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Sumário

S.W.O.T OPORTUNIDADES OU AMEAÇAS? Conversamos com o Consultor Marcio Fontoura, que com 20 anos de experiência em gestão empresarial, controle e organização financeira e gestão de pessoas, trouxe dicas e ferramentas incríveis para alavancar os negócios do nosso mercado

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editorial e EXPEDIENTE

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Artigo tributação

Lucro Real, Presumido ou Simples?

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GF news

SCMídia promove mais um workshop de sucesso

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Estamos ficando para trás e o mercado não espera

Liderança Tóxica: a influência poderosa do medo

ARTIGO Vinicius Carneiro

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GF Profissional promove troca de conhecimentos

O poder da ação

CENTRO DE CAPACITAÇÃO

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GF news

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Mostra Artefacto conta com elementos exclusivos do mercado de impressão digital

Congresso de Tecnologia Gráfica

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GF NEWS

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ARTIGO ANDRESSA fonseca

5 erros que as empresas cometem nas redes sociais

ARTIGO ALESSANDRA ASSAD

CANTINHO DA PRODUÇÃO Com David Mendes

ARTIGO SIMONE SOARES

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ARTIGO CHRISTIAN BARBOSA

3 passos para não se atrasar e parar de viver na correria

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ARTIGO EDSEL LONZA O Desafio da correta gestão de negócios

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Desafio de marcas gf Terceira avaliação


EDITORIAL

Expediente Setembro/Outubro 2017 | Ano 11 – nº 123 Editora/Diretora Luciana Cristina Andrade

Queridos leitores

editora@grandesformatos.com

Frequentemente ouvimos das pessoas, o ano está passando muito rápido, as semanas muito rápidas, enfim, a vida é muito rápida. Você também tem esta sensação? Nossas rotinas tão voltadas a resolvermos tantas coisas e quando chegamos no final do dia vemos que teríamos mais a fazer, mas não daria mais tempo. Nunca temos tempo! É a grande hipocrisia que criamos em sonhar em ter uma rotina de “comercial de margarina”, mas nós mesmos damos conta de preencher todos os espaços possíveis de uma agenda para que o sonho de ter qualidade de vida “fique para amanhã”! Os empresários estão tão atolados em projetos, novas ideias para rentabilizar as empresas e ao mesmo tempo se preocupando em como mantê-las que não conseguem se dar conta de que o tempo que está passando é o único bem que nunca será recuperado uma vez perdido. Eu mesma gostaria de aprender a “ter tempo”! Trazemos sempre nosso querido colunista e “Senhor do Tempo” Christian Barbosa para que nos ensine algo a mais, para não investirmos nossa “melhor moeda” em vão! Nesta edição, desde a reunião de pauta onde definimos o tema principal sobre SWOT, sobre como colocar esta ferramenta em prática nas empresas de comunicação visual, pois realmente pode anteceder uma decisão errada, nossa jornalista Andressa Fonseca ficou extasiada e foi atrás de muitas informações e de profissionais que realmente fizeram desta matéria um “manual”! E o que o SWOT tem a ver com o tempo? Eu acredito que a relação é direta. Seja em nossas empresas, em nossa vida pessoal, perdemos muito tempo com hipóteses. Não que alguns assuntos não mereçam uma atenção maior, mas será que se pegarmos cada um e pensarmos em uma matriz SWOT, mesmo em casa, não conseguimos evitar muitos desgastes? Fazendo na empresa não podemos evitar levar tantas dúvidas para nossa casa? Só saberemos se tentarmos! Afinal, temos um excelente motivo para reduzir as preocupações: melhorar nossa qualidade de vida!

jornalista Andressa Fonseca MTB 9186/PR faleconosco@grandesformatos.com

Atendimento ao leitor +55 (41) 3023-4979

Atendimento e Cursos Antonio Escobar capacitacao@grandesformatos.com

Anúncios atendimento@grandesformatos.com editora@grandesformatos.com

Projeto e desenvolvimento gráfico Malorgio Studio welcome@malorgiostudio.com

Todos os direitos reservados . A reprodução total ou parcial deste material é permitida mediante autorização prévia expressa pela GF Editoração Ltda e desde que tenha citada a fonte. O conteúdo dos artigos é de responsabilidade dos autores, não expressando necessariamente a

Um grande abraço e boa leitura,

opinião da revista. Os informes técnicos são de caráter informativo, não são comercializados e a revista é imparcial, não prevalecendo nenhum fabricante

Luciana Andrade Editora editora@grandesformatos.com

em detrimento de outro. Os anúncios são de total responsabilidade dos anunciantes.

Momento GF – Sr. Rui Rui Doetzer, proprietário da Imagem Brasil e Rui Ferreira, que faz parte do time de sucesso!

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Nossos sinceros sentimentos a Empresa Imagem Brasil, de Pinhais-PR, que perdeu mais que um colaborador, mas um grande amigo de todos, Sr. Altair, o famoso Tico, faleceu no dia 13/09, vitima de um mal súbito. Que Deus abençoe a família e os amigos de tantos anos na empresa.

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artigo

LUCRO REAL, PRESUMIDO OU SIMPLES? Não tem edição mais oportuna do que essa sobre gestão, para falarmos sobre tributação. É muito importante analisar qual o melhor enquadramento tributário para adequar a contabilidade da sua empresa. Entre outras vantagens, essa é uma forma de evitar pagar impostos acima do que a lei prevê. Parece algo muito difícil? Então esqueça os termos técnicos e veja um jeito mais fácil de entender a diferença entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. 8

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Simples Nacional O Simples Nacional é um regime de impostos criado em 2006 como o objetivo de simplificar o pagamento de tributos por Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) além de dar o tratamento diferenciado para essas empresas. Ele reúne todos os tributos de uma empresa em uma única guia denominada Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), nela estão o IRPJ, o CSLL, o PIS, o COFINS, o IPI, o CPP, o ISS e o ICMS. Podem adotar esse sistema empresas com Receita Bruta de até R$ 3,6 milhões. Além do benefício de recolher através da Guia Única – DAS, as empresas enquadradas como ME ou EPP possuem outros benefícios como preferência desta modalidade em desempate de licitações e não ter a obrigatoriedade de contrata Jovem Aprendiz, sendo este último facultativo.

A tributação é determinada de acordo com a Atividade Econômica e o anexo de enquadramento no Simples, são 6 anexos que possuem alíquotas de 4,5% à 16,93%, por isso ter um contador pode ser muito importante na abertura e entendimento da tributação. Se sua empresa possui receita bruta superior a R$ 3,6 milhões, ela não poderá ser enquadrada no Simples Nacional. Você precisará, então, optar pelo Lucro Presumido ou Lucro Real. Não é regra, mas normalmente o Simples Nacional possui favorabilidade para as empresas de comércio com venda direta ao consumidor. Abaixo segue um perfil de empresa com vantagens nos Simples Nacional: • Empresas com margens de lucros médias e altas; • Com custos operacionais baixos; • Ter uma boa participação das despesas com folha salarial;


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• Transacionar mercadorias não beneficiadas por redução da base de cálculo do ICMS • Não ter mercadorias no regime de Substituição Tributária • Seus consumidores serem clientes finais

LUCRO REAL Algumas empresas são obrigadas a optar pelo regime de Lucro Real por causa da atividade que exercem (como instituições financeiras, por exemplo) ou por possuírem receita bruta superior a R$ 78 milhões. Empresas que adotam o Lucro Real devem calcular o PIS e a COFINS de 9,25% sobre o faturamento, no chamado regime não cumulativo. Desse valor, a empresa pode descontar créditos calculados com base em diversos fatores, como consumo de energia elétrica. A tributação do IRPJ e do CSLL são determinadas pela apuração do Lucro Líquido da Empresa de forma periódica, sendo assim o valor de apuração pode variar de acordo com os resultados da empresa, podendo até a empresa ficar sem ter apuração a pagar para o Governo, se ela apurar um prejuízo no exercício. É importante mencionar que no Lucro Real as empresas possuem alguns custos adicionais de operação, pois precisam manter um controle contábil financeiro adequado e possuem mais informações a transmitir ao fisco. O Lucro Real normalmente é vantajoso para empresas com reduzidas margens de lucro ou com prejuízo, tais como, grandes indústrias ou empresas que possuem muitas despesas como matéria prima, energia elétrica e alugueis, pois estas recebem crédito de PIS/COFINS no regime não cumulativo, além de calcular o IRPJ e CSLL sobre a baixa margem de lucro. Normalmente o perfil destas empresas é: • Margens de lucro baixa ou prejuízo; • Custos de operação alto com alugueis, fretes, matéria prima e energia elétrica; • Transacionar com mercadorias com redução da base de cálculo (incentivo fiscal); • Possuir mercadorias no regime de Substituição Tributária; • Ter faturamento acima de R$ 78 Milhões.

Fonte: https://capitalsocial.cnt.br

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LUCRO PRESUMIDO Para as empresas que adotarem o regime do Lucro Presumido, o Imposto de Renda (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro (CSL) têm por base uma margem de lucro pré-fixada pela lei. Essa foi uma forma de simplificar a apuração destes dois impostos. Desta forma, mesmo que a empresa tenha obtido uma margem de lucro maior, a tributação recairá apenas sobre a margem pré-fixada. Mas, atenção: se a margem de lucro efetiva for inferior à pré-fixada, os impostos serão calculados sobre a margem presumida. As margens de lucro presumidas são basicamente 8% para atividades industriais e de comércio, e 32% para atividades de serviços, existem algumas exceções, por isso é muito importante consultar um contador. Há com relação ao PIS e COFINS eles são calculados de forma cumulativas, ou seja, as compras da empresa não geram abatimentos destes impostos e a alíquota

somada é de 3,65% sobre o faturamento. O Lucro Presumido pode ser vantajoso para empresas que possuam Margens de Lucro superiores as da presunção, que tenham poucos custos operacionais, e que tenham uma folha salarial baixa, ainda assim é necessário verificar se o Simples Nacional não oferece maior vantagem comparado a este enquadramento. Abaixo um perfil médio das empresas do Lucro Presumido. • Margens de lucro acima dos limites de presunção; • Poucos custos operacionais; • Pouca participação nas despesas de folha salarial • Transacionar com mercadorias com redução da base de cálculo (incentivo fiscal); • Possuir mercadorias no regime de Substituição Tributária; • Ter o faturamento até R$ 78 Milhões. Agora você sabe um pouco mais sobre enquadramento tributário e a diferença entre o Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido.

