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NÚMERO 7

OUTUBRO 2018

GLOBAL NEWS Distribuição gratuita a todos os nossos clientes, fornecedores e amigos

Celebrar a vinha e o vinho Santar foi o palco escolhido pela Global Wines para celebrar a vinha e o vinho em mais uma festa das vindimas plena de requinte e adesão LANÇAMENTOS

AT I VAÇ ÃO

E N T R E V I S TA

Vinhos de requinte

Feira de São Mateus única

Aurélio Claro, o mestre das vinhas

Saiba tudo o que lhe reservámos para que tenha um Natal em pleno com as nossas sugestões. Do Dão à Bairrada, vinhos de mesa e licorosos, muito para degustar, oferecer e desfrutar.

da Feira de São Mateus. A marca promoveu diversas ativações, entre as quais a oferta de garrafas personalizadas aos artistas presentes.

Aurélio Claro, diretor de viticultura da Global Wines, fala da sua paixão pela vinha e pela uva. E partilha algumas das boas práticas que estão associadas a bem cuidar da vinha.

Leia tudo na página 4

Veja tudo na página 10

A entrevista completa na página 12


Global News - Número 7 / Outubro de 2018

Editorial

V Í TOR C A S TA NHEI RA A D M I N I S T R A D O R G LO B A L W I N E S

Trabalho contínuo

O

v e rão de 2018 fo i ba st ante i nt e nso para a s ma rc as c o m e rc i a l i zadas p ela Gl ob a l Wines. A o l o ng o de sse pe río do , que ta nt a gente traz a t é a o no sso pa ís, muitas e boas fo ram as oc asi õ e s p ara pod er degusta r o s nosso s v i nhos e espuma nte s, em muit os e fe l i ze s c o nte xto s. A universal i da de da no ssa prop osta d e valor foi , assi m , um a v e z mais, po sta à prova p e l o e x i g e nt e e scrutínio d e to d os a queles que p re fe re m o s v inhos c om assinatura Gl ob a l Wi ne s. Um inte nso pe rí od o d e a tiva çã o de marc a que culm i nou c o m m a is uma F esta d a s Vindimas, no P a ç o d os C unhas, e m Santar, ond e o t i m b re inc o nfundív e l de Teresa Sa l gue i ro c onfe riu um cunho e special a e st a c e l e bra çã o q ue a nossa equipa pre parou c om ta nto a finco p ara bem re c e be r parc e iro s, c lie nte s e c onsum i do re s. Não tenho d úv i das da unive rsa lidad e d os nosso s v i nhos, da sua cre sce nt e dimensã o, no t ori e d ade e rec o nhec ime nto. É com e st a d i m e nsão e m me nte que encerra m o s m a i s um c a pítulo de vindima s e no s foc am os, de sd e já , em p roporc i o nar-lhe o q ue de melhor temo s p ara ofe re c e r p a ra a grand e fe sta que se aproxi m a: a c e l e bra ç ã o d a q uadra natalícia . Te nho c o nsc i ê nc i a d e que o estio aind a deixa a sua marc a nos pre se ntes d ias, mas sem pre nos pre oc up ámo s em p reparar o a m anhã c o m antec ipaç ã o e visão est rat é gi c a. Fique po r d e nt ro das no ssa s novida d e s. Boas lei t ura s!

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Paço dos Cunhas celebrou as vindimas

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Paços dos Cunhas, no centro da vila de Santar, um dos espaços mais emblemáticos da região vitivinícola do Dão, foi o palco escolhido pelo grupo Global Wines para celebrar a Festa das Vindimas de Santar, um evento que juntou música, vinhos e gastronomia para comemorar mais uma colheita. Com dois dias pensados para dois públicos distintos, no primeiro dia, 8 de setembro, o público-alvo da festa foi composto por clientes e distribuidores, nacionais e internacionais, da empresa, que puderam desfrutar de um rally na vinha, slide sobre a Vinha dos Amores, visita de charrete à vila de Santar, concerto de banda jazz no jardim

