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EVERY MAN IS AN ISLAND Você conhece esses caras!

FINDING JULIET A nova promessa da cena

Sempiternal O lançamento mais esperado do primeiro semestre de 2013

Confira os últimos lançamentos de músicas, clipes e álbuns

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Sumário 10

Bring me the horizon Fizemos uma entrevista inédita onde a banda conta tudo sobre o novo álbum, Sempiternal, e as novidades.

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Em estúdio

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BR

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Lançamentos

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Revelação

Confira as bandas que estão em gravação.

A nova banda da antiga Ofel conta tudo sobre a mudança de nome e o que chega de novo nesse ano.

Confira os últimos lançamentos de músicas, clipes e álbuns.

Finding Juliet é a nova revelação da cena.

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Live

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AHAYC Recomenda

Resenha dos principais shows dos últimos meses e agenda.

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Editorial A Revista AHAYC é sobre música, especificamente no estilo Screamo, Post-Hardcore. Ela traz novidades da cena por meio de notícias e entrevistas. Há uma interatividade com os leitores através de “CODE QR”, onde utilizando um smartphone com o aplicativo para leitura do código a pessoa pode assistir vídeos e ouvir músicas diretamente. As fontes utilizadas no logo e nos textos da revista são da família tipográfica da Helvetica. O nome da revista é uma derivação da frase “as hard as you can”, que como a grande maioria das músicas são berradas, remete a esse grito, que quanto mais forte melhor. Não existem revistas especificas do gênero no Brasil, só concorrentes no exterior, porém há um grande público crescendo desse estilo no país.

Editora e diretora responsável: Grazieli Barreto Cunha Diagramação: Grazieli Barreto Cunha Estagiários: Helder Ferreira e Mariana Marinho Revisão: Grazieli Barreto Cunha Diretor financeiro: Dejair Bregantino Marketing e assinaturas: Luana Andrade Gerente administrativa: Ana Lúcia P. Silva (financeiro@editorabregantini.com.br) Atendimento ao leitor e assinaturas: (11) 3385-3385, assinecult@editorabregantini.com.br Publicidade em São Paulo (11) 3385-3385 Executivo de contas: Thiago Barros (thiago@revistaahayc.com.br) Repórteres: Júlia Tibério, Luiza Paschoalick, Matilda Azevedo Designers: Carolina Goulart, Luiz Carlos Manoel Estagiários: Helena Tarozzo Lima, Olivia Nicoletti (moda), Bianca Ferrari (beleza), Bruno Saito Alves (arte) CTI: Alvaro Zeni (supervisor), Estevan Ortega, Edvânia Silva, Erika Nakamura, Juarez Macedo, Leandro Marcinari, Leo Ferreira, Regina Sano, Vanessa Dalberto, Zeca França, Janaina Xavier Distribuição exclusiva no Brasil (bancas): Fernando Chinaglia AHAYC – REVISTA SOBRE A CENA POSTHARDCORE/SCREAMO é uma publicação mensal da Editora Bregantini Av. Dr. Arnaldo, 1975 – Perdizes – São Paulo – SP – CEP 01255-000 Tel.: (11) 3385-3385 – Fax: (11) 3385-3386

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Woe, Is Me estão prontos para gravar

Em estúdio

A banda Woe Is Me, anunciou hoje que estará em estúdio a partir do final de semana com o ex-guitarrista do A Day To Remember, Tom Denney. Sobre a novidade o grupo comentou: “Vamos pro estúdio em 3 dias com o @TomDenneyMusic para gravar um punhado de coisas novas para um futuro lançamento. Fiquem pilhados criançada ;) #WIM2013” O novo projeto da banda será o primeiro a não contar com o baterista Austin Thorton que deixou o grupo no começo do mês passado alegando “diferenças musicais” com os outros integrantes.

We Came As Romans em estudio Banda de Detroit, We Came As Romans entrou em estúdio no mês passado para começar a gravar seu terceiro álbum fulllength com o produtor John Feldmann (The Used, Four Year Strong). Tendo se juntado a gravação no estúdio pessoal de Feldmann, WCAR tem faixas gravadas com uma nova estrutura, mas ainda se manteve fiel ao seu som original. Letrista e guitarrista Joshua Moore discute novos rumos da banda, tocando as Vans Warped Tour, trabalhando com Feldmann e muito mais.

