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www.globalnews.com.br Totalmente online! São Paulo, 29 de maio à 20 de junho de 2010 | Ano XI - Nº129 | Diretor Responsável: Cantulino Almeida | CORTESIA

Primeiro trecho da Linha 4 do Metrô de São Paulo é aberto para o público Milton Michida

Genérico contra Aids atende apenas 60% da demanda nacional

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fabricação no Brasil de genéricos do remédio efavirenz ainda não atende toda a demanda nacional, cerca de 40% dos pacientes ainda recebem genéricos importados.................Pág. 3

Uni Sant’Anna é pioneira na inclusão de alunos deficientes

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esde 2005 a Universidade possui a Coordenação de Inclusão/ Libras. Atualmente já são 35 alunos surdos matriculados, acompanhados por intérpretes, e 20 alunos deficientes visuais........................................Pág. 6

Abertura de negócios no Brasil é alavancada pela economia forte

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o ultimo dia 25, foi inaugurado o primeiro trecho da Linha 4 - Amarela do Metrô, ligando as estações Paulista e Faria Lima, com 3,6 km de extensão. Passageiros que utilizam a Linha Verde poderão

terminar a viagem na Paulista ou na Faria Lima, mas quem embarca nestas estações não terá conexão com a Linha Verde. Com a inauguração da linha, terá início a operação assistida, que deve du-

rar entre uma e três semanas. Neste período, o embarque na Linha Amarela será gratuito. O serviço da Linha Amarela vai funcionar das 9h às 15h, de segunda a sexta-feira, exceto feriados.

aquecimento da economia e a queda no desemprego formam o cenário perfeito para as pessoas que buscam abrir seu próprio negócio. Em 2009, 15,3% da população brasileira estava empreendendo.................Pág. 9

Preço do imóvel em São Paulo cresce 27% em dois anos

de imóveis residenciais Center Norte realiza desfile da coleção Outono/ Avenda novos na cidade de São Paulo ao nível pré-crise no primeiro Inverno com a presença de atores da TV Globo voltou trimestre de 2010 e os preços subiram

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Shopping da Família lançou sua coleção Outono/Inverno 2010 com um grande desfile, que contou com as presenças dos atores globais Carlos Casagrande, Marcelo Antony, Caio Castro e Eriberto Leão. Com muitas cores e elegância, os modelos traziam as novas tendências da moda para esta época mais fria do ano. Fazendo uma alusão do inverno com o consumo dos chocolates, que aumenta durante este período, representando o aconchego e o conforto para enfrentar o inverno, o Center Norte trouxe o tema “Chocolateria”.................Pág. 12

quase 27% nos últimos dois anos até março, mais que o dobro da inflação oficial de 11,05%.....................Pág. 14

Espaço da Moda

Beleza e Estética Para o dia dos namorados Págs. 12 e 13


GLOBAL NEWS

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Ainda deixaram brechas em projeto de “fichas sujas”

EDITORIAL

A volta da grande turbulência global

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crise fiscal na Europa, que teve início com a Grécia, entrou no radar do Banco Central (BC) e passou a ter peso na definição dos próximos passos da política de juros. A ata divulgada pelo Copom alertou para a possibilidade de um agravamento da crise européia levar a uma interrupção da retomada do crescimento nos países desenvolvidos e provocar um movimento de deflação com impacto na inflação brasileira. A interpretação que ganhou força no mercado financeiro, logo após a divulgação da ata, foi a de que as altas de juros poderão ser menores do que o esperado, caso a crise fiscal que se abateu sobre a Europa se intensifique. A aposta de que o Copom poderá subir a taxa Selic em um ponto porcentual na sua próxima reunião, em julho, ficou enfraquecida. Nesse cenário de piora da economia européia, as empresas no Brasil iriam importar a deflação européia comprando do exterior produtos mais baratos, como matéria-prima e insumos para a indústria, com impacto positivo sobre a inflação no País. Além de baratear as importações, o “viés” positivo da crise européia para a inflação brasileira seria reforçado também pela queda dos preços de commodities, pressionado para baixo a inflação.

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Na ata, os integrantes do BC afirmam que o cenário de retomada das pressões inflacionárias em “economias relevantes” do mundo, que estava se configurando nos últimos meses, inclusive com o aumento dos preços das commodities, poderá ser revertido rapidamente “dependendo da dinâmica que tomar” o quadro de desconfiança do mercado em relação à solvência de alguns países europeus. Dessa forma, no entendimento do Banco Central, a influência benigna do cenário externo para o comportamento da inflação brasileira, que vinha diminuindo nos últimos tempos, poderá continuar. O Copom em ata anterior mencionava que havia uma recuperação das condições financeiras e uma retomada do crescimento no mundo desenvolvido, o que poderia fazer com que o cenário externo deixasse de contribuir favoravelmente com o controle da inflação. A crise na Europa aumenta as incertezas de médio prazo com relação à inflação, sendo que o aumento da aversão ao risco, os investidores retiram as suas aplicações em títulos de países emergentes em troca do porto seguro dos papéis do Tesouro norte-americanos.

Cantulino Almeida

Diretor Responsável

Projeto aprovado pelo congresso somente prevê a inelegibilidade nos casos de condenações colegiadas em ações criminais

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nviado para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o projeto Ficha Limpa tem brechas que permitirão a candidatura de políticos condenados em segunda instância por crimes como trabalho escravo e irregularidades em obras. Desses, quatro poderão se candidatar mesmo que a lei seja sancionada. Os outros dois poderão lançar mão de recurso previsto no texto aprovado ou ainda da emenda apresentada pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ). O deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE) e o senador João Ribeiro (PR-TO), por exemplo, foram condenados em segunda instância pelo TRT a pagamento de multa por infringir direitos trabalhistas. As condenações foram o desfecho de denúncias do Ministério Público de que ambos manteriam trabalhadores em condição análoga à de escravos. Apesar disso, nenhum dos dois terá a candidatura ameaçada pelo ficha limpa, já que as condenações aconteceram em ações civis, e o texto aprovado pelo Congresso só prevê a inelegibilidade para condenações colegiadas em ações criminais.

serviços realizados no município. Mas a decisão foi proferida por

O projeto Ficha Limpa tem brechas que permitirão a candidatura de políticos condenados em segunda instância por crimes como trabalho escravo e irregularidades em obras. um órgão administrativo e não judicial, e a inelegibilidade nes-

ses casos só será empregada após o trânsito em julgado. Salviano já entrou com embargos de declaração. Os outros dois casos de condenações por colegiado localizados pela Folha são do deputado Paulo Maluf (PP-SP) e de Zé Gerardo (PMDB-CE). O primeiro foi condenado por compra supostamente superfaturada de frangos congelados. Maluf nega as acusações, disse que recorrerá ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e que não desistirá da candidatura.

40 ANOS

Condenações pelo TCU Já o deputado Manoel Salviano (PSDB-CE), ex-prefeito de Juazeiro do Norte, foi condenado pelo TCU por irregularidades em

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Ano XI - Nº 129 - www.globalnews.com.br

115 anos

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Saúde em Foco

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Genérico contra Aids ainda Psoríase também não atende demanda nacional pode elevar risco de 40% dos pacientes continuam recebendo remédios importados, mas laboratório diz que demora na distribuição é da Anvisa

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fabricação no Brasil de genéricos do remédio contra a Aids efavirenz ainda não atende toda a demanda nacional, quase dois anos depois de o país ter “aprendido” a fazer a droga e três anos após ter decretado a quebra da patente (licenciamento compulsório). Cerca de 40% dos pacientes ainda recebem genéricos importados e os demais, do laboratório federal Farmanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Um dos laboratórios nacionais que, segundo os planos do governo, deveria também responder pela produção, o Lafepe, ligado ao governo de Pernambuco, afirmou estar pronto para atender à demanda, mas disse aguardar ainda autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o registro de sua versão genérica. “Poderíamos fazer 100% do efavirenz, mas estamos à mercê da Anvisa. Estranhamos essa demora, afirmou o diretor do Lafepe, Luciano Vasquez Mendez, que também é o presidente da Asso-

ciação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais. O laboratório tinha expectativa de receber em um mês a resposta ao pedido de registro, feito em setembro do ano passado. O efavirenz foi a primeira droga licenciada compulsoriamente pelo Brasil, medida que teve ampla aprovação de ONGs que auxiliam pessoas que vivem com o HIV no país e repercussão internacional. Foi uma resposta do governo ao crescente custo da compra da droga patenteada pela Merck Sharp&Dohme, que ameaçava seu abastecimento. A agência afirmou que o genérico do efavirenz feito pelo Lafepe não passou por todos os testes. “É um prejuízo sim à saúde pública do Brasil, mas a Anvisa não pode se furtar ao direito da população de ter acesso só a produtos que atendam aos requisitos de qualidade, eficácia e segurança”, afirmou Pedro Ivo Ramalho, diretor adjunto da Anvisa. “A avaliação é que o processo (o licenciamento compulsório) teve êxito. Houve incorporação

de tecnologia. Já fazemos 60% e a perspectiva é chegar a 100%”, opinou o diretor de Farmanguinhos, Hayne Silva.

