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Como se ela se deslizasse pelo ar, passou a seu lado e fechou a porta, que ele tinha detrás, pondo a trava. Deixou cair à espada e ficou imobilizado no chão, temeroso de que se fizesse outro movimento, despertaria do sonho. —Sou real, Rohan. —lhe disse, lhe pressionando o corpo contra o seu. Todo o corpo tremia, levantou a mão para sua cara e a apartou uma mecha da cara. Lhe sorriu. —Me dê um filho esta noite, Rohan. As palavras lhe chegaram ao coração. —Isa? —interrogou, segurando o rosto com as mãos— O que diz? Afastou-se dele. Seguiu-a, ainda lhe sustentando o rosto entre as mãos. Retrocedeu até o colchão e afundou o joelho sobre o colchão. Elevou o dourado corpo e se deitou sobre os lençóis e peles. O corpo brilhou como o alabastro à luz da luz. Os olhos cintilaram com uma aprazível sedução. Rohan se deixou cair de joelhos. Tirou-lhe o cabelo das têmporas lhe atraindo enquanto manobrava para recostar-se. —Disse que quero que me faça amor. E no processo, que me dê um filho esta noite. Todo o corpo lhe tremia, as emoções eram muito tormentosas para descrevê-las. Assim não tentou. —Isa, —sussurrou— é o desejo de meu coração lhe dar meu filho. De maneira lenta, sem pressas, Rohan a beijou os lábios, as bochechas, o nariz e as orelhas. Com as mãos adorava cada polegada de aprimoramento, tocando como um cego de nascimento. Brandamente, saboreando cada parte dela, gravando a fogo na mente as curvas e planos. A pele cheirava a rosas, o espesso e suave cabelo eram como fios de seda. Os delicados lábios de cor vermelha lhe beijaram com um ardor que nunca tinha conhecido. Milagrosamente, a roupa desapareceu e quando ele pressionou o corpo quente na igualmente esquentada pele, soube que se encontrava no paraíso.

Isabel se deleitou com o intenso calor carbonizante de Rohan. Com seus dedos e lábios percorrendo-a cada polegada do corpo. Reverenciando-a como se fosse sua posse mais querida. Quando lhe tirou a roupa do corpo e ele se colocou de costas sobre as peles, não podia esperar mais para sentir a grossura dele em seu interior. Foi muito tranqüilo ao princípio. Introduzindo-lhe os dedos profundamente no cabelo, examinou-a os olhos. —Isa, —sussurrou— possui meu coração, meu corpo e minha alma. Jamais me separarei de seu lado. Uma emoção tão poderosa a embargou com suas palavras, que as lágrimas momentaneamente a cegaram. Arqueou-se contra ele e fechou os olhos. Mordendo o lábio inferior, tratou de reprimir a onda de agitação que ameaçava afligir os sentidos. A grossura da ponta a golpeou nas dobras inchadas. Abriu os olhos e chorou. —Rohan, você é meu coração, meu corpo e minha alma. Nunca me afastarei de seu lado. Beijou-a os lábios. —Nunca, meu amor. Jamais.

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O legado da espada de sangue 01 - o senhor da rendição - Karin tabke  

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