das adegas da Casa de Santar, show de magia ao vivo e jogos tradicionais nas vinhas. Aos vinhos de diversos produtores da região (Casa de Santar, Quinta do Sobral, Fidalgas de Santar e Quinta da Fata), com provas acessíveis a todos os visitantes, juntaram-se os enchidos, os queijos e a cozinha de excelência do chef Henrique Ferreira, numa festa aberta não só aos “wine lovers” como também ao público em geral, que aderiu em grande número a esta iniciativa, no segundo dia da mesma: 9 de setembro. O grande momento musical do segundo dia da Festa das Vindimas de Santar, para além das atuações de ranchos folclóricos e da participação

do DJ Gryzzler, foi o concerto de Teresa Salgueiro. A ex-vocalista de um dos grupos portugueses de maior projeção internacional, os Madredeus, levou a cabo uma atuação intimista, unindo todos os presentes com a sua voz incomparável, seguramente, para mais tarde recordar. As vindimas são um momento de celebração, o culminar de um ano inteiro de cuidados e esperança numa colheita farta e de qualidade. A Região Demarcada do Dão, uma das mais importantes do país, é já uma referência no mundo vinícola nacional e internacional, com vinhos de qualidade ímpar a merecerem cada vez midores.

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Global News - Número 7 / Outubro de 2018

Vinhos de requinte para um Natal de sonho Novas colheitas e “gift packs” da Casa de Santar para um Natal autêntico

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esde a Casa de Santar chegam dois vinhos bem distintos: Outono de Santar Colheita Tardia 2013 e Vinha dos Amores Tinto 2013, ambos da região do Dão. A pensar no melhor acompanhamento para os doces tradicionais de Natal, o Outono de Santar apresenta-se com uma nova roupagem, mas com o requinte de sempre trazido pelo Encruzado (90%) em pleno convívio com o Furmint. Com seis meses de battonage, 12 meses em barrica de segundo uso, este vinho apresenta uma cor límpida de palha aberto. O aroma é botrizado, com nuances de manteiga, frutos secos levemente tostados, alperce

complexo com frescura distinta, untuoso e bem equilibrado, e de o vinho ideal para ser apreciado em momentos de lazer, para acompanhar acepipes diversos e sobremesas delicadas. A colhei4

ta de 2013, que teve uma produção total de 5.200 garrafas, está disponível, como sempre, em garrafas de 375 mililitros. Para acompanhar os pratos principais, a Global Wines apresenta aquele que já é um “best-seller” do Dão: o Vinha dos Amores Touriga Nacional. Igualmente disponível na colheita de 2013, este monova-

rietal apresenta uma produção total de 13 mil garrafas de 750 mililitros. Um néctar de cor granada intenso com notórios tons violáceos. Aroma intenso e complexo, são notórios os frutos do bosque, frutos vermelhos bem maduros e geleia dos mesmos. Apresenta também notas é frutado, macio, bem estrutura-

do e com notória persismaturação de 18 meses em barricas de carvalho francês e seis meses em garrafa. É ideal para acompanhar queijos maturados e iguarias de confeção estruturada à base de peixes gordos e carnes vermelhas. Um ícone do Dão!


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Encontro 1 Tinto 2011 e Baga 2012 A Quinta do Encontro apresenta os seus dois tintos de requinte

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rovenientes da Bairrada, os dois ícones tintos da Quinta do Encontro, os vinhos Encontro 1 e Baga Encontro, são agora apresentados ao mercado com as suas colheitas de 2011 e 2012, respetivamente. Vinhos de sonho, que exprimem todo o terroir da região bairradina, com o Baga Encontro Tinto 2012 a expressar o que de melhor a Bairrada tem para oferecer na sua plenitude. Com apenas cinco mil garrafas de 750 mililitros produzi-

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das, este monovarietal da casta Baga acompanha bem pratos de confeção especiada ou estruturada, sejam eles peixes assados no forno, carnes vermelhas ou queijos curados. Um acompanhamento indicado para os pratos que enchem a alma nesta quadra tão especial. Límpicaracteriza-se pelo seu aroma intenso de frutos vermelhos bem maduros, geleia dos mesmos, ligeiras notas balsâmicas e notas tostadas. Assim como pelo sabor frutado e agradável

volume de boca, bem estruturado, harmonioso e com destinta persistência. Proposta de valor da Quinta do Encontro reforçada com a colheita 2011 do Encontro 1, que volta a trazer as castas Baga e Touriga Nacional à mesa de todos os consumidores, num casamento em partes iguais entre ambas as castas que tanta notoriedade trouxeram a esta adega de referência da Bairrada. Com uma produção limitada a 4.267 garrafas de 750 mililitros, este néctar maturou 18 meses em

