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E.B.I. Prof. Doutor AnĂ­bal Cavaco Silva Agrupamento de Escolas de Boliqueime

Trabalhos realizados pelos alunos do 5.Âşano


Encontro com a escritora Isabel Alรงada

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Encontro com a escritora Isabel Alçada

Biografia da escritora Isabel Alçada Olá! Eu sou a escritora Isabel Alçada!!! Isabel Alçada nasceu em Lisboa, Alvalade, no dia 29 de Maio de 1950 é uma Professora e Escritora Portuguesa. Frequentou o Lycée Français Charles Lepierre e licenciou-se em Filosofia, pela Universidade de Lisboa, em 1974. Ainda estudante entrou para o Centro de Psicologia e Formação Psicoforma, em 1973. No rescaldo do 25 de Abril é admitida no Ministério da Educação, primeiro como técnica da Direção-Geral Permanente de Educação, em 1975, depois no Secretariado de Reestruturação do Ensino Secundário, até 1976. Iniciou funções como professora do Ensino Básico em 1976. Depois de ter sido colega de Ana Maria Magalhães, na Escola EB 2/3 Fernando Pessoa, forma com esta, uma dupla na escrita juvenil, inaugurada com Uma aventura...na cidade, em 1982. A coleção Uma Aventura revelar-se-ia um sucesso entre as camadas jovens, chegando a mais de cinquenta títulos, com adaptações para televisão e cinema. Em 1984 obteve um mestrado em Análise Social da Educação, na Universidade de Boston, homologado pela Universidade Nova de Lisboa. Em 1985 tornouse professora-adjunta da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa. Ocupou os cargos de membro do Conselho Diretivo da Escola EB 2/3 Fernando Pessoa, vogal da Direção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, administradora da Fundação de Serralves, de 2000 a 2004, e de comissária do Plano Nacional de Leitura[1], de 2006 a 2009. Em 2009 foi empossada como Ministra da Educação do XVIII Governo Constitucional. Exemplos de Obras de Isabel Alçada: “Uma aventura no Labirinto Misterioso” “Uma aventura na Quinta das Lágrimas” “Uma aventura no Palácio da Pena” 3

Trabalho realizado por: Érica Coelho, nº 7 e Ana Bento, nº2 Turma 5.º D


Encontro com a escritora Isabel Alçada

BIOGRAFIA DE ISABEL ALÇADA

Isabel Alçada é filha de João de Melo Viega e de Maria Hermínia Ferreira Girão e nasceu a 29 de Maio de 1950 em Lisboa. Enquanto andou no Liceu Francês Charles Lepierre, trabalhou também no Centro de Psicologia e Formação Psicoforma em 1973. Depois, licenciou-se em filosofia na Universidade de Lisboa em1974. Após o 25 de Abril (1975) foi admitida no Ministério da Educação. Em 1976, iniciou funções como professora do Ensino Básico, onde conheceu Ana Maria Magalhães. Com essa mesma colega, em 1982, estreia-se como escritora em “Uma aventura… na cidade”. Em 1984, na Universidade de Boston, tirou um mestrado em Análise Social da Educação. No ano seguinte

Fotografia de Isabel Alçada

(1985), tornou-se professora-adjunta da Escola superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa. Em 1987 foi convidada pela Comissão da Comunidade Europeia para fazer parte de uma equipa de especialistas em formação. Na década de 90, foi nomeada pelo ministro da Educação coordenadora da rede de bibliotecas escolares e, posteriormente, coordenadora do estudo da problemática do livro escolar. Entre 2000 e 2004, pertenceu ao Concelho Diretivo da Escola EB 2/3 Fernando Pessoa. Em 2009 foi eleita Ministra da Educação do XVIII Governo Constitucional. As suas obras, para além de todos os livros da coleção “Uma Aventura, publicou também: “Quero ser outro”, “O 5 de Outubro e a Primeira República”, “Uma Viagem no Tempo”, “História de Portugal”, “Asa Delta”, “Histórias e Lendas”, “Histórias do Gerónimo”, “Mataram o Rei”, “Os primos e a Bruxa Cartuxa”, entre outros. André Canhoto n.º 3 Diogo Ramos n.º 5 5.º D 4


