.


CAPÍTULO 14 Helena —A onde está o pequeno psicopata? — silvo, agachada em cima do balcão da cozinha, meus pés a salvo, longe do solo. Por que ninguém me disse quanto capeta um gato pode ser quando pequeno? Nunca tivemos um gato quando pequenas. Nem sequer um peixe dourado, caralho! —Teddy? —eu o chamo, esperançosa. Esse danadinho está por aqui, mas se esconde bem. Eu o cerco com tranquilidade fingida. — Saia, tesouro. Eu cuidarei muito bem se você sair. Sentada em cima, baixo o pé lentamente e em completo silêncio. Obrigada. Deus, pelas meias. Baixo o outro pé no piso. Em silêncio e na ponta dos pés vou para a bancada até a porta do meu quarto. Eu verifico rapidamente. Não há nada ali. Onde ele está? Tenho arranhões em meus pés e tornozelos. No último dia e meio meus dedos se converteram em brinquedo de morder de meu companheiro de apartamento. Não estou aproveitando. Acreditei que ter um gatinho seria noventa por cento de abraços e dez por cento de


jogos gatunos, ou seja, gravar vídeos e colocar na internet. Este não é o caso. E o que é pior, Tedwood gosta de se esconder e logo aparecer quando eu menos espero. Meu coração começa a acelerar. Engulo forte. —Teddy? Baby? A mamãe de verdade gostaria que você saísse neste momento. —Começo a hiperventilar, seguro o batente da porta e sussurro com voz cantante: —Mamãe está enlouquecendo, amigo. Ai por Deus, é de manhã e estou muito cansada para lidar com estas besteiras. Preciso de um banho, imediatamente. Encontro valor em algum lugar muito remoto dentro e mim. Endireito minhas costas e meus ombros. —Sabe o que, Ted? Preciso de um banho e vou tomar, com um demônio. Se esconda todo o dia se quiser. Eu não me importo. Abro as gavetas com um baque, pego minha roupa para trabalhar e fecho as gavetas com um “bang”. Vou para no banheiro e murmuro: —Não me assusta um gatinho. Isso é o que é, um gato. Um gatinho. Não estou assustada. Arrasto minha roupa dentro do banheiro e acendo a luz. —Filho da puta! —Pulo, surpresa, quando sou atacada por trás. Ainda estou usando meias grossas, ainda posso sentir o afiado dente


no meu tornozelo e suas garra seguram firmemente ao redor do meu pé. —Arrrgggh! Me solta, felino do demônio! —eu chio. Com meu gato ainda preso no meu pé, eu levanto e inicio o projeto de detê-lo. Primeiro sacudo ligeiramente, mas ainda está bem preso, seus olhos redondos são pura pupila agora mesmo. Não poder ser bom. Eu sacudo forte e mais forte até que me cambaleio em meu lugar. Perco o equilíbrio. Eu caio para trás. Minhas costas batem contra o lavabo do banheiro e sinto que o ar me vai em um zumbido. Uma dor pulsante floresce de minha cintura quando aterrisso com um baque no piso de ladrilhos. Merda. Isso dói! Deitada no piso do meu banheiro, com um gatinho preso no meu é com dentes e garras, começo a chorar. —Jesus Cristo, sim, eu te julguei mal! Como se sentisse minha dor, Tedwood aparece perto do meu rosto. Se um gato pudesse estar preocupado, seria ele. Ainda chorando, eu fungo: —Você é um gato mau. —Ele lambe meu nariz, com se me pedisse desculpa. Coloco meu punho no chão, me levanto e gemo. —Ai Deus, eu te odeio. Ele me escala e senta em meu peito. Miau. Meu corpo se sacode pelos soluços.


—Por que você faz isso comigo? Só queria te dar um bom lar. E te via bonito, como um gato normal que faz coisas que os gatos normais fazem. Não sabia que estava louco—Eu o olho e suplico: —Por favor deixa de tentar me matar! Nas últimas doze horas, “acidentalmente” Tedwood puxou uma vela e colocou fogo a uma parte da minha cama, ele mastigou cabos e ele os deixou aberto e quase eu toco com as minhas mãos, ele se esconde em cada lugar possível, me atacando quando menos eu espero. Tenho uma teoria. Eu não acredito tanto mas... Eu acho que o meu gato é o diabo. Não sou especialista na matéria e eu consultarei com o veterinário, mas eu não acho que seja normal que um gato tente assassinar a sua dona. Repetidamente. Fecho os meus olhos e choro enquanto espero que minhas costas deixem de doer, mas é inútil. Vai doer o dia todo. Minhas costas estão moídas. Eu sei. Uma língua um pouco áspera lambe meu nariz. Eu empurro com gentileza. —Amigo, deixe de lamber meus neurônios. Ele ronrona e esfrega a sua cabeça contra meu queixo. Eu fico quieta e pergunto, com esperança. —Significa que já somos amigos? Não fará mais coisas estranhas, verdade? —Ele encosta no espaço entre meu pescoço e meu queixo, ronronando todo o tempo, e eu suspiro aliviada. —Graças,


Senhor. —Bem. Sim ele é assim terno a maioria do tempo, eu não terei que buscar um novo lugar. Levanto uma mão e acaricio suas costas. Seu ronronar fica mais forte. Eu deito, aproveitando o lado terno de Tedwood, o qual eu sei que não durará. —Isto é a calmaria antes da tempestade, certo? — eu pergunto. Suas costas se arqueiam e mia em resposta. Sim. Isso é o que eu pensei. *** Helena Enquanto eu caminho pela rua até o trabalho, ligo para Nat. Ela atende no primeiro toque. —O que aconteceu, coisa? Soando mais drogada que eu pretendia, gemo: —Preciso de um favor. Preciso de uma dose e preciso agora. Silêncio e logo: —E o que você faria por mim? Penso e penso. Eu encolho os ombros ainda que ela não possa ver. —Não sei. Eu cozinharei.


Ela suspira. —Ai, por favor. Cozinho melhor que você. Demônios. Não minta. Eu me desespero. Estou gritando no celular. —Farei o que quiser. O que quer? Resmunga no celular e sei que está pensando. Depois de um momento pensando, ele responde. —Limpe a minha casa. Pisco. Ela estava falando sério? Não sou criada de ninguém! Respondo mais forte de que eu esperava. —Foda-se, cadela! — O homem caminhando ao meu lado, me olha. Cubro o microfone do telefone e murmuro: — Oh, não se preocupe. Só é minha irmã. —Eu não sabia que era possível mas na realidade se vê mais desgostoso enquanto se afastava. Ofendida ente sua repugnância fora de lugar eu grito: —Bom, foda-se você também! Nat solta uma risada. — Ah, Nova York. —Logo começa a cantar. —É um inferno de cidaaaaaddeee! Não posso evitar de rir com ela. —Provavelmente não devia ter feito isso. —Me superou. —Permite que aja uma pausa antes de tentá-lo outra vez. —Então, limpará minha casa ou que? Faço uma careta.


—Nem que eu quisesse. Eu escutei você e Asher em ação. De nenhuma maneira limparei depois disso. Eu precisava de uma equipe para o material perigoso! Ela responde. —Atua como se nunca tive feito contato com o leite. Desde quando é tão puritana? Desde a universidade. Eu ri com humor. —Não sou puritana. Nunca fui. Ela me responde com: —Quando foi a última vez que você teve sexo? Em 4 de julho de 2010. Era domingo. O tempo era magnifico, o sol brilhou todo o dia. —Não sei a data exata! —Se você fala de uma data, então já passou mais de um ano. Meu nariz se enruga. —Você vai. Deixa sair um som de exasperação. —Está bem. Não tem que limpar toda a casa, só o banheiro. —Sim, eu vou desligar agora. Meu dedo está a ponto de apertar o botão para terminar a chamada, quando ela suspira. —Você tem entrada livre. Está vez. Eu te enviarei os detalhes.


A felicidade me enche, me aquecendo. Sorrio brilhantemente. —Você é incrível. Uma deusa. Eu te amo com uma irmã... Beep. Olho para a tela. Eu franzo cenho. A maldita desligou na minha cara. Meu telefone toca. Uma mensagem de Nat. Quase grito de prazer. É o endereço para a doceira Cake Bakey, e não está longe do meu trabalho. Utilizo o mapa da internet de meu telefone e posso ver que está a quatro quadras de distância. Cinco quadras na direção oposta do Safira’s e The White Rabbit. Não é virando a esquina precisamente, mas não está longe. Eu preciso de um carro. Logo que eu ganhe dinheiro, isso é a primeira coisa em minha lista de compras. Ao se aproximar da rua em que está o meu trabalho, envio uma mensagem rápida. Eu: Te odeio Passam uns segundos antes de receber a resposta. Nina: Eu te odeio mais, pedaço de merda. x Caminho até o trabalho , sabendo que hoje será um bom dia. *** Helena James me leva até um quarto grande, cheio de aparelhos para fazer exercícios. Sacode a mão.


—Provavelmente você já viu a maioria das coisas antes, mas se você vê algo desconhecido, me diga e eu te direi como que é se usa. Depois de uma rápida revisão dos aparelhos, balanço a cabeça. —Eu já usei todos antes, mas se vejo algo que me pareça novo, eu te direi. Ele junta as mãos e sorri. —Maravilha! Isso é grandioso. É a pessoa mais fácil que eu dei treinamento. Eu sinto que deve ser mais difícil do que isso, mas você está fazendo isso também fácil para mim. Finjo uma cara de pesar. —Eu sinto. Ele ri e balança a cabeça. —Nunca havia conhecido uma mulher pequena com tanta atitude. Caminho até ele e empurro, brincando. —Não é atitude. É ânimo. Ele assente com a cabeça, de acordo. —Sim. Sua vitalidade. Rio ante sua escolha de palavras. —Até poderia dizer que tenho coragem. Ele estremece. —Eu não acho que nem a minha avó há usado a palavra “coragem”. E morreu aos noventa.


Meu rosto se contrai. —Você esta me dizendo que sou velha, chefe? —Não. Só uma alma velha, eu acho. —Por alguma estranha razão, suas palavras fazem que meu peito doa. Meu sorriso se desliza de meu rosto. De pronto me sinto incomodada. James está ao meu lado num instante. —Ei. Desculpa. Mostra um pequeno sorriso. —Não, não sinta. Tem razão. —Eu em olha com expectativa. — De verdade, não é o que disse, é mais bem, eu que não estou feliz com como estou fazendo as coisas ultimamente. Sem dizer uma palavra, caminha pela sala e puxa duas cadeiras. Se aproxima e as coloca uma frente a outra. Eu me sento em uma enquanto ele senta na enfrente. —Fala comigo, Helena. James é um homem amistoso, posso falar com ele. Ao menos, sinto que posso falar com ele. Estaria bem em fazer uma amizade aqui em Nova York. Me abrir com ele poder ser uma maneira de fazer. E já temos conversado muito. Abro a minha boca para falar, mas não sai nada. Eu tento de novo. Nada. Finalmente, eu engulo e começo. —Por que é que a razão que eu comecei a gostar de uma pessoa também é a mesma razão que eu comecei a não gostar que muito dessa pessoa?


É certo. A razão que eu comecei a gostar de Max foi por sua forma de flertar e alegre. Então não tem sentido que eu não goste por ele ser um conquistador agora, não? Os lábios de James se franzem pensando enquanto pensa na resposta. —Talvez você viu algo nessa pessoa que desejasse ter em você. E talvez, porque é muito diferente dessa pessoa, começa a ter ciúmes por não poder se adaptar essas características em sua vida. Um sorriso triste aparecem em meu lábios. —Ele me rejeitou. —Vejo James fazer uma careta e adiciono rapidamente: —Mas eu não acho que nem sequer ele sabia. Ele encolhe os ombros. —Lena, por o que eu sei dos homens, sendo um, é... que as vezes podemos ser muito estúpidos. Eu rio, mas cubro a cara com as mãos por vergonha de ter está conversa com meu chefe. —É só o que vi recentemente, foi doce. Isso é muito doce. Também gracioso de maneira irritante. Está me incomodando muito. —Oh, sim. Os homens doces e graciosos sem dúvida são uma merda. —diz inexpressivo Eu rio, —Vê o que eu me refiro. Sou uma imbécil!


Quando se aproxima para pegar a minha mão, eu olho com surpresa. Ele responde gentilmente. —Você não é nenhuma imbecil. Eu não acho que você foi imbécil nenhum dia da sua vida. —Eu disse a minha irmã que se fodesse essa manhã, e quando o cara do lado me olhou de maneira graciosa, eu disse que se fodesse também. Logo envie a minha outra irmã uma mensagem dizendo que eu a odiava. Ele pisca. E pisca. E pisca de novo. Encolhe os ombros. —Sim, para mim não é nada. Nós rimos juntos. —Eu sinto. Nem sequer sei por que eu tirei isso. — Você falou porque a está incomodando e precisava falar com alguém. —Sorri. — De fato me surpreende felizmente que falou comigo dele. Obrigada por confirmar em mim. Coloco os meus olhos em branco. —Oh, por favor. Você sabe que é incrível. Ele pende a cabeça por um lado ligeiramente e diz: —Sim. Eu sei. — Faz uma careta quando eu bato no seu braço. — Ouch! Está bem, bem, estou brincando! Mas obrigado.


Nós ficamos de pé e eu pergunto: —Você já esteve no Incing ou em The Cake? É uma confeitaria por aqui. Exagera uma expressão. —Uh, sim. Somente tem as melhores tortas, cupcakes e doces de Nova York. Estou superado com ciúme. Eu raspo o braço como uma drogada precisando da sua próxima dose. —Eu preciso de um cupcake, James. Eu preciso já. Sou uma mulher de uma vez ao dia. Me mantém sã. Já estou um dia sem nenhum, não posso passar outro. Ele sorri. —Dentes doces? Suspiro. —Você não tem nem ideia. —Eu posso te levar depois do trabalho, te mostrar onde fica. O alívio me flui ao saber que pegarei coisas deliciosas prontas. —Obrigada. Somente preciso que me ensine uma vez e eu já estarei preparada. Ele sorri. —Sem problemas. Temos Ceecee as três. Não temos mais encontros pela tarde. Podemos ir depois. Pode esse homem ser mais incrível? Verdade?


—Você é o meu herói. Ele pisca o olho, e então sai da sala. Eu fico me perguntando por que não me afeta essa piscada. Meu cérebro responde por mim. Não é uma piscada errado. É o homem errado. *** Helena James e eu esticamos antes que Ceecee entre. Honestamente, não posso esperar para vê-la. Eu não a tenho visto desde o casamento de Nat, e inclusive então, não tive a oportunidade de falar com ela antes que a mãe de Nik e Max, Cecilia, levar todas as crianças para uma festa de pijama para que os adultos pudessem seguir em festa. Eu me pergunto o que fará James sobre sua lista de exercícios. Depois de tudo, se uma adolescente não quer fazer algo, não importa o raciocínio: não vou fazê-lo. Soa uma batida na porta, e James e eu levantamos a cabeça. Max mostra sua cabeça dentro da sala. —Olá, pensei que estariam aqui. —Caminha até nós, e Ceecee aparece justo atrás dele.


Meu sorriso desaparece quando vejo que parece que está a ponto de pegar fogo. Seu cabelo castanho avermelhado está trançado, ela veste uma camiseta. Ela cresceu desde a última vez que eu a vi. Está presa entre ser uma menina e uma mulher, nessa etapa estranha quando seu corpo está mudando. Começa aparecer os peitos, e de repente, há pelos onde não havia antes. Ser um adolescente é um saco. Eu sinto por ela. James sorri. —Olá, C. Como você está? —Ela encolhe os ombros com a cara de pedra, sem sequer o olhar Eu tento: —Oi, Ceecee, você se lembra de mim? —Ela assente uma vez sem olhar para cima. Minha festa falha, mas eu tento. —Você cresceu muito. Você está virando uma jovenzinha. —Olho Max. — Posso ver por que seu pai está tão orgulhoso, Ele me sorri. Um sorriso cálido que eu ainda não tinha visto. Quase me faz cair de bunda. Ela me olha com cautela antes de baixar seu olhar de novo. Sua mandíbula está tensa. Max olha sua filha, com os olhos apertados. —Não seja mal educada. Ceecee tagarela com os dentes apertados. —Olá. James olha Max, então faz um gesto com a sua mandíbula até a porta.


—Você se importa de conversarmos lá fora? Meus olhos se abrem enquanto o pânico me sucumbe. Não! Não me deixa sozinha com uma adolescente cabisbaixa! Max concorda, mas olha para mim. —Você vai ficar bem? A preocupação em sua cara é palpável. De nenhuma maneira vou dizer que sua filha é um pouco aterrorizante .Eu faço um movimento. —Vão. Estaremos bem. Certo, Ceecee? Ela suspira, descanso sua mandíbula sobre seu punho. Ela duvida. Eu sussurro: “Vá.” Ele faz, mas faz relutantemente . James segue para fora e me deixa aqui sozinha com Ceecee. Ela é uma menina completamente diferente da menina feliz que eu lembro. —Como vai a escola? —pergunto com interesse. —Bem Formar uma conexão. —Qual é a sua matéria preferida? Eu amo a arte —Eu odeio a arte. Claro que sim. —Você gosta de ler?


Ela olha ao redor da sala, com os olhos concertados nos aparelhos de um canto completo. —Na realidade não. Bem. Isso não está funcionado. Seja franca. —Ceecee? — Ela me olha.—Querida, você parece um pouco tensa. Está acontecendo algo? Seus olhos ardem por minha pergunta. —Eu não quero estar aqui. A única razão por que eu vim era porque meu pai trouxe. Se pudesse ter escolhido, não teria vindo. Bem. É justo. —O exercício é tão mal? A doce e pequena Ceece desapareceu, coloca os olhos em branco e vira sua cadeira. —Você não entende. Não entend... —Um grito profundo faz que eu em ajoelhe ao seu lado em um instante. Sua cara se retorce de dor, seu corpo está tenso que os tendões do seu pescoço sobressaltam. É um espasmo. Um mal. —Respira, querida. Respira. Sua boca se abre, ela dá respirações curtas. Vejo a dor em seus olhos chorosos, e por fim entendo uma pequena porção do que ocorre com Max cada vez que isto acontece. —Me olhe, Ceecee. —Seus olhos me olham. Está em pânico. — Respira

comigo.

—seguro

suas

profundamente, e solte lentamente.

mãos

fortemente.

—Respira


Eu mostro exatamente o que eu quero que ela faça, e me alivia quando toma uma respiração profunda. —Bem. De novo. —A segunda vez, consegue exalar mais profundamente. —Excelente. Ceecee. Seu corpo tenso começa a se suavizar. Há gotas de suor em sua testa. Respiramos juntas durante trinta segundos, e quando me movo para liberar suas mãos, ela me agarra, não muito preparada para ficar sozinha. Com o tempo, seu corpo se relaxa completamente e suspira. Parece exausta. Eu me aproximo do bebedouro de água e encho um copo de água gelada. Eu trago para Ceecee e esfrego suas costas enquanto ela bebe. —Bom trabalho. Você foi muito bem. Estou impressionada. Ela me olha com os olhos cheios de lágrimas. Seu lábio inferior treme enquanto murmura: —Dói. Concordo e respondo com o tom mais gentil que eu posso: —Sim. É o que geralmente acontece quando deixa de fazer os exercícios, querida. Seu corpo está mais tenso. Tem que ajudar a suavizá-lo. Ela olha para seu copo vazio. —Obrigada. Por me ajudar. Sorrio ante a incerteza em sua voz.


—De nada.


CAPÍTULO 15 Max Olho da porta quando Helena fala com Ceecee através do espasmo. Parte de mim me disse que eu deveria entrar, a outra parte era por curiosidade para ver o que ela faria. Ela manejou como uma profissional. Apesar de que a dor há diminuindo, continuam respirando juntas, longa e lentamente. E pode soar cruel, mas estou contente que Helena fosse testemunha disso. Talvez possa lhe pedir um conselho. Whit é genial e tudo, mas ele não é uma mulher. Tenho que falar com uma mulher sobre isso, uma mulher que tenha experiências com pessoas que tem uma lesão na medula espinhal. Helena caminha até a parte posterior da sala para pegar para Ceecee um copo de água. Ela está tão concentrada em minha filha que ainda não me viu. Ceecee bebe água de um gole. Provavelmente vai soar estúpido, mas nunca a vi mais sexy para mim que agora. Se não fosse completamente inapropriado, lhe daria um beijo, lento e agradável, nesses lábios carnudos e provocativos. Ceecee olha suas mãos. —Obrigada por me ajudar. Helena sorri para o meu bebê.


—De nada, Nesse momento, uma decisão se faz. O que é o que eu disse? Oh sim. Tempos desesperados requerem medidas desesperadas. *** Helena —Doce menino Jesus. —digo em voz baixa. James responde. —Eu sei. Estou assombrada. —É só que é tão... —Nem sequer posso terminar a frase. Ele assente junto a mim. —Eu sei. —Eu estou no céu? Ele responde. —Pode ser também. —Ele se move até a frente da linha, mas estou tão ocupada olhando a lista acima do balcão que eu não o vejo. Uma mão unida ao meu pulso me puxa diante de mim. Ele ri quando eu nem sequer deixo de olhá-lo. —Eu estava brincando, verdade? —Sshhh. Você está arruinando o momento —ele sussurra. Cada vez que a linha se move para frente, James tem que me levar com ele.


Sou como uma criança em uma loja de doces. Ou, mais exatamente, um adulto em uma loja de tortas. Antes de saber, estamos no principio da linha. A mulher de uns cinquenta anos com olhos amáveis e diz: —Olá. Bem vindos ao Cereja no Bolo. O que eu posso fazer por vocês hoje? Eu fico quieta. Minha respiração pesada. Estou em pânico. —Não sei! Eu quero tudo! Ela sorri com mais força. —Podemos fazer isso. Temos a opção da caixa de amostra para as tortas e a as madalenas. Vem com uma de cada. Meus olhos se abrem em minha boca enche de água. Estou bastante certa de que o meu coração para. —Você esta brincando comigo. Ela ri. —Eu posso assegurar que não estou. Levanto meu olhar até James com um sorriso tonto no rosto. Ele balança a sua cabeça até mim, seu lábio saltando. —Vamos pegar duas caixas de amostras, uma de torta, e uma de cupcake. Uma para você e outra para mim. Devo comprar uma caixa para a que eu chamo de irmã. Depois de tudo, ela me conduziu aqui.


—Faça duas caixas de cupcake —James me olha divertido. Eu digo: —São para minha irmã; Ele murmura. —Claro que é. Bato em sua perna e ele se esquiva com uma risada. Outra mulher aparece a meu lado. Frente a ela, segura uma bandeja de cupcake branca. Elas parecem incríveis. Sorri de mim a James e pergunta: —Gostariam de experimentar nossa combinação mais nova de sabor? Meu cérebro não pode formar palavras para responder esta pergunta. Olho para trás até James, com um sorriso que de tão tonto que brilha especial. Seus ombros se sacodem com a risada silenciosa. — Sim, por favor. Nos dois pegamos um cupcake, e sem pensar, eu tiro a embalagem e empurro a coisa inteira na minha boca. Assim que doçura bate em minha língua, tenho um orgasmo de boca. —Merda, isso é incrível. —James assente em acordo, mordendo seu cupcake como uma pessoa normal. A mulher mais velha nos diz: —Isso é uma base de baunilha clara com ganache de chocolate branco com macadâmia.


Mas fisicamente não posso neste momento. Eu me encosto no meu chefe descanso minha cabeça em seu ombro. —Jesus Cristo. Não posso sequer. Esse foi só... Nem sequer estou... tão bom. Assim de bom. —Seus ombros se movem e sei que ele está rindo de mim outra vez, mas nem sequer eu me importo. A mulher sorri. —Você gostou? Cerro meus agora sonolentos olhos, respondo através de um suspiro: —Eu adorei. Seu nariz se enruga com diversão. Ela dá volta em sua companheira de trabalho. —Verna, acrescenta uma destas nas caixas de amostras dessa jovem dama. Meus olhos se abrem em um golpe. —De forma alguma. Atrás do balcão, uma divertida Verna responde com um suave encolhimento de ombros. —A caminho. Eu viro para James, meu lábio inferior tremendo com emoção. —É o melhor dia.


Não estou surpresa quando envolve um braço ao redor do meu ombro e aperta. Mas me surpreende quando ele baixa seus lábios ao meu ouvido e sussurra: —Você é adorável — Me surpreende, porque James cumpre todos os requisitos para mim .Ele é atraente, alto e doce como o açúcar, mas a faísca... falta. Estúpida filha da puta faísca. Se mostre! Eu sei que ele disse que não sai com empregados, mas não mencionou nada sobrede ter relações sexuais com eles. Quero dizer, eu sou apropriada, pelo amor de Deus! Já se passou um longo tempo desde que eu tive sexo, e agora mesmo, James está parecendo com um poderoso e bom partido. Também está dando todos os sinais para ir em frente. Ou, ao menos, eu acho que está fazendo. Talvez só estou esperando que ele está enviando esses sinais, e porque estou com tesão, a febre está manchando meu radar de intenções. O pior é que meu tempo de uma-vez-uma-noite-feliz está chegando no fim. Imaginem a minha surpresa quando minha primeira noite em Nova York, me acomodo na cama e busco senhor ApertaMuito, só para lembrar que eu tirei a bateria antes de embalá-lo. Sim eu fui pedir a Nat às onzes da noite umas baterias, a cadela me deu essa merda. E ela disse: “Eu sei para que você precisa destas, você, suja Gertie.” Por não falar, que provavelmente ela contaria Ash. Que se foda. Nota mental: Comprar um pacote de baterias.


Pensando bem... Nota mental revisada: Comprar um pacote grande de baterias. Talvez James possa ser meu próprio e pessoal amigo para a hora feliz. Tenho que me meter nisto, mas não demais. Não quero chegar a ser essa mulher. Ou pior ainda, essa empregada. Estremecimento mental. Provando as águas, envolvo meu braço ao redor de sua cintura e aperto sorrindo. —O mesmo eu digo. —Permito que meu braço fique ao redor de seu corpo sólido, gostando muito da sensação. Espero uma reação de algum tipo, um mudança de comportamento, inclusive, talvez ele fique tenso pela incerteza ou me dê olhares sexy, mas eu verifico. Eu não consigo nada; O amistoso James é só isso. Amistoso. Tão amável que a medida que coloco a mão em meu bolso para buscar dinheiro para pagar meus cupcakes, James pega para pela três caixas sem soltar de mim. Estou sem palavras, e, francamente, me sinto um pouco incomodada a respeito. Isso é até que eu me aproximo mais e ele pronúncia: —Não fique brava. É simplesmente um presente de boas vindas. — Com o nariz enrugado de irritação, eu o olho. Ele sorri. —Bem-vinda a Nova York. Pego nossas sacolas cheias de doces e eu permito que James me conduza fora da padaria. São próximo das seis da tarde agora, e eu


busco no meu bolso para verificar o horário do metrô. Caminhamos em silêncio até que me dou conta que acabo de perde minha condução para casa. —Merda. Tenho que chamar minha irmã para que venha me buscar. —Eu posso te levar em casa. —Olho até ele com um olhar vacilante em meu rosto. Ele diz: — Quer dizer, não é estranho para você. Amiga, ele já sabe onde você mora por sua papelada. Quer apostar? Eu acho que sim. Mas algo está estranho. Meu silêncio está fazendo isso desconfortável. —Um, certo. Só se você não estiver fora de seu caminho. Ele pergunta: —Onde você mora? —Eu dou o meu endereço e me assegura: — Isso fica na realidade no meu caminho, então não é problema. — Caminhamos pela rua até o estacionamento do centro. Ele se aproxima de um sedã vermelho popular e destrava. Sorrindo para mim. Este não é o carro que eu imagine que ele tinha. Quando ambos estamos sentados, ele capta o meu sorriso. —O que? Nego com a cabeça. —Pensei que você tinha uma caminhonete, ou algo viril.


Ele encolhe os ombros. —Esse era o carro de minha mãe. —Logo sorri timidamente. — Minha caminhonete está em casa. —Eu sabia! —Aplaudo e grito. Nos dirigimos para fora da área do estacionamento. —Sim, sim. Você ganhou. Parabéns! Eu dou gargalhadas. —Oh, meu Deus, você é tão divertido. —A medida que ele conduz, falamos de trabalho. James explica que amanhã será um dia cansativo, como são sempre as quartas-feiras. Falamos, rimos e brincamos, e eu sinto como que só passaram minutos antes que chegássemos em meu prédio. Ele para em uma das vagas livres e eu libero o cinto de segurança. Sorrio para ele. —Muito obrigada. Eu me divertir muito está tarde. —Penso um momento, e admito relutantemente. —Eu me divirto muito com você, James. —De nada. Em qualquer momento que precisa de ajuda com algo ou saber onde está algo, me deixe saber. Sou um voluntário para te mostrar os arredores. —Faz uma pausa de um momento antes de completar: —Eu me divirto muito com você, também. Não sabia quando te encontrei que estaria fazendo uma amiga.


Meu coração incha. Antes que eu tenha a oportunidade de pensar nisso, eu inclino para frente e lanço meus braços ao redor dele. Eu o abraço com força. —Eu também. E você não sabe o quanto eu precisava de um amigo, então obrigada. Eu sinto ele vacilar, mas seus braços lentamente se envolvem ao meu redor. Eu descanso meu queixo em seu ombro enquanto ele murmura: —De nada. E é esse o momento em que uma forte batida soa em minha porta. Meu coração pula ao mesmo tempo com o meu corpo. Suspiro e dou a volta para ver Ash olhando a janela do carro. Eu o cumprimento com a mão e sorrio. Ele não devolve o sorriso. Oh demônios. Ele está irritado. Ele abre a porta do carro, e meus cupcakes e eu estamos fora. Ele grunhe: —Entra. Agora. Que demônios? De onde vem isso? Os olhos de James se fixam em Ash. Ele olha com fúria e murmura em falsa calma: —Eu não faria isso de novo se fosse você. —Estou tão confusa neste momento. Asher se encontra justo fora da porta aberta do carro.


—Então esse é seu maldito negócio, idiota. Você tem um maldito hábito de levar para casa seus empregados e ficar no estacionamento escuro? Oh, não. Não, não, não, não, não, não, não! Meus olhos se abrem. Eu puxo o braço de Asher. —Não é assim, Ash. Deus! Nem sequer o conhece! Mas nem sequer me escuta. Ele sorri cruelmente para James. —Eu acho que acaba de perder seu trabalho chefe. —Ele aponta para cima, até a câmera de segurança apontada diretamente até o carro. Merda! Ele não se atreveria! ...Oh sim? O pânico me transforma em uma louca. Empurro a Asher por seu braço o suficiente para afastá-lo do carro, e logo empurro seu peito com todas as minhas forças. Finalmente ele me olha com o cenho franzido. Eu empurro de novo e rosno: —Eu não sou a minha irmã. Você não tem o direito de atirar merda como esta! Fora daqui, Ash! Vai! Ash só pisca para mim. —Sério? Ele está brincando com você, maldição Lena! Meu corpo treme de ira. Silvo entre os dentes: —Nem todo mundo é como você costumava ser, Ghost.


O tiro atinge seu objetivo. Seus olhos se abrem um momento. Ele parece estar pronto para me atacar, mas então um olhar aborrecido substitui a preocupação de Asher. —Sabe o que? —Começa a se afastar. —Esqueça. Rapidamente ele olha para James. —Eu sinto muito. Geralmente ele não é assim. Foi muito longe. Eu prometo que você não vai perde seu trabalho James não me olha. Com a mandíbula apertada, ele olha para baixo até o volante e murmura: —Ele tem razão. Ele olha para mim. —O que? —Estou chocada. Ele olha até mim. —Disse que ele tem razão. Não deveria estar te tratando da maneira que eu estou fazendo. Eu não deveria ter colocado meu braço ao redor de você hoje, e definitivamente, não deveria ter colocado os meus braços ao redor de você neste momento. Se alguém nos tivesse visto, você estaria numa profunda merda. Eu sinto muito, Helena, por ser tão inapropriado com você. Sua mudança de atitude está fazendo que me coração doa. Acabo de perder meu amigo? —Mas eu gostei. —eu falo todo coração. Ele sorri com tristeza até mim.


—Esse é o problema. —Ele liga o carro. —Eu também. Ele estica sua mão e fecha na porta do carro antes de conduzir se afastando, me deixando de pé em meio ao estacionamento, me perguntado se acabo de perder meu trabalho, assim também como meu amigo. Não sei quanto tempo passa antes de escutar a buzina de um carro atrás. Eu me viro para ver Nat sorrindo e me saudando através do para brisas do seu carro. Logo que ela vê minha expressão, seu rosto fica sério. Rapidamente ela estaciona no seu lugar de estacionamento que James havia usado e sai do carro. —Você está bem? A bunda de quem eu preciso chutar? Ainda estou chocada. Não posso acredita o que acaba de acontecer. Balanço a cabeça, eu digo. —A de ninguém, Só foi um dia de merda. Ela envolve um braço ao redor de minha e arrulha. —Não, ânimo, amiga triste. Vamos jantar com Tina. —Ela me balança de um lado a outro em uma dança tonta, e celebra. —Viva! Jantar grátis! As pessoas pobres amam jantar grátis! Dever estar extasiada! Irmã estúpida, me fazendo rir quando realmente eu quero chorar. —Você é uma idiota. Ela bate no seu nariz.


—Sim, bem, você cheira mal. E isso não é nem sequer uma brincadeira. Sobe e lava a sua bunda fedida. —Caminhamos para cima juntas enquanto eu meio escuto Nat me dizer sobre seu dia. Quando chegamos a nossos apartamentos, ela me empurra até a minha porta. —Tem meia hora para ficar pronta. E por meia hora, me refiro na verdade vinte minutos. Assim que abro a porta de meu apartamento, pego meu crachá e a identificação de trabalho do meu bolso, e os jogo no balcão. Seguro meu celular em minha mão, escrevo rapidamente um texto. Eu: Eu sinto muito, James. Entendo que provavelmente você queria se manter longe de mim, mas preciso saber. Ainda somos amigos? Um minuto passa antes do meu celular tocar. James “O chefe” Whittaker: Sim claro. Meu interior se aperta. Maravilha. De abraços e brincadeiras, a uma resposta de duas palavras. Falando perto do desagrado. Caminho da cozinha até o banheiro. Acendo a luz e entro. —Filho da puta! —grito quando me ataca pelas costas. Afiados dentes com agulhas mordem meu tornozelo e garras pequenas seguram firmemente ao redor do meu pé. Enquanto levanto meu pé no ar e o sacudo, com ele um gatinho firmemente agarrado, eu me pergunto se hoje pode ficar ainda pior. Com certeza não. Ao menos espero que não.


CAPÍTULO 16 Helena —Quero dizer, não vejo a necessidade, isso é tudo. Eles estão tão esperançosos e estúpidos. Quem demônios os usa nestes dias de todos os modos? —pergunta Nat. Só estive meio atenta enquanto dirigíamos desde o apartamento para a casa de Nik e Tina. —Olá? Terra a Helen! Isso me chama a atenção. —Não me chame de Helen, cadela. Ela vira do seu banco para me olhar no banco de trás enquanto Ash dirige. —Estamos falando de algo sério aqui. Preciso que me diga que tenho razão. Olhando pela janela do carro, descanso meu queixo em minha forma de bola e suspiro. —Eu sinto muito. Do que estamos discutindo? —A proibição da gravata em todo o mundo. Enrugo meu nariz. —Somos croatas. Os croatas inventara a gravata. De fato, gravata é um termo francês que significa “o estilo dos croatas”. Não


quero proibir a gravata. Existem laços devido a gravata. Eu gosto das gravatinhas também. Isto despertou o seu interesse. Suas sobrancelhas se levantam. —Não brinca? Aceno. —Eu não brinco. Ela vira de volta em seu banco. Logo anuncia. —Eu digo que devemos fazer que a gravata torne-se moda. Vou falar com Tina. —Sorrindo, eu olho no espelho retrovisor para encontrar Asher me olhando. Meu sorriso cai e rapidamente afasto meu

olhar.

Homem

estúpido.

Homem

estúpido

intrometido.

Arruinando minha vida e tal. Finalmente chegamos na casa de Tina. Logo que estacionamos, Nat sai e dirige até a porta principal. Eu me movo para segui-la, mas uma mão ao meu lado me detém. —Espera. Meus ombros se endurecem ante ao tom urgente de Asher. —O que? —Temos que conversar. Puxo meu cotovelo de seu aperto, me afasto dele. —Não. Sem dúvida alguma não iremos. Quando entro, encontro Tina esfregando seu ventre inchado. Ela me sorri.


—Olá querida! Eu a abraço com força. —Oi, mamãe sexy. Ela me aperta. —Eu me sinto muito mal por não te receber antes, mas com as crianças, e o trabalho, e tudo mais. —Franze o cenho. —Realmente não tenho uma boa desculpa a parte de que eu estive ocupada. Nos afastamos e procuro sua mão. —Está ocupada incubando meus sobrinhos ou sobrinhas. Está perdoada. Mil vezes mais. E quase como se ela não pudesse evitar. Aperta minhas bochechas e as beija. —Eu te amo. —Eu te amo mais, Teeny. Mimi me olha e pisca. —Balança essa bunda, baby. Eu sorrio e adiciono um pouco de balanço em meu passo. Quando chego a ela, eu giro. Ela coloca ambas as mãos em minhas nádegas e aperta. Um silêncio cai no ambiente. Olho ao meu redor para encontrar todos os homens na sala olhando as mãos de Mimi. Trick, Nik e Max tem olhares sonhadores idênticos em seus rostos, enquanto os lábios de Asher se contraem. —Eu tenho que usar o banheiro.


Ao mesmo tempo Max diz: —Eu preciso ir na cozinha. Ambos se dispersam, e Mimi ri. —Amadores de merda. —ela se afasta, então me beija na bochecha. —Como você está baby? Pensamentos desta tarde pulam em minha cabeça. Forço um sorriso. —Bem. Só bem. Um olhar de confusão cruza seu rosto. Ela cheira o ar e pronuncia: —Cheiro merda. Rodo os olhos. —Não é nada. Antes que ela possa insistir, me movo até Lola e envolvo meus braços ao redor dela pelas costas. —Lola, por que os homens são tão idiotas? Ela acaricia meu braço, se inclina de novo até mim, e ela ri através de seu nariz. —Eu me dou conta que devo ter a resposta a esta pergunta, dado que Trick é Trick, mas eu não faço. —Ela faz careta. —Eu sinto muito. Falando do diabo. Trick aparece na nossa frente. Levanta a visão e me vê. Finge estar ofendido.


—Você entrou sem me dizer oi? Que espécie de monstro você é? Ele finge estar insultado. —Nunca. Ele põe um dedo em sua bochecha e bate. —Bitoca, irmã. Eu me aproximo para beijar sua bochecha, mas no último segundo, ele se move e eu beijo seus lábios. Eu suspiro e eu bato nele enquanto Lola da gargalhada. —Fora daqui, pedaço de merda! Ambos riem, Lola me olha e diz: —Me desculpo por ele, mas—ela encolhe os ombros—, eu gosto de você por completo. De Trick escapa uma risada, então ele canta. —É difícil ser fiel, com lábios de um anjo. Nik sai da cozinha com uma bandeja de costelas. Ele as coloca na mesa de jantar antes de me envolver um abraço de urso. Ele me pega, me balança para frente e para trás. —Olá, pequena. Como vai o trabalho? —É maravilhoso, eu adoro. Estou feliz de ter aproveitando a oportunidade. Sua covinha se faz presente, e ainda é uma bonita covinha, mas não me faz me retorcer como a de Max faz.


—Eu fico feliz que você aproveitou a oportunidade também. Agora tenho a oportunidade de ver você e todas as mulheres felizes. E ver minhas mulheres felizes... Estalo a língua. —Você precisa para de ser doce. Não posso me apaixonar por um homem casado, Nikki. —Eu me inclino para frente, e tiro sua mão agarrando a bandeja na minha, e sussurro com pesar. —Nunca ia funcionar. Ele ri e inclina para beijar minha testa. —Tonta. Um briga na porta principal faz que todas as nossas cabeças virem. —Não se afaste de mim. —Mas ele faz. Ceecee vem pelo corredor até a sala, e sem cumprimentar a ninguém, passa por todos nós até o corredor que vai para os quartos das crianças. —Ceecee, volte aqui. Eu não terminei de falar com você! Uau. Nunca ouvi Max falar com sua filha dessa maneira. Eu acho que aconteceu algo que não era pequeno. Nik murmura. —Desculpem. —Então se junta a seu irmão pelo corredor. Me movo até onde Nat se encontra de pé e trato de ignorar a acalorada mudança entre os irmãos, mas não é fácil. Porém, tenho curiosidade. Eu sussurro a Nat.


