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NATUREZA

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No sentido horário: Casa de Chá, Biblioteca, Jardim Japonês e Bistrô Bom Demais

Por Andressa Furtado Fotos Ueslei Marcelino

“D

e um lado, o Jardim Botânico. Do outro, o Jardim Zoológico. Constituindo, estas duas imensas áreas verdes, simetricamente dispostas em relação ao Eixo Monumental, como que pulmões”, disse Lúcio Costa ao delimitar o espaço onde seria o Jardim Botânico de Brasília. Localizado no Setor de Mansões Dom Bosco, na QI 23 do Lago Sul, ele é o único do País situado na região do Cerrado e recebe cerca de qua-

tro mil visitantes por mês. O espaço é grande. São cinco mil hectares, sendo 526 destinados à visitação e quase 4,5 mil hectares de Reserva Ecológica. Ali dá para caminhar e se exercitar, fazer piquenique, estudar ou apenas contemplar a natureza. Na entrada, a logomarca exibe um pequizeiro, uma das espécies típicas do Cerrado. Fundado em março de 1985, a unidade de preservação conta com centenas

de plantas nativas e exóticas, devidamente identificadas, animais em extinção, como veado-campeiro, tatu-canastra, lobo-guará e tamanduá-bandeira. Além de aves, como tucanos, papagaios, carcarás e seriemas. Há, ainda, uma trilha ecológica de 4,5 km, um dos principais atrativos do parque. No Centro de visitantes, é possível se informar de tudo o que há por lá. O local conta com um anfiteatro que tem

formato de arena e capacidade para 2.500 espectadores, uma grande área para piquenique, a Casa de Chá, e a Biblioteca da Natureza, onde é possível ler um pouco mais sobre o meio ambiente. Quem quiser conhecer ao vivo a natureza, basta caminhar pela Alameda dos Ipês e os bosques de Kyoto e Baobás, o Orquidário Margareth Mee e o Espaço Guido Pabst, com coleção de orquídeas nativas e exóticas.

Revista GPS BRASILIA ed 6  
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