AHAYC: Que direção você está se referindo para o novo álbum? Joshua Moore: Nós lançamos uma música chamada “Hope” muito recentemente, e alguns de nossos fãs ficaram um pouco desanimados com a estrutura da canção, quero dizer comparado as versões anteriores como To Plant A Seed e [Dreams] EP antes disso. “Hope” é mais do que um tipo verso-refrão de estrutura. Você sabe, quando chegamos e fizemos essa canção, nós fizemos essa música com John, bem - estávamos todos super-amarradões nela. Eu acho que é realmente de todos nós, nossa música favorita. Parece estar tendo um bom recebimento e isso é algo que nós nunca realmente tinhamos feito com uma música, ir ainda mais com essa estrutura. Há definitivamente mais

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canções estruturadas de forma semelhante, nesse CD. Quero dizer que não vai soar como um tipo de pop-rádio verso-refrão de música. Mas, ainda é mais estruturada e voltada para isso. Eu não sei, eu não quero dizer estilo mainstream, porque todo mundo já gosta de usar o termo “vendido” em qualquer coisa. AHAYC: Além da estrutura vocal que você está usando no próximo lançamento, de que outra suas novas músicas se diferem de seus dois álbuns anteriores? Joshua Moore: Nós temos músicas que são definitivamente diferentes na estrutura e em tudo, mas ao mesmo tempo nós vamos ter músicas que são o mesmo e que vai soar semelhante aos nossos últimos lançamentos. Nós não queremos alienar todos os fãs que estiveram conosco desde o início, liberando música que não soa como o que a nossa banda estabeleceu própriamente ser. Felizmente, haverá músicas para todos em termos de músicas muito pesadas ou realmente canções com coro. Estamos tentando mais algumas coisas para esse novo CD. Estou animado para os nossos fãs ouvirem e ouvir o que eles pensam sobre isso.


Você conhece esses caras

Daí você nos pergunta: “O que a Ofel tem a ver com essa tal de Every Man is an Island???” Vamos explicar. No começo do ano a banda Ofel mudou em vários sentidos, e os caras resolveram trocar o nome para Every Man is an Island. Pra entender melhor sobre essa mudança e sobre a nova fase deles, conversamos com a banda e você confere o resultado do papo abaixo! AHAYC: A Ofel teve uma história considerável no contexto underground. Vimos clipes da banda passando em rede nacional e muita gente falando sobre o som da mesma ao longo dos anos em que tocaram. A pergunta que não quer calar é: porque mudaram de nome? Dih: Bem no inicio de 2012 eu decidi voltar com a banda Ofel e apenas com a nossa single A Queda tocamos o decorrer do ano. Porém a gente percebeu que não era aquilo muito o que queriamos. Então resolvemos fazer uma banda nova com uma nova cara, e eis que dai surge a Every man is an Island. AHAYC: A sonoridade da EMII sofrerá mudanças bruscas ou os

fãs podem esperar algo próximo do que já conhecem? Dih: Muito dificil dizer que algo muda dentro do metal mas como existem subgêneros, sim, mudamos um pouco de lado mas com certeza pra melhor. AHAYC: O último clipe da Ofel, A Queda, alcançou uma grande audiência. Lembro que passava diariamente na parabólica, no canal que substituiu a MTV. O vídeo também teve uma produção diferenciada para os padrões nacionais. Vocês planejam algo semelhante? Dih: Sim, tem muito conteúdo saindo do forno e e só aguardar agora que vai vir porrada. Clipes, videos, teasers , promos , making off, etc...

AHAYC: Quais são os planos para 2013? Já existem shows definidos? Dih: Nossos planos agora são praticamente alcançar o mundo inteiro para conhecer o nosso som e tocar mundo afora. AHAYC: O que os fãs podem esperar da Every Man Is a Island? Dih: Peso, mais do que nunca peso. Acho que é isso que define Beyond (nome do primeiro trabalho). AHAYC: Aonde podemos encontrar mais informações sobre vocês? Dih: Por enquanto no www. everymanisanisland.com que redireciona para todas nossas redes sociais.

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BR

Every man is an island


SLEEPING WITH SIRENS http://goo.gl/sQoiy

Lançamentos

A banda lançou duas músicas inéditas, a música Free Now e Congratulations com participação do Matty Mullins do Memphis May Fire. Ambas as faixas são do novo álbum Feel, que será lançado em 04 de Junho pela Rise Records.

FALLING IN REVERSE http://goo.gl/3WKxT

A banda liberou mais uma música do seu novo álbum. chamado “Born To Lead”, que integra o álbum Fashionably Late que será lançado oficialmente no dia 18 de Junho via Epitaph Records.

