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O SACRAMENTO DA CEIA No presente material apresento dois artigos e três fórmulas litúrgicas para celebração da Ceia do Senhor. Os artigos foram escritos para o jornal oficial da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, O Estandarte, no quando de minha estada à frente da Secretaria de Música e Liturgia da IPIB. No primeiro, questiono se a ausência da Ceia nos cultos todos os domingos é uma perda para a Igreja ou não. No segundo, relato o caso de uma Igreja de tradição reformada que celebrou a Ceia de um jeito inusitado e apresento alguns argumentos que fundamentam que se tenha, pelo menos, uma estrutura mínima de liturgia para Ceia. As fórmulas litúrgicas mais completas foram extraídas do Manual do Culto da IPI do Brasil. As Estruturas Litúrgicas Reformadas 1 e 2 foram feitas com material de apoio enviado pelo Rev. Daniel do Amaral, da Igreja Presbiteriana Unida e também com uso do Livro Comum de Oração. As Estruturas Litúrgicas Reformadas Simplificadas 1 e 2 e as Estruturas Litúrgicas Reformadas Reduzidas 1 e 2 foram feitas da condensação das Estruturas Litúrgicas Reformadas 1 e 2.

Direitos autorais

O uso e citação dos artigos é livre, desde que citada as fontes:

ARAÚJO, Giovanni Campagnuci Alecrim de. Que falta faz a ceia? [online] Disponível na Internet via WWW. http://www.giovannialecrim.com.br/2017/01/02/que-falta-faz-a-ceia . ARAÚJO, Giovanni Campagnuci Alecrim de. Como se celebra a ceia [online] Disponível na Internet via WWW. http://www.giovannialecrim.com.br/2017/04/07/como-se-celebra-a-ceia . O uso das fórmulas litúrgicas é livre. Para as extraídas do Manual do Culto é preciso citar a fonte: ____. Manual do Culto da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. 2ª Edição. São Paulo: Pendão Real, 2011

Conteúdo

Que falta faz a Ceia? Como se celebra a Ceia Fórmulas litúrgicas para Santa Ceia Manual do Culto da IPI do Brasil (Página 39, 2ª Edição) Manual do Culto da IPI do Brasil (Página 337, 2ª Edição) Grande oração de Ação de Graças Manual do Culto da IPI do Brasil (Página 337, 2ª Edição) Estrutura Litúrgica Reformada 1 (Contribuições do Rev. Daniel do Amaral, IPU) Estrutura Litúrgica Reformada 2 Estrutura Litúrgica Reformada Simplificada 1 Estrutura Litúrgica Reformada Simplificada 2 Estrutura Litúrgica Reformada Reduzida 1 Estrutura Litúrgica Reformada Reduzida 2

Selo de João Calvino Selo com o qual João Calvino assinava suas cartas. Em latim está escrito: Meu coração te ofereço, Deus. Pronta e sinceramente. Esta reprodução foi feita à partir de uma imagem obtida em http://slideplayer.com.br/slide/1219806/

Reverendo Giovanni Campagnuci Alecrim de Araújo Pastor da Igreja Presbiteriana Independente do Braisl www.giovannialecrim.com.br


QUE FALTA FAZ A CEIA? É prática recorrente no meio Reformado brasileiro a Ceia do Senhor ser celebrada uma única vez por mês. Em algumas Igrejas, no entanto, ela é celebrada duas vezes e em outras, todos os domingos. Afinal, que falta faz a ceia nos demais domingo que não a celebramos? A pergunta não é minha nem é recente. Em um artigo na revista Estudos da Religião de outubro de 1985, o pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil – IELB - Rudi Zimmer faz a pergunta: Com a quase eliminação da Santa Ceia do culto perdeu-se realmente alguma coisa? É respondendo a esta pergunta que quero refletir com vocês a razão de ser da Santa Ceia.

do Senhor. Infelizmente, a conceituação de Zuinglio tem mais força que a de Calvino em nosso meio. Para muitos cristãos, a Ceia é mero memorial, portanto, não possui em si o status e condição de sacramento. É o Rev. Carlos Jeremias Klein, em Sacramentos da Tradição Reformada, que nos lembra o conceito de Calvino de sacramento: Para Calvino, um sacramento “é o sinal externo mediante o qual o Senhor nos sela à consciência as promessas de sua benevolência para conosco, a fim de suster-nos a fraqueza de nossa fé, e nós, de nossa parte, atestamos nossa piedade para com ele, tanto diante dele, dos anjos, quanto dos homens”

Por que celebramos a Ceia?

