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Assim seja. CAPÍTULO 17

Isabel tomou muito tempo enquanto pensava como poderia sair com ele. Mas tinha julgado mal a paciência de Rohan. Enquanto estava fechando a atadura, ele entrou em grandes passos no dispensário provisório, agarrou-a pelo braço e a arrastou para o castelo. —Rohan. —gritou ela, mas não fez conta. Ela resistiu, e ele a tomou em seus braços. Como se fosse um saco de nabos, atirou-a sobre o ombro. Isabel gritou de indignação pela ação. —Me ponha no chão! —disse. Rohan posou a mão no traseiro. —Nay. Não podia suportar a vergonha de ter a seus homens e a seu povo vendo-a em uma posição tão indigna. Felizmente para ela, o salão estava tranqüilo e a maioria das tochas extintas quando entraram. Rohan subiu com grandes pernadas a escada e abriu de uma patada a porta da câmara do Lorde. Deu um chute na porta para fechá-la e com a mão livre passou o pesado ferrolho. Rohan baixo Isabel, pressionando o corpo contra o seu. Sua paixão estava claramente no auge. Entrelaçou os braços ao redor da cintura, e baixou a cabeça aos lábios. Isabel afastou a cara. Estreitando-a para ele com uma mão, agarrou-a pelo queixo e a obrigou a lhe contemplar. —Estou cansado de seus jogos, Isabel. É hora de cumprir. Com os olhos muito abertos ela negou com a cabeça. O momento tinha chegado. Não havia mais oportunidades, não mais distrações, não mais trâmites. Isabel deu um passo atrás, e ele a seguiu. Ele deixou cair o braço que tinha ao redor da cintura e brandamente a disse: —Te coloque ante o fogo. Apressou-se para apartar-se dele, desejando o maior espaço possível entre eles. Quando chegou ante o fogo, ele a disse: —Agora, dê a volta. Quando o fez, ele estava sentado na poltrona de seu pai, perto da pequena mesa a vários passos de onde ela estava. O fogo que ardia vivamente a suas costas, esquentando-a; refletia-se nos leoninos olhos de Rohan, emitindo um brilho de metal fundido. Ele desatou o cinturão e o pendurou no alto respaldo da cadeira. Tirou-se a túnica e logo a camisa de linho. Quando ele se sentou de novo, os contornos do musculoso peito brilhavam a luz do fogo. Isabel não se atreveu a olhar mais abaixo da cintura, temendo ver a ereção. Tomou fôlego desesperada, sabendo que ele não romperia o juramento, mas duvidando até onde chegaria esta noite. Porque embora ela conhecesse o ato da procriação, era totalmente ignorante dos outros meios que um homem tinha para dar prazer a uma mulher.

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O legado da espada de sangue 01 - o senhor da rendição - Karin tabke  

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