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Piscina central

Estação das Águas

Ou seja: de quarta-feira a domingo, e vice-versa. Ou de domingo a domingo. Os dias seguintes ao primeiro envolvem uma série de atividades complementares. A rotina é árdua, mas muito prazerosa. A manhã começa com uma caminhada agradável pela cidade. E é intercalada com consultas, tratamentos tecnológicos, malhação, fisioterapia, massagens, spa e sauna. Não há pausa para descanso. A não ser que o cliente queira. À noite, após o jantar, sempre há uma atividade na sala

Piscina externa

principal ou na lareira da “casa”. Pocket show, sarau, apresentação de dança, palestra, cineminha... Aos poucos, o cliente incorpora a rotina. Ou ele está de roupa de ginástica ou de roupão com maiô por baixo para as demais atividades. Há uma copa, com mesas e sofás, que interliga o spa, os consultórios, as salas de tratamento e as demais dependências do Kur. É lá o ponto de encontro e também onde são feitos os lanches intermediários. Sempre de passagem,

as pessoas se cumprimentam, tomam chá quente ou gelado e conversam rapidamente até aparecer um profissional com a sua agenda, pronto para encaminhá-lo para o procedimento seguinte. Na verdade, a clínica tem 140 funcionários. Uma média de três para cada cliente. Se quiser sair para passear, pode. No Kur, nada é proibido. Tem até motorista à disposição. “Aqui, incentivamos o cliente a fazer a gestão de sua rotina. Queremos que ele entenda o quão importan-

te é reorganizar o seu estilo de vida, e os benefícios que terá se conseguir inserir em seu cotidiano o que vivenciou no Kur”, diz o psicólogo Michael Zanchet. Mas quem quer sair? Quase ninguém. Além da exaustão diante de tantas atividades, a “casa” é linda e aconchegante. Nesse momento, as pessoas se vestem como se fossem jantar fora. Vão para o charmosíssimo restaurante e depois sentamse no Salão Ouro para uma prosa com chá. Na hora da partida,

Revista GPS 3  

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