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Agarrou-a pelo braço e com um rápido movimento a virou de costas acomodando-se entre suas coxas. A ponta do grosso pênis pressionava contra o montículo. A única coisa que impedia de entrar nela era a fina malha da regata. Instantaneamente Isabel ficou imóvel. Os olhos arderam e encaixou a mandíbula em um terrível ajuste para ter controle de si mesmo. Isabel respirava com força. —me deixe. —disse ela em voz baixa. —Faz que seja impossível —murmurou com voz rouca, então a beijou. A envolvia completamente, tanto era assim, que sentia como se estivesse se afogando. Cravava os dedos profundamente no cabelo, fixando-a no travesseiro. As coxas aprisionavam as agitadas pernas dentro das peles e com as mãos lhe empurrava com força sem nenhum resultado. Os lábios estavam quentes, tão quentes que chamuscavam a carne. Quando se arqueou contra ele em um intento de afastá-lo, Rohan gemeu, e pensou que o tinha ferido. Arqueou-se de novo e desta vez se deu conta de que só tinha avivado o fogo. Ele se apartou um pouco e rasgou a frente da regata. Os seios apareceram de repente e ele avidamente pegou a um mamilo para amamentar-se. Isabel tomou grandes goles de ar, lutando pelo controle de seu corpo. Parecia que cada movimento que fazia estimulava sua irrefletida intenção de violá-la. Se ficasse quieta ele tomaria tudo dela. Se resistisse, veria-se completamente desonrada. Era como se a Espada Negra tivesse perdido todo controle. O pânico a atravessou. Sob as carícias e beijos acesos, o corpo acolheu com entusiasmo seu jogo e a umidade que ele falou antes retornou com vontades. Aye, tinha o corpo preparado para ele, embora o coração não o estivesse. A escorregadia abertura lhe embalava como uma mãe faria com seu bebê recém-nascido. A idéia de um filho bastardo a gelou até os ossos. —Nay! —gritou tão forte como pôde— Deixe-Me intacta! A boca de Rohan desceu sobre a sua, silenciando os gritos. Moveu as coxas afastando-lhe com os joelhos, e quando sentiu a larga ponta do pênis pressionando a entrada, o pavor a tomou. Ela apartou a boca de seus lábios. —Por favor! Rohan! —gritou desesperadamente— Por favor, faça honra a seu juramento para mim! O corpo ficou rígido e durante um comprido momento ele não se moveu. Quando se afastou, os olhos tinham o olhar vidrado de um louco. Sacudiu a cabeça, e a lucidez pouco a pouco voltou para rosto. O peito subia e baixava como se tivesse cruzado uma grande corrida. As chamas da chaminé ardiam fortes e ambiciosas. O calor carregava a habitação, pelo fogo e pelos ocupantes da cama. Rohan a tocou a bochecha. —Me perdoe, Isabel. Não sei o que me passou. A simples desculpa a assombrou. Era a última coisa que esperava dele. Ele se recostou de barriga para cima e olhou fixamente para cima. Isabel pegou os restos da regata para cobrir os seios e olhou fixamente ao homem que um segundo antes quase a tinha violado. Em lugar de temor e ira para ele, a curiosidade a embargou. Que classe de homem era?

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O legado da espada de sangue 01 - o senhor da rendição - Karin tabke  

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