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REVISTA ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS, INVESTIMENTOS E FORMAÇÃO - MGC Março -2013 ANO I Nº 1

Hora de não errar ONDE APLICAR COM MENOR RISCO COMO ACOMPANHAR OS INVESTIMENTOS

EMPRESAS As campeãs da gestão BIOENERGIA A energia da cana-de-açúcar ENTREVISTA Adriano Waldeck NEGÓCIOS A empresa do ano


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C O N T E Ú D O

COMO INVESTIR?

EDITORIAL O Movimento Goiás Competitivo (MGC) começa 2013 com o pé direito, ainda comemorando os resultados alcançados no ano passado, mas com duas novidades na comunicação: a revista Plano A e o portal de negócios www.goiasempresas.com.br – o site institucional continua o mesmo. São iniciativas que só reforçam o nosso avanço institucional e aproxima-nos do nosso objetivo de disseminar as boas práticas de gestão aos gestores privados e públicos de Goiás. Tanto a revista quanto o novo site são ferramentas oportunizadas pelo MGC ao empresário, que devem ser usadas pelos empresários. Assim, leia e participe.

INVESTIMENTO - Com juro menor, investidor precisa avaliar bem antes de fazer a aplicação. [3 e 4

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PEDRO BITTAR Presidente do MGC

ENTREVISTA O advogado empresarial Adriano Waldeck fala sobre sucessão empresarial, recuperação judicial, tecnologia, entre outros temas. (8 a 11

GESTÃO Confira quais são as empresas campeãs de gestão em Goiás em 2012. MGC comemora avaço do prêmio MPB Brasil. (5

LOGÍSTICA Quick, referência no setor DECORAÇÃO Ambientes empresariais

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Expediente

Revista estratégica de negócios, investimentos e formação do Movimento Goiás Competitivo (MGC).

Projeto Gráfico Contemporânea 2 Plano A

Presidente MGC Pedro Bittar Conselho Superior Acieg, Adial, AGPE, Facieg, Faeg, FCDL, Fecomércio, Fieg, Sebrae-GO, Sectec, Secretaria do Trabalho, Segplan, SIC, UEG e UFG.

Produção MGC- Rua T-45, nº 60, Ed. Aquino Porto – Setor Bueno, Goiânia Goiás. CEP: 74210-160 Fone: (62) 3921-5300 mgc@mgc.org.br www.mgc.org.br www.goiasempresas.com.br


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INVESTIMENTOS

Os juros caíram: e agora, como investir? A pergunta que todo investidor se faz – e também a faz a seu consultor – é em que investir neste momento de completa indefinição do mercado financeiro e cenário de taxas de juros em queda? Dov Gilvanci Levi Najman, consultor da Gennesys Consulting, repete desde o ano passado que é preciso observar os pequenos movimentos e fazer uma carteira mista e, de preferência, balanceada. Conservadora? Não. É preciso pensar primeiro no longo prazo e, no presente, buscar uma composição de aplicações, considerando o perfil de cada investidor, que seja flexível, pouco tributável, de fácil movimentação e com baixas taxas. Para Dov Gilvanci, nesse cenário, com o CDI, que fechou 2012 com ganhos de 8,37%, o investidor que deseja alocar seus recursos em renda fixa, deve procurar produtos financeiros cujos rendimentos são isentos de Imposto de Renda e preferencialmente que não tenham taxa de administração, tais como letras de crédito agrícola-LCA ou letras de crédito imobiliário-LCI e ainda fundos imobiliários (com o cuidado de que tais fundos devem ter no mínimo três ativos e Plano A

“O investidor terá que aumentar gradativamente a exposição a riscos, visando ter maior retorno” atentando para a taxa de administração). “Caso contrário, investir em CDB dos bancos com esse CDI de 8,3%, re-

sultará em ganhos próximos de 6,5% anuais dependendo do prazo de investimento e considerando a inflação projetada para os próximos 12 meses de 5,5%, o ganho real será de aproximadamente um ponto porcentual. Ou seja, o investidor terá de aumentar gradativamente a exposição a riscos, visando ter maior retorno.” Mas essa exposição tem de ser acompanhada. Uma coisa é comprar Letras doTesouro Nacional na internet ou pedir o gerente do banco para fazer um CDB ou CDI – em que normalmente é oferecido o produto que primeiro o banco ganha, depois o investidor. Outra coisa totalmente diferente é fazer um planejamento de investimentos de médio ou longo prazos com objetivos, por exemplo, de dobrar o ganho da inflação anualmente. Dov Gilvancy explica que o investidor não pode se assustar com a desaceleração da economia brasileira. “Os investidores, considerando um panorama de 2013-2014, já estão mais otimistas. A inflação preocupa, mas quem tem protegido o dinheiro em boas aplicações não deve ficar preocupado como este momento, que já tende à recuperação ainda neste ano.” 3