Bio-Manguinhos lança testes mais sensíveis para HIV O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) pretende lançar até o fim do ano dois novos testes para HIV usando a nova tecnologia Dual Path Platform (DPP), que aumenta de 10 a 50 vezes a sensibilidade do exame. Um dos produtos substituiria os atuais testes rápidos usados na triagem inicial. O outro exame – batizado de Imunoblot – confirma o diagnóstico. O resultado sai em 15 minutos. “O Brasil pode ser o primeiro país a utilizar essa tecnologia”, afirma Artur Couto, diretor de Bio-Manguinhos. Os produtos aguardam autorização da Anvisa.

problema cardíaco

Doença eleva em 24% o risco de infarto, 45% de um AVC e em 51% a probabilidade de arritmias cardíacas

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psoríase, doença que causa descamações na pele e atinge 3 milhões de brasileiros, aumenta o risco de problemas cardiovasculares. Essa conclusão foi apresentada na reunião anual do American College of Cardiology, em Atlanta (EUA). Por muito tempo, essa doença foi considerada exclusivamente um problema de pele. Mais recentemente, passou a ser associada a outras complicações no corpo, entre elas, problemas cardíacos. Essa associação vale em particular para quem sofre das formas moderada ou grave (10% a 20% dos pacientes) da psoríase. Por dez anos, pesquisadores do Hospital Universitário Gentofte, na Dinamarca, acompanharam as complicações em mais de 40 mil pacientes com psoríase e as compararam com a população sem a doença. Foram excluídos outros fatores de risco que poderiam desencadear um problema cardíaco.

Vem aí...

Os resultados mostram dados preocupantes: a psoríase moderada ou grave eleva em 24% o risco de a pessoa sofrer um infarto, em 45% o risco de ter um AVC (acidente vascular cerebral) e em 51% a probabilidade de o doente ter arritmias. Nos pacientes com a forma leve da psoríase, os pesquisadores não encontraram aumento significativo do risco de infarto, mas constataram que o risco de sofrer um AVC é 19% maior e o de arritmias, 22% mais alto. Doença inflamatória Segundo a dermatologista Valéria Petri, responsável pela unidade de psoríase da Universidade Federal de São Paulo, faz pouco que a psoríase foi reconhecida como uma doença inflamatória crônica. “Sabemos, hoje, que ela requer cuidados multidisciplinares, envolvendo reumatologistas, dermatologistas, cardiologistas e nutricionistas”, diz.


Educação GLOBAL NEWS

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Escolas educando para formar excelentes profissionais

CIL promove bingo beneficente “Eu e a Mamãe” no dia das mães

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ra o ano de 2001; queríamos fazer uma homenagem às mães de nossos alunos, porém gostaríamos de sair das tradicionais festas com danças e canções, que alegram a muitos, mas entristecem mães e filhos que, por algum moti-

vo, não podem comparecer, além do fato de nosso espaço físico também já não se apropriar mais para tal. Surgiu então a idéia de realizarmos um Bingo. Não na véspera do Dia das Mães,

mas próximo à data. E por que não um Bingo Beneficente? Formou-se, então, uma comissão de mães colaboradoras, que abraçaram esta ação social e, timidamente, realizamos nosso 1º Bingo Beneficente chamado de: “Eu e a Mamãe”. Montamos um palco em nosso Ginásio de Esportes com as cadeiras colocadas em forma de auditório. O Coral de Pais fez a abertura, já sob a regência da Professora Genny; os números foram sendo chamados, um após o outro, e o clima foi de muita alegria e bemestar, pois mães e filhos estavam se divertindo juntos e auxiliando as crianças do “ Lar Maria Albertina”, na ocasião, um lar para meninas desamparadas, que era motivo de nossas campanhas escolares. Em 2004, o Bingo já era um evento es-

Rua Pedro Doll, 240 - Santana - SP www.colegiocil.com.br

perado não só pelas mães, como também por toda a família. Então, surgiu uma nova idéia: realizar um desfile de moda, em que mães e filhos desfilassem juntos. A Sra. Silvana Salvia, da loja Sisal Basic Colecttion, imediatamente, incorporou esta sugestão e, desde então, realiza um maravilhoso desfile de moda durante o evento. Nos últimos anos, nosso alvo de auxílio voltou-se ao lar para idosas ”OASE” e, assim, estamos favorecendo mães e avós que, por alguma razão, não moram mais com suas famílias, embora convivam juntas em um local apropriado para suas necessidades físicas e psicológicas. Nosso 10º Bingo foi, sem dúvida, mais um grande sucesso! O desenho do convite foi feito, com muito carinho, por nossa professora de Educação Artística, Eliana; as mesas e a passarela foram enfeitadas com uma dobradura feita a partir de gibis trazidos pelos alunos, e, desta forma, realizamos um trabalho de reutilização de materiais antes de encaminhá-los para a reciclagem, dando um exemplo de economia e cidadania. Os professores Carla e Alexandre emprestaram suas vozes para entusiasmar os participantes com a chamada dos números através do aparelho cedido pelo Miguel Giannini e a equipe de informática, com os coordenadores Paulo e Solange, realizaram um fantástico trabalho de projeção dos números, em um telão, facilitando o preenchimento das cartelas. Mais uma vez, o grupo de mães organizadoras fez um trabalho maravilhoso, doando horas de seu tempo para confeccionar os enfeites, dividir e embrulhar os prêmios e organizar as mesas. Muito obrigada pela dedicação às mamães: Cristiane, Fátima, Helena, Inani, Luciana, Simone, Italúcia e Roseli, cujos filhos já se formaram, mas que continua a abraçar esta empreitada, sendo colaboradora desde a 1ª edição do Bingo. Não temos palavras para agradecer à que-

rida amiga, mãe e empresária Silvana Salvia, que, mais uma vez, realizou um deslumbrante desfile de moda. Este ano, as tendências da moda foram apresentadas, com grande estilo, por nossas funcionárias e algumas mães, que enfeitaram as passa-

relas com seus filhos, como verdadeiras profissionais. As roupas kids e infantis foram fornecidas pela loja Kinddorf, que também já está conosco nesta parceria há bastante tempo; os calçados foram cedidos por Via Carolina e cabelos e maquiagem ficaram por conta da equipe Divina Vaidade. Cabe ainda um agradecimento especial ao corpo docente, que muito colaborou com esta alegre manhã, às equipes de segurança e limpeza e ao grupo de manutenção, liderado pelo Sr. Toninho, que, prontamente, atendeu a todos os pedidos para a organização deste evento. Vários Buffets e Padarias nos auxiliaram com a doação de bolos, docinhos e salgados que foram vendidos durante o evento, e muitas doações pessoais e empresariais enriqueceram as premiações dos sorteios

e bingadas. E os convites, com o apoio incondicional da Prestograf. Foi um sábado diferente, divertido e muito feliz! O Colégio Imperatriz Leopoldina e o lar OASE, agradecem as doações e as participações de todos, esperando revê-los em 2011!