Dicas Importantes • Normalmente quando as margens de lucro da empresa são menores do que as preestabelecidas pela Receita Federal, a opção pelo Lucro Real pode ser a melhor. • É importante que a empresa levante todas as informações e faça todas as simulações necessárias, pois, uma vez a opção realizada, somente será possível alterar no próximo ano calendário. • Outra dica é levantar os gastos adicionais de manter a empresa no Lucro Real, como esta opção requer uma série de controles e entregas de declarações acessórias adicionais, isso irá gerar uma maior despesa operacional.

• Uma decisão precipitada do empreendedor sem o devido planejamento pode acarretar a recolhimentos de impostos desnecessários. Portanto, o melhor a fazer é procurar a consultoria de um bom contador. Esse profissional é o aliado para ajudar a identificar qual estrutura é ideal para que sua empresa se desenvolva e cresça com sucesso!


GF NEWS

SCMídia promove mais um workshop de sucesso Por Antônio de Holanda Dando sequência à série de Workshops programados para este ano de 2017, a SCMídia realizou, no dia 24 de agosto p/p, mais um evento de sucesso, desta vez um treinamento técnico sobre os materiais utilizados em comunicação visual: vinis, lonas e chapas. De acordo com a pesquisa de satisfação feita com os participantes após o evento, foi um dos mais interessantes já ministrados. Além de detalhadas explanações sobre as composições, processos de fabricação e aplicações destes materiais, os participantes também receberam orientações de como interpretar os dados das fichas técnicas, através das quais se podem conhecer melhor as propriedades físicas e químicas dos materiais com os quais se está trabalhando. Houve também uma parte prática, com testes e demonstrações, permitindo aos participantes formar uma compreensão mais abrangente sobre os materiais que

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usam em seu “dia-a-dia”, capacitandose a selecionar a mídia mais adequada a ser utilizada nesta ou naquela aplicação, bem como os cuidados que devem proceder antes, durante e após a execução dos trabalhos. As atividades didáticas foram conduzidas por Bruno Ramos e Roger Moraes, hoje, respectivamente Supervisor Comercial e Diretor Administrativo da SCMídia, ambos atuantes há mais de 10 anos na área da comunicação visual e profundos conhecedores dos materiais nela utilizados. Muitos nos têm questionado sobre os objetivos da SCMídia com realização destes workshops. A resposta é muito simples: disseminar CONHECIMENTOS! Assim, criam-se profissionais mais conscientes, com maior cabedal técnico e, logicamente, mais rigorosos quanto à qualidade dos insumos, equipamentos e serviços que desejam comprar. E por falar em disseminação de conhecimentos, além dos workshops, a partir deste mês terão início os cursos de capacitação profissional (como já fora prometido), através de parceria com

a revista GF (Grandes Formatos), que já oferece esses cursos há vários anos, em Curitiba, onde é sediada. O primeiro deles será o CURSO AVANÇADO EM APLICAÇÃO DE ADESIVOS, que ocorrerá nos dias 22 e 23 de setembro (cai numa Sexta e num Sábado), das 09h:00 às 18h:00. O curso será ministrado pelo Prof. Diomedes Souza, profissional renomado em Curitiba, com amplo domínio das técnicas de envelopamento e adesivação. Maiores informações podem ser obtidas pelo fone (41) 3023-4979 (Curitiba) ou pelo e-mail: capacitação@ grandesformatos. com. Agregue mais essa competência ao seu currículo, torne-se também um capacitado profissional de envelopamento e adesivação!


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GF NEWS

Congresso Internacional de Tecnologia Gráfica alcança sucesso de público

Mais de 200 profissionais do segmento de comunicação impressa lotaram o auditório do Espaço Milenium, em São Paulo, para entender a visão de especialistas e compartilhar conceitos de inovação com o mercado. Promovida no dia 24 de agosto, pela ABTG (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica) em parceria com a APS Feiras & Eventos, a abertura foi feita pelo presidente da ABTG, Francisco Veloso Filho, que destacou a realização do congresso como uma das primeiras ações práticas surgidas das reuniões dos grupos de trabalho internos da ABTG que tratam de conteúdo e estratégia e visam reposicionar a associação de forma mais abrangente e pró ativa às demandas da indústria da comunicação gráfica. O primeiro palestrante a subir no palco foi o especialista alemão Andreas Weber. Em uma apresentação interativa, reforçou que o mercado precisa pensar além da tecnologia - equipamentos e

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suas velocidades; deve-se tratar também do valor imaterial da impressão. O período da tarde começou com a palestra do consultor Hamilton Costa, da ANconsulting, que tratou de como gerar maior valor para o cliente. O conceito principal passado por Hamilton é do entendimento de que o empresário de impressão não pode ser mais um mero reprodutor de impresso, sendo preciso buscar novas alternativas e tornar a impressão uma importante parte de todo um processo de serviço multimídia. O diretor da APS Feiras & Eventos, Alexandre Keese, apresentou uma série de tendências relevantes no mercado de impressão tendo como base pesquisas de grandes entidades do mercado, como Drupa e FESPA. Keese explicou as transformações das artes gráficas

para indústria gráfica, a chegada da impressão digital em grande escala e o impacto nos trabalhos. Alexandre explicou que o mercado atual demanda por mais trabalhos, porém com tiragens menores e mais personalizadas, com a indústria passando da produção em massa para a personalização em massa. Keese passou ainda pelos mais diversos conceitos de impressão industrial, impressão funcional e impressão de eletrônicos, ressaltando suas características, diferenças e oportunidades. Clóvis Pires Castanho palestrou no Congresso da ABTG tratando da evolução dos processos cross-mídia. De acordo


com Clóvis, o

pensamento estratégico é fundamental para ajudar o cliente a vender. Dentro desta visão, o conhecimento e uso de softwares têm grande importância para agilizar o fluxo de trabalho e oferecer novas possibilidades e o desenvolvimento de campanhas mais diferenciadas.

Para encerrar o ciclo de palestras, o alemão Rainer Wagner mostrou quais são as tendências tecnológicas até o ano de 2020. Ele ressaltou que a América Latina vem fazendo muitos investimentos no segmento em equipamentos novos de impressão e acabamento. O Congresso Internacional de Tecnologia Gráfica foi finalizado com uma mesa redonda. O mediador foi o diretor técnico da ABTG Manoel Manteigas de Oliveira. Participaram da mesa Kleber Rodrigues, gerente de vendas da Kodak; Fabiano Peres, supervisor de revendas da Canon; Rogério

Gomes, gerente de serviços técnicos da Hubergroup; Alexandre Dalama, diretor da Rotatek; Paulo Faria, diretor geral da KBA e Melchior Trueeb, gerente de vendas da Müller Martini. Dentre os vários temas tratados na mesa redonda, estiveram: sustentabilidade, a importância de diversificar o leque de produção, a dificuldade de atrair jovens talentos para o mercado gráfico, questões de sucessão nas empresas,

importância da tecnologia na produção de valor, as tendências one-to-one com a impressão digital, a integração de sistemas inkjet, o cuidado com perdas de insumos, a importância da capacitação e pensamento estratégico. As apresentações das palestras poderão ser encontradas no site da ABTG: www.abtg.org.br


5 artigo

erros que as empresas cometem nas redes sociais

No segundo artigo da série “5 passos”, vamos aprender com os erros Por Andressa Fonseca

Assim que as redes sociais começaram a ganhar o espaço que têm hoje na vida das pessoas, as empresas rapidamente perceberam um grande potencial de negócios. Altamente democrática, a Internet permite que as empresas possam divulgar seus produtos e serviços gratuitamente, ou com baixos custos e atingir um grande número de pessoas. As redes sociais são ferramentas excelentes para que seu negócio tenha êxito, mas também podem resultar em uma tarefa frustrante se não souber como fazê-lo. A presença online é muito mais que ter um perfil no Facebook, e enquanto isso não é entendido por gestores e diretores de empresas, centenas delas continuam cometendo vários erros. Separei cinco deles, e que considero bem básicos, mas infelizmente ainda muito cometidos. 16

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Falta de Planejamento

Premissa básica de qualquer ação, estratégia ou ideia. E a falta dele é o primeiro dos erros cometidos por empresas em redes sociais. É muito importante destacar que as mídias sociais potencializaram as formas de interação entre os consumidores, que, nesses ambientes, passam a ser formadores de opinião para o seu círculo mais próximo e até mesmo para usuários mais distantes. Dessa maneira, a empresa que pretende interagir com esses clientes deve contar com um planejamento e uma gestão de conteúdo adequados para a sua presença nas redes sociais.

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Perfil/Página incompleto

É muito comum acessar a página de uma marca e não encontrar as informações sobre ela. Não se sabe do que se trata, qual é o objetivo, a localização, se tem um web site, ou seja, as pessoas não entenderão claramente qual é o seu produto, por isso é essencial para o seu negócio que você complete toda a informação do perfil de sua página. Não se esqueça de selecionar a categoria do seu negócio, para que o seu produto seja facilmente encontrado pelos consumidores.