barricas novas e de segundo uso de carvalho francês com tosta média. A cor é granada intensa com ligeiros tons acastanhados. O aroma é intenso, de frutos do bosque maduros, compota dos mesmos e ligeiras notas especiadas e balsâmicas. Enquanto o sabor é frutado, macio, crocante, distinto volume de boca, delicado e com longa persistência. Um vinho para várias ocasiões, o Encontro 1 é excelente companhia para iguarias clássicas da cozinha mediterrânica, indiana, chinesa e africana.


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Cabriz quer ser o melhor presente para este Natal Colheita Selecionada renova o pack de Natal e Reserva Tinto apresenta-se pela primeira vez com embalagem individual

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a região do Dão, Cabriz apresenta os seus packs natalícios onde pode levar o melhor da região até ao calor do seu lar. Cabriz Colheita Selecionada 2016 e Cabriz Reserva Tinto 2014 são a sugestão da marca da Global Wines para degustar em boa companhia, razão pela qual se apresenta ao mercado em embalagens de duas unidades. Cabriz Colheita Selecionada 2016, com o seu blend composto por Alfrocheiro, Aragonez e Touriga Nacional, continua a seduzir consumidores por todo o mundo. É um néctar ideal para acompanhar queijos macios e iguarias à base de peixes de confeção elaborada, carnes brancas e vermelhas de preparação moderada da cozinha mediterrânica, chinesa, indiana e africana. Com uma cor rubi intensa e límpida, este Colheita Selecionada 2016 apresenta um aroma frutado, sendo predominante em frutos

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vermelhos frescos, geleia de frutos do bosque, ligeiro em especiarias e em notas tostadas. Este vinho, que teve uma produção de 2,5 milhões de garrafas, pode-se encontrar numa embalagem com seis garrafas de 750 mililitros, além dos já referidos packs que vão dar uma cor especial ao seu Natal. Ainda no Dão, a tão esperada quarta edição do Cabriz Ímpar chega ao mercado a tempo de tornar o seu Natal ainda mais especial juntamente com Cabriz Colheita Selecionada 2016. Este vinho licoroso é composto pelas as castas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Alfrocheiro e Jaen. Com uma produção limitada a mil garrafas de 500 mililitros este ano, Cabriz Ímpar contou com um estágio de 20 anos em barrica de 225 litros de segundo uso. Indicado para consumir a 18ºC, apresenta um teor alcoólico de 20 volumes, tem um aspeto

cristalino, cor topázio intenso com tons esverdeados e o aroma é complexo, predominante em frutos secos, casca exóticas e cereal tostado. Complexo, untuoso, de frescura distinta e longa persistência

na boca, o Ímpar adequa-se, principalmente, a momentos de lazer, queijos estruturados, doces diversos e fruta tropical. Um vinho ímpar como só Cabriz lhe poderia proporcionar e que vem reforçar a oferta da marca para um Natal em pleno.


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CABRIZ DINAMIZOU FEIRA DE SÃO MATEUS

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626.ª edição da Feira de São Mateus animou a região centro,

marca referência do Dão esteve presente na “Feira dos Reencontros”, em todos os restaurantes e tasquinhas e disponibilizou também um Wine Bar próprio, onde foi possível provar todas as referências da marca e alguns cocktails. Cabriz promoveu, ainda, várias ações de ativação da marca. Uma das que mais deu que falar, tanto no evento, como nas redes sociais, prendeu-se com a entrega de garrafas Magnum de Cabriz Reserva Tinto com rótulos personalizados com ilustrações de João Rodrigues, que a marca ofereceu ão.

Os Amor Electro deixaram a sua energia contagiante na Feira de São Mateus.

A apresentadora Filomena Cautela foi um dos muitos rostos conhecidos que brindaram com Cabriz.

A fadista Ana Moura recebeu o seu exemplar personalizado de Cabriz após uma atuação incrível.

O cantor Anselmo Ralph n

Também os D.A.M.A. receberam um exemplar personalizado de Cabriz.

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Deixem o Pimba em Paz deixou a sua marca de boa disposição na Feira de São Mateus.

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Diogo Piçarra e a sua alegria única foram notados na Feira de São Mateus.


