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Sumário

26 Potência Máxima

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Suas Impressões

10 Coluna Solvente nas Veias Adriano Medeiros

50 Coluna Edsel Lonza

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Revista Grandes Formatos ▪ Novembro 2010

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Para suas Dúvidas Grandes Respostas Serralheria própria ou terceirizada? Saiba como decidir qual é a melhor opção para o seu bureau

6 Editoriais e Expediente

Cada vez mais bureaus estão desfrutando das vantagens de trabalhar com softwares de gestão

Espaço de Negócios Efi vende 100ª Vutek da Linha GS - multinacional americana em destaque na indústria de grandes formatos

Confira mais um capítulo da série de registro histórico do nosso segmento

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História de Sucesso

Espaço de Negócios TS2 promove nova campanha destinada a proprietários de impressoras Mimaki JV3

A história da Impressão Digital Contada por... Louis Yuba

Prêmio Bureau Criativo 2010 Mais cinco empresas conquistam suas vagas na grande final. Conheça os finalistas de outubro

Conheça a história de Elvis Aaron da Silva Oliveira, o “rei” da Feira Signs Comunicação Visual

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Organizar para Prosperar

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Potência Máxima Além de impressoras modernas, vale a pena investir em computadores projetados para atender as exigências do mundo corporativo


Queridos leitores, Este mês trazemos para você um importante alerta e incentivo: Inteligência Gerencial. Parafraseando e adaptando o Best seller “Inteligência Emocional”, de Daniel Goleman, formamos esse conceito que diz respeito a algo essencial para que qualquer empresa seja bem sucedida: o direcionamento de sua gestão. Se “o controle das emoções contribui de forma essencial para o desenvolvimento da inteligência”, segundo Goleman, sendo assim, acreditamos que o controle das ações de uma empresa contribui para seu sucesso. Espero que este conteúdo seja de grande valia para vocês! Apresentamos também uma nova Grandes Formatos, com um visual mais clean pensado especialmente para vocês! Queremos tornar a sua Revista melhor a cada dia. Esperamos sua opinião: escrevam dizendo o que acharam! Para nós é muito importante saber a sua opinião! Um forte abraço! Luciana Andrade Editora - Diretora editora@grandesformatos.com

Novembro 2010 | Ano 4 – nº 53 Editora/ Diretora Luciana Cristina Andrade editora@grandesformatos.com Redação Janaína Castro – 8493/PR faleconosco@grandesformatos.com.br Colaboradores Adriano Medeiros Edsel Lonza Agradecimentos Adriana Taiss Evando Abreu Fabio Kisner Jefferson dos Santos Marcelo Carvalho Osmar Barbosa Osmar Lopes Sidionir Pereira Rafael Budel Atendimento ao Assinante +55 (41) 3023-4979

Da Redação Vivemos na era da velocidade. Em nosso mundo, novas tecnologias “pipocam” todos os dias com o objetivo de facilitar e otimizar cada vez mais nossas tarefas do dia-a-dia, e é preciso saber tirar o melhor delas. Claro que em nosso segmento de comunicação visual não poderia ser diferente. Nesta edição, apresentamos duas matérias sobre importantes ferramentas tecnológicas que podem ser muito úteis no seu bureau. Uma delas trata dos softwares de gestão, essenciais para empresas que querem crescer de maneira organizada e eficiente. Já a outra, fala das linhas de computadores desenvolvidas especialmente para o mercado corporativo. Verdadeiras maravilhas que, com certeza, você vai querer levar para sua empresa. Além disso, mais uma seção nova: “Para suas Dúvidas, Grandes Respostas”, que vai procurar profissionais do ramo para solucionar questões pertinentes ao nosso setor. Para começar, uma pergunta que você já pode ter se feito: é melhor ter serralheria própria ou utilizar serviços terceirizados? A resposta você confere nas próximas páginas. E mais: você não pode deixar de ler a belíssima História de Sucesso da Feira Signs Comunicação Visual, de Feira de Santana (BA). Vale a pena conhecer essa trajetória vencedora. Confira também mais quatro finalistas do Prêmio Bureau Criativo, que com todo o mérito vão disputar o troféu na festa Hollywoodiana que estamos preparando com todo o carinho para vocês no dia 17 de dezembro em Curitiba (PR). Esperamos por você, confirme já sua presença pelo e-mail atendimento@grandesformatos.com. Isso tudo numa revista totalmente nova com o visual 100% reformulado. As mudanças foram pensadas para vocês, queridos leitores. Nosso objetivo é tornar a sua Grandes Formatos cada vez melhor, mais agradável e atraente.

Assinaturas assinaturas@grandesformatos.com Anúncios Liana Andrade atendimento@grandesformatos.com Editorial editora@grandesformatos.com Projeto e desenvolvimento gráfico Alex Ferreira web@grandesformatos.com A Grandes Formatos é publicada 11 vezes ao ano pela Conceito Editora Novembro de 2010 Conceito Editora LTDA Todos os direitos reservados. A reprodução total ou parcial deste material é permitida mediante autorização prévia expressa pela Conceito Editora Ltda e desde que tenha citada a fonte. O conteúdo dos artigos é de responsabilidade dos autores, não expressando necessariamente a opinião da revista.

Espero que gostem! Até dezembro!

Os informes técnicos são de caráter informativo, não são comerciali-

Um abraço e boa leitura,

zados e a revista é imparcial, não prevalecendo nenhum fabricante

Janaína Castro Redação faleconosco@grandesformatos.com

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Revista Grandes Formatos ▪ Novembro 2010

em detrimento de outro. Os anúncios são de total responsabilidade dos anunciantes.

Visite nosso portal www.grandesformatos.com


Suas Impressões O que você gostaria de encontrar nas próximas edições da sua Revista? Mande sua sugestão!

“Prevenção é sempre o melhor caminho. Antes de adquirir qualquer equipamento é importante preparar o espaço e uma estrutura de qualidade para comportá-lo e escolher pessoas responsáveis para manuseá-lo. E todos esses cuidados, claro não dispensam as orientações dos fabricantes. Gostei muito da matéria!”

 arlos Rocha C Grupo RTM Digital, Porto Alegre, RS SATISFAÇÃO

Quero agradecer pelo apoio e divulgação da Eureka na edição de setembro de 2010. Parabéns pela seção "Espaço de Negócios", onde podemos divulgar nossos produtos e serviços. Por essas iniciativas é que a Revista tem crescido a cada dia e gerado tanta confiança junto aos leitores. O mercado precisa de apoio de empresas sérias como a GF e de informações de qualidade. Toda a equipe está de parabéns, sempre atenciosos e gentis. Célia Ricardo de Souza Eureka, São Paulo, SP

OBRIGATÓRIA

A Grandes Formatos é uma publicação obrigatória para o mercado de comunicação visual e impressão digital, sempre com artigos e matérias relevantes sobre o mercado e inovações. O crescente e importante Prêmio Bureau Criativo incentiva os bureaus a buscarem projetos cada vez mais elaborados e criativos que ajudam o mercado a procurar sempre um diferencial e agregar valor ao produto impresso final. Eduardo Sousa Agfa, São Paulo, SP 8

CONHECIMENTO

É uma satisfação ter acompanhado a trajetória da Grandes Formatos desde a primeira edição. A qualidade do conteúdo é a marca registrada da revista. Matérias sempre oportunas, excelentes colunistas e iniciativas inéditas como o Prêmio Bureau Criativo. Os guias de compras de suprimentos e de máquinas ajudam os leitores em sua análise e tomada de decisão. A série “Loucos por Rígidos” traz informação moderna e atualizada sobre a tecnologia UV. Em resumo: ao longo destes anos, a GF vem trazendo o "produto" de maior valor que se pode encontrar: conhecimento. Flávio Hirata DURST, Fábrica da Imagem São Paulo, SP

VIVA O PARÁ

Fiquei muito feliz ao ler o pequeno Box “Por que o Pará?” na edição 49. Realmente, meu estado é muito rico em cultura, biodiversidade, minérios, culinária, etc. Me senti homenageado pelo fotógrafo e documentarista Kadeh, a quem direciono meus parabéns. Um grande abraço a todos e se for possível, ainda mais sucesso para a GF.

Jairo Castro Flashy D Comunicação Visual Barcarena, PA

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QUALIDADE X PREÇOS

Parabéns à Revista Grandes Formatos pelo conteúdo diferenciado sobre mercado, valores, e informação do meio administrativo, que ainda é muito falho, e com o qual poucas empresas chegam a ter contato. Peço que a Revista centralize seus esforços para conscientizar o público para melhorar a qualidade sem baixar os preços. Se continuarmos assim, iremos entregar máquinas para pagar lonas e tintas, e quando for necessário fazer uma manutenção teremos que vender nossos bens. Reflitam sobre isso. Kleber Eccher Kdoze Impressão Digital Encantado, RS

Envie suas sugestões, comentários e críticas: »E-mail:

faleconosco@grandesformatos.com

»Cartas:

Conceito Editora Revista Grandes Formatos Rua Salvador Ferrante, nº 547 Boqueirão Curitiba/PR CEP 81650-230

»Twitter:

twitter.com/RevistaGF

* Em razão do espaço ou compreensão, os textos podem ser resumidos ou editados


Solvente nas Veias

Por Adriano Medeiros

Escritor, palestrante, diretor geral da PixelDots Treinamento e Consultoria em Criatividade Digital, empresa pioneira que presta serviçoes para todo o Brasil sobre impressão gráfica digital. Atualmente está cursando pedagogia

SpotColor e Duotones em Impressão Digital Site: www.pixeldots.com.br Blog: www.adrianomedeiros.net Twitter: twitter.com/pixeldots MSN: medeiros@pixeldots.com.br

Caros leitores, Venho mais uma vez falar sobre fechamento de arquivos em PDF. Parece mais do mesmo, mas desta vez quero atentar para o futuro da impressão digital. Quando comecei a trabalhar com pré-impressão, logo aprendi a fechar arquivos em EPS. Não era “salvar” em EPS, e sim preparar o arquivo aberto para gerar um fechado sem o menor problema de interpretação para o RIP. Curioso como sempre fui, logo migrei para o padrão PDF/X1-A. Nessa época todas as cores eram convertidas em CMYK, e o arquivo poderia ser aproveitado tanto para impressão digital como para CTP/Offset, afinal onde eu trabalhava havia as duas tecnologias de produção. Em 2005, fiz um curso para clientes Vutek que mudou meu processo de impressão. Lá aprendi que imagens em TIFF poderiam ser impressas em RGB e vetores fechados em EPS deveriam ser impressos em CMYK. Da empresa em que trabalhava, só eu assisti ao treinamento, então fui incumbido de ensinar aos meus colegas tudo que aprendi no curso. Por mais que parecesse melhor a imagem impressa em RGB, houve uma resistência dos meus colegas, que continuaram imprimindo tudo em CMYK. Logo depois saí dessa empresa e comecei a trabalhar como consultor, até abrir a PixelDots (essa história vocês já conhecem...). Mas, uma coisa me intrigava: como eu

