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Feira

Agricultura do DF e o Ministério de Desenvolvimento Social. “Implantamos, no ano passado, o projeto Desperdício Zero, com o qual pedimos a todos os nossos permissionários e produtores que, no final da feira, eles separem aquilo que ainda pode ser aproveitado. Por exemplo, um pimentão amassado, que não foi vendido por problemas de manipulação e não por vencimento”, conta Wilder. Leandro Girarde, 40

anos, é proprietário de uma das lojas mais frequentadas e tradicionais da Ceasa, a Casa de Doces e Queijos. Especializado em queijos nacionais e importados, laticínios, frios, doces, conservas, azeites e temperos em geral, o estabelecimento abriu suas portas há 38 anos, com gestão de Seu João e Dona Aparecida. Quando a loja completou 18 anos, os donos cansaram do negócio e venderam para Leandro. “Na época,

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vendi o meu carro e uma loja que tinha na feira no Centro da Ceilândia. Com coragem e muito trabalho, assumi o negócio. Hoje, já com 20 anos sob minha gestão, a loja aumentou seis vezes de tamanho e possui mais de 8.350 itens de venda”, conta o empresário, que abastece pousadas, hotéis e residências. Para se ter uma ideia, em um sábado movimentado, 1.200 pessoas passam pela loja. Maria de Fátima Lei-

tão, servidora pública, é frequentadora assídua da Ceasa. Não passa um sábado sem fazer sua feira. “Frequento há mais de 25 anos. Aqui encontro produtos de qualidade e bom preço. Além de uma variedade gigante de produtos, consigo desde o queijo de cabra até a rapadura”, comenta Maria de Fátima. “Mas é preciso acordar cedo, tem que chegar 7h da manhã. Gosto de pegar os itens ainda frescos”, finaliza.

Revista GPS Brasilia 4  

GPS Brasília 4 Magazine

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