Calvino reconhece apenas dois sacramentos: Ceia e Batismo, e ambos são meios de graça. Sendo meios de graça, recorro ao Rev. Alfredo Borges Teixeira, citado nas Ordenações Litúrgicas, para definição: Chamam-se meios de graça os recursos de que o homem pode se utilizar para pôr-se em contato com Deus e obter as suas graças ou bênçãos. Esses meios, todos fornecidos pelo próprio Deus, são: a Palavra, os Sacramentos e a Oração.

E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Atos 2.42 No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite. Atos 20.7 Quando, pois, vos reunis no mesmo lugar, não é a ceia do Senhor que comeis. 1 Coríntios 11:20

Por si só os textos acima já nos revelam uma grande verdade: a Ceia era celebrada em todos os encontros da comunidade cristã. Atos 20.7 nos diz ainda que a reunião no primeiro dia da semana era para esse fim. A celebração da Ceia foi instituída pelo Senhor Jesus. Mais que um memorial, é a presença do próprio Cristo conosco. A celebramos por ordem de Jesus. O sacramento da Ceia é o sacramento da comunhão. Já nos tempos de 1 Coríntios temos os abusos na prática da refeição da Ceia, o que foi levando as comunidades a reduzir em volume os alimentos e a prática. Entre os Séculos V e a Reforma Protestante a prática era de se celebrar a Ceia apenas três vezes ao ano. Na Reforma, Lutero retoma a prática semanal. Os Anglicanos seguem tal prática. Entre os Reformados, no entanto, tal prática passa a quatro vezes por ano, muito por influência de Zuinglio e não de Calvino, que expressamente queria a celebração da Ceia do Senhor em todos os cultos. Com o decorrer do tempo, passaram a celebrar a Ceia mensalmente.

Semanal ou mensal?

Afinal, qual a necessidade de se celebrar a Ceia mensal ou semanalmente. A resposta a esta pergunta está na compreensão que a comunidade tem da Ceia

Gustaf Aulén afirma que “Nos meios de graça, Deus não concede certas dádivas meramente. Deus se dá a si mesmo” Tal definição nos coloca diante da necessidade da celebração da Ceia. Qual a importância dos meios de graça para a sua comunidade? Se pela oração e pela Palavra somos abençoados, a Ceia é dispensável? Um meio de graça elimina o outro? Ou eles se complementam? Tal resposta não cabe a mim dá-la, mas sim uma análise profunda, em comunidade, do que é a Ceia para sua Igreja e como vocês a entendem. Se tanto na oração quanto na Palavra, Deus se dá de si mesmo, e nós a praticamos dominicalmente, por que não praticamos a Ceia? Fica a reflexão e a provocação. Mais que um memorial, a Ceia é a presença do próprio Cristo conosco. Mais que uma mesa exclusiva, é a mesa do Senhor, onde todos são convidados a participar e dela tomar parte. Mais que um rito, é o sacramento da comunhão do povo com o seu Senhor, que se doa e se entrega por amor de nós. E aí? Que falta faz a ceia na sua Igreja? Reverendo Giovanni Campagnuci Alecrim de Araújo Pastor da Igreja Presbiteriana Independente do Braisl www.giovannialecrim.com.br


COMO SE CELEBRA A CEIA O culto chega ao momento da ceia. O pastor acabara de pregar e descera do púlpito, chamara os presbíteros e entregou a eles as bandejas do pão e do vinho (suco de uva, provavelmente). Vira-se para a igreja e diz: Vamos participar da ceia, pessoal. E os presbíteros saem a entregar os elementos. Sentiu falta de algo? O que mais me surpreendeu ao ver tal cena, foi a total ausência das palavras de instituição e orientação quanto à Ceia do Senhor. O Manual do Culto da IPIB apresenta uma fórmula bastante completa de celebração da Ceia, contendo inclusive a Grande Oração de Ação de Graças. Não sou um defensor de uma única forma de se celebrar a Ceia do Senhor, porém, existem alguns princípios básicos e bíblicos que fazem parte da celebração da Ceia e que, no exemplo de abertura deste artigo, não foram sequer mencionados. Via de regra, a maioria das igrejas celebram a Ceia da seguinte maneira: Uma oração de consagração; O/a Ministro/a pronuncia a fórmula de 1Coríntios 11.23-29; O/a Ministro/a instrui a Igreja como participar; Participação do povo. Não é a fórmula litúrgica mais completa, mas com certeza é a mais comum. A imensa maioria das Igrejas, não apenas IPIB, celebram a Ceia do Senhor desta forma. O questionamento que me ocorre, quando penso no exemplo que abre este artigo, é o que se perde ao se excluir o que, ao meu ver, é um dos pilares da Celebração da Ceia do Senhor, a fórmula de 1Coríntios 11.23-29. Ao excluir este pilar, falta a explicação do motivo de tal celebração e a razão de estarmos ali. Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei. Como sacramento, recebemos das mãos do Senhor Jesus o que celebramos hoje. Que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído. Recebemos das mãos do Senhor, que o instituiu num dia profundamente importante, marcado pela traição, mas ainda assim, não excluiu o traidor da Ceia. Tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.

