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NOVIDADES

DO

MARQUÊS

Escola Básica Marquês de Marialva Dezembro de 2010

"Pedras no caminho? Guardo todas Um dia vou construir um castelo"

Assim termina um belíssimo poema de Fernando Pessoa sobre a felicidade, ou melhor, sobre a vontade clara de se ser feliz. São palavras que nos fazem bem, que caem na nossa alma como um bálsamo, suavizando as nossas inquietações e angústias, porque são palavras de coragem, de força. Incitam-nos a enfrentar, de rosto erguido, os obstáculos, os desafios, com que a vida nos vai surpreendendo. São também palavras que deviam ecoar dentro de nós. Vivendo todos tempos obscuros e verdadeiramente difíceis, as palavras do poeta, longe de nos amolecerem o espírito, obrigando-o vergarse sob o peso das adversidades reais, lembram-nos que o caminho que temos a percorrer é penoso, é certo, cheio de obstáculos, sem dúvida, mas se conseguirmos ultrapassá-los, conseguiremos construir, com as nossas pequenas vitórias, a felicidade – nosso castelo de fadas, tão sonhado. É verdade que cores muito negras pintam o nosso quotidiano familiar e profissional, mas faz todo o sentido não baixar os braços e encarar os problemas de frente – no fundo, apanhar as pedras que dificultam a nossa caminhada - e, fazer dos nossos dias, momentos mais coloridos e felizes: olhar pela nossa saúde, pela nossa alimentação, praticar exercício, rir, arranjar tempo para um amigo, que amanhã, logo à tarde, poderá até já cá não estar… cuidar dos nossos afectos, com dedicação e carinho. A vida é uma bênção, uma dádiva infinita: podermos, em cada dia, acariciar o rosto dos nossos filhos, ouvir os gritos e os risos dos alunos no recreio, sentir o calor do sol, o vento no rosto, ver o espectáculo da chuva a cair… são privilégios de indizível valor com que a vida nos presenteia todos os dias - mesmo com pedras duras e ásperas no caminho. Votos de um Natal muito feliz para todos.


2 Companheiro Gentil senhor Alegre conviva Doce professor Todos aqui estamos De nó na garganta O espanto dilatado Nos olhos que não aceitam No coração que encolhe Ao ver-te partir Todos aqui estamos Juntos na tua ausência Mas para resgatar a essência da tua alma pura do teu pulsar musical da tua presença ímpar da tua natureza imaterial do teu saber desalinhado das tuas mãos prodigiosas Ficaremos contigo No rasto impresso No nosso caminho Deixamos contigo Todos os abraços, todas as flores Do nosso carinho. Pelo Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva: Graça Simões

... ao professor Henrique

Pelo meu rosto caem mil lágrimas, Que são de profunda tristeza, O seu rosto transmitia: Simpatia, calma e clareza.

Se pudesse dar-lhe-ia a vida Assim dou-lhe apenas, Uma lágrima do meu choro De onde caíram centenas… Isto para lhe explicar O quanto o adorava A si e ao seu cantar. Fazia do complicado algo simples, Da tristeza um belo cantar, Para animar alguém Punha-se logo a brincar…. Se tivesse mais papel e caneta Mais versos lhe dedicaria Assim, só lhe posso oferecer, Muitos beijos de saudade e simpatia.


1.º Ciclo de Cinema

“ESTAR EM FORMA” No âmbito do PPES (Projecto de Promoção e Educação para a Saúde) realizou-se “ESTAR EM FORMA” – 1.º Primeiro Ciclo de Cinema, com os seguintes filmes: dia 20 de Outubro, o filme “Ratatui” e dia 27 de Outubro, o filme “Charlie e a Fábrica de Chocolate”.

Os filmes exibidos no polivalente, na 4ª Feira, às 14.30h, tiveram a participação de alguns alunos da nossa escola, apesar de ser tarde livre.

A todos os participantes, o nosso agradecimento. Fiquem atentos... pois vamos ter mais Cinema na Escola! A Equipa PPES

INFORMAÇÃO O Gabinete da Saúde da Escola Básica Marquês de Marialva onde te podes dirigir e falar com uma Enfermeira do Centro de Saúde de Cantanhede irá estar aberto, às quartasfeiras, das 11h 00m às 12h 45m. O Gabinete da Saúde é um espaço de atendimento e esclarecimento de dúvidas na área da saúde e sexualidade juvenil. Foi criado para te apoiar, para te ouvir e para responder às tuas questões. É anónimo e confidencial. Não é preciso marcação prévia, dizeres quem és nem de onde vens. É preciso apareceres! No entanto, se não quiseres aparecer no Gabinete da Saúde, podes enviar as tuas dúvidas por e-mail através do endereço gabinetepes23cantanhede@gmail.com ou colocar as tuas questões de uma forma anónima, na caixa de correio que se encontra no Polivalente e a Enfermeira irá responder a essas dúvidas/questões no Placard do PPES do Polivalente. A Equipa do PPES