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poderia ter em um arquivo fechado, bitmaps em RGB e vetores em CMYK? Dediquei-me profundamente a um trabalho de pesquisa, tentando todos os tipos e formatos de arquivos, até descobrir que o PDF, fora de qualquer padrão internacional (Adobe ou ISO – PDF/X), poderia fazer o que eu precisava: arquivos fechados com bitmaps em RGB e vetores em CMYK, o que eu intitulei PDF Híbrido. E tudo já estava lá, há anos, prontinho, tanto o suporte para gerar o PDF Híbrido no CorelDraw, Illustrator e Indesign, quanto o suporte para ler esse arquivo nos principais RIPs do mercado. Desde então, me dedico a ensinar este processo de fechamento de arquivos, acreditando que é a melhor forma de se produzir arquivos para impressão digital, principalmente se você tem uma impressora de seis cores. Os motivos para tal já foram explicados em edições anteriores da coluna. Este mês descobri que o PDF Híbrido não é só a melhor forma de fechar arquivo, é também o futuro da produção de arquivos. A PixelDots fará em dezembro deste ano a primeira edição do evento GENEPRO Brasil, em Recife (PE), que contará com workshops e seminários para impressão digital (http://genepro.pixeldots.com.br). Um de nossos patrocinadores lançará nacionalmente no evento, a primeira impressora digital de grande formato com tinta prata. É um equipamento de oito cores, com


CMYKLcLm branco e prata. Logo comecei a pesquisar como fechar arquivos para esse equipamento. A geração de cores branca e prata se dá por meio de cores especiais, chamadas SpotColor. Essa cor é criada da mesma maneira que a linha de corte em impressoras com recorte integrado automático. Para vetores em bitmaps, isso se cria com canais Alpha. Então vem a pergunta: qual o formato de arquivo que aceita ser fechado com bitmaps em RGB, vetores em CMYK e SpotColor em vetor ou em Alphas? PDF Híbrido. Acredito que em no máximo três anos, haverá tanta variedade de cores especiais para impressão digital, assim como há para offset. Então podemos aproveitar agora, que a variedade de cor ainda é pouca (?) e adotar desde já o fechamento de PDF híbrido. Dessa forma estaremos melhorando no presente a qualidade de nossos impressos, e preparados para o futuro multicolorido que nos espera. Cores especiais também nos possibili-

tam a impressão em dois tons, o chamado Duotone, que é a mistura da cor especial com outra, geralmente o preto (K) para produzir efeitos de sombra, como na imagem acima. Se temos Duotone, também poderemos ter Tritones, Quadritones... Então, abre-se o leque de possibilidades e eu lhe pergunto: você ainda fecha seus arquivos em CMYK no formato JPG? Se sim, está mais do que na hora de se atualizar. Um grande abraço a todos!


Espaço de Negócios - EFI

EFI vende 100ª VUTEk da linha GS

A multinacional americana comprova liderança na indústria de grandes formatos e registra a venda da centésima impressora da série GS

A

EFI™ (Cód. NASDAQ: EFII), líder mundial na inovação da impressão digital, celebrou a venda da sua centésima impressora para grandes formatos VUTEk® GS Series. A marca histórica veio com a decisão da Quarmby Colour, sediada em Leeds (Inglaterra), de comprar a solução híbrida de mesa e rolo-a-rolo GS3200, de 3,2 m e UV a seco. Empreendedora e familiar, a empresa já possuía duas máquinas VUTEk QS2000 e optou agora por uma de oito cores mais tinta branca para ampliar sua atual capacidade de produção e melhorar sua posição como líder na fabricação de displays do Reino Unido. Fundada em 1994, a Quarmby Colour possui portfólio variado de aplicações para displays de propaganda utilizados na área de vendas e em eventos, tanto interna quanto externa, pontos de venda, imagens para expositores e papéis de parede. Além disso, a empresa se especializou na criação de conjuntos sob encomenda e de fundos de cenários

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para filmes e programas de televisão, todos impressos digitalmente apenas em impressoras VUTEk.

A Quarmby Colour é o primeiro especialista em grandes formatos a instalar duas impressoras VUTEk QS2000 UV a seco, e a decisão em investir na GS3200 foi baseada na alta qualidade do sistema, na rápida produção e na fácil e ligeira mudança de rolos quando diferentes tipos de trabalho estão sendo feitos. A empresa procurou outras alternativas, mas identificou a combinação de altos padrões de saída, excelente adesão de tinta, versatilidade e confiabilidade apenas no produto EFI VUTEk. Desde que a EFI lançou suas impressoras VUTEk GS3200, a escolha dos exigentes fabricantes de displays que buscam altas taxas de produção em todos os tipos de substratos rígidos e nos materiais alimentados por rolo, excedeu as expectativas. Com velocidade máxima de 233 m²/h e qualidade fotorrealística com a resolução real de 1000 dpi, estas máquinas de 3,2 m estão sendo usadas no mundo inteiro em atividades que precisam de um retorno de investimento rápido. “Para a nossa primeira impressora de três metros, procurávamos confiabilidade, versatilidade e altas qualidade e velocidade”, disse Damian Quarmby, diretor da Quarmby Colour. “Também era fundamental uma solução com rápida e prática mudança de mesa plana para alimentação de rolo, e de novo ao inverso, para que pudéssemos passar de um trabalho para o outros suavemente. A

GS3200 foi a escolha lógica em termos de capacidade, qualidade e produtividade. Com isso, esperamos atender a demanda de nossos clientes também na produção de fundos de cenário para televisão e para filmes, por exemplo”. A VUTEk GS Series também está acumulando sucesso entre usuários e clientes finais preocupados com soluções ecológicas. O conjunto de tintas UV a seco, mais a branca, usada pela GS3200 é formulado para aperfeiçoar tanto a qualidade quanto a durabilidade, e é livre de VOC (Compostos Orgânicos Voláteis). A configuração do equipamento pode ser alternada para o modo VUTEk’s Fast-4™ quando for necessária a impressão em quatro cores mesmo em taxas mais elevadas de produção. “A pronta aprovação dos fornecedores dos serviços de impressão em todo o mundo endossa as características de nossas impressoras linha VUTEk GS Series, auxiliando as empresas a fazerem a migração do analógico para o digital, o que economiza tempo e é eficiente energeticamente”, declarou Frank Mallozzi, vice-presidente sênior de vendas e marketing, EFI. “Estou muito contente que tenhamos alcançado a nossa 100ª venda da GS Series tão rapidamente, mas não surpreso. Combinadas com a nossa solução EFI Fiery® XF RIP e nossas tintas UV a seco de sétima geração, estas máquinas são inovadoras e contribuem para o crescimento dos usuários com garantia de precisão das cores e resultados duráveis e vibrantes em todos os tipos de mídia”.


Para suas dúvidas, Grandes Respostas

Serralheria: própria ou terceirizada?

Saiba como se decidir nesse dilema com a ajuda de bureaus consultados pela GF Janaína Castro Investir numa própria serralheria em seu bureau, ou terceirizar o serviço? Qual é a melhor opção? A verdade, é que não existe uma única resposta correta para esta questão. São muitas variáveis que devem ser levadas em consideração na hora de definir qual caminho seguir. Para ajudar a esclarecer prós e contras de cada uma dessas direções, a GF conversou com Romero Manso, gerente de unidades da Plocad, de São José dos Campos (SP), que tem serralheria própria, e com Roberta Buss, diretora administrativa da Formas, de Joinville (SC), que já teve, mas decidiu terceirizar. Os dois contaram suas experiências com esse tipo de serviço e apresentaram bons motivos para fazer uma ou outra escolha. Veja com qual deles você se identifica mais e encerre suas dúvidas! 14

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Boas parcerias Domínio total do processo Sim, é um bom investimento. No início, terceirizávamos nossos serviços de serralheria. Porém, é muito difícil encontrar serralherias especializadas, que prestem serviços exclusivos para comunicação visual, um trabalho considerado artístico. Além disso, nessa época, tínhamos muitos problemas como atrasos nas entregas e falta de qualidade. E pontualidade e qualidade é o que nós nos empenhamos em oferecer a nossos clientes. Por esses motivos, optamos por investir em nossa própria serralheria, que já está em seu terceiro ano de funcionamento, e traz excelentes resultados. Hoje ela fica num galpão ao lado de nossa estrutura, e funciona quase que independentemente, porém interligada com os serviços do bureau. Afinal, um depende do outro. O investimento é alto, pois há poucos profissionais bons nessa área e os equipamentos são caros, mas, em compensação, ganhamos muito em tempo e qualidade final dos trabalhos para nossos clientes.

Entre os anos de 2003 e 2006, a Formas manteve uma serralheria própria. Na época, pensávamos que ganharíamos mais tempo e qualidade se incorporássemos esse serviço. Porém, depois percebemos que os ganhos não justificavam o alto investimento, pois estávamos atuando numa área que não era de nosso domínio. Não podemos dizer que foi um período totalmente ruim, foi um aprendizado, mas considerando dificuldades como a falta de mão-de-obra especializada e espaço físico insuficiente, resolvemos optar pela terceirização. Além disso, era um setor a mais para ser administrado. Mais funcionários, mais equipamentos, e isso, às vezes, tirava de nós a atenção do nosso foco de trabalho no bureau, e podia prejudicar o resultado final para o cliente.

Além disso, com a serralheria própria, podemos oferecer entrega programada e garantir o sucesso em todas as etapas do projeto, o que permite a satisfação total do cliente. Com uma boa equipe de desenvolvimento integrado, conseguimos nos sobressair no mercado.

Hoje, com o serviço terceirizado, comprovamos que vale a pena fazer boas parcerias. Temos parceiros na área que nos dão todo o suporte para grandes trabalhos, são capacitados e trabalham só com isso, o que confere ao trabalho mais qualidade e também rapidez. São três fornecedores diferentes, cada um com um perfil diferente, específico para cada tipo de projeto. Felizmente, nunca tivemos problemas com relação à parte terceirizada. As serralherias com quem trabalhamos sabem que se o cliente ficar insatisfeito, automaticamente mudaremos de fornecedor.

No começo, é mais difícil. É necessário investir também em treinamento e conhecimento, pois você passa de comprador a fornecedor, e leva tempo para dominar o serviço. Mas, acredito que se houver planejamento e engajamento entre todos da empresa, com dedicação e paciência, é possível ser bem sucedido nessa empreitada.

Com a experiência de ter trabalhado com uma serralheria própria, aprendemos que não adianta querer abraçar o mundo, senão perdemos o foco do trabalho. Em nosso segmento, trabalhamos com projetos muito diferenciados, e é necessário desenvolver parceiros para acertar no resultado final. Hoje, estamos felizes com nossas parcerias de serralheria.

Romero Costa Manso

Gerente de unidades Plocad Comunicação Visual São José dos Campos (SP)

Roberta Buss Rocha

Diretora Administrativa Formas Joinville (SC)

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História de Sucesso – Feira Signs Comunicação Visual


Baiano com nome de rei, Elvis Aaron da Silva Oliveira encontrou sua majestade no mercado de comunicação visual Janaína Castro

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ano era 1977. A cidade, Feira de Santana (BA), a 108 Km da capital, Salvador. No primeiro dia do mês de setembro – quinze após a morte do “Rei do Rock” – nascia Elvis Aaron da Silva Oliveira. Homenagem do pai, Elio Oliveira, roqueiro, fã de um dos maiores cantores de todos os tempos. O pequeno Elvis baiano cresceu ao som do xará famoso, e aprendeu a admirar o ídolo do pai, “meio que por imersão”, como ele mesmo diz entre risos.

