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—Enid. —chamou, sua voz estava rouca e áspera— Prepare para meu banho, averigue quando começará o torneio e onde habita Sir Rohan. Enid sorriu e curvou a cabeça, correndo fora da câmara para ocupar-se dos assuntos de sua senhora. Enquanto Isabel se introduzia na água vaporosa, Enid voltou para a estadia. —O torneio está programado para amanhã ao meio dia, milady, Sir Rohan e seus homens residem nas cabanas que rodeiam o estábulo. Isabel fechou os olhos e lhe perguntou: —Está à casa do moinho ainda desocupada? Enid abaixou a cabeça, mas os olhos estavam cheios de interrogações. —Aye, está. Mantendo os olhos fechados, Isabel disse: —Olhe que seja limpa para a noite e que um grosso colchão de plumas de ganso com peles e roupas limpas sejam colocados dentro. Junto com suficiente madeira para esquentar o lugar. —Mas… Isabel abriu um olho. —Nada de mas, Enid. Se encarregue disso. E com essa determinação, Isabel se levantou da banheira e se vestiu. Já não podia se negar a Rohan depois do que lhe contou sobre seu pai. E já não podia negar o amor por esse homem. Apesar da pesada carga que estava adiante deles, amava-lhe e lhe levava no coração sobre todos os homens. Era a única coisa que restava para dar livremente. Isabel sorriu. Bom, ela tinha outra coisa. E aquilo que tão tenazmente tinha guardado daria ao Rohan esta noite. Aye, ia unir se com ele como um e celebrar seu amor e o que poderia ser a última noite juntos. Porque ao dia seguinte, poderia não ter nada que dar. Quando Isabel entrou no salão, vários dos homens de Rohan deram a volta, mas se deu conta que não era nenhum da Espada de Sangue. Assentiu com a cabeça a cada homem, quando a reconheceram com curtas reverências, dirigiu-se ao Manhku, que estava sentado diante da chaminé jogando xadrez com o mensageiro do duque. Ambos se levantaram quando se aproximou. Manhku sorriu e se inclinou respeituosamente, fortemente agarrado a uma grossa fortificação. —Como vai, Lady Isabel? Devolveu-lhe o sorriso. —Vou bem, cavalheiro. Como vai a perna? —Bem. O viking se encarregou dela. —É bom ouvir que Thorin é capaz. —dirigindo-se ao mensageiro, disse— Tem nome, senhor? Ele sorriu pese ao atrevimento. Inclinou-se e juntos ous calcanhares. —Sou Rodger Fitz Hugh. A suas ordens, milady. Parecia que os bastardos abundavam entre o cortejo de William. Isabel lhe fez uma pequena reverência e inclinou a cabeça para a porta. —Me fale sobre este torneio no qual eu sou o prêmio.

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O legado da espada de sangue 01 - o senhor da rendição - Karin tabke  

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