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Ademilton Araujo da Dilva LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS ATIVIDADE: RESENHA CRÍTICA “GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO”

Resenha baseada no artigo sobre ―Gêneros Textuais e Ensino‖ escrito por Manuel Edson de Oliveira, docente do Instituo Superior de Cotia, mestre pela PUC de São Paulo. O autor inicia fazendo crítica ao modelo tradicional utilizado nas escolas estabelece o inicio da oposição ao ensino tradicional na década de 80, após surgirem teorias interacionistas. O autor relembra a forma como o ensino da língua anteriormente trabalhado em sala de aula de forma conceitual e normativo, a partir da década de 80 surgi novas bases teóricas e o foco do ensino de língua funcional contextualizada. Na segunda seção do artigo o autor apresenta pressupostos teóricos para trabalhar os gêneros textuais na concepção funcionalista cita Bahktin ( 2000 ), Marcuschi, (2005) e teóricos como, schneuwely e Dolz (2004), que trata da sequencia didática tem por objetivo ―o ensino da produção oral e escrita e a importância de desenvolver essa tarefa com base nos gêneros textuais. No final da terceira seção o autor faz a transcrição da aplicação de uma sequencia didática realizada na escola Santo Amaro na turma da oitava série com produção de gênero textuais, partindo da propaganda. Finalizando o artigo Oliveira apresenta os resultados dos trabalhos dos alunos realizados na escola de Santo Amaro, o autor cita: ―Ao se trabalhar com um gênero que faz parte de seu cotidiano, propicia-se maior envolvimento e motivação na aprendizagem de produção textual‖. Parabenizo o autor, pois o assunto abordado nesse artigo, tanto as teórias apresentadas, quanto à análise do trabalho realizado na escola Santo Amaro com gênero textual propaganda e sua aplicação pedagógica, oferecem um rico material aos professores de língua e a todos os profissionais que se relacionam com a área linguística. O artigo apresenta como objetivo central a prática social e a capacidade de do ser humano fazer uso de forma funcional da comunicação em vários contextos sociais. Trata-se, portanto, de um artigo dedicado a orientar e propiciar embasamento teóricos aos profissionais da área, oferecendo possíveis ferramentas e técnicas para o trabalho em sala de aula, seguindo as orientações dos PCNs e de teóricos de confiança cujos trabalhos de pesquisas acrescentam aos docentes bases solidas para o ensino de gênero. Assim recomento a leitura a todos que desejam buscar novos conhecimentos a fim de desenvolver uma educação de qualidade. REFERENCIAS BIBLIOGRAFIAS OLIVEIRA,M,E. De Gêneros textuais e Ensino. Dialogia. v.8. 1, p. 83-91.2009


Esse lugar existe...

viaje para esse sonho TWA ao seu dispor

Ademilton AraĂşjo da Silva


Alby Ruiz LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS ATIVIDADE: Resenha Crítica “Gêneros Textuais e Ensino”, artigo escrito pelo Docente do Instituto de Ensino Superior de Cotia; Manoel Edson de Oliveira (Doutor e Mestre em Língua Portuguesa—PUC-SP). Neste artigo o autor propõe um ensino da língua portuguesa dentro de um contexto sócio-histórico que difere do ensino tradicional. Ele coloca os gêneros textuais, como base para que os estudantes possam desenvolver competência comunicativa nos diversos entornos sociais de uso da língua. O autor divide seu artigo em 5 capítulos: O primeiro capitulo é a introdução onde ele faz uma breve resenha do ensino tradicional da língua portuguesa e baseando-se em (KOCH,2006) chega a conclusão que o ensino da língua que antes era normativo e conceitual, hoje é visto como a interação dos sujeitos, e o texto é o resultado dessa interação, tudo isto se dá dentro de um contexto sócio-histórico, o qual dá lugar a diversos gêneros discursivos (BAKHTIN, 2000). Os quais são fundamentais para a aquisição de conhecimentos no ensino da língua materna. Igualmente, Hymes (1968) apud Bravo (2010) afirma que a competência comunicativa não é só ter a habilidade de aplicar corretamente as regras gramaticais de uma língua, senão também o conhecimento de como, quando e a quem disser algo. Dentro deste novo conceito os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) passam a se preocupar pela noção de gênero nos trabalhos didáticos. Com base nisto o Colégio Santo Américo, em São Paulo, fez um trabalho com gênero na 8ₐ série do Ensino Fundamental. O gênero propaganda impressa foi escolhido por encontrar-se no cotidiano dos alunos o qual despertaria mais interesse. No capitulo 3 o autor fala sobre as seqüências didáticas, baseando-se nas orientações dadas por

Schneuwly e Dolz (2004), de acordo com eles ensinar um gênero textual é levar o aluno a dominá-lo para depois poder produzi-lo na escola ou fora dela, para isto as seqüências didáticas com base nos gêneros textuais podem criar contextos de produção que propiciem a elaboração de atividades variadas, com isso o aluno pode desenvolver sua capacidade de expressão, nas mais diferentes situações. De acordo com J. Dolz, M. Naverraz e B. Sheneuwly (2004) o autor mostra a estrutura que q seqüência didática deve ter: apresentação da produção, primeira produção, módulo 1, módulo 2, módulo ―n‖ e produção final. No capitulo 4, o autor mostra como ele fez uso dessa seqüência didática com o gênero propaganda, pois é um dos gêneros que está presente no dia a dia dos alunos. Segundo Jorge S Martins (1977) a propaganda mostra a comunicação verbal e não verbal e por tanto opera como discurso informativo e persuasivo. Foi trabalhado com os alunos quatro oficinas com base nas etapas propostas por J. Dolz, M. Naverraz e B. Shnruwly (2004). Oficina 1: Apresentação do gênero propaganda. Oficina 2: Relação entre linguagem verbal e não verbal na propaganda. Oficina 3: Gênero e contexto. Oficina 4: Para quem estou escrevendo? No último capitulo 5 ―Considerações finais‖ O autor fala da importância de trabalhar com os alunos um gênero que faz parte do seu cotidiano, pois isso motiva o interesse do aluno facilitando sua aprendizagem de produção textual. Foi notável o desempenho dos alunos comparando a produção inicial com a final, podendo-se verificar a importância de trabalhar com seqüências didáticas, que leva ao aluno a entender melhor o processo de produção textual. De acordo ao exposto, o autor mostra de forma coesa a importância dos gêneros textuais na aquisição e domínio da língua, principalmente nós como futuros professores temos que ter claro que a língua é um instrumento de uso cotidiano e como tal, seu aprendizado parte das circunstâncias de seu uso, isto é do contexto de aplicação.


Referências Bibliográficas: OLIVEIRA, M. E. de. Gêneros textuais de ensino. Dialogia, v. 8, n.1, p.83-91, 91, 2009. BRAVO GAVIRO, A. et al . Reflexión sobre La sociopragmática y La enseñanza de lenguas extranjeras. Autodidacta. P126-130, 2010.

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Alby Ruiz


Esta sequência didática é composta de:

ALINE FERREIRA DA SILVA

 Apresentação da situação

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS RESENHA CRÍTICA- GÊNERO TEXTUAL ENSINO

 Produção inicial E

Manuel Edson de Oliveira, doutor e mestre em Língua Portuguesa- PUC/ SP, em seu artigo Gêneros textuais e ensino, publicado em São Paulo, Julho/2009; defende que o ensino tradicional de língua Portuguesa foi constantemente configurado de maneira normativa e conceitual, prezando pela ortografia, pela sintaxe e ao texto como um produto. Nos anos 80 esta configuração começa a ser questionada com o surgimento de novas teorias, inspiradas no sociointeracionismo, onde a linguagem é uma forma de interação dos sujeitos e o texto é o resultado dessa interação, cujo objetivo é relacionar os enunciados linguísticos e seus contextos de uso. Em 1998, são estabelecidas pelo MEC, diretrizes curriculares para o Ensino Fundamental com a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), cujo objetivo é analisar o funcionamento da língua e também da própria sociedade através das atividades discursivas, considerando estas, como parte da estrutura social.

Com essas reflexões, são repensadas as maneiras de ensinar gêneros escritos e orais em sala de aula, onde Bernard Schneuwly e Joaquim Dolz (2004) dão sua contribuição quando apresentam procedimentos chamados de sequências didáticas, que nada mais é do que uma sequência de passos a ser seguida para a produção de um trabalho de determinado gênero textual.

 Seqüência dos módulos- Estruturação de um plano de acordo com o que se deseja atingir, utilizando os recursos de linguagem apropriados.  Produção final- Aplicação prática. Após pesquisas realizadas através de trabalhos apresentados por alunos da 8ª série do ensino fundamental do Colégio Santo Américo- SP, Oliveira conclui que, ao se trabalhar com um gênero que faça parte do cotidiano, o aluno encontra mais facilidade para desenvolver o seu trabalho gerando uma maior motivação tanto na aprendizagem quando na produção textual. Destaca-se a diferença dos trabalhos realizados sem seguir uma seqüência didática, onde a produção apresentava apenas criatividade, mas sem relacioná-la à linguagem verbal e não verbal. Quando por fim os trabalhos foram embasados no uso das seqüências didáticas, as diferenças foram bastante perceptíveis, onde os mesmos demonstraram apropriação adequada do gênero escolhido, tanto na produção, quanto para realizarem uma análise crítica das propagandas encontradas diariamente e também melhor compreensão de produção textual de um determinado gênero. Após a leitura deste artigo, fica claro que para ter sucesso e obter oportunidades criativas na produção de textos orais e escritos, fazer uma leitura, ou até mesmo nas mais diversas situações cotidianas de comunicação, é imprescindível que o estudante tenha conhecimento das funções dos gêneros textuais, suas diferenças, finalidades, como ainda, realize uma reflexão aprofundada sobre o assunto, sempre observando o universo ao seu redor e também tenha domínio no uso das seqüências didáticas, considerando sua importância. Referências Bibliográficas: OLIVEIRA, M.E. de. Gêneros textuais e ensino. Dialogia, São Paulo, v.8,n.1, p. 83-91,2009.