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S

e a bela voz e balanço inconfundível não vieram junto com o nome, a majestade ele conquistou em outro território. Focado e “cabeça dura”, de acordo com suas próprias palavras, Elvis é o pioneiro da impressão digital em Feira de Santana. “A primeira impressora digital de grandes formatos da cidade foi a minha, uma Compact Solvent 2504 de 2,5m, com quatro cabeças, que compramos em 2004”, lembra com orgulho. Mas a história dele no segmento de comunicação visual começou bem antes dessa aquisição.

Escola, estágio, gerência

O jovem Elvis, no começo da Feira Signs

Apaixonado por tecnologia, quando chegou ao último ano do 2º grau (atual Ensino Médio), Elvis optou por fazer na escola um curso técnico em processamento de dados. Gostou tanto que começou a estudar também em uma outra instituição, essa sim especializada em informática. Lá, teve contato com vários programas, entre eles o CorelDraw, programa muito usado por designers na criação de peças publicitárias e desenhos vetoriais. Novamente, a curiosidade instigou Elvis, que logo em seguida quis aprender mais sobre o programa. Partiu então para um novo curso, desta vez, um específico para o software em questão. Mal sabia ele que essa decisão o colocaria definitivamente no mundo da comunicação visual. Para concluir tal curso, era necessário cumprir algumas horas de estágio. Foi quando então ele encontrou a vaga que precisava numa indústria de etiquetas, em 1996. O dono da fábrica abriu uma empresa de comunicação visual, e ofereceu a Elvis – que até então sempre havia trabalhado com vendas e confecção de roupas e tecidos – seu primeiro emprego na área. Era o começo. O sucesso era uma questão de tempo.

Fachada da primeira sede da Feira Signs inaugurada em março de 1999

Na empresa, que já não existe mais, ele fez de tudo um pouco. “Lá conheci os plotters de recorte e as inkjets a base d’água, umas maravilhas para a época, que conseguiam alcançar incríveis 3 m² por hora!”, brinca. Em pouco tempo, Elvis se tornou o braço direito do patrão, um

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Roland CM24, a primeira máquina da empresa


Equipe de sócios da Feira Signs. Da esquerda para a direita: Elmo Oliveira (diretor administrativo), Elvis Oliveira (diretor comercial), Elio Oliveira (diretor áudio visual) e Alexandre Caribé (diretor de produção) verdadeiro “faz-tudo” na empresa. Cuidava de toda a produção, e até foi transferido por seis meses para Aracaju (SE), onde foi responsável pela inauguração e administração de uma filial.

Feira Signs, a construção de um reino De volta a Feira de Santana, era chegada a hora de começar a erguer os limites de seu reinado. No começo de 1999, deixou o emprego, e fez ao pai a proposta que daria início a tudo: vender o veículo da família – um Fiat Uno – para comprar uma máquina de recorte e iniciar seu próprio negócio de comunicação visual. “Compramos uma plotter Roland com 60 cm de boca, a famosa CM24. Eu conhecia o suficiente do mercado, e sabia que estava pronto para começar. Não tive medo. Saía de casa cedo com um mostruário em mão para vender, retornava ao final do dia, ligava a máquina para recortar o material, depilava e refilava os adesivos e, no outro dia, ia entregar os pedidos e receber o pagamento. Fazia tudo sozinho na sala de nossa casa”, lembra. Foi assim que, em dois meses de trabalho, Elvis ergueu os pilares sobre os quais construiria seu castelo. Ainda muito jovem, sem esposa e filhos, dedicava-se integralmente ao negócio, e todo o lucro que conseguia era reinvestido na empresa. “Como todo início, foi bastante difícil, pois concorríamos com empresas

“Eu conhecia o suficiente do mercado, e sabia que estava pronto para começar. Não tive medo”

apenas com a coragem e suor de Elvis hoje tem quatro sócios: Elmo Oliveira (diretor administrativo), Elio Oliveira (diretor áudio visual), Alexandre Caribé (diretor de produção) e o próprio Elvis (diretor comercial). Além deles, 96 colaboradores diretos trabalham diariamente divididos em três turnos para não deixar a produção parar. São quatro impressoras digitais, três máquinas de recorte eletrônico e um setor de metalúrgica completa que funcionam 24 horas por dia durante a semana quase toda. “Ligamos as máquinas na segunda às seis da manhã e só desligamos no sábado às seis da tarde. Sem parar”, orgulha-se.

com mais de dez anos de mercado. Não havia crédito junto aos fornecedores de matéria prima, não tínhamos capital de giro para dar prazo aos clientes”, explica o baiano que, contudo, jamais pensou em desistir. “Isso nunca passou pela minha cabeça, se fosse para afundar, eu afundava junto”, afirma com convicção. Em março do mesmo ano, alugou uma pequena sala com 20 m² para ser a primeira sede, e escolheu o nome fazendo referência ao lugar em que nasceu e ama, “minha querida Feira de Santana”. A Feira Signs Comunicação Visual foi fundada oficialmente no dia 31 de março de 1999, e não deixou mais de crescer. Desde 2004 atuando na área de impressão digital, a empresa que começou

Rei sábio “Conheça tudo de cada setor de sua empresa. Na maioria das vezes você não precisa fazer, mas precisa saber como fazer”. Essa é a filosofia que garante ao rei da Feira Signs uma gestão clara, eficiente e justa. Elvis frequenta regularmente cursos, congressos e feiras para se atualizar, e não deixa de participar de nenhum treinamento técnico para qualquer setor da empresa. Ele conhece absolutamente todos os procedimentos internos, a função de cada botão das máquinas e, por isso, sempre sabe encontrar as soluções necessárias. O gabarito permite cobrar seus fun- »

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“Conheça tudo de cada setor de sua empresa. Na maioria das vezes você não precisa fazer, mas precisa saber como fazer” cionários na medida certa: não pede o impossível, mas exige a qualidade que ele próprio sabe fazer. Garante também a credibilidade para receber um apelido um tanto quanto sugestivo: “O SENAI de Feira”. E o título em alusão ao famoso instituto não é à toa. Afinal, só quem sabe o que faz pode transformar sua empresa num pólo de conhecimento na região, responsável pela formação de inúmeros profissionais, que hoje não ocupam só as dependências da Feira Signs, mas também estão espalhados pelas cerca de 20 empresas do ramo da cidade. Mais do que uma consequência de seu trabalho, formar os profissionais com quem trabalha sempre foi uma preocupação e até uma preferência de Elvis. “Acho melhor quando o funcionário chega sem experiências anteriores no ramo. Assim, eu posso ensinar da maneira certa. Mesmo que a pessoa já saiba, como um soldador, por exemplo, eu gosto de ensinar aqui como se trabalha para comunicação visual”, revela. Desse aprendizado, surgiu uma iniciativa que hoje é como um decreto de Elvis dentro da Feira Signs: o backup de funcionários. Após “perder” por algumas vezes a mão-de-obra formada na Feira

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Sede atual da Feira Signs, em Feira de Santana (BA)

“Acho melhor quando o funcionário chega sem experiências anteriores no ramo. Assim, eu posso ensinar da maneira certa"

Signs para outras empresas, Elvis decidiu formar e manter também os “reservas” para cada função. Todos os setores da empresa possuem auxiliares que já atuam e estão prontos para assumir o trabalho quando necessário.

Novas fronteiras Todo sucesso que alcançou em sua trajetória, Elvis atribui a muito foco e trabalho. Ingredientes que permitiram a esse baiano constituir um verdadeiro reinado. Mas, o que para muitos já seria motivo de imensa satisfação, para ele é só o começo de uma jornada muito longa. Nosso rei quer estender suas fronteiras e formar um império. O novo palácio já está quase pronto para sair do papel. Em breve começa a construção da nova sede da Feira Sings em um terreno com 3000 m² – o dobro da sede atual. “É isso que está fazendo meu coração bater agora. Eu durmo e acordo pensando nisso, sonho com essa sede funcionando já”, diz com empolga-


ção. Sem dúvida, uma vitória a mais na lista dos feitos que Elvis ainda afirma querer realizar. Se existe fórmula para o sucesso? Bem, quando pergun to isso a ele, a resposta vem depois de um período de silêncio, e não poderia ser mais sincera: “Olha, vou lhe falar... acho que não fiz tudo o que queria. Esse mercado de comunicação visual é muito amplo, não enxergo o fim, não. Tem muito serviço que eu ainda não faço, e que quero começar a fazer já na nova sede. Vamos ter coisas novas e muito mais. Não tem limites”, declara. Não há mesmo limites para quem tem tanta determinação e garra. Um rei, convicto de que seu caminho não poderia ter sido mesmo outro. “Estava escrito”, analisa. Sé é fato que o mundo do rock ficou mais carente naquele ano de 1977,

Segredos de sucesso de Elvis Aaron Oliveira: Após estes anos de experiência, que lição você tira de tudo o que passou até chegar ao sucesso?

Que dicas você dá para empreendedores que estão ingressando no mercado agora?

Com foco, trabalho e qualidade você consegue atingir todos os objetivos. Nosso maior desafio é surpreender o cliente de alguma forma, dandolhes soluções diferenciadas para suas necessidades, aliando tecnologia de ponta, qualidade no atendimento e rigor no prazo de entrega, o que é muito importante. Imagine só: o cliente pede uma fachada, marca a inauguração, faz um coquetel e você não entrega! Estragou tudo... Isso não pode acontecer, por isso sempre trabalhamos com uma margem de segurança para garantir a entrega no prazo, ou entregar antes do previsto. Atrasar é proibido.

Para quem está começando no ramo de comunicação visual a palavra chave é capacitação. Leiam bastante, participem de cursos, congressos e antes de qualquer iniciativa faça uma pesquisa de mercado em sua região. Com base na sua experiência no ramo, o que você considera mais difícil: começar ou manter-se entre os melhores? Começar qualquer pessoa consegue, o complicado é encaixar as engrenagens e muito mais difícil mantê-las funcionando.

o mesmo não se pode dizer do da comunicação visual.

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Notas

SGIA Expo 2010 quebra recorde e faz história Números surpreendem e comprovam a importância da Exposição como ponto de encontro da comunidade de profissionais em imagem

A

foi ininterrupto e com certeza o evento mais bem-sucedido do ano”. Este ano, cinco zonas de mercado livre para demonstração interativa movimentaram o publico durante a Exposição. Essas zonas especiais fizeram um grande sucesso e atraíram muitas pessoas interessadas em novos mercados

SGIA Expo 2010 não só apresentou a mais variada gama de novas tecnologias, tendências de mercado e estratégias de negócios para a comunidade de profissionais em imagem, como também registrou número esmagador de inscrições em relação a edições anteriores. A SGIA fez história este ano, atraindo mais de 21.000 profissionais de imagem para o Las Vegas Convention Center entre os dias 13 e 15 de outubro.

para seus negócios.