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INVESTIMENTOS

Bovespa ou renda fixa? A pergunta do título é pertinente. Apostar em investimentos atrelados aos juros ou partir para o mercado acionário? Para Dov Gilvanci Levi Najman, da Gennesys Consulting, o investidor não deve concentrar o capital em apenas uma frente de investimentos. “Dessa forma, ainda considerando uma projeção para o Ibovespa de 67.000 para dezembro de 2013 (atualmente está abaixo de 60 mil pontos), esse investidor pode ter um retorno real de 8% anual, alocando 60% em ações, comprando a carteira de ações em momentos diferentes visando alcançar o menor custo médio possível, 30% em renda fixa em produtos isentos de imposto de renda e 10% em ativos financeiros com liquidez imediata”, aponta Dov. Mesmo o pequeno investidor, Plano A

aponta o consultor, poderá usar a mesma estratégia aplicando em fundos de ações. “Essa é a forma mais adequada de usar a volatilidade e as crises econômicas pra construir um portfólio de investimentos de longo prazo, visando uma aposentadoria sem preocupações.” VOLATILIDADE As bolsas monitoram a economia, tentando antecipar ganhos e evitar perdas. Neste momento, segue a instabilidade externa. Por isso, quem investe necessariamente tem de ter consciência de que turbulências no mercado financeiro internacional ou mesmo movimentações nos negócios no mercado local. “O investidor não pode ter foco apenas no resultado do dia. Muito bom ou

muito ruim, este se distribui ganhos e perdas, alcançando uma média no período. Esta média é o que importa”, afirma Dov Gilvancy. No que se refere às contas públicas, que também afetam diretamente as aplicações financeiras via políticas monetárias, fiscais e cambiais, a preocupação cada vez maior de que os países, no cenário internacional, e os Estados, no panorama brasileiro, estão cada vez mais endividados e se endividando. “No longo prazo, o teto de endividamento público e os desajustes das contas públicas comprometem perigosamente a economia mundial, inclusive, a brasileira. Não se pensa uma solução para o problema, mas apenas artifícios para jogar para os próximos mandatários o abismo fiscal”, disse Dov Gilvancy. 4


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PRÊMIO

Campeãs goianas em gestão Talvez não seja à toa que o Prêmio MPE Brasil – Goiás tenha ganhado o carinho apelido dos participantes de Campeonato Goiano de Gestão. O clima festivo, competitivo e harmonioso toma conta da solenidade de entrega, que ocorreu em outubro passado. No entanto, para reforçar ainda mais o espírito “campeonato”, as animadas torcidas deram um colorido especial ao evento. O prêmio chega a sua 5ª edição no Estado e contou com 2.225 inscrições no último ano, somando um total de 5.775 empresas participantes desde o início do prêmio. Foram avaliadas as categorias Comércio, Indústria, Serviços de Saúde, Serviços de Educação, Destaque de Responsabilidade Social

e Destaque de Inovação. “É uma vitória sem precedentes. Saímos há cinco anos de um prêmio com 49 inscritos e, com toda mobilização das nossas equipes e dos parceiros, chegamos a resultados tão surpreendentes. Essa massificação da gestão transformará a cultura empresarial em Goiás em uma década.” O Prêmio MPE Brasil – Goiás é realizado pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC), Movimento Goiás Competitivo (MGC), Sebrae, Gerdau e Fundação Nacional de Qualidade (FNQ), com apoio da Acieg, AJE Goiás, Adial, ADAG, CDL, CRAGO, FACIEG, FAEG, FCDL, FECOMERCIO, FIEG, SIC, Governo de Goiás e SINAGO.

As empresas concorrentes são avaliadas pela qualidade da administração e a capacidade inovadora do empresário, por meio da utilização do questionário de autoavaliação, tendo como base o Modelo de Excelência da Gestão (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade. Mais do que ter o amadurecimento do seu negócio quantificado, a participação no Prêmio espera promover o incentivo para a adesão a novas análises mercadológicas e a visualização de possíveis oportunidades de negócios em diferentes nichos. “Todos os projetos de gestão avaliados são abertos a consulta, pois servem de referência para quem está iniciando ou aperfeiçoando o modelo em sua empresa.”