A Escola Básica Marquês de Marialva teve o prazer de apresentar quatro espectáculos de dança, no âmbito do tema “Estar em Forma”, actividade integrante do Projecto PPES, com a colaboração do Núcleo de Estágio de Educação Física, tendo como público-alvo toda a comunidade escolar, nos dias 25 e 29 de Novembro de 2010. No dia 25 de Novembro, das 11:15h às 11:45h, a turma de dança do 7ºD apresentou o primeiro espectáculo seguindo-se a do 7ºB das 16:05h às 16:35h. Já no dia 29 de Novembro foram apresentados os terceiros e quartos espectáculos de dança, tendo estes como protagonistas os alunos da turma de dança do 7ºE, das 9:20h às 9:50h, e do 7ºH, das 11:15h às 11:45h. No âmbito do Projecto de Promoção e Educação para a Saúde do Agrupamento Marquês de Marialva – Cantanhede e da candidatura ao Programa “Cuida-te” do IPJ, realizouse no dia 22 de Novembro de 2010 na Biblioteca Municipal, o Teatro-Debate – “Nem muito simples... nem demasiado complicado” representado por três actores da Associação USINA. Este Teatro foi gratuito (devido à candidatura) e dirigido a todos os alunos do 9º ano e dos Cursos de Educação Formação que se inscreveram. Com esta actividade pretendeu-se promover a adopção de estilos de vida saudáveis, estimular a reflexão e o debate sobre temas de interesse dos jovens. O facto do espectáculo ter permitido

Os alunos cumpriram e participaram activamente nesta actividade, tendo-a apreciado. Foram evidentes a adesão e empenhada participação dos mesmos nos espectáculos. Verificou-se também um elevado número de espectadores, compostos não só por alunos mas também por professores, auxiliares de educação e até mesmo alguns pais. Estas actividades foram concebidas tendo em vista alguns objectivos tais como: promover o sucesso escolar; prevenir o abandono escolar; dotar as crianças e jovens de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao total bem-estar físico, social e mental; valorizar o papel da Escola, fomentando mecanismos de participação efectiva por parte de todos os elementos da comunidade educativa; valorizar o espaço escolar, fomentando mecanismos de autogestão com os recursos existentes na escola; entre outros.

actores, foi do agrado de todos e constituiu uma novidade. A equipa do PPES, quando tiver possibilidade, voltará a convidar a Associação USINA para outro Teatro-Debate.


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BIOGRAFIA DO

MARQUÊS DE MARIALVA

O Cavaleiro Branco Veio do Norte O Cavaleiro Branco Trouxe frio e má sorte No seu grande manto. Quantas batalhas travou Por essa bela donzela Uns chamavam-lhe Prima Ele chamou-lhe Vera. Derrotou o Verão Derrotou o Outono Mas agora está cansado Está cheio de sono Deitou-se no chão Enroscado no seu manto Quem sabe se a Princesa desperta E o tira deste pranto Por enquanto está à espera Que as flores brotem do chão Porque o malvado Outono As arrancou com a sua mão Mal o cavaleiro sabe Que tem de regressar ao Norte Sem Prima, nem Vera Nem ponta de sorte. Beatriz Soles, 6ºB

A roda dos alimentos A roda dos alimentos Está sempre a girar Lá dentro os ingredientes São para o teu bem estar. Carne ao almoço Peixe ao jantar Batatas e legumes Para completar. A tua alimentação, Completa deve ser Mas também não te esqueças de exercício fazer. Se queres ter energia Para correr Hidratos de carbono Deves comer. Se queres saber onde eles estão Procura por eles Nas batatas e no pão. As proteínas são essenciais e nós encontramo-las Nos animais. Beatriz Soles, 6.ºB

Inverno O Inverno é uma estação com surpresas, e com frio também. É bom bebermos chocolate quente Para ficarmos bem. E lá do além, muito distante, O Pai Natal vem, num instante. Ele vem Para nos agradar Com prendas que tem Para nos dar.

D. António de Luís Meneses nasceu em 13 de Dezembro de1596 e morreu a 16 de Agosto de 1675. Recebeu os títulos de Marquês de Marialva e Conde de Cantanhede (pois era o filho mais velho do segundo Conde de Cantanhede). Foi um dos elementos mais importantes da Restauração da Independência, tendo tomado parte activa na conspiração do dia 1 de Dezembro de 1640 e na Guerra da Restauração, que se prolongou até 1668. Foi um destacado chefe militar e desempenhou importantes cargos no exército português. Apesar disso, terá morrido sem deixar grande fortuna porque gostava de recompensar devidamente aqueles que o ajudavam e que lhe eram fiéis.

