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O queijo é um dos alimentos que deve ter o próprio teor de sódio reduzido até 2020

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omunica

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DEZEMBRO 2016

Um canal de comunicação

Ano XXV | Órgão de Divulgação da Cooperativa dos Produtores de Leite de Leopoldina | MG

Nova cultivar de capimelefante apresenta produtividade 30% maior

C

erca de 50 toneladas de matéria seca por hectare/ano, média de 30% a mais do que as cultivares disponíveis. Essa é a produção da BRS

Capiaçu, nova cultivar de capim-elefante, que a Embrapa Gado de Leite lançou no dia 26 de outubro. Páginas 4 e 5

Mudança de atitudes para melhorar a qualidade

Neste Natal a Lac deseja a todos SABEDORIA para sermos justos; CORAGEM, para enfrentarmos os desafios; HUMILDADE, para aprendermos com as adversidades; e FÉ, para acreditarmos que poderemos continuar a levar em frente esta nossa empreitada como exemplo de honestidade e trabalho. Desejamos a todos um Feliz Natal, e um Ano de 2017 melhor que os passados. Todos juntos o faremos assim.

A

Cooperativa Lac iniciou no mês de julho a implantação da ferramenta de Gestão PDCA (Plan, Do, Check, Action), em parceria com a empresa de consultoria Gestão Láctea. Esse método que visa controlar e melhorar os processos de produção e produtos de uma forma contínua. Página 6

Mastite causa dor e afeta o bem-estar da vaca Páginas 8 e 9


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LACOMUNICA

DEZEMBRO 2016

EDITORIAL

O

ano de 2016 está acabando e todos se preparando para as festas de confraternização. É tempo de refletir sobre tudo que passou e planejar as metas para o próximo ano. É também nesta época que sentimentos de paz, amor e solidariedade se fortalecem. Devido a necessidade de mudanças de atitude, a Lac está investindo em uma gestão mais competente com a implantação do sistema Gestão PDCA em parceria com a Gestão Lactea. Todo esse esforço de avaliar e modificar procedimentos e processos é uma atitude coerente com a firme convicção de buscar sempre uma melhoria continua. Reforça positivamente a marca Lac junto a seus consumidores. E na coluna Cozinha Saudável, os cuidados com a alimentação para as festas de Final de Ano. Como, por exemplo, “faça todas as refeições do dia. Se você ficar muito tempo sem comer ficará com fome na hora da ceia e aí, o abuso é inevitável. Não deixe de se alimentar durante o dia, pensando em extrapolar na ceia”. A expectativa de um novo Ano é sempre acompanhada de esperança, alegrias, saudades, planos concretizados ou a concretizar. Enfim, tantas e tantas motivações que nos animam a levantar a cabeça, “sacudir a poeira e dar a volta por cima” e continuar a luta. No mais uma boa leitura! Karla M. M. J. R. Rodrigues

O QUE VOCÊ ENCONTRA NO LACOMUNICA Lista com os maiores produtores de leite do mês de outubro/Melhores do mês/ Índice Pluviométrico/QUALIDADE 3 Nova cultivar de capim-elefante apresenta produtividade 30% maior/ MATÉRIA TÉCNICA 4 e 5 Mudança de atitudes para melhorar a qualidade/GESTÃO 6 Balanço da Pecuária Leiteira em 2016 e expectativas para 2017/MERCADO 7 Mastite causa dor e afeta o bem-estar da vaca/REBANHO 8 e 9 Queijos são um dos alimentos que devem reduzir seu teor de sódio até 2020/ Cooperados aniversariantes do mês de Dezembro/SAÚDE 10 Frango assado com ervas finas/Cuidados com a alimentação nas festas de final de ano/ CULINÁRIA 11 É importante vacinar seu gado contra a febre aftosa/IMA 12

É importante vacinar seu gado contra a febre aftosa

A

pós o procedimento, o criador precisa comprovar a imunização de seu rebanho. Para isso, é necessário preencher o Formulário de Declaração de Vacinação (ou Carta Aviso de Vacinação) e levá-lo, junto da nota fiscal das vacinas, ao escritório do IMA da sua região. A vacinação é obrigatória e o produtor que deixar de imunizar seu plantel poderá ser penalizado com multa de R$ 75,27 por animal não vacinado.

ANO 25 - 349

COOPERATIVA DOS PRODUTORES DE LEITE DE LEOPOLDINA • Rodovia BR 116, Km 773 • CEP.: 36.700-000, Leopoldina, MG, Tel.: (32) 3449.3000 • CONSELHO ADMINISTRAÇÃO: Marcelo Resende Vieira - Diretor Presidente; Sérgio de Rezende Junqueira - Diretor Administrativo; Carlos Eduardo Gomes Fajardo – Diretor Financeiro • CONSELHEIROS: Júlio Jendiroba Almeida; José Braz Ferreira; Maurício de Abreu Lima Campos • CONSELHO FISCAL EFETIVO: José Geraldo Ribeiro; José Eduardo Coelho Branco Junqueira Ferraz; Sebastião Nunes Alves • CONSELHO FISCAL SUPLENTE: Antônio José Gabriel; Assis Vieira de Oliveira; Evaldo de Oliveira Guerra • ASSESSORIA DE IMPRENSA: Karla Junqueira Reis Rodrigues (RG20.708-Mtb/RJ) • Celular: (32) 98843-9778 • e-mail: karlajunqueirarodrigues@gmail.com • COLABORADORES: Flávio Valeriano Teixeira; Naiara A. Rodrigues de Oliveira • IMPRESSÃO: Trama Adesivos • REVISÃO: Raquel Reis Rodrigues • DIAGRAMAÇÃO: Giovanni N. R. • Celular (32) 98824-6179 • Os artigos assinados não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade de seus autores.

CONTATO DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA • Flávio Teixeira - Agrônomo: 98453-4917 / 99961-2042 • Joaquim Antônio - Veterinário: 98429-2758 / 99984-0357 • Paulo Sales - Captação Leite: 98453-4819 • Naiara - Veterinária: 98432-0353


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DEZEMBRO 2016

QUALIDADE

NOVEMBRO

COOPERADO

ANTONIO JOSE GABRIEL BRUNO PEREIRA REZENDE CARLOS EDUARDO DE ALMEIDA JUNQUEIRA DIMAS MOREIRA MARQUES ELMO INÁCIO CARNEIRO ENISMAR EVANGELISTA DE REZENDE ERENIO ALVES DE CASTRO EVALDO DE OLIVEIRA GUERRA EVANDRO DO CARMO GUIMARÃES FERNANDO JUNQUEIRA FERRAZ FILHO FERNANDO REIS FERRAZ GEOVANE DETONI GIL DE PAULA CORTE REAL JOSE ANTONIO DE CASTRO JUNQUEIRA. JOSE CARLOS VIEIRA RESENDE LEONARDO BARBOSA BRANDÃO MARCELINO DIAS MOREIRA MARCELO RESENDE VIEIRA MÁRCIO BARBOSA CUNHA MARCO AURÉLIO GOMES BITTENCOURT MARCOS ALMEIDA JUNQUEIRA REIS MAURÍCIO DE ABREU LIMA CAMPOS MAURO SILVEIRA DA ROCHA OSVALDO PINTO NOGUEIRA PEDRO RAFAEL DE RESENDE SANDRA HELENA PORTELA THIAGO DESSUPOIO DETONI TIAGO RODRIGUES VAZ VICTOR PAULO CORREA DA SILVA WALDIR TOLEDO FURTADO

