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GALERIA

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UM TESOURO

A SER DESCOBERTO Por Marina Macêdo Fotos Celso Junior

Em meio aos 21 andares do Banco Central há um espaço de cor turquesa que abriga 86 obras de arte de modernistas. É aberto ao público, mas pouco divulgado. Recebe cerca de cem visitantes ao mês

S

ua estrutura é imponente. Pode ser vista de vários pontos da Capital Federal. Situado no Setor Bancário Sul, o Banco Central está entre os monumentos mais importantes do conjunto arquitetônico de Brasília. Projetado por Hélio Ferreira Pinto, o edifício tem 21 andares e seis subsolos, onde estão os cofres do Tesouro Nacional. Mas o que poucos sabem é que nem só de questões financeiras vive o banco dos bancos. Em seu oitavo andar, a institui-

ção abriga uma intimista galeria de arte. Um recinto pouco explorado por brasilienses e candangos. Inaugurado em 1987, o espaço foi aberto ao público com o propósito de divulgar o acervo do banco. Um acervo artístico riquíssimo, composto por 554 obras de artistas como Candido Portinari, Di Cavalcanti, Volpi, Milton Dacosta e Tarsila do Amaral. Obras que foram adquiridas pelo Banco Central como pagamento por créditos que detinha em instituições fi-


Revista GPS BRASILIA ed 6