Poluição do ar A poluição do ar é dos tipos de poluição mais graves e também mais frequentes. Ela é provocada pelos gases que saem dos escapes dos automóveis, ou das chaminés das fábricas (principalmente o dióxido de carbono - CO2) e é um problema muito grande porque afecta o ar que respiramos e que é essencial para nós vivermos. Ao respirar um ar poluído podemos ficar com várias doenças respiratórias. Este problema acontece principalmente nas grandes cidades onde há muito trânsito, onde quase cada pessoa tem o seu próprio carro e desloca-se habitualmente para todo o lado com ele, emitindo assim para o ar os tais gases poluentes dos escapes. A poluição do ar é responsável também por outros problemas como o “buraco” que existe na camada do ozono (uma camada da atmosfera que nos protege das radiações mais perigosas do Sol), este “buraco” está a aumentar por causa de muitos gestos que temos no nosso dia-a-dia e que muitas vezes nem pensamos que podem afectar o ambiente. Por exemplo quando usamos sprays (que tem CFC e são muito prejudiciais para o ambiente) também estamos a poluir o ar... Existem algumas coisas que podemos fazer para diminuir a poluição do ar, como por exemplo: Preferir produtos sem CFC, andar mais de transportes públicos para evitar que haja tantos carros a emitir gases poluentes, ou mesmo andar a pé ou de bicicleta sempre que possível, porque ao mesmo tempo que fazemos desporto evitamos poluir o ambiente. Além disso, as fábricas devem ter filtros nas suas chaminés para não emitir directamente para o ar que respiramos os poluentes. Podemos e devemos também plantar árvores porque ajudam a “limpar” o nosso ar porque absorvem CO2 e dão-nos oxigénio. Talvez não seja totalmente possível acabar com a poluição do ar, mas podemos tentar reduzi-la. Para isso todos temos de fazer um pequeno esforço, pensando tanto no ambiente que está poluído como em nós próprios que sofremos as consequências da poluição que provocamos. Carlos Costa, 5.ºC

Quem me dera… Quem me dera ser uma mosca Para no teu quarto voar E

depois à noitinha

Te poder aconchegar. Quem me dera ser lenha,

Rubrica

de

divulgação

PERGUNTA: Deverá dizer-se “Quero dar-te uma boa nota “ ou “Quero-te dar uma boa nota”? RESPOSTA: A forma correcta é “Quero dar-te uma boa nota”. Não se pretende dizer “eu quero-te”, mas “eu doute”. Nas construções querer mais infinitivo, o pronome acompanha a forma de infinitivo.

Para te poder aquecer E,

à noitinha, poder

Ver-te adormecer. Quem me dera ser astronauta Para à lua te levar, Juntinhos lá viveríamos E poderíamos casar. Rúben, 7.ºH

PERGUNTA: Existe, ou não, a palavra rubrica como sinónimo de assinatura? RESPOSTA: Não, não existe. A palavra que designa uma assinatura abreviada é rubrica, que vem do latim rubrica e que, em português, é uma palavra grave. A palavra rubrica pode também significar “ assunto”. Bibliografia: Regina Rocha et alii, Assim é que é falar!, Planeta, 2010.


Lê a “carta enigmática”. Em seguida, puxa pela cabeça e apresenta a tua criação à professora Júlia Silva.

Mitografias –Histórias da criação-

Como nasceu o elefante?

Um agricultor ladrão Era uma vez, numa aldeia perto de Bragança, um homem que era agricultor. Esse agricultor tinha muito milho, mas esse milho não era dele. Tirava-o durante a noite dos campos sem as pessoas saberem. O homem, que era conhecido como o Tó dos Quintais, queria sempre mais milho para o vender às pessoas que ficavam sem ele. Ganhava muito dinheiro, mas as pessoas da aldeia que iam comprar o milho nem imaginavam que aquele podia ser o seu milho roubado. O Tó com tanto dinheiro começou a comprar móveis e roupa nova. Numa noite, o Tó ia no seu tractor à aldeia vizinha, e um comerciante que estava a fechar a sua loja, viu-o passar e seguiu-o, pensando que ia roubar o milho. No dia seguinte, o comerciante e os outros habitantes da aldeia reuniram-se para pensar num plano para o deter. Um senhor que estava a assistir à reunião, lembrou-se que o seu filho tinha uma grande colecção de insectos e os habitantes lembraram-se de ir pôr os insectos na casa do agricultor. Quando o Tó chegou a casa, os insectos tinham-lhe comido o milho todo, os móveis novos e todo o comer que ele tinha na cozinha. Quem tudo quer, tudo perde. Daniel Claro, 9.ºC

A borracha cansada Eu sou uma borracha. O meu maior inimigo é o corrector, pois apaga em vez de mim. Tanto posso apagar lápis como caneta Gosto de estar no estojo com os meus amigos lápis e afiadora, mas não gosto da companhia do corrector. Eu sou de cor vermelha e azul. Fico muito cansada quando estou a apagar. Estou sempre a apagar e a certa altura gasto-me. Mas se tiverem cuidado comigo já não me gastam. Eu conheço o João que é meu amigo e cuida-me muito bem.

Há muito, muito tempo atrás, em terras da actual Espanha, vivia um infante. Era alto e gordíssimo. Vestia-se sempre de cinzento. Era um autêntico gigante! O infante gostava de passear pela floresta, ouvir o cantar dos pássaros e dormir à sombra de um castanheiro, junto de um rio de água limpa. Um dia, quando dormia profundamente, um grupo de formigas regressava a casa, depois de uma manhã de grande trabalho. Ora, a entrada do formigueiro era precisamente debaixo da cabeça do infante. As formigas, cansadas, enganaram-se e entraram no seu nariz. Este começou a espirrar e espirrou tanto, tanto, tanto que o seu nariz cresceu mais de metro e meio. A rainha, aflita, disse: - Ooooooooooooh! El infante?! E assim nasceu o elefante. Júlio Oliveira, 5.º F

Porque é que os caracóis trazem a casa às costas? Há muito que existem caracóis. No princípio, os caracóis eram parecidos com as lesmas, pois não tinham a casa às costas. Depois foram evoluindo: começaram a andar mais devagar; começaram a ser maiores; começaram a transportar a sua própria casa. Deus quis que o caracol levasse a casa às costas porque ele era muito lento (Quem pensa que é para se proteger está enganado, pois não resiste a nada!) e não conseguia, num só dia ir buscar comida e voltar para o seu refúgio. Assim, como não precisam de regressar, é muito mais rápido. Dormem onde e quando quiserem.