—O que você acha que aconteceu? Ela responde em voz baixa: —Quem diabos sabe? Provavelmente ela desapareceu de novo. O que? Sussurro/grito: —O que? Quando ela despareceu? Nossa, Louise, minha irmã adora fofocas. Ela olha em volta discretamente antes de me levar

a poucos passos dos outros e

explicar: —Lembra o fim de semana que você chegou e fomos todos ao The White Rabbit? —Aceno, ela continua: —Bom, os meninos arrumaram as malas e estavam prontos para se mudar, mas ninguém podia encontrar Ceecee. A procuraram por todas as partes de casa, e Max estava ponto de sair pela rua para procurá-la, quando Nik a viu na parte da frente do quintal. —A cara de Nat fica aborrecida. —Todos as chamaram, mas ela não respondeu para que eles soubessem que estava bem. Max estava tão atordoado que faltou do trabalho. Ele nunca falta ao trabalho. Com a boca aberta, engulo e murmuro: —Eu pensei que ele não trabalhava. Nat rebate. —Max? Está brincando, certo? Ele é o tipo ambicioso. É um bom homem e um grande pai também.


Estou começando a ver isso. Porém, eu sou uma cadela julgadora. A vergonha me deixa tensa. Balanço a cabeça e suspiro. —Deus, posso estar mais enganada a respeito de uma pessoa? Nat choca seu ombro com o meu. —Realmente eu gostaria de você desse a ele uma oportunidade. —Eu faço. —Eu olho e prometo. —Eu farei. Um ruído do corredor chama a minha atenção. Max se aproxima de mim, mostrando um sorriso totalmente falso. De imediato desconfio. Ele começa: —Oi, docinho, você tem um segundo? Meus olhos buscam seu rosto. Ele está amassado e cansando. Respondo: —Claro, o que acontece? Rapidamente ele olha a sua volta antes de se inclinar para perguntar em voz baixa: —Podemos conversar em particular? Aceno uma vez, eu sigo pelo corredor. Ele fala enquanto caminhamos. —Vamos ter que ir para minha casa. —Nat me disse que Max se mudou recentemente na frente. Ele abre a porta para mim, e caminhamos pela calçada. Soando tenso, ele se desculpa. —Eu lamento fazer você caminhar assim. —Ele para de repente, ele vira até mim, e com todo seriedade, pergunta: —Você quer ir de cavalinho? —Não


estou certa se isso é sério ou não. Eu nego: —Posso te levar. Você pesa? Cinquenta e seis quilos? Quase setenta e oito, na realidade. Abençoe o seu coração. Ainda estou piscando diante dele quando ele me dá as costas. Acaricia suas costas baixa. —Pula. Eu me afasto dele. —Max, não vou pular sobre suas costas. —Por que não? —Na realidade ele soa perplexo. Eu rebato um pouco. —Porque sou uma mulher crescida e posso caminhar. Ele se vira para mim e responde: —Eu sei. Mas, por que, quando pode me montar? Oh querido Deus. As imagens. Faça elas pararem. Doce Jesus, pare com isso! Olho para cima, seus brilhantes olhos âmbar e engulo a saliva. Eu sussurro: —Não vou te montar, Max. Ele assente com a cabeça. —Bom. Faz o que quiser. Nem um segundo passa antes que eu estou sendo carregada em estilo de noiva sendo levada pela garagem. Aceno e envolvo meus


braços ao redor de seu pescoço. Ele sorri com seus reluzentes e retos dentes. —Pronto. Veja? Pesa tanto como uma almofada. Eu o olho. —Me coloque no chão. Sabe tão bem como eu que não peso o mesmo que uma almofada. Ele reconhece isso como uma inclinação de cabeça. —Está bem, quatro almofadas, então. Feliz? Com seus fortes braços ao redor de minhas costas e debaixo dos meus joelhos, a umidade se infiltra desde onde a umidade não deveria estar se infiltrando em todos os momentos. Seu peito, duro como uma pedra, e seus abdominais quentes contra mim. Ele cheira incrível. Tudo o que eu teria que fazer para beijá-lo e me inclinar um pouco. —Por favor, me coloca no chão. Ele franze os lábios. —Não. —Ele me olha e sorri. —Eu gosto de você em meus braços. Essas palavras me incomodam tanto como me excitam. —Por que nunca me escuta? Ele para um momento para apertar um pouco mais entre seus braços, logo encolhe os ombros. —Porque eu gosto de fazer de minha maneira.


A honestidade dessa resposta me cala uns segundos antes de começar a rir. Pronuncia: —Boa resposta, certo? Me dando conta que não vou conseguir caminhar, eu me acomodo em seus braços e eu o permito me levar. —Sim, é. Ao final do caminho, ele me deixa sobre os meus pés, mas pega minha mão para entrelaçar nossos dedos. —É do outro lado da rua. A casa é incrível. E tão grande como a de Nik e Tina. Eu não tinha nem ideia de que Max tinha tanto dinheiro. Odeio dizer, mas me desencanta um pouco. Ele abre a porta e me faz um sinal para que eu entre. Tudo é perfeito. Vejo quadros colocados por quase todas as paredes, e me salta um odor de tinta fresca. A cor de damasco profundo das paredes é intima e acolhedora. Há porta retratos dispersos por todas as partes, mas sobre tudo há caixas. —Max, este lugar é incrível. Sua reação o faz ganhar alguns pontos, ainda que ele nem sequer os está anotando. Com um encolhimento de ombros, ele adentra na casa. —É só uma casa. — Meu coração sorri ao me dar conta que isto não se trata de dinheiro. É um alivio. Acendo uma luz e eu o sigo para a cozinha. Ele tira um banco para que eu me sente e então caminha até


do lado oposto do balcão. Ele anda, inseguro de si mesmo. —Bem. Então, já sabe que eu estou tendo problemas para funcionar com Ceecee. Pois bem, hoje ela intensificou sua rebelião. —Ele me olha nos olhos e revela: —Ela faltou aula hoje. Todas. Não foi a nem uma. Maldita seja. É uma pena. Lentamente eu digo: —Bem? Não estou certo que eu tenho haver com tudo isso. Ele levanta uma mão. —Estou chegando a isso. —Ele passeia um pouco mais. —Sei que não me viu, mas eu te vi hoje com Ceecee. Vi que você a ajudou. Oh. Já vejo. Lá vem. —Eu tenho esperança de que fosse capaz de fazer uma ou duas sessões por semana com Ceceee. Eu sei que você não é sua psicoterapeuta. Quero dizer, ainda quero que ela tenha a Whit, mas ela precisa de algo mais que ele. Quero fazer isso em sigilo, longe do centro. Começo a falar. —Max, eu não sei. Eu acho que eu não posso. Seu rosto cai. —Por que não? Eu te pagaria, claro. E como seria depois de teu horário de trabalho, e te pagaria as taxas de bonificação. —Seus olhos me suplicam. —Ela precisa de sua ajuda, Lena. Mas já estou balançando a cabeça.


—Estou muito próxima da situação. Seria um conflito de interesses. Eu te conheço. Nossas famílias se conhecem. Vejo Ceecee como algo mais de que um cliente. Ele levanta os braços dizendo. Qual é o problema? —Isso é maravilhoso! Seria impressionante! Eu mordo o lábio. Odeio isso. —Eu sinto muito, Max. Eu tenho que declinar. —A sinceridade em minha voz deve ter alertado de que eu falo sério. Seus ombros se colapsam e ele olha para baixo no balcão. Eu digo: — Há outros instrutores no centro. Encontraremos outro... Ele olha meus olhos e me interrompe com: —Você é a primeira pessoa que eu vi raciocinar de forma positiva em mais de uma ano. Nenhum de nós olha para o outro. Isto está ficando chato, rapidamente. Ele endireita com um movimento de cabeça. —Você tem razão. Encontraremos alguém. Eu sinto muito por te arrastar a isso. Nunca eu quis te forçar a nada. Só estou preocupado com a minha filha. Eu me levanto. —Eu sei. Eu sinto que ele precisa de algo agora mesmo, algo que posso oferecer. Me movendo lentamente, avanço pelo balcão até ele. Ele me olha interrogante. Engolindo a saliva eu me aproximo mais perto,


envolvendo meus braços ao redor de sua cintura. Ele não espera uma resposta, seus braços se envolvem ao redor de meus ombros, e ele me segura forte contra ele. Eu inspiro e murmuro: —Você é um bom pai, Max. Eu sinto não poder te ajudar. Ele beija a parte superior da minha cabeça. —Obrigado, docinho. —Ele me liberta. Meu agarre sobre ele permanece uns segundo mais antes de eu soltá-lo. Ele me sorri. — Voltaremos. O jantar, provavelmente já desapareceu. Saímos da casa e nos dirigimos ao outro lado da rua. Depois de comer nosso peso em costa no churrasco, Tina leva os mais pequenos para tomar banho, enquanto que Ash e eu nos lançamos olhares assassinos sobre os demais. Antes de me concentrar nele outra vez, eu levanto para limpar os pratos e encho a lava-louças. Mimi me ajuda. Conseguimos fazer o trabalho em menos de cinco minutos e voltamos para a sala de estar para encontrar todo mundo deitado nos três sofás de três lugares que rodeiam a televisão em forma de U. Os únicos assentos livres são os que estão junto a Nik e a Max. Tenho a sensação de que Nik queira se sentar com sua esposa, assim que vou me sentar junto a Max. Nik coloca um DVD, e prontamente Tina se une a nós, com um monitor de bebê na mão. Ela diz: —Está tudo bem, as crianças estão dormindo e Ceecee está jogando com seu Gameboy.


Max ri. —Seu 3DS, baby. Tina suspira. —O que seja. Ash me olha e diz: —Me passe as pipocas, Lena. Mas eu me encosto no sofá. —Pegue você mesmo. Nat nos olha antes de rir com incerteza. —O que está acontecendo com vocês dois? Nos olhamos, e nos lançamos olhares assassinos e furiosos, e olhamos um pouco mais antes que eu perda a minha merda. Tudo explode. —Ele atacou o meu chefe! Ash se senta erguido e contesta: —Sim, bem, o cara estava sobre ela no estacionamento. Todos os caras rosnam, as mulheres suspiram surpreendidas, e Nat grita alegremente, aplaudindo. —Oh sim, baby! —Foi só um abraço! —explico rapidamente. Tina pergunta vertiginosamente com um sorriso: —Ele te abraçou? Enquanto Max pergunta com incredulidade:


—Ele te abraçou? Toda uma explosão de conversas se desata, e enquanto isso acontece, rapidamente me dou conta que eu terminei. Saio pela porta de trás para o quintal. O silêncio é puro prazer. A porta de correr se abre e fecho os olhos com um suspiro. Sinto alguém de pé ao meu lado. Nik descansa seus braços no balcão e murmura: —Tenho que admitir, Lena. Eu não gosto disso. Não soa bem. Estou oficialmente chateada. —Foi só um abraço, Nik. Eu gosto dele. Ele é meu amigo— agrego tranquilamente através da minha garganta espessa. —As vezes só precisa de um abraço, sabe? Sem dizer uma palavra, Nik se afasta. Eu fico no quintal, curtindo a tranquilidade. As portas se abrem de novo. Braços se envolvem ao redor da minha cintura me puxando contra o seu peito. Conheço esse cheiro. —O que você está fazendo? Max responde uma voz baixa. —Não sei. Nik entrou e disse que precisava de um abraço. Eu imaginei que eu poderia fazer isso. —Ridiculamente doce Max. Me dou a volta e envolvo meus braços de sua cintura, afundando o meu nariz em sua garganta. Murmuro: —Pare de fazer isso.


—Fazer o que? Eu sussurro: —Me ganhar completamente.


CAPÍTULO 17 Max Eu gostaria de poder deixá-lo ir. Mas eu não posso. Enquanto estou atrás da minha mesa do escritório, penso seriamente antes de tomar uma decisão metendo a mão no bolso e tirando meu celular. Marco o número. Soa só um momento antes que alguém responda. — Bom dia, Padaria A Cereja do Bolo. Como posso te ajudar? Sorrio. —Verna. Como você está? Sou Max. Seu sorriso eu posso escutar desde o outro extremo. —Max, querido, estou bem. Como você está? —Estou bem. Escuta, preciso que você me faça um favor. Ela não precisa de tempo para pensar. —Qualquer coisa para você. O que você precisa? Um sorriso aparece em meus lábios. Nunca disse que não lutaria sujo. ***


Helena O papel que envolve se separa facilmente, revelando o cupcake de creme de baunilha. Começo a salivar e digo em voz baixa: —Oh Deus. Eu preciso. —Eu empurro em minha boca e mastigo, sacudindo a minha cabeça em satisfação final. —Doce Jesus, isto é bom. —Estou de pé em meu lugar do balcão de café da manhã, eu me aproximo do lixo para jogar a embalagem vazia e agora a vazia caixa de amostra. Eu comi oito cupcakes. Eu como oito cupcakes em um dia. Eu me envergonho de mim mesma? Não. Nem se quer um pouco. Esta é uma das razões de que Nat me comprara uma camiseta rosa de fitas com The Cupcakeinator escrito na frente. Foi minha camiseta para sair por muito tempo. Ela foi até que se transformou em uma de minhas camisetas para dormir. Eu me sento no sofá, aonde Tedwood dorme enrolado em uma pequena bola difusa. Eu descobri que quando ele está dormindo, ele não se importa de ser abraçado. Baixando meu rosto até a sua cabeça, eu acaricio com meu nariz. Rojoneai exageradamente e eu sorrio. Eu deslizo meu sapatos quando alguém chama na porta. Ted e eu olhamos a porta, então um ao outro. Murmuro em voz baixa:


—Eu me pergunto quem pode ser. —Quando eu me movo para acariciar as costas de Ted, silva, e eu finjo me encolher. —Eu levanto e caminho até a porta sem deixar de falar com o meu gato. —Deus não queira que alguém mostre um pouco de amor. —Coloco meus braços no ar e exclamo. —Horror absoluto! Eu rio e responda a porta. Meus lábios se apertam. —O que? Ash está na porta, se apoiando no batente, ele acabou de tomar banho. —Vamos. Eu vou te levar para o trabalho. Rodo meus olhos. —Não. Você não. Você não acha que já causou problemas o suficiente? Sua mandíbula tem um tic e ele engole saliva. Fala com os dentes apertados. —Realmente eu gostaria de te levar ao trabalhar, Helena. Meus braços se levantam para se cruzar por cima do meu peito. —Por que? Evitando meus olhos, ele raspa seu queixo e pronuncia aborrecido: —Assim eu posso me desculpar com o imbécil de seu chefe. Meus olhos se estreitam até ele. —Nat te obrigou a isso, não?


Ele suspira com exasperação. —Você quer que eu me desculpe com o imbécil ou não? Minha cabeça se inclina ligeiramente. Considero isso. Eu me aproximo do balcão de café da manhã para pegar minha bolsa, o crachá de identificação, e meu celular. Eu o coloco em meu bolso e caminho passando por Ash através da porta aberta. —Foda-se. —ele murmura enquanto segue atrás de mim. Só quando entramos no centro, Ash abre a sua boca. Mas sou mais rápida que ele. Levanto a minha mão com a palma para cima, e nego lentamente com a cabeça. —Nuh uh. Não diga absolutamente nada para mim. Ainda estou irritada com você. Salve tuas palavras comigo. Aguarde-as para James. Ele me segue até recepção, aonde eu faço colocar uma estúpida etiqueta de visitante. Ele olha a sua camisa e se queixa. —Mulher, se eu não te amasse... Eu suspiro alto e me vir par ele. —Você me ama? —Ele faz uma careta. Uma de tortura. Como se estivesse arrancando os seus dentes. Meus pés ainda estão firmemente unidos ao chão, coloco uma mão em meu peito enquanto me encho de calor. —Aww, Ash. —Sabe o que? A merda disto. Eu vou. Pobre Ash. Eu deveria deixá-lo ir. Quero dizer, não farei. Mas eu deveria.


Ele gira e com um só passo se afasta longe de um mim antes de que eu enganche a parte posterior da sua camisa e o puxe para trás. Sorrindo, enlaço meu braço com o seu e o arrasto pelo corredor até meu consultório. —Não seja tão dramático, Não há vergonha em uma família carinhosa. Eu também te amo, certo. É que eu nunca escutei você dizer. Me surpreendeu. Ele levanta a cabeça até o céu e murmura: —Mantenha junto, homem. Sorrindo, pronuncio. —Dramático. Quando chego ao meu consultório, eu me sento com rapidez para ligar meu computador, quando Felicity se aproxima, silenciosa com um gato. Nem sequer eu olho para cima quando diz: —Pensei que havia dito que não tinha namorado. Sei que ela olha firmemente para Asher. —Eu não tenho. —eu digo distraidamente, digitando a minha senha e abrindo os programas que preciso para o dia. Seu tom muda imediatamente. Ele está mais profundo, suave e sutil. —Bom , olá, amigo de Helena. Sou Felicity. Então sem levantar minha vista, respondo. —Sim, está casado. Com minha irmã.


Exasperação em sua voz. Ela responde. —Bom, merda. Eu imaginei. Todos os ardentes estão comprometidos, são estúpidos ou gays. —Ai é quando eu levanto o olhar. Ash está tão incomodado que me faz rir. —Felicity, para de olhar o homem como um pedaço de carne. Ele vai ter urticária em qualquer segundo. Ela para, e o olha de cima abaixo, e então estala um sorriso de um milhão de dólares. —Eu sinto. Uma mulher faz o que tem que fazer. Não estou ficando mais jovem agora. Um som com pfff sai da minha boca. —Oh, por favooooor. Quantos anos você tem? Vinte nove ou algo assim. De repente, estou sendo envolvida em cálido abraço com grande decote. Felicity afirma em um apertão. Abro a minha boca para dizer que jamais havia imaginado, quando James caminha até nós desde o corredor. Ele parecer estar mal. Em primeiro lugar, ele não se barbeou. Em segundo lugar, tem bolsas de baixo dos olhos. Quando vê Ash ele para no meio da sala. Eu levanto o olhar até Felicity. —Você se importa de falarmos depois? Ela sorri calidamente.


—Claro que não. —diz, e logo nos deixa os três para conversar. James se aproxima lentamente, com a cabeça baixa. Quando chega até nós, pronuncia em voz baixa. —Estou me demitindo essa manhã. Não é necessário apresentar uma queixa. Eu coloquei todas as razões em minha carta de demissão. Minha boca se abre um segundo antes que ela feche em um golpe. Minha mandíbula se fixa. Eu bato em Ash com o meu ombro. Dou um passo para frente. —Você tem um escritório? —James ainda não olha para cima. Ele está me partindo meu coração. Mas ele assente. Ash o pergunta. — Você tem um segundo? Tenho que ir trabalhar. James suspira, passando uma mão por sua cabeça raspada. —Não preciso de um sermão. Vejo o momento em que Ash teve que ir nas pontas dos pés. —Foda-se. Para de sentir pena de si mesmo e me leve até a porra escritório, cara. James finalmente olha para cima. Para mim. —Você está bem? Oh, cara. Poderia totalmente me apaixonar por esse homem. Pensando que seu mundo está se desmoronando ao seu redor, pensado que está a ponto de perder seu trabalho, ele olha pelo problemas de todos, e me pergunta se eu estou bem. Poderia me


apaixonar totalmente por este homem. Meu sorriso é pequeno, mas real. —Eu acho que você deveria falar com Asher. Me se girando, ele diz: —Se você diz. Ele começa a caminhar até o seu escritório, Asher o seguindo, e eu me pergunto—e espero que—James e eu voltemos a ser amigos de novo antes que termine o dia. *** Asher O cara esta a ponto de jogar a toalha. Eu esperava me sentir mal pelo o que eu disse ontem, mas não faço. Tenho minhas razões. Ele me deixa entrar em seu escritório e ele senta, aponta com a mão e me convida para sentar também. Eu faço. Nós olhamos um ao outro durante um minuto. Meus olhos se estreitam. Os seus não; ele só pisca para mim, com o aspecto de um homem que aceitou o pior. Eu deveria dizer agora que não estou prestando nada. Em seu lugar, eu digo um pouco sobre mim. —Meu nome é Asher Collins. A maioria me chama de Ghost. As únicas pessoas que me chamam de Ahs são minha mãe, minha mulher


e suas irmãs. Natalie irmã Helena, é minha esposa, e isso faz de Helena uma de minhas irmãs. A faz minha responsabilidade. —Tenho sua atenção. Ele me dá toda ela. Posso ver por que Lena gosta desse cara. Apesar de acreditar que estou a ponto de fodê-lo, ele me mostra respeito. Continuo. —Tenho uma mãe, três irmãos e nove irmãs—faço uma pausa para deixar que isso afunde antes de revelar, —e nenhum destes parentes são de sangue. Ele fica confuso. Não dou nada mais sobre mim. Tampouco eu diria por que eu fiz o que fiz. —Está não é minha história para contar, assim sei que minha esposa não se importaria. —Me apoiando em minha cadeira, eu olho seus olhos. —Você tem irmãos? Ele assente. —Sim. Eu olho para o teto. —Você quer arrancar os cabelos as vezes, certo? Ele responde com uma risada tranquila. —Sim. Às vezes. Meus olhos encontram com os seus. —Mas você faria qualquer coisa para mantê-los a salvo, não? Ele se cala por um momento antes de revelar. —Foda-se sim.


—Você não tem nem ideia. —Eu olho e encolho os ombros. —Ou talvez sim. Eu não te conheço. —Começo de novo. — Não tem nem ideia do que se sente ao ver a cara maltratada do ser querido. Mais exatamente, da mulher que ama, sabendo que um homem pós suas mãos sobre ela. Eu tenho. Vi contusões, um olho preto, e marcas de mão sobre o corpo da minha mulher, colocadas ali por um cara com que ela estava saindo neste momento. É certo, se ele não tivesse feito, provavelmente eu não a teria nesse momento, mas sacrificaria tudo para me assegurar que ela está a salvo de tudo e todos. James assente com a cabeça, e me dou conta que o estou esquentando. —Tenho um monte de irmãs, mas Helena... —Olho para a porta aberto, e minha voz tranquila. —Helena é especial. Assim quando eu pensei que um imbécil estava se aproveitando dela eu fiz o que tinha que fazer. Sempre vou fazer o que eu tenha que fazer para manter minhas meninas a salvo. Você entende? Ele pronuncia: —Sim, cara. Eu entendo. Mas eu juro que não era nada. Ela me abraçou. E eu abracei de volta. Isso foi tudo. Solto uma gargalhada. —É difícil dizer não a ela, certo? Um pequeno sorriso puxa de sus lábios. —Ela é algo mais.


Sorrio ante a essa. —Ela é, e é por isso que eu preciso protegê-la. Ela tem algo bom em seu interior. Algo verdadeiro e puro. Se alguma vez eu vê-la machucada, fodidamente matarei a pessoa que a machucou. —Sem deixar que responda, eu me levanto. —Escuta, eu sei que ela não é uma criança, mas é família. O tempo vá vir quando conheça um homem se apaixone — eu digo honestamente. ���Não sei se estou preparador para que isso aconteça, mas sei que tenho que confiar nela para tomar suas próprias decisões. Caminho até a porta. Ele me olha confuso. —Espera. O que significa isso? —Isso significa que seu trabalho está a salvo. Sinto ter te chamado de imbécil. Enquanto seja bom para Lena, estamos bem—eu me viro até o grande chefe, abrindo a porta. Eu paro um momento e eu digo sério—, mas se a ferir, de qualquer modo, vou amarra blocos de cimento em sua perna e te jogar no rio. Ah, e vou fazer que pareça um acidente. Seu rosto perde um pouco da cor. Sorrio. —Nos vemos por ai, chefe. Enquanto eu vou, puxo o queixo até Helena com um pequeno sorriso. Ela me devolve o sorriso e adeus entusiasmado, sem se importar quem a veja. Só uma outra razão para amar a idiota.


*** Helena No segundo que Ash se vai, caminho até a sala de James e chamo suavemente. —Entra—grita, eu posso ouvir o alívio através de sua voz. Isso me faz feliz. Sorrio e coloca minha cabeça. —Você se importa se conversamos? Seus olhos se suavizam. —Com certeza, claro. Venha. Enquanto estou sentada na cadeira de visitante, retorço minhas mãos. —Espero que vá dizer que não vai entregar essa carta de demissão hoje. Ele esfrega o seu couro cabeludo, ficando envergonhado. —Não. Não hoje de todos os modos Meus ombros caem em alivio. —Graças a Deus. James, eu sinto muito. Eu sinto muitíssimo. Ele agita uma mão até mim. —Não, não faça. Eu causei isso, não você. E entendo por que Asher fez o que fez. Se fosse minha irmã, eu faria também. Talvez pior.


Aceno e mordo o meu lábio. —Isso significa ... quero dizer... seguimos sendo amigos? Ele me olha nos olhos. —Não poderia de deixar de ser ainda que eu tentasse. Baixando o meu queixo para ocultar o meu sorriso, respiro. —Maravilha. Quando levanto a cabeça, parece que ele quer dizer algo, mas que está duvidando. Eu digo honestamente: —Eu me sentiria muito melhor se me dissesse o que passa pela sua cabeça. Ele assente. —Bem, só não quero que te ofendas com nada. —Levando minhas sobrancelhas na expectativa. Ele começa. —Não acho que seja uma boa ideia que nos abracemos ou nada mais. Francamente estou um pouco ofendida. Ou é vergonha? Talvez é vergonha. Mas não deixo que se mostre. —Estou de acordo. Eu não gostaria de causar problemas como este outra vez. —Eu o disparto um sorriso e me levanto. —Estou muito feliz de que as coisas voltaram a normalidade. —Sim, e eu estou aqui a uma semana. Só posso ver boas coisas para ele no futuro. —disse inexpressivo. —Yippie. Eu rio de alívio e mais nada. —Oh Deus, você é uma idiota.


Nós rimos juntos e sinto a paz em meus ossos. Eu paro para sair quando ele diz: —Sabe, ainda podemos passar um momento e fazer coisas. Vou estar em The White Rabbit este sábado outra vez, então se você estiver ali, podemos tomar um drink. Eu não quero que as coisas voltem ficar estranhas. Ele não tinha que falar isso, mas ele fez. Não por obrigação, só porque ele quer. Sorrio. —Eu gostaria disso. Decisão tomada, vou para The White Rabbit este sábado.


CAPÍTULO 18 Helena Meu almoço é de uma hora. Se me apressar, estarei de volta em quarenta e cinco minutos. Louvado seja o Senhor pelos tênis. Respiro

profundamente,

inspiro

lentamente

e

caminho

rapidamente para a calçada com menos sol. A cidade não cheira bem, mas ainda assim eu sorrio, sabendo que logo estarei ali. Foda-se um pouco, diminuo o passo quando chego a entrada. Está cheia mas acho que voltarei a tempo. Passam cinco minutos e por fim chego na frente da fila. Verna sorri. —Bem vinda A Cereja do Bolo. O que você vai levar? Tudo menos sorrindo, peço minha ordem. —Me dá uma caixa de cupcakes, por favor. Quando ela se move para pegar uma, pergunto: —Pode congelá-los? Verna assente. —Claro querida. Grito, pulo e aplaudo mentalmente, logo mudo minha ordem. —Que sejam duas caixas, por favor.


Ela coloca as caixas no balcão. —São quarenta e seis o total. Sim! Este hábito vai me fazer um rombo em meu bolso. Eu dou o dinheiro com um sorriso e pego as caixas quando chega outra funcionária maior da cozinha e sussurra algo no ouvido de Verna. Quando toco as caixas, Verna as tira. Com uma disciplina no olhar, pergunta: —Você é Helena Kovac? Meus olhos se abrem mais. Respondo com um lento e longo: —Sim. A outra funcionária sussurra o suficiente forte para que eu ouça. —Eu te disse! —Como eu ia saber, Tammy? Ela está diferente na foto! — responde Verna. Tammy discute calmamente. —Morcego velho, coloca os seus malditos óculos. Verna discute um pouco mais. —Você é mais velha que eu! Você é um dinossauro! Mas eu só quero os meus cupcakes. —Desculpem. —eu as corto— Posso pegar os meus cupcakes? Eu tenho que voltar ao trabalho. Verna sacode a cabeça, me devolvendo o dinheiro. —Eu sinto muito, querida. Não posso te atender.


Meu coração se acelera e vai a cem por hora. Estou confusa. —O que? Por que? Tammy se inclina mais no balcão e sussurra fortemente. —Você está vetada! Eu abro a minha boca. —M-mas, por que? O que eu fiz? —balbucio. Os ombros de Verna se sacodem. —Eu não sei. Mas Max diz que não te atenderíamos até que ele autorize e nós cuidamos dos nossos acionistas. Se não fosse por eles, nunca teríamos aberto esse lugar. Tammy assente em acordo. —Nós os devemos muito. Meus olhos se entreabrem. Tammy e Verna se olham por um longo tempo antes de voltar a me ver. Logo falam a uma só voz. —Aos Leokov. Doce menino Jesus. Eu vou matar ele. Corro de volta para o escritório e, fodidamente, eu me sento em meu escritório e procuro meu telefone na primeira gaveta. Escrevo a mensagem tão rápido que não posso evitar de me sentir orgulhosa de meus dedos ágeis.


Eu: Oh por Deus. Está morto, morto! Não só morto... carne morta! Não volte a falar comigo. Jamais! Coloco o meu telefone na mesa em um golpe, fazendo barulho, e volto a meu computador. Passam uns segundos antes que me telefone vibre. Max: Docinho, não diga uma coisa da qual não pode voltar atrás. Quero dizer ainda. Suas palavram me matam, baby. Logo: Max: Eu acho que isto tem a ver com ser colocada na lista negra de um certa padaria. Eu aperto os olhos até a tela. Como se atreve a ser lindo? Como se atreve? Faço birra e me queixo. Imbécil! Eu: O que você quer? Ele deve estar esperando ao lado do seu telefone, porque só um segundos depois meu telefone vibra em minha mão. Max: Que treine com Ceecee. Eu balanço a cabeça efusivamente enquanto escrevo. Eu: Nós já falamos sobre isso! Eu não posso! Seria um conflito de interesse. Por favor tente entender. Max. Max: Você é perfeita. Coloco meus olhos em branco e resmungo, tratando de ignorar a revolta em meu estômago ante a essa declaração, logo volto a escrever.


Eu: Eu posso me meter em muitos problemas por treinar com ela. Posso perder meu trabalho. Max: Não, você não o perdera. Além disso, posso guardar segredo. Eu não direi nada se você não disser nada. Começo a me sentir mal. Claramente o cara quer ajudar a sua filha. Minha garganta se aperta por momento. Eu: Max, querido... Não posso fazer isso. Max: Dê seu preço. Eu te pagarei o que for. Farei que o for. Lena. Diz e você terá. Ele não aceitará um não como resposta. Volto a guardar o meu telefone na gaveta e me apronto para me sentar para outra sessão. É minha última sessão do dia, também minha última sessão como assistente. Amanhã, estou por minha conta. Estou nervosa, mas animada. Por trás de mim, alguém se inclina até o meu ouvido para sussurrar. —Farei o que seja. Por favor. —Meu corpo inteiro pula pelo susto. Minha mão se volta para meu peito agitado e eu viro para ver um Max agitado. —Por favor. Jesus Cristo, ele parte o meu coração. Eu dou um passo mais perto dele e sussurro: —Eu te disse minha resposta, Max. Aceite. Ele fecha os olhos. Balança a cabeça.


—Nunca. Eu estou falando sério. Eu não aceitarei. Eu te vencerei pelo cansaço. Eu não me deterei. Meus ombros se afundam. —Max... Meu corpo inteiro fica tenso quando ele tira algo atrás de suas costas. Espero que seja o que eu penso que é. *** Max Seus olhos se entreabrem ante a caixinha branca. Coloca uma mão em seu quadril e aponta a caixa com a outra. Fingindo aborrecimento, pergunta: —O que é isso? Sorrio. —Um cupcake. Seus olhos brilham. Rapidamente oculta a sua emoção e encolhe os ombros. Desdenhosamente. —E?


Eu a seguro com uma mão e tamborilo meus dedos na caixa que contém o delicioso presente. Inclino a minha cabeça. —Bem, se não o quer... —Abro a caixa e mostro o cupcake de duplo chocolate mais decadente na história do homem. Helena suspira. Eu tiro o cupcake da caixa. Seus olhos se entreabrem e aperta a sua mandíbula. Lentamente, eu o levo a minha boca aberta. Ela fecha as suas mãos em punhos tão apertados que suas juntas ficam brancas. Justo quando o doce toca os meus lábios, ela se lança para frente, ela o arranca da minha mão e enfia todo na sua boca. Mastigando animosamente, seus olhos se fecham pelo prazer. Geme baixo e longamente. E meu pau se endurece. Seus olhos voltam abrir. Ela fica me olhando e me lança algo distorcidamente. —Volte a fazer e te cortarei. Forte. —Ela se vira e sai. Grito atrás dela. —Você quer dizer que fará? Sua resposta é um cumprimento de seu dedo médio no alto da sua cabeça, sua bunda redonda balança sedutoramente com cada passo. Foda-se. Estou apaixonado. —Max. O que você faz aqui, cara? Eu não sabia que tínhamos uma reunião hoje—disse James de algum lado atrás de mim.


Observo Helena se afastando até que desaparece no corredor. Eu viro para James. —Não tínhamos mas eu imaginei que se tivéssemos um momento livre poderíamos conversar sobre algo que me está incomodando. James olha seu relógio e sorri. —Eu tenho tempo. Luto para não sorrir. Ela vai me matar. *** Helena Ainda dá tempo antes do próxima sessão. Decido fazer um pouco de tempo investigando sobre um cliente e sua lesão. Absorta em minhas leituras, não me dou conta quando James diz em voz alta: —Helena, você tem um segundo? Eu respondo. —Sim. Eu vou para o seu escritório, mas quando chego a porta, grito me detendo. Que caralho?


James sorri para mim. —Deveria ter me falado. Com os olhos aberto, olho James se voltar meu olhar a um sorridente Max. Grasno. —O que? James faz um movimento para que eu me sente. Eu faço, perto de Max. Ele olha para Max. —Max estava falando que quer fazer algumas sessões privadas com Ceecee. Eu lanço um olhar feroz a Max e murmuro entre os dentes. —Você fez, certo? Max se encolhe os ombros sorrindo. —Eu fiz. James começa de novo. —Você é doce, Helena. Verdadeiramente. Mas não deveria ter se preocupado. Enrugo a minha testa. —O que? Max explica: —Eu falei que como disse que queria fazer as sessões, mas não queria pisar nos pés de ninguém. Especialmente de James, devido que ele é o fisioterapeuta de Ceecee e tudo. —Max se aproxima para pressionar minha coxa. —Eu ia deixar passar isso. Realmente, eu ia


fazer — uma merda! —, mas eu sei o muito que você quer fazer isso e como pensava que ajudaria Ceecee. —Ele me olha com falso pesar. — Tive que dizer a ele, Lena. Estou atordoada. Levanto um olhar cheio de pânico até James e o pergunto com estridência: —E você está de acordo? James responde com alegria. —Claro que sim. Faria qualquer coisa para ajudar Ceecee e eu fico feliz que você pense igual .E que me respeita, somos uma equipe, Helena, Não estava pisando nos dedos dos pés. Eu adoro a ideia que nos dois trabalhamos com Ceecee. Eu colapso em meu assento e pronuncio com um murmuro rouco: —Tudo bem. —Rapidamente lembro de perguntar: —Você não acha que seja um conflito de interesse, certo? A cara de James se torna séria. De canto de olho observo Max para ver cair o seu sorriso como de James. James coça o seu queixo. —Hmmm. Não estou certo, verdade. Quero dizer, sei que suas famílias estão relacionadas. Isso poderia ser um problema. Eu me dirijo a Max regozijando silenciosamente. Eu odeio a mim mesma quase imediatamente quando vejo o olhar abatido em seu rosto. James pergunta a Max:


—Realmente você não conhecia Helena antes, certo? Max responde com um suspiro. —Não, senhor. James me olha. —E você mesmo disse que não conhece Max muito bem, não? Eu disse isso? Quando diabos eu disse isso? Estúpida boca que diz coisas assim! Penso em mentir, mas no lugar disso eu murmuro dolorida: —Sim. James sorri uma vez mais. —Então eu não vejo nenhum problema aqui. Max sobe, levanta os seus braços no ar por cima de sua cabeça e silva. —Sim! De repente me sinto rodeada por forte abraço. Max me levanta de tal maneira que apenas toco o chão de pontas de pé, suas bochechas pressiona firmemente contra a minha. O rápido aroma de sua colônia se sente suavemente, o suficiente como para me tentar em silêncio. Ele me balança entusiasmado de um lado para outro, as pontas dos meus sapatos fazem um ruído a medida que são arrastados pelo chão, a continuação, pronuncia em meu cabelo: —Veja? Eu te disse que ele não se importaria. Sabia que ia funcionar.


—Eu vou te cortar as bolas e as darei para você comê-las, um testículo e depois o outro. Max suspira felizmente, ele se retira e me esfrega os braços, sorrindo. —Eu sei. Eu também estou feliz! Forçando um sorriso, eu digo: —Hurra. James nos sorri. —Estou muito contente que há funcionado. Max passa um braço ao redor de meus ombros, me puxando até ele. —Nós também. Enquanto minha cabeça toca seu ombro, volto a respirar seu aroma amadeirado eu me pergunto se vale apena de cinco-a-dez estar em uma prisão de segurança máxima. *** Max A expressão em seu rosto. Eu rio de mim mesmo enquanto passeio por minha casa. Sei que não deveria rir, mas, foda-se, ela é


divertida! Minha mãe me ensinou que melhor não empurrar um urso, mas aqui estou, empurrando incessantemente. Eu: Vem jantar conosco está noite. Temos que conversar sobre o horário. Nik me perguntar se eu ia voltar a trabalhar está tarde. Não estava certo de que horas terminaria minha reunião improvisada esta tarde, assim eu disse que não iria. Agora sozinho em casa, penso em cozinhar. O que comeria Helena? Meu telefone toca. Helena: Come merda. Imbécil! Inclino a cabeça para trás e começo a rir. Eu gosto muito dessa mulher. Eu: Merda frita com batatas assadas e salada. Anotado. Por sorte tenho todas essas coisas em casa. Balanço a cabeça, enfio a mão na geladeira e pego as bistecas que havia marinado na noite anterior. Ela parece mais uma mulher que come bistecas. Sua bunda tem pinta de ser uma mulher que gosta de bistecas. Que bunda. Foda-me, que bunda. Minha testa bate na geladeira com um ruído. Minha mão se desliza para baixo até meu pau semiduro e aperto com força. Eu não posso deixar de pensar nela. Seu maldito corpo parece feito para o meu. Está brincando comigo, me afastando cada vez que a vejo.


Tonificada e firme, forte nos lugares que dever ser, uma elegante boca para ser beijada, esse lábios sexy levemente franzidos, peitos que encaixariam muito bem em minhas palmas, longo, ondulado e escuro cabelo, olhos verdes de gato e cílios longos. Tudo o que eu quero é me inclinar e deixar que minhas mãos vagueiem. Quero sentir seu corpo, segurar seus quadris apertados, sua bunda pressionada de costas para mim, me comprimindo, me olhando através de suas pálpebras entreabertas, as bochechas de cor rosa avermelhadas, os lábios entreabertos, a respiração regular. Eu mordo o lábio. Meus olhos se fecham em um mescla de prazer e dor. Eu não posso negar. Eu a quero em minha cama. Mas ela é uma dama, não do tipo que fode. Não vou mentir. Isso é o que me faz querê-la ainda mais. As mulheres são mulheres. Nunca as quis para nada mais do que esquentar minha cama. Helena é uma dama. Essa é uma história completamente diferente. Minha mente se distrai. Será silenciosa na cama ou geme em voz alta? Aposto que é a silenciosa. Também eu aposto que poderia fazê-la gritar. Chega, idiota. Minha mão aperta meu pau duro. Eu me queixo então, gemendo mais. Merda. Eu preciso transar. ***


Helena Por que ele tem que zombar de mim? Como se não fosse bastante o fato que ele é incrível e seu corpo é algo que está fora da revista Men’s Health7, ele é divertido quando não quero que seja. E isso é uma merda! É certo que não queria esta posição de formação privada, mas tenho que admitir que eu passei a tarde investigando coisas que posso fazer com Ceecee, eu tenho que dizer que estou emocionada por ele. Se ela rebater as coisas que eu encontrei, eu vou procurar e pesquisar até eu encontrar algo que combina com ela. Não será fácil, mas tenho que tentar. Eu não gosto de vê-la chateada, tanto como não gosto de ver um normalmente feliz Max triste. Ele me irrita, mas eu não quero que seja infeliz. Ser feliz está em sua natureza. Tirar alguma coisa de uma pessoa que é uma reação natural é crueldade. Por mais que eu queira CeeCee saudável, eu quero Max contente. Eu tiro a roupa do trabalho e me dirijo para o banho, e justo quando acendo a luz do banheiro, eu me inclino para baixo e olho Tedewood uma fracção de segundo antes que ele chegue até mim. Ele se apressa na direção oposta e eu rio em voz baixa. Ele não é um gato

7

A Men's Health é a maior revista do gênero para homens, com 38 edições em todo o mundo.


mal uma vez que você chegue a conhecê-lo. Um pouco melancólico, sim, mas um completo covarde. No momento em que eu coloco o pé no spray quente da ducha , as garras e os dentes pegam a minha perna. —Filho da puta—Balanço a perna no ar, com Tedwood firmemente agarrado e grito. —Deixa de se comportar como um idiota, imbécil! Por que esse dia não acaba de uma vez?