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Aline Ferreira da Silva


Carolina Melchior do Prado LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS RESENHA CRÍTICA - GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUAS

Referência Bibliográfica: PINTO, A.P. GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUAS: REFLEXÕES SOBRE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO

Do Era uma vez... até o Decreto, ser ou não ser um gênero textual! O artigo GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUAS: REFLEXÕES SOBRE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO, aborda os mais variados contextos sobre o ensino dos gêneros textuais em escolas e o seu papel social. Primeiramente Abuêndia Padilha Pinto, estudiosa das relações entre o agir geral, o agir de linguagem e a sequência didática no contexto de ensino/aprendizagem de gêneros textuais, nos demonstra através de lingüistas como Swales (1990), Adam (1990), Bronckart (1999) e Marcuschi (2002) a definição de gêneros textuais, ―são os textos que encontramos em nossa vida diária e que apresentam algumas propriedades funcionais e organizacionais características, concretamente realizadas.‖ (Marcuschi, 2002:4). Abuêndia Padilha Pinto também cita as características pertinentes ao aprendiz, necessárias para seu aprendizado devendo estes serem capazes de controlar a linguagem, o propósito da escrita, o conteúdo e o contexto durante a produção de gêneros textuais que relatam experiências e fatos, que expõem, que contam estórias, que contestam e questionam, afinal assim como se espera um bom desempenho do professor, que é o semeador do conhecimento, é função do aluno, se tornar apto para receber este conhecimento. O artigo também explana o estudo do psicólogo Vygotsky (1978), defensor da idéia de que o desenvolvimento intelectual do aprendiz ocorre em função do meio, das interações sociais, pois a língua como verão posteriormente, é o principal veículo de comunicação, e assim como o meio social está em constante transformação, à língua não pode ser considerada fora desses contextos. Será através da língua então que nós transmitiremos informações, idéias, crenças, entre outros. Também temos no artigo as diretrizes empregadas pelos PCNs para um melhor ensino e aprendizagem dos gêneros discursivos, tendo noção da língua em todo o seu contexto abrangente. A importância do aprendizado e o bom entendimento dos gêneros textuais são fundamentais, eis a relevância do professor, que sempre deverá estar preparado para encarar as transformações do meio e da língua, fazendo de seus aprendizes, indivíduos com a capacidade de falar e escrever, obtendo assim o seu espaço na sociedade.


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Carolina Melchior do Prado


CRISTIANE DE MELO ARANDA Gêneros Textuais: Definição e Funcionalidade (Luiz Antonio Marcuschi) RESENHA CRÍTICA No artigo intitulado ―Gêneros Textuais: Definição e Funcionalidade‖, Luiz Antonio Marcuschi trás uma série de observações que realizou em seus mais de 30 anos de carreira na área da Linguística, acerca dos gêneros textuais. O artigo, apresentado em 12 páginas, divide as reflexões do autor em sete tópicos descritos abaixo. No primeiro tópico denominado ―Gêneros textuais como práticas sócio-históricas‖, o autor apresenta a ideia de que os gêneros textuais são fenômenos históricos que contribuem para ordenar as atividades comunicativas do dia a dia, sendo uma de suas características a maleabilidade, para entrar em conformidade com as necessidades sociais ou com as inovações tecnológicas. Esse fato revela que os gêneros textuais têm caráter funcional (comunicativo, cognitivo ou institucional) e por isso, assim como surgem, podem desaparecer. No segundo tópico, ―Novos gêneros e velhas bases‖, Marcuschi lembra que nos últimos duzentos anos, a intensidade do uso das novas tecnologias de comunicação fez surgir gêneros novos, tais como editoriais, notícias, telegramas, videoconferências, reportagens ao vivo, emails, aulas virtuais, dentre outros. Todavia, o que o autor destaca que esses gêneros não são totalmente novos, pois encontram ancoragem em outros gêneros já existentes, a exemplo do email que tem como antecessora a carta. Já no terceiro tópico ―Definição de tipo e gêneros textuais‖, defende a ideia de que ―a comunicação verbal só é possível por algum gênero textual‖. Neste sentido, apresenta três condições diferenciadoras de gêneros e tipos textuais: 1) Tipo textual é definido pela natureza lingüística da sua composição, abrangendo categorias como: narração, argumentação, exposição, descrição, injunção. 2) Gêneros textuais apresentam características sócio-comunicativas: telefonema, receita culinária, piada, etc. 3) Domínio discursivo designa uma esfera de produção discursiva ou atividade humana, a exemplo do domínio discursivo religioso que gera novenas e ladainhas. Na sequência, no quarto tópico ―Algumas observações sobre os tipos textuais‖, explica que a expressão ―tipo de texto‖ muitas vezes é equivocadamente utilizada, como quando alguém diz ―a carta pessoal é um tipo de texto‖. Marcuschi explica que o gênero carta pode conter diferentes tipos textuais na medida em que pode conter simultaneamente uma narrativa, uma argumentação, ou uma descrição. Para concluir o tópico, apresenta as cinco tipologias textuais propostas por Werlich (1973): descritiva, narrativa, expositiva, argumentativa e injuntiva. Sobre os gêneros textuais, no quinto tópico ―Observações sobre os gêneros textuais‖, Marcuschi retoma o argumento de que os gêneros textuais são fenômenos sócio-históricos, e que linguistas alemães chegaram a nomear mais de quatro mil gêneros. A questão que se coloca é que há uma intertextualidade intergêneros, mesclando funções e formas. Por exemplo: um artigo de opinião escrito na forma de um poema. Complementando, no sexto tópico ―Gêneros textuais e ensino‖, ele lembra que, um maior conhecimento do funcionamento dos gêneros textuais é importante tanto para a sua produção com para a sua compreensão. ―Esta a idéia básica que se acha no centro dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), quando sugerem que o trabalho com o texto deve ser feito na base dos gêneros, sejam eles orais ou escritos‖. Por fim, no tópico sete ―Observações finais‖, Marcuschi destaca a imensa oportunidade de se trabalhar com a língua, nos seus diferentes usos, através dos gêneros textuais. Ele lembra que há gêneros com maior dificuldade e gêneros com menor dificuldade, e, portanto, há uma dificuldade progressiva, do nível menos formal ao mais formal, do mais privado ao mais público, e que, ao levar os diferentes gêneros para a sala de aula, tem-se a oportunidade de observar a oralidade e a escrita em seus usos culturais mais autênticos. Sem dúvida, o artigo de Marcuschi aguça a curiosidade em torno dos gêneros textuais e o imenso universo que abrigam. Leitura aprazível e indispensável para estudiosos da língua portuguesa e das relações sociais.


Referência Bibliográfica: MARCUSCHI, Luiz Antonio. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, Angela Paiva; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora(orgs.). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Ed. Lucena, 1ª. reimpr., 2003, p. 19-31.

CRISTIANE DE MELO ARANDA

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EDNEIA SILVA MARTINS LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO - RESENHA CRÍTICA

O texto Gêneros Textuais e Ensino de Manoel Edson de Oliveira (2009), traz alguns pressupostos teóricos sobre a atual concepção de gênero sobre a ótica de Mikail Bakhtin (2000) e de Luiz Antônio Marcuschi (2005), que diz que gêneros textuais são fenômenos históricos ligados à vida cultural e social das comunidades. O texto de Oliveira (2009), trata ainda de sequências didáticas que possibilita uma organização do ensino de produção de texto, o qual resultará em uma maior facilidade no aprendizado. O texto apresenta ainda, como forma de exemplificação, uma oficina sobre sequências didáticas proposta aos alunos da 8ª série do ensino fundamental do Colégio Santo Américo, em São Paulo. A sequência didática escolhida para o trabalho proposto aos alunos foi o gênero propaganda, pois está presente no rádio, na televisão, nas revistas, nos jornais, na internet, nos panfletos entre outros e tem como função informar, vender produtos e ideias que possam persuadir o outro a um determinado comportamento. A referida escrita foi divida em 04 partes na qual a: oficina 1 – se propôs a apresentação do gênero propaganda, a oficina 02 – trabalhou a relação entre a linguagem verbal e não-verbal na propaganda, a oficina 03 – gênero e contexto e a oficina 04 – para quem estou escrevendo. O texto de Manoel Edson de Oliveira (2009), trabalha uma nova concepção de ensino da língua materna, pois antigamente as escolas se preocupavam apenas com o ensino de gêneros escritos e orais, no entanto a partir de 1998 com o estabelecimento das diretrizes curriculares para o ensino fundamental os PCNs estabelecidos pelo MEC, o escrita da língua materna passou a ser vista de outra maneia, ou seja, deixou apenas de ensinar aquilo que já vem pronto, e passou a ensinar a pensar, a questionar o porquê que ―isto é assim e não de outra forma‖, pois possibilita ao aluno aprender e mostrar que aprendeu o conteúdo proposto de fato e não está apenas repetindo aquilo que já está pronto. Diante do exposto no texto de Oliveira (2009), pode-se pensar ou concluir que as novas formas de ensino trouxeram benefícios aos alunos que ganharam maior autonomia na produção textual, ganhou também visão crítica, pois quando fazem a leitura de um texto ou de uma propaganda seja ela com conteúdo verbal ou não-verbal terão condições de ver além do simples e aprofundar muito mais seu conhecimento crítico. Está autonomia na produção textual dos alunos também pode ser observada através dos resultados do trabalho proposto aos alunos do Colégio Santo Américo que produziu um resultado excelente, pois demonstrou que a partir do gênero textual escolhido os alunos poderão ter condições de fazer a leitura crítica de quaisquer gêneros textual que lhes for apresentado.

Referencias Bibliográficas Oliveira, M. E de. Gêneros textuais e ensino. Dialogia, São Paulo, V.8, n.1.p 83-91, 2009.


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Eliana Cristina Pereira Santos LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS RESENHA CRÍTICA: GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUAS: REFLEXÕES SOBRE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO. Doutora em Linguística e mestra na Universidade de Pernambuco, a autora produziu esse artigo científico com objetivo de discutir a importância dos gêneros textuais nas práticas sociais como instrumento de aprendizagem e desenvolvimento. Para discutir o desenvolvimento humano e aprendizagem a autora toma como referência os conceitos de Vygotsky (1996) os sujeitos possuem um espaço denominado zona de desenvolvimento proximal (ZDP) e nesse espaço o aprendizado se desenvolve, abordagem denominada Sociointeracionista, na qual o desenvolvimento humano se dá nas trocas entre os sujeitos sociais, através do processo de interação e mediação. Sobre gêneros textuais a autora ancora sua discussão em Bakhtin (1992, p.28) que define os gêneros textuais como ―tipos relativamente estáveis‖ elaborados pelas diferentes esferas de utilização da língua, ou seja, não são instrumentos estanques são eventos altamente dinâmicos, e, Marcuschi (2002) são formas escritas ou orais estabilizadas, histórica e socialmente situadas, embora a expressão ―gênero‖ sempre esteve ligada a questão de literatura, aos gêneros literários. Cada gênero tem sua característica própria, tal quais as variedades linguísticas que utilizamos em situações sociais. A sua funcionalidade e interação também são pré-requisito para definição de um gênero, tomando como conceito a língua como atividade social, histórica e cognitiva. Historicamente sempre existiram os gêneros textuais, embora sua expansão tenha acontecido a partir do século XVIII com a industrialização. Suas funções comunicativas, cognitivas e institucionais sobressaem às questões estruturais e linguístícas. Hoje, na denominada cultura eletrônica, a gama de gêneros se multiplicaram: videoconferências; e-mails, bate-papos, aulas virtuais, etc. Essa tecnologia além de favorece o aperfeiçoamento de alguns gêneros já existentes e ampliar as formas de comunicação, caracterizando como eventos textuais maleáveis, dinâmicos e plásticos, ou seja, possibilita cursemos essa Universidade de maneira semipresencial. O artigo resenhado descreveu a importância dos gêneros textuais não somente em relação à aprendizagem, mas, sobretudo, na relevância do desenvolvimento de educadores que pensam em desenvolver sujeitos autônomos e críticos em relação ao seu aprendizado. Fundamental para uma discussão do papel do professor que consiste em desenvolver estratégias de ensino considerando as capacidades de linguagem introduzidas em suas práticas sociais. Isso seria a verdadeira mediação do ensino-aprendizado.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

PINTO, Abuêndia Padilha. Gêneros Textuais e Ensino de Línguas: Reflexões sobre Aprendizagem e Desenvolvimento. In. REVISTA DO GELNE - Grupo de Estudos Lingüísticos do Nordeste. Vol. 4, nº 1; Fortaleza: GELNE/UFC, 2002. ISSN: 1517-7874


FamĂ­lia unida. Merece fĂŠrias juntos.