No dia da abertura, os milhares de profissionais presentes estavam ansiosos para visitar mais de 450 expositores que apresentaram as tecnologias e aplicativos mais inovadores e atuais. Fornecedores líderes de mercado demonstraram os mais recentes avanços na produção de dispositivos de impressão digital, efeitos especiais e ferramentas de pós-impressão e acabamento.

da nossa comunidade", diz Dan Marx

Os expositores realizaram grandes vendas e demonstraram muita empolgação por estar na SGIA. "A Exposição superou nossas melhores expectativas",

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diz Charles Grace da EFI. "O movimento

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A Exposição também ofereceu mais de 25 palestras educativas focadas. Os seminários procuraram abrir os olhos dos profissionais do setor para novos mercados e mostrar ao público como aplicar as inovadoras estratégias de venda e produção em seus negócios. "As sessões ficaram lotadas e cobriram uma ampla gama de capacidades técnicas e temas de gestão empresarial abordando as necessidades específicas da SGIA. "Foi inspirador ver as pessoas aproveitando essas sessões para ganhar uma vantagem competitiva no mercado atual", completa. Para mais informações sobre a Expo 2010 SGIA e as tecnologias em destaque na mostra, visite www.SGIA.org, e busque por SGIAExpo. Fique atento também para os detalhes da Exposição do próximo ano em Nova Orleans, de 19 a 21 e outubro. Susan Pinta, escritor/editor, SGIA


Eduardo Sousa é o novo diretor da Afeigraf

E

duardo Sousa, gerente de marketing da região latino-americana da Agfa, foi anunciado como o novo membro da diretoria da Afeigraf (Associação dos Agentes de Fornecedores de Equipamentos e Insumos para a Indústria Gráfica). O executivo substitui Rafael Sanchez que, por motivos profissionais, deixou a diretoria da entidade. Souza se une a Cristina Barros, José Carlos Barone, Martina Ekert, e Karl Klökler, Presidente eleito para o biênio 2010/12. “Estou muito motivado e honrado em integrar a diretoria da Afeigraf. Participei efetivamente de todo o processo de criação da entida-

de e acompanhei o crescimento tanto em número de associados, como na importância da Afeigraf para a indústria gráfica nacional. Será uma grande responsabilidade continuar o ótimo

“Estou muito motivado e honrado em integrar a diretoria da Afeigraf. Será uma grande responsabilidade continuar o ótimo trabalho conduzido pelas diretorias anteriores”

trabalho conduzido pelas diretorias anteriores”, disse entusiasmado. A Afeigraf é uma associação brasileira que reúne algumas das maiores fabricantes e representantes de soluções gráficas com atuação no país. Foi oficialmente fundada no dia 26 de março de 2004, em São Paulo e, hoje, congrega as seguintes empresas: Agfa, Alphaprint, Bobst, Comprint, Day Brasil, Deltagraf, Ferrostaal, Gämmerler, Goss, Gutenberg, Heidelberg, Metrics, Müller Martini, Océ-Brasil, QI Press Controls, Rotatek Brasil, Solna do Brasil, Spindler do Brasil, Sun Chemical, Technotrans, T. Janér e Weko Brasil.


Espaço de Negócios - TS2

Campanha de impressoras Mimaki JV3 na TS2 TS2 promove nova campanha destinada a proprietários de impressoras Mimaki JV3 A TS2, distribuidora da Mimaki no Brasil, convoca todos os proprietários de impressora Mimaki JV3 para a nova campanha de troca por impressoras dos novos modelos JV33-160BS e CJV30-160BS.

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O objetivo da campanha é renovar todo o parque de impressoras JV3 instalados no Brasil. Para isso, a Mimaki e a TS2 prepararam excelentes condições. Além de um super desconto exclusivo na troca do equipamento, o cliente que aderir à campanha ganha também um sistema de bulkink original Mimaki e oito cartuchos de tinta BS2 de 600 ml, o novo modelo de tinta da Mimaki. Os novos equipamentos da Mimaki possuem garantia de um ano, maior velocidade de impressão – 17,5 m2 por hora –, maior qualidade e menor custo de impressão com a nova cabeça de impressão da Mimaki. O exclusivo sistema

bulkink reduz o custo de tinta original em até 50% se comparado com as tintas originais da série JV3. No mês de outubro, a série JV33 recebeu o prêmio de “Impressora do ano 2010”, na feira SGIA EXPO, realizada em Las Vegas, nos Estados Unidos. Todas as impressoras solvente e látex dos principais fabricantes do mercado disputaram o título na Premiação. Os clientes de JV3 não podem perder essa grande oportunidade de adquirir as melhores e mais modernas impressoras solvente do mercado, com ou sem recorte integrado.


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Capa


D

esde o orçamento até a entrega do trabalho para o cliente, cada projeto que sua empresa realiza passa por vários setores. O contato com o vendedor, a explicação do projeto e negociação dos valores, a aprovação do serviço, pré-impressão, impressão, logística. Sem falar nas áreas administrativas e financeiras. Esse fluxo contínuo é movido por uma “peça” fundamental a que você talvez não tenha se atentado: a informação. Parece óbvia a importância de conhecer, organizar e usar as informações sobre o que acontece em seu bureau, mas muitas vezes essa tarefa se torna um problema e acaba mal ou não realizada. Se os procedimentos na sua empresa ainda são realizados na base do papel e caneta, preste atenção nas próximas páginas. Elas vão apresentar uma ferramenta que pode mudar radicalmente a rotina do seu bureau – e para melhor! Janaína Castro


O

rganização. Fundamental para o crescimento e sucesso de qualquer empresa, inclusive a sua.

Pense em quando seu bureau começou. Provavelmente, ele era menor, com poucas impressoras – talvez apenas uma -, pouquíssimos funcionários. Às vezes até montado dentro de sua própria casa ou garagem. Nessa fase, comum na história de grande parte dos bureaus brasileiros, é quase regra o “dono” cuidar de tudo: da prospecção de clientes à produção e entrega do produto. Como a pequena semente de uma árvore de grande porte, a empresa ainda movimenta números e valores pequenos, fáceis de controlar.

“Software de gestão ou ERP [Enterprise Resource Planning] é uma ferramenta que integra todos os departamentos de uma empresa, possibilitando uma gestão mais ágil, sem duplicidade de trabalho” Fábio Kisner Diretor da KSC Brasil Technologies

Mas, de repente, a semente germina e a “coisa” começa a dar certo. Os clientes e pedidos se multiplicam, entra mais dinheiro, você consegue investir em mais equipamento, espaço, mão-de-obra e, quando se dá conta tudo já está muito maior do que você consegue dar conta sozinho. Este é um ponto crucial. Aqui, ou você perde o controle de vez e vê tudo ir por água baixo, ou se organiza e estrutura as bases para que seu bureau cresça muito mais. Claro que você não vai querer vivenciar a primeira opção. Para ajudar a promover uma expansão consciente e eficiente da sua empresa, com organização e, mais do que isso, integração no seu bureau, a tecnologia entra em cena.

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Software o que é?

de

gestão:

“OK. Então, o que é isso que vai ajudar no crescimento do meu negócio?”, você deve estar se perguntando. Quem explica é Fábio Kisner, diretor da KSC Brasil Technologies. “Software de gestão ou ERP [Enterprise Resource Planning] é uma ferramenta que integra todos os departamentos de uma empresa, possibilitando uma gestão mais ágil, sem duplicidade de trabalho”. Kisner ainda expõe que a ferramenta não só acaba com esse temido “retrabalho”, como também gera informações importantes daquilo que acontece na sua empresa, o que pode auxiliar na tomada de decisões, por exemplo. Em resumo, todo o processo de produção, apuração dos custos, além das variações decorrentes dos processos de gestão podem ser medidos por meio do programa. Para entender melhor como os softwares de gestão funcionam, vamos observar o procedimento padrão numa empresa que ainda não utiliza esse tipo de sistema. Pense no trajeto que o pedido de um cliente percorre internamente até ficar pronto. No modelo convencional, esse pedido é feito numa ficha de papel – a qual você provavelmente chama de O.S. – que deve ser encaminhada de lá para cá, conforme as etapas vão sendo concluídas. Cada um que pega o papel, lê o que já foi escrito, acrescenta dados de sua responsabilidade e passa adiante manualmente. E assim, de maneira um tanto quanto lenta, o projeto “viaja” pela empresa até que o serviço esteja completo e entregue. Acontece que, no meio da viagem, a probabilidade de erros e atrasos é muito alta. Pior: é quase impossível que se tenha um controle completo de papéis que circulam dessa forma. E se o cliente quiser saber como anda seu pedido no meio do caminho, não vai ser tão simples descobrir onde ele está. Seguindo essa linha de raciocínio, não é difícil entender como um software que liga todos os setores da empresa e permite o acumulo das informações


num espaço único pode ser útil não só para sua organização e produtividade, mas também para melhorar o atendimento prestado ao seu cliente. Na prática, o que acontece numa empresa que começa a trabalhar com um sistema desses é uma multiplicação de sua eficiência. Toda essa “caminhada” física do papel deixa de existir. Em vez de acumular pilhas de fichas, pedidos e orçamentos, as informações são inseridas diretamente no software e transmitidas de um setor para o outro via sistema. Assim, o orçamento aprovado vai automaticamente aparecer no setor de produção com todos os dados necessários, e assim por diante, etapa a etapa. Durante o processo, qualquer funcionário pode acessar o sistema e saber onde e como o trabalho está. Além disso, as informações não correm o risco de se perder, pois ficam armazenadas num banco de dados único, que pode ser consultado posteriormente se necessário. O banco com os dados da empresa ligado ao software pode ser armazenado em servidores locais ou em plataformas totalmente web, os chamados Data Centers. Essa última opção é a mais comum entre os usuários, pois oferece ainda mais segurança. “Quando você mantém seus dados num servidor na empresa, corre o risco de perder tudo se acontecer algum problema nessa máquina. No Data Center 100% web, seus dados estarão sempre seguros, e isso também reduz bastante os custos para a empresa, pois não é necessário investir em mais equipamentos”, afirma Jefferson dos Santos, diretor financeiro da Ajors Sistemas. “É como se fosse o sistema de um banco. Todos os dados de todos os clientes estão lá, mas você só acessa a sua conta com o seu login e senha. Todas as informações são sigilosas e estão realmente seguras”, completa Osmar Lopes, analista de negócios da empresa. Adriana Taiss, orçamentista da VM Impressão Digital, de Curitiba (PR), trabalha com software de gestão na empresa há três anos e confirma as vantagens de utilizar essa ferramenta. “Facilita para

“Facilita para todo mundo. O trabalho maior é aqui no orçamento, pois nós que alimentamos o sistema com todas as informações. Daqui para a frente, todos os setores recebem a ordem de serviço [O.S.] pronta, com todos os dados necessários para produção e entrega.” Adriana Taiss Orçamentista da VM Com. Digital todo mundo. O trabalho maior é aqui no orçamento, pois nós que alimentamos o sistema com todas as informações. Daqui para a frente, todos os setores recebem a ordem de serviço [O.S.] pronta, com todos os dados necessários para produção e entrega. Também é possível consultar a O.S. e saber qual material está sendo produzido, onde ele está, prazo de entrega, tudo. Assim nós temos um controle bem redondo”, diz.

bureau Studio Alfa, atual Mundo Alfa e foi um dos responsáveis por uma corajosa iniciativa: a criação da Postermax - Softwares de Gestão para Bureaus, em parceria com Joaquim Camilo, atual diretor da empresa. Dessa união surgiu um software, também batizado de Postermax, desenvolvido especialmente para o bureau, levando em consideração as necessidades específicas da empresa. “Esse software nasceu porque o Studio Alfa precisava se organizar nos controles de emissão de ordem de serviço, controle de fluxo de trabalhos, orçamentos, estoque, enfim, precisávamos de um programa que ainda não existia no mercado. A opção mais usada era um excelente software voltado para a gráfica editorial que não se aplicava às nossas exigências”, aponta Abreu. Desenvolvida durante cerca de dois anos, a ideia ousada deu tão certo que hoje o software é comercializado no mercado, e várias empresas do ramo usam.

