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p o r t f รณ l i o

G i o va n y B i c a l h o


giovanybicalho@hotmail.com 21.970388762 21 anos

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V-Ray

EDUCAÇÃO

PRÊMIOS E TÍTULOS

UNIVERSIDADE FEDREAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ 2016-202_

Exposição FAU/UFRJ 2017 Melhores Trabalhos do Ateliê integrado 1

Graduando em Faculdade de Arquitetura e Urbanismo | 7º período | Coeficiente de rendimento acumulado: 9,5.

9ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas 2012 Menção Honrosa | Instituto Nacional de Matemática Pura e Ministério da Educação

Pesquisador bolsista PIBIC-UFRJ no projeto Reconstituição digital da experiência imersiva do panorama da cidade do Rio de Janeiro de Victor Meirelles e Henri Langerock, apresentado na IX Semana de Integração Acadêmica da UFRJ.

Concurso Viajando com Darwin 2011 Vencedor | Subsecretaria de Ciência e Tecnologia e Secretaria de Educação de Maricá

Pesquisador voluntário no projeto Exposições Universais: a utopia materializada do século XIX ao século XXI, apresentado na IX Semana de Integração Acadêmica da UFRJ.

Olimpíada de Língua Portuguesa 2010 1º Suplente na Etapa Municipal | Secretaria de Educação de Maricá

Monitoria de crédito na disciplina Perspectiva com total de 90 horas | Grau obtido: 10.

IDIOMA

COLÉGIO PEDRO II – CAMPUS NITERÓI 2013-15

INGLÊS Compreende razoavelmente | Fala razoavelmente Lê razoavelmente | Escreve razoavelmente

Ensino médio completo | Monitoria na disciplina Desenho, com total de 48 horas durante o ano letivo de 2014.

ESPANHOL Compreende razoavelmente | Lê razoavelmente

MUSEU NACIONAL/UFRJ + COLÉGIO PEDO II 2014 Bolsista FAPERJ no programa PIC-Jr no Laboratório de Palinologia | Apresentação do trabalho Contribuição Polínica de Espécies Basais de Asteraceae Ocorrentes no Parna do Itatiaia na XVI Jornada Científica do Projeto Jovens Talentos para a Ciência.

Currículo Refúgio

GIOVANY BICALHO

AutoCAD

RESUMO PROFISSIONAL Demonstra excelência nos papéis desempenhados, além de possuir bom relacionamento interpessoal. Maior aptidão no que diz respeito à área de Arquitetura e Urbanismo. Apreço pela grande área da arte, ciência e tecnologia.

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2016 | Giovany Bicalho | Apresentação

Refúgio

Uma casa para abrigar um artista na cidade do Rio.

2016 / Trabalho Acadêmico

Disciplina

Concepção da Forma Arquitetônica II

Orientador

Rafael Barcellos

O exercício tinha como objetivo conceber uma forma arquitetônica que abrigasse um artista em um misto de casa refúgio e ateliê, portanto, um programa complementar. O terreno proposto encontra-se na cidade do Rio de Janeiro na Ilha do Fundão ao lado da Igreja do Bom Jesus com acesso à praça da igreja, fazendo vizinhança com as antigas casas militares. A implantação adotada tira partido da inclinação dos fundos do terreno, fazendo com que houvesse dois níveis da divisão da residência. O nível de acesso abriga a parte mais social para receber convidados em geral, assim como os programas de serviço. Já no nível inferior é possível perceber o caráter mais privado, reservado principalmente ao proprietário. A forma adotada em primeiro momento visa contrastar com os demais edifícios existentes no seu entorno, no entanto tem como objetivo mesclar-se a natureza presente. O concreto armado, além de possibilitar a

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forma arrojada da edificação por meio de duas paredes estruturais, pretende assumir as marcas do tempo e tornar-se natural para o ambiente verde que o cerca. As aberturas são elementos essenciais para compreensão do projeto, tal como a ausência dessas. As aberturas mais expressivas estão nas fachadas sudeste e noroeste, sendo a primeira voltada para uma aprazível vista para Baía de Guanabara com a possibilidade de assistir o nascer do sol. Com o intuito de proteger da radiação solar, a fachada noroeste recebe um avanço da cobertura, compondo uma varanda confortável. Outro item de destaque é o shed instalado na cobertura que viabiliza a entrada de luz e facilita a ventilação do ambiente.