CAPÍTULO 19 Helena Quão maravilhosas são as duchas? Não só uma forma bastante decente para lavar o fedor, também são relaxantes como o inferno. Eu passei uma boa meia hora deixando a água quase fervente lavar minha frustração do dia. Durante algum tempo, simplesmente estou de pé debaixo da água e disfruto da sensação de estar submersa em minha própria pequena bolha de tranquilidade. Como hoje não é o dia de lavar o cabelo, fecho a ducha e saio. Com a porta do box aberta, eu me seco antes de me deslizar em um sutiã esportivo branco e short azul claro. Justo quando estou a ponto de sair pela porta, um grande estrondo soa na cozinha. Pulo quando o estrondo ressoa através dos meus ouvidos, mas rapidamente suspiro. —Teddy! Maldito seja, gato! —Meus pés se arrastam do banheiro até a sala. Solto um chiado: —O que demônios você está fazendo aqui?


Max levanta o olhar. Em troca, ele termina de servir a carne, batatas e salada nos pratos. —Não use esse tom comigo, docinho. Aqui estou eu trabalhando como um burro em uma estufa quente durante toda a tarde para que podemos comer juntos, e não me paga. Então eu te trago o jantar depois de um longo dia de trabalho, e usa esse tom? —Ele endireita, então estala a língua. —Mulher trabalhadora. Seus olhos se movem aos meus, amplio, e logo se deslizam por meu corpo. Não estou cem por cento certa, mas eu acho que ele baba um pouco. Quando sua expressão de assombro é substituída por um pesaroso sorriso, suas covinhas piscam, diz arrastando as palavras: —Não esperava jantar e espetáculo. E então quando lembro que estou de pé no corredor em minha roupa íntima. Nem sequer minha boa roupa íntima, senão minha roupa íntima de Helena-dorme-sozinha-de-novo. Minha boca quer bocejar, mas eu em detenho. Em lugar disso, eu decido atuar friamente. Com o coração acelerado, compostura falsa eu murmuro: —Vou me trocar. Max sorri com mais força, colocando uma mão em seu peito. —Por favor, não se vista por mim. —Caminho para o meu quarto, tentando atuar o mais normal possível, mas eu estremeço quando grita atrás de mim. —Eu gostei da sua roupa íntima. Não é o


tipo habitual que eu vejo as mulheres usar. Diz “Sou genial e não me importa o que pensem”. Isso é maravilhoso. Quero dizer... Eu não posso aguentar sua incessante divagação neste momento. —Max, cala a boca! —grito. Sua risada estridente enche a minha cozinha, e ainda poderia morrer de vergonha, eu gosto do som da sua hilariante e desenfreada da sua risada. Meus lábios se contraem quando me dou conta que ele me provocou... e eu cai. Murmuro em voz baixa: —Imbécil. Rapidamente eu mudo para calça de ioga preta e uma grande camiseta amarela solta e me junto a ele na cozinha. Ele já colocou os pratos cobertos em lados opostos de minha pequena mesa de jantar. Cheira incrível, mas vamos sentar tão próximos que nossos joelhos se tocam. Parece íntimo demais. Meu vaso de flor amarelo favorita está quebrado em pedaços, e eu lembro o estrondo que escutei. Eu aperto meu olhar a Max. Seus olhos se movem de um lado para outro, claramente aterrorizado. —Alguém quebrou isso. Junto a mesa, meu corpo se colapsa em inquietude. —Por que você fez isso? Sem perder o ritmo, caminha ao redor da mesa de café da manhã como os copos de suco e responde:


—Porque eu gosto você, eu quero que goste de mim também. Essa declaração faz algo para mim. Meu estômago se aperta. Calor floresce em meu centro. Se ele soubesse o quanto que eu gosto... —Eu gosto de você. —respondo débil e pouco convincente. Ele fica a meio passo e sorri. —Não. Você não gosta,—me lança uma piscada, —mas estou trabalhando nisso. Oh homem , se você não é a ferramenta mais afiada no galpão, hein Max? Ele puxa minha cadeira e faz um gesto para que me sente. Duvido um momento antes de permitir sua ajuda. Empurra suavemente minha cadeira como um cavalheiro, logo ele senta frente a mim. Baixo o olhar ao meu prato cheio, e logo levanto o olhar até ele. Ele me lança um sorriso molha calcinhas e repentinos pensamentos atravessam rapidamente em minha mente. Poderia me acostumar a olhar esse sorriso. Ele trabalha cortando um pedaço de carne, e pela rapidez com que ele faz, sei que está macia como manteiga. Levanta o garfo a sua boca, mas o mantem ao meio no ar. —Mais uma vez, por que você não gosta de mim? Suspiro exageradamente longamente. Não podemos deixar para trás isso já?


—Já passamos por isso antes, Max. Eu gosto de você. Ele sorri, mastiga, e logo engole. —Não me trata como trata a Nik, Ash e Trick. Você me trata diferente. Isso é porque você é tão lindo que, literalmente, faz meus olhos lacrimejarem. Corto a minha comida e murmuro. —Nunca me dei conta. Eu sinto muito. Desesperada por mudar de tema, pergunto: —Onde está Ceecee está noite? Max mastiga sua comida com cuidado. Quando engole, seus olhos se encontram com os meus. Tanta tristeza ali. —Está na casa da minha mãe. Ela queria ficar e dormir ali está noite, e quer dormir na casa de Nik amanhã. No dia seguinte, vai me dizer que quer ficar na casa da minha mãe de novo. Eu só... — Ele encolhe os ombros, impotente. —Ela está me evitando. —Uma declaração. Uma triste. Sua voz grave me apunhala diretamente no coração. —Eu não a agrado muito nesse momento. Enquanto corto minha carne, minha bisteca suave na manteiga, maldito seja, ele começa:


—Sei que não te dei muita opção com o treinamento de Ceecee, mas quis dizer o que eu disse. Faria qualquer coisa por ela. Não me importa ofender para fazer isso. Ela é o meu tudo, sabe? Eu levo um momento para digerir essas palavras. Eu faria o mesmo pelos meus filhos? Absolutamente. Seus olhos se encontram com os meus. Eu os observo de perto um momento antes de sorrir. —Eu sei. Porém, de fato encontrei algumas coisas que eu acho que poderia adaptar para ela. —Levo garfo a minha boca. No momento em que a bisteca bate na minha língua, eu gemo. —Oh, meu Deus, isto é incrível. Gemo e gemo um pouco mais antes de perguntar. —O que você usou para marinar isso? Suas sobrancelhas se levantam pela surpresa. —Sim? —Ele olha sua carne, e por um momento, eu acho que está

envergonhado.—É

uma

receita

familiar.

—Seu

sorriso

característico aparece. —Se eu te dizer, eu teria que te beijar. Faço uma pausa no meio de mastigação. —Quer dizer que teria que me matar. Seu sorriso cresce. Seus olhos se cravam nos meus. —Não, eu teria que te beijar. Ignorando o sim, por favor! de meu coração e meu revoltado estômago, rodo os olhos e sorrio.


—Você é um idiota. Pensando mais sobre Ceecee, aceno e declaro com confiança: —Estou emocionada de provar algo novo com Ceecee. E se as coisas não funcionarem, vou seguir procurando. Há um monte de opções. Há muitas possibilidades de encontrar ao menos uma coisa a que ela pode se adaptar. Sei que está por ai, e eu encontrarei. O som de uma cadeira arrastando faz meus ouvidos sangrarem. De repente, sou levantada da cadeira. Seus braços se envolvem firmemente ao meu redor e me aproxima. Peito contra estômago, eu inalo. Serpenteio meus braços ligeiramente ao redor de sua cintura tonificada e esfrego suas costas. Ele suspira em meu ouvido: —Você é incrível. Meu ligeiro apertão se converte em um firme. Isto deveria me fazer sentir incomodada, mas não é assim. De nenhuma maneira. Eu adoro a sensação dele, do cheiro dele. Só ele. Eu digo sinceramente. —Vamos resolver isso. Juntos. Ele me segura um longo momento antes de responder um vacilante e tranquilo: —Bem, porque não sei que merda estou fazendo. Meus braços se apertam, oferecendo consolo e apoio. Eu me afasto e o sorrio. —Eu estou morrendo de fome. Seus olhos são cálidos.


—Vamos comer. *** Helena Crescer com duas irmãs mais velhas foi um inferno alguns dias. Se não estávamos brigando sobre a maquiagem e roupa, Nat e eu estávamos brigando pelos meninos e os amigos. Meus pais nunca interferiram até que estávamos nos arrancando os cabelos uma da outra, literalmente. Nina atuava como juiz e jurada, e Nat atuava como carrasco. Ser a mais nova significava que sempre me culpavam pelas coisas em casa. Isto era porque meus pais não podiam suportar estar bravos comigo. Eu era o bebê. E linda como o inferno. Mas apesar de que minhas irmãs me metiam em problemas, éramos uma equipe. Eu levaria a culpa de algo que uma das minhas irmãs fizeram, e logo mais tarde essa noite, conseguiria três vezes a sobremesa em agradecimento. Com certeza éramos os Brady Bunch8, mas nos divertíamos muito nos atacando entre. Riamos muito em nossa casa. Ainda nós erámos três impulsivas, nos esquecíamos das coisas rapidamente e sempre tínhamos tempo para rir com as demais. Nos dávamos afeto livremente entre nós, ainda mais em privado. 8

The Brady Bunch é um a comédia americana, no Brasil é conhecida com a Família Sol-Lá-Si-Dó, que é

formada pelo casal Mike e Carol, onde cada um tem três filhos.


Se você se mete com as minhas irmãs, você se mete comigo. Nunca tive medo de me colocar fisicamente para vingar minhas irmãs de uma maneira ou outra. Me lembro que um dia, Nina, Nat e eu voltávamos para casa da escola à tarde. Todas estávamos sangrando por um briga de perfuração de classe que implicava a namorada de um jogador de beisebol que beijou Nat no fim de semana. A menina estava devastada. Estava apaixonada. Eu sinto, eu faço. Nat ficou depois da escola para falar com ela sobre isso, para aliviar a tensão. O imbécil havia dito a Nat que havia terminado com sua namorada. Sabia que Nat gostava dele, então a usou como fantoche. Foi só na segunda-feira, quando Nat chegou na escola e todo mundo estava sussurrando e rindo em suas costas. Ela sabia que algo estava acontecendo. Amanda Adelaide Christiansen, chefe de torcida e loira, a estava esperando perto do seu armário. Ela cumprimentou Nat com um sorriso. Quando ela deu um passo e deu a Nat um tapa na cara, Nat não se encolheu. Vamos. Sério? Foi sucessivamente. Como Donkey Kong. Porém, Nat ainda queria falar com a menina, mas quando ela se apresentou com seis membros da equipe das animadoras que estavam esperando por ela, soubemos onde ela estava indo. Nina e eu entramos. Nat nos imitou. Partimos as suas bundas.


Porém, fomos todas suspensas, mas valeu totalmente a pena. Caminhamos para casa rindo e sorrindo, nos unindo por nossos rostos moídos e lábios partidos. Logo que chegamos em casa, mamãe ficou louca. Nos castigou e aceitamos nossos destinos. Não tinha sentindo em discutir. Mas tarde nessa noite, mamãe mandou papai falar conosco. Ele estava zangado. Estávamos petrificadas. Meu pai nunca se zangava. Como do tipo, jamais. Assim quando fechou a porta atrás dele ele inspecionou nossos rostos, sabíamos que estávamos em sérios problemas. —As outras... estão como vocês? Nina estrangulou uma gargalhada. —Muito pior. Nat e eu mordemos os lábios para deter nossas próprias risadas para nos unir a ela. Mas Nina se endireitou rapidamente, lembrando que estávamos na profunda merda. Mas papai perguntou: —Vocês as socaram como eu as ensinei? —Todas assentimos, confusas, sem saber que diabos estava acontecendo. Papai sorriu e baixou a sua voz com forte sotaque. —Mamãe me enviou para assustálas, sabem? Estava muito chateada. As meninas não devem voltar para casa ensanguentadas. Todas concordamos. —Sim, Tata.


Ele balança a cabeça, rindo interiormente. Quando chegou a porta, ele virou e falou em voz baixa: —Vocês devem bloquear melhor os golpes. —Sorrindo e concordando: — Eu as mostrarei como. Amanhã. Certo que nunca houve um momento aborrecido em nossa casa. Nunca me dei conta de que viver da maneira em que eu fiz, com as minhas irmãs mais velhas, me deu uma habilidade vital que nunca soube que ia precisar. Tenho a habilidade louca de pegar e servir atitude sem pestanejar. Quem sabia que eu ia precisar dessa capacidade para lidar com uma paraplégica de treze anos de idade? Realmente devo agradecê-las. Minhas irmãs, isso sim. Nah. A merda com elas. Hoje é meu primeiro dia de trabalho sem ajuda. O fato de que era sem ajuda, não significa que não foi supervisionado. Durante a próxima semana, James vai me vigiar para se assegurar de que estou fazendo tudo o que eu deveria, mas depois então é somente eu. Depois que as sessões de hoje terminaram, James me levou para me dizer quanto era maravilhoso o trabalho que estava fazendo. Pessoalmente, sinto como que eu estou fazendo bem. Não maravilhosamente,

mas

bem.

O

ter

me

dizendo

o

quanto

impressionado estava comigo era definitivamente algo que eu precisava. E ainda quis abraçá-lo, eu mudei, esfreguei sua cabeça calva


para a sorte. Ele riu e me afastou em um empurrão de brincadeira Meu coração se emocionou. Era agradável ter meu amigo de volta. Felicity me levou para almoçar e tentou que Willa viesse também, mas ela declinou amavelmente. Eu falei a Felicity de The White Rabbit. Ela me disse que ela sempre havia querido ir, e convidou a si mesma este sábado. De alguma maneira, eu não acho que Felicity seja o tipo de pessoa que precisa de um convite. Eu perguntei a Nat se pode me buscar depois do trabalho. Enquanto chegamos no nosso destino, eu a bato no braço. —Obrigada por me buscar. Me estremeço, quando ela esfrega o seu braço e responde: —Não há problema, cadela . E, já! Sorriu e murmuro: —Oh, você endureceu, princesa. Nat para em frente a minha casa. —Sabe o que você está fazendo? Nego com a cabeça. —Não, mas eu acho que Ceecee ajudará a resolvê-lo, Ela se inclina e beija minha bochecha. —Boa sorte. Estarei com Tina. Vem me buscar quando estiver pronta. A vergonha me enche, dura e repentinamente. Eu olho a minha irmã e prometo:


—Vou conseguir logo um carro. Eu juro. Logo que eu tenha dinheiro. Ela levanta seu braço e me dá um soco no mesmo lugar em que eu bati nela. Eu me estremeço. —Ouch. Suas sobrancelhas se elevam. —Veja? Eu já te disse que dói. E falando sério, não me importo de dirigir. E tampouco Ash. Leve o seu tempo para resolver as coisas. Te cobrimos as costas. A ponta do meu nariz pinica. Nat é um absoluto presente do céu. Um pilar de apoio. Minha voz quebra quando eu digo: —Obrigada. Eu te amo. Logo que ela vê minhas lágrimas, ela me empurra até a porta. —Não! Não vamos fazer isto agora mesmo! Tem trabalho para fazer. Vamos! Soluçando, saio do carro e sorrio. —Sim, sim. Eu vou. Caminho pelo longo caminho até a entrada com minha bolsa de lona junto a mim. Quando chego a porta principal, toco a campainha e espero. Um minuto depois a porta abre. Sorrindo e olho para baixo para o meu novo cliente. —Olá, Ceecee. Como você está, querida? Hoje não é diferente a todos os outros dias que tenha visto. Ela coloca os olhos em branco e murmura:


—Maravilhosa. Um incômodo silêncio se segue a isso. Meu sorriso desaparece. Eu limpo a garganta e me forço a sorrir com tanta força que minhas bochechas doem. —Seu pai está em casa? Ela assente com a cabeça e roda com sua cadeira para trás abrindo a porta em um silencioso convite. Dou um passo dentro e pergunto: —Então, você gosta deste lugar? Parece incrível. Seus olhos alçam os meus. Sua resposta é rápida, mas dura. —Eu odeio. —E por que? —pergunto com suavidade. Seu olhar se crava no chão antes de murmurar. —É vazia. E fria. Acaso meus ouvidos escutaram mal, ou esse é um som amargo da solidão? Meu peito dói por ela. Quisera pudesse me agachar e abraçá-la sem que ela me arranque a cabeça de uma mordida. Antes que eu possa pensar melhor, dou um passo para frente, me inclino e envolvo meus braços ao redor dela. Não me abraça de volta, mas tampouco ela fica rígida. Eu a seguro um bom tempo antes que me pergunte em voz baixa: —Por que você está me abraçando?


Ela pergunta de maneira suave, uma maneira doce, então eu sei que isso não é uma advertência para que eu não volte a fazer. Enquanto eu me separo dela, eu respondo também em voz baixa. —Porque os abraços são grátis e parecia que você precisava de um. O guincho de uma porta chama minha atenção. Max sai pelo o que eu posso ver ser o banheiro. Como posso saber disso? Sei isto, porque quando ele abre a porta, o vapor o segue fora. Isso, e porque ele leva uma toalha. Só uma toalha. Santa Maria, Mãe de Deus. É magnífico. Eu já vi homens e eu vi seus corpos. Eu estive na praia umas mil vezes. Então posso dizer com absoluta confiança e usando minha guia mental de comparação, que este corpo é ridículo. Ridiculamente ardente. A reação do meu corpo é igual de ridícula. Minha língua incha. Começo a salivar. Meus mamilos ficam tensos e o calor bate no meu ventre, com força. Todo o que eu posso fazer é olhar com assombro como ele caminha pelo corredor. Há gotas de água por toda sua pele acetinada e em silêncio desejo lambê-las. Com abdominais de aço e sem uma grama de gordura nele, meus olhos seguem seu forte corpo enquanto ele se move com graça pelo corredor.


Com uma toalha na cintura e outra nas mãos, ele seca a cara enquanto diz: —Pequena, há alguém aqui? Observo Ceecee sorrir. —Sim. Oh homem. Isso não é bom. Esse não é um sorriso brincalhão. É um sorriso rancoroso e desagradável. Que demônios está acontecendo aqui? Por que está normalmente doce menina odeia o seu pai? Eu não entendo, mas me comprometo averiguar. Quando Max olha para cima e me vê, seu sorriso lento faz que meu estômago bata como pés fora da água. —Docinho. O que está fazendo aqui? Pensei que tínhamos um encontro amanhã em algum momento. Meu coração sorri do fato que ele não ficou bravo porque eu apareci sem ser convidada. —Eu –uh... eu só queria uh... —Minha mente tem dificuldades para se concentrar enquanto estou tentando imaginar o que há debaixo dessa toalha. —Que se trocar antes de conversar? Ceecee começa a se afastar quando Max diz em voz alta: — Não se vá, bebê. Ela não responde, só se move mais rápido e seu sorriso se desvanece. Eu o abraçaria se estivesse vestido... e se não fosse


totalmente inadequado neste momento. Em silêncio, ele olha e aponta a sua toalha. — Vou me trocar. Aceno com a cabeça sem dizer nada, olhando para baixo até a toalha. Incapaz de olhar outro lado, a toalha se aproxima mais e mais, até que minha bunda está a ponte de quebrar. Levantando a cabeça encontro Max frente a meu rosto, sorrindo com o tonto que é. Levanta uma mão e passa através de seu cabelo molhado, logo se inclina até mim e sussurra: —Eu acho que estamos em paz. Minha mente, agora em coma pela quantidade abundante de coisas sexys, não raciocina. —É? Ele olha meu decote e puxa a borda inferior da minha camiseta. —Eu te vi. Agora você me viu. —Ele sorri—Empate. Meu cérebro consegue filtra algo para minha boca e deixo escapar: —Tecnicamente, você teria que tirar a toalha e colocar roupa íntima. E ainda um sutiã. Sua risada é forte e tão feliz que meu arrependimento é substituído por um frio na e um pequeno sorriso. Ele se afasta, me deixando no corredor. Justo antes de entrar em seu quarto, me dando


um ataque no coração, assim como uma bonita vista de sua firme bunda. A porta se fecha e eu só posso pensar em uma coisa. Que bunda!


CAPÍTULO 20 Helena Disseram-me que me sentisse em casa, então isso é exatamente o que eu faço. Inferno, se Max foi o único que disse pra eu me sinta em casa, eu faria isso. Só estou devolvendo o favor. Quando entro na cozinha, olho através dos armários até encontrar os copos, escolho um, e logo abro a geladeira. Escuto passos entrar na cozinha e pergunto: —Você não tem nada para beber neste lugar? Olho por cima da porta da geladeira para encontrar Max de pé em um agasalho preto muito aberto e tênis branco. Eu olho para mim mesma e logo volto a ele. Pergunto através de uma risada. —Você combinou as cores para parecer comigo? Ele encolhe os ombros, uma risada jogando em seus lábios. —Pensei que podíamos brincar de “quem leva a melhor?”. Sem pensar um momento, respondo de imediato: —Você. Definitivamente você. —Fechando os olhos, levo minha mão a boca e rio nervosamente. —Oh merda. Isso foi estúpido. Max vem por trás de mim, se inclinando sobre mim para ver o triste estado de sua geladeira. Seu corpo se molda ao meu, sua testa


pressionando minhas costas. Enquanto minha mente grita e logo desmaia, murmura enquanto ele se afasta: —Isso está pior do que eu pensava. Vamos. Iremos ao supermercado. Nego com a cabeça. —Não, eu só vim conversar. Nat está me esperando na casa de Tina. Seus olhos se estreitam enquanto ele encolhe os ombros. —E? Diga que eu te levarei para casa. Suspiro pensando em minha resposta. —Isso não é uma opção. Ele empurra em mim costela. —Por quê? Eu não tenho nem ideia. Meu cérebro já peidou tão forte que poderia ter cagado um pouco. —Eu...uh...ela está me esperando, por isso. Ela está do outro lado da rua, me esperando. Esperando então... um... eu não posso fazer isso agora. —Eu acho que deveria obter o prêmio por conseguir soar só meio-retardada. Com seus olhos em mim, ele levanta seu telefone, o coloca em sua orelha e espera. —Oi. —Ele sorri de algo que a pessoa no outro extremo diz. — Não, não a matei, ainda,—rodo os olhos—nem seduzi. —Ele me olha e


pisca. —Ainda— Faz uma pausa para escutar, então fala ao receptor. —Vamos às compras. Eu a levarei para casa mais tarde. Você precisa de algo? Pequena merda. Minha cara esquenta e silvo: —Vamos deixar de fazer isso? Colocando uma mão sobre o telefone, pergunta confuso: —Fazer o que? Minha boca cai. Quase grito. —Me fazer o que eu não quero fazer! Ele não responde, simplesmente nega com a cabeça enquanto fala pelo telefone. —Está bem, baby. Não há problema. E diga a esse seu marido que é melhor vigiar as suas costas. No segundo que eu o foda, eu o farei passar pela merda. Meus olhos se estreitam Claro que ele flerta com a minha irmã. Claro que sim. Ele não flertar comigo, mas flerta com ela. Ele pega meu olhar assassino e logo sorri: —Bom, eu tenho que ir antes que sua irmã corte minhas bolas. Eu te amo. Ele coloca o seu telefone no bolso e sorri. —Veja? Não há problema. —Antes que eu posso dizer uma palavra, grita: —Oi, menina. Vamos:


Ela grita de volta: —Aonde vamos? —As compras Passa um momento antes que Ceecee saia do seu quarto e chegue a cozinha. Ela murmura: —Graças a Deus, eu estou morrendo de fome. —Ela me olha e pergunta vacilante: — Você vai? Não consigo responder. Não consigo responder por que Max lança seu braço ao redor dos meus ombros, me cercando. —Claro que ela vem. Temos que dar o que comer a ela também. E pela primeira vez desde que eu estou em Nova York, Ceecee sorri. —Maravilha. —Claro, sorri para suas mãos, mas ainda é algo. Pode ser que eu não quisesse estar aqui antes, mas com essa pequena resposta, quero estar aqui agora. Sorrio para ela. —Vamos ver se podemos conseguir um pouco de Chunky Monkey9 enquanto estamos ali. Ceece me olha com assombro, os olhos muito abertos. —Eu adoro Chunky Monkey. Estou muito surpresa por esta mudança de comportamento que eu recebo. Eu me recupero rapidamente.

9

Tipo de sorvete marca Ben&Jerry


—Eu acho que acabamos de virar as melhores amigas. Seu sorriso é tão amplo, tão lindo, que me dá vontade de chorar. Estou conseguindo chegar até ela. E de alguma maneira, Max sabia que eu faria. *** Max Naah. Eu não gosto disso. Nem um pouco. Por que tem que ser tão linda? Estou tendo dificuldades para me controlar ao seu redor. Quando a vi inclinada na geladeira, não pude me deter. Eu tive que sentir seu corpo contra o meu. Assim eu fiz o que fiz. A pior decisão que eu tomei em minha vida. Logo que minha testa pressionou contra a suas costas, as imagens de Helena gemendo e sussurrando enquanto eu seguro o seu cabelo longo e castanho em meu punho e me levando dentro dela me assaltam. Claro que eu comecei a me endurecer. Tive que retroceder. Eu a quero. O pior que não está aqui por mim. Ela está aqui por Ceecee. Assim eu vou fazer o que eu estive fazendo durante anos, fazendo o que eu sei melhor fazer. Eu vou me segurar. ***


Helena Ceecee e eu caminhamos até a porta da entrada da caminhonete preta estacionada na frente. O carro destrava e logo emite um som, nos deixando saber que está desbloqueado. Ceecee roda na frente. Minhas sobrancelhas se estreitam enquanto ela roda ao lado o veículo e abre a porta de correr Pressiona um botão no interior e uma rampa desce. Não posso guardar para mim. —Merda, isso é impressionante! Max abre a porta principal e desliza no banco do motorista. —Sim, nós gostamos. Este é o veículo mais maravilhoso e de aspecto mais esportivo com funções acondicionadas para deficientes, que eu tenha visto. —O que é isso? Enquanto Ceecee vai até a rampa e prende a si mesma, Max explica: —Se chama MV-1 Nego com a cabeça. —Eu nunca escutei. Ele assente com a cabeça. —Só passou um mês mais ou menos. Afortunadamente, eu me escrevi e nos deram um dos primeiros sessenta. O fabricante fica aqui


em Nova York, pelo que provavelmente ficou mais fácil. Isso, e o fato que estava disposto a pagar a vista. Olhando ao redor do veículo, sussurro: —Eu adorei. —Então digo em voz alta: —Estou feliz de que não seja o um desses estúpidos que possuem um carro veloz. Max fica rígido e logo gagueja: —P...por que? Eu encolho os ombros. —Não sei. Simplesmente eu não gosto. São estúpidos, e tão desnecessários. Ceecee ri do banco de trás. —Papai tem um Jaguar. Eu giro em meu banco. —Um o que? Ela ri um pouco mais. —Um Jaguar. Eu olho de volta para ela e gemo. Ela ri mais forte. Olho para Max e mordo meu lábio para conter uma risada. —Não é que você seja estúpido, Max. Só quis dizer que todas as demais pessoas estúpidas tem carros estúpidos sem uma boa razão. Ele sai da calçada e parece estar fazendo um beicinho. Nós dirigimos em silêncio durante uns minutos antes dele estar uma corrente de palavras:


—Um Jaguar não é só um carro, certo? É o poder de baixo dos seus pés. É a velocidade e pura excelência, certo. É... Eu o interrompo com um: —Uma péssima maneira de gastar cem mil dólares. E Ceeceeo o solta outra vez. Ela ri com tanta força que eu temo que ela possa se molhar. Ela gosta ver seu pai ser objeto de brincadeiras? Me odeio um pouco mais agora, mesmo que eu goste de brincar com Max para que ela sorria. Tenho que te pedir desculpa depois. Max suspira. —Você é uma mulher. Você não entende. Se estivesse tendo uma conversa com um homem, ele entenderia. Precisa de bolas para esta conversa. Você tem bolas, docinho? Eu luto com o meu sorriso. —Eu acho que... Mas ele me corta colocando sua mão para cima. —Eu te fiz uma pergunta. Você tem bolas, Helena? Meus lábios se apertam. Imbécil. —Não. Não tenho bolas, Max. Ele assente. —Em primeiro lugar, uma merda de obrigado por isso. — Ceecee acidentalmente deixa sair uma risada ante a estupidez de seu pai e nós dois olhando uns aos outros em estado de choque.


Rapidamente acrescenta: —Em segundo lugar, devido a sua falta de peças masculinas, o que você diz não conta, baby. —Ele encolhe os ombros. —Isso é assim. Discretamente me inclino e aperto sua coxa em um secreto beliscão. Sua mão cobre a minha e aperta de volta no que estou certa que seria com um viva!. Finalmente nós paramos em frente ao supermercado e saímos do carro. Ceece faz tudo o que precisa para baixar ela mesma da rampa. Enquanto eu me movo para ajudá-la, Max me detém e murmura baixo: —Hoje, não. É uma grande maneira de deixá-la irritada. Deixe ela fazer. Esperamos um longo minuto e olho para Ceecee muito perto. Sua determinação de aço está evidentemente desgastada em seu rosto. Umm. Interessante. Uma ideia me bate e de repente não posso esperar para voltar para casa. Tenho que falar com meu cliente a sós. Max move para junto a Ceecee, mas envolve um braço ao redor de mim. —Então o que jantaremos meninas? Podemos pedir ou posso cozinhar. Ceecee murmura desafiante: —Não quero que você cozinhe.


E sem motivo algum, eu me meto em onde não precisava, fazendo um espetáculo de mim mesma, quando normalmente prefiro me misturar ao fundo. E lá vou eu! —Eu posso cozinhar. Max começa a protesta, quando Ceecee curiosamente pergunta: —O que você pode cozinhar? Eu dou de ombros. —Na realidade, apenas qualquer coisa. Estava sempre na cozinha com minha mãe, inclusive quando não queria estar. Ela nos arrastava até lá e esperava que nós fizéssemos algo. Pra sorte para ela, nós gostávamos de cozinhar. Sobre tudo porque nós adoramos comer. Ceecee está fazendo rodar sua cadeira sozinha, sua sobrancelha enrugada pela concentração. Ela parecia como se estivesse pensando com força quando pergunto: —O que você quer comer, querida? —Eu não me importo. —Maldição. Eu pensei que eu havia metido em algo mais. Logo pergunta em voz baixa: —Mas posso te ajudar a cozinhar? Bingo! Estreito meus olhos até ela. —Você pode cortar? —Ela assente, seus olhos estão abertos. — Pode ralar? —Assente uma vez mais. Finalmente pergunto: —Você pode misturar condimentos? —Ela assente de acima para abaixo. Eu


me movo do agarre de Max e paro entre eles e coloco uma mão sobre o ombro de Ceecee. —Então eu acho que estaremos fazendo Nachos essa noite. Do princípio. Ela me olha de cima surpreendida. —Eu? Aceno com se isso não fosse grande coisa. —Sim. Claro, que eu vou te supervisionar, mas você estará fazendo o jantar essa noite. Por sua conta. Espero um momento antes de perguntar: —Você concorda? Entramos no supermercado quando ela diz: —Só não quero arruiná-lo. Ao mesmo tempo, Max e eu, respondemos com total confiança: —Você não fará. Logo ela assente e eu sinto o alívio correr através do meu corpo com um suspiro que não sabia que estava contendo. Ela olha ao redor da loja. —O que eu preciso? Olha para Max e arqueio minhas sobrancelhas. —Se seu pai não se importa, ele pode pegar dois pacotes de Tacos temperados enquanto eu organizo as verduras e a carne. Max diz:


—Eu não me importo. —Mas ela já se foi, obtendo as coisas por sua conta como um adulto. Logo que ela está fora da nossa vista, meus ombros caem de alívio. —Santa merda, isso foi como tirar um rim. Tagarelando quando de subitamente sou lançada, literal e figuramente. Max me levanta como se eu não pesasse nada. Aperta seus ombros enquanto ele me gira ao redor, rindo. —Você é incrível. Isso foi incrível. Você... —me coloca sobre meus pés outra vez, me segurando ao redor da minha cintura—... é incrível. —Está bem—murmuro, algo confusa. Ele me olha sorrindo de orelha a orelha, uma covinha incrustrada em sua bochecha. —Vou te dar um beijo agora. O que? Não! Nego com a cabeça. —Não, não faça isso! Ele faz uma cara de Duh. —Tenho que te dar um beijo. Essas são as regras. —Max! Não! Ele me puxa contra ele.


—O que é um beijo entre amigos? Eu beijei Nat uma centena de vezes. Agora é sua vez. Não seja um bebê. Meu coração bate forte, engulo saliva e fico tonta. —Eu não vou te beijar. Baixando seu rosto até o meu, ordena: —Espera um pouco, cupcake. Já chego Abro a boca para discutir, mas meu argumento morre em minha garganta enquanto os lábios de Max cobrem os meus em um casto, cálido e doce beijo. Porra para o inferno. Então é isso que este se sente como, hein ? Meus olhos se agitam fechando e meu pé se levanta do chão, os dedos dos meus pés se ondulam. Posso sentir esse beijo. O sinto desde a cabeça até os pés. O calor se estende longamente de meu repentino fraco corpo e este beijo não é nada. Conheço a diferença entre este beijo e um beijo quente e minhas entranhas morrem um pouco com o simples fato de que se isto é um beijo casto, seus beijos reais serão explosivos. Dura não mais do que poucos segundos, ainda que pela forma em que minha cabeça está tonta, se sentem como horas. Quando ele se afasta sorrindo, tenho que segurar sua camiseta firmemente para evitar de cair. Envolve um braço ao redor de minha cintura e caminhamos para frente, suspirando como se o beijo não foi grande coisa.


—É um bom dia par estar vivo, cupcake. Eu te disse que seria perfeito. Minha boca seca mais que o Saara, murmuro com voz rouca: —Eu preciso de água. Ele caminha comigo. —O que você quiser, é seu. Inferno, justo agora te daria quase tudo o que me pedisse. Eu te devo muito. Minha mente ainda está sem conexão, levanto meus dedos na boca, murmurando distraidamente: —Eu não deveria ter te beijado Ele aperta o braço ao redor da minha cintura, me puxando para o seu lado. Com os lábios em minha testa, ele declara: —Melhor se acostumar ao afeto, Lena. Sou um homem carinhoso, e quando quero dar, eu dou bem. —Seus lábios cálidos beijam suavemente minha testa, e sem querer, eu me inclino até ele. Concordando: —Agora somos amigos. Vou te abraçar e te beijar. Não se preocupe. —pronuncia com confiança. —Você se acostumará a isso. Isso é o que me preocupa, idiota. De repente, Max se detém a meio passo. —Oh merda. Seus braços ficam rígidos ao redor de mim. Levanto uma mão até o seu peito. —O que acontece?


Ele me envolve em abraço de urso, me sussurrando no ouvido: —Você vê a mulher ali, de vermelho? —Quando vou me mover todo o meu corpo, sussurra apressadamente. —Não olhe! Sussurro: —Você me disse para olhar! Sinto o pânico sai dele. —Certo. Mas olhe discretamente. E assim eu faço, de canto de olho. Uma ruiva alta e magra está parada ali na seção de frutas e hortaliças, segurando um aipo. Ela está nos olhando. Oh, oh. Meu corpo se prende ao seu. —Max, ela está furiosa. Ele me aperta mais perto, suas mãos vagando sobre o meu corpo. Seu rosto cai em meu pescoço. —Eu sei. Eu disse que não queria sair com ela e ela se irritou. Meu corpo paralisa. —Você está me usando agora para montar um espetáculo? Ele pressiona seu nariz em minha garganta e me cheira. Esse lixo. —Você cheira bem. Sem humor para jogos, eu me viro e mordo o lóbulo da sua orelha. Ele uiva e suspira: —Certo. Certo. Ela pode dizer que eu te dei esperanças.


Levanto a minha cabeça e dou uma risada sem humor. —Deixa me adivinhar. Você flertou com ela? Ele se afasta e seus olhos dourados resplandecem ferozmente enquanto ele me olha. —Sou solteiro. Eu estou autorizado a flertar, me processe. Eu gosto de flertar. Rodando os olhos, eu digo em voz baixa: —Com todo mundo menos comigo. Suas grandes mãos agarram com força minha cintura, seus olhos agora suplicando. —Me ajude, por favor. Em minha visão periférica, vejo a ruiva se aproximar. E eu sussurro: —Lá vem ela. Seus lábios batem em minha bochecha. Seu doce hálito mentolado em esquenta enquanto sussurra contra minha pele: —Por favor, por favor, por favor, por favor. Eu me lanço até ele. —Tudo bem, mas juro que se me beijar outra vez eu te morderei a língua. Max sorri com um sorriso que seria digno de anúncio de cremes dentais, suas covinhas estão a vista do mundo e me pergunto que diabos estou fazendo.


CAPÍTULO 21 Helena A ruiva passeia até nós, balançando com descaramento seus quadris de um lado ao outro. E em minha mente eu rodo os olhos. Já sei que tipo de mulher é essa. E odeio esse tipo de mulher. É o tipo de mulher que pensei que fosse Felicity quando nos conhecemos. De repente

me

lembrei

que

estava

enganada

sobre

Felicity.

Provavelmente deveria dar a essa mulher uma oportunidade antes julgá-la. Max mantém seu braço ao meu redor enquanto se vira, sorrindo friamente para a mulher. —Olá, Portia. Como você está? Sem sequer olhá-lo, ela me olha de cima em baixo. —Bem, Max. Não sabia que você tinha uma namorada. Oh sim. Eu não estava enganada desta vez. Ela é uma cadela em chamas. Não me baixando ao seu nível, eu me apresento. —Olá, sou Helena. Ela olha Max com suas sobrancelhas levantadas e a boca em uma linha firme antes de estender uma mão para mim. Eu normalmente


não teria problemas com isso. O fato é que ela me estendeu sua mão como se eu fosse beijar a parte posterior da mesma. A imbécil. O jeito ruim dela não fará que me detenha, pego sua mão desajeitadamente com as pontas dos dedos e a sacudo como um homem. Portia quase perde o equilíbrio e eu afogo a minha risada. —Prazer em conhecê-la. Ela não se incomoda em ser agradável. —Eu não te vi no clube antes. Eu a olho bem. —Estive ali a semana passada. E vou estar ali este final de semana também. Querendo interpretar o papel, me aconchego mais em Max, envolvendo um braço ao redor do seu estômago. Levanto a visão até ele. —Mas eu não preciso estar ali cada final de semana. Nos vemos todo o tempo. Ficando nas pontas dos pés, beijo o lado da sua mandíbula em uma real mostra de afeto. Portia de repente ela olha atrás de mim, e os olhos muito aberto. —Olá— ela se eriça—, pequena. Ceecee se detém ao meu lado. Meu coração acelera. Merda. Estamos totalmente arruinados.


Meu braço caí do estômago de Max e espero que me solte, mas ele não faz. Me movo para trás, mas ele me segura com força. —Portia, está é minha filha, Ceecee. Seus olhos se abrem. —Sério? Eu não tinha nem ideia. Sem brincadeiras, Sherlock. Minha mente brica e ri sem humor. Se ela tivesse gastado um só momento para conhecer Max, talvez seria a primeira coisa que ele teria dito. Eu não gosto dessa mulher. Portia se dobra pela cintura, na cara de Ceecee. —Oh meu. —levanta uma mão e toca seu cabelo com se tivesse direito, — Você é bonita. Minha mandíbula se endurece, meu estômago se enrola com violência. Eu mencionei que eu não gosto dessa mulher? Não é da sua conta. Não é da sua conta. Não é da sua conta. Foda-se. —Eu sinto, Portia, mas temos que ir. Foi agradável te conhecer. Talvez nos vemos esse final de semana. Seus olhos piscam. Ela sabe o que estou fazendo. Estou a dispensando. E ela não gosta. —Um prazer te conhecer também, Helen.


Minha boca se abre para corrigi-la quando Max e Ceecee pronunciam friamente: —É Helena. Meu coração sorri enquanto minha mente mostra uma língua para ela. O braço que tenho ao redor de Max se aperta, e baixo minha outra mão pelo lado livre, palma aberta. Sinto Ceecee colocar sua mão na minha. Eu gosto. Eu gosto tanto que estupidamente sinto com se esse é o lugar onde estou destinada a estar. Então quero esbofetear a cadela quando se inclina até Max e beija sua bochecha com seus lábios vermelhos brilhantes. Enquanto se afasta, pronuncia em voz baixa, quase como se estivesse dizendo um segredo: —Nos vemos no sábado a noite. —Então ela ri em voz baixa, levantando uma mão para a sua bochecha, limpando-a—Oops. Estes lábios são meus. —Seus olhos se centram em mim. —Eles deixam uma marca. —Um desafio. Pois venha, cadela! Nos detemos um momento. Max limpa a garganta. —Eu estou com fome. Vocês meninas estão famintas? Ceecee assente, mas mantém firmemente seus olhos nas costas de Portia. —Sim.