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Biografia de Isabel Alçada Isabel Alçada nasceu em Lisboa a 29 de Maio de 1950, filha mais velha de uma família maioritariamente feminina. O seu pai era quem convidava os amigos, organizava passeios, jogos, piqueniques, viagens. Era também o grande contador de histórias, um permanente estímulo intelectual para as três filhas. A infância e juventude de Isabel Alçada decorreram num ambiente caloroso e feliz. Foi aluna do Liceu Francês Charles Lepierre, onde concluiu o Ensino Secundário. Licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ainda estudante, casou, teve uma filha e começou a trabalhar na Psicoforma – Centro de Formação e Orientação Profissional. Concluído o curso, ingressou na Direcção-Geral de Educação Permanente do Ministério da Educação, de onde transitou para o Secretariado da Reestruturação do Ensino Secundário em 1975/1976. Em Setembro de 1976 iniciou a atividade de docente como professora de Português e História do 2.º ciclo. Nesse mesmo ano fez o Estágio Pedagógico na Escola Preparatória Fernando Pessoa, em Lisboa, sendo convidada no ano seguinte para trabalhar na Formação de Professores como orientadora de estágio. Nessa qualidade participou em diversos cursos e seminários sobre a didática da História realizados no País e no estrangeiro. Mais tarde desempenhou funções no Conselho Diretivo da sua escola, acumulando com um cargo na direção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa. Nos anos letivos de 1982 e 1983 fez o Mestrado em Ciências da Educação pela Universidade de Boston, passando a trabalhar no Gabinete de Estudos e Planeamento do Ministério de Educação. A partir de 1985 integrou o quadro de professores da Escola Superior de Educação de Lisboa, onde continua a lecionar, acumulando o ensino com a coordenação da Biblioteca – Centro de Recursos. 5


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Em 1987 foi convidada pela Comissão da Comunidade Europeia para integrar uma equipa de especialistas europeus em formação de professores. Efetuou a preparação do doutoramento em Ciências da Educação na Universidade de Liège. No ano letivo 1995/1996 foi nomeada pelo ministro da Educação coordenadora do grupo de trabalho encarregado de conceber a rede de bibliotecas escolares, e no ano letivo de 1996/1997 foi nomeada para coordenar a equipa encarregada de estudar a problemática do livro escolar. Em Janeiro de 2001 assumiu o cargo de Administradora da Fundação de Serralves, em regime de voluntariado. Paralelamente à atividade no domínio da educação, estreou-se como escritora de livros infanto-juvenis em parceria com Ana Maria Magalhães em 1982. Dessa parceira resultaram mais de cinquenta títulos da coleção Uma Aventura, também adaptada à televisão e ao cinema. Os seus livros, que marcaram uma viragem na história da literatura infantil portuguesa, refletem a longa e rica experiência educativa, são eco de uma infância e juventude particularmente felizes e traduzem o seu enorme talento para comunicar com os mais novos. Em 2009 foi nomeada como Ministra da Educação.

Realizado por: Jéssica Ladeira, n.º 13, 5.º D

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Isabel Alçada Isabel Alçada nasceu em Lisboa, a 29 de Maio de 1950, é uma professora e escri- Ministra de Portugal tora portuguesa. Mandato XVIII Governo Constitucional Juntamente com Ana Maria MagaMinistra da Educação lhães (escritora)escreveu, as histórias da Maria de Lurdes Rodrigues colecção juvenil Uma Aventura, parceria Antecessor(a) Nuno Crato essa que se iniciou em 1982. Frequentou o Sucessor(a) Vida liceu francês Charles Lepierre, no ensino 29 de maio de 1950 secundário. Em seguida, licenciou-se Nascimento Lisboa em Filosofia, na Faculdade de Letras de Lisboa. Depois de casar, ainda estudante, iniciou-se na vida profissional, a trabalhar no Centro de Formação e Orientação Profissional - Psicoforma. Depois de concluído o curso, ingressou nos quadros do Ministério da Educação, tendo participado na Reforma do Ensino Secundário em 1975/76. No ano seguinte optou por seguir carreira como professora de Língua Portuguesa e História. Finalizou o mestrado em Ciências da Educação nos Estados Unidos da América, na Universidade de Boston. Presentemente, faz parte do quadro de professores da Escola Superior de Educação de Lisboa. Os seus livros, que foram um marco na história da literatura infantil em Portugal, são o reflexo da sua infância, da longa experiência educativa e comunicação com a Juventude.