ASKING ALEXANDRIA http://goo.gl/WnSnH

Ouça a nova música do Asking Alexandria chamada The Death Of Me, que é o segundo single do novo álbum intitulado From Death To Destiny, que tem previsão de lançamento para maio através da Sumerian Records.

CAPTURE THE CROWN http://goo.gl/ctvUB

A banda lançou a música Rebearth, inédita do Capture The Crown que conta com participação de Telle Smith, vocalista do The Word Alive. O Capture The Crown já trabalha em um novo álbum, porém antes do lançamento, haverá um EP com esta nova música. http://goo.gl/TW3lu

EVERY MAN IS AN ISLAND http://goo.gl/obNon

O primeiro single do EP, denominado “Beyond” da banda foi lançada e marcou o início da banda formada a partir da antiga Ofel.

ARQUITECTS http://goo.gl/susKe

A nova faixa “Black Blood” sairá no reissue do Daybreaker, que será lançado (somente) nos Estados Unidos dia 11 de junho.

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A gravadora Rise Records publicou o novo videoclipe do Memphis May Fire para sua música “Vices”. A faixa faz parte do mais recente álbum do grupo, “Challenger”, lançado no ano passado pela gravadora.

PRÓLOGO http://goo.gl/MBLvw

Equilibrium, o novo álbum do Prólogo, já está disponível para download gratuito no site oficial da banda www.prologomusic.com.br.

THE WORD ALIVE http://goo.gl/3WKxT

O novo clipe do novo álbum do The Word Alive, chamado Life Cycles, foi lançado pela Fearless Records. Foi a faixa escolhida para ganhar o vídeo do último álbum lançado pela banda em 2012. O trabalho apresenta um som mais maduro e mais complexo que o albúm anterior Deceiver, como afirma o vocalista Tyler “Telle” Smith. Life Cycles também é o primeiro lançamento da banda sem o tecladista Dusty Riach e o baterista Justin Salinas, substituido em seguida por Luke.


Após o lançamento do single/video de “Armless Johnny (Slap Dat Ass)” a banda Finding Juliet (SP) liberou para download seu novo EP “Bitch Down”. São 8 faixas de pura agressividade, ainda estamos ouvindo e sofrendo os impactos do belo material gravado por essa banda, que passou por tempos difíceis, mas que no final, viu seu trabalho sendo valorizado e tem

muito mais a oferecer com certeza. É notório o envolvimento e a cumplicidade de quem esteve empenhado pra desenvolver esse trampo, nacional e de qualidade extrema, não tem por que ficar aqui no brasil, portas abertas pro exterior, claro, como muitas outras bandas que estão em ascenção neste momento. Bitch Down é o que muitos só pensariam em “baixar da gringa”.

Revelação

FINDING JULIET

Vote na Finding Juliet na Warped Tour

http://goo.gl/rNMmg

Conheça mais os caras acessando nosso site

http://goo.gl/mmgri

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Capa

Bring me t

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the horizon Com seu quarto álbum, Sempiternal, lançado em abril, este é um dos mais comentados entre as bandas do estilo. Falamos com o Bring Me The Horizon sobre todo o trabalho duro que Oli fez para tornar a sua voz boa o suficiente, sobre o que o álbum se trata, como a entrada de Jordan Fish afetou o som da banda e como eles usaram a crítica que receberam ao longo dos anos. Poderia BMTH se tornar a maior banda de metal na Inglaterra?

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Temos a chance de ser uma grande banda, que isso dure uma vida toda e não apenas alguns anos. AHAYC: Por que vocês decidiram que “Shadow Moses” seria o primeiro hit? É provavelmente a canção menos emocionante do álbum... Oliver Sykes: “Nunca tivemos a intenção de que fosse um hit. Fizemos alguns shows no ano passado e queríamos tocar uma canção nova, obviamente uma que seria boa para a multidão, mas os organizadores disseram que nós deviamos lançala com um vídeo e ele saiu melhor do que a encomenda. Estávamos um pouco apreensivos porque, como você disse, é a canção menos emocionante. Em comparação com o resto do álbum, ela não se sente assim, mas se você compará-la com o nosso último álbum, ainda é um salto gigantesco.” AHAYC: Você também já lançou “Antivist ‘, que é enfaticamente negativa. Qual é a mensagem geral do álbum? Oliver Sykes: “O álbum é um conceito da maneira que cada canção é uma realização de um processo para obter uma nova música. Não faz muito sentido. Cada canção tem um significado ou uma mensagem completamente diferente, mas é uma observação de algo que aconteceu

