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radical

Já o kitesurf embarca o atleta em uma aventura, onde se prende uma pipa à cintura, utilizando a prancha com suporte para os pés. impulsionado pelo vento, começa a aventura. João Henrique Ferreira, 37 anos, é referência quando o assunto é o kite. conhecido por suas manobras ousadas, ele é bicampeão cearense no esporte e terceiro colocado no circuito brasileiro. começou a surfar aos nove anos, pelos

quatro cantos do Brasil. aos 22, resolveu estudar e se aventurar nas ondas do Hawaii. aos 27, conheceu o kitesurf e atualmente se dedica em campeonatos nacionais e mundiais. Para o atleta, treinar em Brasília exige maior movimentação. “No mar, as ondas te pegam e te levam. No lago, é preciso correr atrás das ondas. O esporte é bem completo. Trabalha músculos, força, exige habilidade e treino”, explica

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Ferreira. “Vivemos um momento importante no kitesurf. a Federação internacional de vela anunciou que o esporte fará parte dos Jogos Olímpicos de 2016”, comemora o campeão. E quem disse que no lago Paranoá não tem onda? O rastro formado pelo trajeto das lanchas permite que se pratique o wakesurf. a pentacampeã brasileira no esporte, Vanessa azevedo, garante que é possível projetar boas ondas

no lago. “Elas chegam até meio metro de altura. Quem treina wind e kite na cidade está apto a praticar em qualquer lugar. Já o wakesurf, ele aprimora o surf no mar”, diz Vanessa Sobre o clima, Morrone revela que o vento sofre muita influência dos arredores do lago Paranoá. antes de chegar no lago, o vento passa por uma série de obstáculos e toma diferentes direções. Essas condições deixam o atleta mais sen-

Revista Gps Brasília 2  

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