Eliana Cristina Pereira Santos


ELISA GOMES LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS RESENHA CRITICA: O PROCESSO DE ELABORAÇÃO TEXTUAL

O texto base da resenha critica ―produção de textos: retextualização e autoria‖ da professora Maria José Nóbrega (2009) tem como base gêneros textuais e autoria que são tipos específicos de textos de qualquer natureza, literários ou não-literários, os gêneros textuais englobam todos os textos produzidos por usuários de uma língua. Assim, ao lado da crônica, do conto, vamos também identificar a carta pessoal, a conversa telefônica, o email, e tantos outros exemplares de gêneros que circulam em nossa sociedade. Segundo Bakhtin (1997, p. 284) diz que ―Cada esfera conhece seus Gêneros, apropriados à sua especificidade, aos quais correspondem determinados estilos. Uma dada função (científica, técnica, ideológica, oficial, cotidiana) e dadas condições, específicas para cada uma das esferas da comunicação verbal, geram um dado gênero, ou seja, um dado tipo de enunciado, relativamente estável do ponto de vista temático, composicional e estilístico‖. Ter acesso ao correio eletrônico é hoje uma questão de inclusão social. O e-mail gerou uma revolução nas relações humanas, especialmente na área educacional, e merece ser mais estudado. Como todo sistema complexo, o gênero é um sistema aberto e novas possibilidades de gerenciamento e de produção de texto podem surgir. Conseqüentemente, novas mudanças no comportamento discursivo poderão acontecer, cabendo a nós, os cientistas da linguagem, estarmos atentos a esse novo gênero. Os tipos textuais refere-se à estrutura composicional

dos

textos.

Hoje,

admite-se

cinco

tipos

textuais,saber: narrativo,argumentativo-

dissertativo, expositivo-explicativo, descritivo, dialogal-conversacional e injuntivo-instrucional. É muito importante não confundir tipo textual com gênero textual. Os tipos textuais aparecem em número limitado. Já os gêneros textuais são praticamente infinitos, visto que são textos orais e escritos produzidos por falantes de uma língua em um determinado momento histórico. Os gêneros textuais, portanto, são diretamente ligados às práticas sociais. Assim, um tipo textual pode aparecer em qualquer gênero textual, da mesma forma que um único gênero pode conter mais de um tipo textual. Uma carta, por exemplo, pode ter passagens narrativas, descritivas, injuntivas e assim por diante. Concluindo assim que os gêneros textuais fazem parte do nosso dia-a-dia de uma forma que só tem a crescer e desenvolver em nosso meio, bem como os tipos textuais ficará parado no tempo porem com seu histórico atualizado sendo assim possível dizer que os gêneros textuais são atualizados a cada dia já os tipos textuais serão sempre os mesmos.


Ta cansado de correr atrĂĄs do presente ideal para sua namora, nada serve nada se encaixa!!!!! Na duvida de muito amor e carinho tenho certeza que desse presente ela nĂŁo vai reclamar.....

Elisa Gomes


EUDA ALVES DE OLIVEIRA SANTOS GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO ATIVIDADE: Resenha Critica O artigo ―Gêneros textuais e ensino do autor Manoel Edson de Oliveira, Doutor e Mestre em Lingua Portuguesa-PUC-SP e docente do Instituto de Ensino Superior de Cotia-SP‖, tem o objetivo de propor um ensino de língua portuguesa que priorize o uso e o funcionamento da língua em determinado contexto histórico, em oposição ao ensino tradicional, que se baseia em normas e conceitos. Segundo o autor do texto, o ensino tradicional em nossas escolas passou a ser contestado a partir dos anos 80 quando surgiram novas teorias da enunciação e do discurso e na linguística textual considerada como atividade, como forma de ação orientada. Num artigo publicado por Keifer Eleutério Rodrigues (PG-UFPA) o autor aborda o uso real da língua, concebendo-a como um lugar de interação e ação social. Deste modo, ele defende a utilização de exercícios que propiciem que os alunos produzam e compreendam de maneira eficaz, diversificados gêneros textuais, que segundo o autor, muitas vezes são deixados de lado ou ensinados de maneira equivocada por muitos professores. Acredito que o acesso à diversidades de textos com gêneros variados fará com que o aluno desenvolva a sua habilidade na produção textual. Para isso é necessário que haja uma colaboração mútua entre leitor, instrutor e produtor do texto. No texto de Manoel Edson de Oliveira, tem um trecho em que L.A. Marcushi ressalta que: ―O fato de surgirem novas tecnologias não é a única razão responsável pela adoção de novos gêneros,mas sim a intensidade do uso dessas tecnologias e sua interferências no cotidiano das pessoas. Esclarece ainda que os gêneros novos apresentam uma identidade própria, mas não são inovações absolutas, pois houve uma adaptação de um gênero antigo a um suporte novo.‖ Concordo com a idéia dele, pois quanto mais se usa a tecnologia, maior a necessidade de desenvolver os aspectos sociocomunicativos que envolve os gêneros textuais. Segundo Marcushi(2005) os gêneros textuais são fenômenos históricos ligados à vida cultural e social e ajuda a ordenar as atividades comunicativas do cotidiano. Concluo considerando o artigo extremamente interessante, pois o mesmo traz de forma clara explicações convincentes sobre gêneros textuais e ensino de maneira que as informações possam ser transmitidas e absorvidas pelos alunos. ReferênciasBibliografias: Oliveira, M. E de. Gêneros textuais e ensino. Dialogia, São Paulo, V.8, n.1.p 83-91, 2009.


Rodrigues, Keifer Eleutério ( PG-UFPA) de. A teoria dos gêneros e o sócio-interacionismo. cielli.com.br/downloads/524.pdf

Internet e EAD! Tudo a ver! EUDA ALVES DE OLIVEIRA SANTOS


FABÍOLA RIVEROS LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS RESENHA CRÍTICA- GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO: REFLEXÕES SOBRE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO

Abuêndia Padilha Pinto Universidade Federal de Pernambuco A presente resenha é do artigo da autora Abuendia Padilha Pinto, onde discute o ensino-aprendizagem de língua estrangeira no nível médio onde a autora procurou fazer um resgate filosófico dos gêneros textuais, da abordagem de aprendizagem de Vigotsky e discute qual o olhar do PCN em relação aos gêneros textuais e como podem ser introduzidos no contexto escolar, trazendo à luz do debate vários autores para a explanação do desenvolvimento cognitivo. Os gêneros textuais conforme Bakhtin (1997) eram tipos relativamente estáveis, de enunciados elaborados pelas mais diversas esferas da atividade humana, com isso podemos dizer que estão diretamente ligadas as práticas sociais, onde o comportamento humano compõe redes de atividades que são desenvolvidas nas mais diversas esferas, que compõe um quadro de interações diversas, que se materializam através dos vários e infinitos gêneros textuais que se apresentam cotidianamente. Para compreender o cognitivo Pinto utiliza-se da teoria de Vygotsky (1978) que ―oferece uma grande contribuição para a área da educação‖,onde possui quatro idéias centrais em sua teoria: o desenvolvimento, os processos de controle, mediação e de internalização, ele defende que ―o desenvolvimento cognitivo não ocorre isoladamente, relaciona-se com o desenvolvimento da linguagem, com desenvolvimento social e com o desenvolvimento físico‖(P.2). Também à luz do PCNs, o ensino-aprendizagem de língua estrangeira no nível médio de que trata esta pesquisa, deve ser pensado em termos de competências abrangentes, pois a língua sempre se modifica para poder expressar as novas formas de representar a realidade, onde a produção da linguagem é feita sobre os gêneros. Para isso é necessário entender que um aprendizado só se torna possível, quando esse conhecimento se apresenta como forma concreta e necessária para o dia a dia do aprendiz, é imprescindível haver metodologias de ensino que levem em consideração as vivencias dos alunos.


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Iara Bethania Rial Rosa GÊNEROS TEXTUAIS EMERGENTES NO CONTEXTO DA TECNOLOGIA DIGITAL ATIVIDADE: ELABORAÇÃO DE RESENHA RASCUNHO No texto Gêneros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital apresentado pelo Lingüista brasileiro Luiz Antonio Marcuschi, na

com que escrevemos, com a internet surge uma nova forma de escrita, definida pelo autor como “letramento digital”, graças a adaptação que algumas pessoas sofrem ao adentrarem na rede, a forma de escrever foi modificada, abreviada e transformada,

modificando

boa

parte

da

comunicação social atual. O estudo

apresentado

nesse texto

é

50ª Reunião do GEL – Grupo de Estudos

fundamental

Lingüísticos do Estado São Paulo, foi analisado a

realidade, é possível perceber que o autor tem um

transformação e adaptação lingüística promovida

certo receio com essa nova configuração, porém

pelas mídias, a interatividade com as informações

considerando seus estudos relacionados deve

que o computador promove e o fascínio que exerce

entender essa configuração social como um

sobre nós, além disso, busca analisar alguns dos

caminho sem volta que precisa ser compreendido.

gêneros textuais que emergiram nas últimas

Um ótimo texto para compreender como a Internet

décadas.

tem modificado nossa forma de comunicação e

Os gêneros textuais buscam segundo o

para

o

entendimento

da

nova

seus reflexos.

autor formas de organização social e expressões típicas da vida cultural, considerando a internet um meio social e não mais uma ferramenta é natural que esse estudo englobe essa nova realidade e todo o fascínio que temos por esse meio. Devido a esse fascínio, e ao tempo que passamos ―acompanhados‖ das diversas mídias, essas têm transformado a forma com que nos relacionamos e que compreendemos o mundo, essa mudança segundo Marcuschi não pode passar despercebida. Essa nova forma de compreender o mundo tem proporcionado mudanças extremas na forma

Referências Bibliográficas: MARCUSCHI, Luiz Antônio. Gêneros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital. Em: MARCUSCHI, L. A. & XAVIER, A. C. (Orgs.) Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2004.


