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As mulheres no mercado de trabalho Carla Nunes Ribeiro da Silva; Danielle Aparecida Costa Frenhan; Estevão Marcos de Azevedo Soares dos Santos; Mitermayer Tiso Marques; Paulo César Oraboni Azevedo; Rafael Faria Souza – Acadêmicos da Faculdade Cenecista de Varginha – FACECA Profª Ms. Semei Santana Naia – Orientadora Resumo O presente artigo busca conhecer a realidade do pensamento das mulheres sobre sua atuação no mercado de trabalho. As organizações são geridas por homens há séculos e com a inserção da mulher no mercado de trabalho, eles temem perder os privilégios que os fazem sentir-se superiores a elas, embora, no Brasil, o direito ao trabalho como fonte de sobrevivência seja garantido na Constituição Federal de 1998. Apesar de encontrarmos no mercado de trabalho preconceitos maiores do que o desenvolvido contra a mulher na organização, isto não anula a sua existência. A remuneração, na maioria das vezes inferior que a dos homens é fato comprobatório desta realidade. Através de pesquisa de campo e exploratória realizada junto às alunas do 4º ano de administração da Faculdade Cenecista de Varginha foi possível demonstrar tal realidade. Neste trabalho de pesquisa concluímos que a desigualdade de gênero em relação às mulheres no mercado de trabalho ainda persiste. Palavras-chave: Mulheres. Mercado de trabalho. Direito. Preconceitos. Remuneração. Abstract This present article searches to know the reality of women’s thought about their performance in the job market. For ages, the organizations are managed by men and with women’s insertion in the job marked, the men are afraid of missing privileges that makes him fell higher than her, however, in Brazil, the right of job as source of survival be guarantee by Federal Constitution of 1998. Despite we found in the job market bigger prejudice than that one developed against woman in the organization and it doesn’t cancel her existence. Her wage, most of time, more inferiority than men’s wage a proved fact of this reality. Through explored field research accomplished by female students of 4th year of Administration course of Cenecista from Varginha College was possible show up this reality. In this research paper we conclude the inequality of genre about women in the job market still persists. Keywords: Women. Job market. Right. Prejudice. Wage.


Introdução A discriminação de gênero no mercado de trabalho ainda é um ponto importante e frágil no debate que envolve a responsabilidade social das organizações. A partir da década de 70 até os dias de hoje, a participação das mulheres no mercado de trabalho tem mostrado uma espantosa progressão. Se em 1970 apenas 18% das mulheres brasileiras trabalhavam, chega-se a 2002 com metade delas em atividade. A pesquisa “perfil social, racial e de gênero das 500 maiores empresas do Brasil e suas ações afirmativas”, promovida pelo Instituto Etheos e pelo Ibope, comparou a presença da mulher nas empresas em 2001, 2003 e 2005, analisando este fator dentro dos quadros: funcional, de supervisão de gerência e executivo. O relatório mostra que no quadro funcional as mulheres representam 32,6% na supervisão 27%,na gerência 31% e no executivo apenas 10,6% dos cargos ocupados. Apesar de não serem ideais os números apresentados mostram um fortalecimento da mulher no mercado de trabalho. (JOSÉ PASCOWITCH, 2006) A inclusão e valorização da mulher no mercado de trabalho só têm a contribuir para o desenvolvimento social dentro do país; erradicação da pobreza e consequentemente para uma melhor qualidade de vida para elas e para as crianças. Esta preocupação é uma forma de exercer os princípios da responsabilidade social. A presente pesquisa pretende analisar quais as dificuldades enfrentadas pelas mulheres no mercado de trabalho.