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Masterclass de Flauta e Música de Câmara com Eva Amsler e Shalev Ad-El na Faculdade Cantareira A Faculdade Cantareira está entre os melhores cursos de música do país. Recentemente foi certificada com 3 estrelas pelo Guia Melhores Universidades 2009 / Guia do Estudante / Editora Abril

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corpo docente é conhecido por sua excelência, com reconhecimento internacional, segundo a Revista Notes/Boston – EUA. A Infraestrutura completa para o ensino e a prática musical, com salas de estudo acusticamente preparadas. É uma das mais bem equipadas salas de percussão da América Latina. E pensando na excelência em educar, trouxe ao seu auditório no último dia 12, Eva Amsler e Shalev Ad-El, para o Masterclass de Flauta e Música de Câmara. Foi um sucesso total, todos ficaram maravilhados diante do trabalho estupendo de Eva e Shalev. Eva Amsler é professora de flauta na Florida State University, organizou tournées mundiais com o The Dorian Consort. Suas gravações lançadas pelos selos Ambitus e Cavalli e suas performances difundidas na Suíça, Áustria, Alemanha, Escandinávia e Estados Unidos. Shalev Ad-El graduou-se no Conservató-

rio Real de Haia, ganhou o primeiro prêmio no Concurso François Shapira, em 1987. É membro regular do Il Gardellino e The Consort Dorian e Diretor musical da Accademia Daniel (IL). E realiza masterclasses em várias instituições, entre elas o Moscow Conservatory, Florida State University, Fukuoka Festival, Beijing Academy of Music, Sydney chamber music Festival e

UNIRIO (RJ, Brasil). Eventos de categoria são realizados pela Faculdade Cantareira, fique atento em sua agenda, lembrando que a entrada é grátis.

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GLOBAL NEWS

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A Uni Sant´Anna e a Inclusão Social Alunos deficientes fazem a Uni Sant’anna uma das pioneiras nesse trabalho

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ntende-se por acessibilidade a possibilidade da pessoa com deficiência ter acesso seguro e com autonomia a espaços sociais e meios de comunicação. Sabendo da importância de promover o livre acesso a todas as dependências do seu campus, além de facilitar a comunicação dos alunos em sala de aula, a Uni Sant´Anna conta com algumas adaptações que além de contribuir para a melhora da qualidade do aprendizado de cada um desses alunos

oferecer um ensino de qualidade aos jovens com deficiência. “A convivência entre os alunos permite, ainda, que as dificuldades do colega seja respeitada, contribuindo para sua inclusão na sociedade”, observa Sueli. Com seu programa de atendimento a alunos com deficiência, a Uni Sant´Anna possui alunos matriculados em seus diversos cursos tais como educação física, graduações em informática, ciências contábeis, administração e outros.

desempenhando um importante papel na inclusão social. Além das rampas de acesso e elevadores que levam a todos os andares dos blocos do campus, a Uni Sant´Anna conta com uma coordenadoria específica para orientação dos intérpretes de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS – e ledores existentes da Instituição. A coordenadora responsável, Profª Sueli R. Segala, conta que a contratação desses profissionais demonstra cada vez mais o profissionalismo e o empenho da Uni Sant´Anna em

Breve histórico A Coordenação de Inclusão/Libras foi criada em 2005 devido a grande procura dos alunos com deficiência por cursos oferecidos na UniSant'Anna. Inicialmente a visão era focada no aluno surdo e contava com um número de 15 alunos com essa deficiência, eram assistidos por 7 intérpretes da Libras, porém os demais alunos deficientes também estavam presentes e houve a necessidade de ampliar a assistência a essa população. Em sintonia com o conceito de

responsabilidade social, a instituição oferece intérprete da LIBRAS em cumprimento a Lei 10.436 de 24 de abril de 2002, sem nenhum custo adicional para alunos com deficiência auditiva. Hoje são 35 alunos surdos, acompanhados por intérpretes. O número de intérpretes da LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) é de 22 distribuídos nos períodos matutino e noturno, e 19 ledores que acompanham 20 alunos deficientes visuais, o que tem feito da Uni Sant’Anna uma das pioneiras nesse trabalho, oferecendo assim oportunidade de emprego para esses profissionais. Em dezembro de 2006 formou-se a primeira turma com 3 alunos surdos que tiveram a assistência desses profissionais ininterruptamente. A Instituição contabiliza um número de 195 alunos com deficiência que já passaram pelos diversos cursos oferecidos, e isso é a inspiração para a continuação desse árduo trabalho. A coordenação desse departamento é feita pela Profª Sueli Ramalho Segala, assistida pelos profissionais Everton Pessôa de Oliveira (intérprete da Libras) e Fabiola Cintra Campillo, tendo por objetivo tornar a UniSant'Anna referencia dentro da área de inclusão, oferecendo à pessoa com deficiência a capacitação necessária para entrar no mercado de trabalho. O aluno com deficiência, na UniSant´anna, conta com um atendimento diferenciado desde o processo seletivo. No caso dos surdos, por exemplo, há um intérprete durante a prova, de acordo com a determinação do Ministério da Educação, a correção das provas e da redação também é diferenciada. No caso de deficientes visuais o acompanhamento é feito por um ledor. Além de todas as facilidades, o aluno com deficiência tem direito a um desconto de até 30% nas mensalidades de qualquer curso. É uma forma do Centro Universitário promover a inclusão social de todos os cidadãos. De acordo com o Ministério da Educação - MEC o número de alunos universitários com surdez em 2004 era 974 e a instituição

tem feito parte do processo de mudança dessa realidade, levando conhecimento e cultura para essa população. Aos alunos com deficiência auditiva De acordo com o Decreto 5.626/05 que regulamenta a Lei 10.436/02 a partir do momento que há um aluno surdo em sala de aula a presença do intérprete de Libras se torna obrigatória. A Instituição faz esse trabalho desde 2004, como sempre se antecipando ás medidas trazen-

braile para os alunos cegos, piso podotatil e toda a estrutura possível como, por exemplo, softwares especializados, visando o bem estar do aluno e produção de prova em braile ou letra ampliada. Aos alunos com deficiência física A Uni Sant´anna tem as condições necessárias para atender esse grupo de pessoas, suas instalações oferecem acessibilidade, por exemplo, elevadores, rampas, banheiros adaptados e

do maior acessibilidade para os alunos com deficiência. Hoje são 35 alunos surdos, acompanhados por uma equipe de 22 intérpretes. Aos alunos com deficiência visual Aos alunos com deficiência visual a instituição providenciou o ledor (pessoa que faz a leitura e descrição visual) desde o momento do vestibular, até o acompanhamento nas aulas, no caso 22 desses alunos tem esse acompanhamento. Também temos elevadores adaptados com

outros. Hoje cursam 36 pessoas com diversas deficiências físicas, e a instituição também os acompanha. Inserção no mercado de Trabalho Dentro do possível a instituição tem se preocupado com a colocação dos profissionais formados aqui, no mercado de trabalho, oferecendo oportunidades via estágio ou em parcerias com outras ONG´s e empresas que absorvem esse tipo de mão-deobra, para o cumprimento da Lei de cotas.


A Uni Sant’Anna oferece cerca de 50 cursos de Graduação e Pós-Graduação e tem tradição no atendimento a alunos portadores de deficiência.

www.unisantanna.br


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Rotary Club de São Paulo – Parada Inglesa, comemora seu quinto aniversário com Jubileu de Madeira Sempre acreditando no ideal de servir. Fomentando e prestando serviços para a comunidade da Zona Norte

Presidente 2009/2010: Alfredo Martins Correa - Presidente Fundador 2004/2005/2006: Manoel Amoeiro Vispo - Presidente 2006/2007: Valdir Pedrozo - Presidente 2007/2008: José Carlos Ferreira Eiras Presidente 2008/2009: Nilton Soares Mathias

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Carlos Riras (2007/08), Nilton Soares Mathias (2008/09) e Fred Correa (2009/10). A representatividade do Rotary Club de São Paulo - Parada Inglesa passa a ficar maior ainda no ano rotário 2010/11, que está prestes a se iniciar, pois o governador-assistente da Área VII do Distrito 4430 de Rotary International será Valdir Pedrozo, que também estará coordenando os trabalhos junto aos presidentes de outros cinco clubes: RCSP - Nordeste Vila Maria; RCSP - Jardim São Paulo; RCSP - Vila Medeiros, RCSP - Vila Guilherme e RCSP - Parque Novo Mundo. O Rotary Club de São Paulo – Parada Inglesa nasceu oficialmente em março de 2005 com o lema “Celebremos o Rotary”. Sua primeira diretoria era liderada pelo presidente fundador Manoel Amoeiro Vispo, o Manolo. “É inegável o esforço hercúleo e, especialmente, a disposição do presidente fundador Manolo e de sua esposa Dora na realização do sonho de fundar nosso clube”, disse Fred Correa.