3

Não responder e excluir comentários negativos As pessoas começam a interagir comentando nas publicações e a marca nunca responde, não interage de volta. Isso é exatamente a mesma coisa que deixar alguém falando sozinho na loja. Pior, a empresa acabou de perder uma chance de se relacionar com o público. E o clássico dos clássicos: E atire a primeira pedra quem nunca pensou em excluir um comentário que incomodava. Porém, excluir um comentário negativo, só pode piorar a situação. Ser criticado ou alvo de reclamações nas redes sociais não é nenhuma tragédia ou motivo para desespero. Pelo contrário, faz parte da trajetória natural de qualquer marca que esteja de fato disposta a engajar e se envolver com seu público. O ideal é responder com educação, mostrar para outras pessoas que lerem o comentário que você se preocupa em responder e levar a conversa para um meio mais privado como o “inbox”, e-mail ou ligação.


4

Compartilhar posts somente sobre produtos ou sobre a marca

Muitas empresas acreditam que ter uma página ou perfil em uma rede social serve como um espaço apenas para se promover e expor seus produtos, não trazendo nenhum tipo de informação relevante para seus seguidores ou fãs. As pessoas acessam redes sociais por entretenimento, e não para comprar produtos. Compartilhar repetidamente material de autopromoção, dificilmente trará algum resultado positivo.

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Não contratar um profissional especializado Parece simples, mas não é! As redes sociais se tornaram uma fonte de negócios e isso também tornou necessário a presença de um profissional especializado para cuidar delas. Fazer um bom planejamento, cuidar da estratégia, se relacionar, criar conteúdo, tudo isso requer estudos e conhecimento, e tempo, por isso, se decidir investir em redes sociais, contrate este profissional.

Se você tem interesse em saber mais sobre como um plano de comunicação pode te ajudar, entre em contato comigo, terei o maior prazer em indicar as ações para que sua empresa tenha destaque. Envie um email para faleconosco@grandesformatos.com E aguarde os próximos artigos “5 passos”

Andressa Fonseca é Jornalista, especialista em mídias sociais, com experiência em redação, produção de conteúdo e assessoria de imprensa. Atua como Jornalista Responsável na Revista Grandes Formatos.


artigo

Estamos ficando para trás.. e o mercado não espera! Por Vinicius Maximiliano Qual seria sua reação se eu lhe dissesse que, atualmente, oitro em cada dez operações que acontecem na NISE (Bolsa de Valores de NY) são efetivadas, acompanhadas e rentabilizadas por robôs? E ainda: que essa é a tendência mundial para a maioria dos mercados? Calma, tem mais… Se eu dissesse que, em dez anos, tudo o que você conhece e estudou sobre mercado, economia, finanças, investimentos e rentabilidade estará ultrapassado? Mais uma: tudo isso está sendo estruturado, criado e testado hoje, em milhares de startups disruptivas e inovadores, nos quatro cantos do mundo. Não, não estou pintando um cenário de terror e pessimismo! Isso é o que o restante do mundo está vivendo, e nós, brasileiros, precisamos correr, e muito, para não ficarmos atrás dessa nova onde tecnológica que está invadindo mercados (dos mais revolucionários aos mais tradicionais!) de forma impiedosa, maravilhosamente inovadora e assustadoramente eficiente. Provavelmente você, ou alguém que conheça, já é usuário de serviços bancários digitais, tais como Nubank e outras plataformas praticamente sem qualquer estrutura física, taxas subsidiadas, crédito rápido e simplificação da relação cliente-banco. Nada de filas, taxas ou serviços casados. Nada de cheques, tarifas ou “serviço

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de banco”. Tudo muito rápido, fácil, via aplicativo, direto no Smartphone e com aprovações bem rápidas. Já deve também ter visto ou conhece um empresário ou pequena empresa que se inscreveu em plataformas de empréstimos online, de forma rápida, simples e eficiente. Análises de créditos super ágeis (mas nem por isso menos rigorosas), liberação online e pagamentos mensais que cabem no bolso. E quem já não ouviu ou até mesmo participou de campanhas de financiamento coletivo, onde empresas e pessoas lançam um vídeo em uma plataforma, oferecem recompensas e em troca pedem o financiamento de uma ideia ou iniciativa, atingindo em pouco tempo alguns milhares de reais, além da viabilização do produto, servico ou projeto, 100% via internet e quase que totalmente livre do sistema financeiro tradicional. E para completar, quem ja não ouviu falar das cryptomoedas? A nova febre mundial e que já está se tornando acessível diariamente a quase todos os brasileiros, e que promete, além de ganhos consideráveis, uma “fuga” segura dos trâmites e burocracias dos meios “antiquados” de investimento. Todas essas ideias resumem-se em três pilares: empoderamento financeiro, desburocratização setorial e liberdade dos bens monetários. Vamos aos fatos... Bem vindos ao mercado financeiro do século 21!

Vinicius Carneiro Maximiliano é advogado corporativo e gestor contábil. Com MBA em Direito Empresarial pela FGV e especialista em Direito Eletrônico pela PUC/MG, atuou como advogado de Propriedade Intelectual no Brasil para a Motion Picture Association (MPA), Associação de Defesa da Propriedade Intelectual (ADEPI) e também para a União Brasileira de Video (UBV). Em seguida, foi gestor de projetos especiais na Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) - e Business Software Alliance (BSA). Nomeado pela OAB/SP para a Comissão de Mercado de Capitais e Governança Corporativa. É diretor executivo da Etecon Contabilidade, escritório especializado em questões fiscais e contábeis para empresas tradicionais e da nova economia digital. Membro do Conselho curador do Instituto Lumina Educacional, que tem foco na educação diferenciada para a geração que já nasce em um mundo mecanizado e digital. Autor do livro “Dinheiro na Multidão” – Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional”, obra em que analisa o mercado de financiamento coletivo no Brasil e as questões fiscais e burocráticas que podem impactar esse segmento de mercado. Sempre na linha de estudos e pesquisas voltados para a “vida real e prática das empresas”, lança-se agora no estudo aprofundado dos impactos da Inteligência Artificial no mercado de trabalho brasileiro. A automatização, a robotização e as novidades tecnológicas, estão levantando questões que não estão sendo acompanhadas pelos governos, em especial no Brasil. Para mais informaçoes, acesse www.etecontabil.com.br


GF capacitação

GF Profissional promove troca de conhecimentos Desde 2011, o GF Profissional vem contribuindo com o mercado de comunicação visual e hoje é o primeiro centro de capacitação do país e referência em cursos focados na impressão digital com mais de 700 alunos capacitados em todo Brasil. Nossos professores são altamente capacitados e estão sempre em busca de atualizações para os alunos. Além de transmitir conhecimento, nossos instrutores recebem informações relevantes do mercado, vindas diretamente dos alunos. E essa troca faz com que os cursos sejam a cada dia melhores e aprimorados, pois atendem à demanda trazida pelos aprendizes. Com mais de 15 anos de experiência no mercado, Diomédes Souza, Instrutor do Curso de Adesivação conta como tem aprendido com os 20

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“Tenho aprendido diversas técnicas e aprimoramentos em aplicação de adesivos e outras áreas da comunicação visual, atualizações do mercado, novas ferramentas (muitas delas desenvolvidas pelos próprios alunos), mas o que realmente aprendi vai muito além de técnicas ou formas de realizar tarefas. Esse aprendizado é para a vida, aprender a ajudar e dar direção aos alunos/ colegas de profissão/

alunos do GF Profissional.

amigos e também receber diversos conselhos sobre como executar trabalhos que não tenho tanta aptidão”, conta. Diomédes fala também sobre a mudança no formato do curso, pautada pelos próprios alunos. “Já adaptei diversas técnicas de aplicação, mas o maior aprimoramento foi a divisão do curso de dois dias, sendo o primeiro dia focado aos que não possuam uma vivência no mercado de comunicação visual e o segundo onde eles participam com profissionais que buscam um aprimoramento, visto que já possuem habilidades na área, esse “mix” de alunos no segundo dia faz com que aconteça uma interação entre duas realidades que se cruzam no dia a dia de uma empresa”, declara.


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Um dos primeiros professores do nosso Centro de Capacitação, Diomédes avalia a evolução do mercado desde que começou com as aulas. “O mercado tem uma clara tendência de se tornar mais colaborativo, onde duas ou mais empresas se unem para executar trabalhos que anteriormente não seriam possíveis para nenhuma delas sem o apoio mútuo. Também percebo um desenvolvimento de empresas especializadas em prestação de serviços na área de comunicação visual, sem que entrem em concorrência direta com as que produzem os produtos. A evolução do mercado está andando a passos cada vez mais largos, para o bem do mercado e seus envolvidos”, avalia.

O GF Profissional conta com diversos cursos

os tipos de impressoras, as etapas de trabalho, o sistema de cabeças e a diferença entre as cabeças de impressão, para que servem e como funcionam, a tecnologia de impressão e a diferença entre os sistemas de impressão digital, reconhecendo e eliminando problemas nos equipamentos e na impressão, e ainda, conhecimento em mídias, tintas e temperaturas.

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• Curso Técnico em Impressoras Digitais de Alta Resolução

O curso envolve todo o trabalho de um impressor sublimático, o funcionamento do equipamento, sistemas de impressão, noções básicas de cabeçotes de impressão, processo de impressão, tecnologia de impressão e utilização do software RIP.

Indicado aos profissionais que já tem conhecimento e noções de impressão. Estes terão a oportunidade de aprender técnicas para reparos em diversos tipos de equipamentos, capacitando a receber uma impressora digital em laboratório, o funcionamento do equipamento de alta resolução, conhecimento dos cabeçotes de impressão, desmontagem, montagem e reforma geral da impressora; calibrações físicas e eletrônicas, identificando e resolvendo não conformidades de uma impressão digital.