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Os eternos Xutos & Pontapés prosseguem a sua carreira de sucesso.

Mickael Carreira personalizou uma das garrafas com a sua ilustração.

Sua Excelência, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, marcou presença no evento.

Os Quinta do Bill também levaram para casa uma garrafa personalizada de Cabriz.

Richie Campbell trouxe a energia da sua música até à Feira de São Mateus.

O “pai” do rock português, Rui Veloso, foi surpreendido pela equipa da Global Wines.

Créditos: Viseu Marca/José Alfredo

A fadista Raquel Tavares foi uma das muitas personalidades homenageadas pela Global Wines.

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Global News - Número 7 / Outubro de 2018

“Muitas vezes, dou por mim a falar com as videiras e a tentar compreendê-las” Entrevista a Aurélio Claro, diretor de viticultura da Global Wines

GW - Qual a importância da viticultura para se conseguir bom vinho? AC - A viticultura é a base de todo o processo vitivinícola o vinho. Sem boas uvas, não pode haver bom vinho. GW - Quais são os principais cuidados a ter com as uvas e as vinhas? AC - Há vários cuidados a ter.

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O controlo do vigor, por exemplo, com a poda de inverno e a poda verde. A poda de inverno controla a carga de gomos que se deixa em talões ou varas, decidida em função do vigor e do tipo de vinho, o que obriga a uma boa sintonia entre a viticultura e a enologia. A poda verde permite eliminar lançamentos ladrões que nascem na planta em zonas indesejáveis e competem com os

lançamentos onde nascem os cachos. Depois, temos a parte nutricional da planta, que é essencial. A água: importantíssima! Sem água, a planta não consegue dar frutos e, em casos extremos, pode até estar em causa a sua sobrevivência. A orientação da vegetação, bom arejamento e controlo de pragas, como a “cigarrinha verde” ou a “traça da uva”, e doenças, principalmente o míl-

dio e o oídio, são igualmente importantes. Mas o que mais me preocupa, atualmente, são as alterações climáticas, porque são incontroláveis e têm impacto direto no sector. A última década, com precipitações médias abaixo do normal, aumento da temperatura, chuvas fora de época, mostra bem como as videiras são afetadas pela irregularidade do clima.


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GW - Quais as características que as uvas devem ter para dar bom vinho? AC - Boa maturação alcoólica e fenólica e bom equilíbrio nos parâmetros do pH e acidez total. GW - O que é que as vinhas do Dão têm que as distinguem de todas as outras? AC - A consociação com os pinhais e a envolvência com a natureza. Quem passa na região quase não percebe que existem vinhas, porque elas prio clima do Dão é diferente das restantes regiões do país, Estrela, Caramulo e Buçaco, que envolvem a região e pelos dois rios, Mondego e Dão. O clima é ameno: o verão tem dias quentes, mas noites atlântica, e o inverno é rigoroso, com chuva abundante (que repõe os níveis hídricos necessários para a cultura da vinha) e temperaturas relativamente baixas, com alguma

GW - Quais são os principais nesta região? AC - Diria que as castas que fazem parte do encepamento riga Nacional e o Encruzado

que, para mim, estão entre as melhores castas do mundo. O facto de a área média de cada parcela de vinha ser baixa é não chega a um hectare. GW - Qual é o ciclo de vida da vinha e qual é o seu trabalho em cada fase? AC - O ciclo médio da videira ronda os 30 anos, cinco para entrar em produção e os restantes em plena produção. A primeira coisa a fazer é analisar o solo para tomar decisões quanto às correções necessárias a fazer (matéria orgânica, calcário, nutrientes) para reunir as melhores condições para as videiras. Em seguida, procede-se à surriba, incorporação de matéria orgânica, calcário, nutrientes (fósforo, potássio, magnésio, entre outros). Os restantes trabalhos passam pela plantação e “aramação” da vinha, que cria um suporte para a parte vegetativa. Os dois anos seguintes são a formação da vinha e são anos de muito trabalho, porque é aqui que se cria o suporte na própria videira para o resto da sua vida. A partir do terceiro ano, a vinha começa a produzir cachos, atingindo o pleno a partir do quinto ou sexto ano e mantendo-se com vitalidade até aos 25-30 anos.

