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Em recentes pesquisas de profissionais ligados aos interesses tipográficos, se chegou à conclusões importantes com respeito a este mundo separado da atividade, quase nunca exclusiva, do Design. Em primeiro lugar foi bastante claro o anseio do autores e público dos países de língua latina, mais precisamente os de língua não inglesa, de espaços de relacionamento e principalmente compra e colocação para venda, com ambiente latino. Foi percebido, através de emails recebidos, que a importância e o diferencial cultural entre estes dois opostos, não reside simplesmente NO IDIOMA, mas muito mais em outros aspectos. Claro que alguns, ficariam surpresos se pudessem avaliar a enormidade de pessoas que não se sentem confortáveis em ambientes de língua inglesa. Nem vamos abordar os que “abominam” o idioma. Apesar da grande ajuda dos tradutores eletrônicos on-line, a sensação continua a mesma. É natural, pois as culturas “respiram” através de seus idiomas. A forma de expressão é diferente, e reflete com força em todo ambiente. Para servir de exemplo; Se você dominar o inglês perfeitamente e tiver que se relacionar com um Inglês ou Norte Americano, vai fazê-lo com a segurança que lhe é permitida pelo seu conhecimento. Mas será só! Se já passou por isso, saberá com certeza, que a “real simpatia” pelo seu interlocutor, só se dará no decorrer do rela-

cionamento, notadamente quando este se ambientar melhor aqui em nosso país, e a sua conversa começar a se desenhar em cima de nossas gírias, ditos populares, jargões e brincadeiras do brasileiro. A similaridade maior dos aspectos culturais entre os povos latinos, é passada através dos textos, da escrita, da postura literária. É tão somente esta a razão do conforto maior entre línguas latinas.

A REALIDADE DA TIPOGRAFIA LATINA.

prio, e só falava com perfeição o inglês, aquele que fosse fazer uma estadia considerável na Inglaterra ou nos EUA, textos técnicos, eram verdadeiramente inalcançáveis. Vale aqui citar o... “pouco”? Nenhum, interesse de qualquer pessoa em traduzir textos sobre o assunto. Hoje, com o inglês já mais comum, a tradução eletrônica (com uma facilidade em copydesk) é de grande ajuda no acesso aos mais diversos assuntos, e maior volume de assuntos à nossa frente graças à internet, as barreiras permanecem como podem. É como se fosse uma praga. Não há programas (softwares) especialistas em fontes, em nosso idioma (português) embora o espanhol e italiano já sejam uma realidade e ajudem um pouco, mas...

Pelas barreiras do Idioma, o Brasil, (agora vou falar do que eu vivencio mais...) como pode ter acontecido com todos os países da América Latina, principalmente, se distanciou do aspecto “valorização” da Vale ressaltar que mesmo atividade tipográfica, por vários neste softwares, (como motivos. também em “apenas” um com o nosso idioma) a tradução é parcial. Há termos técnicos, Bem no início, tudo que se que os tradutores não relacionasse a tipos e conseguiram traduzir para o tipografia,eram exclusivamente nosso idioma, nem para o importados. espanhol, nem francês, nem italiano. A Evolução desde a tipografia gráfica original Aquele que se interessar (apenas montagem em nosso por utilizar um software/font, país) e o linitypo, avançou vai ter acesso a uma tradução pelos trabalhos publicitários, “meia/bomba” onde as sempre atendidos por sistemas palavras, muitas vezes e recursos técnicos vindos do principais, não estão nos exterior. Como havia, antes do idiomas da tradução, e sim no computador, a composição tradicional inglês. fotográfica, e a famosa “Letraset®”. Por causa do Era uma evolução distanciamento causado pelas atrelada, na qual se promoviam barreiras do idioma, os latinos grandes coisas, com recursos não ficaram em desvantagem, do exterior. Esta era a claro que não. realidade. Em um tempo em que as Nos meios tipográficos escolas de inglês, (não havia estrangeiros, os latinos agora é internet) se preocupavam em quem criam dificuldades. estender ao máximo seus cursos, para seu benefício pró-