—Eu também. —agrego de uma maneira muito-mais-animada. —Vou pegar algumas coisas. Por que não vão para o caixa? Só será um minuto. Ignorando a presença de Portia na seção de frutas e verduras, eu me movo pela loja em um tempo recorde, pegando a última coisa que precisamos antes de encontrar com Max e Ceecee no caixa. Max compra os alimentos em silêncio. Saímos do supermercado e conduzimos para casa com somente o rádio proporcionando um descanso do pesado silêncio no carro. Finalmente, quando chegamos na casa, Max estaciona o carro. Enquanto desabotoa o cinto, fala: —Ceecee, sabe que Helena não é realmente minha namorada, certo? Ela olha e quase parece como se seus olhos se voltaram triste. —Eu sei. Ela olha até mim e sorri. —Mas somos amigos. Então Helena estará muito mais aqui , se isso estiver bem para você. Respondendo de imediato sem deixar rastro de incerteza em sua voz. —Isso está tudo bem para mim. Sufoco minha repentina necessidade de sorrir. Ceecee gostou. Yay, para mim!


Saímos do carro e entramos. Logo que estamos dentro, começo a resmungar ordens: —Ceecee, preciso que você pegue as cenouras da sacola e as rale. Max, preciso que você encontre uma frigideira e um coador. Vou começar a picar a cebola. —olha para Ceecee e sorrio. —, mas depois tudo é sobre você, jovem gafanhoto. A incerteza brilha em seus olhos. Dou um passo até ela e pego suas pequenas mãos na minha. —Estarei aqui cada segundo. Se precisar de ajuda, tudo o que tem que fazer é perguntar. E espero que pergunte, ou isto não funcionará. Max coloca uma frigideira sobre o fogão, e um coador no balcão, e vem atrás de nós. —Está bem? Preciso colocar a papelada em dia. Eu dou a volta e o assusto. —Fora daqui! É a hora das meninas. —Eu viro para Ceecee e pisco. Quando sou recompensada com um amplo sorriso, por uma fração de segundo, eu acho que faria quase qualquer coisa para ver esse sorriso, e rezo para ver uma vez ou outra. Com minhas mãos em suas costas, eu o empurro fora da cozinha, enquanto pronuncia. —Vou estar na mesa de jantar, se precisarem de mim. Faço um som de pfff.


—Não precisamos. Somos geniais. Enquanto Ceecee rala a cenoura, eu abro uma lata de lentilha, pico uma cebola, e tiro a carne moída do plástico. Logo que eu terminei, aponto e logo dobro meu dedo. Ela roda até mim na cozinha e sou de repente consciente de que está cozinha foi desenhada para Ceece e sua cadeira. O forno é mais baixo do que seria de qualquer outra pessoa, e tem um oco abaixo para que Ceecee possa rodar justo ali, igual ao fogão. As bancadas estão na altura correta para ela. Uso a ponta de meu dedo para apontar o forno e ela vira. Logo quando está na posição, encho a estufa e levo os ingrediente para o jantar. Eu entrego uma colher da madeira e pergunto: —Você cozinha muito? Ela nega com a cabeça. —Posso cozinhar ovos mexidos. Isso é tudo. Minha cadeira se apoia no balcão, cruzo os braços sobre o meu peito. Minha mente grita, o que você está fazendo? Quando pergunto: —Você gostaria de aprender? Seus olhos se encontram com os meus. Ela solta um baixo: —Tia Tina só me deixava ajudar, mas agora com Tatiana e Ava, está... —Ela fica calada, E meu coração dói. Algo me diz que Ceecee não está só irritada com seu pai. Algo me diz que Ceecee está zangada com o mundo. Respondo em voz baixa:


—Sim. Isso acontece. Quando as crianças vêm, é difícil ter tempo para algo mais. Sobre tudo quando são pequenas, sabe? Porque os bebês ficam doentes e precisam comer quase o tempo todo, e as vezes só quere que os segurem. Passa muito tempo antes que os pais possam ter o tempo para fazer as coisas que faziam antes. —Eu entrego o azeite de oliva e aponto com o meu queixo para a frigideira. —Despeje um pouco. Não importa se não medir, só se certifique que tenha o suficiente para cobri a cebola. Ela despeja a quantidade perfeita e logo coloca a cebola, e sorrio. —Certeza que não sabe o que está fazendo? Você está sendo impressionante até agora. Seu rubor é pequeno, mas eu o vejo. Complemento: —Como eu ia dizendo, ser pai faz com que a gente esteja ocupado. Mas se você gostar, posso vir algumas vezes na semana e podemos cozinhar juntas. —Ela não me dá uma indicação de como se sente sobre isso, então eu empurro seu ombro e concordo: —Não conheço uma grande quantidade de pessoas em Nova York, assim você me dará algo que fazer durante a semana, eu gostaria muito disso. Você está se envolvendo muito Oh silêncio, cérebro. O que poderia sair mal? Utilizando uma colher de madeira, envolve a cebola e não olha para mim quando diz. —Eu gostaria disso.


Diga. Diga agora. —Ainda você gostaria de aprender se viesse com uma armadilha? —eu pergunto resistente enquanto aperto meus dedos juntos. Sem soltar um latido, ela diz: —Vocês querem que eu comece a fazer exercícios de novo. Meus olhos se abrem supressos. Ceecee de nenhuma forma é uma menina tonta. —Sim, eu gostaria. Se pudesse fazer três sessões na semana, o mais provável é que deixe de ter câimbras, querida. Suas mãos deixam de mexer por um momento enquanto pensa sobre isso. —Estaria fazendo exercícios comigo? Estaria aqui três vezes por semana? Aceno. —Sim e sim. Estaria fazendo com você. Claro, estaria fazendo três dias mais com Whit durante a semana, mas eu viria depois do trabalho nos dias que não for ao centro. Cozinharemos juntas depois faremos uma rápida sessão. E eu te prometo Ceecee —coloco minha mão junto ao seu ombro, atraio sua atenção. —, eu te prometo que se fazemos algo que você não gosta, tentaremos algo diferente. Há muito aí fora, e encontraremos algo que você goste. Ela agita e pergunta:


—Então está é minha decisão? Você não vai me obrigar? Meu coração se afunda. Ela vai dizer que não. —Não doçura. Ninguém vai ter forçar. E se você disser que não quer fazer isto mais, ainda podemos cozinhar juntas e passar o tempo. —E eu falo sério. Estou começando a pensar que estava mal sobre esconder está posição em primeiro lugar. Bato meu dedo em uma tigela de carne e olho para Ceece para agregá-lo na frigideira. Enquanto ela trabalha nos gomos, eu agrego as lentilhas e cenouras. Ela se concentra duro na tarefa em suas mãos e eu sorrio. Ela poderia ser uma cabeça dura, mas era determinada, isso é certo. Cozinhamos em silêncio por um longo tempo antes que Ceecee fale de novo. —Certo. Começarei a fazer exercícios de novo. Um respiro que eu não sabia que estava segurando sai de mim com um whoosh. Estou surpresa. —Sério? —Sim. —murmura e depois segue falando. —Mas só se você vier para o café da manhã aos domingos conosco. Minha mente soluça. Domingo pela manhã? Oh, inferno, não! Aos domingos é o único dia que tenho para dormir até tarde, e eu amo dormir. Em casa quando estávamos todas em uma só casa, se alguém se atrevia fazer só um só ruído antes das onze da manhã no fim


de semana, calmamente saíra da cama, bateria a merda fora delas, e depois cairia de novo em coma até que sentia que estava o suficientemente recarregada para enfrentar o dia. Sorrir e suportar, Lena. Forçando um sorriso, aperto meus dentes e silvo. —Claro. Amo o café da manhã. Ceecee sorri para frigideira, e estreito meus olhos até ela. Não posso evitar pensar que está tramando algo, a pequena trapaceira. Antes que eu saiba, estou apagando o forno e trazendo um refratário até onde Ceecee estava parada na mesa. Abro um saco de tortilhas e coloco em um prato. Ceecee cobre as tortilhas com a mistura de carne. Eu digo que cubra com queijo e ela o espalha. Quando nos terminamos, eu coloco no prato no forno e coloco o timer para quinze minutos. Rapidamente coloco Ceecee para trabalhar e me ajudar a limpar o desastre que fizemos de fato na cozinha. Pronto, o timer soa. Ceecee de repente está preocupada. Abro o forno e o cheiro delicioso me bate. Ela se assusta. —O que? Sorrindo, eu viro e murmura fortemente. —Cheira assombrosamente! Com cuidado tiro o refratário do forno. Enquanto eu coloco na estufa eu digo:


—Não toque isso. Está mais quente do que o infer... —Na presença de um menor. Oops. — Está mais quente que Ian Somerhalder. Ela sorri. —Tudo bem. Eu escutei pior. Claro que ela fez. Ela cresceu com Max, Nik, Ash e Trick. É um milagre que seus ouvidos não estejam sangrando constantemente , a pobrezinha. —Certo. Eu vou dizer a seu pai que limpe a mesa do jantar assim podemos comer. E quando saio da cozinha, até o corredor, pulo no mesmo lugar, comemorando a vitória silenciosamente do fato que estou fazendo algo bom. Eu mudei sua decisão. Espera um minuto. Meu corpo transbordante para. Eu mudei sua decisão. Meus olhos se ampliam. O meu Deus. Eu mudei sua decisão! Um sorriso aparece por meu rosto. Isso é! Eu olho para a mesa de jantar e minha vagina salta de um trapézio, em uma queda livre com seus braços aberto a seu lado. Max está sentado na mesa de jantar de frente a um laptop aberto, uma perna estirada frente a ele, e a outra dobra em seu joelho, seu pé na base da cadeira. Mastigando uma caneta e olhando para a tela distraidamente, seus óculos apoiados na ponta do seu nariz.


Ele usa óculos. Não qualquer tipo de óculos. Na moda, chique, geek10, óculos de leitura retangulares. Jesus , Maria e José. Uma carranca se forma em meus lábios. Eu ergo minha cabeça e mentalmente rezo. Isso não é justo, Deus. Eu não estou autorizado a tocá-lo. Por que está jogando minhas emoções assim? Será que é porque eu pedi a Jacob Schmidt para me mostrar a sua coisa, em primeiro grau? Eu era jovem e curiosa! Me da um tempo! Baixando minha cabeça, eu lanço um olhar para Max e passo a salivar por minha espessa garganta. Deixe-me dizer algo sobre mim. Um homem com óculos... eles fazem isso em mim. Algo sobre um homem de boa aparência muda quando ele coloca óculos. Ele se torna outra pessoa, uma versão linda de si mesmo. Enquanto que as mulheres estavam loucas pela Superman, ou estava louca pelo Clhark Kent. Oh sim. Me dá um homem com óculos, em qualquer dia da semana. Eu limpo a garganta e ele me olha com um sorriso pesaroso. —Oi. Aponto o seu laptop.

10

pah, não resisto.


—Você terminou? O jantar está pronto. —Sim, eu terminei. —Ele tira os óculos os colocando sobre a mesa. Meus pés se movem até que estou na frente dele. Pego seus óculos da mesa, eu levanto e gentilmente os coloco de novo em sua cabeça. Declaro suavemente: —Não o tire. Você fica bem com eles. Eu me viro para sair, mas ele pega meu pulso e me puxa. Aterrisso em seu colo e seus longos, musculoso braços se envolvem ao redor de mim, me sujeitando ao seu lugar. Eu não brigo dessa vez. Eu o vi com outras mulheres. Sei que ele é assim. Não me parece bem que eu peça a ele seja alguém mais ao meu redor. Ele tem razão. Só terei que me acostumar. Pergunta silenciosamente. —Como foi? Finjo ignorância. —Oh, você sabe. Cozinhamos. Falamos. Nos divertimos. Coisas de meninas. —Meus olhos sorriem para ele. —Ela aceito a ter aulas de cozinha e sessões de exercícios três vezes por semana. Mas só se eu vir para o café da manhã aos domingos, então por favor me diga que é depois das dez da manhã, porque de outra maneira, poderia simplesmente chorar. Espero algo. Um sorriso. Uma risada. Um vitorioso “toca aqui”. Não obtenho nada. Em vez disso, seus braços se apertam ao meu


redor, seus olhos se fecham e sua testa cai em meu ombro. Não estou certa porque, mas sinto como se precisasse de conforto agora mesmo. Eu dou este momento antes de remover gentilmente suas mãos e me levantar. Caminho para cozinha para ver que Ceecee já tirou o prato e os cobriu. Ela se move fora da cozinha e enquanto passa, não posso evitar. Eu me agacho e beijo a sua cabeça. —Você fez bem querida. Ela sorri até mim. —Eu tive uma boa professora. Se houvesse um presente para receber de uma criança, seria esse. Meu estúpido nariz formiga, e antes que eu chore como uma lunática, rapidamente pego o prato de nachos da estufa e os movo até a mesa de jantar. Max está sentado enquanto Ceecee coloca os pratos. Ele olha até o prato que coloquei no centro da mesa e sorri. Quando ela passa perto dele de novo, ele rapidamente pega a alça e empurra a cadeira para trás. Envolve um braço ao redor de seus ombros e diz: —Isso está muito bom, bebezinha. Estou com água na boca. Me sirva. Quando ela murmura um inseguro: “Obrigada, papai”, ele beija sua bochecha e a deixa ir. Com o meu coração batendo, eu sento na mesa e olho ao meu redor. Um pequeno sorriso enfeita os meus lábios. Eu dou conta rapidamente que não há outro lugar em que eu gostaria de estar.


CAPÍTULO 22 Helena Estou irritada. Cérebro estúpido. Depois do jantar da noite, decidi que era muito tarde para fazer uma sessão com Ceecee. Não só isso, senão comemos nosso peso em nachos. Ceecee havia feito tão bom o trabalho com a cozinha que havia repetido. E nem se quer repeti por compaixão. Os nachos estavam bons. Observar Max comer era outra coisa. Eu tinha visto comer antes, mas nunca me dei conta que os pequenos ruídos que fez quando está comendo algo que gostará. Seus pequenos múrmuros de aprovação, seus gestos discretos, e o cenho franzido de concentração era quase como se estivesse tendo uma conversa com seu jantar. E, claro, era completamente adorável. O imbécil. Cobrimos de elogio a chefe e por seu tímido sorriso e rubor rosa néon, eu acho que ela gostou disso. Quando eu perguntei que dia ela gostaria que eu viesse, ela olha o seu pai, e logo se voltou para mim e respondeu:


—Pode vir qualquer dia depois das cinco da tarde. —De repente, parecia nervosa, mas concordou em voz baixa: — E não precisa ter que vir só três dias. Se não tiver nada para fazer ou o que seja, pode vir aqui. Meu corpo fica imóvel com incredulidade. Essa era a maneira de Ceecee de me dizer que éramos amigas? Eu acho que foi. Não sendo capaz de parar e a ânsia de afeto para essa pequena criatura, eu me agacho, envolvo meus braços ao redor dela, e eu digo: —Definitivamente vou ter isso em mente, querida. —Quando eu me afasto, eu adiciono: —Eu odiaria que você se farte de mim, apesar de tudo. Ela baixa os olhos e murmura: —Isso não vai acontecer. —E meu coração dispara. Max diz a Ceecee que arrume suas coisas, e a confusão se apodera de mim. Então eu lembrei que Max me havia dito na outra noite de Ceecee não querer ficar na casa, sobre ela o evitando. Provavelmente ia dormir em Nik e Tina. Ceecee olha o seu pai. E não se move. Quando fala em voz baixa, eu me fundo no chão em uma poça atônica. —Na realidade, papai, eu acho que poderia ficar aqui esta noite. Dizer que Max, se surpreendeu era um completo eufemismo. Parecia que ele poderia explodir numa dança interpretativa. Eles me deixaram em casa e eu os agradeci pelo jantar. Quando caminhei para


dentro, não podia deixar de sorrir. E logo que acendo a luz, dei uma olhada em meu apartamento vazio, não posso evitar me sentir perdida. Eu não entendia. Sempre havia sido o tipo de pessoa que era capaz de entreter a mim mesma, e fazer-me feliz. Eu gostava do meu tempo sozinha. Assim, por que estar sozinha agora era tão... solitário? Evitei de ser atacada por Tedwood o pegando em meio ao ataque e o derrubando no corredor. Eu me dirigi ao banheiro tomo uma ducha para me deitar. Enquanto minhas mãos acariciavam o meu corpo, eu imaginava outro par de mãos sobre mim. Um grande, conjunto de mãos masculinas que explorariam, um par de olhos dourados me olhando, e uma covinha sexy que eu queria lamber. Minhas palmas roçam meus mamilos e meu corpo se convulsiona. Eu estava fodida. Meu estômago se afunda. Eu já estava ali. Minha mão se desliza pelo meu ventre, ainda mais, abaixo minhas pernas abetas. Meus dedos se deslizam sobre o meu clitóris, e minhas pernas estremecem. Inclinando minha cabeça na parede de azulejos da ducha, meu toque firma. Esfrego mais duro sobre meu clitóris inchado, imagens de sexo assaltam minha mente. A boca de Max em mim, por todas as partes. Suas mãos me agarram firmemente. Seu pênis muito dentro, empurra com suficiente força para me fazer gemer. Puta merda. Meu corpo estremece. Sinto o orgasmo vindo. Uma dormência doce me invade. Suaves formigamentos batem no meu núcleo. Inclino


a cabeça para trás, minha boca se abre em uma deliciosa onda de prazer. Meus dedos trabalham mais duro, mais duro, o formigamento intensificando, e então eu estava lá. Um longo gemido foi arrancado profundamente da minha garganta enquanto minha boceta se convulsiona, uma e outra vez. Eu me seguro. Meu corpo estremece incontrolavelmente. Então, de repente, estou cansada. Permaneci no chuveiro mais do que deveria, presa no lugar. Depois que me enxaguei, pela segunda vez, saí e me vesti me sentindo como uma vagabunda, e fui para cama, a minha solidão me acompanhando. Só havia um lugar no mundo que eu queria estar, e não era minha casa. E por isso que eu passei a maior parte da minha noite acordada fazendo três fornada de muffins para o café da manhã, comendo o que eu tinha em casa, e irritada comigo mesma. Claro, não é minha culpa que eu fui obrigada a uma amizade com Ceecee. É de Max. Então, na realidade, eu deveria estar irritada com Max. Meu rosto se suaviza. Quem poderia ficar irritada com Max? Piso forte no chão, minhas mão em punho e resmungo. Maldito. Nunca estive tão confusa antes. Uma parte de mim está extasiada de saber que estou rompendo o muro de Ceecee, a outra parte de mim está irritada de que Max está rompendo o meu muro. Como se acredita que manteria meu coração a salvo?


Max é um bom cara, até o núcleo. Ele é um grande pai, e o tipo de amigo que qualquer pessoa ter a sorte em ter. Sejamos honesto aqui. Nunca tive a oportunidade. Sacudindo minha cabeça frustrada, pego os três potes cheios de bolinhos e os coloco no congelador. Abro a porta do meu apartamento, escrevo na minha pequena lousa portátil e me dirijo através do corredor. Meu dedo pressiona o botão ao lado da porta. Uns segundos depois passam antes que se abra. A senhora Crandle me olha através de seus óculos de fundo de garrafa. Sorrindo, eu entrego a ela um pote cheio de bolinhos e seguro o tabuleiro para que ela leia. —Bom dia, senhora Crandle. Fiz isso para a senhora. Estou a caminho do meu trabalho, então não posso ficar conversando, mas eu prometo vir tomar o chá de novo! Seus olhos seguem minhas palavras. Ela olha e sorri suavemente, pegando o pote. —Obrigada, querida. —Seu sorriso se volta triste. —Você é uma boa menina, Helena. Caminhando para trás, rapidamente escrevo, “voltarei logo”. Ela responde em voz baixa: —Isso seria adorável, querida. Dou a volta, levanto minhas mãos e bato na porta de Nat. Ninguém responde. Levanto a mão para bater de novo quando a culpa me assalta. Ela e Ash não teriam que acordar tão cedo se não fosse por


mim. Se eu tivesse um carro, poderiam dormir, e o senhor sabe que quando os bebês chegarem aqui eles não vão fazer isso muito nunca mais. A culpa se filtra por meus poros. Sou uma irmã de merda. Baixo minha mão, caminho pelas escadas, e levanto meu telefone ao meu ouvido. Ele responde de imediato. —Hei, está tudo bem? Eu me estremeço em silêncio. —Você não ia passar para me pegar, certo? Sem dúvida. —Estou pronto em três minutos. Nos vemos no estacionamento. Deixo escapar um suspiro de alívio —Obrigada. Uns minutos depois, ele para e baixa a janela para fazer brincadeiras: —Ei, eu não vou ser maltratado de novo, certo? Respondo. —James Whittaker, morda a sua língua. Como se fosse deixar que isso aconteça. Porém, o urso segue dormindo. Meus bolinhos e eu deslizamos dentro e nós vamos. Eu olho e sorrio para mim mesma. Alcançando-o, eu arranho sua cabeça careca com minhas unhas e ele se apoia nela. —Precisa de sorte? Rindo, arranho mais forte.


—Um monte dela. Eu me afasto e pronuncio: —Obrigada por me pegar. Realmente tenho que comprar um carro. Ele olha, seus olhos buscando meu rosto. Franze o cenho um pouco. —Parece um pouco apagada hoje. Está tudo bem? James. Não escapa nada dele. Abro meu pote de bolinhos e divido um na metade. Eu mordo a metade, e me encolho os ombros. —Eu não sei. Quero dizer, pensei que estava bem... até ontem anoite. Eu acho. —Suspiro. —Isto vai soar estúpido, mas eu acho que... —Deus, sou uma perdedora—... eu acho que estou sozinha. Quando nós paramos em um semáforo, James se vira pra mim. Sem perguntar, pega um bolinho do pote e o morde. Seus olhos vidrados. —Cara, isso está bom. — Ele faz outro ruído de prazer antes de afirmar: — Isso não é incomum. Você lembra que eu te disse que mudei para cá por conta própria? Aceno com a cabeça. Os semáforos mudam e ele olha para a rua antes de concordar: —O mesmo aconteceu comigo. É uma mescla de coisas, porém, não é assim? E estar nostálgico e longe dos seus amigos. Não sendo


capaz de sair e visitar as pessoas, já que não conhece ninguém. E está sozinha, certo? Meus olhos se abrem. —Vamos. Realmente você sabe do que eu estou falando. Seus lábios franzem. —Sim, eu sei. Nunca te disse isso, mas eu não teria ficado muito tempo se minha mãe e meu irmão não tivessem mudado pra cá. É duro estar longe das pessoas que ama. Por sorte, tem uma irmã e sua família ampliada aqui. Posso te perguntar algo? Olhando para ele, eu digo: —Pode me perguntar qualquer coisa. — E eu digo sério. —Por que está solteira? Eu

levo

um

momento

para

responder,

porque

independentemente do número de vezes que eu justifiquei me manter longe de uma relação, colocar em palavras é sempre mais difícil. —Quando eu amo alguém, eu amo com tudo o que eu tenho dentro de mim. E quando amo alguém, coloco suas necessidades por cima das minhas. Eu olho para rua. Meu é peito dói enquanto explico: —Não posso me permitir fazer isso. Eu trabalhei muito duro para chegar até aqui, James. Me lembro que enquanto todos os meus amigos saiam, eu estava com minha bunda em casa estudando. Enquanto minhas irmãs estavam comemorando o final do ano com


bebidas em clubes, eu estava com minha bunda em casa estudando. Quando as pessoas estavam namorando com as pessoas com quem elas iam passar o resto da sua vida, eu estava com minha bunda em casa estudando. Tomei uma respiração profunda e completei com uma exalação: —Não vou renunciar o que estou fazendo, não para qualquer um. É por isso que estou solteira. —Soa como uma vida solitária. —murmura com tristeza. Inclinando minha cabeça contra a janela, eu sussurro: —E é, James. Realmente é. Conduzimos no silêncio, e estou agradecida por ele. *** Max — O que está acontecendo com você e Helena? —pergunta Ash enquanto entra na sala de descanso. Inclino minha cabeça e penso nisto por um momento antes de declarar assentindo: —Eu gosto dela. Ash puxa uma cadeira e ele dá a volta antes de se sentar nela e rodar seus olhos.


—Você gosta de iogurte. Você não gosta da Helena. Olho até meu agora pote vazio de iogurte sobre a mesa. Sorrio concordando. —Eu gosto de iogurte. —Sim. —Trick se intromete de onde está lendo o jornal no sofá. Eu me viro para encontrá-lo sorrindo para Ash como um tonto. — Ele gosta de iogurte. Meu corpo se sacode em uma risada silenciosa. Ash move a cabeça em sinal de frustração. —O que seja, —ele me olha nos olhos—se afaste dela. Levanta minhas mãos no ar. —Eu não posso fazer isso, Ghost. Sua mandíbula treme. —O que você quer dizer com não pode? Pode, e poderá, se você gosta de seus dentes. Me levantando, recolho o meu pote vazio e o atiro no lixo. —Sério, amigo, não posso. Ela esteve de acordo em fazer sessões particulares com Ceecee. —Eu me encolho os ombros. —Não posso fazer isso. Seus olhos se voltam mortais. —Mantém suas mãos longe dela. Inclino minha cabeça e penso nisso por um momento antes de responder:


—Não. Saio pela porta enquanto ele desafia com incredulidade: —O que você disse? Sorrindo, e sabendo que está matando-o por dentro, devolvo: —Eu disse que não. Caminho para meu escritório, rindo por todo o caminho. Chupa suas bolas, Asher. *** Helena —Então quando eu disse que não teria relações até que ele deixasse a sua esposa, ele ficou todo irritado comigo. O que? Como eu sou idiota, por que eu quero ser como todos os homens? Puh-leeze— murmura Felicity. Santas bolas da merda, está mulher é minha heroína. Ela sabe o que quer, e não pede desculpas sobre o que tem que fazer para consegui-lo. Sua vida é uma telenovela com um grande T. Com a boca aberta, empurro a sua mão. —Então, o que aconteceu? Seus olhos viram comicamente. Ela pisca com graça.


—De alguma forma, sua esposa encontrou algo sobre seu comportamento ruim. Ela tinha fotos em seu e-mail. Anônimas, claro. Ela examina suas unhas, e logo murmura: — Quero dizer, a loira ficou apagada, mas saiu de queixo em pé. Trocadilho. — Ela dá uma piscada. — Sua cara de orgasmo é tão feia que não podia ser confundida com ninguém mais. Um som afogado me escapa. A risada brota pela minha garganta até que estala forte em mim, forte e sem inibições. Os clientes do café se viram para me olhar, e, normalmente, eu me preocuparia, mas isso é muito divertido para mim para que eu me importe minimamente. Enxugando as lágrimas que escorrem pelas minhas bochechas e eu digo a Felicity: —Você é incrível, sabia? E pensar que eu achei que é era um pouco to... PERIGO! PERIGO! Boca fechada na velocidade máxima! Felicity aperta seus olhos até mim. —O que? Uh oh. Eu não tenho dúvidas em minha mente de que Felicity podia me bater amorosamente a merda fora de mim se ela tivesse que fazer. Mas é minha amiga, e os amigos dizem a verdade. Fazendo uma careta, murmuro: —Posso ter pensando que era um pouco uma loira burra. Eu sinto baby.


Inclinando sua cabeça para trás, ela ri de meu incômodo evidente. —Oh cara! A expressão de sua cara. Sei o que eu pareço, Lena. Ela aumenta seu sotaque de Nova York dramaticamente, move seu cabelo louro tingido, e coloca sua melhor expressão de cara de pato, mas me alegra que não se deu conta que eu tenho merda na cabeça. Sorrindo, eu digo honestamente: —Você é uma das mulheres mais batedoras de bunda que eu conheço, Flick, Ela enruga o nariz. —Nah, eu também te amo... cupcake. Meu corpo fica imóvel enquanto meus olhos se ampliam. Me inclinando até ela, bufo: —Aonde você escutou isso? Ela sorri. —Poderia ter escutado Max dizendo. —Minha cabeça cai na mesa com um ruído surdo e ela ri. —Por que ele te chama assim de todos os modos? Levanto a cabeça da mesa e murmuro: —Ele diz que eu cheiro como doce. Seu rosto se suaviza. Ela levanta uma mão ao seu peito e suspira. —Vamos. Isso é tão adoravelmente Max.


Murmuro contrariada: —Eu sei. Ela sorri. —Tenho que admitir, eu tentei capturar esse homem. —Meus olhos se abrem. Sério? Ela sacode a cabeça com tristeza. —Ele não queria ser capturado. É uma pena. Bato em seu ombro e murmuro: —Oh sim, é um pena. Ela levanta seu copo e bebe um gole de sua água gelada. —Quanto tempo você está envolvida com ele? Eu levanto meu próprio copo em meus lábios, e paro na metade do caminho. —O que? —Max—ela pontua—, quanto tempo você tem estado louca por ele? Eu poderia mentir. Poderia dizer que eu não gostava dele. Que nunca me dei conta de sua forte mandíbula e seus olhos dourados, ou de sua covinha mágica. Mas eu desmorono. Bebendo meu chá gelado, confesso: —Desde sempre. A primeira vez que eu o conheci no casamento de Tina, pensei que tinha morrido e ido para o céu. —Um suave suspiro me escapa. —Nos apresentaram e ele me estendeu a mão. — Um pequeno sorriso aponta em meus lábios. —Ele olhou para baixo


em minha mão estendida e empurrou de lado. E me arrastou em um abraço de urso e me balançou de um lado para o outro. Eu lembro de respirar o seu cheiro. Nem sequer era colônia. Era só ele. Quando me soltou, beijou minha bochecha e me disse que eu estava linda. Respiro. —Honestamente pensei que eu estava apaixonada. Pensei que havia encontrado o homem dos meus sonhos. —Eu me endireito enquanto o meu sorriso cai. — Mas então eu o vi fazer o mesmo quando conheceu a minha irmã mais velha Nina, e eu já não me sentia tão especial. Porém, eu me joguei até ele no casamento de Nat. — sorrindo com tristeza eu encolho os ombros. —, e ele nem se quer tirou o olho do seu telefone. Me ignorou, e se não fosse pouco, ainda me chamou de Helen. Felicity estremece. —Ai. Utilizo minha colher para mistura minha bebida. —Nem se quer me viu. —Bom , então—um lento sorriso se estende pelo rosto de Felicity, — teremos que abrir os olhos. O que ela acaba de dizer? —Oh não. O que seja que está pensado, pode parar, menina. Max e eu nunca seremos nada. Estou bem com isso. Eu cheguei num acordo


com ele. Não temos que nós envolver. Não precisamos de interferências. Muito obrigada. —Termino num gesto cerimonioso. Mas seu sorriso se converte em uma ampla risada. —Quem disse para não interferir? Eu estava pensando mais em mostrar o que está em sua cara o tempo todo. Pisco e rodo os meus olhos. —Não importa. Esse é o ponto. Ele não me quer, Flick. Seu sorriso não vacila enquanto pronuncia: —Nós veremos. Se a sensação de afundamento em meu estômago é qualquer indicativo, estou em sérios problemas.


CAPÍTULO 23 Helena —Está bem—respondo perto de Ceecee, ela puxa limpado o suor em minha testa, murmuro: —Só faremos de vez enquanto. Ceece se desmonta na cadeira, igualmente suando como eu. —Pensei que havia dito que faríamos sessões rápidas? Coloco meus dedos em meu pulso para medir o ritmo cardíaco e suspiro. —Isto foi rápido. Ela soluça. —Sinto que estou morrendo. Quão adorável é está menina? Uma risada é forçada de minha garganta enquanto eu jogo uma toalha e estendo para ela uma garrafa de água. —Sabe por que se sente como se tivesse morrendo, pequeno gafanhoto? Abrindo a sua água, ela murmura um irritado: —Por quê? Precisando fazê-la entender, eu me aproximo na frente dela, estendo minhas mãos, e quase grito:


—Devido ao fato que você deixou de fazer exercícios! —Quando ela fica brava, eu me explico: —Seu corpo está em choque agora mesmo, porque não fez durante meses. Você se lembra como se sentia depois de se exercitar? Aposto que apenas suava. Olhando minha cara, ela observa meu suor e responde: —Então? Qual é a sua desculpa? Secretamente amando sua faísca brilhante, eu não me contenho. —Um amor aos doces e um sofá que é muito bom para o meu próprio bem. —Ficando de pé, sorrio para ela e estendo minha mão. Ela bate sua mão sobre a minha debilmente e eu me regozijo: —Estou orgulhosa de você. Você me impressionou hoje. Eu vi. Eu senti. Está pronta para voltar a fazer isso. Enquanto caminhamos lado a lado, eu advirto: —Para que você saiba, vai doer amanhã. —Ela geme, mas eu falo sobre ela. —é por isso que faremos outra sessão amanhã. Mais rápida que a de hoje, mas temos que empurra mais além dessa barreira. —Ela me olha como se estivesse brincando, mas nego com a cabeça. —Eu sinto muito, cara de anjo. Você pode me dar esses olhos bonitos tudo o que quiser, mas isto acontecerá. Fizemos um trato. Ela gira sobre as rodas e murmura em voz baixa: —Está muito tarde para voltar atrás? Sorrindo, envolvo um braço ao redor de seus ombros e aproximo de mim.


—Claro, doce de mel. Estamos nisto por um longo prazo. Eu estou. Definitivamente eu estou. *** Helena Eu sabia que estava em problemas a segunda vez que Felicity se convidou para se arrumar em minha casa para nossa noite de sábado. Então quando ela aparece com uma maleta, provavelmente eu não deveria estar surpresa. Quero dizer, eu estava. Mas não deveria estar. Com Tedwood atacando meu tornozelo, eu seguro a porta para ela. Quando ela entra, ela olha meu apartamento e assobia longo e baixo. —Merda. Você não me disse nada, menina. Eu não sabia que você tinha dinheiro. Olhando meu apartamento com confusão, eu perguntei: —Estou falida. Por que diabos você pensa que eu tenho dinheiro? Ela aperta os olhos, e me pergunta: —Como você conseguiu esse lugar?


—Minha irmã e seu esposo são donos do edifício. Uma expressão ah-agora-eu-entendo bate em seu rosto. Olhando meu livro, pergunto com cautela: —Quanto paga de aluguel? Eu me encolho os ombros. —Uns mil por mês. Ela ofega. —Sério? —Só posso olha-la fixamente. Balanço a cabeça com incredulidade e pronuncio: —Você não tem ideia de quão caro está o aluguel nesta cidade, certo, docinho? Minha garganta se fecha. Oh não. O que haviam feito agora Nat e Ash? Não mais forte que um sussurro eu pergunto, com os olhos abertos: —Quanto? Seu lábio se eleva em um canto enquanto ela pensa. —Para um lugar decente como este, eu diria que entre dois e meio a três mil dólares por mês. Talvez ainda mais com essa segurança restrita. Não me diga. Sussurro: —Não me diga. Ela bate em meu ombro com seu braço e me sorri. —Tem sorte de ter uma família que te ama tanto.


Ainda aturdida pela avalanche de informações, murmuro com ninguém em particular: —Estou começando a ver isso. Nat havia me chamado em um ataque histérico emocional no dia que ela e Ahs dormiram acidentalmente, sem ser capaz de ir trabalhar. A parte desviada de minha mente disse que ele se aproveitou, iniciar a viagem de culpabilidade tão expressa por ele que Nat sempre faria o que ele pedia. Mas logo me dei conta de que não só durante meu tempo aqui foi maravilhosa, solidária e amorosa, senão que ela e Ash haviam sofrido mudanças importantes em suas vidas sem se queixarem. Prontamente eu lembrei que sempre estaria em dúvida por me mudar pra Nova York seria menos dolorosa do que poderia ser. Porém, eu os amava. James felizmente havia aceitado o dever de me levar ao trabalho e de volta para casa, se não era estranho demais para mim, suas palavras. Estava totalmente de acordo com isso. Não só significava que minha irmã e seu marido seriam capazes de dormir, tirando um pouco da minha culpa, senão eu seria capaz de passar um pouco de tempo com James, a sós. Nat não estava muito certa disso. Argumentei que precisava fazer amigos aqui. Respondeu que o único amigo que precisava era ela. Merda. Para minha surpresa absoluta, foi Ash que falou com Nat para que isto ocorreria. Ele disse a Nat que era natural se sentir protetora comigo, mas James parecia ser um cara legal.


Eu poderia ter beijado ele então. Está bem, está bem. Eu o beije. Um grande beijo do qual não teve nenhuma possibilidade no inferno de escapar, justo nos lábios. Ele fez uma careta e se encolheu. Pisquei um olho e soprei outro beijo. Ele me rodopiou, mas senti o amor. Então eu acho que não deveria ter me surpreendido que Ash me deu um valor de alguel falso. Mas estava um pouco irritada a respeito. Mas doída do que irritada, eu acho. Cobrindo meu rosto com as mãos, gemo em voz alta. —Oh Deus, isso é o que eu sou? A irmã pobre? Ugh. Isso é uma merda. Felicity ri. —Não se preocupe. Estou certa que vão te pedir que cuide dos filhos, e eles farão sabendo que não pode dizer que não. Eu raciocínio um instante. —Wow,

conhece

minha

irmã?

Porque

eu

acho

que

espiritualmente a canalizaste ali por um segundo. —Olhando até sua maleta eu pergunto com cuidado: —Então, o que você tem ai? Uma cabeça cortada? Sorrindo como o gato de Cheshire11, simplesmente ela ergue suas sobrancelhas, ela se ajoelha e abre a o zíper da bolsa. Desprende a tampa para montar um salão portátil.

11

Gato misterioso, personagem de Alice no país da Maravilhas


—Eu te disse que faríamos que Max te veja, não? Eu farei exatamente isso. Já balançando a minha cabeça, eu me oponho. Totalmente. —Não, não, não, não. Não. Não. Felicity sorri. Seu sorriso é imenso. E uma Felicity sorridente é algo a se ter em conta. É tão condenamente linda que sentia que mudaria de equipe por ela. —Escute, não estou pedindo que faça nada que se sinta mal. Só me deixa fazer sua maquiagem e te vestir essa noite, isso é tudo. O que de tão mal pode acontecer? Nem sequer terá que escolher sua roupa interior. Ficará mais fácil. Me dou conta que não havia discussão nisso. Tinha esse olhar em seus olhos. Deixo escapar um suspiro longo e agonizante. —Não saia curta. Não shorts curtos. Nada que mostre as pernas. Um olhar confuso cruza seu rosto. Baixa um olhar até minhas pernas descobertas e enruga o nariz. —Por que não? Você tem pernas assassinas. Quero dizer, você não é alta, mas são bem formadas e firmes. —Ela se agacha para beliscar a pele de minha coxa, incapaz de conseguir um apertão. —São malhadas, cadela. O que acontece? Como explicar sem soar como louca? —Bom. Está foi a forma em que vim de casa. Nina mostra as pernas. Nat mostra as pernas e seios. E eu, porém, só mostro um pouco


de decote. Nunca gostei de minhas pernas, mas eu gosto dos meus seios. Sem querer mostrar demais, sempre escolhi expor os seios, em vez de pernas. Capisce12? Ela me olha atônita durante meio minuto antes de falar. —Você é tonta como uma merda. Tem sorte que seja linda. — Com essa frase, me mostra porque gosto dela. Ela me lembra da relação que eu tinha com minhas irmãs. Eu amo isso. Dito isso, apenas nos colocamos em concordância da roupa. Quase brigamos por ela. Finalmente, me decido por um verde multicolorido de chiffon floral. O vestido é longo, mas coberto, requer uma mini calcinha , e mostra uma boa quantidade do decote. Depois de prová-lo e examiná-lo embaixo de cada fonte de luz possível, eu o considero bom. Quando me rendo, Felicity quase se ajoelha em gratidão. —Obrigada por isso! Vamos em frente. Ela passa uma boa parte da próxima hora arrumando meu cabelo e maquiagem. Despenteando ligeiramente meu cabelo escuro, deixando longas mechas em minhas costas, e fazendo meus olhos escuros e esfumados.