A partir dos 30 anos, começa o declínio de algumas plantas, (reposição com novas plantas), a vinha pode durar mais algumas dezenas de anos. Há videiras a durar mais de um século. GW - Quais são as principais diferenças entre as duas principais castas do Dão, a Touriga Nacional e o Encruzado? AC - Embora uma seja tinta e outra branca, têm mais em comum do que diferenças. Ambas são difíceis de conduzir, com lançamentos muito desorientados. No caso do Encruzado, durante a orientação da vegetação, temos de ter cuidados redobrados porque os lançamentos têm tendência a desnocar (partir pela base). Ambas têm alguma sensibilidade ao desavinho, tempo é húmido e com baixas temperaturas. Em termos de ciclo de maturação, o Encruzado é de ciclo médio, sendo vindimado cerca de uma semana mais tarde do que as restantes castas brancas; a Touriga Nacional é de ciclo longo, sendo colhida na parte

nascidos). O Encruzado pode atingir facilmente as 10

toneladas por hectare com bons teores alcoólicos e boa acidez. Já no caso da Touriga Nacional, para haver boa maturação alcoólica e fenólica, a produção não deve ultrapassar as seis a oito toneladas por hectare. GW - De que é que gosta mais na viticultura? AC - Estar em contacto com as videiras. Muitas vezes, dou por mim a falar com elas e a tentar compreendê-las. Um ditado antigo diz que “a vinha tem de ser vista todos os dias do ano pelo viticultor, porque todos os dias a encontramos diferente”. É uma cultura que exige acompanhamento constante, o ano inteiro. GW - Se quisesse oferecer a um amigo um vinho que nasceu das “suas” uvas, qual ofereceria e porquê? AC - Casa de Santar Reserva branco. Porque sempre gostei mais de brancos e é um dos meus vinhos preferidos.

BI Nome: Aurélio Claro Idade: 43 anos Naturalidade: Penajóia, concelho de Lamego Na Global Wines desde: 2001

Vindimas com balanço positivo

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pesar das evidentes alterações climatéricas que trazem cada vez

Global Wines faz um balanço positivo da vindima de 2018. Do Alentejo ao Dão, sem esquecer a Bairrada, o futuro augura um bom ano para os vinhos produzidos pela empresa nas diversas regiões onde se faz representar. A sul, no Alentejo, o Monte da Cal registou um “grande ano em termos vitícolas, apesar de um pequeno escaldão que provocou danos ligeiros e que se deveu a um pico de calor, um fenómeno da natureza não controlável. A

produção cresceu bastante face ao ano anterior, contra a corrente da região, crescimento de produção”, assume Aurélio Claro, o diretor de viticultura da Global Wines. com a região da Bairrada a registar maturações boas num ano, igualmente, difícil em termos vitícolas, onde uma primavera chuvosa obrigou a reforçar os cuidados tidos com a vinha. “O mesmo se passou no Dão, onde em

termos de produção tivemos que lutar contra a natureza, que resultou em problemas como o desavinho, granizo e escaldão”, reforça Aurélio Claro. A produção nas vinhas próprias detidas no Dão sofreu um ligeiro decréscimo, embora bastante menor face à média da para quebras superiores a 30%. “Em termos qualitativos, no Dão também foi um ano bom, ao nível de 2017, o que augura um bom futuro para os vinhos”, conclui.

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BREVES

Cabriz Reserva Tinto e Branco recebem 91 pontos e são “Best Buy” para a Wine Enthusiast