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Ilza Maria Pereira da Cruz Dotto LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS RESENHA CRÍTICA: ARTIGO - GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUAS: REFLEXÕES SOBRE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO

O texto da professora Abuêndia Padilha Pinto aborda a importância de se introduzir os gêneros textuais em práticas sociais a fim de facilitar o ensino de línguas estrangeiras no contexto escolar. A autora faz algumas considerações sobre as dificuldades que os aprendizes de língua estrangeira enfrentam em monitorar as habilidades comunicativas e de compreensão dos diferentes gêneros discursivos assim como na produção de gêneros textuais. Abuêndia, evoca que segundo os linguistas Dolz e Schneuwly (1996), é necessário o reconhecimento do conteúdo, da estrutura formal e das sequencias linguísticas para a elaboração de um gênero, além de ajudar no planejamento do mesmo. Aponta também Marcuschi (2000) que vai mais além quando diz que os aprendizes têm que adquirir o domínio sobre as formas e possibilidades dos diferentes textos como processo de aprendizagem do falar e escrever. Também argumenta sobre a teoria sociocultural de Vygostky, de acordo com ele, as interações são a base para que o indivíduo consiga compreender (internalizar) as representações mentais de seu grupo social. Ela ressalta que o ensino interacionista instrumentaliza e orienta os profissionais da área, oferecendo ferramentas e técnicas consoantes as novas diretrizes educacionais. A utilização de gêneros textuais no ensino de língua estrangeira tem sua importância explicitada por vários autores, assim como uma busca e preocupação constante com um ensino com conteúdo articulados com elementos que façam parte do cotidiano e da realidade dos aprendizes, encontra-se a utilização de gêneros textuais como uma possibilidade de inovar trazendo melhorias para o ensino de línguas. Também lembra que os Parâmetros Curriculares Nacionais contemplam essa proposta de inclusão de gêneros discursivos como função social nas escolas, ou seja como eles acontecem na vida no dia-a-dia. Isso direciona os currículos para um ensino no nível médio de forma tão dinâmica quanto é a língua de um povo. A aprendizagem se tornará mais significativa e levará o aluno à construção de uma competência comunicativa que os tornará em leitores mais eficazes e escritores competentes. Referências Bibliográficas PINTO, Abuendia Padilha. Gêneros textuais e Ensino de Línguas: Reflexão sobre Aprendizagem e Desenvolvimento. Universidade Federal de Pernambuco. Disponível em: <http://www.gelme.ufc.br/revista_ano4_no1_20pdf>. Acessado em 12/07/2011.


ILZA MARIA PEREIRA DA CRUZ DOTTO


ISABEL SEVERINO DA SILVA LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS RESENHA CRÍTICA: ARTIGO - GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO OS DIFERENTES GÊNEROS DA LÍNGUA PORTUGUESA

O Artigo de Manoel Edson de Oliveira, doutor e mestre em Língua Portuguesa PUC-SP, sobre Gêneros Textuais e Ensino, defende um ensino de Língua Portuguesa que priorize o uso e funcionamento da mesma em determinado contexto sócio-histórico, ao contrario do ensino tradicional, que é baseado em normas e regras. O ensino tradicional da Língua Portuguesa dedicou a atenção à ortografia, à sintaxe e ao texto como produto. Nos anos de 1980 esse ensino passou a ser contestado. Com o surgimento de novas teorias sociointeracionismo, enunciação, discurso e na linguística textual. Conforme essa concepção, a linguagem é uma forma de interação dos sujeitos, e o texto é o resultado dessa interação dos sujeitos. Baseado no que diz Luiz Antonio Marcuschi (2005), sobre os PCNs, Marcuschi mostra a preocupação com a noção de gênero , porque nesses trabalhos didáticos, é feita uma análise não só da língua em funcionamento, mas também da relação com a própria sociedade por meio das atividades discursivas, pois elas são parte da estrutura social e não reflexo dela. ―A língua é utilizada em todos os âmbitos da atividade humana e, por isso, é tão variado o modo como é usada. Em cada segmento da atividade humana, elaboram-se enunciados relativamente estáveis e é isso o que ele denomina de gêneros do discurso.‖(Bakhtin, 2000). Segundo Helena Nagamine Brandão (2001) a noção de gênero vem desde a época de Platão e Aristóteles, entre poesia e prosa , entre gênero lírico, épico e dramático, entre tragédia e comédia e entre estilo elevado, médio e humilde e a Retórica que reconheceu três tipos de discurso: deliberativo, judiciário e epiditico. Para o professor Marcuschi (2005). Gêneros textuais são fenômenos históricos ligados a vida cultural e social. Ressalta que os gêneros surgem, espalham-se e alteram-se para atender as necessidades socioculturais. Shneuwly e Dolz (2004), entendem que ensinar um gênero textual é levar o aluno a dominá-lo para depois produzi-lo. Ao trabalhar com sequencias didáticas, que são atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar determinado conteúdo, percebe-se que o aluno passa a compreender melhor o processo de produção textual de um determinado gênero e, a partir daí sua aprendizagem torna-se mais significativa, como verificamos nas avaliações realizadas continuamente durante todo o processo de ensino-aprendizagem do aluno.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS Oliveira, Manoel Edson de . Gêneros Textuais e Ensino. Ed. Dialogia, São Paulo, 2009


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JANAINA DOS ANJOS LIMA LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS ATIVIDADE: RESENHA CRÍTICA GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO Manoel Edson de Oliveira Doutor e Mestre em Língua Portuguesa – PUC-SP; No artigo de Manoel Edson de Oliveira objetiva-se propor novas condições para o uso de gêneros textuais dentro do ensino que pretende desenvolver nos estudantes a aquisição de competência comunicativa as diversas áreas sociais do uso da língua. Para desenvolver este estudo o autor apresentou diferentes tópicos que foram aplicados na 8ª série do Ensino Fundamental, do Colégio Santo Américo, dentre eles: Concepção de gênero: Bakhtin (2000) relata que a língua é utilizada em todos os âmbitos da atividade humana, e por isso, se varia o modo como é utilizada. Pensando nisso o autor relata sobre a importância de produção de textos nas escolas e sobre as didáticas oferecidas. Sequências didáticas: É de suma importância utilizá-la para desenvolver tarefas com base nos gêneros textuais, de forma que se possa abranger essa questão no que se refere à educação nas escolas. Essa estratégia refere-se a ―[...] uma sequência de módulos de ensino, organizados conjuntamente para melhorar uma determinada prática de linguagem‖ (SCHNEUWLY, 2004, P. 51). Gênero propaganda em uma sequência didática: O gênero propaganda foi escolhido devido ao fato de estar presente no dia-a-dia das pessoas, como por exemplo, no rádio, jornais, internet, dentre outros. A propaganda pode ser feita de várias formas e estratégias de modo a atingir o público-alvo, como por exemplo, as variacoes de cores utilizadas de modo a chamar a atenção do leitor. Quatro oficinas foram realizadas com os alunos da 8ª série, as propagandas escolhidas foram a comerciais veiculadas pelas revistas: Veja, Isto é, Época, Caras, Capricho e Família Cristã. Foram selecionadas algumas propagandas, em seguida apresentou-se a relação entre linguagem verbal e não-verbal na propaganda, de modo a identificar as estratégias e se a imagem está coerente com o público a ser atingido e com as animações entre cores, desenhos, etc. Os resultados foram positivos, pois os alunos puderam entender a importancia de se fazer uma leitura crítica das propagandas que se deparam diariamente. O artigo ensina de forma clara e agradável sobre os gêneros textuais e sobre a importância de ser desenvolvido nas escolas através de diferentes temáticas. Esse artigo direciona-se a professores, alunos e públicos em geral, de forma a contribuir para se ter um conhecimento mais amplo sobre tais gêneros que estão presentes no nosso dia-a-dia e que podemos sim ter uma visão critica sobre o que nos é apresentado, através da leitura, propaganda, discurso, ou seja, da linguagem verbal e não-verbal. Apesar das didáticas serem excelentes, infelizmente não são aplicadas nas escolas na proporção em que se deveria, tantos estudos para poucas práticas, os professores deveriam se ater mais a essas informações para mudar a forma de ensino. Referências Bibliográficas:


OLIVEIRA, Manoel Edson de. Gêneros textuais e ensino. Revista Dialogia, São Paulo, v.8, n.1, pp. 83-91, 2009.

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JANINE BALOTIN LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL ACADÊMICA ATIVIDADE 3 – RESENHA CRÍTICA – 2ª VERSÃO

A língua portuguesa mais atraente. OLIVEIRA, Manoel Edson de. Gêneros textuais e ensino. Revista Dialogia, São Paulo, v.8, n.1, pp. 83-91, 2009. Manoel Edson de Oliveira é Doutor e Mestre em Língua Portuguesa pela PUC-SP e Docente do Instituto de Ensino Superior de Cotia/SP. Este autor propõe em seu artigo “Gêneros Textuais e Ensino”, publicado na Revista Dialogia, o ensino de uma língua portuguesa que priorize o uso e o funcionamento da língua em determinado contexto sócio-histórico, em oposição ao ensino tradicional, que se baseia apenas em normas e conceitos. Traz em discussão a importância da utilização da língua materna não somente para as pessoas se comunicarem, mas para interagirem em todos os ―âmbitos da atividade humana‖ (apud Bakhtin, 2000). Com esta nova visão linguística, surgem novas propostas apontando para os diversos gêneros textuais. Marcuschi (2003) afirma que os gêneros textuais são fenômenos históricos profundamente vinculados à vida cultural e social. Fruto de trabalho coletivo, os gêneros contribuem para ordenar e estabilizar as atividades do dia a dia1. E o autor do artigo ainda acrescenta a esta citação, que ―os gêneros surgem, espalham-se e alteram-se para atender as necessidades socioculturais e a evolução tecnológica, devido a seu intenso uso e interferência no cotidiano das pessoas‖. Este novo panorama do ensino da língua materna leva os profissionais da área a refletirem sobre a real finalidade da mesma, principalmente com relação ao enfoque dos textos e seus usos em sala de aula. O trabalho com a língua portuguesa, portanto, deve objetivar a expansão das várias possibilidades do uso da linguagem, em qualquer forma de realização. Ao compreender que a comunicação se dá através das mais variadas formas e dos mais variados gêneros, é fácil perceber que não é possível usar a gramática pura e simples para ensinar nossa língua. Ao incluir os diversos gêneros textuais (citando alguns: anúncios, convites, atas, avisos, bulas, cartas, comédias, contos de fadas, crônicas, editoriais, ementas, entrevistas, circulares, discursos, histórias, manuais de instruções, letras de música, notícias) nas propostas de ensino, possibilita uma maior interação entre os educandos/educadores/língua portuguesa, pois permite ao aluno uma compreensão mais ampla e real da língua, visto que a maneira de aprender se torna muito mais atraente e coerente com o cotidiano de cada um. E tendo isto muito bem fixado e incorporado, a convivência social de cada pessoa se amplia, levando o alunocidadão a um olhar mais reflexivo e crítico sobre o mundo que o cerca.

1

Adriana dos Santos Prado Sadoyama, apud MARCUSCHI, 2003, p. 20-36. <http://www.slmb.ueg.br/iconeletras/artigos/volume4/adriana_santos.pdf>. Acesso em 06.07.2011.