SET

OUT NOV

01

0

29,00

02

0

0

0

0

03

0

0

8,0

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0

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21,0 26,00

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0

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0

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0

0

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10,00

--

10

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0

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--

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0

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7,12

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5,0

0

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30

0

0

0

--

12 13

31 TOTAL

0 7,12

38,00

ADEMIR AUGUSTO RODRIGUES

3,79

3,11

181

12

ANA ANGÉLICA B DA SILVA PINA

3,57

3

398

100

3,14

175

38

ANDREA APARECIDA DE ALMEIDA E OUTRA 3,68

Índice Pluviométrico MESES/DIAS AGO

GORDURA PROTEÍNA CCS UFC

0 67,00

26,00

TOTAL 3 ÚLTIMOS ANOS (DESCRENTE)

2015

9,25

69,22

23,27 212,75

2014

54,32

00,00

12,00 106,24

2013

6,75

83,02

47,57 218,99

OBSERVAÇÃO: Maior índice para o mês de Outubro de 2011 = (296,97mm) Menor índice para o mês de Outubro de 2014 = (12,00 mm) Precipitação Pluviométrica dos Últimos 12 meses = (1.139,64 mm) Média Histórica anual na última década = (1.281,49 mm) Acumulado de Janeiro à Outubro de 2016 = (690,98 mm)

ANIVALDO PEREIRA PINA

3,57

3

398

100

ANTONIO DO CARMO ZANZIROLANE

3,38

3,29

146

57

ANTONIO JOSE GABRIEL E OUTRO

3,98

3,24

224

42

ARY DO CARMO MENDONÇA

3,83

3,09

153

38

BENEDITO VALADARES PARREIRA

3,94

3,17

197

98

DIRCEU DIAS DA ROCHA

3,94

3,17

197

98

EDINEY CIPRIANO DE CARVALHO

3,09

3,37

149

100

ELMO INÁCIO CARNEIRO

3,92

3,08

246

25

FRANCISCO VIEIRA RESENDE

3,26

3,17

400

65

GETÚLIO ALBINO DIAS

3,59

2,98

269

20

HENRIQUE CÉSAR DE ARAÚJO SOARES

3,37

3,31

131

93

HERON MAGNO PANZA ANDRÉ

3,7

3,09

244

65

ITAMAR RIBEIRO TOLEDO

3,8

3,17

179

71

JOÃO ANTONIO FERREIRA STEVANIM

3,8

3,49

341

81

JOÃO MARCOS MONTEIRO

3

3,02

387

44

JOÃO PEREIRA MACHADO

3,09

3,37

149

100

JOAQUIM FERNANDES

3,61

3,07

165

17

JOSÉ ALTER TERRA FERREIRA

3,53

3,04

163

52

JOSÉ MAGNO CAMPOS DOS ANJOS

3,06

3,16

225

77

JOSÉ PEREIRA DUPRAT

3,7

3,11

212

7

JOSÉ PEREIRA MACHADO

3,09

3,37

149

100

LEONARDO BARBOSA BRANDÃO

3,72

3,2

344

45

LUIZ ANTONIO STEVANIM

3,8

3,49

341

81

LUIZ HENRIQUE SOARES

4,17

3,06

179

97

MÁRCIO LANCHINE DA SILVA

4,29

3,11

335

36

MÁRCIO XAVIER RODRIGUES

3,28

3,08

220

23

3

3,02

387

44

4,37

3,48

242

63

MAURO ROBERTO DE MACEDO ALMEIDA 3,44

3,15

137

7

PEDRO RESENDE DO CARMO

3,83

3,09

153

38

REINALDO HEMETÉRIO BATISTA DA SILVA 3,78

3,28

140

100

ROGERIO TEIXEIRA TRECE

3,87

3,13

310

85

ROGERIO VAZ BARBOSA

3,15

3,03

237

63

RONA REZENDE DO CARMO

3,6

3,37

218

17

SEBASTIÃO APARECIDO MONTEIRO

3,56

3,34

169

88

SEBASTIÃO DE SOUZA FERREIRA NETO

3,94

3,17

197

98

SINVAL SIMÕES FREIRE

3,53

3,2

84

59

SÔNIA BARBOSA PINHEIRO

3

3,24

338

91

THÁSSIO CARNEIRO ANDRÉ

3,7

3,09

244

65

MARCO AURÉLIO MARCONDES SIQUEIRA MARIO SERGIO MOURA RAMOS

FONTE: EMBRAPA GADO DE LEITE


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LACOMUNICA

DEZEMBRO 2016

MATÉRIA TÉCNICA

Nova cultivar de capim-elefante apresenta produtividade 30% maior

C

erca de 50 toneladas de matéria seca por hectare/ano, média de 30% a mais do que as cultivares disponíveis. Essa é a produção da BRS Capiaçu, nova cultivar de capim-elefante, que a Embrapa Gado de Leite lançou no dia 26 de outubro. Entre as principais cultivares de capim-elefante, a BRS Capiaçu é também a que apresenta o maior teor de proteína (ver tabela 1). Capiaçu, em tupi-guarani, significa “capim grande”. A cultivar não nega o nome, ultrapassando cinco metros de altura. O resultado é alta produção de biomassa. “Essa é sua melhor característica”, afirma o pesquisador Mirton Morenz. A gramínea é indicada para cultivo de capineiras. No período da seca, pode ser fornecida para os animais picada verde no cocho ou como silagem. A vantagem de utilizar o capim verde é que, assim, apresenta maior valor nutritivo. Conforme explica Morenz, “quando o capim é cortado aos cinquenta dias, chega a ter 10% de proteína bruta, índice superior ao da silagem de milho,

com cerca de 7%”. O teor de proteína cai para 6,5%, com o corte aos 90 dias e 5,5%, cortado aos 110 dias. O processo de ensilagem também diminui a quantidade de proteína, que passa a possuir um teor pouco acima de 5%. Segundo o pesquisador Antônio Vander Pereira, que coordenou o desenvolvimento da cultivar, a

Potencial de produção e valor nutritivo

forrageira representa uma alternativa para a produção de silagem de baixo custo. “O que se gasta com a produção de silagem de BRS Capiaçu é três vezes menos comparado à silagem de milho ou de sorgo”, diz. O valor nutritivo é comparável à silagem das forrageiras tradicionais e superior ao da cana-de-açúcar. Para atender aos requerimentos energéticos e proteicos do

rebanho, tanto na silagem de milho quanto na de BRS Capiaçu, a suplementação concentrada é necessária. Comparando as duas silagens na alimentação de vacas em lactação, a silagem de BRS Capiaçu implica na necessidade de maior quantidade de concentrado na dieta. Mas, segundo Morenz, ainda assim, seu uso é economicamente vantajoso, por causa do menor custo de produção.

