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Por Marcella Oliveira Fotos: Celso Junior

  28 metros de altura, no centro de Brasília, a estátua do ex-presidente Juscelino kubitschek sorri e acena para a cidade que criou. a infância de nonô em diamantina (Mg), a coragem de criar uma nova capital e a vivacidade de Jk são eternizadas no Memorial Jk, na capital federal. a história se recria ali. a carteira de identidade de Jus-

a

celino, a aliança de casamento com dona Sarah e a casaca usada durante o baile de posse no itamaraty, no rio de Janeiro, são alguns dos objetos que estão expostos no museu. construído após a morte do ex-presidente pela viúva Sarah kubitschek, o local mantém viva a vida de Jk. um mês após a morte do marido, ocorrida em um acidente de carro na via dutra em agosto de 1976, a ideia do memorial surgiu. quando apresentou a

proposta ao arquiteto Oscar niemeyer, responsável pelos grandes monumentos de Brasília e parceiro de Jk, dona Sarah não imaginou que receberia o projeto tão rápido: em apenas uma semana o esboço estava pronto. Por meio de doações de amigos de Juscelino, políticos e empresários brasileiros, o acervo foi sendo construído. O terreno de 25 mil metros quadrados foi doado pelo gdF, em um local escolhido pela própria

dona Sarah: no centro de Brasília, próximo à Praça do cruzeiro, onde foi rezada a primeira missa na nova capital, em 1957.  O ritmo da construção foi rápido como o da capital: ficou pronto após um ano e cinco meses de obras. a inauguração foi em 12 de setembro de 1981, dia do aniversário de Jk. Os restos mortais do ex-presidente foram transferidos do cemitério campo da esperança para a câmara portuária, dentro do memorial.


Revista GPS Brasília