Referencial Teórico A inserção das mulheres no mercado de trabalho, ocorrida a partir do final do século XIX e com aumento de maneira expressiva no século XX, principalmente devido à intensificação do setor terciário, não teve relação direita com o desejo de conquista de sua posição social e dos direitos das mulheres, mas se deve mais a fatores econômicos (pobreza), por serem preferidas pelos patrões como mão-de-obra barata e pelo crescente número de famílias chefiadas por mulheres, em decorrência da migração dos homens em busca de trabalho e devido aos massacres das grandes guerras. (HOBSBAWN, 1998) No setor têxtil, por exemplo [...] a situação se agravou com o emprego disseminado de mulheres e crianças, que realizando o mesmo trabalho que um homem, recebia salários inferiores. (REZENDE, 1992, p.144)


Mesmo tendo tal ligação com a pobreza e necessidade de subsistência, a entrada das mulheres no mercado não deixa de ser um marco na história da civilização, que por séculos teve o papel feminino atrelado aos afazeres domésticos e criação da prole. Pode-se verificar que o período de 1950 foi decisivo para as mulheres[...] as mulheres casam mais tarde, tem um nível de educação mais elevado e mais conhecimento sobre controle de natalidade; os próprios métodos de controle de natalidade disponíveis são melhores. A maior disponibilidade de serviços de saúde mais aprimorados significa que mais crianças sobrevivem, reduzindo os incentivos para que os pais tenham mais filhos. A abertura de oportunidades econômicas para as mulheres em uma economia em crescimento pode ser parte da resposta. (FUSFELD, 2001, p. 242)

Outro fator observado de acordo com Hobsbawn (1998) foi o aumento substancial das mulheres no ensino superior. Na década de 40, as mulheres ocupavam no máximo 20% das vagas das entidades de ensino superior, já na década de 80, em poucos países desenvolvidos elas ocupavam menos de 50% do total de estudantes. Dentro deste contexto o que se podia esperar é que grandes mudanças ocorreriam, porém, o que se viu na maioria das vezes é que as mulheres casadas se viram carregando o duplo fardo de velhas responsabilidades domésticas e as novas responsabilidades no emprego. No Brasil não foi diferente, embora a participação feminina tenha aumentado consideravelmente nas últimas décadas e o nível de escolaridade superado o dos homens, elas ainda estão, em sua maioria, inseridas em vagas de trabalho tipicamente femininas, o que faz com que tenham salários menores que os dos homens. (PNAD, 2006) Mesmo 150 anos após o episódio de 08 de março, quando dezenas de mulheres foram torturadas nos Estados Unidos ao reivindicarem direitos trabalhistas e igualdade de condições aos homens, o que se percebe ainda é a injustiça social no mercado de trabalho. (FERRAZ, 2007) Para Barakat (apud LANDES, 2003, p.463): “a mudança com vistas à emancipação das mulheres deve começar [começará] pela transformação das estruturas sócio-econômicas predominantes, a fim de eliminar todas as formas de exploração e dominação”. Sendo assim, se faz necessário uma mudança de cultura em nossa sociedade, que deve acolher a mulher ativa no mercado de trabalho como algo natural, sem que haja qualquer tipo de desmerecimento a esta, principalmente tendo o fator gênero como argumento. Segundo Landes (2003, p.463): “As implicações econômicas de discriminação de sexo são muito sérias. Rejeitar as mulheres é privar um país de mão-de-obra e talento”. Uma mudança observada é que muitas organizações já veem com bons olhos a participação das mulheres no mercado, pois as mesmas possuem características específicas não encontradas nos homens, o que pode trazer resultados positivos para as empresas.


Para Marins (apud RICCIARDI, 2007, p.18): “a maior qualidade das mulheres é que tem uma visão mais sólida da realidade. Elas não teorizam demais sobre os problemas, mas sim os atacam pelo lado concreto, por isso, são melhores em execução de tarefas que os homens”. Segundo Madalozzo (apud RICCIARDI, 2007, p.19): “Quando confrontadas ou colocadas em uma situação de disputa entre idéias divergentes, as mulheres têm alta capacidade de conciliar os opostos para chegar a uma solução intermediária que satisfaça a todos os pontos de vista.” Para Kassoy (apud RICCIARDI, 2007, p.19): “O ato de as mulheres não seguirem tanto as regras e paradigmas e de saberem desobedecê-los sem confrontá-los, apenas agindo de forma diferente, é uma enorme qualidade, sobretudo para as empresárias”. Para Assumpção (apud RICCIARDI, 2007, p.17): “As mulheres têm uma grande vantagem, a sensibilidade. É bem mais aguçada que a dos homens, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento e manutenção de relacionamentos profissionais ou pessoais”. A condução feminina das finanças de uma empresa é caracterizada pelo zelo. As mulheres são rigorosas e responsáveis quando lidam com o dinheiro, o que é algo muito positivo: o conservadorismo feminino no trato dos recursos traz consistência e solidez aos resultados de uma companhia. (CERBASI, 2007, p. 18)