Sob medida

Quando o software é feito especialmente para um determinado segmento, ele vai se “encaixar” com muito mais facilidade nas empresas daquele ramo. “É o que chamamos sistema especialista ou vertical, desenvolvido especialmente para um tipo de negócios”, avalia Osmar Barbosa da Metrics. No caso da comunicação visual, os sistemas já vão possuir, por exemplo, ferramentas voltadas para o cálculo dos serviços de acordo com a orientação do seu bureau – por m2, por aproveitamento de substrato ou por projeto realizado. Ele vai também reconhecer os procedimentos de produção e gerar ordens de serviço mais completas com todos os dados necessários, para evitar perda de tempo. Podemos dizer que a “forma” de trabalhar e os módulos básicos do software já vêem moldados de fábrica, para atender e otimizar a rotina do bureau.

Mais do que um detalhe, ter um sistema que é feito sob medida para o nosso setor faz toda a diferença. Foi isso o que Evando Abreu, atual diretor da estamparia Criata, de Belo Horizonte (MG), sentiu em 2004. Na época, ele dirigia o

Mas, se, mesmo com um programa compatível ao ramo, o seu empreendimento ainda requer uma ferramenta além, não se preocupe. Também é possível adaptar o programa às particularidades do seu bureau. De acordo com seu »

Marcelo Carvalho, gerente de processos da Image Press, de São Paulo (SP), também expressa a satisfação de sua empresa com o uso de software de gestão. “Começamos a usar o software no ano 2000, quando a Image Press já estava em fase de crescimento. A busca por controles que possibilitassem avaliarmos melhor nossos resultados foi decisiva para investirmos em software de gestão. A principal vantagem foi o controle, pois nosso ramo é muito dinâmico e para atender nossos clientes muitas vezes os processos ficavam desorganizados. Já estávamos perdendo eficiência no gerenciamento desde a compra da matéria-prima até a entrega ao cliente”, ressalta.

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porte e suas necessidades, você pode incluir ou não determinados módulos do software de maneira que não falte nenhuma funcionalidade importante, nem “sobrem” ferramentas que não lhe são efetivamente úteis. “As especificidades referem-se ao processo de produção, além das variações decorrentes dos processos de gestão adotados por cada empresa. Nós procuramos desenvolver uma solução personalizada para cada cliente, permitindo que em vez de a empresa se adaptar ao software, este se adapte ao sistema de gestão do cliente. Traba-

“Nosso software gerencia tudo, desde a emissão de ordens de serviço. Faz orçamento, gerencia fluxo de trabalho por máquina com imagem dos jobs, gera relatórios por equipamento, por vendedores, controla contas a pagar, a receber, fluxo de caixa, controle de compra de estoque, emissão de relatórios de faturamento de despesa.” Evando Abreu Diretor da Criata Estamparia

lhamos para promover, efetivamente, a maximização de resultados, minimizando perdas, principalmente nos custos de produção”, comenta Kisner. Santos, da Ajors, compara o software de gestão a um ser vivo em constante evolução. “O desenvolvimento não para, e todos os clientes dispõem das atualizações. Nós recebemos muitas solicitações de melhorias dos próprios cientes, e quando são sugestões que podem beneficiar aos outros também, nós disponibilizamos”, diz.

Como funciona Para cumprir sua tarefa de integrar todos os setores e armazenar os dados

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da empresa, os softwares possuem diversas funcionalidades voltadas para cada necessidade do bureau. A lista é grande, como enumera Abreu: “Nosso software gerencia tudo, desde a emissão de ordens de serviço. Faz orçamento, gerencia fluxo de trabalho por máquina com imagem dos jobs, gera relatórios por equipamento, por vendedores, controla contas a pagar, a receber, fluxo de caixa, controle de compra de estoque, emissão de relatórios de faturamento de despesa. E tudo pode ser feito e consultado via Web”. Para Taiss, os orçamentos ficaram muito mais simples de serem concluídos com a ajuda do sistema. “Quando você monta o orçamento, por exemplo, de um banner formato 1,00m x 1,50m em lona, automaticamente o sistema calcula tudo e traz o acabamento também, a haste de madeira, a cordinha... Eu não preciso ficar lá consultando informações e calculando tudo manualmente”, comemora. Ela explica também que o software fica programado para prever perdas e indicar se “está trabalhando” no vermelho. Isso é essencial para evitar desperdício de substratos. O programa só vai permitir vendas que estejam de acordo com os preços praticados pelo seu bureau. Descontos e valores especiais só podem ser aplicados por usuários autorizados pelo bureau, por meio de perfis diferenciados no sistema cadastrados com senhas diferenciadas. Com o uso do software, o bureau consegue também ter um relacionamento mais próximo e saudável com seu cliente. Carvalho destaca um dos módulos, o CRM (Customer Relationship Management), que é o banco com os dados de todos os clientes do bureau. “Essa tecnologia nos permite ter uma visão única do nosso cliente. Quem ele é, seus gostos e preferências, quantas vezes ligou, reclamações que fez, sugestões que deu, quanto traz de valor para a empresa... a lista não tem fim. A partir daí, podemos oferecer a ele as melhores oportunidades de negócio”, salienta. »


Em quanto tempo o uso de softwares de gestão deve estar mais “popularizado” entre as empresas do setor de comunicação visual? “Considerando a evolução “Eles são imprescindíveis. Não de nossa carteira de clientes se consegue trabalhar sem estes programas. Antigamente, e o volume de consultas que estamos recebemos, os equipamentos produziam principalmente por indicação, poucos metros por hora e podemos afirmar que a eram poucas as opções. Hoje, disseminação do uso de além das velocidades sempre softwares de gestão será crescentes, temos diversidade alcançada em curto prazo. As de equipamentos e um mix empresas que não adotarem muito maior de produtos soluções de gestão já estão obtidos por impressão digital. correndo risco de ficar à Como controlar tudo isso? margem do mercado por não Não somos mais empresas de comunicação visual no sentido terem condições de responder de produzir adesivos de recorte, com rapidez às necessidades dos seus clientes”. vinis para envelopamento, banners, etc. Somos, sem Fábio Kisner sombra de dúvida, indústrias Diretor de comunicação”. KSC Brasil Technologies Evando Abreu Criata Estamparia

“A popularização dos softwares de gestão no ramo de comunicação visual será proporcional ao desenvolvimento de soluções personalizadas, assim como já vem acontecendo no ramo gráfico. Não basta adquirir qualquer software, é preciso buscar a ferramenta ideal que otimize os processos e se adapte às características específicas do nosso segmento, permitindo alcançar os melhores resultados” Marcelo Carvalho Gerente de processos Image Press

“As empresas de comunicação “A popularização do uso visual estão sentindo a dos softwares de gestão necessidade de informatizar é um fenômeno crescente, suas empresas para ficarem que decorre da própria mais competitivas no mercado evolução da tecnologia e da e evoluir. Sendo assim, vejo que necessidade das empresas em nos próximos dois anos quem buscar redução de custos e não tiver um software que maior eficiência. Fatores como auxilia na geração dos dados e uso intensivo da Internet nos nos controles para tomada de negócios e obrigações fiscais decisão terá dificuldade de se em formato digital estão manter no mercado”. acelerando ainda mais a adoção destas soluções”. Sidionir Pereira Diretor Comercial Ajors Sistemas

Osmar Barbosa Diretor geral Metrics

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vimos como trabalhar com os softwares de gestão pode ajudar a organizar a rotina do seu bureau. Mas é importante ressaltar que o simples fato de instalar o software em sua empresa não vai trazer nenhuma solução como num passe de mágica. Quando você instala um software de gestão em seu bureau está automaticamente firmando com a empresa que escolheu uma parceria, que vai direcionar o sucesso da empreitada. Carvalho acredita que esse relacionamento deve ser saudável e bastante alinhado. “A implantação de um sistema de gestão é o começo de uma mudança cultural na

“A implantação de um sistema de gestão é o começo de uma mudança cultural na organização que deve ser assimilada por todos os colaboradores da empresa num processo contínuo de melhoria” Marcelo Carvalho Ger. de processos da Image Press organização que deve ser assimilada por todos os colaboradores da empresa num processo contínuo de melhoria”, afirma o gerente. Para que isso seja possível, além de escolher muito bem a empresa com quem vai trabalhar é preciso conscientizar a si próprio e todos em seu bureau de que sem a participação e dedicação de todos da empresa, muito pouco, ou nada, vai mudar. “Na maioria das vezes o software significa uma nova padronização dos serviços no bureau. Para que ele funcione tudo tem que ser registrado, os funcionários precisam aprender a

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manuseá-lo e entender que devem usar o sistema dali por diante. Isso pode significar uma certa ‘quebra de paradigma’ pela mudança de procedimentos e, no começo, pode até parecer que está dando mais trabalho do que antes”, alerta Santos. O diretor financeiro esclarece também que é aos poucos que as vantagens começam a ser percebidas tanto para a execução quanto para a gestão propriamente dita. Isso nos mostra que é fundamental ter disciplina no uso do sistema para que o resultado comece a ser visto como uma consequência natural do processo. Dessa forma, é possível reduzir os er-

“A maior dificuldade é aprender a lidar com o novo. O software é algo diferente e com certeza vai causar um estranhamento inicial. Mas tudo isso é esclarecido durante o treinamento que eles recebem" Sidionir Pereira Diretor comercial da Ajors Sistemas ros a praticamente zero, como explica Taiss. “No sistema não existe erro. Quem pode errar é o funcionário na hora de alimentar o sistema, porque nós somos humanos. Uma pequena falta de atenção pode gerar um problema enorme. Por exemplo: se o cliente pede um banner com uma determinada medida e eu registrar outra, todo o processo que se inicia no meu orçamento vai dar errado, porque o sistema calcula o que eu digo para ele calcular e vai levar a informação errada pra frente. Por isso é importante estar absolutamente atento na hora de preencher os campos e registrar os dados no sistema”.