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JUSSARA CAETANO FONSECA DISCIPLINA: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS ATIVIDADE: RESENHA CRÍTICA Produção de texto: retextualização e autoria. Gêneros textuais: definição de funcionalidade. Luiz Antonio Marcuschi, lingüista brasileiro, professor titular da Universidade Federal de Pernambuco, em seu artigo sobre ―gêneros textuais: definição e funcionalidade‖ começa demonstrando a conexão entre os gêneros textuais e os fenômenos históricos, vinculados a vida cultural e social do meio que ele se desenvolve. Ao passar dos anos, com o favorecimento das tecnologias, surgem novos gêneros textuais, bem como os derivados dos antigos, como citado por Bakhtin [1997] que falava na ―transmutação‖ dos Gêneros e na assimilação de um gênero por outro, gerando novos. Podemos citar como exemplo de transmutação a carta e os bilhetes, que antecederam ao e-mail (correio eletrônico) e como novos gêneros as cartas eletrônicas. Ainda para maior compreensão de gêneros textuais se faz necessário a definição entre este e o tipo textual, o primeiro se aplica a realizações lingüísticas concretas definidas por propriedades sócio – comunicativas, seus textos cumprem funções em situações comunicativas, tais como: telefonema, carta comercial, resenha, aulas virtuais, etc. Em contrapartida os tipos textuais são designados para uma espécie de construção teórica definida pela natureza lingüística de sua composição, temos como exemplo a narração, argumentação, exposição, descrição, injunção. Resta ainda, salientar sobre a expressão domínio discursivo, que propiciam o surgimento de discursos específicos tais como discurso jurídico, jornalístico, religioso etc. Bakhtin[1997] dizia que os gêneros eram tipos ―relativamente estáveis‖ de enunciados elaborados pela mais diversas esferas da atividade humana. Os gêneros textuais se caracterizam pelas atividades sociodiscursivas. Existem estudos feitos por lingüistas alemães que chegaram a nomear mais de 4.000 gêneros, o que a primeira vista parece exagero (Veja-se Adamzik, 1997). No item gêneros textuais e ensino o autor aborda a necessidade de distinguir os gêneros orais e escritos, temos como exemplos a reza que apesar de ser escrita e executada de forma oral, bem como os critérios que os interlocutores usam para designarem seus textos: - canal, meio de comunicação (telefonema, carta, telegrama); - critérios formais (conto, discussão, debate, contrato, ata, poema) e natureza do conteúdo (piada, prefacio de livro, receita culinária, bula de remédio). Quanto à produção dos gêneros não existe uma forma, todavia, tem que haver um uso adequado, ou seja, uma relação na produção de cada gênero textual, entre alguns aspectos tais como: natureza da informação, nível de linguagem, relação entre os participantes e natureza dos objetivos das atividades desenvolvidas. Não existem gêneros textuais ideais para o ensino de línguas, entretanto, é imprescindível ao trabalhar gêneros textuais ter conhecimento de assuntos que irão desperta interesse dos alunos para produzir textos compreensíveis entre autor e audiência, este breve estudo me abriu novos horizontes na arte da comunicação.


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NOME: KEILA CRISTINA ZORZI GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUAS: REFLEXÕES SOBRE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO ATIVIDADE: 3 – RESENHA CRITICA

O artigo ―Gêneros textuais e ensino de línguas: Reflexões sobre aprendizagem e desenvolvimento‖ de Abuêndia Padilha Pinto da Universidade Federal de Pernambuco, explica como os gêneros textuais podem ser introduzidos no contexto escolar e aborda sobre até que ponto a noção de gênero pode contribuir para a produção e recepção de informações de idéias. O artigo está dividido em duas partes, sendo que cada parte está inserida ao longo de seis paginas. A autora, procura esclarecer ao leitor que o reconhecimento do conteúdo, da estrutura formal e das seqüências lingüísticas contribui para um maior planejamento e melhoria da produção textual dos aprendizes. Na primeira parte a autora faz algumas comparações sobre a concepção de Vygotsky (1978) e de Frawley (2000) sobre a aprendizagem e desenvolvimento, onde Vygotsky distingue duas linhas qualitativamente diferentes de desenvolvimento: a dos processos elementares e a das funções psicológicas superiores. Para Frawley (2000: 108) ―o contexto não é apenas o local espaço-temporal da mente, mas toda sua adjacência informacional: a configuração de quem, o que, onde, quando, porque e como.‖ Na segunda parte a autora faz algumas reflexões sobre os gêneros textuais e ensino, onde a comunicação humana atende a finalidades diferentes nos níveis pessoal e social. A aquisição das habilidades de comunicação constitui um longo processo que deve estar relacionado ao discurso, ou seja, a linguagem em uso e ao contexto global que contribui para a comunicação. O ensino da comunicação oral ou escrita se realiza por meio da interação de três fatores: as práticas sociais, as capacidades de linguagem e as estratégias de ensino. A autora explica que se o aprendizado de uma língua estrangeira ocorre tanto na sala de aula como fora dela, devemos definir o modo que ajudaremos os alunos a comunicar informações e idéias de acordo com um propósito comunicativo e por meio de formas lingüísticas apropriadas a contextos específicos. Ao término da leitura, considerei o artigo muito interessante, pelo fato do mesmo trazer, de forma sucinta, explicações sobre os gêneros textuais e o ensino de línguas de forma a auxiliar a melhor maneira de passarmos essas informações aos alunos, e como esse aprendizado ocorre tanto em sala de aula quanto fora dela devemos nos preocupar com o que o aluno vê e vive no seu dia a dia, devemos usar todos esses gêneros textuais do contexto social onde ele vive para aplicá-los em sala de aula, tornando assim esse aprendizado mais fácil para o aluno.


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LEONIDA DA SILVA FRANCO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS RESENHA CRÍTICA - GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO

O artigo de Manoel Edson de Oliveira, professor de língua Portuguesa da Faculdade Associada de Cotia. Cotia – SP (Brasil) apresenta formas de se ensinar a língua portuguesa, é de linguagem simples, de fácil entendimento, além disso, não é necessário ser um grande estudioso para poder ler e entender o que quer nos passar, naturalmente poderia ser lido não só por professores, mas também alunos e pessoas que estejam interessados em aprender o ensino da língua, e como redigir bem. A obra aborda o ensino de línguas de uma forma diferenciada das formas tradicionais, que são ensinadas nas escolas. Mas lamentavelmente as escolas ainda não têm propiciado essa nova visão da linguagem e das questões lingüísticas onde a velha forma de ensinar não desperta interesses e fascínio nos alunos. O autor nos faz entender que a língua não é somente gramática, não basta só estudar regras gramaticais para aprender a língua e sim aprender a organização de idéias e coerência naquilo que escrevemos e desejamos passar. M. E. Oliveira se mostra contrário ao ensino tradicional que prioriza apenas as regras gramaticais e terminologias na língua. Concordo quando ele diz que a norma culta não é a única norma lingüisticamente válida, para comunicarmos e podermos ser entendidos, devemos adequar o uso da linguagem visando quem vai ler, para qual público estamos escrevendo e levando-se em consideração o fator social desse público. Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) uma de suas propostas é que possamos compreender os vários gêneros textuais propondo esse trabalho em sala de aula nas disciplinas de letras. Em outra parte da obra o autor descreve que foram feitos trabalhos didáticos com propagandas impressas, que servem de sugestão para professores na prática educacional. Em resumo apresenta procedimentos para o trabalho com os gêneros textuais, esses trabalhos têm a contribuição de Bernard Schneuwly e Joaquim Dolz (2004). Pensamentos e citações de vários estudiosos são usados em sua obra como: Bakthin (2000), Koch (2006), Marcuschi (2005), H.N. Brandão (2001), Naverraz (2004), Sandmann (2000) e Martins (1997). Os assuntos citados nessa obra de M.E. de Oliveira, oferece um rico material aos professores da área de letras, a obra apresenta como objetivo a prática social e a capacidade de comunicação em várias situações discursivas, orienta e instrumentaliza o profissional com técnicas para ser usada em sala de aula.

Referências Bibliográficas: OLIVEIRA, Manoel Edson de, Gêneros Textuais e Ensino. Dialogia, São Paulo. v.8, n.1, p. 83-91, 2009.


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LILIANE FATIMA BALBINOT LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS RESENHA CRÍTICA: GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO

De acordo com o presente texto de Manoel Edson de Oliveira (Dialogia, São Paulo, v.8, n.1, p.83-91, 2009), expõe que o processo ensino-aprendizagem da língua materna como forma de contribuição na capacitação de indivíduos para sua interação na sociedade à qual este indivíduo está sujeito, estando apto a responder positivamente diante das relações sociais e exigências das inovações tecnológicas. Para essa relação, digo, ensino-aprendizagem da língua, chega-se a conclusão da necessidade do estudo dos gêneros textuais ―...o estudo dos gêneros textuais são fundamentais para um ensino que pretenda desenvolver nos estudantes a aquisição de competência comunicativa nas mais diversas esferas sociais do uso da língua‖(BAKTHIN,2000). ―... os diferentes gêneros mostram-se fundamentais para uma construção significativa dos conhecimentos inerentes a linguagem no ensino da língua materna‖ (BAKTHIN, 2000). Para Bakthin, os gêneros do discurso apresentam uma variedade que não se esgota, em razão de ser essa também uma característica da atividade humana de da qual eles decorrem, são bastante heterogêneos e ao estudá-los devem-se levar em conta as diferenças essenciais existentes entre eles. Já para Marcuschi, 2005, os gêneros textuais são fenômenos históricos ligados à vida cultural e social e ajudam a ordenar as atividades comunicativas do cotidiano. ―... Os gêneros surgem, espalham-se a alteram-se para atender às necessidades socioculturais e a evolução tecnológica.‖ Ressalta ainda, que o fato de surgirem novas tecnologias não é a única razão responsável pela adoção de novos gêneros, mas sim a intensidade do uso dessas tecnologias e suas interferências no cotidiano das pessoas e, que não são inovações absolutas, pois houve uma adaptação de um gênero antigo a um suporte novo. O processo ensino-aprendizagem obtém melhores resultados quando norteado por uma sequência pedagógica, como contribui Bernard Schneuwly e Joaquim Dolz (2004), que denominam, desta forma os procedimentos para o trabalho com gêneros textuais onde deve haver a interação entre os fatores: especificidades dos gêneros como objeto de aprendizagem, as capacidades de linguagem dos alunos e as estratégias de ensino propostos pela sequência didática. Esse artigo veio a demonstrar que ao se trabalhar com um gênero que faz parte do cotidiano dos indivíduos, propicia-se maior envolvimento e motivação na aprendizagem de produção textual. Ficando claro, então, a necessidade, dos responsáveis em transmitir as especificidades da língua materna, deterem o conhecimento e domínio dos gêneros textuais, para o êxito no processo ensino aprendizagem.

Referências: Oliveira, M. E. de. Gêneros textuais e ensino. Dialogia, São Paulo, v.8, n.1, p.83-91, 2009.