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Isolados das técnicas e informações acadêmicas, enquanto se viam obrigados a (sem muita orientação) a desenvolver seus próprios trabalhos, (e aí vale tudo!) letras para fachadas, letras para peças publicitárias, HQ, Logotipos (que costumam ser excelentes starts para novas fontes) o latino ia fazendo tudo, ironicamente... “sem saber nada”. Esta distância acadêmica, acabou por se traduzir em novos conceitos, terminologias próprias, e caminhos diferentes e dissociados de qualquer padrão tradicional. Ou seja; Os tipos latinos começaram a criar sua própria história. Atualmente, os tipos latinos já firmaram posição de destaque no mercado de fontes. Os designs agradam muito nos países que tiveram acesso a todas as informações durante anos, pois a estes surpreendem com sua espontaneidade e distanciamento da mesmice que o aspecto do academismo proporciona. Letras ou tipos, latinos, vem sendo premiados em várias ocasiões, em ambientes coordenados, inclusive, por países tipográficos em seu DNA, como Alemanha ou Itália, berços da tipografia moderna. (hieróglifo não conta). O QUE ESTA HISTÓRIA ESTÁ PEDINDO. O que está sendo perceptível, nesta fase da nossa história de tipos, é que precisaria ser uma meta, buscar uma mai-

or abertura para tipos latinos, através de um ambiente latino. Há muitos interessados (muitos mesmo) que apóiam uma iniciativa do gênero. Chegou a surpreender, a nós do Tipograshopping, a aceitação unânime de pessoas em todos os países da América Central e do Sul, em Portugal, França, Alemanha, Itália, Espanha e diversos países de língua portuguesa na África. Públicos consumidores deste produto e Fornecedores (Foundrys)*

GP Projetiva

Nos grandes sites internacionais de venda de fontes, os tipos latinos vem galgando de forma imperceptível, seu espaço cada vez maior. Entre os compradores, perfilam designers destes países Tradicionalistas em *Sentiu aí a influência fontes, com conceitos do idioma? acadêmicos, e onde a estrutura tradicional é latente. Não nos foi apresentado Estão se permitindo nada no sentido de algum descobrir a espontaneidade dos contatados manifestarem dos trabalhos inusitados e que esta nossa linha de diferenciados dos latinos, que pensamento caminhasse para trilharam involuntariamente a promoção de alguma caminhos diferenciados e hoje rejeição ao idioma inglês. possuem seu próprio estilo: Todos comungaram com os -“Não se encontra um objetivos colocados. Por isso certo clima de liberdade, de aproveitamos para esclarecer total descompromisso, ou esta este aspecto aos leitores característica de surpresa. Os novos, que agora estarão tipos não latinos, são bons ou tomando conhecimento das ruins, são bonitos ou nem propostas tanto, são escolhidos mais deste novo posicionamento. pelas suas caracteríticas funcionais; cursiva? Capitular? A TURMA DA Com serifa, sem? Os tipos latinos nos pegam! PESADA Dentro de nossa visão mais Venhamos e convenhamos, acadêmica, não são nada do que neste tipo de design, que procurávamos, mas como em vários outros, acabamos por optar por eles!” somos presos a princípios. (John Willper) (Não se pode criar um liquidificador da altura da cozinha, ou que funcione a gasolina, para se tornar um objeto comum de uso doméstico). Princípios respeitados são a garantia de não causar espanto “negativo” no meio. É por isso, que grandes centros compradores de tipos, vem se curvando aos tipos latinos.