Com relação ao manuseio do software, é normal que inicialmente surjam dúvidas e até um certo receio por parte dos funcionários. “A maior dificuldade é aprender a lidar com o novo. O software é algo diferente e com certeza vai causar um estranhamento inicial. Mas tudo isso é esclarecido durante o treinamento que eles recebem durante o período de implantação. Ainda assim, continuamos a oferecer consultoria em tempo integral por meio de e-mail, Skype ou telefone, pois nas primeiras semanas é normal que ainda persistam dúvidas e insegurança para operar o sistema. Depois eles acabam ‘pegando o jeito’. É bem simples”, aponta Sidionir Pereira, diretor comercial da Ajors. Se o seu medo for justamente o manuseio do novo aplicativo, fique tranquilo. É padrão as empresas de tecnologia oferecerem treinamentos para a capacitação dos funcionários das empresas que adquirem o programa.

Investimento Mas se ter um software de gestão é tão bom para melhorar a administração e produtividade dos bureaus, por que muitos ainda não usam? Se você já está pensado que o motivo são os custos, temos razões suficientes para lhe mostrar que talvez seja necessário rever seu ponto de vista. “O primeiro motivo que leva um bureau a não adquirir um software é a visão equivocada de que software é o custo, e não investimento. É preciso enxergar que quando se tem uma solução personalizada é possível demonstrar em que pontos o software vai gerar retorno financeiro”, analisa Kisner. Implantar um software de gestão vai ser certamente um investimento para que seu bureau possa gerar resultados mais eficientes. Em vez de pensar que vai “gastar” dinheiro, pense que vai de fato


investir numa ferramenta cada vez mais essencial para empresas com o objetivo de crescer e se consolidar no mercado. E, observando por esse viés, podemos até mesmo concluir que o valor não é tão elevado assim. “Não diria que representa um alto investimento. Esse programa evita desperdícios, controla fluxo de trabalho, organizando-o por equipamentos, não permitindo perda de tempo e de hora homem-máquina. São tantas vantagens, que poderia afirmar, sem sombra de dúvida, que uma empresa que fatura em torno de R$ 80.000,00 por mês terá o retorno em seis meses. Isso sem contar que o crescimento fica mais fácil quando se conhece todos os números de cada setor. Você tem realmente o controle total da sua empresa, e isso não tem preço”, garante Abreu. Pereira igualmente aponta os resultados proporcionados pelo software, que levam a uma resposta bastante positiva na relação custo-benefício. “O retorno é rápido e já pode ser verificado nos primeiros meses de uso. O sistema irá melhorar os processos de negócios usando a tecnologia da informação, e assim a empresa vai poder controlar de forma mais eficaz seus setores de negócios, reduzindo alguns custos e usando as informações comerciais para melhorar o desempenho das vendas”, diz. Ainda não está convencido? Podemos ir mais além, então. Atualmente, não é preciso dispor de quantias exorbitantes para ter um software de gestão. Há empresas no mercado que oferecem esse tipo de serviço a preços acessíveis, que podem perfeitamente se ajustar à realidade financeira do seu bureau. De acordo com levantamento da Grandes Formatos, é possível pagar licenças mensais para uso do sistema que oscilam entre R$ 130,00 e R$1500,00. Os va-

lores variam de acordo com os módulos escolhidos, e a quantidade de usuários com acesso ao sistema, por exemplo. O investimento depende muito do porte da empresa e da necessidade que esteja buscando. “A dica é optar por módulos, pois é possível ir aumentando os investimentos à medida que a empresa cresça”, sugere Carvalho.

“Decidir pela implementação de um software de gestão é necessário para que uma empresa possa crescer de maneira planejada e organizada” Georg Boedler Presidente da Image Press

Próspera gestão nova Integração de todos os procedimentos, controle total de informações, gerenciamento da produção em tempo real e agilidade que culminam numa gestão, de fato, eficiente. Tudo o que você quer para o seu bureau pode estar a uma distância curta entre planejamento e prática, que pode ser eliminada com o auxilio dessa nova tecnologia desenvolvida exatamente para cumprir este propósito. Atingir esse patamar é uma exigência para se manter vivo. “A sobrevivência de um bureau no cenário atual de preços de venda cada vez mais baixos passa pela eficiência de seu controle de gestão, resultando num ambiente de maior produtividade”, observa Carvalho. Quem completa o raciocínio é Georg Boedler, presidente da Image Press. “Decidir pela implementação de um software de gestão é necessário para que uma empresa possa crescer de maneira planejada e organizada”, resume.

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A História da Impressão Digital em Grandes Formatos

A História da Impressão Digital em Grandes Formatos contada por...

Louis yuba Dando sequência à nossa série, convidamos mais um nome para dar sua contribuição. Dessa vez, quem toma a palavra é Louis Yuba, gerente comercial da BM do Brasil. Há vários anos atuando no segmento de comunicação visual, ele compartilhou conosco sua experiência e expectativas para os próximos anos. Confira:

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eu primeiro contato com o segmento de impressão digital foi em 1997, quando adquiri uma plotter de recorte para a minha empresa para confecção de tapetes personalizados. Nessa época, ainda existiam os bubble jet e impressão à cera, que hoje muitos não sabem nem que um dia já existiu. Esses equipamentos faziam 1,5m2 por hora e os substratos eram caríssimos, o que tornava a produção inviável. Em 1999, fui convidado por uma grande empresa de equipamentos digitais para implantar um sistema comercial e assim comecei de fato a minha carreira na área. Trouxemos a nossa primeira máquina digital solvente de 1,80m de boca para venda. Na época, já havia as Vutek e DGI, porém com resolução baixa. O lançamento foi um sucesso, pois era um equipamento relativamente barato. A demanda aumentou e com isso o mercado cresceu, e consequentemente os concorrentes também. Novas marcas entraram no Brasil, e com isso aumentou ainda mais o número de fornecedores. Entretanto, os compradores não se multiplicavam com a mesma velocidade e, por consequência, os preços despencaram. As empresas que não tiveram criatividade faliram, porque na época os portfólios eram muito pobres. Os produtos que confeccionavam eram back lights, frontlights, banners, etiquetas, etc. Os equipamentos atuais são muito mais velozes, com resoluções mais altas e já alcançam 600 m2 por hora em tecnologia UV. Essas impressoras podem imprimir substratos de até 50mm de espessura, como uma que pude ver na feira de Munique, na Alemanha. Portanto, ainda há espaço para novos lançamentos.


Não há limites para o desenvolvimento de tecnologias novas e mais eficazes. Hoje podemos dizer que o Brasil está preparado para essas novas tecnologias, porque os técnicos existentes e os usuários já estão familiarizados com a tecnologia digital. Em tempos passados, os técnicos ainda eram muito temerosos no manuseio das máquinas por sua falta de experiência. Felizmente essa fase já foi superada. Muitos erros foram cometidos pelas empresas, principalmente em quesito de treinamento de usuário, como a época em que os técnicos instaladores instalavam os equipamentos e deixavam os usuários a mercê de avarias por mau uso. Atualmente sabemos que não se pode deixar de treinar os usuários e as empresas sérias investem nesse tipo de ação tão necessária. Outro ponto que merece destaque é a questão da formação dos profissionais do nosso ramo. Infelizmente não existem cursos específicos para técnicos, por isso a única forma de conseguir mão-de-obra especializada é o próprio fabricante dos equipamentos formar seus funcionários. O conhecimento se forma também com a experiência cotidiana do trabalho. É muito importante se atentar a esse ponto, pois há muitos técnicos curiosos que se dizem aptos, mas na verdade não passam de meros trocadores de peças, um verdadeiro perigo para os desavisados. Por outro lado temos também profissionais que até constroem uma plotter se for necessário. Escolher corretamente as pessoas que irão manusear e consertar nossos equipamentos é fundamental e é a única maneira de retirar os enganadores do mercado. Vale alertar que não

se deve deixar ludibriar pelo preço, pois o barato na maioria das vezes sai caro. Devemos aprender que qualquer erro nesse tipo de serviço pode acarretar em um prejuízo muito maior, afinal um equipamento novo é bastante caro. Atualmente estou atuando na área têxtil. O mercado está com um apelo muito forte na ecologia e um dos grandes vilões é o PVC, que está entre os maiores culpados pela poluição ambiental. Esse material leva até um século para se degradar, enquanto os tecidos se decompõem em dez anos. Outra vantagem nessa linha de sustentabilidade é usar tintas a base de água, muito menos agressivas ao meio ambiente que as comuns a base de solvente. É nossa responsabilidade nos conscientizar que o futuro depende das atitudes que tomamos agora. Por esse motivo, creio que há uma tendência da área têxtil crescer e ser usada em escalas bem mais amplas. O que me motivou a ingressar nesta área impressão digital em grandes formatos foi a sua incrível versatilidade, que ainda me surpreende apesar dos longos anos de experiência. A cada ano, novos e mais velozes modelos são lançados no mercado. Acredito muito na área têxtil na qual como disse, estou atuando agora. Diria que é um mercado aproximadamente mil vezes maior que o da sinalização, ou seja, é um campo em que ainda há muito por ser feito. E dessa forma ainda há muitas páginas para serem escritas nessa belíssima história da impressão digital em grandes formatos sobre a qual tive o prazer de discorrer resumidamente nesta oportunidade

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Notas

Projeto ‘Cozinha Gourmet’ da arquiteta Carla Kiss, com aplicação de adesivo de parede.

Mostra Morar Mais por Menos em Curitiba Evento de arquitetura e decoração recebe visitantes na capital paranaense

projetos realizados por arquitetos, se utilizando dessa tecnologia. Agora para agregar ainda mais conhecimento e informações, nosso leitores de Curitiba, podem visitar a mostra Morar Mais por Menos 2010 entre os dias 27 de outubro até 29 de novembro.

Período: 27 de outubro a 28 de novembro De 3ªf a 6ªf: das 15h às 21h Sábados: das 14h às 21h Domingos e feriados: das 14h às 20h *A casa estará aberta nos dias 2 e 15 de novembro.

Ingresso: R$ 20,00 Meia entrada para estudantes e terceira idade.

O evento, voltado para oferecer opções

Aceitam cartões de débito Mastercard e Visa.

a edição de setembro, a Grandes Formatos apresentou as inúmeras possibilidades e vantagens

sofisticadas e de bom gosto com custos projetos realizados com o uso de impres-

Endereço: Rua Pedro Foltran, nº 100 Condomínio Grünewald - Bigorrilho

de investir em trabalhos voltados para

são digital, como é o caso da “Cozinha

Para mais informações acesse o site:

decoração, nicho de mercado promissor

Gourmet”, exposto em 2009, da arquite-

www.morarmais.com.br/curitiba

para nosso segmento de impressão digi-

ta Carla Kiss (foto). Nesse trabalho, Kiss

tal (No fantástico mundo da decoração,

utilizou adesivos de parede para decorar

setembro). Mostramos também vários

cozinha com o tema “Brasileiríssimo”.