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Maria Liz Benitez LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS RESENHA CRÍTICA

No texto Gêneros Textuais e Ensino, artigo de Manoel Edson de Oliveira, publicado na revista Dialogia (São Paulo, v. 8, n. 1, p. 83-91, 2009), o autor apresenta aplicações práticas para o ensino de gêneros textuais. O texto traz um apanhado bibliográfico sobre gêneros textuais, explica sua importância e sua superioridade didática sobre os métodos tradicionais de ensino do idioma, que são mais dogmáticos e que, por isso, tendem a afastar os alunos, mais do que fazê-los compreender o que sejam os gêneros textuais. O autor faz uma leitura crítica do que seja gênero textual, diferenciando-o dos tipos textuais. Embora deixe claro quais são os tipos textuais, não faz o mesmo em relação ao gênero, o que se justifica pelo fato de ser uma publicação técnica, que pressupõe um conhecimento prévio compartilhado. O autor apresenta uma aplicação do ensino de gêneros textuais a um grupo de alunos. Para alcançar este objetivo valeu-se do método de sequencia didática, baseando-se em trabalhos de Schneunwly e Dolz (2006), que consiste em uma sequencia de módulos de ensino organizados que visa a melhorar uma determinada prática de linguagem. O uso desse método é bastante apropriado, pois, uma vez que os gêneros textuais são construções sociais, ou seja, surgem da interação de grupos, assim também ocorre com o próprio método de aprendizagem, que exige a realização de apresentação, justificativa, debate, reconstrução e aperfeiçoamento para que se possa chegar à versão final. Portanto, demanda maior participação dos alunos, reflexão e interação. O autor, após a apresentação do referencial teórico, relata aplicação dos conceitos a um grupo de alunos da 8ª série do Ensino Fundamental. O relato feito quanto à aplicação da técnica de sequencia didática ao ensino de gêneros textuais, mais especificamente do gênero da propaganda, mostra que, ao utilizar um gênero ao qual os alunos estão mais familiarizados, que faça parte de seu cotidiano, é possível engajá-los em atividades que os levem a debater, entender, discutir, como se processa o gênero estudado.


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MARIO GILVANI DAL ZOTTO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS ATIVIDADE: RESENHA CRÍTICA Pressupostos da comunicação humana

Gêneros textuais: definição e funcionalidade (2003, 12 páginas) o texto de Luiz Antonio Marcuschi, Doutor em Filosofia da Linguagem, e Pós-doutor em problemas de língua escrita e oral, com várias obras publicadas na área de lingüística, traz uma abordagem pluralista acerca do estudo dos gêneros textuais, como fenômeno constituinte da comunicação humana. No decorrer da apresentação o autor não se atem apenas a uma idéia, no entanto não se desvia do eixo norteador da problematização em tela. A importância do estudo sobre gêneros textuais se desvela no momento em que Marcuschi aponta que estes fenômenos são construídos social e culturalmente no cotidiano das pessoas. Estes não são eventos estanques e capazes de tolher a criatividade humana, pois permitem a intertextualidade, ou seja, um gênero se fundindo a outro dando novo sentido ao texto. O autor faz outra observação importante sobre a diversidade dos gêneros textuais, a qual está ligada ao uso das tecnologias da informação, uma vez que nos primórdios da humanidade o número de gêneros era ínfimo, pois a comunicação era basicamente oral. Somente com o advento da escrita alfabética no século VII A.C. é que estes gêneros se multiplicaram, aumentando com a evolução da humanidade. Os gêneros textuais estão relacionados diretamente com a comunicação que o texto estabelece com o leitor, são atividades sócio-discursivas, então ao produzir um texto é necessário ter em mente porque se escreve e para quem se escreve, pois sem este direcionamento, provavelmente o autor não conseguiria se fazer entender. Como já dizia Abelardo Barbosa, o Chacrinha, ―quem não se comunica, se trumbica‖, porém, como conseguir comunicar-se de forma clara e concisa. A maioria das ações comunicativas se estabelece através dos textos produzidos, que em grande parte também, são apresentados de forma oral, pressupondo assim a existência de gêneros também na oralidade. Neste aspecto o conhecimento sobre as especificidades que compõem as produções escritas é fundamental. No entanto uma vez que os gêneros textuais são eventos constituídos e construídos no cotidiano das pessoas, cabe ressaltar que estas conseguem naturalmente construir textos que produzam significados ao seu público alvo. Em síntese ao exposto e também em relação às idéias de Marcuschi, o incremento ao estudo acerca dos gêneros textuais, definitivamente impulsiona a ação comunicativa, porém a experiência pessoal e a cultura das sociedades é que propiciam que esta comunicação ocorra de forma concreta. Contudo, isso não quer dizer que o estudo sobre gêneros textuais não deva estar presente no trabalho educativo. Referências Bibliográficas: MARCUSCHI, L.A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In; Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucena, 2003.


NOME: NELSON DE GOIS GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO ATIVIDADE: RESENHA CRITICA Após a Revolução Francesa a escola quase se universaliza com o ensino tradicional. E acreditando que esta deva evoluir nos propomos a resumir e analisar um dos trabalhos publicados na revista ―Dialogia‖ em 2009, do Doutor, em língua portuguesa, Manoel Edson de Oliveira (docente do Instituto de Ensino Superior de Cotia). Para ele, o tradicionalismo se pauta no estudo da forma apenas, que passou a ser questionado nos anos de 1980 com surgimento de novas teorias inspiradas no sociointeracionismo. E a partir de então essas teorias: Concepção de Gênero, seqüências didáticas passaram a fundamentar os PCN’s, que ―têm como preocupação central a noção de gênero porque (...) pode-se analisar não só a língua em funcionamento, mas o funcionamento da própria sociedade‖. O fato dos PCN’s estar baseado nessas teorias não significa a sua aplicação e por isso surgiu preocupação, para se trabalhar os gêneros numa oitava série, de um colégio em São Paulo. O gênero escolhido para tal foi a propaganda, devido a interação entre gêneros (oral e visual) e com a sociedade. E para que essa interação ocorra é proposta uma sequência didática que objetive levar o aluno ao domínio de um gênero. E autores que servem de fundamentação na elaboração gêneros textuais ―orientam para o fato de que uma sequência didática deve ter a seguinte estrutura: apresentar, contextualizar, analisar, discutir, propor soluções e levantar conhecimentos prévios sobre determinado problema. E a conclusão é a de que ―ao se trabalhar com um gênero que faz parte do seu cotidiano, propicia-se maior envolvimento e motivação na aprendizagem de produção textual‖ e ―que o fato de se trabalhar com seqüências didáticas leva o estudante a compreender melhor o processo de produção textual de um determinado gênero‖. Oliveira foi coerente com sua proposta e seu artigo se mostra um instrumento para educadores que procuram novas formas de ensino. Porém peca nas referências textuais, pois Paulo Freire já apresentara praticamente as mesmas conclusões anos antes, e também não apresentou qual era a realidade da escola que serviu de ―corpus‖. Alem disso as relações textuais dependem do contexto do interlocutor. E ao que parece, mais uma vez a teoria acadêmica (advinda do mundo platônico) esqueceu da realidade e por isso caberá ao leitor moldar a proposta de Oliveira a sua realidade. Referências Bibliográficas: OLIVEIRA, Manoel Edson de. Gêneros textuais e ensino. Revista Dialogia, São Paulo, v.8, n.1, pp. 83-91, 2009.


NOME: RALNEY QUARESMA FONSECA LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS ATIVIDADE: RESENHA CRÍTICA

PINTO, Abuêndia P. P. GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUAS: REFLEXÕES SOBRE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO. Pernambuco.Ed. http://www.gelne.ufc.br/revista_ano4_no1_20.pdf GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUAS Abuêndia Padilha Pinto, Doutora em Linguística pela PUC de São Paulo, traz uma gama de informações relativas a gêneros textuais, de uma forma simples e prática em seu entendimento, tendo de início uma pequena explanação sobre tais gêneros conceituados como sendo ―textos que encontramos em nossa vida diária e que apresentam algumas propriedades funcionais e organizacionais características, concretamente realizadas.‖ (Marcuschi, 2002:4), e paralelo ao tema,

traz também esclarecimentos e reflexões sobre

aprendizagem e desenvolvimento. Inicialmente, o texto relata Vygotsky (1978), que fundamenta sua obra sobre aprendizagem e desenvolvimento em mudança e crescimento, oferendo contribuições relevantes no sistema educacional, inserindo elementos para a base da compreensão de como se integram aprendizagem e desenvolvimento. Traz também Franwley (2000) comentando sobre as quatro ideias fundamentais na teoria vygotskyana, sendo elas: o desenvolvimento, os processos de controle, mediação e de internalização pelos quais o desenvolvimento é realizado. O texto mostra ainda, que a comunicação é feita de diferentes formas e níveis sociais, atendendo a todas as finalidades dos vários contextos sociais, levando os leitores a comunicar-se mediante propósitos e de acordo com várias formas lingüísticas dentre elas suas ideias, crenças, emoções e atitudes, levando-os a se expressarem de maneira solidária, cooperativa ou não, entre outras. E no contexto de ensino-aprendizagem de língua estrangeira, são apresentadas diferentes técnicas que levam ao aluno a desenvolver sua capacidade e habilidades no aprendizado de língua estrangeira, língua essa, que segundo o autor seria ―o veículo de comunicação de um povo, é através de sua forma de expressar-se que esse povo transmite sua cultura, suas tradições seus conhecimentos‖ (PCNs: 61), devendo o ensino de uma língua estrangeira, ser o mais próximo possível da realidade preservando-se assim suas características. O texto relata sob a ótica de Bakhtin (1992), alguns gêneros textuais como conteúdos, estrutura e configurações específicas das unidades de linguagem, conjunto esse que leva o aluno a adquirir e dominar as diversas formas e possibilidades dos diferentes gêneros utilizados no processo de aprendizagem do falar e do escrever. Entretanto, o texto apesar de ser claro e bem elaborado, possui em seu conteúdo densas informações abordando vários assuntos em relação a tema principal, ou seja, gêneros textuais, que por sua vez possuem uma enorme diversidade, sendo resultado de variações culturais, como comenta Marcuschi (2002) ―A variação cultural deve trazer consequências significativas para a variação de gêneros, mas este é um aspecto que


somente o estudo intercultural dos gêneros poderá decidir,‖ levando consequentemente o aluno/leitor a uma pesquisa mais aprofundada sobre o assunto, para uma melhor compreensão.

Não importa como se vai!!!

Devagar ou rapidinho….

Se demorar, não fique verde de raiva, relaxe…

Sua encomenda vai chegar.

RALNEY QUARESMA FONSECA


REGINALDO PEREIRA GOMES LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS RESENHA CRÍTICA

GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUAS Abuêndia Padilha Pinto Universidade Federal de Pernambuco

Neste texto podemos ver as mudanças de aprendizagem e desenvolvimento, segundo Vygotsky (1978), o qual contribuiu na área da educação, já Frawley (2000), descreve as quatro idéias na teoria de Vygotskyana: o desenvolvimento, os processos de controle, mediação e de internalização onde o desenvolvimento é realizado, ainda menciona que as bases cerebrais do pensamento superior é o contexto de desenvolvimento e os correlatos neurológicos do desenvolvimento. Frawley descreve na relação de pensamento e fala que, o pensamento superior origina-se na internalização das relações sociais e de significados exteriores, ou seja, a fala social segundo ele é abreviada e transforma-se em diálogo privado e em seguida em fala silenciosa ou discurso ou debate interior, resumindo que tem origens diferentes e desenvolvem-se de forma independente, mas no final do processo, pensamento e linguagem são sincronizados. Luria (1980) descreve a organização do cérebro em três níveis: o tônus, associado a estruturas neurais de nível inferior, o processamento de informações, dedicado aos mecanismos cognitivos e representacionais e associado a estruturas corticais. Podemos chegar a conclusão que Vygotsky não ignora os processos de origem biológica e ainda valoriza a dimensão social da mediação do indivíduo com o mundo, contribuindo com o desenvolvimento dos mecanismos psicológicos na interação com o mundo. Somente através do aprendizado que tais processos psicológicos superiores e formas de interagir se realiza num determinado grupo cultural. O aprendizado, portanto, é considerado por Vygotsky como fundamental para o desenvolvimento pleno do ser humano. O aprendizado de uma língua estrangeira se desenvolve em sala de aula como também fora dela, devemos somente focar a melhor forma de ajudar nossos alunos a potencializar formas lingüísticas apropriadas em contextos específicos. Para que isto aconteça, é necessária uma imersão aprofundada sobre os gêneros textuais com o suporte do professor sendo mediador nas tarefas de aprendizagem, assim poderá acontecer a formação de um aprendiz autônomo.