Refúgio Refúgio

Maquete | Giovany Bicalho | 2016

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Refúgio Refúgio

2016 | Giovany Bicalho | Planta

Planta Pav. de Acesso

01

01 Área externa 02 Sala de Estar 03 Cozinha 04 Lavanderia 05 Lavabo 06 Ateliê 07 Dormitório 08 Banheiro 09 Closet

03 02

04

05

06 07

06


Planta | Giovany Bicalho | 2016

Refúgio Refúgio

Planta de Pav. Inferior

01 Área externa 02 Sala de Estar 03 Cozinha 04 Lavanderia 05 Lavabo 06 Ateliê 07 Dormitório 08 Banheiro 09 Closet

08

09

06 07

07


Refúgio Refúgio

2016 | Giovany Bicalho | Planta

C o rte a a

F a c h a d a 02

F a c h a d a 04

08


Refúgio Refúgio

Corte e Fachada | Giovany Bicalho | 2016

C o rt e P er s pect i vado

Vi st a d o i n te r i o r

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2016 | Giovany Bicalho | Apresentação

Memorial_24

Centro em memória ao Sanatório de Barbacena - MG.

2016 / Trabalho Acadêmico

Disciplina

Desenho de Observação II

Orientador

Rafael Dias Fonseca

O exercício propunha, a partir de uma figura geométrica bidimensional, executar 36 possibilidades tridimensionais. As formas geradas necessariamente deveriam conter em uma de suas vistas (superior, frontal ou perfil) a figura inicial dada. Feito isso, o desafio era escolher uma dessas formas para testar diferentes possibilidades de técnicas de representação e desenho para a mesma. E como produto uma maquete física e uma prancha síntese que explorasse uma técnica escolhida, demonstrasse um programa que esta forma poderia abrigar, assim como enfatizasse uma técnica de diagramação em grid. Dentre os volumes criados foi escolhido a 24ª opção que contém em sua vista superior a figura inicial de um quadrado partido em três triângulos retangulos. Para as técnicas de representação foi escolhido diferentes arquitetos e artistas para servir de inspiração em desenhos desafios. Entre eles estão Steven Holl que utiliza aquarela em efeito de luz; Paul Heaston com o uso da trama gráfica para representar a volumetria, contrastes e

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texturas das superfícies; Lucinda Jones que enfatiza um croqui mais ágil em que utiliza a espessura de linha para criar centros de interesse; tal como Veronica Lawor e Greg Betza que para o mesmo fim utiliza a cor no foco do desenho; para as técnicas de colagens foi escolhido Bruna Canepa e Kennedy Twaddle que se aproveitam do importuno de descobertas acidentais para criar uma narrativa visual. O programa estabelecido à edificação foi um centro de memória ao antigo hospital psiquiátrico da cidade de Barbacena, com o intuito de reforçar esse acontecimento histórico às gerações contemporâneas. O sanatório foi responsável por atos de desumanidades contra seus pacientes que passavam por maus tratos, insalubridade e completo abandono. Imagens do documentário Holocausto Brasileiro, que retrata as condições vividas no manicômio, foram empregadas na parte inferior da prancha para demonstrar as atrocidades que levou a morte de aproximadamente 60 mil até o início da década de oitenta.


