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O time reunido antes do treino

Na sequência, seguem para o ginásio da ASCEB, onde treinam das 11h às 12h30 – é quando mostram suas habilidades nos arremessos. No período da tarde, é a vez do treino tático e cuidados com fisioterapeuta. O posto de capitão é de Alex Garcia, 33 anos, de Orlândia, São Paulo. Revelado pelo COC/Ribeirão Preto, concretizou o sonho dos atletas da modalidade: jogou no National Basketball Association (NBA). No exterior, integrou equipes

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do San Antonio Spurs e New Orleans Hornets, respectivamente, 2004 e 2005. De volta ao Brasil, em 2006, retornou ao time de Ribeirão Preto. Após o término da equipe, foi convidado a integrar o Brasília, em 2007. “Vim a convite de um grande amigo. O Cipriano, ex-jogador do COC/Ribeirão Preto, já estava da equipe de Brasília e sugeriu aos diretores da época nossos nomes. Viemos em bloco: eu, Nezinho e Arthur”, lembra Alex Garcia.

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O clima seco da cidade e endereços com números causou estranheza ao jogador, que trouxe a mulher Camila e a filha Ana Lívia para morar na Capital da República. “Nos primeiros meses, estranhei bastante a cidade. Mas o dia a dia de trabalho e a família do basquete me ajudaram nesse processo de adaptação”, conta o capitão. A cidade o recebeu muito bem. Tanto que foi o cenário do jogo mais arrepiante de sua vida, no dia 1.º

de maio de 2007, no Ginásio Nilson Nelson, segunda casa do UniCEUB/BRB/Brasília. “Nunca vou esquecer a partida contra no Flamengo. Na ocasião, mais de 24 mil torcedores assistiram nossa vitória por 101 a 76. Quando desci a rampa e escutei as pessoas gritando meu nome, foi incrível. Mostra que o time é competente e que você é especial para aquela multidão”, revive. Entre as estrelas que iniciaram sua carreira profissional no time, está o jovem

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Gps Brasília 7