Silagem de Capiaçu

Tabela 1: A BRS Capiaçu se destaca pela alta produtividade e qualidade da forragem, quando comparada com outras cultivares de capim-elefante (plantas com 60 dias de crescimento).

Tabela 2: 1 – Base da matéria seca; 2 – Proteína Bruta; 3 Fibra em Detergente Neutro; 4 – Digestibilidade in vitro da Matéria Seca; 5 – Energia Metabolizável.


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A BRS Capiaçu foi obtida por meio do Programa de melhoramento genético de capim-elefante da Embrapa. A cultivar é o resultado do cruzamento de variedades pertencentes ao Banco Ativo de Germoplasma de Capim-Elefante (BAGCE), mantido pela Embrapa. O Programa foi criado em 1991. A primeira cultivar desenvolvida foi a Pioneiro, lançada em 1996. Em 2012, lançou-se a BRS Kurumi, que, por apresentar porte baixo, é mais adaptada ao pastejo rotacionado. A BRS Capiaçu foi obtida por meio do Programa de melhoramento genético de capim-elefante da Embrapa. A cultivar é o resultado do cruzamento de variedades pertencentes ao Banco Ativo de Germoplasma de Capim-Elefante (BAGCE), mantido pela Embrapa. O Programa foi criado em 1991. A primeira cultivar desenvolvida foi a Pioneiro, lançada em 1996. Em 2012, lançou-se a BRS Kurumi, que, por apresentar porte baixo, é mais adaptada ao pastejo rotacionado. Foram necessários 15 anos para se desenvolver essa nova variedade de capim-elefante. Vander explica que uma série de cruzamentos e avaliações foram conduzidos. Os cruzamentos deram origem a cerca de dois mil híbridos, tendo sido selecionados apenas 50 materiais promissores, que foram testados em 17 estados pela Rede de Ensaios em Capim-Elefante. Os híbridos com melhores resultados foram a BRS Capiaçu, com boa adaptação em todo o Brasil, e a BRS Canará, que apresentou boa adaptabilidade em capineiras para os biomas amazônico e cerrado. “A boa adaptabilidade das gramíneas africanas às condições brasileiras é responsável pelo sucesso da

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Melhoramento genético do capim-elefante

Lac sempre com uma política de valorização do cooperado

pecuária brasileira”, avalia Vander. O uso das gramíneas nativas, foi sendo substituído paulatinamente, por variedades exóticas, que encontraram aqui as condições de solo e clima ideais para se propagarem. De forma acidental, essas variedades chegaram ao Brasil junto com os escravos entre 1530 e 1850. Forrageiras como colonião, Jaraguá e capim-gordura vieram como cama nos navios negreiros. Em meados do século passado, foram introduzidas na pecuária nacional algumas variedades de braquiária. No entanto, foi nos anos 1990 que o melhoramento genético ganhou o contorno que tem hoje, com o desenvolvimento de diversas cultivares. “O melhoramento genético de forrageiras tropicais é um dos pilares da pujante pecuária do Brasil, o segundo maior produtor mundial de carne e o quinto maior produtor de leite”, conclui Vander. O País possui um dos maiores programas de melhoramento de forragens do mundo e exporta cultivares para a América Latina e para a própria África. O lançamento da BRS Capiaçu ocorrerá na semana em que a Embrapa Gado de Leite comemora 40 anos de fundação. No dia 26, no campo experimental da Unidade, em Coronel Pacheco (MG), será realizado um dia de campo apresentando informações sobre a nova cultivar. A área de negócios da Embrapa Gado de Leite selecionou viveiristas para produzir mudas de BRS Capiaçu, visando sua distribuição em todo o Brasil. A cultivar deverá ser comercializada em meados de 2017. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (32) 3311-7559 ou pelo e-mail samuel. oliveira@embrapa.br.

Preço diferenciado para o produtor Localizado: Rodovia BR 116, Km 773, Contorno – Leopoldina – MG


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GESTÃO

Confira as etapas da Gestão PDCA isoladamente

Da esquerda para direita: José Aloísio, Danilo Guedes(ministrante do curso), Jerusa, Alexandre, Júlio Monteiro, Jair, Ana Paula, Paulo, Laysla, Manoel, Mariana, Aliny, Henrique. Agachados: Fabiano, Roger e Carlos Eduardo

Mudança de atitudes para melhorar a qualidade

A

Cooperativa Lac iniciou no mês de julho a implantação da ferramenta de Gestão PDCA (Plan, Do, Check, Action), em parceria com a empresa de consultoria Gestão Láctea. Esse método visa controlar e melhorar os processos de produção e produtos de uma forma contínua. A implantação dessa ferramenta aumenta a

DICAS DE SEGURANÇA Mantenha o aparelho no silencioso – O som do seu aparelho pode incomodar e desconcentrar as pessoas em volta. Se for sair da sala, leve-o com você ou desligue-o. O barulho constante da vibração do celular em cima da mesa também pode incomodar. Não utilize o celular em reuniões – Caso você esteja esperando uma ligação extremamente importante e inadiável, procure informar os colegas presentes na reunião que você poderá precisar se ausentar por uns instantes, pois o motivo é realmente importante. Caso contrário, programe-se para resolver problemas após o horário da reunião.

confiabilidade e a eficiência de atividades da usina de produção, de forma a induzir melhoras significativas nos produtos Lac. Foi realizado curso de Gestão PDCA, ministrado pelo consultor da Gestão Láctea, Danilo Guedes aos colaboradores da Lac, nos dias 19 e 20 de outubro com carga horaria de 8 horas nas Faculdades Doctum em Leopoldina,

com a finalidade de proporcionar aos alunos instrução e prática desse novo sistema. O objetivo principal dessa implantação é tornar os processos da gestão da Lac mais ágeis, claros e objetivos, podendo alcançar um nível de gestão melhor a cada dia, atingindo ótimos resultados dentro do sistema de gestão do negócio.

Enviado pela Técnica de Segurança da Lac: Graziele Werneck Evite fotografar ou filmar situações de trabalho – O ambiente de trabalho não deve ser exposto publicamente. Imagens não autorizadas podem trazer sérios problemas. Evite ligações prolongadas que não são de assuntos da empresa – Trate os assuntos pessoais fora do horário de expediente. Evite usar redes sociais e jogos no horário de trabalho – Contenha a sua ansiedade e deixe as mensagens do WhatsApp, atualizações do Facebook, Twitter, etc., para serem conferidas fora do horário de trabalho. Isso pode atrapalhar muito a sua produtividade.

Procure aplicativos que possam auxiliar sua produtividade – A última dica nós reservamos para o “lado bom da história”. A tecnologia tem ajudado de diversas formas o nosso dia a dia e se soubermos aproveitá-la, não teremos problemas no futuro.