Memorial_24

Caderno de croquis | Giovany Bicalho | 2016

C a derno de c roquis t es t e s

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Memorial_24

2016 | Giovany Bicalho | Desenhos desafios

D e s e n h o s d e s af ios

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Memorial_24

Desenho isomĂŠtrico | Giovany Bicalho | 2016

De s e n h o isomĂŠt r i c o

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Memorial_24

2016 | Giovany Bicalho | Maquete

Maquete

M a q u e te

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Memorial_24

Caderno de estudo e prancha síntese | Giovany Bicalho | 2016

Estu d o d e d ia g ra ma ç ã o

P ra nc h a s í n t e s e

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2017 | Giovany Bicalho | Apresentação

Articular

Moradia estudantil aos alunos da UFRJ.

2017 / Trabalho Acadêmico

Disciplina

Ateliê Integrado I

Orientadores Adriano Paiter João Folly Miriam Lins Niuxa Drago Reila Velasco Thiago Leitão

Desenvolvido por Giovany Bicalho Marina Felizardo

O seguinte projeto foi pensado para dar suporte à moradia estudantil para Universidade Federal do Rio de Janeiro localizado no Campus da Praia Vermelha, na Rua Lauro Muller. Este foi uma proposta de exercício de Ateliê Integrado desenvolvido em dupla e concebido no período de um semestre, ficando entre os melhores trabalhos selecionados para exposição.

através de um eixo paralelo à rua, em que a relação de vizinhança é incorporada à proposta da residência, proporcionando senso de pertencimento aos habitantes do alojamento. O segundo, que contém as unidades familiares e serviços, é guiado por um eixo que aponta para o campus e estabelece elo com a intenção de abrir-se à rua criando um fluxo pelo terreno.

O projeto pretende reunir as partes heterogêneas identificadas, desde a morfologia da cidade aos usuários dos espaços. Busca, portanto, amenizar a separação entre campus e o entorno e aliar as qualidades e potenciais sensíveis de ambos. Sem, no entanto, homogeneizar por completo os contrastes, e sim unir estas partes separadas num objeto híbrido que seja ao mesmo tempo parte e todo, abrigando a pluralidade.

O terceiro elemento, que abriga os usos compartilhados e a circulação vertical, é responsável por vincular os volumes citados anteriormente, formando um único corpo arquitetônico, mas preservando a autonomia de suas partes. Este atua como praças públicas elevadas com alta permeabilidade visual, aberto diretamente ao espaço livre, mesclando-se ao entorno onde os limites se desfazem quase por completo. Prevalece a incidência de luz natural que atravessa as lajes flutuantes em seus recortes por diferentes visadas, sempre ocasionando surpresas.

O edifício possui forma simples, composta por dois volumes semelhantes unidos por um terceiro elemento. O primeiro, dedicado as unidades habitacionais dos alunos, está associado à Lauro Muller

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Localização, diagrama e perspectiva | Giovany Bicalho | 2017

Articular

Loca l i z a ç ã o

P e r sp e c t i v a e x t e rna 17


Articular

2017 | Giovany Bicalho | Plano de massas e diagrama

RuaLauroMuller

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RuaLauroMuller

RuaLauroMuller


Articular

Plano de massas e memorial | Giovany Bicalho | 2017

Plant a Su b s o l o + Pr oje t o Pa is a gí s t i co

Enquanto o edifício apresenta forma

um espaço livre mais íntimo e calmo

Ambos ambientes regidos por uma

simples, o paisagismo comporta

previsto para o estar de longo prazo

malha reguladora que segue as

uma maior complexidade em suas

numa escala reduzida; e outra como

linhas do edifício e um eixo diagonal

figuras fragmentadas, que interpreta

uma grande praça que comporta um

de fluxo. Esta (a malha) varia

visualmente a (des)ordem. Para

fluxo maior de pessoas, um ritmo

em intensidade de acordo com a

reforçar a ideia, são propostos dois

mais acelerado, numa escala mais

ambiência proposta.

tipos de ambientação:

urbana.