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ou algo que está acontecendo”. “A música “Antivist” é um pouco de um comentário social. Não é nem mesmo sobre nós, é apenas a nossa geração - eles são preguiçosos, sentam-se e pensam que estão fazendo alguma coisa. Não fale sobre política, não fale sobre o que você não sabe, dizem que é horrível como Texaco ter arruinado o mundo e você está viajando em seu ônibus de turnê. Todos sendo hipócritas, pensando que eles sabem o que estão falando e que não sabe de nada”. “É muito difícil dizer sobre o que o álbum fala e é por isso que ele é chamado Sempiternal, o que significa jornada eterna e por isso o nosso logotipo é chamado A Flor da Vida. Isso é geometria sagrada e que basicamente representa tudo o que se passa no universo”. AHAYC: Jordan entrou para a banda nos teclados e eletrônico alterando o som da banda em que direção? Jordan Fish: “Para ser honesto, eu não sinto que eu trouxe essa mudança para banda. Nós temos os mesmos interesses musicais, praticamente - todos nós ouvimos coisas muito semelhantes - então foi fácil, em vez de exercer a minha própria influência” Oliver Sykes: “Jordan abriu portas para coisas que sempre quisemos fazer, mas também acho que o estilo de Jordan é muito distinto. Ele tinha uma banda chamada Worship antes disso e você pode ouvir que, em nossa banda, estão suas


influências muito incluída no álbum, mas nós sempre quisemos fazer esse tipo de coisa, nós nunca tivemos uma pessoa que poderia fazer isso”. AHAYC: Você foi cotado para sair para o mainstream desde Suicide Season. É o aumento das melodias uma tentativa de conseguir isso? Matt Nicholls: “Há muito mais melodias e muito mais coisas que soa poppy-ish nele. Não é de forma alguma um disco pop, mas desde que introduzimos Jordan para a banda tem sido uma das coisas que podemos pensar em muito mais. As coisas eletrônicas o que podemos fazer esse tipo de coisa muito melhor “. AHAYC: Vocês são uma banda extremamente pesada para ter sido a atração principal Brixton Academy. Como você acha que o seu sucesso, até agora, mudou a forma da cena do metal britânico? Matt Nicholls: “Eu acho que abrimos um espaço para um público mais jovem. Metal não

é apenas caras peludos com grandes barbas”. Oliver Sykes: “Eu gosto de pensar que somos uma banda muito britânica no sentido de que temos trabalhado muito duro. Não tem sido um sucesso da noite pro dia - temos trabalhado nisso por oito anos e tem sido um crescimento muito estável. Nunca houve um grande salto. Nós não somos apenas uma daquelas bandas americanas que vêm e são a maior banda do mundo por um ano. Vindo de onde estávamos, odiado pela maioria das pessoas e, provavelmente, merecia muito com a música que estava escrevendo e do jeito que éramos - nós temos trabalhado tão duro para convencer as pessoas. Nós tivemos que trabalhar duro para nos tornarmos melhores músicos porque não sabíamos o que estávamos fazendo em primeiro lugar. “

AHAYC: Conte o quanto essas críticas tem afetado? Você nunca pareceu jogar seus brinquedos fora do carrinho sobre nada disso... Oliver Sykes: “Podemos fingir que não nos importamos, mas também consideramos ouvi-las. Temos trabalhado cada vez mais e poderíamos ter chutado contra ele para o outro, mas eu acho que nós sabíamos que tínhamos que ficar melhor. Temos a chance de ser uma grande banda, que isso dure uma vida toda e não apenas alguns anos.” Sempiternal foi lançado no dia 01 de abril de 2013 pela RCA. Bring Me The Horizon vai estar em turnê no Reino Unido na primavera, antes de sair através dos EUA para a Warped Tour. Confira Facebook do BMTH para ouvir o novo álbum. http://goo.gl/bP8Eh

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Live

Gloria, John Wayne e Bullet Bane no Hangar 110 Uma casa de shows underground com muita história pra contar, essa é o Hangar 110. Logo, um ótimo lugar para o lançamento de um clipe e também um ótimo lugar para estreia do novo baterista. Tivemos as duas coisas no dia 22 de maio de 2013. Começando a noite bem, a Bullet Bane subiu ao palco com a casa quase cheia e mostrou logo de cara a que veio. Show curto e intenso, a roda já se formando e o mosh liberado serviam para deixar o público extremamente a vontade, ao mesmo tempo em que gritavam a plenos pulmões as músicas junto com a banda e aqueciam a garganta para o que ainda estava por vir. Na sequência entram os caras do John Wayne apresentando seu