• Técnico em Suprimentos de Comunicação Visual (Em breve) Focado para vendedores e impressores, o curso ensinará a diferença de diversos substratos existentes no mercado de impressão digital como Lonas (diferenciação entre backligh e frontlight, tramas, texturas e gramaturas), Adesivos (diferenciação entre cast, calandrado, alta performance, reposicionável, adesivo para impressão e decoração), Chapas (PS, PVC, Acrílico, Vidro, FOAM entre outras)

• Operacional em Impressoras Digitais de Grandes Formatos O curso abrange o cotidiano do impressor e por intermédio de aulas teóricas e práticas, ensina a importância da função, do processo produtivo e dos equipamentos. O aluno conhecerá

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• Gerenciamento Avançado de Perfil de Cores O aluno aprenderá os procedimento e tecnologias de cores consistentes em todo o processo produtivo do conteúdo digital, desde sua concepção até sua publicação final, prática de calibragem de monitores, equipamentos de impressão digital, gerenciamento do perfil de cores pantone e manual e o mecanismo softproof.

• Fechamento de Arquivos O curso é focado nos requisitos para fechamento de arquivos, melhores formatos, Corel ou PDF, vetor x imagem. O aluno aprenderá sobre a resolução correta para cada arquivo e os melhores métodos para escaloná-lo. Conhecimento do melhor padrão de cores, como CMYK ou RGF, os melhores programas; exportação de arquivos e o funcionamento do RIP.

• Aplicação Inicial e Avançada de Adesivos No curso para iniciantes, os alunos terão conhecimento sobre os diversos adesivos existentes no mercado, sua aplicabilidade e durabilidade, noções sobre ferramentase envelopamento de diversos materiais e superfícies. No curso avançado, os alunos aprenderão a envelopar partes de veículos e chapas (PS, PVC, Acrílico, Vidro, Chapa corrugada com rebites) e superfícies para trabalhos junto ao mercado de decoração e arquitetura, técnicas de adesivação com sobreposição, perfurados, jateados, cast, calandrado, entre outras, refile e acabamento.

Outros cursos estão sendo desenvolvidos, inclusive uma plataforma EAD sendo preparada. Se você tem interesse em saber mais sobre a grade curricular e agenda, ou em como se tornar um apoiador do Centro de Capacitação, entre em contato com Antonio Escobar, através do email: capacitação@ grandesformatos.com ou ligue para (41) 3023-4979.


gf news

Impressão Digital na Arquitetura Evento com 20 ambientes assinados por arquitetos renomados nacional e internacionalmente, conta com elementos exclusivos do mercado de impressão digital Por Luciana Andrade A Mostra Artefacto Curitiba 2017 abriu suas portas para o público no dia 19 de agosto e apresentou conceitos que têm tudo a ver com o novo modo de vida em casas dos mais diversos estilos, estabelecendo conexões entre o design e as propostas que desfilam pelas passarelas, por exemplo. Sob o tema décor+fashion, a edição 2017 reúne grandes nomes da arquitetura em ambientes que homenageiam fashionistas que estão entre os mais expressivos do circuito. Estivemos presentes na coletiva de imprensa e pudemos conferir os detalhes de cada espaço, e constatamos o que há muito tempo estamos falando em nossas edições: O mercado de personalização abre um grande nicho para o nosso segmento. É impressionante poder ver a aplicação dela em um evento tão direcionado à arquitetura de interiores e relacionado à moda.

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A princípio são universos completamente diferentes, porém, a personalização está cada dia mais presente nos projetos. Emocionante ver o jogo de lençol impresso em sublimação com a estampa favorita do artista, o quadro da sala representando “A Oca” de Oscar Niemeyer com impressão em transparente invertida, calçada em branco e aplicada em vidro! Em outro ambiente relacionado à alta costura as cortinas impressas em sublimação com a mesma estampa dos vestidos da nova coleção! Além de muitos outros elementos. Fiquei extasiada!

#DICAGF Quer fugir da briga do m²? Conheça mais sobre a personalização para o mercado de arquitetura, há um grande nicho a ser explorado.

Vestido e cortina com a mesma estampa, impressão em sublimação. Espaço das arquitetas Jocymara Nicolau e Andrea Posonski para Stephanie Garcia e Zilah Garcia (Olympiah)


Ambiente do arquiteto adro Javier Godino, com qu

a” de Oscar representando “A Oc são em Niemeyer com impres a, calçada transparente invertid em vidro! em branco e aplicada

Lençol impresso em sublimação com estampa favorita da homenageada Juliana Jabour RE V IS TA G F • S e t e m b r o | O u t u b r o 2 0 1 7

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cantinho da produção

Cantinho da Produçao

Por David Mendes Prezados, parceiros e leitores! Venho tentando estreitar a nossa comunicação visando assuntos em que vivo na minha empresa. Dúvidas, boas dicas de leitores feita pelo aplicativo de mensagens, ligações recebidas e também algumas consultorias feitas pelo Brasil a fora. Devido ao momento de grande dificuldade financeira do País, e principalmente aqui no Rio de Janeiro ,o capital de giro tem sido um assunto muito discutido entre o financeiro e a produção, pois nossos clientes cada vez querem mais querem o menor preço, o menor prazo e a maior qualidade. Então você acaba se fazendo uma pergunta de como dar prazo, sem capital de giro suficiente no caixa?

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Sendo assim eu levanto a seguinte questão: Você já viu quanto você tem em estoque? Olhando cada matéria prima como se fosse dinheiro em banco, isso mesmo, o nosso estoque pode e certamente irá influenciar muito no capital de giro. Quem tem sistema integrado consegue em alguns cliques ver esse valor e com certeza irá se surpreender. Quem não tem sistema tire um dia, talvez um sábado ou até mesmo sacrifique uma noite para fazer um levantamento apurado de quanto em valores sua empresa investiu para deixar alguns materiais estocados. Digo isso, porque as vezes, somos levados por promoções e compramos material além do que seria o correto, tudo bem ele será utilizado e o preço era muito bom porém vale a pena fazer algumas perguntas a si mesmo. Será que essa promoção acaba hoje

mesmo? Não seria melhor investir este dinheiro que ficará no estoque em um equipamento novo ou até mesmo em uma manutenção que está sendo adiada? Esse dinheiro da compra excessiva por conta da promoção não pode ser usado para uma compra à vista com uma economia mais surpreendente? Gosto de me fazer essas perguntas sempre de caso a caso ou de fornecedor para fornecedor ou de acordo com o GAP que estou vivendo no financeiro. Por exemplo: Se o meu fornecedor entrega de um dia para o outro, e o meu prazo de entrega de bureau é de 48 horas, porque não fazer um estoque mínimo? Concordo que o estoque mínimo é bastante perigoso, mas tendo um sistema integrado ou apenas uma simples planilha de controle fica muito mais fácil e seguro.


Basta praticar o velho e conhecido (saiu x pediu) Agora se o seu fornecedor é de outro estado e demora dois, três ou mais dias para entregar podemos fazer um estoque de segurança, porém com a quantidade suficiente para atender a demanda, sempre sem exagero. Quando o comercial tem uma boa comunicação com o PCP, aí que este controle se torna um rentável, quando a ordem de serviço é aberta, porém ainda vai dar uma passadinha na criação. É o momento certo para o comprador adiantar a compra para que quando a OS “pingar” no PCP, o material estar chegando na sua empresa. Essa manobra aqui, e em algumas empresas em que sou testemunha, tem sido muito proveitoso, e a resposta lá no financeiro é rápida. Seu espaço físico

melhora, e por incrível que pareça, você acaba saboreando a próxima promoção que pode até ser ainda melhor.

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Minha sugestão inicial é analisar quatro fatores: A sua média de venda, prazo de entrega do seu fornecedor, seu tempo de produção e o prazo de entrega que você oferece ao seu cliente. Sendo feita essa matemática fica ainda mais seguro trabalhar com o estoque mínimo. Cabe ressaltar que seu controle de estoque, produção e PCP estão trabalhando de forma responsável nos casos de preenchimentos das ferramentas de controle. Costumo sempre pontuar: Não existe gerência, planejamento e sucesso sem controle. Bom, está é a minha dica para o nosso momento “clinico” economicamente. Agora se você tem outra estratégia de sucesso ou até mesmo gostou dessa,

David Mendes é Sócio da Identidade Visual, do Rio de Janeiro

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e sua empresa tem clientes muito exigentes, que não se contentam com nada menos do que o melhor, experimente usar vinis Intercoat® em seus próximos trabalhos. “Muito bom!”, será o mínimo que você vai ouvir. Além da excelente qualidade, agora são oferecidos com 3 tipos de cola, que ampliam em muito suas possibilidades de uso. Quem exige qualidade, exige vinis Intercoat®. E ponto final!

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capa

S.W.O.T

OPORTUNIDADES OU AMEAÇAS? Por Andressa Fonseca Esta matéria quase deu um nó na cabeça desta Jornalista que vos escreve. E vou explicar o porquê. Em nossa reunião de pauta, a ideia inicial deste especial, seria falar sobre “SWOT – Oportunidades ou Ameaças?” Termo que provavelmente você já ouviu falar, e possivelmente já tenha utilizado a ferramenta. E se você nunca ouviu falar, ou nunca se aprofundou sobre o assunto, fique tranquilo, que logo adiante vou explicar. Mas antes eu quero contar o porquê do nó na minha cabeça. (Momento no divã do leitor). Quando comecei a estudar sobre SWOT, comecei a entender porque tantas empresas começam tão bem e acabam se perdendo no caminho. Aquelas que caminhavam rapidamente e tranquilamente rumo ao sucesso, mas que de uma hora para outra, fecharam as portas. E foi surgindo em mim ao longo da pesquisa, uma ansiedade em encontrar uma solução para isso. E envolvida neste sentimento fui descobrindo que não é nada fácil gerir uma empresa, ao mesmo tempo basta apenas dedicar um pouco de tempo em conhecer sobre os 28

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principais fatores que podem levar uma empresa ao sucesso, ou infelizmente ao fracasso. Identifiquei que é necessária uma visão estratégica, que compreende: gestão financeira, de tempo e de pessoas. E para falar sobre cada um destes fatores, teríamos que escrever mais um especial completo. Entendeu o motivo do nó na minha cabeça? (Obrigada por ter lido até aqui, foi um grande alívio poder te

dizer tudo isso, agora te convido a viajar comigo neste universo da gestão estratégica) Por sorte, temos parceiros incríveis que nos ajudaram a escrever esta matéria, e da mesma forma como tudo foi ficando tão claro para mim, espero que fique também para você. Boa leitura!