Obras da Escritora

Trabalho elaborado por: Inês Sousa e Samuel Martins 5.ºD 7


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A sua infância

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O seu trabalho

Isaac Rosa, n.ยบ 11 e Diogo Gonรงalves, n.ยบ 6 5.ยบ D

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Palácio da Pena

O Palácio da Pena, também conhecido por Castelo da Pena, surgiu em 1839. Localiza-se numa das serras de Sintra. No dia 7 de Julho de 2007 foi eleito uma das 7 maravilhas de Portugal. Representa uma das expressões do Romantismo. Numa das paredes do Palácio da Pena existe a escultura de um monstro aquático. Em 1755, um raio destruiu parte da torre, pouco antes do terramoto que destruiu Lisboa. O palácio é o quarto monumento nacional mais visitado em Portugal.

Trabalho realizado por: Joana Farrajota Nº11 5ºB Joana Costa Nº12 5ºB 20


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O Palácio da Pena surgiu em 1839, quando o rei D. Fernando II obteve as ruínas do Mosteiro de Nossa Senhora da Pena para as adaptar a um palácio. O edifício original, em tempos ocupado pelos monges Jerónimos, data de 1503. A fachada principal do convento foi mantida, à semelhança do que aconteceu com a igreja e com o claustro, cujas galerias se encontram cobertas de azulejos. Nos anos 90, o palácio foi alvo de uma significativa restauração e a maior alteração é visível ao longe: a sua pintura em cor-de-rosa e amarelo. Apesar de ter chocado os habitantes de Sintra, habituados a verem-no 'vestido' de cinzento, estas eram, na realidade, as cores originais do Palácio da Pena! O quarto monumento nacional mais visitado em Portugal está mobilado com peças características da altura em que surgiu e conta com excelentes vistas sobre os arredores.

Trabalho Realizado por: Emanuel Vieira 5.ºB N.º7 João Cruz 5.º B N.º 13

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O Palácio Nacional da Pena, popularmente referido apenas por Palácio da Pena ou Castelo da Pena, localiza-se na vila de Sintra, freguesia de São Pedro de Penaferrim, concelho de Sintra, no distrito de Lisboa, em Portugal. Representa uma das melhores expressões do Romantismo arquitetónico do século XIX no mundo, constituindo-se no primeiro palácio nesse estilo na Europa, erguido cerca de 30 anos antes do carismático Castelo de Neuschwanstein, na Baviera. Em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das Sete Maravilhas de Portugal.

Quase todo o Palácio assenta em enormes rochedos, e a mistura de estilos que ostenta (neogótico, neomanuelino, neo-islâmico, neo-renascentista, com outras sugestões artísticas como a indiana) é verdadeiramente intencional, na medida em que a mentalidade romântica do século XIX dedicava um fascínio invulgar ao exotismo. Estruturalmente o Palácio da Pena divide-se em quatro áreas principais: 

A couraça e muralhas envolventes (que serviram para consolidar a implantação da construção), com duas portas, uma das quais provida de ponte levadiça.

O corpo, restaurado na íntegra, do Convento antigo, ligeiramente em ângulo, no topo da colina, completamente ameado e com a Torre do Relógio.