Metodologia Adotam-se os estudos exploratórios e os descritivos, que explicam a coleta de dados com as alunas do 4º Ano de Administração de Empresas, da Faculdade Cenecista de Varginha, com aplicação de questionário contendo 19 perguntas objetivas, nos dias 26 e 28 de Agosto. O número de alunas totalizam 75 estudantes, portanto o universo da pesquisa foi feito sobre uma amostra de 84% do total dessas alunas, obtendo uma amostra de 63 mulheres, com um grau de confiança de 95%. O cálculo da população amostral foi obtido a partir dos métodos estatísticos estabelecidos por Triola (1999) em seu livro Introdução a Estatística, utilizando a fórmula abaixo:

Onde:


n = Tamanho da amostra. 2

=

Nível de confiança escolhido, expresso em número de desvios-padrão.

p = Percentagem com a qual o fenômeno se verifica. q = Percentagem complementar (100-p). N = Tamanho da população. Resultados e Discussões Após pesquisa realizada, na amostra escolhida, foram encontrados os resultados que serão apresentados neste tópico. Também serão apresentados as características das 63 alunas do 4º ano de Administração de Empresas da Faculdade Cenecista de Varginha. 6,35% 71,43% 22,22% 4,76% 95,24% 11,11% 88,89% 14,28% 85,72% 68,25% 17,46% 9,53% 53,97% 22,22% 19,05% 1,59% 93,65%

Maior que 30 anos Entre 22 e 30 anos Menor que 22 anos Faixa Etária A procura de Emprego Trabalhando Situação Profissional Menos de três Não Filhos Casada Solteira Estado Civil Auxiliar Supervisão Gestão Nível do Cargo Prestação de Serviços Comércio Indústria Área de atuação Informal Formal Tipo de Emprego

Obs.: 4,76% das mulheres não opinaram por nenhuma das alternativas

Figura 1- Características da amostra estudada.

Os dados acima relata as características da amostra estudada. Das mulheres que responderam ao questionário 71,43% tem idade entre 22 e 30 anos e 22,22% menor que 22 anos e o restante que corresponde a 6,35% tem idade superior ou igual a 30 anos. A respeito da situação profissional 95,24% já se encontra no mercado de trabalho sendo que 93,65% está em um emprego formal com todos os direitos trabalhistas e é o setor teciário da economia o que mais emprega esta amostra feminina correspondendo a 53,97% sendo atução delas nestas


empresas como auxiliares(68,25%). Da amostra analisada permitiu concluir que 85,72% são solteiras e 14, 28% são casadas e destas somente 11,11% possuem filhos. Hipótese 1: Pensa-se que uma das dificuldades das mulheres é se sentirem despreparadas para conseguir um emprego. 1 Durante a sua vida você recebeu algum tipo de qualificação para ingressar no mercado de trabalho? 25,40%

49,20% Suficiente Insuficiente Regular

25,40%

Figura 2- Qualificação para ingressar no mercado de trabalho

Do total pesquisado 49,20% responderam acreditar na preparação que possuem, como sendo suficiente para ingressar no mercado de trabalho, enquanto 25,40% acreditam ter a qualificação regular e as demais, em um total de 25,40% acreditam ser a qualificação insuficiente para entrar no mercado de trabalho. 2 Você sente-se preparada para ingressar e ou permanecer no mercado de trabalho?

0% 42,86% 57,14%

Plenamente preparada Pouco preparada Despreparada

Figura 3- Preparação para ingressar e ou permanecer

Da população pesquisada 57,14% responderam ter consciência que se sentem plenamente preparadas para o mercado de trabalho, enquanto 42,86% sentem-se pouco preparadas para os desafios do mercado de trabalho.