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Absurdo? É. Mas é assim que funciona a escola Graça Simões, Professora “Imagine um restaurante gastronómico reputado, em que os clientes exigissem ser informados continuamente do progresso de preparação dos pratos encomendados. Assim, a metade do tempo de trabalho dos cozinheiros consistiria em informar os clientes, em detrimento da qualidade da cozinha ... Absurdo? É. Mas é assim que funciona a escola. Uma instituição que passa mais tempo a dizer o que os alunos sabem do que a fazê-los progredir. Pior, uma instituição que se habitua a não saber dos alunos a não ser o que é preciso dizer aos seus pais. Como um médico cujo principal objectivo fosse produzir boletins de saúde”. Perrenoud, P.(2005). L’évaluation des élèves,outil de pilotage ou pare angoisse ? In Cahiers pédagogiques, n° 438, décembre 2005, p.14

Esta ilustração de um dos maiores mestres em questões educativas é bem oportuna para fazer pensar em dois desperdícios actuais no funcionamento das escolas. O primeiro é este mesmo – o surto de “avaliacionite”, que faz esquecer que antes de avaliar há que fazer e aprender e que a

avaliação só existe em função da melhoria das práticas e das aprendizagens e não o contrário. A pressão performativa, de todos quererem apresentar resultados, é altamente perversa e só pode resultar num abismo de redução e vazio. Na incompetência. Na mediocridade. Na insegurança. Na desconfiança. A desconfiança é mesmo o segundo desperdício. Muitas das energias e preocupações dirigem-se à auto-protecção da escola (antes de tudo dos professores) e das famílias, num jogo defensivo que contraria inteiramente o princípio da cooperação escola família em prol do sucesso e qualidade da educação. Os encarregados de educação são colocados no papel de “clientes”, com todos os direitos de reclamação do “produto” e nenhuns deveres; os docentes são colocados no papel de simples funcionários executivos de uma tarefa rotineira, em total desprezo e ignorância pela natureza específica da relação pedagógica, em que o aluno é “coprodutor” e não “produto”. Esta lógica torna-se mesmo virulenta e ataca o interior das escolas e a relação entre os docentes, que de tudo devem fazer prova. E é numa onda negra de mágoa que um professor se vê envolto quando, tendo um currículo de comprovado empenho profissional e nenhum vislumbre de perfil pedagógico duvidoso, lhe dão a entender a fragilidade da sua participação, por não poder apresentar testemunhos... Construir assim a cidade educativa, sobre estes valores da desconfiança e da concorrência, além de um desperdício, não será um absoluto contra-senso?

1. Foi divulgado recentemente nos media o ranking das escolas, referente aos exames nacionais do 9º ano, nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. Mais uma vez, os resultados da nossa Escola foram extremamente honrosos, Adérito Mamede, professor ocupando o 251º lugar entre 1295 escolas. A nível regional e local, “Resultados Escolares e estratégias de apenas fomos superados pela Escola da melhoria do Ensino Básico”. Tocha (207º lugar), superando escolas que Também aqui, as críticas ao trabalho recebem alunos do mesmo nível sóciodesenvolvido nas Escolas do Agrupamento económico como serão a Escola Pedro são extraordinariamente positivas, na linha Teixeira (349º), Secundária de Mira (684º), de outra acção da inspecção denominada Secundária da Mealhada (966º) ou o Colégio “Avaliação externa das Escolas 2009/2010”, de Ançã (1063º). 2. Esta perspectiva de qualidade pode realizada no ano lectivo transacto, que pode ser consultada no site da IGE, sendo também ser constatada na análise dos fácil constatar a qualidade das práticas, a relatórios das provas de aferição de Língua vontade inequívoca de progredir, de Portuguesa e Matemática, dos 4º e 6º anos, melhorar e o empenhamento de toda a publicados no site do Ministério da Educação. comunidade educativa na promoção do Com efeito, para além da melhoria dos sucesso educativo das crianças e jovens resultados obtidos pelos nossos alunos já que frequentam as Escolas e Jardins de constatada no relatório de auto-avaliação, Infância que integram o Agrupamento. no final do ano lectivo transacto, podemos 4. No entanto, esta perspectiva de agora verificar também da análise do tema qualidade que o nosso Agrupamento vem “Respostas correctas segundo a evidenciando há vários anos parece não competência específica (ou domínio merecer qualquer respeito por parte da temático)”, que os nossos alunos superaram, tutela. em todos os domínios, a média nacional. Com efeito, mais uma vez, voltam a pairar Estes dados foram particularmente rumores da inclusão das Escolas numa megarelevantes no 4º ano, onde os resultados do estrutura, da dimensão do concelho, domínio “Expressão Escrita” na prova de envolvendo cerca de 4 000 alunos, desde a Língua Portuguesa e “Geometria e Medida” Educação de Infância até ao 12º ano. superaram a média nacional, A constituição de um mega-agrupamento respectivamente, em 10,6% e 15,3%! 3. Foi também divulgado recentemente desta natureza só pode ser encarada numa perspectiva economicista de curto prazo o relatório da actividade da Inspecção Geral dos senhores que transitoriamente da Educação, realizada no Agrupamento no (des)comandam os destinos do País, início do mês de Novembro, denominada

