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Vinicius Freire. Ex-atleta olímpico e integrante da seleção medalhista de voleibol brasileira em 1984, ele viveu na juventude toda essa atmosfera e sabe bem as necessidades do esportista durante o evento.

ELE É O CARA O gaúcho de 54 anos, casado, pai de dois filhos e escritor de dois livros foi medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 1984. Jogou na Itália por dois anos, mas 1990 uma cirurgia na coluna o obrigou a abandonar o vôlei pro-

fissional, provocando o seu retorno ao Brasil. Decidido a começar outra etapa, foi para a universidade. Formou-se em Economia e em Educação Física. Especializou-se em Marketing e fez MBA em Seguros. “Me tornei executivo do mercado e aí tudo foi se encaixando”, explica. A volta graduada para o esporte começou cinco anos depois, quando aceitou o convite para ser comentarista da emissora Sportv, que havia acabado de comprar os direitos do campeonato italiano de vôlei. Deu certo. “Fui então para a TV Globo comentar jogos da seleção brasileira”, relembra. Com os Jogos Pan Americanos de 1999, em Winnipeg, Canadá, Marcus estreou como chefe de Missão nos Jogos Pan Americanos. No COB, trabalhou como voluntário nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000; de Atenas, em 2004, e de Pequim, em 2008”. Em 2006, ainda, usando o conhecimento adquirido com os esportes e a teoria oriunda dos estudos, tornou-se sócio de Parreira, Bernardinho e Alexandre Accioly na empresa Giveme 5, que atuava na área de Marketing Esportivo, e, mais tarde, foi vendida para a família Medina, dona do grupo Artplan. Dez anos se passaram desde o retorno para o Brasil até que foi convidado a assumir o então recém-criado cargo que ocupa hoje, e que o coloca à frente de cerca de 190 profissionais. Experiente no feito, ele diz: “Nossa produtividade aumentou e por isso o profissionalismo torna-se cada vez maior”. Marcus tem um sonho para esta Olimpíada. “Quero ficar entre os dez primeiros no quadro de medalhas”. Números curiosos nos Jogos Olímpicos de 2016 • 11 milhões de refeições • 25 mil bolas de tênis • 8.400 petecas • 315 cavalos • 60 mil cabides • 100 mil cadeiras • 72 mil mesas • 32 mil camas. • 45 mil voluntários • 85 mil terceirizados • 6.500 funcionários

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