Pelo desenvolvimento do Brasil www.erabrasilrevista.com.br (11) 2978-8500

que daqui para frente o clube cresça mais e que todos estejam envolvidos em nossos projetos. Na minha gestão, que foi a terceira, fizemos um subsídio na faixa de US$ 10 mil, doamos uma sala de computadores para a Promove – Vila Penteado e uma sala de cinema para que haja uma evolução naquela região. 4º Presidente Nilton Soares Mathias Na minha gestão o clube já estava estruturado, onde assumi uma gestão mais consolidada. O marco da gestão foi a formação da escola para alfabetização de adulto. Também fizemos campanha para a saúde e apoiamos diversas entidades como creches e asilos. Cada

ano que passa o clube está trabalhando para a comunidade ficando cada vez mais forte. 5º Presidente Alfredo Martins Correa O Parada Inglesa é um clube novo, e com pouco tempo tem demonstrado grande pujança na sua atividade. Os companheiros da Parada Inglesa estão irmanados numa situação não muito comum, porque nem sempre os clubes conseguem este engajamento de todos os companheiros em um trabalho. É uma honra participar desta reunião festiva onde se comemora, não só os cinco anos do Rotary Parada Inglesa, mas, principalmente, o trabalho desenvolvido por este clube.

Paschoal Flávio Leardini, Waldemar Lopes Armesto, Governador Juvenal Antonio da Silva, Alfredo Martins Correa, Iscandar Tayar, Paulo Eduardo de Barros e Manoel Amoeiro Vispo (Manolo) Ricardo Alves de Azevedo

Rotary Club de São Paulo - Parada Inglesa comemorou seus cinco anos de existência na Pizzaria Nicoluccio. O evento foi marcado pelo ingresso de quatro novos sócios: o deputado estadual Major Olimpio, Clerisson Facchipieri, Neusa Saeko Omae Hirooka e Francisco Alberto Pinheiro Cardoso. “Nessa festiva de cinco anos do Rotary Club de São Paulo - Parada Inglesa, mais uma vez, bateu-me a certeza de que o sucesso de um congraçamento não está, em absoluto, no requinte e na sofisticação, mas sim na riqueza incomensurável da simplicidade e, muito especialmente, na intensidade do sentimento verdadeiro de confraternização. Cada abraço que recebi de nossos visitantes fortaleceu essa certeza”, afirma o atual presidente Alfredo Martins Correa. Na oportunidade, foram também prestadas homenagens aos presidentes que construíram a história de sucesso do RCSP - Parada Inglesa: Manoel Amoeiro Vispo, o Manolo (ano rotário 2004/05/06), Valdir Pedrozo (2006/07), José

1º Presidente Fundador – Manoel Amoeiro Vispo Eu tive o prazer e a honra de presidir, bem como participar, da fundação do Rotary Parada Inglesa, e foi um clube que me deu muitas alegrias. No primeiro ano de gestão, tive a participação de todos os companheiros e fizemos várias ações que foram reconhecidas no distrito e também no Estado de São Paulo. Nossos presidentes sucessores, vêm dando continuidade à esse trabalho e mantendo o clube sempre em evidência para servir à comunidade. 2º Presidente Valdir Pedrozo O nosso Club – Parada Inglesa é um clube muito engajado e empenhado em fazer as coisas acontecerem. Chegamos aos cinco anos do clube bem estruturados, com um pessoal consciente do que tem que fazer. A minha indicação para a governadoria foi uma grande surpresa, mas também é mais um grande desafio. 3º Presidente José Carlos Ferreira Eiras O nosso clube está forte, e estamos com diversas ações como parceria com a Promove e outras instituições que estão entrando. Espero

Lino/GN


Economia & Agronegócio Maio 2010

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Empreendedorismo aumenta com economia forte no país

Com otimismo população aproveita o bom momento do país para tirar da gaveta o sonho de abrir um negócio inovador e próprio

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conomia aquecida e desemprego em queda formam o cenário perfeito para as pessoas procurarem um posto melhor ou um salário mais alto, certo? Em parte. Uma parcela da população prepara-se agora para tirar um antigo sonho da gaveta, o de empreender. “Para os empreendedores por oportunidade, a época é perfeita para viabilizar o próprio negócio”, diz o professor Tales Andreassi, coordenador do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas, referindo-se àquele perfil de empresário que identifica oportunidades de negócio, inova e corre riscos. “O bom ambiente econômico incentiva essa pessoa a se arris-

car. Ele aumenta a confiança no sucesso da nova empresa”, afirma Andreassi. Reflexo disso foi constatado pelo do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), divulgado em março. Em 2009, de acordo com a pesquisa, 15,3% da

“O bom ambiente econômico incentiva essa pessoa a se arriscar. Ele aumenta a confiança no sucesso da nova empresa” população brasileira estava empreendendo, contra um índice de 13% no ano anterior. Além disso, o GEM mostrou também que em 2009 o Brasil

teve uma taxa recorde de empreendedores. “A economia do país está fervendo e o Brasil está no holofote do mundo. Muito investimento externo ainda virá para o Brasil, principalmente nas áreas de tecnologia e infraestrutura”, afirma Rodrigo Teles, diretor da Endeavor Brasil, entidade sem fins lucrativos que incentiva a atividade empreendedora. “Os empreendedores estão bastante antenados para as oportunidades. Negócio na escola O aumento no número de empreendedores brasileiros por oportunidade, na opinião de Teles, vai ao encontro do crescente número de escolas e universidades que incluem em sua grade curricular o ensino de negócios.

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Expansão da economia acelera grandes instituições privadas

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crescimento acelerado da economia em 2010, com o PIB (Produto Interno Bruto) tendo uma expansão de mais de 6% no ano, tem animado os grandes bancos a ampliarem mais ainda a sua rede de agências. A aposta é que o crescimento econômico possibilitará a continuidade da ascensão econômica dos brasileiros e, consequentemente, uma parcela antes fora do sistema bancário ficará cada vez mais no alvo dessas instituições. Nos planos de abertura de agências, anunciados pelos bancos durante a divulgação de resultados do primeiro trimestre, a ideia é abrir novos pontos de atendimento em todo país, acompanhando a expansão da atividade econômica em cada região. "Esses planos estão baseados no crescimento econômico e na convicção de que há muita clientela nova para ser abordada", diz o analista da Ágora Corretora, Aloísio Lemos.

A avaliação, segundo Lemos, é de que há no mercado uma parcela de clientes não atendida ou que recebe um atendimento insuficiente. Por isso, há a necessidade de investimento expressivo na estrutura física dos bancos. "Com o crescimento econômico, a expansão das redes acontece de forma natural". O Banco do Brasil (BB) divulgou no início do ano que planeja abrir 200 novas agências ao longo do ano, quase metade delas em São Paulo. É também pelo estado paulista que a instituição iniciou o plano de melhora no relacionamento com o cliente. Daí a necessidade de novos pontos de atendimento e maior número de funcionários. Essa adequação a um novo padrão decorre do fato do banco público esperar, a partir deste ano, um forte aumento da concorrência. Para não perder clientes, será necessário estar mais presente e melhorar o atendimento.