O pão, corpo de Cristo, entregue para ser consumido em favor dos nossos pecados e ressurreto para nos dar vida eterna. Por isso partimos o pão. Tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. O cálice, contendo o vinho, sangue de Cristo, derramado para selar a nova aliança em Cristo, que nos une com Deus e como povo. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. Eis aí o motivo pelo qual celebramos a Ceia. Anunciamos a morte do Senhor até o dia em que ele voltará. Por isso é mais que memorial, é presença de Cristo conosco, a nos direcionar e confortar o coração, na expectativa da consumação do Reino de Deus. Excluir da celebração da Ceia do Senhor seus pilares e renegar a um mero distribuir de elementos, sem nem mesmo orar antes disso, é banalizar o sacramento. O zelo pastoral não está apenas em cumprir o rito litúrgico, quer segundo o Manual do Culto, quer por uma fórmula litúrgica mais simples, mas sim em manter a celebração com a alegria e a honra que merece o fato de estarmos à mesa com Jesus. A Ceia é sacramento, meio de graça, caminho pelo qual nos colocamos me contato com o sagrado e por isso mesmo deve ser celebrada com o devido cuidado, alegria e reverência que se deve ter quando se está diante de Deus. O desafio para Ministros/ as da IPIB é revisitar os princípios teológicos da Ceia do Senhor e orientar o povo da razão de a estarmos celebrando. Nunca é demais repetir tais princípios para a comunidade, pelo contrário, eles nos chamam para refletir a razão de ser da Igreja, o ponto central de nossa comunhão e os valores bíblicos que pregamos e vivemos. Zelo para com a Ceia do Senhor não é preciosismo litúrgico, é amor ao evangelho do Senhor da Mesa, na qual nos reunimos ao redor. Reverendo Giovanni Campagnuci Alecrim de Araújo Pastor da Igreja Presbiteriana Independente do Braisl www.giovannialecrim.com.br


FÓRMULAS LITÚRGICAS PARA SANTA CEIA Manual do Culto da IPI do Brasil (Página 39, 2ª Edição) ‘Preparação ‘ da Mesa ‘Convite ‘ à Mesa PASTOR(A): Com amor eterno Deus nos amou primeiro e se ofereceu a nós em Jesus Cristo, para que tenhamos vida. Esta é a mesa do Senhor. Ele convida a todos os que nele confiam para participar da festa que ele mesmo preparou. ‘A ‘ Grande Oração de Ação de Graças OFICIANTE: O Senhor esteja convosco. POVO: E também contigo. OFICIANTE: Elevemos os nossos corações. POVO: Ao Senhor os elevamos. OFICIANTE: Demos graças ao Senhor nosso Deus. POVO: É bom, belo e justo louvar ao Senhor e render-lhe graças. OFICIANTE: Pai onipotente, criador e sustentador da vida: as tuas bênçãos que nunca cessam, e a grandeza da tua bondade nos deixam maravilhados. Somos indignos do perdão, que pela tua miseric6rdia nos dás. Apenas podemos trazer-te nossa gratidão, depositando toda a confiança em teu Filho, pois somente ele é capaz de nos salvar do mal. Portanto, junto com todos os profetas, apóstolos, mártires e santos de todo o tempo e lugar, nós te louvamos, dizendo: ‘Hino ‘ “Santo, Santo, Santo” Cantai Todos os Povos 472: Santo, santo, santo, Deus do Universo; Céus e terra estão cheios de tua glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas! OFICIANTE: Deus de toda a glória: lembramos com gratidão como Jesus partiu o pão e deu o cálice para tornar-nos participantes de seu corpo e sangue, a fim de que ele vivesse em nós, e nós vivêssemos nele. Lembramos, com gratidão, como Jesus nos convida à sua mesa, imprimindo em nosso coração o seu sacrifício na cruz. Curvamo-nos com gratidão diante de Cristo, proclamando a sua ressurreição e glória, e reconhecendo que somente as suas intercessões em nosso favor nos comam dignos de participar desta refeição espiritual. Crendo na promessa da vida eterna dada por Cristo, vivemos nele, e proclamamos: ‘Hino ‘ “Cristo virá” Cantai Todos os Povos 476:

Cristo morreu, Cristo ressuscitou, Cristo virá de novo. OFICIANTE: Pai onipotente: derrama sobre nós o teu Espírito Santo, para que, ao recebermos este pão e este vinho, tenhamos a certeza de que a promessa de Cristo será cumprida em nós. Pai eterno, através desces sinais do pão e do vinho, eleva nosso coração e mente às alturas, onde juntamente com teu Filho unigênito e o Espírito Santo recebes roda a glória, poder e honra para sempre e sempre. ‘Hino ‘ “Amém, Aleluia” Cantai Todos os Povos 437 Amém, aleluia! Aleluia! Amém, aleluia! ‘Oração ‘ do Senhor OFICIANTE: E agora, conforme nosso Salvador nos ensinou, oremos: TODOS: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal; pois teu é o reino, e o poder, e a glória para sempre. Amém. ‘O ‘ Partir do Pão e a Instituição da Ceia do Senhor PASTOR(A): O Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isco em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, Jesus tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isco, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. ‘Distribuição ‘ dos elementos ‘Oração ‘ Após a Comunhão PASTOR(A): Senhor, tu te ofereceste a nós. POVO: Agora, nós nos oferecemos a ti, pronta e sinceramente. PASTOR(A): Encheste nosso coração com a tua glória. POVO: Ajuda-nos a glorificar-te em rodas as coisas.


Manual do Culto da IPI do Brasil (Página 337, 2ª Edição) ‘Preparação ‘ da Mesa ‘Cântico ‘ Congregacional ‘Convite ‘ à Mesa (João 6.35,37) OFICIANTE: Esta é a mesa do Senhor. Têm parte nesta mesa rodos os que confiam em Jesus Cristo; todos os que sinceramente se arrependem de seus pecados, buscando viver uma vida santa; e rodos os que são membros de uma igreja que confessa Cristo Jesus como o único Senhor e Salvador do mundo. Ó, como são consoladoras as palavras do Senhor Jesus, que nos acolhe nesta mesa! Ele nos convida, dizendo: Eu sou pão da vida; o que vem a mim nunca mais terá fome, e o que crê em mim nunca mais terá sede. O que vem a mim, de modo algum o lançarei fora. ‘Instituição ‘ da Ceia do Senhor OFICIANTE: Amados no Senhor, demos atenção às palavras da instituição da santa ceia do Senhor, conforme nos são transmitidas pelo apóstolo Paulo: Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o _partiu e disse: Isco é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1 Coríntios 11.23-26) Para que possamos cumprir o que o Senhor requer de nós neste sacramento, tomemos estes elementos naturais de pão e vinho, separando-os de seu uso comum para este mistério santo e, como Cristo deu graças, apresentemos a Deus nossa oração de gratidão. ‘A ‘ Grande Oração Eucarística OFICIANTE: Elevem os corações às alturas, onde Cristo está sentado, à mão direita de seu Pai. POVO: Elevemos nossos corações ao Senhor. OFICIANTE: Grande é o Senhor e mui digno de ser louvado (Salmo 48.1) POVO: Demos graças ao nosso Deus. OFICIANTE: Bendito és tu, ó Pai todo-poderoso! Tu és digno de receber glória, honra e poder, pois criaste todas as coisas. POVO: Por sua vontade elas foram criadas e existem (Apocalipse 4.11) OFICIANTE: Graças te damos, porque nos fizeste à tua própria imagem para vivermos em amor, compartilhando as dádivas da tua criação uns com os outros. POVO: Pai nosso, em tudo que fazes, há glória e grandeza! (Salmo 111.3)