• P = Plan (planejamento): Nesta etapa, o gestor deve estabelecer metas e/ou identificar os elementos causadores do problema que impede o alcance das metas esperadas. É preciso analisar os fatores que influenciam este problema, bem como identificar as suas possíveis causas. Ao final, o gestor precisa definir um plano de ação eficiente; • D = Do (fazer, execução): Aqui é preciso realizar todas as atividades que foram previstas e planejadas dentro do plano de ação; • C = Check (checagem, verificação): Após planejar e por em prática, o gestor precisa monitorar e avaliar constantemente os resultados obtidos com a execução das atividades. Avaliar processos e resultados, confrontando-os com o planejado, com objetivos, especificações e estado desejado, consolidando as informações, eventualmente confeccionando relatórios específicos; • A = Act (ação): Nesta etapa é preciso tomar as providências estipuladas nas avaliações e relatórios sobre os processos. Se necessário, o gestor deve traçar novos planos de ação para melhoria da qualidade do procedimento, visando sempre a correção máxima de falhas e o aprimoramento dos processos da empresa.


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MERCADO DO LEITE

Balanço da Pecuária Leiteira em 2016 e expectativas para 2017

O

ano de 2016 foi marcado pela alta no preço do leite ao produtor. Até novembro, dados disponíveis até o fechamento desta edição, os valores reais ficaram acima da média registrada em igual período do ano passado. A menor produção, em especial no primeiro semestre, deu sustentação às cotações, mesmo em um cenário de demanda interna patinando. Já o segundo semestre foi marcado pela pressão de baixa exercida pelos laticínios, devido às quedas fortes de preços dos lácteos no atacado, além da importação em alta entre outros fatores. Segundo levantamento da Scot Consultoria, considerando a média nacional de janeiro a novembro, o produtor recebeu R$1,098 por litro, 5,7% mais que em igual período de 2015, considerando os valores corrigidos pelo IGP-DI. No primeiro semestre o volume de leite adquirido pelos laticínios com algum tipo de inspeção foi de 11,03 bilhões de litros, segundo Pesquisa Trimestral do Leite, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), queda de 6,4% em relação a igual período do ano passado. Na comparação mês a FIGURA 1.

Preço do leite ao produtor (média nacional ponderada) R$/litro, em valores reais

mês com o ano passado, a produção caiu em todos os meses (figura 2), resultado da queda de investimento e em função do corte de despesas por causa da elevação dos custos de produção e, problemas climáticos em importantes regiões produtoras. Segundo o Índice Scot Consultoria de Captação, na média nacional, a produção aumentou 2,0% em outubro, em relação a setembro. Para novembro, segundo dados parciais, é esperado crescimento de 0,4% no volume. Apesar dos incrementos nos últimos meses, de janeiro a novembro, a queda foi de 0,7% na produção nacional, frente a igual período de 2015. Destacando que em 2015, a produção já foi menor que no ano anterior. Ou seja, não existe excesso de leite, com expectativa de este ser o segundo ano consecutivo de queda na produção. E os custos de produção? Desde junho do ano passado, os custos de produção não deram trégua. Somente nos meses de julho, setembro e novembro de 2016, o índice apresentou queda na comparação mensal. Os itens com maior peso FIGURA 2.

neste aumento foram: colaboradores, energia, combustível, além dos alimentos concentrados, com destaque para o milho, e suplementos minerais. Até novembro os custos subiram 22,0% em relação a igual período de 2015, segundo o Índice Scot Consultoria de Custo de Produção da Pecuária Leiteira. Esta alta dos custos estreitou a margem da atividade. Em 2016, o cenário foi de retranca, com baixos investimentos e cortes de despesas, o que acabou impactando na produção. Considerações finais e expectativas para 2017 O pico de produção está previsto para dezembro/16 ou janeiro/17 no Brasil Central e bacias leiteiras da região Sudeste. Ou seja, até lá a previsão é de que o incremento da oferta continue pressionando o mercado.

Volume de leite adquirido pelos laticínios em 2015 e 2016 - em bilhões de litros.

FIGURA 3.

Um ponto importante é a produção de leite no Sul diminuindo a partir de novembro, o que deve ajustar em parte a disponibilidade no país. Para 2017, a expectativa é de mercado mais ofertado que em 2015 e 2016, porém, sem excesso de produção. A expectativa é que a demanda interna tenha uma melhora gradual e isso é favorável para a cotação do leite aos produtores. Com relação aos custos de produção, a expectativa é de produção maior de milho na temporada atual e patamares mais baixos de preços. O insumo foi o grande vilão em 2016. O dólar em alta, porém, é um fator de atenção para os produtos importados ou que tem os preços atrelados ao mercado internacional, como o farelo de soja e fertilizantes, por exemplo. Chamamos a atenção

Variação mensal do Índice Scot Consultoria de Custo de Produção da Pecuária Leiteira desde 2015.

para a questão das importações de lácteos, em particular de leite em pó. Os volumes importados pelo Brasil aumentaram consideravelmente em 2016, com a produção menor no mercado interno e a menor competitividade do produto nacional. Para 2017, os aumentos de preços do produto no mercado internacional e o dólar mais valorizado podem contribuir para volumes menores de importação. Por fim, planejamento, gestão e estratégias de compras de insumos são essenciais, em especial em anos de incertezas. A previsão é de um quadro um pouco melhor para a atividade leiteira em 2017, com recuperação (ligeira) da margem para o produtor, porém, um ano que exigirá cautela de todos os elos do setor.

FIGURA 4.

Por Juliana Pila

Preço do leite ao produtor e custos de produção da atividade leiteira. Base 100 - janeiro de 2013.


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DEZEMBRO 2016

SAÚDE DO REBANHO

Mastite causa dor e afeta o bem-estar da vaca

A

inda que seja uma das doenças mais estudadas das vacas leiteira, a mastite ainda é considerada como a que mais causa prejuízos ao produtor e à cadeia agroindustrial do leite. De um lado, a mastite subclínica tem como prejuízos principais a redução da produção de leite e perdas de bonificação de preço. Por outro lado, a mastite clínica resulta em descarte de leite com resíduos de antibióticos, gastos com medicamentos usados no tratamento, perdas de produção de leite de médio e longo prazo no restante da lactação, descarte da vaca e até morte, além de outros custos indiretos como a redução do desempenho reprodutivo. Contudo, o impacto da mastite sobre o bem-estar e o comportamento das vacas acometidas tem sido pouco considerado, quando são estimados os custos diretos e indiretos da doença. Isso tem ocorrido, principalmente, em razão da ausência de técnicas e métodos simples para avaliação do bem-estar, da dor e outras consequências negativas que a mastite acarreta nas vacas leiteiras. Um dos conceitos de bem-estar animal mais usados atualmente envolve o respeito às “cinco liberdades” , com foco nas de práticas de manejo utilizadas. Este conceito de liberdades foi originalmente desenvolvido pelo Conselho do Bem-Estar de Animais de Produção do Reino Unido (Farm Animal Welfare Council – FAWC), sendo reconhecido internacionalmente e, muitas vezes, adaptado de acordo com condições específicas de cada sistema de produção. Em síntese, o conceito de bem-estar animal está vinculado a cinco liberdades básicas dos animais, os quais devem ser: 1. Livres de fome, sede e desnutrição; 2. Livres de desconfortos e vivendo em ambiente apropriado;

