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AVENTURA

Ao lado do filho, André, e do amigo Nilor Mendes, Pedro relata que foram necessários dois anos para desenvolver o projeto no computador. Depois, mais dez anos construindo cada peça da aeronave e montando a máquina. Porém, esses doze anos não foram o bastante para levantar voo. “Todas as peças foram feitas por nós. Acredito que ainda vão demorar mais uns anos para ser finalizada e nossa máquina receber o certificado de autorização de voo”, vislumbra Pedro Luiz. A criação prevê que, após dada a partida, haja geração de energia, que decorre pelo movimento do eixo a hélice. Além da estrutura personalizada da parte dianteira da asa, que é feita com kevlar e fibra de vidro altamente resistente ao impacto. O invento tem como responsável técnico e supervisor o engenheiro Luís Fernando Balduino, que atua no projeto com o sonho de vê-lo ganhando o céu brasiliense.

AÇÃO SOCIAL A cidade idealizada em formato de avião, vista do alto evidencia uma nova maneira de ajudar a sociedade. A Associação dos Pilotos de Ultraleve de Brasília (APUB) tem um convênio firmado com Instituto Brasília Ambiental (Ibram) no qual os pilotos identificam invasões ou focos de incêndio e comunicam imediatamente ao órgão. E há outras parcerias informais: “Quando avistamos as queimadas também avisamos o Corpo de Bombeiros. Ou órgãos de segurança, ao avistar cenas suspeitas”, diz o presidente Everardo Ribeiro. As instalações da APUB são utilizadas também para apoio de voo de helicópteros da Polícia Rodoviária Federal, Detran, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Polícia Civil.

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Revista GPS Brasilia 11  
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