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AVENTURA

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Por Marina Macêdo Fotos Celso Junior

J

á imaginou voar até dez metros sobre mares e lagos? Ou, com o mesmo equipamento, dar mergulhos sequenciais? Ter a sensação de liberdade e pura adrenalina? Pois uma nova modalidade tem invadido as águas do Lago Paranoá. Chama-se Flyboard. O inventor do esporte aquático é o francês Franky Zapata. Campeão mundial de jet ski, Zapata desenvolveu ao longo de oito meses o apetrecho e o lançou em 2012. Em outubro do mesmo ano, o esporte já somava centenas de atletas e reuniu 60 esportistas, de 20 países, no campeonato mundial em Doha, no Qatar. O kit completo conta com prancha com botas fixas, par de manetes, mangueira de 15 metros e dutos. Para a prática é necessário ainda alugar ou possuir um jet ski. A turbina da moto aquática funciona como bomba d’água, que impulsiona o atleta para cima. Do alto, o praticante tem a opção de criar e executar as mais variadas manobras em um raio de 15 metros do jet ski, dirigido por um instrutor. Já os veteranos não precisam de piloto na moto aquática. Eles aceleram o veículo por meio de controle remoto. Quanto mais o acelerador do jet ski for acionado, mais alto o flyboardista voa. A direção é tomada pelos pés do atleta. Já a estabilidade, pelas mãos atadas às mangueiras. Edson Moreira, 34 anos, é


Revista GPS Brasília 5