Rankings, inspecções, mega-agrupamentos &Cª

eficácia e diálogo fomentadores de qualidade e sucesso. Nesta perspectiva, consideramos que a pequena poupança que pode advir da gestão integrada do pessoal docente e não docente, da fusão dos órgãos de administração e gestão ou da racionalização dos recursos materiais, aspectos tão propalados pela tutela, dificilmente compensarão os prejuízos previsíveis a médio e longo prazo. Uma Escola não é uma empresa, uma linha de montagem onde entram matériasprimas e saem produtos acabados e embalados. Uma Escola deve ser uma organização onde a qualidade das relações humanas, a negociação, a cooperação e a democracia são aspectos fundamentais a interiorizar pelos alunos, pela Direcção, pelos professores ou pelo mais modesto dos funcionários. Em mega-agrupamento, esses princípios não podem ser tomados em consideração. Por muito competentes que sejam os gestores, é humanamente impossível conhecer com a necessária profundidade os recursos humanos envolvidos (professores, funcionários, alunos, pais) de forma a potenciar as capacidades de S todos e de cada um. Um modelo organizacional desta natureza basear-se-á numa hierarquia burocratizada, assente em despachos internos e relatórios que irão minar a motivação, atentar contra a qualidade das práticas e fomentar o insucesso e a indisciplina. Ou seja, este modelo organizacional não dá garantias de qualidade que o nosso Agrupamento vem demonstrando e é reconhecido, quer internamente, quer por entidades externas, como a IGE ou a melhoria dos resultados dos alunos evidencia.


Após um ano de exercício directivo e com todos os documentos estruturais (Regulamento interno, Projecto Educativo, Projecto Curricular e Plano de Actividades) prontos e aprovados é tempo de projectar o futuro. Os projectos em causa não visam uma estratégia fechada de cumprimento obrigatório, é claro que as directrizes do regulamento interno e as indicações curriculares nacionais devem ser rigorosamente cumpridas, todavia, todos os outros planos de acção subjacentes aos projectos aprovados são flexíveis ao ponto de serem trabalhados, modificados, adaptados e repensados, usando para o efeito o nosso esforço colectivo de lançar propostas viáveis e funcionais que recolham o parecer favorável do Conselho Pedagógico, bem como, em alguns dos casos, a aprovação do Conselho Geral. O intuito pragmático do aparecimento dos novos documentos estruturantes do Agrupamento tem subjacente a definição de uma estratégia que corresponde à determinação dos objectivos qualitativos e quantitativos de longo prazo da nossa instituição e a adopção de lógicas de acção e a alocação de recursos necessários para atingir esses objectivos. Colocar esta plataforma pedagógica em funcionamento gera, por vezes, alguma entropia e discórdia na hora de modificar alguns hábitos e formas de interagir, o que não deixa de ser normal para quem tem o rumo da Direcção do Agrupamento - e que deve aceitar com clarividência o facto de surgirem algumas dificuldades quando se pretende transformar a estratégia em acção - no entanto não será, de modo nenhum, razão para não encarar essa missão como um verdadeiro desafio. No pensamento estratégico, primeiro busca-se um entendimento claro do carácter particular de cada elemento de uma situação e depois faz-se o maior uso possível da força mental humana para reestruturar os elementos da forma mais vantajosa. A função da estratégia é conseguir um desempenho superior relativamente às práticas do passado nos factores chave do sucesso do Agrupamento. Distribuir as forças para defender os pontos

UM ANO

DE

DIRECÇÃO

Hermenegildo Freire, Professor

estratégicos, exercer vigilância na preparação, não ser indolente. Investigar a fundo a verdadeira situação, aguardar pacientemente a complacência dos outros. Esperar até que se abandonem intransigências e posturas de resistência à mudança e, depois conquistar a verdadeira essência de uma direcção pedagógica: O sucesso educativo decorrente da melhoria do ensinoaprendizagem. Nunca poderemos esquecer que os feitos de uma organização escolar são os resultados combinados de todos os indivíduos que nela participam. O único capital insubstituível que uma instituição possui é o conhecimento e a capacidade das pessoas. A produtividade daquele capital depende da forma como efectivamente as pessoas partilham as suas competências com aqueles que a podem usar: os seus alunos… No mundo orientado para a acção, se há um problema tem de haver uma solução. É claro que isto é ingénuo, com um ligeiro toque de arrogância executiva, alguns problemas não têm solução ou, pelo menos, soluções que possamos propor. Isto é inconveniente e conduz a duas reacções possíveis: um encolher dos ombros filosófico ou a insistência conscienciosa de que uma solução está mesmo ao virar da esquina. Quem dirige deve escolher a última.


