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CONTEMPORÂNEO

O COMPOSITOR DAS CORES

da original arte cromátião Paulo – Admiradora ebi como um presente a ca de Ian Davenport, rec ele na Dan Galeria, local chance de conversar com ndo a entre 1992 e 2015, inclui onde ele exporia 18 obras Brao a criada especialmente par inédita Colourade: Buzz, ão da de entrevistas e a finalizaç sil. Em meio a demandas bemdeparo com um britânico montagem da mostra, me e entuantado com o nosso país -humorado, curioso, enc estreia a sua obra. Esta era a sua siasmado em falar sobre parecia ser grande. no Brasil e a expectativa S Flávio Cohn, o galerista N DAVENPORT, UM DO IA A ST NI O CI RA ST sso no AB O PORÂNEA, de Ian, participa do MES DA ARTE CONTEM NO S DE ritó AN esc GR seu em encontro VAS LINHAS BRASIL SUAS EXPLOSI rio, e ressalta que a sua TRAZ AO MO OBRAUE CONSAGRAM CO Q , AS IC rtir pa ÁT a M rge O “su CR de genialida S. MÚSICO, ELE . PRIMA ELEMENTOS COTIDIANO SUA do conteúdo e da forma M PARA CADENCIAR SO DO A ção TID ula nip BA ma A A na US Também - PINTURA POR PAULA SANTANA da matéria, utilizando te Gary Hume, Fiona Rae, -a de forma originalmen Sam Taylor. Ao despontar a em com ist art sua s obras, que exploravam, simples. “Ele é um sis con tem sob ra ret ob ud o, sua o ele iss me r nto po s comuns to, ao cotidiano, eles ficaram sempre em questionamen conhecidos como Young riga, desperta int ai, atr e qu o ist British te en Artists. Não tardou para tência”. E é exatam eo uso con o : sag tor rar pin -se do no lho me ba rca do e cono tra correr ao Turner Prize, ma e emociona ao observar ior premiação do Reino ados; a comegr int to en vim mo o e Unido, ma perdendo para o colega ind domínio da cor, a for ian o s. An ple ish sim Ka poo ser r. ere sug Ian diz que sua influência plexidade diante do que iva. vem de “todo mundo”. certa naturalidade intuit com ar A lid par E Ian parece te inspiradora “é viajar e enx ras me inú com erg o ar doos pan lug are ocu s e as pesio, soas. Isso me fascina”. Nada que lhe tire do sér Entre as principais referê m rigor tão sunu , liê ate no o ud ncias: est e a Van Gogh, Monet, Picass horas de disciplin cem se o, Ma des e tiss qu e, “pa has ra lin atr as ave o ssar a hiscom tória da arte”. Há ainda til que tudo parece fluir o abstracionista Jackson fato, incrível a de É, . nca bra a tel Pollock da io (1912-1956) ou o alemão apropriando do vaz uma de Jos ro ef uei Alb roq ers s, (18 ano 88 49 s -19 Ao . 76). A pop art tem um lugar especial sintonia entre obra e artista em seu coração. “Andi Wa em pubs duas vezes s çõe nta ese apr as rhol uen foi um colorista fabuloso” banda que faz peq reira car , sem sua esq de uec cio iní er o de Jas tem per Johns, Ian um dos grandes nomes des por semana em Londres, te movimento. ído da Goldsmiths -sa ém rec a, ent oit de Sobre as cores do Brasil, datado na década país que tanto o impressi las Artes. Be em ou du ogra se e ond nou, Ian não titubeia. “V College, em a âne erd por e e amarelo, sem dúvida. tem con e art da ão ens asc Eu de tenho a camisa da seleçã Nesse período o brasileira. Nós, ingleses, ras emergentes que inteatu cri somos das a um era ele , fru str ado Londres s no fut ebo l, pois sempre sonhamos s noventa. Desse ano os o nd cia em ini , jogar eze como vocês”. grava o coletivo Fre en Hirst, mi Da y, nd La el cha Mi grupo fantástico surgiram

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