Lista das vencedoras EAP Goiás– Serviços: Educação República da Saúde – Comércio, Destaque de Inovação e Responsabilidade Social Frutos do Brasil – Indústria Central Tecnológica de Revestimentos – Indústria Clínica Carabalone – Serviços: Saúde Centro de Diagnósticos São Marcos – Saúde e Responsabilidade Social Areião Esportes – Comércio Pedro Bittar, presidente do MGC, durante cerimônica de premiação das melhores MPEs goianas de gestão Plano A

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PONTO DE VISTA

A missão do

MGC

PEDRO BITTAR, empresário e presidente do MGC

A palavra de ordem nas empresas é inovar. É um Outra ação que contempla a missão do MGC é o Protermo amplo, o que é bom, pois dá ao gestor – público ou grama Modernizando a Gestão Pública (PMGP), que proprivado, sempre reforço – de abrir bem o campo de ação põe o aumento da capacidade de investimento do Setor para estimular, promover e disseminar a Público a partir da aplicação de técnicas de inovação. “O Movimento Goiás planejamento estratégico, gerenciaO Movimento Goiás Competitivo mento matricial de receitas e despesas,reCompetitivo cresce (MGC) não quer ser mais uma entidade desenho de processos e gerenciamento exatamente porque o empresarial, pois neste campo o Estado de projetos. Com a expertise das melhores gestor enxerga a é muito bem representado por coconsultorias internacionais e apoio finannecessidade de irmãs e líderes que não precisam provar ceiro da iniciativa privada, oferece treinasuas auspiciosas competências. O MGC mento do corpo gerencial e dos aprimorar seus busca se fortalecer como ferramenta de métodos de trabalho” colaboradores envolvidos nas frentes em ação gestora de empresas privadas e esque atua e estimula mudanças na administatais. Quer ser uma organização catalisatração pública, com foco no aumento da redora de um novo formato de pensar o negócio, as pessoas ceita, na redução dos gastos correntes e na melhoria de e as relações de produtos e serviços com a sociedade. O índices em áreas como Saúde, Educação e Segurança PúMGC quer ser um organismo ativador – um nutriente – blica. Para este ano, teremos um novo prêmio, o de Exneste complexo corpo do setor produto da economia. celência em Gestão em Goiás (PEGG), que ampliará o Destaco a importância das entidades empresariais no ciclo de debates em torno da gestão no Estado. funcionamento do MGC e o Prêmio MPE – Goiás. Cada Testado pela primeira vez pelo Movimento Brasil uma tem assumido vital papel na divulgação e merece Competitivo em Minas Gerais, durante o governo de todo destaque neste momento de balanço, em que, em Aécio Neves, em meados de 2003, começou a ser difunum período curto, recebemos mais de 5 mil inscrições de dido pelo País em 2005. Desde então, foi executado com empresas goianas em cinco edições. sucesso em 11 governos estaduais, 9 municípios, dois TriNa missão do MGC, uma associação civil de direito bunais de Justiça estaduais (RS e SP), um ministério e uma privado, sem fins lucrativos ou econômicos, de interesse secretaria da Presidência da República. público, é estimular o desenvolvimento de ações promoReforço a importância dos profissionais que atuam no toras da melhoria da competitividade de organizações e pelo MGC, voluntários desde a primeira hora, e sempre públicas e privadas goianas adotando como referência a com dedicação exemplar. A construção deste grande proexcelência dos padrões, busca da qualidade de vida e o jeto se deve ao empenho, qualificação e visão do nosso desenvolvimento sustentável. corpo de voluntários. Agradeço a todos. Plano A

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ENTREVISTA

Advogado empresarial Adriano Waldeck, s贸cio do escrit贸rio Waldeck Advogados Associados.

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ENTREVISTA

Repensando o negócio O empresário que está a frente do seu tempo perdeu a empáfia de saber tudo e adquiriu a sabedoria dos novos tempos, que é compartilhar e assimilar. Nesta entrevista com o advogado empresarial Adriano Waldeck, da Waldeck

Advogados Associados, avançamos um pouco mais no debate sobre temas como transparência, governança, sucessão, tecnologia, recuperação judicial e internacionalização do negócio. Para Adriano Waldeck, o

Plano A – As empresas vivem um novo momento, mesclando a experiência do empreendedor que formou o negócio, com novas abordagens no que se refere ao consumo, ao marketing, às leis e aos concorrentes. Pensar a sucessão, por exemplo, hoje tem ocorrido com muito mais antecedência. É um processo de longo prazo? Exatamente, é um ponto decisivo na vida da empresa. Seus controladores

querem perpetuar o negócio e já assistiram, nas últimas décadas, empresas sólidas naufragarem com sucessões mal geridas, que, não raro, desaguavam na Justiça. Ao fazer uma gradual transferência de poder e capital para as novas gerações o empreendedor que vai deixar o negócio passa a ter um papel mais próximo e, aos poucos, transfere também sua experiência e seus contatos, reduzindo o choque geracional que possa ter. Mesmo assim, dos dois lados, é im-