OFICIANTE: Agradecemos-te porque, quando caímos no pecado, tu não nos abandonaste, mas com terno amor nos enviaste teu Filho. POVO: Ele nos ama, e pela sua morte na cruz nos livrou de nossos pecados! A Jesus Cristo sejam dados a glória e o poder para todo o sempre! (Apocalipse 1.5-6) OFICIANTE: Nós te rendemos graças, ó Pai eterno, porque, em Cristo, tu nos reuniste em um só corpo, a igreja, para glorificar-te e servir-te para sempre! POVO: Como é maravilhosa a tua graça, ó Deus, que tu nos deste com tanta fartura! (Efésios 1.7) OFICIANTE: Por tudo isso, e por toda a tua bondade conosco, damos-te graças, juntamente com toda a família de Deus nos céus e na terra, cantando ‘Hino ‘ “Santo, Santo, Santo” Cantai Todos os Povos 472: Santo, santo, santo, Deus do Universo; Céus e terra estão cheios de tua glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas! OFICIANTE: Bendito és tu, Senhor Jesus, porque antes de padecer e morrer, tu instituíste este sacramento do teu corpo e sangue, ordenando-nos perpetuá-lo como o memorial contínuo da tua morte e sacrifício, até que venhas no esplendor do teu reino. Em grata obediência ao teu mando, celebramos esta ceia. Louvamos-te, ó Cristo: TODOS: Morrendo, destruíste a nossa morte; ressuscitando dos mortos, tu restauraste a nossa vida. Senhor Jesus, vem na tua glória! OFICIANTE: Bendito és tu, Espírito Santo de Deus, que habitas e atuas nos corações do teu povo. Abre os olhos de nossa fé para vermos a Cristo no pão e vinho e nos atos realizados nesta mesa. POVO: Espírito Purificador: OFICIANTE: Tira a dureza de nossos corações para que sejamos capazes de produzir frutos dignos do arrependimento. POVO: Santo Espírito de alegria: OFICIANTE: Desperta em nós um santo prazer neste alimento espiritual, dado para crescermos na tua graça. POVO: Espírito de amor: OFICIANTE: Faze raiar em nós o amor de Deus, suscitando o nosso amor para com ele. POVO: Santo Espírito de unidade: OFICIANTE: Enche-nos do teu amor uns para com os outros e para com todo o teu povo.


POVO: Espírito de Esperança: OFICIANTE: Sê tu para nós a garantia da vida eterna prometida em Cristo. POVO Bendito és tu, ó Santa Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, um único Deus para sempre! Amém! ‘Oração ‘ do Senhor OFICIANTE: Unidos pelo Espírito, oremos a oração que Jesus nos ensinou, dizendo: TODOS: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal; pois teu é o

reino, e o poder, e a glória para sempre. Amém. ‘O ‘ Partir do Pão OFICIANTE: Tomem este pão e o comam. É o corpo de Cristo, que foi partido por nós. Façam isto em sua memória. Este cálice é a nova aliança selada pelo sangue de Cristo, derramado para que os pecados de muitos sejam perdoados. Bebam todos, deste cálice. ‘Comunhão ‘ do Povo ‘Cântico ‘ Congregacional ‘Oração ‘ Pós-Comunhão OFICIANTE: Ó Deus, que tanto nos amaste, longamente no, buscaste, e com ternura nos salvaste: dá-nos a graça de oferecer-nos a nós mesmos, o nosso querer e tudo o que fazemos como oferenda contínua de gratidão a ti; por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém!

Grande oração de Ação de Graças Manual do Culto da IPI do Brasil (Página 337, 2ª Edição) OFICIANTE: O Senhor esteja convosco. POVO: E também contigo. OFICIANTE: Elevemos os nossos corações. POVO: Ao Senhor os elevamos. OFICIANTE: Demos graças ao Senhor nosso Deus. POVO: É bom, belo e justo louvar ao Senhor e render-lhe graças. OFICIANTE: É verdadeiramente justo, nosso dever e alegria em todo tempo e lugar render-te graças, ó Senhor santo, Pai onipotente, Deus eterno. Tu criaste os céus e a terra e tudo que neles há; e nos fizeste à tua própria imagem e semelhança e de maneiras incontáveis nos mostras o teu amor. Portanto, com coros de anjos e toda a igreja visível e invisível, nós te adoramos e louvamos teu nome· glorioso, dizendo: ‘Hino ‘ “Santo, Santo, Santo” Cantai Todos os Povos 472: Santo, santo, santo, Deus do Universo; Céus e terra estão cheios de tua glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas! OFICIANTE: Toda a glória pertence a ti, ó Pai santo, porque na tua grande misericórdia nos desce o Filho unigênito, Jesus Cristo. Ele tomou sobre si a nossa natureza humana e sofreu a morte na cruz para nossa redenção, fazendo ali sacrifício perfeito pelos pecados do mundo. Nós te rendemos graças, ó Pai, porque o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois

de haver ceado, ele tomou também o cálice dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; farei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Portanto, ó Pai, em memória do Senhor Jesus Cristo, teu Filho, tomamos este pão e este cálice, proclamando a sua morte pelos pecados do mundo e sendo testemunhas de sua ressurreição, até que ele venha de novo. ‘Hino ‘ “Cristo virá” Cantai Todos os Povos 476: Cristo morreu, Cristo ressuscitou, Cristo virá de novo. OFICIANTE: Deus de misericórdia, pelo teu Espírito Santo, abençoa-nos e santifica-nos juntamente com estas dádivas do pão e do vinho, para que o pão que partimos seja para nós a comunhão do corpo de Cristo, e para que o cálice que bebemos seja para nós a comunhão do sangue de Cristo. E agora, nós nos oferecemos como um sacrifício vivo, santo e agradável a ti. Na tua misericórdia, aceita nosso sacrifício de louvor e gratidão. Em comunhão com todos os fiéis de todo tempo e lugar rogamos-te que cumpras em nós e em toda a criação o propósito da tua graça eterna. Por Cristo, em Cristo, na unidade do Espírito Santo, toda a glória e honra te sejam dadas, Pai onipotente, agora e para todo o sempre. Amém. TODOS: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal; pois teu é o reino, e o poder, e a glória para sempre. Amém.


Estrutura Litúrgica Reformada 1 (Contribuições do Rev. Daniel do Amaral, IPU) ‘Preparação ‘ da Mesa ‘Convite ‘ à Mesa (Celebra Saudade – Rev. Giovanni Alecrim)

PASTOR(A): No peito bate a saudade. Lembrança viva na alma. Palavra que alimenta. Nos dá paz, nos acalma. Os gestos estão vivos no nosso coração. Seu olhar sempre firme, carregado de emoção. Nesta hora celebramos como o Senhor fazia, reunidos como povo celebramos: Eucaristia. Pão: corpo. Vinho: sangue. Lembramos sua vida. Lembramos sua cruz. É bom estar à mesa contigo Senhor Jesus. ‘Instituição ‘ da Ceia do Senhor PASTOR(A): Toda a glória seja a ti, Pai onipotente, Pai nosso celestial! Obedecendo à instituição de teu Filho, realizamos aqui, na tua presença, o memorial que Ele nos mandou celebrar, lembrando sua bendita paixão e morte, sua poderosa ressurreição e ascensão, e te agradecemos de todo coração por tudo de bom que elas nos oferecem. Pai, pedimos humildemente que nos ouças com teu Filho Jesus Cristo, conceda-nos o Espírito Santo e consagres o pão e o vinho para que sejamos participantes do seu corpo e sangue, para todo o sempre. Em memória do Senhor Jesus Cristo, teu Filho, tomamos este pão e este cálice, proclamamos a sua morte pelos pecados do mundo e testemunhamos sua ressurreição, até que ele volte. POVO: Cristo morreu, Cristo ressuscitou, Cristo virá de novo! TODOS: Pai de misericórdia, nós humildemente te pedimos que nos santifiques com o teu Espírito e abençoes este pão e este vinho, a fim de que o pão que vamos comer seja a comunhão do corpo de Cristo e o vinho que vamos beber seja a comunhão do sangue de Cristo. Permite-nos chegar à unidade da fé e crescer em tudo naquele que é o Cabeça, Cristo, nosso Senhor, a quem pertencem a honra, a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém.

PASTOR(A): Confiantes nesta fé, nós oramos como nosso Senhor nos ensinou, dizendo: TODOS: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal; pois teu é o reino, e o poder, e a glória para sempre. Amém. ‘O ‘ Partir do Pão e o Erguer do Cálice (1 Coríntios 11.23-25)

PASTOR(A): Porque eu recebi do Senhor este ensinamento que passei para vocês: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e disse: “Isto é o meu corpo, que é entregue em favor de vocês. Façam isto em memória de mim.” Assim também, depois do jantar, ele pegou o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança feita por Deus com o seu povo, aliança que é garantida pelo meu sangue. Cada vez que vocês beberem deste cálice, façam isso em memória de mim.” A mesa está preparada e o Senhor ressurreto é presente conosco e nos convida para celebrarmos a sua ceia. Aproximemo-nos da mesa com fé. ‘Comunhão ‘ do povo ‘Cântico ‘ congregacional ‘Oração ‘ após a Comunhão (Livro Comum de Oração) PASTOR(A): Fonte de toda verdade, vimos com nossos olhos e sentimos com nossos corpos o Pão da Vida e o Cálice da Salvação. Fortalece nossa fé, para que possamos crescer em amor a ti e à humanidade, por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.