N

acessíveis, já teve em edições anteriores

Ou entre em contato: (41) 3019-6894 / (41) 8418 9956 E-mail: curitiba@morarmais.com.br Fonte: www.morarmais.com.br

Universidade Positivo lança livro em homenagem a designers paranaenses O evento faz parte da programação da Bienal Brasileira de Design

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omo parte da Bienal Brasileira de Design 2010, que aconteceu Curitiba (PR), no mês de outubro, os

cursos de design da Universidade Positivo lançaram o livro “Entrevista coletiva - Memória do Design no Paraná”. A obra, produzida por professores e alunos dos

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Revista Grandes Formatos ▪ Novembro 2010

cursos de design e jornalismo da instituição, reúne depoimentos de quatro designers pioneiros no Paraná, entrevistados pelos autores. Guilherme Bender, Jorge de Menezes, Ronaldo Rego e Rubens Sanchotene, são os homenageados. Os quatro compareceram ao lançamento do livro e participaram de uma mesa redonda com o público. Além da versão impressa, os leitores poderão baixar o livro em versão PDF por meio do hot site (www.up.com.br/memoriadodesign), que também foi lançado na ocasião. Para mais informações, o telefone para contato é (41) 3317-3176.


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REALIZAÇÃO:

ASSOCIAÇÕES:

MEDIA PARTNER:


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Revista Grandes Formatos â–Ş Novembro 2010


Prêmio Bureau Criativo 2010 Cinco bureaus conquistam vaga na final do Prêmio Bureau Criativo 2010 na penúltima etapa

Este mês cinco belíssimos trabalhos garantiram seu passaporte à grande final do Prêmio Bureau Criativo 2010. São os penúltimos felizardos que terão a honra de concorrer ao título de bureau mais criativo do Brasil. Dezembro é a sua última oportunidade, portanto não perca tempo e inscreva-se agora mesmo! Para participar basta acessar nosso site www.grandesformatos.com, preencher o formulário e enviá-lo junto com três fotos do trabalho em

alta resolução para o e-mail: criação@ grandesformatos.com. No site você encontra o regulamento completo, além de uma galeria com imagens dos finalistas dos meses anteriores. Agradecemos novamente aos nossos patrocinadores, sem os quais não poderíamos realizar essa grande festa do nosso segmento de impressão digital em grandes formatos. Parabéns aos finalistas que temos a honra de apresentar nas próximas páginas.

Revista Grandes Formatos ▪ Novembro 2010

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Adesivação

A empresa: Fama Signs, São Paulo (SP) Número de funcionários: 35 “O vinil preto fosco aplicado com os efeitos de brilho enfatizam a sensação de luz. A aplicação com a preservação das áreas de dobra das partes do veículo faz com que o resultado do trabalho seja ao mesmo tempo harmonioso e reforçado”

“Muito boa a aplicação com resultado final de alta qualidade”

“Projeto muito bem executado, com layout interessante. Atende bem à questão de divulgação da marca do cantor”

“Visual de forte impacto e promoção, muito bem aplicado e de alta qualidade”

“A combinação entre o vinil adesivo preto fosco e o refletivo resultou em um trabalho que valoriza e evidencia as áreas que merecem maior destaque. As estrelas complementam essa composição inovadora. Parabéns”

“Aplicação comum, porém bem executada no seu padrão visual, sendo impactante para quem vê”

Imprimax: “Projeto lindo, criativo, moderno, utilização de adesivo fosco que é uma tendência, comunicação visual itinerante. Parabéns”

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Revista Grandes Formatos ▪ Novembro 2010

“Adesivação perfeita. O layout ficou lindo. A impressão que se tem é que o show é dentro do transporte”

Océ: “Projeto criativo, com alto impacto de visualização”


Projetos de Decoração A empresa: Artwork

Arte em Impressão Digital Ltda, Belo Horizonte (MG)

Número de funcionários: 14 “Design e produção muito bem elaborados, criando um produto com formas modernas e com iluminação recebida de forma diferenciada”

“O projeto é muito criativo e deu um ar de sofisticação e modernidade”

“Projeto muito bem executado que mostra uma nova forma de utilização desse serviço no mercado de decoração em geral”

“Criatividade em destaque! Diferente e de forte impacto visual”

“Uma estante bastante criativa que quebra os paradigmas e incita a busca novos conceitos”

Imprimax: “Novos mercados e tendências, projeto futurista, clean ,bonito trabalho”

“Estilo bem arrojado, ousado para quem não se limita a inovar! Seriedade e intensidade”

“Excelente trabalho. Deixou o ambiente com um visual maravilhoso. Parabéns!”

Océ: “Projeto incrível, muito criativo. A ilusão de ótica causada foi bem bacana, realmente é impactante. Parabéns ao criador da peça”

Revista Grandes Formatos ▪ Novembro 2010

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Materiais para PDV

A empresa: Kadois, São Paulo (SP) Número de funcionários: 60 “Os detalhes do projeto com motivo e acabamento bastante chamativos diferenciam o produto criado pela similaridade com o original em vídeo, atentando para a imagem das pessoas ocupando os lugares no interior do veículo”

“Além do bonito visual, a peça tem alto nível de criatividade, pois faz referência à minissérie em questão”

“Display com imenso apelo e adequação ao tipo de produto ofertado. Atinge os objetivos de venda e construção de marca”

“Muito criativo e bem produzido! Impossível não prender a atenção do público da loja”

“Um projeto muito bem executado com alto nível de detalhamento que cumpre sua função promocional no PDV com louvor”

Imprimax: “Excelente criação, interativo, bem posicionado, comunicativo,excelente uso de cores,tamanho adequado para PDV”

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Revista Grandes Formatos ▪ Novembro 2010

“Muito bom! Tendência grande para abertura de novos mercados. Muito atrativo como marketing de um produto”

“Parabéns pela criatividade. Com esse trabalho o ponto de venda ficará encantador”

Océ: “Em meio a uma loja de departamento, o projeto chamou a atenção. O acabamento está tão bem feito, que parece o veículo original. Parabéns a todos os envolvidos”


Projetos Diferenciados A empresa: Adsive Sign Solution, Curitiba (PR) Número de funcionários: 7 “A iluminação e diversificação de substratos e técnicas distintas enfatizam a harmonia e iluminação do ambiente, criando um conjunto extremamente harmonioso e sucinto”

“O projeto é inovador, foi muito bem executado, trouxe aplicação impecável e excelente qualidade, gerando um resultado final surpreendente” “Trata-se de projeto muito interessante de comunicação visual dentro do segmento de decoração. Mostra as inúmeras possibilidades de atuação nesse setor”

“Excelente projeto! “A utilização da impressão digital foi muito bem exploraSouberam utilizar da nesse ambiente. Cortinas, um mix completo de paredes e quadros impresaplicações e retrataram sos valorizaram o espaço e um ambiente interno a iluminação, por sua vez, muito bonito e contribuiu para destacar completo” essas aplicações”

Imprimax: “Maravilhoso! Belo, criativo, moderno, aconchegante, uso de tendências e tecnologia”

“Excelente! Projeto muito bem desenvolvido. Atinge o objetivo sendo diferenciado e muito criativo”

“Esse projeto ficou lindo demais. Muito criativo. Parabéns!”

Océ: “Projeto criativo, ampliou o espaço. As cores aplicadas deixaram o ambiente aconchegante. Parabéns”

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Projetos Externos

A empresa: Cromotela, Olinda (PE) Número de funcionários: 35 “Dimensão e técnicas de imagem em destaque. Motivo utilizado nas artes remete ao assunto do evento com fontes, cores e formas diferenciadas e chamativas na medida certa”

“O conjunto foi bem elaborado e criou uma comunicação visual interessante” “Projeto interessante que leva a cultura do artesanato de Pernambuco para várias cidades do país. A comunicação visual cumpre papel importante nisso com bom gosto e adequação”

“Forte apelo visual de longa distância e um grande facilitador para o público que passa ou se destina ao evento”

“Projeto que explorou bem os espaços com impressão digital causando um grande impacto visual”

Imprimax: “Projeto adequado ao evento. Cumpriu a finalidade proposta de divulgação”

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“Simples, mas bem desenvolvido para a área em que está sendo aplicado! O trabalho atinge o foco desejado”

“Parabéns pelo projeto, bastante atraente”

Océ: “Projeto bacana! Em meio a um evento desse porte, a peça não poderia ter sido aplicada de forma mais impactante”


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Tecnologia

Potência Máxima Usar a mais alta tecnologia em seu bureau vai muito além de ter as impressoras mais modernas do mercado. Janaína Castro

Q

uando se pensa em investir em tecnologia num bureau, logo vêm à mente impressoras grandes, poderosas, mais velozes, com variedade de substratos e, claro, melhor qualidade de impressão. Mas, será que você pensa na qualidade dos computadores que usa para trabalhar junto a elas? Já pensou também - ou sentiu em seu dia-a-dia – que trabalhar com desktops e notebooks convencionais pode não ser a melhor opção? Ou para você esses equipamentos são a única alternativa? Tão demandados no trabalho de impressão digital em grandes formatos quanto as impressoras, bons computadores são essenciais para conseguir resultados satisfatórios e garantir o bom andamento da sua empresa. Para comprovar a importância dessas máquinas

basta dar uma volta aí pela sua empresa. Provavelmente, cada setor dela vai ter um computador funcionando. Sim, atualmente, essas peças são indispensáveis, desde a recepção, passando pela área administrativa, até a produção. Mas, saiba que existem máquinas projetadas especificamente para o trabalho profissional, com desempenho e capacidade adequados para a alta exigência que se tem delas nas empresas. Calma, se você já está descartando essa possibilidade antes mesmo de conhecêlas por imaginar que o custo deve ser alto demais, preste atenção na boa notícia: há modelos para todo o tipo de gosto e, principalmente, bolso. Do mais simples ao mais sofisticado. Este mês, a Grandes Formatos conversou com fabricantes de equipamentos de informática com atuação no Brasil, e vai mostrar a você que certamente é possível encontrar uma linha de computadores produzidos para o mercado corporativo compatível com o porte de sua empresa e, melhor, que vai trazer as soluções que você precisa – e talvez nem imaginasse.

Workstations Desempenho diferenciado. Esse é o ponto chave que diferencia as Workstations dos computadores comuns. “Uma Workstation é um computador potente,

‘parrudo’. A sua capacidade performática é muito superior a de um desktop. Por exemplo: se o desktop usa uma linha ‘x’ de processadores e HDs de 320 gigabytes, a Workstation vai usar a linha ‘4x’ de processadores e HD de 2 terabytes [equivalente a 2048 gigabytes]”, explica Juliana Nigro, gerente de produto do Grupo de PSG (Grupo de soluções pessoais) da HP. Só essa “super” capacidade de configurações já permite vislumbrar um ganho considerável de velocidade e, consequentemente, tempo ao se trabalhar com esse tipo de equipamento. A velocidade e eficiência das Workstations vão muito além de surpreender seus usuários. São capazes de promover uma verdadeira “revolução” na produtividade de sua empresa, como analisa Luciano Beraldo, gerente de produtos da Lenovo. “Com uma Workstation, a resposta aos comandos é bem mais rápida, permitindo ao profissional economizar várias horas de trabalho por semana. Por isso, costumamos dizer que uma Workstation, apesar do alto custo de aquisição, custa menos para a empresa ao longo da sua vida útil, pois ela permite um rápido retorno sobre o investimento. Por outro lado, um PC [computador comum] pode ter até um baixo custo de aquisição, mas ele causa uma despesa altíssima que, por ser diluída ao longo de três a quatro anos de sua vida útil, pode até passar despercebida”.