O Pátio dos Arcos frente à capela, com a sua parede de arcos mouriscos

A zona palaciana propriamente dita com o seu baluarte cilíndrico de grande porte, com um interior decorado em estilo cathédrale, segundo preceitos em voga e motivando intervenções decorativas importantes ao nível do mobiliário e ornamentação em geral. 22


Encontro com a escritora Isabel Alçada Durante a construção, apesar de se manter a estrutura básica, foram feitas alterações em quase todos os vãos, ao mesmo tempo que a pequena torre cilíndrica que se encostava à maior passou para a retaguarda do edifício. O arco do corpo, ladeado por duas torres, recebeu uma profusa decoração em relevo a imitar corais. Sobre ela, uma janela, a "bow window", recebeu na sua base, também em relevo, uma figura de um ser híbrido, meio-peixe, meio-homem, saindo de uma concha com a cabeça coberta por cabelos que se transformam num tronco de videira cujos ramos são sustentados pela enigmática personagem, relembrando propositadamente o homem barbado da janela da sala do coro do Convento de Cristo em Tomar, transformado aqui num ser monstruoso de carácter quase demoníaco. Este conjunto, conhecido por "pórtico do Tritão", foi projetado pelo próprio D. Fernando, que o desenhou como um "Pórtico allegórico da creação do mundo", e parece condensar, em termos simbólicos, a "teoria dos quatro elementos". Reforçando esta relação com Tomar, a janela existente no lado oposto deste corpo copia com alguma liberdade o célebre vão manuelino da autoria de Diogo de Arruda, "achatando-a". Nicolau Pires foi a Tomar desenhá-la para o príncipe, que reformulou o conjunto. O conjunto das diversas guaritas, o desnivelamento dos sucessivos terraços, o revestimento parietal com azulejos neo-hispano-árabes, oitocentistas, são elementos significativos. A adaptação da janela do Convento de Cristo, do lado do Pátio dos Arcos e a notável figura do Tritão, simbolizando, segundo alguns autores, a alegoria da Criação do Mundo, são pormenores fundamentais na interpretação deste Palácio. A planta do edifício é bastante irregular e está condicionada por uma construção ali preexistente – a Capela de Nossa Senhora da Pena – e ainda pela topografia. O resultado é um núcleo sensivelmente quadrangular, organizado à volta de claustro e um outro alongado. As fachadas são divididas por bocéis ou torçais e fenestradas, mais ou menos regularmente, e por vãos quadrangulares, rectangulares e de arco pleno. As torres e os baluartes possuem anéis superiores sobre cachorrada ou arcatura, formando caminhos de ronda, mirantes ou terraços. Já as torres quadradas têm nos cunhais guaritas circulares com coberturas cónicas. A fachada principal está revestida com azulejos de padrão policromo e dispõe de uma varanda ao nível do terceiro piso. No núcleo quadrangular, destacam-se várias arcadas interrompidas sobre murete. Uma escada em U conduz ao claustro, de dois pisos, com arcada de arcos plenos no primeiro e abatidos no segundo. À volta destes dispõemse algumas das principais salas. Na ala norte encontra-se a capela, forrada a azulejos padrão, com a nave separada da capela–mor por teia em pau–santo. O parque possui uma ambiência fria e nórdica, o que se deve às influências dos jardins românticos da Alemanha. 23


Encontro com a escritora Isabel Alçada Todas as torres (exceptuando a do Relógio) receberam cúpulas. Os motivos de inspiração foram essencialmente colhidos em fontes mouriscas e mudéjares espanholas e em quase todas as obras manuelinas da Grande Estremadura, entre as quais se encontram: a Torre de Belém (justificando as guaritas com cúpulas gomeadas e os renques de ameias), os Jerónimos (os vãos, a ornamentação de cordas entrançadas e frisos), o Convento de Cristo (a "bow window", a própria expressão quase caricatural) e o Palácio da Vila (os frisos de relevos góticos nas cornijas, e a própria realização orgânica do complexo). As rosas com cruzes inscritas demonstram a secreta genealogia do príncipe, que devia remontar miticamente à Fraternidade Rosa-cruz do século XVII, da qual o príncipe foi grão-mestre e, ainda mais tarde, à Ordem de Cristo, herdeira dos Templários em Portugal. A concepção dos interiores deste Palácio para adaptação à residência de verão da família real valorizou os excelentes trabalhos em estuque, pinturas murais em "trompel'oeil" e diversos revestimentos em azulejo do século XIX, integrando as inúmeras colecções reais em ambientes onde o gosto pelo bricabraque e pelo coleccionismo são bem evidentes.