Referências Bibliográficas: PINTO, Abuêndia P. 2002. ―Gêneros Discursivos e Ensino de Língua Inglesa.‖ In: DIONÍSIO, A.P.; MACHADO, A. R. e BEZERRA, M.A.(orgs) Gêneros Textuais e Ensino. Rio de Janeiro : Editora Lucerna


ROBSON LUÍS MORAIS DE OLIVEIRA LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS ATIVIDADE 3 – RESENHA CRÍTICA

A importância dos Gêneros Textuais

Robson Luís Morais de Oliveira2

O artigo “Gêneros Textuais e Ensino de Línguas: reflexões sobre aprendizagem e desenvolvimento” (Revista do Gelne, v. 4, n. 1, p. 6, 2002) de Abuêndia Padilha Pinto, da Universidade Federal de Pernambuco, descreve como os aprendizes de Língua Estrangeira devem proceder para uma melhor compreensão e produção dos gêneros textuais e inicia-se apresentando a posição de Vygotsky (1978), que defende o aprendizado como fundamental para o desenvolvimento humano. ― É o aprendizado que possibilita e ativa o processo de desenvolvimento.‖ Rego (1994:71) Sabendo que Gênero Textual refere-se às diferentes formas de expressão textual, conforme Swales (1990), Adam (1990), Bronckart (1999) e Marcuschi (2002), faz-se a necessidade de que os alunos de língua estrangeira entendam que quando há interação, quer seja de forma oral ou escrita, há também o fornecimento por parte dos gêneros textuais de diversas formas e recursos, para se apresentar esta informação. Porém devido aos diferentes tipos de gêneros textuais, os alunos de língua estrangeira, sentem certa dificuldade para produzir gêneros discursivos. Aliado a estes fatores, fica claro a necessidade que haja mudanças na forma de como é realizado o ensino-aprendizagem de língua estrangeira e para que isto ocorra, a autora cita que está sendo proposto através dos Parâmetros Curriculares Nacionais, diretrizes que levam o aluno desta modalidade de ensino, língua estrangeira, a um melhor aprendizado, a partir da comunicação real ou mais autêntica possível, com diferentes tipos de gêneros textuais, fazendo com que o mesmo desenvolva competências e habilidades. Na prática, isso significa que quando os alunos participam de uma atividade real, eles aprendem os conteúdos linguísticos e também outros ligados à própria ação. O artigo é de fácil entendimento, nos mostra o quão importante é a compreensão e o domínio dos gêneros textuais, demonstra que o aprendizado e a interação têm que ser constantes, que a linguagem é uma das formas para se obter a comunicação, estando ela presente diariamente através das práticas sociais e nos leva a uma reflexão de como podem os professores mediar este processo ensino-aprendizagem em relação aos aprendizes de língua estrangeira.

2

Robson Luís Morais de Oliveira é aluno do curso de graduação de Letras Espanhol da UFSC


Referências Bibliográficas: PINTO, Abuêndia P. Gêneros Textuais e Ensino de Línguas: reflexões sobre aprendizagem e desenvolvimento. ( Revista do Gelne, v. 4, n. 1, p. 6, 2002).


ROLAND CANDIANO FRIEDRICH LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS RESENHA CRITICA Titulo: Aprendizagem de Língua Estrangeira Do Trabalho: Gêneros Textuais e Ensino de Línguas: Reflexões Sobre Aprendizagem e Desenvolvimento (Abuêndia Padilha Pinto) Universidade Federal de Pernambuco, 06 paginas Abuência Padilha Pinto traz os estudos dos gêneros textuais, que devinde-se em formas textuais, escritas ou orais e segundo Swales (1990), Adan (1990), Bronckart (1999) e Marcusschi (2002), ―são textos que encontramos em nossa vida diária e que apresentam algumas propriedades funcionais e organizacionais características concretamente realizadas‖. Isto se refere a tudo que vemos no cotidiano, tal como uma placa de silencio no corredor de um hospital é um gênero textual escrito, já um anuncio de embarque de um aeroporto também é um gênero textual só que oral e assim por diante. E que acaba fazendo parte da vida do aluno, que por sua vez está vivenciado esses gêneros textuais no dia a dia. Analisando assim, se inserirmos estes contextos só que em língua estrangeira para o leitor aprendiz ele acabará vivenciando, percebendo essa contextualização permanente com o seu dia a dia, o aluno acabará experimentando esses gêneros de forma gradativa facilitando a aprendizagem. E como fazer essa inserção? Aplicando através de historias didáticas que relatam, experimentam os fatos e que questionam e contestam. Segundo a autora, ―o reconhecimento do conteúdo, da estrutura, da forma e da sequência linguísticas, que , segundo Dolz e Schneuwly (1996), compõem as dimensões essenciais à elaboração de um gênero, contribuem para um maior planejamento e melhoria da produção textual dos aprendizes.‖ Assim colocando o aluno dentro do cotidiano de quem é nativo daquela língua estrangeira, o individuo que começa adquirir a experiência daquela cultura em questão desenvolve os modos de ação e assim organiza os próprios processos mentais e dai em diante o individuo faz ou cria seu próprio modo de pensar a partir daquelas imagens, conceitos e representações mentais. Abuência cita Luria (1980, apud Frawley. 2000) ―e descreve a organização do cérebro em três níveis funcionais: o tônus associado a estruturas neurais de nível inferior; o processamento de informações dedicado aos mecanismos cognitivos e representacionais e associado a estruturas corticais; e a regulação, dedicada ao controle e à seleção de informações e associada aos lobos frontais, que possuem todas as características da base cerebral do self.‖ É na regulação que encontramos todos os mecanismos cognitivos inclusive os da persistência e da consciência englobando assim todo o mecanismo funcional relevante ao aprendizado. Vendo todo o contexto dos gêneros textuais entende-se que é de suma importância a analise de tais gêneros pois, sem a devida aplicação das tecnologias e estudos não poderemos ter resultados significativos no ensino de línguas estrangeiras.

Referencias bibliográficas: PINTO, Abuêndia P. 2002. Gêneros textuais e ensino de línguas: reflexões sobre aprendizagem e desenvolvimento. Revista do GELNE, Fortaleza, v. 4, n. 1, s/p, jan-jun/2002.


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SABRINA GINANI LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL ACADÊMICA ATIVIDADE 3: RESENHA CRÍTICA Gêneros textuais e ensino de línguas, por Abuêndia Pinto Abuêndia Pinto, doutora na área de linguística, em seu artigo “Gêneros textuais e ensino de línguas: reflexões sobre aprendizagem e desenvolvimento” apresenta o argumento de que para a aprendizagem e o desenvolvimento existem dois aspectos a serem observados: 1) os processos elementares de origem biológica e 2) as funções psicológicas superiores, de origem sócio-cultural. O seu argumento encontra apoio nas teorias de Vigotsky (1978). Partindo deste contexto, a linguista percebe que para que ocorra o desenvolvimento da aprendizagem, ela precisa estar incluída no mundo social, dependendo deste para aprimorar-se. Sendo assim, a autora concorda com Frawley (2008), quando este ressalta a importância ―de quem, o que, onde, quando, porque e como‖ do ambiente social, onde as conversas, passam de um mero compartilhamento de informações, para serem uma oportunidade das pessoas descontarem suas diferenças, mudando assim, os motivos e objetivos destas que interagem. Sabendo-se este argumento, a doutora põe em foco a capacidade da linguagem em acompanhar os aspectos sobre os quais os homens raciocinam. Ao introduzir o assunto, a escritora utiliza dos discursos de Vygotsky e Franley, para reforçar a ideia de que para a função cognitiva de uma pessoas seja desenvolvida, precisa-se de convívio e interação social, correlacionando esta ideia com Zona de Desenvolvimento Proximal, onde o indivíduo tem um desenvolvimento já estabelecido, porém, ao se relacionar, este grau de desenvolvimento é expansível, porque através dos relacionamento ocorre o entendimento de novas ideias, trazendo assim, um incremento do pensamento superior. No segundo tópico de seu artigo, a autora aborda as diretrizes elaboradas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, que tem como objetivo, promover a aprendizagem mais significativa e que leve o aluno a uma competência comunicativa. Estes parâmetros são divididos em três etapas, as quais tem habilidade e competências a serem desenvolvidas para que se obtenham a aprendizagem ideal de uma língua estrangeira. A primeira etapa discorre sobre competências necessárias à representação e comunicação, já a segunda fala sobre a investigação e compreensão da língua e a terceira sobre a contextualização sociocultural da língua. Abuêndia Pinto, através deste texto, trás uma realidade que muitas vezes não estamos a par, torna a relação professor-aluno mais humana e necessária, pois o aluno torna-se algo subjetivo, onde o ensino não pode ser realizado de qualquer maneira, necessitando interminável elaboração e aperfeiçoamento do modelo ensino-aprendizagem. Referência Bibliográfica: PINTO, A.P. Gêneros textuais e ensino de línguas: reflexões sobre aprendizagem e desenvolvimento. Revista do GELNE, Fortaleza, v. 4, n. 1, s/p, jan-jun/2002.


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SABRINA GINANI


NOME: SOLANGE RORATO DE SOUZA E SILVA DISCIPLINA: LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL ACADÊMICA ATIVIDADE: RESENHA CRÍTICA

Produção de texto: retextualização e autoria. Gêneros textuais: definição de funcionalidade.