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novo baterista, Edu Garcia. Como disse o próprio vocalista, Fábio Figueiredo, eles não só pregam a união como também fazem a união. Os vocais guturais e as letras realistas retratam o cotidiano “brutal d’quebrada” que a banda trabalha. Estiveram presentes no repertório as músicas do álbum Tempestade (2012), mas sem dúvida o ponto alto da apresentação foi o single “Aliança”. Com vocais impecáveis e uma participação pesada do público, foi uma apresentação incrível. Com o fim do show do John Wayne, a expectativa só crescia. Eis que as luzes se apagam e começa a ser

transmitido nos telões o teaser do dvd “[Re] nascido em Chamas”, do Gloria, e o que mais se via eram os fãs apontando o telão e comentando com todos à sua volta “eu estava lá!”. É de arrepiar ver que mesmo sem terem subido ao palco já eram ovacionados pelo público que assistia sem piscar os olhos o clipe de “Bicho do Mato”, gravado em Novembro de 2012, na 8ª edição do Sampa Music Festival. Clipe muito bem feito, realização da Pexera Produções, e que fará parte do dvd que ainda não tem data de lançamento definida. Casa lotada e fãs ansiosos, o Gloria fez um show mostrando que merece o

reconhecimento que está recebendo. Com um repertório de dezessete músicas, passando por todas as fases da banda, foram uma hora e meia que pareceram dez minutos para quem estava entregando o coração ao momento. Durante toda apresentação os integrantes da banda interagem bastante com o público, o vocalista Mi faz piadas e, juntando as letras das músicas com o que é dito por ele, o show tem uma força motivacional enorme. Siga sua verdade e danem-se os outros, esse é o lema. No final, “somos guerreiros” é o que o público grita enquanto vai embora satisfeito sem aparentar nenhum cansaço.


Chelsea Grin, Miss May I e Asking Alexandria em SP Tarde de sábado, três grandes bandas eram o motivo de agitação e euforia: Chelsea Grin, Miss May I e Asking Alexandria. Tudo começou com o Chelsea Grin. Entraram com gás total tocando “The Second Coming”. Muitas rodas se abriram e o publico já começou a mostrar que não estava de brincadeira. Para encerrar com o gosto de quero mais, tocaram a música “Recreant”. O publico estava ainda se recuperando do outro show. No palco chega humildemente uma banda para fazer o melhor show da noite. O Miss May I entrou no palco com uma certeza e uma simpatia fora do normal. Sua primeira musica foi “Relentless

Chaos”. Esse prestigio todo não é em vão, ele fez o Carioca tremer. Os hits “Forgive and Forget”, “Hey Mister” e despediuse do palco tocando “Masses of a Dying Breed”, deixando a platéia completamente extasiada. Cortinas abrindo lentamente, palco vazio e a musica “Welcome”, faixa introdutória como já dá a dica seu nome, foi a abertura do show mais aguardado da noite, Asking Alexandria. Um a um eles foram entrando e se apresentando, com direito aos mais agudos gritos de meninas se descabelando loucamente a cada

integrante que passava. Até que tocaram a primeira musica, “Closure”, guardando seus gritos para explodir mesmo só em “Run Free”. Muitos fãs falaram que o microfone estava baixo, outros falaram que a animação não foi tão boa assim e que isso prejudicou o som. Ao vivo a banda não desempenha o

que faz em estúdio musicalmente. Ao terminar, o pedestal do vocal Danny Worsnop ficou um varal de sutiãs de todos os tipos tamanhos e cores. E assim termina mais uma noite em São Paulo, de muita agitação e de bandas que estão tomando grandes dimensões nesse cenário da musica.

Agenda 06/07 - Pierce the Veil - São Paulo (Carioca Club) 07/07 - Pierce the Veil - Curitiba (Music Hall) 10/08 - Gloria - Curitiba (Espaço Cult) 22/08 - Asking Alexandria e Montionless in White - Porto Alegre (Opinião) 23/08 - Asking Alexandria e Montionless in White - Curitiba (Music Hall) 24/08 - Asking Alexandria e Montionless in White - São Paulo (Carioca Club) 25/08 - Asking Alexandria e Montionless in White - Rio de Janeiro (Odisseia) 31/08 - Ponto Nulo no Céu - São Paulo (Inferno Club)

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Revista AHAYC