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Comunidade Local/Comunidade Escolar

Convento de Cristo No âmbito da frequência de cursos (pintura e bordados) facultados e organizados pelo Município de Cantanhede, em Sepins, foi levada a cabo uma visita de estudo/passeio a Tomar, envolvendo os participantes nos cursos a que fiz referência atrás, os respectivos professores e o Presidente da Junta de Freguesia. A organização pretendia dar a conhecer o Convento de Cristo1, tendo os visitantes beneficiado da explicação por parte de um monitor que foi dando a conhecer aspectos importantes do monumento em causa. Este trabalho foi-me sugerido pela professora de História, já que referi em aula a visita que tinha efectuado, tendo a mesma sugerido um texto em que desse a conhecer aspectos da visita, justificando a sugestão com o facto de integrar conteúdos da disciplina do 8.º ano. Também, segundo a professora, por se tratar de uma actividade da iniciativa da comunidade local que vem ao encontro da actividade lectiva, e portanto, da comunidade escolar 2. Da visita posso afirmar que o monumento em causa, Convento de Cristo, é uma das maiores riquezas de Portugal, situando - se em Tomar e sendo considerado um dos maiores exemplos do nosso Património Histórico. A sua localização, numa zona mais alta da cidade justifica-se, segundo o monitor que nos acompanhou, por ali ter existido há muitos anos a única povoação. O convento era constituído por uma enorme torre fechada onde os monges3 se escondiam das guerras para rezar4. Anos mais tarde essa torre foi aberta para construir uma igreja. Já na actualidade, há bem pouco tempo ainda eram ali celebrados casamentos.5 Já no interior, as paredes eram constituídas por telas enormes com pinturas a óleo. Aquando das invasões francesas o convento serviu de hospital para os feridos em combate, tendo algumas das telas com grandes pinturas originais sido destruídas para servir de macas e para fazer fogueiras para aquecer os cavalos. O convento tem, também, duas portas cujas fachadas em estilo manuelino muito trabalhadas, tendo uma delas duas colunas, as quais simbolizam - uma a natureza viva e a outra a natureza morta. Ainda, como curiosidade acrescento o facto de uma das pedras mais usadas na construção do convento ter sido a pedra de Ançã. Finalmente, fomos informados que no pátio do convento os agricultores locais ali se dirigiam para vender os seus produtos, colaborando os monges na dinamização do comércio, além de garantirem a protecção das populações. Lucas 8.ºD

Notas: 1 Enquanto aluno/cidadão surpreendeu-me o estado de conservação da janela do Convento de Cristo, permitindo ver o “mau aspecto” e justificando-se uma rápida intervenção das autoridades, nomeadamente a Câmara Municipal de Tomar ou outras instituições. 2 As fotografias são da responsabilidade da minha mãe (D. Maria Rosa Jorge)., também ela participante na visita. 3 Refiro-me ao Clero. 4 Uma das principais funções do Clero era rezar (religião). 5 Houve uma abertura da igreja do Convento à comunidade local, sendo actualmente proibidas este tipo de cerimónias. Segundo o monitor, essa proibição partiu do Instituto do Património Português

JI de OURENTÃ Cá estamos mais uma vez a dar notícias. Com a chegada do Outono partimos à descoberta desta estação do ano. Saímos da sala para descobrir as transformações da Natureza. Esta época do ano tem várias cores e vários sabores, conhecemos os seus frutos e os alimentos característicos desta estação. Numa das nossas incursões pela Matemática aprendemos a seriar e a formar conjuntos, segundo as características dos seus elementos. Foi então que nos surgiu a ideia de fazer um lanche de Outono. “Mãos à obra”!… Preparámos tudo e aqui vai a receita do Bolo de Outono: BOLO DE OUTONO 6 ovos 2 chávenas almoçadeiras de açúcar- mal medidas 2 chávenas almoçadeiras de farinha 1 chávena almoçadeira de nozes picadas 1 chávena almoçadeira de maçã às tiras 1 colher de chá de fermento

Bate-se tudo e coze numa forma com buraco. No nosso lanche havia frutos de Outono, doce de Abóbora, chá e o delicioso Bolo de Outono feito por nós e que pudemos verificar pessoalmente ser delicioso.