CASA DE SANTAR SOLIDÁRIA EM TORNEIO DE GOLFE

Os vinhos Cabriz voltaram a receber o reconhecimento internacional, destacando-se como uma das marcas de referência do mundo vinícola. Desta feita, coube à prestigiada revista norte-americana Wine Enthusiast Reserva Branco com 91 pontos, atribuindolhes ainda o selo de “Best Buy”. Marca líder da Região Demarcada do Dão, Cabriz continua a merecer a preferência dos consumidores, ancorada no trabalho que há mais de 25 anos a empresa vem a realizar, ano após ano, na produção de vinhos de qualidade superior. O trabalho da equipa de enologia, liderada por Osvaldo Amado, assim como uma forte componente na promoção da marca junto dos críticos, retalhistas e consumidores, nos mercados em que está presente, assente numa estratégia clara de liderança, são os ingredientes decisivos para a história de sucesso da marca Cabriz. Prova do acerto desta estratégia é o facto de Cabriz ser uma marca premiada de forma regular, nacional e internacionalmente, merecendo por parte de publicações de referência mundial, como a Wine Enthusiast, entre outras, pontuações elevadíssimas e recomendações claras como a melhor opção para o consumidor na relação qualidade/ preço. Os resultados agora obtidos são ainda mais relevantes no que diz respeito ao panorama internacional, com Cabriz a assumir-se como uma marca de prestígio e qualidade, apostando na produção de vinhos que têm vindo a conquistar os mais exigentes painéis de provadores. Com um vasto portefólio, que vai dos brancos aos tintos, passando pelos espumantes e pelas aguardentes, os vinhos Cabriz respiram e levam cada vez mais longe o nome de Portugal e do Dão.

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torneio de golfe amador direcionado para a população médica Hospital de Santa Maria Porto - Golf Cup realizou-se no dia 15 de setembro, no Axis Golfe Ponte Lima, e Casa de Santar esteve presente não só com uma degustação de vinhos, mas também tendo vinhos como prémios deste torneio solidário. É que, além da sua vertente desportiva e do seu cariz lúdico,

solidária, de apoio à Casa de Acolhimento do Centro de Bem-Estar Infantil e Juvenil do Coração de Jesus (para meninas até aos 18 anos provenientes de famílias em risco). Nesse sentido, neste torneio que reuniu 70 jogadores e foi disputado em 18 buracos, foram sorteadas rifas cujas receitas reverteram a favor dessa instituição.

MARATONA FOTOGRÁFICA FNAC VIAJA ATÉ SANTAR

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FNAC Viseu promoveu, no passado dia 15 de setembro, a sua 10.ª

Este ano, o programa viajou até Santar,

dimensões desta belíssima vila vinhateira. Este concurso, aberto quer a fotógrafos prode Santar, por outros produtores da vila (Fidalgas de Santar e Quinta do Sobral), assim como por outros pontos de destaque da vila, para terminar no icónico Paço dos Cunhas, com um jantar memorável da autoria do chef Henrique Ferreira. A adega da Casa de Santar, a idílica Vinha dos Amores, o sobreiro centenário que habita nas vinhas Paço dos Cunhas foram alguns dos pontos altos da maratona. Cenários de uma beleza rara para fotografar.


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SUÍÇA

COVIN AG: VINHOS E MUITO MAIS

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esde 1976 que a Covin AG se assume como uma referência no que diz respeito à representação e distribuição de produtos alimentares e bebidas portuguesas no mercado suíço. Localizada em Bachenbülach, no cantão de Zurique, a Covin AG pauta a sua atividade por uma cobertura a nível nacional e presença em todos os segmentos e canais de mercado (canal Alimentar e Horeca), fruto da sua rede de distribuição, mas também do armazém detido na região de Genebra. Pioneira na distribuição de produtos junto da comunidade portuguesa, este parceiro da Global Wines apresenta-se como

pioneiras na exportação e um ou outro segmento de mercado que se questionava sobre a origem de produtos provenientes de um país com uma comunidade local crescente e com forte poder de compra.

A Covin AG tem como missão dar resposta a todas as solicitações do mercado e dos seus diversos intervenientes, dispondo, para tal, de instalações próprias equipadas com cais de carga e descarga, assim como de uma frota de camiões e carrinhas que percorrem diariamente a Suíça, levando a cada vez mais consumidores os produtos portugueses. Entre os produtos que representa em regime de exclusividade no mercado suíço, encontram-se as marcas líder de mercado no sector alimentar português, das quais as detidas e comercializadas pela Global Wines fazem parte. A estas juntam-se ainda outras, como são exemplo as marcas Super Bock, Pedras, Sumol, Compal, Lacticínios do Paiva, Quinta de Jugais, Meps, Paladin, Peninsular, Maçarico, Cantoliva, Gallo, Cerealis, Caçarola, Bom Petisco, Lactogal, Probar, Ferbar, Dom Duarte, entre muitas outras.

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19|90 Premium Wines Magazine #7 Português  

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Celebrar a vinha e o vinho - Santar foi o palco escolhido pela Global Wines para celebrar a vinha e o vinho em mais uma festa das vindimas p...

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