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empresário goiano já assistiu empresas locais serem fechadas ou vendidas “a preços de banana” por má gestão ou muito autoconfiança e está se preparando para este cenário mais competitivo e com maior profissionalismo. Leia a seguir:

prescindível que se tenha capacidade de assimilar mudanças. Ter, neste momento, um projeto que também envolva aspectos negociais e jurídicos contribui para o melhor andamento da sucessão. As crises decisórias terão como base de solução os consultores responsáveis pelo projeto de sucessão – que, na verdade, é uma integração da empresa à realidade de planejamento estratégico, legislação e auditoria. São pessoas externas à família mas que in9


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ENTREVISTA

A empresa tem de estar impecável, preparada e planejada doze meses por ano, sete dias por semana.”

tegram – ou vão integrar – o grupo de trabalho, com poder de opinião, participação executiva, ao menos parcial, na gestão do negócio e nos objetivos de transformar a sucessão em uma rotina na empresa. Por isso, essa convivência de gerações pode ser planejada, gradativa e acordada, com o objetivo maior de dar sobrevivência à empresa. Plano A – Por outro lado, na luta pela sobrevivência, temos a recuperação judicial. Se a sucessão trata das melhores maneiras de se transferir o negócio com sustentabilidade, a recuperação judicial é a tentativa de salvar a empresa. O que tem em comum estas duas situações empresariais? Aparentemente são desconectadas. Uma trata da empresa saudável querendo atravessar de um ciclo geracional para outro, enquanto a recuperação judicial, fazendo uma simples analogia, é o negócio na UTI, ou seja, uma empresa doente, internada e confiando nas mãos de terceiros para se manter viva. Mas, se considerarmos que, mesmo sendo ambientes distintos, ambos estão lutando por sobrevida empresarial, pode-se dizer que coincide a parte de prevenção, uma antecipação dos sintomas cl��ssicos de má gestão. O empreendedor precisa ser isento e prático. Ler bons relatórios sobre o negócio e ter coragem de decidir.Tomar decisões embasadas em números confiáveis hoje é evitar remédios amargos amanhã. A prevenção é ter recursos humanos, terceiros ou do próprio quadro, atuando nesta captação e tratamento das informações, na interpretação destes dados. É ter tecnologia mínima para saber tudo e a qualquer momento.Ter minuto a minuto um raio X da empresa. Aliás, os empresários goianos já despertaram para esta realidade. Recebemos no escritório semanalmente empresas iniciando este processo ou buscando soluções para processos inacaPlano A

bados ou mal iniciados. Há poucos anos, empresas consideradas grandes em Goiás que não tinham nem mesmo um departamento jurídico interno ou mesmo um terceirizado especializado para atendê-los na sua rotina empresarial. Só ligavam para o advogado quando tudo já havia dado errado. Você chegava para a primeira reunião e a empresa não tinha nada, nem mesmo um balanço patrimonial detalhado, só para ficar em um exemplo. Isso é coisa do passado, mas muitas empresas goianas ainda estão no passado. E, só para ilustrar, algumas destas empresas, consideradas grandes, que há poucos anos tratavam a gestão integrada e planejada como algo supérfluo, quebraram ou foram vendidas. Plano A - Ou seja, nem a UTI salvou a empresa? É verdade. Realmente, o empresário deve ter essa noção básica de quem confiar. Construir uma boa relação, cobrar e consultar relatórios periódicos e questionar detalhadamente seus consultores – internos ou terceiros – é uma prática saudável. São rotinas mínimas que não devem ser tomadas como preventivas apenas de salvamento, mas como projeto de crescimento. Quando se organiza a empresa, se expande. Rompe-se com desperdício, enxerga desacertos, corrige. A empresa tem de estar impecável, preparada e planejada doze meses por ano, sete dias por semana. O empresário deve focar sua atenção no negócio, no que ele faz bem, que é comprar e vender. O financeiro, recursos humanos, fiscal, trabalhista e tributário precisam andar sozinhos, com especialistas. O empreendedor deve apenas monitorá-los e hoje tecnologia facilita muito esse quesito. Os relatórios denunciam os especialistas incompetentes, basta monitorar com atenção. Plano A - Mesmo assim podem ocorrer falhas? 10


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ENTREVISTA

Saber qual é a boa assessoria também faz parte do feeling empresarial.”

busca do resultado são atitudes de crescimento não só da empresa, mas também profissional. A palavra de ordem é transparência. E, no mais, ter auditoria independente, como as grandes empresas do Estado hoje possuem, é exigência do mercado bancário ou de ações, caso a empresa cogite um dia abrir o capital, mas serve ainda para viabilizar uma fusão, incorporação e até aquisição de um novo negócio. Muitas vezes, o trabalho preventivo de organização do negócio se torna uma prática diária do empresário.