Estrutura Litúrgica Reformada 2 ‘Preparação ‘ da Mesa ‘Convite ‘ à Mesa (Nesta mesa nos encontramos – Rev. Giovanni Alecrim, em “Caixa de Versos”, edição do autor, São Paulo, SP: 2009, adaptado)

PASTOR(A): Nesta mesa nos encontramos com pessoas de todo lugar. Não há raça, gênero ou ideias que nos possam separar. Nesta mesa nos encontramos com Jesus Cristo, o Salvador. Vinde comei! Vinde bebei! Esta é a mesa do Senhor. ‘Instituição ‘ da Ceia do Senhor PASTOR(A): Esta mesa não pertence à nossa Igreja, nem a qualquer Igreja, quer aqui, quer em qualquer lugar ou tempos passados ou futuros. Esta mesa pertence ao Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que convida a todos para que dela participem. POVO: Toda glória seja dada ao Pai por tão grande amor por nós! PASTOR(A): Deus de graça, justiça e amor, diante da mesa de teu Filho, pedimos que consagres o pão e o cálice para que sejamos participantes de seu corpo e sangue, hoje e sempre. POVO: Vem sobre nós, Espírito Santo! PASTOR(A): Ao redor da mesa proclamamos que Jesus venceu a morte. POVO: Cristo morreu, Cristo ressuscitou, Cristo virá de novo! TODOS: Deus de amor, diante de ti, humildes pedimos que santifique com teu Espírito a cada um de nós e abençoe este pão e vinho. Concede-nos a alegria da unidade da fé e o crescer do teu corpo firmado em teu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo. PASTOR(A): Confiantes nesta fé, nós oramos como nosso Senhor nos ensinou, dizendo:

TODOS: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal; pois teu é o reino, e o poder, e a glória para sempre. Amém. ‘O ‘ Partir do Pão e o Erguer do Cálice (Mateus 26:26-28) PASTOR(A): Ouçamos o Evangelho: Enquanto estavam comendo, Jesus pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e o deu aos discípulos, dizendo: — Peguem e comam; isto é o meu corpo. Em seguida, pegou o cálice de vinho e agradeceu a Deus. Depois passou o cálice aos discípulos, dizendo: — Bebam todos vocês porque isto é o meu sangue, que é derramado em favor de muitos para o perdão dos pecados, o sangue que garante a aliança feita por Deus com o seu povo. A mesa está preparada e o Senhor Jesus está aqui e nos convida para celebrarmos a sua ceia. Com fé, participemos da mesa do Senhor. ‘Comunhão ‘ do povo ‘Cântico ‘ congregacional ‘Oração ‘ após a Comunhão (Livro Comum de Oração) PASTOR(A): Eterno e misericordioso Deus, tu nos incorporaste benignamente em teu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, nutrindo-nos com o alimento espiritual do Sacramento do seu Corpo e Sangue. Envia-nos, agora, ao mundo em paz, e concede-nos fortalecimento e coragem para te amar e te servir com alegria e singeleza de coração, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.


Estrutura Litúrgica Reformada Simplificada 1 ‘Preparação ‘ da Mesa ‘Instituição ‘ da Ceia do Senhor PASTOR(A): Toda a glória seja a ti, Pai onipotente, Pai nosso celestial Pai, pedimos humildemente que nos ouças com teu Filho Jesus Cristo, conceda-nos o Espírito Santo e consagres o pão e o vinho para que sejamos participantes do seu corpo e sangue, para todo o sempre. Em memória do Senhor Jesus Cristo, teu Filho, tomamos este pão e este cálice, proclamamos a sua morte pelos pecados do mundo e testemunhamos sua ressurreição, até que ele volte. Confiantes nesta fé, nós oramos como nosso Senhor nos ensinou, dizendo: TODOS: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal; pois teu é o reino, e o poder, e a glória para sempre. Amém.