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CONHECENDO A FERRAMENTA S.W.O.T SWOT é uma sigla que quer dizer:

S W O T

Strengths

Weaknesses

Opportunities

Threats

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Em português pode ser conhecida como FOFA: Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças. Esta ferramenta foi criada pelo norteamericano Albert Humphrey, consultor de gestão de negócios, nas décadas de 1960 e 1970, para ser usada em empresas, como forma de avaliar o ambiente e auxiliar nas estratégias e tomadas de decisão. Não existem grandes segredos em como fazer uma análise SWOT. Inclusive, ela foi criada em forma de matriz exatamente para facilitar sua elaboração e análise, de uma forma intuitiva e que segue certas regras de fácil aplicação. Veja como fazer uma análise SWOT em 6 passos. Antes de montarmos o passo a passo de como fazer uma matriz SWOT, vamos entender os conceitos que são usados ao usar esta ferramenta de análise estratégica. Agora é que vem o pulo do gato de como fazer uma análise SWOT e que muitos não se atentam: a análise do ambiente interno é que determina suas forças e fraquezas. E a análise do ambiente externo é que possibilita a definição das oportunidades e ameaças.


Ambiente interno

Usualmente o ambiente interno é definido como aquele sobre o qual a empresa tem controle. Isto é, tem como agir sobre ele. É neste domínio que você encontrará as forças e fraquezas de sua empresa. Vamos explicar isso de forma mais clara: como o próprio nome diz, o ambiente interno é tudo que “está dentro”, faz parte, se relaciona ou pertence a empresa. Entenda isso de uma forma ampla, uma patente, por exemplo: ela não está “dentro da empresa”, mas você tem controle sobre ela. Portanto, todos os fatores sobre os quais é possível intervir são parte do ambiente interno, como seu pessoal, maquinário, políticas de vendas, tecnologias empregadas, softwares e sistemas de gestão, frotas de veículos, rede de filiais, carteiras de clientes, a cultura organizacional, capacidade de investimento etc. É dentro do ambiente interno que você encontrará suas forças e fraquezas:

Forças

Elementos e características de seu ambiente interno que representam uma vantagem sobre a concorrência. Por exemplo: um hotel que tem uma excelente localização de frente para o mar e com facilidade de acesso pode considerar isso como forças. Da mesma forma, um hospital que tem um corpo médico extremamente qualificado, assim como uma marca de roupas prestigiada e desejada pelo público têm nessas características exemplos de forças.

Fraquezas

De forma análoga, as características e elementos de seu ambiente interno que desfavorecem sua empresa em relação à concorrência são suas fraquezas. Imagine uma fábrica de alimentos enlatados que se localiza muito distante dos grandes centros e por isso tem custos de transporte elevados; ou uma empresa aérea que tem uma frota de aeronaves antiga e por esse motivo tem mais gastos de manutenção e problemas de atrasos em seus voos. Perceba que nesses dois exemplos a empresa tem controle sobre essas fraquezas e pode tentar mudar isso de alguma forma, mesmo que seja algo muito caro, como nesses dois casos.

Ambiente externo

Fatores sobre os quais a empresa não tem controle, como o clima, taxa de juros, mudanças de legislação, câmbio, desastres naturais, políticas ambientais, guerras, embargos econômicos, crises econômicas, eleições etc.

Oportunidades

Sempre que um fator externo cria um cenário favorável para a empresa, ele representa uma oportunidade. Imagine um hotel durante as Olimpíadas no Brasil e mesmo a companhia aérea do exemplo anterior neste período dos Jogos. Isso é uma excelente oportunidade!

Ameaças

Todos os elementos ou conjunturas que criam um ambiente desfavorável para a empresa (e sobre os quais a empresa não tem controle) são ameaças para o negócio. No caso do hotel, uma temporada de fortes tempestades e clima ruim são ameaças, assim como o aumento do preço dos combustíveis e do dólar são ameaças para a companhia aérea.

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E agora vamos à construção da ferramenta. Para isso, siga estes passos:

1. Defina suas forças. 5. Coloque os dados nos locais da planilha conforme 2. Determine suas a figura.

Forças podem potencializar quais oportunidades.

fraquezas.

3. Liste as

6. Faça as

Forças podem combater quais ameaças.

correlações entre os fatores da matriz e determine:

oportunidades.

4. Enumere as

Fraquezas podem prejudicar quais oportunidades.

ameaças.

Fraquezas podem potencializar quais ameaças.

forças

Oportunidades

fraquezas

Modelo de Matriz SWOT. Fonte: blog.iset.com.br

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ameaças

Ambiente externo

Ambiente Interno

Análise Swot

Chegou o momento de parar sua leitura e desenvolver sua Matriz S.W.O.T Se ficou com dúvidas, dá uma olhada neste exemplo, que foi realizado em uma empresa de comunicação visual em Campos Gerais no Paraná, que não terá seu nome divulgado.


VARIÁVEIS INTERNAS Forças

Fraquezas

• Atendimento ao cliente • Confiança • Meio Ambiente (destinação de resíduos) • Interesse em Planejamento Estratégico • Busca por conhecimento cursos e treinamentos • Uniforme • Orçamento padronizado • Diversidade de ferramenta comunicação • Nota Fiscal eletrônica • Boleto • Diversidade de contas bancárias pagamento • Material de qualidade segundo finalidade • Utilização de EPI • Sinalização durante transporte

• Empresa mesmo espaço que residência • Site desativado • Não ter funcionário • Escritório em espaço residencial • Nessecidade de veículo maior para entregas • Localização • Veículo não plotado/ sinalizado adequadamente • Não disponibilizar pagamento com cartão • Tecnologia desatualizada • Planejamento informal

C

M

Y

CM

MY

CY

CMY

K

VARIÁVEIS EXTERNAS OPORTUNIDADES

AMEAÇAS

• Divulgação da empres • Mercado em crescimento • Mudança na política e economia • Alteração de tributos • Aplicação do crédito ao consumidor • Novo produto que aumente consumo • Modismo • Parceria com concorrência • Acesso a novas tecnologias • Saída de um concorrente • Aliança estratégica

• Crise econômica • Instabilidade política • Novos tributos • Novos concorrentes • Novidade em mídia • Perda do valor da marca • Tecnologias mais desenvolvidas • Mudança de hábito do consumidor • Guerra de preços entre concorrências

Fonte: Elaborado pelas autoras Figura 3 - Diagrama de SWOT

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#DicaGF Partindo do diagnóstico levantado acima, foram sugeridos Planos de Ação e Projetos focados nos seguintes pontos:

Forças A empresa deve trabalhar para manter os níveis alcançados em relação ao ‘Atendimento ao Cliente’, ‘Confiança’ e ‘Preços’, sobretudo observando o desenvolvimento da concorrência.

Fraquezas A localização da empresa e a comunicação visual (fachada e plotagem de veículos) devem ser tratadas com especial atenção, pois além de apontadas pelos clientes, estão relacionadas a marca da empresa, cuja própria identificação caracteriza seus produtos.

Oportunidades Destacam-se aqui a busca por inovações de mercado, além de parcerias e alianças estratégicas.

Ameaças Corroborando com as ações voltadas as oportunidades, no que tange as ameaças a empresa precisa estar atenta a movimentação da concorrência, sobretudo no que diz respeito a inovações. Ressaltando que a empresa pode obter vantagem competitiva também através de outras ferramentas estratégicas para melhorar seu desempenho, uma vez que está em fase inicial de seu Planejamento Estratégico.

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A criação da matriz / análise SWOT (FOFA) é etapa essencial para qualquer planejamento estratégico de sucesso. Então aconselhamos você a fazer isso assim que terminar de ler nosso especial. Existem vários materiais disponíveis na Internet que podem de auxiliar neste processo.


ENTREVISTA COM MARCIO FONTOURA FERNANDES Marcio O mercado de comunicação visual está cada vez mais acirrado, exigindo a busca incessante das empresas por um diferencial competitivo. Inovar é fundamental para estar em evidência. Atualmente, alguns produtos que são oferecidos se tornaram commodities, ou seja, têm seu preço final muito próximo ao do concorrente. O que pode diferenciar este preço é uma opção do cliente por uma determinada qualidade dependendo da expectativa para divulgação do seu produto, da sua marca. Muitos empresários são assediados por representantes das fábricas, quando há lançamento de novas tecnologias, e impressionados com este maquinário de primeira linha e altíssima qualidade, vislumbram um diferencial competitivo. A análise de mercado e de viabilidade de aquisição é fundamental para investir compra de

GF Os empresários do nosso segmento

(comunicação visual), investem em equipamentos para ampliar seu parque fabril, e assim aumentar sua produção e lucratividade. Esta é a intenção no momento da compra, porém nem sempre é o que acontece. Temos visto empresários endividados, com máquinas paradas e sem ações para aumentar seu lucro. Diante deste cenário, gostaria das suas dicas. Como não cair nesta cilada? O que o empresário deve fazer antes de investir? Quais pontos deve considerar? Qual a melhor opção de compra? Financiamento, consórcio, empréstimo?

um equipamento. Normalmente os empresários agem por impulso. Acreditar que vão ter um diferencial competitivo porque tem uma máquina melhor não significa um retorno imediato, é possível que esta solução vislumbrada pelo empresário se torne um grande problema, difícil de ser administrado. Realizar um estudo de viabilidade para aquisição de um equipamento é de suma importância. Através dele, será possível: Identificar se há demanda reprimida

no mercado, identificar concorrentes que tem esta tecnologia, verificar a real necessidade da sua carteira de clientes, mensurar o investimento necessário para capacitar os funcionários da área operacional e comercial, verificar se esta aquisição vai agregar valor ao seu produto, verificar se há espaço físico disponível para o maquinário e analisar os indicadores financeiros. Desta forma, é possível dizer que o planejamento é fundamental para a saúde da empresa e a inovação é essencial para se destacar no mercado. Com isso, a melhor opção de compra de um novo maquinário é através de recursos próprios. A empresa deve ter um capital de giro disponível para realizar novas aquisições e manutenção de equipamento. Porém, a realidade de muitos empresários é que nem sempre há fluxo de caixa para esta finalidade, o que torna necessária a contratação de uma linha de crédito. Há no mercado algumas linhas mais acessíveis para aquisição de máquinas, a mais indicada é o Finame, criada pelo BNDES, que financia a compra de equipamentos de fabricação nacional. Este crédito, pode ser pleiteado no Banco que a empresa mantém relacionamento. Além desta linha, temos linhas de PROGER e o PROGEREN, que são linhas de crédito com taxa bem atrativa e com carência média de 180 dias para o pagamento da 1ª parcela. Os empresários podem recorrer a outras linhas de crédito ofertadas pelas instituições financeiras, dependendo do cadastro, é possível conseguir taxas próximas a do BNDES.