Em virtude dos fatos mencionados a hipótese foi negada pela pesquisa, mostrando que a falta de qualificação não é uma das dificuldades que as mulheres enfrentam no mercado de trabalho. Hipótese 2: Acredita-se que é difícil conciliar a vida familiar e profissional para as mulheres trabalhadoras. No exercício da vida profissional você encontra dificuldades em conciliar com a vida familiar? 17,46% Tenho muitas dificuldades Não tenho dificuldade alguma 60,32%

22,22%

Tenho dificuldades perfeitamente contornáveis

Figura 4- Dificuldades em conciliar vida profissional com a vida familiar

Do total pesquisado 22,22% das mulheres declaram não ter muitas dificuldades em conciliar a vida familiar e profissional, enquanto 17,46% das entrevistadas afirmam ter muitas dificuldades e 60,32% acreditam ter dificuldades perfeitamente contornáveis. Assim a hipótese foi confirmada pela pesquisa, pois 77,78% acreditam que é difícil conciliar a vida familiar e profissional, sejam elas consideradas contornáveis ou não.


Hipótese 3: Verifica-se que uma das dificuldades que as mulheres enfrentam em relação aos homens é que para os cargos de igual qualificação as mulheres recebem menores salários. 1 Em seu trabalho no exercício de suas funções, com uma pequena diferença em relação aos colegas homens você diria que seu salário é? 19,05%

52,38%

Igual Menor Não sente diferença

28,57%

Figura 5- Diferença de salários

A pesquisa mostrou que 52,38% das mulheres entrevistadas declaram que o salário é igual aos dos colegas homens, enquanto 28,57% afirmaram que o salário recebido é menor, mas também 19,05% relataram não perceber diferença alguma. 2 Diante de seu desempenho profissional sente-se recompensada financeiramente? 19,05%

26,98%

Nunca Poucas vezes Sempre 53,97%

Figura 6- Satisfação financeira em relação ao desempenho profissional

Da amostra entrevistada 53,97% sentem-se pouco recompensadas diante de seu desempenho profissional, porém 26,98% sentem-se sempre recompensadas e 19,05% disseram que não estão sendo bem remuneradas. Em virtude dos dados expostos a hipótese foi confirmada, pois mostra que as mulheres ainda não se sentem recompensadas financeiramente embora uma grande porcentagem acredite que ganhe o mesmo que os homens.


Hipótese 4: Acredita-se que fatores familiares dificultam a permanência no emprego ao ponto de ser necessário priorizar o trabalho para ter sucesso na vida profissional. Você abriria mão do casamento e dos filhos para ter sucesso na vida profissional? 20,64% Certamente que sim 11,11%

Não abriria mão de forma alguma Tentaria conciliar os dois

68,25%

Figura 7- Vida familiar e trabalho

Segundo a pesquisa 20,64% das mulheres priorizariam o trabalho em relação à vida familiar, porém 11,11% não abriria mão de forma alguma da vida familiar e 68,25% tentaria conciliar o trabalho e a família. Então a hipótese foi confirmada pela pesquisa, porque 79,36% afirmam ser uma dificuldade permanecer no emprego em decorrência dos fatores familiares. Hipótese 5: Acredita-se que as mulheres, mesmo tendo maior qualificação, são discriminadas em relação aos homens. 1 Na sua opnião as mulheres são discriminadas no mercado de trabalho? 46,03%

22,22% Sim Não Em algumas áreas específicas 31,75%

Figura 8- Discriminação no mercado de trabalho

Do total pesquisado 22,22% acreditam que as mulheres são discriminadas no mercado de trabalho, todavia 31,75% dizem que não sofrem este preconceito e 46,03% acreditam que são desrespeitadas em algumas áreas específicas do mercado de trabalho.