EXPOENTE INCENTIVO Para quem é da área dispensase apresentações. O Paulo W, presente em fóruns e com vasto ambiente web construído paulatinamente através de suas andanças no mundo da tipografia, é presença constante, quando o assunto é fonte. Focalizado com destaque em muitos sites, como o da Rede Latino Americana de Design, do nosso amigo Jorge Montana, é um profissional já estabelecido no difícil e complicado mercado de fontes. Respeitado tanto lá fora como aqui no Brasil, é um exemplo de que vale à pena se dedicar à tipografia com a índole de empresário e a paixão de artista. Apesar de sua projeção indiscutível neste setor, o que já lhe valeu alguns contratos especialíssimos com grupos internacionais, é um cara solícito, parceiro e participativo. Sempre disposto a passar o que sabe aos que estão buscando informações. É um dos primeiros profissionais integrados ao pensamento de se instituir um ambiente latino para os nossos trabalhos de fontes.

Veja a presença deste profissional: http://new.myfonts.com/foundry/Intellecta_Design/?refby=paulow http://www.intellectadesign.com.br http://www.youworkforthem.com/designer/141/intellecta-design/ http://www.fonthaus.com/fonts/intellecta_design http://www.fonts.com/findfonts/searchresults.htm?st=5& http://eshops.mercadolivre.com.br/chyrllene/lista/_CategID_1226_ Desde_1_DisplayType_L http://www.behance.net/IntellectaDesign/Frame http://pt-br.facebook.com/IntellectaDesign http://www.flickr.com/photos/54253876@N00/ http://paulowdesigner.wordpress.com

.

. http://cg.scs.carleton.ca/~luc/regular.html

PauloW = sua assinatura web, que o identifica em todos os espaços que frequenta.

http://paulow.deviantart.com/gallery/ http://www.t26.com/fonts/designer/25284-Iza-W-Intellecta-Designhttp://br.linkedin.com/pub/paulo-w/20/679/419 http://www.identifont.com/show?LJD http://www.linotypelibrary.com/289472/intellectadesignlibrary.html ?PHPSESSID=7101747726613dec710712a44c7d3c8e http://www.itcfonts.com/fonts/searchresults.htm?st=5&&pg=1 http://www.faces.co.uk/fonts/fontfind.cfm?search=&&category= http://new.myfonts.com/WhatTheFont/forum/?q=intellecta

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Na proliferação de espaços e ações relacionadas à tipografia na América Latina, pode se começar a traçar um caminho único que facilite o intercâmbio e a troca de informações, como elementos facilitadores - entre autores. A elaboração da informação com aspectos reflexivos, (e não limitados a sua disponibilização técnica e circulação) para lograr a sua conversão em um vírus que impulsione o desenvolvimento e o conhecimento transformador. Os protagonistas desta etapa evolutiva da tipografia latina, podem desta maneira, dividir suas experiências com seus pares, fortalecendo a atividade, a produção e a divulgação e comércio, com a tomada de posição, consciente, sobre a própria qualidade e potencial latino americano. Uma base de dados sobre fontes, designers e fundições Latinas (e com interesses e histórico similar) e ainda, um diretório que, como uma assessoria de imprensa, compile as informações, as notícias, e as levem à comunidade internacional, são os primeiros passos importantes que precisam ser dados, paralelamente aos espaços de comércio.

Se souber de alguma novidade... nos diga. Depois do gosto pela tipografia, e de adquirir o conhecimento sobre os princípios desta matéria, começa o “despontar” de novidades, tecnologias, caminhos e soluções. É sabido que em Design, a criatividade tem um peso maior. Sempre, por isso, aparecem novas idéias e novos produtos, em fontes, digitação, escritos, etc. Uma novidade que surgiu há um tempo atrás, (e quando isso acontece, bombam os fóruns) foi uma fonte que economizava 50% de tinta na impressão. Há que se respeitar a idéia, já que a fonte foi criada com este propósito. Mas vale também lembrar que muitos tipos desenvolvidos anteriormente, economizavam até mais que isso. Descobrimos os autores de fontes, com vocação para fotografia. Desenvolvem o tipo, mas se oferecem para entregar - sob encomenda - textos compostos com a letra escolhida, mas fotográficos. A FontsScript Foundry brasileira está desenvolvendo um projeto com estas características denominado ©Fototype. (próxima edição)