Destacam-se ainda: 

a Sala dos Veados, ampla e cilíndrica, com uma larga coluna como eixo, atualmente utilizada para exposições;

a Sala de Saxe, onde predomina a porcelana de Saxe;

o Salão Nobre, onde estuques, lustres, móveis e pedaços de vitrais variam do século XIV ao século XIX, e onde se misturam elementos maçónicos e rosacrucianos;

o Atelier do Rei D. Carlos, estúdio com telas pintadas por D. Carlos;

o Terraço da Rainha, de onde melhor se pode observar a arquitetura do Palácio, o Relógio de Sol com um canhão que disparava ao meio-dia;

o Claustro Manuelino, parte original do antigo mosteiro do século XVI revestido de azulejos hispano-árabes (c.1520);

a Capela, parte original do antigo mosteiro dos frades Jerônimos;

os aposentos, onde se identifica o grande baixo relevo em madeira de carvalho quinhentista, de autor desconhecido, ilustrando a Tomada de Arzila, adquirido por D. Fernando.

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O Tritão do Palácio da Pena

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Encontro com a escritora Isabel Alçada A primitiva ocupação do topo escarpado da serra de Sintra onde se localiza o atual palácio, ocorreu com a construção de uma pequena capela sob a invocação de Nossa Senhora da Pena, durante o reinado de João II de Portugal. No século XVI, Manuel I de Portugal no cumprimento de uma promessa, ordenou a sua reconstrução de raiz. Doou-a à Ordem de São Jerónimo, determinando a construção de um convento de madeira, e substituindo-o, pouco mais tarde, por um edifício de cantaria, com acomodações para 18 monges. No século XVIII a queda de um raio destruiu parte da torre, capela e sacristia, danos que foram agravados em decorrência do terramoto de 1755, que deixou o convento em ruínas. Apenas a zona do altar-mor, na capela, com um magnífico retábulo em mármore e alabastro atribuído a Nicolau de Chanterenne, permaneceu intacta.

Parque do Palácio da Pena O Palácio e o Parque foram idealizados e concretizados como um todo. Do Palácio, o visitante avista um manto de arvoredo que ocupa mais de 200 hectares e constitui o Parque da Pena. Este tem diversos percursos e passeios, com inúmeras construções de jardins, pontes, grutas, bancos de jardim, pérgulas e fontes. Nele existem pequenas casas onde se alojavam guardas e elementos da criadagem, estufas e viveiros com camélias, rododendros, rosas, de cepas invulgares e raras, e obras de arte como a escultura do guerreiro que se avista do Palácio. Os lagos próximos à saída para o Castelo dos Mouros são igualmente pitorescos e aprazíveis, envolvidos por um imenso tubo de fetos arbóreos. Constitui o mais completo e notável exemplar de arquitectura portuguesa do Romantismo. Edificado a cerca de 500 metros de altitude, remonta a 1839, quando o rei consorte D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha (18161885), adquiriu as ruínas do Mosteiro Jerónimo de Nossa Senhora da Pena e iniciou a sua adaptação a palacete. Para dirigir as obras, chamou o Barão de Eschwege, que se inspirou nos palácios da Baviera para construir este notável edifício. Extremamente fantasiosa, a arquitectura da Pena utiliza os "motivos" mouriscos, góticos e manuelinos, mas também o espírito Wagneriano dos castelos Schinkel do centro da Europa. Situado a 4,5 Km do centro histórico. Ana Perdigão Nº1 Lorena Machado Nº 17

5ºB 26


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Constitui o mais completo e notável exemplar de arquitectura portuguesa do Romantismo. Edificado a cerca de 500 metros de altitude, remonta a 1839, quando o rei consorte D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha (1816-1885), adquiriu as ruínas do Mosteiro Jerónimo de Nossa Senhora da Pena e iniciou a sua adaptação a palacete.