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E o que você acha de trabalhar com máquinas que não travam? Um recurso importante que as Workstations podem oferecer é a chamada “memória ECC”, tecnologia que faz correção de memória automaticamente e, dessa forma, evita erros – como aquela temível “tela azul” - que por muitas vezes levam à perda total do trabalho executado. De acordo com Nigro, testes da HP comprovam que o erro com memória ECC é zero, o que garante total confiabilidade de dados. A expansibilidade das Workstations também é muito superior. Há máquinas no mercado, por exemplo, que suportam até dois processadores, quatro HDs adicionais e duas placas gráficas com até 192 gigabytes de memória. Comparando com desktops convencionais, a mesma capacidade só poderia ser alcançada por no mínimo duas máquinas. Para quem precisa de mobilidade, existem também Workstations móveis, com equipamentos que atingem 16 gigabytes de

memória, baterias de nove células, telas de até 17’’ e também alta possibilidade de expansão. Além disso, Workstations são mais silenciosas e duráveis, pois possuem sistema de resfriamento mais eficiente, que evitam o superaquecimento da máquina, responsável pelo barulho e, muitas vezes, por danos aos componentes internos. Seguindo a tendência mundial da sustentabilidade, as Workstations possuem ainda alta eficiência da fonte de

Super Monitores Para auxiliar ainda mais a produção em seu bureau, você pode utilizar monitores de alta definição junto com as Workstations. Eles oferecem fidelidade máxima de imagem e cores, o que permite a visualização exata da imagem como vai sair na impressão. Isso evita, por exemplo, a necessidade das provas de cor, e proporcionam mais eficiência e redução de custos e tempo de trabalho. Nesse segmento, outro componente da HP, os monitores da linha ZR, podem ser uma boa alternativa.

energia, que reduz o desperdício de eletricidade. Há estimativas, de que o valor que uma empresa deixa de gastar em energia ao trabalhar com uma Workstation durante um ano é aproxima-se do valor total do equipamento. “É uma economia que as empresas nem sempre consideram, mas, se colocar no papel, você consegue comprar uma Workstation por ano”, avalia Nigro.

Linhas corporativas Eficiência que se encaixa no seu orçamento. Se o investimento em uma Workstation ainda é muito alto para sua empresa, há opções com custo mais acessível. Várias empresas de informática têm desenvolvido linhas de desktops e notebooks especialmente para o ambiente corporativo. Os equipamentos »

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oferecem mais recursos de que os convencionais não dispõem e, por isso mesmo, são capazes de atender melhor às necessidades de empresas. Uma delas é a Positivo Informática, que possui a linha “Positivo Master”, com três famílias de notebook e seis de desktop, ao alcance de qualquer média ou pequena empresa. “A linha Positivo Master é uma excelente opção para o mercado SMB (Small and Medium Business), pois o cardápio de modelos contempla diferentes portes e necessidades das empresas, não apenas do ponto de vista do uso das máquinas, mas também pelas diferentes oportunidades de aqui-

sição e pelos serviços que agregamos”, afirma Vicente Soares, diretor de canais indiretos da Positivo Informática. A linha da Positivo oferece, por exemplo, modelos de notebooks com funcionalidades importantes voltadas para segurança, como o Intel TPM (Trusted Platform Module v1.2), que protege dados sigilosos por meio de criptografia, recurso de biometria para leitura de impressão digital. Alguns modelos são equipados com processadores Intel Core, que mostraram um incremento na velocidade e no desempenho às maquinas, além de um consumo eficiente de energia da bateria. Esses modelos ainda

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contemplam memória de até 4 gigabytes, disco rígido de até 500 gigabytes e conexão de alta definição HDMI. Também há linhas focadas em configurações de alto desempenho para empresas com necessidades avançadas de TI. Já a linha de desktops da marca oferece benefícios como o controle de rotação diferenciado do cooler, que define a sua velocidade de acordo com o processamento de tarefas. Na prática, isso faz com que o computador seja mais silencioso e vida do equipamento seja prolongada. “Esse sistema inteligente faz toda a diferença, pois proporciona uma redução de ruído e também economia de consumo de energia”, ressalta Idel Bacal, diretor Comercial Corporativo da Positivo Informática. Outra funcionalidade interessante é o sensor de intrusão, embarcado no gabinete (também chamado de “torre”, é a caixa onde ficam os principais componentes do computador, como a placa mãe, o HD e o processador), que permite identificar quando o computador é aberto sem autorização da empresa, prevenindo roubos de peças, por exemplo. No caso de a empresa ter gerenciamento dos ativos por meio de um software de gestão de redes, o administrador pode ser avisado e determinar o procedimento mais adequado.

Do jeito que você precisa Linha Positivo Master (Desktops e Notebooks) www.positivoinformatica.com.br Quanto custa: a partir de R$ 699,00 Como comprar: 0800 644 7500

A melhor parte das novas tecnologias que hoje são oferecidas em equipamentos voltados para o uso corporativo é que você pode adaptá-las às necessidades reais da sua empresa. Todas as linhas possuem equipamentos com mais ou menos recursos, e os fabricantes permitem a personalização daquilo que você precisa para fazer o investimento na medida certa. Agora que você conhece um pouco mais sobre Workstations e linhas de computadores corporativos, vale fazer uma pesquisa de mercado, consultar diferentes e empresas e encontrar a linha que mais se encaixa ao seu bureau.

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Nota

Saturno Tintas leva insumos para áreas serigráfica e flexo para a Digital Image 2011

A

tuando no mercado desde 1943, a Saturno Tintas tornou-se tradicional no segmento de soluções e insumos para flexografia e serigrafia. Os destaques desses dois setores estarão presentes na Digital Image South America 2011, de 27 a 30 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. Na feira estarão expostos produtos como tintas inkjet base de água e solvente, sublimação, tintas offset UV, flexográfica UV, flexográfica EB, entre outras. Além disso, promete algumas novidades para os visitantes que percorrerem os

pavilhões do Expo Center Norte atrás de soluções para seus negócios nas áreas digitais, serigráfica e de comunicação visual. “Uma feira como a Digital Image nos permite entrar em contato direto com nossos clientes e com o mercado. Aprendemos muito em um evento como esse e podemos mostrar nossos produtos e nossa filosofia de trabalho para diversos públicos. O resultado é muito positivo”, afirma Eduardo Vaz, gerente comercial da Saturno Tintas.

Vaz ainda complementa: “Os mercados estão crescendo e se profissionalizando cada vez mais. As tecnologias estão convergindo para oferecer o máximo de versatilidade ao cliente final, por isso, é importante que o fornecedor esteja apto a atender vários tipos de tecnologia, dominando as aplicações e oferecendo produtos de alto desempenho, com atendimento personalizado e informação”, diz. Para mais informações sobre a Digital Image South America 2011 acesse http://www.digitalimaging.com.br.


Edsel Lonza Gerente de Vendas da Xaar para a América Latina e palestrante

Somos todos executivos, ou pelo menos deveríamos ser!

Caros leitores, Nessa edição vamos refletir sobre o valor das ações concretas e os seus resultados positivos nos relacionamentos, negócios, alcance de metas, realização pessoal e profissional. Quando ouvimos a palavra “executivo” formamos instintivamente a imagem do homem ou mulher de negócios em aeroportos, de reunião em reunião, em salas em andares altos de edifícios “Premium” e, de fato, a imagem corresponde, mas a apenas um tipo de personagem a que o título se refere. Explico. A palavra executivo origina-se da palavra execução: executar a ação! Sendo assim, todos os que tomam atitudes partem para o “arregaçar as mangas e resolver” estão agindo como executivos de algo. Da mesma maneira, os que não partem para a ação, chamaremos aqui de “executores”, ou seja, aqueles que pela inércia, preguiça e especificamente falta de ação, executam (no sentido de matar) seus planos, idéias, sonhos, vontades, etc. E as dos outros também, em muitos casos. Dessa maneira, proponho que sejamos todos executivos e não executores em nossas vidas.Vejamos a maneira prática de fazê-lo. Já repararam que todas as grandes “sacadas” dos grandes gênios, inventores, criadores apenas se tornaram famosas e reconhecidas quando postas em prática e levadas ao conhecimento de todos? O que seria das telecomunicações se Graham Bell guardasse o conceito do telefone para si ou se intimidasse e, por comodismo ou vergonha, não acreditasse e partisse para a ação? Muitos pensadores não se tornaram grandes e tampouco cumpriram seu exemplar papel de transformadores para o bem do mundo e da humanidade, porque tudo ficou no campo das idéias, sem a devida e correspondente ação concreta. Faço aqui uma convocação à reflexão, ao pensar, mas fundamentalmente à ação, ao agir de maneira consciente e efetiva para que idéias e pensamentos, vontades e desejos se tornem realidades transformadoras e vitoriosas em suas vidas e nas das pessoas que convivem, negociam e se relacionam com vocês. Reflita no que lhe fez muito feliz em

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algum momento de sua vida. Certamente foi fruto de alguma atitude/ação sua ou de alguém para com você ou alguém que você gosta. Pense em alguma conquista em sua vida: um carro, uma casa, um bom emprego, uma universidade, um doutorado ou pós-graduação, um bônus, uma venda, qualquer coisa que você tenha obtido e que lhe fez sentir bem e evoluir. Certamente proveio de uma ideia ou pensamento que se converteu em ação concreta. Até mesmo as conquistas de sorte, como ganhar na loteria exigem que alguma ação tenha sido tomada como ir à lotérica, preencher um bilhete e confirmar o jogo. Não há como fugir da dinâmica mundial da ação quando se quer algo. Há de querê-lo no mais fundo do seu íntimo, acreditar em si e em seu potencial. Há de planejar os passos, mas principalmente é preciso agir concreta e diretamente. Algumas vezes outros agem por nós e, até mesmo se obtém alguns bons resultados com isso. Não falo aqui das pessoas que nos ajudam, mas sim das que agem em nosso lugar. Isso é prejudicial se nos acostumarmos, o que acontece na maioria das vezes. Nos acostumamos, desde pequenos muitas vezes, e desta maneira, com outro agindo por nós, não aprendemos, não crescemos, não nos realizamos. Passamos a precisar das realizações de outros para nos realizar e somente ficamos felizes quando alguém faz algo e ficamos dependentes de outros para pequenas e grandes realizações. Desta maneira a pessoa se “executa” como ser humano! Amigos leitores, fujam dessa acomodação de todas as maneiras e partam para a ação. Sejamos executivos em nossas próprias vidas. Pensadores, mas fazedores. Proponho uma pequena adaptação da célebre frase do pensador: “Penso logo existo” para “Penso, ajo, logo existo”. Vamos correr atrás de um país melhor, de uma vida melhor, de uma empresa melhor, de um mundo melhor. Tudo começa no primeiro passo em direção ao ato e que o ato seja de tal maneira concreto que se transforme em realização e esta em felicidade, prosperidade e liberdade. Reflita nisso e parta para a ação. Novas vidas, novas vendas!


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