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amadurecidos, suaves e cremosos. Alimento perfeito para o desfrute de um homem. Rohan considerou cuidadosamente esse pensamento. Embora não fosse um amante desconsiderado, estava mais inclinado a satisfazer suas próprias necessidades. Sobre tudo devido a limitações de tempo. Não havia tempo para cortejar uma donzela na seqüela de uma batalha. Entretanto havia mais de uma atrativa empregada na corte de William, onde era costume tomar as coisas com mais lentidão na cama. Ele tinha demorado, em sua maior parte para seu próprio benefício, mas nenhuma tinha atraído sua atenção mais de uma ou duas noites. Encontrava-se deixando a cama logo que a ação terminava, não tinha inclinação para as mulheres empenhadas em manter pequenas conversações depois do ato. Nay, ele se sentia mais cômodo falando com seus homens, onde sabia que as palavras diziam o que eram destinadas a expressar e não falavam em adivinhações ou jogos de adivinhações, como as donzelas estavam acostumadas. Encontrava o alívio em uma mulher no dormitório e não tinha nenhum desejo de uma maior interação. Rohan pressionou os lábios na delicada concha da orelha da Isabel. Mordiscou o lóbulo e decidiu que talvez quisesse aprender mais das donzelas e suas maneiras este inverno. Quando o corpo dela se arqueou e um suave gemido escapou dos lábios pelo contato, Rohan se animou a fazer mais. Deslizou a língua para passar no bordo interior da orelha e pressionou a mão firmemente no seio. Sentiu o franzido mamilo sob as pontas dos dedos. Ele respondeu com um impulso dos quadris contra suas costas. A mão de Isabel se apertou ao redor da coxa. Quando ela moveu a outra mão para a outra coxa e pressionou a carne, ele empurrou com mais força contra suas costas. Apertou-a no seio, e deixou cair os lábios sobre a suave parte de atrás da orelha. O corpo de Isabel ficou rígido. —A bela adormecida acorda. —sussurrou Rohan contra a pele. O corpo dela tremia, entretanto, não se afastou. Ele tomou à dianteira e a beijou no pescoço, passando a língua ao longo de sua cálida pele— Nunca toquei uma mulher tão suave como você, Isabel. Faz-me esquecer que somos inimigos. Quando não resistiu, ele fez algo que lhe assombrou mais do que surpreendeu Isabel. Assobiou a Stefan. O jovem cavalheiro desacelerou e se voltou para Rohan. —Aye? Rohan avançou até ele e lhe entregou a tocha. Necessitaria das duas mãos para o que queria fazer à donzela. —Tome isto, e me espere mais adiante. Só demorarei um momento. Stefan olhou para Isabel, em seguida, a Rohan, mas tomou a tocha e assentiu. Ele simplesmente cavalgou com o passar do caminho, as tochas emitindo um tênue resplendor em Rohan sentado escarranchado sobre os arreios. Apartou o manto do corpo de Isabel para levantá-la e girar o rosto para ele. Envolveu o manto de novo sobre os ombros. Para lhe dar calor, mas mais para protegêla dos indiscretos olhares de Stefan. Ele retrocedeu na cela para lhe dar mais espaço, mas para o que tinha em mente, requeria aproximação. Na pálida luz da lua minguante iluminando o caminho, Isabel lhe olhava com olhos assustados. A fadiga manchava de púrpura a pele sob os cílios, mas não podia evitá-lo. Ele a passou um braço ao redor da cintura e a atraiu com força contra o peito. —Você passará esta noite em minha cama, Isabel. E todas as noites seguintes até que eu diga o contrário. Ela ficou rígida.

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O legado da espada de sangue 01 - o senhor da rendição - Karin tabke  

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