Para dirigir as obras, chamou o Barão de Eschwege, que se inspirou nos palácios da Baviera para construir este notável edifício.

Extremamente fantasiosa, a arquitetura da Pena utiliza os "motivos" mouriscos, góticos e manuelinos, mas também o espírito Wagneriano dos castelos Schinkel do centro da Europa. Situado a 4,5 km do centro histórico.

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Palácio Nacional da Pena, popularmente referido apenas por Palácio da Pena ou Castelo da Pena, localiza-se na vila de Sintra.

O antigo convento deu origem ao atual Palácio da Pena que foi então reconstruido segundo o projeto do mineralogista germânico Barão von Eschwege, arquitecto amador! 28


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Na verdade, do mosteiro só foram aproveitados o claustro em estilo manuelino e a capela renascentista. O prédio é na sua maioria Romântico, mas tem toques de outros estilos. Segundo o gosto impar de D. Fernando, o Palácio da Pena recebeu decoração diferentes para cada cômodo do palácio, atualmente o mesmo se encontra ainda com a mobilia da época. Destaca-se em especial a sala árabe, com móveis estilo mouro, a sala chinesa com móveis feitos com lindas incrustrações em madre-pérola e os aposentos pessoais da rainha.

O Palácio da Pena não seria um local completo sem um jardim, ou melhor, um parque, o Parque da Pena; nele você pode fazer passeios de charrete a partir do mês de agosto. É uma maneira de você despistar a quantidade de turistas que se aglomeram no Palácio da Pena. Durante o inverno os dias são mais curtos mas nem por isso o local deixa de ser admirável; e a quantidade de turistas é menor. Os passeios de charretes no verão pelos jardins podem custar 35 euros e demora em torno de 45 minutos. Mas este é o único jeito de contemplar e ver realmente tudo o que Palácio da Pena tem a lhe oferecer. Se você optar por contratar um serviço de turismo com guias especializados, poderá informar-se no hotel em que estiver hospedado. Há um serviço de ‘Vans’ que busca os turistas nos hotéis, o ponto de partida para o passeio turístico ao Castelo da Pena é o Parque Eduardo VII na Praça Marquês de Pombal, Lisboa. O preço varia em cerca de 60 euros por pessoa por meio período (parte da tarde) de passeio.

Erica Gonçalves, n.º 8, 5.ºB Luana Calado, n.º 18, 5.ºB

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Encontro com a escritora Isabel Alçada Magda “O cabelo, forte como crina de um cavalo, caía-lhe sobre os ombros tão preto e luzidio que tinha reflexos azuis. Com o nariz polvilhado de sardas e uns olhos verde-água quase transparentes, era sem dúvida muito bonita. Tão bonita como vaidosa.”

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Encontro com a escritora Isabel Alçada O Sr. Raposo (antigo guarda do palácio) “O Sr. Raposo era baixo, gordinho, careca. (…) Os olhos miúdos muito pretos adquiriram um brilho impressionante e as bochechas tornavamse rosadas como se tivessem luz por dentro. “

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Encontro com a escritora Isabel Alçada “Estão a ver o Tritão? Num mesmo movimento ergueram a cabeça para a parede exterior onde um artista de outros tempos gravara uma estranha figura em pedra. - É um homem marinho. Um tritão. Diferencia-se das sereias porque elas têm rabo de peixe. Eles são iguais a nós em tudo mas têm as pernas cobertas de escamas. Usam cabelos compridos e barba. Reparem também na boca. Está aberta como se soltasse gritos de arrepiar. Foram esses gritos que eu ouvi no meu quarto sempre que…sempre que calhava sexta-feira 13… “

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“Magda devia ser riquíssima pois dispunha de uma sala enorme só para ela com televisão, vídeo, aparelhagem de som, imensas cassetes e compact discos, uma estante de livros e outra com banda desenhada. No entanto, comportava-se como se tudo aquilo fosse perfeitamente vulgar ou até pouco importante.”