Exportação de algodão do oeste da Castanha-do-Brasil ganha árvore do conhecimento Bahia pode aumentar até 65% da Agência Embrapa

O mercado internacional pode aumentar de 120 mil a 150 mil toneladas de produção somente neste ano

A castanha-do-Brasil acaba de se tornar tema da nova árvore do conhecimento da Agência

s vendas de algodão do oeste da Bahia para o mercado internacional podem aumentar para 120 mil a 150 mil toneladas neste ano, acréscimo de 30% a 65% ante 2009. As informações foram dadas por Walter Yukio Horita, presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba). Horita se reuniu com jornalistas, na cidade de São Paulo, para divulgar as expectativas da Bahia Farm Show, que será realizada entre os dias 1º e 5º de junho, na Bahia. “Ano passado exportamos cerca de 90 mil toneladas de algodão. A melhora se deve ao aumento de produção e a contrato de vendas antecipado”, disse o presidente da Aiba. Ainda segundo Horita, a ampliação nas exportações representa 30% da safra de algodão. A produção de algodão, milho e soja, segundo o executivo, também deve aumentar nesta tempo-

rata-se de um sistema web destinado à organização, ao armazenamento, à divulgação e ao acesso à informação tecnológica gerada nas Unidades de pesquisa da Empresa. Formas de cultivo, características da espécie e relações com o ambiente, qualidade e produção de alimentos seguros (PAS), usos potenciais, colheita e pós-colheita são alguns aspectos que o usuário vai encontrar detalhados nas páginas eletrônicas desenvolvidas sobre o assunto. A pesquisadora Joana Maria Leite de Souza, da Embrapa Acre (Rio Branco/AC), o conteúdo será útil para vários segmentos de público. “Conseguimos reunir muita informação, e, com isso, contribuir para o fortalecimento da pesquisa e o desenvolvimento da cadeia produtiva da castanhado-brasil, tanto no Brasil como na Bolívia e no Peru, países também produtores e onde há estudos dessa matéria-prima”.

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rada. O aumento mais expressivo será da cotonicultura (começa a ser colhida no fim deste mês): 270 arrobas por hectare, contra 220 arrobas da temporada passada. O cultivo de soja deve ficar entre 51 e 52 sacas por hectare, ante 42 sacas de 2009. A colheita do milho também terá acréscimo: 140 sacas por hectare, enquanto a última safra ficou entre 123 e 130 sacas. “As condições climáticas no geral foram importantes para a colheita”. De acordo com Horita, 30% das culturas já foram colhidas. Divulgação

Diferentemente da soja e do algodão do oeste da Bahia, que são exportados, o milho fica restrito somente ao mercado interno. A edição passada da Bahia Farm Show movimentou R$ 214 milhões. “O objetivo, para este ano, é superar esse número, mas não dá para dizer em quanto”, diz Alex Rasia, diretor executivo da Associação de Agricultores. A produção total de soja no oeste da Bahia vai superar, pela primeira vez, 3 milhões de toneladas. O 3° levantamento da safra do oeste da Bahia, aponta que a produção alcançou o volume recorde de 3,213 milhões de toneladas, 28% a mais que a última temporada. Para o milho, a produção atingiu 1,479 milhão de toneladas nesta safra, 1,4% maior do que a anterior. “A área plantada do milho diminuiu por dificuldades na comercialização e preço ruim”, falou Horita. A colheita do algodão cresceu 13,9% para 983,7 mil toneladas nesta safra.

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Na árvore podem ser encontradas ainda publicações on-line na íntegra, vídeos, como o de boas práticas na produção de castanha-do-brasil, e áudio de um dos programas de rádio do Prosa Rural, produzidos pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/ DF). As possibilidades de acesso à árvore do conhecimento – não só à da castanha-do-brasil como também às de outros produtos e temas já disponíveis na Agência de Informação Embrapa – são variadas: por meio da navegação em uma estrutura ramificada em forma de árvore hiperbólica, por hipertexto ou pelo serviço de busca. Atualmente, estão disponíveis árvores do conhecimento de cultivo (arroz, banana, canade-açúcar, feijão, manga e trigo), de criações (agronegócio do leite) e temáticas (agricultura e meio ambiente, bioma Cerrado, espécies arbóreas da Amazônia e reprodução animal).


GLOBAL NEWS

Maio 2010

PROF. DR. VALMOR BOLAN

GAUDÊNCIO TORQUATO

Reitor do C. Universitário Sto. André

Jornalista, professor titular da USP e consultor político.

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Sede de futuro e fome do passado

homas Jefferson, o terceiro presidente dos Estados Unidos (18011809), ao longo de sua carreira política era vítima constante de ataques da imprensa. Nem por isso deixou de produzir a lição: "Um governo que não consegue se manter contra as críticas existentes merece cair." Arrematava o pensamento dizendo que o homem pode ser governado pela razão e pela verdade, sendo a liberdade de imprensa o mais efetivo instrumento para descobri-la. Esta lembrança tem que ver com o panorama sombrio exposto dias atrás, em Brasília, por ocasião da 5.ª Conferência Legislativa sobre Liberdade de Imprensa. Jefferson também dizia que a América Latina não tinha a tradição anglo-saxônica de liberdades. Acertou na mosca. No evento promovido pela Câmara dos Deputados, Honduras, Bolívia, Venezuela, Argentina, Equador, México e também o Brasil saíram mal na radiografia sobre governos interessados em limitar a autonomia de jornalistas e empresas de comunicação. Por que a sombra autoritária paira sobre o continente, quando o clamor pelas liberdades se torna cada vez mais elevado em todos os quadrantes do planeta? Uma pista pode estar na fala de Simón Bolívar, que há 200 anos lamentava o fato de não haver boa-fé na América, "onde as Constituições não passam de livros e a liberdade é anarquia". O timoneiro só não podia adivinhar que sua expressão seria seguida à risca por um coronel que se gaba de ser o mais legítimo continuador da "revolução bolivariana": Hugo Chávez,

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o mandachuva da Venezuela. Maior ícone do autoritarismo na região, Chávez estraçalha as leis, domina os Poderes Legislativo e Judiciário e, no que diz respeito aos meios de comunicação, instala no país gigantesca mordaça sob o veredicto de que "opinar é um delito". Será que os governantes compreendem que a democracia tem fundamento político e ético no direito de livre acesso à informação? É pouco provável. Creem que a mídia deve ser tuba de ressonância de seus governos. A bem da verdade, nas últimas décadas a imprensa foi desfigurada por perfis que habitam o Olimpo da cultura de massa, dando vazão a um repertório de insignificâncias, como atesta Carl Bernstein, que, ao lado de Bob Woodward, ajudou a derrubar, com sua investigação, o presidente Nixon. Nem por isso, porém, o sistema de comunicação deve ser extensão dos governos. Com o carisma em estado de escassez, parcela ponderável das lideranças regionais se esforça para esticar braços assistencialistas em direção às massas, removendo obstáculos que as impedem de alcançar suas metas, entre eles, a crítica midiática. Para tanto usam controles legais e políticos (leis e censura), econômicos (limitações à propriedade de uns e apoio com verbas a outros) ou sociais (rede de entidades sob seu domínio). No nosso meio, chama a atenção o fato de que, quanto mais se expandem as redes sociais em torno da comunicação global – com milhões de brasileiros interconectados na internet –, mais se cultiva um pensamento retrógrado, centrado no controle da informação. Qual a explicação

para que um jornal brasileiro, com longa trajetória de lutas em defesa das liberdades, desempenhando seu mister sob a égide de instituições republicanas, continue há 282 dias sob censura? O vice-presidente do STF, ministro Carlos Ayres Britto, no evento em Brasília, abriu uma fresta. O País atravessa um ciclo de transição, caracterizado pela passagem de uma cultura restritiva, de repressão, de desconfiança, "para uma cultura de plenitude de liberdade de imprensa". Sob esse precário abrigo, magistrados, principalmente os de primeira instância, margeando o terreno da perplexidade, tendem a cair no desvão do "negaceio", optando por uma linha dúbia. Vejam o paradoxo: em plena era de luzes e transparência, a escuridão cai sobre os olhos de parcela de nossos juízes. A conclusão é que o Brasil é um cabo de guerra em que dois grupos tentam vencer a disputa. Um batalhão puxa o cabo em direção ao futuro, enquanto o outro luta para segurar os eixos do passado. O primeiro é composto por cidadãos que cultivam a liberdade em todos os campos. E que desfraldam a bandeira do progresso material e espiritual. Esta é a Nação dos sonhos comuns e dos anseios coletivos. A outra banda é a do antigo território, que abriga o vetusto Estado autoritário e onde atores arcaicos encontram dificuldades de contracenar com os personagens do século 21. Isso explica o oceano de distância entre o que a sociedade deseja e o que lhe falta. Eis o dilema: o Brasil tem sede de futuro, mas fome do passado.

