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INTERNACIONAL

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O Marquês do Maranhão, Lord Thomaz Cochrane Mesa montada para um típico jantar britânico

O brasão real reproduzido na prataria

Em um dos prédios funciona a parte administrativa. O outro é a residência oficial do embaixador Alan Charlton, com seis quartos que recebem nome de cidades britânicas e têm detalhes típicos, como abajoures, lençóis e quadros diretamente da terra da Rainha. A segurança é rígida. Para entrar, só com hora marcada. O terreno tem ainda uma parte social, com um clube, uma churrasqueira e uma quadra de tênis, além de um pequeno auditório.

A rainha retratada pelo artista Romero Britto

Quando o visitante é um britânico, a arrumadeira já sabe: o pijama tem que ficar em cima da cama. É um costume de lá. A pontualidade britânica é outra tradição mantida. Semanalmente, o embaixador recebe convidados para almoços e jantares. Os 16 lugares à mesa reproduzem a estética britânica. Pratarias, cristais e louças exibem o brasão da Família Real. O cardápio é inglês. Não o fish and chips que conhecemos, mas clássicos como o beef wellington (filé coberto com

patê de fígado de ganso), a sobremesa trifle (uma torta de creme com frutas e geleias) e a bebida Pimms, um refresco com álcool servido com mix de frutas, hortelã e gelo. Para visitar a região, não há necessidade de visto, apenas se for morar. Mas caso não possa ir lá para conhecer as tradições britânicas, até março o projeto UKBrasil promove o Reino Unido no Brasil, com eventos culturais e esportivos. Um intercâmbio de conhecimentos. Em comum com o Brasil, o gosto pelo churrasco.


Revista GPS 3