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É preciso analisar com muita cautela, pois dependerá da urgência da aquisição da máquina, da capacidade financeira do empresário, garantia concedida e histórico de crédito da empresa. Contudo acima exposto, saliento a importância de buscarmos um diferencial competitivo, a necessidade de nos reinventarmos a cada dia. Para isso, a aquisição de máquinas está cada vez mais acessível aos pequenos empresários. É necessário inovar, é preciso investir em novas tecnologias, porém é preciso que haja um planejamento. Identificar se é preciso realizar a aquisição neste momento, verificar se há espaço para alocação do maquinário e se há capital de giro suficiente para compra e manutenção do equipamento. Reafirmo que a capacitação dos colaboradores é essencial para manuseio da forma adequada e para melhor vendagem do produto. Como citei acima, é fundamental ouvir os funcionários e envolvê-los, criando um ambiente motivador, que resulte em uma maior produtividade aliada à satisfação. É preciso analisar se realmente com esta aquisição haverá lucro e capacidade de provisionar recursos para eventuais necessidades.

GF Na sua visão, o que falta ao

empresário brasileiro na hora de investir? Marcio Planejamento, uma palavra tão comum, mas representa muito. Por menor que seja o valor investido, deve ser tratado com muita responsabilidade, uma vez, que se a expectativa de crescimento não se concretizar, o sonho pode se tornar um prejuízo e em tempo de recessão, qualquer valor deve ser preservado. A falta de informação compromete todo um resultado. As tomadas de decisões devem acontecer considerando o planejamento estratégico realizado, desta forma o empresário terá uma visão mais ampla do negócio. Um bom estudo de viabilidade econômica, análise de mercado e uma estratégia de ação comercial bem definida, pode apoiá-lo nesta decisão. Uma boa opção é contratar uma consultoria especializada.

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É preciso ter uma visão muito clara do que é o seu negócio e aonde quer chegar, se você não tiver um objetivo e não conseguir traçar um plano para atingilo, não terá êxito. O empresário pode começar definindo seu plano de negócios, estabelecendo conceitos claros sobre a missão, visão e objetivo da empresa. O

próximo passo seria elencar quais são os pontos fortes e fracos dos concorrentes, as oportunidades e fraquezas, sempre respeitando o propósito da empresa. Elaborar um plano de ação a partir das informações consolidadas, fará com que o empresário tenha uma tomada de decisão mais precisa, atingindo mais rapidamente seu objetivo, reduzindo custos e otimizando tempo.

GF Tem algum case que possa

compartilhar conosco, mesmo que anonimamente, de algum empresário que tenha investido por “intuição” e tenha ficado com sérios problemas financeiros? Marcio Sim, em um caso recente o empresário fez a aquisição de um equipamento de alta tecnologia, no entanto fora do seu campo de atuação atual, acreditando que essa nova opção de impressão UV, iria torná-lo mais forte e atrair novos negócios e com maior rentabilidade. Isso realmente vai acontecer na linha do tempo, pois várias ações comerciais já estão sendo adotadas para a captação de novos clientes. Reforço que atualmente esse empresário investe em treinamento e desenvolvimento de sua equipe. Neste caso, o critério de análise do mercado, foi apenas da demanda existente, lembro que mais uma vez deve ser previamente utilizado o estudo de viabilidade econômica, onde iremos considerar o tempo de retorno deste investimento e o melhor momento para a empresa tomar essa decisão, considerando seus indicadores financeiros.

GF Após entrar em um grande

prejuízo, tem como sair? Quais seriam suas dicas para um empresário que investiu e ainda não viu lucro? Marcio Em primeiro lugar, mantenha a tranquilidade, desespero não vai ajudar. Calcule o valor real de sua dívida. Procure os bancos e tente renegociar prazos para uma melhor adequação de seu fluxo de caixa, muitos bancos estão adotando uma política de recuperação de crédito bem flexível, com uma taxa média bem atrativa, algumas instituições oferecem carência de até 59 dias para o pagamento da primeira parcela. Procure seus fornecedores, com certeza eles preferem receber, mesmo que a longo prazo.

Ajuste seus custos, reduza o máximo que puder, mas cuidado para não diminuir sua qualidade e capacidade produtiva. Reveja seu plano de ação para entender o que o fez tomar a atitude de investir, qual era a expectativa e o porquê não teve êxito. A partir das falhas identificadas deverão ser tomadas decisões a fim de minimizar o prejuízo. Busque urgente uma nova estratégia comercial, pois com certeza você precisa aumentar suas vendas. Caso a demanda esteja muito distante do que fora projetado anteriormente, investir em ações de marketing para aumentar seu posicionamento no mercado pode ajudar, mas se superestimada essa capacidade, o empresário terá que rever e considerar a possibilidade de reduzir sua estrutura. Caso tenha a possibilidade, venda algum equipamento de menor uso ou potencial de mercado. Verifique a possibilidade de atrair investidores, com e sem interesse de aquisição de cotas de sua empresa.


GF Tem algo a mais que queira acrescentar e que seja relevante ao nosso leitor? Marcio Sim, invista muito na máquina humana. Ter equipamento de alta tecnologia realmente é essencial, no entanto uma equipe bem treinada faz a diferença. Quando converso com empresários de diversos segmentos, consigo identificar que a maior dificuldade está em ter colaboradores qualificados. Sabemos que neste segmento, um erro aparentemente pequeno representa a perda de material, que gera um enorme prejuízo. Investir em treinamento gera um resultado mais rápido e com um custo menor.

Você aprendeu nesta matéria a fazer a ferramenta S.W.O.T, já sabe da importância dela para o sucesso do seu negócio, e pegou dicas do Expert Marcio Fontoura. O que falta para alcançar o tão sonhado sucesso?

falar sobre Liderança, Christian Barbosa sobre a gestão do tempo, e a Master Coach Simone Soares sobre o poder da ação: Como colocar em prática tudo que conheceu.

Ação! Nas próximas páginas você vai ler artigos que vão complementar este especial. A nossa querida amiga Alessandra Assad vai

Gostou da matéria? Dê a sua opinião! Envie suas impressões sobre esta matéria para faleconosco@ grandesformatos.com com seu nome, empresa, Cidade e Estado, ou ligue para: (41) 3023-4979 Facebook.com/RevistaGF

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Liderança Tóxica: a influência poderosa do medo

Por Alessandra Assad As emoções contagiam. Quando uma pessoa despeja sob nós seu lixo tóxico, ativa nossos circuitos que provocam essas mesmas emoções angustiantes. Adquirimos emoções negativas da mesma forma que contraímos uma infecção viral por rinovírus, por exemplo, e esse contágio pode provocar o equivalente emocional de um resfriado de verdade. Talvez você já tenha passado por isso. Daniel Goleman explica que existe um subtexto emocional em toda e qualquer interação, o que vai gerar a chamada economia emocional: os ganhos e perdas interiores que vivenciamos com algumas pessoas, em uma determinada conversa. E, às vezes, a conversa nem é sua, mas você passou por ali e respirou uma

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fumaça daquele lixo tóxico para você, já foi suficiente para mexer com o seu emocional, dependendo do seu dia. São essas as experiências cotidianas que nos fazem deixar o cérebro praticamente em eterno estado de alerta. Essa maior vigilância aumenta a nossa atenção para as dicas emocionais transmitidas por outras pessoas. Isso faz aumentar o contágio.

Radar Cerebral Esta resposta é provocada pela ação da amígdala cerebral que gera a reação de luta, fuga ou inércia, diante do perigo. E o medo é a emoção que mais estimula a amígdala. Quando ativada pelo alarme, o circuito da amígdala ativa pontos-chave do cérebro, orientando os pensamentos, atenção e percepção para o que provocou o medo. Automaticamente fica-se mais

atenta à expressão facial das pessoas que estão ao redor, em busca de sorrisos ou sinais de desaprovação para que se possa interpretar melhor os sinais de perigo. Essa maior vigilância gerada pela amígdala aumenta a atenção para as dicas emocionais transmitidas por outras pessoas. Esse foco intensificado invoca em nós o sentimento do outro, aumentando o contágio. Dessa forma os momentos de apreensão deixam o indivíduo mais suscetível às emoções de outra pessoa. A amígdala funciona ainda como um radar do cérebro, chamando a atenção para o que pode ser novo, surpreendente ou importante, e necessita investigação. Embora esta importância da amígdala não seja novidade para a neurociência, sua função social como parte do sistema cerebral de contágio emocional só foi revelada recentemente.