12

Entendeu em italiano


Eu tenho que admitir... eu gosto da forma que ela fez isso. Eu me via sexy, e essa não era uma palavra que eu usaria para descrever a mim mesma. Discutimos de novo sobre os sapatos. Eu não gosto de saltos, nunca gostei. Eu gosto de sandálias de tiras ou rasteirinhas de salto baixo. Isto era simplesmente uma coisa de comodidade. Eu provo oito pares de sapatos antes que Felicity comece a se arrumar. Se eu não houvesse visto, eu não teria acreditado. Ela se arrumou para se transformar em um supermodelo em quarenta minutos. E em segredo eu a odiava por isso. Ela se decide por um vestido de botão branco. Quem sabia que podia fazer algo tão puro virar tão sexy? Deixando abertos os três botões superiores para mostrar seu sutiã preto, envolve um cinto preto com força ao redor da sua cintura e coloca um par de sandálias de tiras pretas. Olhando até seus sapatos, eu franzo o cenho. Ela roda os olhos. —Oh, por favor. Se você fosse tão alta como eu, você entenderia. Tente conhecer um homem vindo como uma amazonas. Os homens não gostam que as mulheres sejam mais altas que eles. Triste, mas certo. —Passando os dedos pelo cabelo, ela passa um monte de máscara de cílios e brilho nos lábios, logo dobra as mangas curtas de seu vestido e se vira para mim, com um sorriso de orelha a orelha. — Estamos bem, baby, mas eu juro por Deus que se Max não te olhar esta


noite, da forma em que você está, eu vou comprar para você uma dúzia desses biscoitos que você gosta de consolo. Salivando, quase grito: —Feito! Isso vai ser interessante. *** Helena No momento em que chegamos a The White Rabbit, algo está diferente. Pela primeira vez desde que eu estive em Nova York, eu me sinto feliz de estar fora entre as pessoas, sem me sentir cansada. Eu acho que tudo está ficando a sua maneira. E eu estou feliz por isso. Felicity e eu nos aproximamos da entrada, aonde B-Rock, o careca e enorme guarda da segurança afro americano, nos faz beijar sua cabeça antes de entrar. Ele é um cara doce e nos diz que sua esposa, Honey, acaba de dar a luz ao seu quinto filho na semana passada. Ele consegue o dobro de beijos por isso. Felicity e eu pegamos a mão uma da outra enquanto nos deslizamos através da multidão até as escadas, onde uma nova Alice está organizando a área VIP só para a família. Depois de ter estado aqui algumas vezes antes, sei o protocolo. Sorrindo, começo: —Olá. Estamos na lista. Helena Kovac e amiga.


Alice levanta os olhos até nós. Com a cabeça baixa, verifica a lista e nos deixa entrar sem uma palavra. A maioria das pessoas pensaria que é uma cadela, mas posso ver de imediato que a menina só é tímida e, provavelmente não está acostumada a trabalhar com pessoas. Subimos as escadas, e antes que eu pise no último degrau, eu as vejo. Nat, Mimi, Lola e Tina se sentam em um lado da cabine, enquanto Nik e Trick se sentam do lado oposto. Todos estão sorrindo e rindo, já passando um bom tempo. Não posso deixar de sentir meu estômago se enrolar ao ver Max sentado ali. Quero dizer, sei que o cara tem que trabalhar, mas ainda estava esperando vê-lo. Mentalmente baixo minha cabeça envergonhada. Está bem, está bem. Seja honesta. Na realidade só vim aqui para vê-lo. Ugh. Eu sei. Patético. Colocando um sorriso, eu junto o meu braço através de Felicity, e nos aproximamos da cabine. —Olá, pessoal! —grito quando nos aproximamos ao lado. As mulheres se viram até mim sorrindo, mas ficam boquiabertas rapidamente. Nat é a primeira a falar. —Merda. Tina pisca, e logo concorda. —Sim. Lola assobia.


—Maldita seja, Lena. Mimi me come com os olhos com admiração. —Ah sim, eu gostei desse vestido. Um rubor esquenta minhas bochechas. Murmuro: —Ah , obrigada. Eu acho que não conhecem Felicity. —Logo eu suspiro e a puxo colocando na linha de fogo. Felicity as manejam como uma profissional, cumprimentando a todo mundo com sorrisos, apertando mãos e as elogiando pelo que estão usando. É como se ela tivesse sido feita para estar rodeada de pessoas. Eu me deslizo junto a Nik, e Felicity se senta ao meu lado, já falando despreocupadamente com as meninas. Estou conversando ao meu redor, mas não escuto quase nada do que dizem. Estou ocupada demais olhando ao redor. Procurando alguém. —Ele está lá em baixo, na sala de segurança com Ash. —ele sussurra em meu ouvido. Minhas bochechas ardem. Levanto o olhar até Nik, e gaguejo: —Não sei... Quero dizer, eu não o estava proc... —Ele levanta uma sobrancelha quando baixa o olhar até mim, eu sei que estou fodida. Eu desmonto. —Sou tão obvia? Ele baixa a voz em um nível. —Não para ninguém exceto para mim. Eu vejo a todos. Eu me sento e sorrindo sem nenhum sentimento, fingindo escutar a conversa enquanto tomo minha bebida. Deveria me levantar


e dançar; Deveria pedir a Felicity que dance comigo. Isso é o que faz as pessoas quando vão aos clubes, não? Dançam... eu acho. Dando uma cotovelada em Felicity, ela pega a indireta e sai da cabine. Eu digo a todos: —Vamos lá em baixo dançar. —Mas de alguma maneira terminamos no bar, falando com Sheriff e tomando doses de tequila. Depois de quatro doses, sei que estou começando a me embriagar. Como posso saber disso? Em primeiro lugar, estou começando a pensar que tudo é hilário. Em segundo lugar, estou começando a perder a função das minhas pernas. Felicity me ampara para me colocar de pé. —Vamos! Vamos dançar! Quando eu paro, eu tropeço em meus pés e ambas começamos a rir. Me sentando de novo no banco, digo: —Vou passar. Siga em frente. Vou te olhar. Sem necessidade de perguntar mais, ela se dirige até o mar de gente, e longo está se balançando e se esfregando com um cara muito atraente. E esse cara é mais alto que Flick. Um bônus. Felicity: Você ficaria totalmente irritada se eu fosse para casa com esse cara? Eu me concentro com força na tela do meu telefone antes de gargalhar. Eu a encontro na multidão com meus olhos, ela faz um beicinho, e eu respondo sua mensagem sorrindo.


Eu: De nenhuma maneira! Só estaria irritada se não conseguisse um orgasmo dele. Se divirta! Levanto o olhar até ela, e o cara ao azar está chupando o seu pescoço. Lendo a mensagem que eu enviei, ela levanta seus polegares no ar. Eu sopro um beijo e me viro para o balcão. Alguém ocupa o banco do lado do meu, mas eu não olho. Grito sobre a música. —Sheriffe, eu preciso de uma dose aqui! Mas a pessoa ao meu lado estica sobre o balcão e coloca dois copos de doses e uma garrafa de tequila. Coloca um copo na minha frente e eu fico de boca aberta. —Eu acho que não é permitido fazer isso. —eu digo. Eu olho para cima e sorrindo, olhos dourados se encontram com os meus. —Com certeza eu posso. E meu coração infla. Sorrindo com uma louca, eu me inclino para frente e envolvo meus braços ao redor do seu pescoço, espremendo contra mim. —Max! Eu estava pensando em você! Eu te perdi! Sinto seu corpo quieto. —Você me perdeu? —Duh! —Oh cara, devo estar completamente bêbada. —Eu estava te procurando! —Anule isso.


Seus braços se envolvem ao redor de mim. Ele me dá um suave aperto antes de me liberar. Seus olhos dourados baixam para olhar os meus quando diz com toda seriedade: —Eu estava te procurando também. Sem vontade de deixá-lo ir, coloco minha mão em sua coxa e eu sorrio. —Eu me vesti elegante. —Agradeço aos deuses de cima por deixar de fora “para você”. Seus olhos varem meu vestido transparente e piscam um momento antes de se fecharem. Ele murmura com voz rouca: —Posso ver isso. Você está impressionante. É então quando eu divago. —Minha amiga Felicity me ajudou. Eu não gosto realmente de todas as coisas de meninas. Quero dizer, eu escolhi minha lingerie. Realmente não sei como me fazer atrativa para o sexo oposto. Eu devo ter perdido essa aula. Max faz um som de afogado antes de beber sua dose e então eu a minha. Tossindo, pergunta: —Você está procurando um homem esta noite? Minha mente repentinamente fica sóbria. Sorrio suavemente, mas é forçado. —Claro. Quero dizer, sou humana, não? Tenho necessidades como qualquer outra pessoa.


Ele me olha bem antes de dizer: —Você quer saber o quanto é atraente para o sexo oposto, Lena? —Meus olhos se abrem. Max está a ponto de transmitir sua sabedoria para mim. Ele daria a chave do seu coração. Tenho que escutar, e eu escutarei! Levantando uma mão, ele afasta suavemente os cabelos solitários de meu rosto, baixa seus lábios à cartilagem da minha orelha e sussurra: —Respire, baby. Meu fôlego me deixa em um suspiro. Então digo a coisa mais estúpida que poderia dizer agora mesmo. —Por favor, me beije.


CAPÍTULO 24 Helena —Por favor—imploro através de um suspiro trêmulo. —Por favor, me beija. —Vamos, querida. Você nem gosta de mim. Agora você está bêbada. Esticando minha mão, pego suas mãos longe de sua cara e as seguro forte. —Não estou bêbada. —Mas ele me olha de uma forma que eu sei que ele sabe que estive bebendo, assim ajusto minha última declaração. —Não estou tão bêbada. Estou embriagada um pouco. Sou uma croata, amigo. Eu preciso de monte álcool para me tombar. Ele duvida, mas neste momento, estou disposta fazer o que seja para ter esses lábios sobre os meus. Qualquer coisa. Até jogar sujo. Jogo como seus dedos e olho a suas masculinas mãos. São lindas mãos. —Sabe a última vez que estive com um cara foi á quatro anos? Sério. Max. Faz quatro anos! E isso está se acumulando em mim, já sabe, essa sensação? Eu só... eu só realmente quero voltar a sentir isso. —Luto com um suspiro;—Pareço como um louca, certo?


Quanto levanto meu rosto de novo, estamos nariz com nariz. Seus olhos buscam os meus por um longo momento antes de gentilmente pressionar seus lábios nos meus. Meu estômago cai. Ele mantém seus olhos em mim, observando por uma reação. O beijo dura poucos segundos e é agradável, mas enquanto ele se afasta, eu faço cara feia. Isso foi tudo? Levantando a sua mão, corre seu polegar pelo meu lábio inferior e diz: —Bem? —piscando, o discurso me escapa. Simplesmente eu aceno. Seu olhar se move até meus lábios, e sem planejar se separaram rapidamente. Max fecha seus olhos e murmura: —Estou tentando ser bom. Pare de fazer isso; Estou confusa. —Fazer o que? Levantando sua mão belisca a ponta do seu nariz. —De ser sexy. E minha boceta se inunda. Quando discretamente aperto minhas coxas contra a sua, Max vê. Seus olhos brilham. —Foda-se. Agora que você fez. —Seus cálidos lábios conectam com os meus, mais duros que a última vez. Um braço ao meu redor enquanto a outra mão puxa o meu cabelo. E dói. Eu me queixo. Oh


Deus, dói tão bem. É como se ele soubesse exatamente o que eu preciso. Meus olhos fecham. Gemo em sua boca. Eu me separo só um segundo para suspirar. —Mais. Minhas mãos acariciam seu amplo peito um momento antes dele enfiar sua fria língua em minha boca. Ele sabe como é frio, a menta doce. Em um momento de pura felicidade, eu suspiro nele e puxo sua camisa. Inclinado sua cabeça para o lado, ele aprofunda o beijo, me agarrando mais perto. Seus lábios deixam os meus. Deixa pequenos beijos sobre os meus lábios antes de delinear minha mandíbula, baixando até minha garganta, beijando uma linha até embaixo do vale dos meus peitos. Meus mamilos ficam rígidos; eu os sinto roçar contra o fino material do meu vestido. Maldição. Não posso parar. Quero isso tanto. Baixando minha cabeça coloco meus lábios em seu ouvido e sussurro: —Me leve para algum lugar... Seus lábios se detém e ele se afasta, cobrindo os seus olhos com as suas mãos quase nos punindo. —Você me tem fodido. —só o suficientemente forte para que eu escute, murmura em suspiro. —Você tem seriamente me fodido, docinho.


Ele se move para me colocar de é, eu pego seu pulso e pergunto surpreendida. —A-aonde você vai? Evitando meu olhar, ele coloca suas mãos em seu bolso e olha para o chão. Respirando profundamente, responde em uma expiração: —Você não me quer. Não se preocupe; eu não a estou julgando. Eu entendo. É estranho. —Ele solta um longo respiro. —Eu também faço—Parecendo estar com dor ele fecha os olhos. —E vendo como eu te vejo, cheirando como cheira, com meu pênis dolorido apenas por ficar um metro de você, é difícil dizer que não. Ele se afasta de mim, concordando: —Mas você merece algo melhor. —Ele vira e se afasta de mim. Oh, inferno não. Eu poderia ter superado isto uma vez, mas não vou suportar de novo. Eu me levanto tão forte que meu banco treme enquanto eu vou atrás dele. Alcançando-o, estico minha mão e pego o seu braço. Ele me olha confuso, mas eu o corto, irritada como o inferno. —Não se atreva a fazer isso. E não me diga que você sabe o que é melhor para mim. —Faço uma pausa e depois pergunto cuidadosamente. —Você me quer? Ele balança a cabeça. —Esse é o ponto. Meu coração dói.


—É exatamente o ponto. Me responda. Você me quer ou não? — Porque se não me quer, eu vou embora e eu não me lembrarei que isso aconteceu. Farei o que eu puder para manter minha relação com Ceecee e ajudá-la até quando ela precisar. Max e eu voltaremos a ser amigos. Ele se aproxima mais de mim, e coloca sua mão em minha cintura. —Eu quero você. Eu te quero mais do que eu quis alguém em minha vida. Eu não posso acreditar nosso. Realmente ele acaba de dizer isso: Oh Deus. Ele fez. O que ele acha que eu vou fazer com isso? Me afasto, para não assustá-lo, eu envolvo meus braços ao redor de seu pescoço e puxo seu rosto até o meu. Com a largura de um cabelo de distância em seus lábios dos meus, eu digo: —Então me leve para casa. Alcançando minhas mãos, ele as pega e as abaixa. —Não posso te dar nada. Eu não quero uma relação, Lena. E os sinos cantam em meu ouvido. Sorrio de orelha a orelha e depois eu rio. —Eu também não. Suas sobrancelhas se franzem. —O que? Eu não estou brincando, cupcake. Eu não quero uma relação.


Minhas mãos aplaudem frente ao meu peito e murmuro: —Querido Deus, ele é perfeito. —Sorrindo eu o digo: —O mesmo aqui. Eu não quero uma relação. Eu ralei minha bunda para chegar onde estou. Eu não preciso de um homem para fazer minha vida completa. Só quero um pouco de diversão. Ele endireita, pensando no que eu acabei de dizer. Ele me pergunta: —Então o que seria exatamente isso? Eu encolho meus ombros. —Sem amarras. Amizade. Sexo. Afeto. O que seja. Seus olhos se abrem ligeiramente. —Isso soa bastante bom, de fato. —Mas seu rosto cai. —O que acontece com Ceecee? —Amo Ceecee. Continuarei fazendo os exercícios com ela e me certificarei que ela não saiba de nós. Ele coça a parte de trás da cabeça. —Eu não escondo as coisas da minha filha. Eu teria que dizer a ela. Huh? —Você vai dizer o que, Max? —Eu me inclino para frente e sussurro fortemente: —Que estamos transando? Seu rosto fica sério.


—Não, mas eu teria que dizer que eu gosto de você e que somos mais que amigos. Eu direi que você é minha namorada, pelo tempo que queremos fazer isso. Então. Quando você se cansar de mim, eu só direi que nos separamos. Sua namorada? Meu coração começa a palpitar. Eu engulo duro. —Mas seriamos somente amigos que estão fazendo sexo, certo? Eu não seria realmente sua namorada. Certo? —Eu não compartilho. Se você quer dormir com alguém mais, nós terminamos, certo? Meu nariz se enruga. —Eu não estava planejando dormir com ninguém mais, Max. Um pequeno sorriso aparece em seu rosto. —Amigos que compartilham afeto e dormem juntos. Eu acho que isso te faz minha namorada, baby. Meu estômago e coração dão um volta ao mesmo tempo. Eu gostei que ele meu chamou de baby. Talvez não seria tão má ideia que ele me chame de sua namorada. Então sabendo que esse término é uma fabricação do que realmente estaria acontecendo. —O que diremos aos outros? —pergunto silenciosamente. Ele envolve seus braços ao redor de minha cintura, me puxando até seu peito.


—Exatamente o mesmo que diremos a Ceecee. —Ele se inclina para me dar um beijo nos lábios. —Eu não te manterei em segredo, Lena. Eu olho a distância, e minha mente trabalhando a quilômetros por hora. —Eu terei que dizer a James então. Ele poderia me dizer que não posso trabalhar mais com Ceecee. Agora é definitivamente um conflito de interesses. —Me deixe falar com ele. Eu te levarei para casa está noite, dormiremos ali, e então diremos a Ceecee de manhã durante o café da manhã, sim? Oh meu Deus. Isto está realmente acontecendo. —Bem. —Eu sorrio. —Sim, certo. Então realmente estamos fazendo isso? Seu nariz toca a ponta do meu e então captura meus lábios em um doce, mas firme beijo, me deixando sem respiração. Ele se afasta e minhas pálpebras piscam enquanto diz em uma risada. —Foda-se, sim. Estamos fazendo isso. Os beijos começaram quando saímos do carro. Abro minha porta, dou um passo para fora, e me apresso a subir as escadas de meu apartamento, mas Max tem outros planos. Logo que meus pés tocam a calçada, seus braços rodeiam minha cintura por detrás, mantendo meu corpo quieto. Eu viro em seus braços e quando eu vejo o sorriso em


seus olhos, eu me derreto. Não é justo que alguém seja tão lindo. Somente não é. —Olá. —murmura Sorrio. Como não retribuir? —Olá. —Ele me puxa da calçada, segurando as minhas bochechas quando seus lábios batem nos meus. Eu me agarro ao seu lado, tentando não cair, ainda estou certa que ele me seguraria. Ele beija a minha boca, depois passa seus lábios por meu lábio inferior, mordendo e depois aliviando a dor com gentis e cálidos beijinhos. Meu coração dói pela suavidade com que sua boca cai sobre a minha. Estes despretensiosos beijos são intoxicantes. Pronto, eu me sinto rápida e feliz sabendo que estaremos em meu apartamento arrancando nossas roupas. Minha boceta dança em aprovação. Contra meus lábios, ele murmura: —Eu não acho que deveríamos fazer sexo está noite. Choque corre no meu corpo, matando minha embriaguez. Minha mandíbula cai e eu pergunto em um sussurro: —O que? Levantando uma mão, ele busca o meu rosto e fica nas pontas do meu cabelo. —Escuta, você estava bebendo, e eu preciso estar certo de que quer isto tanto quanto eu, ou vamos ter problemas.


Oh, homem. O álcool em meu corpo reage e pende sua cabeça de vergonha e balança sua cabeça e minha vagina coloca a suas mãos em seu quadril e lança um olhar. Eu agarro e puxo a gola de sua camisa, sorrindo duramente. —Eu estou bem. Eu juro. —Meu sorriso cai. —Por favor, não me negue sexo. —Eu rio nervosamente. —Passou tanto tempo que eu poderia ficar louca. Seus lábios batem na minha testa. Sua respiração me esquenta enquanto ele fala suavemente. —O que é um outro dia, quando se passou quatro anos? Ele tem um ponto. Mas eu fico de cara feia e me queixo. —Mas eu quero sexo agora. Alcançando atrás de mim, suas grandes mãos apertam minha bunda. Olá! Ele me aproxima de seu corpo e meu estômago se afunda violentamente enquanto algo quente, grosso e duro se aperta contra a suavidade de minha barriga. Ele responde roucamente. —Eu também. E eu quero muito, mas quero esperar. Só até amanhã. Suas mãos apertam minha bunda com mais força. Seus olhos fecham enquanto ele empurra mais forte contra meu ventre. Com um dolorido gemido, ele se afasta, e eu mordo o lábio para deter meu sorriso. Eu fico satisfeita em saber que eu não sou a única que está


sofrendo. E porque tenho tanta classe como um elefante em um tutu, eu olho diretamente até a sua ereção e suspiro. —Oh meu... —Enquanto toco minhas pontas dos dedos contra a minha boca. Se o contorno da sua protuberância é algo para me guiar, vou ficar muito dolorida amanhã à noite. E estou esperando por isso. Holla! Sem tirar os olhos de sua virilha, eu suspiro. —Bem. Esperamos. Esticando a sua mão até mim, eu a pego e aproveito o calor de seu corpo. Ele entrelaça nossos dedos e caminhamos ao meu apartamento em um cômodo silêncio. Em algum momento entre aqui e ali, ele me bate. Estou parada na frente do meu apartamento, de mão dadas com o cara por quem estou apaixonada, e ele me deseja como eu desejo a ele. A felicidade me esquenta. Deixo sair um suspiro contente. Já não me sinto sozinha. Tirando minha chave , eu tiro a trava e abro a porta. O segundo em que eu caminho para dentro, Tedwood se lança até mim. No último segundo, ele se dá conta que eu tenho companhia e em vez de cravar em minha perna, ele se volta passeando, ronronando e se esfregando contra a panturrilha de Max. O pequeno verme! A irritação borbulha através de mim. Sem pensar, eu me ajoelho e baixo meu rosto até sua pequena cara, aponto a seu nariz, e sussurro:


—Eu sei que você está fazendo... eu não gosto. Piscando até mim, Teddy caminha até mim e lambe a ponta do meu dedo. Qualquer um que veria esse gesto como terno. Eles fariam Ohh e Aah e me diriam quanto carinhoso é o meu pequeno gatinho. Mas sei o que isso é. Este é Tedwood zombando de mim. Estou sendo zombada por um maldito gatinho. Eu me levanto, tiro os sapatos, e faço um gesto com minha mão enquanto caminho até a cozinha. —Este é Tedwood. Teddy carinhosamente. Ele me odeia, mas finge que ele gosta de mim quando tenho companhia. Ele gosta de zombar de mim me deixando que eu acaricie aproximadamente quatro vezes e não mais, e converte minha mão em carne picada. Também ama rasgar minha roupa. Oh e ontem, fez um cocô gigante de gato em meus tênis favoritos. Enchendo um copo de água. Tomo um gole e olho Max levantar Tedwodd, segurando frente ao seu rosto com um severo olhar. —Escuta aqui, pequeno homem. Se incomodar sua mamãe, você incomoda a mim. Então se eu fosse você, eu acabaria com a palhaçada, tudo bem? —Com seu dedo, roça atrás de sua orelha. Segurando Teddy debaixo de seu braço, sorri até mim—Ai está. Se tiver mais problemas me diga. Eu o colocarei na linha.


Meu coração sorri. Doce, bobo Max. Max caminha até onde eu estou e pega o copo de água das minhas mãos, tomando um grande gole. —Então, só vai ficar ai acariciando minha gatinha13 toda a noite? Água se espalha por toda a mesa, e eu sorrio enquanto Max tosse e cospe. —Jesus, docinho. — Tosse um pouco mais. —Você está me matando. Coloco minha mão em seu peito e o torturo um pouco mais com uma risada. —Sua regra, não a minha. Lembra-se? —Ele coloca Teddy na mesa, lança até mim um malicioso sorriso, então alcança sua camisa, a agarra, e ele tira por sua cabeça. Dou um passo para trás e engulo. — Você disse sem sexo. Vindo até mim, ele puxa a fina corda ao redor de minha cintura e meu vestido se afrouxa. —Eu disse sem sexo. Eu não disse que não iria te tocar essa noite. Meu vestido cai em um ombro, revelando minha obra de encaixe negro. Outro passo para trás, e o outro ombro cai, o vestido cai até

13

Com gatinha no original em relação a sua boceta.


meus pés, me deixando com uma mini calcinha preta, e minhas sandálias. Obrigada Deus todo poderoso pelas luzes baixas. Eu não posso esconder muito, vestida assim. Max dá um passo para frente e eu o toco. Seu magro e musculoso corpo me tenta. Meu abdômen aparece um pouco e eu levanto uma mão para cobri-lo. Ele balança sua cabeça. —Não faça isso. Eu quero te ver. Eu imaginei isso milhões de vezes, então realmente, não é nada que eu não tenha visto já. Minhas bochechas esquentam. —Não sou perfeita. Ele estica seus braços para os lados. —Eu também não. Antes que minha mente pense, minha boca se abre e canta. —Sim, você é. Ele me olha. Com suas mãos fechadas ao seu lado, posso ver as veias em seus braços incharem. Seu corpo tenso, seus peitorais brincando. Poderia estar errada, mas penso que disse algo que o irritou. —O que está errado? Com a mandíbula oprimida, ele diz entre os dentes apertados. —Só estou tentando não tirar essa micro calcinha e te foder sobre a mesa, isso é tudo.


Santo Deus misericordioso. Engulo duramente e depois balbucio: —Eu-uh... eu não me importaria. Ele caminha lentamente até mim, seus olhos nunca deixando os meus. No caminho ele desabotoa o cinto, o tira, e o deixa no chão. O golpe do cinto caindo no chão faz eco em meu apartamento. Ele tira os sapatos e meias, deixando um caminho de roupa atrás dele. Então ele está vestido só com seu jeans escuros, seu peito e pés livres. Ele é o cara mais sexy que vi na minha vida. Meu coração acelera e minhas palmas suam. A única coisa mais sexy que isto seria se estivesse usando os óculos. A imagem na minha mente me dá calafrios. Ele para a um metro de mim, a luz da lua bate em um lado do seu rosto. Seus olhos dourados brilham quando passam sobre o meu corpo exposto. —Você é ainda mais linda do que eu tinha imaginado. Meu cérebro fica em choque e causa um curto circuito em alguma parte. Eu cuspo: —Eu tenho o bumbum gordo. Seus lábios se torcem e roça o queixo. —Eu tenho que ser honesto. —Ele dá um pequeno passo para frente, se inclinado até que seus lábios tocam minha orelha. —Sua bunda me deixa mais duro que o inferno, baby. —Eu balanço, e involuntariamente, meus olhos fecham. Dou um suspiro enquanto suas


mãos apertam minha bunda. —Essa bunda — aperta mais forte, ao limite da dor—, esta bunda me manteve acordado durante a noite — suspira e baixa a voz em um sussurro—, e nunca nem sequer tinha perdido o sono. Isso. É. Tudo. Gemo e depois pisco. —Ugh! Você não poder dizer coisas como essas, Max! Seus lábios se levantam nas bordas. —Claro que eu posso. Eu acabo de fazer. Rodo meus olhos. —Não, quando planeja manter seu pau em suas calças não pode! Suas mãos se deslizam desde a minha bunda até meus quadris. Ele olha nos olhos e diz lentamente, significativamente. —Quem disse qualquer coisa em manter em minhas calças? E minha boceta dispara em um frio e duro desmaio.


CAPÍTULO 25 Max Olho esses maravilhosos e brilhantes olhos verdes e uma pequena parta da amargura dentro de mim morre. Ela não somente me olha. Ela vê mais em mim que a maioria das pessoas, e não sei por que estou deixando que isso não passe. Isso não vai terminar bem. Não vai terminar bem para mim. Enquanto ela está de pé em nada mais que sutiã preto e uma mini calcinha que é tão mini que basicamente é microscópica, eu pego o seu quadril fortemente. Se eu não faço, eu a tirarei ao chão, arrancarei suas roupas, e a foderei como um animal. E Helena não merece isso. Ela é uma dama. E merece algo bom. Meu coração bate no mesmo ritmo que do meu pau. Eu quero dar a ela algo bom. Eu quero me entregar a ela. Meus olhos correm ao longo do seu corpo e eu não posso acreditar o sortudo que eu sou. Está pequena mulher tem uma suave pele de porcelana, longo, escuro, cabelo ondulado, peitos que se derramam para fora de seu sutiã, um ventre suave, pernas firmes e uma bunda que qualquer homem estaria orgulhoso de dizer que é sua, sem mencionar seus sexys lábios cheios.


Mas há mais. Há mais, e eu não quero admitir. Estou começando a sentir algo por ela. Algo mais que amizade. E sei que deixar que isso passe, vou pagar por isso com meu coração de novo. De novo. *** Helena Arrastando ele por trás de mim, eu empurro para dentro do meu quarto, eu me movo para acender a lâmpada de um lado da cama, enchendo o quarto com uma luz suave. Caminho até o pé da cama, aonde eu deixo ele de pé. Quando eu o alcanço, olho para ele enquanto eu dou um puxão no botão de sua calça. É mais difícil que parece. Eu dou um puxão até que ele decide cooperar. Quando finalmente se solta, eu suspiro de alívio. Ele aperta a minha bochecha eu me inclino e baixo seu zíper. E por fim, ele está aberto para mim. Virando a minha cabeça, suspiro em sua palma, plantando um úmido beijo no centro dela. Cuidadosamente, eu chego ao interior da parte aberta de sua calça. Meus dedos se fecham ao redor da longitude coberta por sua box, meu centro se aperta ante sua repentina tomada de fôlego e estou ligeiramente alarmada. Ele tem uma salsicha tipo alemã ali embaixo.


Está dura, grossa e ardendo. Quero senti-lo pele contra pele, mas sei que preciso fazer que isso dure. Meus dedos ficam tensos ao redor dele e começo a me mover de cima para baixo lentamente. De cima para abaixo, puxando e apertando enquanto eu faço. Com sua mão ainda em minha bochecha, eu viro, abro os meus lábios, e o tomo seu polegar dentro em minha boca, sugando ao ritmo do meu aperto. Um baixo gemido sai dele, e pela forma que soa, está doendo. —Sente-se — Isso sai tão rouco que nem se quer soa como eu. Ele faz o que eu peço, sentando-se na borda da cama, e fico apreensiva em tirar minha mão dele, se ele mudar de opinião. Estúpido homem moral! Logo que ele senta, eu o solto, me agacho e baixo sua calça. Sai facilmente. Eu tiro a boxer. Ela é preta e suave, e ele está incrível nela. Com suas costas sobre a luz, parte da frente de seu corpo está na sombra. Eu me ajoelho em frente dele, eu abro o botão da parte da frente da sua boxer, e eu o olho nos olhos. —Eu perdi isso. —sussurro. Buscando dentro da abertura, pego sua cálida, dura longitude e ele assobia. Em lugar de me jogar para trás, eu tomo mais apertado e o puxo através da abertura. Tudo o que ele pode fazer é piscar. É magnifico. A pele suave, mas na tênue luz, vejo seu pau e engulo duro. Parece zangado. O seu comprimento está duro como uma rocha, com veias e a ponta é vermelha. Uma só gota de liquido pré-


sêmen se derrama de sua abertura. Eu repito a mim mesma, mais baixo desta vez: —Eu perdi isso. Então baixo minha cabeça e gentilmente eu lambo a gota perdida. A doce salinidade me bate como uma injeção de adrenalina. Abro minha boca tanto como posso e tomo em minha boca. Gemo ao redor dele. Ele geme junto comigo. Somos uma sinfonia de sexo e isso está me deixando quente como o inferno. Eu chupo tão profundo como posso, e depois me deslizo até a ponta. A seguinte vez que sugo, aperto minhas bochechas. Seu gemido me incendeia. —Foda-se, baby. Me chupe duro. Passando minhas mãos pelas suas coxas, eu o arranho rapidamente quando eu abaixo enquanto balanço minha cabeça, me deleitando com seu sabor limpo. De pronto, sou lançada para trás, enquanto ele fica de pé, rápido como um raio. Sentada sobre minha bunda, pisco até ele, e logo resmungo: —Que fodida merda? Como os olhos fechados, os dentes apertados, apertando seu pau mais forte do que alguma vez eu tenha visto um home se apertar antes, murmura: —Pare. Pare. Pare. Por favor, para. Oh.


Ele me bate. Ele vai gozar. Meu orgulho sorri e infla seu peito enquanto ele se pavoneia com um pavão real. Puxando, ele se aperta mais forte, geme, e então joga a sua cabeça para trás, murmurando: —Sinto muito, baby. Eu vou gozar. Merda. Eu sinto muito. Ele deixa cair sua cabeça, seus olhos pedindo desculpas. Rapidamente eu me movo para ajoelhar-se frente a ele uma vez mais. Não há necessidade de explicar minhas intenções quando meu lanço para baixar as taças do meu sutiã, expondo meus peitos. Mordendo o lábio, meus dedos se deslizam sobre minha suave pele de um peito enquanto eu belisco um mamilo do outro. Eu o olho através dos meus olhos apertados enquanto seu duro estômago se contraí enquanto trata de manter o controle. De imediato, seu lindo rosto se enche de prazer. Ele substituí o firme agarre de seu pau por um mais solto. Seus lábios se abrem, sua respiração se acelera, e seu corpo inteiro fica tenso e então ele balança enquanto um baixo resmungo se escapa dele. Uma quente umidade bate em meu peito. Uma vez, duas, três, quatro vezes. A umidade se desliza para baixo, sobre meus peitos, entre meus peitos, sobre tudo em meus mamilos. Minha boceta se estremece. Estou deliciosamente molhada. Merda.


Eu já estou lá. Como que chegando. Minhas costas se estremecem e eu coloco minhas pernas juntas enquanto minha boca se abre em um O. Max começa: —Merda, eu sinto muito, Lena. Eu... —Quando ele vê minha expressão, ele fica tenso. —O que está acontecendo aqui? Meus olhos rodam na parte posterior de minha cabeça enquanto o prazer pulsa gentilmente através de mim. —Cale-se. Cale-se. Cale-se. Por favor se cale. Como os olhos fechados, eu sinto ele dar um passo mais perto de mim. —Você está...? Apertando meus dentes, silvo: —Sim. Enquanto baixo uma mão para me tocar. Deixo sair: —Oh merda. Não. Eu não achava que ia acontecer isso. Umas mãos debaixo de meus braços me puxam até a cama. Logo minhas costas batem na cama, um comprido e duro corpo me cobre. Ele se inclina e puxa minha saia até a minha cintura. Em um tempo recorde, baixa minha calcinha por minhas pernas até que estou livre. Duramente, toma minhas pernas e as abre, se encostando entre elas e colocando a ponta de seu pau em minha entrada da felicidade.


Ele roça contra minha entrada e as faíscas voltam. —Maldição. Você está tão molhada. Eu tenho você, baby. Pode gozar. Minha respiração fica suspensa. Abraço sua cintura tão duramente que minhas unhas o marcam. Envolvo minhas pernas ao redor das suas coxas e me esfrego contra ele, duro e sem inibições. Peito contra peito, aparentemente não há um lugar para inibições em meu quarto neste momento. Meus suaves peitos pressionados contra o seu duro tórax fazem algo comigo. Eu gemo. Tomando meu exemplo, ele me olha perto com os olhos entreabertos, mas ele se move contra mim mais rápido, e firme. Cada vez que seu quente e duro pau se desliza sobre mim, meu clitóris canta. Ele leva trinta segundo para me levar até lá em cima. Trinta segundos que alteram minha vida. A parte baixa de minhas costas formigam enquanto meu centro começa a palpitar. Max se inclina para tomar minha boca em um beijo ardente, e eu gemo contra ele. Me puxando, eu coloco minhas mãos ao redor de seu pescoço, aprofundando o beijo. Sua língua dança contra a minha. Êxtase se derrama por meu corpo. Com o coração acelerado, aperto minhas pernas ao redor dele e jogo minha cabeça para trás e grito: —Oh Deus. Sim! —Meu corpo convulsiona incontrolavelmente, e em quinze segundos depois, se acaba.


Algo úmido na parta baixa de meu estômago se desliza pelo meu quadril, até minha cama. Max me dá palmadinhas em minha bochecha. Eu levo um minuto para juntar a merda. Abro meus olhos para encontrar Max me olhando, seus olhos sorrindo. Não posso evitar. Cubro meus olhos com uma mão e começo a rir. —Bem, isso foi fulminante. —Eu tiro minha mão para encontrálo sorrindo, sua covinha se mostrando ao mundo. Sem pensar, eu me estico e o empurro suavemente. —Eu gosto disso. —Eu gosto de você. Passo meu dedo pela sua mandíbula, abaixo até a pequena fenda do seu queixo. —Você só está dizendo isso porque você gozou. —Eu olho abaixo da umidade de meu estômago, e de novo volto para ele. —Duas vezes. Ele segue sorrindo. —Eu não estou nada arrependido. —Nem sequer um pouco? Ele dá um rápido beijo em meus lábios e a luz dos seus olhos fica intensa. —Nem sequer um pouco. —Rodando sobre as suas costas, com seu pau ainda fora, ele empurra ao seu lado, ainda com bunda pelada. —Wow. Fodido seco. Eu acho que eu não tive muito diversão desde os dezesseis anos.


Me aconchegando contra ele, meu nariz se afunda debaixo do queixo, respirando seu aroma amadeirado. —Foi ridículo. Ao menos eu estou me sentindo bastante bem agora. O que diz de você? —Fenomenal. —Eu sinto as vibrações através do seu peito. —Então isso é tudo o que importa. —Meus olhos começam a se sentir pesados. —Provavelmente nos deveríamos tomar banho. Soando tão adormecido como eu, ele me puxa mais perto e murmura adormecido. —Sim. Banho. Com certeza. E essa é a última coisa que eu escuto antes que tudo fique preto. O som da porta da frente se fechando me acorda. Piscando adormecida, eu em sento e olho até o relógio. São sete e dez da manhã. Olhando para baixo o espaço vazio ao meu lado, meu coração pesa. Parece que dormir ao lado de Max é demais para ele. Deveria saber disso, que ele não está tão por mim como eu estou por ele. Essa é a história da minha vida, de verdade. Em primeiro lugar, foi meu primeiro namorado da escola secundária, Jonathan. Eu tinha dezesseis anos. Saímos por três semanas, ele roubou meu primeiro beijo e logo me perguntou se eu sabia se a minha irmã Nat, gostava dele. Quando eu disse a ela sobre isso, ela o mostrou quando ela gostava dele. No dia seguinte na escola,


eu disse a todo mundo que ele tinha um pinto pequeno e enrugado. Seu novo apelido desse dia em diante foi Dedo Anão. Então, estive com Denver. Sim, seu nome era Denver. Minha mente ri, suspiro, e logo balanço a cabeça. Só pelo seu nome, eu deveria ter desconfiado que era um imbécil. Saímos no último ano, ao todo foram oito meses. Estava perto de completar dezoito anos. Ele fez todas as coisas corretas, me disse tudo correto, ele jogava na equipe de basquete, e era alto. Eu gosto de caras altos, demais. Depois de seis meses de namoro, e cinco meses de ser discretamente—ou não tão discretamente. —pressionada, para dar a ele. Era minha primeira vez. Ele me disse que eu arruinei, porque chorei. Mas a coisa era dolorida, e ele não fez nada para me preparar para isso. Sei que éramos jovens, mas ele não sabia melhor; e ele não era mais que um amante egoísta. Pensei que talvez só estava excitado e ele se esqueceu de me esquentar... mas com dois meses mais disto, fui falar com minhas irmãs. Algo simplesmente não estava bem. Minhas irmãs estavam horrorizadas que eu o tolerava por dois meses. Me disseram sobre o orgasmo feminino e de como os homens de verdade tratam as mulheres com cuidado. Nina me comprou meu primeiro vibrador. Ela me disse para me masturbar com ele ou sem ele. Me disse que minhas mãos era o fator mais importante no sexo.


Isso foi estranho, mas eu confiava em minhas irmãs mais do que ninguém. Meu primeiro orgasmo foi com um vibrador, e foi tão intenso que eu senti como se estivesse sendo eletrocutada. Diabos, provavelmente eu estivesse sendo impactada. Também puxei o vibrador em meio ao orgasmo e eu joguei na parede. Fortemente. Quando Nina e Na me perguntaram como havia sido, eu corei, eu mostrei a elas o vibrador agora quebrado, e tive que escutar como elas gritavam de rir. Cobro minha cara para ocultar meu sorriso. Malditas, Nat se explicou através da risada: —Você não tem que deixá-lo tão forte, Lema. Há diferentes configurações. Prova algum ponto no meio da próxima vez. Eu te conseguirei outro, Bazooka Jane. A noite seguinte, tratei só com a minha mão. Mas, foi completamente frustrante. Eu não fiz por muito tempo antes de me parar.

Eu

estava

esfregando

a

mim

mesma

rudemente.

Definitivamente não estava incendiada. Eu não sabia que estava fazendo mais. Então fui com as minhas irmãs para que me orientassem. A resposta foi simples, mas tão eficaz. Nina se encolheu de ombros. —Normalmente só penso em alguém sexy fazendo coisa para mim. —Ela se volta para Nat. —O que há com você? Nat sorriu.