Pode, mas elas vão estar visíveis e o tombo, a colisão podem ser previstas com mais antecedência e a rota desviada. As decisões estratégicas serão tomadas com parâmetros novos, mas o bom assessorado é aquele que exige ao máximo da assessoria. Saber qual é a boa assessoria também faz parte do feeling empresarial. Plano A – Como um direcionamento equivocado? Sim. Tem escritórios, por exemplo, que no afã de fechar mais serviço do que a situação possibilita sugerem medidas judiciais para reduzir dívidas e impostos, quando, na verdade, se sabe que será uma solução paliativa, meramente liminar. Em um segundo momento, a empresa é derrotada e é obrigada a pagar tudo retroativo e com correções. Isso pode inviabilizar o negócio. O advogado tem de ter esse cuidado, mas, quando age apenas pelo imediatismo, compromete o negócio, mas esquece de que se ele tem uma dezena de outros clientes, o empresário tinha só aquela empresa. Esse é um tipo de direcionamento equivocado, buscar dúbios artifícios jurídicos sem realmente ter uma segurança de consolidação futura da decisão. O mesmo ocorre com processos de recuperação judicial forçados, onde não existe realmente a sua necessidade para o momento. É uma decisão, uma proposta que, se medir todas suas consequências, o empresáPlano A

rio desiste. Plano A - Uma gestão mais profissionalizada também evita esse tipo de proposta? Uma gestão decente é revigorante para a empresa. É motivacional. Trabalhar com transparência, ter a missão de disseminar suas práticas, suas metas reais, envolver colaboradores na

Plano A- Como a empresa deve enxergar o futuro? Com otimismo, que é natural do empresário, organização e transparência. Durante muito tempo o empresário se enganava ou era enganado por números falsos, que geravam leituras erradas mesmo para consultores mais experientes. Hoje, só se engana quem quer. Importante também conhecer outras culturas empresariais, outros países, e avaliar a possibilidade de realizar negócios com parceiros no exterior. No escritório mesmo, não raro, aparecem investidores estrangeiros a procura de parceiro de negócios no País, assim como também já fomos, várias vezes, buscar negócios na Europa, Ásia, Estados Unidos e África para empresários goianos. São empresas que já globalizaram sua cultura empresarial e é uma visão nova que deve ser considerada. 11


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NEGÓCIOS

Do bagaço à tomada A economia brasileira assistiu, em janeiro, nova ameaça do racionamento de energia se aproximar, que só não ocorreu porque o País se socorreu na energia suja e cara das termoelétricas. No entanto, o País desperdiça oportunidades de investir em energia limpa, mais barata e renovável, como, por exemplo, a da biomassa. Se todas as 34 usinas que processaram a cana em Goiás, no ano passado, tivessem direcionado todo resto de bagaço para produzir energia, elas teriam gerado mais um excedente de 2 mil megawatt-hora (MWh), o que daria para abastecer todo Estado. Pode parecer resíduo ou lixo, mas o bagaço da cana-de-açúcar é um combustível e tanto para a geração de energia. No entanto, menos de um terço da energia de biomassa em Goiás é explorada. Ou seja, apesar de todas terem a cogeração, apenas dez venderam o excedente desta energia alternativa. O restante do Plano A

“É estratégico o País produzir energia limpa e renovável.” André Rocha, Sifaeg bagaço foi revendido para indústrias – que também usam o resíduo em suas caldeiras. Segundo o presidente do Sindi-

cato da Indústria de Fabricação de Etanol e Açúcar do Estado de Goiás (Sifaeg), André Luiz Baptista Rocha, a última venda em leilão de energia de biomassa ocorreu em 2011 e registrou preço de R$ 125 reais por megawatthora (MWh). Segundo ele, a energia de biomassa poderia ser melhor explorada a partir do Sudoeste goiano, próximo dos grandes centros, o que demandaria menor investimento em redes de transmissão. Poucas usinas, explica, tiveram excedentes de energia para exportação. “Isso se deve a vários fatores. Primeiro, o bom preço do bagaço, algumas empresas preferiram vender para outras empresas, indústrias como a Caramuru, Perdigão, Cargill, para que se fizesse a queima em suas caldeiras. Em segundo lugar, porque o preço da energia elétrica está pouco atrativo para biomassa, porque, infelizmente, o governo federal nos últimos tempos tem misturado dentro dos leilões de energia 12