A Influência do Medo Dean Buonomano, professor de Neurobiologia e Psicologia do Brain Research Institute da Universidade da Califórnia, traz a seguinte questão no livro “O Cérebro Imperfeito”: por que o medo exerce uma influência tão poderosa? Na História Renascentista, Maquiavel já aconselhava os príncipes de que era melhor ser temido do que ser amado, uma vez que o medo fabricado fornecia uma poderosa ferramenta para controlar as grandes massas, garantir a lealdade e justificar guerras. Para Buonomano, a resposta está na capacidade de o medo se sobrepor à razão. Ele explica que boa parte do nosso circuito do medo foi herdado de animais sem muita parte frontal, com pouco córtex pré-frontal, responsável pelas funções executivas, incluindo tomadas de decisões, atenção, comando de atos e intenções. Nossas ações parecem representar um projeto em equipe: envolvendo as áreas cerebrais mais antigas como a

amígdala e os módulos frontais mais novos. Juntas, essas áreas podem chegar a algum consenso em relação ao compromisso apropriado entre emoção e razão. Porém, Buonomano observa que esse equilíbrio depende do contexto e, em alguns momentos, pode se inclinar bastante na direção das emoções, visto que já sabemos que o número de conexões que saem da amígdala em direção às áreas corticais é maior do que a quantidade das conexões vindas do córtex que chegam até a amígdala. Não resta a menor dúvida de que em muitos casos, ainda em nossos tempos, os medos sejam amplificados e distorcidos a ponto de serem completamente irracionais. Uma das situações mais estressantes que um indivíduo pode passar é ter um líder abusivo, obcecado por poder. Relacionamentos tóxicos ou negativos fazem mal, e ao longo do tempo podem funcionar como um lento veneno para o seu organismo.

Alessandra Assad é Master of Sciense in Business Administration in Neuromarketing na instituição de ensino Florida Christian University, é jornalista especializada em management, com MBA em Direção Estratégica e Mestrado em Neuroliderança. Professora nos MBAs da Fundação Getulio Vargas em todo o Brasil e professora no Master of Sciense in Business Administration in Neuromarketing na Florida Christian University. Palestrante internacional e CEO da ASSIM ASSAD Desenvolvimento Humano. Autora dos livros Atrevase a Mudar!, Leve o Coração para o Trabalho e A Arte da Guerra para Gestão de Equipes e Liderança Tóxica.


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O Poder da Ação Por Simone Soares Você já pensou em conquistar seus sonhos em pouco tempo? Estamos no segundo semestre do ano, e você tem a oportunidade de tirar a sua vida ideal do papel e começar a realizá-la hoje mesmo, mas antes de qualquer coisa, quero trazer alguns questionamentos sobre seu estado atual. Com sinceridade você sabe como está sua vida hoje? Qual é a verdadeira situação do seu negócio hoje? Como dar o próximo passo se você não souber onde está? Que montanha almeja subir? Qual é o seu Everest? Quais são suas metas, seus objetivos, seu estado desejado? Qual é o seu propósito de vida? Qual é a visão, a missão e os valores da sua empresa? Atualmente é comum encontrar pessoas sem sonhos, metas e objetivos, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional, mas como agir sem ter tudo detalhado no papel para o próximo mês, semestre e ano? Se eu pedisse para você fechar os olhos, me contar detalhes do que você vê na sua empresa daqui 1 ano, 5 ou 10 anos, você saberia me dizer? Você tem sido ousado nas suas metas? A visão deve ser constante, clara e intensa. Segundo Jorge Paulo Lemann, sonhar grande e sonhar pequeno dá o mesmo trabalho. Olhe para o seu futuro e pense que você pode chegar

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onde ninguém chegou! Como você se sente após fazer essa autoavaliação? Sim, existe um caminho a trilhar, foco e disciplina fazem parte do preço a ser pago, não estou me referindo a dinheiro e sim a fazer o que ninguém fez ou está disposto a fazer. Quais as mudanças necessárias que precisam ser feitas hoje na sua empresa? Tenho certeza que você obteve respostas e agora está pronto para agir, esse é o primeiro passo para a conquista de suas metas e objetivos. No livro “O Poder da Ação”, Paulo Vieira nos traz que a única coisa que nos separa de nossos objetivos é a nossa capacidade de agir. Os fatores que determinam o tempo para realização de uma meta é a quantidade e a qualidade das ações estabelecidas. Você poderá seguir um plano de ação muito conhecido no meio empresarial chamado plano de ação modelo “5W 2H”. • O que agir/fazer (What) • Por que agir/fazer (Why) • Onde agir/fazer (Where) • Quando agir/fazer (When) • Quem agirá/fará (Who) • Como agirá/fará (How) • Quanto custará (How much) Lembre-se que para sair da zona de conforto suas ações precisam estar bem direcionadas, pequenos ajustes geram grandes resultados, esses por sua vez geram mudanças e trazem

muito aprendizado. Por falar em aprendizado, você tem buscado novos conhecimentos no seu setor? Você sabia que 44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro (Pesquisa Retratos da Leitura, de 2015). Pense nisso e não esqueça que não há fracassos na vida, apenas resultados. Mude suas ações e seus resultados mudarão! Até nosso próximo encontro.

Simone Soares, Master Coach

Integral Sistêmico pela Febracis com Certificação Internacional pela Florida Christian University. Practitioner SOAR, Coaching Individual, Palestrante, Ministrante Credenciada para o treinamento O Poder da Ação, baseado no best seller de mesmo nome do PhD Paulo Vieira e do treinamento O Poder da Autorresponsabilidade do mesmo autor.


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3 passos para não se atrasar e parar de viver na correria Por Christian Barbosa Já falei aqui antes sobre o fato das pessoas aceitarem “viver na correria”, né? Tem gente que responde com orgulho que “está correndo” quando alguém pergunta como anda a vida. Só que no meio dessa “prova de atletismo” que fazemos dos nossos dias, acabamos nos tornando – além de corredores – ‘atrasadinhos’. Atrasamos para a reunião, se torna quase impossível não se atrasar para pegar os filhos na escola ou entregarmos relatórios importantes sem atrasos. Chegamos tarde no happy hour entre amigos, atrasamos até os momentos prazerosos, hobbies e passeios em família. Atrasar é a consequência natural de quem vive correndo, de um estado mental que entramos e que é refletido em diversas áreas das nossas vidas. O pior é que esse estado pode ser resultado de um modelo mental que desenvolvemos e que acaba

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nos direcionando para resultados cada vez mais negativos, de fracasso e perda. Talvez, se estivéssemos mais atentos aos nossos padrões e reações, esta percepção falsa que gera estragos reais não detonaria nossos padrões produtivos.

Tá, mas no que esta informação pode mudar sua vida? Simples! Quem controla todas essas mudanças é você. Então, para mudar o padrão de atrasos você precisa de duas coisas: QUERER e APRENDER algumas técnicas para treinar um novo modelo mental. Sendo assim, vamos começar pela parte mais difícil: Você quer mudar o padrão do atraso na sua história? Quer se sentir dono do seu tempo e no controle dos seus resultados? Quer parar de responder para as pessoas que “está na correria, como sempre?”

Se você leu as afirmações acima e sentiu o SIM vir a sua mente com firmeza, então pode continuar a leitura e aprendizado que vem a seguir. Mas se você acha ‘bonitinho’ chegar atrasado e já faz até piada a respeito de que sua equipe de trabalho, amigos e familiares se acostumaram ao fato de que você nunca chega no horário, então vou sugerir que você vire comediante. Assim, pelo menos dá às piadas que fazem a respeito da sua falta de credibilidade, em uma atividade lucrativa, porque ser motivo de chacota gratuita vai ser um gosto passageiro e quando você perceber que quem foi PASSAGEIRO da vida foi você, vai se arrepender de não ter levado a sério, ou melhor, de não ter sido levado a sério pelas pessoas que encontrou no caminho.


Comece a ser mais pontual! É um pequeno começo para não ser mais refém do acaso, mas que vai ajudar a fazer uma grande revolução. Se você marcar a reunião às 9 horas, programese para chegar às 8h45, talvez até antes. Se tem um evento externo às 15 horas, antecipe sua chegada para às 14h30 e assim por diante.

Não sabe como criar esse padrão mental de atitude? O primeiro passo para você não se atrasar ou se perder antes de um compromisso é definir suas prioridades. Para isso, é fundamental que tenha criado um planejamento da sua semana. Quer entender por quê? Porque seu dia é composto de pequenas decisões, como o que vai comer no almoço, qual roupa vai usar, que horas vai acordar, quantas reuniões tem nos próximos dias, quando poderá encontrar aqueles amigos que não vê há tempos… Se tudo isso estiver planejado e aquilo que for possível antecipar for antecipado, os momentos de descontrole diminuem, assim como o estresse, as decisões ruins que foram tomadas em momentos que faltou capacidade racional, porque sobrava pressa, tensão e inteligência emocional, de uma forma geral. Agora que já entendeu porque precisa deixar de ser ‘o atrasadinho’, vamos começar por 3 atitudes que você vai passar a fazer ainda esta semana para não se atrasar, tudo bem?

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Planeje a próxima semana no Domingo

E se você não faz ideia de como começar este passo fundamental para não se atrasar, faça uma super lista com absolutamente tudo que tem para fazer até a próxima sexta-feira. Inicialmente, não precisa haver uma ordem, só tire isso da cabeça e coloque no papel. Se tem medo de esquecer algo, procure um lugar calmo, feche os olhos e desenhe uma história mental de execução onde tudo começa quando você “acorda na

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segunda-feira, levanta da cama e…” Desta forma, você vai fazendo seus passos e escrevendo todas as atividades que precisam ser executadas. Depois disso, você fará a distribuição de tudo que escreveu entre os dias que seguem e terá uma percepção real da ‘correria’ ou ‘caminhada’ que está vivendo.

fato de enxergar que existem pontos que precisam de transformações já comprova que você está mudando o padrão do atraso. Então, desacelere aos poucos para a vida começar a andar ao invés de correr. Não é um conceito simples, mas é um conceito importante. Pense a respeito, mas pense DEVAGAR!