—A revista Playgril. Baixa o meu colchão. Sempre funciona. Nat se ofereceu para emprestar sua revista, mas eu estremeci. As mesmas mãos que utilizavam para se dar prazer também usava para folhear essa revista. Então minhas irmãs começaram a trabalhar. Descemos a nossa banca local. Me fizeram, uma menina de dezoito anos, ir pedir a Giuseppe, um vendedor que havia conhecido toda a minha maldita vida, a revista Playgril. Afortunadamente, o velho vendedor nem se quer se pertubou. Então, Nat e Nina estavam atrás de mim rindo. Com uma mão trêmula, eu o estendi o dinheiro. Ele pegou com um sorriso antes de me entregar. Quando eu já estava indo, ele me chamou. Todas nós viramos para vê-lo vir até mim com uma sacola de papel marrom. Aliviada, escondi minha vergonhosa e puta revista na profundidade da bolsa e eu disse obrigada de novo. Essa noite, eu tentei de novo, usando meus esforços. Aconteceu. Eu levei mais tempo e não foi tão intenso, mas aconteceu. E, amiga, eu estava orgulhosa! Eu disse que minhas irmãs fizemos um high-fived depois. Nat me perguntou umas dez vezes se eu havia lavado as mãos. Imbécil. Foi então quando minhas irmãs me disseram que eu começasse a aplicar o que havia apreendido com o não tão bom sexo que estava tedo com Denver. Eu não estava certa disso. Conhecia Denver o suficientemente bem para saber que ele não gostaria da mudança, mas


pensei que se eu fosse a que fizessem a mudança enquanto eu continuava fazendo o seu, não seria um problema. Eu me enganei. Na sexta-feira seguinte pela noite quando Denver e eu pudemos ter um tempo sozinhos. Seus pais iam para a casa de um vizinho para um churrasco, estes eram normalmente eventos só para adultos que terminavam altas horas da noite. Nos teríamos toda a noite para nós. Denver era um cara doce. Poderia estar alheio, mas me tratava bem e me banhava de afeto. O único problema em nossa relação era o sexo. Chegamos a sua cama, pelados e começamos a nos esfregar. Quando por fim ele estava dentro de mim, duvidei, mas decidi ir por ele. Minha mão se deslizou pelo meu peito até meu ventre, mais para baixo até aonde eu necessitavam e Denver deixou de empurrar. —O que você está fazendo? Sussurrei: —Siga em frente. Está bem, só continua. Mas ele não continuou. —Aonde você aprendeu isso? Tratei de tranquilizá-lo, uma vez mais. —Por favor, querido. Continua. Foi então quando eu o senti desinflar dentro de mim. Minhas bochechas coraram. Isso era o contrário do que deveria ter acontecido! Denver ficou em silêncio por um longo momento. Eu não sabia o que


fazer. Ele estava em cima de mim. Estava sendo pressionada. Finalmente ele se sentou, me liberando. Eu tapei meus peitos nus, me sentindo repentinamente incomodada. Quando ele voltou a falar, fúria delineava a sua voz. —Eu te fiz uma pergunta, Helena. Aonde você aprendeu isso? Não sei o porquê, mas eu menti. O pânico faz com que eu diga e faça coisas estúpidas. A mentira ficou estranha, inclusive para mim. —Eu-um... eu li em alguma revista. Ele não acreditou. Não é que eu estivesse vendendo muito bem. Ele sussurrou: —Você está me enganando. —O que? —Então eu realmente estava em pânico. —Não! Não, eu não estou! Ele ficou de pé e caminhou para frente, pelado. —Você está mentindo. Você está me enganando. Como se eu não soubesse disso? Você nunca havia estado com ninguém antes de mim. Eu estava enganado. —Ele se deteve a meio passo e se voltou para mim. —Você pensou que eu não me inteiraria. —Nesse momento, meu pobre coração estava chorando. Para ele não importava. Ele apontou furioso. —Sai da minha cama. Pega a sua roupa e vai embora. Nos terminamos. Com uma confusão adolescente, eu me ajoelhei na cama e implorei.


—Não diga isso. Eu não te enganei, eu juro! Só estava tratando de fazer que fosse bom para mim! E ali aonde foi onde eu caguei tudo. Eu feri o seu orgulho, esfreguei sal na ferida ao dizer que não era um bom amante. Ele ficou imóvel, e uma expressão de surpresa cruzou o seu rosto. Passou um momento. O olhar de surpresa se transformou em um de puro escárnio. — Puta. — Ele saiu do quarto. Eu ouvi ele abrir a porta principal e continuou, fechando. O som do seu carro saindo fez meu coração parar de latir. Ele havia me deixado ali, nua e sozinha, chorando, e sem ter como voltar para casa. Eu me vesti o mais rápido que pude, desci as escadas, e liguei para Nina para que viesse me buscar. Porém , ela ligou para Nat e disse que eu era um desastre. Nat deixou a festa que ela estava e veio com Nina me buscar. Elas me levaram para o cinema. Vimos uma comédia romântica sentimental. Elas trataram de reparar o meu coração quebrado com comida e afeto. Me fizeram rir quando eu estava com vontade de chorar, e quando chorava, me abraçavam, sussurrando palavras de consolo. Me disseram que Denver era só um garoto, e que quando conhecesse um homem de verdade, ele me apreciara pelo o que eu era e não pelo o que eu quisesse que eu fosse. Que ele nunca se envergonharia de mim.


Há muitas razões pela quais eu amo minhas irmãs ,mas essa lembrança é uma que sempre guardarei. Eu havia esperado que Max fosse esse homem. Eu acho que estava enganada.


CAPÍTULO 26 Helena —Acorda, cupcake. —ele me sussurra no ouvido. Resmungando, eu me giro para longe da voz e tento dormir novamente. Minha cama treme enquanto ele ri tranquilamente. —Venha, querida. Acorda. Ver você na cama me faz querer brincar com você, mas não temos tempo. Acorda. Eu viro e o vejo. Suspiro bruscamente: —Você foi embora. —Max sorri. Pergunto tranquilamente. — Por que você foi embora? —Bom, nós ficamos um pouco louco pelas noites. Minhas calças estavam cheias.... —ele me olha enfatizando. —, cheias de esperma. Oh . Assim, ele não estava tentando fugir. Não posso deixar de rir —Ah. Eu vejo. Enquanto agarro meu travesseiro fortemente, ele corre uma mão pelo meu ombro e pelo meu braço. —Sim, eu precisava de roupas e estava acordado, então fui para casa para tomar banho e me trocar. Ele sacode a cabeça para a porta. Eu me giro para ver uma mala negra ao lado do meu armário. Concordo:


—Você trouxe roupas. Ele trouxe roupas. Ele trouxe roupas? A próxima coisa que você sabe, ele vai ter a sua própria escova de dente aqui! Inferno, isto está acontecendo rápido demais. Ele fica de pé e caminha para o banheiro. —E eu comprei uma escova de dente no caminho. Meus olhos abrem. O pânico se apodera de mim. OK. Oficialmente estou surtando. Me sentando na cama, pergunto: —Você acha que você vai precisar? Que dizer que, você acha que ficará muito tempo por aqui? Sem notar meu alarme, ele responde do banheiro. —Uh, sim eu acho. Quer dizer, você virá para o clube a cada sábado. Nós iremos juntos para casa, dormiremos aqui, e logo iremos ver Ceecee e tomaremos café da manhã ao domingos. —Entra de novo no quarto e se senta ao meu lado na cama. —Oh, e minha mãe quer que você venha jantar amanhã a noite. Sua o que? É demais. Estou perdida. —Ouça, ouça e ouça. Ninguém disse nada de jantares familiares, Max! Que inferno? O que sua mãe sabe de mim? O que você contou a ela? Um sorriso lento aparece em seu rosto.


—Você está enlouquecendo. Eu balbucio indignamente. —O que? Não. Não é assim. Simplesmente tenho curiosidade de por que sua mãe me pediu para que eu vá jantar quando apenas nós acabamos de se ver pelados, e sinto, mas não sei por que você precisa de uma escova de dente aqui, porque dissemos que simplesmente faríamos sexo, sabe? Sexo e amizade parecia divertido, mas não quando vem com uma escova de dente azul no meu banheiro! E...e...e.. eu acho que preciso de uma sacola de papel. —Bufo, sem respiração. —Me dá uma sacola de papel. O homem estúpido simplesmente ri. —Você é uma loucura. —Enquanto sigo hiperventilando, suspiro. —Mamãe me ligou essa manhã para ver se queria tomar café da manhã com ela, mas eu o disse que não podia, porque Ceecee e eu íamos tomar café da manhã com você. Ela perguntou de você. Eu disse que nós estávamos namorando. Eu disse que foi de repente, mas que estava acontecendo. Ela se emocionou porque é minha mãe. —Ele se aproxima, pegando o meu queixo entre seus dedos. —Não tive encontro durante muito tempo. Eu te disse que eu não esconderia nada, docinho. Não me arrependo do que aconteceu ontem a noite. Claro, não foi exatamente como planejamos, mas ainda assim foi incrível, porque foi contigo. E quero mais de você. Ele continua falando tudo. Tem sido incrível. Me parece bem.


O calor me enche. De repente quero arrancar sua camiseta. Seu rosto cai. —Ao

menos...

quero

dizer,

ao

menos

que

esteja

se

arrependendo. —Ele sobe as mão e diz: —O que está bem se você está. Não quero pressionar a ninguém. —Assente com se estivesse reafirmando. —Se você não quer fazer isso, você me diz que eu irei. Sorrindo, porque nos dois sabemos que é mentira. Max não sabe como ir. Meneando a cabeça, eu admito: —Isto está acontecendo muito rápido. Entrei em pânico, mas agora estou bem. —Jogando a cabeça, eu o olhos nos olhos. —Eu quero fazer isso. Ele tomba na cama com boca para baixo. Ouço um: —Obrigada por isso. —E eu sorrio, passando uma mão pela parte de trás de seu cabelo, o consolando. Ficando de pé, ele olha seu telefone. —Bom. Você está bem, eu estou bem e estamos bem. Vamos por Ceecee. Eu olho confusa. —Você disse as dez. Parece como se ele quisse rir. Mas ele não faz. —São dez e meia, querida. Meus olhos se abrem. Pulando, eu me apresso para o banho. E quando eu olho no espelho, me surpreendo que não explodiu em


ofensa por causa da minha aparência. Meu cabelo está bagunçado, minha cara é um desastre pela maquiagem de ontem a noite e a camiseta que eu coloquei em algum momento durante a noite diz: “Besta sexy.” Resmungo sabendo que Max oficialmente me viu na pior. —Oh, meu Deus, Max, tem que dar uma mulher o tempo suficiente para se preparar para as coisas. Ao café da manhã está atrasado meia hora para ficar pronto. O jantar precisa de mais de uma hora e meia para ficar pronto. Agora está aqui e esperando, há pressão! Você não pode fazer isso a uma mulher! Seu corpo alto e musculoso bloqueia a porta do banheiro. —Claro que posso. —Ante meu olhar assassino, ele coloca as mãos no ar e recua para trás. —Está bem, está bem. Leve o seu tempo. Não temos pressa. Estarei assistindo televisão. Me falta trinta e cinco minutos para me arrumar a maquiagem, escovar os dentes, lavar e secar o meu cabelo, mudar as roupas, aplicar um pouco de maquiagem e gloss e colocar minha calça favorita, uma camiseta branca e minhas sapatilhas, e óculos Ray-Ban. Enquanto entro na cozinha, tiro o telefone do carregador e digo para Max. —Vamos, idiota. Ele desliga a televisão e caminha atrás de mim até a porta principal. Enquanto eu me movo para abrir a porta, ele gira e fecha


atrás com um puxão. Um abraço se move ao redor de minha cintura, me mantendo prisioneira, enquanto a outra palma em minha bunda. Ele fala bruscamente: —Você está bem, Lena. Eu gosto de você com jeans. Minha boca de repente está seca, me preparo para responder, mas o único que sai é um: —Ooooohhh. Ele me empurra, me esmagando entre a porta principal e ele. Seus olhos dourados brilham e meus mamilos se endurecem involuntariamente. Se agachando, baixa sua cabeça até a minha. Deus, ele cheira como as lágrimas de um unicórnio. Com seus lábios apenas tocando os meus, ele fala: —Você está linda. —E então dá um suave beijo em meus lábios. De pé, ele agarra a minha mão, segurando. —Venha, eu estou com fome. Apenas tenho tempo para fechar a porta atrás de nós quando ele me arrasta para sua caminhonete. *** Max Sorrindo para mim enquanto conduzo agarrando a mão de Helena.


Oh, cara. Ela vai me matar. *** Helena Cantarolo com o rádio, sorrindo para mim. Discretamente olho até nossas mãos entrelaçadas descansando não console central. Passou muito tempo desde que eu entrelacei as mãos com um homem. E eu me sinto bem. Bem demais. Melhor do que eu lembro. Ou talvez simplesmente seja porque é com Max. Estacionamos em uma grande casa na periferia. Max desliga o carro e vira para mim. —Entra comigo. Umm... não. —Eu não poderia esperar aqui enquanto você busca Ceecee? Chegaremos tarde para o café da manhã. Ele encolhe os ombros. —Então almoçaremos. Venha, docinho. Minha mãe ficará triste se você não entrar. Meu sorriso cai.


—Sim, eu acho que ela ficaria. — Mas não me movo para sair do carro. Ele fica me olhando. —Você nasceu em um celeiro? Eu tento não ri ante a isso. Em lugar disso, cruzo os braços sobre o meu peito e respondo: —Jesus nasceu em uma manjedoura. Max faz um ruído de pffft. —E olha o que ele passou. —Ante a isso, eu sorrio. Ele segue. — Só um minuto, isso é tudo. Por favor? Quem poderia se negar ante a um Max suplicante? Suspiro exageradamente. —Está bem. Um minuto. Isso é tudo. Ele me abre a porta, estende minha mão, e me leva até a porta principal. Ele abre sem chamar e ouço os sons de várias mulheres falando na cozinha. De repente quero desaparecer. Tento cravar meus saltos na porta, mas Max me arrasta, alheio completamente. Logo que estamos a vista, uma mulher baixa, linda e madura se aproxima de nós. Fala em uma língua que dever ser italiano. Nos alcançando, ela agarra as bochechas de Max, e leva até ela. Ela o beija nas bochechas e na testa enquanto segue falando rapidamente, e então bate sua bochecha de maneira adorável.


E Max simplesmente fica ali de pé, sem lutar. É o mais doce que eu tenha visto. Então ela me olha. Pigarreia, colocando uma mão em seu coração. Ela olha de novo para Max e diz: —Ela é linda. Minhas bochechas esquentam. Ele concorda: —Eu sei. Eu te falei. Linda. Minhas bochechas ardem. —Olá, Helena. Sou Cecilia. Eu te vi antes, mas nunca tão de perto. Você é uma mulher preciosa, e meu filho é um homem de sorte. — Fala com um sotaque sútil e alegra imediatamente. Sorrindo, aperto a sua mão e respondo: —Obrigada, mas ele não é tão sortudo como eu sou. Sei que Max deve pensar que eu digo para fingir, mas não é assim, e vejo o orgulho brilhando nos olhos dela. Com essa frase curta, eu ganhei o seu coração. Ela se endireita e assente. —Vem. Vamos comer. Comer? O que? Eu olho para Max e ele diz: “Sinto muito”, sem parecer que sinta. Meu sangre ferve. Ele me enganou. Ele se aproxima de mim e coloca um braço ao redor dos meus ombros. E me sussurra no meu ouvido:


—Eu sinto muito. Sabia que entraria em pânico, assim eu não te disse. Só somos nós e minhas irmãs. Relaxa. Justo quando abro a boca para fala, Ceecee aparece no corredor. Com cara de pedra, e se aproxima. —Então é verdade? Vocês estão saindo? Não parece feroz. Eu me encolho os ombros. —Sim, querida, estamos saindo. Max não diz nada, simplesmente aperta seu braço sobre meus ombros me apoiando em silêncio. Quando Ceecee baixa seu olhar pensando, Max a pergunta: —Em que está pensando, querida? Ela nos olha. —Eu acho que me parece bem. Estou tão surpresa de que não me dou conta quando digo: — De verdade? Ela sorri. —É maravilhoso, Helena. Eu adorei. —De repente, sua cara tem uma atitude prudente. —mas ainda seguirá fazendo as sessões comigo, certo? E me ensinará a cozinhar? Não estou certa do que James terá que dizer sobre isso, mas em lugar de dizer isso a ela, declaro com confiança: —Ninguém poderia me deter. —E logo eu falo sério. Sorrindo timidamente, ela responde em voz baixa:


—Genial. Max me leva para cozinha, onde Leti, Maria e Isa estão cozinhando algo que cheira deliciosamente bem. Caminhando diretamente para a geladeira, Max enruga a cara quando elas se revessam para beijar suas bochechas. Me sentindo como uma intrusa, levanto a mão e pronuncio um nervoso: —Olá, meninas. Isa é a primeira a pular sobre mim. Literalmente. Ela envolve seus braços ao redor de mim e aperta com força. —Graças a Deus que é você! Q

quando mamãe disse que Max

estava saindo com alguém, pensei que seria alguma loira boba imbécil! Quando me libera, Maria vem para tomar o seu lugar. Me abraçando, solta em meu cabelo: —Eu sei, bem? Pensei que seria alguma fulana do clube, mas quando mamãe disse que era alguém que conhecíamos, pensei que talvez Mimi havia trocado de equipe. —Me beija a bochecha enquanto se afasta, sorrindo. —Estou feliz por vocês dois. —Uma bolha de repentina emoção me bate com força, me apertando a garganta. Leti, a irmã mais velha, dá um passo para frente com os braços estendido. Entro neles e ela me envolve em cálido abraço fraternal. Me sussurra no ouvido: —Ele ficou muito tempo sozinho. Obrigada, Lena. Bem vinda à família.


Fecho os olhos com força, suplicando que as lágrimas não caíssem, mas uma se perde, escorrendo pela minha bochecha. Quando me afasto e eu a pego na bochecha, forço uma risada. —Bem, merda. Vão e me deixe chorar, por que não? — As irmãs me sorriem de uma maneira que diz “de nada” Um braço se envolve ao redor da minha cintura. Max coloca seus lábios em minha bochecha e repreende suas irmãs. —Ouçam, este é nosso primeiro encontro oficial. Não faça chorar a minha mulher. Sua mulher. Ugh. Emoções demais. Ele abre a porta principal e uma profunda voz familiar diz em voz alta: —Estamos aqui. Oh, não. Max fica rígido. Eu belisco seu braço e ele estremece: —Ai! O que foi isso? Saio dos seus braços e sussurro em uma voz de profunda e exagerada: —Não se preocupe, só vamos ser nós e minhas irmãs! Ele sacode a cabeça. —Eu não sabia nada disso. —Quando eu olho, seus olhos se abrem e levanta as mãos. —Eu juro! —Ele parece realmente surpreendido de escutar a voz de Nik, Quando sua mãe volta da


cozinha, pergunta em voz baixa: —Mamãe, o que está acontecendo? Pensei que havia dito só as meninas. Ela caminha até ele e encolhe os ombros. —Há muita comida para só nós e as meninas. Quando cozinho para a família, eu chamo a família. —Ela se dirige de novo para a dispensa e Max fica ali atônito. Ele se vira para mim, indignado, depois aponta para dispensa. —Ela me armou uma cilada! Nik e Tina entram na cozinha, Tatiana e Ava em seus braços. Tina sorri de orelha a orelha quando me vê. —Oh, chuchu! Estou tão feliz de que esteja aqui! Ela coloca Ava no chão e logo me abraça com força, me esfregando as costas, me empurrando com o seu ventre protuberante. —Eu tenho sentido sua falta. Nunca temos tempo para conversar. Nik se inclina e me beija na parte superior da cabeça. —Querida! Abro a boca para falar, quando a porta principal se abre de novo. Estas vozes, eu conheço. Eu estremeço. Nat entra na sala e não vê ao redor. —O que está acontecendo, gente? —Ela me olha. —Quer me dizer por que não responde minhas ligações? Murmuro acidamente.


—Não respondi porque era você que estava ligando. Ela se aproxima para me abraçar. —Sabe o que? Nem sequer me importa que seja uma puta comigo. É um dia muito bonito para estar irritada. —Ela me libera e então me bate no braço. Forte. Quando eu estremeço, ela sorri. —Sim, como se você fosse escapar ilesa. Enquanto eu esfrego meu braço para aliviar a dor, Trick e Lola vêm da parte posterior da casa. Trick encolhe os ombros, parecendo levemente irritado. —O que está acontecendo aqui? Pensei que íamos comer? Lola coloca os olhos em branco, revessando para abraçar a todos. Me estico para abraçá-la, e ela murmura: —Sempre se trata de comida com estes homens. Alguém me aperta a bunda. Eu me viro rapidamente para encontrar Mimi me sorrindo. —Olá baby. Sorrindo, envolvo o braço ao redor do seu super alto e elegante corpo e inclino minha cabeça até ela. —Olá você. Trick se aproxima e me beija na bochecha, e logo grita a Lola: —Me prometeram comida, mulher! Ninguém sequer parece pensar que seja remotamente estranho que eu esteja aqui. Obrigada Deus. Cecilia sai da dispensa. Ela vê os


recém-chegados e se revessa para beijar a todos e fazê-lo sair para o alpendre traseiro. Quando dou um passo para fora, observo o lindo pátio traseiro. Debaixo do alpendre traseiro há um longa mesa ao ar livre que tinha a capacidade para todos nós, os adultos e as crianças, bastante confortável. Nat estava certa. É um bom dia. O sol brilha e há apenas uma nuvem a vista. Fechos os olhos e deixo que a leve brisa flua sobre mim. Me sinto como em casa. Leti sai com uma grande bandeja de bacon em suas mãos. —Sentem-se todos. A comida está pronta. Dou um passo para frente e pergunto: —Posso ajudar em algo? Ela sorri. —Sim, de fato pode. Sente a sua bunda e coma antes que esses homens gananciosos engulam tudo. Sorrindo e colocando os olhos em branco, tomo o assento no centro da mesa. Max toma o assento ao meu lado esquerdo e o afasta e logo se senta ao meu lado direito. Ceecee roda no lugar agora aberto a minha esquerda, sorrindo, estendo a mão e aperto a sua. —Você está fazendo exercícios, pequeno gafanhoto? Com os olhos muito abertos, ela olha e assente com entusiasmo. —Sim. E papai nem sequer precisa me lembrar. —Isso é impressionante, querida. Estou tão orgulhosa de você. Câimbras?


—Não. Nenhuma. Meu coração se eleva. Não poderia me tirar o sorriso do rosto. —Isso é porque é uma campeã. Quando todos estão sentados e conversando, Maria coloca o último dos pratos na mesa e anuncia: —Vamos comer! Os homens metem as mãos na comida primeiro. Não me surpreende ver Nik entregando a Tina o prato que acaba de encher. Ele sempre havia sido muito doce para o seu próprio bem. Não me estranha que as mulheres o amem. É sexy e atento. Eu fico ali, esperando que os machos famintos obtenham sua ração antes de encher o meu prato. Há tanta comida. Há tortas, ovos cozidos de duas maneira, bacon, salsicha, arroz, pão com manteiga, feijões picantes cozidos, tortilhas, tomates cozidos, cogumelos salteados com alho, cubos de batatas salteados na manteiga, molho recém feito, e quiche. Oh, meu Deus. Secretamente, estou emocionadíssima de esta aqui. Eu viro até Ceecee, me coloco de pé e pego o seu prato. —O que você quer, querida? Ela olha no prato, e logo de volta a mim. De repente me dou conta de que pode ser que Ceecee já não goste que as pessoas a serviam. Assim que responde, eu fico alivia. —Ovos revoltos, bacon e uma tortinha por hora.


Eu coloco o prato na frente dela, e logo eu passo a mão pelo seu lindo cabelo castanho, me inclinando para beijar sua testa. —Bon appétit. Os homens empilharam seus pratos, mas eu viro para ver o prato de Max vazio. Eu o olho com preocupação. —Você está bem? Por que não está comendo? Ele me sorri, falando em voz baixa. —Eu te disse que hoje você está bonita? Meu peito dói pela doçura. Respondendo igualmente baixo, sorrindo suavemente digo: —Sim, você já disse, mas eu não acho que eu disse o quanto bonito você está. Você está, fato. Seu sorriso se aprofunda. —Bom, agora eu tenho que te beijar. Meus olhos se abrem em pânico. Sussurro em um assobio: —Max, não faça. Por favor, não o faça. Ele se inclina mais perto de mim. —Essas são as regras. Deixo escapar um ruído exasperado. —Quem fez as regras? Max, por favor, não. A um centímetro dos meus lábios, pronuncia: —Eles vão saber de qualquer forma.


Então seus lábios tocam os meus em um beijo suave mas profundo, e de repente, eu me alegro de estar de costas para Ceecee. Ninguém quer ver seu pai beijando alguma mulher. Ouço meu coração disparar. Eu odeio a mim mesma por não me afastar. Mas não posso. Sou impotente contra este homem. O beijo dura pouco tempo, mas o tempo suficientemente para mostrar a todos que a linha de amizade foi cruzada. A medida que ele se afasta de mim, me dá beijos rápidos, uma vez, duas vezes, logo três vezes. Voltando para sua cadeira, ele coloca a mão atrás da minha cadeira e descansa o braço e olha ao redor da mesa. Todo mundo, salvo Nat, Ceecee, as irmãs de Max, e sua mãe estão boquiabertos. De fato, aqueles que não estão com a boca aberta estão sorrindo de orelha a orelha. Ouço Nat murmurar com entusiasmo: —Eu sabia. Max olha a seu redor, as pessoas com a boca aberta e levanta antes de alcançar meu prato. —Vamos, gente. O café da manhã está esfriando. Ele amontoa em meu prato com todas as comidas favoritas de café da manhã e algumas que eu não provei, quando a surpresa de Nik se transforma em um sorriso radiante. Ele virá para Asher com o cenho franzido e pronuncia: —Eu te disse. Você me deve dez dólares.


Cavando o seu bolso, um mal humorado Ahs tira um bilhete e de um monte coloca na mão de Nik. Nik pisca para mim o olho. Eu baixo o rosto para ocultar meu sorriso e sacudo a cabeça lentamente. Ash olha com o cenho franzido Max. —Vou partir sua bunda. Max coloca o prato na minha frente, levantando o seu, e o enchendo de alimentos. Quando se senta, ele devolve aborrecido: —Acalme seus nervos, Ghost. —Envolvendo seu braço ao redor de meus ombros, me beija, se volta de novo para um Asher agora fumegante, e murmura divertido: —Não incomode minha mulher. Colocando uma mão sobre minha cara, meu corpo treme com uma risada silenciosa. Doce divertido Max.


CAPÍTULO 27 Helena Depois do que passou a ser o melhor café da manhã que eu comi em toda a minha vida, Max e eu levamos Ceecee para casa. Aqui foi onde pensei que os dois me deixariam em casa e teriam algum tempo de pai/filha. Eu me enganei. Logo que entramos pela porta, Ceecee declara: —Os domingos são tão chatos. Por que sinto a necessidade de abrir a boca? Porque isso era simplesmente eu. Respondo: — Eles não tem que ser. Ela se desmonta em sua cadeira. —Não. Eles são. É como uma regra ou algo assim. Eu olho, logo para Max. —Não sei quem está fazendo as regras que vocês asseguram que são leis... Então algo espetacular aconteceu. CeeCee olhou para seu pai, e ao mesmo tempo, ele olhou para ela . Eles trocaram um olhar secreto antes de estourar em risos. Ela ri.


—Papai faz as regras. Ele ri de novo. —Oh, inferno não, pequena mulher. Você está encarregada das regras. Um sorriso que não posso evitar ilumina meu rosto. —Algum de vocês vai me explicar sobre as regras, ou simplesmente vão rir nas minhas costas e me fazer sofrer? Max aperta os olhos e logo dá uma cotovela em Ceecee. —Devemos dizer a ela? Ela olha de canto de olho para o seu pai. —Eu não sei. O que você acha? Ele encolhe os ombros. —Depende de você menina, mas eu acho que está bem. Ceecee sorri, assentindo. —Sim, eu acho. Ela é da família agora. E ao mesmo tempo, meu coração dói de pura alegria, depois arde de puro terror. Me bate como um ladrilho na cara. Não quero perde isto. E o que aconteceria quando Max se cansar de mim porque pensará que nossa relação havia ido longe demais? Só teria que esperar esse dia e esperar que seja mais tarde do que cedo. Também teria que rezar para poder cuidar do meu coração ferido uma vez que perderia não só a doce Ceecee, senão também o doce e idiota do Max.


No pior dos casos, eu voltaria para minha casa na Califórnia para lamber minhas feridas sozinhas. Ceecee explica: —Papai tem uma regra sobre as regras. —Inclino minha cabeça confusa enquanto ela continua. —Se você vê que está numa situação sem saída, faz uma regra para te ajudar a chegar ali. Eu rio. —Não é isso...? Hmmm. Qual é a palavra que estou procurando? Ah, sim, eu a tenho. —Olho fixamente para Max e acuso. —Isso seria mentir. Mas Max balança a cabeça, —Estritamente embelezamento. E funciona. Olho para Ceece. —Sério? Ela sorri. —Ele faz. Suspiro e levanto minhas mãos. —Bem está bem. Agora que eu estou próximo disso, vou ter que tentar por mim mesma. Max tira sua camiseta e seus sapatos. —Vou tomar um banho rápido. Vocês ficaram bem? Olha para Ceecee. Sorrimos e dizemos ao mesmo tempo: —Sim.


Quando Max desparece, eu chamo Ceece para a cozinha, onde passamos um tempo assando biscoitos e fazendo uma bagunça. Como só ia fazer com minhas irmãs em casa, eu mergulho o dedo na manteiga e pinto a cara de Ceecee, então eu coloco rapidamente farinha para fazer que grude. Apoiada no balcão, eu me animo para fazer a mim mesma. Fecho os olhos e a deixo colocar com empenho em meu rosto. Quando Max vem para cozinha, nos olha, levanta as mãos e sai pela porta lentamente. O homem pode ler nas entre linhas. Logo que fazemos nossos biscoitos, eu pego uma toalha de papel, a molho e limpo meu rosto. Nos dirigimos para a sala, aonde Max tem seus pés no alto enquanto vê uma partida de esportes universitários. Ceecee se move ao lodo de um lugar rosa que podia ver que era o dela, enquanto eu me sento ao lado de Max. Ceecee olha a estante de Dvd’s. —Vocês querem assistir um filme? Não tenho nenhuma razão para discordar, não é que eu não queria. —Soa maravilhoso. Max levanta e escolhe. Ele olha. —Estamos saindo um dia inteiro e já está mandando em mim? —Ele fica de pé próximo a estante. —Foda-se. Ela é de alta manutenção.


Vemos Como treinar seu dragão, e eu gosto muito. Na realidade, não estou certa de se eu gostei do filme, ou de estar enrolada com Max com seus braços ao redor de mim. Estou ficando supreendentemente cômoda com seu aberto afeto. Quando o filme termina, eu fico de pé e me alongo. —Lamento incomodá-los meninos, mas eu acho que deveria ir. Tenho que trabalhar amanhã. Max vira para a sua filha. —Você ficará bem seu for levá-la? Ela assente com um rápido rodar de seus olhos. —Sim, estarei bem. Leve seu tempo. Meu rosto cora. Ela sabia que o seu pai estava tratando de ser discreto em ter atos sujos comigo? Ugh. Isso seria péssimo Mas Max, sendo Max, está fresco com uma alface. —Está bem, bebê. Estarei de volta em uma ou duas horas. Deixe seu telefone com você, e se haver alguma emergência... Ela o interrompe com um: —Sim, papai. Eu sei. Se há uma emergência, eu atravesso a rua até a casa do tio Nik. Ele suspira e inclina para beijar sua testa. —Você é uma boa menina.


Ceecee sorri suavemente e logo vira até mim, me envolvendo com um abraço ao redor da minha cintura. Eu sorrio. —Quando quiser, anjo. Você é uma rápida principiante. Nós despedimos e no segundo em que sento na caminhonete, Max se envolve até mim, olhando o meu corpo. —Você sabe, o segundo que chegamos ao seu apartamento, sua bunda é minha. Bem, maldito seja. Eu gosto do som disso. Falando em um sussurro, fecho os olhos e falo: —Não é permitido falar comigo durante a duração desse passeio de carro. Confia em mim, é pelo seu próprio bem. —Viajamos em silêncio, mas Max tem um aperto forte em minha mão, brincando com meus próprios dedos, e quanto mais perto estamos do meu apartamento, mais forte tenho que apertar minhas pernas juntas. Se passou tempo demais. Saímos do carro e subimos a escadas sem pressa, como um casal normal, mas logo que abro a porta do meu apartamento, sou empurrada dentro e a porta está fechada numa batida. Foda-se, levanto um olhar surpresa, — Santo Jesus , se você estiver indo para empurrar em torno de mim, é melhor você estar preparado para me foder como se você me possuísse.


Ele fica me olhando com os olhos arregalados. Depois de um momento, respira. —Dios mío, você é fodidamente perfeita. —Então, olha até a mesa da cozinha e duvida. —A próxima vez. A primeira vez que você tiver o meu pau, eu quero ver seu rosto. Oh pressão! Eu estava começando a gostar do Max mandão. Ele se volta para mim, e como se estivesse coreografado, baixa seu rosto no mesmo momento que levanto meu rosto ao seu. Nos beijamos lentamente, saboreando cada um. Ele come meus lábios, gemendo, suspirando de prazer. Este é um lado de Max que ainda eu não tinha visto. Eu tiro minha camiseta, deslizando-a sobre minha cabeça, me deixando em um sutiã de algodão branco. Arranho com as minhas unhas a parte inferior de sua camiseta preta e ele a tira com uma só mão. Com seus lábios sobre os meus, trabalho no resto de suas roupas, aturdida. De alguma forma, eu consegui puxar seu moletom para baixo seus quadris. Já devia ter tirado os sapatos, mas não me acordo que o já fizera. Max se inclina para desabotoar minha calça, mas eu me adianto. Ele me leva até meu quarto, me empurra de novo nos suaves e limpos lençóis de minha cama. Enquanto estou ali, respirando com dificuldade, desliza meu jeans pelas minhas pernas. Então somos só nós, sem nada no meio.


Com a calcinha de algodão branca a combinando com o sutiã de algodão, me apoio nos cotovelos para encontrar Max olhando fixamente meu corpo, ele se acaricia através de suas boxers de seda cinza. Gemo em voz alta enquanto minha boceta se convulsiona. Duro. Sem querer meu corpo sacode e me eu me seguro para não ter um orgasmo prematuro. Um ruído afogado escapa de Max. Entreabro um dos meus olhos para vê-lo se agarrar através da apertada box, ele fecha os olhos e murmura um atormentado: —Outra vez não. Não, não, não. Está sessão ia dura, pelo trovão! Alcanço a parte da frente do meu sutiã, o desabotoou e mantenho firmemente as duas meias taça em seu lugar. —Max. —Abro os olhos enquanto deixo cair o sutiã, liberando meus peitos. Dá um passo para frente, me levanta, e logo me coloca contra ele. Ele envolve minhas pernas ao redor de seu quadril e eu coloco meus braços ao redor do seu pescoço. Ele se vira e senta em minha cama, me deixando em seu colo. No momento em que afrouxo meu aperto sobre ele, ele baixa a boca e captura um tenso mamilo entre seus lábios, chupando-o enquanto ele geme. Dou um grito afogado e passo as mãos por seu cabelo, emaranhando meus dedos através dele. Nem sequer sou consciente de que eu me esfregava contra ele, até que


ele muda de lado, lambendo meu outro mamilo com atenção que tanto precisa. Estou molhada. Tão molhada. Minha calcinha oficialmente não existe. Ele morde suavemente meu mamilo, logo o lambe com sua língua, aplicando a quantidade perfeita de dor para fazê-lo se sentir bem. Estava começando a sentir que ele me arruinaria. Com seus braços ao meu redor, ele atraí mais profundamente em sua boca enquanto chupava um pouco e logo me lambia. A pressão está começando a crescer. Não quero que termine logo. Inclinando-se ligeiramente para trás, eu segurou suas bochechas, trazendo seu rosto de volta para o meu para um profundo beijo, e ele o toma como um homem faminto que precisa desses beijos para sobreviver. Minhas bochechas estão vermelhas e meu corpo ardendo, eu preciso de mais. Me deslizando do seu colo, eu fico de pé na frente dele, tomo suas mãos e as coloco sobre o elástico da minha calcinha. Ele entende a indireta. Ele faz muito rápido. Seus dedos agarram a borda da pequena calcinha e as arrasta pelas minhas pernas. Estou nua. E eu adoro. Eu me sinto poderosa. E isso era difícil. A forma com que Max me olha me faz sentir sexy. O homem não tem cara de pôquer. Ele gosta do que ele vê. Pelo movimento de sua ereção e ela também gosta do que vê. É sua vez para ficar de pé, em minha frente.


Sua pele acetinada parece o suficiente boa para lambê-la, assim eu faço. Me inclinando para frente, meus lábios se fecham em seu mamilo uma fração de segundos antes que ele coloque meus lábios nos dele, mordendo suavemente. Seu estômago sacode e um grunhido ressoa em sua garganta. Quero mostrar para ele o que ele havia provocado. É evidente que eu consigo. Descanso meus dedos no elástico de sua boxer. Isso é tudo. Aqui é onde ficam sérias as coisas. Mentalmente eu me preparo. Estou preparada para ele. Engancho meus dedos no elástico, deslizo as sedosas boxer para baixo, lentamente. Quando passo seu quadril, sua ereção salta livre e meus lábios se abrem. Eu o quero em minha boca de novo, mas não temos tempo hoje. Eu preciso de Max, eu preciso de tudo dele. Ele me coloca suavemente no centro da minha cama e cobre meu corpo nu com o seu, me acolhendo. Minhas mãos percorrem seu corpo enquanto seus lábios buscam os meus. Faz contraste comigo. Eu sou suave. Ele é duro, em todas as partes. Ele estava pálido. Eu estou bronzeada. Sua mão recorre a minha perna, agarra por trás de meus joelhos, levantando minha perna sobre o seu quadril. Empurrando suavemente minha outra perna, separando suficiente para que ele caiba no espaço entre elas. Ele se aproxima de mim pela segunda vez, mas desta vez,


ele está diferente. Seu duro e quente comprimento descansa entre minhas pregas úmidas e é incrível Ele me olha no rosto, empurrando superficialmente contra minha carne úmida. Ele sabe o que está fazendo, e eu estou agradecida por ele. Eu não estaria fingindo um orgasmo hoje! Yay, para mim! Ele aproxima seu rosto do meu, morde os lábios inferior suavemente e logo murmura: —Agora vou te foder. Meus mamilos se endurecem contra seu peito, sei que ele os sente, porque pressiona seu peito mais firmemente contra o meu com um suspiro contido. Se agachando, com seu próprio punho aproxima a ponta quente de seu pau de minha molhada entrada e pouco a pouco trabalha sua extensão. Não empurra como um louco. Introduz a cabeça de seu grosso comprimento em mim, de forma precisa e controlada. Um suspiro se escapa de minha garganta. Freneticamente eu me estico para agarrar seu ombro enquanto minhas pálpebras se fecham. Suspirando, eu imploro: —Mais. Max está tentando manter o controle. Os músculos de seus braços e seu estômago saltam e sobressaem quando deixa escapar um tenso: —Não me foda, você está apertada.


Ele empurra mais em mim, um centímetro mais, quantidades iguais de prazer e dor. Mas eu sinto sua preocupação enquanto seu corpo fica tenso sobre o meu. —Eu estou te causando dor? A verdade é que dói um pouco, mas sei que passará. E não quero que ele pare, assim eu falo a única coisa que eu lembro para incentiválo, —Oh Deus é um dor tão boa. Mais. Não pare. Um delicado empurrão o deixa mais da metade do caminho e eu gemo em voz alta com a deliciosa fricção. Ele continua se estimulando com empurradas superficiais até que estou quase completamente empalada. —Vou parar aqui. Não quero te causar dor, baby. Eu levanto os olhos até ele, e o fulmino com o olhar, —Eu quero tudo. Ele sorri suavemente para mim. —A próxima vez, baby. Não te tocaram por um longo tempo, e eu... Agarrando seus ombros fortemente, levanto meu quadril e logo empurro para baixo, todo o seu comprimento me transpassa. Nós resmungamos e gememos ao mesmo tempo. Meu coração se acelera. Minha respiração aumenta. Me sinto incrível. Ele está dentro de mim.