Dra. Cassiana Crisostemo de Almeida ADVOGADA

CÍVEL - FAMÍLIA - TRABALHISTA - CRIMINAL - CONTRATOS

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Irã enganou Brasil e Turquia?

a semana passada, falamos sobre a obsessão de Lula em se tornar agora estrela internacional, preparando sua campanha para ser Secretário-Geral da ONU. Analisando bem os fatos, começamos a perceber bem porquê Lula "largou mão" da proposta do terceiro mandato, pois havia uma possibilidade dele querer repetir no Brasil o que Chavez fez na Venezuela. Mudar a Constituição para garantir-lhe a reeleição, com os índices de popularidade que vêm conquistando (ao menos na mídia, com o apoio de um mídia cada vez mais submissa, menos crítica), não seria muito difícil obter a emenda constitucional que lhe permitisse participar de nova eleição. Mas a idéia do terceiro mandato pode ter sido deixada para lá, por uma oferta muito maior, a de um posto internacional, para continuar cumprindo a cartilha de Brzezinski, favorecendo assim a lógica de poder da nova ordem mundial. Para isso, Lula tem demonstrado ser capaz de qualquer coisa, mesmo de pactos faustianos, como agora com o Irã, com consequências ainda muito imprevisíveis no cenário global. Israel disse que o Irã enganou a Turquia e o Brasil. "Os iranianos enganaram o Brasil e a Turquia fingindo aceitar que o enriquecimento de parte do seu urânio seja feito na Turquia", afirmou um funcionário israelense. "Eles já fizeram o mesmo no passado, fingindo aceitar esse procedimento para diminuir a tensão e o risco de sanções internacionais, porém, em seguida, se negaram a cumprir o acordo", afirmou. De fato, o que se pode esperar de Ahmadinejad, cujas eleições suspeitas de fraude, até hoje levam muitos governos a vê-lo com reserva e desconfiança, e que Lula - na gula por um poder cada vez maior - faz a opção pela política terceiro-mundista, querendo repetir no mundo o

que achou ter feito de bom no Brasil. Os bolsas-qualquercoisa do governo só foram possíveis com dinheiro tirado da classe média, que hoje está mais empobrecida, porque a política populista faz afago aos ricos e aos pobres, às custas da espoliação da classe produtiva do País. O acordo com o Irã ainda poderá custar muito ao Brasil, à esta diplomacia que levou a demagogia para o Itamaraty, que deixou de lado as virtudes cívicas e heróicas que enobreceram a instituição no passado, a exemplo dos grandes feitos do Duque de Caxias e Rio Branco, para se tornar um Itamaraty que substitui a inteligência pela astúcia. As conseqüências do acordo feito entre Lula e Ahmadinejad dirão o quanto as aparências enganam, e como políticos ingênuos e que se consideram espertos, podem ser vítimas de cantos de sereia. Lula está mais para o aventureiro destacado por Sérgio Buarque de Hollanda, em seu clássico "Raízes do Brasil", um Macunaíma brincando de ser diplomata internacional. O populismo e a demagogia nunca trarão resultados realmente duradouros na construção da paz e do desenvolvimento. O Brasil merece uma política mais à altura de seu destino promissor. De qualquer forma o Lula, com sua imensa popularidade mundial, teve seu momento de glória e irá beneficiar-se pessoalmente desse gesto, mesmo que a “iniciativa” dê em nada. Poderá sempre dizer que fez sua parte, mas... os americanos...mas...as potências mundiais....mas o Conselho de Segurança da ONU....Não tenho, porém,mais a mesma fé de que ele irá conseguir a Secretaria da ONU por estar criando obstáculos às teses americanas. Seria motivo de orgulho para o Brasil ter um brasileiro na posição máxima da ONU.Não estou seguro de que Lula está no melhor caminho para conseguir seu sonhado intento.

ANUNCIE NO Pelo tel.: 2978-8500

Rua Salete, 345 - Santana - São Paulo - SP Tel: (11) 2978-8500 / 7573-1858 email: cassia_calmeida@yahoo.com.br

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Maio 2010

www.globalnews.com.br Totalmente online

Seteco e Asplan unem forças para se focar no Fisco na era digital Com a era eletrônica do Fisco, todas as informações precisam permanecer em arquivo digitalizado durante cinco anos

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o final do Workshop “O Fisco na Era Digital” foi apresentado novo serviço da Asplan para garantir o backup seguro das muitas informações eletrônicas que agora as empresas estão obrigadas a enviar ao Fisco. O objetivo do Sped é criar um meio padronizado para escrituração fiscal, contábil e emissão de NF com autenticidade total dos dados, por meio da certificação digital, além de obter informações é detalhadíssimo, abrangendo desde contas a pagar e a receber até controles de inventário, requerendo assim a utilização de sistemas de gestão compatíveis por parte dos contribuintes. Em âmbito estadual, a Nota Fiscal Paulista continua tendo sua emissão obrigatória por parte das empresas não enquadradas na exigência, em esfera nacional, de emitir a NF-e. Um cuidado importante neste campo, segundo Ana Lúcia Vicente, coordenadora da área de auditoria da Seteco, é observar aten-

transmissão de arquivos, uma providência que muitas empresas ainda não tomaram”, afirma a diretora da Seteco, Márcia Al-

a também diretora da consultoria contábil, Adriana Alcazar, lembrando que há como se fazer esse tipo de validação de forma

cazar. Em suas operações, os empreendimentos terão de se acostumar, daqui para frente, com a velocidade na disseminação de erros eventuais, que não mais poderão ser contornados com as “notas fiscais de correção do passado, por exemplo, pois arquivos digitalizados passam a ser definitivos, gerando autos de infração

eletrônica. “Vários problemas precisam ser resolvidos pontualmente, embora essa legislação venha sendo introduzida desde 2005, o que torna mais do que desejável a sintonia entre todo tipo de empreendimento e sua contabilidade”, acrescentou Adriana. O diretor de TI da Asplan, Fernando Alcazar Neto, lembrou que backup é uma questão delicada há muito tempo nas empresas, que estavam acostumadas a utilizar fitas Dat e outros suportes físicos para manter sempre uma cópia de segurança fora da empresa, ao invés de temerários backups manuais, onde o grande pecado é a falta de controle de versões, levando muitas vezes a se apagar dados importantes por engano. A ferramenta já utilizada pela Seteco, e vários dos seus clientes para manter tudo isso, é ordem é auto incremental (só altera dados novos entre um backup e outro), tem segurança de 128 bits (nível compatível ao utilizado pelos bancos), acesso via senha por parte do usuário e armazenagem em data Center com infraestrutura de redundância fora do espaço da empresa. Outra vantagem do sistema, segundo ele, é a possibilidade de auditagem em tempo real, permitindo à empresa consultar quais arquivos foram manipulados, e de que forma, a cada novo dia de trabalho.

