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Um dos adeptos do esporte, Jorge Michel

res competições do circuito mundial, com premiação de até USD 10 mil e presença do italiano Alessandro Calcubbi, atual número 1 do beach tennis. Nos últimos campeonatos por equipe, chamados Nations Cup, o Brasil tem sido vice-campeão. Entre os responsáveis pelas vitórias, estão os atletas que se destacam no cenário mundial: a dupla feminina, Samantha Barijan e Joana Cortez e os jogadores Vinicius Font e Guilherme Prata. Os quatro estão entre os dez campeões do mundo. Internacionalmente também não ficamos para trás. Em 2008, no Campeonato Mundial em Ravenna, a equipe brasileira ficou em terceiro lugar. Já na Copa das Nações em Aruba, em 2010, subiu para primeiro. Em julho deste ano, con-

quistou pela primeira vez o Campeonato Mundial ITF por Equipes de Beach Tennis em Moscou, na Rússia. Em outubro, o campeonato realizado na Associação dos Servidores do Banco Central de Brasília (Asbac) reuniu cerca de cem atletas sob o sol do Cerrado. O Clube Naval, o Iate Clube de Brasília, o Clube da Aeronáutica e o Clube do Exército também oferecem aulas da modalidade.

Campeão mundial Radicado no Rio de Janeiro, Guilherme Prata, 34 anos, participou da entrada de esporte no Brasil, em 2009. Cinco meses depois, jogou na Copa do Mundo de Beach Tennis, na Itália, e ficou em terceiro lugar. A partir daí, não parou mais. Atualmente, viaja pelo menos duas vezes por mês para par-

ticipar de campeonatos internacionais e nacionais e é idealizador do projeto Clube Praia, em que difunde a técnica do esporte no Brasil. Guilherme realiza treinamentos nas escolas de beach tennis pelo País. “Por ser um esporte novo, muitas pessoas não sabem a melhor maneira de ensinar a técnica. O objetivo é difundir um sistema de ensino de qualidade”, afirma. O projeto existe há um ano e dois meses no Rio de Janeiro, na praia de Ipanema e em Niterói, e já chegou a Porto Alegre. Em novembro, desembarcou na Associação dos Servidores do Banco Central de Brasília e pretende se expandir para o Nordeste.

Investimento Ao contrário do tênis, praticar beach tennis não sai

muito caro. “O tênis de praia é um esporte barato. Um dos únicos investimentos que o atleta faz é a compra da raquete, que custa entre R$ 200 e R$ 500 e dura em média três anos”, afirma Guilherme. Não é necessária uma grande preparação, nem investimento. As aulas custam em torno de R$ 30 a hora. Quem treina garante que o esporte é fácil. “Pode ser praticado dos oito anos de idade aos 80. A família inteira pode jogar junta, na mesma quadra inclusive”, afirma Prata. Apesar de não ter muitas restrições, o beach tennis exige alguns cuidados básicos com a saúde. Muita água, protetor solar e proteções, como viseiras e óculos escuros, são itens indispensáveis para a prática. Alongar o corpo também é importante para evitar lesões.

Revista GPS BRASILIA ed 6  
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