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Pense na roupa que vai vestir na noite anterior

De acordo com o estudo feito pela Matalan, as mulheres levam cerca de 287 dias da vida escolhendo o que vão vestir. São quase 7 mil horas pensando no melhor figurino. Então, seja você homem ou mulher, se gasta tempo colocando e tirando roupa de manhã perceba que está jogando parte da sua vida no lixo e que este tempo poderia te ajudar muito a ter mais credibilidade profissional, equilíbrio emocional, menos estresse e aproveitar muito mais os momentos de lazer.

3

Crie pastas com assuntos específicos Você não faz ideia do tempo que gasta procurando aquilo que foi omisso na hora de guardar. Entenda que o tempo gasto com organização será tempo economizado procurando algo que perdeu, esquecimento e retrabalho. Então, separe seus documentos em pastas para criar processos práticos que facilitem seu dia a dia. Alguns exemplos de pastas são para assuntos ligados a: carro, Imposto de Renda, bancos, contas a pagar, imóvel, escola, academia. Se a papelada estiver bem organizada na pasta correspondente, você terá facilmente sempre à mão tudo o que precisar. Esse ‘tempo extra’ é o que evita problemas de caminhos errados, trânsito e, também, é o tempo que pode ser usado para ‘dar um tempo’ e, simplesmente, sentar na cadeira e esperar… relaxado. Uns minutos para você ler uma revista, um livro ou só pensar na vida. Depois dessas 3 mudanças de atitude para não se atrasar, quero que você me conte o que sentiu e quais pontos acredita que ainda podem ser melhorados, mas perceba que o simples

Christian Barbosa,

Maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade, é CEO da TriadPS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Ministra treinamentos e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100. Autor dos livros “A Tríade do Tempo”; “Você, Dona do Seu Tempo”; “Estou em Reunião”; co-autor do “Mais Tempo, Mais Dinheiro”; e “Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?”. Sua mais recente obra: “60 Estratégias práticas para ganhar mais tempo”.

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O Desafio da correta gestão de negócios Por Edsel Lonza Jr.

O desafio da correta gestão de negócios, carteiras de clientes, mercados e posicionamento e planejamento estratégicos passa pelo correto uso de uma das mais valiosas ferramentas de marketing e planejamento chamada em inglês de “Swot Analysis”, ou Análise de Forças (Strength), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). É de suma importância que se faça uma reflexão apurada e “com tempo” de cada um dos fatores “SWOT” e que se faça a análise para o seguinte:

“SWOT” do meu negócio/empresa – interno (no caso do empresário) • Do meu caixa • Da minha produção • Da minha equipe de vendas

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• Do meu marketing • Da minha atuação como líder • Do meu “networking” (rede e práticas de relacionamento

“SWOT” do meu mercado (em relação às práticas, características, dinâmicas, perenidade, grau de profissionalismo, economia e política interna e externa) • “SWOT” da minha concorrência • Da gestão de vendas (No caso de um gerente ou supervisor de vendas) • Do meu perfil de atuação e da minha carteira de clientes (No caso do(a) vendedor(a) Esse exercício, se bem conduzido e feito de maneira bastante honesta e autocrítica, levará a anotação de dados muito relevantes que expõe exatamente o que precisa e como precisa ser trabalhado individualmente e coletivamente. E é crucial que realmente monte-se a matriz SWOT com seus quatro quadrantes e anote em cada um as conclusões que se chega para que fiquem bem claras a todos. Outro ponto bastante expressivo é a percepção do fato de estarse gerenciando até o momento as OPORTUNIDADES baseado nas

FORÇAS ou se a empresa, ou o profissional, tem focado e vivido profissionalmente mais em cima e em função das AMEAÇAS e FRAQUEZAS. As crises, desmotivação, insucesso e tantos efeitos adversos e negativos que impedem o sucesso pessoal e da empresa nascem e crescem em grande parte da ausência de um espírito, de um conceito, ambiente, gestão, práticas e missão coletiva centrada nos pontos positivos direcionados às OPORTUNIDADES e FORÇAS. Exemplos de espírito de condução de negócios e de vendas que tendem ao insucesso por serem calcadas nas FRAQUEZAS e AMEAÇAS e que aparecem no dia a dia em forma de atitudes, comentários e comportamentos: - “ Também com essa crise quem é que vai comprar da gente” - “ Se não baixar os preços a gente não vende” - “ Cansei dessa equipe” - “O que adianta vender se a produção não entrega” - Essa aqui é uma das mais famosas e destrutivas: “ A grama do vizinho é sempre mais verde”, ou seja sempre os comentários sobre a concorrência ser melhor... - Essa lista realmente não tem fim... - “Assisti ou li o jornal e nem adianta, estamos perdidos nesse país...” Por isso é fundamental que logo após ter sido feita uma análise detalhada do tipo “SWOT”, também se faça uma nova análise “SWOT” coletiva, com o grupo de colaboradores


e que ambas desencadeiem um planejamento estratégico que ataque as fraquezas e ameaças que estejam no círculo de influência da empresa ou do profissional envolvido e, principalmente, reflita e repercuta claramente no marketing estratégico, no discurso e nas práticas comerciais e internas as FORÇAS avaliadas e anotadas, tirando, assim, o melhor proveito das OPORTUNIDADES listadas. Deve-se necessariamente sair desse exercício com um planejamento estratégico que contemple ações concretas e com data para acontecer e pontos de avaliação se “estamos no caminho” ou se precisa de retomadas de curso. É altamente recomendado que esse exercício seja conduzido com o auxílio de um profissional (consultor) capacitado e experiente no tema em questão e também muito se pode aprender em treinamentos específicos

desse vasto assunto, como os que são oferecidos na área de gestão comercial e gestão de vendas pelo centro de capacitação da GF. É verdade que esse tema é de grande importância e de certa maneira muito extenso se pensarmos em ensiná-lo como se deve, e não caberia numa coluna como essa apenas, mas a visão geral do que se trata essa ferramenta importantíssima de planejamento e marketing e o alerta quanto a sua importância para uma mudança positiva e com resultados imediatos para sua empresa, estão acima expostos com clareza. Pense com carinho nesse assunto, decida pela inovação e pelas boas práticas e técnicas gerenciais e vire o jogo, iniciando agora mesmo. Desejo muito sucesso a cada leitor dessa coluna e que possamos assim desfrutar a cada dia de Nova Vida e Novas Vendas – Melhores e Maiores.

Edsel Lonza Jr.

LZ Consultoria de Negócios “Passion for Innovation Oriented for Results”


gf news

Terceira avaliação

DESAFIO DE MARCAS Como você tem acompanhado nas edições anteriores, o GF Desafio de Marcas voltou, e está a todo vapor. No dia 03 de maio deste ano foi envelopado o Carro do desafio de Marcas de Vinil dentro do Evento Wrapping Day, promovido pela Revista GF no Senai Barueri. Foram utilizados os seguintes materiais: - Arlon DPF 6000XRP, vinil cast fornecido pela Serilon; - Imprimax Digi Gold alta performance fornecido pela Imprimax; - Arclad VinylCar super calandrado polimérico fornecido pela Arclad do Brasil. Os vinis foram impressos pela Ampla em uma impressora New Targa XT LED UV 3208. Este carro está sendo utilizado

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diariamente com exposição às intempéries, afinal a utilização dele é normal, viagens, sol, chuva, vento, maresia, crianças, etc. Todos os meses levamos o carro do Desafio para ser avaliado por um bureau, o qual avalia a performance de cada vinil (com suas especificações), que eles conhecem bem nas utilizações na empresa, e ficam encantados ao ver depois de algum tempo de uso (4 meses) o comportamento de cada um na prática! No início de setembro, levamos o carro do Desafio para ser avaliado pela empresa Imagem Brasil em Pinhais (região metropolitana de Curitiba). A Imagem Brasil é uma empresa que está desde 2002

no segmento, com um parque gráfico de encher os olhos e muita organização e cuidado nos detalhes da empresa. Hoje fornecem para grandes redes no Brasil! Entrevistamos Sr. Rui Doetzer (proprietário) e o colaborador Rui Ferreira, eles foram muito analíticos em cada parte do veículo, mas deixaram elogios a cada um dos fabricantes! Primeiramente eles avaliaram a impressão e gostaram muito. “A qualidade de impressão está perfeita, o fato de ser UV, aumentou a qualidade de impressão e moldou muito bem, ficou perfeita nas curvas, inclusive as negativas” afirmam.


paolomalorgio.com


“O vinil da Arlon nós já conhecíamos, porém foi ótimo ver o desempenho no capô (parte mais complicada do veículo pelo aquecimento do motor) e nos para-choques com tantas curvas! Este carro tem muitas curvas difíceis! Com 4 meses de uso intenso, se fosse para ter retração já teria apresentado, excelente material”, comentam.

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“Quanto ao Digi Gold - Imprimax já faz parte da rotina de utilização da nossa empresa, realmente está impecável o vinil, nenhum pequeno sinal de falha de comportamento, pelo contrário, está perfeito! ”, declaram.

“Nós ainda não utilizamos o vinil Arclad, mas queremos utilizar em breve! Ver este desempenho se tratando de um vinil calandrado nos motiva a colocar em nossa empresa. Somente elogios ao fabricante. ”, avaliam.

Na empresa, eles têm como regra sempre laminar todos os vinis antes do envelopar para garantir a eficácia do trabalho. No carro do Desafio não tem laminação, é o produto impresso e aplicado somente. Eles gostaram muito de participar e querem acompanhar de perto mais vezes! Para ver a avaliação completa assista o vídeo no nosso canal WebGF TV!


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Apoio:

Av. Barão de Studart, 1980, 4º andar - Aldeota - Fortaleza-CE CEP: 60.120-001 Fone/Fax: (85) 3264-3541 - Site: www.sindicouros.org.br

Informações:

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Edição nº 123 | S.W.O.T. Oportunidades ou Ameaças?  

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