3. Livres de dor, ferimentos e doenças; 4. Livres de medos e angústias e com a garantia de boas condições de manejo, que evitem sofrimentos; 5. Livres para expressar comportamento normal: espaço suficiente, condições de alojamento apropriados e a companhia de outros animais de sua espécie. Do ponto de vista de bem estar, a mastite interfere em pelo menos 4 das 5 liberdades, pois resulta diretamente em desconforto, dor e alterações de comportamento do animal. Sendo assim, além dos prejuízos causados pela mastite, deve-se levar em consideração também os efeitos negativo sobre o bem-estar das vacas. A dor é considerada pela Associação Internacional de Estudo da Dor como “uma experiência sensorial e emocional desagradável que está associada com danos reais ou potenciais nos tecidos”. Em razão desta definição ampla e com possibilidade e inúmeras interpretações quando aplicada a humanos, pode-se esperar que existem dificuldades ainda maiores para avaliar a ocorrência de dor em animais, o que torna este a avaliação difícil e muitas vezes controversa. Sendo assim, para determinar se uma vaca tem ou não dor, os principais indicativos que podem ser usados são as alterações fisiológicas e de comportamento. Nas vacas leiteiras, algumas doenças são inquestionavelmente reconhecidas como causadoras de dor, tais como a claudicação e os casos de mastite grave. Nessas situações, existem sinais facilmente visíveis de ocorrência de dor, entre os quais pode-se destacar o desconforto, a dificuldade de locomoção, a redução da produção de leite, a perda de peso e a alteração da postura. No entanto, casos leves e moderados de mastite clínica não são

facilmente reconhecidos como situações associadas com a ocorrência de dor, principalmente em razão do falta de identificação de alterações de comportamento indicativas de dor. Outro fator complicador quando se avalia a dor em vacas leiteiras é a biologia dos ruminantes, os quais foram evolutivamente selecionados para não manifestarem sinais de dor e vulnerabilidades frentes aos seus predadores naturais. A despeito da importância do bem-estar para manter a alta produtividade das vacas leiteiras e da crescente demanda por parte dos consumidores e de entidades que promovem o bem-estar dos animais, existem poucos estudos sobre métodos confiáveis e simples para avaliar o efeitos da ocorrência de doenças como mastite clínica sobre o bem-estar de vacas leiteiras. As principais substâncias mediadoras da dor estão associadas com processos inflamatórios, tais como prostaglandinas, troboxanas e a bradicinina, as quais são liberadas durante a resposta a uma infecção ou lesão da glândula mamária. Alterações fisiológicas e de comportamento relacionadas com a mastite As alterações comportamentais tem se tornado uma das principais ferramentas de manejo para a identificação de animais doentes. A identificação rápida e precoce de alterações fisiológicas e de comportamento das vacas leiteiras doentes pode facilitar o diagnóstico de doenças e realização do tratamento mais adequado. Quando ocorre inflamação e

dor nas vacas leiteiras, ambos processos estão associados com alterações neurais, endócrinas, hematológicas, imunológicas, metabólicas e comportamentais, cuja principal função é reestabelecer as condições de homeostasia (equilíbrio). O sistema imune tem comunicações com o sistema nervoso central, pelas quais são transmitidas informações sobre a ocorrência de respostas imunes nos tecidos e que têm como resultado as alterações de comportamento. As principais alterações de comportamento associadas com a ocorrência de doenças são a redução do consumo de alimentos, redução de interação com outros animais, sonolência, desconforto e letargia. Para o diagnóstico mais completo da mastite clínica, atualmente, recomenda-se a utilização de um sistema de escore de classificação dos sintomas em: leve, moderado e grave. Os casos clínicos leves são aqueles nos quais somente são observadas alterações do leite (grumos, coágulos, coloração alterada, leite aquoso). De modo diferente, nos casos moderados além de alterações visuais do leite também ocorrem sintomas de inchaço e aumento de sensibilidade no quarto afetado (dor). Os sintomas dos casos graves de mastite clínica incluem alterações sistêmicas, tais como febre, depressão, redução de consumo, redução significativa da produção de leite, associados com alterações do leite do e do quarto afetado. Os estudos indicam que vacas com casos leves e moderados de mastite clínica apresentam, além


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dos sintomas clássicos de al- pois as vacas foram com menor terações do leite e do úbere, as frequência/dia ao cocho, o que seguintes alterações: posição de indica o desconforto das vacas estação alterada, aumento da em razão da mastite clínica. Após taxa de batimentos cardíacos e o tratamento, houve aumento do respiratórios e aumento da tem- consumo de alimentos. peratura retal. Além disso, vacas Ainda que a ocorrência de dor com mastite clínica apresentam seja bem reconhecida em casos maiores concengraves de mastitrações sanguíte, isto não ocorre Outro indicador neas de cortisol da mesma forma que está associado nos casos leves e de CCS, assim como estas vae moderados, o com a ocorrência cas doentes perque leva à necesde inflamação da manecem menos sidade de utilizar glândula mamária tempo deitadas. indicadores que Um estudo reestão associados é o aumento da cente avaliou o com a dor. Um CCS, a qual está efeito de casos dos indicadores de mastite clímais simples e diretamente nica em vacas que podem ser associada com a naturalmente medidos é a reduresposta inflamatória infectadas antes ção do consumo e após o tratade alimentos, de e, portanto, pode mento sobre o água e de produestar associada com comportamenção de leite. dor. to alimentar e o De forma geral, consumo de alias vacas apresenmentos. Foi observado que as tam relativa constância no consuvacas com mastite clínica redu- mo de alimentos e na produção zem o consumo de alimentos de leite dentro de um período de em aproximadamente 1,2 kg de alguns dias e desta forma, a rematéria seca/dia, sendo que esta dução de um destes indicadores redução começa cerca de 5 dias pode ser interpretada como posantes do diagnóstico clínico da sível problema. Outro indicador mastite. Além disso, o compor- que está associado com a ocortamento alimentar foi alterado, rência de inflamação da glândula

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mamária é o aumento da CCS, a qual está diretamente associada com a resposta inflamatória e, portanto, pode estar associada com dor. Além dos fatores fisiológicos, as alterações de comportamento também podem ser indicativos de ocorrência de desconforto e dor, tais como redução da atividade de locomoção, tempo de ruminação, tempo que a vaca permanece deitada, tempo em pé, o que pode ser avaliado pelo uso de pedômetros. Principais indicadores de dor em vacas leiteiras: a) Redução da movimentação/locomoção; b) Aparência de depressão; c) Redução de consumo de alimentos, de água e perda de peso; d) Redução de interação com outras vacas no grupo; e) Diminuição da produção de leite; f) Alteração da postura; g) Aumento da frequência cardíaca e respiratória; Uso de tratamentos para melhoria de bem-estar de vacas Considerando que a mastite clínica é uma condição que resulta em inflamação da glândula mamária, o que causa desconforto e dor, o uso de anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs) é

um dos tratamentos de eleição para reduzir a inflamação, a dor e a temperatura corporal (quando há febre), quando os sintomas de inchaço do úbere ou de sintomas sistêmicos são observados. Os protocolos de tratamento para casos graves de mastite incluem além da terapia de suporte (hidratação), a administração de antibióticos injetável e intramamários e o uso de AINE. Os AINEs são drogas que atuam na inibição de uma das etapas da resposta inflamatória, reduzindo a síntese de prostaglandinas e, consequentemente, os sintomas associados com a inflamação. Os principais estudos sobre o uso de AINE para tratamento de mastite clínica foram feitos com mastite causada por coliformes, nos quais os sintomas de inchaço e dor no quarto afetado são evidentes. Nas situações de mastite moderada e grave, o tratamento com AINEs resulta em diminuição mais rápida dos sintomas de inflamação e desconforto. Estes estudos indicaram que AINEs (tais como flunixin-melgumine e meloxican) são boas opções para tratamento de casos de mastite moderada e grave - cujos sintomas são dor, inchaço e febre (nos casos de mastite clínica) - visando a melhoria do bem-estar das vacas. MilkPoint