ASSOCIAÇÃO DE PAIS/ENC.EDUCAÇÃO EB2,3/CNT A autonomia de administração e gestão das escolas, da criação e desenvolvimento dos respectivos projectos educativos, pressupõe a responsabilidade de todos os membros da comunidade educativa pela salvaguarda efectiva do direito à educação, à cidadania e à igualdade de oportunidades no acesso e sucesso escolar, pela prossecução integral dos objectivos dos referidos

desenvolvimento de uma cultura de cidadania, capaz de fomentar os valores cívicos e de pessoa humana, da democracia e do exercício responsável da liberdade individual. Porque a tarefa de “educar, integrar, e preparar para a cidadania” exige co-responsabilização de todos os intervenientes no processo


SEJA MODERADO E CONTRIBUA COLABORANDO. Cantanhede,2010Dezembro03

Olimpíadas da

Matemática “Felizes aqueles que se divertem com problemas, que educam a alma e elevam o espírito.” Fenelon No passado dia 10 de Novembro realizou-se a primeira eliminatória das Olimpíadas Portuguesas da Matemática. Mais uma vez os nossos alunos responderam ao apelo dos professores de Matemática e aderiram, com grande entusiasmo, a esta iniciativa. No total foram 113 alunos que se apresentaram na escola para testarem os seus conhecimentos e capacidade de resolução de problemas, passando, ao mesmo tempo, uma tarde diferente e divertida. Participaram 25 alunos do 5º ano nas Pré – Olimpíadas, 61 alunos dos 6º e 7º anos na Categoria Júnior e 27 Categoria A para alunos de 8º e 9º anos. A todos os que participaram o nosso obrigado! Esperamos agora pela 2ª eliminatória!

E já agora, lançamos este desafio a toda a comunidade escolar: “Num torneio de xadrez entre turmas de uma escola participaram 28 alunos. No final do torneio, perguntou-se aos alunos da turma do 6º ano com quantos alunos da turma do 7º ano tinham jogado. O primeiro respondeu cinco, o segundo seis, o terceiro sete, e assim sucessivamente, até ao último que respondeu que tinha jogado com todos os alunos do 7º ano. Quantos alunos do 6º ano participaram no torneio?” Os professores de Matemática Porta do Convento de Cristo

Horizontais 1. 2. 3.

4. 5. 6.

64:1/2; 21+2 2+23 20+75+(4:4):1200x10; 10 2-10 1 [(20+30)x10]:(0,1x100); um número entre199 e 300em que o algarismo das dezenas é 4 e o das unidades é o resultado de 1/2-0,5 10:1/2 (10+15+5)/3; sessenta e cinco mais o triplo de cem 60x2+3; [65-24(2+22)]+(10x5-50:2).

Verticais 1. 102+32x10+15/3; (11x10)/10 2. 800/4+(20+37+3); 1/5 3. Um número com dois algarismos, o primeiro é múltiplo de 4 e o segundo é o elemento absorvente da multiplicação; primeiro número primo; o número que se usa para elevar ao cubo 4. 10 2x3-100+9/3 5. 400-217+1; 7x7+5 2-6 6. 10/5+2 1x102 ; 52x2+101-4.

estamos conscientes que toda a acção a desenvolver no ensino e na educação, terá de alicerçar-se numa franca cooperação de todos os pais/enc.educação e restante comunidade na sua diversidade, principalmente na acção educativa e ensino. Assim, neste contexto, esta Associação Pais/Enc.Educação dos ensinos básicos do 2º e 3º ciclos de Cantanhede, atenta aos novos desafios, faz por cumprimentar em primeiro plano todos os alunos e seus pais/enc.educação, bem como a restante comunidade educativa,

contudo, a colaboração de todos os pais/enc.educação, fazendo principalmente por se deslocarem à própria escola, a fim de se inteirarem da evolução do ensino do seu filho/ educando. Cientes do sentido de colaboração de todos, esta estrutura associativa regista e reitera todo um sentido de participação e cooperação na educação e no ensino, a fim de tornar uma escola pública de qualidade, para um futuro risonho de todos os nossos filhos e educandos.


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Ce que les élèves ont dit à propos des films: Magnifique! J’ai aimé! Encore plus! Formidable! Intéressant! Vraiment super! J’ai adoré!

Día de la Hispanidad El Día de la Hispanidad surgió después de la caída del régimen de Napoleón Bonaparte, quien trató de unir a España y Portugal ante el “imperio francés.” Esta fecha fue olvidada durante muchos años. El 3 de agosto de 1492, Cristóbal Colón zarpó del puerto español de Palos de la Frontera, Sevilla, en ruta a Asia. Comenzó su viaje por aguas desconocidas, y fue anotando cada uno de los momentos importantes de la travesía. Gracias a estas notas sabemos que el viaje estaba rodeado de dificultades. Este duró 36 días. Los alimentos comenzaron a escasear y provocó muchas enfermedades en la población, como sospechaba Cristóbal Colón. A pesar de las dudas de la tripulación él logró calmarla, instando a la paciencia. En pocos días todo cambió, porque la tierra visión de futuro, la tierra que creían que eran las Indias pero que realmente eran las Américas. Fue el 12 de octubre de 1492. Al mediodía, los europeos pusieron el pie en las costas de la isla de Guanahaní, que Colón llamó como “San Salvador”. El primer contacto entre europeos y nativos fue pacífico, los indios tenían miedo y curiosidad, se produjo un intercambio de dones, y el

españoles decidieron buscar un lugar adecuado para establecer el primer asentamiento español, los lugares elegidos fueron las islas de Cuba y Haití, donde fundó el “Fuerte Navidad”. El 12 de octubre se ha celebrado en el sistema parlamentario bicameral, que promulgó la ley que instituyó la celebración de ascendencia hispana. Esta fecha es conocida como “El Día de la Hispanidad”, pero fue “El Día de la Raza” y también “Día de las Culturas” en cualquier momento y bajo cualquier nombre, la fecha es la celebración de la unión de grupos étnicos, los pueblos y continentes. Rafael Marques, 9.ºB

