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POEMÁRIO

Prof.ª Glória Chambel Alunos das turmas A e C do 6.º ano


Não sei Não sei o que tenho, mas sinto-me assim. Encontrei um estranho Sentado no jardim.

Achei que estava bem. Enganei-me redondamente. Agora sei que tu também estás assim tristemente.

Estou triste, sem saber o que fazer. Não sei por que existe o sentimento de sofrer.

Magda Costa Pereira, 6.º C


SE…

Se eu fosse astronauta À lua ia viajar…

Se eu fosse jogador Um golo ia marcar…

Se eu fosse médico Alguém ia salvar…

Se eu fosse uma ave Ia voar…

Nuno Lopes, 6.º C


Amizade

A amizade é alegria Alegria é felicidade Felicidade é ter amigos Amigos verdadeiros Verdadeiros irmãos Irmãos para sempre Sempre p’ra toda a vida…

Rafaela nº 13, 6.º C


Sobre o amor

Saber o que é o amor penso que é especial, a pessoa que se ama não se esquece… nem no dia de Natal!

Ainda não sei o que é, mas se alguém o derrubar não descanso até o pôr de pé.

Pensam que o amor é um mar de rosas, e que não se sofre, mas aconselho as pessoas a lerem a próxima estrofe.


Amar é bom e amolece, mas nem toda a pessoa é aquilo que parece. À primeira cremos Que é boa pessoa, mas não nos devemos deixar cair à toa.

Vou continuar à procura de alguém a quem querer, espero que minha loucura não seja luta em vão pois eu quero preencher o espaço do meu coração.

João Moreira, 6.º C


Soltar o tempo Agarrar o momento Sem nunca desistir Sem olhar para trás. O que interessa é o futuro, O passado já foi Segue em frente… Pois a vida é permanente! Então solta-se um beijo Que é como um desejo De acreditar, Para seguir em frente… Catarina Vieira, 6.º A


Imagino... A poesia ĂŠ uma aventura, que encontramos na liberdade a viagem uma moldura onde estĂĄ a amizade. Imagino o futuro, com inĂşmeras aventuras, onde de certo encontrarei antigas armaduras. Imagino o encontro com muitos dos grandes piratas, escondidos em velhos baĂşs ainda cheios de valiosas pratas.


Imagino aquela viagem ao Egito, para a mim mesmo provar , que as múmias não são um mito. Imagino o centro da terra, onde todas as portas vou abrir, andarei pelos corredores e a paz irei descobrir.

João Figueiredo, 6.º A


AMIGOS Lápis insignificante Preto e amarelo Não é brilhante Nem é belo.

Lápis, ponta de carvão Pensava que vinha do céu Mas afinal vem do chão.

Lápis e afia, em dupla espantosa Ali na minha mão A sinfonia é maravilhosa.

Lápis e folha, um casal perfeito Sempre aos beijinhos A torto e a direito.

E agora acabamos assim Com o lápis e o papel Os melhores amigos sem fim. Miguel Carmo, 6.º A


Bola Sou bola Sou bola Estou farta que me batam na tola Quero fugir para Angola Com uma camisola de gola.

Queria uma grafonola Para uma amiga cantarola Que é muito gabarola.

Encontrei uma galinhola A comer uma pintarola Dentro da sua gaiola Que coisa tão estarola!

No país da meia sola Estava um rapazola A pedir esmola Para pôr na sacola Para ir à escola. Sandra Maniés – 6º C


Poema dos números 1 de Agosto é o dia que eu mais gosto 2 poemas que eu escrevi e que de lá li 3 dias sempre a fazer a mesma coisa 4 de agosto, hoje sou bebé porque faço anos 5 velas que apaguei 6 poemas que levei para o museu 7 amigos do meu pai Eliseu 8 dias que passei 9 desgostos que sofri 10 camas que tenho, mas não sei onde dormir 11 horas da noite e ainda não adormeci 12 meses do ano e é o fim… Sandra Maniés, 6º C


Caracol Sou caracol Sou caracol A cantar com um rouxinol No fundo do sol. Encontrei um cachecol Dentro de um girassol, Joguei futebol com a casca do caracol Vi quatro caracóis a jogar andebol… Em cima de um lençol Comi um rissol Com a casca do caracol Que se chamava Gissol. Sandra Maniés, 6º C


Cadeira Sou cadeira Sou cadeira Gosto de madeira Fria como uma oliveira. Convidei um gaiteiro Para tocar à maneira Sentado à lareira. A semear uma ervilheira Eu vi um espingardeiro Em cima de um damasqueiro. À caça de um peneireiro O moleiro e o padeiro Fizeram tanto berreiro Que eu gritei para o ferreiro lhes dar com o martelo no traseiro. Sandra Maniés, 6º C


Sabonete Sou sabonete Sou sabonete Encontrei um rabanete Dentro de um colete! Ouvi um ralhete Junto de um toalhete. Fui a Alcochete E encontrei um barrete, num cavalete. Comi esparguete com filete E toquei trompete. Sandra ManiĂŠs, 6Âş C


Abecedário sem juízo A é a Ana, que levou com a cana. B é o Bernardo, que bateu no leopardo. C é a Carlota, que engoliu uma bolota. D é o Daniel, que andou no carrossel. E é o Eliseu, que entrou no museu. F é a Francisca, que comeu uma isca. G é o Gonçalo, que andou a cavalo. H é o Henrique, que foi a Moçambique. I é a Ivone, que pegou num cone. J é o João, que caiu no caldeirão. L é a Luana, que é amiga da Joana. M é o Mário, que se escondeu no armário. N é o Nuno, que gosta de jogar Uno. O é a Olga, que está sempre de folga. P é a Paula, que faltou a uma aula. Q é o Quim, que é amigo do Joaquim.


R é a Rosana, que comeu uma banana. S é a Sandra, que é amiga da Alexandra. T é o Tiago, que é primo do Saramago. U é o Ulisses, que faz mariolices. V é a Vanessa, que comeu da travessa. X é a Xana, que é amiga da Ana. Z é o Zé, que tem um jacaré e cheira mal do pé.

Sandra Maniés, 6.º C

Poemário  

Coletânea de poemas elaborados por alunos da Escola Básica D: Sancho I de Pontével