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SAÚDE

Queijos são um dos alimentos que devem reduzir seu teor

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de sódio até 2020

o Brasil a meta é de que, até 2020, as pessoas passem a consumir 5g de sódio por dia. Atualmente o consumo de sal pela população brasileira é estimado em cerca de 12 g/dia, valor muito acima dos 5g, recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar de o sal ser utilizado como conservante de alimentos; melhorar o sabor do mesmo; ser essencial na regulação dos fluidos intra e extracelulares e na manutenção da pressão sanguínea, o consumo elevado pode provocar doenças crônicas como hipertensão, cálculo renal e câncer de estômago. Por isso, para ajudar na implementação dessa política contra o consumo exagerado do sódio, algumas ações foram propostas, como a redução gradual e voluntária dos teores de sódio de vários alimentos. Nos laticínios, a orientação é de que, até 2016, seja feita uma redução de 68% no sódio do queijo mussarela e de 63,2% no requeijão cremoso. Os alimentos foram escolhidos por possuírem os mais elevados teores de sódio e serem os mais consumidos pela população, tanto de forma direta como indireta, uma vez que são ingredientes no preparo de pratos prontos, como por exemplo, sanduíches e pizzas. O desafio em reduzir o teor de sódio na fabricação de queijos está em fazer com que essa redução não cause alterações

como: o aumento da atividade de água e o crescimento de microrganismos indesejáveis e até patogênicos; aumento do teor de umidade final - o que dependendo do tipo de queijo, pode não se enquadrar na faixa de teor de umidade requerida pela legislação. Podem ocorrer ainda alterações indesejáveis no aroma, sabor e textura. Por isso, a redução de sódio em queijos é realizada pelo uso de substitutos, que ainda sim causam certas alterações. Os mais usados para fazer essa substituição é o cloreto de potássio. No entanto, quando utilizado em grandes quantidades na salga de queijos, o cloreto de potássio pode provocar gosto amargo ou metálico. Para que não aconteça alterações perceptíveis no sabor, a redução de sódio nos queijos pela substituição parcial pelo cloreto de potássio, situa-se entre 25 a 50%, dependendo do tipo de queijo. Um dos produtos comerciais, alternativos, para substituição de sódio em queijos é um sal natural retirado do mar morto que contém uma mistura de cloreto de sódio, cloreto de potássio e cloreto de magnésio. Existem outros substitutos como extrato de levedura, que intensifica o sabor, e também misturas de cloreto de potássio com compostos que reduzem o gosto amargo como 5’-monofosfato, ou DHB (ácido 2,4-di-hidroxibenzóico) adenosina, ou lactose, ou gluconato de sódio.

No Brasil, alguns estudos já foram realizados com queijo prato para reduzir o teor de sódio com substituição de 30% do cloreto de sódio pelo cloreto de potássio alcançando uma redução de 37% de sódio no queijo. Também foi testado a substituição do cloreto de sódio pelo cloreto de magnésio (MgCl2), com redução de 16% de sódio. Além dos cloretos, o lactato de potássio também foi utilizado no queijo prato como substituto do cloreto de sódio (substituição de 50%) sem alteração físico-química e microbiológica do queijo. No queijo frescal a substituição parcial de 25% do cloreto de sódio pelo cloreto de potássio apresentou uma boa aceitação sensorial entre os provadores. Para minimizar o gosto residual amargo do cloreto de potássio e aumentar sua quantidade na redução do sódio, foi utilizado 1% de arginina em combinação com 50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio em queijo minas frescal, com um sabor similar ao do queijo com 100% de cloreto de sódio. Já nos queijos processados, o sódio tem três origens distintas: do próprio queijo (28-37%), do sal fundente (44-48%) e do sal adicionado (15-24%). Por isso, nesses queijos, além dos substitutos de sódio utilizam-se sais fundentes a base de potássio (citrato de potássio e fosfato de potássio). Fonte: Imunolab

QUEIJOS

Como conservar Servir queijos é uma opção que sempre agrada e impressiona. No entanto, para que estas iguarias cheguem à mesa com o melhor do seu sabor e textura, precisamos tomar certos cuidados e fazer o armazenamento de forma adequada. É o momento da dúvida: colocar na geladeira, deixar no ambiente, congelar? O que você deve saber? Estas dicas são aplicáveis para qualquer tipo de queijo: • Sempre siga as orientações da embalagem para as peças armazenadas ainda na embalagem original; • Se o produto estava exposto em refrigeração, o mesmo deve continuar nesta condição em casa; • Preferencialmente, mantenha os queijos na gaveta de legumes da geladeira, exceto os queijos frescos; • Não coloque queijos diferentes em um mesmo recipiente: os sabores se misturam e a conservação fica comprometida; • Armazene somente até a data de validade impressa na embalagem do produto; • Use uma faca para cada tipo de queijo ou limpe-a entre o corte de tipos diferentes de queijo; • Retire o queijo da geladeira pelo menos 40 minutos antes de servir.


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CULINÁRIA

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ideia aqui é usar as ervas para conferir sabor ao frango, sem usar sal. O resultado é incrível e você percebe que não necessita de sal para se ter sabor. É uma questão de adaptar as papilas gustativas aos sabores das ervas.

Saiba o poder medicinal de cada uma Alecrim: fornece óleos essenciais que fortalecem o sistema imune, estimula a circulação e é diurético.

Frango assado com ervas finas INGREDIENTES 2 frangos pequenos Orégano Manjericão Alecrim Tomilho Pimenta-do-reino Sal a gosto Alho a gosto Azeite

PREPARO Tempere os frangos com as ervas, os temperos e o azeite e deixe marinar por 10 horas. Asse em forno pré-quecido (180°C) até que fiquem dourados. Rende 6 porções Valor calórico por porção: 300kcal

Manjericão: antisséptico e desintoxicante, ajuda o organismo a se reestabelecer contra infecções, além de propriedades relaxantes que agem nos sistemas digestivo e respiratório, diminuindo cólicas, prisão de ventre e náuseas, e atenuando sintomas como tosse seca. Orégano: pesquisas recentes realizadas nos Estados Unidos, em 2012, constataram que o carvacrol, substância encontrada no orégano, induz as células cancerígenas a se autodestruírem (apoptose), principalmente no câncer de próstata, que foi o tipo de câncer estudado, além disso, confere propriedades anti-

bacterianas e anti-inflamatórias. Outros estudos envolvendo o ácido rosmarínico, presente no óleo essencial do orégano, mostraram que é eficaz em baixar a glicemia em diabéticos. Tomilho: erva muito aromática, possui óleo essencial chamado timol, que tem ação antibacteriana e desinfetante. Pimenta-do-reino: possui propriedades antioxidantes, reparadoras do DNA, ricas em bioflavonoides, que promovem proteção contra o câncer, além de ricas em vitaminas A, E e C, e de minerais como zinco e potássio. Seu uso diário ajuda a combater a obesidade. Diminui o apetite, aumenta a temperatura do corpo causando a chamada termogênese. Dando mais energia ao organismo.