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NEGÓCIOS a biomassa com as eólicas. Como a energia eólica tem uma geração mais barata, não tem insumo, apenas o vento, porém, o preço final dela é mais caro – porque se gera esta energia alternativa só no Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Ceará. Mas a sua transmissão aos grandes centros consumidores é muito mais cara. Mas o governo só está olhando o primeiro aspecto, que é a geração, e não o aspecto final”, disse. “Em função disso e da falta de conexão para as empresas de energia, seja porque faltam investimentos em algumas sub-estações, mas sobretudo a rede básica, que é responsabilidade do governo federal, as usinas não têm condições de escoar esta energia. Temos casos de empresas no Sudoeste goiano que têm capacidade de geração de até 80 MWh e tem uma com até 120 MWh, mas que estão escoando 40 MWh, 50 MWh porque não porque não tem a linha para receber esta carga.” Da capacidade de produção de energia das usinas goianas a

partir do bagaço de cana (3 mil MWh), pouco mais de 1 mil é para consumo próprio na fábrica. “Falta infraestrutura para essa energia chegar. A construção de redes de transmissão de energia de biomassa por consórcios autorizados pela Aneel em Goiás está atrasada. Problemas de licença ambiental”, afirma André Rocha. Falta um preço competitivo da venda da energia com bagaço. Para se ter uma ideia, a última venda que foi feita, há dois anos, a energia foi vendida a R$ 125 o MWh. Neste momento de escassez de energia no País, térmicas estão sendo despachadas pagando-se até R$ 1.100 o MWh, mas em média gira em torno de R$ 500 o MW.Essa política do governo federal tem feito com que as empresas não ofertem energia em leilões. O último leilão foi ofertado apenas 300 MWh. Se o governo não fizer uma política para incentivar a biomassa com leilões regionais ou outras formas de energia, o País ou vai ter um racionamento ou de conviver com energia cara.

Goiás já é 2º maior produtor de cana do País Após consolidar a posição de segundo maior produtor de etanol do País há três safras, Goiás agora também é o segundo maior produtor de cana do Brasil. O Estado passou Minas Gerais na atual safra (2012/2013), com uma produção recorde de 52,7 milhões de toneladas – 16,6% a mais que do que as 45,2 milhões de toneladas de cana moída na safra 2011/2012. Minas Gerais, que vinha se mantendo na segunda colocação, produziu 51,7 milhões toneladas – exatamente 1 milhão a menos que Goiás. A liderança do ranking continua com São Paulo, que moeu nesta safra, iniciada em 1° de abril e que vai, até 31 de março, 329 milhões de toneladas de cana.

Zero é a emissão de CO2 na atmosfera com a queima do bagaço, ao contrário do carvão mineral, que o governo recorre para suprir o racionamento, que é 800 quilos de CO2 por MWh. A parcela de CO2 emitida durante a queima do bagaço é absorvida pela própria lavoura. Plano A

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EMPRESA DO ANO

Grupo Empreza, aliança internacional A Allegis Group Services (AGS), líder global em capital humano e soluções em gestão da força de trabalho, anunciou a aliança estratégica com o Grupo Empreza, também líder no Brasil em soluções de gestão de serviços e pessoas e principal consultoria em evidência no mercado de Recursos Humanos do país. O Grupo Empreza é reconhecido nacionalmente como um dos maiores players em seu segmento de atuação, em portfólio de produtos e clientes, faturamento, capilaridade e número de funcionários. A parceria será responsável pela condução dos processos de RPO (Recruitment Process Outsourcing) e MSP (Managing Successful Programmes) no País. "Nós estamos muito confiantes no sucesso da aliança entre a Allegis Group Services e o Grupo Empreza. Representar uma companhia global no Brasil, cujo núcleo de valores e cultura é tão alinhado ao nosso próprio modelo de trabalho, é a força da nossa aliança", diz Helena Machado Ribeiro, Presidente do Grupo Empreza. "A aliança estratégica entre a Allegis Group Services e o Grupo Empreza permitirá que a AGS amplie ainda mais sua dimensão geográfica, que já engloba as regiões da América do Norte, da Europa e da Plano A

“"A forte atividade econômica no Brasil estimula a concorrência por profissionais qualificados e a taxa de desemprego permanece em níveis historicamente baixos. Fatores como esses atraem novos players e grupos internacionais com foco em recrutamento, gestão do trabalho e terceirização de serviços. Portanto, nós estamos na hora correta, no lugar ideal, com o parceiro global certo, e nossa equipe está entusiasmada e ansiosa para começarmos a trabalhar juntos””, Helena Ribeiro, presidente do Grupo Empreza Ásia- Pacífico", afirma Randolph Gulian, Vice-Presidente Executivo da Allegis Group Services. “Além disso, com o crescimento econômico do Brasil nos últimos anos, muitos de nossos clientes multinacionais, bem como empresas que querem firmar novos trabalhos conosco, estão ansiosos para fortalecer sua presença e padronizar seus processos de recrutamento e seleção de pessoal na América Latina. Aos clientes da AGS, será agora oferecida a mesma solução de recrutamento contínuo na América Latina, assim como ocorre ao redor do mundo todo com os nossos diversos programas. Tive-

