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Igreja matriz Nossa Senhora do Rosário

ra e Cadeia – que funcionaram no local até 1999 – pegar um cineminha no Cine Pireneus, aprofundar-se na história e nos costumes da região ao visitar os museus Rodas do Tempo, das Cavalhadas e da Família Pompeu.   Imperdíveis são as tradicionais feirinhas. Os produtos são diversificados por um universo de artesãos que trabalham tecelagem, cerâmica, madeira, palha, papel e doces. Destaque para as joias artesanais em prata e móveis em madeira rústica encontradas na Feira das Artes, todos os sábados das 14h às 23h e domingos das 10h às 23h, no centro da cidade. Se o interesse for comprar verduras, frutas, carnes, flores, biscoitos, existe a Feira da Rua Sizenando Jaime, todos os domingos, bem cedinho.

PIRI PARA GOURMETS Pirenópolis tem tradição em turismo gastronômico desde a década de 1960. Com a chegada de Brasília à região, a cidade era visitada por ilustres como Juscelino Kubitschek, embaixadores e políticos. Todos em busca da farta culinária goiana, como arroz com pequi, pamonha, empadão, guariroba, paçoca de pilão, quitandas e doces.

No restaurante-antiquário Bacalhau da Bibba é possível apreciar o pescado. Outras duas opções requisitadas são os restaurantes Montserrat e Maiale. O primeiro propõe a culinária clássica com toques contemporâneo e mediterrâneo, com o sotaque catalão do chef Juan Pratginestós.  O Maiale é igualmente disputado. Entre os destaques está a alta gastronomia embalada por música ao vivo. O lugar destaca-se pela decoração refinada e localização privilegiada: a Rua do Lazer. Apontada como opção imperdível está a Venda do Bento. A casa trabalha com menu à la carte, misturando produtos locais com receitas tradicionais. É conhecido por ser um museu colonial, pelo completo menu de bebidas especiais e pelas salas dedicadas ao folclore local, além de receber convidados ilustres, como o chef Alex Atala. Pirenópolis não falha em alimentação. O turista pode fazer ainda um lanche rápido no Pireneus Café ou no Pé de Café, duas lanchonetes aconchegantes e com opções tipicamente goianas, como pamonha ou empadão. Sem contar as inúmeras residências, onde os próprios donos servem comida caseira a preços ótimos.

PIRI PARA AVENTUREIROS A cidade goiana é famosa pelas belezas naturais. Da Serra dos Pireneus nascem córregos que formam belíssimas cachoeiras. Para chegar até elas, coloque um bom tênis de trilha. Todo esforço é válido na chegada: a cidade é detentora do maior número de Unidades de Conservação do Estado de Goiás, nove no total. Entre as quedas d’água há 82 opções, a maioria aberta para visitação, e com preço entre R$ 15 e R$ 40, a entrada. Destaque para a grandiosidade dos 22 metros da Cachoeira do Abade, bastante procurada para a prática de rappel. A trilha maior passa por mirantes, um aquário natural e pequenas cachoeiras. Dentro da reserva ecológica Vargem Grande ficam as cachoeiras Santa Maria e Láza-

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Revista GPS Brasília 14  
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