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Acadêmicas: Graciane Panciera e Ariane Canabarro

CULTURA DIGITAL E ESCOLA

Este  trabalho vai  fazer uma  comparação  entre  o  livro Cultura digital e escola, e um paralelo  do questionário que ambos os  professores  responderam. Podendo trabalhar  da mesma  forma,  por  jogos  e  desafios,  organiza­se  o  conhecimento  produzido   pela humanidade,   provocando  os  estudantes  a  construírem  seu  conhecimento  em  interação com  o  entorno  e  aprendendo  a  interferir  no  mundo  real,  contribuindo  para  fazer dele  um ambiente digno  para  se viver,  e  a lutar  por  isto.  A  cultura  digital  surgi como uma maneira de tornar fatos, conhecimentos e trocas de forma  coletiva, facilitando as práticas diárias e também tornar possível promover saberes pedagógicos. Sendo, assim  se  favorecendo  a  construção de  uma prática social com condições de ativar os mecanismos cognitivos e promover o processo de aprendizagem, resultando na construção de um método de organização e análise de dados.   Para  acompanhar  essa  revolução  tecnológica  dos  últimos  tempos,  a  escola  não hesitou  em  adquirir  o  instrumental  mais  moderno  para  atualizar  o  espaço  educacional. Entretanto,  o  mais  avançado retroprojetor do mercado, o DVD, ou ainda o computador de última  geração   de  nada  adiantam  se  o   sistema  continua  o  mesmo  do  passado.  Muitas tecnologias  vem  se  desenvolvendo para facilitar  a  aula do professor,  mas, de fato, ocorre pouca mudança em termos de paradigmas educacionais. Para demostrar o que  o  livro Cultura  digital  e escola evidencia que os professores estão  aderindo  às  tecnologias  em  sala  de  aula  como  instrumentos  para  suas metodologias,  isso  ficou  ressaltado  a partir  do questionário  aplicado a  dois professores da rede regular de  ensino,  mais especificamente  no  ensino  fundamental. Cada educador vai, no decorrer  do  tempo,  determinando qual  a  melhor forma de promover essa inclusão digital,  de  acordo  com  as  especificidades  de  cada  turma,  reafirmando de  acordo  com o texto  base  que  atualmente,  os  alunos  que  chegam  às  escolas   carregam  uma  bagagem infinitamente maior que aquela trazida pelos alunos de outrora.


Fica  claro  ainda  que  as  escolas  estão  inseridas  nessa  nova  realidade,  onde  os recursos  digitais  assumem   as  funções,  que  o  livro  didático  assumia  na  Educação Tradicional,  fazendo  com  que  cada  vez  mais  a  Educação  Crítica  esteja  presente  no contexto escolar. Desse  modo,  fica  pertinente  como  fechamento  que  o  livro  destaca  cada  nova tecnologia  e  traz   novos  fazeres,  novas  produções,  novas  formas  de  pensar  e  agir, também  evidenciado  a  partir  das  questões  abordadas  com  os  professores,  pois  as ideias  base   se  completam.  Admite­se  que  a  inclusão  digital  é  importante para a escola na  questão  do  aluno  estar  interagindo  com  o  meio  onde  o  mesmo  busca  suas informações. O  texto  deixa  claro  que nós estamos  em  continua e gradativa transformação, onde a cultura dos conhecimentos está cada vez mais rápida. É preciso estar atento na medida em  que  como  formadores  de  conhecimento,  pois  a  cada nova  ferramenta de tecnologia nossas vidas muda de forma inevitável. A educação  não deve  estar  inerte  diante de  tantas  mudanças tecnológicas, mas é preciso  lembrar  que   toda  e  qualquer  ferramenta  deve  ter  seu  uso  adequado  e  por profissionais  qualificados,  e  não  simplesmente  pelo  simples  fato  de  fazer.  É  preciso lembrar  que  internet  e  as  mídias  por  si só não  mudam a escola  e sim o pensamento de adquirir  determinada  tecnologia  em  virtude   de  ter  um  conhecimento  significativo   para  o aluno, principalmente no seu cotidiano dentro e fora da escola.


REFERÊNCIA BRASIL. Salto para o Futuro. Cultura Digital e Escola. Brasília, agosto 2010.


Cultura Digital e Escola