Fonte tipográfica beneficente Ações com tipografia também são possíveis. Parece que hoje em dia ninguém quer doar dinheiro sem ganhar algo em troca. Campanhas beneficentes oferecem alguma coisa por você dar dinheiro a uma causa. Tem gente que até está fazendo e vendendo fontes tipográficas especiais. O objetivo da SOTA “Sociedade de Aficionados por Tipografia” ao criar a fonte “Coming Toghether” era o de beneficiar vítimas do terremoto no Haiti. A fonte teve a contribuição de inúmero tipógrafos espalhados por quase 40 países (inclusive alguns brasileiros) e é fornecida como uma única fonte multi-plataforma OpenType. Está sendo vendida a US$ 20 e pode ser adquirida pelas distribuidoras de fontes Ascender Fonts, Veer, FontShop, e MyFonts. O valor integral é repassado ao fundo do Doctors Without Borders (“Médicos Sem Fronteiras”) que está prestando ajuda no Haiti. Você acha que é uma ação válida? Você compraria esta fonte para ajudar vítimas como estas em desastres naturais?


GIRALDO DE PRADO

O PRIMEIRO SALÀRIO DE TIPÓGRAFO QUE SE TEM NOTÍCIA! Prado não praticava a pintura como profissão, mas como arte liberal. E a sua arte ficou célebre entre os eruditos com os quais convivia. Segundo a história, Prado «foi um talen-toso pintor quinhentista, muito influenciado pelos modelos maneiristas italianizantes de Gaspar Dias e outros mestres de Lisboa.» Desde os princípios da década de 1580, foi dado como residente na vila de Almada. Em 1585, este pintor foi confirmado, por Teodósio II, cava-leiro da casa ducal, (duque de Bragança, pai de João IV), recebendo uma mercê de 650 reis ao mês para sustento da sua moradia em Vila Viçosa, e mais um alqueire de cevada diário para o seu cavalo. Pelos serviços prestados e a prestar ao duque, conforme o estipulado pela Ordenança da Casa. Giraldo Fernandez de Prado

Saiba o que fazer para se tornar um tipógrafo aos moldes modernos, trabalhando no seu computador. De noções elementares até ao desenho de tipos digitais: busque um workshop que integre os componentes abaixo,para iniciantes: módulos: Classificação de tipos sob aspectos funcionais. Estrutura das letras. Proporções e relações mútuas. Semelhanças e diferenças. Histórico: Do metal às fontes digitais: evolução tecnológica. Caligrafia e geometria. Legibilidade OpenType: versaletes, algarismos antigos, Swash, ligaduras, etc. Desenho de letras - papel e lápis. Exercícios práticos. Tipografia digital: fontes, formatos, pesos,cortes, estilos Primeiros exercícios com pixel fonts digitais (opcional) Domínio da ferramenta de typeface design Desenho vectorial. Tracing de scans. Digitalização, preparação e posicionamento. Domínio das curvas Bézier. Teste de fontes. Tracking, Hinting e Kerning. Do esboço ao produto final: Produção de uma fonte digital simples Características: Dirigido a estudantes e profissionais de Design de Comunicação, um curso neste padrão, mostra a importância da tipografia através da estrutura dos tipos, a comparação de fontes clássicas e contemporâneas, assim como introduz os participantes ao desenho de letras. Os esboços realizados com técnicas tradicionais, são transferidos para a produção de fontes com o software. Os participantes estudam as bases, Caligrafia e Geometria, levando os dois aspectos à síntese de uma fonte original, apta a ser usada em programas de texto e de paginação. Conteúdos desenvolvidos como complemento à formação acadêmica e à auto-aprendizagem, contemplando os temas e as necessidades da prática profissional. Didácticas aplicadas compostas por abordagens teóricas, debates e actividades práticas,manual e no computador. Este workshop pode se realizar em instalações do docente ou, alternativamente, em espaço de trabalho adequado. Número de participantes ideal : Mínimo:4/6 Custo estimado : R$300,00/350,00 (15 horas). (5 x 3 horas)


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DIVERSAS ABORDAGENS DO ASSUNTO TIPOGRAFIA: Há algumas leituras interessantes para tipografia. Fica a deixa...