mos a sorte de encontrar uma organização de alta qualidade, cuja estratégia de valor corresponde intimamente à nossa própria cultura", afirma Gulian. O crescimento da Allegis Group Services é resultado direto de seu compromisso em proporcionar excelência a cada serviço prestado e liderança em termos de ideias. Uma aliança seletiva e estratégica como essa distingue a Allegis Group Services de outras empresas do setor. Além das soluções de RPO e MSP da Allegis Group Services, há diversos outros serviços oferecidos, tais como Executive Search e Coaching. 14


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EMPRESA DO ANO

Uma história reconhecida O Grupo Empreza faturou mais de R$ 320 milhões no ano passado e foi destacada, em depoimento da sua fundadora e presidente Helena Ribeiro à revista Exame PME, como uma das principais fornecedoras de treinamento e mão de obra terceirizada da América do Sul. Só em 2012, o Grupo Empreza deve empregar cerca de 43 000 pessoas. Na década de 90, o negócio de terceirização de mão de obra se expandiu para a área de educação superior, com uma parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Helena Ribeiro destaca, no longo depoimento, que a empresa começou na década de 80, conta das suas primeiras experiências profissionais – em um jornal, um hotel e uma empresa de tecnologia – e como estes serviram de base para a fundação e expansão de mercado do Grupo Empreza, surgido em seguida. Ela explica que o Z, de Empreza, vem de Zapp!, um livro de motivação de pessoas de bastante sucesso entre profissionais de RH nas décadas de 80 e 90. Hoje, a Empreza presta serviços de seleção e contratação, gerenciamento de programas de trainees e terceirização de mão de obra. Durante uma pós-graduação que fazia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Brasília, fez uma proposta de parceria em Goiânia. Na época, a FGV preferiu manter a unidade da capital federal para atender Goiânia. Helena voltou, fez parceira com a PUC, e lançou suas pós-graduações. Com o tempo, a FGV percebeu o potencial de Goiânia, fez parceria com um grupo investidor do Nordeste e desembarcou na capital goiana. A Empreza cuidava da área administrativa da FGV em Goiânia. Poucos anos depois, em 2003, “fiz uma proposta e ele (o investidor e parceiro da FGV) aceitou vender a operação para mim. Demorou um pouco, mas alPlano A

cancei mais esse objetivo”, comemora Helena, que hoje tem 1.600 alunos e nove turmas com MBA concluído. Helena destaca ainda que em 2006 comprou uma faculdade de Goiânia e, por meio dela, passou a oferecer também curso de graduação. “Atualmente são 350 alunos nos cursos de administração, direito e economia”, afirma a executiva. “Em 2011, os alunos das primeiras turmas de graduação se formaram. Foi uma emoção muito grande. Minha formação é em RH, mas no fundo minha paixão é por treinar gente. Acredito que meu negócio tem tudo a ver com educação e julgo ser essa a contribuição que posso dar como empreendedora.” A meta do Grupo Empreza para 2020 é chegar a um faturamento de R$ 1 bilhão. No ano passado, fechou parceria com a Allegis Group Services, uma empresa norte-americana que mantém contratos globais com grandes clientes, como Microsoft e American Express. “A Allegis escolheu o Grupo Empreza para entrar no Brasil. Eles não passaram a fazer parte da composição societária da minha empresa, mas dividiremos os resultados dos contratos que firmarmos juntos daqui para frente.” Mas Helena destaca que o maior investimento do grupo é na profissionalização do negócio. “Contamos com o suporte da Gennesys Consultoria e contratei recentemente um time de nove executivos que vieram do mercado. Neste ano, passamos a fazer parte do grupo de empresas listadas no Bovespa Mais, o segmento de mercado da BM&F Bovespa para empresas emergentes. Ainda não sei se vamos abrir o capital, vender um pedaço do grupo ou mesmo adquirir outros negócios. Mas quero estar preparada para qualquer um desses cenários.”