Cooperados aniversariantes do mês de Janeiro LUCIANO MIRANDA VIEIRA........................................................................................ 01 MARIO DE REZENDE VIEIRA...................................................................................... 01 MARCO AURELIO GOMES BITTENCOURT.............................................................. 02 ANTONIO GUILHERME CANÇADO DA SILVA......................................................... 04 DARIO LAMÓIA............................................................................................................... 05 GUILHERME MOREIRA DA SILVA.............................................................................. 05 MASSUEL DUARTE CARNEIRO.................................................................................. 05 OSVALDO MENDES CORDEIRO................................................................................. 05 FRANCISCO REIS SILVA MEDEIROS......................................................................... 06 GILMAR REIS DA SILVEIRA ........................................................................................ 06 JOSÉ MARIA PIRES........................................................................................................ 06 NIVALDO PAULINO DE OLIVEIRA.............................................................................. 08 JOSÉ MAURO CARNEIRO............................................................................................. 11 SELMO JUAREZ DE SOUZA CÉSAR........................................................................... 11 ANTONIO ALVES DA SILVA.......................................................................................... 12 EDNALDO MARQUITO DA SILVA .............................................................................. 12 JOSÉ MARIA CONSOLI SILVA...................................................................................... 12 REGINA CÉLIA DOS REIS BARBOSA......................................................................... 14 VALDECIR FERREIRA DE MATOS.............................................................................. 14 JOÃO FRANCISCO CAMPOS FILHO .......................................................................... 15 ANDRÉA APARECIDA DE ALMEIDA ......................................................................... 16 JOSÉ DO CARMO MOTTA............................................................................................. 16 LUIZ GONZAGA DE FREITAS....................................................................................... 16 LUIZ GONZAGA PORCINO DE PAIVA........................................................................ 17 JOAQUIM CAMPOS PEREIRA..................................................................................... 18 JUBER ARAÚJO RODRIGUES...................................................................................... 18 MARCELO LACERDA CORREA.................................................................................... 18

SEBASTIÃO DO CARMO DE MENDONÇA............................................................... 18 LUIZ CLÁUDIO TORRES................................................................................................ 19 RONNEY DE PAULA OLIVEIRA................................................................................... 19 OSWALDO BELA BARBOSA........................................................................................ 19 SEBASTIÃO COUTINHO RAMOS................................................................................ 21 SEBASTIÃO EDGARD BEDIM ..................................................................................... 21 MIGUEL ANGELO MORAIS SILVA ............................................................................. 22 ANTONIO MORAES SILVA........................................................................................... 23 MARIO SÉRGIO MOURA RAMOS.............................................................................. 23 ANA MARIA RODRIGUES DE SOUZA....................................................................... 24 JOSÉ FRANCISCO FERREIRA DA SILVA.................................................................... 25 MARIA TEREZINHA ROSA PEREIRA ....................................................................... 25 WAGNER ALVES DA SILVA ......................................................................................... 25 WILSON DIAS GONZAGA............................................................................................. 25 CARMEM LÚCIA DE MATTOS..................................................................................... 26 GASTÃO SARMENTO DE MENDONÇA..................................................................... 27 MARISLEI BARTOLI PIRES DE CARVALHO............................................................. 27 CIRLEY CASTRO DA SILVA........................................................................................... 29 ROGÉRIO DUARTE DA COSTA.................................................................................... 29 JOAQUIM ALBERTO SANTIAGO................................................................................. 30 JOSÉ LUIZ DE OLIVEIRA............................................................................................... 30 LEIVER DONIZETE DE ALMEIDA .............................................................................. 30 SEBASTIÃO NUNES DA SILVA.................................................................................... 30 ANTONIO MARCOS ALVES DA SILVA...................................................................... 31 APARECIDA CARMO DA SILVA SOARES.................................................................. 31 HERCILIO QUIODINE..................................................................................................... 31 TIAGO RODRIGUES VAZ .............................................................................................. 31


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IMPRESSO

O Jornal DICAS DE SEGURANÇA Como aproveitar o lixo orgânico • 3

lacomunicação ÁGUA VIRTUAL SAIBA O QUE É

ALGUMAS PLANTAS INVASORAS INDICATIVAS DO ESTADO DE SAÚDE DO SOLO

PÁGINA 11

Na ÚLTIMA PÁGINA desta edição, publicamos uma lista das plantas que indicam o estado de saúde do solo. Na foto acima, o Picão Preto que indica solo com média fertilidade.

BUSCA CONTINUA POR MELHORIAS EDITORIAL • 2

Receita

Bolo de amêndoas e chocolate

PÁGINA 10

MERCADO DO LEITE PÁGINAS 4 e 5

TUBERCULOSE BOVINA CAUSA PREJUÍZOS AOS PRODUTORES

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oença infectocontagiosa de grande importância, na veterinária, sendo muito comuns os casos dessa moléstia no Brasil, tornando-se, não só uma grande preocupação de saúde pública como também grande geradora de prejuízos, representando barreiras econômicas. A tuberculose bovina é causada pelo agente etiológico Micobacterium bovis, que são bactérias gram-positivas aeróbicas de alta resistência, sendo que, em ambientes com incidência de luz, sobrevivem por apenas alguns meses, porém, em pastagens, onde são mais comuns, podem chegar a sobreviver por até dois anos. PÁGINAS 6, 7, 8 e 9

REALIZADA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA COOPERATIVA LAC Dentro do princípio da transparência, foi convocada uma Assembleia Geral Extraordinária da Cooperativa Lac. No último dia 4 de setembro de 2012 aprovou por unanimidade dos presentes, autorização de garantia em contrato de financiamento os seguintes bens imóveis: laje do imóvel denominado Condomínio Edifício Lac (espaço aéreo); uma garagem com

88 vagas individuais; um anfiteatro e seis salas comerciais em fase de acabamento no segundo pavimento do edifício. José Nilton Gomes Barbosa, presidente da Lac, abriu a assembleia agradecendo a presença de todos em apoio ao desenvolvimento e crescimento da cooperativa. Ao final da reunião foi oferecido um lanche aos participantes.