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Alonso García, Daniel. Bibliografia da Caligrafia em Espanha e Portugal Joannes de Yciar, calígrafo do século XVI, Bilbao, Junta de Cultura de Vizcaya, 1953. Aquesolo Olivares, Lino. Pedro de Madariaga, calígrafo. Boletim da Real Sociedade Vascongada dos Amigos do País, (San Sebastian), 1966, nº 22, cap. 1. Barker, Nicolas. The art of Writing in Spain. Atas de XVIII Congresso da Associação International de Biblioteconomia, Madrid, 1993. Barona Cherp, Manuel. Historia de la escritura y la caligrafía española, 2ª ed, Gerona, 1926. Blanco_Sánchez, Rufino. Arte de la escritura y de la caligrafía: teoría y práctica . Online em www.cervantesvirtual.com/servl et/SirveObras/01383819744793 725088802/index.htm Bouza Álvarez, Fernando. Corre manuscrito. Madrid, Marcial Pons, 2001. Barker, Nicolas. The art of Writing in Spain. Actas del XVIII Congreso da Assoc. Int. de Biblioteconomia, Madrid, 1993. Cardim, Pedro. La presencia de la escritura (siglos XVI-XVIII). In Castillo Gómez, Antonio (coord.). Historia de la cultura escrita. Del Próximo Oriente Antiguo a la sociedade informatizada. Cadernos de Tipografia e Design, 16 / Maio 2010 / Página 46 Castillo Gómez, Antonio. Entre la pluma y la pared. Uma historia social de la escritura en los siglos de oro. Madrid: Ediciones Akal, 2006. Castillo Gómez, Antonio (coord.). La conquista del alfabeto. Escritura y clases populares. Cenero-Gijón. Ediciones Trea, 2002. Casanova, Joseph de. Primera parte del arte de escrivir todas formas de letras. Madrid. Diego Diaz de Carrera, 1650, Cotarelo y Mori, Emilio, Diccionario biográfico y bibliográfico de calígrafos españoles, Madrid, Visor Libros, 2004.

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Caligrafia gravada em madeira...foi um recurso frequentemente usado pelos mestres-calígrafos do século XVI quando queriam imprimir os seus «Tratados» e «Manuais», para uso no ensino – ou para servir como publicidade para a sua perícia. Os italianos, considerando as letras tipográficas de metal inadequadas para reproduzir as elaboradas formas curvas da caligrafia, foram os primeiros a optar pelas técnicas da xilogravura, para imprimir páginas inteiras dos seus cadernos de biologia. Os mestres espanhóis do Ciclo de Ouro seguiram os italianos. Os livros de Yciar e de Francisco Lucas foram impressos por xilogravura. Ao pretendermos digitalizar as formas reproduzidas nestes livros... O primeiro problema que surge é que a gravura em madeira não é suficientemente fina para reproduzir adequadamente os contrastes de espessura tão típicos das formas de letras caligrafadas com pena de pato. O segundo problema: os xilogravadores nem sempre trabalhavam com precisão, introduzindo erros e formas erradas nas formas das letras. Tendo em conta estes fatores, a digitalização de uma fonte passa por tentar reconstruir a forma original saída da pena do calígrafo, corrigindo frequentemente o desenho xilográfico. Wardrop, James. The script of Humanism:Some aspects of Humanistic script 1460–1560. Oxford:Clarendon Press, 1963.


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