Todo ele. Sem respiração, olho para cima, seus olhos dourados e intensos. Respiro: —Me fode. E assim ele faz. Começa a empurrar, e a uma deliciosa sensação palpitante começa em meu centro. E acho que vou cair desmaiada pelo prazer. Max empurra com mais força, os sons duros de nossa carne batendo fazem eco por todo o quarto. Levanto minha cara e ele me encontra na metade do caminho, tomando meus lábios com beijos profundos, úmidos, reservados para o tipo de sexo apaixonado que estamos tendo. Ele segura meu quadril, me puxando para cima contra suas investidas, e o mundo ao meu redor desvanece. Meus olhos se fecham por um segundo quando um inesperado orgasmo me sacode. Suspirando, meus lábios se separam. Um gemido animalesco é arrancado de mim. Minha boceta se contraí, duro, e começo a pulsar em torno dele. Vejo Max morder o interior de sua bochecha, sua mandíbula fica tensa com suas investidas, como um animal. Ele bate em mim, como se fosse incapaz de se deter. Tomando o delicioso resplendor de meu orgasmo, eu me levanto sobre os meus cotovelos e beijo a sua boca, minha língua se arrasa pelo seu lábio inferior. Eu grunhe, sua cara reflete dor, e sei que ele está próximo. Eu o alcanço, envolvo meus braços ao redor de seu pescoço, pressionando


meus peitos contra ele enquanto empurra dentro de mim. Seus braços se apertam ao redor de minhas costas, me puxando mais para perto. Suspiro e ronrono no ouvido: —Você se sente bem dentro de mim, Seu corpo se estremece violentamente. Ele fica quieto, e joga a cabeça para trás e ruge, saindo uma fração de segundo antes que se derrame em cima de meu estômago. Sem preservativo. Merda. Estou certa que nós gostaríamos de discutir nosso descuido mais

para

frente,

mas

neste

momento,

nós

dois

estamos

semiconscientes. Com os olhos fechados, seu peito se move como se estivesse corrido uma maratona. Soando cansado, murmura: —Foi tão bom. Tão fodidamente bom. —Abre seus olhos sonolentos para me olhar. —Você é incrível. E o ponto a parte, eu acho que te amo. Eu rio. —Você não pode declarar o seu amor durante o sexo. — Sorrindo para ele, concordo: —Essas são as regras. Ele ri forte e áspero. Com seu pau apoiado em meu osso púbico, levanta a mão com a palma para cima. Levanto minha mão e batemos as palmas, nos rimos um longo momento do ridículo da situação. Suspirando serenamente, ele fica de pé e sai do meu quarto. Admiro sua bunda por só um momento antes que volte com um pano. Então eu


admiro a sua frente. Ele me limpa com a mão suave antes de jogar o pano no cesto e subir na minha cama, se acomodando contra minhas costas. Estamos dormindo de conchinha. Estou dormindo de conchinha com Max Leokov. E ele está pelado. Poderia conseguir algo melhor na vida? Um braço se desliza ao redor de minha cintura enquanto sua mão livre massageia suavemente meu peito. —Então, isso foi mais ou menos o melhor sexo da minha vida. — admite, pressionando suaves beijos no meu ombro. Faço um som sem compromisso com a garganta. Ele me empurra de repente soando nervoso. —Foi bom... não? —Faço outro som sem compromisso, sabendo que ele estava ficando praticamente louco. Grito quando ele morde o meu ombro e se gaba. —Sei o que você está fazendo! Sei qual a sua intenção, mulher! Eu começo a rir. —Está bem, está bem. Eu estava tentando te assustar. —Eu me envolvo em seus braços. Seus olhos sorridentes me mantém presa. — Nunca eu tive um melhor. —Me aconchego contra ele, pressionando meus lábios em sua garganta, e falo contra ela. —Eu amei. Cada segundo. As vibrações de sua garganta fazem cosquinhas em meus lábios.


—Bem, porque nos faremos de novo. Para todo o sempre, amém. Para sempre. Se apenas. Está manhã, eu me sinto mais leve e mais feliz do que estive a muito tempo. Mais do que eu posso lembrar. Assim quando chego alegremente para trabalhar, você pode imaginar a minha surpresa quando um sombrio James me chama em seu escritório e começa a conversa com: —Eu sinto muito, Helena. Isso não vai funcionar.


CAPÍTULO 28 Helena —O que? —pergunto, com a boca repentinamente seca. James bate sua lapiseira na mesa, evitando meus olhos. —Max me ligou ontem a noite. Estão saindo. E oficialmente um conflito de interesse. O centro não pode apoiar seu trabalho com Ceecee. Estou surpresa pela decepção que eu sinto. Um frio tremor se forma, duro feito pedra em minhas entranhas. Alcanço e esfrego distraidamente meu cenho. —Eu sinto muito, James. Não planejei isso com Max, só aconteceu. James finalmente me olha. —Ele é o cara, não é? Quando não respondo, ele concorda: —Ele foi o único que não te viu. Foi Max, não? —Sorrindo tristemente, mas não digo uma palavra. James suspira. —Ceecee está fazendo bem agora. Está motivada, e eu acho que ela vai ficar bem sem você. Amargura corre fria pelas minhas veias.


Ela só está melhor devido a mim, e com o tempo, eu teria ajudado ela a ficar estupenda. Vamos. Eu não tenho nem ideia de aonde veio esse pensamento. Sei que James trabalha duro com ela. Suponho que estou com ciúmes da relação de trabalho que ainda tem com ela que já não será permitida eu ter. Ele levanta uma sobrancelha questionando. —O que? Nem sequer vai brigar comigo? Deixo escapar um suspiro cansado. —Ajudaria? Sacudindo a cabeça ele pronuncia: —Nem sequer um pouco. Zangada, eu me levanto. —Eu sinto muito, James. Como eu disse, eu não vi isso vindo. A medida que dou um passo para a porta, algo me detém. Eu viro e acrescento: —Mas como namorada de Max, estarei vendo Ceecee de maneira regular. Estou a ensinando cozinhar. Sei que eu prometi. Também vou supervisar suas sessões em casa. Me diz se tem algum problema com isso, James. —Meu sangue ferve. — Me diz se tem algum problema com isto e que eu tenho que quebrar a promessa que eu fiz a uma menina de treze anos com problemas de abandono.


Em algum momento durante meu discurso, um pequeno sorriso quebra através da decepção de James. —O centro não tem nada contra as relações cliente/terapeuta, e baseando-se em seu atual entusiasmo, não posso ver que seja uma problema que mantenha uma estreita amizade com Ceecee. Ele fica de pé e se aproxima da janela, olhando para fora. —E se você, não sei, decida treiná-la no mesmo lugar e ao mesmo tempo em que Ceecee deveria por casualidade exercitar-se, não posso parar isso. —Ele se volta para mim e diz enfaticamente: — Eu só não tenho esse tipo de poder, por desgraça —Assim se você fosse a, digamos, fazer o cardio no parque, ao mesmo tempo que Ceecee decidirá fazer cardio no mesmo parque, e resulta de nós encontrarmos, não estaria arriscando meu trabalho. James assente lentamente. —Como eu disse, eu não tenho esse tipo de poder. Em momentos como este quando realmente eu desejaria não ter cedido e não abraçar James. Eu me movo um passo fora de seu escritório, mas enquanto eu faço, murmuro um silencioso: —Obrigada, James. Seu “De nada”, é tranquilo. Eu me arrasto para meu escritório e tomo o assento, olhando a tela de meu computador. Quando eu dou conta que ainda posso treinar com Ceecee, um sorriso radiante se propaga através do meu rosto.


Felicity salta e senta em meu escritório. Olho para cima para vê-la sorrindo para mim. —Eu te disse que ele te notaria. Ele só precisava te ver de um ângulo diferente. Ela se levanta e começa a saltar e se afastar. —The White Rabbit este sábado? Digitando a senha em meu computador, eu digo em voz alta: —Estarei lá. Eu não a vejo, mas escuto sua resposta cantarolada. —Holla! *** Max Quando o elevador se abre, eu ando pelo corredor com um sorriso que eu pensei que tivesse sido enterrado dentro de mim. Acontece que Helena encontrou e cavou-o contra a minha vontade. Eu levo café aos meus lábios enquanto caminho para o escritório. Um Asher com um olhar zangado e uma Nat com expressão severa estão de pé no meu escritório, obviamente me esperando. Meus olhos se estreitam. Não, eu não gosto disso. Eu os comprimento, vacilante. —Olá gente, como estão?


Nat avança uns passos, cruzando seus braços sobre o seu peito. Está de pé e me pergunta firmemente. —Quais são suas intenções com minha irmã? Bom, merda. E eu pensava que ia ser uma boa manhã. Ash dá dois passos para frente e para junto a sua esposa. A olha e diz: —Eu me encarregaria disso. —Levanta sua cara até a minha e franze o cenho—Quais são as suas intenções com minha irmã? Asher podia ser um cara assustador, se eu não tivesse crescido com ele. Apoio meu café na borda a mesa do escritório e respondo com sorriso. —Eu gosto dela. A dura expressão de Nat se derruba para mostrar seu lindo sorriso: —Você gosta? Sorrindo ainda mais e suspiro sonhadoramente. —Ela é incrível. —eu digo sério. Mas Ash não sente igual. Sua mandíbula está tensa e sei que ele quer me dar um soco no estômago. Nat lança suas mãos ao ar um momento antes de saltar até mim. Eu a pego no último segundo. Sua suave risada chega ao meu ouvido. —Oh, meu Deus, isso é genial! Vocês virão para a Califórnia conosco em férias e nos ficaremos na casa de nossos pais, e quando se


casarem seremos um família! Não como a família que somos agora, sim uma família real! — Nat abaixa e segura meu pescoço sorrindo. —Ela será

uma

grande

mãe.

Ela

sempre

quis

filhos.

—Suspira

dramaticamente e se vira para Ash. — Pode imaginar pequenos bebês MaLena correndo ao redor? Um olhar de confusão corre pela cara de Ash. —MaLena? Nat vira seus olhos como se ele fosse estúpido. Helena e eu nos casarmos? Um pequeno bebê Max e Helena Junior? Meu coração acelera. Inferno, não. Justo quando eu levantava a mão para discutir seu ponto, Nik chega pela porta o escritório e aponta sua mandíbula para Nat. —Sobre o que está arquejando a senhora louca? Vou responder, mas Nat me corta com felicidade. —Max e Helena vão se casar e ter bebês! Os olhos de Nik se estreitam comicamente. —Ela está grávida? Já? —Sacode a cabeça. —Jesus, homem. Certo que você não está de brincadeira. Isso é tudo. Levanto uma mão e começo. —Wow, homem. Ela não está grávida. —Eu viro para Nat. —E não vamos nos casar. —Enfrento a Ash. —Mas eu gosto dela, e vamos devagar. Tudo o que estamos fazendo é sair. Todos precisam relaxar.


Eu odeio a mim mesmo por pensar em Maddy neste momento. Lembro como me senti quando nos deixou. Nunca ouvimos dela de novo, mas escavei por informações. Sinceramente desejei não ter feito quando descobrir que ela se casou novamente e teve dois pequenos filhos por sua conta. Como poderia ter feito isso? Como podia viver sua vida como se não existimos? Como se nunca tivéssemos existido? Isto era o motivo que normalmente eu não tinha encontros. Não poderia suportar isso de novo. Quase me matou a primeira vez. Eu me perguntei quanto tempo levaria a Helena se dar conta que um homem com uma adolescente incapacitada não era o que ela estava buscando. Por sorte, a coisa com Helena não era seria. Sim, claro. Por sorte estava mantendo os sentimentos longe dessa relação. Segue dizendo isso. Por sorte não havia risco de perder meu coração de novo. Ela já está ai, homem. A expressão da Nat cai. Abre a boca para falar, mas a fecha rapidamente. Ela toma um minuto e tenta de novo. Quando fala, calma e precavidamente. —O último namorado real que Helena teve foi na escola secundária, e a magoou, Max. A magoou de tal maneira que ela estava assustada de sair com alguém. —Ouvir que algum idiota havia


magoado Helena me fez quer abrir um buraco na parede. —Até agora. Realmente ela gosta de você, Max. Ela pode negar quanto quiser, mas posso ver. Ela gosta muito de você. —Respira fundo e logo responde em um suspirado exalado. —Por favor, não a magoe. Magoá-la? Por que ninguém podia ver? Ela tinha o poder de me magoar. E faria, quando tiver o suficiente de mim. E inclusive sabendo disso, não podia deixá-la ir. Estaria por perto pelo tempo ela me quiser. Helena não podia amar um cara como eu. Quem quer uma pessoa com meio coração? Envolvo meu braço ao redor de Nat e abraço. —Não vou feri-la. Eu prometo. Sorrindo enquanto se afasta, expressa: —É tudo o que peço. —Ela se endireita. —Está bem. Tenho que trabalhar, mas os vejo logo. Beija Ash na boca e a minha bochecha, e depois Nik, antes de ir. Ash se vira para mim. —Eu juro por Deus, homem. Amo essa mulher mais do que minha própria vida, e ela ama Helena mais do que a sua. As magoe— ele me olha nos olhos para me mostrar quão serio está sendo—, eu te matarei. Sem olhar para trás, ele sai do meu escritório, e grito: —Anotado. Nik estava junto à porta apoiando contra o batente.


—Tenho que admitir que fiquei surpreso com Helena, mas nem tanto. —É? O que você quer dizer? —Ela é bonita, divertida, tem experiência trabalhado com crianças como Ceecee e tem um bom coração. —Meu coração se aperta dolorosamente quando ele concorda: — Ela é tudo o que você merece e mais. —Ele fica de pé, encolhendo os ombros ligeiramente—Assim que me diz por que você tem medo. Meu irmão. Ele vê tudo. Eu me sento na borda da mesa, para pensar em minha resposta. —Eu não tenho medo Nik se aproxima de mim na mesa e se senta ao meu lado. Ele assente com a cabeça ligeiramente. —Você tem medo. —Não sei o que dizer, porque ele tem razão. Tenho medo. O silêncio dura só um momento antes que Nik pronuncia: —Você se lembra do miserável que eu era antes de Tina chegar? Antes de Tina chegar. Nik era um bastardo mal humorado, que só utilizava as mulheres para o sexo. Mas Tina não queria sexo. Queria amizade. Até então, Nik nunca havia tido um amigo que fosse uma mulher. Nós dávamos a merda por isso, mas estou agradecido por Tina. Ela deu a Nik algo que nunca pensei que veria em minha vida Ela deu a ele uma razão para viver.


—Sim, eu lembro. Empurra meu ombro com o seu. —Você não quer algo que nos temos? Porque você poder ter isso. Tem uma mulher que poderia te dar isso e ela está justamente na sua frente. Minha garganta se comprime pela emoção, e eu odeio a mim mesmo por mostrar debilidade. Escondo meu queixo e sussurro tenso: —Não posso fazer de novo, Nik. Ele concorda redondamente: —Sim, sim pode. Uma mulher assim não te machucará. Uma melhor assim te apoiará sem te deixar cair. Uma mulher como Helena é difícil de encontrar, mas fácil de manter, é só a tratar bem. —Faz uma pausa um momento antes de afirmar. — Ela não é Maddy. Murmuro: —Sim, bem pensei que Maddy era todas essas coisas que acaba de dizer, assim eu acho que não sou o melhor juiz de caráter. Um som profundo o escapa. —Amigo, sei que você não se lembra das coisas da maneira que faço, assim aqui vai. Vou soltar se deseja escutar ou não. —Ele se desliza fora da mesa para estar frente a mim. —Maddy era uma cadela reclamona. Ela sempre foi... Minha cabeça se levanta surpresa. —O que?


Nik suspira. —Sei que quando está apaixonado vê o melhor de uma pessoa, mas eu não estava apaixonado por ela. Foda-se, eu apenas gostava dela no melhor de seus dias. Assim vou dizer tudo agora depois de treze anos, por que Maddy nunca foi o suficientemente boa para você. Sentado ali chocado, o único que posso fazer é escutar quando começa. —A primeira vez que me disse que estava apaixonado, apostei por você. Quero dizer, não é que todos os dias seu irmão mais novo chega para dizer que tinha conhecido alguém. Passei toda a noite falando com você e eu te pedi para trazê-la para que pudéssemos conhece-la. Lembro do quão emocionado eu estava por você. No dia seguinte, você voltou para casa com o aspecto de alguém que encontrou merda em seus cerais, porque Maddy não estava disposta a dizer sobre você para as pessoas. —Ele me olha nos olhos. —essa foi sua primeira falha. Ela atuou como se estivesse envergonhada de você. Minhas sobrancelhas se enrugam. —Não foi assim. Queria ter certeza que estava com ela antes de dizer a seus pais sobre nós. Nik fecha os olhos. —Ah sim? Ela te deteve para dizer aos seus amigos? Maldição, sabe que você contou a todos sobre ela, se ela não tivesse dito a você


tão pouco a faria. Quero dizer, vamos. Falaram por telefone durante meses e você declarou o seu amor em centenas de ocasiões. Eu nunca vi assim. —Bem, eu acho. Foi há muito tempo. Ele levanta uma mão. —Em segundo lugar, quando vocês estavam saindo e chegava a mãe dela, sempre tinha uma desculpa para explicar que não podia comer conosco porque já havia feito, e sua mãe era cúmplice. Era grosseira. Assim que ela sentava ali como uma imbecil olhado todo mudo comer, e logo reclamava para você a levar para casa, quando na realidade, só não queria estar conosco. Ela não gostava da gente, e você sempre a defendia. Eu nego com a cabeça. —Não é que ela não gostava de você; é só que sua família era diferente da nossa, sabe? Não falam como nós. Eles eram gente de boa posição. Nik fica boquiaberto ante a minha afirmação. —Ainda está dando a cara por ela! Eu me estremeço quando eu dou conta que estou fazendo. —Eu sinto, irmão. Eu acho que os velhos hábitos tardam a morrer. Seu rosto se acalma um pouco.


—A última recordação, e nunca a perdoarei por isso, foi quando ela ficou grávida... —seus olhos se fecham com tristeza—.... e te culpou por isso. Ela disse que você estava a segurando, para evitar que ela te deixasse, e que você queria que ela nunca fosse para a universidade. Ela te odiava por isso. Estava ressentida. Mas você estava tão apaixonado por ela, que não podia ver através da luz do sol que brilha fora da sua bunda. Eu me tranquilizo. Cada coisa que ele diz está certa. Ela me fez sentir culpado por tê-la engravidado. Ela me culpou por não comprar a pílula. Não queria Ceecee. Nunca a quis. —Eu sinto, irmão, mas essa era a verdade. —Ele coloca uma mão no meu ombro com um gesto fraternal de apoio. —De acordo com Maddy, você nunca foi o suficientemente bom para ela. —Ele aperta meu ombro e logo sai fechando a porta atrás dele. Eu não raciocínio durante muito tempo. Passa um longo minuto antes de alcançar o outro lado da mesa com a mão trêmula e levantar minha xícara de café. Aperto os dentes e seguro com força antes de lançar ao outro lado do escritório. Observo bater na parede, quebrando em pedaços e salpicando café através da superfície branca. Respirando com dificuldade, meu corpo treme com uma raiva incontrolável. Suspirando, sussurro um trêmulo: —Eu te odeio, Maddy.


*** Helena Meu corpo coça. Me coço distraidamente no peito enquanto minha perna está debaixo da mesa do escritório. Estou com síndrome de abstinência. Eu estico através da mesa, pego o meu telefone e escrevo rapidamente. Eu: Me desculpa, oh portador de muitos orgasmos, preciso que coloque glacê de bolo! Preciso de doce.... você entende? Sua resposta vem imediatamente. Max: Cupcake, pensava que eu era todo o açúcar que você precisa. Não posso deixar de rir. Imbecil. Eu: Ainda que você é deliciosamente mágico, isto não é uma brincadeira. Estou tendo sintomas de abstinências. Me coça, eu estou vermelha e estou de mau humor. Você não quer que eu fique de mau humor com meus clientes, certo? Um minuto mais tarde, meu telefone vibra. Max: Definitivamente não quero você de mau humor, querida. Vou fazer uma ligação. Me dá uma meia hora. Meu coração se enche quando me chama de querida. Então bato o pé, aplaudo e silenciosamente grito.


Eu: Eu poderia te beijar agora mesmo! Um momento depois, meu telefone vibra em minha mão. Max: Baby, quero mais do que seu lábios. Finjo um desmaio deixando cair minha cabeça em minha mesa com um ruído forte. Depois que o palpitar entre minhas pernas se acalma, levanto minha cabeça e escrevo uma resposta. Eu: Estou no trabalho! Você não pode ser sexy enquanto estou trabalhando! Devia haver adivinhado sua resposta antes de chegar. Max: Claro que eu posso. Bj. Escrevo as informações sobre os meus clientes com um sorriso na minha cara. O tempo passa rapidamente, e antes de me dar conta, eu terminei. Sentada em minha cadeira, alcanço a parte de trás do meu ombro rígido e o massageio. Eu acho que ter relações sexuais depois de tanto tempo é difícil para os músculos. Um par de mãos masculinas aterrissam sobre os meus ombros e começam a massagear. Um gemido me escapa. —Oh sim. Lábios tocam minhas orelhas e sussurram: —Eu acho que eu ouvir você dizer isso antes. —Meus olhos se abrem de golpe, mas o sussurro continua: —Mas era mais como “Oh sim, mais” e “Oh sim, assim”. Eu relaxo de novo contra ele e pergunto através de uma risada:


—O que você está fazendo aqui? Trato de não fazer biquinho pela perda de suas mãos em mim, eu fico de pé, e viro para ele. Max me sorri, está o suficientemente bom para comer em seus jeans escuros, essa camiseta cinza de manga comprida enrolada até os cotovelos, e tênis branco. Também tem em suas mãos uma caixa. Uma grande caixa roxa e branca. Meu coração salta em um latido. Eu pergunto chocada: —Você não...?! — Eu tiro dele a caixa, a coloco em minha mesa e abro para encontrar uma dúzia de bonitos cupcakes acomodados ali, esperando serem provados. Eu dou a volta e balbucio: —M-mas, por que? Levanta a sua mão e passa seu polegar pela minha bochecha. —Porque você é incrível. Porque você é divertida e doce. E porque merece uma dose de açúcar. Em meu coração se acumula tudo o que eu sinto. Nem sequer me importa se estou no trabalho. Dou três passos para perto dele, levanto minhas mãos para afagar suas bochechas, e aproximo sua boca da minha, plantando beijos suaves e úmidos sobre seus lábios carnudos. —Obrigada, querido. Ele tira minhas mãos de suas bochechas e me leva com ele se afastando. Levanta minhas mãos a sua boca e com ternura beija os nós de cada mão.


—Eu tenho que voltar ao trabalho. —Caminhando para trás, pergunta: —Você virá cozinhar com Ceecee amanhã, não? Eu encolho os ombros, sabendo que nunca poderia negar. —Claro. Ele pisca o olho antes de se virar e correr para porta. Eu me sento de novo na minha mesa, sorrindo, e com os olhos na caixa aberta de cupcakes, minha fome repentina por torta se dissipa. Meu sorriso se desvanece. Max estava certo. Ele é todo o açúcar que eu preciso. E isso assusta, como a merda.


CAPÍTULO 29 Helena Com Felicity puxando meu cabelo para fazer uma trança fina de lado, meu rosto se franze e um dos meus olhos se fecha pela dor. —Ow, merdinha—assobio uma respiração através dos meus dentes. —Isso dói. A loira alta, simplesmente sorri cruelmente. —A beleza é dolorosa, cara de bunda. Hoje é sábado, e nos estamos nos preparando para ir a The White Rabbit. A semana passou bastante rápida, trabalhando durante o dia, quatro das cinco noites eu tinha estado com Max, passando o tempo, cozinhando com Ceece, e comendo como uma porca. Eu não foi a noite anterior, apesar de que ele me pediu. Sento que Max e Ceecee precisavam de tempo para eles mesmos, então eu propus a Max uma tarefa. Eu disse que ele comprasse todas as coisas para fazer sorvete e colocar Ceecee para fazer banana splits para ambos. Mais tarde essa noite, eu recebi um mensagem com uma foto de Max e Ceecee sorrindo para câmera, ambos os rostos com sorvete e calda de chocolate. Era adorável, e de repente desejei ter estado ali. Meu telefone vibra em minha mão e o levanto, vendo a tela.


Max: Três horas mais para ver seu lindo sorriso. Um sorriso gigante estala em meu rosto, tão gigante que minhas bochechas doem. Eu estava recebendo isto durante cinco horas agora. Cada hora em ponto. Ele primeiro disse: Sete horas para beijar sua boca de mel. No segundo disse: Seis horas para ver seus bonitos olhos verdes. E o terceiro disse: Cinco horas para apertar sua bunda sexy. E o quarto disse: Quatro horas até envolver meus braços ao seu redor. E quando eu fizer isso, não vou te deixar ir. É correto dizer que esse homem sabe como fazer uma mulher se sentir especial. Também é correto dizer que meu coração não está a salvo quando se trata de Max. Ele esta virando muito mais do que uma distração do que eu imaginava. Ele não quer me ver de vez enquanto. Ele quer me ver todos os dias. E quando eu digo que não posso vê-lo, ele fica de cara feia. Ele é tão malditamente lindo que me dói o coração. Não estou certa do que está se passando entre nós, mas eu sinto que é real. Igual que uma relação real. Nem sequer é sobre sexo. As últimas três noites que havia estado ali, tudo que fizemos foi nos


beijar, nos abraçar, e ficar com ele no sofá depois que Ceecee foi dormir. Estou tão confusa sobre o papel que eu acho que estou interpretando. Na realidade, já não parece um papel. Max foi que me disse que não podia me dar tudo dele, mas eu sinto como se ele estivesse me dando até o último pedaço. Ele está cavando um lugar no meu coração, justo ao lado do lugar reservado para Ceecee, e o que está mais alarmante é que eu os quero ali. Felicity puxa meu cabelo outra vez e minha boca se abre ao mesmo tempo em que meus olhos. —Aí, cadela! Você fez de propósito! O reflexo de seus olhos duros no espelho. —Eu morei aqui toda a minha vida e não pude encontrar um homem que queira uma relação séria. Você está aqui há um mês, um maldito mês, e você conheceu. —Ela faz careta no espelho. —Não é justo. Eu me esquivo. —Max e eu estamos pegando as coisas com calma. Inclusive pode ser que não funcione, Flick. Ele conta com isso, na realidade. Ela roda os olhos. —Ele está te enviando mensagens durante todo o dia sobre o muito que não pode esperar para te ver. Ele te trás cupcakes no


trabalho e quer que sua filha te conheça. Eu acho que isso é mais sério do que ambos se dão conta. Ele é super doce com você, e ele já nem sequer flerta mais! Ele não faz? Eu pergunto surpresa: — Ele não faz? Suas sobrancelhas se levantam e nega com a cabeça lentamente. —Não. Bem, não comigo de todos os modos. Eu não vi flertar com Willa tampouco. Caralho, eu não o vi flertar com ninguém. —Suas sobrancelhas se estreitam. —Sabe o que? Talvez nós olhamos um momento esta noite. Vê o que ele faz. Porque juro por Deus, a mulher que faça que Max Leokov deixe de flertar.... —inclina sua cabeça para um lado—...ela é a eleita. Meu coração se anima ao mesmo tempo em que meu cérebro estala com uma grande framboesa. Suspiro. —Você está delirando. Clinicamente louca. Precisa ver alguém sobre isso. Felicity ri. —Você tem sorte que eu gosto de você. —Um sorriso irônico segue sua risada. —Sendo que , eu te comprei um vestido para que use essa noite, e — meu forte gemido de desaprovação é ignorado quando fala mais alto, por cima de mim—, você vai deixar ele louco essa noite. E aqui vem meu choramingo.


—Eu já te disse que não gosto de usar vestidos. — Me endireitando na cadeira, cruzo os braços sobre mim. —Não, não vou colocá-lo. Felicity sai do quarto, dizendo de novo. —Eu acho que poderia mudar de opinião—quando volta a entrar em meu quarto, não posso conter um suspiro quando acrescenta—, quando o ver. Em suas mãos está o vestido mais espetacular que eu vi em toda a minha vida. É completamente preto, sem mangas com um decote princesa, com comprimento no meio da coxa, e tem uma pequena saia com babados ao redor da minha cintura, o que é fácil ocultar uma pequena barriga se tem uma. As costuras de todo o vestido são de uma cor mostarda amarela. Imediatamente eu amo. Mas ainda não posso usá-lo. —É magnifico, Felicity. Eu o amo. Realmente eu o faço. Mas... — olhos seus olhos, suplicando—, mas não posso usá-lo. Sua cara cai. —Bom. Está bem—Suspira, passando sua mão pelo vestido. — Quero dizer, a quem importa se eu fui ao centro para encontrar um vestido sexy para você usar para seu novo homem. Você não vai colocá-lo. Deveria ter sido mais cuidadosa. Mas poderia pelo menos prová-lo, sabe? Para mim. —Ela faz olhos de cachorrinho e pisca seus cílios ridiculamente longos.


Eu rodo meus olhos pela sua travessura e puxo o vestido de suas mãos —Bem, mas só para você. E uma vez que eu prove, saio dele. Felicity aplaude e sorri. —Sim! Bem! Traga o seu traseiro de volta aqui. Uma vez no banheiro, eu troco a minha calça de ioga e uma camiseta, e me deslizo no vestido. Eu fico boquiaberta com meu reflexo. É perfeito. Ele está perfeito em mim. Nunca eu quis usar tanto um vestido como quero usar esse. Ao sair do banheiro, caminho de volta ao meu quarto e Felicity assobia: —Oh meu Deus! Está linda! Quero dizer, está maravilhosa. Eu amei. Caiu muito bem para você. Ela está parada atrás de mim, fechando o zíper. Murmuro: —Eu-um... Não sei. Eu não acho que está um pouco extravagante? —Ele tem a quantidade justa e extravagante. Eu juro que é como se tivesse sido feito para você. Logo que o vi, eu soube. Custou-me um pouco, mas sabia que tinha que comprar para você. Estava na vitrine de uma loja chamada Lena. —Ela encolhe os ombros ligeiramente. — Foi como, um sinal ou algo assim. De repente insegura, eu me abraço.


—Ainda não estou segura. Felicity deixa escapar um suspiro de exasperação. —Estou conseguindo uma segunda opinião—Então se afasta. Escuto a porta se abrir, e logo volta com Nat. Nat me olha boquiaberta, caminhando ao meu redor, balbucia: —M-mas, como? —Ela se volta para Felicity. —Como infernos conseguiu que ela coloque isso? Felicity leva um sorriso de satisfação. — Culpa. Os olhos de Nat se estreitam enquanto esfrega os dedos e silva. —A culpa! Claro! —murmura—Eu só ia amenizá-las com lesões corporais graves. —Nega com a cabeça—Nunca funcionou. Eu pergunto a Nat com cautela: —Como estou? De repente ela fica aborrecida e responde: —Você está bem. Conheço a minha irmã o suficiente bem c para saber que se está brincando, eu estou ardentemente sexy. Sorrindo, eu me dirijo a Flick e declaro. —Ok. Eu estou vestindo Nat sorri e diz com uma risadinha: —Me Deus, Max vai ter um ataque. Meu sorriso cai enquanto meu estômago se afunda.


—Você não acha que ele vai gostar? Ela faz um ruído de desgosto. —Não, imbecil, ele vai amar. —Caminha fora de meu apartamento, mas concordando com um grito: —Por desgraça para ele, também os outros homens que estiverem ali gostaram. —Antes que entre em seu próprio apartamento, ela ri maniacamente. Oh. Felicity sorri, acenando para mim com conhecimento de causa. —Oh sim. Hora de colocá-lo ciumento. Rodo meus olhos, mas o faço sorrindo. Max ciumento? Eu mataria pra ver isso. Meu telefone vibra na pia do banheiro. Max: Duas horas até escutar sua doce voz. Meu coração bate mais rápido quando o calor sereno flui através de mim. Oh irmão. Estou fodidamente condenada. *** Helena Logo que chegamos ao clube, meu estômago se afunda da emoção de ver Max. Estou bastante segura de que não estou pronta


para sentir isso. B-rock nos cumprimenta e nos deixa entrar. Nos damos a mão, nadando através da multidão de pessoas. Está bastante malditamente cheio já, e são só nove quarenta e cinco. Normalmente, o lugar estaria morto até as dez. Logo que chegamos a parte inferior das escadas da área VIP, a nova Alice tímida está ali, com os olhos firmemente fixos no chão. Felicity fala primeiro. —Olá. Helena Kovacc e amiga. Alice timidamente gagueja. —Claro. P-p-por favor, suba a direita. — Alcança e desabotoa a corda de veludo, mas quando ela faz, obtenho uma boa visão do seu rosto. E ainda surpresa murmuro. —Willa? Alice tímida se encolhe. —Não. Eu sinto. Felicity me olha com curiosidade em seus olhos. Dá um passo mais próximo da nova Alice e se agacha para olhar seus olhos. Os olhos de Flick arregalam com surpresa quando quase grita para nossa companheira de trabalho. —Santa merda, menina! Tem algumas explicações para nos dar! Willa se encolhe, uma vez mais, virando sua cara para cima para nos olhar. Seus olhos se movem de lado a lado. Colocando um braço no seu com comodidade, pronuncio:


—Ei, não vamos dizer a ninguém. Certo, Flick? Felicity sorri suavemente. —Não é assunto meu para contar, Willa. Willa relaxa visivelmente. —Oh, graças a Deus. Não quero que Whit sabia. Eu não... —baixa a voz—... não quero que ele me veja vestida assim. Olho para o traje sexy de Alice no país das maravilhas que ela veste. A saia é mais curta que uma mini, com meias vermelhas de encaixe brancos e liga debaixo. Seus pés estão adornados por uns saltos brancos ridiculamente altos Mary-Jane. Ela usa uma peruca loira branca com um laço de cor azul claro, e batom vermelho brilhante. Ela está sexy. Sorrio para ela. —Willa, você viu a si mesma? Você deu uma boa olhada no espelho antes de vir? Ela se incomoda. —Claro que eu fiz. Sei o que eu pareço. Estou confusa até que ela concorda: —Eu me veja com uma vagabunda. É impróprio para uma dama se vestir assim. Mas estou desesperada. Eu preciso de dinheiro. Felicity engole uma risada antes de perguntar: —Você acha que Helena está como uma vagabunda essa noite? O rosto de Willa empalidece.


—Oh, céus, não! Felicity aponta para si. —O que há comigo? De repente ela fica melancólica. —Não. Vocês estão lindas. Ambas. Dou um passo pela escada enquanto eu digo: —Está sexy vestindo isso, e se James te ver, não acho que seja capaz de manter suas mãos longe de você. Sigo subindo a escada, mas escuto Felicity completar: —Eu nunca vi você melhor, querida. Divirta-se essa noite. E não se preocupe, guardaremos o segredo. Ao chegar na parte superior das escadas, eu olho para baixo para encontrar Willa mordendo o lábio com um tímido sorriso. Missão comprida. Chegamos a cabine para encontrar uma pobre, grávida e enorme Tina sentada sem os seus sapatos, apoiando os pés em um banco que um dos meninos deve ter trazido para ela. Está falando com Nat, Isa e Leti enquanto esfrega seu ventre. Mimi, Lola e Maria conversam tomando uma taça no bar VIP. Os únicos caras a vista são Nick e Trick, de pé junto a cabine. Os sábados pela noite são realmente muito mais relaxantes para ele. Ash estará na sala de segurança, enquanto Max se assegura de que os clientes se mantenham felizes.


—Olá, meninos. —comprimento quando Felicity e eu nos sentamos frente a Tina. Ela não parece feliz. —Olá. Franzo o cenho. Quem fez que Tina se sinta mal vai receber um soco. Precisa muito para chatear Tina. Simplesmente não faça. —O que está mal? —Tina estava usando o banheiro de baixo e viu mulheres tomando drogas ali. Está chateada porque alguém trouxe essas coisas ao clube. Isso é compreensível. Levanto o olhar até Nik —Você não pode fazer algo a respeito disso? Ele encolhe os ombros. —Eu não posso entrar nos banheiros das mulheres. Teria que fechar com um membro feminino para controlar essa área. E não estou seguro de que valeria a pena pagar para isso . Felicity enruga a cara pensando. —Não pode fazer Max? Simplesmente ficar junto a porta. Nik nega com a cabeça. —Ele faz um monte no primeiro piso. Ele nós faz falta ali. Ainda, quem poderia ficar junto a porta? Seria desperdiçar o seu talento. Eu levanto a minha mão. —Eu o farei.


Tina pisca. —Você faria isso? Encolho os ombros ligeiramente. —Claro. Nik me olhar por um momento, parece estar pensando seriamente. —Eu não sei. Eu sinto, baby. Você não parece suficientemente agressiva. Nat sorri. —Oh, ela é bem agressiva. —Ela limpa a garganta. —Por exemplo, poderia falar de um pequeno cartaz que guarda em... Antes que ela termine a frase, eu puxo em cima da mesa, lutando com Nat. Aperto os dentes enquanto a envolvo em uma chave. —Fale uma palavra a mais e está morta! Nat afoga uma risada. —Olha! —Aperto meu agarre um pouco mais e geme. —Vai à merda, cadela! De algum lugar detrás de mim, Lola cantarola: —Helena, posso ver sua roupa íntima! Trick murmura deslumbrado: —Não se vê muitas mulheres usando esse tipo de lingerie. Então eu ouço: —Homem, o mesmo eu digo.


Ouço Ash se queixar. —Quando que você vi sua roupa intima? Max responde sem pensar: —Eu vi em várias ocasiões. Logo como eu solto Nat, eu olho para cima a tempo de ver Ash se jogar sobre Max, segurando. Ash diz entre os dentes: —Vou quebrar a sua cara! Mas Max diz divertido meio afogando-se: —Valeu a pena! Ash lança Max longe. —Você não vale a pena. Enquanto Nat me ajuda a levantar. Nik pergunta: —Diz sério sobre trabalhar aqui? Max pergunta surpreso: —O que? Aceno com a cabeça, suspirando com o esforço. Estrangular a sua irmã é um trabalho duro. —Sim, eu preciso de dinheiro. Max pergunta confuso. —Você precisa de dinheiro? Nik assente, sorrindo. —Está contratada. —Ele pega a insígnia preta ao redor de seu quadril e a coloca ao redor do meu. —Não acho que precise de


orientação. Sua carga horária de trabalho é de trinta e seis horas e vai trabalhar quatro horas por noite, só aos sábados, por hora. O que você acha? Estou assustada. —Entendido. Max fica diante de mim, me olhando chateado. —Você precisa de dinheiro e não me disse? Entorno os olhos. —Claro que preciso de dinheiro. Sou uma humana que vive em Nova York. —Franzo meu cenho o olhando. —A que deve essa atitude? Eu pensei que iria ser beijada, abraçada , amassada e todas essas coisas. Seu rosto se suaviza. —Vem aqui. —Caminho até seus braços abertos, rodeando com meus braços e ele me aperta forte, passando uma mão para cima e para baixo nas minhas costas. Enterrando seu nariz em meu pescoço, murmura: —Este vestido. Sorrindo pergunto inocentemente. —O que acontece com ele? Ele morde meu pescoço. —Você está me matando, docinho. Tenho que trabalhar, enquanto você usa isso. Fodida tortura. Mimi responde:


—Primeiro, você não gosta dele, e agora não pode tirar as suas mãos dele! Max levanta a cabeça do meu pescoço captura minha boca em um beijo firme antes de me girar em seus braços para me deixar frente a multidão. Lola nos sorri e diz com admiração. —Vocês! Adoráveis, eu juro. — Brincando com seu tubo, e diz com curiosidade: —Vamos Helena. Diga-nos por que você não gostava de Max. Eu morro de curiosidade de saber. Max grunhe: —Você não é a única. —Eu dou uma cotovelada em seu estômago. Ele estremece e deixa escapar um indignado: —O que? Abro a boca para negá-lo, mas Felicity já está ali. Ela ri. —Oh homem. Você é um bobo. Nat suspira. —Você sabe? —Ela se vira para mim. —Por que ela sabe? Nunca disse. Abro a boca para falar pela segunda vez, mas é muito tarde. Felicity profere: —Bom, tudo aconteceu no seu casamente. Me surpreende que você não sabia. Eu me inclino até Flick e sussurro: —Cala a boca! Max cobre minha boca com a mão, incentivando-a a seguir.


Então ela começa. —Bom, Helena tinha posto o olho em Max desde a primeira vez que ela o viu. Minhas bochechas esquentam e afundo meu queixo para lutar contra a minha vergonha. Max pergunta em voz baixa: —Isso é verdade? Eu encolho os ombros ligeiramente, não estou disposta a responder. Felicity continua: —É um casamento. Vamos, as meninas sabem do que eu estou falando, certo? Todas as meninas trocam olhares de cumplicidade em seus rostos, assentindo com a cabeça e sorrindo com travessura. Somos mulheres. Os casamentos nos emocionam. Emocionam e esquentam. Não sei por que, mas essas são as regras. Minha mente recua. Agora está inclusive falando como ele! Antes que posso detê-la, Felicity continua: —Assim que Helena estava pronta para fazer um movimento até nosso lindo Max. Ela o estava olhando toda a noite enquanto ele flertava com todo mundo e em um momento, consegue coragem o suficiente para pedir que ele pegue um copo para ela. E o faz. —Ela se volta para Max, sacodindo a cabeça até ele. —Ele nem sequer ele levanta o olhar do seu telefone. De fato, ele a ignora por completo.


As mulheres ficam boquiabertas. Os braços de Max se apertam ao meu redor. Tina fica triste. —Max, não fez isso. Mas antes que Max possa dizer nada, ela finaliza. —Oh, ele fez. E isso não é o pior. Depois de nenhum olhar, ele a despachou. —Ela faz uma pausa para alcançar um efeito antes de seguir. —Então a chamou de Helen! As meninas suspiram com desgosto enquanto os homens fazem por baixo sons de desconforto. Oh sim. Essa noite promete.