2 Você já foi desfavorecida em uma empresa, não tendo sua opnião aceita somente por ser mulher? 15,87%

1,59% Nunca Poucas vezes Sempre 82,54%

Figura 9- Desfavorecida em uma empresa

Tal situação mostra que 82,54% nunca foram desfavorecidas no mercado de trabalho, entretanto 15,87% presenciaram, poucas vezes, esse preconceito e 1,59% sentem-se sempre desfavorecidas, não tendo sua opinião aceita somente por ser mulher. 3 Você acredita que mesmo com toda a qualificação que a mulher possui atualmente, ela ainda é mais aceita nas áreas cujas as tarefas reproduzem seu diaa-dia com os filhos e maridos tais como educação, saúde e serviço social? 25,40% 47,62%

Discordo totalmente Concordo Plenamente

26,98%

Outras áreas já estão aceitando o trabalho feminino

Figura 10- Áreas em que as mulheres são mais aceitas

Da amostra pesquisada 25,40% das mulheres não acreditam que mesmo com toda a qualificação que possuem atualmente, elas ainda estão sendo mais aceitas nas áreas cujas tarefas reproduzem seu dia-a-dia, porém 26,98% acreditam que as mulheres são mais aceitas nos setores de educação, saúde e serviço social e 47,62% acreditam que outras áreas já estão aceitando o trabalho feminino.


4 Dentre as dificuldades enfrentadas no mercado de trabalho, o preconceito contra a mulher pode ser considerado o mais grave? 11,11%

28,57% 60,32%

Não, existem preconceitos piores Sim, acredito que cause falta de oportunidades Não acredito que haja preconceito

Figura 11- Preconceito contra a mulher é o mais grave

Da população amostral 60,32% disseram que o preconceito contra a mulher não é o mais grave e sim existem preconceitos piores, entretanto 28,57% acreditam que o preconceito cause falta de oportunidades e 11,11% não acreditam que haja preconceito. Logo a hipótese foi confirmada pela pesquisa, pois os dados mostram que apesar da mulher não se sentir desfavorecida apenas por seu gênero, ela ainda é aceita em áreas específicas, embora já exista a abertura para outras áreas.

Conclusão Ainda hoje a desigualdade de gênero em relação às mulheres no mercado de trabalho persiste. Apesar da falta de qualificação, já não ser mais um item que dificulte o ingresso das mesmas no mercado e o fato de que os cargos ocupados por elas já são equivalentes aos dos colegas de trabalho do sexo masculino, na maioria das vezes elas recebem remuneração inferior do que a deles. Outra comprovação é o fator família como uma dificuldade encontrada ainda hoje para a permanência delas no emprego ou aspirações a melhores cargos, mesmo que esta já seja considerada na maior parte das vezes como uma dificuldade possível de se contornar. A partir do grupo analisado, de mulheres jovens prestes a se graduarem no curso superior, constatamos que certamente este não é o retrato fiel da situação encontrada pelas mulheres no mercado de trabalho brasileiro, porém já podemos observar que, apesar de persistente, este quadro tende a se modificar nas próximas décadas.


Portanto conclui-se que as mulheres que ingressam no mercado atualmente já não se deparam com tantas dificuldades que outras encontraram nas décadas passadas, o que podemos considerar como uma mudança social e cultural.

Referências FUSFELD, Daniel R. A era do Economista. São Paulo: Saraiva, 2001 GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009. HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: O breve século XX. 2. ed. São Paulo: Companhia das letras, 1998. LANDES, David S. Riqueza e a pobreza das nações. 8. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998. NASSER, Lia. Mulheres no mercado de trabalho. IG Delas. Disponível em: < http://delas.ig.com.br/materias/180001-180500/180478/180478_1.html>. Acesso em 11 set. 2009. PASCOWITCH, José. A discriminação da mulher. Gazeta Mercantil, São Paulo, 21 Ago. 2006. Disponível em:< www.visaosustentavel.com.br/sessoes/imprensa/.../DiscriMulher.pdf>. Acesso em 27 set. 2009. REZENDE, Ciro. História Econômica Geral: A economia de guerra. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2003. Cap. XIII, p. 189-192. RICCIARDI, Alex. Os 11 talentos femininos. Revista Vida Executiva, São Paulo, v. 4, n. 38, p, 16-20, Jun. 2007. TEIXEIRA, Zuleide Araújo. As mulheres e o mercado de trabalho. Universia. Brasil, 9 set. 2005. Disponível em: < http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=3010>. Acesso em 5 set. 2009. TRIOLA, Mario F. Introdução à Estatística. 7. ed. Rio de Janeiro: JC, 1999.


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