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2017 | Giovany Bicalho | Plantas

Articular

P l a n t a d o 1ยบ p a v imento

P l ant a do 2 ยบ pavimento

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Plantas | Giovany Bicalho | 2017

Unidade dos alunos

Unidade dos alunos

Articular

Unidade dos alunos

VivĂŞncia coletiva

Unidade dos professores

Setor de serviços Circ. vertical

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2017 | Giovany Bicalho | Cortes e fachadas

Cor t e b b

Articular

Fachada 0 2

C or t e a a

F ach a d a 0 1

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Articular

Detalhamento | Giovany Bicalho | 2017

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2017 | Giovany Bicalho | Apresentação

Toca

Casa portátil para moradores de rua.

2017 / Concurso

Organizador do Concurso

Projetar.org

Desenvolvido por

Giovany Bicalho Ingrid de Souza Soares Juliana Nascimento Leonardo Reina Marina Felizardo

A sociedade ocidental, estabelecida sobre os alicerces do atual modelo de cidade, desaprendeu a lidar com os nômades. Desaprendemos a lidar com as necessidades mais primitivas do homem: lutar contra as intempéries da natureza. Assim como a sociedade desaprendeu o modo de viver nômade, os seus arquitetos desaprenderam o projetar itinerante. É então que surge o desafio, como projetar um lar para um nômade que vive no meio da cidade? Arquitetar um lar provisório para os nômades atuais, as pessoas em situação de rua.

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Para responder tal pergunta, buscou-se aprender com nossos antepassados. Analisar como que, antes do homem aprender a agricultar, se construíam lares. Primeiramente, a origem da palavra lar se encontra na maior descoberta humana, o fogo. O mínimo conforto térmico proporcionado por essa dádiva natural fez com que o homem se estabelecesse ao seu redor. Além do fogo, o homem nômade também constrói um teto com gravetos, para intempéries climáticas. Porém, com os séculos o lar passou a se materializar ao redor da figura arquitetônica da casa, onde o homem contemporâneo pode estocar seus pertences e voltar no fim do dia para encontrar descanso. E é para esse homem que este projeto se destina. A forma pentagonal reforça os traços primordiais de uma estrutura de casa. Ao simbolizar paredes e teto, as faces laterais e superiores da moradia portátil trazem à memória a imagem de um lar.


Toca

Perspectiva e diagrama | Giovany Bicalho | 2017

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2018 | Giovany Bicalho | Apresentação

Escola parque

Um território educativo inspirado nos conceitos de Anísio Teixeira.

2018 / Trabalho Acadêmico

Disciplina

Projeto Aquitetônico III

Orientadores

Alain Flandes Flora Olmos Fernandez Vera Tângari

Desenvolvido por Carolina Tavares Giovany Bicalho

O projeto teve como base teórica a Escola Parque de Anísio Teixeira, a qual valoriza, além do ensino didático convencional, as disciplinas artísticas e esportivas; como também aspectos de saúde e higiene. A escola se expande para além dos muros do terreno, reconhecendo que a cidade faz parte do aprendizado. Portanto, para além da do projeto em um lote pontual, houve a solicitude de estudar e apontar soluções para todo território que circunda a escola em questão, pensando também no trajeto da criança até a mesma, em questões de lazer disponível e nos aspectos sociais enfrentados pelos moradores.

Por tratar-se de um terreno em declive, adotamos o partido agrupado a fim de explorar e aproveitar diferentes níveis do terreno, oferecendo às crianças diversas possibilidades de descoberta do lugar. Através de aberturas verticais pivotantes na direção predominante dos ventos (sudeste/noroeste), visa-se aproveitar a ventilação local. Descola-se a cobertura da alvenaria para assim aproveitar a iluminação natural, a qual cria a ambiência desejada através da entrada superior de luz difusa.

O sistema construtivo escolhido é predominantemente moldado in loco pois rejeitaProcurou-se adequar o se a qualidade de arquitetura perecível e padronizada projeto à escala do entorno, resgatando também as texturas que acompanha os modelos locais a partir do uso de educacionais pré-moldados que parecem estar prontos para ser tijolos aparentes. No contexto social, cria-se oportunidades desmontados. Logo, procurase criar algo que considera a de aprendizagem, lazer e qualidade arquitetônica em renda geradas a partir da detrimento do tempo industrial configuração de parque e praças que ocupam e dão vida que rege as relações sociais modernas. ao local. Quiosques criados na praça superior, bem como direitos à realização de feiras locais na praça linear inferior.