Neste artigo sobre gêneros textuais Marcuschi quer nos mostrar que os gêneros textuais são históricos, mas que com a tecnologia avançada dos dias atuais estes mesmos gêneros foram sendo inovados, apesar de surgirem sempre novas formas textuais, elas sempre estão ligadas à uma forma antiga. O autor também relata o aspecto teórico e terminológico que é a distinção entre tipo e gênero textual, de como seria impossível nos comunicar verbalmente a não ser por algum gênero, assim como também seria impossível se comunicar a não ser por algum texto. O autor ainda demonstra em forma de tabela as diferenças entre gêneros textuais e tipos textuais. Ao ler com critério o artigo, podemos perceber que devemos ter cautela com a idéia de gêneros orais e escritos, pois essa distinção é complexa e deve ser feita com clareza. Marcuschi diz que os gêneros não são naturais, e sim construídos historicamente pelo ser humano. Em certas ocasiões um texto pode ter o aspecto de um gênero mas ter sido construído em outro, Marcuschi dá o nome de intertextualidade intergêneros. Ele explica dizendo que isso acontece porque um gênero assumiu a função do outro. Mas ao ler um texto de Travaglia (2002), eu me senti bem melhor esclarecida a respeito deste fenômeno, onde ele explica que existe um intercâmbio de tipos, que um tipo pode ser usado no lugar de outro, criando determinados efeitos de sentido impossível, exemplos são as descrições e comentários dissertativos feitos por meio de narração. Enfim, entendo que o Gênero Textual se caracteriza por exercer uma função social específica. Quando vamos escrever um e-mail, sabemos que ele pode apresentar características que farão com que ele ―funcione‖ de maneira diferente.. Assim, saberemos que gênero usar em momentos específicos de interação. Este artigo de Marcuschi sobre Gêneros e Tipos Textuais é muito interessante e eu recomendaria para todos os colegas acadêmicos, no sentido de enriquecer o conhecimento sobre o assunto. Autor: Luiz Antonio Marcuschi- possui graduação em Philosophisches Seminar Departamento de Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1968) , doutorado em Letras pela Universitat Erlangen-Nurnberg (Friedrich-Alexander) (1976) e pós-doutorado pela Universitat Freiburg (AlbertLudwigs) Referências Bibliográficas MARCUSCHI, L.A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In; Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucena, 2003.


TRAVAGLIA, L. C. (2002). Tipelementos e a construção de uma teoria tipológica geral de textos. Mimeo.

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SOLANGE RORATO DE SOUZA E SILVA


solução independente de problemas pela criança, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado pela solução de problemas sob a orientação de um adulto ou em colaboração com companheiros.‖. (BOCK, FURTADO e TEIXEIRA, 2001, p 125)

Spartaco Saulo Ferreira de Avelar LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS ATIVIDADE 3: RESENHA CRÍTICA GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUAS: REFLEXÕES SOBRE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO Abuêndia Padilha Pinto em seu artigo Gêneros textuais e ensino de línguas: reflexões sobre aprendizagem e desenvolvimento (Revista do GELNE, 2002), inicia o texto citando Vygotsky (1978) com sua posição sobre aprendizado e desenvolvimento. Para Vygotsky o aprendizado vem de fora para dentro, o ser depende do outro para a sua formação e não é uma aprendizagem que vai se atualizando na medida do seu crescimento biológico. O meio em que o ser está inserido é a sua

fonte

de

aprendizagem,

mas

O nível de desenvolvimento potencial seria de origem biológica? E só teria resultado com o desenvolvimento real? É uma questão difícil de responder, mas a verdade é que a potencialidade sem um aprendizado não será suficiente para um desenvolvimento real, e mais uma vez é a prova que o ser depende do outro no aprendizado, independente da sua capacidade ou potencialidade nata, é a interação com o meio social que ele vai se desenvolvendo e concretizando o seu crescimento. O

ensino

vem

derrubando

muitas

sempre

barreiras, e com o ensino da língua estrangeira não

dependendo do outro como um interprete desse

seria diferente, trazendo a história e a cultura para

meio que passa a conhecer.

uma comunicação real, para que o aprendiz não fique preso apenas a sala de aula, e que de certa

.

forma o seu aprendizado seja concretizado e desenvolvido no seu meio social, utilizando de forma adequada os recursos que a nova língua tem para oferecer. A criação de textos e o discurso verbal são fatores desenvolvidos e/ou adquiridos através do contato com os gêneros textuais no Lev Vygotsky

aprendizado, aliando teoria, prática e realidade. Referências Bibliográficas:

Imagem: Revista Nova Escola ―... Vigotski construiu o conceito de zona de desenvolvimento proximal, referindo-se às potencialidades da criança que podem ser desenvolvidas a partir do ensino sistemático. A zona de desenvolvimento proximal é a distância entre o nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar através da

BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair, TEIXEIRA, Maria de Lourdes Psicologias uma Introdução ao Estudo de Psicologia – 13ª edição reformulada e ampliada. São Paulo: Saraiva, 1999, 3ª tiragem — 2001, 360 p. PINTO, Abuêndia Padilha Gêneros textuais e ensino de línguas: reflexões sobre aprendizagem e desenvolvimento. Universidade Federal de Pernambuco


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Verônica C. Delgado de Alves LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS Atividade: Resenha crítica “GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUAS: REFLEXÕES SOBRE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO” Abuêndia Padilha Pinto. Universidade Federal de Pernambuco Doutora em Linguística pela PUC de São Paulo Mestre em Letras pela UFPE (Conservação dos Níveis Sociolingüísticos na Tradução Literária)(1978. Formada em Letras pela Faculdade de Filosofia do Recife-FAFIRE

Este título es síntesis de las reflexiones a las que quiere apuntar la autora. Resume la forma en que el género textual puede incorporarse a la tarea escolar, mejorando la producción y recepción de ideas que expresan formas de pensar y sentir. Estableciendo una discusión sobre los géneros textuales y sus impedimentos para la enseñaza y aprendizaje, pudiendo destacar principalmente las dificultades que los alumnos de lengua extranjera tienen a la hora de elaborar sus propios textos. Para Dolz, Schneuwly, (1996) y Marcuschi (2000), es importante saber los contenidos, que los alumnos adquieran el dominio para la elaboracíón y planeamento de un género, como parte de un proceso de aprendizaje de hablar y de escriber. Para Wales (1990), Adam (1990), Bronckart (1999) e Marcuschi (2002), para comprender los diferentes tipos de géneros textuales, los autores defienden y afirman que son textos que encontramos en nuestra vida diaria, y donde los alumnos ya sea en forma oral o escrita entienden cómo es la forma de la lengua, la estructura y las secuencias lingüísticas-didácticas y cómo pueden interactuar con otros géneros textuales. En otras palabras, ―al elaborarse una secuencia, se tiene como objetivo llevar al alumno a dominar el género permitiéndole escribir o hablar de una forma apropiada en una determinada situación de comunicación‖ (Oliveira, 2009). La posición de Vygotsky (1978), sobre este tema se basa en dos líneas diferentes de desenvolvimiento dado el origen biológico y los procesos psicológicos superiores. El desenvolvimiento ocurre en función del aprendizaje, contrario a la teoría piagetiana, que afirma, ―ser el aprendizaje una consecuencia del desenvolvimiento‖. La enseñanza-aprendizaje de lengua extranjera debe partir de una comunicación real lo más auténtica posible para que los diferentes elementos que la forman estén presentes para acercar lo más posible a la realidad con sentido y amplitud de ideas. Según los Parámetros Curriculares Nacionales, la enseñanza de la lengua extranjera debe ser tan dinámica como la lengua materna, pues, para que sea efectivo el aprendizaje de forma sociointeraccionista es necesario que haya una secuencia pedagógica respetando los tres principales factores: las prácticas sociales, las capacidades del lenguaje y las estrategias de enseñanza, si estos elementos fuesen utilizados, el proceso enseñaza-aprendizaje acontecerá de una manera satisfactoria, causando una mejoría significativa en la construcción y uso de los textos elaborados por los alumnos.


Finalizando, a mi criterio, el éxito depende totalmente de la intermediación del profesor, el cual deberá respetar las características individuales y el contexto social de la comunidad escolar, usando un lenguaje claro, para que pueda llegar al alumno y reciba ideas concretas sobre el vocabulario o tema a tratar. Referências Bibliográficas: OLIVEIRA, M. E. de. Gêneros textuais e ensino. Dialoguia, São Paulo, v.8, n. 1, p. 83-91, 2009. Recibido em jul. 2009/aprovado em jul. 2009. Acceso em 10 de julho de 2011. PINTO, Abuêndia Padilha. Gêneros Textuais e Ensino de Línguas: Reflexões sobre Aprendizagem e Desenvolvimento. In. REVISTA DO GELNE - Grupo de Estudos Lingüísticos do Nordeste. Vol. 4, nº 1; Fortaleza: GELNE/UFC, 2002. Acceso em 6 de julho de 2011.


Victor Antonio Penayo LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS ATIVIDADE: RESENHA CRÍTICA

Luiz Antonio Marcuschi, Gêneros: Definição e Funcionalidade. Texto retirado do livro sob título ―Gêneros Textuais: Constituição de Práticas Sócio discursivas‖. De acordo com Maruschi (2009) ―Fruto de trabalho coletivo, os gêneros contribuem para ordenar e estabilizar as atividades comunicativas do dia a dia‖ e ainda conforme esse mesmo autor ―Os gêneros caracterizam-se como eventos textuais altamente maleáveis‖. Se ao fizermos uso da linguagem no nosso dia a dia fica evidente que fazemos também uso de diversos gêneros, uma vez que nossos discursos se apresentam em forma de textos, o que nos leva a concordar com a colocação do referido autor. Para Marcuschi (2009, p.1) Os gêneros surgem de acordo com as atividades sócios culturais e a medida que a tecnologia avança vão surgindo novos gêneros. Comungamos também com essa ideia, que se justifica pelo surgimento dos inúmeros gêneros da era eletrônica. Maruschi (2009, p.4) cita como exemplo de tipos textuais a narração, descrição, argumentação e injunção, enfatizando que são poucos os tipos textuais e cita como gêneros textuais as atividades comunicativas do nosso dia a dia, assim como telefonemas, bilhetes, horóscopos, jornais, etc. O autor também atenta á necessidade de se saber essa diferença para uma construção textual. Concordamos com essa posição, pois no nosso entendimento tipos textuais são formas direcionadas e específicas em quanto os gêneros organizam as nossas atividades sociais. Para Marcuschi (2009) ―Os gêneros são em ultima analise o reflexo de estruturas sociais recorrentes e típicos de cada cultura‖. Com o que concordamos plenamente, pois cada povo tem o seu próprio habito. Continuando com a colocação do autor Maruschi( 2009 ) ―Todos os textos se manifestam sempre num ou noutro gênero textual, e que um maior conhecimento dos gêneros textuais é importante tanto para a produção como para a compreensão‖. Concordamos mais uma vez, já que as nossas atividades diárias são organizados pelos gêneros existentes e emergentes. De acordo com o autor os centros dos PCNs recomendam os estudos com textos na base dos gêneros pelos motivos acima citados. E finalmente segundo a colocação do autor Maruschi( 2009 ) seria bastante proveitoso, no ensino, os exercícios em sala de aulas, em que alunos identifiquem gêneros textuais e suas características, em revistas e jornais. Também concordamos com essas práticas, pois iria tirar o ensino da linguagem da prática tradicional resumido em ortografia e sintaxe, para a construção do conhecimento por meios mais modernos. Referências Bibliográficas: MARCUSCHI, Luiz Antonio. Gêneros textuais: definição e funcionalidade,[ s.n.], 2009.


Experimente as sensações do superhomem, voe de asa delta e sinta a sensação de liberdade.

Victor Antonio Penayo

Revista LPTA- Fóz  

Seminários e publicidades feitos pelos alunos do EaD- Letras Espanhol- UFSC

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