CAPÍTULO 30 Max Meu estomago se afunda. Eu não fiz isso!...certo? Deixo escapar um longo suspiro. O mais provável é que eu fiz. Eu magoei Helena. Maldição. Mas, maldito seja, vou compensar de alguma maneira. *** Helena Nat se inclina com um olhar irritado e bate na perna de Max, murmurando: —Imbecil. Ao mesmo tempo, Nik bate em Max na parte traseira da sua cabeça, murmurando fortemente “estúpido”. Max me aperta firmemente, se defendendo. —Eu não lembro disso! Eu juro! —Ele olha Nik. —Você acha que se Helena tivesse se jogado sobre mim, eu diria que não? — Nik faz um ruído evasivo em sua garganta, olhando seu irmão com desprezo.


Enrugo meu nariz. —Você está me chamando de mentirosa? Max me vira em seus braços; —Não, eu não estou, baby. Só digo que não lembro que isso aconteceu. —Ele deixa cair a cabeça, sacudindo ligeiramente. —Não me estranha que me odiava. Eu também me odiaria. —Ele levanta um olhar, seus olhos douradas são sinceros. —Eu sinto muito, docinho. Nunca quis te machucar. E com isso eu me esqueci de tudo. Ele fica realmente envergonhado. Eu chego até sua bochecha. —Eu sei. Agora. E acabou. Estamos bem. Eu prometo. Ele se inclina até a minha mão, os olhos cerrados. Depois de um momento, ele se queixa: —Você está fodidamente brincando? —Quando abre os olhos, ele fica aflito. — Eu poderia ter tido você a tantos meses e eu estraguei? —Ele se queixa de novo, meio soluçando. —Deus, sou um imbecil. Rindo, me coloco nas pontas dos pés, deixando um beijo em seus lábios. —Sim, bom, sofra. —Eu viro para enfrentar Nik. —Vou revisar o banheiro das mulheres. O que eu faço se há um pessoa ali fazendo coisas desagradáveis? Nik pega seu comunicador de sua cintura e me dá.


—Só tem que chamar. A segurança estará na porta esperando. Não se aproxime. Não está treinada para isso, e como empregada, poderia fazer o que nós mandamos. Se você gostar do trabalho que faz, eu farei Ghost te levar a um curso curto de segurança e controle de multidão. Aceno, sorrindo. —Perfeito. Eu entendi. Sem tocar. Felicity caminha comigo, ficando no bar enquanto eu caminho até o banheiro. Está vazio e estou bem com isso, porque realmente preciso fazer xixi. Eu paro e o faço, puxo e vou abrir a porta, mas quando eu faço três mulheres entram. Eu me arremesso pela abertura da porta. Não posso ver tudo, mas posso ver o suficiente. —As opções são escassas está noite. —murmura uma pequena morena. A morena mais alta geme: —Onde estão todas as belezas? Realmente eu tenho que transar. Quando a terceira mulher fala, eu fico animada. Animada porque conheço essa voz. A alta e magra ruiva profere: —Oh,

por

favor.

Nenhum

dos

homens

aqui

são

o

suficientemente bons para olhar sequer. A ruiva é Portia. Nego com a cabeça ante a seu comentário. Ela que diz, não eu. Pobre das amigas dela. A morena menor sorri.


—Você está ferida porque o cara que trabalha aqui te rejeitou. A morena mais alta pergunta: —Quem se importa que ele tem namorada? Eu ainda o foderia. Portia se afasta: —A namorada demonstra seu gosto. Eu não quero, se decide estar com uma mulher assim. Obviamente ele tem baixos padrões. Filha da puta! Eu mordo a língua e faço uma bola com meu punho em um esforço para não sair e mostrar uma coisa ou duas sobre os padrões. A pequena morena sorri. —Mas é ariscado. Portia se detém. —Bem, isso. E seria agradável aos olhos, por um tempo ao menos. No entanto, para lidar com ele, eu teria que lidar com sua filha também. Meu coração se acelera enquanto meu estômago se retorce em minhas entranhas. A morena alta pergunta: —O que há de mal nisso? Portia faz uma careta, seu lábio se encrespa. —Não sei. Ela é retardada ou alguma merda.


Não sei como acontece, mas a porta se abre e de repente estou em cima de Portia, arranhando sua cara enquanto puxo seu cabelo. Enquanto ela grita, assobio: —Cadela fodida! Maldita puta! Ela é só uma criança! Portia grita para fora: —Chamem a segurança! Então estamos sozinhas. Minha coragem no chão, fico de pé. Respirando, meu corpo treme de raiva. O interior de minha boca tem gosto de óxido metálico e eu sei que estou sangrando. Olho a cara vermelha marcada de uma Portia chocada e pronuncio um silencioso: —Você é repugnante. Você não é mais que uma porca. As portas do banheiro se abrem em uma batida. Nik, Max e Asher todos arremetem em me ver sobre Portia. Max me olha com confusão. —O que inferno? Portia os olha e grita: —Ela me atacou! Não posso dizer nada. Se eu digo, estará devastado. Nik suspira. —Vocês estão segurando o cabelo? Uma brigada de cadelas? Fodido inferno, Helena. Ash olha para o meu corpo tremendo e diz: —Algo aconteceu.


Ele sempre sabe. Olha para Max e então para Nik. —Desculpa. —Saio do banheiro e de alguma maneira termino no piso de cima. Quando Nat me olha, sorridente, sua cara se converte em choque. Ela se levanta e corre até mim, vendo meu corpo. —O que aconteceu? Lena, me diz o que aconteceu! Mas não posso. Eu me aproximo da mesa, me sentando em um banco, e um copo de água aparece na minha frente. Nik se dirige até nós, irritado com I maiúsculo. —Não

posso

acreditar.

Você

a

pegou!

Depois

que

especificamente te disse que não tocaria em nada. Max vem atrás dele. —Cala a boca, Nik—Ele ajoelha diante de mim, me olhando nos olhos. — O que aconteceu, docinho? —Não respondo, o que ele pergunta. —Ela te bateu? O que aconteceu? Nik coloca os olhos. —Ela te envolve e você caiu. Você se dá conta que está planejando nos levar aos tribunais, certo? — Ele aperta os dentes e ruge. —Foda-se! Nat fulmina Nik com olhar.


—Não se atreva, Nikolai! Minha irmã não haveria a tocado sem nada a menos que fosse necessário! —Deus bendiga a Nat por me defender. Por desgraça, neste caso, ela se equivoca. Asher concorda com calma: —Eu acho que devemos dar um pouco de tempo e ficar quietos. Max soa frustrado. —Não posso te ajudar se não me dizer o que aconteceu. O que ela fez, Helena? Me fala. Tina aparece ao nosso lado. —O que está acontecendo aqui? —Ela se aproxima de mim, aturdida. —Lena, querida. Seu lábio está sangrando. —Sei que está. Posso sentir palpitando como uma cadela. Mimi fala: —Eu acho que Ash tem razão. Deem um pouco de tempo. Mas Nik está muito zangando para ouvir algo disso. —Eu te direi o que. Que Helena me diga o que aconteceu, e logo vou deixa-la em paz? Max levanta e enfrenta o seu irmão, com a mandíbula apertada. —Cala a boca, Nik. Você não é meu chefe. Será melhor que se lembre disso. O rosto de Nik se distorce com a ira. —Sua mulher faz merda menos de dez minutos depois que eu coloquei minha fé nela. Sua cagada é tua cagada.


Nat, Tina, Mimi e Lola todas falam “Oi!”, ante o comentário grosseiro de Nik. Nunca o havia visto tão irritado. Tina se aproxima e fala com voz baixa. —Querido, se acalma. Ela falará quando estiver pronta. Nik se endireita e a olha nos olhos. —Ela vai falar agora. O que aconteceu? —Nik pode ser um cara seriamente intimidante. Nat interrompe: —Vai a merda, Nik! Nik vira para ela. —Pare de defendê-la, eu preciso saber o que aconteceu. Mimi se coloca na frente de Nik. —Todos somos amigos aqui, lembra-se? Nik responde. —Alguns mais que os outros. Isso foi um golpe baixo. Meu sangue ferve. Fecho os olhos quando meu peito se sente pesado. Tina suspira em espanto. Dá um passo mais perto de mim, seus olhos zangados centrados nos meus. —O que aconteceu? Abro a boca, mas o único que sai é: —Eu-uh... Nik aperta os dentes e pergunta de novo:


—O que aconteceu, Helena? Max grunhe ameaçadoramente: —Dá um passo mais longe dela, Nik. Fodidamente se afaste... Fecho os olhos. Meu corpo estremece. Meu peito se sente pesado. Nik pergunta de novo, quase gritando: —O que inferno passou ali? Eu fico de pé tão rápido que meu banco bate na mesa. Com as mãos tremendo, eu paro a um centímetro de distância de Nik olhando os seus olhos cheios de raiva e grito: —Ela chamou Ceecee de retardada! —Estou mortificada enquanto lágrimas de raiva se arrastam pela minha bochecha, meu corpo treme de fúria. Baixo minha cara em minhas mãos para ocultar minha debilidade e sussurro: — Ela chamou Ceecee de retardada. O silêncio é tão espesso que poderia quebrá-lo com uma faca. Deixando cair minhas mãos, limpo furiosamente as lágrimas. Estendo uma mão trêmula para tomar o copo de água em minhas mãos. Eu pego, desejando poder desaparecer na escuridão, mas eu sei que não é uma opção. Respirando com cuidado, me levanto como posso e falo em voz baixa através de uma exalação. —Lamento os problemas, Nik. —Eu tiro o comunicador da minha cintura e a insígnia do meu quadril, colocando-as no banco. —


Não faz falta que eu vá. Eu me demito. Lamento ter feito todos perderem a noite. Eu vou para casa. Boa noite. Tina e Lola imploram: —Helena, não! Nat: —Fique! Enquanto que Nat ordena. —Você não vai a nenhum lugar. Não até que se desculpem! Eu me volto e me afasto com toda a dignidade que eu tenho antes que ouça Nat gritar estou certa de que é para Nik: —Seu idiota! Meio que espero que Max venha atrás de mim, mas ele não faz. E uma vez mais, me deu a sensação de como me senti quando cheguei pela primeira vez em Nova York Total e absolutamente sozinha. *** Max Imobilizado pela fúria cega, pisco enquanto observo Helena de pé, com a cabeça bem alta. Eu nunca a tinha visto mais bela, lábio inchado e tudo. Mas enquanto caminha pelas escadarias, fora da vista,


minhas entranhas se agitam. Engulo saliva sabendo que poderia ser. Aqui poderia ser aonde Helena se dê conta que é trabalho demais estar com um homem como eu. Mas ao vê-la de pé sobre Portia depois que ela deu uma surra, defendendo minha filha... merda. Eu acho que estou apaixonado, mas não me lembro que isto ocorreria assim na primeira vez. Por acaso o amor acontece como se as pessoas sintam ter chegado tão alto e tão baixo ao mesmo tempo? Nunca quis que isso acontecesse. Mas conhecendo Helena como faço agora, como poderia ter parado? Deveria estar acostumado aos comentários ofensivos e grosseiros das pessoas. Ao menos quando os insultos veem das crianças, não o conhecem nada melhor. Quando ouço os adultos que utilizam a palavra retardada, só me dá vontade de esmurrar. Minha filha não é lenta ou estúpida. Ela é uma pessoa excepcionalmente inteligente e capaz, apesar de sua lesão. Nik está ali, com as mãos no quadril, olhando para chão. Sinto a culpa irradiar dele em seu olhar. Nat grita com ele: —Imbecil! Tina dá a Nat um olhar suplicante. —Nat, para. —Dá um passo mais perto dele, colocando uma mão sobre seu peito. —Querido, você não sabia. —Mas ele dá um passo para trás. Eu nunca tinha visto ele se afastar de Tina. Nunca.


Ele levanta o olhar. Em seu lugar, pega a insígnia descartada e o comunicador, e se dirige a porta, a que leva ao escritório. Sai, nos deixando aqui de pé. Mas ele não irá facilmente. Eu o sigo. Tina me detém me agarrando pelo pulso. —Max, não vá, por favor. Simplesmente deixa que ele vá. Eu olho minha cunhada e beijo sua testa em tranquilidade. —Não vou gritar com ele, Tina, inclusive ainda que ele mereça pelo que ele fez. Só preciso falar com ele. Eu me aproximo da porta do bar e exploro o caminho. Sigo caminhando e não paro até que chego o escritório de Nik. Ele esta sentado na mesa com o trono que chama de cadeira com os olhos fechados, esfregando seus olhos. Eu limpo a garganta e levanta a cabeça, ele está arrasado. Parece ter envelhecido dez anos, em dez minutos. Sacode a cabeça e murmura bruscamente: —Eu fiz merda. Parece como se quisesse dizer algo mais, então no me incomodo em falar. A vezes, tudo o que precisa fazer para que alguém se sinta melhor é escutar. Ele se reacomoda, ele levanta e caminha atrás de seu escritório. —Eu falei outro dia o quanto é maravilhosa sua garota e eu a magoei. Eu fiz diante de todos. —Deixa escapar um suspiro. —Que merda está de errado comigo? Digo em voz baixa:


—Ninguém é perfeito. As pessoas enfiam os pés pelas mãos. Nik ri sem humor. —Sim, fazem. Eu sei melhor do que ninguém, e que inferno foi isso? —ele se queixa. — Oh Deus, ela vai me odiar. —Então suspira, abatido. — A única mulher que eu gosto para você e eu a intimido até as lágrimas. A única coisa que ela fez foi dar a cara pela minha sobrinha. —Helena é assim surpreendente. Nik me olha um momento antes de que suas sobrancelhas se franzem. —O que? Não vai me rasgar um novo buraco. Eu me apoio no batente da porta. —Está fazendo um bom trabalho você mesmo. Não parece precisar de ajuda. Ele me olha, seu olhar é de desculpa. —Desculpa, cara. Aceno, sabendo muito bem, que ele se arrepende, mas digo: —Não é comigo com quem deveria se desculpar. Ele senta na borda da mesa, com a cabeça baixa. —Eu sei. —Ele me olha e promete. —Vou fazer as coisas certas. Eu prometo. —Bem—Meneio meu polegar e aponto para a porta. —Você se importa se vou salvar a minha bunda de ser abandonado?


Seu lábio se inclina de lado. —Claro. E com isso, saio do escritório e caminho para o estacionamento. *** Helena —Estou bem. Só um pouco abalada é tudo. Eu nunca perdi o controle dessa maneira, nunca. —murmuro em meu telefone enquanto eu ando em meu apartamento. Meu telefone não parou de tocar desde que deixei o clube. Nat diz. —Sim, bem, a prostituta conseguiu o que merecia. Estou concordo, mas eu ainda fiz um desastre, e não sei como arrumá-lo. Eu envio uma mensagem rápida para Felicity quando eu fui embora, alegando uma doença repentina. Ela respondeu com: Pobre pequena cadela! Melhore logo. Eu te amo! Nat pergunta: —Você quer que eu vá embora? Podemos ver filmes e comer um monte de porcaria. Eu rio. —Muita porcaria?


Ela responde alegremente: —Sim. Muita! Sorrindo, eu me obrigo a bocejar. —Não, só vou tomar uma ducha e cair na cama. —Pergunto com cautela: —Como está Max depois disso tudo? Pergunta surpresa: —Você não falou com ele? — Ela vacila, e logo responde: —Foi falar com Nik, mas nunca voltou a sair do escritório. —Concordo zangada: —Eu não estou falando com Nik, com certeza. Até que não se desculpe com você. Suspiro. —Não faça isso, por favor. Pelo amor de Deus, vamos esquecer e seguir em frente. Não quero mais pensar nisso. Ela fica de cara feia, —Mas foi tão grosso com você. Nunca vi ele assim antes. Não posso esquecer. Desculpa, a única pessoa que permito ser grossa com minhas irmãs sou eu. Estúpida Nat, me fazendo rir quando quero sentir pena por mim mesma. Digo rapidamente. —Seja como for, cadela. Vou tomar uma ducha agora. Paz. —Paz, irmã!


Sinto algo suave e quente em meu tornozelo. Estou surpresa de encontrar Tedwood ronronando até mim. Eu me inclino e afago atrás de sua orelha. —Oh, aposto que sabe que mamãe teve uma má noite. —Os gatos sentem merda como essas, não é assim? —Você é um bom menino quando quer ser. Desabotoando meu vestido, o tiro do meu corpo, dou um passo fora dele e o jogo para o meu quarto, logo caminho pelo corredor e entro no banheiro. Abro o chuveiro entro, e lavo a noite de merda que eu tive. Depois de uma boa meia hora desnecessária no chuveiro — desnecessária porque eu não lavei meu cabelo — envolvi uma toalha ao meu redor e entrei em meu quarto. Enquanto caminho para o meu quarto, eu paro no batente. Max está sentado na borda da minha cama, de frente pra mim. —Olá. Meu estômago cai. Ele está aqui para romper comigo. Aperto minhas mãos na toalha e respondo debilmente. —Olá. Ele fica de pé, dando os quatro passos até mim. —Não volte a fazer isso outra vez. Baixo a cabeça, envergonhada.


—Desculpa. Eu sei que não deveria ter feito isso. Só o que posso dizer é que eu não sei o que me deu. —Eu olho seus olhos, implorando que ele entenda. —Eu só enlouqueci. Ele faz uma careta. —Não é isso. —Dá um passo mais próximo, me olhando ameaçadoramente. —Não me deixei nunca mais de novo sem um beijo. Huh? Pergunto confusa: —Você não está bravo comigo? Ele levanta uma mão até os meus lábios os delineando, seguindo os dedos com os olhos. —Por que eu estaria? Eu murmuro contra o seus dedos. —Ataquei uma cliente no clube. Ele se inclina, colocando suavemente um beijo na parte inchada da minha boca, logo assente. —Você é apaixonada. Fecho os olhos e murmuro: —Deixei que suas palavras me afetassem. Ele encolhe os ombros. —Porque insultou Ceecee. Um insulto a ela é um insulto à você.—Ele levanta meu queixo entre o polegar, forçando meu olhar para ele. —Como poderia ficar bravo com você por amar a minha filha?


Eu gosto. Oh cara. Realmente eu gosto disso. Com o lábio inferior tremendo, eu solto de uma vez: —Então você não está terminando comigo? Ele suspira, arrancando minha toalha. Cai e eu fico nua. Max envolve um braço ao redor de minhas costas e o outro debaixo da minha bunda me levanta. —O que está fazendo? —pergunto com incredulidade enquanto coloco meus braços ao redor de seus ombros, me segurando com força. Ele me leva para cama, me colocando no centro. Ficando nu, ele diz entre os dentes: —Vou foder você até que deixe de ser estúpida. Me apoiando no cotovelos, eu engulo ante a vista do seu peito nu. —Pode levar o seu tempo. A medida que baixa as calças e sobe em cima de mim, sorri e diz: —Desafio aceito. Seu corpo me cobre com duro calor e sua boca devora minha com tanta paixão que gemo em voz alta. O alívio me percorre quando me dou conta de que Max segue sendo meu. Por enquanto, de qualquer maneira.


CAPÍTULO 31 Helena O toque em minha porta de entrada me desperta, mas antes que eu possa me levantar para responder, Max se inclina sobre mim e beija minha testa, saindo da cama. Ouço baixos múrmuros de conversas antes que Max de ponte de pé volte ao quarto. Meio adormecida e deliciosamente dolorida da maratona de sexo da noite, pergunto em voz baixa: —Quem é? Enquanto ele se veste, ele olha para mim e responde com cautela. —É Nik. Eu disse a ele que nos desse um minuto. —Minhas palmas suam, e eu estico a mão, um pouco trêmula na coberta até meu nariz. Max sorri suavemente ante a ação. —Isto não se trata da segunda rodada, certo? Ele só quer se desculpar. Eu não quero admitir, mas depois de ver como Nik como foi a noite, estou um pouco assustada de estar sozinha com ele. Porém, confio em Max. Eu sussurro através do cobertor: —Está bem Ele sorri para mim, subindo por cima de meu corpo para enterrar seu rosto na covinha do meu pescoço.


—Você quer café? —Os peixes sabem nadar? Seu hálito é quente em minha garganta enquanto ele ri. —Dois açúcares com um respingo de leite, certo? Meus olhos se arregalam. Ele sabe como eu tomo meu café? Meu coração se alegra. Bom, merda, ficou sério e alguém esqueceu de me informar. Levanto meus braços fora de meu casulo de segurança e os envolvo ao redor de seus ombros enquanto eu digo em voz baixa no seu ouvido: —Sim, querido. Levantando sua cabeça, beija a ponta do meu nariz antes de se levantar. Pergunto com os olhos apertados: —Ainda você tem a chave, certo? Assim é como entrou ontem. Max sorri tão forte que sua covinha se marca profundo em sua bochecha. —Você é tão bonita. Quando rodo os olhos, ele ri e diz em voz alta para Nik: —Não se matem, certo? Eu gosto dela. —Sorrindo por dentro. Mas meu sorriso cai ao chão com um ruído surdo, quando Max diz a Nik. —Eu planejo ficar com ela. Ele quis dizer isso? Nunca posso averiguar se ele quer dizer as coisas que diz ou se só está brincando.


A porta principal se abre, e logo se fecha, e eu fecho meus olhos e suspiro sabendo que tenho que enfrentá-lo cedo ou tarde, e quanto mais tarde esperar, mais incômodo se tornará isto. Juntando a pouca coragem que me sobra, eu deslizo fora da cama e me visto com meus shorts de pijama e uma camiseta solta cor de rosa de Cupcakeinator e saio do meu quarto, até a sala/cozinha. Nik está parado ante a porta aberta da geladeira, esfregando distraidamente sua barriga, ficando um pouco decepcionado. —Do que você está vivendo? Não há nada aqui. Uma risada surpresa estala fora de mim. —Seu irmão diz a mesma coisa somente que todo o maldito tempo. Nik fecha a porta da geladeira e se vira para mim, um sorriso forçado em seu rosto. —Somos iguais, ele e eu. Minhas irmãs são um pouco diferente. Elas não precisam de comida cada hora para viver. —Sorrio, mas é tão tenso como o seu. Ele dá um passo para frente e começa. —Escuta, Helena, eu sinto... Mas eu vou e corto com uma sacudida de cabeça. —Por favor, não se desculpe. Você tinha razão. Eu fodi, e eu sou a única que está arrependida. Ele tira um banco da bancada e se senta, permanecendo em silêncio durante um momento antes que pronuncie:


—Eu sempre tenho protegido Max. Não acho que ninguém possa me culpar por isso depois que aconteceu com Maddy. Eu sei de Maddy, mas não por Max. Eu não me aventurei ali, mas me foi dito por Nat que simplesmente não é algo que ele goste de falar. Com uma boa razão. Pelo que sei, ele só tem más recordações da mulher. Nik concorda: —Mas quando ele me disse que vocês estavam saindo, eu fiquei feliz por ele. —ele me olha com os olhos e fala com sinceridade— porque você é uma boa mulher. Enquanto ele estiver me bajulando, vamos ficar bem. Eu me aproximo e tiro outro banco, colocando meu traseiro nele. —Bem, se não é a famosa língua de prata Leokov. Nik ri. —Não estou dizendo isso só por dizer. Eu estou dizendo, porque é verdade, e eu deveria saber que não teria tocado essa imbecil sem uma boa razão. Mas durante uma fração de segundos, pensei, estupidamente poderia concordar, que talvez fosse ser uma preconceituosa. Como ela foi. E eu, sendo eu, me assustei não só porque não quero vê-lo passar por essa merda de novo, senão porque sei que isto é algo que ele não pode passar de novo. —Ele inclina a sua cabeça, um tímido sorriso cruza seu rosto. — Assim eu empurrei quando deveria ter controlado, e eu me sinto muito. Eu olho para baixo da bancada antes de empurrar minha sorte.


—Sei que deveria sentir culpa pelo que eu fiz, mas eu não sinto. Nem sequer um pouco. Provavelmente eu faria tudo de novo. A cadela merecia. A risada áspera de Nik passa sobre mim. —Sim, imaginei que diria algo assim. E em segredo, estou contente de que ela conseguiu o pior. Ele lança um olhar e eu faço uma careta. —Sobre a ação judicial... Mas ele me interrompe com uma sacudida suave de sua cabeça. — Você não escutou? Temos testemunhas que dizem que ela te pegou primeiro. Minha boca se abre. —Mas ela não... Ele fala sobre mim, seus lábios contradizendo. —A que você não sabe: Não há câmeras nos banheiros. Nós a denunciamos antes que ela se arrume para nos denunciar. —Ele encolhe os ombros. —É bom ter amigos na polícia de Nova York. Eu sorrio. —Acredito que sim. Ele sorri para mim, e para, e abre amplamente seus braços. —Venha aqui. Sem pensar duas vezes, caminho até seus braços. Ele me envolve em um abraço de urso e me balança de lado ao outro.


—Eu sinto muito. Eu te prometo que nunca vou mais falar com você assim de novo. O abraçando forte, eu me aproveito da culpabilidade que eu sei que eu tenho. —Você foi muito mal. Enquanto ele deixa escapar um gemido dolorido, eu rio e ele beija minha testa. —Você tem toda a razão, menina. Nós nos separamos, e sendo uma figura, pergunto: —Assim que você não se importa que eu saia com Max? Ele se afasta. —Um encontro? Merda, espero que despose sua maldita bunda. —Oh, meu Deus. Não diga coisas assim! Você vai assustá-lo— murmuro, em meio de brincadeira. Nik levanta sua sobrancelha e diz seriamente: —Você poderia perseguir esse medo e afastá-lo. —Ele se aproxima e me aperta a mão. —Você o faz feliz. A porta da frente se abre e Max entra com dois cafés em um suporte de papelão. Observa a mão de Nik na minha e acusa: —Você está roubando minha garota, amigo? —Logo ele me olha e pergunta: —Você está bem, docinho? —Sim Nik olha os cafés.


—Você não me trouxe um? Max sorri. —Não, mas eu trouxe para senhora Crandle um chá. —Ele fez isso? Este homem. Doce Jesus, está me matando! —Agora pegue a indireta e vai para casa. Nik sacode a cabeça, mas caminha até a porta. —Cala a boca, estúpido. Max franze o cenho. —Cala você. Nik vira e solta: —Helena, sempre é um prazer, querida. —Logo diz a Max. — Certifique-se de trazê-la para jantar amanhã a noite. Max abre a porta. —Eu farei. Eu te vejo logo, irmão. Nilk sobe a mão em uma saudação e Max fecha a porta em sua cara. Não posso evitar rir. —Você é muito rude com ele. Sorri e diz: —Você sabe que eu o amo. Mas, é divertido irritá-lo. —Ele verifica seu relógio. —Deveríamos buscar Ceecee e ter um café da manhã real? Já sabe, antes do meio dia? Meu sorriso cai. Eu não me sinto com vontade de ver ninguém hoje. De fato, esperava passar o dia em casa. Sozinha.


—Você ficaria bravo se eu decidisse pulara o café da manhã está manhã? Sua expressão se volta apreensiva. —Você está bem? Forço um sorriso alegre. —Claro. Só me sinto um pouco... cansada hoje. Seu rosto cai. Porém, ele limpa a sua garganta e assente. —Uh, Sim. Está bem. Genial. Eu direi a Ceecee que te veremos amanhã. Sem argumentos? Sem perguntas? Sem culpa? Quem é esse homem? Me aproximando dele, envolvo meus braços ao seu redor, descansando meu queixo em seu peito, e eu o olho. —Obrigada por entender. Mas como me responde me desgarra por dentro. —Sei que posso ser demais às vezes. Me retirando, franzo o cenho. —Qualquer um que alguma vez te disse que é demais não te conhece para nada. —Passou minha mão por sua bochecha. —Você é a perfeita soma do demais. Só que não penso que hoje seja a melhor companhia, e eu não quero que Ceecee sinta que não quero estar ali. Ele sorri, e é um sorriso real de Max. Imediatamente eu relaxo. Ele se inclina para beijar a parte superior de minha cabeça.


—Já sabe, se algo está te irritando, pode me dizer. Eu aperto pela segunda vez e admito. —Obrigada. Eu acho que simplesmente estou nostálgica. Eu sinto falta da praia. Por que não vamos nós três conhecer Coney Island na próxima semana? Quero dizer, sei que não é exatamente verão, mas será divertido, não? Você acha que Ceece gostaria? Max solta uma risada. —Wow. Para ai. Primeiro, certo. Segundo, sim, será divertido. Terceiro, ela vai amar. Agora estou emocionada. Eu aperto seus braços e solto rapidamente: —Escutei as pessoas no trabalho falar que os acessos para as cadeiras de rodas em Coney Island triplicaram nos últimos anos, e tem essas coisas geniais chamadas Mobi-Mats que colocaram na areia para que as pessoas com cadeiras de rodas possam fazer quase todo o caminho até a água! Talvez se fizer o suficientemente calor, poderíamos levá-la a praia, poderia baixar sua cadeira e poderia afundar os pés na água? Então ele sorri, suas sobrancelhas se enrugam. Luz como se quisesse dizer algo, mas sacode a cabeça. —Podemos fazer o que você quiser, Lena. Minha cabeça bloqueia.


—Você está no caminho em ser o melhor noivo do mundo, e isso me assusta como a merda. —Logo que digo isso, levo minha trêmula mão a minha agora suada testa, hiperventilado. Wow. Isso foi simplesmente...bravo. Mas Max ri. Quando me recomponho, sorrindo até ele tão debilmente que me sinto tremer. Caminha até a porta, a abre e confessa: —Segue dizendo coisas como essas e vou ir direto me apaixonar por você. —Sorri com meu olhar de surpresa. —Não diga que eu te avisei. Logo ele vai embora, fechando a porta atrás dele. Três horas depois, estou sentada em minha cama tão aborrecida que penso em fazer pedicure. Já sabe, por diversão. Tedwood dorme aconchegado feito uma bola em um lado de minha cama, e enquanto acaricio seu pelo suave com uma pluma, observo meu telefone. Basta ligar para ele.. Não. Ele vai pensar que eu sou carente. Envia uma mensagem. Então pensará que estou mandando mensagens contraditórias. Diz que você precisa falar com Ceecee.


Sorrindo. Quero falar com Ceecee. Quero saber o que fez no final de semana. Quero perguntar sobre seus exercícios e dizer que espero que esteja fazendo melhor. Deus. É muito patético que sua melhor amiga tenha treze anos? Tomo minha almofada, eu seguro contra meu peito e me puxo sobre a cama. Logo que minhas costas batem no colchão, meu telefone toca. Eu aproximo e verifico a tela. Max ligando. Felicidade flui através de mim e respondo: —Olá. Estava pensando em você. Eu me surpreendo quando Ceecee ri. —Uh... sou eu. O som da sua risada faz cantar meu coração. —Bom, estava pensando em você também, pequeno gafanhoto. Como esteve o café da manhã? Ela faz um ruído. —Estava bom. Como você não pode vir nós ficamos com a vovó. — Ela pergunta: —Você está melhor? Abraço minha almofada e aceno, inclusive apesar dela não pode me ver: —Sim, coração. Resultou que tudo que eu precisava era uma soneca. —Então eu fui devagar. — O que está fazendo agora? —Chegando. —afirma.


Eu me sento e pisco. —Chegando aonde? Ela ri de novo. —A seu apartamento. Um amplo sorriso cruza o meu rosto. —Sério? Ouço o sorriso em sua voz. —Bom, papai me pediu para me certificar se você estava bem. Disse que nós não ficaríamos muito. Só quero te levar um pouco de canja de frango, porque você não estava se sentindo bem. Estou surpresa da emoção que flui em mim, obstruindo minha garganta. —Você me fez sopa? De repente ela fica tímida, murmurando: —Sim, mas com a ajuda de minha avó. —Ela faz uma pausa e logo pergunta: —Isso está bem? Solto uma gargalhada. —Sim, está bem! Só diz a seu pai que traga sorvete e pipoca. Assistiremos um filme. —Sério? —Sim, sério. —Decido ser honesta. —Querida, estou tão agradecida que você me ligou. Eu estava aborrecida. Ouço a felicidade escapando dela quando solta:


—Está bem! Nos veremos logo! Tchau! Ela desliga rapidamente e rio enquanto coloco meu telefone sobre a cama. Eu giro até Tedwood e ele abre um só olho. Eu pergunto a ele: —Você se sente como um docinho? —Eu coloco meu pé e caminho até a cozinha, gritando a resposta.—Eu me sinto como um docinho. Vinte minutos depois, eles chegam, mas Max não se incomoda em chamar a porta. Usa sua chave. E isso eu gosto de uma maneira que a maioria das pessoas achariam esquisito. Ceecee passa primeiro, segurando um recipiente coberto com um guardanapo. Ela me sorri. —Tenha cuidado. Está quente. Vestida com calças preta de ioga, uma camiseta, e meias brancas, eu me inclino e a abraço. Enquanto me afasto, beijo sua bochecha e digo: —Obrigada, C. Estou faminta. —Pego o pote e o coloco no balcão enquanto olho Max lutar com as duas bolsas cheias de comida. Eu também gosto disso, super difícil. Eu me aproximo e pego uma. Ele pega os meus lábios em um beijo rápido, ele fica atrás buscando uma desculpa, e modula: —Eu sinto. —logo sussurra. —Não ficaremos muito. Deixando as bolsas no balcão, eu balanço a cabeça e digo: —Não seja tonto. Quero que fiquem aqui.


Ceecee suspira e se agacha. Quando se vira, Tedwood se senta em seu colo e ela sussurra com os olhos abertos: —Você tem um gatinho! Eu sorrio. Desde que Max teve o bate-papo com ele, está atuando como seminormal. Caminhando atrás de Max, abro um armário e tiro um pacote branco. E levo para Ceece e a digo: —Seu nome é Tedwood, Teddy seu apelido. E se você der um de seus adorados biscoitos de peixe, ele te deixará amá-lo. Ela sorri tanto que suas bochechas estão em risco de explodir. Volto para cozinha, onde Max está de pé observando Ceecee. Eu me aproximo e coloco minhas mãos nas suas, entrelaçando nossos dedos. Ele me olha, sorrindo. Sorrio em resposta antes de voltar e olhar Ceecee. Suspiro com sinceridade. —Quero que estejam aqui Deixando ir minhas mãos, envolve um braço ao meu redor, me empurrando contra ele. Eu me aproximo, colocando minhas mãos em seu peito, levemente com medo do tão bem que me sinto. Me colocando na ponta do pé, deposito um gentil beijo em sua mandíbula antes de tomar o pote e me mover até o sofá, aonde Ceecee brinca com Teddy. —O que você conseguiu de porcaria? Max trabalha colocando as coisas na geladeira e no congelador, e diz:


—Conseguimos tudo o que precisamos para uma banana split, frituras, pipoca , e ... Uma radiante Ceecee interrompe com um: —Trouxemos cupcakes. Levanto a minha mãe até Ceecee e ela ri, batemos a palma num high-five. Sacudindo minha cabeça, murmuro solenemente: —E talvez Deus tenha misericórdia de nossas almas. —Amém. —Vem de Max e Ceecee. Pisco um momento antes de murmurar com admiração: —Isso foi incrível. Ligando a televisão, abro o pote de sopa e coloco uma colher em minha boca. —Oh, Deus. —Solto um gemido. Junto meus lábios e louvo a chef. —Inferno, menina. Não estou certa de que você precisa de lições. Você está virando em uma Jamie Oliver14. Sua expressão cai por um momento. —Mas eu gosto de cozinhar com você. Meu coração infla e me aproximo para acariciar seu cabelo marrom avermelhado. —Você pode cozinhar comigo quando quiser. Porém, eu estaria te ensinando coisas novas.

14

Jamie Oliver, é um chef de cozinha e personalidade televisiva do Reino Unido.


Eu como minha sopa em tempo recorde, logo me levanto e eu levo para cozinha aonde Max abre a sacola de frituras e as coloca em um recipiente. Roubo um punhado e me sento, compartilhando meu lote com Ceecee. —O que está vendo? Max se junta a nós, trazendo as frituras e soda, e logo me passa uma caixa de DVD. Suspiro dramaticamente. —Como você sabia? —Eu viro para Ceecee. —Amo Piratas do Caribe. De fato amo qualquer coisa de Johnny Deep. Ainda tenho um pôster dele no meu arma.... O rosto de Max adquire uma expressão similar quando de repente alguém cheira um pum. —Johnny o que? Mordendo o interior de minha bochecha para não sorrir, resmungo: —Nada. —Deslizo o DVD no reprodutor e me sento de novo no sofá. Max leve meus pés em seu colo e começa a massageá-los. Falando sobre spoiled.15 Situando um recipiente com frituras apoiando o braço entre o sofá e a cadeira de Ceecee, Max pega o controle remoto, me olha nos olhos e pergunta? 15

Spoiled significa estragar. Usado muito sobre contar o que acontece em filme/série/livro. Aqui

mantive no original pois ela faz um trocadilho sobre ele estregar ela com massagens nos pés.


—Pronta? Não. Não acho que estou pronta para o que ele me oferece. Mas me assegurarei como a merda de tentar aguentar e subir na montanha russa. Sorrio docemente. —Como sempre estive.


CAPÍTULO 32 Max Caminhando dentro do escritório de Nik, puxo uma cadeira e me sento. —Preciso do próximo domingo livre. Os domingos pela noite não são geralmente ocupados, então não estou surpreso quando ele levanta o seu olhar do que está escrevendo em seu computador e responde. —Está bem. Meu me certificarei que Trick possa trabalhar. — Está parte é que fica difícil. Fica difícil porque nunca antes eu pedi isso, e não estou certo de qual será a sua resposta. E como se ele acabou de notar que eu não terminei ainda, Nik levanta sua cabeça e aperta seus olhos até a mim. —O que você quer agora? —O próximo sábado livre também. Ele se inclina para trás em sua cadeira, me dando um olhar duro. —Por que? Eu me encolho os ombros e trato de não soar como um tonto quando murmuro: —Quero levar Helena para casa esse dia. Sua linda casa, a da praia.


As sobrancelhas de Nik levantam e solta uma gargalhada. Sacode sua cabeça e sorri sabendo: —Quando você vai dizer que está apaixonado por ela? Tusso. —Eu só passei três semanas e meia desde que estamos juntos. Não estou apaix... Ele me corta com um gesto. —Sim, você está. A frustração passa através de mim. Me inclinando de novo na cadeira , solto irritado: —Eu não planejei que isso acontecesse. Não era parte do plano. Nik levanta uma sobrancelha interrogativamente. —Qual era exatamente seu plano? Eu fico de pé e coloca ênfase em cada palavra com rápidas pausas no meio. —Não. Me. Apaixonar. —Nik joga sua cabeça para trás e começa rir. Meu lábio se curva: —Do que você está rindo, idiota? Ainda rindo diz: —Você acha que eu queria me apaixonar por Tina? Diabos não. Não era o momento correto para mim. Tinha um plano também. O plano que eu tinha que centrar a cabeça no inicio do seguinte ano. — Sorri. —Não funciona dessa maneira, Maxie-boy. Colocando dessa


foram. Se Helena te diz hoje e te diz que quer ver outra pessoa, o que você faria? Rodo meus olhos. —Diria foda-se isso não acontecerá. Sorri. —Porque o pensamento das mãos de outro sujeito nela faz que te ferva o sangue, certo? Porque ela é sua mulher e ama sua filha. Ela te faz sorrir de verdade, não o sorriso que você aprendeu a ter para o bem das outras pessoas. E porque quando ela segura a sua mão , ela faz isso para o mundo ver e ela se não dá a mínima com uma pequena merda assim. O talvez é porque realmente se preocupa com você, de coração e alma. A vontade de brigar são nocauteadas com êxitos, solto o ar. —Sim. Nik olha para cima pensando. —Pegue a sexta-feira livre também. Eu não acho que você levou ela em um encontro real antes, você fez, seu bastardo barato? Minhas sobrancelhas se juntaram pensando. —Não, eu não fiz isso. Nik suspira. —Tenho que fazer tudo por você? Enquanto dou um passo fora do seu escritório, eu levanto o dedo do meio. Caminhando pelo corredor, o escuto gritar:


—Certo que você não quer que eu limpe sua bunda também? Começo a rir. Idiota. *** Helena Deus, estou sentindo falta da minha casa. Muito. Hoje mais do que ontem. Enquanto espero pela minha sessão das três horas da tarde com Sam, um veterano da marinha, amputado, eu me estico sobre a minha mesa, levanto meu telefone, e escrevo uma mensagem. Eu: Você é a razão porque as pombas choram. Com um suspiro calmo, coloco meu telefone onde estava e imprimo as folhas de exercícios para dar a Sam. Enquanto bato o botão de imprimir, meu telefone vibra. Nina: Oh meu Deus, puta. Cuspi café por todos os lados. Eu sorrio para a tela, mas é um sorriso triste. Eu: Eu sinto sua falta, bunda gorda. Nina: Eu sinto sua falta das suas celulites e de seu olho estranho. Eu estreito os olhos para a tela.


Série Friend Zoned #3 Sugar Rush (Parte 1) - Belle Aurora