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Encontro com a escritora Isabel Alçada O quarto da rainha As gémeas andaram de um lado para o outro até que foram dar ao quarto da rainha Dona Amélia, que era o maior de uma longa série de aposentos destinados às damas da corte. “ A cama, bastante larga, oferecia o que pretendiam porque estava coberta por uma linda colcha de seda chinesa e tinha um folho grosso de pano grená até ao chão.”

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“Logo adiante o carro fez uma curva apertada e enveredou por um caminho secundário. Os portões estavam abertos de par em par e a casa era de facto linda! Construída em pedra escura com grandes janelas e coberta de trepadeiras em flor parecia a capa de uma revista ou um postal de boas festas. As gémeas olharam para cada cantinho com curiosidade, interesse e gostaram da casa.”

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Estávamos na aula de Educação Física, quando tocou " trim, trim, trim", eram os três toques de evacuação. Saímos em fila, ordeiramente para o ponto de encontro. Ao chegar ao ponto de encontro notámos que não havia mais ninguém. Dividimo-nos em quatro grupos de cinco elementos, para procurar o resto dos alunos, funcionários e professores. Distribuímo-nos por quatro partes da escola. O nosso grupo era constituído pela Ana, pela Beatriz Francisco, pela Beatriz Nunes, pelo João e pelo Rafael, apercebemo-nos que os outros três grupos tinham desaparecido como se tivessem sido “ engolidos pela terra”. Demos uma volta inteira à escola, até que encontrámos um pedaço de uma blusa, que talvez fosse de um dos nossos colegas. Ao olhar para fora da escola vimos o grupo de “Uma Aventura”, corremos até eles e suplicámos: - Podem-nos ajudar a resolver um caso? - Sim! Mas qual é o caso? - perguntou o Chico. Nós explicámos todo o acontecimento, eles acharam que era um caso complicado, mas iam tentar resolvê-lo. Fomos revistar as salas de aula, juntamente com o grupo de “Uma Aventura”. Ouvimos vozes vindas de debaixo do chão, olhámos para trás, quando nos apercebemos de um grande buraco. Olhámos lá para dentro e descobrimos os nossos colegas, os funcionários e os professores dentro de uma jaula quase caindo na lava. 39


Encontro com a escritora Isabel Alçada No entanto, para os salvarmos teríamos que parar as máquinas do Malvado Doutor Frankeinsten. Ele informou-nos que para salvarmos os nossos colegas, professores e funcionários um de nós teria que passar por um “ teste de armadilhas” e se conseguisse sair das armadilhas ele soltaria os nossos colegas. Então o Chico ofereceu-se para ir apesar de ser muito arriscado, pois se ele caísse numa armadilha, ele morreria e a escola inteira também. O grupo não queria que o Chico arriscasse a sua vida, mas ele nem pensou duas vezes e comunicou ao doutor Frankeinsten a sua decisão, ele iria fazer o “teste de armadilhas”. Imediatamente um portal se abriu para o Chico entrar e todos lhe desejaram boa sorte. Passada uma hora, nós já estávamos preocupados com ele, mas felizmente ele saiu mesmo a tempo de salvar toda a escola. Toda a comunidade escolar ficou contente e muito grata para connosco, afinal tínhamos arriscado a nossa vida. O Malvado Doutor Frankeinsten ficou furioso, porque teria de libertar a escola inteira. Fizemos os preparativos para a festa, todos bateram uma salva de palmas para a turma do 5ºA, em especial para: a Ana, a Beatriz Francisco, a Beatriz Nunes, o Rafael e o João e também para o grupo de “Uma Aventura”, porque sem eles não teríamos conseguido resolver com sucesso esta aventura.

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Palavra puxa palavra As gémeas conheceram Conheceram uma mentirosa Mentirosa chamada Magda Magda que era linda Lindo era o Palácio da Pena Palácio da Pena onde conheceram Conheceram o senhor Raposo Senhor Raposo que contava histórias Histórias de arrepiar os cabelos Cabelos em pé Em pé estava o Tritão Tritão que tinha duas caudas. Ana Patrícia 5ºA

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