Lino/GN

tamente os prazos de envio dos arquivos, que obedecem como critério básico os valores das vendas. “Todos os contribuintes já estão de alguma forma inseridos no Sped, que tem na ECD – Escrituração Contábil Digital o aspecto que mais tem evoluído, requerendo que as organizações tenham não apenas E-CNPJ, mas também o E-CPF para a

igualmente eletrônicos, diante de toda e qualquer divergência. Todo esse mundo eletrônico ainda está sendo desbravado e uma série de procedimentos sendo assimilada pouco a pouco pelo próprio mercado em aspectos como a confirmação de entregas de mercadorias. “Há empresas que estão mandando o Danfe em duas vias para substituir o antigo canhoto em papel”, exemplifica

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PROF. LEONARDO PLACUCCI Reitor da Uni Sant’Anna

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Globalização Made in Brazil

ovo status do país e ofensiva internacional de empresas brasileiras exigem profissionais com visão global. Duas décadas depois de abrir mercados, o País já encara a globalização como aliada. Antes vilã por fechar empresas e provocar desemprego, hoje ela remete aos emergentes do Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) e às multinacionais brasileiras. Na nova etapa da globalização, a posição defensiva dos anos 90 deu lugar à ambição. Mais de 800 corporações nacionais atuam no exterior, com investimento superior a US$ 100 bilhões – só em 2008 foram US$ 20 bilhões. Não são só as empresas do País que estão em alta. Apesar de a quantidade de profissionais com perfil global no Brasil ainda ser pequena, eles são muito valorizados lá fora. O executivo daqui teve de se adaptar a um cenário volátil. Pelas crises econômicas, tem facilidade de se relacionar e é mais ocidentalizado do que outros do Brics. A reação à crise financeira reforçou projeções do Brasil como potência econômica em 2020. Mas, para chegar lá, o País precisa de profissionais de visão global, preparados para competir e liderar. Quem pensa que só a faculdade é suficiente estará em desvantagem. É preciso ter perspectiva global, de profissionais que analisem, entendam e interfiram no mundo. No mercado competitivo em que vivemos, o profissional tem que se qualificar ao máximo dentro dos parâmet-

ros de sua profissão, pois assim ele terá mais chance de entrar no mercado internacional. Com a globalização, muita coisa mudou nos últimos anos em nosso país, com a era da informática, da tecnologia digital, enfim, com um mundo mais dinâmico, as escolas, faculdades tiveram que se adaptar ao novo modelo, com uma qualificação superior e de grande ênfase em priorizar o aluno nesse novo formato. As novas tendências fizeram também com que o país crescesse, se tornasse mais competitivo e mais agressivo lá fora, exportando, mostrando o nosso potencial e todos esses fatores contribuíram para que nossos jovens de destacassem em suas profissões ao padrão do mundo moderno, que é bem mais intenso em outros países que detêm tecnologia ímpar. Portanto, é de suma importância que nossos governantes priorizem cada vez mais nossa educação, haja vista que nossos jovens têm potencial para competir em qualquer mercado. A educação é a bandeira que alavanca o progresso, que abre as portas para um mundo melhor, mais digno e assim menos desigual. Na era da globalização, o Brasil tem que avançar ainda mais em sua economia, em sua educação, em seu agronegócio e principalmente em sua política. Uma política mais humana, mais verdadeira e séria para alcançarmos o ápice do que realmente deve ser o Estado Democrático de Direito.

Previdência privada chega as médias empresas

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lanos de previdência privada, usados para complementar a renda da aposentadoria pública, são um benefício comum no conjunto dos pacotes oferecidos pelas grandes empresas. Sejam planos abertos (distribuídos por bancos que podem ser acessados por pessoas físicas) ou fechados (exclusivos para os funcionários da empresa), as grandes companhias têm poder de barganha para pleitear taxas de administração mais baixas e isenção de taxa de carregamento.

A corretora de seguros Aon, por exemplo, criou uma carteira de clientes de médias empresas, na qual está apostando. O foco são empresas de 50 a 500 vidas. A expectativa de crescimento da carteira para este ano é de 40%. Para as seguradoras, trabalhar com o mercado de médias empresas é mais caro, por conta das dificuldades em distribuir o produto. Para as seguradoras de bancos, esse é um problema a menos, já que podem acessar esses clientes da carteira de middle market das instituições.


Desfile Outono/Inverno no Center Norte traz novas tendências na moda O evento contou com a presença de vários globais, como Marcelo Antony, Carlos Casagrande, Caio Castro e Eriberto Leão, que causaram grande “frisson” no público

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Center Norte, o Shopping da Família inovou nos últimos dias 14 e 15 com o Desfile Outono/Inverno 2010, trazendo o melhor da moda para este período de temperaturas mais baixas. Com muitas cores e elegância, os modelos traziam as novas tendências da moda para o inverno paulistano. Fazendo uma alusão do inverno

com o consumo dos chocolates, que aumenta durante este período de frio, representando o aconchego e reconforto para enfrentar o inverno, o Center Norte trouxe o tema ‘Chocolaterie”. Contando com a presença de diversos atores globais, entre eles Eriberto Leão, Carlos Casagrande, Caio Castro e Marcelo Antony. O público estava muito

ansioso e animado, com uma expectativa muito grande de prestigiar o desfile de seus ídolos. O ator Marcelo Antony, que sempre gostou de esportes, desfilou trazendo um estilo menos casual, mas não deixando de lado o charme e a elegância das grifes mostradas no evento. “É muito gostoso para o artista participar de desfiles, eventos e festas. Porque acaba sendo uma oportunidade para interagir com o público. Sempre há um “frisson” no que fazemos. Participar do desfile no Center Norte sempre é uma grande satisfação”, comenta Antony. Com um evento grandioso como este, o Center Norte mostra mais uma vez sua força frente ao público e todo o carinho que seus clientes têm em prestigiar todos os eventos maravilhosos que o Shopping da Família traz para São Paulo. “Adorei participar do desfile no

Center Norte

Center Norte, porque recebemos uma energia boa e também o retorno do público”, enaltece o ator Carlos Casagrande. Gabriela Baumgart, gerente de marketing do Center Norte, era só sorrisos durante todo o desfile, por ver todo o sucesso, a alegria e interação público-artistas durante toda a apresentação.

“É um privilégio muito grande fazer um evento deste nível, trazendo as melhores tendências da moda. E acaba sendo um evento para os nossos clientes, com atores fantásticos e um tema incrível que é “chocolaterie”, elevando ainda mais o contexto do inverno com moda e chocolate”, conclui Gabriela.

Presentes para o dia dos namorados


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afaela Araújo e Tiago Alves são os diretores do salão Qualidade em Beleza, que prima por um serviço de altíssimo padrão. São noivos e tinham um objetivo, abrir seu próprio empreendimento. Um sonho que deu certo e continua crescendo. Para atender bem aos seus clientes, Rafaela e Tiago sempre fazem cursos e obtem novos aprendizados. O Qualidade em Beleza ofere-

ce uma extensa gama de serviços, dentre os quais podemos citar: Dia da Noiva, Estética e depilação, Cortes modernos e atuais, Cauterização, Reconstrução, Hidratação, Coloração, Luzes, Ballayagem, Reflexos, Mechas Californianas e Strong, Escova Progressiva inteligente e definitiva. Além de Maquilagem, Designer de Sobrancelhas, Visagismo e Facial. Aproveite o Dia dos Namorados no Qualidade em Be-

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Novotel Center Norte oferece pacote especial para o Dia dos Namorados Casais terão música ao vivo no jantar e de brinde uma garrafa de proseco no apartamento

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o próximo dia 12 de junho, o clima de romantismo será a tônica do Novotel Center Norte, que dará um toque especial à comemoração do Dia dos Namorados. O pacote inclui, além da hospedagem, buffet romântico com cardápio especial, preparado pelo chef Luiz Conceição, com direito a uma garrafa de vinho Salton (nacional). Para dar um clima ainda mais intimista, o jantar será acompanhado de música ao vivo, com voz e violão. O cantor Otávio Ferraz é quem garante um repertório para em-

balar os casais apaixonados, com sucessos românticos de Nina Simone, Ben Haper, Amy Winehouse, Steve Wonder, Ronaldo Boscoli, Bruce Sprigsteen, Arnaldo Antunes, entre outros. E o clima só tende a esquentar, pois além do requintado buffet, o hotel oferecerá outros mimos, como uma garrafa de proseco no apartamento do casal e o café da manhã de domingo. O menu especial do jantar do restaurante Côté Jardin terá como entrada patês e antepastos, pães e torradas, mini brusqueta, mini rabanada salgada, mini cuscuz

marroquino, mini ratattouile e tomate recheado. Entre as opções de prato quente: filé mignon ao poivre, coxa de pato ao gengibre, salmão ao molho maracujá, risoto de alho poró e abobrinha, sofioli de mussarela de búfala e ervas finas ao molho rose, creme de ervilhas, sopa sete cereais e sanduíche Lampião e Maria Bonita (carne seca com cheddar). De sobremesa, Romeu e Julieta, mousse de chocolate bicolor, cheescake de cupuaçu com calda de açaí, charutos Havana, mini Carolinas e frutas laminadas. Sobre o Novotel Center Norte