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Escola Parque

Mapas de estudo | Giovany Bicalho | 2018

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Escola Parque

2018 | Giovany Bicalho | Mapa do territรณrio educatico

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Escola Parque

Implantação | Giovany Bicalho | 2018

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Escola Parque

2018 | Giovany Bicalho | Cortes

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Cortes | Giovany Bicalho | 2018

Corte bb

Escola Parque

Corte cc

Corte aa

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Escola Parque

2018 | Giovany Bicalho | AteliĂŞs

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Escola Parque

Maquete | Giovany Bicalho | 2018

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2018 | Giovany Bicalho | Apresentação

Ocupa

Edifício de uso misto na Barreira do Vasco

2018 / Trabalho Acadêmico

Disciplina

Projeto Aquitetônico IV

Orientadores

Bernardo Soares

Desenvolvido por Felipe Lima Giovany Bicalho Juliana Martins

A região da Barreira do Vasco apresenta uma lógica mista e complexa de apropriação do espaço. As edificações existentes no entorno refletem uma justaposição de diferentes ritmos e usos que se moldam e se adaptam. As fábricas e galpões da região com sua linguagem regular e segmentada. Em contraposição a forma como a favela se estrutura no espaço, que possui um caráter de transformação e evolução constantes. A tendência de expansão da ocupação e a consequente sobreposição dos volumes que surgem com o tempo geram, além de uma aparência fragmentária, uma ideia de processo, continuidade. Dessa forma, o edifício surge para reafirmar a participação da população na construção da cidade e do seu próprio espaço. Assim, incorporando à dinâmica comercial do edifício espaços de trabalho e de vivência para os moradores locais dialogando com a realidade do lugar. Abrigando questões culturais, sociais e econômicas a fim de conservar e favorecer a vitalidade já encontrada na região.

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Nesse sentido, o edifício se dá através de um embasamento mais público e coletivo que funciona como uma extensão da rua para dentro da edificação. O desenho do piso que adentra o edifício reforça as relações de permeabilidade e pertencimento. E assim, as experiências urbanas se estendem ao edifício, tornando-o como um “edifício-cidade”. As atividades desse setor se voltam para as necessidades programáticas do uso cotidiano e informal, permitindo que as lojas realizem expansões temporárias que transcendem seus limites exteriores. Acima desse embasamento mais público, apoia-se uma lâmina que comporta as atividades e serviços de caráter privado. Portanto, como resposta a multiplicidade do entorno, as divisórias e dimensões das diferentes salas se tornam substituíveis, temporárias e adaptáveis segundo a demanda. Além disso, em todo seu o perímetro encontram-se espaços para expansões posteriores, que incorporam a lógica do processo de construção contínuo presente nas ocupações da favela.


_1

ritmo fluxo movimento

_2

trabalho comércio

_3

sobreposição complexidade fragmentação empilhamento múltiplo

_4

atravessamento rasgo corredor

_5

ritmo módulo tridimensional estrutura metálica

_6

expansão efêmero

_A

programa

_B

estrutura

_C

superfície

Ocupa

Mapas de estudo | Giovany Bicalho | 2018

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Ocupa

2018 | Giovany Bicalho | Pavimento tĂŠrreo

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Plantas e setorização | Giovany Bicalho | 2018

( e mb as am ent o)

Ocupa

P l a n ta 2 º pavi me n t o

P l a n ta p a v i me n t o t i p o

( lâ m ina)

Setorização institucional

comercial

apoio circ. vertical empresarial / serviço

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G i o va n y B i c a l h o

giovanybicalho@hotmail.com 21. 970388762

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Portfólio em Arquitetura e Urbanismo  

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