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a sola escarlaTe

Para quem vai se aventurar no fabuloso universo do solado vermelho, a dica de seu criador, christian louboutin: comece pelo scarpin preto

Por Paula Santana

d

esde que o sapateiro francês christian louboutin criou a famosa sola em seus sapatos, um novo código de sofisticação foi criado no universo feminino. Não só de requinte, uma vez que o par custa em média r$ 2 mil, mas também de desejo. Tanto para mulheres quanto para homens, que não escondem o fetiche ao ver uma bela perna torneada em cima de um scarpin preto com acabamento vermelho no alto de seus 12, 13 centímetros de altura. Não é preciso dizer que a mulher se transforma num absoluto monumento, uma verdadeira escultura. louboutin costuma dizer que um sapato seu “é a base da linguagem corporal, da atitude feminina”. Os pares que já ganharam status de obra de arte, e até integram o acervo permanente do Instituto de Moda do Metropolitan Museum, de Nova York, têm um acesso, uma porta de entrada que comunga com todo o espírito louboutin.

É o scarpin preto. o designer diz que trata-se da porta de entrada para esse universo do fetiche e do luxo que o modelo provoca mundo afora. O famoso “tem que ter”. criado pela influência da pop art, o stiletto de louboutin veste das icônicas da vida real, adele e blake lively, às personagens cinderela e carrie bradshaw, do cinema dos sonhos. A sua confecção, no entanto, é mais que notória. e tem seu valor. apesar de louboutin dizer que conforto não é sua prioridade, e sim a beleza, os sapatos são de excelência. os modelos, grande parte deles em couro ou verniz, são revestidos com seda. sua altura corrige a postura, afina a silhueta e torneia as pernas. e mais, a sola vermelha nada mais é, no imaginário do sapateiro, que o reflexo de um tapete vermelho, onde, segundo ele, toda mulher merece sempre andar.

Revista Gps Brasília 2  

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