N OVIDADES Ano XV

DO

M ARQUÊS

N.º 1 Dezembro de 2010 Propriedade Escola Básica Marquês de Marialva, Cantanhede Impressão

Responsabilidade Oficina de Imprensa Ana Mineiro, Rosalina Rogrigues José Plácido, J. Toscano. Participantes Professores, Alunos, Associação de Pais e Encarregados de Educação


Anedotas A ministra da educação vai visitar um hospício. Uma vez no edifício, cruzase com um maluco que lhe diz: - Boa tarde. Quem é a senhora? - Eu sou a ministra da educação! - Ai coitadinha... Mas olhe, não se preocupe que eles vão curá-la! Eu quando vim para aqui também julgava que era Napoleão e agora já estou bem!

Heureux Noël et Bon Nouvel An à tous, surtout à nos professeurs, notre famille et nos amis. 8ème année, Classe G

Dois amigos encontraramse: - Estás melhor? - Estou na mesma. - Foste consultar o médico que te indicaram? - Fui. - E acertou com o que tinhas? -Quase! Eu tinha 100 Euros e ele levou-me 90… - A minha professora deve ser muito religiosa. - Porquê? - Porque a cada resposta que dou, ela responde: Ai valha-me Deus! Ai valha-me Deus!

El cielo está enladrillado ¿quién lo desenladrillará?, el desenladrillador que lo desenladrille buen desenladrillador será. Tengo una gallina pinta, piririnca, piriranca, com sus pollitos pintos, piririncos, pirirancos. Se ella no fuese pinta, piririnca, piriranca, no criaría los pollitos pintos, piririncos, pirirancos.

Por onde passa um elefante e não passa um mosquito?

As ovelhas Amigo! Se eu te der uma ovelha das minhas, ficas com o dobro das minhas; se tu me deres uma, ficamos iguais. Solução: O 1º tinha 5 ovelhas e o 2ºtinha 7

Tres tigres trigaban trigo, tres tigres en un trigal. ¿ Qué tigre trigaba más…? Los tres igual.

Qual é coisa, qual é ela, que é redonda como o Sol, tem mais raios do que uma trovoada e anda sempre aos pares?

R : por uma teia de aranha

Pedro Pablo Pérez Pereira perito pintor pachuco pedante, pinta paisajes preciosos por precios proporcionales, para poder pagar pasaje para París pasando por Portugal.

Adivinhas

R: a roda da bicicleta

Trabalenguas

Descobre na sopa de letras 30 palavras relacionadas com o Natal. Advento Árvore Bacalhau Baltasar Bolas Broas Cânticos Chaminé Chocolates Consoada Estrela Família Festividade Filhoses Fitas Gaspar Igreja Iluminação Jesus Lembranças Meia Melchior Missa Noite Pinheiro Prendas Presépio Rabanadas Sapatinho Tradição

(Não há palavras na diagonal)

Descobre as 5 diferenças


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O NATAL Ande o frio por onde andar, pelo Natal cá vem parar Até ao Natal salto de pardal, de Natal a Janeiro salto de carneiro e de Janeiro a Fevereiro salto de outeiro. De Todos os Santos ao Natal, bom é chover e melhor nevar Do São Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o bornal Dos Santos ao Natal, Inverno natural Dos Santos ao Natal, cada dia mais mal; do Natal ao Entrudo, come-se capital e tudo Entrudo borralheiro, Natal em casa, Páscoa na praça Festa do Natal no lar, da Páscoa na praça e do Espírito Santo, no campo Galinhas de São João, pelo Natal poedeiras são. Laranja antes do Natal, livra de catarral. Mal vai Portugal se não há três cheias antes do Natal. Namoro de Carnaval, não chega ao Natal Natal à sexta-feira, por onde puderes semeia; em domingo, vende bois e compra trigo. No dia de Natal, têm os dias bico de pardal O Natal ao soalhar e a Páscoa ao luar Para que o ano não vá mal, hão-de os rios encher três vezes entre São Mateus e o Natal Pelo Natal ao jogo, pela Páscoa ao fogo. Pelo Natal, sachar o faval Pelo Natal se houver luar, senta-te ao lar; se houver escuro, semeia outeiros e tudo 12 12

Pelo Natal semeia o teu alhal, e se o quiseres cabeçudo, semeia-o pelo Entrudo Pelo Natal sol, pela Páscoa, carvão Pelo Natal tem o alho ponta de pardal Quem colhe antes do Natal, deixa o azeite no olival Quem colhe azeitona antes do Natal deixa metade no Olival Quem morre de véspera é peru de Natal Quem quer bom alhal, semeá-lo pelo Natal. Quem vareja antes do Natal, deixa azeite no olival Se a Páscoa é a soalhar, é o Natal atrás do lar Se queres a desgraça de Portugal, dá-lhe três cheias antes de Natal Depois que o menino nasceu, tudo cresceu. Em Dezembro descansa, em Janeiro trabalha.


Novidades do Marquês Dez/2010