‘O ‘ Partir do Pão e o Erguer do Cálice PASTOR(A): Porque eu recebi do Senhor este ensinamento que passei para vocês: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e disse: “Isto é o meu corpo, que é entregue em favor de vocês. Façam isto em memória de mim.” Assim também, depois do jantar, ele pegou o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança feita por Deus com o seu povo, aliança que é garantida pelo meu sangue. Cada vez que vocês beberem deste cálice, façam isso em memória de mim.” ‘Comunhão ‘ do povo ‘Cântico ‘ congregacional ‘Oração ‘ após a Comunhão (Livro Comum de Oração) PASTOR(A): Fonte de toda verdade, vimos com nossos olhos e sentimos com nossos corpos o Pão da Vida e o Cálice da Salvação. Fortalece nossa fé, para que possamos crescer em amor a ti e à humanidade, por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

Estrutura Litúrgica Reformada Simplificada 2 ‘Preparação ‘ da Mesa ‘Instituição ‘ da Ceia do Senhor PASTOR(A): Esta mesa não pertence à nossa Igreja, nem a qualquer Igreja, quer aqui, quer em qualquer lugar ou tempos passados ou futuros. Esta mesa pertence ao Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que convida a todos para que dela participem. Deus de graça, justiça e amor, diante da mesa de teu Filho, pedimos que consagres o pão e o cálice para que sejamos participantes de seu corpo e sangue, hoje e sempre. Confiantes nesta fé, nós oramos como nosso Senhor nos ensinou, dizendo: TODOS: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal; pois teu é o reino, e o poder, e a glória para sempre. Amém. ‘O ‘ Partir do Pão e o Erguer do Cálice

PASTOR(A): Porque eu recebi do Senhor este ensinamento que passei para vocês: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e disse: “Isto é o meu corpo, que é entregue em favor de vocês. Façam isto em memória de mim.” Assim também, depois do jantar, ele pegou o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança feita por Deus com o seu povo, aliança que é garantida pelo meu sangue. Cada vez que vocês beberem deste cálice, façam isso em memória de mim.” ‘Comunhão ‘ do povo ‘Cântico ‘ congregacional ‘Oração ‘ após a Comunhão (Livro Comum de Oração) PASTOR(A): Eterno e misericordioso Deus, tu nos incorporaste benignamente em teu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, nutrindo-nos com o alimento espiritual do Sacramento do seu Corpo e Sangue. Envia-nos, agora, ao mundo em paz, e concede-nos fortalecimento e coragem para te amar e te servir com alegria e singeleza de coração, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.


Estrutura Litúrgica Reformada Reduzida 1

Estrutura Litúrgica Reformada Reduzida 2

‘Preparação ‘ da Mesa ‘Instituição ‘ da Ceia do Senhor PASTOR(A): Em memória do Senhor Jesus Cristo, teu Filho, tomamos este pão e este cálice, proclamamos a sua morte pelos pecados do mundo e testemunhamos sua ressurreição, até que ele volte. Confiantes nesta fé, oremos adorando e agradecendo a Deus pelo privilégio de nos assentarmos à mesa do Senhor Jesus. ‘O ‘ Partir do Pão e o Erguer do Cálice PASTOR(A): Porque eu recebi do Senhor este ensinamento que passei para vocês: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e disse: “Isto é o meu corpo, que é entregue em favor de vocês. Façam isto em memória de mim.” Assim também, depois do jantar, ele pegou o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança feita por Deus com o seu povo, aliança que é garantida pelo meu sangue. Cada vez que vocês beberem deste cálice, façam isso em memória de mim.” ‘Comunhão ‘ do povo ‘Cântico ‘ congregacional ‘Oração ‘ após a Comunhão

‘Preparação ‘ da Mesa ‘Instituição ‘ da Ceia do Senhor PASTOR(A): Esta mesa pertence ao Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que convida a todos para que dela participem. Confiantes nesta fé, oremos adorando e agradecendo a Deus pelo privilégio de nos assentarmos à mesa do Senhor Jesus. ‘O ‘ Partir do Pão e o Erguer do Cálice PASTOR(A): Porque eu recebi do Senhor este ensinamento que passei para vocês: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e disse: “Isto é o meu corpo, que é entregue em favor de vocês. Façam isto em memória de mim.” Assim também, depois do jantar, ele pegou o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança feita por Deus com o seu povo, aliança que é garantida pelo meu sangue. Cada vez que vocês beberem deste cálice, façam isso em memória de mim.” ‘Comunhão ‘ do povo ‘Cântico ‘ congregacional ‘Oração ‘ após a Comunhão

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Fórmulas litúrgicas para santa ceia  

No presente material apresento dois artigos e três fórmulas litúrgicas para celebração da Ceia do Senhor.

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No presente material apresento dois artigos e três fórmulas litúrgicas para celebração da Ceia do Senhor.

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