Considerado um dos mais sofisticados e modernos empreendimentos da bandeira Novotel na América Latina, o Novotel Center Norte tem localização privi-

legiada: próximo aos Shoppings Center Norte e Lar Center, do Expo Center Norte e a apenas 4 km do Centro da cidade. Divulgação


GLOBAL NEWS

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O baiano que venceu em São Paulo: País deve ter seguro específico para classe de Cleverson Alves da Silva baixa renda em 2011 Nascido em Mundo Novo, região de Feira de Santana Informe publicitário

Bahia, veio para São Paulo com 13 anos de idade

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ua trajetória no trabalho começou aos 13 anos como office boy e aos 21 já havia conquistado seu próprio negócio. Santana foi o bairro escolhido para iniciar seu empreendimento Maxtal Imóveis – Administração de condomínio, compra e venda. Hoje, a Maxtal é uma grande empresa do mercado imobiliário que dispõe de um eficaz Departamento de Administração de Condomínios, além dos Departamentos de Vendas e Locações. Possui equipe de profissionais capacitados e um Departamento Jurídico próprio. Atualmente, a Maxtal administra vários imóveis e condomínios de grande porte e está entre as maiores de São Paulo. O grande homem nunca esquece sua origem, mas é grato pelo Estado de São Paulo pelas suas oportunidades de crescer “Falar da minha história é falar da minha família. A minha mãe

foi uma grande guerreira, e infelizmente ela faleceu há 1 ano e meio. E o dia da morte da minha mãe foi o dia mais triste da minha vida. Minha mãe teve 15 filhos, sendo que dois faleceram nos primeiros sete meses. Eu sou o último filho e quando eu tinha 4 anos de idade meu pai veio à falecer. Então minha mãe teve que criar os 13 filhos sozinha, sem ajuda do governo e trabalhando na roça. E ela não contava muitas vezes com a ajuda do clima, porque no nordeste não chove muito. E também ela nos ensinou a dividir os alimentos, porque eram muitos filhos para sustentar. Apesar do seu falecimento no ano passado, ela deixou para todos nós uma história de uma

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s cerca de 100 milhões de brasileiros que integram as classes sociais de baixa renda devem contar, a partir de 2011, com seguros específicos justamente para quem tem pouco poder aquisitivo. A viabilização dos chamados microsseguros aguarda a aprovação do Congresso Nacional, que analisa o projeto desde 2009. Basicamente, a idéia do microsseguro, muito disseminada na Índia, é atender aqueles que recebem até três salários mínimos, com prestações de, no máximo, R$ 10 ao mês. De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), produtos como seguros de vida,

acidentes pessoais, prestamistas (entre outras coisas, protege contra inadimplência no crédito) e assistência funeral são os principais candidatos para esse segmento de mercado. Pedro Vitali, consultor de seguros, também aposta no sucesso dos microsseguros de patrimônio. “Ou seja, seguro para os equipamentos do pequeno negócio, ou até mesmo do conteúdo da sua casa”, diz. Dessa forma, segundo Vitali, a economia como um todo ganha. “O seguro tem um papel social muito importante, sobretudo quando falamos de baixa renda. Com a disseminação do produto, fica garantida a preservação do meio de produção”, diz.

grande mulher e representou a força da mulher brasileira. Acredito que no Brasil há muitas mulheres como minha mãe. Com certeza, minha mãe foi e é a grande responsável pelo meu sucesso, conclui Cleverson”.

Blog: cleversonsilvamaxtal@ blogspot.com

Imóvel é Moeda Forte!

Crédito imobiliário deve se tornar principal estrela do mercado Para executivos e economistas do setor, maior expansão agora vai ocorrer no financiamento para a compra de imóveis

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crédito ao consumo deve continuar a crescer, mas não num ritmo tão explosivo quanto desde o início desta década. No seu lugar, como principal estrela do mercado de crédito à pessoa física no Brasil, devem entrar os financiamentos imobiliários. Essa é, em resumo, a visão de economistas e executivos do setor ouvidos pelo mercado. “O crédito à pessoa física relacionado ao consumo ainda não esgotou seu potencial de crescimento, mas já não é mais uma aberração como o crédito imobiliário, que está extremamente defasado e traz agora o grande potencial de

expansão”, diz Octavio de Barros, diretor de Pesquisa Macroeconômica do Bradesco. Segundo Nilson Pelegrino, diretor do Departamento de Empréstimos e Financiamentos do Bradesco, o crédito imobiliário do banco deve crescer acima de 30% em 2010. “Estamos com operações de R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão por mês, entre financiamento aos mutuários finais e crédito a construtoras.” Para a economista Luíza Rodrigues, do Santander, a tendência é que o crédito imobiliário, que hoje não passa de 3% do PIB, cresça para um nível acima de 20% ao longo dos próximos anos.

Preço de imóvel em São Paulo sobe 27% em apenas dois anos Vendas já cresceram 75% em relação a 2009 e recuperam nível pré-crise

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venda de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo voltou ao nível pré-crise no primeiro trimestre de 2010 e os preços subiram quase 27% nos últimos dois anos até março, mais que o dobro da inflação oficial de 11,05% acumulada no período, aponta pesquisa do Secovi de São Paulo (O Sindicato da Habitação). “Desde a década de 80, o merca-

do imobiliário não vivia um momento tão bom”, afirma o presidente da entidade, João Crestana. Entre janeiro e março deste ano, foram comercializados na cidade de São Paulo 8.461 imóveis novos, um volume 75,1% maior em relação a igual período de 2009 e praticamente o mesmo registrado no primeiro trimestre de 2008 (8.478 unidades), quando a crise financeira internacional ain-

da não tinha afetado o mercado imobiliário. A procura superior à oferta provocou elevação dos preços. De acordo com a pesquisa do Secovi-SP, o metro quadrado de um imóvel novo estava cotado em R$ 3.939,88 em março deste ano. Em março de 2008, antes da crise, o preço era R$ 3.108,69, com valorização de 26,7% no período.

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GLOBAL NEWS

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Padaria organizada e bem montada é um bom negócio

Setor cresceu mais de 12% em 2009 ultrapassando até a taxa de grandes supermercados

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ormado basicamente de pequenas e microempresas – elas são 96,3% do total – o segmento de panificação e confeitaria no Brasil registrou crescimento de 12,61% nas vendas em 2009, maior do que conseguiram as grandes redes de supermercados, como o Pão de Açúcar, que cresceu 9,7%. Levantamento feito em 2008 pelo Programa de Apoio à Panificação (Propan), criado para modernizar as empresas do setor, explica por que montar uma padaria ainda é bom negócio no Brasil. O estudo mostra que, pelas portas das 63.200 padarias do País, passam diariamente cerca de 41,11 milhões de consumidores, que ga-

rantiram faturamento anual acima de R$ 44,98 bilhões, R$ 21,11 bilhões gerados por produção própria. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Panificação (Abip), 96,3% deste total são micro e pequenas empresas, muitas de caráter familiar, atuando em todos os rincões, independentemente do seu status econômico e social. “Por essa característica, a maioria utiliza processos artesanais e é tocada intuitivamente. Há, portanto, um grande espaço para evoluir”, diz o vice-presidente da Abip, José Batista de Oliveira. Em geral, a área de produção de uma padaria trabalha 24 horas, divididas em três ou quatro turnos, o

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que leva o custo em função de pagamento de adicionais noturnos, por exemplo. Para reduzir este gasto, Edalvo José Vieira decidiu excluir o turno da madrugada de sua padaria, a Casa Vieira, instalada na periferia de Guarulhos, na Grande São Paulo. “Instalei uma câmara fria e, assim, consegui congelar 90% da minha produção. Só ficaram de fora o pão francês e os doces de balcão”, conta. Adepto do Propan, Vieira adotou um processo no qual tudo é muito bem controlado. “O padeiro não tem acesso ao estoque. Tudo é previamente pesado e separado de acordo com cada receita e em quantidade suficiente para a produção do dia por uma única pes-

soa.” Com isso, mais o fim do turno da noite, ele consegue vender o quilo do pão francês por R$ 5,49 e com ganhos razoáveis. O panificador diz que a automa-

ção também ajuda neste controle. “Com o código de barras fica muito simples controlar tanto a compra quanto o gasto de matéria-prima e também o estoque”, conta.


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