Edição 320 • Julho 2013

Ano XXIII

Órgão de Divulgação da Cooperativa dos Produtores de Leite de Leopoldina/MG

lacomunicação JORNAL

• Às sopas aplica-se um critério semelhante ao dos molhos: são como os preâmbulos do amor e devem ser preparadas levandose em conta todos os sentidos: aparência, aroma, sabor, textura e, alguns casos, som. No mundo ocidental é falta de educação inclinar-se sobre o prato e fazer ruídos ao tomar a sopa, mas no Oriente seria um acinte para o anfitrião comê-la com a colher na ponta dos dedos, sem entusiasmo nem paixão. CULINÁRIA • 10

• Milhares de agricultores franceses marcharam no dia 23 de junho em Paris com as atenções postas nas negociações da Política Agrícola Comum (PAC). Os manifestantes levaram para a capital da França cavalos, vacas, ovelhas, porcos e outros animais, numa marcha que contou com mais de 11 mil pessoas, de acordo com a organização, e seis mil, segundo a polícia. • PÁGINA 12

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Edição 330 Abril de 2015

ELEIÇÃO LAC 2015: Prestação de Contas e conselho fiscal

MG VACINA SEU GADO CONTRA A FEBRE AFTOSA

A PALAVRA DO PRESIDENTE PÁGINA 2

EDITAL DA ASSEMBLEIA ORDINÁRIA PÁGINA 11

QUEM NÃO DERRAMA LEITE, LEVANTE A MÃO

Produtor de leite: o que esperar do segundo semestre de 2013? A conjuntura atual do mercado de leite brasileiro tem favorecido o produtor. Os preços do leite estão 11,9% acima dos níveis apresentados no mesmo período do ano passado, reflexo da queda na oferta nacional de lácteos: a captação da indústria no primeiro trimestre foi 1,4% inferior com relação ao mesmo período de 2012. • PÁGINAS 8 e 9

Novo estudo mostra que queijos ajudam a reduzir ocorrência de cáries Um novo estudo publicado na edição de Maio/Junho do periódico General Dentistry mostrou que os queijos podem ajudar a manter a saúde dos dentes. • PÁGINA 11

MERCADO DO LEITE • PÁGINAS 4 e 5

CAIXA ECONÔMICA VAI LIBERAR R$ 3,7 BI

MAIS TECNOLOGIA PARA O CAMPO

• Os recursos serão destinados ao custeio agrícola e pecuário e a operações de investimentos em máquinas, equipamentos, aquisição de animais e projetos de infraestrutura rural. A atuação no crédito rural integra a estratégia do banco de desenvolver novos negócios.

• A Anater deverá articular em nível nacional o trabalho desenvolvido pelas instituições estaduais de extensão rural de levar aos agricultores e pecuaristas as tecnologias disponíveis de produção e criação, armazenamento, processamento e de gestão dos negócios rurais.

A campanha de vacinação segue o calendário oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e que se realiza em todo mês de Maio, em sua primeira fase. Depois de vacinar os animais, o produtor tem obrigatoriamente que comunicar a vacinação no IMA apresentando nota fiscal da compra da vacina e a “Carta Aviso de Vacinação” preenchida com o número de bovinos e/ ou bubalinos existentes e os vacinados, por idade e por sexo. PÁGINA 11

contra a Febre Vacine seu gado fase da Aftosa. A primeira em todo mês campanha segue TE: atualize de maio. IMPORTAN ação junto seu cartão de vacin AS! ao IMA. EVITE MULT

PRODUÇÃO DE LEITE A PASTO Segundo dados da FAO, nosso país possui aproximadamente 20% de sua área ocupada por pastagens. Sendo a maior parte desta área formada por gramíneas, forrageiras tropicais. Páginas 4 e 5

ARTIGO DE IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO

Boas práticas para se evitar resíduos de antibióticos no leite

Fevereiro de 2016

Ano XXV • Órgão de Divulgação da Cooperativa dos Produtores de Leite de Leopoldina/MG

Dia 29/4, os cooperados irão escolher os seus representantes para o Conselho Fiscal

Sopa e Caldos

Paris: em protesto, milhares de agricultores desfilam com vacas, cavalos e ovelhas

Lacomunicação

Cadastro Ambiental Rural é prorrogado até maio de 2016

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Ano XXII

Um canal de comunicação

PÁGINAS 4 e 5

Um canal de comunicação

Ano XXV | Órgão de Divulgação da Cooperativa dos Produtores de Leite de Leopoldina | MG

Edição 310/Setembro 2012

Órgão de Divulgação da Cooperativa dos Produtores de Leite de Leopoldina/MG

JORNAL

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OUTUBRO 2016

Ano XXV | Órgão de Divulgação da Cooperativa dos Produtores de Leite de Leopoldina | MG

A DIFÍCIL TAREFA DE PRODUZIR LEITE A irresistível vocação mineira para produção de leite mantém o estado como primeiro produtor nacional, com cerca de 30% do total. PÁGINA 8

PÁGINA 12 ENTREVISTA

RAFAEL ORTEGA, MÉDICO VETERINÁRIO PÁGINAS 6, 7 e 8

O uso de antibióticos em animais de produção se tornou nos últimos anos uma grande preocupação para indústria alimentícia. PÁGINA 9

RESÍDUOS DE ANTIBIÓTICO

DIRETORIA DA CIPA TOMA POSSE

Entrevista com o cooperado LAC, Ademir Augusto Rodrigues e sua esposa, Marilda do Carmo Mendonça

Quer receber preço Máximo no leite pago ao produtor LAC independente da sua produção? PÁGINAS 8 E 9 Fatos sobre o consumo de leite, a tosse e a produção de muco PÁGINA 10

A gerente financeira, Nathiele Almeida Fioresi, vai ocupar a função de presidente da Cipa na nova gestão 2016/17.

Lac ganha Campeonato Inter Firmas 2015/2016, sacudindo os corações

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O LEITE E SUAS FUNCIONALIDADES

LAC COM NOVO SISTEMA DE GESTÃO PARTICIPATIVA PÁGINAS 6 e 7

O leite e seus derivados são uma das principais fontes de cálcio na dieta. Isto porque este mineral é mais biodisponível, ou seja, é melhor absorvido do que o cálcio presente em fontes vegetais. PÁGINA 10

Cooperados que participaram da AGE

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oje um novo cenário se mostra para a cooperativa Lac. Já estamos sentindo transformações em todas as áreas e o jornal Lacomunica também vai mudar. Rever estratégias é mesmo uma arte capaz de redimensionar qualquer projeto para perspectivas mais promissoras. Porém, não é demais lembrar que, de edição em edição, o Lacomunica publica a história da cooperativa Lac. Atrás de cada registro a cooperativa vai formando e informando suas conquistas. E cada gestão deixa registrado sua trajetória. Cabe a este meio de comunicação transmitir o jeito de ser da empresa, que não são

apenas os produtos e serviços que oferecem, mas as atitudes de seus gestores, colaboradores, cooperados e público consumidor. Queremos sempre informar mais e melhor. A proposta prevista visa, a partir de 2017, passar o jornal da Lac para veiculação trimestral, que após ajustes estruturais retoma a periodicidade mensal. O futuro do jornal Lacomunica será aquele que seus leitores, que também são suas fontes de informação, desejarem. É o jornal da Lac com pouco mais de 30 anos de existência, se adequando aos novos tempos.


Lacomunica Edição 349