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mil empregos foram gerados pelo Grupo Empreza em 2012

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bilhão é a meta de faturamento do Grupo Empreza para 2020

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GESTÃO

Quick, referência em logística De norte a sul do País, onde tem uma rodovia, passa por ela uma marca goiana: a Quick Logística. A jovem empresa, fundada em 1º de junho de 1999, hoje é uma das mais respeitadas no setor de logística do País, com filiais em praticamente todos Estados, e com 1.392 caminhões, carretas e equipamentos em sua estrutura operacional e frota constantemente renovada, escola de formação de motoristas, que são continuamente treinados. Essa prática garante uma evolução constante na entrega das mercadorias, economia de combustível e pneus além de caminhões cada vez melhores para se trabalhar, com jornadas de trabalho mais confortáveis e seguras. O empresário Rivas Rezende, diretor-fundador da Quick, aponta que abriu a empresa ao observar o cenário positivo de estabilidade econômica e aquecimento industrial que o Brasil se encontrava. “A empresa, que atua no transporte e gestão de estoques, distribui milhares de toneladas mensais para todo o Brasil”, comemora. Rivas Rezende faz sempre questão de destacar em sua formação Plano A

empresarial a sua trajetória dentro da Arisco, pioneira indústria goiana de grande porte a exportar para mais de uma centena de países quando ainda pouco se falava em comércio exterior em Goiás. Rivas Rezende ressalta sempre o papel do empresário João Alves de Queiroz, fundador da Arisco, como sua maior influência. “É importante valorizar a história das empresas, mas é primordial destacar os líderes que construíram toda estrutura empresarial de

Estrutura da Quick a seus clientes: ampla frota e moderno armazenamento

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GESTÃO

Estrutura da Quick a seus clientes: ampla frota e moderno armazenamento Goiás. O senhor João Alvez de Queiroz foi um destes grandes nomes. A Quick Logística surgiu com estas referências e hoje é, por consequência, uma das referências no estoque e transporte de cargas no País.” ClIEnTES A Quick Logística atua no transporte e gestão de estoques, tendo adquirido, nestes 13 anos, clientes em diversos segmentos, possuindo hoje uma larga experiência em transportar e armazenar produtos distintos como: alimentos, higiene, limpeza e medicamentos. Além de transporte e armazenagem, a empresa se especializou para oferecer a seus clientes serviços como: gestão de estoque por meio de WMS, inventário programado ou rotativo, Picking e distribuição. São 20 clientes dos mais diversos seguimentos industriais atendidos pelos serviços logisticos. A Quick Logística tem hoje, além de quase 1,4 mil funcionários, 19 filiais espalhadas pelo Brasil, 84 mil metros quadrados de área de armazenagem e gerenciamento de risco próprio. Plano A

A Quick é hoje uma das referências no estoque e transporte de cargas no País” Rivas Rezende, diretor-presidente da Quick Logística

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ESTILO

Arquitetura, aliada

das empresas Os conceitos da Arquitetura Corporativa invadiram de vez os ambientes escritórios e ambientes empresariais. Cada vez mais empresas de todos os portes – pequena, média e grande - com destaque para construtoras e profissionais liberais de todas as áreas, querem aliar funcionalidade e conforto às suas rotinas de trabalho. Afinal, atualmente, passamos mais tempo no local de trabalho que em nossas casas. E unir esses dois elementos – funcionalidade e conforto - é possível sim. Ao conceber este estilo de projeto é primordial conhecer as necessidades de cada cliente. Saber compreender quais são suas prioridades é fator determinante para se propor soluções adequadas e viáveis, inclusive economicamente, para a execução do projeto contratado. É preciso que o projeto reflita a identidade e personalidade da empresa ou profissional liberal contratante. Isso pode ser alcançado trabalhando elementos que, juntos, farão toda a diferença no resultado final do projeto, como por exemplo: a localização correta das estações de trabalho e do mobiliário de apoio, como mesas, poltronas e arquivos. É importante que esses objetos levem em conta a ergonomia do espaço interno, sem negligenciar os aspectos de conforto acústico, visual e do uso correto da iluminação, que deve priorizar quando possível a luz natural e utilizar de maneira consciente a artificial. Estudos comprovam que boas condições de conforto interno estimulam a produtividade e pensando nisso, tem aumentado a procura por arquitetos especializados em ambientes corporativos. É bastante imprescindível que as áreas de recepção ao público e de Plano A

ANA MARIA MILLER, arquiteta e sócia da Mahanaim Eng. e Arq.

produção transmitam sempre bem estar e organização. É importante que mesmo num breve contato, mesmo que visual, o ambiente consiga expor a credibilidade da empresa. Nesses mais de vinte anos de atuação em Goiás e Distrito Federal, os projetos executados pela Mahanaim Arquitetura visam atender aos mais diversificados perfis de cliente, incluindo empresas e profissionais que mantêm uma rotina extremamente dinâmica e não abrem mão multifuncionalidade para manter seusambientes de trabalho organizados. E sabemos que a atuação precisa de um arquiteto é um dos fatores-chave na construção do sucesso de uma marca ou profissional. 18


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